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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada

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MensagemAssunto: [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada   [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada EmptySeg 24 Set 2018, 14:17

Nome: Vash
Idade: 20
Sexo: Masculino
Raça: Humano
Tamanho: Normal
Estilo de Combate: Boxeador
Localização: Shells Town, East Blue
Grupo: Civil
Vantagens: N/A
Desvantagens: N/A
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MensagemAssunto: Re: [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada   [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada EmptySeg 24 Set 2018, 14:44

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou uma Orientadora, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei te orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P, que corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: https://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso será seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, ela será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei a sua Orientadora.




Dicas e Orientações:
 

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MensagemAssunto: Re: [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada   [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada EmptySeg 24 Set 2018, 15:20


E mais uma vez me deparava em Shells Town, já havia me cansado da ilha, há muito morava lá e meus planos de conhecer o mundo estavam cada vez mais próximos de se tornarem realidade, o primeiro passo já havia sido dado, saí de casa há algumas horas e precisava encontrar um bar, a necessidade de conversar com desconhecidos e conhecer novas perspectivas me consumia, meu mundo não podia se limitar às experiências de uma ilha para sempre.

Com os braços esticados espreguiçava lentamente cada músculo, a sensação dos ossos estalando aliviava certa tensão acumulada, com os olhos agora atentos por onde andava procurava saber onde estava, apesar de viver na ilha há alguns anos, havia andado alguns metros em devaneio sem prestar atenção, o foco era um restaurante de aspecto barato ou algum barzinho, daqueles onde todas informações da cidade sobrevoam o ambiente e em menos de vinte minutos se fica ciente de todos acontecimentos importantes. Qualquer placa de madeira indicando um estabelecimento seria minha escolha para adentrar e procurar por um banco, visando os encostados no balcão por motivos de preferência pessoal.

Contudo pode não ser fácil chegar ao meu objetivo e se assim fosse procuraria por civis que parecessem desocupados, não chamaria alguém que claramente estivesse com pressa ou estressado para evitar um desentendimento banal, então encostando levemente no ombro da pessoa para chamar sua atenção me dirigiria - Sabe como chego em um bar? 'Tô precisando molhar a garganta e não to achando nada por aqui. Aguardaria então as possíveis instruções, diante de uma resposta negativa agradeceria e continuaria a andar mas desta vez seguindo o fluxo de pessoas, afinal onde há uma multidão há concentração de pessoas, e onde há concentração de pessoas há estabelecimentos alimentícios, pelo menos esta é a lógica.

Conseguindo chegar num bar procuraria pelo balcão, se houvesse um assento disponível o ocuparia mas caso contrário não faria questão de me sentar, esperando que o barmen dirigisse seus olhos até mim chamaria-o com o estalar dos dedos e faria o pedido - Traz um gole do seu refrigerante mais barato, e se possível, quero o jornal de hoje para folhear. Aguardaria pela resposta do trabalhador, caso não tivesse um jornal disponível perguntaria - Então me conte você mesmo, sinto como se tivesse em uma toca, não estou sabendo de nada, me atualize sobre a cidade. Tudo da forma menos grossa possível evitando levar uma resposta grossa, precisava apenas saber o que acontecia para decidir meu rumo na ilha.

Off:
 
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MensagemAssunto: Re: [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada   [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada EmptySeg 24 Set 2018, 23:44



        Uma ilha com uma população tão pequena é algo extremamente tedioso para quem está desfrutando dos aventureiros e enérgicos primeiros anos da vida adulta. Na verdade, dadas às circunstâncias de um mundo tão vasto e bonito, confinar-se em uma ilhota abafada e calorenta é demasiadamente estressante para qualquer ser vivo que tenha um pouco mais de sangue na veia. E era exatamente essa a realidade de Vash.

        Não aguentava mais olhar para os mesmo rostos de sempre, comer e beber dos mesmos peixes e outros alimentos que o East Blue proporcionava, já não sentia mais prazer em andar pelas ruas cinzas e ter de olhar o grande Quartel General da Marinha dançando como resultado do vapor que subia com o calor de Shells Town. Ele queria o novo.

