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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!

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MensagemAssunto: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! EmptyQua 17 Out 2018, 15:37

Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Siegfried Uller Frey. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! EmptySex 19 Out 2018, 18:30



Siegfried Uller Frey


Tic, tac, tic, tac. Seria, eu espero, o som que o pequeno relógio de bolso em minhas mãos faria com seu andar milimétrico e cíclico. Um objeto formidável, fruto do conhecimento humano, e detentor naquele momento de minha atenção. Contudo, apesar de tão complexo, era extremamente frágil, e uma única instância definia seu destino: a minha vontade de atirá-lo ou não contra o chão, sabendo que se o fizesse muito provavelmente viria a se quebrar.

Perdido um pouco neste pensamento, eu estaria simplesmente encostado em uma das amuradas laterais do Holandês Arrombador. Assim que meu pensamento se desfizesse daquela bobagem, daria uma certa olhada em volta. Era verdade que sem aqueles revolucionários na embarcação, esta parecia talvez muito maior, o que era, de certa forma, estranho.

- Puta gosto de merda na boca... - Soltaria, quase sem abrir muito os lábios, traçando um comentário para mim mesmo. E talvez nem houvesse um gosto estranho em si, mas eu diria que era o contrário. "Será que ainda tem...?" E assim uma das mãos buscaria entre as roupas a garrafa de bebida que me sobrara.

E viraria-a sobre a boca, dando aquela bela golada, seguida de uma pausa dramática, e então o belo arroto! "Ca-ralho, que tesão..." Assim, a garrafa voltaria para junto de mim, enquanto agora com o sentimento de satisfação, sentia-me pronto para reiniciar minha empreitada.

Desta forma, olharia em volta, buscando pelo companheiro tritão Rurik, observando se estava a uma distância visível, ou se provavelmente teria entrado para o interior de navio. De qualquer maneira, após uma coçada na bunda, gritaria, elevando mais ou menos minha voz, a depender de onde o tritão estivesse - se ele estivesse longe, gritaria mais alto, se estivesse mais próximo, gritaria menos altos. - OH SARDINHA DE MERDA! - Admito que tentaria fechar o olhar enquanto falava, mas logo que a palavra saísse de minha boca viria um sorriso junto. - EU VOU ATRÁS DO TAL DO KARTHUS. VÊ SE NÃO FODE TUDO. - O ar era ameaçador, apesar do quê de amigável(?).

É, talvez você que esteja me conhecendo agora estranhe um pouco minha maneira de agir. Mas, convenhamos, você não esperava que o bárbaro que irá eternizar o nome dos Freys nesta terra fosse um gentleman, não é? E além do mais, é muito mais válido este vocabulário e vivência livres de escrúpulos. Normalmente as pessoas tem muito com que se preocupar. A minha preocupação mesmo não passa do álcool que vou beber, da vadia que eu vou foder, e do marinheiro que eu vou socar. Depois disso, somente o objetivo de vida de alcançar a morada eterna de Valhalla.

Então, sairia do Holandês na direção que sabia que era a do Farol, ou melhor, deduzia. Em minha chegada, me lembrava de ver a grande estrutura iluminada, com uma pequena casinha anexa, e ter associado ela ao que sempre ouvi sobre a "porta de entrada da Grand Line". Ficaria atento a todo instante, sabendo também que aquele local não era dos mais seguros, estando pronto para bloquear ou mesmo saltar para os lados para evitar algum dano a minha integridade, ou a meus pertences, já lançando a intimidação na cara de quem quer que fosse. - QUE PORRA É ESSA?

Próximo do local, procuraria por qualquer indivíduo que aparentemente pudesse me dar uma informação, sendo sutil. - Diga-me... Sabes onde encontro Don Karthus? - Simples, neutro. Encontrando o homem, então abriria um sorriso, fitando-o. - Preciso de uma dessas bússolas para a Grand Line, maldito... - Uma das mãos puxaria a bússola que tinha, mostrando. - Essa aqui não aguentou a passagem pela Montanha Reversa. Desgraçada... - E então lançaria ela com força para qualquer direção que não houvesse nada.


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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! EmptySex 19 Out 2018, 20:00


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

O bárbaro escutou o som de seu relógio de bolso, e quando olhasse para as horas que marcavam naquele objeto, poderia ver que ainda é de manhã, sete e meia para ser mais exato. Estava encostado em seu barco, tendo alguns pensamentos sobre os antigos passageiros, até que lembrou que precisava dar uma boa golada em sua bebida e assim matar seu vicio.

