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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Tchau North Blue

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MensagemAssunto: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 5 EmptyQua 26 Set 2018, 16:06

Relembrando a primeira mensagem :

Tchau North Blue

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 5 EmptySab 01 Dez 2018, 22:42



Batalha Naval
O tenente me chamou para descer e enquanto descia ouvia as outras ordens do mesmo. Ele falou que eu e as outras estaríamos responsáveis por erguer as velas. Eu iria seguir com elas para a posição correta enquanto todos as movimentações navais eram feitas. Eles obviamente não iriam ficar parados, ficaria atento a sinais da movimentação deles, talvez algo desse errado.

Iria gritar para a tenente Ju, ou para Elrick, já que não especificaria qual dos dois. - Tenente! Para sincronizar, conte até 3 e nós todos abaixamos as velas juntos! - Assim, esperando pelo contato direto com o navio deles, observaria o caos gerado pelos pedaços de madeira voando e abaixaria as velas quando ouvisse o três dito pela tenente.

Caso mesmo com o nosso navio chocando-se com o deles e as balas de canhões ainda não fossem o suficiente para afundar o navio deles, ficaria atento a qualquer movimento inimigo para invadir o nosso. Não havia motivo para pular no deles que provavelmente afundaria com o tempo. Além de nós estarmos na defensiva naquele momento. - Todos atentos a seus arredores! Se algum deles subir, prendam-no imediatamente! - Gritaria sem pensar que aquilo fosse uma ordem, seria uma sugestão meio lógica para mim. Não seria legal deixar eles simplesmente morrerem, além de provavelmente ter o fato de que conseguiríamos informações novas, eles eram do bando pirata chamado números. - Ou empurrem-no para fora se não for possível prendê-los! - Gritaria novamente caso nenhum tenente ou sargento houvesse dado outra ordem. Nós precisávamos poupar nossa energia, lutar era a pior decisão naquele momento.

Caso algo desse muito errado, como, por exemplo, nosso navio desacelerar mais do que o previsto e nem as velas ajudarem, e assim presenciasse uma invasão pirata no nosso navio, iria me posicionar imediatamente para a batalha. Olharia minha volta e partiria para o primeiro pirata que visse da forma mais rápido que pudesse. Tentaria aproveitar que agora minhas pernas estavam livres dos pesos e tentaria abusar um pouco delas para ver quão rápido poderia ir. Chegaria sem me preocupar tanto com quem ele estivesse lutando e tentaria acertar um soco no pirata com a mão que fosse melhor para levá-lo para a beirada do navio. Ou seja, se eu estivesse mais no centro do navio quando eu abaixei as velas, tanto faria o braço, porém seria um soco mais direto. Porém, caso tivesse em uma das beiradas e o pirata subisse na direção da proa ou da popa agiria com braços diferentes tentando dar um gancho que o derrubaria do mesmo aproveitando o meu impulso e giro no movimento.

Caso estivesse na beirada e quando um deles subisse acabassem por me puxar e me jogar do navio, iria olhar a minha volta, quando chegasse na água, para ver onde seria mais fácil de subir de volta no navio, mas também olharia se havia algum pirata por perto, talvez tivesse que lutar até mesmo dentro d’água. Imagino que na água teria vantagem, iria afundar por um segundo na direção do pirata e nadando até o mesmo socaria o mesmo por baixo da água, seria difícil de socar, mas só de não usar outra arma, já teria a vantagem em comparação com pessoas que utilizam outros objetos.

Caso eu fosse puxado, mas conseguisse me segurar na beirada, seja com os pés ou com as mãos, assim o faria e ainda gritaria. - Preciso de ajuda aqui! - Caso antes de eu fazer qualquer movimento eu visse algum marinheiro sendo puxado e jogado ao mar, gritaria imediatamente. - Homem ao mar! - E olharia a minha volta se havia alguma corda que pudesse usar para ajudar o mesmo. Caso não houvesse, olharia pela beira do navio se o mesmo tinha conseguido se segurar em algo do navio ou não e caso não tivesse e eu percebesse que o mesmo não sabia nadar, pularia atrás do mesmo sem pensar duas vezes, iria então nadar até ele e tentaria puxá-lo para o navio.

Caso vários piratas subissem ao mesmo tempo, eu contaria quantos eram e iria partir na direção dos marinheiros que estivessem com maiores dificuldades contra os piratas. Caso eu visse que algum dos marinheiros deste grupo estava prestes a tomar um golpe muito poderoso e que poderia mata-lo. Se eu percebesse que não poderia impedir o pirata, seja atacando ou empurrando o mesmo, iria me meter na frente do marinheiro já cerrando os dentes para o impacto que sentiria. Se eu pudesse impedir com algum tipo de golpe, iria soca-lo de preferência aproveitando que o mesmo estava atacando outro marinheiro. Se eu visse que nunca chegaria a tempo, iria olhar as minhas proximidades e olharia se havia algo que pudesse atirar no pirata. Iria pegar o objeto e atirar nele sem pensar duas vezes.

Caso o perigo deles subirem no nosso navio não existisse e assim simplesmente saíssemos de perto muito rápido por causa das velas baixadas, iria olhar para o próximo navio. - Tenente alguma ideia agora? - Perguntaria enquanto olhava para o navio número 6. Se ele não falasse nada e perguntasse o que eu achava. - Não temos velocidade para repetir a proeza que fizemos. Então recomendo que nós viremos um pouco mais ainda a bombordo, numa batalha de canhões, se irmos a bombordo, o navio com o número 6 impedirá que sejamos acertados pelo outro navio deles. - Falaria já olhando para o outro navio que estava mais distante da gente.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 5 EmptyTer 04 Dez 2018, 20:13


O plano de Elrick era aproveitar da correnteza para fazer uma manobra apertada com o navio de forma a posicionar sua proa na reta da lateral do barco inimigo, e usa-la como se fosse um pique para atingi-lo e atravessa-lo já que essa costuma ser a parte mais frágil de muitos navios. Os os canhoneiros abririam fogo e acabariam com qualquer chance de resistência que a tripulação no número 5 pudesse ter. Com as bandeiras baixadas nesse momento, poderiam retomar alguma velocidade e se posicionar para a troca contra o segundo navio, o do número 6 onde a mulher estava crucificada.

Mas não importa quantos planos sejam feitos, quão bem preparados todos estejam, o fato é que quando dois navios começam a trocar tiros de canhão, qualquer um pode morrer, e um tiro de sorte pode virar completamente o jogo. O primeiro problema foi a dificuldade da manobra, por mais que o navio tivesse ajuda da One Way, a inclinação necessária para alcançar a posição desejada por Elrick era muito difícil de ser atingida em um pequeno espaço de tempo. Eles conseguiram, mas isso deu tempo para o segundo problema aparecer, o inimigo percebendo a movimentação não ficou simplesmente parado, também girando seu leme e ajeitando desesperadamente a sua posição.

Assim, o choque que deveria ter sido bem no meio da embarcação inimiga, bateu ao invés na parte traseira e por mais que essa tenha sido destruída, com diversos piratas morrendo, e os canhoneiros a estibordo disparando em conjunto destruindo ainda mais o navio adversário, infelizmente os sobreviventes atacaram com seus canhões em retorno também.

“BOOOM!! BOOOM!! BOOOOM! BOOOOM!! BOOOOM! BOOOOOM!!” A troca de tiros era intensa e o navio de Calros recebeu três disparos um atrás do outro tendo assim suas primeiras baixas. A Sargenta Inno e o marinheiro que fazia turnos na vigia com Calros e Said nem mesmo tiveram tempo de desviar ou se defender. - AGOOORAAAA!!! – Gritava a Tenente Ju para que eles baixassem a vela seguindo o conselho do ruivo, se esquecendo completamente de contar até 3 e sem perceber ainda o que havia ocorrido com Inno. Felizmente Hinna completava a parte da loira antes de correr para ela e verificar que estava de fato morta.

