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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I: Benção

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 4 EmptyDom 09 Set 2018, 19:32

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo I: Benção

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ronan Stronghold. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 4 EmptyQua 03 Out 2018, 09:18




Narração

Ronan


Animado com os acontecimentos bons do seu dia, Ronan mal podia escolher entre tantas opções de livros. Acabou escolhendo Psicopatologia da Vida Cotidiana, Introdução à filosofia e Gestalt terapia. Já com livros no braço preparado para começar a estudar, perdeu-se em devaneios graças a sua personalidade distraída, temendo se envolver demais e perder o horário combinado com Faramir. Decidiu, então, contar novamente com o velho bibliotecário. Perguntou se poderia ser chamado às 17:30.

- Claro, meu filho. Não vou sair daqui. - respondeu o velho, com com um sorriso acolhedor.

Assim, Ronan sentou-se perto do homem, para ficar mais fácil de ouvir o seu chamado quando desse a hora. Assim, começou a tirar informações dos livros ao seu redor. Passou-se a primeira hora, a segunda, a terceira.... E, caso olhasse no relógio perceberia que já eram 13:00. Provavelmente continuaria estudando concentrado por horas a fio, mas uma mulher pareceu reconhecê-lo, parando na frente dele e o encarando por um tempo.  Quando ela viu que Ronan não a percebeu, chamou:

- Hey, você é aquele amigo da Grace, não é? - perguntou a mulher, sentando-se na sua frente. - Que estudioso. Está aprendendo o que?

A mulher em questão era uma recém conhecida de Ronan. Era meio difícil esquecer-se do corpo escultural e da beleza de Galadriel, que logo sentou-se na frente de Ronan, querendo puxar papo. Naquela tarde ela usava uma blusa vermelha reveladora que mostra muito de seus seios e uma saia solta que expôs suas pernas longas e delgadas com um símbolo verde adornado sobre elas. Ela também carrega um livro em mãos, "Tattoo Your Soul: A Dor E O Prazer De Ser Você Mesmo".

- Sabe, depois que saiu, Grace ficou explicando como você era bom em química e farmácia, que tirou de letra as explicações da Dolores. Aquela mulher é uma bruxa, você sabe, né? Deve ser difícil aprender com ela. - Galadriel nem parecia interessada em ouvir o Ronan teria para falar, queria mesmo era a chance de fofocar com alguém. Como estavam na biblioteca, ela falava baixinho, propiciando ainda mais a sensação de que estava fofocando segredos - Já falei milhões de vezes para Grace sair de lá, mas ela insiste em continuar. Eu não entendo. Você viu o cara que ela tá ajudando agora? Assustador! Ele é um ex-prisioneiro mega violento! Eu sei disso, porque tive a chance de ver e interpretar suas tatuagens de prisão. Aiai...

A mulher não parecia ter intenção de ir embora tão cedo, pois sentou-se confortavelmente e até abriu seu livro, esperando uma resposta de Ronan. O relógio aberto em sua mesa marcava 13:24. Seria possível continuar seus estudos com tal distração?

Histórico de Ronan:
 

Maya


Refletindo sobre os bons modos da jovem de cabelo rosa, Maya (ou seria Mara?) foi levada até Dolores, que para sua surpresa não era nada parecida com o que havia imaginado. Entendendo que a mulher era uma leiga e se divertindo com a situação de "amigo próximo", se viu novamente em frente à casa de um desconhecido para pedir auxílio. Curiosa com o presentinho entregado e um pouco intimidada pela aparência e personalidade do homem, Maya começou a explicar os motivos de desejar aprender leitura labial.

- Hum... - ele comentou, após ouvir tudo que a jovem havia explicado.- Tá bom, entra aí, vamos ver o que podemos fazer.

Abrindo a porta completamente, o homem deu espaço para a garota entrar, revelando uma sala limpa e bem arrumada. É natural querer morar em um local legal. Algo planejado, que combinado com sua personalidade, que transforme aquele espaço em uma espécie de refúgio para descansar. Mas Gale parecia ter levado seus desejos em relação ao imóvel mais a sério que o resto das pessoas. Sua casa era simplesmente fascinante. Se Maya parasse para observar, perceberia que cada detalhe, seja a entrada das tomadas ou o mais singelo item de decoração, parecia ter sido cuidadosamente pensado. Sentaram-se em um sofá espaçoso, vermelho e confortável. Maya explicou que estava disposta a pagar, seja em dinheiro ou serviços variados. Gale riu.

- Não preciso de dinheiro. A herança que recebi faz isso por mim. - ele então olhou Maya por alguns segundos com muita atenção, mantendo um sorriso levemente perverso nos lábios - O que eu aceitaria em troca você não poderia me oferecer.  Mas vou te ensinar, porque estou entediado, e você fica me devendo um favor. Pode ser?

Maya então agradeceu e perguntou de onde surgiu o interesse em Leitura Labial. O homem a encarou por um tempo, decidindo se contava ou não. Depois, deu nos ombros e explicou, com um tom desinteressado.

- Foi por sobrevivência. Fui preso por alguns anos e aprendi tudo sobre leitura labial observando os malditos guardas. Fiquei sabendo do que contavam uns para os outros e comecei a usar alguns segredos como moeda de troca. De forma muito calculada, é claro. Por exemplo: um imbecil de patente baixa falava mal do superior. Quando ele vinha me dar uma surra simplesmente por diversão e poder, eu usava esses segredos para fazer com que parassem. As vezes dava errado, por ser algo irrelevante, e eu me fodia ainda mais por ter ameaçado um guarda. Mas a maioria das vezes eu tinha um resultado positivo. Até que entendi algo bem cabeludo dito por um superior, capaz de provocar uma rebelião em toda a prisão, que consegui negociar minha soltura 3 anos antes do tempo previsto.

