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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cães de Guerra

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MensagemAssunto: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 5 EmptyQua 12 Set 2018, 01:34

Relembrando a primeira mensagem :

Cães de Guerra

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçador de recompensas Aldo Rahner. A qual não possui narrador definido.


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Johnny Bear
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 5 EmptySeg 03 Dez 2018, 22:26




4 de 11 Posts Navegando

Até mesmo a fuga parecia impossível para o bando, a grande embarcação negra não exibia uma premeditação de alterar o curso atual , ele continuava aos poucos a se afastar no horizonte, mas sem não antes apresentar outro grande desafio para o grupo, de pouca distância se faziam ambas embarcações quando ainda aqueles dentro da canhoneira puderam ouvir os sons do aço, até mesmo antes de saírem da escuridão, pouco sabia o grupo de que na verdade eram sons dos canhões sendo carregados, das balas pesadas escorregando lentamente pelo cano de disparo.

E não demora para que o desenrolar das ações aconteçam, Edmund que estava a adorar a deusa Hela pelo “presente” sem um motivo em específico, o tempo perdido pelo grande adorador era reposto por Aldo que corria para içar novamente as velas que tanto abriam e fechavam naquela tarde, Astrid que ainda conduzia a canhoneira, olhando para trás tentando captar alguma nova do Navio, quer fossem perigos ou para ver se eles se afastaram sem muitas novas surpresas. Rosy parecia ser a única que estava menos contente com a fuga do bando, mas de certa forma ela arranjava outra forma de diversão momentânea após perceber o desconforto do revolucionário ao tocá-lo. O velho cientista observava a tudo de longe, parecia mascar algumas castanhas e dar milhas de alguns pedaços que esmagava entre os dedos para o Pombo repousado em seu ombro.

Ninguém parecia querer fazer um movimento tão brusco, a tensão planava no local, ainda se tinha uma ambientação de alarme quanto ao que acontecia em seguida, já não demora muito para que enfim viesse a tona o que todos pareciam temer, se tinha certo pressentimento negativo, era uma sensação coletiva, ou pelo menos grande parte já esperava pelo uso dos canhões do navio negro, afinal, se tivessem provocado a colisão de modo proposital e a considerar o eventos macabros passados dentro do casco o que não faltavam eram motivos para acreditarem no posicionamento agressivo.

Edmund estava lá, de joelhos na popa da embarcação fitando com desejo aquele magnífico navio negro, Astrid começava a sentir um frio inexplicável na espinha, diferente do pai ela não via aquilo como um presente, era mais como uma maldição. - Pai… eu acho que… - Estava prestes a falar sobre sua relutância e pressentimentos, mas o disparo repentino a assustou de modo que da sua calma fala formou-se um estridente brado, o susto e o medo não eram por acaso, todos puderam ouvir aquele som ecoar, era de se observar ao longe a bola negra se aproximando. - SAI DAÍ! - Foi tudo o que ele pôde gritar, não conseguiria chegar a tempo de salvar Edmund, nem mesmo ele teria tempo o bastante para sair dali sem ser atingido pelo disparo.-Pelas barbas de Merlin! A garota vai virar chili! - Podia se ouvir aquele velho louco falando ao fundo, mas para a surpresa de todos, nada além de um repentino susto. Por outro lado, quem mais pudera sentir o toque gélido da morte fora Edmund, quando a frente de seus olhos passou aquela bola negra, ela atravessou seu rosto desafiando sua sanidade e crença, seu psicológico forçando o corpo a travar, como quando se espera receber um forte impacto, mas na verdade ele não acontece, o corpo permanece rígido em um estado natural de choque.

Com o término da terrível sensação de ter uma bala de canhão atravessando o rosto, pode sentir o que seria um forte puxão, o bastante para levantá-lo do solo por alguns segundos até ser capaz de tocá-los com os pés outra vez, cambaleou para trás e deu algumas passadas antes de se estabilizar com a ajuda de Rosy ao suspender-lhe pelo tronco.-Seu idiota! Tá querendo morrer?! Rosy, vigia esse dai pra mim por favor? Ele acabou de sair de um tratamento, provavelmente já está querendo entrar em outro! - Pela primeira vez em muito tempo ela parecia estar verdadeiramente séria, além da raiva expressa em seu olhar, podia se notar uma preocupação e até mesmo um grande pavor, a face de como quem estava prestes a ver o próprio pai ser morto bem na frente de seus olhos. Rosy por outro lado via uma situação que pudesse tirar proveito - Cuidar desse aqui? - Ela parecia surpresa, dava um sorriso malicioso passando a língua pelo lábio inferior, respondia olhando para Edmund - Claro! Vou cuidar muito bem dele hihihihi! - Dizia abraçando-o antes de ajudá-lo a se levantar, parecendo saber como isso provocaria grande desconforto no homem.

A se deixar pelo clima mais ameno, outros não podia desfrutar da mesma condição, outras balas negras voavam em direção a canhoneira, o velho que até então estava quieto passou a correr pelo convés com sua meia barba repleta de migalhas ao movimentação daquele que acreditava ser Boris, disposto a utilizar por si mesmo os canhões, no intuito de ajudá-lo então seguiu, dividiu os frascos, ajudando também a carregar o canhão, não demora muito para o pavio ser aceso e o disparo efetuado, alguns frascos voam na direção apontada por Aldo, estranhamente alguns cacos de vidro pareciam voar avulso, possivelmente alguns tivessem sido quebrados no momento do lançamento, por conta disso, um rastro de gás se forma até o navio negro, não exigindo muito da pontaria do caçador para incendiar o gás.

A bala passava por aquela cortina esverdeada, em instantes as chamas começavam a cobrir o local, espontaneamente ela se abre à frente do velho e do caçador quase que instantaneamente obrigando os dois a se atirarem no chão para não serem atingidos pelas chamas, estas por sua vez vagam até o casco do alvo, não demora muito para que o rastro de chamas se abra nos céus e encontre fim nos poucos frascos que ainda estavam voando inteiros, a enorme concentração daquela substância em um único ponto provoca uma explosão mediana, estranhamente a inflamação daquele gás resultava na emissão da densa e fedida fumaça verde-amarronzada no lugar de onde estava o navio negro.