        Procurou atentamente um estabelecimento que o proporcionasse o que era necessário para prosseguir com seus planos: uma boa bebida – com gás, de preferência – e informações, afinal, quem sairia por aí sem o mínimo de prudência, não é mesmo? Pois bem, não foi difícil de encontrar. Enquanto caminhava pode perceber alguns olhares estranhos, diria até um pouco hostis, por parte dos civis que perambulavam pela rua do “bar” RON-RON. Não é algo decisivo, então não mereceu grandes considerações, sendo assim, seguiu para dentro do estabelecimento e, muito educado, falou para a pessoa por detrás do balcão que estava de costas:

         - Traz um gole do seu refrigerante mais barato, e se possível, quero o jornal de hoje para folhear.

        Talvez a animação, ou um olhar simplista demais, fez com Vash não percebesse em um primeiro momento que o atendente era na verdade o dono do bar. E como ele descobriu isso? Fácil: seu nome estava borbado no avental como “Sir. Ron Ron”. Logo depois disso, notou que o bar estava um pouco cheio e que a sua decoração era um tanto quanto... felina demais para o seu gosto. As cadeiras tinham arranhadores nas pernas, todo o ambiente tinha peças com semblantes e silhuetas felinas, o ar cheirava adocicado o suficiente para ser considerado um café e não um bar. E era justamente isso que ele era.

         - Purrrr, é muita coragem sua retornar aqui, purrrrr – respondeu Sir. Ron-Ron, um mink (obviamente) felino de pelagem cinza e olhos azuis muito agradáveis. Aliás, o seu bigode, que era espesso e humano demais comparado a tudo ali, movia-se enquanto falava – Purrrr, será que não se contentou com a noite passada? Purrrr – Seu ronronar raivoso harmonizava muito bem com sua expressão nada amigável e com sua cauda arrepiada – Purrrr, purrr, purrrr

         Aquilo não era nada do que Vash esperava! E pior, tinha um desafeto que jamais esperaria ter e sequer sabia o motivo. Quem sabe uma boa conversa poderia deixar as coisas um pouco mais lúcidas para ele – ou quem sabe um pouquinho mais domesticável...Purrr?


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Última edição por Zuzu Hijra em Qua 26 Set 2018, 18:37, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada   [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada EmptyTer 25 Set 2018, 16:18


O ambiente muito me agradava apesar de ser feito especialmente para felinos, os detalhes nas cadeiras eram curiosos, nunca tinha visitado um estabelecimento tão customizado, talvez houvesse uma adega com leites de várias regiões e tipos para agradar o público alvo da decoração, mas não era esse o foco agora. Falava meu pedido ansioso ao atendente, logo percebia que também era o dono do estabelecimento, e em suas primeiras falas fiquei sem reação.

Os olhos esbugalhados quase saltando, os lábios abriam espaço entre si prestes a soltarem palavras, permanecia estático, com essas características era perceptível que estava espantado, conseguia sentir na pele a emoção humana, e junto com esta surgia a curiosidade e indignação, não tinha ideia do que tinha acontecido, de duas uma, ou fui confundido com alguém ou havia aprontado algo na noite passada e esquecido completamente, isso seria explicado se eu tivesse bebido mas não me lembro de tê-lo feito, mas como não lembrava nem da possível atitude por quê lembraria disso também?

- Com todo respeito, é.. hm.. Fecharia os olhos tentando enxergar o nome em seu avental - Com todo respeito, Sir. Ron Ron, tem certeza que era eu? O senhor pode estar me confundindo.. Passaria a mão na parte de trás da cabeça cruzando um percurso entre a nuca e o cabelo algumas vezes, típico de quem está sem jeito. Apesar de ter vivido situações constrangedoras elas nunca deixam de ser, obviamente, constrangedoras. Tentaria agora olhar as pessoas, no café para analisar suas expressões mas evitando me distrair para não perder o que o felino me responderia, talvez ali houvessem testemunhas do que pode ter acontecido e me olhassem torto como o bichano olhava.

