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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O disparo e a fagulha

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MensagemAssunto: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  EmptySex 14 Set 2018, 16:03

O disparo e a fagulha

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Vincenzo Sinatra . A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  EmptyQua 19 Set 2018, 18:04

Trata de esconder a face sobre o capuz. Sua respiração estava extremamente calculada, quase como se estivesse controlando a própria respiração - e não fosse algo automático. Mesmo com o moletom, remexia incessantemente na região da marca disforme de dragão no peito. Não era uma espécie de vício ou mal hábito, mas naquele momento, não poderia se esquecer de seu passado. Mau humorado, o mundo parecia cinza, independente de qual clima estivesse tomando conta da três vezes maldita, Micqueot. Independente disso, a maioria das vezes estava de moletom e boné. Podia fazer o calor de mil sóis, gostava de passar despercebido no cotidiano - não que fosse anti social, mas odiava qualquer forma de interação. Seguiria seu itinerário pra uma loja de armas. Um homem tinha que cumprir seus objetivos, mesmo que eles fossem demorados. De qualquer modo, soltava alguns murmúrios algumas vezes, ou seja, pensava em voz alta.

- Espero já estar chegando na loja... eu estou um tanto quanto... pensativo. Eu finalmente cheguei no ponto de minha ''carreira'' em que eu pretendo desafiar o governo mundial, então, vou comprar um par de pistolas, ou uma escopeta? - Não se perdia no seu próprio devaneio. Sinatra era uma pessoa que convivia com seus devaneios como um aliado, e não como alguém despercebido. Mesmo que soasse desatento, prestava atenção em tudo que fosse útil por aquelas bandas. Afundaria suas mãos dentro do bolso, observaria o céu por um instante, e caso tivesse chegado ao seu destino, abaixaria seu capuz e tiraria seu boné. Se por algum motivo, estivesse alguém pra recepcionar sua chegada, iniciaria um breve diálogo.

- Vocês venderiam duas pistolas Thompson? Se sim, por qual preço? - Nesse ponto, Sinatra estaria retomado por ''casualidades'' se tivesse chegado na loja, e tivesse sido atendido, aguardaria a resposta. Caso eles não tivessem as pistolas Thompson, ele procuraria por outras pistolas, caso eles tivessem, mas o preço fosse muito alto, ele também procuraria outras pistolas, mas se o preço fosse aceitável, faria negócio na hora, claro.

Referência visual da pistola Thompson:
 

METAS DA AVENTURA:
 

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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  EmptySex 21 Set 2018, 01:04

O disparo e a fagulha.
Narrador!
Sol? Era difícil dizer tal palavra para aqueles habitantes de Micqueto. Em um clima de extremo inverno, naquela época do ano era a menos fria, mas também não quer dizer que estava calor, 19 graus para se ser exato. O céu ficava meio nublado parecendo que iria chover, mas não chovia, e mesmo assim era possível ver o movimento de pessoas na ilha, pareciam que os moradores da mesma já estavam acostumados com o clima atípico.

Tudo parecia bastante movimentado mesmo, até um pouco fora do normal, talvez o jovem Sinatra não soubesse, mas um festival de vinho estava para começar naquela ilha, sendo festejado por uma semana inteira e para sorte do atirador, faltava um dia para começar tal evento. Vicenzo parecia quere se ofuscar diante de todos ali, se escondendo entre as roupas, o mesmo tentava não chamar a atenção, mas mesmo que ele tentasse o contrario não aconteceria nada, muitos daquela ilha estavam realmente cheios de afazeres devido ao festival, e nem davam muito a atenção para o que acontecia nas ruas.

As ruas, como dito antes, estavam bastantes movimentadas, o garoto parecia perdido naquela movimentação de grupos de pessoas amontoados, mas se ele olhasse um pouco ao seu redor ele perceberia que estaria perto do centro da praça da ilha, próximo ao quartel general da marinha. Foi devido a ter visto o Qg ali, que o mesmo reparou que de frente tinha uma loja de armas, um tanto que média, mas bem agradável e de bom porte. A procura de uma arma, o atirador seguia para a loja, de frente o mesmo veria vários tipos de armas com uma gama de variedade e mais ao fundo um balcão. Seguindo para perto do balcão um homem aparecia um pouco melado de óleo com graxa, tal vendedor parecia estar fazendo manutenção de armas, mas também não se importava de parar tal trabalho para atender.

