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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: I - Beginning Hunt   I - Beginning Hunt - Página 2 EmptySex 05 Out 2018, 15:50

Relembrando a primeira mensagem :

I - Beginning Hunt

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Vash Spiegel. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - Beginning Hunt   I - Beginning Hunt - Página 2 EmptySab 20 Out 2018, 00:58


"Droga.." Os obstáculos apesar de serem fáceis não estavam nos meus planos, pensava que conseguiria resolver aquela situação em menos de dois minutos, não esperava gastar meu fôlego com isso, mas pelo lado bom ocupava minha mente já que faltava um tempo até chegar a hora de caçar meu malvado favorito. Espero não ter prejudicado nenhum estabelecimento durante a corrida já que alguns itens utilizados por eles estavam no percurso.

Enfim chegava num beco, adrenalina a mil, sentia falta daquilo, a emoção vibrando na pele e o cheiro de aventura se exalando pelos poros da pele, tinha um plano do que poderia falar e até o momento parecia perfeito até que uma adaga foi sacada pelo rapaz, apesar de ser um atirador todos que já viram um gatuno utilizando suas lâminas saberiam reconhecer que claramente o jovem era inexperiente com aquilo e com muita sorte eu tinha mais chance dele se auto-derrotar sem precisar sujar minhas mãos.

O diálogo planejado tinha ido água a baixo, parecia tão bom, talvez minhas técnicas de intimidação estivessem enferrujadas e agora que a parte conversativa amigável tinha dado errado podia tentar algo mais agressivo apenas para dar medo, afinal o rapaz tinha uma adaga em mãos e se fosse bonzinho demais seria atacado - Você também tem uma arma, te darei duas opções: a) lutaremos como homens até um morrer ou b) você como um homem honrado vai conversar comigo e chegaremos num consenso, pode escolher.. Diria tentando intimidá-lo a longa distância.

"Wow!" Impressionado ficava vendo a cena, outra adaga fora sacada, a bolsa que antes segurava com a vida agora estava no chão e ambas as mãos do garoto portavam uma adaga, novamente deixava claro a inexperiência com combates mas rapidamente se provava uma criança de determinação invejável ao me atingir, mesmo que de leve, com as lâminas. - Garoto, não fode.. Falaria vendo os arranhões causados, aproveitando que estava perto do garoto iria em sua direção, se percebesse que tentaria me atacar novamente esquivaria jogando o corpo ao lado contrário e continuaria avançando, até que quando meus braços estivesse próximo o suficiente empurraria-o em direção ao chão, a força utilizada era para machucá-lo mas não muito, até porque eu não era um cara tão musculoso pra fazer mais que uma espécie de chega pra lá.

- Agora que está no chão vamos conversar, não 'tô pedindo. Diria caso tivesse êxito no movimento, se suas adagas estivessem soltas empurraria com o pé cada uma em direção oposta ao garoto para afastá-las, se ainda uma ou as duas tivessem equipadas pisaria em cima dos pulsos do garoto tentando jogar o mínimo de peso possível, não queria causar nenhum estrago anatômico, apenas fazê-lo soltar com a dor e quando soltas faria o primeiro processo de afastá-las. - Desembucha, estamos num beco sem saída e se tiver pelo menos uma parte do cérebro saberá que nenhuma autoridade ajudará um ladrão, então sua melhor opção sou eu, conta logo por que rouba, já disse que posso ajudá-lo. Pensa comigo, meu anjo, se tivesse más intenções já teria lhe matado quando me cortou.. Diria, enquanto isso permaneceria atento em suas possíveis reações, se tentasse se armar novamente ou correr antes que conseguisse completar o movimento empurraria-o em direção ao chão novamente e repetiria que poderia ajudá-lo e que não o deixaria sair sem me contar tudo.

Caso meu plano de jogá-lo ao chão quando ainda estava armado falhasse recuaria alguns centímetros para evitar ser atacado, então sacaria a pistola, esta já causaria certo pavor na minha visão, e então com uma investida tentaria atacar com o cabo da arma visando a nuca do garoto, isso possivelmente o derrubaria e a dor também o faria largar as adagas onde faria a ação de afastá-las de perto do meliante. Então começaria o diálogo que já tinha em mente para obrigá-lo a falar.

