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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Tchau North Blue

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MensagemAssunto: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 3 EmptyQua 26 Set 2018, 16:06

Relembrando a primeira mensagem :

Tchau North Blue

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 3 EmptySeg 05 Nov 2018, 00:52



Não, obrigado
Eles por pouco não acreditaram completamente em minha pessoa, graças a isso, fomos obrigados a ir com dois dos cinco até o quartel general da marinha. No caminho eles conversaram sobre a tenente Pollyanna e sobre o amor que um deles sentia por ela e que o capitão também sentia. Já havia ouvido esses nomes, mas não me importava tanto com isso para falar a verdade. Quando chegamos no quartel general a primeira pessoa a reagir foi Yumi que pulou no tenente e começou a conversar com ele como se fossem... não sei... parentes? A proximidade era parecida com de parentes mesmo e isso me fez excluir qualquer dúvida que eu mesmo tinha de Yumi. O tenente conversou comigo e com os outros marinheiros e tudo foi esclarecido. Não só isso, ficamos sabendo que o segundo endereço havia sido incendiado também e o morto do local possuía a palavra GANANCIA escrita por perto. Para completar, acharam o corpo de Marcela e a palavra GULA estava escrita junto de seu corpo.

Ouvindo o que o tenente havia me falado, eu logo sacudi a cabeça negativamente. - Não, obrigado... - Aquilo ia contra meus princípios de ajudar, eu ficaria ali parado? Não, mas não queria ir ver o corpo de Marcela. - Sei que não a conhecia a tanto tempo quanto o senhor e por isso você deve estar sofrendo muito mais do que eu.- Dando uma pausa e me lembrando do que tive que fazer mais cedo, acabaria falando de forma mais triste. - Mas Marcela era igual a minha mãe quando eu era pequeno, analisar a sua cabeça foi o suficiente por hoje... - Diria já relembrando a cena onde segurava a cabeça em minhas mãos e procurava por qualquer sinal de que não fosse ela e quem sabe pela minha cara ou pelo meu tom o tenente percebesse que já estava bom de ver qualquer coisa relacionada a ela naquele momento. Respirando fundo, perceberia que Elrick falou algo estranho. - Tenente, por que o senhor disse Cabo Marcela? E não sargento? Ou quem sabe só Marcela? - Indaguei principalmente por causa do termo, nunca havia ouvido falar de algo do tipo.

Enquanto isso, em minha cabeça tudo ia se juntando, ORGULHO, GANANCIA e GULA, três dos sete pecados capitais. O grupo se denominava como Os Julgadores, não tinha nem dúvidas mais de que eles tinham algum sistema maluco de julgar pessoas e mata-las por algum dos pecados, mas aquilo me soava não só absurdo como estranho, porque Marcela não parecia de forma alguma exagerar no termo de GULA. Após o tenente responder sobre a pergunta de Cabo, iria então perguntar. - Você consegue imaginar por que colocaram GULA junto do corpo de Marcela? Ela não parecia ser gulosa. - E então ouvindo a resposta dele, me curvaria em agradecimento podendo ver ele se afastando perguntaria para Yumi que me respondeu ser um médico legista. Pela primeira vez tinha uma indicação de que era um homem e não uma "médica". E ouvindo a pergunta dele não consegui deixar de sorrir. - Bem, eu estava tenso pela situação como um todo. Eu vi o corpo do homem pela janela e eu imaginava que poderia ter armadilha por todas as partes. A porta da cozinha com o quintal era o melhor lugar para por uma, então eu decidi passar pela janela. - Respondi da forma menos estranha que conseguira, eu estava achando ele estranho, mas não havia pensado em nenhum momento o que ele estava pensando de mim. - Por favor, depois me informe o que você descobriu. - Diria para Yumi.

Não ir com Yumi iria me fazer bem por um tempo, mas não me permitiria ficar parado sabendo que havia recusado ir ver o corpo. Iria para o centro médico e perguntaria para o médico no local. - Olá. Vocês possuem algum tapa-olho sobrando por aqui? - Não conseguia imaginar outro local para ter, pessoas que perdessem o olho poderiam procurar por aqui ou já recebiam aqui quando eram tratadas no momento que perdiam o olho. Se não houvesse, perguntaria. - E máscara para boca? - Essa com certeza teriam, dado que até para cirurgias utilizariam. Podendo pegar uma, eu a colocaria no meu olho esquerdo, pretendia ficar revezando. Não me importaria muito com o que o povo falasse de mim naquele momento, eu precisava acostumar meus olhos a verem no escuro. - Muito obrigado. - Diria para o médico quer ele pudesse ou não me dar a máscara ou o tapa-olho.

Sairia do centro médico e iria para a sala de treino da marinha. Se tivesse algum responsável por lá, perguntaria. - Posso pegar pesos para minhas pernas? - Se ele perguntasse o porquê de fazer isso, responderia. - Quero treinar minha aceleração e acho que colocar pesos nas pernas é uma boa forma de fortalecê-las aos poucos. - Se o responsável me passasse os pesos, até perguntaria já agradecendo. - E o(a) senhor(a) saberia algum método de me ajudar nesse treinamento? Estou pensando em fazer piques de corrida, mas não sei se isso seria rápido o suficiente. - Com as dicas, ou não, agradeceria como agradeceria ao médico e então sairia do local. Caso não houvesse ninguém por ali, simplesmente iria embora, pegar sem a permissão me pareceria errado.

Feito isso tudo, voltaria para o meu quarto, guardaria tudo, sairia para tomar um banho e então iria para a cama dormir, descansar depois daquele dia intenso para partir pela manhã na melhor situação possível.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 3 EmptyQui 08 Nov 2018, 16:59



– Sem problemas. – Respondia o Tenente ao ouvir a explicação de Lazo, apenas erguendo as sobrancelhas levemente ao ouvir sobre a semelhança entre a mãe do rapaz e Marcela. A próxima frase de Calros, ou melhor dizendo, pergunta, fazia com que o Tenente travasse momentaneamente balbuciando como se tentasse encontrar as palavras corretas até pigarrear e conseguir responder de forma coerente. – Ma ba é que... umrum... Faz pouco tempo que ela foi promovida e ainda estou me adaptando, quanto ao termo em si é um termo antiquado que caiu em desuso e não tem porque criar caso por isso.

A forma sem jeito que ele respondia fazia que parecesse um gato cujo rabo foi pisado, ou com uma criança pega no flagra fazendo algo errado. Yumi balançava a cabeça negativamente fazendo um “facepalm”, estando em completa descrença por dentro. Aquele superior dele era completamente descuidado. Felizmente a mente de Calros estava muito ocupada com os crimes dos Julgadores para insistir no assunto, fazendo outra pergunta e mudando o rumo da conversa.