- Ohhhh, meu amigo! Cara Thompsom... não temos, mas temos essas aqui ó, acabei de limpa-las e estão perfeitas aqui! São 40mil cada, mas se comprar as duas eu faço um desconto por 60 mil as duas, que tal? -  Falaria para o garoto o carismático vendedor, tentava ludibriar o seu cliente para comprar um par de pistolas simples, já que não tinha aquelas que faziam o gosto do mesmo, cabia ao Sinatra querer comprar ou não.

Saindo da loja em seguida o mesmo perceberia um estranho movimento entre um beco que dividia uma casa ao lado do quartel da marinha e outra casa ao lado, um pouco escuro mas se olhasse atentamente era possível ver uma mulher no chão, juntamente com dois homens se aproximando da mesma, eles não estavam com boas intenções e com choros a mulher se rastejava para longe do homens. O pessoal que passava pelas ruas não prestava muita a atenção para o acontecido, mas devido a tal beco ser exatamente em frente à loja, quem saísse da mesma e fosse atento perceberia tal feito. O que faria o atirador, seguiria para sua vida e objetivos normais, ou intercederia para com a jovem mulher que estava sendo atacada?


Legendas:
Vendedor


Vendedor:
 




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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  EmptySex 21 Set 2018, 15:18

- Mhmmm... seguinte, amigo. Eu não tenho 60 mil pra te pagar, mas é o seguinte. Eu tenho boa experiência na criação de projéteis e explosivos, então, eu estou disposto a pagar 40 mil pelas duas, e fazer balas ou bombas pra que você venda em sua loja, entende? Eu vejo isso como uma boa maneira de nós dois sairmos bem nessa história. - Não que Sinatra não estivesse de saco cheio em ter estabelecido mais de duas linhas de diálogo, e também, isso não significa que ele sabe barganhar. Mas a necessidade de ter um par de armas é tão alta, que estaria disposto a até mesmo fazer um pequeno serviço pro homem. Caso ele não aceitasse a oferta, então, Sinatra passaria sua mão na região do peito por um pequeno instante - tentando soar o mais despercebível possível, simplesmente pra sentir a marca de dragão. Não podia se esquecer do que era, e do que queria.

- Você tem algum outro maldito par de armas, que eu consiga pagar com 40 mil? Se sim, eu gostaria de ver. - Se por algum motivo, ele não tivesse um par de armas por esse valor, Sinatra simplesmente  voltaria a insistir na outra arma, só que dessa vez, ofereceria 25 mil por apenas uma, e o resto, ''quitaria'' com os seus serviços de criação de projéteis e explosivos. Se conseguisse fechar algum tipo de negócio, prometeria entregar as balas e explosivos no dia seguinte, e pra provar que não estava mentindo, procuraria alguma coisa pontuda, nem que fosse uma caneta, e riscaria em seu próprio dedo mindinho, deixando algumas gotas de sangue caírem como se fosse uma promessa.

- Até mais ver. -  Diria se conseguisse convence-lo ou fechar algum tipo de negócio, e sairia da loja. Ao sair da loja, percebia algo estranho no beco. Semicerraria os olhos só um pouco, e graças a sua boa visão no escuro, tentaria enxergar o que estivesse se passando naquela região. Caso conseguisse algum tipo de armamento, não pensaria duas vezes, partiria na direção do beco com uma feição de nojo.

- Eu deveria acreditar que vocês não tem mãe pra fazer isso, mas eu também não tenho, e não sou um merda que nem vocês. - Provocaria a dupla de homens. Caso tivesse conseguido um par de armas, apontaria uma arma na direção de cada um dos homens. Mas se só tivesse conseguido uma arma, apontaria ela pro homem que estivesse mais próximo da mulher.



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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  EmptySeg 24 Set 2018, 22:13

O disparo e a fagulha.
Narrador!
Tudo parecia normal, o dia começava a clarear e as nuvens que antes cobriam toda a ilha, agora se desfaziam dando abertura a um sol bastante denso e quente, mas isso era aos poucos... Famosa pelos seus vinhos, a ilha sofria de inveja das ilhas mais próximas, como também até mesmo os mercadores que não eram do ramo de vinho, eram mais truculentos e rancorosos, devido a grande demanda de venda de vinho, e a pouca procura por outras mercadorias na ilha.

