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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O disparo e a fagulha

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MensagemAssunto: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  - Página 2 EmptySex 14 Set 2018, 16:03

Relembrando a primeira mensagem :

O disparo e a fagulha

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Vincenzo Sinatra . A qual não possui narrador definido.


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Stannis
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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  - Página 2 EmptyQui 04 Out 2018, 02:16

- Barulhentos pra caralho, mas é a oportunidade da minha vida de merda. E coloca barulhentos nessa porra, mil vezes barulhentos, minha cabeça tá latejando com esse puto questionando os meus valores, quem essa porra acha que é?

- Você entendeu errado, quatro-olhos. Essa marca no meu peito não significa que eu dei o meu cu pra um Tenryuubito e resolvi desenhar no meu peito o dia em que ele comeu o meu buraco, significa que eu não vou esquecer do que já aconteceu, e muito menos do que eu quero pra minha vida. - Os gritos do mil vezes maldito Fujimoto soavam como uma puta mal remunerada que atende os fetiches de um homem mal remunerado que pediu que ela tocasse um violino. O mal humor típico de Sinatra, em nuance de sua dor de cabeça, mais parecia uma bomba-relógio. Não sabia quanto tempo ia conseguir ser cordial, e junto daquele derradeiro momento de questionamentos, teria uma única certeza: - Eu não vou conseguir calar a boca pra esse cara, sendo meu líder ou não.

- Se você quer saber quem eu sou, eu vou te responder quem eu NÃO sou. Eu não sou um covarde com medo de mudar o mundo ou me tornar um mártir. Talvez eu não traga diretamente a liberdade ao mundo, mas meu objetivo é ser uma fagulha. Uma fagulha que vai servir de inspiração ao ideal de anarquia ao mundo, 'morô?! - Fixaria o olhar na direção do maldito quatro-olhos, com uma feição que era a síntese de seu mal humor, sua dor de cabeça, e sua vontade doentia de querer revolucionar o mundo, isto é, até ser perturbado pelo tritão filho de uma puta. - Eu devia ter desistido de toda essa merda, mas vivo, daqui, eu não vou sair. É bom que eu me contente com esses porras pro resto da minha vida.

- Eu sei que você, monstruoso, nunca teve a oportunidade de bater numa bunda feminina. Todas, até mesmo as putas, devem te ver com nojo. É por isso que você se contenta batendo num cara feio que nem eu, né? - Observaria o tritão com uma sobrancelha levantada, e um olhar de provocativo. Enquanto massageia o puta galo que cobria a nuca, abre um sorriso de canto pro tritão. O mau humor, em suma da dor de cabeça, faziam Sinatra perder um pouco da noção de onde estava, ao ponto de fazer comentários ofensivos sem o medo de ser punido.

- Huh? Uma cobaia? - Naquele momento, mudaria completamente a expressão. Observaria o deslocar do monstruoso homem-peixe na direção da porta (não mais) secreta, com uma feição de duvida. E por alguma razão, se sentia agoniado, ao ponto de sentir a dor de cabeça ''estralar'' mais um pouco.

- Porra, me matar? Me deixa em paz, porra. Eu já disse que 'tô do seu lado, vai ficar me tirando mesmo?! - A partir daquela ameaça, trata de ficar um pouco mais quieto. Os espadachins filhos de uma puta mal-remunerada, pareciam dois carniceiros barbáricos, e nada além disso. - Cortar a minha cabeça seria a mesma coisa que cortar um presunto pra eles, a diferença é que eu tenho gosto de rato.

- Matar essa garota pra provar que eu sou um revolucionário? - Recusa a arma entregue pelos revolucionários, tirando a própria pistola do coldre, colando-a na cabeça da infeliz. Não tinha sido um ato sem pensar, ou simplesmente pra provar lealdade, mas podia confirmar uma coisa. Caso a intenção de ENTREGAR uma arma pra Sinatra, pra que ele apertasse o gatilho, e na verdade, essa arma não tivesse nenhum tipo de bala na verdade, eles impediriam que Vincenzo explodisse a cabeça da suposta ''espiã'' com sua arma, que por sinal, tinha balas de verdade. Caso eles não se importassem com essa decisão, Sinatra respiraria fundo, pensando no seu âmago sobre toda aquela situação: - Se todos os homens são iguais perante aos olhos de um doente, por qual razão eu devo matar ela? Eu sei que ela representa um perigo aos revolucionários, mas ela nem ao menos parece ENTENDER que porra tá acontecendo. - Com o dedo no gatilho, prestes a disparar a bala, abaixaria a mordaça de sua boca, clamando com uma derradeira raiva.

- Você tem últimas palavras, garota?! Esse é o tempo de falar tudo o que você tem pra falar. - Um pequeno sinal de compaixão surgia na mente de Sinatra, ou talvez, um meio de ser racional ao extremo. Não sabia diferir muito bem os dois sentimentos, nem ao menos sabia lidar com os próprios sentimentos de verdade, mas de uma coisa estava certo. Se tivesse que matar a garota, gostaria de pelo menos ouvir o que ela tinha pra falar.

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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  - Página 2 EmptyTer 09 Out 2018, 20:45

O disparo e a fagulha.
Narrador!
Onde há fumaça, há fogo. Parecia que a chama da revolução começava a flamejar de forma assustadoramente, e aquele que era para ser uma simples iniciação a uma célula revolucionaria, agora se tornava algo radical onde apenas um apertar de gatilho mudaria tudo!

Uma coisa inacreditável acontecia naquele momento, algo que nem ao menos existiria na cabeça de Sinatra. Aquela que antes amordaçada e amarrada, agora em um lampejo parecia estar totalmente solta, e antes no chão, agora ela seguia em cima daquele que estava com a pistola apontada a sua cabeça. – Puta que pariu, Fujimoto! Esse pirralho ia me matar mesmo! Garoto você vai se foder comigo! HAHAHAHA – O humor daquela que antes tinha um rosto angelical e desesperado, estava totalmente diferente, com um humor um tanto negro e radical, ela agora estava nas costas de Sinatra, e com um dos famosos golpes de lutas, o mata leão, ele nem sentia aquilo, com um piscar de olhos apenas tudo havia mudado, era inacreditável para leigos que não cressem no poder de um revolucionário, mas o fato era certo, Sinatra agora estava encurralado.

