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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cães de Guerra

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 3 EmptyQua 12 Set 2018, 01:34

Relembrando a primeira mensagem :

Cães de Guerra

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçador de recompensas Aldo Rahner. A qual não possui narrador definido.


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Shogo
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 3 EmptyDom 28 Out 2018, 20:24


Durante a batalha algo me desconcentrou por alguns instantes.  Era um pedinte com a dentição comprometida me devolvendo o charuto, enquanto aquele intrometido gritava algumas palavras.  Sem me atentar, coloquei o charuto na boca e o cuspi logo em seguida ao sentir o cheiro de saliva podre e um gosto amargo misturado ao sabor do meu sangue.- QUE NOJO!!! - Imediatamente fiz uma cara feia.  No entanto, as atenções precisam ser voltadas para o combate.

Este que se sucedeu bem, apesar de eu levar uma joelhada na barriga.  Senti toda a força daquela garota com uma dor desgraçada na altura do estômago, no entanto meu contragolpe foi melhor ainda.  Um beijo da minha lâmina fez a garota sangrar e gritar, desconcentrando sua irmã e influenciando diretamente a batalha.  Era o que meu demônio queria, talhando a garota com toda a vontade.  Eu também prevaleci sobre minha oponente, cortando seu braço e praticamente definindo a luta.  A platéia gritava ensandecida, o que me enchia mais e mais de furor e empolgação.  A decisão está em minhas mãos, mas o que o povo quer é sangue.  E eu também quero.  Levantaria os braços em reverência à platéia, enquanto caminharia para trás de minha oponente ajoelhada e em seguida agarraria seus cabelos. - O LOBO BRANCO ESTÁ DE VOLTA!!!! - Vociferaria enquanto giraria minha espada para lhe dar um golpe na altura do pescoço, com toda a firmeza possível.

Logo em seguida, largaria seu corpo ali e levantaria meus braços para receber toda a glória com a espada banhada de sangue. - RRROOOOOAAAAAAAARRRR!!!! - Rugiria como nos velhos tempos, com a guerra mostrando o que há de pior entres os homens.  Não havia misericórdia, não havia humanidade.  Apenas dor, sofrimento e diversão.  Por fim, guardaria a espada com um grande sorriso no rosto.  Aquilo era tudo o que eu precisava, no fim das contas.  Me sentir como há muito não sentia.  Então caminharia até o intrometido, para lhe dar palavras gentis.  - Diga rapaz, qual o seu nome? - Então lhe daria a mão para um aperto amigável e gentil. - Saiba que se treinar bastante, quando ficar mais velho pode ser tão forte quanto eu, Aldo Rahner, o Lobo Branco de Dawn Island.  Ah, e eu te devo umas goiabas. - Então lhe observaria, curioso. - Você parece ter tido momentos difíceis até aqui.  Veja bem garoto, um dia o sol brilhará novamente e você poderá ser ovacionado por pessoas que nunca viu, em um lugar igualmente miserável.  Basta ter força de vontade. - Então lhe acenaria um positivo, tentando não parecer ter feito um discurso idiota. Se o mesmo me perguntasse sobre as goiabas, lhe responderia de bate-pronto. - Posso dar sorte de encontrar alguma no meu navio. A garota que eu matei tinha bafo de goiaba. Mas o que eu preciso no momento, preciso de um navegador. Pagasse bem. Conhece algum? - Eu com toda a certeza cumpriria com o prometido, mas onde diabos nesse lugar sujo eu encontraria uma goiaba? Se o intrometido tivesse algum navegador para indicar, eu lhe faria a proposta. - Eu tenho um destino desconhecido. Gostaria de navegar conosco até lá? Ah... A propósito... Aquela é Rosy Ninor e apesar de não parecer, ela não morde. - O convite se estenderia ao navegador e seu possível acompanhante.

Procuraria então pela minha parceira, que deveria estar tão extasiada quanto eu. - Devíamos ter perguntado onde o navio está ancorado antes, não acha? - Então sorriria com o infeliz acaso. - Não esperava menos de você.  Mas nada de se gabar, demônio maldito.  Você fede a sangue. - Então lhe daria um tapinha nos ombros.  Por fim, se alguém quisesse conversar, lhes daria toda a atenção.  Caso  contrário, seria hora de procurar meu novo navio. - Alguém sabe onde meu prêmio está ancorado? - Esta é uma situação engraçada. Se soubesse alguma informação, agradeceria e então seguiria até a embarcação, tomando cuidado com possíveis antigos tripulantes. Se ainda restasse algum, lhe daria um ultimato. - Somos a nova tripulação deste navio, então caiam fora. As gêmeas apostaram tudo e perderam, e infelizmente pra vocês eu detesto carona. - Lhes falaria encarando com toda a seriedade. Embarcaria assim que possível, para iniciar os preparativos para a viagem.

Verificaria os mantimentos, condições para navegação e até possíveis tesouros, contando é claro com as recomendações do navegador. Se o navio estiver abastecido, poderemos partir com tranquilidade para onde esta bússola estranha aponta.


Última edição por Shogo em Ter 30 Out 2018, 20:19, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 3 EmptySeg 29 Out 2018, 06:13

So put your glasses on !


Algo de estranho estava ocorrendo... Me surpreendi por uma fração de segundo. Não, não era o fato de que o cara em que eu havia apostado estava se saindo bem, ou então que ele iria conseguir goiabas para mim depois. Na verdade, eu estava finalmente sorrindo espontaneamente. – Cof Cof... – Um sorriso ofuscado pelo meu punho direito sobre minha boca durante uma breve “tosse”. Um riso abafado e que seria dificilmente notado pelos outros, mas em mim, aquilo estava longe de passar despercebido. – Erm desculpe por isso, eu não peguei esse pequeno detalhe – Ao perceber que o charuto estava todo arruinado, não aguentava segurar a emoção que estava presa em algum lugar escuro e esquecido dentro de mim há um tempo, por fim... – HAHAHAHAH! – Sentia o calor de um chocolate quente tomar o meu corpo após ficar por horas nu na neve...