Astrid tinha o leme em mãos e agora conduzia a canhoneira para de volta ao traçado, estranhamente a névoa não parecia diminuir conforme se distanciavam, na medida em que a fumaça resultante da explosão se dissipa, nada além da névoa cobria o local. - Parece que funcionou! Considerando a enorme quantidade de fumaça que eu inalei hoje, não me surpreenderia se eu desenvolvesse algum problema respiratório… - Agora com a aparente destruição do estranho navio, Aldo parecia comemorar.-A canhoneira não possui danos aparentes, está navegando tudo certo, acho que agora podemos nos descansar, eu acho… - Com o sucesso da fuga e ataque ao navio inimigo, outras interações entre os membros poderiam acontecer. Rosy estaria vez ou outra observando Edmund, claramente tentando seduzir ou envergonhá-lo durante esses momentos, se olhasse para ela, a veria ajustando a meia cinta liga, exibindo para ele - e muito bem - tudo por baixo da saia.

A situação parecia normalizada, embora ainda a névoa estivesse lá, cada vez mais densa, ao ponto de impedir a visão de mais do que cinco metros a frente dos olhos, para alguns poderia ser normal na Grand Line a incrível variação de clima e condição ambiental, mas para alguns mais desconfiados, aquilo não indicava o fim da fuga. - Droga, esses desgraçados estão aqui de novo, como eles chegaram aqui tão rápido?! - E não mentia, a garota era a primeira a perceber o navio negro que, novamente, crescia do lado da canhoneira, só que agora ambas navegavam em paralelo, na mesma direção, mas como poderia ela ter aparecido tão rápido? Eles haviam conseguido despistá-lo há algum tempo não é? Quanto tempo havia se passado desde que eles conseguiram fugir? Eram questões pertinentes que poderiam surgir na mente de alguns. O químico, percebendo se tratar de uma situação delicada, decide por fim intervir com uma cartada inusitada e, até mesmo, surpreendente.

-Chefe?! - Dizia ele após colocar a mão no bolso e retirar um Den Den Mushi personalizado, era um caracol de cor amarelada, possuía um longo cabelo loiro, sobrancelha enrolada, uma quantidade considerável de barba - também loira - ao redor do maxilar, se é que caracóis possuem um, além de um característico cigarro na boca. Uma voz saia da boca articulada da criatura, não era muito fácil de distinguir as palavras, mas falava em um tom sério. - O que foi dessa vez Nefário? Espero que não tenha acontecido nada com a carga… - Realizando uma pausa, o grupo enfim sabia o nome daquele velho que, apesar da aparição misteriosa e ter pronunciado a importância da viagem, nunca buscaram saber exatamente quem era aquele homem estranho.- Não chefe! Ela está em perfeitas condições, mas estamos sendo perseguidos por um estranho navio negro! Acho que são saqueadores, eu estou em uma canhoneira sem nenhum armamento especial, poderia mandar um pessoal aqui pra fazer a escolta?! - Após a fala, um silêncio, o caracol não produzia nenhum ruído, era como se a pessoa do outro lado estivesse considerando o pedido. - Certo, estarei mandando o Wolf!-

Nefário:
 
Navio:
 
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 5 EmptyQui 06 Dez 2018, 04:01

All we Need is Lightning !


Perplexo. Eu estava completamente perplexo e sem reação.  Meu coração saltou da caixola por um momento, era uma explosão de medo e nervosismo, talvez o presente de Hela fosse a morte no fim das contas. Não parecia errado vindo dela. Aquele grande impacto que eu sentia no peito não poderia ser pior, senão fosse pela dor na cara. Eu estava apenas perplexo. Meu rosto ficava sem esboçar qualquer outra reação que não fosse ficar boquiaberto e de corpo imóvel. Estava imóvel pela surpresa, não havia tempo para reagir e nem pensava em fazê-lo. – Então esse é o meu destino? – Minha voz soava baixa e calma, estava quase aceitando aquela realidade, no entanto, a surrealidade da situação me salvava. – A – Permanecia inexpressivo assim que a bala passava. Nem a dor poderia me arrancar reações naquele momento, eu só estava pasmo por tamanha burrice. Já deveria estar acostumado com minhas merdas.

Olhando para o nada sobre o meu próprio feitiço, estava ali de joelhos encarando o destino que eu quase tive, quando Astrid e Rosy me trouxeram de volta para a realidade. – A – Tornava a não ter o que falar, respondendo apenas com um olhar fixo no horizonte e uma cara de quem não sabia como reagir de novo, ao ser abraçado daquela forma invasiva. Eu iria agradecer pela ajuda, não fosse por tamanho desconforto que seguia durante aquele intervalo. – Ah não cara! – Virava meu rosto e colocava a palma direita para cobrir a visão, fugindo de qualquer pensamento erótico que eu temia haver por aquela imagem tão jovem de garota. – Desconfortável – Pra falar a verdade, essa era de longe a pior coisa que eu havia sentido em toda aquela viagem. Era como me sentir menor na frente de algo, oprimido, subjugado. E eu nunca havia me sentido assim.

Esse sentimento ruim logo seria anulado ao ver aquele navio negro ao nosso lado de novo. E é claro, eu não estava triste nem com medo. Claro que não. – Então o bom barco ao pai retorna. – Erguia todo meu corpo e ficava ereto, cruzando os braços em frente à embarcação e sorrindo. – Aceitar o destino. Como eu pude me cegar por tamanha tolice?! – Abria meu semblante e caminhava na direção da borda da canhoneira ao lado do navio. – Não se preocupem, farei por merecer o meu prêmio, HA – Meus olhos se viravam em desaprovação para o velho que acabara de se comunicar pedindo por ajuda. - Reforços? Sério? Eu não preciso de ajuda, observe, a estrela do norte! – Avançava meu braço em direção à amurada do navio inimigo para ver se o mesmo estava tangível para eu subir à bordo deste com um pulo, senão estivesse tangível não pularia, óbvio.  – BOM DIA FILHOS DA PUTA, O CAPITÃO CHEGOU! – Mostrava os dentes num sorriso e fechava os punhos neste mesmo ato. Meus olhos brilhavam, fitando aquela ideia que eu logo tornaria realidade. Passos para trás... Estes eram somente para pegar impulso e correr na direção do navio, flexionando e esticando minhas pernas por fim num salto muito próximo da borda para facilitar o sucesso do pulo até o alvo.

