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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: I - Beginning Hunt   I - Beginning Hunt EmptySex Out 05, 2018 6:50 pm

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Vash Spiegel. A qual não possui narrador definido.


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Vashh
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MensagemAssunto: Re: I - Beginning Hunt   I - Beginning Hunt EmptySab Out 06, 2018 7:11 pm


"Chegou a hora.." Pensava, abria os olhos lentamente, parecia que estava em devaneio até o momento, sonhando em pé pensando nos objetivos de viajar o mundo, tinha tudo que precisava para começar de verdade: dois braços, duas pernas e uma mente em perfeito estado, nada podia me parar. Até então de braços cruzados os lançaria verticalmente em direção aos céus, espreguiçando e esticando cada vértebra da parte superior do corpo, com alguns pulinhos de poucos centímetros do chão esticaria as pernas também - Agora sim estou pronto! finalizava estalando os dedos das mãos. Lembro que estou em Shells Town, a última parada das minhas viagens pelo East Blue, não faz muito tempo que desembarquei, sentia sede "Hm?" Batia as mãos em minha cintura, o desespero interior começava a aparecer "Não pode ser, não pode ser, não pode ser" Repetia mentalmente enquanto procurava pelos bolsos da calça, nas botas, na cintura, em todos lugares do meu corpo - AAAAA! - esbravejava. Com uma das mãos tampando o rosto a ficha caía, havia perdido minha arma, como um descendente da família Spiegel perdia sua melhor e mais fiel companheira?

"Deve ter ficado no barco, droga.."

Após alguns suspiros fundos tinha que começar a agir, talvez meu grito em voz alta tivesse assustado alguém que estivesse perto, nesse caso com as duas palmas coladas me inclinaria para frente num sinal de pedido de desculpas. Olharia em volta de onde estava, precisava fazer um reconhecimento geral da população, em que direção ficava o famoso Quartel General de Shells Town e placas que indicassem uma Loja de Armas, também precisava de um bar para molhar a garganta, já não sentia o álcool descendo quente há algum tempo, tinha saudade mas a vontade de ter uma arma superava o meu vício, não por muito tempo mas ainda superava. Se não encontrasse pelo que meus olhos vissem procuraria algum civil, pararia-o e do modo mais amigável possível - Sabe onde tem uma Loja de Armas aqui? Caso soubesse agradeceria cordialmente e seguiria as instruções para chegar até o loca, se não soubesse agradeceria e procuraria outra pessoa para me informar.

Chegando na loja analisaria as prateleiras e estantes, observando cada peça, serviriam apenas para dar gosto, me sobrara reles cinquenta mil berries, não poderia comprar uma arma boa, mas um quebra galhos até fazer mais grana. Procuraria então pelo vendedor, caso não houvesse ninguém me aproximaria do balcão - ou onde possivelmente ficasse um comerciante - e com alguns socos leves nessa estrutura gritaria por alguém - Alô? Tem alguém aqui fora querendo comprar com vocês!. Assim que aparecesse uma alma viva pronunciaria - Então, eu sou um grande apreciador de armas de fogo, e no momento estou duro, o que pode me arrumar com 50 mil berries? Consigo pelo menos uma pistola semi-automática? Se sair mais barato pode ser de mostruário mesmo. Se obtivesse uma resposta positiva sacaria do bolso a quantia insinuada e colocaria na frente do vendedor, então pegaria a arma e colocaria entre minha cintura e a cueca, deixando-a presa e coberta pela blusa, guardaria o possível troco e agradeceria - Obrigado, a propósito, onde tem um bar por aqui? Seguiria as instruções do homem caso fosse uma resposta positiva, se não repetiria a pergunta a primeira pessoa que visse ao sair do estabelecimento.

Se conseguisse chegar num bar ou café nos primeiros segundos começaria a usufruir da audição avantajada que tinha, saber todos os acontecimentos da ilha, ao mesmo procuraria um lugar para me sentar e assim que avistasse alguém que em meu julgamento aparentasse trabalhar no recinto chamaria com um estalo de dedos - Me vê a garrafa mais vagabunda de qualquer bebida alcoólica que possuir, por favor! Tiraria o que sobrara da compra da arma e mostraria ao atendente - Então? O que pode me trazer nesse preço? Aguardaria por uma resposta enquanto continuaria atento ao meu redor.




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MensagemAssunto: Re: I - Beginning Hunt   I - Beginning Hunt EmptyDom Out 07, 2018 8:32 pm

Vash Spiegel

Aqueles que vendem a paz!


[01/??]

E mais um dia se dava início na ilha de Shells Town, o sol começava a sair aos poucos, trocando de lugar com a lua e iluminando os mais variados cantos da cidade que havia ali, a população começava seus dias como de costume, as ruas aos poucos iam se enchendo e as pessoas se dirigiam a seus trabalhos, em um beco escuro, próximo ao porto da ilha, um jovem acabava de acordar, não parecia estar confortável após ter dormido jogado ao relento, não parecia se lembrar muito bem em como viera parar naquele local, mas sabendo que tinha que seguir seu propósito, o mesmo levantou-se e começou a se espreguiçar, tirando os resquícios que o sono ainda causava a seu corpo e conseguindo diminuir também o incômodo que seu pescoço e suas costas sentiam por dormir em um local não adequado para o mesmo. Enfim pronto para dar início a sua jornada, o jovem, que se chamava Vash Spiegel, começara a tatear-se em busca de sua grande companheira, a arma de fogo que carregava consigo desde muito tempo, e percebendo que não a mantinha consigo, o jovem deu um grito desesperado, já que o fato causava um grande atraso para seus planos.

