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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cães de Guerra

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MensagemAssunto: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 6 EmptyQua 12 Set 2018, 01:34

Relembrando a primeira mensagem :

Cães de Guerra

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçador de recompensas Aldo Rahner. A qual não possui narrador definido.


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Dante
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 6 EmptySex 14 Dez 2018, 21:46

Nemsei meo :l


Franzia a testa e lançava um olhar furioso ao homem de roupas sociais que tocava Astrid, eu tinha quase certeza que aqueles desgraçados eram agentes do governo, mas eu nada podia fazer além de aceitar ajuda deles. Apesar de engolir meu orgulho, não significava que eu deveria gostar disso, e toda aquela gente de preto e branco me dava nos nervos. Estaria apenas observando com os punhos fechados e olhares constantes. A tampa da minha barra de controle emocional já havia sido forçada e escancarada sem piedade, mais alguns segundos e iria ceder. A única coisa que me segurava para não descer o cacete em todo mundo ali era Astrid deitada na maca. Sentimentos reprimidos... Falas reprimidas. Toda aquela dúvida e raiva misturadas num pote. Era como se eu pudesse voar, mas meus pés haviam sido presos ao chão por uma força sobrenatural, de fato, uma tortura interna.

Virose, esses médicos desgraçados estudam por anos só pra dar um atestado de virose por absolutamente tudo. Virose leve, virose média e virose pesada. Acho que citei todas as doenças do mundo, heh. – Irmã-Digo, Pai. – Lembrava-me do disfarce, que certamente não funcionava mais, já que era bem improvável que todos desse navio tivessem problemas de visão como o velho louco. Passos rápidos seriam dados até o canto da sala para pegar as coisas, eu não poderia tirar aquela garota de vista por nenhum instante sequer. – O que tem nesses remédios? Não vá usar nada de estranho. – Virava o rosto de leve sem desviar o olhar, sério e ameaçador, expressando exatamente o que eu sentia entrando em sintonia com a fala. E então molharia o pano...

Para enfim torcê-lo em cima da bacia e pô-lo sobre a testa de Astrid. – Ele disse que é uma virose leve. – Soltava o pano e descia a mão sobre a maçã do rosto para acariciá-la. – Cadê o seu orgulho, sendo derrotada por uma merda dessas?! – Falava baixo, mas com uma ênfase grande no final para apelar ao orgulho de guerreira dela. Por fim puxaria alguma cadeira ou algo assim se tivesse por ali, sentando-me bem ao lado da minha espadachim preferida. – O que fizeram para ter esses feridos aqui? Vocês trabalham pro governo? – Fitaria diretamente os olhos do médico, procurando qualquer hesitação ou sinal de fraqueza em seu semblante. Independente da resposta, pararia por ali e perduraria o tempo que fosse preciso até ela ficar de pé. Eu não sei pra onde estamos indo, mas qualquer lugar é melhor que aquele farol fudido, pelo menos só até conseguirmos nosso próprio navio. A maior questão é... Quando comerei goiabas de novo? Sinto que minhas feridas melhoraram bastante, só a maior delas que não, a fome.







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Shogo
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 6 EmptySex 14 Dez 2018, 21:49

- Não vai querer saber o que aconteceu mesmo.... As vezes eu mesmo não gosto de lembrar. - Disse, enquanto pegava o cantil das mãos amigáveis do capitão e tomava um gole daquela bebida, e devolvendo logo em seguida. Os acontecimentos se deram de maneira formidável, apesar da tripulação aliada ter tido mais baixas do que nós. Nos levariam até Chaos em uma ajuda mútua, já que possivelmente se tivermos que lutar juntos, o faremos com todo o prazer. Nosso navio foi agora meio que embarcado, assim todos estavam a bordo daquela magnífica nova embarcação. Eles tem até mesmo seus próprios médicos para momentos difíceis!

Segui Nefário e Wolf até uma cabine grandiosa naquela caravela, para não dizer extravagante. Aquilo sim é algo que eu admiro. Luxo e imponência, vai ser um traço do grande império que um dia criarei. Me sentei com os cavalheiros para conversar mais sobre aquele maldito navio fantasma. Como um bom fã de charutos, aceitei um de bom grado. Sabe, é difícil ser bem tratado nos dias de hoje. Traguei aquela fumaça de gosto amadeirado, antes de começar a falar. - Parece difícil de acreditar mas, durante uma névoa densa e repentina, aqueles filhos da puta surgiram do nada. Era um navio negro e bem grande. De início achávamos que iríamos bater, mas surpreendentemente eles nos trespassaram... Eram como fantasmas, batendo tambor e sussurrando na penumbra. Quando conseguimos alguma distância, eles rapidamente manobraram e se puseram a nos perseguir com facilidade sobrenatural. Atiraram uma bala de canhão no Dan… Quer dizer... na Lindan, e a bala atravessou a cara dela como se fosse vento. Por fim, todo aquele show de horrores se transformou em uma caveira que lambeu a água do mar e quase nos naufragou. - Então tragaria mais algumas vezes aquele charuto, respirando fundo como um alívio.