- Sigh, a Marcela era uma verdadeira amante da boa cozinha, adorava experimentar todos tipos de comida e seu sonho era viajar pela GL provando os pratos típicos de cada região. E pensar que agora... – Não havia necessidade de terminar a frase. O clima ficava pesado e Elrick se afastava de vez, deixando a dupla continuar conversando, com Lazo explicando suas ações para Yumi.

- Ahhh realmente cuidadoso. E aqui estava eu achando que era só você sendo estranho. Mia culpa hek hek. – Respondia o jovem com sua voz fina andando em volta do ruivo como se estivesse analisando alguma criatura rara para em seguida se afastar também, indo em direção ao necrotério, apenas dando um joinha sem olhar para traz ao ouvir o pedido de Calros.

Já o ex pecador seguia para o centro medico, que devido a explosão de mais cedo estava parcialmente cheio de feridos. Dentre as pessoas indo para um lado e outro cuidando dos pacientes, ele conseguia chamar a atenção de uma mulher voluptuosa com cabelos e lábios da cor rosa e olhos que pareciam grandes demais para o seu rosto. – Boa noite. Tapa olho? Hik hik hik hik, esses jovens de hoje em dia certamente são engraçados. Temos cara de loja por acaso? – Perguntava ela rindo. – Aqui é uma enfermaria, vai encontrar gazes e esparadrapo se quiser.

- E máscara para boca? -

- Sim, isso é claro que nós temos. -
Dizia a mulher pegando uma e passando para o ruivo. Ela ainda abria a boca pretendendo perguntar algo, mas ao ver as ações dele, desistia. – Tsc. Cada vez mais estranhos. Onde esse mundo vai parar? – Se perguntava ela ao ver o rapaz indo embora.

Andando pelo QG, Calros passava em frente a uma porta fechada, mas onde a janela estava semi aberta. Dali duas vozes eram escutadas, uma feminina desconhecida, e uma masculina que pertencia a ninguém menos que o Tenente Elrick.

- É seguro falar?

- Claro que é? Quem acha que eu sou?

- Tsc. É por saber como você é que pergunto.

- Oras... você!!

- Hunf. Bom, as ordens permanecem. Descubra se foi apenas uma coincidência ou se ela foi descoberta e aproveitaram o caos para elimina-la.

- Mas não vejo como isso poderia ser. A cabeça dela foi entregue pelo grupo de piratas, a não ser que um agente estivesse entre eles... mas isso não faz sentido...

- Você já sabe que tudo não passa de um plano do governo para capturar os Números. O que significa que eles tem alguém infiltrado entre o grupo, e também que esses julgadores estão ligados aos Números de alguma forma.

O que é mais provável, terem descoberto ela e usado o ataque deles para se livrar dela, ou que tudo não passe de uma grotesca coincidência?


- Sigh. Yumi foi ver o corpo, com sorte vai descobrir alguma pista util. E pensar que para capturar os Números o governo está disposto a sacrificar civis inocentes.

- E isso te surpreende de que forma? Tsc. O número de inocentes que o governo está disposto a sacrificar para manter o status quo é muito maior do que a quantidade de mortos pela pirataria. De fato, assim como hoje, muitos dos que perecem frente a pirataria poderiam ter sido salvos se isso servisse ao interesse do governo. Mais alguma coisa?

- Amanhã embarcaremos rumo Aracne para fechar o laço em torno dos Números. Além disso um de meus subordinados, Calros Lazo, fez um comentário que me fez pegar a ficha dele. Ele é filho de um casal de pescadores aqui de Micqueot. E a mãe dele tinha a aparência da Marcela, ou melhor dizendo, a Marcela tinha a aparência da mãe dele...

- Você quer dizer que...

- Se me lembro bem a Marcela disse ter sido entregue ao pai ainda bebê por um casal de pescadores que eram pobres demais para sustentar mais de um filho.

- Isso parece complicado. Eu vou pesquisar desse lado, faça o mesmo daí mas não tem necessidade de contar ao rapaz enquanto não houver certeza. E mesmo que haja... aiai você só me traz dor de cabeça Elrick. Só dor de cabeça!!

A conversa tinha fim, e Calros seguia para o centro de treinamento, onde o contraste com o centro medico era óbvio. Ali, apenas uma pessoa estava presente, um mink Touro com quase três metros de altura. Um de seus chifres estava quebrado, e seu torso estava enfaixado, mostrando estar em recuperação de algum tipo de ferida. Um grande martelo de batalha estava em sua mão direita e ele movimentava o mesmo em um arco de cima para baixo com uma lentidão sem precedentes, quase parecendo não estar movendo na verdade. Com os olhos fechados, e os pelos encharcados de suor, era uma figura imponente.

- Posso pegar pesos para minhas pernas? -  Perguntava o jovem, sem receber uma resposta no entanto. Os equipamentos estavam organizados e não era difícil encontrar os pesos que desejava. Só restava saber se ele esperaria o Mink acabar seu treino ou se desistiria e tentaria em outro momento.







 

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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 3 EmptySex 09 Nov 2018, 02:58



Quê?
A resposta do tenente foi bem diferente do que imaginava. Termo antiquado? Nunca ouvira aquele termo antes... tudo bem que era novato, mas acho que nunca havia ouvido alguém da marinha ser chamado de cabo antes, ou alguém chamando alguém da marinha de cabo. Mas não tinha o que fazer quanto a isso, pois acabei por descobrir algo "melhor" para o caso. Marcela era cozinheira... as peças começavam a se encaixar melhor. A cozinheira era GULA, o médico era ORGULHO, o comerciante era GANÂNCIA. Claramente os julgadores estavam cometendo seus crimes com algo relacionado a algo que a pessoa fazia. Achei meio estranho uma marinheira ser usada para a GULA ao invés de uma chef profissional, mas talvez só queriam chamar a atenção da marinha. O tenente e eu nos separamos após ele falar do sonho que a pobre moça possuía. Respondi Yumi tranquilamente e acabamos por nos separar também. Indo até o centro médico, consegui uma máscara para boca e a coloquei no olho esquerdo como pretendia. A mulher parecia não acreditar muito no que eu havia feito. Saindo então foi quando algo inusitado acabou por acontecer. Não costumo ficar ouvindo conversas alheias, mas essa do Tenente Elrick foi muito estranha.

O mesmo estava conversando com uma voz feminina. Foram muitas informações de uma vez, algo sobre Marcela ser descoberta e morta por isso, descobriram o que dela?; sobre o governo infiltrado aproveitar-se da situação para isso; sobre os números... o que não entendi, quem matou Marcela foram os julgadores; sobre o governo matar inocentes, isso era possível?; mas nada disso me impactaria tanto quanto o final da conversa. Marcela contou para o tenente Elrick sobre ter sido entregue por um casal de pescadores por serem pobres demais para conseguirem cuidar de dois filhos. Eu não sei quão alta seria minha respiração naquele momento ou quanto barulho faria naquele momento andando, mas aquilo caiu como uma bomba em minha mente. Nem percebendo, meu corpo acabou me levando para o salão de treinamento que era onde eu estava indo antes de ouvir a conversa. A minha mente se enchia com a possibilidade de Marcela ser minha irmã. Fazia sentido finalmente ela ser tão parecida com a minha mãe.