O Vendedor da loja de armas era um desses truculentos, com um rosto angelical e uma simpatia na voz, o mesmo parecia ser bastante amigável como também barganhável, mas isso aos olhos de Sinatra. O Atirador ali queria tentar negociar com o loiro, mas não era fácil, além de não ter as armas especificas pedidas pelo cliente, o vendedor também tinha que carregar o fardo de que Sinatra não tinha dinheiro suficiente para comprar duas pistolas simples, e isso apenas embaraçava mais a cabeça do mesmo.

De tentativas e tentativas, o galego não cedia. O atirador tentou de varias formas mudar seu preço, acrescentando assim até mesmo seus serviços, mas não agradou o vendedor. Poderia ser frustrante, mas o jovem atirador apenas saia com uma pistola nas mãos e um saco de munições, eram apenas o que seu dinheiro poderia pagar, mas sem duvida poderia ser mais que o necessário para o que aconteceria adiante.

Ao sair da loja o mesmo encontrou de fato aqueles que, em um beco estreito e escuro na frente da loja, tentavam molestar uma mulher que estava caída no chão. Sem hesitação ou paúra o mesmo dirigia de maneira veloz para com os meliantes, apontando a sua nova pistola contra os que seria os seus inimigos, ele os repudiava em palavras tentando provoca-los.

A atenção mudava de direção, com a chegada de um novo homem no beco, os dois que antes intimidavam a mulher viravam contra o atirador, sem nenhum pingo de senso comum ou de medo, eles não pareciam intimidados pela arma segurada por Sinatra, e enquanto um puxava de seu bolso uma soqueira, o outro sacava um punhal, e na direção Vincenzo iam em passos curtos e lentos, com sorrisos sarcásticos e olhar intimidante. Foi durante esse pequeno lapso de momento, uma ação rápida foi realizada, a mulher que antes estava sendo oprimida, agora se levantava de maneiro descomunal e não se sabe como a mesma havia conseguido isso, mas ela portava uma pistola diferentes das que se vendiam na loja. Não houve tempo para reação, em um ligeiro ataque, ela atirava a queima roupa na nuca do que utilizava uma soqueira, e no reflexo do outro inimigo a mesma usava sua própria faca para enfia-la em seu gogó, matando os dois a sangue frio na frente de Sinatra.

- Maldição garoto! Você conseguiu acabar com todo um plano de infiltração num grupo de contrabandistas de mulheres! Para que você veio?! Não pedi sua ajuda seu merda! – Falava a linda morena de cabelos lisos e médios, enquanto arrastava os corpos para o canto do beco, afim de esconde-los. – Olá! Prazer me chamo Lyn, me desculpe se fui rude antes, é que você realmente me fodeu! Quem é você? Um marinheiro por acaso?... Melhor sair daqui antes... – Se apresentava formalmente, suas palavras tentavam ofuscar sua real facção, mas para quem fosse um pouco mais atento e perceptivo, perceberia que ela não era a favor da lei local, e teria a certeza quando, antes de terminar seu dialogo ela se agitava ao ver alguns marines na entrada do beco. O tiro realizado antes parecia ter chamado a atenção dos homens da lei daquela ilha, mas era muito provável isso acontecer, devido estarem bem próximos ao quartel general que havia na ilha. Três soldados para ser exatos entravam no beco, não era possível ver muito suas fisionomias devido a falta de claridade no local, só era possível ouvir os mesmos mandando para quem estivesse no beco ficar parado, enquanto corriam para dentro do mesmo.

- Maldição! Garoto, acho melhor você fugir, se você ficar aqui vai acabar recebendo a culpa da morte desses dois aí, está vendo aquela entrada ali? Corra para lá sem olha para trás, lhe levará ao centro da praça de Micqueto ok?! Agora vá! Eu vou por outro lado. – Bradou Lyn para o aspirante a revolução, ela não queria que seus atos afetassem a vida do jovem atirador, e logo em seguida corria como uma atleta na direção reversa que havia passado, dando alguns disparos para trás para atrasar os seus inimigos, os marines. O que fazia Sinatra? Seguiria as palavras da mais nova conhecida lyn, ou seguira seus instintos? Uma coisa era certa, se ele ficasse ali ele iria ser julgado por algo que não fez.