Perto do beco, as pessoas que passavam por ali se assustaram imediatamente com o grito dado pelo jovem Spiegel, e uma senhora que amedrontada com o que poderia estar acontecendo de imediato chamou um marinheiro que estava ali por perto. - Moço alguma coisa está acontecendo naquele beco. Pode dar uma olhada lá? – Pediu a mesma, sem perder mais tempo, o marinheiro avançou para o local onde Vash se encontrava, e quando o jovem recruta o encontrou, o loiro ainda estava sentindo a perda de sua arma, mas como o marinheiro não sabia do fato, se preparou para quaisquer movimentos que o atirador poderia fazer, mas o que aconteceu deixou-o desconsertado. - Sabe onde tem uma Loja de Armas aqui? – Perguntou o Spiegel, como se por reflexo, o marinheiro imediatamente apontou para uma direção a sua esquerda, e com um rápido obrigado o loiro deixou o beco rapidamente, deixando um recruta bastante confuso para trás.

Mesmo que tivesse apenas uma direção para seguir e não uma informação concreta, Vash seguiu em frente sem sequer duvidar da informação que conseguira, e para sua sorte não teve que caminhar muito, apenas 4 quadras e já estava de frente para o estabelecimento que almejava. Sem hesitar o loiro adentrou a loja, e logo depois de o fazer se viu sendo observado por um senhor de bastante idade, mas, apesar disso, o olhar do mesmo era penetrante e imaginava qual era o propósito do jovem atirador que acabara de adentrar seu estabelecimento. Afobadamente Vash se dirigiu ao balcão, aonde o senhor estava lhe observando, e sem perder mais tempo desatou a falar. - Então, eu sou um grande apreciador de armas de fogo, e no momento estou duro, o que pode me arrumar com 50 mil berries? Consigo pelo menos uma pistola semiautomática? Se sair mais barato pode ser de mostruário mesmo. – Com a pergunta feita o senhor levantou sua sobrancelha direita por alguns segundos antes de começar a rir, o que mais se parecia com uma cacarejada.

- Você deu sorte garoto. – Disse o velho, sua voz era arrastada e bastante grossa, e virando-se de costas para o atirador, o mesmo pegou uma pistola e virou-se de volta para o balcão. - Aqui está, a última pistola que eu tenho aqui, uma Pistola GSG PT 92 Blowback Semi-Automatica Co2 Cal 4.5mm. É uma bela arma, faça bom proveito dela garoto. O preço normal dela é 30.000 berries, mas como eu só tenho ela, vou ter que te cobrar 10.000 a mais, por que meu carregamento com mais armas só chega amanhã. – Como o loiro tinha uma quantia a mais do que a solicitada, não teve problemas em pagá-lo, e com uma nova arma de fogo na cintura, o Spiegel saiu da loja, e por sorte viu o lugar que era seu próximo alvo, um bar, e rapidamente o jovem o adentrou, sentando-se em um lugar vago próximo do balcão.

O mesmo tinha a ideia de utilizar sua audição aguçada para obter informações, mas logo um homem com traje de garçom passou na frente de Vash, e o este logo chamou o funcionário, que o olhou esperando o pedido do atirador, que consistia na bebida mais vagabunda que pudesse comprar com 10.000 berries, e de imediato o garçom lhe sorriu. - Temos uma boa bebida para o senhor, custa apenas 3.000 Berries, o nome é pedra 90, vou te trazer. – Disse o homem com um sorriso maldoso, enquanto o garçom pegava seu pedido, o loiro pôde se concentrar em seu objetivo primário, conseguir informações.

- Olá Cláudio, como vai? – Perguntou uma senhora sentada atrás do jovem, e de imediato uma outra voz, dessa vez masculina, respondeu à pergunta. - Nada bem, o trabalho está me matando, ainda mais com essa nova onde de crimes aqui. – Suspirou o homem, era uma boa informação para o loiro. - Eu fiquei sabendo, espero que alguém prenda esses malditos criminosos. – Sibilou a mulher de antes, e isso fez com que o homem voltasse a suspirar antes de falar novamente. - Espero que sim, mas acho que isso deve demorar, afinal eles conseguiram formar uma espécie de quadrilha, a única coisa que eu sei é o nome do grupo, eles se chamam de Ladrões de Ilhas. – No instante seguinte o garçom chegou com a bebida de Vash, que agora tinha algumas informações e sua bebida, agora cabia ao mesmo decidir o que fazer a seguir.


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MensagemAssunto: Re: I - Beginning Hunt   I - Beginning Hunt EmptyDom Out 07, 2018 10:53 pm


O velho aparentava ser um entusiasta das artes bélicas, não era um vendedor qualquer que fazia apenas por obrigação, apesar de ter dito pouco tinha a impressão que amava seu trabalho - Depende do ponto de vista, gastar mais 10 mil não me parece sorte! Ria enquanto responderia em tom amigável respondendo o vendedor. "Uma Blowback hum, nada mal para recomeçar, dá pro gasto." Apesar de ter gastado alguns berries a mais não teria muitas consequências, em breve ganharia 10x mais essa quantia graças a esse investimento.

