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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cães de Guerra

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MensagemAssunto: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 2 EmptyQua 12 Set 2018, 01:34

Relembrando a primeira mensagem :

Cães de Guerra

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçador de recompensas Aldo Rahner. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 2 EmptyDom 14 Out 2018, 22:11

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— MARAHAHAHAHA! MUITO BEM, MUITO BEM! DESTA VEZ TEMOS NO CENTRO DA RODA UMA LUTA ENTRE IUDRIC OLHO DE VIDRO E LEINAR CANELA DE MARMELO — Dante e Aldo podiam ver o enorme homem que se comportava como um tipo de juiz, anunciar os combatentes aos berros, que pareciam ecoar por todas as partes do farol, ao lado de Karthus, uma enorme figura que era famíliar a Aldo se acomodava segurando uma caneca digna de seu tamanho, parecendo ter certa intimidade com o juiz — DESTA VEZ, TEMOS EM DISPUTA A HONRA DE IUDRIC! ESTE DISSE QUE LEINAR ASSASSINOU UM COMPANHEIRO DE BARCO DELES AINDA NOS BLUES! COMO SABEMOS, A APOSTA É SEMPRE EQUIVALENTE E A HONRA DE TODOS OS SERES NOJENTOS QUE HABITAM ESTE LOCAL É DE CINCO MILHÕES DE BERRIES! PREPAREM-SE E... — neste momento o Juiz pegou uma pistola de seu coldre, apontou para cima e disparou, num claro sinal para o início do combate.

Iudric enfurecido avançou com extrema velocidade para cima de Leinar, deferindo socos e pontapés, a defesa veio de forma impecável da parte de seu oponente, o canela de marmelo sabia lutar, na verdade, os dois sabiam lutar. Dante e Aldo observavam aquilo com uma admiração, o Farol, o ponto de partida da Grande Linha era um aperitivo, que eles estavam no lugar onde os fortes deveriam estar, ali não era lugar para qualquer um.

Aldo acendia seu charuto e fazia suas perguntas, assim como Dante procurava uma goiaba, mas a platéia parecia não se importar com as suas palavras, o combate era claramente mais chamativo. Como uma saraivada de flechas, as pernas de Leinar retribuíam a investida de Iudric, o canela de marmelo só utilizava estas para atacar, talvez daí viesse seu apelido, a troca de golpes e suas defesas eram incessantes, apesar de Karthus ter dito que havia um valor pela honra, Leinar com certeza não lutava apenas pela quantia, ele lutava também pela sua honra. Aldo e Dante podiam ver um golpe ou outro ser conectado, o sangue jorrava do corpo dos combatentes enquanto o sangue de nossos heróis fervia dentro de seus corpos. O cheiro, o ambiente, o clima... Era exatamente aquilo que ambos gostavam, a cena violenta mexia com as suas cabeças como se uma presa estivesse na frente deles,  eram verdadeiros cães de guerra!

Depois de um combate corrido, um round housekick levou Iudric ao chão desacordado, Karthus então declarou o muito ferido Leinar como vitorioso, então, o juiz pegou um recipiente e passou no nariz do homem desmaiado que apesar de ainda bastante ferido, acordou.

— MARAHAHAHAHA! EXCELENTE LUTA! — o homem por algum motivo continuava gritando — AGORA PAGUE A SUA APOSTA! — e com muito esforço o homem respondeu — E... eu não tenho.. — nesse mesmo momento o semblante do juiz mudou, a personificação da raiva podia ser vista em seu rosto, Leinar se pronunciou — Karthus, eu perdoo a dívida da aposta! — Karthus com os olhos fixados em Iudric disse, dessa vez com a voz extremamente calma — Aposta é aposta. — e em um instante, um soco que mais pareceu um meteoro esmagou a cabeça do pobre homem deitado no chão, a platéia foi ao delírio com o fim de um aventureiro.

Karthus retomou a sua feição original e anunciou enquanto jogava o corpo do homem para longe, com uma força assustadora que fez o que restou daquele corpo sumir em um instante, podia ser visto uma lágrima escorrer dos olhos de Leinar, seu amigo estava morto.
— RESOLVIDO OS TERMOS VAMOS A PRÓXIMA LUTA! MARAHAHAHAHA! AS IRMÃS GÊMEAS DO NORTH BLUE, LINDA E LOUISE TRAIN, APOSTAM A SUA ESCUNA POR TRÊS MILHÕES DE BERRIES! ALGUÉM ACEITA A APOSTA?! —
Gêmeas:
 
Como abelha atrás de néctar, Rosy se aproximou do centro da roda onde as gêmeas já estavam, ela passou a língua na lâmina de sua foice, como se sentisse tesão com a proximidade da batalha e disse — Ai que delícia... como eu estava com saudade! hihihi — e um sorriso que seria sexy, desta vez, saiu de forma demoníaca.

Dante observava a cena, a vontade de comer uma suculenta goiaba já começava a tomar um espaço considerável em sua mente, ao encarar a gêmeas, podia jurar que a sujeira no canto da boca de uma delas era proveniente de uma goiaba!

Aldo observava sua garota se lançar ao combate, quando Karhtus pronunciou — MUITO BEM GAROTA DEMONÍACA, E QUEM É A SUA DUPLA?! —

Dante estava delirando? Aldo apenas observaria a sua comapanheira?
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 2 EmptySeg 15 Out 2018, 05:43

Now's the Time !