Legendas:
Lyn


Lyn:
 




Ganhos:
 

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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  EmptyTer 25 Set 2018, 18:43

- ... Vou dar uma morte misericordiosa pra vocês dois. Que vocês descansem em paz, mesmo que vocês não mereçam isso de verdade, pois, todos os homens são iguais aos olhos de um doente. - Estaria prestes a apertar o gatilho da pistola, fechando completamente a expressão com uma afeição inexorável de simplesmente ''cumprir'' um dever. Um homem tem que carregar o fardo que for pra trazer a igualdade entre os homens, e se Sinatra fosse o homem que carrega o fardo, não significaria nada mais do que uma formiga segurando uma folha. Não podia se esquecer de quem era e de qual seu objetivo, então, se tivesse que se tornar Atlas, carregaria todo o mundo nas costas sem pestanejar.

- Morram. - Talvez, um segundo, um milésimo, um milissegundo, ou até mesmo um microssegundo era o que separava de Sinatra ter se tornado o responsável daquele crime. Se depara com uma reação inesperada da ''frágil mulher'' arregalando os olhos, e quebrando a inexpressão de outrora com uma expressão real de choque.

- C-c-caralho. P-perdão, caralho, não foi minha intenção te atrapalhar, t-tá ligado?! - Por mais surpreso que estivesse, admirava a beleza da mulher de cabelos castanhos. Talvez o carmesim do sangue de um estuprador tornasse o momento ainda mais belo - não que ele soubesse responder o que tornaria aquele momento ''mítico'' em belo, mas parecia um presságio pra algo muito maior.

- NÃO, NÃO! Não sou da marinha, não me xinga, porra. Enfim, enfim... meu nome é Vincenzo. E você... é uma revolucionária, não é? Esse é o meu palpite. - Não deixaria Lyn se distanciar tanto assim, seguindo no seu encalce. O momento situacional de combate, em suma de um sentimento de estar sendo perseguido, era o suficiente pra descarregar uma boa dose de adrenalina no seu corpo, disparando feito um louco (aceleração), do lado de Lyn, e atirando na direção dos marinheiros com sua pistola única, numa tentativa de neutralização total.

- Pode ter certeza que não vou assumir a culpa dessa morte, mas eu não vou deixar uma oportunidade como essa passar em branco. Foda-se a praça, eu vou com você. Me considere seu aliado a partir de agora. E É BOM VOCÊ ACERTAR ESSES MARINHEIROS BEM NA CABEÇA! EU NÃO GOSTO DELES, PORRA! - Podia não ser tão atlético quanto Lyn, mas naquele momento, estava no seu ápice de velocidade. Atiraria pra trás enquanto corria junto da suposta revolucionária, abrindo um sorriso de canto, que pessoas normais poderiam confundir com malícia, mas pra Sinatra, aquilo significava o início de algo novo, o nascer do seu espírito como um revolucionário.



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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  EmptyQui 27 Set 2018, 01:04

O disparo e a fagulha.
Narrador!
A correria começava, soldados da marinha se aproximavam cada vez mais, parecia que a pontaria não só da revolucionária Lyn, como também do aspirante a revolução Sinatra estavam horríveis, poderia ser má sorte mais aos poucos os marines atléticos e bem treinados não mediam esforços para deduzir que aqueles corpos de antes foram mortos pelos dois suspeitos corredores.

Entre becos e vielas Vincenzo poderia se achar perdido ali, com o dia começando a aquecer, a sombra projetada pelo sol cobria a ilha deixando os becos escuros. – Como é garoto!? Aliado!? Você ta louco!? Eu não costumo ter companheiros, suma daqui antes que se complique mais! – Gritava a morena enquanto corria, agora ela apressava um pouco mais tentando se distanciar cada vez mais do garoto.

- Merda! Não matem esse verme! – As palavras da jovem atiradora pareciam um pouco tensas, não sabia com quem ele se tratava, apenas mostrava preocupada. No momento em que os soldados estavam quase pertos do jovem Sinatra dois espadachins apareciam, fortes e extremamente velozes que sem paúra e hesitação matavam os marines, os fatiavam como se fosse um pedaço de carne. Aquilo poderia surpreender o jovem aspira, mas ele também não saberia quem eram aqueles dois, apenas que os mesmos antes dele tentar qualquer reação o neutralizava, com uma pequena estocada com a bainha de uma das espadas na sua nuca.  