O fervor da batalha e a recompensa que ela me daria incendiavam meu coração por inteiro. Sim, inteiro, eu estava inteiro novamente! Se subisse no navio, a primeira coisa que faria seria abrir minha postura de combate colocando ambos os punhos na frente do rosto e flexionando levemente as duas pernas. Como um ambidestro, começaria deixando a perna direita à frente, e a esquerda ligeiramente atrás virada para o lado, para, sempre que socar, deslizá-la para frente e esticá-la ao máximo quase que saltando, assim, impulsionando todos meus socos usando não só a força do braço como do ombro e das pernas também. Isso era o básico do boxe, mas nunca deixou de ser efetivo.

- O CAPITÃO TAMBÉM COZINHA, QUEM QUER LEVAR BIFA NA CARA DE ALMOÇO?! – Meus movimentos seriam sempre brutais sem qualquer traço de hesitação. Avançaria inimigo após inimigo com socos frontais, vindo de trás para frente buscando acertar narizes, gogós e peitorais sem piedade, utilizando do mesmo esquema de passadas avançando com a perna oposta do braço o qual irei bater, para fazer o deslize e salto. Cada soco, cada cara de fantasminha camarada sendo esmagada me dava mais e mais satisfação. Meu coração voltava a bater com emoção uma vez mais, eu finalmente me sentia livre de correntes de tristeza e medo. – QUEREM MAIS? HOJE EU TO HUMILDE, VOU SERVIR PORRADA ATÉ TODO MUNDO LIMPAR O MEU CHÃO COM A BOCA NA MADEIRA! – Eu nada temia, exceto não ter uma boa luta.

Considerando que estava sozinho no navio, avançaria com os socos frontais sempre, porém, iria imaginar também momentos em que os inimigos pudessem me cercar ou vir dos lados. Mas eu estaria extremamente ofensivo a todo o momento, e minha maior defesa seria o ataque. – JUNTINHOS? COVARDES! – Meus braços se movimentavam de um lado para o outro sempre que houvesse inimigos nas laterais, utilizando da audição e breves olhadas ao arredor, deslizaria meu pé para a direção do lado que chegasse alguém, virando parte do corpo então e utilizando do braço oposto para bater frontalmente e usar da esticada nas pernas. A intenção seria sempre interceptar o ataque batendo antes, mirando seu rosto ou até mesmo a arma se o movimento dele já estivesse mais antecipado. - VOCÊS SÃO MARUJOS DE PÉSSIMA QUALIDADE, SAIAM DA MINHA EMBARCAÇÃO! – Observe Hela, você escolheu o lado errado. Eu irei varrer os teus servos desse mundo e limpar o meu navio, sua vagabunda!

Sobretudo, mesmo que estivesse totalmente ofensivo e não fugir fosse um dos meus princípios, não haveria motivos para tomar golpes em vão se todos meus inimigos fossem intangíveis. Assim sendo, sairia do navio retornando com o mesmo pulo para a canhoneira se meus golpes não surtissem efeito, mas isso, não sem antes procurar formas de acertá-los seja utilizando de algum material, luz ou até mesmo uma ferramenta do velho se ele ooferecesse - EAE NEFARIO, ME VE ALGO PRA SENTAR O CACETE NESSES FILA DA PUTA
-







Histo Rikko:
 

Objetivos:
 

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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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Última edição por Galaxy Dante em Qui 06 Dez 2018, 04:18, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 5 EmptyQui 06 Dez 2018, 04:02

Mesmo após a maior parte da estratégia para a nossa fuga ter dado certo, e o navio não ter sofrido dano aparente, não demorou até que aquela embarcação fantasma pudesse nos alcançar. E ainda pior, estava lado a lado com a nossa canhoneira para nos atacar a qualquer momento. Era como se se teletransportasse na névoa densa…

Foi quando o químico maluco resolveu intervir com possivelmente um contato importante. Pegou um den den mushi peculiar e falou com alguém que poderia nos socorrer daquele mal que navega. A voz do outro lado da linha confirmou que mandaria ajuda logo, então o que nos restaria seria esperar e aguentar o que viesse. De repente uma luz de esperança apareceu. - Muito bem Nefário! Então lutaremos até que o reforço nos alcance! TODOS, PREPAREM SUAS ARMAS!!!! - Como é mesmo que se luta contra fantasmas?

Uma coisa é certa, aquele posicionamento dos navios seria perfeito para uma abordagem no convés. Se aqueles desgraçados pulassem em nossa direção, teremos que estar preparados. Sacaria então a minha espada, esperando o seu movimento de ataque. Não que eu acredite que tudo aquilo daria certo… A bala atravessou a cabeça do Dante!

A ansiedade estava me matando.... Como será que esses malditos devem ser? Serão assim tão poderosos quanto mostraram em seu cartão de apresentação? - VAMOS LÁ!!!! APAREÇAM!!! - Então giraria a espada, naquele momento de tensão e tesão. Até a morte mais uma vez? Se visse um inimigo pulando em direção ao nosso navio, correria até o mesmo e tentaria atingi-lo com um corte na vertical de baixo para cima, mirando suas partes baixas e tentando partí-lo em dois. Giraria sobre meu eixo em seguida baixando a espada à minha frente, posicionando-a para um bloqueio básico para tentar não ser surpreendido por truques fantasmagóricos. Este se daria tentando atingir a arma ou membro atacante em sua lateral usando a minha lâmina, para afastar o ataque de mim.

Se surgissem mais inimigos, ficaria atento em suas movimentações. Saltaria para trás para ganhar distância em casos de ataques simultâneos, tomando cuidado para não ir ao mar. Caso viessem estocadas em minha direção, posicionaria minha lâmina apontando-a para frente, e com a sua lateral rebateria para longe qualquer que seja a arma inimiga. Já na hipótese de ataques na vertical de cima para baixo ou de baixo para cima, ergueria minha espada na horizontal para que a mesma recebesse o ataque, e aproveitando do meu posicionamento, se possível tentaria desferir uma cabeçada para sangrar o nariz adversário.