- Antes de continuar… Quem são Ross e Cérebro? Velhos amigos? - Recostaria na cadeira, me deixando ainda mais confortável. - Não que eu queira me envolver em alguma batalha, mas o que estamos levando certamente tem seu valor. Gostaria de saber o que pode nos atacar. - Informação nunca é demais. Não que eu fosse hesitar em matar algum desconhecido, longe disso, mas a minha curiosidade é maior do que minha sensatez. Ouviria atenciosamente enquanto admiraria aquela sala. Era mesmo uma beleza. - Então Gokudera tem negócios com índios? Ou você também trabalha por conta própria? Sabe, grande parte da minha vida eu pensei em trabalhar para os nobres, mas eles só me foderam. Trabalhar por conta própria é vida, meu caro… - Olharia para o teto, repassando os momentos de prisão em minha mente. Um dia ainda volto à Dawn Island, e queimo tudo com minhas próprias mãos.

Assim que a conversa findasse, tentaria interagir com o cientista cego que nos acompanhou desde o farol. - Desculpe, Nefário. Posso nunca ter dito isso antes mas, eu adoraria explodir coisas do jeito que você faz. Pode me ensinar como faz isso? - Então lhe daria um sorriso, crente de que ele não notaria. Afinal é cego.

Se meu possível mestre aceitasse, o acompanharia em seus ensinamentos pelo tempo que ele achasse necessário.

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Johnny Bear
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 6 EmptySeg 17 Dez 2018, 21:19




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Edmund sofria em silêncio, por mais uma vez em sua vida ele podia sentir aquele mesmo sentimento, seus esforços eram irrelevantes, de nada podia fazer senão ficar assistindo o sofrimento de sua filha - ou perto disso, ela dava fracos gemidos que por pouco não eram silenciosos, os olhos dela pouco se abriam no meio daquela pequena cabine de enfermagem. Seguindo as instruções do médico para buscar água gelada e panos de modo que distribuísse pelo corpo da paciente, o revolucionário faz como se mais nada importasse, nem mesmo se fossem eles agentes do governo, o que pouco tempo depois se mostra nada mais do que um mal entendido esclarecido pelo próprio médico que começava a plicar a seringa em Astrid - ela mais uma vez geme com o toque do instrumento -

-Cães do governo? Somos homens do Wolf, ele faz parte da frota da Trindade, nossa aliança revolucionária com Gokudera - Finalizava puxando a manga da camiseta para cima de modo que conseguisse mostrar o símbolo de lobo em seu antebraço - Cada um com essa marca faz parte do nosso bando - Por fim ele reunia os comprimidos e um copo de água que enchia a partir de um pequeno jarro que havia na escrivaninha referente à maca ao lado direito em que se encontravam.

-Dê esses analgésicos a ela, vai aliviar a dor que está sentindo - Olhou para a garota antes de deixar os dois a sós, Edmund puxou uma cadeira para ficar com sua filha durante o tratamento, mas sem não deixar de lado uma questão que ainda estava pendente, sua fome, mas por ali era a ala médica e frutas nunca estavam em falta nas cestas ao lado das macas, inclusive na de Astrid.

Wolf estava interessado no tal Navio Negro, inclinou o rosto e puxou o fumo quando fora dito sobre sua falta de interesse, querendo questionar, mas sem querer parecer invasivo, ponderou - Vou querer saber, quando eu vinha vindo de Pindorama com os reforços eu presenciei um Zeplin negro voando acima de nós, levou dois de meus homens, Podric e Wilson, quero saber se os dois tem alguma relação - E finalizou dando início aos relatos de Aldo no silêncio daquela luxuosa cabine, o aroma agradável do fumo, sendo diferente dos anteriores que o lobo branco já havia provado, este possuía um gosto que marcava profundamente na boca, mas não deixava por bastante tempo para ficar enjoativo, obrigando-o a tragar cada vez mais para retomar aquela agradável sensação que se repetia a cada puxada como se todas fossem sua primeira vez experimentando-o.

Concordando com a cabeça, Nefário confirmava a história para Wolf - homem que ficava sério durante todo o relata analisando bem a situação, parecendo querer ligar pontas soltas até mesmo em seus próprios relatos quanto ao Zeplin. Outra vez tomou do Wisky e ofereceu a Nefário, o velho aceitou a bebida e então pôde ter liberdade para falar - Ross e o Cérebro são sócios no submundo, um deles é cão protegido do governo, o fundador de Chaos, Gokudera, tem negócios não resolvidos com Ross, ouso dizer até mesmo que esse sacana é um agiota. Mas eu participo de uma aliança, somos os revolucionários junto de Gokudera contra os Agentes do Governo que estão junto de Ross e O Cérebro - Finalizando para ouvir outra pergunta de Aldo, quando já com a resposta na língua ele não se conteve ao indagar - Índios? Índios não fazem negócios, nos vendem especiarias e metais que nossos homens tiram de lá, mas eu fui para Pindorama a fim de buscar uma carga, suprimentos alimentícios e armamento para Gokudera, temos importantes aliados revolucionários em Pindorama.