Independente de ter sido convencido e ter desembuchado ou não falaria - Quer saber? Acabei me exaltando pela seu ataque, vamos resolver mais pacificamente isso. Caminharia até a bolsa largada no chão, enquanto a pegasse manteria o contato visual com o jovem, se percebesse qualquer movimentação brusca mostraria a palma da mão em vertical a ele, fazendo um sinal de Pare! Stop!. Com a bolsa da senhora em mãos vasculharia tudo procurando os pertences valiosos, joias, dinheiro, etc. Então com tudo em minhas mãos, se não coubesse colocaria no chão entre os pés, diria ao garoto - É isso que você quer, certo? Pode pegar, não vou lhe ferir, pela sua determinação você deve ter um propósito muito importante com esse dinheiro, eu falo a senhora que não te alcancei. Cruzaria os braços e aguardaria para ver que escolha o garoto tomaria.


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MensagemAssunto: Re: I - Beginning Hunt   I - Beginning Hunt - Página 2 EmptySab 20 Out 2018, 18:06




Vash Spiegel

Adagas vs Pistola! A nostalgia do tempo que não volta

A corrida havia lhe desgastado mais do que você esperava, talvez essa tenha sido a brecha vista pelo jovem o qual acabara de lhe atacar, cortes que doíam por ser pequenos, não profundos, algo bem superficial e que nem valia a pena gastar palavras, pelo menos ele tinha coragem, coisa que até adultos faltam com. Mas voltando à cena, sua intimidação havia falhado, fosse pela sua falta de prática ou de moral, quem sabe o que o garoto já viu na vida?

A surpresa em seu rosto dava lugar a impaciência, assim que sentia o incômodo dos arranhões, o jovem com tudo o que podia tentava lhe atacar, mas facilmente você desviava o corpo, era quase como uma dança para você, movendo-se de um lado para o outro fazendo com que as adagas nem mesmo conseguissem encostar em seu corpo.
Imagem meramente ilustrativa:
 

Mas a graça do momento havia passado e com um simples empurrão a brincadeira acabou, fazendo o jovem desabar ao chão e derrubar suas preciosas armas, o pequeno até tentou se aproximar de uma das adagas, a qual havia caído mais próxima, mas com um único chute a esperança do garoto foi embora, junto a sua adaga, a qual parou em um canto do beco, ao olhar para o ladrão você poderia ver o olhar de medo do mesmo, e isso fazia-o lembrar de uma frase.
“Quando se tira a arma de alguém, tira-se também sua coragem de agir”

E era exatamente isso que estava acontecendo, o garoto não parecia mais querer lhe atacar e pequenas quantidades de água se formavam no canto de seus olhos, ele estava quase chorando de medo, mas tentava ao máximo se controlar, o corpo jovem tremia perante sua presença, sua intimidação havia funcionado, mas aparentemente com delay.

- O que você quer? - Perguntava o garoto ainda com a voz rouca. - Eu roubo porque eu tenho! Como você acha que uma criança consegue viver na rua? - Respondia o jovem às suas exigências.

Apesar de estar com medo aquele pequeno tinha vontade e determinação nos olhos, ele queria sair dali, e era como você pensava, essa determinação toda não podia ser apenas por hobby ou por ele, era por alguém.

- O que adultos como você sabem? Crianças são apenas peões não é? - Com suas palavras o jovem começava a derramar lágrimas, amargas lágrimas que lavavam a honra de combate daquele pequeno. - Ninguém ajuda ninguém nesse mundo, são apenas favores, e todos querem cobrar.

Aquilo havia fugido totalmente de suas expectativas, com uma cabeça mais dura que o ferro o pequeno facínora não dizia mais nada, apenas abaixava a cabeça e esperava você fazer alguma coisa, com uma vontade mais ardente que o fogo a alma dele queimava, e isso lhe remetia a sua infância, quando corria pelas ruas junto daquele que era seu mais fiel e valoroso companheiro, aquela cena podia até servir como uma tela para um artista, onde estava o companheiro daquele pequeno?