- EEEEUUUUU! – Sem hesitar por um milésimo sequer, minha mão direita já estaria aos céus em um gesto indicativo. – Desculpa, eu preciso mesmo fazer isso – Olhava para Astrid com certa melancolia, ciente de todos meus ferimentos. Levantar minha mão e gritar aconteceria instintivamente, era algo completamente desligado de qualquer racionalidade. Basicamente, se tratava do mesmo que perguntar se macaco queria banana.

E eu nem sabia se tinha o dinheiro para a aposta ou não, mesmo assim, meus pés me levariam até o centro da luta, buscando irrefreavelmente pelas Bolas-Verdes-dos-Deuses. “Espera, isso tá certo?” Certo ou não, a força daquele homem era mesmo impressionante. Pensar na possibilidade de perder me assustava um dedinho, bem pouquinho cof cof, mas lutar por goiabas valia a pena independente do perigo que fosse.

Abria uma expressão séria e um tanto dramática no rosto, ereto e de braços cruzados fixaria meus olhos naquela que parecia ter comido goiaba. - Olha, não é do meu feitio bater em mulheres mas... TREZENTOS MIL CONTO A MAIS NA APOSTA, SE EU GANHAR VOCÊS VÃO ME CONSEGUIR UMAS GOIABAS TAMBÉM! – Quebraria repentinamente o clima frio e abraçaria a estação mais quente, berrando com entusiasmo. Aquele anseio todo por goiabas mexia comigo intensamente, tanto que demoraria ainda alguns segundos para perceber que estava ao lado de uma garota com asas. “Esse lugar não para de me surpreender...”

Aquilo me deixaria um pouco empolgado, ainda que não estivesse plenamente feliz, além de estar travado por não saber se ela era nova demais ou não. “Dar em cima ou não dar em cima? Eis a grande questão” Com o indicador sobre o queixo, fitava o céu tentando resolver a árdua equação que era essa. – Imagino que ter uma anja como dupla é um sinal dos deuses – Segundos depois de sair da pose duvidosa falava confiante, completando – Ouço-os falar bem no meu ouvido que estou cada vez mais próximo dos céus! – Estendia meu braço direito para cumprimentá-la. No fim, a grande pergunta continuava sem resposta.

De qualquer jeito, a única coisa que importaria em minha performance seria a resposta das gêmeas quanto às goiabas. Isso definiria se eu ficaria empolgado ou não, e se sim, ao perceber a realização da luta começaria a movimentar meu tronco lentamente de um lado para o outro, alongando. Esticaria as pernas e estalaria meus dedos da mão, seguido do pescoço indo de um lado para o outro. – Espero que isso me faça esquecer do que aconteceu na Reverse! – Minha frase era tão sincera quanto meu sorriso que surgiria. Eles estariam lá por um motivo... Lutar! E também é claro, comer Goiabas.

Por outro lado, se algo me impedisse, iria me isolar para algum canto andando cabisbaixo, me deitaria e bateria levemente a cabeça contra o chão enquanto me seguraria para não chorar de tristeza. - Ah meu Odin, por que fizeste isso comigo? Eu vi você me dizer que eu teria minhas goiabas, Ah meu Odin...  :(   - Desistiria dessa mesma forma se por acaso elas não concordassem em colocar as goiabas em jogo.

Esquecer o passado e se desfazer de manchas no coração não é uma tarefa fácil, é claro, mas existem coisas que ainda quero fazer nesse mundo, e acredito que elas possam me tirar dessa situação.






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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 2 EmptySeg 15 Out 2018, 17:03


A luta entre Leinar e Iudric foi de encher os olhos.  Realmente algo para apreciar, um show em um lugar tão miserável.  A luta foi tão violenta, que o sangue jorrava sem que os participantes utilizassem armas.  Além dos valores apostados, era a honra de cada um deles que estava em jogo.  Aquilo só adicionava emoção à batalha.  E quando um deles finalmente foi vencedor, o outro revelou não ter como pagar a aposta.  Aquilo foi um ultraje, e duramente penalizado com a vida do perdedor.  Com um soco furioso, o juiz findou a memória daquele derrotado sem nenhuma misericórdia.  No meu rosto brotou um sorriso instantaneamente.  Logo após isto o juiz anunciou outra luta, desta vez com lindas gêmeas desafiantes em busca de alguns berries.

Rosy estava ficando cada vez mais previsível, era óbvio que ela iria tentar lutar.  E logo quando eu estava me preparando para me entrar na batalha, um jovem debilitado se ofereceu, estranhamente louco por algumas goiabas.  Dei mais uma tragada no meu charuto, olhando fixamente para ele.  Desgraçado… Todo arrebentado querendo entrar em combate por uma escuna.  Uma escuna… Puta merda, Rosy é um gênio.  Mas esse palhaço pode arruinar tudo.  - Acho que não.  Dupla dela aqui seu merda. - Diria em tom forte o suficiente para que todos ouvissem, e então seguiria até o centro da arena, com a mão apoiada no cabo da espada.