O bar não estava muito longe e, sinceramente, pedra 90 parecia o nome da pior cachaça que poderia conseguir, de fato o garçom levou a sério meu pedido. Enquanto não recebia a tal bebida não podia deixar de ficar atento a uma conversa paralela a minha "Interessante.. Acho que encontrei minha primeira fonte de dinheiro hehe." Pensava enquanto recebia o aguardado corote, assim que tocasse no copo/garrafa analisaria com algumas fungadas para tentar identificar o que era, se enquadrava como cachaça ou algo um pouco mais sofisticado - apesar do preço indicar não ser -, e então daria o primeiro e corajoso gole, independente do sabor apreciaria, só tinha a agradecer por ser benzido pelo álcool.

Com o copo/garrafa em mãos levantaria em direção a conversa que outrora tinha pescado, assim que estivesse próximo o suficiente para ser escutado sem confusão encostaria com a mão livre no ombro do homem de modo sutil apenas para deixar claro minha presença ali - Desculpe a minha intromissão! Falaria alternando entre olhar nos olhos do Cláudio e nos olhos da senhora - Não pude deixar de reparar a conversa de vocês, é um defeito meu. Daria mais um gole na pedra 90 e continuaria a dialogar - O que seria esta onda de crimes da cidade? Não tenho muito sotaque mas acho que conseguem perceber que não sou um morador da região. Se percebesse uma reação não muito negativa por parte dos dois procuraria uma cadeira e me sentaria junto a eles, se fosse claramente negativa optaria por continuar em pé e ser breve. - Talvez eu possa ajudar vocês e Shells Town, me conte tudo que sabe sobre os.. er.. Ladrões de Ilhas, certo? Diria independente de serem positivos comigo ou não, seria como uma reafirmação de queria ajudar e também um ultimato para falarem o que sabiam.

Em caso de ser destratado evitaria causar uma confusão, não queria chamar atenção de autoridades, já havia o feito quando procurava pela loja de armas, se novamente um marinheiro fosse chamado por minha causa poderia ter alguns problemas, sendo que pretendia ser aliado deles indiretamente - Escutem, a senhora disse que gostaria que alguém os prendesse, certo? Diria encarando fixamente os olhos do destinatário da mensagem - Vocês precisam acabar com esses malfeitores e eu preciso urgentemente de dinheiro, o que me dizem, temos um trato? Finalizaria voltando a alternar olhares entre os dois. Se finalmente atingisse meu objetivo de convencê-los que estava ali sem más intenções ouviria o que tinham a dizer sobre o caso.

Se em caso nenhum conseguisse respostas positivas sobre o que tinha escutado me retiraria sem muito estresse da mesa dos dois e voltaria a onde estava sentado anteriormente, se agora estivesse ocupado o assento procuraria por outro ou ficaria em pé apoiado no balcão, assim que avistasse o garçom falaria com o mesmo - Boa bebida essa, hein? Mesmo que não fosse diria que sim - Fiquei sabendo que os Ladrões de Ilhas estão por aí, né? Conversando como quem não quer nada, jogaria verde na tentativa de conseguir mais sobre o assunto incompleto. Se algum cliente tentasse se intrometer na conversa tentaria ser o mais carismático possível apesar de não ser do meu feitio, contudo era necessário para saber o que queria.

Caso não obtivesse respostas positivas faria um sinal como se folheasse as páginas de um jornal para o garçom, era uma forma de pedir que me trouxesse o jornal que tivesse ali para saber dos acontecimentos da cidade, normalmente jornais são acompanhados de cartazes de procurado, se houvesse algum por ali olharia para a foto, nome e recompensa, então enrolaria-o e guardaria no bolso direito da calça.


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MensagemAssunto: Re: I - Beginning Hunt   I - Beginning Hunt EmptyQua Out 17, 2018 12:49 am




Vash Spiegel

Fofoqueiro de plantão, o atirador mais orelhudo do oeste

Claramente pedra 90 não era um nome para se esperar um alto padrão de qualidade, ou uma boa imagem de mercado, antes mesmo de beber o líquido o odor já lhe fazia desviar o rosto, se aquilo não possuísse 100% de teor alcoólico, possuía 99%, com isso a confirmação de aquilo ser uma cachaça era certa, com seu paladar e olfato sendo peritos no assunto era quase impossível você errar no assunto bebedeira, então com sua coragem altamente elevada veio também o primeiro degustar, o qual fora realizado segundos depois de você ter recebido a bebida.

O gosto era ainda mais forte que o cheiro, as paredes de sua garganta queimavam e ressecavam com a entrada do líquido, suas gengivas também faziam o mesmo, e graças aquele gosto excruciante, seu corpo acabava por dar leves espasmos, viradas de pescoço, caretas e até arrepios, e tudo isso durou durante a descida do primeiro gole, algo anormalmente exótico, pelo menos para um homem que adora aproveitar bebidas de caráter duvidoso.