- Chefinha... Hahahaha, ele é um ótimo recruta, queria testa-lo aqui só que ele não quis a arma que eu dei, então deixei rolar para ver um pouco de suas habilidades, Hahahaha... Pode solta-lo eu acho, ele já sofreu demais hoje. – Falava de forma cordial, Fujimoto voltava aquela sua personalidade brincalhona e extrovertida, se tratando para a que ao ver de todos ali era um cargo maior que ele. A Galega angelical e linda, deixava uma pequena boas vindas para aquele novato a revolução, um chute nas costelas que não foi nada fraco, mas também não foi tão forte para causar problemas. – Hmm... Já que o fujimoto falou né, Então bem vindo pirralho! Só uma coisa, você está na minha lista! – Parecia que o clima do local mudava, apenas pelo final da frase dela. – Prazer, meu nome é Chitoge Yellowstar, pode me chamar de Chi mesmo... -  E novamente no final da frase o clima voltava a ficar tenso, e onde o ponto de vista da que agora era chama Chitoge, não fosse visto, quem estivesse ali acenava de forma negativa, parecia que aqueles que antes intimidavam, agora eram intimidados e tentavam ajudar o Vickenzo a não fazer uma merda.

- Já que todos estão aqui! Vamos começar Fujimoto, diga...- Antes da frase ser terminada pela líder, o grupo a interrompia, parecia que um coral havia sido formado e de maneira conjunta eles elaboravam um plano. – Major! Nós também temos que dar nossas boas vindas! - Todos gritavam, e com um gesto de positivo da galega ali, eles partiam para cima de Sinatra, com chutes, murros e pontapés, depois disso todos iam festejando e o humor de todos mudava ali, aqueles que tinha aspectos de fechados e ignorantes, agora pareciam ser como se fossem amigos de longas datas, é, eles estavam felizes, um novo membro se juntava ao grupo.

- Voltando... Fujimoto, vamos a missão que foi me passada, explique já que estamos todos aqui. – Acabava com aquele clima festivo a baixinha arretada que era a líder de todos ali. – Ok vamos lá, a lyn já deve saber, mas na próxima semana haverá um festival de vinho na cidade, mas esse festival é apenas para ofuscar um grande trafico de mulheres, organizado por um nobre que ainda não identificamos, graças a major sabemos que perto daqui tem um bordel clandestino onde seus donos estão raptando mulheres e prendendo elas lá, para depois vende-las para o tal nobre. Temos dois objetivos nessa missão, primeiramente temos que acabar com esse maldito bordel, e depois temos que fazer algo que abale esse maldito nobre, por mim ele já estaria morto, mas ele tem proteção do grotesco governo. Irei dividir o grupo em duplas, escolham entre si ai enquanto resolvo uma coisa com a Chefinha, já volto! – Falava de maneira firme e audível para todos naquela sala ouvir, os planos já haviam sidos explanados, mais para frente os detalhes de tudo seriam expostos mais agora só restavam uma coisa, as duplas.

Antes mesmo que Sinatra fosse pensar em alguém, a Linda Utreina se aproximava dele. – Ei, quer fazer dupla comigo? Vi que você é atirador e eu sou espadachim, formaríamos uma bela dupla, hein? Que tal? – Falava a mesma enquanto colocava suas mãos para trás, soltando um sorriso extremamente simpático para com o recruta ali.






Legendas:
Lyn
Dikemon
Utreina
Krush
Fujimoto
Irmãos Rorokui's
Chitoge Yellowstar
TODOS


Lyn:
 
Dikemon:
 
Utreina:
 
Fujimoto:
 
Irmãos Rorokui's:
 
Krush:
 
Chitoge Yellowstar:
 




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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  - Página 2 EmptyQua 10 Out 2018, 00:02

- Huh?! - Nem mesmo conseguia falar alguma coisa. A única coisa que ''supostamente'' seria pronunciada, não foi nada mais nada menos do que um grunhido. - Caralho... isso é uma chave de buc... - Assim que era liberto das ''garras'' da perspicaz menina de cabelos dourados, arfaria pesadamente. Tinha sido sufocado pra valer, e em um piscar de olhos. Não que Sinatra fosse um tarado, mas morrer sufocado pelas pernas de uma mulher não seria a pior das mortes.

- Eu sabia que essa merda era um teste. Ainda bem que eu resolvi usar minha própria arma, se não eu provavelmente não apertaria o gatilho, e falharia no exame de entrada. Fraquezas em um homem podem ser compensadas com o intelecto, as vezes... - Ainda arfando depois do golpe de uma loli enraivecida, observaria profundamente seu rosto, notando uma intenção um tanto quanto maléfica vinda de sua parte. Sentia um arrepio na espinha. Em alguns quadrinhos clássicos, isso seria chamado de sentido aranha, outros diria que se trata de um sexto sentido. Na concepção de Sinatra, isso era o epítome do sentimento ruim. Não era algo tão instintivo, tinha certeza, algo ia acontecer, e ele não poderia fazer nada pra evitar isso, como numa tragédia. O suor que caia de sua testa molhava sua franja, fazendo com que as pequenas pontas de cabelo pingassem no chão.

- Eu 'tô fudido. Tô muito fudido, eu tenho certeza que vou apan... - E a profecia se concretizava. Como se uma prostituta mal remunerada, não recebesse o dinheiro que cobrou pro serviço de um homem mal remunerado, Sinatra apanhou feio, como se ele fosse o homem mal remunerado da história. A pancada nas costelas foi o suficiente pra jogar seu corpo contra a parede do pequeno cubículo em que se encontrava, cuspindo saliva quando chocava-se contra a estrutura. A franja caia sobre os olhos cansados, e com o impacto, pelo menos alguma coisa boa acontecia. Batia a nuca contra a parede, e todo o galo entraria pra dentro da cabeça mais uma vez, finalmente livrando aquela região da dor de cabeça.

- L-lista... né? Caralho... Eu não gosto disso, nem um pouco. D-de qualquer jeito, meu nome é Vincenzo Sinatra, 'morô? pode me chamar do que quiser. - Tenta se recompor, soerguendo o corpo muito devagarzinho, como quem não queria chamar muita atenção, mas também não queria parecer um bobão frágil.