Nefário, com o pedido de Boris, se assustou em sua cadeira, era algo inusitado vindo daquele que deveria ser o cozinheiro do bando, ao menos na visão do velho - Boris, você é nosso cozinheiro, o que pretende fazer com explosivos? - Terminou dando uma risada fraca, mas logo voltou a expressão séria - Ok! Pode aprender no meus laboratório quando chegarmos em Chaos, falta pouco e em breve estaremos lá.



Sr. Wolf:
 
Caravela:
 


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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 6 EmptyQua 19 Dez 2018, 15:47

Nemsei meo :l


Um suspiro era dado de braços cruzados. Enfim, estava aliviado. Eles não eram agentes do governo, mesmo que eu quisesse acreditar nisso. Lobo, Wolf, tatuagem, faz sentido, mas ainda sinto vontade de socar cada um deles por usarem essas roupas. Se bem que agentes do governo tem estilo, preto e branco, ternos são sofisticados, o problema são as pessoas que profanam eles ao usá-los. Mal consigo vê-los sem me lembrar de todo ódio e sofrimento que as pessoas que usavam me proporcionaram.

Pegaria então o copo d’água e os comprimidos - Wolf, Trindade e Gokudera é? Nunca ouvi falar nesses aleatórios, e você? – Dizia descontraidamente, tentando ocultar o sentimento ruim que me tomava vendo-a naquele estado, enquanto gentilmente usaria um braço para levantar sua cabeça, e o outro, para dar-lhe os comprimidos, derramando a água no copo devagarzinho. – Então... Agora que é você deitada aí, é minha vez de retribuir a papinha de peixe – Olharia de um lado pro outro, e só conseguiria ver as frutas. – Mas acho que não tem isso por aqui, vai ter que se contentar com a água mesmo. – Assim tomaria o devido cuidado pra não fazê-la engasgar nem nada do tipo, e então retiraria o braço fazendo-a retornar ao seu repouso, e então eu ao meu, para a cadeira. - Ah... – Inclinava o corpo e a cabeça para frente, ficando à mercê do apoio das duas palmas que cobririam minha cara nesse suspiro.

Eu sou melhor com dores do que com a cabeça. É muito mais fácil tomar porradas na cara do que aguentar fisgadas no peito, ninguém tem o coração de ferro, e viver preso assim está me matando por dentro. Primeiro Balor morreu e agora minha filha está de cama. O que eu posso fazer, senão ficar aqui e esperar? Se eu confiasse mais nos deuses, estaria agora passando de ala em ala conferindo a tatuagem de todo mundo, para ver se o médico dizia a verdade. Mas os deuses não tem se mostrado justos, não mais. “Eu nunca perdi uma luta, e não pretendo perder agora, nem contra deuses.”

Levantar-me depois de cair era natural. Desistir nunca foi o meu jeito de resolver as coisas, por maior que fosse a frustração ou problema, eu nunca parei de lutar até que a batalha se encerrasse. – Não me pergunte como ainda, porque eu não faço ideia. – Tiraria as mãos do rosto e reclinaria meu corpo, ereto. – Mas quando esses deuses aparecerem de novo, seja Hela, seja Odin, eu vou fazer esses filhos da puta comerem socos no almoço e cagarem sangue no jantar só por nos desafiarem. – Homens, Mulheres ou Deuses, não importa. No momento em que tocaram nos meus filhos, perderam qualquer chance de me vencer.

Mas... Eu ainda preciso de goiabas. Essa era uma luta que eu jamais poderia vencer, e aceitando a derrota, já me levantaria da cadeira, e esgueirando-me, olharia de um lado para o outro para conferir se ninguém iria reparar na atrocidade que eu iria cometer, e então, sorrateiramente, pegaria a cesta de frutas do outro doente num bote rápido, retornando à Astrid e pegando sua cesta também para enfim retornar à minha cadeira e comer das duas cestas. Começando pelas outras frutas guardando para o final, o melhor, as verdinhas suculentas. “Bom, ao menos isso deve ajudar um pouco nessa crise...”