Ainda em casos de golpes mirando minhas laterais, que viessem em trajetória diagonal ou horizontal, posicionaria minha espada segurando-a firmemente pelo cabo de baixo para cima, de modo que a lâmina receba o golpe e o faça recuar com o impacto. Imediatamente após isto, tentaria girar a minha lâmina verticalmente de modo a tentar um corte mirando o tronco inimigo. Por fim, em caso de rasteiras, saltaria mas não o suficiente de modo a tentar chutar o inimigo em sua passagem por baixo de mim.

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Johnny Bear
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 5 EmptyQui 06 Dez 2018, 23:06





5 de 11 Posts Navegando

Com a canhoneira seguindo a toda vela, poucos metros dividiam ambas as embarcações em pleno mar, ainda a névoa dificultosa impedia a visibilidade do que se tinha a frente, poderiam a qualquer momento bater em alguma coisa, até mesmo quem sabe em alguém. Não demora muito para que novas ideias surgem, embora nenhuma de fato possa se considerar uma das grandes, Edmund fora o primeiro a agir, desatando de seus devaneios pós iluminação, estando frustrado e em uma luta espiritual para obter aquele navio, não demora muito para que sua filha perceba o que estava prestes a fazer, com um movimento rápido e quase automático, ela gira bruscamente o timão para o lado oposto com o intuito de se afastar da embarcação negra.

-Maldito, saia dai! Eu já disse que essa merda não é um presente, é uma maldição! - Bradara enquanto firmemente desviava a rota não se importando muito em sair do trajeto da Log Pose, o mar abaixo da embarcação começava a ficar mais violento, os respingos que subiam cortavam o casco como navalhas e aos poucos a chuva começava a aparecer, os pingos caiam de forma igualmente brutal, em questão de segundos o tempo calmo, sereno que existia dentro da névoa era tomado por uma tempestade.

-Rosy, segura ele! - Mais uma vez a pequena era encarregada de garantir a segurança de Edmund, que à amurada sentia seu corpo sacudir com as intensas ondas que começavam a se formar, tentando tocar o navio negro ele nada conseguiu, por muito pouco seu corpo não virou para o outro lado, conseguindo se segurar firme na madeira e escorregar de costas no convés, em poucos segundos ele já podia sentir o gosto salínico da água do mar, o ardor com que entravam em seus olhos. Aldo não se livrava dos intensos agitos da canhoneira, seu corpo por vezes era arremessado para cima o obrigando a se segurar em algum canto do navio, já o velho… havia sumido outra vez.

Aos poucos o navio negro tomava outra forma, sua coloração negra e característica esfumaçante se erguiam aos céus rodopiando e tomando a forma de uma enorme caveira negra, seguia de lado como se não tivesse percebido a canhoneira ali ao lado, mas aos poucos seu rosto se virava para todos no convés, seu olhar sombrio e vazio penetrante, falava como se sua voz fosse de milhares agulhas perfurando seus corpos, intenso e profundo, uma sensação como não outra que parecia causar agonia e ser provinda de algo formado apenas de puro ódio.

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-Hmmmhahaha! Vocês não vão conseguir se esconder de mim, irei caçá-los! -
E por fim da boca aberta surgia uma enorme serpente, rodeando os céus pouco antes de mergulhar em direção ao mar logo à frente da canhoneira,  semelhante a um enorme Sea Monster, seu urro estridente ecoou por dentro de seus corpos, não sendo apenas perceptível apenas nos arredores, era como se algo dentro de cada um estivesse a ponto de explodir, os corações se aceleram e por fim, a besta mergulha em frente a canhoneira causando uma enorme onda que aos poucos começa a elevá-los.

-Queda livre! Segurem-se! - Astrid era a última que proferia algo antes de todos estarem voando, sim exatamente, o navio estava voando depois de um salto dado ao subir aquela enorme onda, conforme ele perdia altitude todo aquele vento batia vindo de baixo, o som de milhares de tambores ecoaram antes de novamente se chocarem com o mar e… O choque contra o mar.  



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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 5 EmptyTer 11 Dez 2018, 10:06

A perseguição acabava por se tornar ainda mais sinistra quando o navio se transformou em uma caveira que dominava os céus, e disparou de sua boca um tipo de serpente de névoa, algo que nunca tinha visto antes. Era magnífico! A serpente mergulhou no mar, fazendo o estrondo que ecoou pelo mar, fazendo meu corpo estremecer. Neste momento, caí sobre meu joelho. De todas as experiências que passei, aquela era de longe a mais estranha. Como pode o desconhecido me afetar tanto? O efeito devastador daquela assombração criou uma onda que começou a elevar o nosso navio. A garota navegadora gritou o que todos nós podíamos perceber… Era hora de segurar firme.

Procuraria um mastro ou amurada que tivesse mais próxima, e tentaria a todo custo me segurar para não ser sacado da embarcação. Não sabia se aqueles tambores eram alucinação, mas se não fossem, aqueles caras estão fazendo de tudo para nos impressionar. E com toda a certeza estavam conseguindo. Caveira, cobra, urro… De que modo aquilo tudo podia ser possível? Quanto tempo mais o reforço iria demorar? Até então com a sequência dos fatos, aqueles caras não poderiam nos machucar diretamente… Mas poderiam facilmente afundar a nossa canhoneira.

Após o impacto com o mar, olharia em todas as direções para ver se todos estavam bem. Se alguém tiver sido lançado ao mar, correria até alguma corda e a lançaria em sua direção, alertando aos outros. - HOMEM AO MAR!!!! - Então assim que quem quer que fosse agarrasse a corda, tentaria puxá-lo a bordo novamente. - Ninguém vai morrer hoje… - Se eu fosse o lançado para fora, esperaria que alguém fizesse o mesmo por mim, e agarraria a corda ou o método usado para salvar minha vida com todas as minhas forças. Em seguida tentaria voltar a bordo da canhoneira. Se ninguém tentasse me salvar, teria que fazê-lo por mim mesmo. Tentaria nadar até o navio, e procuraria algum lugar para me agarrar por ali. Se não fosse possível, tentaria agarrar algo que estivesse boiando ali próximo, e provavelmente ali ficaria à deriva. Eis o meu teste de confiança… Ao menos de Rosy eu esperaria alguma tentativa de resgate, já que no passado enfrentei uma mansão em chamas para salvá-la.