Se percebesse alguém se levantando e caminhando em minha direção com o olhar descrito deixaria minhas mãos na altura do ombro de forma que as palmas estivessem viradas para o indivíduo, tentando deixar a entender que não tinha feito nada - Escuta amigo, não tenho ideia do que posso ter feito, estou mais perdido que nunca, já peço desculpa se de alguma forma lhe causei danos. Finalizaria tentando resolver as coisas sem envolver a violência, apesar de ser um boxeador - não que aparentasse pela estética fina e não muito musculosa - presava pela disciplina e pela conversa.

Parando para pensar as coisas começavam a se encaixar, pouco antes de entrar aqui alguns olhares me marcavam, olhares hostis, seriam essas testemunhas do que posso ter feito na noite anterior? Não é possível que tanta gente consiga me confundir com alguém semelhante, será que de fato perdi a memória? Mas algo tão marcante para as pessoas também seria para mim.. "Droga.. Isso ta me deixando muito curioso, respira fundo.. Inspiraria pelo nariz calmamente, segurando o ar em meus pulmões por alguns segundos, então soltaria-o pela boca "É isso Vash, relaxa, pode não ser nada demais" Era uma prática comum me dar sermão quando necessário, agora ansiava pela reação do felino.


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MensagemAssunto: Re: [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada   [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada EmptyQua 26 Set 2018, 19:27



        Por alguns instantes, a reação de espanto de Vash convenceu Sir. Ron-Ron, que deixou sua voz um pouco mais branda e a postura mais relaxada. Suspirou fundo e soltou um longo e alto “Purrr”.

         - Veja, eu sou um senhor muito trabalhador e não gosto de confusões, entende? Purrr – falou com os olhos fechados e com a pata nas sobrancelhas, que convergiam por causa de sua testa franzida  – Purrr, meu estabelecimento é a minha casa e caso você faça toda aquela confusão novamente, não terei como te defender. Já tive prejuízos enormes e sequer sei o seu nome! – percebeu que o rapaz olhava para os outros clientes e continuou, mas de forma mais ríspida – Puuuurrrr.... Quer que essas pessoas saiam incomodadas novamente? É isso que quer?! Já não basta ter-

        A bronca – que até o momento não parecia ter fundamente algum para o rapaz – foi interrompida pelo barulho do sino que alertava sobre a chegada de novos clientes. Nesse momento, ao dirigir o olhar para a porta, os dentes afiados de Sir. Ron-Ron ficaram expostos, uma vez que sua boca se abriu e seu queixo ficou pendente, em uma expressão clara de surpresa. Seus olhos azuis praticamente triplicaram de tamanho e, após uma pausa que o fixou no cliente, movimentava-se rapidamente entre o sujeito e Vash, que estava em sua frente.

         - R-Rapaz, talvez eu tenha... purrr... te confundido mesmo...purr – apontou a pata em direção a porta.

        Em razão da postura do mink, era como se tivesse passado por ali uma autoridade ou alguém muito importante. Entretanto, a situação era, acima de tudo, ridícula!

         - Ora, ora, Senhor Gatinho! – a voz esganiçada e um tanto irritante parecia apenas um acessório dentro do show de horrores que era aquele sujeito. Alto, extremamente magro, olho – sim, no plural – verde e cabelos loiros desgrenhados para cima, o homem era o estereótipo do individuo que busca brigas em bares, mas que por algum motivo estava em um café para amantes de gatinhos. Aliás, isso respondia – em parte – os olhares hostis: usando roupas parecidas, um óculos escuros e admitindo que no dia anterior ele estivesse bêbado e por isso sua aparência seria desleixada, o dito cujo até lembrava Vash. Somente LEMBRAVA!

         - Então era você e não o rapazinho aqui que me causou toda essa dor de cabeça! Puuuuurrrrr – os pelos de Sir. Ron-Ron estavam visivelmente arrepiados – Saia já daq- novamente sua fala foi interrompida abruptamente, mas dessa vez por motivos de força maior: o homem sacou sua arma e apontou em direção a ele.