Perguntei para um homem touro sobre poder pegar um peso, mas o mesmo estava tão absorto no treino dele que eu não obtive resposta. Mas aquilo não era um problema, eu fui até os pesos e coloquei vários nas minhas pernas. Começaria a andar ao redor da sala para aquecer meu corpo por um momento, depois de dar uma volta, iria me posicionar em um dos cantos e daria um pique até o próximo canto, nele diminuiria meu ritmo para andar para o próximo canto e ao chegar neste daria outro pique para o próximo canto e assim revesando até ver que o mink iria parar com o próprio treinamento. Quando ele parasse, iria perguntar. - Olá, gostaria de saber se posso ficar com esses pesos. - Falaria puando um pouco as barras das calças e mostrando os pesos escondidos por baixo delas. Se o mesmo falasse que não, ou que não era o responsável pelo local, iria mostrar uma cara de decepção pela situação. - Que pena. Mas obrigado mesmo assim. - Responderia e então daria mais duas voltas no mesmo ritmo que o anterior independente da resposta.

Durante todo esse treino, iria pensar no que ouvira, seria isso possível? Meus pais sempre foram boas pessoas e sempre fomos pobres... dava para imaginar realmente que passaríamos fome com mais um em casa, mas ao mesmo tempo me parecia tão errado isso de "dar um filho". Como que decidiram? Ela era mais velha ou mais nova? Eramos gêmeos? Aparentávamos ter a mesma idade ou bem próxima. Será que sortearam? Por um instante em algum dos cantos do salão de treino iria parar ofegante e bateria minhas mãos fechadas com força na parede de forma que somente a carne que fica logo abaixo do dedinho e o mesmo entrasse em contato com a parede não sei se tem uma descrição melhor ou um nome da parte da mão para descreve isso. Nada daquilo fazia sentido para mim, era só vender menos peixe e comer. Agora eu havia acabado de perder uma irmã que nem ao menos conhecera? Percebendo que ficar pensando naquilo não me ajudaria em nada, iria parar. Retiraria os pesos caso não pudesse levá-los ou caso o mink não fosse o responsável pelo local e os guardaria. Caso pudesse simplesmente continuaria com eles e assim andaria normalmente para o banheiro, onde tomaria um banho e faria questão de higienizar a parte dos pesos que ficaram em contato com minha pele, não consigo imaginar o cheiro que eles ficariam se nunca os lavasse.

Iria então para a cama dormir, eu precisava falar com o tenente com certeza, mas falar naquele momento me parecia pior, precisava antes não só aceitar melhor aquela informação nova que me foi jogada, como todas as outras informações sobre o governo e sobre os piratas. Uma boa noite dormindo iria me ajudar. Se Said estivesse acordado ainda no quarto. Comentaria com ele. - Cara, que longo dia que eu tive. - Falaria me jogando na cama, com os pesos, não iria retirá-los se não fosse para tomar banho ou higienizá-los, ou claro, numa situação que fosse claro que iria lutar, eles poderiam me prejudicar. - Você sabe de algo diferente do atentado que o quartel general sofreu? - Perguntaria se ele dissesse que também teve um dia cheio, afinal, diversos marinheiros foram mandados em scouts por aí. - Eu acho que eles são simplesmente loucos que querem atenção. - Responderia se ele me perguntasse algo sobre esse assunto. E caso ele me perguntasse algo mais detalhado porque sabia que eu havia saído em uma missão diferente. - Bem, sei que eles julgam as pessoas pelo que elas fazem e que tem relação com os pecados capitais. Mas não achamos todos eles, então pode ser que ataquem ainda. - E falando isso perceberia que partindo amanhã acabaria indo atrás deles também, quem sabe pudesse impedir tais crimes. Caso Said não estivesse no quarto ou simplesmente estivesse dormindo, iria desabar na cama e dormir.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 3 EmptySex 09 Nov 2018, 10:49


 A conversa que Lazo ouvira deixara sua mente rodopiando sem saber o que pensar. Eram tantas possibilidades, e as implicações eram terríveis. Ele não conseguia entender, mas não conseguia deixar de pensar nelas. Mas se tinha algo que poderia ajuda-lo a esvaziar a cabeça, seria o cansaço.

E acreditem, depois de quase duas horas correndo com pesos nas pernas, fazendo piques, era impossível que ele não se sentisse exausto. Transpirando e ofegando, ele via finalmente o Mink acabar seu estranho treino.

- Pode sim. – Respondia o Touro à indagação feita por Calros a respeito dos pesos. Com a permissão obtida, um banho e cama era tudo que o ruivo desejava, e era exatamente o que conseguia. Talvez até demais.

Ao chegar no quarto percebia que este estava vazio, Said ainda não havia retornado. No entanto, do sono profundo cheio de sonhos de uma vida que nunca tivera, com uma irmã que jamais conhecera de fato, ele era retirado a força, ao ser balançado pelo colega de quarto.

- Acorda cara!! O Aurora Boreal parte em dez minutos, o café da manhã já foi. Se você não correr vai acabar sendo deixado para trás!! – Dizia o homem, estando ele próprio já vestido e com uma mochila pronta. Vendo a confusão momentânea daqueles que despertam de um sonho realista, ele balançava a cabeça negativamente e saía do quarto.  

---

No porto um brigue com a bandeira e velas da marinha estava praticamente pronto para partir rumo a uma longa viagem. Os Tenentes conhecidos por Calros já estavam presentes supervisionando os marinheiros que ingressavam. Além deles, uma figura pequenina vestida de terno e gravata se encontrava presente. Uma chupeta pendurada no pescoço e um chapéu estiloso completavam o visual.

- Todos prontos? Não podemos nos atrasar! Tudo deve sair conforme o planejado!! – Dizia ele aos tenentes. De fato, aquele era o verdadeiro líder dessa missão, embora poucos soubessem disso.


Agente:
 
Off:
 


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 3 EmptySex 09 Nov 2018, 14:27



Partindo


O sol alaranjado estava brilhando de forma bonita enquanta o barco perdia velocidade, minha mãe já estava com tudo preparado como sempre para sairmos do barco e meu pai jogava ordens no ar onde qualquer um dos outros três tripulantes podiam facilmente seguir, mas claro que Mona ficava mais tranquila sentada na sombra apreciando a vista do por do sol no mar.