Se por qualquer obra do destino o loiro pistoleiro resolvesse encarar o homem que tivesse lhe entregue a bebida, ele poderia ser encontrado perto da bancada de madeira, onde enquanto enxugava os copos, observava sua cômica e desagradável situação.
Indo direto ao assunto que lhe interessava, a raposa, ou no caso, Vash, se dirigiu até o casal que estava sentado em uma das mesas localizadas atrás dos bancos da bancada, mais especificamente, atrás do futuro mercenário.
"Desculpe a intromissão" - Disse o pistoleiro se aproximando e advertindo sua presença, a qual não foi muito bem aceita pelo homem, o qual não pareceu aprovar muito o repouso de sua mão sobre o ombro dele.

Assim que explicará a situação para aquele casal, ambos não pareceram se importar com você ter puxado assunto, mas o semblante para com você não era muito convidativo, portando você achou melhor manter-se de pé.
- São um bando de piratas. - Começou a mulher. - Foras da lei que não respeitam ninguém, eles saqueiam o que quiser, roubam tudo e matam sem piedade alguma. - A mulher deu uma pausa, fosse essa para respirar ou tentar esquecer algo que lhe turvava os pensamentos. - Enfim, o líder deles é conhecido como Hibaraki, o diamante carmesim, há uma recompensa pela cabeça dele, se você a quiser é só o entregar para algum QG, morto ou vivo, eu não sei mais de nada, isso é tudo que eu sei, por favor acabe com isso logo. - A mulher lhe encarava em seus olhos enquanto segurava suas mãos, o que só mostrava o claro desespero dela. - Por favor.

Assim que a senhora terminou de falar ficaria ao seu critério o que fazer, com a bebida paga e suas informações você só precisaria saber onde eles estariam agora, claro, se ainda optasse pela conversa com o garçom o mesmo lhe atenderia.

- Poderia lhe cobrar por isso, mas eles já assaltaram esse local também, então lhe direi de bom grado, infelizmente não sei o local específico, ou se o que vou lhe dizer é verdade, mas dizem que eles se reúnem todas as noites nas docas do sul, isso é tudo.

Caso mesmo assim você ainda quisesse o jornal, o garçom daria de ombros, aparentemente não haviam mais jornais.

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MensagemAssunto: Re: I - Beginning Hunt   I - Beginning Hunt EmptyQua Out 17, 2018 9:10 pm


Já esperava que pedra 90 fosse uma bebida de arrepiar o mais antigo bebum das ruas, só não imaginava que o 90 do seu nome se referia ao teor alcoólico, ou podia ser apenas uma infeliz coincidência, o garçom agora observava a reação que tinha a isso, encarando-o diria - 'Tá delicioso! tentando forçar uma feição forçada como se tivesse gostado.

Caminhando em direção ao casal a minha entrada não parecia ser das mais receptivas, percebia principalmente após chamar sua atenção com um toque no ombro do homem, mas por minha sorte, e de certa foma deles também, não se importaram em compartilhar tudo que sabiam. Apesar de estar em pé compreendia as informações que eram passadas, para facilitar meu trabalho memorizava apenas o essencial "Piratas maus.. Hibaraki, o Diamante Carmesim.. recompensa por sua cabeça.." A senhora terminava de passar as informações com um pedido e uma clara expressão de súplica para que se acabasse com esse mal - Não estou fazendo nenhum favor, apenas quero dinheiro e de quebra posso varrer essas pessoas, ninguém é obrigado a sofrer na mão desses vermes.. Diria acabando suavemente, tentando não parecer grosso, com o encontro das minhas mãos com a da senhora - Eles são impiedosos, certo? Isso vai facilitar meu trabalho HeHe! Na tentativa de não deixar o clima tão pesado falaria enquanto me dirigiria ao garçom.

O homem também parecia desesperado ao desabafar sobre o caso que já havia ocorrido e com a entrega de informações - Bom, já que eles já assaltaram esse lugar, te faço uma proposta: se eu matar ou simplesmente entregar a marinha o Hibaraki você me dá uma garrafa da sua melhor bebida como forma de agradecimento e de pedir desculpas pela tentativa de assassinato com a pedra 90 que eu sofri! Começaria sério e conforme chegasse ao fim abriria um sorriso num tom de brincadeira - 'Tô brincando, não precisa fazer isso, mas já vai separando a melhor do estoque que com o dinheiro ganho eu compro. Mas agora vamos ao que interessa.. Com o indicador ajeito o óculos de sol empurrando um pouco para cima - Além do óbvio ser sul onde ficam essas docas? Como chego lá? Aliás, perdi minha noção do tempo, deve ser culpa desse gole que dei na pinga, que horas são? Como morador da cidade saberia me informar como chegar no destino informado, quanto às horas se não soubesse dizer agradeceria e assim que passasse a porta do bar encararia o céu e tentaria deduzir em que parte do dia estava, lembro que pouco antes de pedir informação ao marinheiro sobre a loja de armas o dia há pouco tinha amanhecido.

Independente da minha dedução sobre que horas eram ou ter conseguido obter uma resposta precisa caminharia seguindo as ordens que possivelmente foram ditas pelo garçom, se este não tivesse me respondido com clareza onde ficavam as docas procuraria por alguém na rua e faria a pergunta - Com licença, sabe me dizer como chegar as docas do sul? Em caso de resposta negativa - Entendo.. obrigado mesmo assim. e repetiria esse processo até alcançar o objetivo. Agora com a informação em mente caminharia seguindo as direções descritas.