- Inno... – Sussurrava a mulher prestes a chorar, mas despertando ao ouvir a voz de Elrick. – DISPAREM CONTRA QUEM TENTAR INVADIR!! - Gritava ele para os atiradores que não estavam nos canhões. – O RESTO OUÇA AO SARGENTO E DERRUBEM OS BASTARDOS NA ÁGUA!! VAMOS! VAMOS! VAMOS! – E com isso ele pegava em uma lança e a arremessava contra um pirata que subira na borda do navio, o atingindo em cheio nos peitos e dando uma dose de empolgação para os marinheiros.

Said que fazia parte de uma dupla de canhoneiros, responsável por recarregar a arma, havia avançado contra outro pirata que tentava invadir, já que os dois canhões a bombordo estavam temporariamente fora de posição de disparo. Os três atiradores com espingardas dispararam respectivamente em um pirata, o agente acertava mais dois rapidamente, dois outros marinheiros conseguiam empurrar seus oponentes para água, e Calros também tinha sua cota de ação. Ao ver um pirata pulando dentro do navio, ele disparava em sua direção aplicando um gancho em seu queixo. No entanto o homem que tinha consigo uma adaga o acertava abrindo um corte na região das costelas antes de “voar” para fora do navio.

Olhando a sua volta, ele podia ver que o agente havia saído da defesa e feito exatamente o que ele não esperava. Pulado no navio inimigo. E ele não estava sozinho, Elrick havia ido ao seu lado e se encontrava lutando contra um homem com mais de dois metros de altura e um grande machado e escudo. O “5” tatuado em seu braço musculoso mostrava que ele era o capitão.

Os canhões haviam sido recarregados, e uma nova sessão de disparos era feita. Felizmente o navio inimigo não retornava dessa vez, o agente havia eliminado os canhoneiros. “BOOOM! BOOOM!!” Acertando mais dois disparos, os canhoneiros começavam a recarregar, no entanto a embarcação pirata ruía nesse momento. Elrick e o agente tentavam pular de volta ao mesmo tempo em que impediam o número 5 de segui-los, mas esse agarrava Elrick pelo calcanhar e o puxava consigo para dentro das águas turbulentas.

Os piratas no navio da marinha haviam sido eliminados sem muitos problemas, mas não havia alegria alguma na tripulação. Isso porque não apenas Elrick tinha caído ao mar com o oponente, mas também porque outros dois navios inimigos se aproximavam velozmente.

Dois mortos, quatro feridos levemente, e um homem ao mar. Além de claro, um navio avariado. Esse era o resultado daquele primeiro contato que a tripulação tinha com os números.
Mapa Naval Att:
 

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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 5 EmptyQua 05 Dez 2018, 18:51



Homem ao mar
Muitas coisas aconteceram em sequência, infelizmente dois dos nossos morreram com tiros de canhão imediatamente. No meio da confusão consegui acertar um pirata e derrubá-lo na água, infelizmente no processo fui cortado na altura das minhas costelas. Além disso, acabei por ver o tenente Elrick no mar, por algum motivo idiota, o tenente e o homem que eu acho que é um agente pularam no navio pirata para lutar com o pirata. Os outros dois navios se aproximavam.

- O tenente sabe nadar?! - Indagaria para ninguém em específico, mas desejava uma resposta rápida enquanto já olharia em volta por algum tipo de corda ou boia. Talvez algum pirata tivesse a bota que o outro marinheiro precisava. - Quando puderem, peguem aquela bota que vamos precisar! - Gritaria sem nenhuma urgência, talvez algum deles tivesse até mesmo uma luva melhor do que a minha. Afinal, eu estava cogitando pular na água. A água poderia estar cheia de animais que não conheço e algo mais forte seria bem-vindo. Se achasse acabaria indo até o pirata e pegaria o item a força. Não só nadar na Grand Line poderia ser um problema, como ainda por cima, o navio pirata estava afundando, a água ia puxar qualquer outra pessoa para aquele espaço e a maioria das pessoas não conseguiriam aguentar aquilo. Elrick era obviamente mais forte que eu, mas será que sabia nadar tão bem quanto eu?

Se a resposta que viesse fosse de que o mesmo sabia nadar e cuidar de si mesmo, talvez até mesmo com uma ordem para que eu não fizesse nada idiota como pular atrás dele. Iria me concentrar então nos outros navios e no próprio navio da marinha, por mais que aquilo me fosse contra intuitivo. Iria primeiro de tudo olhar para o meu próprio machucado, quão grave ele era, se estava sangrando muito ou não, caso fosse mais ou menos sério, iria retirar a minha própria camisa e amarrá-la na altura do machucado para que o sangramento parasse. Iria então olhar a minha volta, talvez algum marinheiro estivesse muito machucado, iria até o mesmo para tentar prestar primeiros socorros ao mesmo da melhor forma que pudesse, não tinha um kit médico comigo, então teria que contar com coisas básicas até que o médico chegasse. Iria ver se o mesmo estava sangrando demais ou não, se ele estava com algum osso quebrado ou coisas do tipo, não estava em situação de perder muito tempo infelizmente. Qualquer sangramento eu teria que rasgar partes da própria roupa da pessoa para tentar estancar o sangramento, para ossos quebrados tentaria olhar a minha volta se havia algum pedaço de madeira menor que voou por causa dos choques do navio e das balas de canhão e tentaria utiliza-la de tala para o osso. Caso o membro estivesse simplesmente deslocado, tentaria aproveitar o recém adquirido conhecimento em anatomia humana e tentaria ver se era possível recoloca-lo na posição correta com alguma força em seu local correto. Caso não houvesse mais ninguém precisando de ajuda. Iria olhar em volta se algum canhoneiro precisava de ajuda para recarregar ou coisa do tipo e iria em seu auxílio se assim fosse necessário.

Caso os outros navios já estivessem chegando, iria olhar a minha volta se havia alguma coisa que poderia fazer para ajudar, dois navios contra um, não poderíamos ficar entre os dois ou seria o nosso fim. Olharia se o timoneiro já estava fazendo algum tipo de manobra para impedir que chegássemos a tal situação. Talvez não tivesse como a gente virar a bombordo a tempo para que o navio não fosse acertado pelo número 6. Mas o que poderia eu fazer quanto a isso tudo? Olharia a minha volta pensando em qualquer opção. Procuraria por Said. - Said, se colocarmos uma bolinha de óleo, seja um pano embebedado em óleo ou qualquer coisa do tipo junto da bala de canhão, e tacássemos no outro navio, acha que algum atirador conseguiria tacar fogo no mesmo depois com maior facilidade? - Precisávamos distrair ou prejudicar os piratas antes que chegassem até o navio e eu não conseguia ver nenhuma alternativa que pudesse realizar com a minha força atual. Se ele achasse o plano minimamente lógico, iria descer até o armazém e procurar por um barril de óleo, estava me dando a liberdade de executar o plano sem perguntar para a tenente Ju ou para o homem que eu acho que é um agente. Caso visse algum homem que estivesse no navio e não estivesse lá em cima ajudando atirando com os canhões ou lutando. - Me ajude aqui com este barril. - Diria. Caso me lembrasse que havia algum tipo de arco e flecha no setor de armas, iria até o mesmo após levar o barril para cima e o pegaria, levando para o convés, onde rasgaria um pedaço da minha roupa, molharia no óleo. - Alguém aqui é bom de mira? - Gritaria para ninguém em específico.

Se não obtivesse resposta, afinal não esperaria tanto assim, ou se a resposta fosse negativa sobre Elrick saber nadar, não pensaria duas vezes, pegaria a boia ou corda, se tivesse visto alguma, e pularia do navio na direção do tenente Elrick. O navio seria muito bem cuidado por quem ficou, não precisaria me preocupar com eles naquele momento, já Elrick era de extrema importância para a sobrevivência de todos ali no futuro. Ao cair na água iria mergulhar por um instante e olhar onde estava o tenente e não só isso, como outros piratas, precisava me preocupar com eles me atacando, ou com salvando-os depois. Eu os derrubei aqui e mandei outros fazerem isso pensando que os companheiros deles acabariam por resgatá-los, mas não queria que eles acabassem mortos por ter jogado eles ali antes do resgate chegar.