- Não me leve a mal, mas eu preciso dessa escuna.  Depois eu compro algumas goiabas pra você. - Diria encarando o intrometido de última hora.  Eu tinha visto bem o que poderia acontecer no caso de perdermos, mas ao menos eu possuo a quantia suficiente para pagar e sair sem ter a cabeça explodida por esse juiz louco.  E acima de tudo, não estava disposto a colocar a vida da Rosy nas mãos desse cara que apareceu do nada, todo quebrado e cheirando a goiaba.

Fitaria as gêmeas e lhes daria uma piscadela sedutora. - Eu cubro a aposta, se for do seu interesse. Não vão querer lutar covardemente com alguém que não está em condições. - Então sopraria a fumaça para baixo, aguardando a resposta ao passo que observaria o juiz. - O que há de honrado nisso? - Questionaria franzindo o cenho.  No fim das contas, a decisão seria do juiz, já que ele parecia ter poder o suficiente para matar qualquer um por ali.  Dependendo de sua decisão, me prepararia para o combate ou não, alongando meus membros inferiores e superiores, e movimentaria o pescoço para aliviar as tensões.  Por fim, cumprimentaria a dupla inimiga. - Eu geralmente só bato em mulheres bem malvadas.  Espero que esse seja o caso, meninas.


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Última edição por Shogo em Dom 18 Nov 2018, 10:21, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 2 EmptyQua 17 Out 2018, 15:59


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Edmund Dante, a colcha de retalhos mais orgulhosa destes mares caminhou sem pestanejar para o meio da roda, será que aquele homem perseguia a própria morte tanto quanto suas preciosas goiabas? Talvez. Enquanto pronunciava que seria o parceiro da garota demoníaca, podia ouvir vindo da plateia — VAI MORRER Ô VIADO! — e também — SE MORTO TA VALENDO A MINHA DUPLA É O REI DOS PIRATAS! HAHAHA — parecia que a decisão do ex-nobre soava mais como burrice para a platéia. Entretanto, por uma intervenção quase que divina, Aldo caminhou também para o centro daquilo que podia ser chamado de campo de batalha, reivindicando o direito de ser o parceiro da jovem. O orgulho de Dante poderia ter impedido que aceitasse tão rápidamente ser substituído, mas a promessa de Aldo pelas goiabas foi uma estaca em cima da decisão, seria Aldo a lutar. Este último pode observar quando Tom cutucava Karthus com o cotovelo no meio de um gole em sua caneca, apontando com a cabeça em na direção do homem de meia-idade, pode observar também que Tom disse algumas poucas palavras inaudíveis que causaram uma reação no juiz.

— MARAHAHAHAHA! ENTÃO ESTÁ DECIDIDO, O COMPANHEIRO DA GAROTA DEMONÍACA SERÁ O LOBO BRANCO DE DAWN ISLAND —
naquele momento, Aldo reforçou mais uma vez que o juiz não era um homem comum, de alguma forma ele havia prestado atenção em suas palavras enquanto este ainda estava na platéia, além de onipotente, ele também era onisciente? Dante em uma mistura de tristeza e felicidade por ser impedido de lutar mas mesmo assim ter conseguido uma promessa de goiabas, se isolou em um ponto na borda do campo de batalha, deitando-se no chão com a o nariz encostado também no chão, perguntando aos Deuses o porque daqueles acontecimentos.
Como Aldo reagiria a isso? Astrid podia ser vista revirando os olhos e balançando a cabeça negativamente, o que ela estaria pensando de seu orgulhoso pai?
Foi então que as gêmeas pela primeira vez abriram suas bocas, elas pareciam extremamente sincronizadas, uma delas utilizava manoplas cor anil, claramente para combate, a outra utilizava botas também em cor anil que, pasmem, também era claramente para combate.
— Linda isto é... — e a outra completou — perfeito, Louise. —

Rosy retrucou:

— Perfeito? hihihi! Será que o sangue delas também é azul Aldo? —

Aquilo mexeu com as gêmeas.

— O que... — — ... você disse? — — Garota estranha é... — ...hoje que você... — então uma pausa e desta vez pronunciaram juntas — MORRE! —
— MARAHAHAHAHA! — O homem riu e disparou sua pistola, dando início ao combate.

Prontamente, Linda entrelaçou os dedos das mãos e posicionou seus braços pra baixo, Louise pulou com um pé na plataforma que sua irmã havia criado e ambas impulsionaram aquele movimento, Linda jogando sua irmã com toda a força pra cima e Louise em contrapartida, empurrando as mãos da irmã. Aquilo lançou Louise para o ar, que então rodopiou em cima do seu próprio eixo, indo na direção de Rosy e terminando com um chute vertical utilizando seu calcanhar que usou a força gerada pelo giro para dar mais potência ao golpe. Rosy com sua foice bloqueou o golpe segurando nas duas pontas da empunhadura de sua arma, por pouco ela não cedeu.

Naquele momento ficou claro para Aldo, as gêmeas não eram amadoras, o combate havia começado.

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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 2 EmptyQui 18 Out 2018, 04:31

War... Dogs ?


Levantaria minha cabeça ainda deitado, procurando sanar minha curiosidade do som que possivelmente ouviria de uma lamina se chocando. – Lutar seria perfeito agora... – Diria para mim mesmo enquanto apoiaria minhas mãos para erguer meu corpo do chão. – Eu acho mais engraçado vocês só de platéia, enquanto alguém repleto de feridas como EU, se propõe a lutar. – Já de pé e ereto, cruzava meus braços virando o rosto para cuspir no chão, com meu orgulho intacto. – Covardes. – A opinião alheia de seres inferiores como aqueles não faria nada além de tirar um sorriso de deboche do meu rosto.

