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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ascensão

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Ascensão   Ascensão - Página 2 EmptySeg 24 Set 2018, 15:32

Relembrando a primeira mensagem :

Ascensão

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Grim, Asterin e Mégara. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Grim
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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão - Página 2 EmptySex 12 Out 2018, 17:29


Mad God

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O  interior da alfaiataria se mostrou mais simples do que o esperado, tanto nas vestimentas que eram exibidas para o público como na segurança no interior da loja, muito para o agrado do Olho de Corvo. Bem, ainda temos aqueles dois retardados lá fora... qualquer sinal e eles podem entrar aqui, espadas na mão e tudo, não? Era um risco, mas mesmo cogitando a presença dos guardas ainda seria cinco contra quatro, e teriam a vantagem da surpresa. Todas as peças pareciam se encaixar uma a uma, e àquela altura do campeonato esconder o sorriso macabro e cruel já se mostrava um desafio bem maior do que assaltar a loja, forçando o corvo a levar a destra até os lábios. Ainda não... vai ter tempo suficiente pra rir daqui a pouco, só mais um pouco... não precisa esperar muito, caralho.

Como eu disse, chegamo' na ilha tem pouco tempo, tá ligado? —diria, enfiando os braços nas mangas da vestimenta um a um. Descobrir mais sobre os nobres que pretendia sequestrar era uma das prioridades no momento; se eram gananciosos ou bondosos, diligentes ou preguiçosos, caridosos com a população ou não. Tudo serviria como um "mapa" para o jogo que visionava em sua mente estratégica —Eles andam muito nas ruas? Digo, entre o povo e tal? De onde eu vim, a galerinha' da nobreza ficava trancada dentro d'suas casas o dia todo. Imagina a merda que deve ser a vida deles? Não consigo sentar no mesmo sofá duas vezes, diga lá todos os dias —risonho, sentiria o tecido negro do novo manto lhe cobrindo a pele tatuada, ajudando o moreno à acalmar o nervosismo, mesmo que esperava algo a mais do que uma simples vestimenta de coloração escura. Vai servir, por hora. Talvez eu encontre algo mais fodinha' mais pra dentro da loja. Levaria a atenção do único olho até a porta atrás do balcão enquanto ajustava a manga ao pulso destro, jogando a ideia de como iria começar o assalto de um lado ao outro na boca, saboreando o fato de que em alguns minutos toda loja estaria coberta de sangue. O sangue deles ou o de vocês. Resmungava o corvo, sádico e do contra como de praxe, sobrevoando os cabides antes de retornar ao ombro de seu mestre. Aquele desgraçado do martelo ali, ele vai esmagar o teu outro olho, Grim. O vagabundo tem o ar de guerreiro, tenho certeza que consegue farejar daqui, seu cachorro. Não mentia. Os dois não demonstraram medo algum após a entrada de cinco estranhos no estabelecimento, denunciando a perícia que talvez possuíam quanto ao combate. Devem estar em alerta constante, talvez algo tenha acontecido aqui a pouco. Isso explicaria a presença daqueles guardas na porta... não custa perguntar.

Aproveitando o assunto, chefia... que porra rolou' aqui na rua? O recinto tá atolado de guardas até o rabo, mano. Se eles fossem cheirosos, tudo bem, mas parece que os malucos tomam banho semanal —invocaria uma voz mais amistosa para as perguntas com a intenção de não ferir ninguém, se mostrando o mais amigável possível naquela delicada situação. Seus banhos são anuais, ou se esqueceu disso depois que a princesinha de Wars te levou pra banheira? Apunhalou ele, deteriorando o humor do moreno que lutou para esquecer as palavras da alucinação, prosseguindo com um timbre rouco e impaciente: —Eu vi uma ruivinha pulano' uns telhado' 'gora pouco, uns guardas foram atrás dela... tem alguma coisa rolando' com isso? —o interesse causado pela chegada daquela mulher era claro, chegando ao ponto de ele cogitar até mesmo a possibilidade de ela se tornar uma aliada valiosa na destruição que pretendia causar na ilha naquele dia. Caos é um perfume sutil. Você pode sentir o desejo de mudança numa pessoa ao farejar ela, ao olhar em seus olhos, olhar a forma como ela se move. Alguns querem estabilidade no mundo, já outros...

Outros querem ver o circo pegar fogo.

Tô ligado' —responderia por fim, se suas perguntas fossem respondidas, rodopiando nos calcanhares na direção do restante do bando, se eles estivessem próximos —Acho que vamo' levar essas roupa, chefe, só um momentin'. Ver se o pessoal curtiu os bagulho' —envolveria o braço direito por trás do pescoço de Asterin, repousando a destra em seu ombro ao trazer a mulher para perto. Sussurraria então para seu pessoal de modo discreto e acelerado, confiando no avantajado timbre de liderança para que pudesse transmitir claramente o plano —Varric. Canto da loja, se esconda. Guardas podem vir. Atire neles. Raven, retaguarda. Meggy e Loirinha, sujeito do martelo —durante a fala, fingiria mostrar pra eles a textura da vestimenta que trajava, admirando as roupas dos demais no processo. Depois de passar as ordens, ergueria o tom da voz repentinamente, se virando para os dois mercadores de braços abertos, caminhando lentamente na direção deles —Heh', tudo certo, tudo n'linha. Vamos ficar com tudo aqui. Tu não s'importaria, né? —risonho, tomaria um súbito impulso ao flexionar os joelhos, rapidamente efetuando uma corrida na direção do idoso barbeado.


Fechando os dedos da destra, formaria um pesado punho vingativo ao trazer à mente a imagem do mancebo de mais cedo, rangendo os dentes ao envergar o manto da fúria completamente, se lembrando de cada insulto que o patife lhe disse. Sangue seria derramado ali, pois sentia como se pudesse enfrentar o mundo todo naquele momento. Ao arregalar o único olho que possuía, sorriria de modo macabro e perverso ao tentar intimidar o idoso antes de lhe entregar o punho no rosto, recuando o ombro esquerdo para atribuir ainda mais força de impacto no golpe. Caso o ataque venha a ter sucesso, saborearia o contato com a pele do outro, o toque avassalador de suas juntas contra o osso da cabeça alheia. Esse foi pelo teu filho, seu pedaço de merda fodida! A cabeça febril se incendiava de ódio, e já não conseguia enxergar nada além de inimigos. Morreriam todos que estivessem ali dentro com a exceção de um. Sim... apenas um, sempre um. Aquele que vai contar nossa história, espalhar nossa lenda. Um a um, e o medo vai se plantar na cabeça de todos eles. Um a um.

Acertando o golpe inicial ou não, tentaria rapidamente aplicar uma joelhada de direita nas partes íntimas de seu oponente ao continuar avançando contra ele, furiosamente agarrando o idoso nos ombros com ambas as mãos para impedir que ele se esquivasse ou se defendesse. No entanto, se mesmo assim o homem apresentasse uma resistência teimosa, lhe golpearia com uma cabeçada diretamente entre os olhos ao trazer todo o peso dos ombros para a frente, tentando cegá-lo com aquilo. Por fim, se até aqui só obtivesse sucesso, derrubaria-o ao chão com o corpo, imobilizando suas pernas ao se sentar sobre as mesmas e tampando sua boca com a canhota. Sobre ele, golpearia o homem na têmpora direita com um soco que partiria daquele lado, buscando desacordar o oponente antes que ele fizesse uma resistência maior. Golpearia quantas vezes fosse preciso para tal, não sentindo remorso nem piedade, afinal, estava fora de si, insano.

Caso ele tente se proteger dos ataques ao atacar primeiro, manteria os joelhos flexionados conforme se aproximava do idoso, se esquivando para o lado oposto do sujeito de martelo caso um soco ou chute viesse em sua direção, não querendo lutar contra dois oponentes ao mesmo tempo, mas continuaria se aproximando com ímpeto e coragem na direção do velho. Se fosse atingido, no entanto, lutaria para se manter no curso confiando em sua resistência nada inábil, agarrando o braço do velho se esse tentasse um soco ou a perna se fosse um chute. Dessa forma, imobilizaria ele ao ponto de melhorar as chances de atingi-lo da próxima vez. Ao segurar a respiração naquele momento delicado, tentaria habilmente golpear o oponente na garganta com um soco de direita ao se aproximar do mesmo, de um jeito ou de outro, seguindo aquele ataque com a famigerada joelhada de direita no meio das pernas e, por fim, finalmente tentando derrubá-lo ao chão para que desacordasse o sujeito de uma vez por todas, como havia planejado inicialmente. Três socos bem dados na têmpora deveriam bastar, e contava com o restante do grupo para eliminar os demais oponentes com o mesmo sucesso.