O choro mudo daquele que estava a sua frente podia ter lhe comovido, e, contrariando tudo aquilo que o jovem pudesse estar esperando, ao invés de o punir, você o recompensava, e isso fazia o jovem arregalar os olhos e encará-lo por alguns segundos, incrédulo com sua frase ele olhava o dinheiro, como um cachorro encara um frango sendo assado numa padaria, o garoto com um sorriso abraçaria aquele dinheiro, o qual não era muito até, em uma conta rápida você podia dizer que na bolsa haviam apenas 3 mil berries, só em dinheiro, com as poucas jóias poderiam ter cerca de 5 mil, o garoto juntava tudo e corria até sua adagas e assim que as juntava, dava uma última olhada para você e saía correndo pelas ruas.

Havia a opção de seguir o jovem, ou então só continuar seu caminho, isso é, se você soubesse onde havia se metido, no calor da perseguição, entrada e saída de becos, você havia ido parar em uma área totalmente desconhecida, aquela área era a periferia de Shells down, entrar foi muito fácil, mas e sair? Talvez houvessem migalhas de pão no chão, quem sabe? Agora era realmente era questão de sorte sair dali.

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MensagemAssunto: Re: I - Beginning Hunt   I - Beginning Hunt - Página 2 EmptySeg 22 Out 2018, 15:08



Sabia que agi certo ao entregar o dinheiro ao garoto. No beco que estava seria um esforço além da minha vontade voltar a onde estava a senhora para lhe entregar sua bolsa. E vendo o garoto partir sabia que minha missão ali estava completa, foram poucos minutos juntos mas sentia que consegui passar uma leve perspectiva de vida a esse jovem, não foram as palavras que disse pois essas foram refutadas por ele com sua agressividade e revolta, mas minha atitude de entregar o dinheiro e encobrir o rastro provavelmente marcaria esse dia e faria com que se lembrasse disso, ou talvez não, talvez agora estivesse dando gargalhadas por ter enganado um adulto com sua atuação, mas prefiro acreditar que realmente necessitava do dinheiro.

Não sentia necessidade de ajudar mais o garoto, quem sabe um dia nos encontrássemos de novo e finalmente revelasse suas ambições, mas já era hora de parar de pensar nisso - Toda essa correria e falação me deixou com sede, quem sabe encontro um boteco perdido por aqui.. Saindo do beco em que estava procuraria por possíveis bares. Por estar na periferia não esperaria encontrar refinados bares, mas um boteco pé raspado servia, apenas para beber algo barato para me deixar elétrico pra noite, logo logo chegaria a hora de confrontar o Diamante Carmesim, estava ansioso pra isso.

Procuraria então pela direção que o maior fluxo de pessoas tendia a ir, seja esquerda ou direita, então olharia para os cantos e possíveis placas para perceber a entrada de bares, resumidamente qualquer recinto que desse álcool por um preço barato, com o pouco dinheiro que me restava não podia ter muitos critérios. Assim que encontrasse algum me dirigiria em direção ao balcão, com um estalo de dedos chamaria a atenção do barmen - A bebida alcoólica mais barata que você tem custa até 7 mil berries? Se obtivesse uma resposta positiva - Então pode trazer ai, chefe. Caso negativa - Não vai querer perder um cliente, né? São 7 mil, procura pela cachaça mais barata, algo como Pedra 90 serve. Nunca tinha escutado falar em pedra 90 até hoje, mas talvez fosse uma cachaça regional. Em qualquer um dos casos entregaria o dinheiro requisitado.

Se andando pelas ruas não encontrasse fluxo de pessoas nem placas tentaria refazer o caminho que tinha feito para chegar ali, por estar correndo possivelmente não havia prestado atenção, mas talvez reconhecesse o caminho pelo menos para chegar num lugar não tão deserto, onde pararia algum cidadão para lhe perguntar - Sabe como chego as docas do sul partindo daqui? Então seguiria as informações, tomaria cuidado com o que seria dito, talvez tentassem armar uma cilada por ser a periferia e percebendo que eu não era um morador local tentariam algo, isso os possíveis jovens envolvidos na criminalidade, portanto perguntaria para algum senhor ou senhora. Com as instruções em mente seguiria-as, se percebesse estar me aprofundando mais na periferia e desviando do rumo que eram as docas perguntaria a outra pessoa com a mesma pergunta de antes, então seguiria os novos comandos.