Porém, claro, que a prioridade era o tenente, se visse o mesmo já muito fundo ou desacordado, não hesitaria em nadar até o mesmo para tentar salvá-lo. Caso houvesse algum pirata no meio do caminho querendo me bater/acertar, eu tentaria me afastar nadando de forma que me afastasse do mesmo e voltaria a nadar dando a volta no pirata e indo na direção do tenente, não podia perder tempo lutando se não precisasse. Ocasionalmente iria para a superfície tomar fôlego. Se ele estivesse muito fundo e eu percebesse que não teria força para levar a boia, caso houvesse uma comigo, iria deixa-la na superfície da água o mais vertical que conseguisse com o próprio tenente e mergulharia na vertical diretamente na direção dele. Chegando até o mesmo, iria puxá-lo sem pensar duas vezes para cima, porém com o cuidado de que não o machucasse no processo, precisava chegar rápido na superfície para verificar se o mesmo ainda estava respirando ou coisa do tipo.

Se ele estivesse mais tranquilo, mas ainda assim percebesse que o mesmo não era muito de nadar, iria até o mesmo para ajuda-lo em qualquer eventual problema. Caso algum pirata nesse meio tempo me atacasse, tentaria parar o movimento se fosse um soco ou um chute aproveitando que estaríamos na água e o movimento do mesmo provavelmente estaria mais fraco. Caso fosse uma lâmina, tentaria mergulhar, abandonando a boia caso houvesse uma, imagino que a lâmina não seria tão eficiente embaixo d’água. Iria tentar então me aproximar dando a volta por baixo dele e tentaria segurar os pés do pirata e puxá-lo para baixo ao mesmo tempo que me impulsionaria para cima, na água, só de ficar mais fundo já é um perigo, a pessoa possui uma chance maior de largar a arma e tentar sobreviver. Não bastando isso, tentaria soca-la no abdome, para fazer a mesma perder o ar. Não teria como ser um golpe muito especial ou forte, embaixo d’água aceitaria qualquer coisa que conseguisse realizar o que eu queria. Talvez até mesmo um chute no abdome ao invés de um soco dependendo da posição que estivéssemos. Após isso voltaria para a superfície para pegar ar e voltaria para baixo para tentar alcançar o tenente.

Caso eu estivesse com uma corda e o tenente estivesse mais tranquilo, enquanto fosse em sua direção, iria sempre me preocupar com os piratas que estavam entre eu e ele e estivessem desacordados, iria amarrar os pés nas cordas, as mãos poderiam ficar livres de forma que eles mesmos tentassem ir para a superfície caso acordassem ou quisessem se soltar. A prioridade era simplesmente que ninguém morresse naquela confusão.

Se conseguisse em algum caso chegar ao tenente e leva-lo até a superfície, tentaria ver se o mesmo está respirando e se não iria olhar a minha volta se havia algum pedaço de madeira flutuando, tentaria levar o tenente até lá e o colocaria deitado da melhor forma que eu pudesse. Lá tentaria subir na madeira também e fazer massagem para que o mesmo cuspisse a água, com alguns movimentos de respiração boca a boca para ele voltar a respirar. Caso ele estivesse respirando e falando normal. - E então senhor, alguma ideia? - Diria já olhando para os navios que precisávamos fazer algo, talvez ele quisesse aproveitar nossa posição na água e tentar atacar o navio furtivamente.

Nunca havia nadado na grand line, bem, é a minha primeira vez na Grand Line, eu não sei como que os animais aqui são. Olharia bem se não existiria nenhum tipo de criatura estranha no mar. Se eu visse algum animal diferente a ponto de não o reconhecer, veria se o mesmo está próximo do barco, de mim, de algum pirata e do tenente. Precisava ver se o mesmo seria algum tipo de perigo para minha pessoa e para o tenente antes de continuar avançando. Isso somente se o tenente já não estivesse em perigo drástico, neste caso não importa o animal que aparecesse, eu iria nadar na direção do tenente o mais rápido que pudesse. Caso o tenente estivesse mais tranquilo e o animal se mostrasse perigoso, iria subir até a superfície e gritar para o navio. - Preciso de um arpão! - Lutar com o mesmo na base de socos não parecia a melhor das ideias. Caso o navio não ouvisse o que eu havia gritado por causa do barulho da confusão, iria nadar até os destroços do navio pirata e pegaria um bom pedaço de madeira, no pior dos casos tentaria utilizar tal pedaço como substituto de minha pessoa numa eventual mordida para me dar tempo de fazer algo contra o animal.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 5 EmptyDom 09 Dez 2018, 04:49


- Saber nadar é a menor das preocupações dele agora Sargento! – Quem respondia era a Tenente Ju. Ela que já havia navegado nas aguas da Grand Line sabia bem o porque aqueles oceanos eram os mais perigosos do mundo. – Precisamos tira-lo do mar, e já!!

- Não há tempo! Se não avançarmos imediatamente pelos destroços vamos ser pegos no meio dos dois navios inimigos! – O agente que conseguia retornar ao navio respondia imediatamente. – Navegador, toda força avante! Canhoneiros a bombordo aos seus postos, preparar para combate!

- Você... – A Tenente parecia irritada com a atitude do agente, mas além disso estranhamente não o contrariava, ao invés indo ver os feridos e reorganizar as posições de todos para o próximo embate.

Calros por sua vez, após falar algo sobre botas que ninguém deu muita atenção, avistava uma corda e a pegava, pulando do navio em seguida, pegando todos despreparados. – Sargento! – Ouvia ele durante sua queda, logo antes do “Splash!” feito pela água quando entrou em contato com ela. Submerso, ele olhava na direção em que Tenente Elrick havia afundado com o Número 5, mas via pouca coisa que o pudesse lhe auxiliar, começando a nadar naquela direção.

Não era difícil avançar, o navio que afundava, a correnteza, os próprios esforços, tudo isso o puxava rapidamente para baixo, em pouco tempo o que antes estava turvo ficava mais claro devido sua proximidade e ele conseguia ver Elrick. O Tenente estava lutando para se soltar do Número 5 que se encontrava nas suas costas, com as pernas enroscadas em volta da cintura do marinheiro e um braço por debaixo do pescoço dando um tipo de mata leão.

Quase no mesmo momento em que os avistava, Calros tinha sua decida parada bruscamente. A corda que segurava havia alcançado seu limite, e agora Claros teria que escolher entre solta-la e prosseguir, ou voltar a superfície para respirar já que ele mesmo sentia que não aguentaria mais um minuto sem respirar. Acima de si, além da sombra do navio da marinha e dos vários piratas caídos no mar era possível ver um cardume de peixes nadando entre esses homens. Não eram muitos, apenas seis ou sete, com tamanhos diferenciados, tendo o menor pouco mais de um metro, e o maior quase quatro. Esse, que parecia ser o “líder” do cardume, se diferenciava não apenas por seu tamanho, mas também por um tipo de carapaça em sua cabeça com joias encrustadas que mais pareciam uma armadura.

De repente o maior deles se aproximava de um dos piratas e abria a boca mostrando seus dentes afiados. O restante é de se esperar. Como se tivessem recebido um sinal, o cardume começava seu banquete, e as poucas manchas vermelhas que haviam na superfície da agua se transformavam em muitas, colorindo aqueles mares.

Calros que até então não chamara atenção parecia ter sido notado pelo menor dos peixes que avançava contra ele. Vendo que seu caminho de retirada parecia ainda mais perigoso que se avançasse, o sargento soltava a corda e continuava a nadar até o tenente e o Numero 5, aplicando um soco no tronco largo do segundo, acertando suas costelas, mas recebendo em retorno uma cotovelada no queixo.