E assim que consigo ficar satisfeito com sua bebida, deu continuidade em sua aventura, procurando agora por seu companheiro o tritão Rurik, "o Branco". Ao escutar aqueles gritos, Rurik respondeu tão educadamente quanto foi chamado. -PORRA, TAVA DANDO UMA MIJADA! NÃO ME APRESSE, SEU PEDAÇO DE ESTERCO!!!- Esbravejou o tritão enquanto vinha andando e arrumando sua roupa de baixo, unica que vestia por sinal.

E os dois seguiram em direção do farol, caminhavam por uma estrada curta com vários pedregulhos enfeitando as laterais, em um certo momento do caminho surgia uma segunda direção, que observando bem saberiam que leva para algumas cavernas na montanha. Foi exatamente quando estivessem passando por ali e chegando no farol, que um estranho e desnutrido homem saiu detrás de uma rocha e pulou aos pés de Siegfried, o fazendo saltar para os lados. Esse homem vestia alguns trapos marrons.

-Com licença, vocês gostariam de ouvir sobre a palavra do grande Will D. Chris? E comprar um exemplar de sua historia por 50.000 quem sabe? Vai me ajudar a sair desse lugar infernal!- Implorou o homem aos pés dos dois piratas. -SERÁ QUE SE EU COME-LO VOU SER CONVERTIDO? HUEHEUHEU- Ironizou o companheiro de Siegfried. -Karthus!? É melhor não se meter com ele, hoje cedo eu vi ele fazendo dois homens perderes os dentes da boca! Acho que deve estar dentro do farol...- Respondeu o homem com seu exemplar de livro em mãos. Eles se encontram a poucos metros do farol. Uma chuva fraca começava a cair no local enquanto tudo ocorria.




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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! EmptySab 20 Out 2018, 01:02

- Eita caralho! - Soltava a interjeição de susto, quando realmente tomava um pela aparição daquela estranha figura maltrapilha. Minha reação imediata era me distanciar a saltos, para então observar quem era o maldito que havia tentado me acertar, ou melhor, que eu havia imaginado que havia tentado isso.

Realmente, era um homem em péssimo estado físico, e que pedia por ajuda, citando inclusive um nome já conhecido de mim "Will D. Chris". Ora, é a porra do Rei dos Piratas, quem nunca ouviu falar nesse cara? "Esse deve ter herdado Valhalla com certeza." Imaginava, divagando enquanto Rurik respondia de forma irônica ao magricelo.

- Diga-me... Sabes onde encontro Don Karthus? - Lançava a pergunta sem demonstrar o desprezo que estava a sentir por aquele ser que eu não chamaria sequer de humano. Sua resposta, por sinal, havia sido uma merda. A sentença estava dada, então.

Uma pausa de um, dois segundos seria feita, como se analisasse as informações ditas por ele, e até como se pensasse na possibilidade de comprar seu livro. Na verdade, estava lembrando dos segundos do relógio, apesar de minha falta de precisão ao imaginá-los.

- Deixa eu ver essa porra de livro. - Diria, ainda com o semblante relativamente neutro, apesar das grossas sobrancelhas um pouco mais abaixadas. Enquanto isso, a canhota buscaria de forma discreta uma de minhas machadinhas, pegando e ocultando-a por trás de meu próprio corpo enquanto a destra iria para frente, abrindo-a como quem fosse pegar o livro.

No final, tudo não passaria de encenação, e no momento em que o homem aproximasse o livro de minha mão, a lâmina surgiria subindo em um arco contra seu braço, tentando, mais especificamente, decepá-lo com um corte limpo, apesar de considerar a possibilidade de isso não dar certo. De qualquer forma, aplicaria grande força no movimento surpresa, de uma hora para a outra, para realmente pegá-lo de surpresa.

Tão logo aplicasse esse golpe, já avançaria levantando uma das pernas e, amparado pelos meus saberes de luta de rua, esticando-a na direção no homem em um chute frontal em tentativa de derrubar-lhe. - Sabe o que eu acho dessa porra de livro, escória? - Pegaria com a mão livre o objeto, se este houvesse caído ali próximo com o golpe. - Acho que só serve pro Branco usar de guardanapo depois de te devorar. - Tais palavras sairiam com certo tom intimidador, apesar da predominância ser a naturalidade, pra mostrar que ele REALMENTE poderia fazer isso. Inclusive, lançaria um olhar para o tal ao falar dele. - Alias, ele não uso guardanapo. Então não serve pra porra nenhuma mesmo. - E então, sem dar sinais ou hesitar, lançaria o machado na direção do homem, tentando finalizá-lo com aquele ataque. Jogaria o livro sobre ele, e então derramaria apenas a quantidade de um gole da bebida no tal, acendendo-o então com um fósforo.