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MensagemAssunto: Re: I - Beginning Hunt   I - Beginning Hunt - Página 2 EmptySeg 22 Out 2018, 17:21




Vash Spiegel

Escassez alcoólica! Perseguição desleal

O que podia ser pior? Prender uma criança, ou cair na atuação de uma? Uma resposta a qual depende da moral de quem o faz não é uma resposta segura, então segundo sua moral você está certo, talvez seguindo a ética nem tanto, mas de que serve a ética para as pessoas? Respostas essas as quais dependem de terceiros, sua criação pode não ter sido a das melhores, mas também não foi das piores, suas ações lhe definem, e é isso que importa no momento, se isso é certo ou errado, dependerá de você.

No momento sua preocupação não era sobre aulas de sociologia, e sim de geografia, como diabos sair daquela periferia? Aparentemente ali nas ruas não haviam quaisquer sinais de bares, pelo menos não abertos, e era uma boa pergunta a se fazer, porque eles não estão abertos? O que poderia causar tal comoção? Pessoas de baixa renda costumam beber mais, não por falta de consciência… Isso também, mas isso é um costume maior em pessoas com baixa renda por causa do estresse, sendo uma das poucas formas de se “relaxar”, a bebida. Para aqueles estabelecimentos estarem fechados devia haver um bom motivo, e com certeza não era ressaca.

Saindo do beco haviam três direções para seguir, em frente estariam os mercados, para cima, seguindo por uma ladeira, e para baixo, indo por uma escadaria, a qual parecia levar um pouco mais para dentro da periferia, os bares da rua de frente e da ladeira que levava para cima estavam fechados, seguir pela a escadaria não parecia promissor, não para sua empreitada de conseguir bebidas nada saudáveis, as quais não eram refrigerante. As poucas placas que existiam nas ruas apenas indicavam os nomes de estabelecimentos relevantes, como nomes de bares, os quais, como dito antes, estavam fechados, mercearias e até nomes de casas nada responsáveis.

Caso optasse por ir pela rua com um maior fluxo, você provavelmente seguiria a rota dos mercados, ao sair do beco e seguir para a rota você andaria por cerca de 5 minutos, em aparente linha reta, até chegar numa “via principal”, nela, um pouco mais distante, poderias ver o garoto de antes correndo para um estreito beco e entrando neste, algo “normal”, mas o mais estranho vinha a seguir, assim que o jovem acabava de entrar no beco um total de 3 homens tentava passar pelo mesmo lugar, mas sem sucesso, eles gritaram alguma coisa que ninguém ouviria a aquela distância, qualquer um menos você.
- A gente vai te pegar moleque! - O tom do homem deixava clara a ameaça.

Em poucos segundos eles saiam de seu campo de visão e iam correndo até outro local, provavelmente tentando entrar na rua de trás para continuar sua busca, você agora se via num local talvez um pouco mais familiar, seguindo em frente você estaria um pouco mais perto do nível do mar, já que havia uma escadaria para continuar caminho, para cima haviam detalhes um pouco mais familiares, algumas flores em vasos de gesso retangulares, com cerca de 30 cm de altura e extensão, se seguisse para cima, seria possível seguir até a área residencial e lá encontrar a senhora, dona da bolsa.

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MensagemAssunto: Re: I - Beginning Hunt   I - Beginning Hunt - Página 2 EmptyTer 23 Out 2018, 20:38


"Merda.." Não conseguia encontrar nenhum bar, pelo menos não aberto, todos estavam fechados, será que era feriado? Se fosse não teria visto tanta gente nas ruas mais cedo, talvez estivesse rolando alguma coisa diretamente na periferia, ou melhor, teria Hibaraki algum envolvimento com isso? Os bares teriam medo de abrir após uma ordem direta do pirata que deveriam servir somente a ele? A curiosidade me instiga a ter uma mente fértil, enfim, não teria como saber as respostas dessas perguntas ficando parado. Conforme ando me deparo com três caminhos, a indecisão não me permitiria escolher facilmente, mas tinha certeza que a escadaria que me levaria ainda mais adentro da periferia não seria minha escolha.