Se todos estiverem a bordo, gritaria aos fantasmas. - MALDITOOOS… JÁ CHEGA DE TRUQUES! - O que eu mais queria era enfrentá-los em uma luta direta. Até agora foram apenas joguinhos psicológicos, e já estou cansado disso. Observaria o local onde haviam aparecido anteriormente, não queria perdê-los de vista. Segurando firme o cabo da minha espada, estaria atento à um novo ataque por parte de nossos inimigos. Não podíamos tomar a iniciativa, infortunadamente. Tudo o que podemos fazer é esperar um novo ataque e sobreviver à ele, e isto está me matando.

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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 5 EmptyTer 11 Dez 2018, 19:32

Sadness and Sorrow Only ...


As pernas que eu tinha mal poderiam sustentar meu corpo agora, uma casca vazia e sem vontade. Era apenas decepção atrás de decepção, nem mesmo um navio eu poderia ter, tampouco uma luta por ele. Aquela sensação de estar voando... Era apenas um pequeno vislumbre da liberdade que tive e sonho em recuperar, mas não era o suficiente, não era verdadeiro. Estava claro que era apenas um pequeno salto em tamanha imensidão do mar, e eu teria que me segurar. Sim, me segurar, me conter, diferença não faz. Todas as palavras levam ao mesmo significado. Prender-me ao medo com correntes bem curtas e apertadas, rezando para que a morte não me leve.

Não consegui o que queria, só me restava ficar de joelhos próximo à amurada e me agarrar nela agora. Olhos cheios, eu estava quase derramando lágrimas, e enquanto me segurava firme para não cair, fazia a última coisa que me restava... Respirava fundo e olhava para o céu com toda a dor visível no meu semblante, levantando a cabeça, puxava todo o ar e o soltava levando junto todas as forças que me restavam...– FILHA DA PUTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA – Meu ódio estava todo direcionado à deusa que me enganou. Ela literalmente, me iludiu, era apenas uma miragem e nada mais. Aquela grande desgraça de navio fantasma.

Baixava minha cabeça após o navio se chocar, jogando meu corpo para trás e mandando embora a única faísca de energia e vontade que sobrevivia em meu corpo. Eu não sentia vontade de fazer mais nada. Não sentia vontade de estar ali, nem de estar em outro lugar. Não conseguiria falar ou reclamar mais, era simplesmente... O Vazio.





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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 5 EmptyQua 12 Dez 2018, 01:29




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O céu estava chorando, as gotas caiam gentis agora, os barulhos cessaram, toda aquela aura negra sumia com a presença do misterioso navio, para alguns isso era um bom sinal, podiam finalmente tirar proveito do descanso e ter usufruto de uma viagem tranquila; já outros se frustravam com o fato de tudo não passar de uma maldosa ilusão, obra de uma alma perversa cujos motivos não eram exatos, não se sabia nem mesmo quem era a pessoa por trás de tudo aquilo. O corpo de Astrid caia, a princípio de joelhos, tomando aos dedos trêmulos o leme que forçava para tentar se erguer, ela arfava com dificuldade, seu corpo começava aquecia com grande velocidade.

Rosy ia até Aldo, agora com um olhar mais preocupado - Acho que a garota ali está com problemas… - Não muito tempo depois de ceder ao peso do corpo, os joelhos já não eram mais capazes de aguentar até que ela estivesse caída no convés, a pálpebras pesavam forçando os olhos a se fecharem; Pai e filha agora estavam atirados no convés. Se fossem averiguar a situação da navegadora, perceberiam sua pele rosada e o ar quente e pesado que saia de sua boca já que respirava com dificuldades, estava ardendo em febre. Como se não bastasse a difícil situação na canhoneira, outro situação dava-se o ar problemático, aproximava-se uma enorme embarcação, agora tangível, muito diferente do navio negro visto antes, seu casco era de uma cor vermelho-amarronzada, as velas eram brancas sem nenhum detalhe, a carranca era uma enorme figura canina, aparentemente um lobo em prata.

-Aportar a canhoneira! - Bradava uma voz no convés daquela caravela, muitos ganchos choviam nobre a canhoneira, alguns os obrigando a recuar para que não fosse atingidos. Todos sentem o solavanco quando começam a ser puxados para mais próximo daquele grupo misterioso, não conseguiriam atacá-los com canhões e afins, sendo necessário que esperem até que ambos os barco estejam colados para enfim agir, porém antes que isso seja possível, uma figura desce ao convés acompanhado de outros dois trajados a caráter, já o figurão estava mais à vontade, vestia calça, sapato e camiseta branca social.

-Boa tarde senhores! Eu sou o Wolf, recebi um chamado para escoltar esse barco, onde está Nefário? - Perguntou e logo em seguida acendeu um charuto. O velho saia da escotilha que havia se escondido momentos antes, olhando com uma certa admiração e surpresa para o recém chegado a embarcação, demora alguns segundos com o velho olhando e tentando enxergar quem era graças ao seu problema de visão. - Wolf? Olá velho amigo! Puxa você chegou rápido, ei pessoal esse é o Wolf e a nossa carona para Chaos - Disse enquanto seguia em direção ao velho amigo para trocarem cumprimentos.

-Venho de Pindorama faz uns dias, capturei esse navio por lá para o Gokudera. As coisas estão difíceis Nefário, nosso território diminui a cada dia, estamos temendo o pior, Ross quer o chefe vivo e não vai demorar muito para que ele nos encontre na base, estou fazendo o possível para abastecer nossos armamentos e realizar diplomacia com os revolucionários, mas com você de volta dos Blues com as pesquisas e a arma nós podemos ficar aliviados - Alguns tragos eram dados no charuto enquanto indagava, os dois pareciam ter uma conversa sobre assuntos pessoais enquanto Astrid ardia em febre e muitas dúvidas eram deixadas no ar.