Meus olhos estariam focados na luta já que eu não podia estar nela, observaria atentamente. Mesmo que o tal lobo branco fosse generoso por me oferecer goiabas, eu não seria capaz de desistir de algo, especialmente de uma luta. Mas a escolha era do Juiz, e não conseguia me ver derrotando alguém com toda aquela força... Pelo menos não com meu corpo assim. – Heh – Virava minha face para baixo por um instante, olhando todas aquelas faixas tatearia meu corpo a procura do colar que meu pai me dera outrora. “Eu me pergunto se você já ouviu meu nome ai do South Blue, velhote...” Pensaria ao tocar no colar e encará-lo por alguns segundos, recebendo o conforto de boas memórias que ele trazia.

Eu realmente queria lutar, as goiabas seriam um bom prêmio, mas lutar por si só já era compensador. - SE VOCÊ PERDER, NÃO SERÃO ELAS A TE BOTAR PRA COMER AREIA, SEREI EU, LEMBRE-SE DISSO, LOBO BRANCO! – Vociferava na direção do espadachim. Não era bem o melhor jeito de motivar alguém, admito, mas era o meu jeito. E com isso meu lado já estava decidido naquela luta, bastava agora esperar e admirar. “E talvez... quem sabe... Apostar.” Pensaria ao tentar me aproximar de um dos que pareciam estar aconselhando o juiz. – Eaí parceiro, comé que tá o amigo? Onde eu faço uma aposta? – Diria em tom descontraído, olhando de cima para o individuo com meu nariz empinado – Trezentos e noventa mil no tal Lobo Branco. Isso é tudo. – Diria após contar o que ainda havia nos meus bolsos, isso se eu estivesse certo.

Feito isso já estaria pronto para ficar próximo de Astrid de novo. - Eu espero que esse filho da puta pelo menos me faça ficar entretido. – Falaria já ao lado da garota com os braços cruzados – Se ele não conseguir, você lutaria por mim, não é? – Murmuraria isso com as mãos cobrindo sobre o ouvido da minha filha, me aproximando para tal ato. “Por que eu não pensei nisso antes?” Sobretudo, finalmente me focaria em observar a luta.






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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 2 EmptyQui 18 Out 2018, 12:28


Meus argumentos tinham surtido efeito, logo eu tinha assumido o posto de dupla da Rosy ao invés do intrometido.  A celestial perguntou sobre o sangue das garotas, o que as inflamou dando início à batalha. - Seria realmente estranho. - Resmunguei para mim mesmo, em resposta.  O poderosíssimo juiz então atirou para marcar aquele instante, e as garotas partiram para cima de Ninor, me ignorando.  Seu primeiro ataque foi combinado, e uma ajudou a outra a dar impulso ao saltar para um golpe.  Muito bonito, mas aquilo pode ser um ponto fraco.

Iniciaria minha corrida em direção à dupla, movimentando minha espada na diagonal de baixo para cima em um corte mirando o peito da garota inimiga livre.  Minha ideia era partir para o um contra um, para que não aconteça esses tipos de malabarismos outra vez.  Seguindo a sequência do movimento, ergueria a espada para tentar um golpe verticalmente óbvio.  Tudo isto para que a mesma pudesse ou bloquear, ou desviar para algum lugar.  Se isto acontecesse, eu provavelmente estaria próximo o suficiente para tentar acertar uma joelhada em seu estômago, e assim o faria. - Vocês. Falam. Combinandinho…? Patético. - Diria independente de ter dado certo ou não a estratégia.

Minhas defesas seriam baseadas em bloqueios e movimentações para evitar danos e contra atacar.  Para golpes na horizontal ou diagonal, alta ou mediana, posicionaria minha espada na vertical para impedir a trajetória dos mesmos, ao passo que giraria meu corpo para o lado oposto ao golpe desprendendo minha lâmina para tentar um golpe na parte traseira do joelho de quem me atacou.  No caso de golpes baixos, saltaria para evitá-los ao mesmo tempo que estocaria em direção ao rosto inimigo.

Para ataques verticais ou diagonais de cima para baixo, posicionaria minha espada na horizontal para recebê-los e interrompê-los.  Estas defesas seriam válidas para ataques individuais e em dupla se possível.  Para este último caso (em dupla), eu teria cuidado com ataques simultâneos.  Se este for o caso, saltaria para trás com o objetivo de esquivar, já que é bem difícil bloquear usando apenas uma espada.  Por último mas não menos importante, para o caso de um ataque semelhante ao primeiro ataque delas, usaria dos bloqueios já mencionados para me livrar do primeiro impacto e tentar acertar uma estocada na garota que servir como base de apoio.  Ela é a que está menos propensa a bloquear algo, já que está tendo que lidar com o peso da irmã.

De todo modo, ficaria de olho no uso de armas de fogo.  Não tinha percebido nada do tipo até então, mas todo cuidado é pouco perto de gente desconhecida.  Se este fosse caso, tentaria sair da mira das garotas usando saltos em avanços diagonais, tanto para evitar danos quanto para encurtar a distância entre nós.  Seguiria com o restante do plano na sequência.  Nesta primeira parte da luta, será importante observar os métodos das gêmeas.  Se elas forem muito coodependentes, a vantagem da batalha vai ser toda nossa.  Espero que Rosy também se dê conta disso.