Seu folego estava perigosamente baixo e em poucos segundos teria que tentar nadar para cima se não quisesse perde-lo e correr o risco de se afogar. Ao seu lado ainda estava o Tenente se balançando furiosamente tentando se livrar do Número 5, que por sua vez mantinha seu mata-leão com um braço e com o outro tentava evitar que Calros lhe atrapalhasse.

Acima do ruivo um peixe vermelho carnívoro de mais de um metro já estava próximo, prestes a alcança-lo e abocanha-lo, e mais acima outros ainda maiores saboreavam a antiga tripulação do Número 5. A quantidade de sangue era grande, e para aqueles que conhecem os predadores do mar... bem, esses sabem que tais predadores cheiram sangue a milhas de distância.

De toda forma, o maior perigo não estava tão longe assim. Nas profundezas escuras uma grande criatura notava o alvoroço acima de si. Nadando lentamente para cima, o cheiro que sentia abria seu apetite. Mesmo dentro daquela escuridão, seus olhos vermelhos brilhavam como dois faróis e eram visíveis para Calros.





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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 5 EmptySex 14 Dez 2018, 17:39



Peixinhos
Eu acabei pulando no oceano porque me pareceu que o tenente iria precisar de ajuda pela fala da Ju. Ouvi ela me chamando enquanto ia em direção a água, como se aquilo fosse uma loucura, provavelmente era. E isso acabou sendo comprovado quando cheguei na água. No primeiro instante não vi nada, e quando acabei vendo vi algo meio inusitado, diversos peixes de variados tamanhos, mas sinceramente, o tamanho ali era o de menos. Eles devoravam os piratas. Era uma cena realmente feia de se ver, o sangue se espalhando pela água. O maior deles, com algum tipo de armadura parecia ser mais rico do que minha família jamais fora. Qual a lógica nisso ser possível? Seria este animal algum pet de outro humano? Sendo isso, seria possível ele estar do nosso lado por atacar piratas? Logo eu percebi que não quando um deles partiu em minha direção. Agora não dava mais. O importante agora era sobreviver, tentar deixar todos vivos ali agora não seria mais o lógico a se fazer. Não sou forte o suficiente para salvar todos, preciso tentar salvar somente eu e Elrick.

Olharia o pirata, naquela situação sua mobilidade estava severamente comprometida, com ambas as pernas e um braço inutilizados por segurarem o tenente. Eu estava desesperadamente precisando recuperar o meu fôlego e um peixe carnívoro menor estava vindo em minha direção. Provavelmente culpa do corte que havia tomado mais cedo no barco. Subir e recuperar o fôlego para depois descer gastaria um tempo que talvez Elrick não tivesse, precisava tentar algo antes e usar isso de último recurso. Tentaria me aproveitar da baixa mobilidade que ele teria provavelmente. Tentaria me mover a sua volta, de forma que o mesmo preocupado comigo, acabasse virando para me encarar, de forma que ele ficasse entre minha pessoa e o peixe carnívoro, sendo assim o pirata a própria proteção do tenente Elrick. Assim caso o peixe carnívoro atacasse o mesmo, aproveitaria a brecha em que o mesmo sentia a dor e reagia ao peixe para tentar soltar o braço do homem do tenente e “pisaria empurraria” suas pernas para baixo para tentar soltar as pernas do tenente, claro, se ele já não soltasse naturalmente ao ser atingido pelo peixe. Caso tivesse sucesso eu puxaria o tenente e nadaria o mais rápido que pudesse para cima na diagonal, para evitar os peixes maiores que devoravam a tripulação do número 5, enquanto o peixe comia/lutava com o pirata.

Caso o mesmo me ignorasse enquanto eu nadasse a sua volta, ou simplesmente não fosse tão rápido quanto eu, teria acesso a suas costas por um instante. Principalmente porque o mesmo estaria encarando o peixe ou usando o tenente de escudo contra o peixe, ou até mesmo virando-se lentamente por causa do jeito que segurava o tenente. Como o peixe estava bem próximo e eu estava sem fôlego, não tinha muito o que pensar ali, piratas você só poderia poupar até certo ponto. Iria simplesmente torcer o pescoço do homem com todas as forças que eu tinha. Caso nesse movimento o tenente acabasse sendo solto e eu percebesse que ele não estava em condições de fazer nada por conta própria, iria até o mesmo para o levar para a superfície. Caso o tenente estivesse bem, iria simplesmente acompanha-lo no caminho, tendo que desviar ou cuidar do peixe caso o mesmo não se entretece com a comida de graça parada que havia logo ali. Caso no meio do meu movimento o peixe chegasse e acabasse atacando o tenente/número 5 mais rápido do que eu fizesse o movimento para matar o pirata, iria olhar qual região havia sido atacada, pensando quão ferido o tenente poderia ficar. Independente, iria ainda assim tentar torcer o pescoço do pirata para que eu pudesse me concentrar então no peixe que ali estava. Provavelmente o tenente conseguiria se soltar do morto sozinho, a não ser que o mesmo houvesse sido severamente machucado pelo peixe, nesse caso, eu provavelmente teria que machucar o peixe antes, pois é impossível nadar com o tenente mais rápido do que o peixe. Tentaria acertar principalmente o rabo dele usando o pirata como isca, viraria o corpo do pirata na direção do peixe e enquanto o mesmo devorasse o pirata tentaria nadar até a parte traseira do peixe e tentaria rasgar o rabo do mesmo.

Caso enquanto eu fizesse algum dos movimentos descritos acima, o animal que havia lá embaixo desse um vislumbre de quem ele era, eu olharia principalmente seus dentes e velocidade. Precisava ter alguma noção de quão rápido ele chegaria até nós.

Caso eu sentisse que não tinha como segurar mais o fôlego, subiria desesperado para pegar ar e depois já voltaria a descer, caso algum peixe se aproximasse nessa movimentação toda, iria tentar acertar algum soco na altura de seus olhos antes que o mesmo me mordesse, o lado dependeria de qual lado o mesmo está me atacando, sendo melhor para dar um cruzado no mesmo, ou no próprio olho, para desviá-lo de mim no momento. Se fosse possível fazer tal coisa, o mesmo sendo desviado um pouco de mim para um lado acabaria mostrando suas barbatanas, tentaria acertar a barbatana dele para machucá-la e assim prejudicar sua velocidade em água. Caso eu percebesse que o peixe era rápido demais para tentar acertá-lo, tentaria desviar para o lado o mais rápido possível, o lado não seria muito importante, e tentaria segurar-me no mesmo para rasgar seu rabo, que no caso imagino ser mais importante para o nado do peixe que a barbatana lateral. Caso eu simplesmente não conseguisse desviar do peixe e me visse sendo mordido tchau algum membro, tentaria segurar o peixe para que o mesmo não fizesse o movimento de arrancar meu membro e sair, assim eu ficaria preso com ele. Se isso ocorresse na superfície e eu visse que o mesmo iria submergir, iria respirar o mais fundo que eu conseguisse. Caso conseguisse me segurar, aproveitaria que estava perto de seus olhos e simplesmente esmagaria cada um deles. Se isso não fosse o suficiente para o mesmo me soltar, começaria a soca-lo no mesmo ponto no dente que estivesse me segurando independente de quanto isso machucasse, seguiria socando até que conseguisse quebrar o dentro podre do peixe e assim o faria para tentar me soltar.

Caso nada, nada mesmo, desse certo, eu teria que acabar aceitando a realidade. Não podia salvar o tenente, Ju me avisara, eu subestimara muito a grand line pelo visto. Tentaria nadar até a superfície o mais rápido que desse de forma mais longe dos peixes e, caso conseguisse sem problemas, subiria em algum pedaço de madeira que aguentasse o meu peso para sair de perto da água um pouco e me salvar dos peixes pelo menos por enquanto. Observaria meus arredores, onde estava o navio da marinha e onde estavam os navios dos piratas, o que exatamente estaria ocorrendo. Se algo me segurasse ou me prendesse e não fosse de forma que me machucasse, olharia o que exatamente havia me segurado.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 5 EmptyQua 19 Dez 2018, 20:45



Vendo aquela situação difícil e correndo contra o tempo, ou melhor, nadando contra ele, Calros, nadava em torno do pirata tentando se colocar nas suas costas, e assim como esperado o homenzarrão não podia arriscar permitir que aquilo acontecesse. Movendo o braço livre o Numero Cinco conseguia se virar um pouco, ficando de lateral entre Calros e o peixe que vinha a toda atraído pelo cheiro de sangue.