- Relaxa... o que aconteceu de ruim já passou. - É o que Sinatra pensava. Mas mais uma vez, seu ''sentido aranha'' apitou. Quando vê a líder sendo interrompida, e escuta sobre a solicitação de ''boas-vindas'' sentia que era algo ruim, e não tinha que ser um gênio pra entender isso. Algumas horas antes, foi recepcionado com uma pancada na nuca, depois, um mata-leão e um chute nas costelas. Por algum motivo, sabia que algo ia acontecer, mas naquele ponto, entregava tudo nas mãos de Deus.

- Caralho... 'Fvck. - É a única coisa que vinha na sua cabeça quando percebia o sinal de Chitoge. De todos os lados, revolucionários que mais pareciam cachorros atrás de uma bisteca, rodeavam seu corpo. Sentia-se como uma puta bem remunerada, ao redor de homens muito bem remunerados, que faziam leilão pelo seu corpo. A diferença é que ele não podia escolher nenhum homem, e apanharia feito um boneco de pancadas por todos. Eram infindáveis pontapés e socos, ao ponto de Sinatra perder a sensibilização da dor - ao menos do jeito em que ela deveria funcionar. Queria desmaiar, mas seu corpo não queria ceder por nada. Dessa vez, cospe um pouquinho de sangue, e recosta todo o corpo ferido numa parede, ficando com umas marcas roxas em todo o corpo, e completamente inchado. Bastante semelhante com uma prostituta que recebeu uns chupões, e fez muitos serviços no mesmo dia. Assim que estava recostado, não tinha forças nem ao menos pra grunhir, simplesmente ficando quieto e escutando Fujimoto e o plano de ação.

- H-huh... - Via a figura de Utreina. Sem que conseguisse imaginar, abria um sorriso de canto, provavelmente um tanto quanto feio por ter apanhado mais que uma criança que matou a aula pra jogar bola, e a mãe acabou descobrindo. A figura da garota era um alívio - sim, ela era a única pessoa que parecia não querer foder com a vida de Sinatra, e aquilo era o suficiente pra que ela recebesse uma resposta imediata.

- S-sim. Eu topo. Muito obrigado por existir. - E estenderia a mão na direção da garota, propondo um aperto de mãos - e um apoio pra conseguir se levantar. Só de esticar os braços, sentia uma dor pelos pontapés que recebeu, grunhindo um pouco, mas ainda sim, parecia completamente aliviado.

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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  - Página 2 EmptyQui 11 Out 2018, 00:33

O disparo e a fagulha.
Narrador!
Um aperto de mão, seria esse o simples gesto para iniciar uma boa, e que poderia ser longa, amizade revolucionária, mas os planos de Sinatra foram totalmente frustrados quando ela não seguiu o protocolo, protocolo esse que era de lhe ajudar a levantar, pois ela apenas apertou sua mão entrando em concordância com ele, mas a ajuda que era boa, não houve nenhuma.

O dia já estava a terminar, a noite começava a rugir sobre aquela ilha, mas é claro que aqueles dentro de vão quadrado e fechado não saberiam sobre como estava fora dali. Com relógios ou uma pequena noção exata do tempo, poderiam perceber que já estava escurecendo, mas todos naquela sala só tiveram a certeza após confirmação do chefe. – Ok pessoal, resolvi o que tinha com a Major, já está escurecendo então agora vamos ao que interessa! – Novamente a personalidade de fujimoto mudava, agora ele estava mais sério e ríspido, sem brechas e com uma postura firme.

Um dos pacotes era utilizado como apoio ali, chamando todos para perto daquela mesa improvisada, fujimoto jogava algumas fotos nela como também um mapa. – Ok vou lhes informar sobre tudo... Mas antes, Sinatra responda essa formulário aqui enquanto eu falo ok, devemos passar isso para o alto comando, assim seus dados ficaram salvo e poderá se tornar um membro legitimo da revolução! Voltando, esses três aqui são os principais objetivos de nossa missão, a prioridade é óbito na certa para os mesmos, não queremos prisioneiros, nosso objetivo principal é apenas e unicamente salvar as garotas contrabandeadas e acabar com esse crime! – Firmemente ele afirmava suas palavras para seus subordinados, sempre gesticulando de maneira positiva e audaz, parecia que ele estava realmente engajado naquela missão. Os papeis do formulário já estavam na mesa juntamente com as fotos dos inimigos em particular, agora o que só voltava era como seria feita a divisão das tarefas para a conclusão da mesma.

- Esse aqui, é o pior de todos! Lider e comandante de todo esse contrabando, seu real nome ainda não foi descoberto, muitas vidas de nossos companheiros foram ceifadas para conseguir essa foto, pois esse é o nobre que está por trás de tudo isso. – Apontava para a foto, nela mostrava um senhor de idade, com cabelos brancos e uma estatura um pouco pequena. – Esse aqui é um agente que protege unicamente o nobre, ele é bem forte, não aconselho lutarem só caso o encontrem! E pra finalizar, esse aqui é um marine de alta classe, seu nome é Hayze Myamamoto, um tenente da marinha que acoberta toda essa falcatrua da justiça, não se deixe levar pelo seu rosto de bonzinho, ele é um exímio espadachim com bastante sangue frio! – Novamente apontava para as outras duas fotos restantes. – Vamos as duplas ok! Me digam como ficou! – Esperava a resposta de todos ali, parecia que aquela era a hora de começar a divisão de tarefas para a missão.