Era como se uma brasa quase extinta dentro de mim começasse a finalmente abraçar o calor, se expandindo lentamente para voltar ao seu devido e altivo lugar. Aquele mesmo sorriso permanecia ali e ficaria por mais alguns bons segundos, mesmo durante a possível execução de uma das garotas. “Já vi muita coisa na guerra, a maldade dos homens, dos monstros, homens que viraram monstros, tudo. Isso não é nada.” Ainda que fosse um pouco desagradável ver vidas serem tiradas não sentia tanto peso nisso, não quando não eram pessoas próximas a mim. Talvez os deuses tivessem me tirado um amigo por conta desse egoísmo, mas isso é só outro ponto de vista que não quero acolher agora.

- Então... O que acha dele? Parece um guerreiro e tanto. – Diria para Astrid minhas primeiras palavras sinceras e positivas desde que havia chegado nesse lugar fodido. O Lobo Branco era impiedoso e brutal, como um verdadeiro combatente deveria ser. “Feições um pouquinho mais diferentes e eu poderia dizer facilmente que ele é um descendente do meu povo...” É verdade que se aquelas gêmeas fossem um pouquinho mais gatinhas eu teria interferido e salvo elas... Mas... Não é o caso. – Rapaz!? Ok. – Eu poderia aceitar muito bem ser chamado de jovem, heh. – Edmund Dante – Estenderia minha mão direita também aceitando o cumprimento. Ouviria suas palavras quase que rindo, para então responder fitando seus olhos – Eu poderia dizer que concordo completamente com o seu discurso... Mas só desde a parte que você me deve goiabas, senão estaria mentindo – Lançava o mesmo sorriso orgulhoso de sempre após isso.  – Nunca vi ninguém mais forte que eu. – Olhava de relance para o juiz do lugar junto de uma "SUTIL" enorme gota de suor frio que escorria da minha testa.

Responderia sua última fala apenas com um sorriso, já que por dentro estava pensando em como aquele homem dava uma bela demonstração de como NÃO fazer discursos motivacionais. “Imagino que ele seja do tipo que só é bom em luta, como eu, HAHAHA!” Mesmo que eu pudesse admitir que estava um pouco mais animado e solto de antigas amarras, meu coração era tomado pela amargura de não poder saborear o doce verde de uma goiaba. Ao ouvir o mesmo falar sobre precisar de um navegador, imediatamente pensaria em Astrid, mas haviam coisas que eu precisava fazer ainda. - Ah, talvez eu conheça uma. Espera um minuto. -

Assim que ele se afastasse, finalmente pegaria o dinheiro da aposta com um olhar vidrado nos berries, imaginando o tanto de goiabas que eu compraria com tais notas. – Devo dizer que foi um prazer fazer um trato com vocês. – Um sorriso unilateral apareceria. Este, com nada em especial, era apenas ganância. E mesmo que tivesse minhas ambições e amasse um pouco de dinheiro nunca poderia deixar isso me controlar. Eu jamais poderia me submeter a qualquer coisa que fosse, na verdade. Portanto, a primeira coisa que eu faria ao pegar o dinheiro seria chegar perto do pobre babão e jogar minha mão direita para trás na sua direção, e com ela, trinta mil berries. Talvez devesse bastar para um charuto bobo. – E não se esqueça, não roube ninguém. Comporte-se filhão! – Falava de costas, debochando no final enquanto me encaminhava até Astrid.

- Chega desse lugar de merda! Só paramos aqui pelos meus ferimentos, e agora que resolvemos isso, vamos dar o fora. – Estava quase sorrindo de novo por ver Astrid bem, não fosse pela lembrança de que eu havia falhado na ultima missão que os revolucionários tinham me dado surgindo na minha cabeça. – Porra... A última coisa que eles falaram era pra seguir aquele navio de marinheiros, mas eu não vi nada disso aqui e eu dormi por quanto tempo mesmo?  - Não estava certo, mas tinha noção de que tínhamos ficado alguns dias aqui, um desperdício completo. – Vou ter que dar um jeito de conseguir novas missões, ou achar aqueles desgraçados... – Com isso eu sabia que precisava de algo que não tinha, um navio. – Heh heheh, oi amigo. – Diria voltando no encalço de Aldo mostrando os dentes forçadamente num sorriso desesperado, assim que ouvisse o mesmo perguntando do seu “prêmio ancorado”. – Então... Sobre o navegador, conheço uma excelente hehe - Diria estendendo ambos os braços em reverencia para Astrid, fazendo outro gesto para a mesma se aproximar. - A propósito, quantos anos tem aquela Rosy? - Sorria sutilmente, sem deixar claro minhas intenções.







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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 3 EmptyQui 01 Nov 2018, 00:13


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O brandir da Necro-espada de Gorr trouxe consigo a decisão de Aldo. A cabeça da jovem não mais pertencia ao seu tronco, o grito da torcida se misturava ao uivo do Lobo Branco, que tomava pra si a glória do fim da batalha. O deleite para Rosy vinha de uma fonte diferente, o corpo inerte a sua frente e o sangue quente que banhava sua lâmina e pele eram o suficiente para seu prazer. De forma orgasmática, ela apreciava o momento enquanto os últimos suspiros de vitalidade se esvaíam do corpo de Louise.