Ao sentir o peixe se aproximando, o pirata sabia estar numa posição ruim, e fazia a única coisa razoável de se fazer. Esperando até o ultimo segundo, ele encolhia as pernas colocando os pés atrás da cintura de Elrick, o braço que dava o mata leão soltava e se posicionava nas costas do marinheiro, assim como o outro. E assim, com todas suas forças, o Numero 5 empurrava Elrick em direção ao peixe que já tinha sua boca aberta.

Aproveitando do impulso, o Número Cinco disparava como um torpedo na reta oposta, exatamente onde Calros estava. Usando o ombro e cabeça ele atingia o sargento em cheio, mas em compensação um soco era recebido em sua face.

Devido ao impacto Caros era lançado mais para o fundo, e todo ar de seus pulmões escapava de uma vez só. Precisava voltar para superfície e respirar ou morreria afogado. Já o pirata, devido ao soco e o mesmo impacto, parava. Ele também estava com o ar em seus pulmões nas ultimas, e sem pensar duas vezes começava a nadar para cima desesperadamente.

Sendo arremessado para baixo, sem ar, sufocando, o Ruivo tinha um vislumbre da criatura que tinha aqueles olhos vermelhos. Com longas orelhas, dentuço, pelos brancos, um coelho gigante!! A diferença é que ao invés de patas frontais o animal tinha nadadeiras. A parte inferior estava envolta nas profundezas, mas pela sua velocidade, em breve alcançaria o grupo. O mais desesperador era que a parte visível era tão grande quanto os navios lá em cima.

Talvez o número 5 também o tenha visto, e por isso não perdeu tempo com Calros. Desesperado e precisando pegar ar, o ruivo nadava para cima na diagonal de forma a não se entrar na área de caça do peixe de carapaça e seu cardume, no entanto se olhasse com atenção, perceberia que esses peixes estavam nadando para longe rapidamente. Aparentemente haviam visto, ou ao menos sentido o perigo que estavam correndo. A calamidade tinha chegado.


O mesmo ocorria com o peixe que arrancara um pedaço de carne de Elrick. Durante a subida,  Calros conseguia vê-los, o Tenente tinha uma nova ferida no ombro esquerdo, onde um belo pedaço estava faltando, mas apesar disso ele também tentava nadar para cima, reto, o caminho mais rápido para a superfície.

Assim, apesar de ser um nadador profissional, Calros que estava indo na diagonal conseguia apenas emparelhar com o Número Cinco, estando a uma certa distância deste. A falta de ar fazia com que sua visão se turvasse e sua cabeça ficasse leve. Seus pulmões no entanto pareciam prestes a explodirem, gritando por ar.

E era nesse momento que ele sentia algo roçando em si, mas esse roçar era o suficiente para quase quebrar todas suas costelas direitas. Perdendo o controle, ele saía girando e durante esse momento ele via os olhos vermelhos da criatura que passara do seu lado, via sua boca se abrindo, e via o Numero 5 sendo engolido.

A parte inferior do monstro era igual a de um peixe gigante.

E tudo ficava escuro. Finalmente a falta de ar cobrara seu preço.

---

Até que...

Uma cabeça saía da água e inspirava fundo. Os cabelos ruivos encharcados, olhos arregalados. O sargento sentira o roçar da morte duas vezes seguidas, em um espaço de poucos segundos. Agora que respirava, sua visão clareava aos poucos, e o que o esperava era uma situação insana.

O monstro marinho havia saltado da água e usado seu peso como arma para tentar afundar os dois navios. O navio pirata, com a bandeira do Numero Seis, onde a mulher estivera sido crucificada na proa, recebera maior parte do impacto e rachara em dois. O navio da marinha parecia estar prestes a virar completamente. Era impossível para Calros saber qual a situação dentro deles, mas som de tiros mostrava que nem todos estavam mortos.

A criatura se balançava e causava ainda mais destruição a medida que começava a escorregar de volta para agua. Não havia um pedaço de madeira próximo para o ruivo subir, mas ele sentia algo roçando em seu braço. Era a corda que estava amarrada ao navio da marinha e que ele levara com sigo quando saltou dele.

O outro navio pirata, que estivera avançando, tinha o número um na bandeira. Nesse momento, no entanto, ele virava de lado e começava disparar com os canhões, e ao menos um tiro atingia a criatura, que rugia para o céu e mergulhava de vez. Com isso o navio do Numero Seis começava a afundar, o navio da marinha estava instável e bem frágil, enquanto o navio do Número 1 tinha seus canhões apontados para ele. Após a recarga certamente atirariam.




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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 5 EmptySex 21 Dez 2018, 15:17



Confusão
A confusão foi muito maior do que eu imaginava, o número cinco não agiu completamente como eu esperava e por isso conseguiu impedir não só que morresse de primeira, como acabou por machucar o tenente ao jogá-lo na direção do peixe carnívoro que vinha em nossa direção. Elrick teve um pedaço do ombro arrancado. Mas naquele momento eu não podia fazer nada para ajuda-lo, pois eu não só estava sem ar, por causa do meu contato com o número 5, como via o animal estranho que estava lá no fundo, um coelho peixe gigante. Então era este tipo de animal que existe na grand line. Não bastando toda a confusão, com a chegada desse coelho peixe, os peixes carnívoros acabaram fugindo de medo, o que já mostrava que não podia me dar ao luxo de brincar por ali. Quase morto sem ar eu finalmente cheguei na superfície após a “ajuda”, que quase quebrou minhas costelas, e vi o barco pirata, do número 6, rachado no meio por causa do coelho peixe ao mesmo tempo que o nosso barco quase virava. Bom, pelo menos o coelho peixe já nos livrava do número 5 e do 6 sozinho pelo visto. O tenente havia sumido e a corda para eu subir pro navio da marinha estava do meu lado.

Iria subir nela um pouco, para não ter risco de ser devorado à toa caso aquele bicho estivesse por perto, mas não podia subir tudo ainda, no meio do caminho iria olhar para a minha volta se eu conseguia ter qualquer sinal do tenente na água. Eu só vi o número cinco sendo devorado, talvez o tenente houvesse escapado, nem mesmo sei quão perto eles estavam um do outro na hora do ocorrido. Se não conseguisse ver o tenente na superfície da água em lugar algum, ou qualquer outro sinal dele, iria descer pela corda e olharia embaixo d’água por algum sinal do mesmo. Se não o encontrasse, aceitaria que o mesmo estava em algum local muito longe para salvá-lo no momento e o navio poderia precisar de ajuda.

Ao terminar de subir para o mesmo, iria olhar a minha volta o que poderia fazer para ajudar, o navio estava quase destruído e o navio do número 1 estava prestes a atacar. Caso alguém perguntasse sobre o tenente, gritaria. - Ele sumiu depois que o coelho apareceu! Talvez tenha sido devorado igual o pirata. Ele pode estar em algum lugar que eu não tenha visto, a última vez que o vi ele estava subindo para tomar ar. - Iria então ajudar o povo que estava manobrando as velas, o navio estava quase virando, precisávamos assegurar que o mesmo não iria tombar, se não teríamos que acabar invadindo e conquistando o navio do número 1, além de termos que sobreviver ao coelho enquanto fizéssemos isso. Iria tentar seguir a ordem do navegador/timoneiro para assegurar que as velas estavam na posição certa para o navio não virar e conseguirmos virar os canhões na direção do navio do número 1. Se ao invés de ser necessária à minha ajuda nisso, fosse requisitado primeiros socorros, iria olha a minha volta quem precisava de o mínimo socorro e partiria para ajudar.