Após cumprir com as ordens sentei ao lado dela e assim acabava revezando entre olhá-la e olhar para o horizonte, aquilo simplesmente me fazia sorrir tranquilamente. Enquanto isso nos aproximávamos do porto após um longo dia de trabalho que por sinal havia sido muito produtivo. Marcela se aproximou de nós e assim começou a falar sobre algo que eu provavelmente nem me importava muito, acabava por ver a futura tia passando as mãos na barriga de minha esposa. Quem diria que daqui a pouco teríamos um novo membro na família.

Chegando em casa, vimos que os pais de Mona já haviam chegado, os dois mudaram-se para bem perto quando nos casamos e agora as duas famílias passavam quase todos os dias juntos, com exceção da hora do trabalho pois não era muito produtivo os dois barcos próximos demais. Quando meus pais abriram a porta para entrarem, vi alguns amigos se aproximando longe. Naquele dia iriamos sair para beber vinho do Adega One, nunca havia experimentado, mas um amigo meu falou que arranjara uma garrafa como presente de casam...

Naquele momento fui acordado as pressas pela voz de Said. Demoraria alguns segundos para começar a entender que tudo aquilo não passara de um sonho. Uma leve tristeza tomaria conta de mim e a mesma ia sendo trocada em seguida por uma raiva que me faria ver não só a imagem de Himeriko, como as cenas do crime dos Julgadores, essa talvez ainda mais forte por ser uma realidade mais próxima de mim naquele momento. Quem diria que acabaria criando algum tipo de lista de pessoas que quero prender. Esfregando as mãos nos meus olhos para tentar acordar, notaria que ainda não havia me acostumado com ter um "tapa olho" ali e pararia. O mundo real era tão distante da realidade que havia sonhado que me deixava num baixo astral bem maior do que o desejado. Levantando-me, pegaria... bem, não havia nada realmente para pegar, talvez só algumas mudas de roupas de marinheiro, como tanto o meu "tapa olho" quanto os pesos já ficavam comigo, além das luvas que acabara dormindo comigo também, não possuía outros pertences além da garrafa com um vinho vencido que não saberia para o que utilizar, talvez um dia eu precisasse tacar fogo em alguma coisa.

Fui então na direção do porto e acabei por ver o barco que iriamos partir, era um barco grande. Subi e vi uma criatura pequena, humanoide, vestida com um terno e ele falava sobre podermos partir. Ele que mandava em tudo aqui? Usando um terno... não era um marinheiro, era alguém do governo? Aquilo me faria pensar na conversa que ouvira do tenente Elrick. Precisava conversar com ele, olharia a minha volta procurando por sua pessoa, mas não iria em sua direção ainda mesmo se o achasse. Quando o barco começasse a se mover iria então olhar para trás e veria Micqueot sumindo no horizonte aos poucos. Eu já vira aquela cena diversas vezes. Na última vez que subira num barco e fora para o mar eu acabara vendo minha noiva gravida sendo esfaqueada na barriga e vários de meus parentes e amigos sendo mortos... não havia subido num barco desde então. Agora eu estava em um barco, vendo a minha cidade natal aos poucos sumindo, tudo para perseguir o que queria, que era, querendo ou não, vingança, por mais que não quisesse matá-lo se fosse possível prendê-lo. Quanta coisa podia mudar em tão pouco tempo. Mona não aprovaria aquilo e duvido que meus pais ou amigos aprovariam aquilo, mas aquilo realmente não parecia importar naquele momento. Prenderia os assassinos de minha irmã e depois continuaria a busca pelo assassino de toda minha família.

Caso recebesse qualquer ordem, acabaria por cumpri-la sem problemas. Era acostumado com trabalhar em um navio em movimento, então acho que no geral não teria problemas. Se Said estivesse por perto, acabaria comentando. - Não sabia que você viria com a gente. - Talvez alguém que viria não pode vir como Marcela, talvez a própria Marcela.

Após um tempo de reflexão olhando para a cidade sumindo no horizonte, iria respirar fundo, não da para só ficar pensando, eu precisava entender aquilo tudo. Iria então procurar por Elrick, ou até ele se fosse fácil de vê-lo. - Olá tenente... posso falar com você em privado? - Pelo jeito que a conversa dele foi ontem, ele não desejava que alguém soubesse sobre tudo aquilo, além disso, ainda tinha a teoria que Marcela caíra por causa de alguém utilizando o uniforme, não poderia me dar ao luxo de conversar perto de todos. - É sobre uma possível promoção, além de outras coisas. - Complementaria antes dele responder. Caso o tenente aceitasse, iria então com ele para o local que ele julgasse privado e então caso ele mesmo não começasse a falar antes de mim, falaria num tom mais baixo. - Senhor, sei que é errado. Mas ontem após passar pela enfermaria acabei por ouvir uma conversa sua com outra pessoa, uma mulher. - Daria uma pausa, acho que ele já entenderia naquele momento, mas ainda queria me certificar. - O senhor pode me dar algumas explicações daquilo tudo? Principalmente sobre Marcela e seus pais?

Caso qualquer pessoa me perguntasse sobre a máscara de boca que eu estava usando no olho, soltaria um riso meio bobo, sabendo que a pessoa acharia estranho. - Bem, eu quero me acostumar a ver no escuro e acho que isso seria uma boa para isso. - Quem sabe a pessoa que me perguntasse isso não saberia algum método diferente para tal.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 3 EmptySex 09 Nov 2018, 15:50



O sonho havia sido doce, levando Calros de volta a tranquilidade e simplicidade que vivenciara durante a maioria da sua vida, mas infelizmente, ele era arrancado até mesmo daquele sonho. Pegando os poucos pertences que possuía ele se dirigia até o navio que o levaria para terras desconhecidas, e uma vez embarcando procurava com o olhar pelo Tenente Elrick, apenas para encontra-lo o observando de volta. O homem estava logo ao lado do agente pequenino, e próximo a eles a Tenente Ju também era visível.

Lazo estava entre um dos últimos marinheiros a embarcar, e logo em seguida o navio subia a ancora, erguia as velas e começava a se afastar do porto e de tudo aquilo que o ruivo já conhecera. Mais melancólico que o normal, o ex pescador observava a cena, sentindo uma determinação de se vingar de todos aqueles criminosos que haviam interferindo em sua vida, a transformando no inferno atual.

- Cara, que que tu ta fazendo tapando o olho com essa máscara uahaha? Quase fingi que não te conheço. Mas vou quebrar seu galho e dividir essa vergonha contigo. – Naquele momento chegando com um jeito dominante, beirando o agressivo, mas obviamente brincalhão, Said colocava uma mão no ombro de Calros e tirava sarro de sua cara.