Seguindo meu padrão de busca apenas seguiria o caminho com maior fluxo de pessoas, este era claramente em frente, onde era possível ver alguns mercados. Aparentemente agora estava na rua principal, e não muito distante era possível ver o garoto de antes, não conseguia perceber se carregava um outro pertence, talvez continuasse a roubar. "Não posso crer no que estou vendo.." Três homens falhavam ao tentar entrar num beco que o garoto havia entrado, suas aparências indicavam ter o dobro ou triplo de sua idade e, agora, jogavam ameaças contra o menino e começavam a dar a volta para tentar entrar no beco pelo outro lado.

O que será que o garoto teria feito? Talvez roubasse para pagar alguma dívida, ou algum daqueles marginais fosse neto da senhora que fora roubada. Merda de curiosidade não me deixaria em paz desse jeito, precisaria procurar pelo garoto e ajudá-lo, se fosse pego com certeza apanharia, suas adagas seriam armas que virariam contra ele, não tinha a mínima chance de vencer num combate. Correria em direção ao beco em que vira o garoto entrar, se ainda estivesse lá gritaria chamando sua atenção - Venha por aqui, rápido! Eles estão dando a volta!! Chamaria-o também fazendo sinais de mão, minha atitude de ter entregado o dinheiro anteriormente deve ter conquistado uma parcela de sua confiança, mesmo que mínima, mas talvez fosse o suficiente para fazê-lo me acompanhar.

Assim que estivéssemos juntos indicaria o caminho da escadaria para corrermos juntos até chegarmos onde a velha antes estava - Me escute, já confiou em mim antes, confie de novo, talvez tenha que devolver o dinheiro da senhora, mas eu lhe pago o dobro mais tarde, apenas venha! Aparentemente o espírito fraternal que meu irmão tinha comigo havia sido passado e agora tentava proteger o garoto contra os mais velhos. Se o garoto recuasse de início puxaria pelo seu braço a força e continuaria correndo na direção que tinha dito.


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MensagemAssunto: Re: I - Beginning Hunt   I - Beginning Hunt - Página 2 EmptyQua 24 Out 2018, 10:31




Vash Spiegel

Mais confusão! Os capangas da jóia clandestina

A pergunta que mais era frequente em sua mente, era o porque daqueles estabelecimentos estarem todos fechados, obviamente não se tratava de um feriado já que a loja de armas, bem como o bar de antes, estavam, ambos, abertos, então o fator que mais podia condizer com a situação era que Hibaraki estava intervindo no funcionamento daqueles locais, mas o que levou o pirata a realizar tal feito, ainda é um mistério, pelo menos para você.

Sua visão apurada permitia-o ver coisas além do campo de visão normal das pessoas, mais a frente era possível ver o mar, graças a sua posição, a qual era no topo da escadaria, você podia ver entre as edificações o azul das águas marítimas, ou seja, as docas deviam também estar ali por perto. O mercado parecia não ter sido tão afetado como no interior da periferia, pelo menos os locais de venda continuavam seu funcionamento normalmente.

Essa fato poderia ser graças a localização dos estabelecimentos, já que o mercado fica numa via principal seria estranho vê-lo sendo afetado, e isso provavelmente atrairia atenção dos marinheiros, Hibaraki parecia ser muito mais inteligente do que um pirata comum, estava evitando notoriedade enquanto ainda sim conseguia dominar determinadas áreas dos subúrbios, áreas essas as quais ficam longe dos olhares da população “normal” e das autoridades.

No momento seguinte a sua vasculhada visual, o jovem de antes foi encontrado por seus olhos e você via que ele não estava com nenhum outro item de roubo, não à mostra, mesmo assim seria possível ver o jovem sendo perseguido por arruaceiros, capangas de Hibaraki? Membros de uma outra gangue? Filhos da senhora, a qual foi roubada mais cedo? À distância era realmente difícil dizer o que aqueles homens eram, mas algo era visivelmente perceptível, eles eram uma ameaça à aquele jovem.

Seu sistema nervoso entrou em choque, um instinto fraternal havia despertado em seu interior, a decisão a qual havia tomado era a de ajudar o pobre garoto, talvez a nostálgica lembrança de seu irmão pudesse estar intervindo em seu julgamento, mas na sua concepção, isso era o certo a se fazer, sem hesitar em nenhum momento seu corpo se moveu, descendo pela escadaria o mais rápido possível, você rapidamente foi até o beco o qual o pequeno ladino de agora pouco havia entrado e ao botar sua cabeça pelo estreito caminho era possível ver o fugitivo, que ainda estava no meio do caminho.