Histo Rikko:
 

Objetivos:
 

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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 6 EmptySeg 24 Dez 2018, 20:17

O cientista tinha consentido em me treinar em sua nobre arte de criação, mas assim que chegássemos à Chaos. Aquilo já estava mais do que satisfatório. De resto, o plano era seguir até Chaos, entregar o que quer que seja a mercadoria e pegar o pagamento por aquilo. E nos manter vivos até lá, é claro. Wolf aparentemente vai nos ajudar a chegar até a ilha, mas até onde vai a sua lealdade? Precisamos ficar de olho de qualquer forma.

Sem causar problemas é claro, e Rosy é especialista nisso. Preciso conversar com aquela garota antes que algo aconteça. Sairia dali à procura da habitante do céu, mas não sem antes alertar os cavalheiros. - Bom, é melhor ficar de olho no horizonte. Não queremos nenhuma surpresa. Vou estar preparado até chegarmos à Chaos. - Por fim, buscaria a garota de asas endemoniadas. Se a encontrasse, me aproximaria para uma conversa reservada. - Fique de olho nesses caras. Se souber de algo importante, me avise. Vamos conhecer um poderoso regente de uma ilha... Gokudera. Então é melhor nos comportarmos até lá. - Talvez o desgraçado nos mate quando perceber que matamos as gêmeas, mas se demonstrarmos nosso valor podemos até ter algum status importante.

Então seguiria até o meu navio dentro de outro navio. Preciso ver do que se trata a tal arma que poderia destruir todos os inimigos do regente de Chaos. Subiria a bordo, e procuraria o compartimento de cargas para encontrar o que procuro. Analisaria todos os detalhes, com cuidado para não acionar seus mecanismos e me entregar aos nossos amigos de um modo desastroso.

Saciada minha curiosidade, voltaria ao convés do navio de Wolf para estar preparado para o que mais estaria por vir. Quem sabe os malditos fantasmas estariam de volta para nos atrapalhar. Pareciam não ser capaz de tal, mas segundo o relato do capitão daquela nau, os macabros haviam levado alguns dos seus. Se algum tripulante estivesse por perto, perguntaria por algum novo detalhe. - Parece que nossos fantasmas são os mesmos. Mas com vocês eles foram mais violentos. Conhece aqueles desgraçados? - Na verdade só queria puxar assunto. Quem sabe uma nova informação, algo para me fazer passar o tempo.


off:
 

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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 6 EmptyQui 27 Dez 2018, 01:24




9 de 11 Posts Navegando

Logo mais a frente o mar se abria, revelando o que tanto desejavam já faz algum tempo, imóvel e ilustre imagem da terra coberta pela água, a vista de longe era quase que imperceptível seus detalhes, mas de longe podia ser visto o contraste amarronzado do lugar, pequenas regiões da costa coberta pelo verde e muitos outros que a olho nu era impossível distinguir – Logo estaremos à terra! – Gritou de lá de cima do mastro o observador, em sonoro repetia-se com o grunhir engasgado do papagaio, repetindo as falas com a destreza de um exímio mascote – Gráah! Terra à vista, terra à vista! – Batendo as asas para passar por entre as correntes marítimas, o navio já calmo daquela turbulência oceânica, começava a se mover com menos velocidade, mas ainda sim seguia a toda vela para de encontro com um estranho ponto da costa.

- Preparar os canhões! – Gritou um da proa, mais a frente uma pequena embarcação estava navegando, não muito distante, era menor e não só isso pela distância, mas também por se tratar de uma escuna simples. Do casco algumas janelas abertas deixando exposto o gargalo dos canhões, o cheiro de pólvora logo iria preencher o ambiente caso tudo ocorresse da forma esperada. Alguns homens corriam pelo convés carregando pesadas balas com pólvora, muitos de ternos e camisetas, todos bem vestidos, mas outros mais inteligentes retiravam parte do traje para não sujar ou suar.

Rosy estava no meio de uma dupla qualquer de tripulantes, um deles com a faceta exibindo pleno constrangimento, seja lá o que ela estava fazendo na frente daqueles dois fora interrompido por Aldo fazendo o homem confrangido agradecer pela intervenção nos dizeres maliciosos da celestial. Com o pedido do caçador, não deixou de evidenciar sua disposição em ajudar, passando rapidamente a foice pelas costas e voltando a caminhar pelo convés em busca de algo que fosse útil, até então não descobrindo nada que pudesse ser de grande valor informativo.

A canhoneira abrigada, erguida sobre dois enormes ganchos que a mantinham de um lado do barco, sendo preciso que o peso fosse distribuído por todo o convés de modo que conseguisse manter o equilíbrio perfeito e não tombar toda a caravela. O rangido que fazia as cordas de aço, as correntes que prendiam o casco da canhoneira à amurada eram os únicos caminhos possíveis até o objetivo, Aldo se agarra em uma das grossas correntes e começa a escalar pela mesma, não demorando mundo até que possa ver-se dentro de seu barco outra vez.