Enquanto via Aldo dirigindo-se em sua direção Dante perguntava a sua filha o que achava do guerreiro — Hunf — emburrou a cara fechando os olhos — Até agora? Normal. A luta acabou rápido demais, com certeza elas não eram grande coisa e... ele fala demais. Acho que lobos que uivam muito não mordem, não é mesmo? —

Ao chegar no ex-nobre e sua filha, Dante se apresentou a Aldo, dando início oficialmente a história dos Cães de Guerra. Os dois foram extremamente receptivos um para com o outro, Astrid mostrava-se incomodada com a "babação de ovo" da dupla, revirando seus olhos constantemente. Apesar das palavras do Lobo Branco que tentavam por algum motivo incentivar o ex-nobre serem bem conjuntadas, elas não passavam exatamente uma credibilidade, na verdade, parecia mais uma ferramenta para que aquele homem grisalho se mostrasse superior a alguém. Em meio a conversa, ficou prometido que Aldo tentaria arranjar as tão estimadas goiabas no navio, em contrapartida Edmund ficou ao encargo de ir atrás da navegadora prometida.

Dante se afastou, indo em direção ao enorme homem que havia tomado posse de sua aposta, seguindo as regras do local, ele pagou o dobro da quantia que o ex-nobre havia entregado a ele, setecentos e oitenta mil berries. Saindo de perto dele e passando para o desafortunado homem que havia sido presentado pelo charuto, dante entregou trinta mil de seu prêmio seguido de algumas palavras, arrancando um tímido sorriso do pobretão que disse:

— Mas eu não roubei ninguém... —

Ao se aproximar novamente do trio, Dante pode perceber que Aldo dirigia algumas palavras a Rosy, que se encontrava banhada de sangue e que respondia com uma risada sacana as palavras de seu parceiro. Edmund já pôde ouvir as palavras subsequentes, onde o Lobo perguntava se alguém havia visto o navio, entretanto, uma resposta não apareceu, a próxima luta já havia iniciado e esta sempre seria o foco da atenção dos habitantes. Em complemento, Dante trouxe a resposta de quem seria a navegadora daquele embrião de tripulação que ali estava se formando.

O quarteto estava unido, em algum lugar um barco os esperava, porém, ainda não sabiam exatamente aonde aquele estava ancorado ou se de fato estava ancorado, já que a vida não pertencia mais as antigas donas daquela escuna.

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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 3 EmptyDom 04 Nov 2018, 10:43

So put your glasses on !


Meus pensamentos ao fim daquela luta se resumiam às ironias do destino. Bem à minha frente alguém exatamente como eu, sem cabeça. Afinal, quem precisa de cabeça quando consegue tudo o que quer com o punho? Cada um deveria reconhecer seus pontos fortes, estou certo de que sei os meus. – Coração difícil de conquistar hein? – Já o meu era tomado pelo espírito brincalhão internamente, que se exteriorizava em um sorriso sutil. – Mas acho que você está certa. Elas caíram fácil e ele ainda assim levou uns bons golpes, heh. – Talvez o “grande lobo branco” tivesse muito a aprender nesse mundo para se tornar um bom combatente, mas ele tinha o espírito necessário para isso. “Eu vejo esse potencial nele.” Pensei com a mão esquerda sobre o queixo em uma expressão de dúvida.

Eu já estava impressionando como a presença daquele estranho espadachim havia uma influência cômica sobre mim. Segundos após o seu vácuo, encostaria minha mão direita sobre seu ombro e falaria - É cara, me parece que seus momentos de fama duraram incríveis 5 segundos HAHAHAHA – De relance, já começava a coçar a minha cabeça tentando exigir do meu cérebro uma solução para tal situação – Porra, mas também tá de parabéns né, teve a brilhante ideia de matar as filha da puta antes de perguntar onde tá o navio. – E nada além desse comentário conseguia sair da minha mente. Não conseguiria pensar direito enquanto tudo que ecoava na minha cabeça eram goiabas e quando eu iria devorá-las. – Astrid, o teu senso de estacionamento de navegadora diz algo? – Diria dando atenção a resposta. Se fosse algo pertinente, seguiria o instruído, senão, apenas sairia pelo entorno da ilha procurando alguma escuna abandonada. - Acho que vamos ter que procurar da maneira antiga mesmo. – Um breve suspiro bastaria para eu começar a andar pelo farol, e assim então, iniciar minha busca.

- Não deve ser difícil encontrar um navio. Bom, eu acho que não... – Diria em meio a procura, não tão esperançoso quanto de padrão, já que tinha me familiarizado com falhas desde a subida da Reverse Mountain. – Argh – Arfaria ao finalmente chegar ao navio, o característico grunhido de alguém que tentava evitar as dores no corpo e buscava seu merecido repouso ao se sentar lentamente contra o casco do navio. – Bom... A embarcação é sua, vamos para onde? – Perguntaria já sentado, enquanto largaria minha mochila bem ao meu lado com a mão direita, e a esquerda seguraria no casco. “Nunca se sabe quando pode acontecer de novo...” Aquele sentimento de perda retornava brevemente enquanto vasculhava minhas coisas, procurando por algo que já estava quase esquecido. – Vamos ver o que tem aqui então... – Por fim abriria a tão aclamada carta preta que Bento havia me dado, esperando as ultimas ordens dos revolucionários ou o que quer que fosse. - Ai, nada de vagabundear, quero ver todo mundo trabalhando pro navio funcionar e a gente sair daqui. - Diria isso sentado após ler carta. Dali não moveria um músculo... A não ser que se tratasse de goiabas.







Histo Rikko:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 3 EmptySeg 05 Nov 2018, 21:44


Perguntas sem respostas eram o que eu tinha naquele momento, já que outra luta já ia começar e ninguém queria me dar atenção.  O intrometido me falou sobre fama, e sobre a brilhante ideia de ter matado as donas do navio antes mesmo de saber onde a embarcação estava. - Aparentemente você não entende nada sobre entretenimento. - Diria, mas não sem concordar com as palavras do rapaz.  Onde diabos estaria aquele navio?