O tempo se passava, pare ser exato passavam-se 3 horas depois do acontecido, e aos poucos Sinatra ia recobrando sua consciência enquanto ouvia os berros daquela que havia conhecido recentemente. – Não sei para quer vocês o trouxeram! Agora ele vai saber de tudo, seus inúteis! – Bradava a mulher enquanto apontava para os dois espadachins que antes haviam abatido os marines, os mesmos não respondiam, apenas devolviam com risos e expressões de desentendidos. – Mas lyn, você num falou que ele tentou lhe salvar, e ainda disse que queria lhe seguir, vamos recruta-lo para o nosso grupo, já estamos com poucos membros e ele parece ser um jovem promissor, hein Fujimoto!? – Falou um outro atirador que portava uma metralhadora em suas costas, ele era branco com cabelos pretos e curtos, usava também uma bandana vermelha com uma tinta na cara na cor verde. – Eu gostei do novato! – Dizia agora uma mulher linda, aparentando ser espadachim com uma cor de cabelos rosa. Mais ao lado poderia se ver um tritão tubarão-lixa que devido ao seu kimono parecia ser um exímio lutador, já ele não parecia estar muito bem com a situação, mas também não bradava nada só mostrava sua negação com seu rosto.

- Calma, calma, calma... Não é assim Dikemon, eu também gostei Utreina, mas antes temos que ver as intenções do garoto né, acho que ele está acordando... Garoto? Tudo bem? – Falava aquele que parecia estar no comando de tudo ali, chamado por Fujimoto ele era um pouco mais velho de todos, mas também parecia ser o mais amigável e gentil do grupo. Se Vincenzo olhasse um pouco ao redor, ele perceberia que estaria em um quarto não muito pequeno, 8m² de área onde tinham algumas caixas e armários. Numa ponta estava o Tritão solitário em cima de uma caixa, na outra ponta os dois espadachins, ocupando a terceira ponta estava o atirador Dikemon e a espadachim Utreina, já no centro estava que parecia ser o mais novo membro do grupo junto com o comandante Fujimoto ao seu lado, e na porta do quarto, um pouco atrás de fujimoto estava lyn. – Olá garoto, como você já deve ter percebido nós somos revolucionários, quer se aliar a nossa causa? – Falava de forma bastante brincalhona e extrovertida enquanto esbanjava um enorme sorriso, estendendo a mão para Sinatra. Aquela cena cômica faziam todos que estavam no quarto meio que perplexos, mas o que mais esperava ali era a resposta daquele recruta.




Legendas:
Lyn
Dikemon
Utreina
Fujimoto


Lyn:
 
Dikemon:
 
Utreina:
 
Fujimoto:
 
Espadachins:
 
Tritão:
 




Ganhos:
 

Off:
 

CLIMA ~ 25º | POST Nº ~ 03

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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  EmptyQui 27 Set 2018, 02:27


Puta quiu pariu... eu tô ficando verdadeiramente perdido, e esses filhos de uma puta não param de surgir, mas essa é a oportunidade da minha vida. Sinatra não se permitia perder em devaneios, era como se seus pensamentos estivessem encurtados, e estivesse próximo de uma irracionalidade. Sentia o gosto de ferro na boca, era sangue. A situação de fuga contra as autoridade ''ativava'' parcialmente seu trauma, ao ponto de crispar os dentes com tanta força, ao ponto de fazer suas gengivas sangrarem. Os passos estavam acelerados, a mente, um tanto quanto devagar por conta do ''interruptor'' que tinha sido estimulado pela situação, era uma situação primitiva entre a vida e a morte, o início e o fim, o estopim e a pólvora. Todas essas dualidades se resumiam a uma única (e adversativa) dupla, a liberdade e a prisão. Mesmo com o raciocínio mais primitivo, a sua devoção a anarquia tinha seu papel ativo em forma de mensagem.