Astrid era uma guerreira e tanto, suportou a navegação apertada, a tempestade enfurecida e os hediondos eventos que aconteceram durante a viagem, mas para ela a pior coisa foi ter de cuidar do próprio pai, não por um certo desgosto de ter que fazer o serviço dele, na verdade ela estava mais preocupada com aquele fanatismo exacerbado com os deuses, não o vira sorrir antes naquela viagem com tanto gosto, o navio negro tinha despertado um forte sentimento que, mesmo bom, poderia ter causado sua própria ruína. Depois de alguns goles de água ela abria os olhos se engasgando um pouco no despertar súbito, soltando também o comprimido no processo – Gasp! Gasp! Quer me matar? – Perguntou-lhe, sorrindo desajeitada, limpava a água que escorria do nariz  dos cantos da boca. Ao ouvir falar sobre a papinha de peixe, ela se retirava da maca, puxando as agulhas do braço junto com as fitas, passava a mão para limpar o sangue e enrolava o braço com uma gaze que encontrou em uma caixa de primeiros socorros ali ao lado – Pode esquecer, não vou te dar esse prazer de gozar da minha cara hahaha! – Terminava, buscando por suas coisas, tateava o corpo e logo descobria que estava com tudo em ordem, inclusive a arma – Ei, quer começar falando onde est... Minha cesta! Não come tudo velho guloso, me dê algumas maçãs! – Queixando-se, rumou até perto de Edmund para come ruma fruta também, afinal o tempo dentro daquela canhoneira sem comer não era pra qualquer um – Vamos! – Pediu-lhe mais uma vez com a mão aberta por algumas maçãs, se não fossem lhe dadas, elas iria avançar para cima do ruivo tentando agarrar uma das cestas – Você não vai comer tudo isso sozinho seu mesquinho, eu só quero umas maçãs! – bradaria ela rolando por cima de seu corpo e puxando para perto a cesta, caso acontecesse de você não cedê-las as frutas iriam rolar para os cantos da sala, o enfermeiro responsável vendo a confusão logo iria intervir – Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiu! Esse é um local para tratar doentes, não façam barulho por frutas, tem bastante cestas por ai, ei você garota, não deveria estar deitada descansando? – Questionaria assim que percebera que uma das baderneiras era a garota que havia ajudado há pouco tempo.

Com as frutinhas avermelhadas que pedira, independente da situação, ela sentaria ao lado do pai para entender onde estavam – Onde estamos? Um grupo de gnomos entrou na canhoneira e reformou enquanto eu estava dormindo? Não me diga que eu fiquei mais tempo do que você naquela caverna! –

Já dentro da escotilha, Aldo podia ver diversos livros de pesquisa sobre os balcões curtos e repletos de equipamentos químicos, alguns falavam sobre armadilhas e explosivos, criação de projéteis, até mesmo da química em sua mais pura fora – podendo pegar qualquer um para ler e aprender caso desejar -, mas como seu objetivo estava na arma secreta, não tardou para checar mais a frente, o escuro era relativamente inofensivo visto que muita luz trespassava pelas frestas das tábuas do convés, ao retirar o pano que cobria uma pequena cela de ferro, vê-se que uma criança repousava no meio do instrumento de contenção, era ela a verdadeira arma que estavam escoltando junto a muitos outros barris de pólvora, caixas de tabaco e uma cesta de frutas peculiares.

A criança era esguia, de pele bronzeada e a cabeça raspada, tinha os olhos levemente puxados e estava sentado coberto por uma roupagem budista – tecido avermelhado que lhe cobria o corpo, nada de adornos ou adereços, apenas um japamala que caia sobre o pescoço –

Assim que retornasse ao convés da Caravela, poderia ver que alguns disparo tinham acontecido, a água se mexia com grande volume para lá longe, a pequena escuna já não era mais visível ao longe, os homens que antes trabalhavam na manutenção pelo convés estavam descansando ou fazendo outras coisas - Conhecer? O maldito dirigível chegou nos atacando sem mais considerações, só tivemos tempo de tentar revidar, sem sucesso, levou alguns homens e nos causou danos sérios – Indagou aquele que Shogo abordara para puxar assunto sobre o ocorrido.



Arma:
 
Caravela:
 


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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 6 EmptySab 29 Dez 2018, 17:26

Nemsei meo :l


Um sorriso muito sutil surgia junto de uma pequena faísca esperançosa que brilhou no escuro. – Você... Melhorou bem rápido. – Meu rosto dava um pequeno salto para trás, um pouco incrédulo com tamanha recuperação. – Astrid... – Um olhar sério e frio era dado, junto do queixo levantado demonstrando superioridade. – Você deveria estar repousando MO-CI-NHA! Nada de comer, vá se deitar. – Diria já enchendo a boca de novo, colocando o máximo possível de frutas na boca e levantando as duas cestas para o alto me levantando junto para impedi-la de pegar. – Es-pra ah LAI! – de boca cheia praguejava, temendo a queda das frutas e realizando enfim a trégua baixando as cestas e engolindo tudo para falar – Pegue só as vermelhas, nada de verdinhas pra você – Ameaçava com um olhar semicerrado penetrante, encarando bem suas mãos e o que elas pegariam.