- Cabo! Eu estou com o novato! – Afirmou a linda espadachim Utreina, enquanto soltava um grande sorriso. – A dupla será nós mesmos cabo! – Também respondia à pergunta de fujimoto, os irmãos rorokui’s de maneira conjunta, que não era lá tão surpresa. – Vai ficar eu e o Dikemon chefe! Ok?! – Bradava o tritão, enquanto dikemon apenas afirmava com a cabeça. – Ok, ok, então você ficou sobrando hein lyn, não se sinta mau, fique comigo está certo? Pessoal já é noite, como as duplas já foram formadas, irei averiguar o melhor encaixe para cada tarefa ok?! Desde já estão dispensados, daqui a 4 horas quero todos na sala de reuniões! – De maneira calma mais firme, Fujimoto passava uma ordem a todos ali e logo em seguida caso Sinatra tivesse termino o formulário pegaria, mas se não ele saia da sala do mesmo jeito. – Ei, vamos conhecer nosso esconderijo? Me diz ai, quer algo? Nós temos armas, roupas, livros, oficinas e mais um bocado de coisas, se quiser só dizer, agora me segue! Vou te levar para o alojamento, você tá um pouco imundo! – Com uma cara não tanto satisfatória quando antes, utreina tentava se socializar com o novato, enquanto via os outros membros do grupo saírem logo após Fujimoto, existia apenas uma porta ali e meio que ela se engarrafava por um momento, momento esse que seria para Vickenzo se arrumar e seguir junto com a sua parceira.

Após a porta, tinha um grande corredor, onde haviam varias sala uma de frente a outra, mas cada uma com uma coisa diferente da outra, como livraria, academia, material bélicos, almoxarifado e laboratório. No final do corredor era possível ver duas grandes salas, justo elas seriam os alojamentos tanto feminino, quanto masculino. – Pronto, entre ai e escolha alguma cama vaga ok, naquela porta ali vai leva-lo ao banheiro, não se esqueça que daqui a 4 horas devemos estar na sala de reuniões, caso não me ache é aquela lá, a segunda da direita, saindo do vão em que estávamos! Oks, xau... – Mostrava um pouco aquele grande estabelecimento dos revolucionários na ilha Micqueto, logo apontando onde seria o banheiro e em seguia a sala de reuniões, não demorava muito para entrar no alojamento feminino, e desaparecer.







Aliados:
 
Terceiros:
 




Spoiler:
 

CLIMA ~ 22º | POST Nº ~ 06

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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  - Página 2 EmptyQui 11 Out 2018, 13:36

Resgatava memórias agarradas fortemente ao meu passado, embora vagas tanto em detalhes quanto em sentimentos. Talvez, em algum momento de minha vida, eu tenha pedido a Deus para esquecer-me destes maus tempos.

Não é como se fosse eu me vestir de preto simbolizando luto, mas muito pelo contrário: continuaria a seguir convicto de meus ideais, mesmo que tolamente. Buscar cegamente por um sonho nunca foi algo ruim, afinal de contas.

Finalmente, seria trazido de volta à realidade graças a minha ciência de que o mundo não daria uma trégua, nem que se tratasse de uma criança como eu. Molestar meu próprio espírito e auto-confiança fará com que eu largue mão e idealize algum outro objetivo na vida, certamente.

Não desejo isso, pois estou à procura de algo que molde-me dentro dos padrões que Deus confiou ao homem. Não tento fingir crer em deuses inventados ou em falsos profetas, mas ter "proteção divina" sempre confortará meu coração.

Inicialmente reviraria os olhos pelo ambiente para ter conhecimento íntimo de que seria seguro levantar, e logo em seguida trataria de apoiar ambas as mãos semicerradas devido ao recente êxtase na superfície mais próxima. Levantaria-me e flexionaria as pernas para que não viessem a se tornassem peso morto; repetiria o processo com os braços.

"Hora de fazer a diferença!" pensaria, com um olhar preenchido por determinação. Começaria a vagar à toa pelos arredores de onde quem quer que estivesse a fim de encontrar alguém com quem pudesse recolher informações. A abordagem seria suave, digna da tão venerada "inocência de criança":

Olá, senhor(a). Sei que vai soar estranho, mas poderia apontar para que lado seguir até chegar numa loja de armas? — encerraria a frase por ali com receio de que a mensagem não fosse interpretada da maneira esperada.

Perpetuaria essa mesma abordagem com todos que encontrasse até que alguém cedesse a informação. Um sorriso continuaria a marcar presença em meu rosto, e esperava que isso servisse, de alguma forma, para que eu alcançasse meu objetivo.

Assim que conseguisse o que queria, agradeceria a pessoa oferecendo um amistoso aperto de mão e seguiria para a direção indicada. Chegando lá, teria de conferir se realmente era uma loja de armas ou só fachada; e o faria.

Caso eu realmente tivesse dado sorte e chegado onde desejava, não hesitaria em entrar. Uma vez dentro do estabelecimento, cumprimentaria a todos os presentes com um único e simples aceno. Disposto em sequência disso, dirigiria-me imediatamente ao proprietário e me esforçaria para não estragar o que já estava realizado:

Gostaria de comprar um par de luvas, mas tenho apenas 50.000 berries para pagar por ele. Teria algum aí? — terminaria conferindo os arredores e vendo que se alguém estava lançando olhares desdenhosos ou me condenando pelo simples fato de ser criança. Encontrando ou não, permaneceria no mesmo lugar.

Também existia a possibilidade de terem indicado uma rota alternativa para a rua "Estou Perdido, Socorro!". Neste caso, não iria tirar satisfações com o responsável por isso, mas sim continuaria a busca sem mudar uma palavra sequer na abordagem; não havia preconceito em meu vocabulário, então não seria nem um pouco seletivo.





Histórico de Personagem:
 

Objetivos:
 


Última edição por Bravheseer em Sab 13 Out 2018, 21:17, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  - Página 2 EmptySab 13 Out 2018, 14:01

- Puta merda, ela é meio desmiolada. - Pensava sobre a falta de interpretação de Utreina, enquanto soerguia o corpo de uma só vez depois do aperto de mãos, num único solavanco de forças, soltando alguns grunhidos por estar ''enferrujado'' depois de ter apanhado mais que uma prostituta mal-remunerada de seu cafetão.

- Huh? - Trata de prestar bastante atenção ''no que interessa'' pois como foi dito, aquilo realmente fazia parte dos interesses de Sinatra, sua primeira missão como um infame revolucionário. Observa as fotos recém espalhadas na mesa, até ser ''interrompido'' por Fujimoto. Se algum pensamento tinha surgido na cabeça de Sinatra, provavelmente seria algo como: - Eles lutam contra o governo mundial, mas ainda deixam a burocracia tomar conta, puta quiu pariu. E então, preencheria todo o formulário na maior velocidade que podia, com uma letra um tanto quanto feia - mas entendível. Voltando a tomar foco das imagens e das instruções do aliado mais uma vez.