Maya escutou o relato do homem com atenção, tentando ver alguma outra possibilidade ou vantagem nessa habilidade. Em seguida, perguntou como iriam combinar essas aulas.

- Bem, estou com fome. - disse ele, se espreguiçando. - Vamos caminhar juntos pela cidade. Primeiro, em um café. Depois, na praça mais movimentada que acharmos. Assim eu vou te treinando.

O homem se levantou, indo até o quarto, vestindo uma camisa social branca que escondia suas tatuagens e deixava sua aparência mais arrumada. O cabelo continuava bagunçado e com volume, mas provavelmente era seu jeito de usá-lo. Abriu e porta e convidou a jovem a segui-lo.

off:
 

Histórico de Maya:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 4 EmptySab 06 Out 2018, 09:56


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— Que coroa gente fina — As primeiras horas haviam passado rápido demais, psiquiatria era realmente um assunto interessante, talvez eu possa ligar isso a toxicologia de alguma forma, como eu não tinha estudado isso antes?  Galadriel havia sentado na minha frente e não parava de falar. Assuntos levianos como fofocas aleatórias sobre a Dolores nada me interessavam, quanto ao rapaz ser um ex-prisioneiro, a minha descrença na Marinha era o suficiente para relativizar o fato de alguém já ter sido preso. Entretanto, o assunto das tatuagens levemente me interessou.

— Tatuagens? Que porra, como seriam essas tatuagens? — Galadriel havia me tirado de foco por um instante, provavelmente, a resposta da minha pergunta seria a última coisa saída da jovem moça que pudesse roubar novamente a minha atenção.

Com a resposta, completaria — Saquei, irado.. — e, então, tentaria focar completamente nos livros, aproveitando o tempo que ainda tinha, Galadriel apesar de ser uma bela mulher, com seus assuntos rasos certamente não seriam dignos de minha atenção, assim, começaria pelo livro de introdução a filosofia, com o objetivo de pegar uma base para os outros livros e então iria pra psicopatologia da vida, na intenção de criar uma base para lidar com psicologia com propriedade e, no fim, iria para a Gestalt-Terapia, afinal, de nada adiantaria aprender psicologia sem saber como de fato aplica-lá.

Ao findar meu tempo, eu me dirigiria para a loja de Faramir, afim de iniciar a minha vigilia.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 4 EmptySeg 08 Out 2018, 17:01




É muito difícil arrumar palavras para expressar a sensação que temos quando estamos sem palavras, não é? Não sei se eu que estou mal acostumada, e o mundo inteiro é assim, mas a casa de Gale era incrível! Quando penso em homem como dono de casa a imagem que me vem é, real, uma caçamba de lixo, mas ele explodiu minha cabeça. E eu, inicialmente, o julgando com aquela cara de bandido pesada, nunca imaginaria uma casa tão bem planejada e linda. Não sei se fui capaz de disfarçar meu espanto, mas era pura admiração, e aquele sofá...

Pelo menos ele não roubou ninguém, eu acho. Sorte, a única herança que recebi foi alguns trocados da minha mãezinha, e milhares de experiências merdas do meu pai então... Confesso ter ficado um pouco aliviada por ele não me cobrar dinheiro, apesar de ter me disposto a pagar, eu obviamente não tinha muito a oferecer. Ouvindo sua história na prisão, tive certeza da vantagem e poder dessa habilidade que buscara aprender, e também certeza de que marinha parecia ser composta por pessoas idiotas como meu pai era. E esse segredo cabeludo, capaz de reduzir uma pena em anos, tenho certeza que não vai ser fácil tirar da minha cabeça, inclusive acho até maldade soltar um negócio desses assim.

Por onde Gale fosse, eu iria acompanhando. Durante o caminho, se falasse alguma coisa, prestaria total atenção em suas palavras, se mantivesse o silêncio, seguiria apenas observando-o de vez em quando.

No café, permaneceria atenta à Gale. Se ele me oferecesse algo para comer, recusaria. — Não, não, obrigada, depois eu como. — A excitação por aprender algo novo substituiria qualquer sensação de fome que eu poderia ter, então, optaria por focar minha atenção em seus ensinamentos e suas orientações. Caso ele insistisse, aceitaria e agradeceria com um simples "obrigada", para não passar por mal educada.

Durante a aprendizagem, no café ou na praça movimentada, tentaria me manter ligada em todos os detalhes das explicações e instruções dadas. Acenaria com a cabeça em alguns momentos para indicar que estaria aprendendo e entendendo. Caso fosse solicitado, ou não, procuraria me arriscar a ler algumas conversas sozinha também, para que fosse possível Gale observar meu desenvolvimento e me corrigir se fosse necessário. Ao longo do processo, cumpriria todas as orientações e dicas faladas, conforme o treinamento seguisse, e Gale demonstrasse sua habilidade, minha admiração e respeito por ele cresceriam e não me sentiria mais intimidada.  

Ao fim, refletiria sobre as orientações dadas e repetiria para mim mesma as questões mais importantes ensinadas — Obrigada por isso Gale, você é muito habilidoso, foi um prazer aprender com você. Espero que não tenha sido muito entediante — riria lembrando que tinha aceitado me ensinar para evitar o tédio —  Agora, estou ao seu dispor para realizar o favor.


Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 4 EmptyTer 09 Out 2018, 08:34




Narração

Ronan


Durante a interrupção de Galadriel, o assunto tatuagens chamou a atenção do jovem Ronan.