Se o visse, olharia também onde estava o coelho peixe gigante. Ele era muito rápido do que imaginava e poderia ter descido só por um instante por causa do canhão, onde voltaria em seguida. Caso o monstro não estivesse por perto eu voltaria para pegar o máximo de ar possível e partiria na direção do tenente o mais rápido que eu conseguisse. Chegando no tenente, iria rapidamente segurá-lo com um único braço e partiria na direção da corda novamente. Dependendo de como ele estava, tentaria segurá-lo de forma que minha mão pressionasse o ombro dele para impedir que sangrasse mais. Caso outra parte do corpo estivesse sangrando mais e eu conseguisse segura-lo com um único braço e ainda tampar essa parte ao mesmo tempo seria o que faria, deixando assim o outro braço para me auxiliar a voltar nadando. Ao chegar na corda, precisava ver como estava a situação novamente, talvez o barco já estivesse virando e fosse perigoso subir. Sendo tranquilo de subir porque o barco ainda estava “inteiro”, iria pedir para o mesmo se segurar em mim caso estivesse acordado e iria subir a corda, onde lá em cima, teria que ajudar o mesmo com o sangramento do ombro e outros possíveis sangramentos. Caso ele estivesse desacordado o problema seria maior. Daria voltas no braço e nas pernas dele com a corda, onde tentaria prendê-lo de forma firme e começaria a subir a corda, ao terminar de subir puxaria o tenente para cima e o soltaria.

Se o coelho peixe estivesse próximo, mesmo que o tenente não estivesse se mexendo, eu não poderia simplesmente pular na água, sei que não tenho força para lidar com tal coelho... na verdade, me perguntaria se alguém na terra teria tamanha força, iria subir a corda do navio.

Ao terminar de subir iria procurar pelos canhões, precisava afastar aquele monstro do navio e do tenente antes que o mesmo acabasse por devorar o tenente ou destruir o navio, ambos os casos pareciam bem possíveis naquele momento e ambos eram péssimos, apesar de saber que o navio afundar era pior, por mais triste que pudesse ser abandonar o tenente. Além disso, precisávamos nos preocupar com o navio do número 1 que já estava pronto para atirar ou já teria atirado. Caso ouvisse uma bronca de algum superior por ter pulado já iria falando. - O tenente ainda está vivo, só precisamos afastar aquele coelho. Se salvarmos o tenente eu ter pulado já terá valido a pena. - E se a pessoa falasse que aquilo era loucura eu iria falar. - O tenente vivo é mais útil do que eu e que a maioria dos que estão aqui em cima. - E seguiria para os canhões caso a pessoa não me passasse alguma ordem que parecesse importante, o que provavelmente pareceria, principalmente caso o navio estivesse para virar, precisávamos tentar arrumar sua posição.

Caso o nosso navio acabasse por virar ou começasse a afundar, não teria muita escolha além de procurar por procurar grandes pedaços de casco quebrado que estavam flutuando para tentar ficar na superfície do mar e não a deriva onde o meu sangue poderia chamar pelos peixes predadores novamente.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 5 EmptySex 21 Dez 2018, 20:04


Com tudo que estava acontecendo, Calros aproveitava a corda que estava perto de si para se puxar até o navio, onde tentava subir com muito esforço e olhava em torno para ver se conseguia encontrar o tenente, mas sem resultado. Se deixando cair novamente no mar, ele olhava em torno e não via Elrick, mas conseguia ver a sombra do Coelho Marinho se movendo rapidamente debaixo d’água em direção ao navio do Número 1.

Voltando a tentar subir pela corda, ele podia ouvir a voz da Tenente Ju, em um tom que beirava o histérico – MEDICO!! LEVE ELE PARA A ENFERMARIA E CUIDE DELE!! E ME TRAGAM UM PAR DE ALGEMAS!!

Outra voz, uma que Calros reconheceria como sendo do timoneiro dizia – PRECISAMOS AJEITAR AS VELAS SE QUISERMOS SAIR DAQUI!!

Apenas quando ele conseguia passar da amurada e cair no convés sem jeito, é que ele conseguia ver a situação feia em que o navio se encontrava. Os mastros apesar de não estarem quebrados pareciam tortos e rangiam. As velas em sua maioria estavam rasgadas. Vários locais do convés estavam em pedaços, e no meio do convés tinham duas pessoas esparramadas com uma gosma verde as recobrindo.

A primeira que Calros reconheceria era a maior delas. O Número 5. Arfando intensamente e olhando para o céu, ele não reagia às ordens da Tenente Jú. Estava sem forças, ou talvez em choque que parecia ser o mais provável. A segunda pessoa era o marinheiro que Calros se esforçara para salvar, o Tenente Elrick. Esse estava inconsciente, e mais, o braço esquerdo estava faltando sangrando profusamente. O médico do navio se encontrava ao seu lado tentando trata-lo com um kit de emergência.

A Tenente tinha em mãos uma algema e pretendia prender o Número 5, e além deles apenas o timoneiro, o Agente do Governo e Yumi eram os sobreviventes. Todos outros estavam mortos ou haviam caído no mar sumindo. O Timoneiro e Yumi estavam tentando ajeitar as velas, enquanto o agente que tinha um grande corte no peito ignorava sua ferida e recarregava um canhão.

“BOOM” “BOOM” “BOOM”

O som dos canhões vindo do navio do Número 1 eram escutados, mas estranhamente nenhum tiro acertava. Atraídos pelo barulho, aqueles que olhavam podiam ver que o navio inimigo estava se mexendo de forma estranha, indo para cima e para baixo, como se algo estivesse batendo em seu casco, algo grande que eles sabiam bem o que era.

– Está certo... ele... ele não pode nos ver... sabe que estamos aqui mas... não pode... desde que saiamos daqui ele não deve nos seguir certo?? –
Sussurrava a Tenente com os olhos arregalados, aparentando estar também em um estado fora do normal, quase histérico.

Vendo aquela situação Calros ia ajudar Yumi e o timoneiro, e só nesse momento é que percebiam que o rapaz estava de volta. – Achei que estava morto! – Dizia Yumi com sua voz fina em um tom de surpresa, aproximando bem o rosto e farejando o ruivo.

- Bom! Bom! Vá na dispensa e traga o resto das velas reserva, precisamos aproveitar a chance para sair daqui. – Dizia o timoneiro que acabara de retornar do interior do navio com grandes panos brancos nas mãos. Aparentemente ainda haviam mais.

- Preciso de ajuda para leva-lo até a enfermaria. –
Soava a voz do medico que já tinha posto o Tenente Elrick numa maca, mas precisava de mais uma pessoa para auxilia-lo. A Tenente Ju já tinha prendido o Número 5, mas se encontrava tentando ajeitar o navio para que pudesse voltar a navegar assim que as novas velas estivessem erguidas. Dentro de si só havia desespero e a vontade de sair dali. Seus olhos estavam cheios de lágrimas mas sabia que não podia ceder naquele momento. Tinha que aproveitar que o Coelho do Mar estava ocupando o Numero 1 e escapar!

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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 5 EmptySex 21 Dez 2018, 23:22



Fugir primeiro
Eu tentei achar o tenente na água, mas simplesmente não achei. Sem ter outra opção além de subir para o navio novamente acabei vendo que o mesmo estava em uma posição muito pior do que eu imaginava. Ele já estava quase totalmente quebrado e pouquíssimos marinheiros pareciam vivos. Será que eu havia feito o certo pulando para salvar um homem que não conseguira salvar? Ou assim pensara, o mesmo estava no convés junto do número 5 e a tenente Ju já buscava algemas para prender o número enquanto gritavam chamando o médico. Elrick estava sem o seu braço, o que diabos havia acontecido? Bem, não importava, a gente precisava se apressar e sair dali antes que aquele coelho peixe voltasse. Ouvia tiros do navio dos piratas e a tenente falava algo que eu não entendia sobre o monstro não nos seguir porque não nos veria. Eu de qualquer forma, fui até Yumi e o timoneiro que estavam tentando controlar o navio. O mesmo pareceu surpreso de eu estar vivo. Bem, eu sentia fortes dores por causa das costelas, mas aquilo parecia fichinha perto de o que quer que os outros marinheiros haviam passado por ali.