Na ocasião do pior dos casos ocorrer, esse sendo uma falha completa nos ataques ou nas defesas que o deixaria completamente vulnerável no restante da luta, se afastaria do idoso num rápido salto para trás, tomando certo cuidado para não ser atingido por nenhum ataque no percurso; sendo esse um soco ou chute por parte do velho ou uma martelada por parte do outro homem que não conhecia. De qualquer forma, se manteria afastado para analisar melhor o restante do combate na loja, pronto para agir em qualquer lugar que lhe fosse requisitado.

No evento em que seus ataques obtivessem total sucesso, no entanto, esse sendo a eliminação completa do idoso, se manteria abaixado para observar a situação na loja. Se o sujeito do martelo estivesse de costas para si, lutando com Mégara e Asterin como lhes fora pedido, avançaria contra ele pela retaguarda com a finalidade de lhe golpear diretamente atrás da cabeça com um soco pesado e carregado de direita, pisando firmemente no solo antes de trazer o punho em contato com a região vulnerável de sua cabeça, esperando que com aquilo pudesse ajudar as companheiras em sua luta. Não diria nada durante o embate, se limitando apenas a um riso macabro, histérico e constante que de forma alguma conseguiria se desgrudar dos lábios curvados e sorridentes, como um monstro se divertia ao perseguir sua presa.

A retaguarda devia estar sendo protegida por Raven e Varric naquele momento, mas duvidava da eficiência que eles poderiam ter na entrada dos guardas. Se Raven fosse derrotada facilmente poderia ser um risco gigantesco para a balança delicada da batalha, portanto, se obtivesse sucesso em desmaiar o velho, avançaria rapidamente na direção da ceifadora para que pudesse ajudá-la contra os guerreiros de armadura. Àquela altura, silêncio já não mais importava, e por isso se sentia livre para gritar como uma fera insana na direção dos homens, fazendo uso da voz avantajada para amplificar ainda mais sua intimidação, rugindo. Tendo sucesso ou não no ato, faria uso da visão avantajada para ficar de olho no primeiro ataque que viesse contra si por parte das espadas alheias, flexionando os joelhos rapidamente para uma súbita esquiva para a direita se o corte viesse verticalmente. No caso de ser um corte horizontal optaria por ser ousado - avançando para a frente assim que percebesse o intuito do ataque do guarda. Faria o mesmo se conseguisse se esquivar do corte vertical, se assim fosse, e de um jeito ou de outro tentaria se aproximar do oponente com ódio no olhar e fome nos punhos.

Se solte das suas correntes. Deixe a fera escapar, sedenta por sangue, caos e morte. O Flagelo nunca descansa, e seus inimigos nunca deixam de chamuscar. O corvo tagarelava, sua voz ecoando pela mente vazia do caolho como uma profecia sem sentido, sem peso. Esperava à essa altura já estar sobre um dos guardas, e portanto tentaria lhe golpear diretamente no rosto com o punho direito, visto que o restante do corpo provavelmente estaria coberto de aço e extremamente protegido. Você é terror. Você é destino. Você é quem queima as colheitas e traz as pragas. Ès quem semeia os campos com sangue e colhe os ossos daqueles que caíram. Abraçaria o guarda de surpresa, se fosse possível se aproximar dele, não deixando com que o homem tivesse espaço para utilizar sua espada de modo eficaz. Tão próximo, abocanharia o pescoço do sujeito como um lunático, rasgando pele e carne com os dentes amarelados, sempre segurando o corpo do oponente para que não escapasse.

Hist;:
 

Off:
 

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Mégara-
Pirata
Pirata
Mégara-

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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão - Página 2 EmptySab 13 Out 2018, 20:03


Keep calm and


MATE UM ATEU

N
ão havia encontrado nada de seu agrado, suspiraria, olhando para seu capitão por cima dos ombros. Um pequeno nervo abaixo de seu olho estalaria, o reflexo dado pelo nervosismo a faria disfarçadamente coçar a tatuagem da serpente desgastada no pulso, a cauda quase desaparecida, salva apenas pelo fato de seu contorno ser negro. Quando olhava para a tatuagem, por vezes podia jurar que as duas cabeças da cobra se mexiam. A lança que até então estava em cima de seus ombros, ao coçar da tatuagem, tornaria à ficar posicionada com o cabo de madeira ao chão, de pé, enquanto sua ponta estirava para cima. Estava às ordens.

“Matar ateus, queimar igrejas, isso é o que faz um bom profeta. Faz parte dos mandamentos”.

Ouviria os comandos de seu capitão o quão atentamente pudesse, nunca foi uma boa lutadora ou que se destacasse, mas desde Wars estava um pouco mais preparada para situações como aquela, ou assim pensava. Respiraria fundo, e antes que seu capitão avançasse contra o homem do balcão, miraria rapidamente a lança na boca do rapaz com o martelo, aproveitando a brecha do mesmo ainda estar possivelmente desarmado como antes, estocando assim a lâmina da arma contra a boca ou garganta do homem, na tentativa de evitar gritos, à princípio, todos estes eram pra ser movimentos rápidos, na expectativa de pouco barulho dentro da loja, deixando qualquer outro espaço de finalização para a loira. Antes disto tudo, ainda, confiaria sua cobertura à Asterin, esperando que o dragão a ajudasse nos espaços entre seus movimentos onde não podia ter imediata reação.

Se assim o primeiro inimigo fosse finalizado, iria auxiliar Grim com o alfaiate, esperando qualquer lacuna para que o velho fosse certeiramente atingido pela lança em qualquer que fosse a parte de seu corpo, no entanto, se ele a atacasse, bloquearia os golpes erguendo o cabo da lança em horizontal, esperando um intervalo entre os ataques para girar a arma em mãos e acertar a lateral do homem, próximo às costelas. Se ele a acertasse antes disso, tomaria pouco espaço para flexionar velozmente um dos joelhos, investindo com a lança de baixo para cima, buscando então um golpe mais direto.

Caso a primeira tentativa falhasse e seu adversário ainda sendo o rapaz do martelo tivesse a iniciativa, apelaria para a esquiva ao invés do bloqueio, sabendo que o martelo poderia quebrar facilmente o cabo de madeira da lança, se ainda assim fosse acertada, recuaria alguns passos caso conseguisse e tentaria um ataque mais distante, segurando a haste da lança na horizontal, tentando movimentos rápidos e diretos contra o estômago do homem, esperando que também nessa brecha, Asterin o golpeasse.

Numa terceira situação, preveria ainda que se soldados adentrassem o local, e passassem em uma grande quantidade pelas defesas de Varric e Raven, deixaria então o rapaz do martelo com Asterin, que certamente teria mais mobilidade e agilidade contra o martelo do que Mégara tendo de se mover com a lança naquele momento, faria então a cobertura da loira contra um dos soldados, ao menos. Tentaria um ataque mirando no peito, segurando o cabo da arma com ambas as mãos de forma que o golpe fosse mais firmado e certo no local onde pretendia acertar. Se o inimigo tivesse a iniciativa, continuaria com a defesa de praxe, bloqueando com o cabo da lança, para em seguida tentar novamente o ataque em seu peito.

Se continuassem assim a vir soldados, deixaria então que a iniciativa fosse deles, se esquivando e bloqueando no começo antes de iniciar mais ataques.


Off;:
 

Δ




.Informações gerais;:
 

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Hawke
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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão - Página 2 EmptyQua 17 Out 2018, 20:01




Golden Dragon
You're standing to close to this flames





Sentia os dentes rangerem e a visão escurecer com o barulho dos tiros, sem conseguir conter o susto. “Agora não caralho” merda, merda, merda, o suor escorria do lado da cabeça.