- Eu sou tatuadora, sabe? Então pra mim é fácil identificar uma tatuagem de estúdio e outra feita em prisão. - Ela sentou-se melhor, animada para explicar. - As tatuagens do Gale são, basicamente, as impressões digitais que foram impressas uma vez que você entrou na prisão. Geralmente, os criminosos fazem números de tatuagens prisão, como por exemplo Criminal #2323. Mas as tatuagens dele são bem especificas de gangues perigosas, que indicam que a pessoa deve ser temida e respeitada.

Inesperadamente ela começou a se levantar para ir embora. Parecia ter pedido o interesse e se perdido em suas próprias memórias. Sem dar tempo de Ronan conversar qualquer coisa, apenas se despediu, deixando o jovem químico com os livros de psiquiatria.

Começando pela introdução a filosofia, indo para a psicopatologia e finalizando com a técnica de Gestalt terapia, Ronan ficou estudando por horas, até finalmente o senhorzinho lhe chamar avisando que era 17:30. Ronan então seguiu para a loja de Faramir. No caminho, encontraria a rua levemente movimentada, como se as pessoas estivessem deixando para comprar o que precisavam nos últimos minutos do dia. Se o jovem prestasse atenção, reconheceria logo a frente o mesmo rosto familiar e cheiro agradável que curiosamente não queria abandoná-lo: Maya. A jovem de cabelos brancos estava do lado de fora de um estabelecimento, conversando com um homem alto e com cabelos negros desgrenhados. A loja de Faramir estava bem a frente, ainda aberta.

Histórico de Ronan:
 

Maya

A jovem, após se sentir muitíssimo curiosa pelo segredo do homem e consideravelmente admirada pela beleza de sua cada, decidiu segui-lo no intuito de aprender Leitura Labial. E realmente tiveram sucesso. O jeito de Gale ensinar era muita prática e pouco teoria. No fim do dia, após bastante insistência, Maya conseguia entender o que os grupos em outras mesas longe dela. Sua precisão estava quase perfeita e Gale parecia orgulhoso. Ao menos, estava sorrindo mais do que quando se conheceram.

- Não foi entediante.  - disse ele, enquanto saiam do último bar que haviam treinado. - Tenho compromissos agora a noite, teremos que deixar para outro dia. Mas não vou esquecer do meu favor.

Do lado de fora, o movimento era considerável. Se Maya olhasse ao redor, perceberia, logo em frente, uma lanchonete. Mais no fim da rua, podia ver uma loja de armas e, se olhasse para o lado oposto, uma espécie de tabacaria chamaria sua atenção. Do outro lado da rua, um rosto familiar: o tal Ronan, que havia encontrado outro dia. O destino parecia querer que os dois se encontrassem.

- Precisa que eu te acompanhe até algum lugar? - perguntou Gale, antes de sair, olhando para a jovem com um sorriso nos lábios.

Gale:
 

Histórico de Maya:
 


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 4 EmptyQua 10 Out 2018, 18:36


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Galadriel então era tatuadora! Eu havia entendido a explicação dela mas ainda não fazia sentido para mim porque alguém poderia deixar tatuagens a mostra que podiam prejudicá-lo, há realmente várias pessoas interessantes nesse mundo. Ao me apressar para chegar na hora em meu compromisso, o dia estava mesmo corrido, mas felizmente fui agraciado mais uma vez com a visão da Maya, desta vez ela estava acompanhada de um homem bonito, seria seu namorado?

Ao olhar para Maya, caso ela também percebesse a minha presença, acenaria com a mão e sorriria de forma e a cumprimentá-la, tiraria o relógio rapidamente do bolso e apontaria para este já me retirando, tentando dar a entender que eu estava atrasado e pensaria  — Ai cara, tomara que aquele porra não seja namorado dela —

Chegando a loja, cumprimentaria Faramir — Eae chefe, quais são as ordens? — e tentaria prestar o máximo de atenção no que Faramir me falasse, me atentando aos mecanismos que ele já utilizava normalmente para detectar invasores. — Show de bola, entendi! — então, me comportaria e posicionaria conforme ele havia me instruído.

Eu teria muito tempo ocioso durante a noite então, sendo assim, durante o período de vigília, eu utilizaria o espaço disponível dentro ou em algum ponto propício no entorno da loja para buscar a ambidestria, utilizaria a minha mão esquerda para treinar com a espada, fazendo golpes e manejos no ar de dificuldade baixa-média, caso houvesse algum tipo de boneco de treino, provavelmente usaria ele para a pratica também, com a adrenalina e a endorfina liberadas em meu corpo durante o treinamento, esperaria que meus sentidos ficassem mais alertas, sempre atento ao cheiro, pela minha característica, afim de perceber com antecedência a aproximação de um invasor.
Caso algum invasor adentrasse a loja, diria de forma ameaçadora:
— Coé meu bom, escolheu a loja errada pra roubar, porra! É o Ronan que ta aqui nessa porra, vaza daqui ou tu vai rodar, tá ligado? — afim de coagir o bandido a desistir da empreitada.
Caso isso não funcionasse e um combate fosse iniciado, eu trocaria a espada de mão e me preparia de forma defensiva para a luta.

Se em algum momento antes da vigília a Maya entrasse na loja, a cumprimentaria com um sorriso no rosto e levantando levemente meu chapéu, em seguida trazendo ele de volta para a minha cabeça — Ora ora, se não é Maya a bronquinha, como você ta? Já conseguiu o seu navio para navegar pelos cinco mares? — esperaria a reposta e caso ela ainda não tivesse obtido o barco para realizar seu desejo de navegar — Sabe bronquinha, acho que tenho uma proposta pra te fazer, aceita tomar um chá comigo amanhã? — se ela não aceitasse — Ah, beleza, eu entendo, hehe — sorriria sem graça e pensaria — poxa que droga.. — mas se a resposta fosse positiva, proporia um horário — 15h que tal? Um chá da tarde! — mas se Maya pedisse outro horário, aceitaria, eu tava mesmo afim daquela garota.