"Não posso esquecer: Piratas maus.. Hibaraki, o Diamente Carmesim.. dinheiro.."

Se não me perdesse e encontrasse com sucesso as docas analisaria o ambiente por completo para tentar procurar possíveis esconderijos que seriam úteis, locais que facilitassem a fuga já que nunca se sabe quando é necessário, posições onde poderia ficar de tocaia para conseguir perceber a chegada dos piratas e ficar em vantagem, no geral, uma análise completa do ambiente. Assim que considerasse já ter visto tudo procuraria a posição que julgasse mais propícia e então me locomoveria até a mesma onde repousaria até dar a hora mas tomando cuidado para não entrar em sono profundo, tudo que não queria era perder a hora e ser pego pelos piratas, se percebesse que faltava pouco para o anoitecer apenas aguardaria e ficaria de olhos abertos ao que viesse a acontecer.

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MensagemAssunto: Re: I - Beginning Hunt   I - Beginning Hunt EmptyQui Out 18, 2018 2:27 am




Vash Spiegel

Descarga marítima, a grande estratégia

O garçom apenas sorriu, uma risada maligna, pois ele sabia de sua situação, e sabia que aquilo não estava nada de bom, talvez fosse até mais saudável encher o copo com álcool etílico e beber, nunca se sabe.

As palavras saltavam em sua cabeça, em uma dança ritmada e tranquila, como uma canção:
“Hibaraki, piratas, o diamante carmesim… Hibaraki, piratas, o diamante carmesim…” Algo um pouco perturbador se você parasse para pensar em como o ritmo da cantarolada era lento, mas nada para se preocupar, palavras não furam paredes e penetram corpos certo?

De qualquer forma a situação da mesa do destino parecia estar virada ao seu favor, com praticamente todas as cartas reveladas a você, já não mais havia uma gama de assuntos a tratar, claro, se a informação do barman fosse realmente de confiança, a faca já estaria em suas mãos, apenas esperando a aproximação do queijo.

Após as palavras do garçom como troco, você resolve fazer uma brincadeira, a expressão no rosto do homem foi de indignação a um sorriso amigável, como já era esperado a piada fez um bom efeito, caso fosse esse levantar o astral.
- As docas ao sul ficam literalmente ao sul daqui, ao sair pela porta é só seguir rua abaixo e ir em frente, consequentemente você chegará lá, e agora são por volta das 10 horas meu caro. - Respondia o garçom.

E mais uma vez as palavras dançavam em sua cabeça:
“Hibaraki, piratas, o diamante carmesim… Hibaraki, piratas, o diamante carmesim…”
O som de um coral de crianças ao fundo parecia ser a música tema daqueles que seriam os tais “Ladrões de ilhas”, sentir medo daquilo era simples coisa da imaginação e de fatos criados pelo subconsciente, mas era uma ótima estratégia de marketing, fazer todos lhe temerem antes de lhe verem.

O maior perigo que poderia lhe afetar por agora, seria a crescente onda de calor, que graças ao sol aumentava gradativamente e de acordo com sua posição no céu, não que isso fosse um grandioso obstáculo, mas fazia-lhe suar em excesso, quem sabe você até não explodisse por conta da Pedra 90 em seu estômago?
No meio da caminhada podia notar-se várias pessoas começando o dia, abrindo janelas espalhando a poeira dos tapetes, varrendo as calçadas, e até se cumprimentando a distância, com Olás e Bons dias, crianças correndo em meio a rua, algumas com bolas nas mãos, outras apenas gritando para seus amigos as esperarem, isso acaba por lhe trazer um certo ar de nostalgia, com lembranças de seu irmão mais velho andando com você pelas vielas e becos, e mesmo as ruas sendo muito bem cuidadas elas pareciam estar em um estado um pouco mais depredado do que as de antes, com o pedregulho no chão mais batido e quebradiço, além das paredes estarem mais acinzentadas ou até pichadas em certas partes.
Em meio aquele alvoroço do solstício aparecia uma cena inusitada e a qual você já conhecia de longe.
- Pega ladrão! - Gritava uma senhora ao longe.
Ao mesmo tempo em que o grito chegava aos seus ouvidos um vulto passa por você, sua visão altamente treinada com as miras de pistolas lhe trazia uma tremenda vantagem, pois ao invés de só ter percebido o vulto, seus olhos também captaram quem era, um garoto de cabelos cinzas e espetados, moreno e com uma bolsa nas mãos, ele corria em uma velocidade impressionante, ele devia ter apenas 10 anos no máximo, mas os olhos dele mostravam uma determinação sem igual.
O jovem passou rapidamente por você e aquele não era um problema seu, ignorar aquilo seria totalmente natural, seria perca de tempo, não?

Caso optasse por ignorar a situação e continuar seu caminho até as docas, você encontraria lá o mais puro silêncio, claro, as gaivotas, o vento e o barulho das águas batendo nos cascos dos barcos seria o único ruído ouvido ao primeiro momento, nada mais que aqueles tranquilizantes naturais, a doca era dividida em vários hangares, era uma grande ponte de madeira estendida cerca de dois metros acima do nível do mar, essa ponte se estendia em linha reta e depois de quase 5 metros, se dividia, para a esquerda e direita, em várias da toras de madeira ao longo da ponte das docas haviam cordas amarradas nas mesmas, com o intuito de manter o barco preso aquele local.