         - Eu falei ontem que não precisava de sua ajuda, Mink! Como punição por interferir em assuntos pessoais, tomarei o seu Café e o usarei como um depósito de armas. Acho que será de maior serventia do que essa besteira toda que acontece aqui!

        As pernas do senhor tremiam e o seu estabelecimento há muito já estava vazio. Contudo, o rapazinho que ouvira toda o sermão anterior ainda estava ali, encarando o pistoleiro de um olho só que estava a poucos centímetros dos dois.

         “Ah, mas o que ele poderia fazer além de deixar que o velho mink sofra as consequências de ser gentil demais em um mundo tão bruto?”. Era isso que se passava na cabeça de Sir. Ron-Ron enquanto ele se preparava para ir direto para os braços da morte.

        Mas... o que se passava na cabeça de Vash? Será que uma atitude inesperada poderia salvá-lo? Ou ser um bom moço não fazia parte dos seus planos? Bem, só o tempo dirá. Isto é, só os próximos dez segundos.


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MensagemAssunto: Re: [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada   [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada EmptyQua 26 Set 2018, 23:29



O gato assumia sua confusão, respirava aliviado agora por ter me livrado de uma encrenca mas não durando muito tempo logo o alívio vinha a ruir, um homem de estética semelhante a minha chegava azucrinando o café, após uma troca de palavras entre este e o mink uma arma de fogo foi sacada, não tinha reação àquilo. A arma era apontada ao felino, por estar perto de mim podia acabar virando um alvo de bala perdida, não arriscaria confiar na mira de um homem que procura briga em estabelecimentos fofos como aquele.

Tinha pouco tempo para pensar, a decisão já havia tomado mas borboletas insistiam em bater suas asas dentro de mim. Apesar da má recepção que tive, logo esta foi explicada, a confusão já não existia mais por parte do bichano, e presenciar um homicida em potencial me deixava irado, o homem sacava por motivos desnecessários sua arma, talvez o porte de armas estivesse subindo à cabeça do cidadão de mal, dispensando pensamentos pessoais precisava agir para ajudar o Sir Ron Ron. Por estar a poucos centímetros do loiro precisava ser sutil, apesar de não ter a arma apontada para mim qualquer movimento brusco o faria mudar a direção "Muita calma à partir de agora, aja naturalmente..".

Daria um passo para o lado com as mãos na altura do ombro e suas palmas em direção ao atirador, queria deixar a entender que não estava armado nem pretendia agredi-lo, não por enquanto. Assim que o pé direito pousasse após dar o passo aproveitaria o intervalo mínimo restante para posicionar o esquerdo um pouco atrás na diagonal deste, formando assim a base de pernas do boxe, tentaria ser o mais sutil possível, talvez o ínfimo conhecimento de lutas marciais e o rapaz perceberia o que estava fazendo, por isso rezava para que este deixasse sua raiva o consumir e que perdesse toda sua concentração focando-se no mink. Com as pernas, possivelmente, em suas posições tentaria mover discretamente os antebraços, permanecendo com as mãos em suas posições de palma aberta e à mostra para o loiro apenas distanciaria o antebraço esquerdo para frente, abrindo uma angulação pequena entre braço e antebraço, já o direito permaneceria em sua posição, tudo isto para caso fosse necessário partir para um avanço rápido apenas fecharia os punhos, economizando muito tempo.

Aproveitando que possivelmente estaria com a base formada andaria com alguns passos laterais abertos na tentativa de ficar próximo ao lado da arma do cara, obviamente não em frente - Irmão, tem certeza que quer fazer isso? É um gato e seu estabelecimento para amantes de felinos, não seja tão grosseiro.. Ainda tem tempo de dar meia volta e ir embora, não chamaremos os marinheiros e você sai impune, o que me diz? No intervalo entre o primeiro período e o segundo, se percebesse que havia total concentração do atirador em minhas falas tentaria conduzir com a palma esquerda - esta ainda aberta e levemente à frente do meu ombro - a arma para tirar de alguma possível área de risco do felino. Se percebesse uma agressividade do atirador quando tentasse mover a arma responderia com o tom mais calmo possível - Ei, ei, ei, só estou tentando evitar uma morte desnecessária, calma, se quiser pode resolver isso comigo! Deixando claro para os dois minha posição nessa situação.