Ao chamá-lo o pequeno virou em sua direção e ouvindo sua advertência ele aderiu a seu pedido, esgueirando-se até você e saindo do beco, infelizmente do outro lado estavam os homens de agora pouco e eles lhe vendo com o pequeno facínora começaram a gritar palavrões e correram novamente pelo caminho que vieram, eles estavam dando a volta, e era questão de tempo até eles os alcançarem.

Assim que fora dito sua vontade o garoto balançou a cabeça e negou.
- Por esse caminho não! Eles sabem como chegar lá, vamos por aqui! - Dizia o garoto apontando para a direção em que vocês dois estavam há alguns segundos atrás.

Cabia a você o que fazer no momento, caso optasse por ignorar a fala do jovem poderiam seguir pela rua da área residencial, se optasse por ouvir a sugestão do garoto e o seguir vocês voltariam para as entranhas da periferia, a decisão devia ser feita de forma rápida, pois ao longe, os homens já estavam indo na direção de vocês.

Se fossem pela área residencial ambos passariam pelas mesmas ruas que você outrora passou, porém sem ir para o mesmo caminho do bar, o jovem lhe levaria por outras ruas, umas mais escondidas, as quais ambos passariam por vielas e teriam que pular algumas cercas de casas, e também amassar algumas flores, até que em certo ponto o garoto lhe faria passar rente a uma casa, a qual possuía um estreito vão, que daria para usar, isso faria ambos evitarem uma invasão de propriedade, e daria-lhes passagem para outra rua, uma a qual ambos teriam que saltar para chegar nela, visto que o nível do lugar onde estavam era maior, a diferença de alturas não chegava a algo maior que 3 metros, e tomando a iniciativa o jovem daria o primeiro passo.
- Vamos! Estamos conseguindo! - Diria o garoto após completar o salto.

Caso acompanhasse o garoto ambos correriam pelas ruas que ambos uma vez já percorreram, não como companheiros, mas sim como inimigos, o garoto lideraria a corrida e logo mais, ao chegarem perto do beco de antes, o garoto saltaria pela escadaria, fazendo um parkour, ignorando os degraus e caindo com as duas pernas no chão de azulejos acinzentados.
- Vamos! Por aqui! - Dizia o garoto enquanto continuava a correr até um beco a sua frente, e entrar no mesmo.

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MensagemAssunto: Re: I - Beginning Hunt   I - Beginning Hunt - Página 2 EmptyQui 25 Out 2018, 21:50


Minha previsão estava certa, o garoto confiou em mim entregando a bolsa e começava a fazer sua fuga, esgueirou-se pelos becos e agora estava do meu lado. Tinha previsto que um dia reencontraria o garoto mas não esperava que tão cedo, estávamos cara-a-cara e era necessário, literalmente, correr contra o tempo já que três desocupados estavam perseguindo o garoto.

"Já não aguento mais pensar nele como garoto, preciso de outro vocativo.. Talvez poeira, por seus cabelos serem acinzentados, e também porque desaparece e ninguém vê a olho nu.. Nha.. brega demais." Não era hora para apelidos amigáveis, tínhamos que começar a correr, e agora não só correr pelo garoto pois como tinha sido visto com ele meu rosto acabaria virando um alvo dos capangas também.

Começando a correr conseguíamos driblar no tempo certo, os homens agora davam a volta rapidamente enquanto fugíamos. Minha intenção de subir a escadaria e ir para a cidade era negada pelo garoto, ele claramente tinha a cidade e a periferia na palma das mãos, compensaria muito mais segui-lo a perder tempo caindo em mais becos onde não saberia sair, além do mais, tinha muito tempo a torrar ainda, era melhor gastar correndo que sem nada para fazer. - Certo, só não me leve para outro beco sem saída! O tempo não era para piadas mas a ironia dominava mais fortemente a emoção e, dito isso, agora corria seguindo o garoto.

Conforme corríamos adentrava a mesma periferia que há pouco quase tinha saído, passava pelos lugares de antes até chegar no beco de outrora. Vendo os passos do garoto tentaria repeti-los, através de movimentos acrobáticos saltaria pela escadaria até pousar com os dois pés no chão de azulejos cinzas. - Estou bem aqui, vamos! Responderia enquanto continuaria correndo junto com o garoto.