O som enevoava a cabeça, não as balas atingindo seus alvos ou as respirações rápidas de dor, mas os estalos, tiros, para seu Capitão e sua companheira lanceira, não era um aviso, era um abate.

Então tentem, seus filhos de uma puta.

Aquilo não iria pará-lo, assim como a raiva não me pararia de desejar quebrar as paredes com a cabeça de ambos. Em boa hora, o outro, fazendo jus a seu ar de capanga, veio como um vulto fantasma, e atacou Mégara primeiro, o mero som do golpe sucessivo fazia o sangue subir a cabeça como uma erupção de ódio.

“Rasge-o” Queria obedecer, afinal era o erro de que meu martelo de cinco dedos precisava para lhe atingir o abdome, aproveitando cada segundo que teve para balançar as entranhas dentro do corpo, mas a cria de rato era rápida, perceberia ao vê-lo voar para bem longe de outro golpe.

- Foi na escola de luta dos príncipes seu merda?- Sorriria do pior modo que conseguisse- Tá com tanto medo de tomar uma porrada que já correu pra’ longe?- Procurava chamar a atenção com sua voz, ao mesmo tempo em que deixava os ouvidos cuidarem de qualquer movimentação agressiva para desviar ao lado contrário de qualquer golpe ou martelo arremessado que pudesse receber. Contava com ajuda, e que seus poucos segundos de diálogo fossem úteis à quem quer que tomasse o primeiro passo, eu certamente tomaria o segundo.

E correria, com a Adrenalina que restava no pobre e violento ser. Perceberia a presença de seu companheiro atrás de seu inimigo e se percebesse qualquer indício de ajuda, continuaria a avançar em direção ao homem, atenta à um ataque horizontal que a levaria para baixo e para a esquerda em uma esquiva, ou um ataque vertical que o esquivaria para o lado esquerdo e para cima novamente, mesmo que ele se virasse para Grim, acharia o intervalo entre o ataque que conseguisse passar para trás de suas costas, lançando um golpe em sua costela e com a mesma mão, dobrar o braço e lançar outro golpe em direção à sua cabeça, e caso recebesse ajuda, lançaria este último golpe em seu ombro para desestabilizar sua arma.

Se tivesse o famoso sucesso dos vagabundos e fizesse meu oponente bater as botas, me desdobraria com uma risadinha para a outra esfera de luta, os guardas, não antes dos atentos ouvidos que captariam sons de movimento ao longe.

- Tem mais filhos da puta dentro dessa merda-
apontaria para o interior da loja com o tom de voz o mais baixo possível para quem quer que esteja mais perto de si. Perceberia que parte deles talvez não fossem soldados, mas aquilo resumiria o quê precisavam fazer.

Cair fora. Agora


Pararia com a fala de Mégara, virando-me para os guardas e rindo como uma desgraçada, mas atenta com os ouvidos–Deram adeus a seus filhinhos hoje?

Aquilo de certa forma me possuiria, começando à ‘soluçar risadas a torto e à direta. Entregando a visão às trevas como deveria ter feito, pegaria o oponente de Raven, que assim como sua estratégia com sua lanceira, esperaria que desse seu passo primeiro, para buscar uma brecha por baixo dos ataques e lançar seus ataques onde a armadura não cobria, não para derrubá-los, duvidava que aquelas manoplas fossem fazer algo com tal armadura, mas suas companheiras com suas devidas armas fariam, e então precisaria de meus ouvidos atentos para ‘adivinhar a hora de sair da mira dos guardas, serviria de bom grado de distração se precisasse..
Info:
 




Hotter than the sun
ψ

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NIGHTINGALE


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Última edição por Asterin em Seg 05 Nov 2018, 14:27, editado 2 vez(es)
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Boreal
Pirata
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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão - Página 2 EmptyTer 23 Out 2018, 20:02

~ Músicas Tema

- Ah, eles estão sempre pelas ruas, mas sempre cercados de guardas. Ainda mais atualmente... - Os protagonistas poderiam deduzir que o homem tinha um ar pensativo, apesar de sua expressão não denotar isso diretamente. Os cabelos cobrindo os olhos acabavam por lhe esconder bem a expressão.

Quanto mais o grupo permanecia ali, mesmo que não revelassem diretamente, mais ficava subentendido que as intenções deles não eram simplesmente comprar roupas. Grim até vestia a peça que havia encontrado, se deliciando ao sentir o tecido de algodão sobre sua pele, e o tomara-que-caia realmente ficava estonteante na Dragão Dourado.

- O Reino de Lvneel já não é mais o mesmo. A criminalidade tem aumentado cada dia... Mas eu tenho certeza que nosso rei tem feito o possível para mobilizar seus guardas. E, graças a Deus, Os Apóstolos têm nos ajudado bastante com isso. Mas temos que permanecer alertas. - O garoto de verde respondia diante da pergunta de Grim, respondendo-lhe também a outra, que fazia menção da ruiva que ele havia visto pelos telhados, perseguida pelos guardas. Asterin, somente ela, neste instante, com sua audição aguçada, ouviu ao longe o barulho do tiro de uma arma pesada. Talvez não um canhão, mas algo potente sim. As coisas talvez fizessem sentido. - Provavelmente mais uma marginal. Eu espero que a justiça seja feita. O povo não aguenta mais caos.

O Corvo parecia ter compreendido, e se virando para o resto do grupo, num abraço que era mais útil do que fraterno, explicava com poucas e disfarçadas palavras o plano. Mas Mégara viu, de canto de olho, o bárbaro sacando o martelo e o homem pegando um rifle. Asterin ouviu. - Piratas... - Em tom confirmativo, do garoto de cabelos que cobriam os olhos. Tudo ao mesmo tempo. Aparentemente ela não era a única de audição aguçada.

No instante que Grim abriu os braços, se virando para os homens, um tiro lhe raspou a lateral esquerda do abdome e fez-lhe sangrar. Não era um ferimento muito grave, mas era algo ainda assim. Quando o homem de meia idade vira o caolho vindo em sua direção com um semblante demoníaco, não titubeou, ergueu o rifle de cano duplo e disparou diversas vezes contra o pirata. Um dos tiros, ou seja dois projéteis, lhe acertavam o ombro direito e se alojavam em sua carne, queimando-lhe por dentro. Um outro raspava no antebraço direito, ferindo, mas não o suficiente para sangrar. Outros dois passaram pelo homem de cabelos negros, como o bárbaro, que já fora diretamente na direção das meninas vendo que seu chefe cuidaria do Corvo.

Mas, apesar dos tiros, o punho do pirata se encontrou com o rosto do homem de meia idade, fazendo com que um fio de sangue jorrasse no instante do golpe, mas não o fazendo parar. Enquanto recebia uma joelhada nas partes baixas que o derrubaria no chão, o homem dava uma coronhada com seu rifle na cabeça de Grim, causando-lhe uma extrema dor. Provavelmente levantaria um galo. - Morra, vagabundo! - Ele dizia, determinado ao dar o golpe, pouco antes de receber. - Uhhh...

Uma cabeçada o tonteou, abrindo um corte em seu supercílio que começava a sangrar. Mas Grim não parava e, jogando-lhe para o chão, via o homem mexer as pernas desesperadamente, num semblante misto de dor e ódio pelo pirata. - V-Vocês vão morrer, bandidos vagabundos... - Eram as palavras antes de um soco que empurrara seu rosto para o lado. Quando se via, o Corvo, maníaco, golpeava-lhe mais duas vezes antes que desacordasse. Seu punho ficava sujo do sangue do supercílio do inimigo, que ainda escorria manchando a face inconsciente do mesmo. Não era um guerreiro, mas também era muito hábil com uma arma para o que se espera de um cidadão comum.