Off:
 

Sr. Wolf:
 
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 5 EmptyQua 12 Dez 2018, 16:38

Finalmente depois de todo aquele terror, um novo navio surgiu. Era o nosso tão esperado reforço. Astrid não parecia muito bem, e Rosy me chamou a atenção para aquilo. Já não importava… Provavelmente teríamos outro navegador na embarcação aliada. - Deixe que o pai cuide dela… Podemos ter outros problemas. - O problema era que dependendo do nível de intimidade do reforço para com as gêmeas, poderemos ter novos inimigos em pouco tempo. O homem que vinha a bordo de nossa canhoneira estava bem vestido e acompanhado de mais dois homens, igualmente bem vestidos. Se apresentou como o muito esperado Wolf, aliado do tal Gokudera.

Pelo tom de apresentação, pude perceber que ele conhecia Nefário, o velho decrépito, e desconhecia o restante da tripulação. - Satisfação… - O comprimentaria à distância. - Me chamo Aldo Boris, e aquela é Rosy. - Indicaria a garota anjo. Por fim, pontaria para o casal de pai e filha. - Aqueles são Astrid e Dante, a quem carinhosamente chamamos de Louise e Linda… - Então lhe daria um sorriso canalha. Dificilmente alguém cairia em uma mentira dessas. Mas quer saber? Tanto faz. Observaria Dante e sua filha, com um olhar desesperançoso. - Precisamos de ajuda. Nossa navegadora está caída.

Uma coisa que atiçou a minha curiosidade foi a carga que até agora estávamos levando para o Gokudera. Que tipo de arma poderosa deve ser essa? Malditos… Não tenho nada a ver com isso, mas agora vou ter que saber o que é. Só preciso ser cuidadoso para não levantar suspeitas. - O navio fantasma… Sabe alguma coisa sobre ele? - Não pode ser possível que ninguém saiba sobre aquela coisa sinistra dos mares. - É melhor ficarmos atentos. Aqueles bastardos podem voltar. - O importante era despistar as atenções de todos para quando eu pudesse espiar a carga. - Vocês podem nos rebocar então…? Estamos sem piloto e navegador, logo é nossa única alternativa. - Se Wolf assim concordasse, me poria a amarrar os cabos ligando um navio a outro. Logo estaríamos prontos para seguir viagem.

Se alguém insistisse para descarregarmos nosso navio, entregando a carga para o tal Wolf, negaria. - Desculpe, mas nós é que vamos entregar a carga. Precisamos demonstrar o nosso valor, sabe? - Piscaria o olho direito, amigavelmente. A verdade é que não confiava em ninguém ali, e que o que mais importava para aquela nova tripulação era Nefário e a valiosa carga. Então é melhor que ambos estejam conosco. Se fosse convidado pelo próprio Wolf para subir a bordo de seu belo navio, aceitaria. Ver aquela belezinha por dentro e conhecer seus tripulantes fazia parte da minha missão para saciar minha curiosidade. - Vocês têm um belo navio aqui… Eu particularmente tenho uma história emocionalmente ligada a lobos. - Uma vez lá dentro, procuraria observar a todos, que talvez estariam bem melhor vestidos do que eu, me destacando negativamente.

Se houvesse algum tempo, tentaria me aproximar do capitão anfitrião para uma conversa amistosa. - Olá, Capitão Wolf… Os dias têm sido difíceis, não é? Estamos tanto tempo fora que as notícias não nos alcançaram como deveriam… Ross está tão perto assim? - Precisava arrancar informações a todo custo. O motivo? Minha curiosidade… - E quanto a Gokudera? Ele está bem? - Não faço a mínima ideia de quem são os dois desgraçados.

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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 5 EmptyQua 12 Dez 2018, 20:38

Madman Closes Fist ...


Meus sentidos retornavam ao ouvir aquelas vozes ao redor e o balanço do navio sendo puxado. Virava minha cabeça de um lado para o outro, com os olhos abertos agora, procurando o que poderia estar causando aquilo. Aquelas vozes me estressavam novamente, eram mais fantasmas?! Não, pior, esses pareciam usar roupas sociais. Agentes do governo talvez? Quem sabe fosse, mas aquilo deixava de importar para mim completamente ao ver Astrid caída no chão. Instintivamente, meu corpo já estava correndo na direção dela. Minhas mãos tremiam em frente àqueles olhos fechados, não sabia o que estava acontecendo nem o que fazer. – De novo não. De... – Não sabia o que dizer em frente aquilo, meu coração batia forte como nunca antes. Meu antebraço esquerdo repousaria sobre a nuca dela como um travesseiro, enquanto o direito a abraçava. – CALEM A BOCA E AJUDEM AQUI, NÃO TEMOS TEMPO PARA APRESENTAÇÕES AGORA! – Gritava, ainda sem saber direito o que estava acontecendo com a garota. Há segundos atrás ela estava perfeitamente bem, foi Hela? A fumaça?

Falando de diplomacia com revolucionários, usando roupas sociais, talvez eles realmente fossem agentes do governo. Mas nada disso importava pra mim agora. Em outra ocasião já estaria pulando em cima de todos eles com meu punho fechado. Mas toda raiva é fruto de medo, algo que está ameaçando sua vida de algum jeito. E o meu medo era perder tudo o que construí de novo. Tudo o que amei do meu país se foi, e o que amo agora não pode ir também. – Você vai ficar bem. Eu tô aqui – Acariciava seu rosto e depois a testa, percebendo que ela estava mais quente que o normal. Ela é forte demais para morrer por uma simples doença, mas não é tão simples aceitar seu corpo caído aqui.