- Bem, eu quero me acostumar a ver no escuro e acho que isso seria uma boa para isso. -

- Tu é muito estranho mesmo. Bem que aquele guri estranho falou que você era ainda pior, tsc. – Completava o homem sem ligar se outros ouvissem suas palavras.

- Não sabia que você viria com a gente. -

- E tu acha que eu ia perder essa chance?? Cara, é a Grand Line! A Grand Line!! O mar mais perigoso de todos, onde a maioria dos piratas se encontra. A velocidade que vamos subir de patente lá é incomparável com as oportunidades que tínhamos aqui!! - Said estava claramente empolgado, e seus olhos brilhavam de excitação imaginando o futuro onde se tornaria um almirante poderoso.

- Vocês dois, vamos precisar de alguém no ninho de corvos para vigiar aproximação de inimigos. Vocês dois vão revezar com o Yatti em turnos de oito horas. Calros, você é o primeiro. – A conversa entre os dois era interrompida pela Sargento Hinna, que passava as ordens.

No ninho de corvos havia uma luneta apenas, e oito horas olhando para o horizonte debaixo da luz do sol não seria agradável, mas ao menos o ruivo já estava acostumado a trabalhar em alto mar. Antes de se dirigir para o local no entanto, ele percebia que o Tenente Elrick estava sozinho por um instante e ia até ele.

- Olá tenente... posso falar com você em privado? É sobre uma possível promoção, além de outras coisas.-

- Calros meu jovem, claro que pode. – Respondendo com naturalidade, o homem fazia um sinal com a mão indicando para o ruivo segui-lo, indo até uma cabine com uma pequena estante com livros, um mapa em cima de uma mesa, duas cadeiras e uma rede (de dormir) enrolada em cima de um baú.

Com a porta fechada, o Tenente se sentava, e ao ouvir o que Calros tinha a dizer apenas erguia as sobrancelhas, e cruzava os dedos sobre a mesa, sem falar nada no entanto. Por dentro, sua mente trabalhava a mil.

- Senhor, sei que é errado. Mas ontem após passar pela enfermaria acabei por ouvir uma conversa sua com outra pessoa, uma mulher. -

- O senhor pode me dar algumas explicações daquilo tudo? Principalmente sobre Marcela e seus pais?


O silencio que se seguia parecia gerar uma tensão quase palpável no ar, e por um momento Elrick parecia ter se transformado em uma besta observando atentamente os movimentos de uma presa que estava prestes a abater. Mas tudo se desfazia com um longo suspirar.

- Siiiiiiiiiiiiigh. Não sei quanto você ouviu, mas falando mais especificamente da Marcela, nós dois nos conhecemos havia um bom tempo e por isso eu sei da história de vida dela. Aparentemente os pais biológicos dela tiveram um casal de filhos gêmeos aqui em Micqueot, mas eram muito pobres, pescadores. Por coincidência um mercador rico de vinhos incapaz de gerar filhos estava à procura de uma criança, e o resto você pelo visto já sabe. Eventualmente ele se mudou para o East Blue. O pai de Marcela a contou essa história depois que a mesma ingressou na marinha, e por isso ela pediu para ser alocada aqui, queria descobrir suas origens.

Dando uma pausa, Elrick descruzava as mãos e passava os dedos pelo cabelo o ajeitando. – Quando você me disse que ela parecia a imagem cuspida da sua mãe, eu logo procurei sua ficha e liguei os pontos. Aproveitei para entrar em contato com alguns conhecidos para pesquisar mais a fundo, mas por enquanto não obtive resposta.

Mudando de assunto, dessa vez não havia pausa alguma, falando rápido ele prosseguia – Quanto ao que mais você possa ter ouvido, é melhor que esqueça rapaz, a não ser que queira se envolver em tramas e assuntos muito graves, sem ter a chance de voltar atrás ou escapar das consequências e de uma vida... turbulenta. Algo me diz que já existe muito no seu prato para querer acrescentar mais coisas.

Os livros que trouxe da clínica estão na enfermaria, e tem permissão para pega-los e utiliza-los enquanto estivermos viajando. Chegaremos em Aracne em sete dias, e lá uma nova missão será dada. Se já tiver realizado duas e quiser fazer a prova para Sargento, leve essa carta para a Tenente Hinna.


Pegando um papel e um potinho de tinta de dentro de uma gaveta, assim como uma caneta, ele molhava a mesma e começava a escrever. Sem olhar para Calros ele parecia não estar disposto a falar mais nada, mas ainda assim completava. – Mas se realmente quiser saber mais, quero que pense bem antes de me responder primeiro, o que você sabe sobre esse mundo que habitamos. Quem é a marinha e quem é o Governo Mundial. Quais as suas funções?

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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 3 EmptySab 10 Nov 2018, 00:22



Segundo Passo
Subi no navio e fui curtindo a minha nostalgia de deixar minha terra natal até que Said veio falar comigo. Conversar me ajudou a afastar aqueles pensamentos por um tempo até ser interrompido pela sargento Hanna que me informava que eu teria que fazer um turno de vigia de oito horas e que claro, eu era o primeiro, mas isso significava que eu iria sempre estar no turno das 6 as 14. No entanto, antes de começar meu turno fui conversar com o tenente Elrick. Ele reagiu de forma bem evasiva no começo falando que não sabia quanto eu havia ouvido, fiquei tentado a falar que ouvira desde o que era provavelmente o começo, mas deixei para lá, pois ele não parava de me contar várias coisas.

Na primeira parte da fala do tenente eu aceitava cada vez mais que Marcela provavelmente era uma irmã minha mesmo. - Me conte quando tiver mais informações por favor. - Falaria quando ele falasse que iria pesquisar mais a fundo aquele assunto. Depois disso ele acabou tentando evitar o assunto que havia conversado com a mulher falando que seria bom para mim evitar tais tópicos. Com certeza havia muita coisa que eu não sabia. E indo nesse ponto ele acabou citando os cinco livros de medicina que eu poderia usar para aprender depois durante a viagem. - Com certeza vou ler pelo menos um. - Diria com um sorriso que seria difícil para dizer o que eu estaria pensando. Tanta coisa ali me era estranha. E então me entregando um papel, pediu para que eu falasse com a tenente Hinna, mais uma vez ele se confundiu, Hinna era sargento. Mas agora eu já percebi que ele não era acostumado com as patentes. Elrick sem falar mais me olhando, me deixou uma pergunta sobre o governo mundial e a marinha. - Vou pensar sobre isso. - Falaria calmo e então sairia. Iria subir para vigiar, iria retirar meu "tapa olho", pois ele iria me atrapalhar a fazer a tarefa e eu não poderia deixar isso acontecer. A tarefa era chata, então iria ficar pensando em tudo que o tenente me contara enquanto ficava de olho no oceano a nossa vida.