Não tinha ideia de onde estava me metendo, era puramente questão de sorte e de confiança me entrelaçar na periferia de Shells Town, não havia motivo para desconfiar do Poeira "Que merda de apelido inventei..". Assim que percebesse que já havíamos despistado os homens reduziria a velocidade aos poucos - Eles já não estão mais nos seguindo.. Confesso que cansei.. Algumas suspiradas depois voltaria a falar - Depois dessa nossa história mereço saber seu nome e o que esses caras queriam.. A propósito me chamo Vash, mas acho que já disse isso antes. Então aguardaria enquanto o rapaz falasse, se tentasse me levar a algum lugar seguiria, não teria muito o que fazer mesmo, após uma corrida dentro daquele local provavelmente só conseguiria sair com a ajuda do garoto.

Havia chance dos homens conhecerem aquela região tão bem quanto a criança e se assim estivesse acontecendo tinha um plano em mente, assim que percebesse estar em uma viela mais deserta ou sem qualquer pessoa na rua sacaria a pistola da cintura e apontando para os céus apertaria o gatilho, seria o famoso tiro para assustar, serviria como alerta àqueles que nos perseguiam. Se isto não fosse suficiente miraria em algum vaso de planta ou qualquer objeto frágil, mas que não fosse inflamável, que estivesse entre nós e os perseguidores e atiraria, não queria machucá-los ainda pois estaria me rebaixando ao nível, serviria apenas como alerta. Se conseguisse despistá-los falaria o que já tinha em mente sobre perguntar o nome e o por que daquela situação.



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MensagemAssunto: Re: I - Beginning Hunt   I - Beginning Hunt - Página 2 EmptyDom 28 Out 2018, 23:27

Vash:



Vash Spiegel

Mais confusão! Os capangas da jóia clandestina

Perante a uma perseguição seu corpo mostrou uma enorme aptidão, fato este o qual você gostaria que se repetisse na situação atual, a qual era, de certa forma, uma distração, já que ainda havia muito tempo para gastar, e a noite não dava nem mesmo sinais de que começaria, nem mesmo deveria ser tão tarde, se fosse para chutar o horário, provavelmente se diria que agora eram por volta das 13 horas. Passando correndo pela multidão, que ia no sentido do mercado, a dupla, esbarrando em alguns civis, e derrubando outros, acabou conseguindo atrasar os perseguidores, adentrando becos de Shells down, indo cada vez mais a fundo nas entranhas obscuras da cidade, deixando os arruaceiros para trás rapidamente.

Você acompanhava o jovem como se estivesse acostumado aquilo, como se fosse uma criança ou como se fosse um amigo dele de longa data, e nos momentos em que ambos estavam em perfeita sincronia, a nostálgica sensação de ser criança lhe atingiu, fazendo-o reprisar sobre seu próprio passado, principalmente as partes boas, onde você e seu irmão se divertiam explorando sua cidade natal, será que Nicholas sente falta disso também?

No presente momento, ambos, seu parceiro e você, atingiam o chão com os dois pés, num movimento acrobático quase que sincronizado, e com o pouso, de certo, bem cômico, com os braços esticados e mãos levantadas em 90 graus, além das pernas abertas e separadas, ao pousarem o garoto, recém nomeado poeira, até disse:
- Safe!

Agora no chão a dupla continuou seu caminho, correndo por mais alguns instantes, até o jovem ladino parar em um beco, o qual você também adentra, com cautela, onde ambos ficam lá por alguns instantes, em completo silêncio, poeira tentava de alguma maneira olhar, ou escutar algo, talvez a movimentação ali perto, depois de longos segundos mudos, o jovem deu um sorriso, indicando que a “barra estava limpa”.

Seus comentários vieram cortando o silêncio, que até então vinha sendo agradável, mesmo pra você, que gosta de algo mais agitado, o local em que se encontravam não era tão estreito, devia ter cerca de 1 metro de largura, o que permitia ao ar passar pelo beco sem problemas, e de forma agradável, era uma brisa reconfortante a qual lhes transpassava, com isso o clima só ficava mais propício à descontração mútua entre os dois, não havia nenhum odor forte que pudesse ser sentido, e aquilo ajudava-os a relaxar.