É claro, também estaria atento a atentados contra minha integridade física, de qualquer tipo, viessem do homem ou de qualquer outra coisa. Para tais, utilizaria do próprio machado para bloquear o que fosse possível, cortando-o ao meio com a lâmina, usando a parte plana para empurrar a coisa para o lado, ou até batendo com a extremidade do cabo para alterar a trajetória do ataques e tirá-lo de minha reta. No que fosse necessário, também, usaria de saltos e passos, para pela esquiva encontrar uma evasão mais efetiva em meio a minhas movimentações.

Tendo dado tudo certo, ou minimamente certo eu diria, ignoraria assim o que o maltrapilho indivíduo havia dito sobre Karthus. Alias, não ignorava, apenas ficava mais animado ainda em conhecer o tal homem diante do relato que havia tido sobre ele. Admito que gosto de pessoas com as quais me identifico, geralmente.

- Ei, Don Karthus, está em casa? - Diria em tom mais alto, assim que nos aproximássemos do Farol mais ainda, e caso não o visse. - Precisamos de uma de suas bússolas especiais para navegar na Grand Line, maldito, apareça! - E, caso ele acabasse por dar as caras, assim que o notasse o sorriso de canto de rosto se revelaria. - [color=brown]E aí boneca. - É claro, o típico deboche. - [b]Quantas bundas eu ovu ter que arrombar para ter uma dessas bússolas especiais?
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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! EmptySab 20 Out 2018, 23:43


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

Ao ouvir o pirata pedir o livro de imediato o frágil homem o ergueu em sua direção, havia ficado bastante feliz acreditando que Siegfried tinha algum interesse naquele tipo de item. O homem piscava freneticamente os olhos com uma face de bobo, estava esperançoso que hoje arrecadaria uma boa grana naquele momento, mas obviamente o bárbaro tinha outros planos em mente.

Sacou sua arma e surpreendeu aquela testemunha de Will D. Chris, cortando seu braço e levando o exemplar de historia junto no processo. -ARRRGHHHH meu bracinho!- gritou o homem, sendo que isto não seria o pior que lhe ocorreria. O bárbaro continuo com sua tortura, finalizando tudo ao colocar fogo no corpo juntamente com o livro.

Em agonia, e também por reflexos de sentir uma dor insuportável, o homem ainda conseguiu sair correndo em desespero, seguiu seu trajeto sacudindo a mão restante e passando pelo farol. Foi quando a porta do farol abriu, e um homem velho com barba grisalha presenciou aquela cena.

-Oh? Nada incomum, como sempre...- murmurou e depois deu uma bocejada enquanto acompanhava com os olhos o homem em chamas cair do penhasco em direção ao mar. -E aí, pirata que taca fogo nos outros.- Respondeu Karthus que cutucava o nariz naquele momento, depois retirou a meleca e fez uma bolinha, jogando a mesma com um peteleco extremante veloz próximo aos pés de Siegfried. Um profundo e pequeno buraco surgiu aonde a meleca atingiu no solo.

-Você chegou na hora certa! Estava pretendendo sair e vê se encontrava algum azarado para meu próximo jogo.- Nesse momento, outra figura surgiu na porta e ao lado de Karthus, um mink-porco com vestimentas pretas e vermelhas. Soltou um grunhido e depois começou a falar...

-Oinc! Vamos começar com essa merda logo! Que quero esse log pose para dar o fora desse inferno, Oinc!- Com bastante desdem suas palavras foram proferidas, ele chamava com o dedo de forma debochada o bárbaro para dentro.

-Calma lá. Primeiro vamos nós sentar, pois devo explicar as regras do nosso jogo. E para isso, devo ouvir dos nossos visitantes se eles estão dispostos a participar de um jogo de "azar ou sorte" que vai colocar a integridade de seu corpo em perigo, o que me dizem?- E ficou aguardando a resposta com um largo sorriso no rosto.

-Isso vai dar uma merda fedida...- Resmungou Rurik que observava aquele buraco no chão com bastante curiosidade. Enquanto que na porta, Karthus e o Mink esperavam uma resposta para adentrarem novamente no farol.                



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! EmptyDom 21 Out 2018, 22:58


Ver a sua cena de caos se expandindo mesmo que não fosse sua intenção é uma sensação muito boa. "Ele saiu pegando fogo e caiu de um penhasco." Sério, admitam, isso foi incrível - Heh... - Inclusive, soltava uma leve risadinha abafada em reação espontânea ao acontecimento.

Com o encontro de Karthus, tenho de dizer que o primeiro pensamento que tive em minha cabeça vendo sua figura foi algo como "Que?" Sério, eu não sei exatamente como o imaginava nas histórias, mas com certeza não era daquele jeito. Contudo, com o lançamento daquela bolinha de catota, um princípio de sorriso voltava a surgir em meus lábios. Imaginem o quanto ele se intensificou ao ver o buraco que se formava no chão onde ele atirara o objeto. Ficava próximo de uma expressão de surpresa, mas era um pouco mais risonha.