- Mhmmm... não sabemos o nome. E eu nunca vi esse rosto antes. Não acho que tem ligação quanto á isso. - Colocava a mão no canto superior do peito, onde a marca de dragão disforme contextualizava com sua história anti-nobreza. Analisava com menos desdém a existência do espadachim sanguinário - apenas concluindo que não venceria numa luta individual, e o agente, que por algum motivo, parecia ser cínico nas visões de Vincenzo.

- Eu 'tô com ela. - Falaria exatamente no mesmo tempo que Utreina, confirmando sua afirmação sem nenhum tipo de adversidade. Presta bastante atenção nas outras duplas, e solta um risinho de canto quando nota que Lyn não encontrou nenhuma dupla que não fosse o cabo, como se fosse a última prostituta restante num bordel. Escuta as instruções finais de retornar pro quartel em quatro horas, e caso notasse que algum dos aliados usasse um relógio, diria pra ele a seguinte frase: - Ei, quando der as quatro horas, me chama. Minha noção de tempo é uma merda. E então, teria a atenção roubada pela belíssima Utreina, mais uma vez.

- Cara, esse lugar não é tão pequeno quanto parece mesmo, hein? 'Pô... acho que vou conferir só as armas e a oficina mesmo. E... realmente, tô bastante sujo. Vou pegar umas roupas e vou tomar uma ducha. - Nota a mudança de expressão da espadachim, mas evita se preocupar muito quanto aquilo. Simplesmente segue a garota, sendo completo ''refém'' de suas informações. Assim que segue pelo estreito caminho, se depara com inúmeras ramificações, como a oficina e o laboratório, um tanto quanto surpreso. No mesmo dia, tinha acontecido muita coisa, então se deparar com aquilo, ainda era meio... confuso.

- Ah, 'belê. Vou tomar um banho e me vestir, daqui a algumas horas a gente se vê, valeu. - Segue o informativo de Utreina e parte pra ducha. Tomar o banho era algo complicado, estava lotado de pequenas feridas, que quando a água caia em sua carne viva, ardia um pouquinho. Mas ainda sim, era algo revigorante pra mente de Vincenzo. - Só não posso deixar o sabonete cair no chão, e tô tranquilo...



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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  - Página 2 EmptyTer 16 Out 2018, 00:17

O disparo e a fagulha.
Narrador!

Bravheseer Finn

Não era dia, mas também não era noite, o céu estava naquela passagem de turno onde as nuvens ficavam laranjas de um lado e azuis escuras do outro. O frio não era para lá de forte, apesar do clima local daquela ilha ser de inverno, o bom senhor do tempo dava uma trégua no clima. Ao longe se fosse observado mais atentamente, era possível ver um grupo de nuvens negras, poderiam estar elas carregadas de água trazendo uma tremenda chuva no futuro.

O garoto que atendia pelo nome de finn parecia ser novo naquela ilha, pode até ser estranho o que eu vou citar aqui agora, mas ele procurava por uma loja de armas, sim um garoto de 11 anos estava a procura de armas, e como novato naquele local, esperava ele conseguir informações com moradores dali. As ruas pareciam um pouco movimentadas, devido ao horário muitas pessoas estavam voltando de seus trabalhos, lojas estavam se fechando e pessoas indo e vindo rapidamente, isso cessaria por volta de mais uns vinte minutos, onde aquele lugar estaria quase que deserto. O ruivo nada mais estava que perto da praça central, onde era guarnecida por um Quartel General da Marinha, e como sempre era possível ver alguns marinheiros de sentinelas nos portões. Toda pessoa que Finn tentava pedir informações ou o ignorava, ou apenas dizia que ele era muito garoto para querer ter armas, as tentativas dele eram totalmente falhas, mas o destino parecia querer ajuda-lo ali.

Atentando-se mais à frente, ele perceberia uma loja de armas exatamente em frente ao QG, mas como nada era de graças, o destino lhe dava uma oportunidade de querer entretelo, pois um homem saia da loja e parecia ele está fechando a mesma. Um rapaz robusto e galego, com cabelos lisos e grandes, tinha um corpo de um atleta, poderia ser ele lutador devido a marcas nos punhos, mas o que interessava mesmo era que ele já estava a sair da frente da loja, quando o garoto Finn o interrompeu. – Um par de luvas garoto?! Você tem quantos anos?! 10?! Não posso vender armas para crianças, me desculpe, mas são normas do governo ok? – Respondeu ao menino de cabelos laranja, com um grande sorriso no rosto ele assanhava um pouco os cabelos do garoto enquanto passava a mão sobre sua cabeça.

Frustrado, o garoto poderia até ficar, mas naquele mesmo momento ele não tinha nem tempo de reação para tal emoção, um grupo de 4 marines os rodeava, dois atiradores portando rifles, um espadachim e um lanceiro, era estranho a forma que eles se aproximavam ali, mas o que era mais estranho mesmo era as fisionomias de seus rostos, eles pareciam estar sendo possuídos por algo maligno, onde para saciar tal demônio o sangue era o alivio. – Você! Pare ai mesmo! Seu maldito revolucionário, você está nos espionando a quanto tempo nessa loja, nós já sabemos tudo sobre você, é melhor se render ou mataremos você e esse seu filho ai! – Gritava um dos marines ali, parecia que ele era o mais antigo dentre todos, e em cerca de 3 metros de distancia do garoto e do vendedor, eles paravam e empunhavam suas armas.

- Calma houve um mau entendido, não sou isso que vocês dizem, esse garoto não é meu filho! – Bradava desesperadamente afim de persuadir os marinheiros ali, o Loiro. – Luke Yellowstar, seu merdinha, você vai morrer agora junto com esse garoto, deve ser um de seus aprendizes né, esse garoto já deve está com a mente alienada à anarquia, vamos corta o mau pela raiz! – Falava um dos marines ali, este já não era muito piedoso. Rapidamente o Loiro, agora conhecido como luke, se abaixava aproximando de finn. – Garoto, vou tentar despista-los, no momento que você ver uma abertura corra! Ok?! – Sussurava no ouvido do ruivo, enquanto no mesmo momento ele do chão fazia um movimento de luta um tanto peculiar, para aquele que fossem entendidos na área, saberia logo que era um chute de capoeira, onde ele do chão segurava o peso e a gravidade se seu corpo com as mãos e estendia as pernas na direção dos inimigos ali, impulsionando contra eles a fim de fazer uma abertura. O que faria Finn, fugiria e seguiria os planos de luke, ou tentaria algo mais ousado?