Enquanto não houvesse uma iniciativa do loiro em minha direção não começaria a luta, pretendia guardar como última carta minhas habilidades de combate, apesar de poucas serviam para algo. Manteria o contato visual com o ameaçador, apesar de ter conhecimento quase nulo sobre a área de linguagem corporal qualquer movimento que pudesse considerar ofensivo - considerando ofensivo apontar a arma para mim ou qualquer ameaça verbal - fecharia os punhos e num movimento que requer certa coordenação motora saltaria um pequeno passo para trás enquanto jogaria o punho esquerdo em direção ao rosto do adversário, serviria para me distanciar e contra-atacar.

Se não houvesse uma atitude ofensiva do loiro, fato esse que duvido muito, mas ainda assim continuasse a apontar a arma em direção do Sir Ron Ron me sentiria obrigado a intrometer fisicamente, aproveitando a baixa distância entre nós dois fecharia os punhos e girando o quadril ao máximo em direção contrária do alvo para concentrar energia dispensaria um soco com o punho direito visando seu rosto, apesar de terem movimentos mais sutis, quando se trata de alguém armado era necessário levar a nocaute o mais rápido possível pois qualquer contra-ataque com a arma poderia me causar óbito.

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MensagemAssunto: Re: [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada   [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada EmptySex 28 Set 2018, 20:03



         - Que tipo de intromissão petulante é essa, seu idiota?! – a voz irritante daquele homem retumbou pelo estabelecimento vazio – Você quer morrer? É isso? Se for, eu faço esse serviço como um adicional depois que mandar esse gato para o inferno e transformar a carcaça dele em um tapete! – virou-se para Sir. Ron-Ron e, com um sorriso debochado, concluiu – Você gostaria que ele chamasse os marinheiros que tanto odeia para vir lhe salvar, Senhor Gatinho? Ou devo dizer que o seu nome verdadeiro é Miaulévico e que seu legado como pirata ainda passa de boca em boca pelos mares?

        Aquela revelação poderia ser chocante para qualquer um dos clientes que passavam pelo Café, pois eles conviviam diariamente com uma amante de gatinhos e não um sanguinário saqueador das águas. As aparências realmente enganam. Entretanto, aquilo não era o ponto alto da história, ainda era preciso livrá-lo de seu algoz.

         - Ei, ei, ei, só estou tentando evitar uma morte desnecessária, calma, se quiser pode resolver isso comigo! – a colocação de Vash fez o mink suspirar com uma alegria um tanto quanto mórbida. Ele sabia que iria morrer, mas pelo menos seu passado não havia interferido na decisão de alguém de ajudá-lo.

        O loiro abaixou a arma e teve um ataque de risos:

         - UAHA UAHA UAHA UAHA UAHA HA HA – colocou a mão direita, que estava desarmada, sobre a barriga enquanto olhava Vash – Quer dizer então que a disputa será entre nós dois? Tudo bem! Já havia percebido sua posição de defesa. É um boxeador, certo? – o sarcasmo exalava daquele inimigo – Eu também sou. Na verdade, todos os marinheiros, antigos ou novos, recebem todos os tipos de treinamento que pode imaginar – guardou a arma na cintura e encarou o senhor – Se tentar qualquer gracinha enquanto acabo com esse garoto, pode ter certeza que a Sra. MiMi receberá uma surpresa em uma caixa ainda no final desse di- antes que pudesse terminar de falar, Vash saltou para trás e com uma habilidade enorme acertou seu rosto com um soco muito potente, digno de um verdadeiro boxeador – ENTÃO VAI SER ASSIM?! – a raiva o consumiu por inteiro.

        Pela movimentação do malfeitor, que já estava em posição de ataque e que realmente o caracterizavam como um boxeador, ele estava prestes a andar em direção ao rapaz e efetuar um cruzado com a mão direita. Era preciso aproveitar essa leitura rápida e reagir de maneira eficiente e veloz o bastante para livrar não somente Sir. Ron-Ron, mas também a Sra. MiMi que sequer estava no Café e já estava ameaçada por aquele marinheiro desviado. Seria Vash capaz disso?