Bom, seguindo a lógica o navio certamente estaria próximo à praia, isto é fato.  Caminharia pelo litoral usando de minha visão excelente para encontrar algum navio com algum design, ou bandeira que lembrasse as gêmeas, talvez algo que mostrasse simetria.  Elas pareciam gostar desse tipo de coisa.  E talvez o navio não estivesse tão longe do local da luta, já que não seria tão sensato andar quilômetros para apostar.  Eu ao menos não faria deste modo.  Se conseguisse encontrar algo do tipo, tentaria embarcar tomando cuidado com possíveis tripulantes.  Se estes estivessem a bordo, daria-lhes meu cartão de visitas.  - Bom dia senhores(as).  As donas deste navio honrosamente o perderam em uma batalha junto com suas vidas.  E eu, o Lobo Branco de Dawn Island honrosamente vim buscar o meu prêmio que navega.  Espero que vocês honrosamente se retirem ou os atirarei aos tubarões para que morram de modo brutal, da forma mais honrada possível. - Lhes ofereceria então meu mais nobre sorriso. - A menos que se mostrem úteis e me digam seus ofícios… Quem sabe poderei ser misericordioso. - Aguardaria então as respostas.  Até então temos uma arqueóloga, uma navegadora, um comedor de goiabas e um ferreiro.  Talvez tenha mais alguém útil nesse meio.

Ao ser perguntado sobre o destino, rapidamente sacaria a bússola estranha da minha mochila e lhes mostraria, determinado. - Até onde está disposto a ir? - Então olharia para o objeto com mais atenção. - Bom eu não tenho ideia de onde seja isto, mas Rosy roubou essa coisa dos mercadores.  E não temos outro lugar para ir, de qualquer forma. - Diria franzindo o cenho.  Muitas dúvidas mas uma certeza...  O destino queria que eu chegasse àquele lugar.  Ao ver a carta negra que o Edmund Dante possuia, rapidamente apanharia a minha. - Ah! Então você também foi convidado pra festa?  Uma moça muito gentil usando capa de chuva me entregou isso também… - Então lhe entregaria a minha carta.  A esta altura já nem lembrava do que estava escrito.  Iria então verificar os mantimentos, e mesmo que tivessem o suficiente para uma longa viagem, perguntaria a opinião da navegadora. - Acha que dá? - Ficaria atento a possíveis danos que pudessem prejudicar a nossa viagem.

Caso tudo fosse insuficiente, ou/e a embarcação tivesse muitos danos, daria um milhão de berries para que Rosy pudesse nos providenciar.  - Olha eu sei que você não recebe ordens, mas é a única em que eu confio por aqui.  Mas não o suficiente para deixá-la sozinha com o meu navio então, preciso que compre os mantimentos para podermos viajar, capiche?  Depois eu compro alguns bodes pra você beber o sangue ou qualquer coisa do tipo. - Então lhe entregaria a quantia.  Aquilo deveria ser o suficiente para comprar frutas, cereais, carne defumada e água potável.

Quando Dante me perguntasse a idade de Rosy com segundas intenções, lhe daria uma risada. - Hump… Talvez ela tenha a sua idade, apesar de não parecer.  Mas aqui vai um aviso.  Ela está empenhada demais em voltar para o céu, com uns papos malucos sobre um deus inexistente.  Mas está livre pra tentar, o último teve seus culhões arrancados com aquela foice.  Ela gosta disso…. haha - Como aquela carinha de criança conseguia atrair olhares obscenos? Cara nojento.


Assim que Rosy retornasse, daria a ordem para que todos ajudassem a carregar o navio para que o serviço fosse feito de modo rápido. - As madames vão ficar olhando?  Precisamos sair dessa ilha logo!!! - Então ajudaria a trazer tudo para bordo.  No instante que tudo estivesse pronto, poderemos partir. - LEVANTAR  NCORA!!!!


Objetivos:
 
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 3 EmptyTer 06 Nov 2018, 22:22


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O cheiro de sangue permeava novamente o ar quando foi possível observar o círculo luminoso acima de suas cabeças, era o Sol. Naquele momento, seus raios penetravam com mais vida a densa maresia em forma de névoa que cobria a ilha do Farol, meio-dia os ponteiros marcavam. Em meio a conversa, gracejo de ambos os lados ditavam o tom das coisas, a língua afiada de Dante e o ar superior de Aldo eram os maestros daquela orquestra. Em uma esperança depositada em sua filha prodígio, Edmund se levou a perguntar se havia alguma chama de orientação naquela cabeça, com uma resposta firme e cheia de certeza, ela disse — Não. — e seu estômago roncou.

O ex-lorde se mostrou proativo ao tomar os primeiros passos, entretanto, suas rasas técnicas de busca propiciaram que Aldo tomasse a frente com boas ideias. Pensar em procurar um navio que seguisse os padrões das meninas, mostrou perspicácia de sua parte. O quarteto caminhava pelo litoral da ilha em busca de um vestígio do espólio da aposta, Aldo liderava o grupo, tendo em mente os filtros de sua busca. Durante a caminhada, palavrearam sobre o possível destino deles, o Lobo Branco sacou uma bússola enorme de sua mochila, refletindo a partir da pergunta de seu novo companheiro, ponderou até onde aquele objeto poderia levar-los. A bússola não apontava apenas para o horizonte, ela apontava para o destino deles, para o lugar onde seus corações aportariam em seguida.

Tudo era muito rústico naquela ilha, o que podia se chamar de porto, na verdade era uma formação natural das rochas que muito se assemelhava as docas vistas em locais urbanizados. As espinhas que saíam do corpo da ilha, formavam um cais de pedra, onde alguns navios que haviam sobrevivido a travessia da montanha reversa, estavam aportados. Dentre eles, havia uma pequena embarcação, ela era comum, sem muitos adereços. O que a fazia se destacar entre as demais e que foi o motivo que chamara a atenção de Aldo, era a cor peculiar da embarcação. Ela possuía um cor azul muito forte, bem parecida com aquela que tingia a roupa das gêmeas, no casco da proa, podia ser visto esculpido as palavras "Topázio Azul", era o nome do barco. Aquele era o barco que procuravam, entretanto, ao se deparar com a embarcação, Astrid estranhou e disse:

— Err.. isso ta pequeno demais para ser uma escuna — e ela estava certa, a aposta não era justa, aquilo era uma canhoneira simples.