E, ouvindo as palavras do velhote Karthus falando sobre um jogo, a prepotência se demonstrava por já imaginar recebendo o Log Pose, mesmo sem saber exatamente como seria tal jogo. Ah, e também tinha um porco. Tá, isso é bem estranho.

O velho mencionava a possibilidade de colocar nossa integridade física em perigo, e meu sorriso sequer se desmanchava enquanto ele proferia tais palavras, mas ouvia o tritão viadinho já querendo criar desculpa pra arregar.

- Vai se foder, tritão viadinho do caralho, já ta querendo criar desculpa pra arregar. - Responderia abaixando as sobrancelhas com um olhar para o companheiro Branco, num misto de irritação e ironia (?). - Manda essa porra ai então, maldito. Porco eu como no café da manhã. - Normalmente como bacon. E diria isso apontando, primeiro para Karthus, e depois para a criatura estranha.

E então, acompanharia os indivíduos para onde quer que fosse, e se possível me sentaria para ouvir as instruções de Karthus. Ao mesmo tempo, caso estivesse relativamente perto do porco, pegaria o envelope com a pedra em meus bolsos, amaçando-o e lançando de leve no porco, para então simular que não havia feito nada, mantendo o olhar em Don, e até soltando um leve assobio. Provocações sempre são válidas.


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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! EmptySeg 22 Out 2018, 22:56


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

Aquele primeiro encontro entre Siegfried e Karthus foi sem duvidas marcante, seja por causa do homem pegando fogo e caindo do penhasco ou pela demostração de força que aquele velho de barba grisalha demostrou com uma mera catota de seu nariz.

-Muito bom, muito bom mesmo! É assim que eu gosto, então vamos! Entrem no meu humilde farol para darmos inicio a brincadeira.- Disse Karthus ao chamar todos os indivíduos no local para entrar, passou pela porta e foi seguido pelos demais.

Lá dentro, o lugar parecia bem maior do que visto de fora, com varias mobílias e objetos exóticos, desde quadros a estatuas. Para a maioria, poderia não passar de um monte de itens estranhos que um velho adquiriu, mas para Karthus talvez tenha algum valor.

-Fiquem sentados nesses velhos sofás, que vou pegar os itens necessários para nosso jogo.- Falou apontando para dois sofás marrom virados um para o outro de aparência empoeirado no centro, com um tapete vermelho entre eles. Depois saiu e foi até um baú no fundo.

Com todos sentados, o bárbaro aproveitou para provocar o mink, arremessando o que tinha no bolso nele. O porco ficou em alerta, olhando para os lados e depois virou de maneira vagarosa sua cabeça ao encarar Siegfried. Não resistindo ao ver aquela cena, o tritão deixou uma gargalhada escapar, e quando o porco ameaçou ficar de pé, Karthus retornou com alguns dados em mãos

-Como eu sei que por essas bandas não tem muitos sujeitos inteligentes, isso vai ser algo bem simples! Vocês terão que jogar um dado cada um, o valor no dado determina a quantidade de porradas que você dará no outro- E deixou um sádico sorriso escapar, depois retomou sua compostura de bom velhinho- Ahem... Continuando, antes que perguntem, aquele que desmaiar primeiro perde! Nem tentem fugir agora que aceitaram o desafio ou eu mesmo me certificarei dessa ser a ultima parada do fujão... Ah! devem usar as mãos vazias, não podem esquivar nem bloquear e podem escolher aonde acertar. Enfim, Podem começar!- Terminou sua fala e ergueu um dado de seis lados para Siegfried e outro para o mink pegar.        
               



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! EmptyTer 23 Out 2018, 10:15

Meus olhos percorriam a instalação de Karthus, o Farol, de um lado para o outro como quem quer apreender o máximo de informações daquele local, obviamente com dificuldades por conta da enorme quantidade de objetos diferentes. De fato, os contos sobre a figura de Don pareciam realmente estar corretos.

Sentando-me no sofá logo no instante seguinte ao que o velho orientara, eu já começava a matutar em minha cabeça formas de provocar aquele porco estranho. Assim, uma pedra foi o suficiente para deixá-lo alerta, e eu disfarçava, voltando a olhar os objetos, como quem não quer nada. Rurik riu, e a criatura reagiria provavelmente, se não fosse a volta de Karthus. Era patético. "Isso vai ser fácil de mais."