Caso Maya quisesse algo da loja e por algum motivo ela não conseguisse, eu conversaria com o Faramir — Ô chefe, eu conheço ela, ela é de confiança! — se o problema da Maya fosse dinheiro, ajudaria com a quantia que estivesse faltando, mas tentaria fazer isso de uma forma simpática — Olha, naquele dia eu não te paguei uma bebida, então me deixa te ajudar com isso pra me redimir... — diria com um sorriso simpático no rosto, olhando nos olhos dela.
Quando Maya saísse da loja, me despediria, também com um sorriso na boca — Valeu bronquinha, até amanhã!(ou sem o até amanhã caso ela tivesse recusado o convite) —

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 4 EmptyDom 14 Out 2018, 22:15




A hora voa quando a gente se diverte, e apesar de eu não fazer ideia do horário em si, era essa a sensação que eu tinha. Fiquei feliz por ter conseguido aprender, lá na biblioteca procurando os livros parecia tão impossível, mas ainda bem que deu tudo certo. Agora eu já tinha minha arma secreta, risos, só me falta uma arma de verdade. Ah, e aprender Meteorologia, claro, mas isso me parece mais tranquilo, na universidade deve haver algum professor doido, desses apaixonados pelo que fazem, que não deve se importar de ensinar para uma jovem alma interessada como eu.

Não, Gale. Obrigada de novo. Eu sigo daqui, até mais então! — responderia com um sorriso me afastando alguns passos deixando espaço para ele seguir seu caminho.

Bom, já que eu não preciso cumprir esse favor agora... o que eu vou fazer? Tem uma lanchonete ali... Talvez eu esteja com fome... Uma tabacaria... Apalparia meus bolsos para ter a certeza de que meus cigarros e isqueiro ainda estivessem ali. Ah!

Atravessaria a rua e adentraria o mesmo lugar onde Ronan havia entrado. Meu primeiro intuito seria falar com ele, mas levaria alguns segundos para observar a loja e o que oferecia, e se nela tivesse outra pessoa além do homem de chapéu que eu conheci, a cumprimentaria com um sorriso no rosto — Olá!

Não, não consegui meu navio — ele estava debochando de mim? — Consegui outra coisa muito legal sabe — sorriria animada colocando as mãos nos bolsos para pagar de descontraída. É realmente muito legal, mas talvez eu não devesse sair contando pra todo mundo. Vai que não entendem e me chamam de fofoqueira... — Mas... Tudo ótimo comigo e com você? — chá? Tentaria segurar o riso enquanto acenava positivamente com a cabeça aceitando seu convite. Aquele homem parece então engraçado, talvez fosse de se esperar um convite tão... aleatório. Chá... — Tudo bem, 15h, mas pode ser que eu me atrase... Não sei o dia de amanhã.

Manteria o sorriso em meu rosto e voltaria a olhar ao redor procurando examinar as armas no display da loja. Reconhecendo a pessoa responsável pelo estabelecimento, me dirigiria a ela — Oi, quais as pistolas e revólveres você tem por aqui? E qual o valor delas? — independente do valor acreditaria não ter dinheiro suficiente para pagar, entretanto perguntaria justamente para fins de pesquisa — Entendi — diria após a resposta do atendente, caso ele me mostrasse as armas disponíveis, olharia com atenção demonstrando interesse — Obrigada, certamente voltarei aqui... com dinheiro suficiente da próxima vez — sussurraria rindo para mim mesma esta última parte.

Tchau! Até amanhã Ronan, e meu nome é Maya não bronquinha — diria em meio a risadas enquanto sairia da loja.

Eu poderia ter oferecido algo em troca de uma arma mas é meio chato ficar pedindo as coisas em troca de favor, dessa vez é melhor eu arrumar algum dinheiro né? Se não vou acabar devendo favores para todo mundo nessa cidade... Com os valores das armas em minha cabeça, iria para a lanchonete próxima que havia reparado anteriormente pensando em alguma forma de arrumar grana.

Oi, boa noite, me vê um copo de café por favor? — falaria com o atendente mais próximo e me sentaria em um banco ou uma cadeira vazia.

Examinaria as paredes da lanchonete de ponta a ponta procurando algum tipo de quadro ou mural de avisos. Se encontrasse algum, iria até ele procurar algum informe sobre emprego ou alguma coisa que oferecesse dinheiro como pagamento.

Se não tivesse nada como isso nas paredes, chamaria novamente o atendente — Por favor, você sabe de algum lugar que esteja oferecendo emprego por aqui? Um quebra-galho na verdade, temporário, nada que tomasse muito tempo também... — se ele tivesse alguma informação, terminaria meu café — Obrigada! Me ajudou muito, tava top o café! — e seguiria para o local indicado se ainda houvesse tempo.
Caso ele não soubesse nada — Poxa, e nem por aqui não tem nenhum trabalhinho não? — passaria os olhos pela lanchonete — Eu sei lavar louças, ou até o chão, e o misto quente que eu faço é dez de dez, de verdade... — sorriria de forma simpática, para tentar ganhar no carisma, e se a pessoa parecesse me receber bem, continuaria —  Você ta com cara de chefe, mas, se você não for, poderia falar com ele ou ela? Eu posso começar agora se precisar, eu nem preciso receber muito... — diria por último, pensando nos valores das armas na loja anterior. Caso ele, ou o chefe, aceitasse, eu faria tudo que me propus a fazer. Se não aceitassem, ou não me dessem muita bola inicialmente, eu não insistiria mais — Obrigada mesmo assim! Desculpa qualquer coisa, não quis incomodar — terminaria meu café e sairia da lanchonete.