Com a movimentação nada sútil do quarteto, surgiu de dentro da cabine um homem de estatura baixa, com uma barriga redonda e saliente. A sua boca era coberta por um bigode branco, que denunciava sua idade avançada, ao ouvir as palavras de Aldo, o homem entendeu o que estava acontecendo. O desespero tomou subitamente a expressão do velho.

— Su... Suas vidas?! Oh pelos mares, eu sabia, eu sabia que o pior iria acontecer, eu nunca devia ter acei... Oh o Senhor Lud.. NÃO NÃO! Como poderia eu... — as lágrimas tomaram seu rosto — Não, eu não... — o homem tirou um revólver da parte de trás da cinta que circundava seu quadril gordo, apontou para sua cabeça — Que o senhor me perdoe... — e atirou. O corpo do homem caiu ao mar, junto com a sua arma e seus miolos.

Por dentro, o navio era muito bem conservado, na verdade, ele parecia não ter ao menos enfrentado a montanha reversa. A embarcação possuía uma estrutura principal elíptica, com uma cabine que ocupada um espaço do meio para a popa, era possível passar pelos dois lados da cabine, circulando ela mas apenas uma pessoa por vez poderia passar. Acima da cabine havia um mastro retido, na frente da parte de fora da cabine, logo abaixo da escotilha que permitira o timoneiro observar o mar a sua frente, havia uma jolly roger.

Jolly:
 

Havia comida dentro do barco, parecia que o velho homem tinha acabado de abastecer ele, apenas esperando as gêmeas voltarem. Os ventos assopravam a favor dos aventureiros, tudo coincidia para eles, era hora de começar a navegação.

Com as questões relacionadas a viagem resolvidas, ambos começaram a papear, até o momento que Dante pegou a sua carta negra, Aldo surpreso ao ver que seu novo companheiro possuía um objeto idêntico ao dele. Dante já segurava a carta há alguns segundos antes de Aldo pegar a dele, entretanto, quando os dois seguraram em suas mãos os envelopes, algo aconteceu. Como mágica, os recipientes começaram a pegar fogo na mão dos aventureiros, uma dor terrível afligiu a eles, ela era inexplicável. Guerreiros como eram, já haviam experimentado grande parte das dores que existiam neste mundo, mas não aquela. Aquela dor era quase como um beijo do inferno tocando as suas peles, ambos gritaram como se uma foice tivesse atravessado suas almas e, num movimento de reflexo, soltaram os envelopes.

Ao recobrar a sua sanidade que havia sido roubada pela dor imensurável, notaram que ambas as cartas ainda se encontravam em perfeito estado, apesar de terem sido vistas segundos antes pegando fogo. Astrid e Rosy olhavam assustadas para seus companheiros, não tinha ficado claro para elas o que havia acontecido ali.

O que havia acontecido? A realidade se confundia com o lúdico na mente dos aventureiros? Talvez aquela fosse a pitada de sal que aquele mundo estranho colocava em suas aventuras.








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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 3 EmptySex 09 Nov 2018, 14:52


O navio era menor do que o esperado, mas estava novo em folha e devidamente abastecido.  Aquele foi o primeiro e último favor que um velho senil suicida nos fez antes de partir para o mar a sua maneira.  Ainda em seus instantes finais, resmungou sobre um tal Senhor Lud, em busca de perdão.  Uma pena.  Tudo o que poderia ser de tão interessante nessa história agora está no fundo do oceano, afogado com um velhote sem miolos. - Realmente uma pena.  Aquela era uma bela arma e talvez uma bela história.

O pequeno navio teria que servir, apesar de suas proporções.  O vento neste belo dia estava a favor para que iniciássemos a nossa nova trajetória ao lado de gente desconhecida e possivelmente depravada.  Quando Dante mostrou seu envelope, e eu estupidamente fiz o mesmo, os objetos começaram a queimar.  Instantâneamente a cara de desinteresse se desfez e se tornou pavor.  A dor que vinha da carta parecia consumir o meu braço de um modo terrível, em instantes que pareceram horas.  Mesmo que eu rapidamente tivesse soltado o objeto, a tortura irradiava pelo meu braço desgraçadamente, me fazendo gritar e tatear o cabo da espada para um corte preciso.  Santo Deus!  Eu quase cortei o meu braço!.  Aos poucos a maldição foi se desfazendo, me fazendo pensar em como matar aquela vadia de capa de chuva, que me entregou o envelope.  No convés, os bilhetes continuavam intactos. - Mas que filha da put....  Joguem isso no mar!!!!! - Era a primeira reação mais instintiva, mas a coragem para apanhar aquela droga de papel enfeitiçado me faltava.  Pela primeira vez, me faltava.

E dado os nosso gritos, possivelmente ninguém iria obedecer a minha ordem.  Quem em sã consciência tornaria a pegar as cartas depois de presenciar o ocorrido? - Esqueçam… - A carta só parecia pegar fogo quando é segurada ao mesmo tempo perto da outra.  Esse efeito é bem específico, já que o Dante estava segurando seu envelope primeiro sem nenhuma dor.  Aquilo só aconteceu quando eu peguei a minha.  Não sei qual a proximidade necessária para ativar o efeito da carta, mas não estou disposto a testar.

Abriria então a minha mochila no convés, e com a ajuda da minha espada empurraria o objeto amaldiçoado para dentro da bolsa. - Eu vou pegar quem anda aprontando esse tipo de pegadinha e empurrar essa merda goela a baixo! - Então fecharia a mochila, para depois deixá-la em algum canto. - É melhor ficar com a sua.  Deixe ela bem longe de mim. - Diria ao intrometido, com um olhar sisudo.  Que ódio… Pela primeira vez em muito tempo o medo tomou conta de mim.