A explicação veio, enquanto me mantinha com um semblante neutro, apenas captando as informações para não fazer nada de errado naquela situação. Agora, quando o sorriso, eu diria, sádico, surgiu nos lábios do velho, meu corpo não pode evitar de desenhar um princípio de sorriso no canto do rosto também. Finalizada a explicação, meus olhos se voltam agora para o porco.

Com toda a intimidação que pudesse, encararia-o, como quem desejava sua morte, como quem faria sua morte independente do resultado final daquela merda de jogo. Um sorriso puramente demoníaco brotaria, como quem se quer levava fé no oponente, apesar de no meu interior estar com um pingo de preocupação por não depender somente de minha força e resistência naquele momento, nem da força e resistência do inimigo, mas da pura sorte. "Que os deuses me prestem auxílio."

- Você sabe que não vai sair vivo daqui, né? - Tomaria o dado das mãos de Karthus, mas sem desviar meus olhos do porco, como quem se divertia em tentar implantar medo nele. - Mesmo que me vença, o que eu duvido, nós somos dois, e no final esse Log Pose vai ser nosso, desgraçado.

E então, sem mais, lançaria o dado sobre o tapete vermelho ou sobre outro lugar que Karthus disponibilizasse especificamente para tal, permitindo que este girasse algumas vezes na minha mão antes de sair dela. - *Uhh, um./Dois./Três, porra!/QUATRO!/CIIIINCOOO!/SEEEEEEIS, CARAAAALHOOOOO!* - A próxima fala, e seu respectivo tom de animação, dependeria do resultado que houvesse caído no dado.

Quantidade aleatória (1,6) :
3

E então, com um dash, avançaria na direção do porco, enquanto que um dos braços giraria ao lado de meu corpo, partindo de trás, descendo, e subindo diretamente na trajetória das bolas do inimigo com o punho fechado. A mão contrária então viria, considerando uma possível movimentação em resposta da dor do adversário diante do primeiro ataque, esticando os dois dedos maiores, e indo de encontro aos olhos do inimigo, tentando o máximo de precisão para furar-lhes com a ponta dos dedos e com a unha.

Não só, assim que os dedos tocassem os olhos, os arranhariam o quanto pudesse, para elevar o potencial de dano daquele golpe. Então, a mão que dera o primeiro golpe baixo voltaria a subir, rapidamente, para agarrar o pescoço da estranha criatura como quem agarrava seu maior desejo, com força e determinação nos dedos separados e fincados na carne do inimigo. Isso, para então jogar-lhe para o chão, enquanto que no mesmo movimento o cotovelo do mesmo braço focaria a direção do abdome do inimigo.

Esperava derrubar-lhe no chão, enquanto que me lançaria por cima do mesmo, de forma que o meu peso elevado já provavelmente causaria um estrago grande nele, mas o cotovelo, posicionado no abdome, poderia intensificar isso mais ainda, possivelmente até lhe retirando o ar. Ainda por cima dele, e usando da força e do próprio peso para forçar-lhe a barriga e tentar roubar-lhe a consciência ao quanto que não permitiria respirar, com a outra mão daria o resto dos socos que pudesse, contando mentalmente enquanto meu punho se encontrasse com seu nariz quase que como subindo, querendo quebrá-lo.

É claro que os movimentos se seguiriam enquanto o dado tivesse me permitido realizar-lhes. Não infringiria as regras, quando o número de golpes acabasse, pararia, contudo ainda tentando manter o cotovelo a pressionar o abdome do inimigo, se possível, enquanto ele lançasse o dado e fizesse seus golpes. Se pudesse ficar daquele jeito no chão, usaria do posicionamento, aproveitando da possível lesagem da visão adversário também, para ficar de um jeito que seus golpes somente poderiam ser direcionados a áreas menos sensíveis, escondendo a virilha, por exemplo. Contudo, se não pudesse ficar naquela posição, me levantaria e daria alguns passos para trás e para o lado, esperando o lançamento do dado do adversário.

- DEU UM HAHAHAHAHAHAHA - Diria, mesmo sem ter visto o resultado do dado, afinal o oponente provavelmente estaria com a visão prejudicada, e se Karthus não intervisse naquilo, o porco realmente poderia pensar que só poderia dar um golpe. Até soltaria um leve sorrisinho para Karthus, como esperasse que ele fosse conivente com aquela forma de trapaça, mas se não fosse também não teria problema. - Não custa tentar, porra. - Responderia, caso repreendido. Tomaria o dado, e voltaria a rolar-lhe.