Se não fosse muito tarde voltaria a biblioteca para procurar algo sobre Meteorologia para ler e devolver o livro de Dolores. Sendo tarde o suficiente para a biblioteca estar fechada, voltaria para meus aposentos para pensar em outra forma de conseguir meu objetivo até cair no sono.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 4 EmptySeg 15 Out 2018, 08:59




Narração

Ronan & Maya


Desejando que o homem desconhecido não fosse namorado de Maya, Ronan acena para a jovem, sorrindo e procurando o relógio em seu bolso para dar a entender que estava atrasado. Mas, ao tatear seus bolsos em busca do relógio, não encontrou nada. Havia deixado na biblioteca? Alguém havia roubado? Era difícil saber naquele momento.

Maya não pareceu notar o aceno do homem, apenas respondendo Gale que seguiria sozinha, refletindo sobre seus próximos passos. Sentiu os bolsos sentindo seu cigarros e isqueiro, intactos, enquanto analisava suas opções: lanchonete, tabacaria...

Ronan, apesar do sumiço inesperado do relógio, seguiu para a loja de Faramir. O homem o cumprimentou animado, parecendo feliz que a hora de ir embora estava chegando.  

- As ordens são bem simples: vou para casa, você toma conta do lugar. Apesar que ainda faltam uns minutos para fechar, você está adiantado. - ele sorria, enquanto ajeitava alguns objetos do balcão. - Sabe, toda essa situação de guarda é provisória. Realmente acredito que essa ilha pode melhorar e reduzir essa violência toda. Bem, ao menos é o que eu espero.

Maya optou por entrar na loja de armas, cumprimentando Ronan com um sorriso, que retribuiu o cumprimento levantando levemente o chapéu. Com um conversa rápida sobre navios e um convite agradável para o chá, ficaram combinados de se encontrarem no dia seguinte (se nada de imprevisível acontecesse).

Assim, Maya seguiu em direção a Faramir, perguntando os preços das pistolas e revolveres, para fins de pesquisa para uma compra futura.

- Bem, temos algumas opções de 30.000 - disse o vendedor, colocando as mesmas no balcão para que Maya conseguisse analisar cada uma. - Esse é um Revolver com tambor, com opções de 4 ou 6 Tiros. Essa é a clássica Pistola, com 8 Tiros. E temos o Rifle winchester 44, também 8 tiros, com ou sem luneta.

As armas na frente da jovem eram de qualidade mediana, mas considerando o baixo preço, parecia justo. Sua aparência era simples e rústica, sendo todas feitas de materiais comuns. Maya apenas agradeceu, explicando que voltaria depois. Despediu-se de Ronan, explicando que seu nome não era bronquinha, em meio a risadas.




Maya


Como a jovem não queria ficar devendo favores para mais ninguém, decidiu que precisava arrumar uma forma de conseguir dinheiro. Seguiu em direção a lanchonete com uma esperança de conseguir algo para fazer e ser remunerada por isso. Pediu um copo de café e foi servida por um garoto, que não parecia ter mais do que 16 anos, repleto de espinhas e mau humor.  

A jovem foi até o mural de avisos em busca de algo relacionado a empregos, mas só encontrou: cardápio especial da semana; trago seu amor em sete dias; cartazes de desaparecidos com rostos de crianças e adolescentes; clube do livro. Como nada parecia lhe oferecer oportunidade de ganhar dinheiro, voltou sua atenção ao atendente.

- Sempre estão precisando de alguém para ficar a noite - disse o garoto, lhe entregando o café - Estou saindo daqui 10 minutos e a Bella vai ficar sozinha aqui. Provavelmente vai querer sua ajuda. Ela paga por turno.

Assim, mostrando para a jovem o escritório da tal Bella, Maya foi em busca de uma chance de emprego. Era uma mulher pálida, com cabelos castanhos escuros com algumas mechas brancas. Era bonita, com intensos olhos azuis, mas não parecia ser uma pessoa muito agradável.

- Pode ficar no balcão, assim que o Neville sair. - disse ela, parecendo não se preocupar muito com que a jovem sabia fazer. - Vou ficar te vigiando até o fim da noite e, se não fizer nenhuma gracinha, te pago 25.000. Nós não fechamos, sabe? Então é até amanhecer, docinho. Consegue aguentar?

A mulher pegou um avental e uma touca no armário, jogando para jovem e indicando um banheiro para que ela pudesse vestir. Neville já estava se preparando para sair e o balcão já estava vazio. As horas passavam lentamente e não tinha nenhum movimento de madrugada. A tal Bella parecia roncar em seu escritório. Então, por volta de três da manhã, um grupo de adolescentes entrou.

- Uhhh, tiramos a sorte grande -disse o mais alto, aproximando-se do balcão meio cambaleante. Seu hálito fedia a álcool. - Olha só que chuchuzinho vai atender a gente hoje, garotos.

Os outros dois, que estavam mais interessados em ver o cardápio, pareceram notar a jovem Maya. Sorriram, parecendo igualmente embriagados. O mais alto falou novamente, parecendo ser o lider do grupo.

- Estamos morrendo de fome. Prepara três sanduiches completos, chuchuzinho? Com bastante molho, batata frita e alguma bebida gelada.

Sentaram-se então em uma mesa, conversando rápido e rindo. Batiam uns nos outros, jogavam guardanapos e gritavam, de minuto em minuto, perguntando se já estava pronto.






Ronan

Faramir olhava para Ronan de um jeito engraçado, enquanto observava a jovem sair dali.

- Chá das 15:00, é? - Ele sorriu, apoiando o rosto no balcão. - Garotas não gostam mais de tanta formalidade. Conquistei minha esposa em uma casa de swing.

Entre risadas, o homem se preparava para sair dali. Guardou suas coisas e entregou as chaves da loja nas mãos de Ronan.