Os locais de fuga estariam para todos os lados, podendo subir em barcos para tentar pular para as ruas, nadando no mar, haviam alguns canos de esgoto também, grosso e largos, que facilmente abrigariam uma pessoa de sua estatura lá dentro, apesar disso não haviam muitos esconderijos, mesmo com aquele local aparentando ser um local de desembarque de mercadorias, devido a existência algumas carcaças de peixes, e o cheiro deles também, não haviam caixas, cestos ou barris, dificultando suas opções de esconderijos, os esconderijos mais abundantes eram certamente as proas dos barcos, caso você ficasse deitado de peito para cima, ou de bruços, em uma, seu corpo estaria escondido por completo e teria uma chance de ninguém notar sua presença ali, porém era realmente difícil dizer que barcos permaneceriam ali pelo turno da noite, escolher um dos barcos seria a mesma coisa que escolher um número em uma roleta de cassino, dependeria de sua sorte.

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MensagemAssunto: Re: I - Beginning Hunt   I - Beginning Hunt EmptyQui Out 18, 2018 6:23 pm


- Mas que merda de calor é esse? Murmuraria, o calor me irrita, uso roupas totalmente desconfortáveis para lugares quentes "Talvez devesse ter ido para o mar do norte, os climas lá são tão frescos.." Apesar de tudo não me arrependia de começar em Shells, sentia que aqui estava meu futuro, tudo começaria aqui, mas não tenho a perder com reflexões existenciais.

A cidade estava cheia e, infelizmente, faltava muito até o anoitecer, era nítido já que via tantas janelas sendo abertas e pessoas começando a limpar a casa, crianças correndo pelas ruas, não tinha muita paciência com o público infantil por estarem sempre tão agitados, mas a carne também é fraca, sentia saudade de Nick, o aperto parecia contorcer meu coração - O maldito poderia ter vindo comigo.. O aperto aos poucos se transformava em motivação, já que escolhi largar o único que se importou comigo deveria pelo menos honrar o sobrenome e me tornar alguém importante, pelo menos que quando olhasse minha foto no jornal pudesse se orgulhar.

Não tendo muito tempo para pensamentos nostálgicos um vulto passava rapidamente - Pega ladrão! Gritava uma senhora como se narrasse a cena de onde estava. Não é do meu interesse me misturar com um simples assalto, não me renderia dinheiro e tinha mais objetivos a cumprir, mas o assaltante era um garoto que nem na puberdade havia chegado, a fome devia ser tão extrema a ponto de ter que assaltar idosas, a determinação em seu olhar deixava claro que fazia aquilo por alguém além dele, talvez um parente doente e precisava de dinheiro, não tinha ideia mas sabia que se não fizesse nada aquele garoto continuaria nessa vida e com certeza não viveria muito, ou talvez estivesse errado e fosse ele o futuro bandido mais promissor de Shells Town, mas não pondo muita esperança na última alternativa era minha obrigação como ser humano resgatar aquela criança, seria maldade que continuasse a se afundar, tinha que tentar.

Com a mão fechada e somente o dedão para fora, num sinal de "joinha" clássico tentaria comunicar a idosa como se estivesse me responsabilizando por aquilo, então sem muito tempo a perder daria um impulso e correria em direção ao garoto, por ter fé em meus olhos sabia que não o perderia de visto, assim espero, assim que o alcançasse puxaria e seguraria uma de suas mãos - Vai parando garoto, não vou te machucar nem te prender, mas pare de correr e entregue essa bolsa, você sabe que isso é errado! Tentava não parecer um adulto rabugento que queria se sentir superior e sim como alguém que pudesse confiar. Me ajoelhando até ficar numa altura em que houvesse um contato visual linear voltaria a falar - Eu não sei por que você faz isso, mas gostaria de saber. Também tenho algumas histórias a contar, mas comece, posso te ajudar! Mas antes, vamos devolver a bolsa a idosa, eu te garanto que te ajudo depois.

Se não conseguisse conquistar na amizade para que tudo se resolvesse sem brigas assim que possivelmente alcançasse o garoto na corrida seguraria firme em seu pulso botando mais força que aparentava, então mantendo um contato visual fixo ficaria alguns segundos tentando intimidá-lo - Por que você fez isso, hein? Se percebesse que a intimidação havia dado certo e o garoto estava apreensivo puxaria calmamente a bolsa de seu braço, caso continuasse na negativa voltaria a encará-lo - Você não quer arrumar confusão comigo, quer? Assim que terminasse de falar levantaria levemente a blusa mostrando a ponta da arma, jamais teria coragem de utilizar contra o garoto numa situação como essa, serviria apenas para borrar suas calças. Se finalmente percebesse o medo na transpiração do garoto convidaria-o "amigavelmente" - Agora que conhece a minha amiga acho que vai querer entregar a bolsa de volta a senhora, certo?