E então retornaria ao assento, estando certo de que não sentia mais dores no meu corpo. Enfim, parecia ter sarado e só havia machucados repousando em minha alma. –Hmnf... Sim, foi isso mesmo, eles passaram e eu tive que oferecer a bunda de nossos dois companheiros em troca dos remédios pra você, por isso não está vendo eles aqui, e você... Bom, está bem. – Virava a cara e abocanhava mais uma goiaba, tentando firmar aquela piada em forma de mentira. – Alhas ok fhoi aqulo la trás – De boca cheia falava uma vez mais, esperando que ela tivesse entendido. – Eu não te dei o direito de cair daquele jeito sem me avisar, essa função é minha. – Um olhar bravo e uns cascudos seriam dados antes de eu me levantar, rindo baixinho com a garota. Eu procurava mais uma cesta de frutas, desta vez apenas retirando as goiabas que tinham nela e colocando-as no meu bolso com os olhos arregalados e a boca aberta, babando enquanto esperava não ser visto por ninguém.

Com os bolsos cheios, já estava com o “gás” reserva para a próxima e cansado de descansar vigiando Astrid. Ficar parado agora só me traria malefícios, e eu não posso perder tempo chorando, me desviando do meu objetivo. – Acha que já podemos sair daqui? Estamos tempos demais no mar, logo deveremos chegar numa ilha, assim espero. – Provavelmente nesse momento eu iria ouvir os canhões sendo disparados, e isso me deixaria alerta de novo, não que eu estivesse antes.

Meus passos seguiriam apressados para retornar ao convés do navio e ver o que acontecera, do contrário se Astrid ainda estivesse mal, permaneceria ali, de punhos fechados e alerta encarando qualquer coisa que se movesse hostilmente, pronto para interceptá-la. – Eu já não aguento mais viver sem lutar! – Batia o punho contra a palma, com um olhar determinado que reluzia o pouco de esperança que me restava.









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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 6 EmptySab 29 Dez 2018, 20:54

Então a tão poderosa arma era nada mais nada menos do que uma criança… Incrível. Quais poderes aquele menino (ou menina) poderia ter? Com certeza algum dia saberei, mas dados os cuidados, não deve ser agora. Cautelosamente me retirei do local, mas não sem antes levar alguns livros para tentar aprender alguma coisa com o Nefário.

Foi o momento que vi os estragos feitos no navio do Wolf. E o culpado por tudo aquilo foi apontado por um dos tripulantes, como o dirigível fantasma que antes havia sido mencionado. - Desgraçados… Tudo o que podemos fazer é receber os ataques sem revidar. Preciso pensar em alguma coisa. - Aquilo era fato. Uma forma de revidar àqueles ataques de modo efetivo, sendo que minha espada de nada adiantaria. Ataques físicos de todo modo de nada resultaram, e os malditos continuariam a levar mais dos nossos. - Quem sabe se… - Olhei para os livros sobre explosivos. Precisava aprender sobre aquilo urgentemente.

Correria para ver se meus companheiros de tripulação estavam vivos, principalmente Rosy e Nefário. A garota se tornou algo importante pra mim com o passar do tempo, e já fiz muito pela vida dela para que se perca de um modo tão fútil. Já aquele velho precisava me ensinar antes de morrer, custe o que custar. Se o encontrasse, lhe pediria outra vez. - Muito bem Nefário. Precisamos arrumar um modo para revidar, mas não temos tempo. Precisa me ensinar sobre sua ciência dos explosivos de uma vez por todas. - Então lhe entregaria os livros. Se ele aceitasse, de prontidão me colocaria à disposição pelo tempo que fosse necessário, para aprender aquela arte tão destrutiva.

Preciso ferir os fantasmas de algum modo, ou pelo menos atordoá-los enquanto navegamos para longe. Infelizmente estou limitado ao conhecimento, fato que pode ser alterado pela boa vontade desse velho cegueta.

Após o período de aprendizagem, se assim acontecer, tentaria voltar até Wolf para saber sobre os seus comandos. Um capitão experiente tem sempre muito a ensinar para um capitão novato. - O que vamos fazer? Tem algo em mente se nos atacarem outra vez? - Então o observaria. Eu mesmo não tenho nenhuma ideia para nos tirar dessa enrascada. Aparentemente aqueles fantasmas estão derrotando o bando do Wolf aos poucos.