Legendas:
Luke Yellowstar
Marines


Luke Yellowstar:
 




Vincenzo Sinatra

Poderia ser esse o gosto de amargo da revolução, as águas daquele chuveiro tocavam Sinatra e mostravam que não foi fácil para ele entrar naquele seleto grupo, mas poderia ser essa dor uma aconchegante marca de ter alcançado um de seus objetivos. Não demorava muito antes dele entrar no banho, algo parecia incomum pois não tinha roupas decentes naquele alojamento, se avistasse um pouco mais, em todos armários tinha um bilhete mostrando que as roupas pagas pelo exercito estavam na sala da lavanderia, poderia ser preguiça, mas ninguém as trazia para o alojamento, no caso dos homens.

Não tinha alternativas, Sinatra ou colocaria as mesmas roupas sujas de antes ou teria que ir de toalha a até a sala da lavanderia daquele qg, que não era tão longe, três quartos a frente para ser exato. O silencio pairava no corredor ali, não se sabia como o mais novo membro da revolução havia optado por ir atrás de roupas novas, pois já dito antes por Utreina, elas estavam bastantes sujas e ele por bom senso deveria se limpar.

No corredor, na primeira porta estava lyn limpando sua arma de fogo e desmontando e montando a mesma. – O Que é que você quer, seu Tarado! – Em seguida ela apontava a pistola para ele em forma de querer o intimida-lo, as mulheres pareciam estar tomando banho pois era possível ouvir a zoada de chuveiro do quarto delas, dai então entenderia o jovem atirador que a revolucionaria ali estava apenas de sentinela da hora do alojamento feminino. Não se passou muito tempo, coisa de minutos para ser exato, tempo suficiente para Vickenzo fazer o que bem entendesse ali, e uma grande explosão chamava a atenção de todos os revolucionários ali, vinha da direção do vão onde havia Sinatra havia sido espancado, mas para sorte dele o local era bem reforçado e não cedia facilmente.

- Evacuem-se! ALERTA, inimigo está tentando invadir o QG, Todos para Puta Que me Paril de 4! Rapido! – Um alerta era acionado, só agora Sinatra perceberia alguns altos falantes em todo corredor como nos quartos e até mesmo banheiros, a voz que emitia do mesmo era nada mais nada menos que a grande Chitoge, líder de todos ali. Sem paura ou hesitação o tumulto tomou conta daquele corredor, aquele grupo que antes recepcionava o conscrito, agora corria em direção contrária ao vão, e antes que percebesse Vickenzo era puxado por utreina para um quarto qualquer ali. – Ei, estamos sendo atacados, não sei a causa disso, mas se for culpa sua você será morto por mim mesmo, irei corta sua garganta até para se jorrar sangue ok? Espero não está errada, então vamo me siga, devemos ir para o PQP4 agora! – Gritava ela enquanto o encurralava sobre a parede com uma mão e a outra segurava apenas o cabo de sua espada presa na bainha. Correndo então Utreina parecia conhecer algum tipo de atalho, pois não seguia os mesmos passos dos outros membros, mas entre becos e estreitos, passagens secretas e não tão secretas, eles paravam perto de pier daquela ilha onde tinham bastantes barcos.

- Me responda, você é um agente duplo seu maldito! – Sacava sua espada, enquanto ficava em posição de luta em frente a Sinatra.






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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  - Página 2 EmptySab 20 Out 2018, 18:38

Com inúmeras tentativas frustradas pela ignorância adulta que apoderou-se de quase todo o mundo, meu plano estava beirando o fim. No entanto, o destino não fazia minha convicção abalar-se e suas provações tornavam-se desafiadores a ponto de alimentar ainda mais aquela vontade ardente dentro de meu peito.

Finalmente, minhas preces eram ouvidas, manifestando-se em forma de loiro nada convincente e chato por inteiro, tive uma resposta relativamente normal uma vez comparada às anteriores, embora aquilo não me afetasse. O que me fazia detestá-lo profundamente era o fato de ter afagado minha cabeça, coisa essa que eu não admitia nem que viesse de parentes próximos, mas não fazia nada  a respeito para não criar confusão e anular as chances que já não possuía de alcançar o meu objetivo.

Quase que de forma sobrenatural, um grupo de Marinheiros cercavam tanto eu quanto o loiro detestável, direcionando discursos de ódio para ele e acusando-o de conspirar a favor de uma "revolução".

Ainda que não desse a mínima para esse tipo de situação, os malditos tinham a audácia de alegar que eu era filho do cara que acabara de provocar certa raiva em mim, e isso eu não deixaria barato: inicialmente trataria de considerar a proposta de plano do possível farsante e, relutante, contestaria sua decisão.

Assim que o combate começasse a ser travado, dispararia numa corrida que seguiria em direção aos Marinheiros. Aproveitaria a ocasião e tomaria de um deles sua arma num salto arriscado, resgataria forças de meu interior e meteria um soco potente com a mão direita devidamente cerrada buscando infligir algum dano ao carrasco sem cessar a corrida, passando em vão caso fosse necessário, partindo para algum de seus pontos cegos o mais rápido possível.

Analisaria os arredores à procura de alguma superfície propícia a escaladas e imediatamente o faria, passando a caminhar pelos telhados até onde desse, buscando despistar os mais perspicazes homens daquele pequeno grupo. Permaneceria no mesmo lugar e esperaria por um sinal ou algo do tipo; poderia, também, ser alfinetado por minha própria vontade, sendo incitado a voltar ao combate, mas resistiria incessantemente.

Poderia, além disso, esperar a luta findar-se e, só no final, iria conferir o que havia acontecido tanto com o homem quanto com os Marinheiros.

"Fique bem, esquisito."  pensaria comigo mesmo, sem desejar a morte àquele cara, expulsando parte do rancor que sentia por ele. Afinal de contas, algo como aquilo não pode ser motivo pra justificar a morte de alguém, né?