Meu sonho, minhas motivações e qualquer outro objetivo idiota. Eles não valeriam nada se todas as pessoas que eu amo morressem para que eu os concluísse no final. Ceder da raiva e de qualquer outra emoção que não fosse medo era o mais sensato a se fazer agora. E eu reconheço que me falta muita sensatez, mas não em momentos como esse. – Ainda não, não descanse aqui. É muito cedo. – Minha voz fraquejava e desafinava graças à respiração pesada de quem estava quase chorando. Ergueria seu corpo com dificuldade, mas não era o peso, era o desespero. – Sou eu que me arrisco tanto, e sempre sobra pros outros. – Franzia a testa e encarava o céu por alguns segundos, enquanto caminhava em direção aos homens se viessem ajudar. – Que merda de sentido isso faz?! – Não era justo. Os deuses não pareciam estar mais ao meu lado. Só que se for pra ser assim, não vou desistir sem uma boa luta.

Levá-la até algum auxilio médico era minha única opção, e eu não tinha muitas escolhas de ajuda. Mesmo que isso significasse engolir meu orgulho, aceitaria a ajuda de agentes, mas não sairia do lado dela em momento algum. Deuses, humf. Eu esmagaria a cabeça de cada um deles se fosse preciso. Minhas mãos sempre tiveram o necessário para pagar qualquer custo, e com deuses ou doenças não será diferente.






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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 5 EmptyQui 13 Dez 2018, 20:07




7 de 11 Posts Navegando

Sendo o primeiro a notar, mas não a dar maior importância, o agora autoproclamado Aldo Boris garantia as apresentações, fosse pelo modo formal que se apresentava Sr. Wolf, em uma tentativa de não parecer tão desarrumado frente àqueles caninos bem vestidos - denominados assim pelo escudo que a embarcação carregava, com não muito tempo de diferença o pai viera se importar, deixando para trás seus devaneios, reclamações e fantasias divinas sobre o barco, a vida de sua filha parecia ameaçada e isso era o mais importante naquele momento, o fato dele estar ali com ela era o bastante para amenizar as dores e enjoos causados por alguma coisa repentina.

Wolf ainda fumando retirava um cantil metálico, abria e dava um pausado gole na bebida armazenada lá dentro, sendo provavelmente Whisky ou Vodka - Vamos precisar tirá-la daqui, meus homens não conseguem fazer nada nessa canhoneira pequena, manusear alguns instrumentos aqui também é perigoso, vai ter que levá-la até minha caravela - Tomou o charuto entre o dedos, apontou para um dos capangas que desceu com ele momentos antes, soltou a fumaça pelo nariz enquanto indagava - Avise o Lenin sobre isso, peça pra ele preparar as coisas de enfermagem, ele deve estar com… - Pausou, no instante em que iria deduzir o problema, para ter certeza ele faz mais do que olhar por cima de Edmund, que por sua vez agora segurava sua filha nos braços se lamentando pelos vacilos que cometeu, Wolf aproximou-se bem o bastante para conseguir tocá-la com os dedos trêmulos na testa e no pescoço para medir o pulso - Caso de virose, deve ser pego durante alguma chuva ou algo do tipo, mas esse é dos pesados, ela está ardendo em febre - Concluiu enquanto tornava a conversa com Nefário e Aldo Boris, o capanga designado para chamar o médico se encarregou de subir pela escada que era descida para ele, não se dá muito tempo até que uma prancha é apoiada de modo que interligue o convés da canhoneira ao da caravela.

-Deus tenha piedade se aquela for mesmo a Linda, ela tem barba e parece mais um homem, elas não eram gêmeas? - Perguntou enquanto tentava entender a situação, dando longas puxadas no fumo, era claro que estava mais do que desconfiado da história lhe apresentada, mas Nefário conseguia complicar ainda mais as coisas - Ah Wolf, uma delas tomou uma das minhas poções da juventude, eu finalmente consegui encontrar a fórmula para o fim de rugas! - Entonou com empolgação e orgulho por sua descoberta que iria abalar o mercado, mas Wolf era inteligente - e bom da visão - logo percebia que tudo não passava de um engano inocente do velho - Heh! Certo Certo meu amigo, preciso falar umas coisinhas com Boris - Sorriu desajeitado, arqueou o braço esquerdo ao redor de Aldo, agora o puxando para um pouco distante de Nefário que por sua vez continuava procurando a gloriosa poção dele entre as demais espalhadas pela algibeira - Escute garoto… Sei que vocês não são quem dizem que são, mas eu não quero saber o que aconteceu durante toda essa viagem para que elas não estejam mais levando essa canhoneira - Sua voz continuava depois de um longo trago no charuto - Tudo o que me interessa é de que essa carga chegue até Chaos, vão receber por ela e o que farão com o dinheiro não me interessa, então vamos fingir que isso tudo foi um mal entendido certo? - Indagou por fim, tomou outro gole de bebida e então ofereceu o cantil a Aldo como um sinal de acordo feito entre eles, isto é, caso o caçador aceitasse a oferta.

O assunto mudara com as indagações sobre o Navio Negro, isso despertava um interesse em Wolf, o bastante para convidá-los ao seu convés quando viu que os médicos desciam com uma maca - Navio Negro eh?! Tenho algumas informações sobre isso, mas vamos falar sobre isso na minha sala, precisamos erguer a canhoneira - Disse enquanto saltava para a escada do navio, começou a subir e, quando já estava no topo, gritou para que seus homens começassem os preparativos - Homens! Suspendam a Canhoneira! Vamos levá-la até Chaos! - Terminou subindo para o convés, Nefário o seguiu, Aldo também e Rosy apenas seguiu seu companheiro de viagem, já Edmund permaneceu sentado servindo de companhia a sua filha.

O primeiro médico era loiro, tinha o rosto magro e o nariz fino, seus olhos eram claros e vestia uma bandana vermelha na cabeça. já o segundo tinha - assim como o primeiro - cabelos longos só que castanhos, seu rosto era arredondado e o olhar perdido - Vamos levá-la agora senhor - Disse o segundo enquanto pegava a garota pelos pés e o outro pelos braços, fizeram um esforço para colocá-la acima da maca e então partiram carregando-na prancha acima, obrigando Edmund a segui-los para dentro da caravela.