Enquanto Varric ia pro canto, Raven para as costas do grupo, e dois guardas com armaduras, escudos e espadas vinham para combater-lhes, Mégara e Asterin notavam a corrida rápida do menino de verde, cujos olhos cobertos de cabelo não impediam de avançar erguendo seu grande martelo. Mégara até tentava se esquivar, mas era pega de surpresa por dois projéteis atirados pelo homem de meia idade, que lhe a extremidade da coxa direita, se alojando dentro da carne da menina e fazendo-a fraquejar por um instante. O instante que o inimigo precisava para descer seu martelo em um movimento diagonal no ombro da menina, que causou grande dor e a jogara, desequilibrada, contra o chão.

Mas também era o instante que Asterin precisava. Um soco preciso no abdome do homem em meio ao movimento o fizera provavelmente sentir dor e perder o ar, a julgar pela reação que demonstrava. Mas ele não parava e, completando o giro após o movimento, conseguia se esquivar do segundo ataque da Dragão Dourado, tentando golpeá-la na horizontal com um movimento em arco com seus braços, com o martelo. Ela se esquivava, sendo acertada de forma parcial, mas muito leve, em seu abdome, sentindo o raspar da arma ali e uma leve dor, mas nada que a parasse.

Mirou, no mesmo instante, um soco na têmpora do bárbaro. Mas ele também era rápido, e conseguia saltar para trás e se esquivar, encarando a mulher. Ou melhor, ela não sabia se encarando, afinal seus olhos estavam cobertos pelas madeixas castanhas. Mas ela julgaria que sim, e pelo que ela podia notar do semblante, em sua parcialidade, parecia demonstrar que não estava muito feliz, mas não dizia nada.

Ao mesmo tempo que tudo isso se desenrolava, Varric e Raven travavam um combate com os dois guardas que chegavam no lugar, a segunda mais diretamente do que o primeiro. O combate era desigual. A menina, com sua foice, tentava acertar os homens em algum espaço, mas eles eram extremamente reforçados e conseguiam bloquear todos os golpes, fosse com a armadura, com o escudo, ou com a própria espada. E passavam cortes limpos na menina, que já recebia dois em seu abdome, e um de maior extensão em um dos braços, enquanto que seu sangue pingava cada vez mais no chão.

Um dos guardas ergueu a espada para decepar-lhe a cabeça, mas um tiro Varric conseguiu acertar em meio a toda aquela defesa, mirando de forma certeira um ponto exposto na articulação do cotovelo do homem. O tiro acertou-lhe o braço, e o fez atrapalhar o golpe. Raven se abaixava e com isso esquivava, passando a sua lâmina de ceifadora na perna do homem, lhe abrindo um corte pequeno, mas pelo menor era algo.

Tudo ocorria ao mesmo tempo, e não havia segundos possíveis para que uns interferissem na luta dos outros naquele instante. Mas, neste ponto, Asterin captava com seus ouvidos privilegiados o barulho de passos pesados vindo de dentro da instalação da alfaiataria, muito parecidos alias com o barulho dos passos dos guardas que entraram a pouco, mas aparentemente em maior quantidade. Dobro, triplo? Talvez. Era difícil mensurar, pois também haviam outros passos, mais sutis, provavelmente de pessoas na parte de dentro não armaduradas, e elas lhe pareciam correr.

Ferimentos:
 

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Grim
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Mad God

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O som do vingativo disparo ecoara pela mente vazia, apanhando-o numa surpresa claramente estampada na face incrédula. Não de dor, por enquanto, mas sim de uma admiração tingida de fascínio e requintada de espanto. Ele atirou em mim? Esse merdinha? encontrou a voz no carmesim da mente quando a lateral esquerda do abdome se encheu de sangue, seu puro e vivido sangue. O mercador havia encontrado a coragem necessária para se opôr a ele, para entrar em seu caminho com um rifle em mãos e uma corajosa teimosia nos olhos. Mercadores que conhecia tão rápido lhe dariam todo o dinheiro do caixa para evitar uma chacina, mas ele? Ele estava tentando se tornar a estrela daquele espetáculo criado pelo Corvo. Estava a proteger sua loja, sua vida, sua dignidade como um homem. De que outra forma o caolho poderia reagir além de sorrir alegremente como um lunático? Ele não tem medo. Não teme o fim, tampouco a destruição que trago a esse lugar. Mas teria coragem de me matar? Uma alma inocente que não quer nada mais além de lhe roubar tudo que tem, incluindo a vida?



O primeiro disparo fora um aviso, o segundo... O segundo trazia a certeza de que ele tinha o dever de matá-lo, encontrando seu lar diretamente no ombro direito, onde fora alojado profundamente na carne e osso. Embriagado pela loucura e falta de lucidez, apenas rangera os dentes com ímpeto e teimosia, esmagando-os uns aos outros juntamente com a dor enquanto se aproximava do velho, o fim da vida dele tomando forma no punho direito. Sangue jorrava e escorria dos ferimentos, lhe sujando a vestimenta recém adquirida de um vermelho imoral e pecador. Louco, não falava, incapaz de formar uma frase sequer em meio ao caos do embate, entregando-se à excitação de ferir e ser ferido, de odiar e ser odiado. Guerra era sua arte, o sangue a tinta e o punho seu pincel. Talvez havia sido atingido por um terceiro disparo, mas não sabia. Àquela altura, mais vinte disparos serviriam apenas para matá-lo de uma vez, mas não roubariam grito ou berro nenhum de seus lábios. Não enxergava um mercador, somente um saco de carne, ossos e sangue. Um saco para ser espancado, rasgado e dilacerado – e assim o fez. Golpeava-o na cabeça com punhos e cabeçada, de novo, de novo e de novo, sobre ele depois de tê-lo derrubado ao chão. O mundo era vermelho, e quando o saco lhe amaldiçoou, respondia deliciado e apaixonado pela luta —morreno’! Tô morreno’ mano, morreno’ de alegria, porra! Tu é foda demais, anda, levanta! M'ATIRA DE NOVO, AQUI NA CABEÇA! Tu pode lutar mais, huh?! —gritaria para ele, agarrando-o pelo pescoço para enforcá-lo como um bom samaritano. Fedia a suor e morte, perfumes da realeza nos becos onde fora criado, e ali não seria diferente.


Quando enfim encontrou o fôlego e a sanidade novamente, percebeu que o sujeito já estava desacordado, provavelmente tão morto quanto sua diversão. Homens esses dias. N’guentam vinte segundo’ d’diversão, né’atoa que tão’ tudo solteiro. A luta das mulheres estava se desenvolvendo bem – o guerreiro de martelo não havia sido ferido gravemente, ao contrário de Mégara. Ver que a morena havia sido torturada com aqueles disparos, no entanto, quase lhe fez perder a cabeça novamente. Respira, foco. Todos tão' presos em suas batalhas como tu imaginou, cacete, tu é a única peça livre no tabuleiro. Onde atacar? Onde tu causaria mais efeito, sangue e desordem? Tire o guerreiro do martelo do jogo e as garotas também estarão livres. Um efeito avalanche, de um canto ao outro da loja. Um método simples, e contando com sua mente estratégica para raciocinar aquilo rapidamente, fungaria o ar para os pulmões no intuito de retomar sua sanidade por completo. Era hora de agir, e ao apoiar a destra no joelho direito, tomaria o impulso necessário para avançar numa corrida veloz até o flanco traseiro do sujeito de martelo, visto que o mesmo acabara de pular para trás, tentaria se posicionar de modo a atacá-lo onde menos esperava. Sorrateiro, tomaria vantagem da situação para avançar contra ele pelas costas ou pelo flanco do homem que estivesse mais próximo de si, pisando com firmeza no solo e, assim, invocando a força necessária no punho direito, lutando contra os ferimentos anteriores no ombro para que a fúria do golpe não fosse diminuída. Queria acabar com aquilo ali e agora, um belo e bem aplicado soco na têmpora desprotegida deveria ser o suficiente para desacordá-lo, e assim tentaria –visando o punho diretamente naquela região ou, se percebesse que fosse impossível de atingí-lo ali, contaria inteiramente na sua habilidade para mudar o curso do golpe para o pescoço do sujeito, ou seu maxilar. De qualquer modo, mesmo se ele o percebesse à tempo de armar uma defesa eficaz, tinha fé na vantagem numérica que o grupo tinha sobre o oponente, de modo que mesmo bloqueando o golpe do corvo abriria sua guarda inteiramente para o bote da serpente e a mordida do dragão. No evento em que seu golpe fosse bem sucedido, no entanto, tampouco pararia ali, rapidamente movendo a ponta do pé direito num chute de baixo para cima visando as genitais do homem, aplicando força na região sensível de modo sujo e desonesto. Eram piratas, e achavam que “honra” deveria ser algo para comer. No evento em que ele tentasse atingí-lo com aquele perigoso martelo num golpe de cima para baixo, tomaria um breve impulso com a ponta dos pés para se esquivar até o flanco  traseiro do homem –fosse direita ou esquerda, abaixando-se rapidamente no caso de um golpe horizontal, sempre movendo-se até o dito flanco na intenção de obrigá-lo a se virar para si para se proteger. Se tentasse jogar o martelo em sua direção faria o mesmo movimento –correndo rapidamente de modo que circulasse o homem até seu flanco. Que isca melhor do que o capitão?