Por algum motivo do destino, o médico e o timoneiro pareciam pedir ajuda ao mesmo tempo. Mas não adiantaria nada eu ajudar o médico e depois o coelho peixe gigante afundar o navio em sequência. Precisamos nos afastar primeiro. Iria falar para o timoneiro. - Já estou indo buscar as velas. - Falaria rapidamente e já iria correr para o armazém. Se desse tempo eu falaria para o médico enquanto corria. - Só o mantenha vivo enquanto não saímos daqui! Depois ajudo! - Eu tive que andar pelo navio antes e imagino que saberia onde elas estavam de cabeça. Pegando as velas, correria o mais rápido possível para o convés.

Ao chegar nele, iria olhar bem como faria para trocar as velas. Precisávamos soltar as outras velas antes. O navio tinha duas opções no caso, ou a vela é do tipo que é guardada embaixo e quando queremos usá-la puxamos uma corda para leva-la para cima, ou do tipo que é guardada em cima, onde precisamos subir para amarrar a mesma quando a guardamos, porém só precisamos soltar sua amarra quando quisermos utiliza-la.

Para o primeiro caso, já iria puxar as cordas que levariam as velas para cima e tentaria subir as escadas para o ninho dos corvos com a vela nova, pois teria que trocá-las lá em cima. Ao chegar lá em cima, iria verificar se era necessário sair em si do ninho para retirar as velas, ou se era possível fazer no mesmo, como os mastros pareciam meio tortos precisava ter essa certeza. Sendo possível trocar no próprio ninho de corvos, iria começar o procedimento para retirar as velas estragadas, onde no final, retiraria ela e jogaria as velas do outro lado do ninho de corvos para ter certeza que não faria uma burrada extrema como colocar as velas erradas. Ajeitaria com cuidado a vela nova, não poderíamos perder esta por algum descuido. Iria amarrar as pontas primeiro para depois amarrar o centro. E então liberaria a vela para podermos nos locomover. Caso o mesmo por algum motivo estivesse meio torto e não conseguisse assim atingir todos os pontos para soltar a vela antiga, iria primeiro para o lado mais difícil, onde subiria com cuidado no tronco torto e iria com cuidado até o canto soltar a parte que não alcançaria do ninho. Depois voltaria para o ninho tentando segurar a ponta da vela mais longínqua e soltaria a outra ponta, puxaria a vela rasgada por essa ponta e colocaria ambas as pontas apoiadas no ninho. E por fim soltaria o meio, onde puxaria em seguida toda a vela estragada para dentro do ninho de corvos. Pegaria a vela boa e amarraria a ponta mais próxima e em sequência os pontos em direção ao centro da vela até onde alcançasse do ninho, para então novamente me pendurar em cima do tronco e ir amarrando os pontos que não alcançava.

Para o caso onde as velas são guardadas embaixo, iria soltá-las com uma facilidade muito maior, onde só era necessário literalmente que elas fossem soltas e caíssem, só me certificaria que não havia ninguém para que elas caíssem em cima. E em seguida começaria a amarrar os pontos necessários, imagino que até fosse possível receber ajuda de outros ali embaixo, por ser mais fácil de trocar as velas nesta posição. Porém, caso fosse embaixo, mas a altura fosse maior do que o normal e quase ninguém alcançasse, iria procurar pelas cordas laterais que geralmente permitem que nos apoiemos nelas para que fosse possível trocar as velas lateralmente. Onde iria ter uma dificuldade maior para amarrar no centro da mesma. - Yumi, consegue amarrar no centro se subir nos meus ombros? - Iria perguntar, provavelmente havia um jeito mais fácil, mas pensar naquele momento não era algo que tínhamos que fazer necessariamente, precisávamos sair dali o mais rápido possível. E se ele aceitasse, ou soubesse outra forma mais rápida, iria simplesmente fazer de tal forma.

Quando acabássemos, iria perguntar para o timoneiro. - Precisamos de algo mais para sairmos daqui o mais rápido que conseguirmos? - E ouviria a resposta do mesmo atentamente, caso ele falasse que não era necessário, iria então até o médico. - Vamos levar ele para a enfermaria como você queria. - Diria, já olhando para a maca onde Elrick estava. - Como posso ajudar? - Perguntaria quando chegássemos na enfermaria.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 5 EmptySab 22 Dez 2018, 21:24



Vendo o rapaz ruivo respondendo que iria buscar as velas primeiro, o médico trincava os dentes revoltado. Percebendo que todos estavam ocupados e não o ajudariam, ele se levantava e com dificuldade puxava sozinho a maca do Tenente tentando leva-la até a enfermaria.

Indo até a dispensa, não era difícil para Calros encontrar o lugar com as velas extras já que havia feito um inventario do local mais cedo durante seu teste de promoção de patente, e o próprio timoneio deixara a área em volta desarrumada, demonstrando a pressa que estava quando as buscou.

Retornando para o convés, ele via Yumi e o timoneiro já trabalhando soltando as velas danificadas, que eram do tipo que se guardava em baixo, o que era uma boa notícia para eles já que facilitaria muito o trabalho. Se juntando aos dois, eles tentavam ser os mais rápidos possíveis, substituindo as velas e finalmente erguendo as novas.

Ao vê-las infladas pelo vento o timoneiro sorria, e ao ouvir a pergunta do Sargento, ele corria até o timão. – Os ventos estão soprando, o sol está brilhando, e nós estamos dando o fora daqui!!

O navio começava a se afastar, e mais um “BOOOM” era escutado. O agente havia disparado um dos canhões após muito tempo de preparo e ajustes, e para surpresa de todos, ele acertava o mastro principal da embarcação do Número 1, que ainda estava tentando lidar com o Coelho do Mar, sem muito sucesso. Com mais esse golpe, as chances deles de escaparem do monstro reduziam de quase nula para nula. Ou assim o agente pensava.

Se afastando, Calros tentava encontrar o médico e o Tenente, mas não os via. Ambos estavam na enfermaria, com o doutor fazendo o que podia para salvar a vida de Elrick enquanto fumava um cigarro.

O que Calros encontrava no entanto era os olhos do Número 5. O pirata estava olhando para o ruivo com puro ódio, como se culpasse o sargento por tudo que acontecera e pela sua situação atual.

Por um momento todos (npcs) ficavam em silencio, como se estivessem assimilando tudo que acabara de acontecer. A Tenente Ju que estivera tentando se manter composta até então, parecia finalmente ceder à histeria, ou loucura, e começava gargalhar. – KYYAAAAAKAKAKAKAKA!! - Mas estava clara que era uma gargalhada cheia de dor e desespero. – Eu tinha me esquecido... tinha me esquecido do quão insana a Grand Line é!! – Seus olhos estavam vermelhos e cheios de lágrimas. Se virando de repente para Calros, como se só agora reparasse que ele estava de volta, ela parecia realmente ter perdido a sanidade – E você? Gostou do seu mergulho? Teve uma boa recepção? KYYAAAAAKAKAKAKAKA! Bem vindo a Grand Line sargento, bem vindo a Grand Line!! – Ela terminava abrindo os braços e dando uma volta com o corpo, mostrando todo caos e destruição, tanto dentro do navio quanto fora dele. Mas para além disso, assim como o timoneiro dissera, os ventos sopravam, o mar e o céu eram azuis, e o sol brilhava.

– A Grand Line não é lugar para os fracos. A única forma de sobreviver e avançar é se tornando cada vez mais forte. Ou então perecer. – Quem respondia primeiro olhando para a mulher com um certo incomodo era o agente. Claro que ele não estava falando dos moradores comuns das ilhas, mas sim daqueles que ousavam navegar entre elas.