Me dirigiria até o mastro da Jolly roger e a baixaria. - Vou arrancar isso aqui.  Melhor que não nos confundam com piratas. - Aquilo realmente parecia o melhor a se fazer, para evitar grandes problema.  Piratas são engraçados… Ao invés de se esconder por conta de seus crimes, colocam sua bandeira no ponto mais alto do navio e mostram a todos como são criminosos.  Talvez seja apenas burrice.

Por fim, iria interagir um pouco mais com nossos convidados.  Caminharia até a navegadora, para lhe fazer algumas perguntas e puxar papo. - Diz aí… O Dante é alguma coisa pra você?  Vocês tem certa semelhança. - Lhe diria comparando as faces.  Dava pra ver algo de intrometido nela. - E você acha que temos condições de seguir viagem em um navio tão pequeno? - Esta é uma pergunta mais técnica.  Aparentemente aquele navio nunca esteve em batalha, e posso duvidar de grandes viagens em seu histórico.  A preocupação naquele momento seria compreensível.  - Bom, nós nem sabemos para onde estamos indo, mas vocês… Bem… Aceitaram um destino sem nem pensar muito.  Qual o motivo disso? - Independente da resposta da garota, eu retrucaria. - Na verdade vocês estão mais perdidos do que nós.

Por fim, iria até as nossas provisões e procuraria alguma fruta.  Se achasse uma goiaba, a entregaria para Dante, com dizeres amigáveis. - Considere nossa dívida paga. - Caso houvesse algo a mais para comer que não necessite de cozimento, eu comeria.  Já é hora depois de duas aventuras.
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 3 EmptySab 10 Nov 2018, 05:05

So put your glasses on !


Até mesmo tudo que poderia dar certo acabou dando errado. Era até que melancólico ver aquele homem acometido pela tristeza e suicidar-se em seguida, na verdade, era fácil me ver no lugar dele, se a pessoa que morresse na Reverse fosse Astrid. É egoísmo trocar uma vida por outra, mas a verdade nem sempre é doce, e essa era a verdade que eu carregava. “Não permitirei que aconteça de novo” Olhava para Astrid de canto em uma expressão vazia, preenchida apenas por pensamentos.

Pensamentos estes que levavam uma gota de empatia, e essa era a única forma de eu me afetar por pessoas das quais não estou ligado. Não era como se eu ficasse triste pelo resto do dia ou entrasse em depressão pelo suicídio daquele homem, na guerra, existem soldados, e todos esses soldados possuem família. Só que lidar com a perda é algo que nem mesmo o mais duro dos homens conseguiria se acostumar. – FODAM-SE ESSES MALUCOS, BORA SAIR DAQUI DUMA VEZ – Dizia em um tom animado que almejava mais que tudo espantar qualquer sentimento negativo. Era o que eu queria, bem, isso até começar a abrir aquela carta. – Então vamos ao que interessa... – Meus olhos se desviavam do envelope negro ao perceber na grande coincidência que era Aldo ter uma carta bastante parecida, e antes que eu pudesse elaborar qualquer outro pensamento minha mão era acometida por uma dor jamais sentida antes.

- AAAAAHHHHHHHHHHHHHGH – Vociferava no mesmo salto que dava para trás segurando a mão ferida com a outra impondo muita força... Tudo o que me faltava era mais uma queimadura no corpo - SURTUR SEU FILHO DE UMA GIGANTESCA PUTA! – Gritaria de raiva, no mesmo momento em que levantaria meu corpo balançando o braço que eu imaginava estar pegando fogo. A dor era tão intensa que eu nem sequer imaginava ainda ter aquela mão, talvez fosse um milagre, ou maldição. De fato, aquilo não se tratava de algo natural. – Espera, ESPERA! – Diria ao ver Aldo tentando pegar sua carta de volta, aproximando-me do mesmo e afastando-o com meu braço estendido contra seu peito. Iria impedi-lo de fazer o que queria por um momento, e noutro, estaria encarando aquela carta por alguns bons segundos. Eu estava tomado de medo e dúvida, mais de dúvida. Mas os seres humanos não têm medo do desconhecido afinal? Não fazia tanta diferença, eu só precisava saber o que tinha lá dentro.

Travado naquele instante, estava hesitante se eu realmente deveria fazer aquilo ou não. – QUE POSTURA DEPLORAVEL! – Dava um tapão na minha própria cara ao perceber o medo tomando conta de mim, voltando para a realidade no impacto. – Que se foda, essa merda nem se compara a verdadeira dor! – Proferia ao avançar sem temor contra a carta, tentando abri-la e ler para ver o que havia na mesma. Minha cabeça já estava a mil, medo, dúvida e incerteza. O que caralhos os revolucionários estavam pensando quando me deram algo do tipo? “Querem matar o melhor soldado deles.” A minha esperança de concluir a ultima missão estava tão alta quanto o corpo daquele gordinho no fundo do mar, só me restava ler aquela carta e saber o que viria a seguir.
Assim que eu terminasse de ler guardaria minha carta de volta na mochila e deixaria então Aldo fazer o que queria com sua carta. – Famosinho... Quem te deu esse negócio? – Tudo o que podia pensar em primeira mão ao notar aquela grande coincidência era isso. “Ele foi mandado para falar comigo? Não... Do jeito que as coisas aconteceram... Foi só coincidência” E eu odeio coincidências. – Piratas... Não sou um também. Mas afinal, o que faz o “grande-lobo-branco” além de trazer entretenimento? – Procurava não dizer minha posição política nesse mundo. Nesse momento frágil eu precisava ser mais discreto, especialmente para com alguém que eu não conhecia as motivações ainda.