Dentro assim como o lado de fora as madeiras eram vermelho-amarronzadas, os marujos eram todos bem vestidos, sem exceções, muitos deles estavam apenas de camisa social e calças devido ao calor que enfrentaram no caminho até lá, curioso já que a canhoneira havia há pouco tempo passado por uma forte tempestade, onde já se esgotara restando apenas o aroma frescor da primavera, o ar sendo úmido e o sol forte. Muitos trabalhavam agora na manutenção do guincho que estava sendo baixado para levantar a embarcação de Aldo, isto na parte da frente e de trás do navio, buscando suspender por dois pontos.

-Acabamos de passar por uma briga com nativos furiosos, então alguns dos meus homens vão estar na enfermagem tirando flechas dos corpos, ou tomando algum remédio para os venenos que aqueles selvagens colocam nas pontas das lanças, os filhos da puta nos atacaram por que não havíamos levado espelhos para negociar com aquela madeira vermelha deles - Terminou, e quando o fez, poderiam ver que alguns poucos homens espalhados pelo convés tinham algumas bandagens pelo corpo, uns com estas amarradas na perna ou no braço, provavelmente proveniente de alguma flechada ou golpes com lança dos ditos furiosos nativos.

-Ora, você já deveria saber o que esperar desses animais quando aceitou a missão, eles andam pelados por ai vivendo com o que a natureza dá, eu até agora não entendo como conseguimos fazer negócios com eles usando apenas bugigangas! - Exclamou Nefário se referindo com mais detalhes sobre o lugar no qual Wolf teria realizado sua missão - do qual agora voltava - e agora eles seguiam até a cabine do capitão, já Edmund seguia os médicos até uma sala mais afastada, esta com alguns outros feridos, ao todo meia dúzia deles, estavam enfaixados em diferentes parte do corpo, todos estavam deitados se contorcendo por conta do veneno que ainda agia em seus corpos, era também observável o caso de um homem que teve de ter a perna amputada para que pudesse sobreviver.

-Coloque-a aqui - Disse calmo outro médico com o rosto coberto por máscara e trajes apropriados para operar - O senhor é o marido, pai ou irmão? Vou permitir apenas que parentes fique nessa sala além dos feridos, ela aparenta estar apenas com uma leve virose, então você vai ter que me ajudar enquanto eu cuido dela e dos outros doentes; vou dar pra ela alguns analgésicos e soro, você pegue uma bacia ali no canto da sala, água gelada e um pano para fazer a compressa nela pra passar essa febre - Disse o rapaz enquanto corria para o canto da sala pegando uma bolsa de soro, seringa e analgésicos para aplicar na garota, o procedimento era feito de modo rápido e profissional, dependendo de Edmund para ser mais eficaz.

Aldo estava seguindo Wolf, os três entram na cabine, a sós eles então podem conversar sobre o tal Navio Negro, mas não antes de apreciarem a bela vista de dentro, o lugar era como um palácio, paredes acolchoadas de um tecido felpudo e de cor vermelha, as cadeiras eram douradas e suas almofadas eram do mesmo material, o tapete era oriental e também de cor avermelhada; lá em uma escrivaninha ele puxou um maço caro de charutos, entregou um para cada convidado e começou então a acender com seu isqueiro de prata.

-Muito bem senhores, me contem melhor sobre esse Navio Negro, avistei algumas coisas bem estranhas em minha vinda para cá, temo que isso tudo seja alguma obra do Ross ou do Cérebro - Terminava, buscando por mais respostas para depois comentar sobre o assunto

Sr. Wolf:
 
Caravela:
 


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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 5 EmptySex 14 Dez 2018, 21:46

Nemsei meo :l


Franzia a testa e lançava um olhar furioso ao homem de roupas sociais que tocava Astrid, eu tinha quase certeza que aqueles desgraçados eram agentes do governo, mas eu nada podia fazer além de aceitar ajuda deles. Apesar de engolir meu orgulho, não significava que eu deveria gostar disso, e toda aquela gente de preto e branco me dava nos nervos. Estaria apenas observando com os punhos fechados e olhares constantes. A tampa da minha barra de controle emocional já havia sido forçada e escancarada sem piedade, mais alguns segundos e iria ceder. A única coisa que me segurava para não descer o cacete em todo mundo ali era Astrid deitada na maca. Sentimentos reprimidos... Falas reprimidas. Toda aquela dúvida e raiva misturadas num pote. Era como se eu pudesse voar, mas meus pés haviam sido presos ao chão por uma força sobrenatural, de fato, uma tortura interna.

Virose, esses médicos desgraçados estudam por anos só pra dar um atestado de virose por absolutamente tudo. Virose leve, virose média e virose pesada. Acho que citei todas as doenças do mundo, heh. – Irmã-Digo, Pai. – Lembrava-me do disfarce, que certamente não funcionava mais, já que era bem improvável que todos desse navio tivessem problemas de visão como o velho louco. Passos rápidos seriam dados até o canto da sala para pegar as coisas, eu não poderia tirar aquela garota de vista por nenhum instante sequer. – O que tem nesses remédios? Não vá usar nada de estranho. – Virava o rosto de leve sem desviar o olhar, sério e ameaçador, expressando exatamente o que eu sentia entrando em sintonia com a fala. E então molharia o pano...

Para enfim torcê-lo em cima da bacia e pô-lo sobre a testa de Astrid. – Ele disse que é uma virose leve. – Soltava o pano e descia a mão sobre a maçã do rosto para acariciá-la. – Cadê o seu orgulho, sendo derrotada por uma merda dessas?! – Falava baixo, mas com uma ênfase grande no final para apelar ao orgulho de guerreira dela. Por fim puxaria alguma cadeira ou algo assim se tivesse por ali, sentando-me bem ao lado da minha espadachim preferida. – O que fizeram para ter esses feridos aqui? Vocês trabalham pro governo? – Fitaria diretamente os olhos do médico, procurando qualquer hesitação ou sinal de fraqueza em seu semblante. Independente da resposta, pararia por ali e perduraria o tempo que fosse preciso até ela ficar de pé. Eu não sei pra onde estamos indo, mas qualquer lugar é melhor que aquele farol fudido, pelo menos só até conseguirmos nosso próprio navio. A maior questão é... Quando comerei goiabas de novo? Sinto que minhas feridas melhoraram bastante, só a maior delas que não, a fome.







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