- Hmmm... não achei grandes coisas... – Dizia Yumi colocando uma mão no queixo enquanto fazia cara de pensativo. Ele era parecia não ter nenhum ferimento que fosse. – E você, Calros?

O médico saía da enfermaria com as mãos ensanguentadas. – Fiz o que pude, mas ele perdeu muito sangue. Agora só o tempo dirá se vai conseguir sobreviver. Sigh. – Apesar de estar chateado de não receber ajuda, ele não reclamava. No fundo também estava aliviado por estarem em movimento, se afastando daquele pesadelo. Mesmo que no fundo soubesse que estavam rumando em direção a outro. Não demoraria para que chegassem em Aracne Island, seria apenas questão de poucas horas.


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 5 EmptyDom 23 Dez 2018, 04:25



Já podemos relaxar?
O médico não ficou feliz com a minha decisão apesar de eu achar ela a mais lógica ali de longe. Conseguimos resolver tudo até com certa facilidade e então me via num barco todo arrebentado, porém que estava saindo daquele local finalmente. Não bastando isso tudo, o homem que eu tenho suspeitas de ser um agente acabou dando um magnífico tiro com canhão e derrubando o mastro do navio pirata do número um. Aquilo pareceu tão fácil que me impressionei com sua precisão por um instante, mas não cheguei a comentar nada. Até porque acabei percebendo que o número cinco me olhava com o mais puro ódio. Eu não tinha salvado o tenente, mas vi o pirata sendo devorado... - Como que os dois acabaram aqui em cima? Eu tenho certeza que ele foi devorado... - O como me parecia ótimo, mas queria uma confirmação ainda. Talvez por causa da minha fala, ou por outros motivos, todos começaram a entender tudo que havia acontecido. Eu inclusive.

Chegar foi até tranquilo, mas a situação em sequência foi tão absurda que eu me perguntava como que acabara tudo bem para mim. Sentia dores nas costelas, talvez elas tenham trincado e colocaria a mão em cima do corte que havia levado mais cedo, precisava tratar disso também. Acabaria ouvindo a pergunta da tenente Ju, mas não responderia na mesma hora, ainda estava processando tudo, os peixes carnívoros, um até mesmo com joias em sua cabeça, o coelho peixe gigante que estava para acabar com o navio do número um e que já havia acabado com o número seis e quase que com o nosso também. Entendia a raiva do número cinco por mim, mesmo não tendo salvo o tenente por conta própria, se não tivesse interferido o pirata teria simplesmente o matado afogado e estaria salvo. Mas a que custo eu fiz isso? Olhando a minha volta via que sobraram tão poucos de nós. Eu salvei um e no calor do momento até mesmo poderia falar que o tenente era mais importante que os outros, mas será que era essa a forma certa de agir? Ao ouvir a pergunta de Yumi iria parar por um instante. - Não diria que foi fácil... - Começaria a responder. - Não me machuquei muito, na verdade estou até bem intacto... mas mesmo assim não foi fácil. - A imagem dos peixes devorando os piratas surgia em minha mente. - Não sei se foi certo pular para salvar o tenente, mas não posso afirmar que seria muito mais útil por aqui. - A única certeza que poderia ter depois de tudo aquilo, era de quão ridiculamente fraco eu era. O pirata era bem mais forte do que eu e só me saíra bem porque ele estava muito ocupado tentando afogar o tenente. Aceitando isso tudo, iria pegar a minha máscara para boca, provavelmente encharcado por ter guardado comigo e a torceria por um instante, depois a sacudiria antes de colocá-la no meu olho direito, não pensaria muito em qual olho havia colocado ela por último, não teria importância naquele momento. - Só sei que preciso ficar bem mais forte se quiser sobreviver a esse inferno. - E dito isso olharia para cima, no ninho de corvos.

Não chegaria a subir ainda, pois estava preocupado com o tenente, foi quando então o médico acabaria aparecendo informando que não havia mais nada para fazer pelo mesmo. - Não temos condições de fazer uma transfusão? Qual o tipo sanguíneo do tenente? Talvez alguém aqui tenha o mesmo tipo. - Se ele falasse que tínhamos fica ao seu critério escolher o meu tipo sanguíneo e o meu fosse compatível com o do tenente, iria me voluntariar no mesmo momento. - Eu posso doar um pouco de sangue sim, eu quase não perdi por causa desse corte aqui. Estou tranquilo. - Falaria mostrando o corte que levei para o médico, seria até bom para o mesmo me tratar depois. Caso nem eu e nem ninguém tivesse o mesmo tipo sanguíneo, ou nem mesmo fosse possível realizar a transfusão, iria simplesmente aceitar e então subiria para o ninho de corvos. Não saberia dizer sem tentar, acho que eles devem ter rolado e caído durante a confusão e nunca mais os acharia, porém não custava tentar. Ao chegar ao ninho de corvos olharia se meus pesos para as pernas estavam por lá. Se estivessem os colocaria de novo, não sei se já havia dado tempo para minhas pernas sentirem qualquer diferença por causa dos pesos, mas pelo menos minha mente ficava mais tranquila.

Independente de achar ou não os pesos, desceria depois para tratar o corte e as costelas que provavelmente estavam trincadas, usaria esse tempo para pensar no que havia pensado até então. Caso já estivesse por lá por causa da transfusão de sangue, pensaria enquanto o médico fazia todos os procedimentos. No mar, apesar de não ter feito, eu tentara matar o pirata, eu sabia que em caso de vida ou morte acabaria pensando em matar o adversário sem hesitar muito, acho que já tinha visto reflexos disso em minha terra natal, mas não pensara que chegaria nesse ponto tão cedo na grand line. Eu havia subestimado demais o local. Said e tantos outros marinheiros simplesmente sumiram na situação, obviamente não precisava perguntar o que havia acontecido com eles. Quanto mais eu refletia, mais surreal me parecia toda a situação. Pulei na água para salvar o tenente, pensava que seria algo rápido e tranquilo, ele perdeu o braço, foi engolido, todos os piratas com exceção do número cinco morreram. Marinheiros morreram e eu só consegui ver tudo. A tenente Ju parecia ter um ataque, ao mesmo tempo que o homem que acho que é um agente estava tranquilo. Aquele tiro de canhão dele matou todos aqueles piratas com toda a certeza, eles não conseguiriam fazer nada contra aquele coelho peixe, se eu fosse forte, será que conseguiria salvar todos por lá? Ou isso é só fantasia? É impossível salvar todos por ser extremamente forte? Bom, não só isso, precisava aprender mais sobre medicina e sobre armas em geral, só saber utilizá-las não era o suficiente, um marinheiro que morreu não tinha uma simples bota, precisava então criar uma, sem desculpas. Uma nova meta era criada em minha mente.

- Obrigado - Diria quando o médico acabasse o tratamento. Havia muitas coisas para fazer. Caso não houvesse ido para o ninho dos corvos por causa da transfusão de sangue, iria então posteriormente ao tratamento e depois desceria. No convés iria traçar meu caminho até o armazém e nele pegaria uma mochila. O timoneiro havia informado que estávamos a poucas horas de Aracne Island, precisava estar preparado. Após pegar a mochila, um pouco de comida e uma garrafa de água, além de uma corda e a poronga. Depois faria várias mochilas de mesmo conteúdo para todos do navio, duvidava muito que o médico e o timoneiro fossem ficar naquele navio após tanta desgraça, além de que, ficar sozinho em uma ilha da grand line agora me parecia loucura. Após isso tudo, iria até a enfermaria e perguntaria para o médico. - Olá, posso pegar esses livros para ler na ilha? - Diria apontando para os cinco livros que estavam lá por causa de mim mesmo e de Elrick.

Com isso concluído, iria subir ao convés e perguntaria para ninguém em específico. - Algo que eu possa fazer para ajudar? - Se não houvesse, iria simplesmente esperar as horas passarem, esperando ver a tal Aracne Island.


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