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Última edição por Shogo em Dom 18 Nov 2018, 10:24, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 2 EmptySex 19 Out 2018, 21:48


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Dante levantava de seu leito acompanhado das frases com pitadas de cólera saindo de sua boca, o alvo? Da platéia, que antes fizera pouco caso do ex-nobre, ao fim de sua frase, pôde-se ouvir do meio dela, de forma que não era possível saber exatamente quem havia dito, uma resposta para a sua indignação — FODA-SE MALUCO! — Dante estranhamente não pareceu se importar muito com aquilo, seus olhos estavam claramente vidrados na luta, também pudera, Aldo o havia prometido GOIABAS em caso de vitória. Ao olhar para o olho de Draco que ainda estava em seu pescoço, Dante pode sentir toda a força penetrante que aquele símbolo possuía para ele, perdido em devaneios sobre seu pai, pôde sentir seu peito quente, como se recebesse um abraço de alguém. Aquilo foi um acalanto e Dante gostou, os Deuses puderam dizer que a ferida em seu orgulho havia se fechado um pouco naquele momento.
Recuperando-se de seu labirinto mental, ele voltou-se para o Lobo Branco, que agora se encontrava no meio da luta, ao meio de estalar de golpes. Dante dirigiu-se ao enorme homem que possuía uma enorme caneca e agora possuía um enorme sanduíche feito de pão e peixe cru em sua enorme mão, que ao ouvir sobre o interesse do ex-nobre nas apostas, disse de forma seca, parecendo estar mais interessado na luta — Hã? Ah, sim.. sim.. — guardando o sanduíche no bolso de sua calça, afinal o bolso também era enorme, e logo em seguida pegando o dinheiro da mão de Dante e guardando no mesmo bolso em que estava seu sanduíche, completou  — Trezentos e noventa mil então, bararará! — e ao tirar a mão do bolso, lá estava mais uma vez o enorme sanduíche que voltava a comer de forma grotesca. Edmund pode finalmente voltar a atenção para a luta daquele que havia lhe prometido goiabas.

Dante pôde observar que a batalha transcorria de forma bem acirrada, após a garota demônio bloquear ao primeio golpe da dupla, a gêmea que utilizava chutes voltou com um mortal para trás ficando novamente em dupla com a sua irmã e Aldo não pestanejou. Como uma locomotiva que soltava fumaça ao acelerar em direção ao seu destino, o Lobo Branco avançou para cima da gêmea que usava manoplas de combate, sua espada brandiu cortando o vento, um golpe fatal estavando vindo, entretanto, de forma habilidosa a garota bloqueou aquele golpe fazendo um "X" com seus braços para baixo. com o choque de forças o golpe foi aparado para cima, Aldo forçou tentando vir com a espada para baixo de forma vertical como se quisesse separar a garota em dois, ela era realmente forte mas aquele não era qualquer um, aquele era o Lobo Branco de Dawn Island, que com a sua experiência já esperava o que estava acontecendo. Seu golpe seguinte foi certeiro, uma joelhada em seu estômago deu início aos danos que aquele combate viria a causar, apesar do golpe, Linda era durona e subtamente tentou revidar o golpe de Aldo com uma cabeçada que acertaria sua boca, como se mirasse seu charuto. Aldo poderia o ter engolido, poderia... Ao girar para um dos lados fugindo daquele golpe certeiro que teria uma consequência desagradável, o Lobo se deparou com a habilidade principal de Louise que, diferente de sua irmã, priorizava a velocidade no lugar da força. Como uma flecha, um chute horizontal atingiu o rosto de Aldo em cheio, que foi de encontro ao golpe durante o seu rodopio, o chute fez o charuto voar no colo de um pirata que observava a luta, que sorte ele teve, um charuto de graça. Já o nosso guerreiro sentia no lugar do gosto amadeirado que a fumaça do charuto trazia, um gosto de sangue, Aldo tinha conseguido o que queria?

Não houve tempo para pensar, após o chute encontrar o rosto de Aldo, Rosy já se encontrava em cima de Louise, que se não tivesse recolhido rapidamente a sua perna após o chute, teria tido essa decepada pela foice de Rosy. A garota demoníaca estava sedenta por sangue. Louise de forma acrobatica utilizou um de seus braços para sair do alcance da companheira de Aldo, mas esta estava possuída, de forma incessante, perseguia a gêmea com a sua foice, aplicando uma sequência incrível de golpes de foice. Até os primeiros golpes, Louise parecia desviar de tudo, até quando aquilo duraria?

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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 2 EmptySeg 22 Out 2018, 22:42

A luta tinha começado intensa. Meus golpes foram bloqueados e desviados, e até revidados, mas ao menos consegui acertar uma joelhada no estômago de uma das gêmeas. Durante a sequência de movimentos, perdi meu charuto por conta de um chute no rosto, me fazendo ficar furioso. - VAGABUNDA! EU AINDA IA FUMAR AQUILO! – Diria limpando a boca rubra de sangue. O gosto não me incomoda, já que não é a primeira vez que acontece. No fim das contas, o gosto de sangue me apetece. Uma pena ser o meu.