A marinha sempre foi a minha visão de justiça, o governo me parecia algo mais fechado para a proteção do que os reis querem e por isso mesmo que no começo, quando a ideia de perseguir Himeriko surgiu, sempre tive preferência por ser um marinheiro ou caçador de recompensas. Elrick falou sobre papel de ambos, eu não saberia dizer exatamente o que o governo tinha que fazer, mas a marinha tinha que basicamente prender piratas e proteger a população, não me parecia muito distante disso. Caso eu avistasse qualquer navio, gritaria para o povo lá embaixo. - Navio a vista! A bombordo/estibordo/logo a frente/logo atrás da gente! - Caso o navio fosse um navio pirata, meu aviso seria diferente. - NAVIO PIRATA A VISTA! - O grito seria mais alto, mais potente que eu pudesse e então gritaria a posição que ele estivesse.

Caso tivesse algum navio pirata, já iria retirar os pesos da minha perna e então desceria para ajudar na proteção do navio. - Alguma ordem específica? - Perguntaria para qualquer sargento ou tenente que tivesse por perto, ou quem sabe até mesmo para o baixinho que parecia ser o líder daquilo tudo.

Se não visse ninguém com o tempo, quando acabasse meu turno, veria quem iria subir, se fosse Said, já colocando meu "tapa olho" perguntaria realmente curioso pela resposta. - Said, o que o governo mundial faz? - Perguntaria e olhando para baixo procurando pelo baixinho. - O "capitão" atual nosso aqui é do governo, não é? - Se ele me perguntasse o porquê da pergunta, responderia. - Não sei exatamente, curiosidade, acho que nunca vi um agente do governo até hoje. - Se não fosse ele e sim o tal Yatti que fosse fazer a vigia, simplesmente desceria colocando meu "tapa olho" e procuraria por Said para fazer as mesmas perguntas.

Após a conversa com Said, procuraria pela Sargento Hinna. - Olá, o tenente Elrick falou para eu te passar isso. - Falaria passando a carta para ela. - Quero realizar meu teste para sargento. Ele falou que precisava falar com você.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 3 EmptySab 10 Nov 2018, 14:41



  Após sua conversa com o Tenente Elrick, Lazo se dirigia para o ninho de corvos afim de realizar sua tarefa, passando as próximas oito horas vigiando o horizonte azul, e felizmente naquele dia, nada via de diferente. Na hora da troca de turno, era Said quem subia e o ruivo aproveitava para procurar saber mais sobre o Governo.

- Said, o que o governo mundial faz? -

- Ah cara, é como o nome diz. Eles são o governo do mundo, ou em outras palavras, eles governam o mundo. – Rindo e dando de ombros, o rapaz não pensava muito na pergunta e nem pretendia se aprofundar muito na resposta, mas ao se lembrar de algo, completava. – Meu pai me disse uma vez que no início haviam apenas 20 reinos, mas agora são mais de 170 reinos compondo o Governo Mundial! – Ele parecia realmente impressionado com isso, e seus olhos brilhavam em pensar no assunto.

- O "capitão" atual nosso aqui é do governo, não é?

- Hein?? Do que você ta falando? – Dessa vez Said parecia realmente surpreso, franzindo as sobrancelhas e olhando para baixo, como se procurasse o agente que vira mais cedo. Ele não ouvira a forma de falar do agente com os Tenentes, de fato poucos haviam escutado, e a maioria sabia melhor do que sair comentando a respeito. – Você deve ter entendido errado, essa é uma embarcação da marinha. Somos o braço militar do Governo Mundial, enquanto os Agentes do Governo trabalham em outra organização, Cipher Pool ou algo do tipo. Podemos trabalhar juntos, e ambos servimos ao Governo, mas deixar um Agente como líder de uma embarcação da marinha...

Ele não acabava a frase, mas o olhar que ele lançava a Calros era um de quem dizia: “Isso não faz sentido nenhum cara! Para de falar merda!” Ficava claro que só pensar nessa possibilidade incomodava Said, e pegando a luneta de uma forma meio brusca, ele a colocava no olho, observando o horizonte e indicando que não queria mais tocar no assunto.

Descendo do local, o ruivo procurava pela Sargento Hinna afim de realizar o teste conforme as instruções de Elrick, não encontrando dificuldades em encontra-la. Tendo pego o papel que havia sido entregue a ela, após ouvir o que Calros dizia e ler o conteúdo, a feição da mulher mudava um pouco. Uma sobrancelha começava e tremer, e havia um obvio incomodo tomando conta de si. – O que ele está pensando?? – Se perguntava ela baixinho. Suspirando fundo para manter a calma, ela dobrava o papel em três, e depois rasgava o mesmo, entregando apenas a parte do meio para Lazo.

- O seu teste vai ser composto em duas partes, a primeira teórica na qual terá que responder as questões desse papel. Você não pode comentar seu conteúdo com mais ninguém, nem procurar ajuda. Se o fizer, será reprovado. Tem uma hora para me trazer as respostas por escrito. Se passar, lhe direi a segunda parte do teste. Boa sorte. –

Na parte que fora entregue ao ex pescador haviam três questões apenas. O teste para subir de patente havia começado.


Teste Teórico:
 
Off: Segundo post de viagem

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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 3 EmptyDom 11 Nov 2018, 03:49



Teste Teórico
Após oito horas entediantes, acabei colocando meu "tapa olho" novamente e vi que Said que subia para o seu turno. Ao ouvir minha pergunta, o mesmo fez uma resposta meio padrão que não agregava muito ao que eu pensava. Ao perguntar de nosso capitão o mesmo acabou por esquivar falando que aquilo não era possível. Estranhei um pouco, o mesmo não parecia da marinha já que usava terno e gravata. Será que era alguma patente que não conhecia? De qualquer forma, acabei descendo e procurei pela Sargento Hinna. A mesma ao ler a carta do tenente soltou um simples "O que ele está pensando?", espero que seja por causa do que quer que ela tenha rasgado e não por causa da minha promoção.

A mesma então me passou um pedaço do papel e explicou que o teste seria dividido em duas etapas. A primeira teórica me faria responder as perguntas que ali estavam em até uma hora. - Obrigado. - Falaria já lendo a primeira questão. Ela era referente a uma tal ilha cheia de aranhas com um tesouro. Foi então que finalmente relacionei o nome da ilha que estava indo com a o papel, Aracne Island. Aquilo era um papel imaginando a ilha para qual estava indo. Será que todas as ilhas da grand line eram como aquela? Provavelmente não, mas já me fazia imaginar porque sempre falavam da grand line como se fosse um local para pessoas suicidas... de qualquer forma, aranhas gigantes? Precisava tentar domar uma delas. Parecia uma boa tentativa de praticar o que havia aprendido no dia anterior. Mas aquilo ficaria para depois. Apesar disso, a ilha também era bem escura, imaginei quanto meus olhos acostumariam-se com o escuro no tempo que ficasse no barco. A ilha era perfeita para um tanto de coisa que eu queria melhorar. Ao pensar nisso, acabaria trocando o lado que o "tapa olho" estava, movendo-o para o olho direito.