Quantidade aleatória (1,6) :
4

- OREEEEEEEAAAAAAH! - Gritaria, independente desta vez do resultado, avançando novamente com minha aceleração na direção do antagonista, com ambas as mãos já subindo. Uma delas já iria diretamente pro pescoço do porco de novo, apertando com o máximo de força, enquanto que a outra esticaria mais uma vez os dois dedos, e miraria acertar os olhos dele de novo, para reforçar a lesa da visão, ou até tirar-lhe totalmente.

Mas não perderia a cinética do movimento. Com o dash, ainda que com o apertar do pescoço e o golpe nos olhos, seguiria a empurrar o inimigo com velocidade e amparado por meu próprio corpo, procurando algum objeto minimamente pontiagudo naquele lugar, visando, desta maneira, forçar o inimigo naquele direção, e tentar, a princípio, empalar-lhe em alguma coisa, tomando cuidado para que não fosse atravessado junto pelo objeto. Se não fosse possível empalá-lo, tentaria ao menos cortá-lo em alguma coisa. Ah, e sempre, sempre, sempre, estaria muito atento para evitar o dano a objetos que poderiam ser valiosos para Karthus, tentando buscar a melhor forma de causar dano no inimigo, mas sem ferir a integridade dos pertences do velho.

Os próximos socos seriam na parte do corpo do inimigo que fosse mais propícia para a sequência de meu plano: buscaria acertar-lhe de forma a empurrar seu corpo mais ainda contra o objeto que lhe feria, para que causasse um dano extra, e elevado. Contudo, se não houvesse objeto propício no cenário, tentaria somente lançá-lo contra o chão, utilizando novamente da estratégia de sufocar-lhe com o cotovelo em seu abdome, enquanto que a mão livre distribuiria socos em sua face e nas partes ainda expostas do abdome, tentando com isso forçar mais ainda a perda de ar.

Quando fossem os ataques do inimigo, tentaria manter respirar fundo, enrijecer ao máximo meus músculos, e simplesmente ficar parado para aguentar o máximo de dano. Pelo princípio do Caminho de Valhalla, tentaria bloquear, mesmo que de forma parcial, os ataques somente pelo enrijecer dos músculos e os movimentos sutis amparados na pesada armadura que utilizava. Se Karthus repudiasse tal ação de bloqueio, não a faria, mas estava tentando fazê-la sem que desse na cara que estava, de alguma forma, reduzindo o dano recebido. Assim, nesse caso, ficaria somente com o enrijecer dos músculos.

- Sua mãe batia mais forte do que isso... Se é que me entende... - Lançaria provocações de forma independente aos danos que o inimigo me causasse, tentando passar o máximo de tranquilidade. Alias, tentaria reprimir manifestações de dor e danos, mantendo o olhar focado e determinado no inimigo, enquanto lançaria as provocações quando possível. Não cuspiria sangue, mesmo que o corpo pedisse, e não me permitia sequer tossir. Estaria mantendo minha moral apesar de tudo, e ainda tentado ferir a do adversário porco. - Aprende a bater antes de participar de jogos como esse, seu porra. Não está dando nem graça...

Se o oponente tentasse utilizar de estratégias para me prender, me ferir com o cenário, ou coisa parecida, me movimentaria para evitar isso, não evitando diretamente seus golpes, mas tentando somente evitar danos extras que ele poderia tentar gerar. Afinal, se eu estava fazendo aquilo, quem diria que ele não tentaria o mesmo.

E manteria os ataques da mesma forma que antes, lançando os dados e respeitando o máximo de golpes que poderia aplicar diante do resultado que fosse mostrado.

Dados seguintes:
 

E, se por acaso o oponente tentasse de alguma forma trapacear, utilizando, por exemplo, alguma arma na execução de seus ataques, no mesmo instante tentaria aparar o ataque com a armadura, ou mesmo desviar do mesmo, baixando o cenho para o homem e dizendo. - Se armas são permitidas... - Desviaria o olhar por um instante para Karthus, como que demonstrando para ele que só estava fazendo aquilo em resposta a algo do inimigo. - VAMOS COM ARMAS ENTÃO! - E então o machado seria sacado, buscando no mesmo movimento cravar-lhe no pescoço, para acabar de vez com aquela palhaçada.

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! EmptyQui 25 Out 2018, 16:52


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

Siegfried tomou das mãos de Karthus o dado e aproveitou o momento para provocar e ameaçar seu oponente naquele jogo doentio, o porco. Para não deixar barato, o mink tentou responder na mesma moeda. -Oinc, Vou amassar essa sua cara de barbudo que parece os pelos do meu saco, oinc!- E depois das farpas soltas, o jogo do dado teve início, com o bárbaro girando seu dado em mãos antes de lançá-lo no tapete.