No melhor dos casos –se o oponente fosse efetivamente derrubado, derrotado ou não, contava com o alcance e audácia de sua Serpente para que finalizasse o sujeito na cabeça com a lança, ou algo parecido, usando de seu curto tempo para correr até Raven. Que mulher. Não tinha palavras para descrever a coragem da desgraçada, tendo o coração de capitão cheio de orgulho e amores pela companheira que havia apostado sua vida na segurança dos demais. Todos vamos beijar ela depois daqui, aposto que aquele anão safado iria adorar a ideia. Risonho, tentaria se aproximar do embate da morena o quão rápido possível, utilizando de sua chegada surpresa para apanhar um guarda desprevenido com a velocidade, audácia e ausência de medo, ou não. De pouco importava, apenas desejando tomar a atenção de um deles para si, entregando um pouco de alívio para a companheira em apuros —Sentiu minha falta? Eu não sentiria. Fedendo feito um guarda de armadura num dia ensolarado. Sem ofensas —diria para todos ali, alvejando o rosto do guarda mais próximo de si com um punho acelerado que partiu da direita, posicionando seu pé esquerdo à frente para que, num movimento de alavanca, conseguisse invocar todo o peso do torso para o golpe. Se percebesse que o guarda tentaria lhe atacar num corte vertical de cima para baixo com aquela espada, no entanto, cuspiria em seu rosto para distraí-lo, avançando contra ele para abraçá-lo no peito, tentando assim derrubá-lo ao chão, onde teria vantagem contra um oponente espadachim. No caso de um corte horizontal se abaixaria ao utilizar da acrobacia e agilidade, dobrando os joelhos rapidamente na descida e eventual subida quando, de baixo para cima, traria um punho de direita visando o queixo do guarda. Por fim, aproveitaria as festividades para presentear outro macho naquele dia com um chute de direita nas genitais –caso aquela região do guarda não fosse protegida por aço. Se conseguisse atordoá-lo com aquilo, empurraria o homem para o chão e se posicionaria sobre ele, prendendo seu torso ao se sentar sobre o peito alheio e, pela posição de vantagem, o golpearia incansavelmente no rosto, lhe enfiando os dedos nos olhos para cegá-lo no processo —Varric! Olhos abertos, atire no primeiro desgraçado que entrar aqui sem ser convidado. Ninguém gosta de surpresas, pelo menos não das fardadas.


Hist;:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão - Página 2 EmptySab 03 Nov 2018, 23:24


Sé;

sirva à mãe — com temor
D
 or. Não era, nunca foi, simpatizante das armas de fogo, na realidade. Era uma morte suja — literalmente — e às vezes, por míseros segundos, sentia-se culpada, perdida e confusa, perguntava-se se havia seguido aquele caminho por erros pregressos, mas essas emoções eram tão curtas que se precediam e duravam apenas nos instantes efêmeros em que Mégara sentia medo. O barulho dos disparos em si é que lhe era o estressante, os mesmos barulhos que se sucediam após gritos de horror vindos da gigantesca coluna de fogo, fumaça e cinzas que se erguiam naquela noite —para ela, fatídica. Mas, qualquer que fosse o som, qualquer que fosse a sensação, qualquer que fosse o cheiro, qualquer que fosse a emoção, nada, absolutamente nada, era capaz de interromper o sucessor que chegava — o ódio arrebatador expresso na expressão contorcida e irritadiça da serpente. Os olhos ocres e acobreados tomavam um brilho mortal, tal qual o seu animal sagrado, Mégara era rancorosa. Enquanto se sentia-se ser lançada ao chão, sua face se retorcia em desgosto e raiva.

Sentiria então, quando seu corpo se aplacasse com o chão, a agora mais intensa e desagradável dor, Ëadjaseh fosse louvada, antes havia a protegido dessa desagradável sensação. Era como se a bala alojada fosse agora uma parte desconfortável de seu corpo, e justo em sua perna, tal qual a dor em seu ombro era pertinente e aguda. Mas estava bem, engoliu qualquer grito, qualquer resmungo e qualquer ranger de dentes, tudo que sua garganta precisava expressar, já havia dito antes e durante sua queda. Seu bote seria silencioso, letal, odioso. Aquele pequeno merdinha incrédulo não merecia qualquer palavra sua.    

Seguraria firme a lança da qual não soltara enquanto caía, e se aproveitaria do alcance da arma para atingir o oponente, a serpente não se colocaria de pé, apenas ergueria o quão rápido pudesse o tronco, e tomaria apenas o sustento necessário para que pudesse manusear arma, deixando com que assim, sua perna ferida não lhe fosse um contratempo.

Na posição que se encontrava, de duas uma, e todas elas envolviam se aproveitar da movimentação de Grim atrás do homem.

Com as mãos firmes no cabo da arma, usaria de seu longo alcance para atingir o homem caso seu capitão servisse apenas de distração ou até mesmo se o atingisse —o que de certa forma, faziam ambas possibilidades distrações, aproveitando do bom acerto que tinha para tentar um golpe mirado e visado em atravessar unicamente a barriga do rapaz à sua frente, seguido disso, giraria rapidamente a arma quando se alocasse dentro do inimigo, buscando causar um maior sangramento. Retiraria então a lança, dando um golpe seguido e próximo caso se necessário para a execução.

Caso no meio tempo em seus ataques o homem fosse mais rápido e o previsse, Mégara bloquearia com as duas mãos na haste da lança, a segurando em horizontal, forçando a arma do oponente contra o cabo até que tivesse uma pequena brecha que fosse, para se desviar, rolaria o corpo para o lado, e acabando por consequentemente, se levantando, usando o cabo como apoio para tomar postura —ela lutaria ignorando a dor, mesmo que talvez mais tarde, isso trouxesse algum dano que fosse ao seu corpo. Rapidamente moveria então a arma, tomando alguma distância do rapaz sempre que ele se movesse contra ela, afinal, a vantagem que definiria a sua luta, era o alcance da lança, cujo tamanho do cabo a permitia atacar muito menos próxima do que o de um martelo de cabo curto.  Os locais onde visaria o acerto eram o pulso e o braço, tentaria não um golpe superficial, mas cravar e empurrar a ponta da lâmina ali, sempre bloqueando com o cabo na horizontal nos momentos (caso) o homem sequer conseguisse se aproximar o suficientemente para a atingir, empurrando e então tomando distância para um novo ataque de oportunidade, mirando nos mesmos locais para tentar o impossibilitar do ataque.

Se o homem, por fim, fosse morto ou fugisse, fosse por modo que fosse, a morena iria até Raven, buscando a auxiliar em combate. Mas enquanto caminhava em direção à ceifadora, a cobra sibilaria, num tom suficiente para que fosse bem ouvido no interior da loja, em meio ao alvoroço.

Vocês são incrédulos — A fala era irritada, ríspida — E eu, vou incendiar cada um de seus templos para deuses pagãos, vou cuspir em seus ídolos e matar suas crias doutrinadas — E antes de mergulhar em seu novo combate, finalizaria, sem a perda de concentração — Eu vou caçar o rabo de ateus de cada um de vocês, nem que eu vá até a garganta de Sé para isso.

Quando alcançasse Raven, se posicionaria contra um dos soldados.