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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 6 EmptySex 04 Jan 2019, 23:47




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Astrid se remexia toda em busca da fruta, pai e filha ficavam tentando disputar a cesta até que entravam em um acordo, na primeira oportunidade ela puxava das cestas um punhado de maçãs, três das mais vermelhas. Depois de abocanhá-las e devorar a todas com algumas mordidas - ela realmente estava com fome, mal mastigava o que tinha na boca e já partia para a próxima dentada -, no instante em que só ouvia as indagações do pai, em algumas delas, mesmo que de boca cheia, tentava refutar sem sucesso, as bochechas estavam grandes como as de um esquilo até que os dois decidem partir para o lado de fora e aproveitar melhor a vista.

- Céus, deveria ter oferecido a sua bunda também para conseguir mais remédios, me sinto meio tooooooonta - Atuando um falso mal estar, ela pendia para o lado a fim de convencer Edmund da veracidade em suas palavras, assim como as dizia em um tom mais sério e cansado, como alguém que perdera as forças de forma repentina, caso ajudada a se segurar ou não, ela iria se erguer em breve dando alguns tapinhas nas costas do ruivo - Não se preocupe docinho, estou tirando uma com a sua cara - Terminaria caminhando para fora do cômodo de pacientes, puxando uma cortina para sair, revelava o raiar fraco do sol que estava se pondo distante, mais a frente a terra começava a ficar mais visível, a vista mais bonita e completa da ilha que estavam prestes a atracar - Isso responde alguma coisa? - E da terra formada, milhares de árvores presentes no horizonte, algumas casas distantes espalhadas em cidades tomadas pela movimentação, mas era tudo muito distante de para onde realmente seguiam, a caravela desviava para uma baía mais distante, cujo qual era notável pela presença de uma enorme estátua de um gato demônio na cor barro, escondido em meio ao matagal alto.

Edmund ao andar pelo convés via diversos homens atuando em diferentes partes do navio, puxando cordas e fazendo a manutenção de canhões eram os mais frequentes, mas em um canto mais afastado da amurada se tinha um grupo de meia dúzia de homens, um deles os ensinava algumas técnicas de luta corporal - Bem rapazes, vocês podem ser atiradores, mas é sempre bom saber usar os punhos quando necessário, não quero e nem peço que sejam boxeadores natos ou algo assim, mas eu estou aqui para lhes ensinar o básico da luta de rua.. - Aquele de pé, de frente para o restante que queria aprender, era forte, trajava um kimono branco com a faixa vermelha, tinha largas sobrancelhas quadradas, cabelo curto no estilo militar, olhos bem arredondados - negros como a noite -; o rosto quadrado, pele bronzeada e os músculos bem acentuados.

- Ali está uma boa oportunidade já que você gosta de bater punhos, vai nessa tigrão - Ela lhe dava um sorriso forçado, um tom sarcástico, mas depois de um tempo segurando a verdadeira risada da própria piada, esta solta sem conseguir resistir e conter-se.

Aldo pegava os livros, partia até Nefário que o recebia de bom grado - Ah, os livros, pensei que os tivesse esquecido em Chaos, mas já que estão aqui eu vou ensiná-lo o que precisa - Terminou, abrindo as páginas e folheando para ensiná-lo mais sobre a ciência por trás de toda aquela destruição.


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Caravela:
 


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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 6 EmptyDom 06 Jan 2019, 00:40


Fiquei então por ali com o meu novo mestre até aprender sua arte dos explosivos, agregando muito conhecimento para minhas futuras criações.  Ao fim de tudo, agradeceria ao velhote. - Muito obrigado, velho cegueta.  Isto vai ser de muita utilidade. - Então me colocaria a observar a nova terra que se aproximava.

Não sei ao certo sobre a hora exata do dia, mas de certo que a noite viria a chegar.  Talvez fosse o momento para algum descanso, antes de finalmente desembarcar em uma nova jornada pela ilha de Chaos.  Procuraria primeiramente algo para comer e beber, e em seguida um lugar para descansar até a chegada.  Se os deuses assim desejarem, os malditos fantasmas não nos atrapalharão até lá.

Deitaria confortavelmente com as costas retas em um local mais propício, e relaxaria o corpo.  Alí, fecharia os olhos esperando que o sono viesse para me afastar daquele mundo  mundano.  Dormiria como um neném.  Assim que acordasse, levantaria verificando meus pertences e procuraria minha tripulação.  De vista, se todos estivessem bem, estaria despreocupado.  Observaria o estado do mar e a nossa proximidade com a terra firme. - Vamos lá, Chaos!  Quero saber o que tem pra mim!

Por fim, iria até Dante e lhe ofereceria um aperto de mão.  Apesar de todos os desentendimentos, eu gostaria realmente de não guardar mágoas. - Muito bem, sem ressentimentos, certo?  Não quero fazer um inimigo assim tão de graça.  E em um lugar desconhecido, amigos certamente serão valiosos.  Não que eu me importe, mas é sempre bom ter alguém vigiando as costas.  Entende, não é? - Aquela seria uma pífia, mas válida tentativa de aproximação.