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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  - Página 2 EmptySab 20 Out 2018, 19:28

Terminava aquele revigorante banho, limpando o ranho das ventas, e futucando nas casquinhas de ferida que estavam amolecidas pelo banho, deixando os ferimentos em carne viva mesmo. Assim que se depara com a mensagem nos armários, olha de escanteio no corredor, e se depara com a imagem da mil vezes desgraçada Lyn. Mas depois de alguns segundos analisando toda aquela situação, consegue entender bem o que Lyn está tendo que fazer. Como não queria morrer feito aqueles dois porcos estupradores assim como a pistoleira tinha feito outrora, resolve abrir o jogo.

- Relaxa, relaxa. Eu só fodo com consentimento, beleza? brincadeiras a parte, eu só tô indo na lavanderia pegar umas roupas. - Abre um sorriso malicioso, voltando a caminhar pelo corredor, se afastando ligeiramente de Lyn pra que ela não tenha SEQUER a suposição de quê Sinatra fosse fazer algo quanto as mulheres que tomavam uma abençoada ducha. Seguia até a lavanderia. Se achasse roupas limpinhas, as vestiria, e procuraria por alguma coisa de interessante pelo armazém de armas e pela biblioteca. Se achasse uma pistola Thompson, não pensaria duas vezes em se armar com a tão maravilhosa e rústica arma. Se fosse uma dupla de Thompson, estaria mais feliz ainda. Caso não tivesse nenhuma Thompson, procuraria por um par de Colt, e se não tivesse nenhuma das duas, buscaria um par de pistolas um tanto quanto genérica mesmo, sem muita distinção. Já na biblioteca, procurava algum tipo de arquivo com informações sobre os atuais Tenryuubitos do North Blue. O intuito de Sinatra, é de se tornar a pessoa com a maior recompensa inicial do mundo, e se ele conseguisse eliminar um Tenryuubito e saísse impune, talvez ele conseguisse isso.

- Caralho? Que explosão é essa, 'mano?! - Escuta uma baita de uma explosão, até mesmo se perguntando alguns segundos se aquilo tinha destruído a base. Quando vê que nada aconteceu com a estrutura, respirava de alívio, até ser interrompido pelo aviso. - Onde diabos é PUTA QUE ME PARIU 4?! - Pensou, até ser surpreendido por Utreina de modo brusco, um tanto quanto vulnerável pela ação da espadachim.

- Opa, opa? Traidor? 'Cê tá de sacanagem, caralho? - É levado até o pier por Utreina depois daquela cena assustadora. É recepcionado pela fala de luta da garota, um tanto quanto surpreso. - A filha da puta vai querer lutar comigo? Cacete... eu não vou vencer dela nem fodendo. - Ei, ei, Utreina. Prestenção. Eu não quero lutar contigo, eu não sou um traidor, e é essa verdade que você precisa ouvir. Então... abaixa a espada, e vamos pra PUTA QUE ME PARIU 4, ok?! Caso a mensagem de Sinatra não tenha sido o suficiente, se afastaria um pouco de Utreina, observando os limites do pier pra não ficar muito próximo do mar. Se tivesse conseguido algumas armas novas no armazém, apontaria o par de armas pra espadachim. E caso não tivesse conseguido nenhum armamento de novidade, apontaria sua única pistola, comprada com seu dinheiro, observando-a com uma feição inexorável, mesmo que estivesse com um cagaço do caralho de morrer.


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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  - Página 2 EmptySab 20 Out 2018, 23:08

O disparo e a fagulha.
Narrador!

Bravheseer Finn

O dia parecia propício para o ataque da marinha, aquele foi o dia calculado pela marinha daquela ilha, para atacar todos os revolucionários presentes na mesma, algo bem articulado, mas pena que os seus inimigos também tinham suas contramedidas. – Seu maldito, hoje que os revolucionários vão cair nessa ilha, nosso ataque em massa vai destruir tudo o que for anarquista! – Bradava um dos marines que cercavam o garoto e o loiro.

Após em um movimento ousado de luke, um marinheiro havia caído ao chão, é ele tinha sido nocauteado na hora, mas isso não diminuía o ego dos companheiros ali. – Você vai morrer agora! – Dizia um dos marines que logo puxava uma soqueira de seu bolso, e foi nesse momento que o garoto sentiu uma brecha aparecer ali, ele era ousado para sua idade, e mesmo que dito pelo mais velho ali, ele não acatava ordens de estranhos e partia para cima do outro marine que utilizava uma espada. Ousadia e alegria, podia ser o lema do menino, ele até tentava roubar a espada do inimigo ali, mas não tinha tanta jinga para isso, e logo levava uma coronhada com o cabo da katana ainda embainhada na bainha. O ataque não era lá tão forte, mas fazia Finn dar uns passos para trás, e também um calo na testa ficava, mas ele não desistia e logo um soco ele desferia no seu oponente, mas já esse era realizado com sucesso, parecia que a confiança do marinheiro ali era alta, nem se que defendia o soco, que ia certeiramente em seu diafragma. O soco era forte mesmo para aquele garoto, surpreendia todos ali, ao ponto do outro inimigo tentar ataca-lo de forma instintivamente, devido a outro aliado cair ao chão, mas o soco potente ampliado por uma soqueira com pontas era neutralizado por luke ali, e ao aproximar o punho ao rosto do garoto, luke em um movimento complexo para leigos, chutava de forma assustadoramente o rosto do inimigo ali, também o nocauteando.

- Garoto era pra você ter fugido, quase se machucava agora, na verdade você se machucou né! – Falava o loiro enquanto via os 3 marines no chão e coçava a cabeça, ele sabia que havia feito uma grande merda, e que também algo de ruim estava acontecendo. Alguns segundos após ao longo da rua mais um grupo de marines se aproximava, estes estavam em seis e corriam atrás do garoto Finn e o revolucionário Luke, mas algo chamava a atenção ali, uma zoada estranha zunia dentro das vestes do rapaz, que logo mostrava que era um den den mushi tocando. – Irmão! Vá para Puta que pariu 4, fomos invadidos! Algo não está me soando bem. – Do den den mushi, era possível ver uma voz feminina, que futuramente seria bem familiar aos ouvidos de Finn.