Eu cuido de um, você de outro.

O suor escorria pelo corpo da morena, definitivamente não era como os guerreiros de seu templo, cada vez mais acreditava que não nascera para aquilo, mas cada vez que a adrenalina a possuía, ah ela sentia... Ela sentia o completo prazer que Hakon dizia ter ao torturar e ferir incrédulos, embora, assim como ela, ele raramente o fizesse. Entretanto... A sensação de fazer seus inimigos gritarem era deleitosa, o som lhe agradava mais do que o de qualquer aço de qualquer que fossem as armas se chocando, mais do que aquele tilintar. Dando a guarda de um dos soldados para Raven, focaria no que lhe sobrara. A mira seria sempre na garganta, esticando de baixo para cima o cabo, sempre num movimento de suspensão do inimigo ao ar, mesmo que sua força não fosse o suficiente para lhe permitir tal finalização. A defesa, no entanto, seria diferente, agora tomando distância e investindo com o cabo na horizontal, o atacando enquanto se protegia, mirando no abdômen e nas mãos, buscando sempre um modo de aprofundar a lâmina da arma na carne inimiga.

Reze para que a porra do deus pagão de vocês não permita que os faça as coisas que desejo, eu vou queimar vocês, vermes imundos, um à um — Cerraria o olhar, com a testa franzida, focada ainda em sua luta, graças à deusa não era uma pessoa distraída — Vou fazer vocês gritarem como porcos no abatedouro!  
 






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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão - Página 2 EmptySeg 05 Nov 2018, 14:31




Golden Dragon
You're standing to close to the flames





Sentia os dentes rangerem e a visão escurecer com o barulho dos tiros, sem conseguir conter o susto. “Agora não caralho” merda, merda, merda, o suor escorria do lado da cabeça.

O som enevoava a cabeça, não as balas atingindo seus alvos ou as respirações rápidas de dor, mas os estalos, tiros, para seu Capitão e sua companheira lanceira, não era um aviso, era um abate.

Que tentem seus filhos de uma puta.

Aquilo não iria pará-lo, assim como a raiva não me pararia de desejar quebrar as paredes com a cabeça de ambos. Em boa hora, o outro, fazendo jus a seu ar de capanga, veio como um vulto fantasma, e atacou Mégara primeiro, o mero som do golpe sucessivo fazia o sangue subir a cabeça como uma erupção de ódio.

“Rasge-o” Queria obedecer, afinal era o erro de que meu martelo de cinco dedos precisava para lhe atingir o abdome, aproveitando cada segundo que teve para balançar as entranhas dentro do corpo, mas a cria de rato era rápida, perceberia ao vê-lo voar para bem longe de outro golpe.

- Foi na escola de luta dos príncipes seu merda?- Sorriria do pior modo que conseguisse- Tá com tanto medo de tomar uma porrada que já correu pra’ longe?- Procurava chamar a atenção com sua voz, ao mesmo tempo em que deixava os ouvidos cuidarem de qualquer movimentação agressiva para desviar ao lado contrário de qualquer golpe ou martelo arremessado que pudesse receber. Contava com ajuda, e que seus poucos segundos de diálogo fossem úteis à quem quer que tomasse o primeiro passo, eu certamente tomaria o segundo.

E correria, com a Adrenalina que restava no pobre e violento ser. Perceberia a presença de seu companheiro atrás de seu inimigo e se percebesse qualquer indício de ajuda, continuaria a avançar em direção ao homem, atenta à um ataque horizontal que a levaria para baixo e para a esquerda em uma esquiva, ou um ataque vertical que o esquivaria para o lado esquerdo e para cima novamente, mesmo que ele se virasse para Grim, acharia o intervalo entre o ataque que conseguisse passar para trás de suas costas, lançando um golpe em sua costela e com a mesma mão, dobrar o braço e lançar outro golpe em direção à sua cabeça, e caso recebesse ajuda, lançaria este último golpe em seu ombro para desestabilizar sua arma.

Se tivesse o famoso sucesso dos vagabundos e fizesse meu oponente bater as botas, me desdobraria com uma risadinha para a outra esfera de luta, os guardas, não antes dos atentos ouvidos que captariam sons de movimento ao longe.

- Tem mais filhos da puta dentro dessa merda- apontaria para o interior da loja com o tom de voz o mais baixo possível para quem quer que esteja mais perto de si. Perceberia que parte deles talvez não fossem soldados, mas aquilo resumiria o quê precisavam fazer.

Cair fora. Agora

Pararia com a fala de Mégara, virando-me para os guardas e rindo como uma desgraçada, mas atenta com os ouvidos– Deram adeus a seus filhinhos hoje?

Aquilo de certa forma me possuiria, começando à ‘soluçar risadas a torto e à direta. Entregando a visão às trevas como deveria ter feito, pegaria o oponente de Raven, que assim como sua estratégia com sua lanceira, esperaria que desse seu passo primeiro, para buscar uma brecha por baixo dos ataques e lançar seus ataques onde a armadura não cobria, não para derrubá-los, duvidava que aquelas manoplas fossem fazer algo com tal armadura, mas suas companheiras com suas devidas armas fariam, e então precisaria de meus ouvidos atentos para ‘adivinhar a hora de sair da mira dos guardas, serviria de bom grado de distração se precisasse..
Info:
 




Hotter than the sun
ψ

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NIGHTINGALE


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Boreal
Pirata
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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão - Página 2 EmptyQua 14 Nov 2018, 19:39

Eis que a vantagem numérica pairou sobre os piratas. Agora em três, Grim, Mégara e Asterin atacavam o bárbaro de maneira simultânea, quase que o flanqueando. Sem assumir semblante de assustado, o menino de cabelos castanhos que cobriam os olhos girou, e bloqueou primeiro um golpe do capitão pirata, e outro da menina dragão.

Mas não bloqueou uma estocada da víbora de madeixas negras. Ele até tentou saltar para fora da trajetória do golpe, tendo notado-o, de forma que o máximo que conseguiu foi não ser atravessado. Pelo primeiro golpe. Até tentava atacar, mas era difícil combater os três piratas, e recebendo uma outra lançada, tomou um soco no ombro que lhe desestabilizou, e um último na cabeça que o lançou ao chão.

Os olhos do menino se revelaram pela posição de queda, e eles viam o misto de medo e ódio nele, enquanto os dois ferimentos em seu abdome sangravam e os comentários de Mégara eram lançados. - V-Vocês... Bandidos profanos... Hão de desfalecer. - E então entregou-se, enquanto que sua cabeça caía para o lado, deixando o sangue que estava na boca escorrer pela bochecha. Ele também não era um combatente, mas estava longe de ser um simples lojista. Havia algo estranho nas capacidades, mesmo que mínimas, de combate daqueles dois.

Já dos guardas na porta não poderia dizer o mesmo. Eram guerreiros formidáveis, e enquanto o trio finalizava o inimigo anterior, aplicavam mais golpes em Raven. Ela estava para ceder, quando foi socorrida pelo time, que atacou também os homens da lei.

E eles eram fortes, sim, dava para notar. Mas, de novo, a vantagem numérica foi superior, e mesmo com as armaduras pesadas, eles não conseguiram deter aquele bando de arruaceiros. Dois guardas contra cinco piratas. Os guardas lutavam como se fossem, cada um, dois, mas ainda assim acabavam pro ser subjugados pelo poderio dos piratas.

O primeiro a cair teve sua ruína quando tentou atacar a Grim, conseguindo até aplicar um corte no peito do homem, não muito fundo, mas que já começava a sangrar um pouco. Mas o pirata o derrubava, abraçando-o e lançando ao chão, não sem antes distraí-lo com o cuspe. Alias, o cuspe havia sido essencial, pois era realmente algo inesperado, e parecia pegar o guarda de surpresa, que só se via cair, e então receber um tiro que finalizaria sua vida. Varric olhou para o capitão e sorriu, fazendo um joinha com a mão, mesmo segurando o revólver.