Rosy parecia estar se divertindo, atacando em sequência com sua foice a mais rápida das irmãs. Talvez aquilo fosse o que eu deveria fazer também. Chega de tentar deixa-las vivas, todos estamos ali pra ganhar ou morrer. Precisa ser pra valer. Olharia para a mais lenta das irmãs com um sorriso amarelo... Quer dizer, vermelho. - Acho que você é minha. – Então partindo para cima daquela gêmea outra vez, sacaria a espada para um corte vertical, descendo minha lâmina sobre ela. Se ela bloqueasse novamente a minha arma, faria o movimento empurrando a espada e direcionando a ponta ainda sobre o membro que a inimiga usara para bloquear, de modo a tentar uma estocada apoiada. Se precisasse saltar para conseguir um ângulo melhor para tal, assim o faria. Desta vez queria arrancar um pouco de sangue com o beijo da minha nova espada.

As defesas a executar se dariam de modo a bloquear possíveis ataques como os já recebidos, e tentando me antecipar à outros que estariam por vir. No caso de ataques horizontais, ou diagonais visando meus lados, posicionaria minha espada na vertical da melhor maneira para recebe-los, dando passos firmes para manter o equilíbrio. Já para ataques verticais ou diagonais visando me acertar de cima para baixo, posicionaria minha espada na horizontal bloqueando o golpe elevando-a, enquanto tento pisar no joelho da minha inimiga com o objetivo de torcê-lo.

Para golpes vindos de baixo para cima, posicionaria a espada horizontalmente da mesma forma já citada para bloquear, mas movimentando o corpo para tentar uma cabeçada mirando o nariz da minha adversária. Minhas habilidades de luta não são das mais limpas e honestas, admito. Quanto à ataques em linha reta, movimentaria minha lâmina de modo a fazê-la cortar a minha frente, tentando mudar a trajetória do golpe para longe de mim. Ainda, para a hipótese de ataques rasteiros, apenas neste caso usaria de saltos para desviar, mas já projetando uma estocada em direção ao tronco inimigo. Usaria destas defesas quantas vezes fossem necessárias.

Mais uma vez, se as gêmeas tentassem golpes combinados, miraria meus ataques na garota que fica na base, tomando cuidado com aquela que ataca a toda prova de suas habilidades. Para tais casos usaria das defesas já mencionadas. - CADÊ O GRITO DA TORCIDA? – Eu era o showman do dia, e preciso agir como tal.

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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 2 EmptyTer 23 Out 2018, 18:30

Wake up Vagabundo !


O lobo branco não parecia ser ruim, afinal. Em um tique de ansiedade, eu ficaria batendo com a sola do pé incessantemente. Aquela luta estava me deixando com os sentimentos à flor da pele, literalmente, pelos do meu corpo começavam a saltar junto de arrepios que surgiam em meu corpo a cada golpe que era acertado. – Conseguiu um golpe surpresa e foi atingido por outro... – Mas golpes desse tipo só funcionam uma vez, sobretudo ainda encarava a dupla com um sorriso quase que imperceptível no rosto. – Baixou a guarda em uma luta contra dois, Tsc, pra que eu fui elogiar né – Era verdade que ficar pensando não era o meu tipo, eu gostava mais de agir. No entanto desta vez não tinha escolha, era a única coisa que eu podia fazer.

Observando com quem o charuto do lutador ia parar, seguiria lentamente na direção do mesmo. “Eu entendo bem o que está sentindo lobo branco...” Encarava o chão com pensamentos de dor intensa e amargura tomando meu coração, ao me lembrar da saudade que sentia pelas goiabas... Macias... – Ei seu bonachão, acho que você tem algo do meu amigo ali. – Chegaria por trás pressionando com força seu ombro esquerdo com minha mão direita, junto de um sorriso forçado no meu rosto que mostrava os dentes. – Poderia fazer a gentileza de devolver isso ao meu amigo ali? Acredito que ele ficaria bem feliz com o charuto de volta. – Me aproximaria do seu ouvido e pressionaria com ainda mais força o ombro, completando – Não precisa fazer isso senão quiser, é claro. Quero que você se arrependa verdadeiramente, senão, não terá significado. – Vidrava meus olhos nos dele com um rosto vazio de expressões, visando convencê-lo apenas com força e esse último “toque” visual.

Se eu conseguisse convencê-lo, então soltaria seu ombro e colocaria ambos os punhos contra minha cintura e elevaria minha cabeça suavemente com um sorriso. - Ei Lobo Branco! O meu garoto aqui quer te pedir desculpas e te devolver algo que ele pegou. – Diria em um tom de superioridade misturado de deboche, semelhante a um pai dando sermão no filho após ele cometer um erro bobo. – Muito bem filhão! – Passaria a mão na cabeça do arruaceiro fingindo estar contente com sua atitude em meu ato de zombaria e então voltaria para meu lugar.

Meu sangue pulsava toda vez que eu via a possibilidade de não conseguir as goiabas. Assim que o espadachim se distraísse, saltaria. - ACORDA VAGABUNDO! JAMAIS ABAIXE SUA GUARDA, DISGRAÇA! – Vociferaria puxando todo meu ar enquanto veias saltavam e meus punhos se fechavam, quase que automaticamente. “Droga cara, olha onde foi parar minha auto-estima... Eu só me pergunto quando vou poder sorrir de novo.” Colocava a mão esquerda sobre minha cabeça por alguns segundos, encarando o chão em um suspiro.