Luke não tinha mais o que fazer, todos as peças se encaixavam em sua cabeça, e logo após desligar a chamada feita pela então sua irmã, ele se via encurralado ali. Aqueles seis marines não pareciam ser lá tão difíceis de derrotar, mas o que ele mais prezava era pela segurança do garoto que estava metido ali por sua causa, e sem perguntar ou falar, ele tomava Finn em seus braços e corria para longe dos marinheiros. Em um forte impulso, ele subia nos telhados das casas ali e ia pulando de casa em casa na direção do pier da cidade.


Legendas:
Luke Yellowstar
Marines
Den den mushi (Voz da chitoge)


Luke Yellowstar:
 




Vincenzo Sinatra


Sinatra estava em um encalce, com apenas a pistola que havia comprado antes, e roupas convencionais e uma manta para se esconder, ele via o fio da lamina da espada de utreina cafungar seu pescoço, ela estava nervosa e aquele momento não estava a favor de Vickenzo. -Ok... Mas vou ficar de olho em você! Quero não estar errado por confiar em você! Ok!? – Logo após isso, ela embainhava sua espada novamente e começava a andar para dentro do pier.

- Olhe ao redor, não quero ser seguida aqui, temos que estar sempre atento, algo de errado está acontecendo neste dia! – Falava enquanto não tirava a mão do cabo de sua katana, seguindo para o fim do pier. Haviam varinos navios no pier, mas o que mais chamava a atenção era um que em sua proa estava esculpido uma mulher de pernas abertas. – Aquele é o Puta que pariu 4! Nós usamos a teoria que psicologia reversa, se chama muita atenção ninguém vai vim nos importunar! Entre! – Chegava ao navio chamativo ali, sua velas eram brancas normais, era de porte médio e era o ultimo do pier ali.




TODOS



Uma rampa era o que unia o barco ao pier, antes que Sinatra chegasse a metade da rampa, um homem galego e bem formoso chegava no final do pier, mas o mais engraçado era que ele carregava uma criança entre seu braço direito e o abdômen. – Olá Utreina! – Acenava enquanto via a espadachim subir no navio, e logo ela ficava esterica quase derrubando o novato a revolução no mar, correndo para dar um grande abraço em luke. – Chefinhoooooooo! – Gritava, mas antes que abraçasse ele, ela era logo impedida pelo próprio que com um simples aperto de mão com a mão esquerda, neutralizava os ataques hormonais de utreina, e logo em seguida entravam no barco.

No convés do mesmo era possível ver todos os membros do grupo de revolucionários ali, para Finn eram caras novas ali todos, mas para Sinatra, apenas luke e o garoto em seus braços não eram conhecidos. – Olá eu sou Luke! Você deve ser novato aqui né, ops esqueci de ti moleque! – Cumprimentava o novato enquanto logo em seguida soltava o garoto de seus braços.

- Luke quem é esse garoto ai, ele deve ser um infiltrado na marinha! – Falava Chitoge onde logo saia da cabine do capitão do navio, apontando para Finn. – Calma irmã, ele é só um garoto que estava no local errado e na hora errada, trouxe só para trata-lo desse galo e depois sumo com ele ! Ok?! – Falava, enquanto novamente coçava a cabeça, parecia que a irmã tinha mais autoridade ali e ele meio que se oprimia. – Eu cuido dele! – Falou Utreina que logo sacava um kit de primeiros socorros e ia na direção do garoto.

- Pessoal! Fomos atacados hoje pela marinha, um ataque em massa para todos os revolucionários compostos na ilha, isso não ficara assim, iremos dar o troco ok! Mas antes vamos as informações, me digam o que precisam que eu tentarei providenciar, teremos que estar totalmente em condições para contra-atacarmos! – Falou seriamente Chitoge ali, a líder de todos os revolucionários enquanto ficava no meio do convés centralizada e seus subordinados ao redor.

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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  - Página 2 EmptySab 20 Out 2018, 23:56

- Caralho... beleza. - Sinatra estava em um misto de dúvidas quanto a Utreina. Em um lado de sua mente, ele pensava que a garota era extremamente burra. Se Vincenzo fosse realmente um traidor, no momento em que ela guardou sua espada novamente, e se virou de costas, ela poderia ter tido seu crânio completamente despedaçado pelo tiro da pistola. Outro lado, era que ela é muito pura pra esse mundo sombrio. E outro lado, que ela poderia ser tão poderosa, que se Sinatra ao menos PENSASSE em levantar sua arma contra ela, ele iria ser fatiado feito uma prostituta mal remunerada nas mãos de um charlatão com uma faca. De qualquer modo, trata de seguir Utreina em cada maldito passo.

- 'Belê. Relaxa que não tem ninguém seguindo a gente. - Trata de observar ao redor pra ver se tinha alguém pelas redondezas enquanto seguia pro esconderijo. Por algum motivo, estar com Utreina lhe deixava mais calmo do que deveria com a situação. É que ela parecia um ser frívolo, nada além disso. Quando tem a percepção de uma mulher com as pernas abertas, tinha total certeza. Aquela era a representação do ideal de puta mal-remunerada pra Sinatra, a PUTA QUIU PARIU 4. Entraria dentro do navio, surpreso. - Caralho, eles não são nem um pouco discretos.

- Huh?! - Acaba sendo interrompido no meio do caminho pelo homem caucasiano. Por um segundo, entra em posição de alerta, mas alivia os ombros logo em seguida, notando o comportamento do homem, e já o identificando como um revolucionário. É praticamente atropelado por Utreina, se segurando nas divisórias do navio pra não cair no meio do mar.

- PORRA, IMBECIL! - Se segurava no emadeirado depois da trombada de Utreina. Vê uma criança aleatória nos braços do galego, curioso. Assim que via o galo em sua cabeça, abriria um sorriso de canto. - A famosa cicatriz dos revolucionários, heh. Mas logo em seguida, retomava o foco, observando o galego com uma sobrancelha levantada, em nuance com a outra abaixada num sinal nítido de interesse.

- Opa, opa... Seguinte. Me arranja duas sub-metralhadoras, uma thompson e uma sniper. E se possível... roupas. - Finalmente para pra pensar, e se vê só de toalha. Uma visão cômica, pra um homem fracassado.

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