No momento em que ele se afastasse eu imediatamente iria procurar uma forma de suprir a verdadeira dor... Esta era a falta de uma goiaba suculenta em minha boca. Assim que aquela confusão toda se acalmasse, instintivamente já estava em cima dos suprimentos, bisbilhotando tudo a procura das tão maravilhosas pseudo-frutas, procuraria no barco inteiro se preciso, desesperado.

Se alguém me conseguisse ou eu encontrasse, iria imediatamente pegar e começar a devorar a fruta. - VALEU CARALHO, JÁ ERA A HORA! - A primeira abocanhada seria a mais rápida, seguido das outras que serviriam mais para aproveitar e degustar. – Hrmm Eu já estava com saudades desse gosto. - Finalmente o pior já tinha passado... Agora restava saber do que diabos se tratavam aquelas cartas, e para onde iria agora. Eu não tinha barco, e nem rumo, meu único objetivo era sair daquele lugar de merda...








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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 3 EmptyTer 20 Nov 2018, 18:44


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O céu no cais era nublado. Ainda tentando entender o que de místico havia naquele envelope, nossos aventureiros retomavam a lógica de suas ações. Aldo logo bradou para que alguém jogasse a carta ao mar mas, por que alguém faria isso? Além da situação atípica que precedera suas ordens, porque alguém obedeceria de fato aquele homem?

Percebendo que seus comandos  haviam sido em vão, o Lobo empurrou o envelope para dentro de sua mochila com a sua espada, mesmo que seu novo companheiro o dissesse para esperar, o Lobo é muito orgulhoso para que palavras meia-boca o convençam. Em meio a reclamações e promessas de vingança para com os donos daquela traquinagem, Aldo arrancou a Jolly Roger que estava pendurada em frente a cabine do timoneiro. E finalmente, se dirigiu a Astrid.

— Humpf... — a jovem não deu muita bola para a primeira pergunta do homem — Bem... Ele é pequeno mas ainda é um barco... — quanto ao destino — E quem sabe? Socar umas pessoas, socar o meu pai... o que os mares permitirem... — terminou, enquanto verificava o timão do barco.
Por fim, havia uma goiaba em cima de uma caixa de frutas dentro da zona do timoneiro, Aldo a pegou e entregou a Dante.

Dante finalmente havia conseguido sua tão estimada goiaba, com uma mordida feroz, começou a saborear seu néctar divindo. Com o seu vício sanado e não tendo seus pedidos atendidos pelo Lobo quanto a carta, o ex-nobre divagou sobre aquilo, sendo justo com seu coração guerreiro, que nada teme senão morrer ser ter tido uma vida digna, ele abriu o envelope.
Por algum motivo, o envelope que continha a carta não produzira o mesmo efeito, agora, no conetúdo do envelope, Dante pode ler a mensagem.

Você não está procurando por isso.

Com questionamentos sobre a origem daquela carta para Aldo e com outros que indagavam o que o homem gostava ou tinha que fazer, surgiu a frase que os levaria adiante nessa jornada, mas, o que exatamente ela queria dizer?

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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 3 EmptyQui 22 Nov 2018, 02:15


Fui questionado sobre como havia conseguido o envelope que quase me fez arrancar meu braço, e em resposta imediata revelei. - Foi uma vagabunda com um capuz verde, totalmente misteriosa.  Não consegui ver o rosto dela, e até achei que ela iria me assaltar no farol, mas tudo o que ela fez foi entregar essa merda ai me convidando pra uma festa em uma caverna qualquer.  Nem fui lá.  Mas o bilhete tem meu nome e tudo, e fala sobre um exército. - Então com uma sobrancelha erguida, encararia Dante. - Ainda vou encontrar esses malditos e lhes dar uma surra.

Sobre a pergunta relacionada a minha pessoa, abri um sorriso.  No fim das contas, falar sobre mim é uma das coisas que mais gosto. - Eu mato pessoas, destruo coisas e ganho dinheiro basicamente, mas não necessariamente nessa ordem.  A curto prazo, eu só quero saber como é esse lugar para o qual o log aponta.  A longo prazo, quero tornar meu nome conhecido outra vez.  Quem sabe ainda mais do que na . - Então pegaria um dos meus charutos, o acenderia e o colocaria entre os lábios.

- Não sei se conhece a grandiosa história do Lobo Branco de Dawn Island.  Se não conhece permita-me lhe contar… Se conhece apenas não interrompa. - Respiraria fundo, enchendo meu pulmão com aquela fumaça de odor amadeirado. - O Lobo foi um dos soldados mais notórios de toda a guerra de Dawn Island.  Minha habilidade com as lâminas era excepcionalmente utilizada para acabar com os inimigos de Porto Branco.  Os nobres me adoravam, e minha fama frente aos inimigos era das melhores.  Quando eles viam que minha unidade estava os perseguindo, eles choravam.  Meus métodos não eram dos mais misericordiosos, mas eram efetivos na hora de extrair informações.  No final, quando a guerra acabou e todos foram pra casa, precisavam de alguém pra colocar na prisão.  Eu fui o escolhido, traído pela minha própria unidade sob a acusação de crimes de guerra, um absurdo. - Com a fumaça saindo de minhas narinas e acompanhando o ritmo de minhas falas, prosseguiria. - Passei uma década de minha vida enjaulado, limpando a cadeia e fazendo trabalhos que ninguém queria fazer.  Dez longos anos me perguntando se tudo havia valido a pena, já que no final nem os nobres pelos quais eu sempre lutei intercederam por mim.  Filhos da puta. - Então olharia para Rosy, franzindo o cenho. - Nunca confie em nobres, Rosy.  Vão tirar o próprio rabo da reta e colocar o seu no lugar, sem nem pestanejar.  Eles não se importam com lealdade, lembre-se disso. - Então passaria a mão nos cabelos, os penteando para trás. - Desde então tenho me mantido fora de grupos que seguem qualquer tipo de regras.  Na prisão pude ver que marinheiros, piratas, caçadores de recompensas e revolucionários são todos iguais.  Todos podres por dentro, como cães brigando por um osso quando a situação aperta.