Histo Rikko:
 

Objetivos:
 

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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 2 EmptySex 26 Out 2018, 18:28


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A batalha transcorria com estilos de combate e armas únicas, dignos da separação que a montanha reversa proporcionava daquele lugar em relação aos blues. Dante observava a luta enquanto rodava a arena improvisada, em meio aos golpes e ao sangue que se misturava a maresia do lugar, ele exercia a empatia para com o Lobo Branco. Talvez motivado pela promessa de goiabas, Edmund foi até o homem que havia sido agraciado pela aleatoriedade da trajetória do charuto, o homem era pequeno e franzino, seu cabelo era ralo e muito dentes já não mais haviam em sua boca. Naquela altura ele já havia levado o charuto a boca, ao ser abordado pelo nosso ex e futuro nobre, olhou por cima de seu ombro que estava sendo tocado, sua reação foi extremamente submissa, o delgado homem parecia já ter sofrido muito nessa vida, claramente a sua reação submissa era para evitar qualquer tipo de comportamento mais agressivo da parte de Dante, inclusive, aquele charuto parecia ter sido a melhor coisa que acontecera a ele em muito tempo. Desta forma, o homem entregou o charuto a Dante. O charuto se encontrava completamente babado, mas ainda mal havia chegado em sua metade.

Prosseguindo com a sua opressão para com o pobre homem, dirigindo-se a Aldo que se se encontrava ainda no meio da luta, Dante deu a entender que queria ensinar uma lição a aquele desafortunado. A superioridade exercida por Edmund era cruel. O homem sem muita opção mostrava seu sorriso amarelo com diversas falhas, sendo complacente com as instruções sobre ele impostas. Dante era orgulhoso, de espírito e alma nobre, aquele seria o típico comportamento que nosso aventureiro teria para com seus subordinados quando retomasse seu tão almejado posto?

Já na luta, que ainda acontecia em meio aos fatos supracitados, Rosy continuava sua investida feroz para cima de Louise, que claramente estava sendo abafada pelo ímpeto incessante da garota demoníaca, talvez isso explicasse o fato da mesma não conseguir revidar as investidas. Na outra parte da arena, Aldo prosseguia para mais uma sequência de golpes, proferindo rápidas palavras seguidas de um golpe igual ao anterior. Linda repetiu também a defesa para o mesmo golpe e assim como Aldo, ela também havia se antecipado ao movimento repetido, ao bloquear a espada que vinha em sua direção, desferiu uma joelhada no estômago do Lobo Branco, devolvendo na mesma moeda o golpe sofrido um pouco antes. Entretanto, a resposta do espadachim viria de forma mais efetiva, aproveitando a diferença de altura e usando aos mãos de sua oponente como apoio, Aldo desferiu uma estocada certeira no ombro esquerdo de Linda. Os golpes se conectaram quase que simultaneamente, a joelha havia doído, mas a satisfação do golpe que fez jorrar sangue certamente era maior.

O grito de dor ecoava pela arena, quando foi interrompido pelo vociferar de Dante que dizia para o Lobo Branco redobrar a atenção em sua defesa. Ao atingir os ouvidos de Louise, o sofrimento de Linda mexera instantaneamente com ela, sua concentração outrora dedicada apenas a desviar dos golpes de Rosy foi roubada por um instante, este instante que foi o suficiente para que a garota demoníaca atingisse seu objetivo. Com um golpe na vertical de cima abaixo, a coxa da garota anil havia sofrido o seu primeiro golpe, a companheira de Aldo parou por um instante após obter sucesso e o respirar ofegante provindo dela deixava claro que se aquela sequência durasse um pouco mais, a mesma não continuaria com ela. Um sorriso saiu daquele rosto ofegante e ela lambeu o sangue da lâmina, como se apreciasse o gosto de sua presa finalmente ferida. A sequência de ações descompassaram completamente a dupla, como um relógio que havia acabado de perder o horário correto. Pode-se ouvir oriundo das bocas das gêmeas:

— Linda! — — Louise! —

Aquela seria a última ação em sincronia delas. Rosy retomou logo sua ofensiva, sem poder se movimentar direito por decorrência do ferimento, o fim ao combate foi posto, um corte na diagonal do peito de Louise banhou o chão com sangue, levando-a ao encontro dele e terminando sua participação na luta. Linda vendo aquela cena desesperadora, soltou algo que pôde ser chamado de rugido, acompanhado de um direto de direita que mirava o rosto de Aldo. Tal golpe recheado de raiva certamente levaria o Lobo Branco ao chão, entretanto, ela já não possuía mais tremenda maestria em suas ações. Conturbada psicologicamente pela possível perda da irmã, teve seu golpe literalmente cortado por Aldo, que numa reposta rápida, brandou a espada a sua frente, com o objetivo de aparar o golpe, movimento tal que acabou cortando o antebraço de Linda, inutilizando aquele membro. Não havia mais força por parte das irmãs para continuar o combate, elas menosprezaram aventureiros dos mares nessa nova etapa do mundo, talvez aquele fosse o último erro das gêmeas.