- Sim, porra. Eu sou a merda do seu aliado nesse momento, é bom você se contentar com isso se quiser sair viva desses porcos do mar, firmeza?! - Teria percepção da distância que Lyn tentando exercer, e não podia permitir isso. Feito um louco, tentava manter o encalce da mulher de cabelos morenos, num estado de êxtase por conta de inúmeros fatores entrelaçados, a sua devoção a anarquia, o trauma que envolve o governo mundial, e a aceleração incessante de mais um homem que lutava por sua vida. De fato, não podia se esquecer do que era, e do que tinha que fazer em vida.

- Não matem esse o quê?! -  Perto, próximos, no seu encalce. A marinha estava prestes em tornar um homem livre em um derrotado preso. Suspirava fundo, o gosto de sangue em sua boca não parava de aumentar por conta desse ''bruxismo'' fruto de sua aflição, ao ponto de seus dentes estarem um tanto quanto avermelhados, como se tivessem sido pintados por uma tinta do mais puro carmesim. Naquele momento, ainda mais primitivo, só conseguia pensar em uma única coisa: NÃO, VOU, PERDER, NO, INÍCIO.

- Desapareçam. - Suspirava pelas ventas como se fosse uma fera, ensandecido. Seu maxilar doía pela constante pressão dos dentes. Agora, o sangue de suas gengivas se misturava em seus lábios como o batom de uma prostituta mal remunerada, prestando serviço pra um homem tão mal remunerado quanto ela. Sem parar de correr em um mísero segundo, e até mesmo arfando um pouco, estava prestes a apertar o gatilho. Naquele momento, o mundo parecia ter congelado. Figuras desconhecidas surgiam com o véu da noite, retalhando os marinheiros antes que pudesse pressionar o gatilho.

- M-mas o q... - Talvez nem tenha sentido a pancada da bainha, de tão rápido e inesperado que foi o golpe, meramente cai duro no chão sem a menor chance das reações, desacordando feito o mesmo cara mal remunerado, que comia uma puta mal remunerada, se estivesse bêbado. Por alguma razão, não soltava a pistola, agarrado a ela como se fosse um método de proteção instintivo, quase que feito um animal. Tiraria uma soneca de belíssimas 3 horinhas, e acordaria com um puta ''galo'' marcando sua nuca graças o beijo do maldito espadachim. Escutava a voz de uma mulher irritada, ainda atônito por tudo que tinha acontecido. Abriria os olhos bem devagarzinho pela claridade, ouvindo todo o diálogo com certa curiosidade. Depois de um pequeno ''flashback'' se lembrou de tudo que tinha acontecido, reconhecendo a voz daquela mulher por conta de sua aparência, mas não recordava-se de ter conhecido algum dos outros presentes. Moveria a cabeça com as mãos na nuca, se erguendo de seu recosto, observando cada pessoa da sala enquanto eles dialogavam. Além disso, prestava atenção naquele lugar, que por sinal, era pequeno, e possuía uns caixotes suspeitos. De qualquer jeito, não acordava muito preocupado, e não sabia dizer o motivo de todo esse conforto, era como se ele sentisse que deveria ter feito parte disso desde que nasceu.

- Existe uma resposta pra sua pergunta, homem. - Limpa a baba ensanguentada da boca com as costas da mão, suspirando fundo. Tiraria o casaco, revelando a marca disforme de um dragão com asas na parte superior direita do peito. Com uma feição extremamente determinada, assentia com a cabeça, clamando com convicção:

- Meu nome é Vincenzo Sinatra. E eu preciso de aliados pra trazer a liberdade a esse mundo. Espero ser útil. - E então, apertaria na mão de Fujimoto com firmeza, olhando pra reação de cada presente com uma expressão inabalável. Esse seria o início de tudo. O espalhar de uma fagulha.

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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  EmptyQui 04 Out 2018, 01:05

O disparo e a fagulha.
Narrador!
A revolução parecia recrutar mais um membro, o jovem atirador antes desacordado agora estava novamente consciente, com uma extrema dor de cabeça ele estava junto com aquelas novas caras que estavam no quarto. – Vincenzo Sinatra... Que nome interessante... Você quer trazer a liberdade para esse mundo é? Não ache que com essa marca no seu peito você vai nos ludibriar, NÓS SOMOS REVOLUCIONÁRIOS! Não nos subestime seu moleque! – A voz calma e risonha daquele que era o líder do pequeno grupo de anarquistas se exaltava, algo parecia mudar o humor do brincalhão ali, mas logo era repudiado pela espadachim de cabelos rosas. – Chefe! Não era pra o senhor ter dito que éramos revoluci... – Falava a garota Utreina quando logo era interrompida. – Cale-se Utreina, esse garoto acha que por ter feito alguma coisa simples na vida, pode dizer por aí que quer trazer a liberdade para o mundo, quem ele é? – Fujimoto não parecia estar brincando no momento e logo soltava a mão do recruta ali com uma tapa.