- Ali no fundo tem um banheiro e uma mini cozinha, que só tem uma geladeira meio vazia e bastante café. Fique a vontade para se servir, se quiser. Também tem um sakê no armário de cima, mas não beba em serviço. Boa noite garoto.

E assim começa a vigília de Ronan. Com muito tempo ocioso, o jovem decidiu treinar uma possível ambiestria, fazendo golpes no ar com o espaço disponível no meio na loja. E, nas primeiras horas, nada aconteceu, além dos barulhos noturnos comuns de Las Camp.

No entanto, próximo às três da manhã, alguém parecia rodear a loja. Era um vulto negro, que havia passado pelo menos quatro vezes na frente do estabelecimento. Do lado de dentro era impossível identificá-lo e ele não parecia ter feito nada ainda. Mas, permanecia rodeando, como se tentasse ver se havia alguma coisa lá dentro.


Histórico de Ronan:
 

Histórico de Maya:
 


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 4 EmptyTer 16 Out 2018, 19:59


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Ela aceitou o meu convite! Eu tinha certeza que um chá funcionaria, sempre funciona, quem não gosta de chá? Achei engraçado quando Faramir disse aonde havia conquistado a mulher dele, mas é claro que eu prefiro um estilo mais clássico, afinal eu sou o Ronan, o clássico!

Swish, swish! Minhas espadas brandiam pelo ar enquanto o suor escorria pelo meu rosto, ainda era difícil utilizar minha mão esquerda mas apesar de pequeno, eu já sentia algum tipo de progresso manejando a espada com esta mão. Um vulto que insistia em passar na frente da loja chamou a minha atenção, seria este um ladrão?

Eu pararia um instante e tentaria indentificar de forma olfativa aquele elemento que estava do lado de fora da loja, memorizando o seu cheiro. Conseguindo ou não, voltaria a praticar a minha ambidestria, sempre me atentando ao meu olfato aguçado. Se em algum momento eu sentisse que o sono começava a tomar conta de mim, faria uma pausa para beber um café e uma água na cozinha, afim de me manter acordado e então retomaria o meu treino, mais uma vez atento ao meu olfato, não me importaria que o elemento soubesse que eu estava ali dentro, caso assim ele quisesse, talvez sabendo que havia alguém de fato na loja, ele desistisse da ideia de cometer um crime.

Se em algum momento algum indivíduo adentrasse a loja com más intenções, tentaria dissuadir-lo — Coé meu bom, escolheu a loja errada pra roubar, tá ligado? Pode dar meia volta e vazar daqui! — e então me prepararia para um possível combate, com uma espada em cada mão, eu sei que as minhas habilidades ambidestras ainda são extremamente precárias, mas talvez o combate fosse um bom treino.
Caso a noite transcorresse normalmente, apenas continuaria a treinar minha ambidestria até o fim de meu turno, cumprimentando meu chefe quando ele chegasse — Coé Chefe, ta tudo certinho por aqui! —

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 4 EmptyQua 17 Out 2018, 00:32




As deusas do universo estavam definitivamente olhando por mim, um turno e com o valor perfeitinho pra eu comprar uma arma e não ficar pobre demais. O desafio agora era me manter acordada, sorte a minha ter tomado um cafézinho antes, e aguentar essa Bella me vigiando até o fim da noite, como ela consegue...
Posso dizer que é meu primeiro emprego? Certeza que minha mãe iria gostar, algo normal, sem eu precisar atirar em ninguém, obviamente eu não aguentaria mais de um turno ali.

Dessa vez o tempo passou se arrastando, diferentemente do que acontecera mais cedo, como se fosse um mês de agosto inteiro em algumas horas. Eu jurava que podia ouvir Bella roncando de longe, só conseguia sentir inveja.

Ah que ótimo. Bêbados, minha expertise, obrigada pai. Estava realmente muito bom pra ser verdade.

Manteria a expressão séria fitando os adolescentes até o momento que fizessem seu pedido — Preparo sim meu anjo — completaria com um sorriso falso.

Olharia ao meu redor, procurando a presença de um cozinheiro ou uma cozinha. Se esse existisse, procuraria um papel e uma caneta para anotar o pedido e passar para ele, caso não tivesse nenhum, repetiria o pedido oralmente mesmo. Até o pedido sair, toda vez que perguntassem se estava pronto eu apenas balançaria a cabeça negativamente e ficaria observando-os seriamente, prestando atenção em suas conversas tentando usar a habilidade que havia aprendido mais cedo.

Caso eu viesse a descobrir que além de balconista eu também seria responsável por fazer as comidas, procuraria no cardápio os ingredientes dos sanduíches pedidos, se eu achasse, procuraria os componentes descritos e montaria os benditos sanduíches. Se eu não achasse a receita, montaria um sanduíche com pão e todos os ingredientes que estivessem ao meu alcance, incluindo bastante molho. Completo é completo né, e eu não sou nenhuma cozinheira... Eu disse misto-quente só... Se bem que bêbados desse jeito, podem nem notar a diferença. Terminando os sanduíches, fritaria as batatas e procuraria a bebida mais gelada não alcoólica que estivesse disponível, refrigerantes ou água mesmo.

Não achando a receita em lugar algum, nem elementos para inventar um sanduíche, iria até o escritório de Bella — Oi, licença, tem uns clientes lá fora e eles estão fazendo um pedido, sanduíches completos, e eu não sei bem os ficam as coisas por aqui... — me dizendo onde estão os ingredientes, iria rapidamente preparar como descrito por ela. Se ela mesmo resolvesse fazer, eu repetiria exatamente o que foi pedido, e a observaria durante o preparo.