Aldo então proferiu palavras que atiçaram a torcida em volta ao verem a garota caindo de joelhos, eles gritavam pelo nome de Rosy e Aldo e pediam a morte da garota. A vida dela estava literalmente em suas mãos, mas ainda cabia a ele a decisão se a pirata e sua irmã veriam um novo dia.

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MensagemAssunto: Re: Cães de Guerra   Cães de Guerra - Página 2 EmptyDom 28 Out 2018, 20:24


Durante a batalha algo me desconcentrou por alguns instantes.  Era um pedinte com a dentição comprometida me devolvendo o charuto, enquanto aquele intrometido gritava algumas palavras.  Sem me atentar, coloquei o charuto na boca e o cuspi logo em seguida ao sentir o cheiro de saliva podre e um gosto amargo misturado ao sabor do meu sangue.- QUE NOJO!!! - Imediatamente fiz uma cara feia.  No entanto, as atenções precisam ser voltadas para o combate.

Este que se sucedeu bem, apesar de eu levar uma joelhada na barriga.  Senti toda a força daquela garota com uma dor desgraçada na altura do estômago, no entanto meu contragolpe foi melhor ainda.  Um beijo da minha lâmina fez a garota sangrar e gritar, desconcentrando sua irmã e influenciando diretamente a batalha.  Era o que meu demônio queria, talhando a garota com toda a vontade.  Eu também prevaleci sobre minha oponente, cortando seu braço e praticamente definindo a luta.  A platéia gritava ensandecida, o que me enchia mais e mais de furor e empolgação.  A decisão está em minhas mãos, mas o que o povo quer é sangue.  E eu também quero.  Levantaria os braços em reverência à platéia, enquanto caminharia para trás de minha oponente ajoelhada e em seguida agarraria seus cabelos. - O LOBO BRANCO ESTÁ DE VOLTA!!!! - Vociferaria enquanto giraria minha espada para lhe dar um golpe na altura do pescoço, com toda a firmeza possível.

Logo em seguida, largaria seu corpo ali e levantaria meus braços para receber toda a glória com a espada banhada de sangue. - RRROOOOOAAAAAAAARRRR!!!! - Rugiria como nos velhos tempos, com a guerra mostrando o que há de pior entres os homens.  Não havia misericórdia, não havia humanidade.  Apenas dor, sofrimento e diversão.  Por fim, guardaria a espada com um grande sorriso no rosto.  Aquilo era tudo o que eu precisava, no fim das contas.  Me sentir como há muito não sentia.  Então caminharia até o intrometido, para lhe dar palavras gentis.  - Diga rapaz, qual o seu nome? - Então lhe daria a mão para um aperto amigável e gentil. - Saiba que se treinar bastante, quando ficar mais velho pode ser tão forte quanto eu, Aldo Rahner, o Lobo Branco de Dawn Island.  Ah, e eu te devo umas goiabas. - Então lhe observaria, curioso. - Você parece ter tido momentos difíceis até aqui.  Veja bem garoto, um dia o sol brilhará novamente e você poderá ser ovacionado por pessoas que nunca viu, em um lugar igualmente miserável.  Basta ter força de vontade. - Então lhe acenaria um positivo, tentando não parecer ter feito um discurso idiota. Se o mesmo me perguntasse sobre as goiabas, lhe responderia de bate-pronto. - Posso dar sorte de encontrar alguma no meu navio. A garota que eu matei tinha bafo de goiaba. Mas o que eu preciso no momento, preciso de um navegador. Pagasse bem. Conhece algum? - Eu com toda a certeza cumpriria com o prometido, mas onde diabos nesse lugar sujo eu encontraria uma goiaba? Se o intrometido tivesse algum navegador para indicar, eu lhe faria a proposta. - Eu tenho um destino desconhecido. Gostaria de navegar conosco até lá? Ah... A propósito... Aquela é Rosy Ninor e apesar de não parecer, ela não morde. - O convite se estenderia ao navegador e seu possível acompanhante.

Procuraria então pela minha parceira, que deveria estar tão extasiada quanto eu. - Devíamos ter perguntado onde o navio está ancorado antes, não acha? - Então sorriria com o infeliz acaso. - Não esperava menos de você.  Mas nada de se gabar, demônio maldito.  Você fede a sangue. - Então lhe daria um tapinha nos ombros.  Por fim, se alguém quisesse conversar, lhes daria toda a atenção.  Caso  contrário, seria hora de procurar meu novo navio. - Alguém sabe onde meu prêmio está ancorado? - Esta é uma situação engraçada. Se soubesse alguma informação, agradeceria e então seguiria até a embarcação, tomando cuidado com possíveis antigos tripulantes. Se ainda restasse algum, lhe daria um ultimato. - Somos a nova tripulação deste navio, então caiam fora. As gêmeas apostaram tudo e perderam, e infelizmente pra vocês eu detesto carona. - Lhes falaria encarando com toda a seriedade. Embarcaria assim que possível, para iniciar os preparativos para a viagem.

Verificaria os mantimentos, condições para navegação e até possíveis tesouros, contando é claro com as recomendações do navegador. Se o navio estiver abastecido, poderemos partir com tranquilidade para onde esta bússola estranha aponta.


Última edição por Shogo em Ter 30 Out 2018, 20:19, editado 1 vez(es)
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