O tritão que antes não dava pio agora se levantava, seguia para perto do garoto e não estava com uma cara boa para ser exato. – Chefe, deixa eu bater nele um pouco, assim ele muda essa vontade dele de querer mudar o mundo! Vai chefe! – Um sorriso psicopata tomava conta do tritão, com um kimono azul o mesmo estralava os dedos em frente ao peito, parecia que ele realmente queria machucar Sinatra. – Krash! Pare, faça uma coisa melhor, traga a cobaia aqui! – Apontando para parede que se olhasse um pouco mais atentamente, perceberia uma porta escondida, tal porta levaria para um outro quarto, que logo o tritão briguento seguia.

- Sinatra né! Quero ver se você é mesmo o que fala! Sim, nós somos revolucionários, conseguimos prender uma civil que nos suspeitamos estar nos espionando e passando informações nossas para o governo, já já o Krush trará ela, quero ver se você é realmente adepto a causa! – De braços cruzados o então líder esperava ansiosamente pela chegada do tritão, enquanto isso era possível ver o semblante de medo vindo da parte dos outros membros ali presentes. – Fujimoto-sensei não precisa fazer isso, esse garoto já sabe demais, foi um erro nosso traze-lo aqui, deixo-nos resolver isso rápido e sem dor! – Os dois espadachins que antes haviam nocauteado Vincenzo agora pareciam querer se redimir, a proposta era nada mais nada menos que matar o jovem atirador, estranho não? Mais estranho era que os mesmos falavam na mesma hora, as mesmas palavras, como se tivessem as mentes coligadas uma com a outra, é até esquisito, mas seria pior se eles não fossem irmãos. – Não Rorokui’s, ele pode ser útil para alguma coisa. – Respondia o coroa de cabelos grisalhos, mas apenas quando se aproximava dos irmãos Rorokui, tentava fazer com que o garoto não ouvisse suas palavras, e ele conseguia.

Três minutos se passaram, e o tritão voltava com uma garota. Um pouco truculento e bruto ele a jogava de frente com Sinatra, e não soltava mais nenhuma palavra, apenas esperava o desfecho da história. – Sinatra! Essa garota é inimiga da nossa causa, só ela me fez perder dois aliados devido a suas ações, tome aqui, mate-a agora e eu lhe reconhecerei como membro da nossa revolução! – Fujimoto não media esforços, puxava de seu bolso uma pistola 9mm e a entregava recruta, ele queria testa-lo, mas aquela forma era a mais cruel possível, pois não era apenas só puxar o gatilho, e sim que a garota de cabelos dourados e boca e mãos amordaçadas parecia não entender muito o que estava acontecendo, apenas ao ver a pistola sendo apontada para sua cabeça começava a chorar. O que faria Sinatra, seguiria com sua vontade de ser revolucionário, ou desistiria de entrar naquele grupo, pois teria que matar uma vida inocente como moeda de barganha.




Legendas:
Lyn
Dikemon
Utreina
Krush
Fujimoto
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Dikemon:
 
Utreina:
 
Fujimoto:
 
Irmãos Rorokui's:
 
Krush:
 
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CLIMA ~ 25º | POST Nº ~ 04

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MensagemAssunto: Re: O disparo e a fagulha    O disparo e a fagulha  EmptyQui 04 Out 2018, 02:16

- Barulhentos pra caralho, mas é a oportunidade da minha vida de merda. E coloca barulhentos nessa porra, mil vezes barulhentos, minha cabeça tá latejando com esse puto questionando os meus valores, quem essa porra acha que é?