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MensagemAssunto: Re: [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada   [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada EmptySab 29 Set 2018, 03:10


Esboçava um sorriso de canto de rosto quando o plano saía como arquitetado, já tinha em mente que o loiro não sairia tranquilamente do bar pedindo desculpas pela besteira, mas havia mudado seu foco após jogar duras verdades que pesavam o clima, pelo menos para mim é claro, mesmo não sendo um freguês árduo do café ficava chocado ao ouvir que Sir RonRon na verdade se chama Miauléfico "Genial.. HAHA" - um pensamento antítese e inconsciente me fazia rir por dentro por breves segundos - e já fora um desbravador dos mares, me pergunto como os clientes de grande época se portariam ao saber disso, ou como toda a ilha reagiria, seria uma grande barra a segurar, e tudo isso por culpa de um homem extremamente arrogante e mimado, tenho raiva de pessoas assim.

Apesar de Ron Ron ser um ex-pirata não aparentava ser má pessoa, muitos piratas apenas são procurados por desbravarem sua liberdade, mas da mesma forma que não conseguia identificá-lo como pirata antes não posso tentar julgar se é ou não boa pessoa agora, julgar um livro pela capa, a única certeza que tinha é que mesmo sendo um homem da lei o loiro estava errado ao sacar sua arma, a minha obrigação como ser humano era ajudar o felino independente de suas ações passadas.

A risada que me parecia debochada e a afirmação que desmascarou minha tentativa de ser furtivo ao formar a base para um possível combate pesava a consciência, como pode em meio a uma discussão ele ter percebido? "Droga.. talvez o que tem de inconsequência ele tenha de experiência com artes marciais.. apesar que disciplina e auto-controle são primórdios de todas elas" Pensava enquanto ouvia as ameaças exageradas do malfeitor, me perguntava o que tão de grave havia acontecido entre os dois para tais atitudes "Possivelmente nada.." Grandes chances de ser mesquinho assim de natureza, ou até mesmo estar bêbado mas em caso desta última provavelmente teria sentido seu hálito. - [...] Pode ter certeza que a Sra. MiMi receberá uma surpresa em uma caixa ainda no final desse d.. Ao ouvir interrompi todos meus pensamentos e sem pensar desferi o soco que encaixou no rosto do loiro, este se irritou mais ainda. Me esforçava para ser imparcial mas ouvir uma ameaça livre a o que parecia ser um casal, ou talvez a mãe de Ron Ron, não pude me controlar.

- ENTÃO VAI SER ASSIM?! - gritava o homem ainda mais raivoso, agora também mudava sua postura, formava uma base característica de um boxeador. Por bons reflexos, ou puramente sorte, percebia seu próximo movimento, um cruzado de direita e tinha milésimos de segundos para reagir.

Como esquiva padrão de cruzados, curvaria levemente o tronco para baixo, mantendo a formação em que meus punhos se encontravam - direito colado no queixo e esquerdo levemente a frente do ombro - pendularia para a direção contraria em que vinha o soco, isto é, como era um cruzado com a mão direita o alvo era minha bochecha esquerda então agacharia com o tronco inclinado para frente e, flexionando os joelhos para acumular energia, moveria o tronco para o lado direito, assim que estivesse me levantando do movimento aproveitaria a energia cinética para desferir um gancho visando o queixo do loiro, enquanto estivesse no movimento giraria levemente o punho direito para causar ainda mais impacto, assim que fizesse o movimento recuaria para a base.

Pelo movimento de esquiva ser padrão e o marinheiro ter conhecimento de boxe já esperaria por uma possível reação ao pêndulo, caso tentasse me alvejar durante a esquiva com joelhadas - mesmo não fazendo parte do esporte não tinha noção de até onde iam os conhecimentos dele - abaixaria ambos os punhos, deixando um sobre o outro, na altura em que a joelha estivesse vindo para amortecer o ataque e recuaria então com dois passos para trás.