Se ele aceitasse o aceno de amizade, lhe daria um sorriso amarelo de bom grado.  No fim das contas, aquilo era sincero.  -  Ainda vamos ter que enfrentar o Gokudera.  E para o bem ou mal, é melhor não estar sozinho.  Você e sua filha foram de grande valor até agora, e estamos todos envolvidos nessa história de mercadoria para o regente.  Quer ver até onde isso vai dar ou vai seguir seu próprio rumo?



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Última edição por Shogo em Ter 08 Jan 2019, 02:34, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 6 EmptyDom 06 Jan 2019, 07:33

Nemsei meo :l


Era um peso a menos no meu fardo, vê-la voltar a comer. Era um sinal claro de que já estava saudável, sempre foi assim com minhas “viroses”. Ou isso era o que eu pensava, até vê-la se inclinar para um lado, e instintivamente, já avançaria meu corpo para segurá-la e impedir tal queda. - Não se preocupe docinho, estou tirando uma com a sua cara – Meu lado racional sabia que tinha algo de errado, mas o instinto paterno se sobressaia e não poderia evitar qualquer risco – Acho que você já fez piadas demais por hoje, mas sim, isso responde minhas dúvidas. – E então mais um sorriso surgia, um que contemplava aquela paisagem de alguém há tempos sem ver algo belo, e, sobretudo, de ver terra firme. Era reconfortante finalmente sair do mar e de toda aquela confusão. Talvez dez, não, cem quilos de stress emocional teriam ido embora junto daquela paisagem com Astrid se levantando. – É, as coisas parecem estar melhorando. Foi só um susto afinal – E eu estava cansado de levar sustos. Não é do meu feitio sair correndo ou ficar com medo de algo. Pior ainda, temer perder alguém importante.

Meus olhos se alegravam mais ao perceber aquele grupo de homens treinando e outro, em especial, disposto a treiná-los. Ele parecia ser bastante parrudo, talvez um bom desafio e um bom aprendizado. Acima de tudo, uma boa diversão. E essa certeza se concretizava quando Astrid comentava, mesmo que brincando. – Tigre? Eles são bem perigosos, sim, mas não são dignos de se comparar à mim. – Um sorriso imponente e orgulhoso era visível no meu rosto de longe. Ah... Finalmente eu teria a chance de lutar, depois de tanto tempo, o momento que eu mais esperava estava prestes a chegar.

- Pericia Luta de Rua –

- Ei amigão, me ensine a dar socos também. Se possível, cotoveladas e chutes também. – É claro que estava brincando, ninguém deveria ser capaz de socar melhor do que eu. A cada passo dado em direção àquele homem, um batimento mais forte era dado também. O sentimento, o fervor da luta que nem havia começado ainda já abraçava meu corpo naturalmente, e eu apenas aceitava. Não... Eu me deliciava e desfrutava completamente daquela sensação, que, de alguma forma, poderia me salvar de qualquer emoção presa dentro de mim, dando socos, chutes, joelhadas. Ser atingido ou atingir, eram apenas motivos à mais para sorrir.

- Pericia Luta de Rua –

Ofegante, sairia dali com um sorriso inabalável no rosto, independente do meu estado físico. O emocional estaria impecável de novo. Tudo o que bastava era uma luta, desde o começo. Uma luta, um sentimento. Um tão forte que poderia destroçar qualquer negatividade dentro de mim, ou pelo menos, a maioria delas... “Não vou esquecer de você, pelo contrário, me lembrarei, e com essa lembrança, me tornarei melhor a cada dia.” Não bastaria ser só mais forte, a grand line exigia sensatez e disciplina. Coisa que eu costumava não ter o tempo todo, mas estaria atento para adquirir agora que cheguei aqui.

- Muito bem, sem ressentimentos, certo? Não quero fazer um inimigo assim tão de graça. E em um lugar desconhecido, amigos certamente serão valiosos. Não que eu me importe, mas é sempre bom ter alguém vigiando as costas. Entende, não é? – Estenderia minha mão direita também, devolvendo o aperto com força e uma expressão inocente de dúvida. Aquelas palavras realmente faziam sentido e pareciam ser muito verdadeiras... Mas... – Você tá falando do que mesmo? RessentimeKKKKKKKKKKKK – Gargalhava antes de terminar a palavra, ainda sem entender, mas aceitando aquela situação. – Olha, eu concordo com você. Não sei ainda o que vou fazer, mas vou precisar de força e ela não pode vir só de mim. – As palavras vinham do coração, portanto, surgiam naturalmente – Imagino que isso vá dar algum dinheiro, com isso devo conseguir um navio e fazer o que bem entender nesse mar. Até lá, trabalharemos juntos. – E enfim, mais um e último sorriso naquela jornada.










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