- Sou Ash. - Continuou ele após ver seu visível cansaço, e pergunta. - Aqueles homens são capangas de Henman, e membros dos Ladrões de ilhas.
Tendo dito isso Ash bateria com a palma da mão na testa.
- Claro, você não sabe disso. - O jovem suspiraria antes de limpar sua garganta com a água que ele levava em uma pequena garrafa, a qual estava amarrada a seu cinto. - Henman é um dos subordinados principais do “diamante carmesim”, eles estão atrás de mim por... - Subitamente a explicação para, não por interferência externa, mas por conta de seu contador, Ash, desviou o olhar para o baixo, e depois de alguns segundos pensando, ele apenas balança levemente a cabeça, voltando ao mundo real. - Eles querem o dinheiro que peguei.

Você havia conseguido obter mais uma informação, o pequeno facínora parecia ter muito mais conhecimento que outras pessoas sobre o assunto, talvez por viver na periferia, ou devido a algum outro fato, o que importava era que agora havia um outro nome em sua lista, Henman. Mas ignorando esse fato, era óbvio que o garoto estava a esconder algo, o quão pessoal isso podia ser era outra coisa, e apesar dele ter interagido com você, ele não parecia ter uma confiança total em sua pessoa, mesmo que já demonstrasse ter um certo grau de respeito, para descobrir mais sobre tudo a sua volta, restavam suas ações, as quais definiriam seu futuro, suas perguntas e palavras poderiam significar muito mais para Ash que para você.

Independente do que fizesse, o jovem lhe encararia por alguns segundos e depois continuaria a falar:
- Ficar muito tempo parado é perigoso, e tenho que voltar, ou não vou conseguir trocar isso. - Dizia o garoto tocando na bolsa que estava com os pertences da senhora. - Se quiser sair daqui, dá para ir para o mercado novamente, pegando uma escadaria aqui perto.
Caso tivesse interesse em voltar para o mercado o jovem lhe guiaria a uma escadaria não tão longa, mas que lhe levaria diretamente para a praça dos mercados.

Se você fizesse alguma pergunta relacionada às joias, ou ao que o garoto ia fazer agora, ele responderia:
- Tem um bar aqui perto, a dona de lá me ajuda, se eu conseguir convencê-la pode ser que troque isso por dinheiro, daí vou conseguir juntar mais.

Com essa confusão apenas minutos se passaram, lhe dando, tempo de sobra e uma variedade de opções para escolher, dava para fazer de tudo naquele meio tempo. Se optasse em seguir o jovem, ambos iriam caminhar mais afundo por Shells down, até chegarem no estremo oeste da cidade, em um bar nomeado, “Marujo embriagado”, bar esse que se encontrava bem próximo ao mar, atrás deste, inclusive, se encontrava um pier, onde haviam barcos amarrados e descansando de suas viagens.
Bar:
 
Poeira sem pestanejar entraria no local, o qual não deveria permitir sua entrada, e caso viesse o acompanhar, você veria o quão simples o bar era, com grande parte de sua estrutura sendo feita de madeira, sendo esta em tábuas ou em forma bruta mesmo, sendo somente os rodapés, e bases de colunas, feitos de pedra.

Mesmo simples o lugar era cheio, homens dos 25 aos 50 estavam ali, enchendo a cara e se empanturrando com tira-gostos e petiscos em pequenas porções, era um lugar alegre pelo menos e isso era bom, mantinha uma atmosfera alegre e aconchegante, no local haviam as mesas em formato retangular, com grandes bancos próximos às duas maiores laterais das mesas, todas grudadas no chão, talvez por precaução, ao final do bar havia a grande bancada de madeira, com as bebidas nas prateleiras atrás desta e bancos a frente, com garçons, barmens e garçonetes no meio do caminho, limpando as mesas, a bancada, recolhendo copos e os limpando, o lugar ao menos não parava. E no canto do bar, bem ao lado da bancada, havia um lance de escadas de madeira, as quais levavam ao segundo andar, antes que pudesse impedir, Ash logo se dirigiu para lá, subindo até o andar superior, lhe deixando sozinho na entrada do bar.
Bar (interior):
 

Vash:
 

Ferimentos:
 

Ash:
 

Arruaceiros/Perseguidores:
 

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Aventuras:
 


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