Toda vez que perguntassem se estava pronto apenas levantaria o dedo em movimento de negação. Esses meninos não tem noção do perigo, mais um "chuchuzinho" e eu cuspo esses sanduíches todinhos... Mentira, mas agora eu entendo os cozinheiros que cospem, é difícil resistir.

Por fim, com os pedidos prontos no balcão (independente de sua procedência) — Oi, ei, ó ta pronto aqui! Pega aqui — chamaria eles com a mão.

Se Bella até então não tivesse aparecido, à quem viesse buscar os pratos, me inclinaria em sua direção e falaria o mais baixo possível, como se fosse um segredo em tom de conselho — Se liga, é melhor vocês falarem baixo aí porque a dona daqui parece braba e talvez dê ruim pra vocês se ela aparecer, não sei — E me voltaria ao meu lugar, séria, tentando passar credibilidade.

Se por algum motivo os meninos se tornassem agressivos, ou se Bella acordasse e viesse me dar algum tipo de esporro — Eu só trabalho aqui — diria com as mãos atadas — Só trabalho aqui hoje, no caso.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 4 EmptyQua 17 Out 2018, 09:57




Narração

Ronan  


Ronan teve uma noite tranquila como vigia. Para um primeiro dia, não teve problemas. Apenas curtiu a madrugada com sono (controlado graças ao café de Faramir) e treinando sua ambiestria com bastante afinco. O vulto do lado de fora não pareceu relevante. O seu cheiro era uma mistura desagradável de cigarro, álcool e perfume barato.  Quando finalmente amanheceu, Ronan sentia-se exausto e com sono, devido ao treino e as muitas horas sem dormir. Mas, apesar disso, cumprimentou Faramir com animação.

- Que bom que tudo correu bem –  disse o homem, entre bocejos. – Bom dia, aliás. Está liberado. Te espero aqui novamente às 18:00. Está usando bem o relógio? É uma herança de família bem querida.

Assim, Faramir já começou a abrir a loja, na espera de novos clientes. Em algum momento um papel caiu no chão, como se alguém tivesse colocado entre os espaços vagos da porta. O homem leu, sem entender, e entregou para Ronan.

- Isso é seu?

Em um papel amarelado e uma letra trêmula, tinha escrito:

Citação :
Se você não conhece, não percebe. Logo, isso não existe para você. As coisas e as pessoas só passam a ter existência quando são notados.

Sem se importar muito, Faramir já começou a sua rotina diária de trabalho. Agradeceu novamente Ronan, que tinha uma manhã inteira pela frente.

- Aliás, já escolheu as espadas que vai ficar? Deixe-me ver se escolheu bem. - perguntou Faramir, antes de deixar o jovem sair.


Maya


Apesar dos clientes indesejados, Maya conseguiu sobreviver bem a madrugada de trabalho na lanchonete. Com sorrisos falsos e pouquíssima paciência para gracinhas, a jovem encontrou a cozinha vazia e se viu obrigada a ocupar também o papel de cozinheira. Mas não foi difícil. Surpreendentemente o lugar era organizado e separado pelos ingredientes, com as receitas bem expostas e detalhadas. Provavelmente eles tinham uma rotatividade extensa de funcionários e aquele cuidado era essencial para os negócios – ou para o sono tranquilo de Bella.

Com os sanduíches prontos e devorados de uma vez só, os jovens entregaram o dinheiro para Maya, mandando beijinhos de agradecimento. Apesar de ter aprendido leitura labial com Gale, aquela habilidade não precisou ser usada ali: os jovens conversavam gritando e qualquer um ouviria (mesmo se não quisesse) sobre a festa incrível que estavam e tudo que haviam feito. As grandes conquistam envolviam: mulheres, virar a maior quantidade de álcool possível e acabar com toda a droga do lugar. Muito saudável.

Mais alguns clientes apareceram no decorrer da madrugada, mas nada foi um empecilho para Maya, que logo viu o sol raiar e uma mulher com um coque apertado e levemente sonolenta entrar na lanchonete. Essa era a atendente da manhã, pronta para trocar de turno com a jovem de cabelos brancos.

- Vou acordar a Bella para você. – disse ela, com um sorriso entre um “bom dia” agradável. – E vá dormir, garota. Você está acabada. Não costuma pegar o turno da noite?

A mulher voltou em seguida, já com o dinheiro em mãos para pagar pela noite. Também preparou um café decorado e a entregou, antes de sair, como cortesia. Assim, despediu-se, já preparando para atender novos clientes que entravam.

Ronan & Maya


Aquela manhã estava indiscutivelmente agradável em Las Camp. Tanto Maya quanto Ronan estavam com muito sono, mas era quase impossível não apreciar aquele frescor presente nas primeiras horas do dia.  Uma jovem de longos cabelos negros, parecendo estar vestida para uma festa noturna (o que indica que ela também não havia dormido aquela noite) dançava pela rua e cantarolava uma canção sobre felicidade.

Com a rua vazia, cabia apenas a eles decidirem o que fazer. Também dançariam, como se ninguém estivesse olhando, apenas apreciando aquele instante de júbilo? Ah, essa tal felicidade... Muita gente não compreende que felicidade não é um estado ou uma condição de permanência.  A felicidade é uma ocorrência eventual, um instante, um episódio, e é exatamente pelo seu caráter passageiro que ela deve ser valorizada. E se você faz essas mesmas coisas de forma continuada, logo o sabor e o prazer vão embora, pois é preciso haver a ausência, a carência, para valorizar a percepção do presente. É como naquelas frases clássicas: “A abstinência prolongada é o melhor afrodisíaco” ou, para usar uma imagem mais gastronômica, “a fome é o melhor tempero”.