O segundo, em meio as trocações, era atravessado num movimento vertical pela lança. Mas sua morte não era em vão, e ele até parecia saber disso, pois sorria enquanto caía, por ter conseguido, no instante anterior ao golpe da serpente, descer sua espada pelo abdome de Raven, cortando-o com profundidade. O sangue de ambos os lados jorrava, e a ceifadora vacilava enquanto o inimigo que a ferira vinha ao chão. Ela se apoiava em Grim, logo ao lado, passando-lhe o braço pelo ombro. - Capitão... - Sua voz estava enfraquecida, mas ela não parecia estar próxima de morrer, contudo.

E então uma penca de guardas surgiu do interior da loja. Eles vinham em formação, um ao lado do outro, e eram tão armadurados quanto os anteriores, estando, contudo, em número três vezes maior. Seis guardas no total, todos no mesmo porte físico e armas.

- Seus dias de perturbação à ordem acabaram, arruaceiros. Eu recomendo que se entreguem, e sejam julgados por seus crimes! - Um deles, que estava na primeira dupla, dizia, apontando a espada para os arruaceiros do outro lado da sala e prontos para atacá-los.

- Não! Isso acaba aqui. Conosco, ou com os Apóstolos. - Aquele ao seu lado lhe respondeu, pisando forte no chão na direção dos piratas. - Pirata bom, é pirata morto.

Apesar disso, os piratas estavam próximos da porta, e a fuga parecia ser a melhor opção. Contudo, lutar talvez não fosse algo descartado, apesar deles poderem supor que não tinham força o suficiente para combater aqueles homens. Raven respirava rápido, fazendo de tudo para se manter em pé, mesmo apoiada em Grim.

E as ruas, pela vista da porta, estavam agora desertas. Não haviam guardas naquele perímetro pelo lado de fora, para compensar os que haviam dentro.

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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão - Página 2 EmptySab 01 Dez 2018, 15:29


Fuga;

sirva à mãe — com temor
O
folego já se esvaia lentamente de seu peito, era complicado lutar naquele pequeno espaço, em especial, sem que a atenção fosse chamada, e de fato, foi uma falha. Olharia por cima dos ombros rapidamente, antes de olhar novamente à sua frente, analisando quão rápido conseguia a situação. Guardas entravam na loja como um enxame de abelhas que retornam à sua colmeia, contra pequenos invasores, e em sua retaguarda, a visão que teve lhe dava asco.

Raven precisava ser carregada, estava fraca depois de tudo que fizera. Mas não era mais do que sua obrigação, não? Foi desse jeito que aprendera.

Ele já lutou o suficiente, fez bem por seus companheiros, não tem chance, vai ser um peso morto, termine o serviço e o mande à Deusa”.

Essas eram as palavras de Hakon.

Aquele era o correto, tinha convicção disso, Raven iria os atrapalhar, então porquê Grim insistia em a carregar?! Rangeria os dentes com o cabo de sua lança apertado em mãos, não tinham mais chance contra eles. Eram muitos. A entrada, entretanto, parecia estar desprotegida, era possível, embora os guardas estivessem próximos. Gritaria então, em tom nervoso, quase bradando, para os companheiros atrás de si.

—Me sigam!

“Adoradores de falsos deuses, a recompensa de sua vida por louvor à falsos ídolos, é seu sangue”.

Mégara correria com a lança posta em horizontal, a ponta da arma à sua frente sendo segurada de lado pelo braço onde não sentia a dor em seus ombros a prejudicar tanto, pronta para estacar qualquer que fosse o soldado que entrasse em sua frente, a postura, entretanto, ficaria pouco curvada, abaixada durante a correria, onde estaria mais protegida de golpes diretos em seu peito. Tentaria passar pela porta à toda velocidade que conseguisse.

Se ainda assim algum dos guardas insistisse em a parar, se manteria atenta, e caso o golpe do inimigo ainda viesse, mudaria a posição da lança, para que o cabo embora ainda mantido na horizontal, ficasse completamente na frente de seu corpo, bloqueando um ataque direto em si, e se possível, se esquivaria, buscando passar ainda mais agachada, por baixo dos braços do guarda ou rapidamente por sua lateral, jogando seu corpo para o lado em que pudesse ter mais chance de escapatória.

Caso chegasse à rua, procuraria qualquer lugar onde houvesse a multidão mais próxima para se misturar, um local onde o fluxo de pessoas fosse grande, com a arma agora posta em vertical para não atingir qualquer que fosse a pessoa e obstruir sua fuga, a atrasando. Conseguindo atravessar a multidão, seu plano seria entrar nas ruas estreitas e vielas que estivessem mais perto de si, não levaria em conta o destino que iria chegar.

Caso em qualquer dos lados a rua prosseguisse deserta, a morena se esgueiraria direto por entre becos e vielas, procurando sempre o seguimento de rua mais próxima, evitando entrar em lugares onde não viesse sequência para sua fuga e os deixassem sem saída. Buscaria ao meio disso tudo, ignorar o ferimento em sua coxa, embora quase que gritante, deixando de lado os riscos no momento de pior deterioração de seu machucado.

Quando finalmente houvesse os despistado, levando em conta que correria até onde pudesse sem cessar para que não fosse capturada, pararia, jogando-se ao chão e escorando-se na parede na primeira parada que pudesse, na tentativa de recuperar o folego perdido e acalmar os pulmões em chama.

Assim que tivesse tomado o ar que precisava e o corpo estivesse mais calmo, olharia em torno de si, buscando observar o cenário e paisagem onde agora se encontravam, após uma fuga onde não havia parado para olhar completamente para onde seguia, sendo este, onde houvesse uma outra saída que pudesse sequenciar o escape, era a primeira opção.
 








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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão - Página 2 EmptyDom 02 Dez 2018, 21:01


Mad God

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A aprazível fragrância de sangue depredava o cômodo quanto o último dos guardas perdera a consciência, derrubado pela selvageria de seus punhos. Vieram na intenção de proteger aquele estabelecimento, de efetuar a justiça prendendo os piratas invasores. Ao invés disso, ganharam a morte e a humilhação, e teriam seus corpos dilacerados se a ocasião fosse outra, pois o que o corvo encontra morto lhe satisfaz por dias, pedaço por pedaço. Serviriam de decoração lá no barco, pendurados pelo pescoço junto às velas. Um homem precisa embelezar sua casa, não? Aquele seria o destino de todos esses "guerreiros da justiça" do mundo, mas não hoje, não ali. Não tinha tempo, e as injúrias acumuladas já haviam começado a lhe sedar o corpo, adormecendo parcialmente seu braço direito.
 
Mas não estava satisfeito, nem mesmo havia começado. Ferido ou não, queria mais sangue, desejava se sentar sobre uma pilha de corpos moribundos e fardados até o final do dia e faria daquele seu objetivo principal no momento, se não fosse fraco. O corpo ferido e ensanguentado de um pirata noviço não servia para conter os desejos e ambições da fera dentro de si, sempre faminta. Ofegava antes, durante e depois de toda luta como se houvesse perdido a cabeça, e agora não era diferente. Via os corpos caídos ao chão, via a dor em seus rostos inocentes e não conseguia se contentar. A visão se ruborizava, as golfadas de ar se tornavam mais longas e o coração palpitava tão velozmente que podia ouvi-lo, ou talvez fosse apenas a mente enlouquecida. Como sempre. Estava se perdendo por conta da matança, se corroendo por dentro. Rugiria de insatisfação se Raven não tivesse caído contra si, não só se pendurando em seu corpo como também no precipício para a morte.

"Capitão" escutou de seus lábios, a voz moribunda bastando para despertá-lo. Piscando três vezes com o único olho, agarraria a morena pela cintura no intuito de impedir sua queda, suspirando profundamente enquanto o peso da realidade lhe caía nos ombros. O desespero ainda não havia chegado, é claro, mas o arrependimento sim. Se arrependia de não tê-la protegido melhor, a apatia pelas injúrias da mulher claramente vista na expressão preocupada —Fica c'a gente, nada de dormir e ir pro céu. Não ainda, não antes de eu te enriquecer como prometi, garota —sussurraria as palavras rapidamente para ela, o ar quente se despedindo da boca. Céus, estava mesmo se desesperando, podia sentir a ansiedade lhe atingindo. Suava, e começou a tremer levemente nos joelhos quando mais guardas apareceram do interior da loja, armados com aço e ordens. Caralho, justo agora? Que porra nós viemos assaltar, uma loja de roupas ou o Quartel-General do Governo Mundial? amaldiçoava o destino que parecia brincar com suas escolhas, e foi então, em meio à todo o caos que o mais ligeiro e satisfeito sorriso retornara aos lábios cicatrizados, afiado como uma faca. Mostrando os dentes amarelados, já não mais podia conter o riso. Sim, isso é só uma brincadeirinha. Só viemos aqui pra matar e roubar um pouco, nada demais. Pra que se desesperar?