Então encostaria na amurada com cuidado para não cair, e perguntaria para o Dante. - E quanto a você, Dante.  O que faz além de caçar goiabas e cortejar garotinhas?  De onde vem e como conseguiu o envelope.  Te convidaram pra orgia também? - A história dos nossos companheiros viajantes ainda me é um tanto nebulosa.  Eu realmente gostaria de confiar nesses filhos da mãe. - Bom, acho que já é melhor partir.  Vamos lá navegadora!  Quais as ordens pra botar esse troço pra navegar? - Por fim, faria tudo o que a navegadora ordenasse desde que fosse relacionado à navegação, de modo a iniciarmos a viagem o mais breve possível.
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 3 EmptySex 23 Nov 2018, 06:59

I've Waited Long Enough !


Meu coração se aquecia na medida em que minhas papilas gustativas desfrutavam da melhor fruta. Aquele sabor suculento... O gosto molhado que com o tempo secava em minha boca deixava a melhor sensação que eu já havia provado em toda minha vida, depois é claro de surrar agentes do governo. Entre bater em agentes e comer goiabas eu ficava bastante indeciso, mas no final escolheria bater em agente. Era algo que já fazia parte do meu instinto, assim como comer, beber e dormir.  Assim como sentir medo também, mesmo que raramente... – Hora da verdade – Abri a carta e fiquei sem entender do que se tratava, boquiaberto. “Não estou...?” Quem porras esses caras tão pensando que eu sou? Revolucionários de merda, e essa porra de mensagem nem faz sentido. Eu não tenho a menor ideia de como vou entrar em contato com o exército pra seguir em frente.

O medo de sentir aquela dor novamente era real, mas eu já estava a salvo quando guardei o papel na mochila. - Aaaarf – Soltava o ar agressivamente, junto de toda aquela tensão e meu corpo, jogando-o ao chão e caindo de bunda aliviando-me enfim. Como eu imaginava, se Aldo não estivesse tocando nela ao mesmo tempo que eu, não haveria problema. – Droga cara... Aquela merda doeu. Exercito né? Foi o que eu pensei. – Conversaria sentado mesmo, com pernas de índio em um pequeno repouso. – É, pode contar comigo nisso. Quando eu encontrar essa mulher eu vou enfiar a cabeça encapuzada dela bem no meio da própria bunda dela, e não me pergunte como. – Nem mesmo eu sabia como, mas era uma promessa que eu estava disposto a cumprir. “Como presumi, ele faz o que for necessário por dinheiro e fama. Talvez não seja um problema para mim.” Pensava comigo mesmo, enquanto apenas encarava-o esperando suas próximas palavras com atenção, surpreendendo-me quando ele falava para nunca confiar em nobres.

E... Esse cara não parava de falar, caralho!!! Quando percebi, estava quase dormindo em frente ao homem. Talvez uma parcela de hora eu gastaria ouvindo ele? Felizmente para mim iria valer à pena. “Com essa história toda de tristeza e superação, não parece ser do tipo que apoiaria o governo. E daria um bom soldado a mais no meu exército...” Pensava com um sorriso sútil, que iria se desfazer no mesmo instante tornando-se numa expressão de raiva ao ouvir sua pergunta, dando um tapa em cada coxa minha com meu respectivo braço e levantando-me imediatamente. – OPA, ESPERA AI! EU NÃO FIZ NADA AINDA, E VOCÊ DISSE QUE ELA DEVE TER A MESMA IDADE QUE EU, DESGRAÇADO! – Meu punho se fechava de raiva, porém, não demorou e eu me virava para o lado procurando a garota, ao notar que eu tinha LEVANTADO A PORRA DA MINHA VOZ. – Ehe, Ehehehe, quer dizer. Tá frio aqui não tá? AAATCHIM – Um sorriso bobo e forçado era visível no meu rosto, e tudo que eu podia fazer era cortar o assunto.

– Erm Er... Se eu te contasse toda minha história também, nós perderíamos mais um dia nesse infeliz lugar. – Voltava o olhar para Aldo sorrindo gentilmente, afinal, ele tinha feito apenas um comentário bobo – Tudo o que você precisa saber é que tenho um nome para tornar famoso, como você. – Dava minhas costas e olhava por trás do ombro, abrindo ainda mais meu sorriso orgulhoso – E que te farei mudar de opinião sobre nobres, ou pelo menos sobre este aqui. – Fechava meus punhos com firmeza olhando para o horizonte, lembrando-me de tudo que passei para chegar até aqui. – Eu posso não ter um navio nem uma bussola como você. Contudo, eu tenho esses punhos e te asseguro que a última coisa que farei será hesitar em usá-los quando a situação apertar. – Por fim me aproximaria do lobo de dawn e poria minha mão direita sobre seu ombro. – Eu não faço ideia do que esperar desse mar, portanto sugiro que trabalhemos juntos até chegar em terra... E depois nós veremos o que fazer. Quem sabe eu não te conto a minha história? Ok? – Tirava minha mão sem dizer uma palavra mais e agora suspirando uma vez mais. Desta vez porque eu estava cansado de descansar, e de estar nesse maldito lugar. – Então vamos sair dessa espelunca! Astrid fique com o leme. Eu cuido das velas dessa vez. Lobo... faça o que ela pedir – Puxaria as cordas das velas e daria inicio à nossa viagem, movimentando a direção das velas puxando as cordas quando necessário, ainda utilizando do auxilio de Astrid quando em dúvida. Movimentaria-me com certa delicadeza, visto que queria evitar as dores no corpo e principalmenten as costelas. Subir no caralho era inviável pra mim, depois do que aconteceu da ultima vez... Não consigo esquecer.









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