Caso não houvesse papel o suficiente para escrever as respostas, iria até a enfermaria e perguntaria para o(a) médico(a) local se ele(a) possuía algum lápis e papeis para receitas sobrando. Caso não possuísse, perguntaria para o responsável no local onde conseguiria. Se não soubesse, sairia por aí perguntando para todos se possuíam papel e lápis. Caso perguntassem porque eu queria papel e lápis, informaria. - Para o meu teste teórico para virar sargento. - Quando conseguisse, iria até o quarto que iria dormir e sentando em alguma mesa que tivesse por ali, ou no chão se não houvesse, começaria a pensar nas respostas para o meu teste.

A primeira pergunta me parecia meio perigosa de tão livre que eu estava para respondê-la. Sendo uma ilha coberta por aranhas, e sabendo que os criminosos estavam indo para lá, a primeira coisa que surgiria em minha mente seria a simples pergunta: Existe marinheiros por lá? Não me parece que marinheiros viveriam num local enfestado por aranhas sem fazerem nada. Até mesmo se fosse o caso, não haveria motivo para perseguir Os Números, poderíamos mandar uma mensagem para o quartel general e o povo de tal ilha já pegaria os criminosos de guarda baixa. Não só o problema do quartel general, ainda teria a própria situação, aranhas e escuro era um péssimo conjunto de fatores. Será que mesmo só preocupar com isso seria o suficiente? Nunca me imaginei indo atrás de um tesouro, não sei quão maluca pode ficar a situação. Pegando o papel começaria a escrever minha resposta.


1 - O primeiro passo seria ir até o quartel general caso houvesse um e perguntar sobre os itens abaixo. Se não existir um quartel general, seria interessante descobrir com algum marinheiro que já passara pela ilha se algum morador da ilha trabalha como informante para a marinha, pois informações sinceras ajudariam na realização do plano. Caso não houvesse, seria interessante tentar realizar alguma troca com algum morador pelas informações.

O primeiro item seria perguntar para os moradores da ilha se existe algo que espante as aranhas da ilha, poderíamos usar isso como uma proteção inicial. Havendo ou não, seria interessante saber também se as aranhas da ilha são venenosas e se a população possuí algum tipo de antídoto. O segundo item seria levar algum tipo de lanterna para iluminar nosso caminho, sendo uma floresta não seria inteligente levar qualquer tipo de lanterna a óleo.


Olharia então para a segunda pergunta e por um bom momento ficaria com a mão tampando meu olho destampado por estar apoiando o cotovelo na mesa e usando a mão de descanso para a cabeça. Me parecia totalmente errado usar os piratas de isca, mas eu agora sou um marinheiro, teria motivo para nos arriscarmos sendo que poderíamos usar eles de isca? Eu preciso subir de patente, preciso que a marinha me veja com bons olhos... não sei se ficaria tranquilo comigo mesmo deixando eles irem de isca, mas me parecia a "resposta certa" para a questão. Assim começaria a escrever.


2- Diria que a opção B ou A, por causa do mesmo motivo da questão 1. Se houver um quartel general da marinha na ilha, seria possível realizar a ação B e simplesmente esperar, não temos porque correr atrás de piratas que não estão realizando uma ação ruim no momento, poderíamos deixar eles a própria sorte. Caso eles não conseguissem o tesouro que desejavam, acabariam morrendo perseguindo o próprio sonho, caso saíssem com vida, nós poderíamos simplesmente prendê-los por serem piratas e obviamente alguma hora já terem praticados contra a população. Assim minimizando o dano aos marinheiros que enfrentariam piratas cansados ou machucados da ida a floresta. Caso não tenhamos mesmo um quartel general, não sobra outra opção além de usar então a ação A e usá-los de isca deixando-os irem na frente, temos que nos garantir que eles vão ser presos para não cometerem mais crimes no futuro e assim por não sabermos se a trilha de ida e volta do tesouro é a mesma, além de não conseguirmos vigiar toda a volta da ilha, seria necessária a perseguição no próprio tesouro.


Acabaria por olhar a terceira questão. Aquela seria a que me faria olhar mais incrédulo para o papel. Não conseguia nem mesmo entender porque a marinha ou o governo estariam atrás de um tesouro, o que diabos teria num tesouro que valeria a pena perder o tempo. Olharia para as minhas próprias respostas, pensando no que eu não havia pensado, mas eu nunca havia enfrentado situações como aquelas, não conseguia nem mesmo pensar em mais nada. Além de imprevistos sempre existirem, sempre seria possível realmente a missão falhar. Coçando a cabeça um pouco começaria a escrever meio descrente da minha própria resposta, não conseguia ver outra resposta para aquilo.


3- Assumiria a culpa por meus erros.

E participaria da próxima tentativa se possível como subordinado de alguém acima, fornecendo a maior quantidade de informação que conseguisse do primeiro erro.


Pessoas haveriam morrido por minha culpa. Não existe muita coisa para fazer, sendo um tesouro "importante", sabe-se lá porquê, seria necessário tentar novamente e novamente e eu provavelmente não continuaria no comando se tivesse falhado tão feio assim na primeira vez.

Com todas as respostas escritas, ou com o tempo se esgotando antes de eu terminar, levantaria e me alongaria por ter ficado um bom tempo escrevendo e então procuraria pela sargento Hinna. Caso a achasse, acabaria informando. - Aqui estão as minhas respostas. - Diria entregando o papel e esperaria as próximas informações.


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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 3 EmptyDom 11 Nov 2018, 18:26


O conteúdo do teste deixava Calros confuso com qual seria o objetivo daquilo tudo, mas ainda assim o rapaz procurava pelo navio por papel e lápis, conseguindo encontrar na enfermaria o que desejava. Inicialmente o médico do local, um senhor com um cigarro na boca e cabelos brancos devido à idade avançada, parecia não estar disposto a ajuda-lo, mas ao ouvir o motivo tinha uma mudança “repentina” de atitude e entregava o material para Calros.

Indo até a região dos dormitórios, ele se sentava em uma mesinha que ficava contra a parede, tendo uma janela acima que o permitia visualizar a água do mar. Outros marinheiros estavam presentes no local, jogando cartas, dominó, ou simplesmente descansando como Yumi por exemplo que também estava ali de olhos fechados, com um sorriso no rosto e baba escorrendo na bochecha.

O tempo limite para entregar as respostas estava chegando, mas felizmente Calros conseguia responder tudo e se espreguiçava ao levantar da cadeira. Procurando pela Sargento, ele a encontrava no convés dos canhões verificando as armas.