Em caso de ter recuperado a bolsa da idosa caminharia em direção a ela, uma mão segurando a bolsa e na outra o pulso do garoto caso percebesse que tentaria fugir, assim que estivesse próximo o suficiente - Vamos, peça desculpas! o tom da voz mudaria dependendo de como tivesse sido a conversa com o garoto anteriormente, em caso de ter fluído tranquilamente assim o seria, e se houvessem conflitos uma voz mais grossa sairia. - Bom, parece que estamos resolvidos agora! Hehe A mão que agora estava vazia faria algumas voltas em círculo na nuca como se ficasse sem jeito, isso se houvesse devolvido a bolsa. Agora, independente de ter tido uma boa ou má recepção com a criança falaria ajoelhado para manter a conversa linear - Me chamo Vash, eu realmente quero saber o que te levava a roubar, lazer? Necessidade? Conte. e aguardaria sua possível reação.

Talvez em nenhum momento tivesse alcançado o suspeito na corrida, um garoto de 10 anos acostumado com os crimes tinha chance de ser mais rápido que um simples atirador, meu estilo de combate não era tão móvel assim, sempre resolvia as coisas à distância, então se não tivesse o alcançado voltaria em direção a senhora - Infelizmente não fui capaz de ajudar o garoto.. e a senhora também, peço desculpa! Então caminharia em direção as docas do sul, se houvesse algum beco no caminho apenas olharia de canto procurando para ver se encontrava o garoto de cabelos cinzas, ainda não era tarde demais para ajudá-lo


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MensagemAssunto: Re: I - Beginning Hunt   I - Beginning Hunt EmptySex Out 19, 2018 6:42 pm




Vash Spiegel

Assalto a velha central! O pequeno ladrão de bolsas

Motivado por um sentimento maior, seu corpo se moveu, em sua cabeça aquele ciclo vicioso em que o jovem estava se colocando acabaria com sua vida, entrar para o submundo é algo realmente perigoso, e se não fizer contato, ou tiver o apoio certo, sua vida acaba tão rápida quanto começou. Mesmo com seus pensamentos formados sobre sua constituição mental, não agir numa situação daquelas seria como deixar o garoto viver a própria sorte, e no mundo real, a sorte é algo tão mínimo que esperar por ela se torna uma loucura, a ponto da sanidade tornar-se negativa.

Naquele breve momento sua missão havia se desviado, mas de certa forma a essência é a mesma, parar um bandido, o que mudara fora apenas a quantidade, todavia, para você deveria haver algum assunto maior envolvendo aquele pequeno ser, roubar apenas por hobby não poderia ser o motivo de alguém que mal conhece a vida, portanto após sinalizar a senhora que iria se responsabilizar pelo fato ocorrido, ela até suspiraria mostrando um pouco mais de tranquilidade, e seria visível aquela expressão.

Em alguns segundos seu corpo avança em alta velocidade para a direção do seu alvo, esse o qual foi determinado em instantes por seu cérebro, em instantes a rua dava lugar a uma pista de corrida, as caixas no meio do caminho eram os obstáculos, os quais deviam ser superados, tarefa a qual seu oponente fazia sem problemas, agilmente pulando por elas usando sua mão livre de apoio, ou então rolando sobre as mesmas, enquanto que você, como era mais alto, conseguia saltar facilmente sobre aqueles quadrados amadeirados, eles estavam ali posicionados para carregar os estoques de algumas lojas, mesmo em meio a uma perseguição seus olhos podiam notar isso, infelizmente nem todos os detalhes podiam ser capturados então sua atenção logo voltava para o mais importante, o ladrão.

Em meio a tanta corrida ambos, você e o garoto entram em um beco, o qual era sem saída, para a infelicidade do jovem, seus pulmões estavam a mil, e seu coração bombeava seu sangue sem parar, deixando suas veias saltitando por baixo de sua pele. Seus olhos agiram de forma primorosa nessa perseguição, mesmo em meio a obstáculos e pessoas eles foram capazes de se manter centrados no jovem, isso podia não acontecer todos os dias, mas quando acontecia era bom.

Sem lugar para ir o pequeno se via aprisionado ali, você era a única coisa que impedia-o de se livrar daquele aperto, o jovem abraçava a bolsa da senhora, a qual ele acabara de roubar, como se fosse a última coisa que faria na vida, apertando-a contra seu corpo e não dando o menor sinal de desistência ou intimidação e havia um motivo para isso, este sendo o mesmo de você não se aproximar do jovem, ele estava segurando uma adaga em sua mão livre, a qual ele apontava na sua direção.

O que devia passar na cabeça dele para fazê-lo tomar tal decisão? Era o que você queria saber, e ao começar as perguntas você também tentava se aproximar vagarosamente, mesmo assim o jovem dava um passo para trás a cada um seu para frente.
- Você não vai me machucar? Ouvi isso muitas vezes. - Disse o jovem com uma voz rouca. - Se quer contar suas histórias publique um livro. - Continuou o garoto, ainda com a adaga em sua direção.

Partindo então para a intimidação o garoto parecia mudar um pouco de postura, seu rosto valente se desfazia, mas ao contrário do que você esperava não foi ao seu favor, agora o garoto largava a bolsa ao chão e sacava uma outra adaga, essa que vinha das costas do jovem.
- Então você é só mais um?! Eu vou mostrar que tenho coragem seu merda!