Qual o problema em brincar mais um pouco?

Oh, não. 'cês tavam todos juntinho' ali no fundo da loja se pegando, né não? Já vamos embora, rapazes —risonho, zombaria dos imbecis até que começassem a chorar suas ordens genéricas, e então interromperia as demandas do guarda encouraçado, erguendo a destra ensanguentada como se implorasse para que ele fechasse a matraca —Tu late q'nem um virgem, caralho. Ensaiou a porra dessa frase a semana toda, n'foi, virjão? —entregaria Raven para os braços de Asterin, se a loira estivesse próxima de si, deitando um olhar confiante na mulher. Ela se esquivou muito bem durante a luta, é a única aqui que não se feriu. A única que posso contar, por hora. Feito o necessário, sinalizaria a porta com o polegar esquerdo para todos, assoviando brevemente como se fazendo menção para que fugissem por ali. Manteria a atenção focada nos guardas, e se eles não pulassem de cabeça para prendê-los de imediato, diria com a calma mais bem fingida de todas: —Tu tá ameaçando o Olho de Corvo, Grim. Se lembre desse nome quando eu for atrás das suas famílias essa noite.

Não tinha tempo à perder, pois já havia desperdiçado o suficiente ali. Dito o que precisavam saber, avançaria dois passos para trás na direção da porta e, de súbito, rodopiaria sobre os calcanhares, tomando impulso no solo ao dobrar os joelhos e partindo rapidamente para a rua —Vamos pra um beco qualquer, despistamos eles antes de ir procurar ajuda! —gritaria para aqueles que estivessem próximos de si, na rua, correndo para dentro da cidade e longe do porto. Não conhecia a cidade, as construções ou as pessoas que moravam ali, mas confiava na sua sabedoria quanto à becos e fundos de casas para que não se perdesse totalmente pela cidade, afinal, não deveria ser completamente diferente da cidade onde crescera. Espero. Fazendo uso de sua visão aguçada, manteria total atenção em todas as esquinas, vasculhando cada canto por guardas ou marinheiros em patrulha. Com sucesso, escolheria um trajeto por entre as residências nas quais não tombasse com os homens da lei, guiando seu grupo em segurança para longe do local do crime. Tinha em mente encontrar alguma residência abandonada para que pudessem descansar por hora, mas sabia da improbabilidade daquilo se concretizar, portanto ficaria satisfeito com qualquer ruela pouco visitada da cidade, onde o silêncio predominasse, ao contrário de multidões normalmente encontradas em ruas principais. Ali, poderia se sentar e cuidar dos ferimentos, até mesmo da sanidade.

Com sorte o corvo encontraria um ninho adequado, e se assim fosse, se sentaria ao chão de costas para qualquer parede próxima, se uma assim existisse, pousando ambas as mãos no solo antes de suspirar, cheio de alívios. Tentaria controlar a respiração desamparada pela corrida, flexionando os dedos das mãos para aliviar a tensão do combate, a tensão de socar crânios com violência —Descansem —utilizara de todo o pulmão para proferir aquela simples palavra, claramente fatigado pela luta e fuga. Fungaria mais uma golfada de ar, dando continuidade: —Raven... —ofegante, dobraria o joelho direito para apoiar o cotovelo sobre o mesmo, procurando a morena com o único olho preocupado —...precisa de um médico, um doutor ou sei lá, um anticristo. Caralho, precisamos sequestrar um dos três. Conseguem ver um hospital em algum lugar? —vasculharia os arredores à procura de um local parecido, e se estivessem dentro de um casebre abandonado, iria até a possível janela mais próxima com o intuito de observar a vizinhança —Temo' q'tratar vocês logo. Mégara, tua coxa tá bem? Pergunte pra ela, por favor —sorriria para a morena, buscando uma luz de esperança na beleza abençoada que era o rosto da mulher —Vocês todos foram horríveis lá atrás. Horrivelmente maravilhosos. Quase chorei, é verdade, e é um saco chorar por um olho só. É como se cada lado da sua cara fossem marido e mulher, um chorando e o outro insensível —de costas para a tal parede, permitiria que o corpo escorregasse pela mesma enquanto retornava até a posição anterior - sentado e de joelhos dobrados. Enquanto falava, contava com o timbre de liderança para acalmar os nervos pós-batalha dos companheiros, olhando nos olhos de cada um com zelo e um estranho carinho —Descansem um pouco. 'quilo lá foi só um aquecimento de nada e logo vamo' sair de novo.


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MensagemAssunto: Re: Ascensão   Ascensão - Página 2 EmptyQua 05 Dez 2018, 21:47




Golden Dragon
It's your goddamn fault





“Que merda” Notaria nos olhos do adversário anterior, aquela merda de sensação de quando você nota que todas as cartas estão contra você, o ódio e o medo. A mesma sensação que se virou contra mim.

“Seis” Seis filhos de uma puta, prenderia a respiração e trincaria os dentes por reflexo, não por surpresa, passos pesados, passos vindos nessa direção, tinha os escutado muito bem. “Você tinha que tê-los avisado direito”. A visão tornaria para Raven, “na merda” era um eufemismo muito grande, se não estava batendo as botas, estava bem perto disso.

“Merda” “Merda” “Merda” As palavras dos homens passaram como um som abafado, o coração se tomava por ódio irrompido pela visão dos feridos, mas com um fiapo de escuridão puxando a sanidade para cima. “Fuja” Precisavam fugir e precisavam fugir agora.

- Ela, agora!- Correria em direção à seu capitão e sua companheira ferida, à pegaria pelo braço direito, jogando seu corpo por cima das costas e passando as mãos por uma das pernas para segurá-la direito. Pelo vazio esperava que as duas pernas intactas servissem por sete agora, pois todos os instintos que tinha e que preservava prediziam todas as piores situações possíveis.

A porta seria seu próximo destino, é claro, passaria por Varric gritando um... - Se tu ainda tem bala, me cobre!- E com um claro cuidado tanto para quê conseguisse passar pela porta sem derrubar a pessoa nas costas quanto para esquivar o quanto pudesse para trás de qualquer golpe que pudesse receber de antemão.

Não sabia se se separariam, parecia a escolha menos merda do leque de possibilidades que tinham, mas a cabeça não dispunha de tempo nenhum de pensar naquele momento.

Seguiria à frente do grupo ou se, separados, seguiria Mégara, a mulher lhe parecia ter acabado no pior lado do jogo e mesmo que não conseguisse lutar direito com o peso que tinha nas costas, ainda tinha uma mão livre para lhe ser útil de alguma forma.

Despistá-los era o que precisava fazer, seguindo a garota ou correndo o quanto pudesse em sua frente, usaria primeiro o bom senso para procurar longas vielas e locais em que pudesse fazer com que os guardas as perdessem facilmente, sem comprometer a própria fuga e dar de cara com um beco sem saída. Se falhasse ou se obtivesse sucesso, usaria em segundo os ouvidos e os gestos para seus companheiros para seguir em direção a uma rua movimentada, para que se perdessem na multidão.

Se os despistasse, não pararia por aí, usaria novamente os ouvidos para guia-la para um local em que escutasse menos vozes, para quê pudesse reorganizar os pensamentos e procurar algum companheiro que tivesse se desviado do caminho.

- Um médico, uma porra de um médico disposto à costurar três desconhecidos caindo aos pedaços- andaria de um lado para o outro, colocando ordem na cabeça para que focasse no próximo objetivo - O dia não para de ficar bom não é?
Info:
 




Hotter than the sun
ψ

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NIGHTINGALE


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