O objeto bateu no tapete e depois de uma rodopiada caiu com o valor de três para cima. Praticamente ao mesmo tempo, o dado do porco caiu, assim que o valor surgiu, avançou contra Siegfried, bem como o mesmo também vinha avançando para realizar suas ações. Os seus golpes foram, um nas partes baixas, outro nos olhos e por último uma derrubada. Ainda sendo capaz de enxergar devido a forte resistência de sua raça, o mink desferiu todos os ataques que teriam sido possíveis contra a face do bárbaro.
Quantidade aleatória (1,6) :
4
Nenhum golpe a mais foi permitido por Karthus. -Continuem jogando os dados, agora que começou a ficar divertido!- comentou o velho do farol. E uma segunda vez os dados foram arremessados, agora o resultado foi um pouco melhor que o anterior para Siegfried. Com o valor de um quatro no dado, o que lhe permite realizar exatamente o mesmo número de ações, começando com um outro golpe nos olhos da criatura mink. -Oinc, Filha da… Qual o seu problema com meus olhos!? Oinc!- Resmungou o porco.

Mas o bárbaro prosseguiu com suas ações, pegando o rosto do oponente e o batendo contra a quina de uma mesinha, e encerrou com dois socos para ampliar os machucados. Não querendo deixar tudo aquilo assim de graça, o mink que jogou seu dado e viu o valor do mesmo, começou a morder Siegfried quantas vezes fosse possível conforme valor do dado, mordendo nas partes expostas do corpo do outro pirata. -ISSO É TÃO LOUCO DE VER HUEHEUEHUE… Pera, vai sobrar pra mim depois, bosta!- Disse Rurik, até que lembrou que é ele o médico do companheiro.
Quantidade aleatória (1,6) :
4
         
De corpo rígido e olho fixo no oponente, o bárbaro tentava ao máximo manter sua compostura, enquanto soltava novas provocações contra o mink. -Joguem mais três dados e teremos um pequeno intervalo, não para vocês é claro, vou só soltar um barro rápido e já volto! Sem se matarem em!- Avisou Karthus, depois o bárbaro lançou os dados dando os valores de quatro, um e outro quatro.
Quantidade aleatória (1,6) :
1
Quantidade aleatória (1,6) :
4
Quantidade aleatória (1,6) :
5
Seus ataques foram semelhantes aos anteriores, deixando a face do porco quase irreconhecível, o animal apenas enxergava forçando os olhos bastante. Novas marcas de mordida e socos na cara de Siegfried também foram desferidos conforme os resultados do mink… Karthus saiu para o banheiro, o som de cada despejada feita por ele foram facilmente ouvidas, e quando retornou erguendo as calças, deu a ordem para prosseguirem com outra leva de dados, a ultima.


OFF:
 

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Historico do Homero:
 

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! EmptyQua 31 Out 2018, 20:22

Eu seria um tolo se não admitisse que aquele jogo era realmente divertido. Apesar dos golpes e mordidas que recebia, era satisfatória a sensação de poder bater livremente no oponente, dando em seus olhos e até mesmo batendo sua cara em objetos do ambiente. Rurik, que não participava do jogo, caçoava, e em meus pensamentos eu tentava entender porque o tritão não jogava conosco.

Quando o velho Karthus adentrou o interior de sua residência, meus olhos permaneceram inertes na direção do porco. Estaria fitando-o como seu carrasco, com um ódio tão profundo, com um desejo tão grande de ferir-lhe mais e mais que alguém poderia me chamar de sádico. "Sádico é o caralho." Respondo em pensamentos ao imaginar a possibilidade. Afinal, nunca havia parado pra pensar naquilo, e não seria agora.

- Eu já disse que não tem como sair daqui vivo se nós não quisermos, porco desgraçado. - As palavras sairiam arrastadas de minha boca, sem ter direcionado os olhos para qualquer direção que não fosse os olhos do adversário. Com todo o potencial de intimidação, eu aproveitaria do tempo que o velho ficasse fora para não fazer uma mera fala repleta de inverdades, mas para alertar realmente a criatura de que qualquer forma aquela bússola diferenciada seria minha. - Se acabar vencendo, já vai estar todo fodido mesmo, e aí vai ser muito fácil para Rurik te torturar e devorar ainda vivo, assim que pisar fora desse lugar. Você vai desejar nunca ter vindo para estas terras, e sua história de merda vai acabar aqui, com você desejando a morte como nunca antes... - Uma pequena pausa, ainda não permitindo os olhos se desviarem. Ali, eu seria o próprio demônio. - Sua única chance é entregar o jogo. Mesmo que os dados te favoreçam, você não vai causar nenhum dano a mim, caso contrário... Primeiro vão ser seus olhos a primeira coisa a ser arrancada. Depois, seu pinto, se é que você ainda tem essa merda. Depois disso, vai descobrir o que uma laranja sente enquanto está sendo descascada por inteiro, se é que me entende. - Neste instante, o semblante que era fechado, mas com um toque de neutralidade, teria uma leve alteração: O sorriso bárbaro caótico brotaria entre as feições, deleitando-me em possibilidades com aquela criatura. - Agora, se entregar o jogo... Tem minha palavra de que não encostaremos em você quando deixar esse lugar. Seguiremos cada um nosso caminho, e você não terá que engolir os próprios olhos e pinto HAHAHAHAHAHAHAHA - A gargalhada me levaria a abrir a boca e levantar a cabeça, direcionando o olhar para Rurik também como quem esperava que ele me acompanhasse naquele divertimento.