- Aqui estão as minhas respostas. -

Recebendo os papeis e lendo as respostas, a sargento não dispensava Calros, nem dava sinais do que estava achando. – Não há um Quartel General na ilha, e a única forma de manter as aranhas a distancia não estará disponível para o nosso uso. Você se esqueceu da importância de armas para defesa, por mais obvio que seja, é preciso garantir que todos estejam bem equipados. Quanto a antídotos, cada soldado terá duas doses. Já a forma de iluminar a floresta, concordo com você, mas infelizmente não temos outros meios e teremos que utilizar a poronga. Parabéns marinheiro, você passou no teste teórico, agora só falta o prático.

Com uma avaliação rápida, a mulher sorria levemente no final o parabenizando e passando mais um pedaço do papel que ela havia dividido em três anteriormente. Ali estava escrito as instruções para o teste prático. Sem esperar que Calros lesse, ela saia do local.


Teste pratico:
 

Planta aproximada do navio:
 
Poronga:
 

3 post em viagem

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MensagemAssunto: Re: Tchau North Blue   Tchau North Blue - Página 3 EmptySeg 12 Nov 2018, 18:22



Teste Prático
Tudo ocorreu bem no primeiro teste, consegui papel e o lápis, respondi tudo a tempo e apesar da sargento Hinna ter feito algumas correções no que eu havia falado, a mesma considerou que era o suficiente para continuar. Ela comentou de armas para proteção, mas como ela mesma comentou, era tão óbvio que não pensei ser necessário. Além disso, comentou que apesar da boa ideia, teríamos que usar uma poronga. Mas sabe, aquilo não parecia ter importância até ela me passar o teste prático, onde falava que eu precisava garantir que todos estavam equipados.

Bem, eu não faço a mínima ideia de como fazer essa tal poronga, e não podia recorrer a ajuda de outras pessoas, então por enquanto precisaria garantir o resto, daqui a pouco me concentraria nisso. Não sei também quantas pessoas estão no meu esquadrão nessa hipótese imaginada. Porém, todos precisam de uma mochila para carregar comida e água, não saberia o tempo que ficaríamos na floresta; os antídotos; além de uma caixa de fósforos, fósforos seriam uma boa para lidar com teias em locais que saberíamos que não tacaríamos fogo na floresta, já que não poderíamos espantar as aranhas de alguma forma, ou com o fogo das porongas apagando, pelo menos, pelo jeito que Hinna falou, elas parecem utilizar fogo; talvez algumas cordas, mas isso acho que não seria todos que necessitariam, colocaria em umas dez mochilas que deixaria separadas para ficar com uma e passar para os tenentes e sargentos. As armas, cada um teria que ter a sua, não sei como garantir que todos eles possuam armas além de simplesmente ordenar que peguem a deles antes de partirmos.

O primeiro passo seria descobrir quantas pessoas eu seria responsável na embarcação. Contando por base, já teria eu, Yumi, Yatti, Said, sargento Hinna, sargento Inno, tenente Elrick, tenente Li, o baixinho lá que não sei se é do governo ou não, mas obviamente teria mais pessoas, já começamos com nove. Andaria pelo navio contando os marinheiros, não contaria os civis que estão ali simplesmente para auxiliar a marinha como podem, pois eles não podem ir neste tipo de missão perigosa. Caso avistasse alguém sem sua arma, perguntaria para a pessoa. - Olá, estou fazendo a contagem de materiais do navio para uma missão que faremos em Aracne, o senhor utiliza qual arma? Possuí alguma com você? - Caso o marinheiro em questão não tivesse, iria anotar mentalmente quais tipos de armas precisaria arranjar.

Após a contagem, poderia começar a me preocupar com as outras coisas. Iria até o armazém do navio e procuraria todos os materiais que achava necessário. Veria se a quantidade de mochilas no local era o correto para a quantidade de pessoas e então me preocuparia com os outros itens, caixas de fósforos e quem sabe até aquelas porongas, olharia a minha volta olhando se existe algo... de metal? Provavelmente, para aguentar o fogo tranquilamente e você poder segurar sem problemas, de madeira iria ter muita chance de queimar. Já estávamos indo para Aracne, aquilo era um teste para sargento, talvez já soubessem que precisaríamos de alguma coisa do tipo e eu só precisaria contar para ter certeza que teríamos a quantidade desejada, ou só quisessem garantir que eu saberia fazer o trabalho que já teriam feito.

Voltando para as porongas. Não faria sentido ser algo que consome muito rápido... teria que ser uma lanterna a óleo ou tipo uma vela, teria que ter um recipiente para tal objeto também dependendo do que fosse. Sendo assim seria "fácil" visualizar no armazém se existia algo de metal que serviria de recipiente e algo que serviria como a boca de um fogão ou como algum local que guardasse tal vela. Se achasse, contaria quantos tem. Acabando, iria ver se as armas ficavam naquele armazém ou não.

Se tivesse, iria para a enfermaria e falaria para o médico. -Obrigado pelo papel, realmente me ajudou na primeira fase. - Diria e então olhando para os lados, como se procurasse alguma coisa. - Temos antídoto para o veneno das aranhas de Aracne por aqui, não temos? Poderia me informar quantos? - Registraria mentalmente o número.

Iria procurar então pelo armazenamento de água e contaria se existe pelo menos uma garrafa de água para cada mochila. Se anteriormente as armas não ficassem pelo armazém geral, iria procurar algum armazém de armas e verificar se as armas faltando existiam em quantidade o suficiente ali.

Acabando tudo, iria procurar pela sargento Hinna, onde acabaria por falar um relatório. - O navio tem tantas pessoas, dessas tantas não tem arma, mas elas existem no armazém. Os armazéns possuem mochilas, água e alimentos para todos. A quantidade de remédios necessária para todos. - Diria, talvez negando os pontos que não foram supridos, como "os armazéns não possuem"  ou "a quantidade de remédios é insuficiente". Continuaria então para o ponto das porongas, que dependeria de achar algo que bateria com qualquer coisa que eu havia imaginado. - Como eu não sei o que são porongas e não podia pedir por ajuda, eu achei um objeto no armazém que me parece ser, já que imaginei que vocês já teriam planejado algo do tipo. E existe a quantidade para todos os soldados. - Caso no entanto eu não achasse nada do que imaginava. - E você comentou sobre porangas, consigo imaginar que envolva fogo, até peguei fósforos pro caso de apagar sem querer, mas não sei o que é e não achei nada que me fizesse pensar que seria uma nos armazéns, não sei dizer se temos isso na quantidade desejada. Talvez tenhamos que arrumar em Aracne quando chegarmos. - Finalizando isso. Olharia para ela, pensando por um tempo. - Acho que é isso, não consigo ver mais nada.


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