Se durante a esquiva parasse seu cruzado e tentasse me desferir um direto defenderia formando uma parede vertical com os dois antebraços, deixando os punhos um pouco acima das sobrancelhas e os antebraços o mais colados no rosto possível, para assim diminuir o possível dano que sofreria. Caso realizasse a defesa e não tivesse a estabilidade muito afetada tentaria aproveitar que ainda estava se recuperando do direto para desferir um gancho na altura das suas costelas, visando quebrá-las "Se for para lutar que seja para ensinar uma lição a este ser medíocre" Era o pensamento da vez.

Caso não houvesse reações do sujeito durante minha esquiva ao seu cruzado e independente de acertar o gancho como contra-ataque, deixaria firme a base dos pés, giraria o quadril para o lado direito até onde tivesse confiança para não ficar muito exposto, assim que estivesse contraído prepararia o punho para um direto visando finalizar o combate com um nocaute no rosto "É agora!" Com essa mentalidade então giraria rapidamente o quadril a sua posição normal e socaria rapidamente o rosto do adversário com o direto.


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MensagemAssunto: Re: [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada   [Mini-Vashh] O Estouro da Boiada EmptyTer 02 Out 2018, 01:14



        A sorte estava sorrindo demais para Vash aquele dia e estava tudo indo muito bem. Mas era exatamente nisso em que o perigo se escondia. Todo o seu plano era perfeito, a esquiva, o contra-ataque e até mesmo a sensação de glória já parecia pairar sobre o ar. O seu momento estava prestes a chegar quando, de repente, o cruzado tornou-se curto demais e o marinheiro emendou um gancho violento com o outro punho.

        Um pequeno suspiro e a felicidade de adicionar o caráter sujo de seu adversário na equação tomaram conta do Café. Sir. Ron-Ron estava com os olhos arregalados ao encarar aquela cena: o punho de seu inimigo sendo parado pelo antebraço de seu defensor. Tudo aconteceu em uma velocidade altíssima e o mink (ex) pirata começara a se sentir cada vez mais animado.

        Com certa lucidez, Vash aproveitou uma pequeníssima brecha e encaixou um belo e certeiro golpe no tronco do outro. Talvez por destino, a confiança que uma arma de fogo traz ou o sedentarismo, já que extorquir e ameaçar pequenos comerciantes com passados conturbados não é uma atividade que exige muito, a costela do oponente pareceu afundar sob o punho opressor do rapaz. A sorte poderia até estar sorrindo demais e percebido a tempo de querer dar espaço para o azar, mas para um corpo e um espírito treinado um pequeno flerte com a contingência já é meio caminho andado.

        Ganhar era uma questão meramente técnica ali, já que o marinheiro àquela altura já estava ajoelhado rendendo-se a dor terrível de ter duas ou três costelas esfareladas por um simples soco. Contudo, para ornar ainda mais com toda aquela situação inesperada, Sir. Ron-Ron decidiu encerrar a peleja: com uma garrafa de vidro ainda cheia de leite, golpeou o derrotado na nuca, levando-o a lona, quer dizer, ao chão.

        - PUUURRRRRRRRRRRRR – seu ronronado inquieto preenchia todo o estabelecimento e deixava claro toda a sua ansiedade – Agora posso finalmente me livrar desse traste... Purrrr – virou-se para o jovem e, com muita sinceridade, falou mais calmo – Agradeço muito pela sua ajuda, garoto! Tyer me importuna há várias semanas atrás de dinheiro e ontem chegou aqui tarde da noite depois de provocar a maior bagunça no centro da cidade. Tentei ajudá-lo, pensando que era outra pessoa, mas acho que feri o seu ego ao fazer isso e deu no que deu. Puuurrr. Irei cuidar dele do jeito que os grandes filhos do mar cuidam de seus inimigos. Purrrrr.

        Nada do que o boxeador havia planejado tinha de fato ocorrido, entretanto, seria aquele o primeiro embate de muitos? Será que o mundo que ele tanto queria explorar era tão fácil como derrotar Tyer no Café de Sir. Ron-Ron? Bem, isso só poderia ser respondido por ele e dentro de uma longa jornada que ainda estaria por vir.


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