O jovem agora avançava contra sua pessoa e com breves movimentos com as adagas você podia perceber que ele não era muito habilidoso, talvez a única coisa que o movesse fosse realmente a coragem, mas ele tinha armas e um deslize seu poderia ser fatal, tanto para ele quanto para você, no primeiro avanço do pequeno ladino seu corpo já foi ferido, e mesmo sendo algo superficial, isso mostra o quão grande é a determinação daquele pequeno.

Vash:
 

Ferimentos:
 

Garoto ladrão (a imagem é muito maior que eu pensava):
 

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MensagemAssunto: Re: I - Beginning Hunt   I - Beginning Hunt EmptySab Out 20, 2018 3:58 am


"Droga.." Os obstáculos apesar de serem fáceis não estavam nos meus planos, pensava que conseguiria resolver aquela situação em menos de dois minutos, não esperava gastar meu fôlego com isso, mas pelo lado bom ocupava minha mente já que faltava um tempo até chegar a hora de caçar meu malvado favorito. Espero não ter prejudicado nenhum estabelecimento durante a corrida já que alguns itens utilizados por eles estavam no percurso.

Enfim chegava num beco, adrenalina a mil, sentia falta daquilo, a emoção vibrando na pele e o cheiro de aventura se exalando pelos poros da pele, tinha um plano do que poderia falar e até o momento parecia perfeito até que uma adaga foi sacada pelo rapaz, apesar de ser um atirador todos que já viram um gatuno utilizando suas lâminas saberiam reconhecer que claramente o jovem era inexperiente com aquilo e com muita sorte eu tinha mais chance dele se auto-derrotar sem precisar sujar minhas mãos.

O diálogo planejado tinha ido água a baixo, parecia tão bom, talvez minhas técnicas de intimidação estivessem enferrujadas e agora que a parte conversativa amigável tinha dado errado podia tentar algo mais agressivo apenas para dar medo, afinal o rapaz tinha uma adaga em mãos e se fosse bonzinho demais seria atacado - Você também tem uma arma, te darei duas opções: a) lutaremos como homens até um morrer ou b) você como um homem honrado vai conversar comigo e chegaremos num consenso, pode escolher.. Diria tentando intimidá-lo a longa distância.

"Wow!" Impressionado ficava vendo a cena, outra adaga fora sacada, a bolsa que antes segurava com a vida agora estava no chão e ambas as mãos do garoto portavam uma adaga, novamente deixava claro a inexperiência com combates mas rapidamente se provava uma criança de determinação invejável ao me atingir, mesmo que de leve, com as lâminas. - Garoto, não fode.. Falaria vendo os arranhões causados, aproveitando que estava perto do garoto iria em sua direção, se percebesse que tentaria me atacar novamente esquivaria jogando o corpo ao lado contrário e continuaria avançando, até que quando meus braços estivesse próximo o suficiente empurraria-o em direção ao chão, a força utilizada era para machucá-lo mas não muito, até porque eu não era um cara tão musculoso pra fazer mais que uma espécie de chega pra lá.

- Agora que está no chão vamos conversar, não 'tô pedindo. Diria caso tivesse êxito no movimento, se suas adagas estivessem soltas empurraria com o pé cada uma em direção oposta ao garoto para afastá-las, se ainda uma ou as duas tivessem equipadas pisaria em cima dos pulsos do garoto tentando jogar o mínimo de peso possível, não queria causar nenhum estrago anatômico, apenas fazê-lo soltar com a dor e quando soltas faria o primeiro processo de afastá-las. - Desembucha, estamos num beco sem saída e se tiver pelo menos uma parte do cérebro saberá que nenhuma autoridade ajudará um ladrão, então sua melhor opção sou eu, conta logo por que rouba, já disse que posso ajudá-lo. Pensa comigo, meu anjo, se tivesse más intenções já teria lhe matado quando me cortou.. Diria, enquanto isso permaneceria atento em suas possíveis reações, se tentasse se armar novamente ou correr antes que conseguisse completar o movimento empurraria-o em direção ao chão novamente e repetiria que poderia ajudá-lo e que não o deixaria sair sem me contar tudo.

Caso meu plano de jogá-lo ao chão quando ainda estava armado falhasse recuaria alguns centímetros para evitar ser atacado, então sacaria a pistola, esta já causaria certo pavor na minha visão, e então com uma investida tentaria atacar com o cabo da arma visando a nuca do garoto, isso possivelmente o derrubaria e a dor também o faria largar as adagas onde faria a ação de afastá-las de perto do meliante. Então começaria o diálogo que já tinha em mente para obrigá-lo a falar.

Independente de ter sido convencido e ter desembuchado ou não falaria - Quer saber? Acabei me exaltando pela seu ataque, vamos resolver mais pacificamente isso. Caminharia até a bolsa largada no chão, enquanto a pegasse manteria o contato visual com o jovem, se percebesse qualquer movimentação brusca mostraria a palma da mão em vertical a ele, fazendo um sinal de Pare! Stop!. Com a bolsa da senhora em mãos vasculharia tudo procurando os pertences valiosos, joias, dinheiro, etc. Então com tudo em minhas mãos, se não coubesse colocaria no chão entre os pés, diria ao garoto - É isso que você quer, certo? Pode pegar, não vou lhe ferir, pela sua determinação você deve ter um propósito muito importante com esse dinheiro, eu falo a senhora que não te alcancei. Cruzaria os braços e aguardaria para ver que escolha o garoto tomaria.


Off:
 

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