E, com a volta de Karthus, posicionaria-me novamente pegando os dados e lançando-os para que os resultados brotassem. Já não diria mais nada, e pouco me importava se o velho houvesse ouvido as ameaças que proferia para meu adversário, mas assim que tomasse em mãos o objeto da sorte, o olhar voltaria por um instante para a criatura adversária, e deixaria uma piscadela transparecer, sutil, simples, e até um pouco disfarçada, para que somente ele pudesse ver, e assim entender minha sugestividade.

Agora, os golpes seriam socos. Socos poderosos e voltados contra a face do porco, como quem quisesse lhe desacordar o mais rápido possível, e convenhamos, esta era mesmo a intenção. Poderia bater-lhe em partes do ambiente, como de novo, ou até acertar mais uma vez os olhos para que ficasse esperto. O que importava era que, a cada dano, estaria olhando nos olhos feridos do inimigo, como quem passava a mensagem.

Quando fosse atacado, novamente tentaria não demonstrar nenhuma fraqueza, puxando o ar, enrijecendo o corpo e prendendo a respiração para resistir a cada um dos ataques sem fraquejar. Se estes fossem fortes como antes, o que significava que o inimigo realmente não havia entendido a ideia, e que estava escolhendo a morte, a cada golpe que recebesse, aproveitaria da proximidade para sussurrar-lhe, mesmo que isso transparecesse dor. - Você está escolhendo seu destino... - Poderia até ser repetitivo, mas com a intimidação martelaria aquilo em sua cabeça como um ferreiro moldando o metal.

Infelizmente, eu era um homem também muito orgulhoso, e no final não aceitaria perder. Com os cálculos mentais rápidos de quanto dano receberia, avaliaria se poderia acabar perdendo a consciência em meio a alguma sequência de golpes do porco e, se conseguisse premeditar essa possibilidade, não a aceitaria, ao quanto que minhas mãos, já abaixadas e posicionadas de uma maneira propícia, buscariam minhas conhecidas machadinhas. O movimento de sacar das armas seria utilizado, se possível, para bloquear os ataques da sequência do inimigo, aparando seus ataques com toda a velocidade de bloqueio que eu possuía, podendo inclusive saltar para os lados para combinar o bloqueio com a esquiva e assim tornar minha evasão mais efetiva. De qualquer maneira, tão logo as armas fossem sacadas correriam, uma após a outra, visando acertar o pescoço do inimigo e acabar com aquilo de uma vez. Como uma vinha antes da outra, se ele por um momento de sorte conseguísse se defender do primeiro ataque, o segundo seria aproveitando das brechas que ele houvesse dado em meio a esta defesa, para a certeza de que lhe acertaria.

E, lhe acertando, usaria das próprias pernas em chutes para reduzir suas capacidades de reação e, se não houvesse sido derrotado, continuaria a golpear-lhe nas partes expostas de seu corpo, focando principalmente o pescoço. Mesmo se caísse, continuaria a golpear-lhe, mesmo que o matasse, até que tivesse certeza de seu fim. O olhar seria direcionado para Karthus.

- Você não disse que não poderia atacar o oponente além dos dados. - Sorriria, como quem sabia que estava certo. É verdade que não era alguém que respeitava muito regras, mas naquele ponto tinha noção que minha justificativa estava correta. - Dê-me essa porra de bússola. - Exigiria, enquanto estaria a revirar o corpo do inimigo procurando por qualquer coisa que me interessasse, de berries a armas, e até coisas aleatórias que poderiam vir a ser úteis em algum momento.

Manteria o padrão de bloqueios já explicitado caso fosse necessário bloquear alguns golpes do porco, apesar de esperar que pelo elemento surpresa não houvesse tanta possibilidade de reação. Contudo, se mesmo com minha ideia acabasse por ficar próximo de desmaiar, no instante que sentisse que estava a perder a consciência um dos sorrisos mais intensos que já dera surgiria, e fitaria o porco dizendo. - Agora você se fodeu de mais...


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