- Você entendeu errado, quatro-olhos. Essa marca no meu peito não significa que eu dei o meu cu pra um Tenryuubito e resolvi desenhar no meu peito o dia em que ele comeu o meu buraco, significa que eu não vou esquecer do que já aconteceu, e muito menos do que eu quero pra minha vida. - Os gritos do mil vezes maldito Fujimoto soavam como uma puta mal remunerada que atende os fetiches de um homem mal remunerado que pediu que ela tocasse um violino. O mal humor típico de Sinatra, em nuance de sua dor de cabeça, mais parecia uma bomba-relógio. Não sabia quanto tempo ia conseguir ser cordial, e junto daquele derradeiro momento de questionamentos, teria uma única certeza: - Eu não vou conseguir calar a boca pra esse cara, sendo meu líder ou não.

- Se você quer saber quem eu sou, eu vou te responder quem eu NÃO sou. Eu não sou um covarde com medo de mudar o mundo ou me tornar um mártir. Talvez eu não traga diretamente a liberdade ao mundo, mas meu objetivo é ser uma fagulha. Uma fagulha que vai servir de inspiração ao ideal de anarquia ao mundo, 'morô?! - Fixaria o olhar na direção do maldito quatro-olhos, com uma feição que era a síntese de seu mal humor, sua dor de cabeça, e sua vontade doentia de querer revolucionar o mundo, isto é, até ser perturbado pelo tritão filho de uma puta. - Eu devia ter desistido de toda essa merda, mas vivo, daqui, eu não vou sair. É bom que eu me contente com esses porras pro resto da minha vida.

- Eu sei que você, monstruoso, nunca teve a oportunidade de bater numa bunda feminina. Todas, até mesmo as putas, devem te ver com nojo. É por isso que você se contenta batendo num cara feio que nem eu, né? - Observaria o tritão com uma sobrancelha levantada, e um olhar de provocativo. Enquanto massageia o puta galo que cobria a nuca, abre um sorriso de canto pro tritão. O mau humor, em suma da dor de cabeça, faziam Sinatra perder um pouco da noção de onde estava, ao ponto de fazer comentários ofensivos sem o medo de ser punido.

- Huh? Uma cobaia? - Naquele momento, mudaria completamente a expressão. Observaria o deslocar do monstruoso homem-peixe na direção da porta (não mais) secreta, com uma feição de duvida. E por alguma razão, se sentia agoniado, ao ponto de sentir a dor de cabeça ''estralar'' mais um pouco.

- Porra, me matar? Me deixa em paz, porra. Eu já disse que 'tô do seu lado, vai ficar me tirando mesmo?! - A partir daquela ameaça, trata de ficar um pouco mais quieto. Os espadachins filhos de uma puta mal-remunerada, pareciam dois carniceiros barbáricos, e nada além disso. - Cortar a minha cabeça seria a mesma coisa que cortar um presunto pra eles, a diferença é que eu tenho gosto de rato.

- Matar essa garota pra provar que eu sou um revolucionário? - Recusa a arma entregue pelos revolucionários, tirando a própria pistola do coldre, colando-a na cabeça da infeliz. Não tinha sido um ato sem pensar, ou simplesmente pra provar lealdade, mas podia confirmar uma coisa. Caso a intenção de ENTREGAR uma arma pra Sinatra, pra que ele apertasse o gatilho, e na verdade, essa arma não tivesse nenhum tipo de bala na verdade, eles impediriam que Vincenzo explodisse a cabeça da suposta ''espiã'' com sua arma, que por sinal, tinha balas de verdade. Caso eles não se importassem com essa decisão, Sinatra respiraria fundo, pensando no seu âmago sobre toda aquela situação: - Se todos os homens são iguais perante aos olhos de um doente, por qual razão eu devo matar ela? Eu sei que ela representa um perigo aos revolucionários, mas ela nem ao menos parece ENTENDER que porra tá acontecendo. - Com o dedo no gatilho, prestes a disparar a bala, abaixaria a mordaça de sua boca, clamando com uma derradeira raiva.

- Você tem últimas palavras, garota?! Esse é o tempo de falar tudo o que você tem pra falar. - Um pequeno sinal de compaixão surgia na mente de Sinatra, ou talvez, um meio de ser racional ao extremo. Não sabia diferir muito bem os dois sentimentos, nem ao menos sabia lidar com os próprios sentimentos de verdade, mas de uma coisa estava certo. Se tivesse que matar a garota, gostaria de pelo menos ouvir o que ela tinha pra falar.

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