A felicidade, assim como o erótico, precisa de latência para repousar e renascer. E cabia apenas aos jovens decidir o rumo que os levariam até essa vida, sem rotinas ou clichês, apenas apreciando a vida como ela deve ser. Encontrariam seu destino em alto mar? Ou mudando a vida das pessoas ao seu redor? Apenas suas escolhas, cada um dos seus passos, será capaz de dizer o que o futuro os espera.

Histórico de Ronan:
 
Histórico de Maya:
 


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 4 EmptyQua 17 Out 2018, 19:03


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Felizmente, ou não, a noite havia acabado. Sem sustos, foi bom treinar a minha ambisdestria, a parte ruim é o sono que agora me afeta e... o relógio! Que merda, não acredito que a porra do relógio é uma herança de família! Quem da a porra de uma herança de família para um cara que acabou de conhecer? Maldição. Eu preciso dar um jeito nisso, também preciso dormir, também preciso encontrar a Maya na hora correta, eu to fudido.

— O relógio ta me ajudando muito chefe, apesar de ser um gênio, as vezes eu fico meio perdido com as coisas, tá ligado? E um relógio me ajuda a não perder a hora! — diria com um sorriso desconcertado.

Se Faramir me pedisse para ver o relógio, diria:
— Pô chefe, deixei ele na gaveta do meu quarto, como eu te disse, eu sou meio perdido e não quero me dar ao desprazer de perder algo tão precioso pra tu, tá ligado? —

Em relação ao bilhete:
— É meu sim chefe, pelo menos eu acho... valeu. — e então pegaria o bilhete e guardaria no bolso da frente da blusa social.

Em relação as espadas:
— Então chefe, peguei essas duas, se liga só — as tiraria da bainha para mostrar-las a Faramir, eu havia escolhido duas katanas curtas — Curtiu? — aguardaria a resposta para então finalmente me despedir — Jaé então chefe, mais tarde eu to de volta, abraços! — com um sorriso no rosto, porém com a mente preocupada.

Ao sair da loja, pegaria o bilhete e cheiraria este, procurando um cheiro próprio dele, tentaria relacionar então esse cheiro ao do vulto que passava do lado de fora durante a noite, caso o cheiro não fosse dele, apenas tentaria memorizá-lo, sendo o cheiro do vulto ou não, fecharia os olhos e inspiraria fundo, para ver se o cheiro correspondente do bilhete estava ali por perto, se estivesse olharia para a fonte deste e apenas isto.

Então, me lembrando dos lugares que passei antes de ir para a loja, refaria o caminho tentando prestar atenção se eu havia deixado o relógio cair em algum lugar, o caminho terminaria na biblioteca, que eu lembro bem ter sido o último lugar que havia utilizado ele, chegando lá, procuraria na mesa que me sentei com Galadriel e, se lá não estivesse, falaria com o bibliotecário — Olá mais uma vez meu querido, o senhor lembra de mim? — se ele lembrasse ou não, continuaria — Ah, então, eu fiquei estudando aqui ontem né e acabei perdendo o meu relógio de bolso, sabe? Daqueles bem clássicos mesmo, por acaso o senhor não viu? — Caso o bibliotecário não tivesse visto, ou não estivesse com ele, seguiria meu caminho para a casa de Dolores, afim de descansar.

No caminho, se eu não tivesse achado o relógio, começaria a refletir sobre o que poderia ter acontecido com ele — Pô cara a última vez que eu vi essa parada foi... na mesa... até... a GALADRIEL APARECER! Será que ela me roubou? Que merda, espero que não... — assim, continuaria de qualquer forma até a casa de Dolores, chegando lá caso Dolores estivesse, a cumprimentaria — Olha a mais Braba aí! Ta precisando de alguma coisa? Não esqueci que to te devendo — caso Dolores precisasse de algo simples, de rápida solução — Beleza, eu faço pra você rapidinho — e iria fazer tal coisa, caso fosse algo mais demorado — Beleza, eu vou fazer pra você, só preciso tirar uma soneca porque eu trabalhar de vigia pra conseguir essa belezinhas aqui, tá ligada? E to morrendo de sono — se ela não preciasse, só seguiria com as minhas tarefas. Então, procuraria algum tipo de despertador na casa, perguntando pra alguém que não fosse o Robert — Coé, tem algum relógio despertador aqui? — se houvesse, colocaria perto da cama que eu iria dormir e acertaria o despertador para as 14:00, caso não houvesse, pediria pra alguém me acordar — Pô, então tem como você me acordar as 14:00, por favorzão?! — em resposta positiva, agradeceria — Valeu, to te devendo uma — já com uma resposta negativa, iria me deitar assim mesmo, me cobriria com o máximo de cobertores possível, para assim acordar por conta do calor em um momento futuro e não perder o horário, mesmo que eu não descansasse muito, seria melhor do que perder o horário.

Ao acordar, tomaria um banho e então verificaria se Grace estava na casa, afim de perguntar sobre Galadriel, se a encontrasse — Coé Grace, sabe aquela garota que tava no bar contigo no outro dia? Pô, eu tava estudando na biblioteca e ela tava lá também, me contou umas paradas sobre tatuagem que eu achei irado e queria saber um pouco mais, tu sabe aonde eu posso encontrar ela? — Se a Grace me desse uma reposta positiva, agradeceria — Jaé Grace, valeu mermo! — senão — Pô Jaé, quem sabe outra hora então — e sairia, com um sorriso no rosto.

No final de tudo, iria para a região onde haviam lugares para tomar alguma coisa com a Maya, que fosse de meu conhecimento, já que eu cresci em Las Camp. Se eu não encontrasse Maya, tentaria achá-la pelo cheiro, entretanto, se eu sentisse que o cheiro dela ainda estava indo para longe da zona dos comércios gastronômicos, não iria atrás, afim de não invadir a privacidade da garota, esperaria ela por perto da Loja de Armas, já que havia sido lá que havíamos combinado de nos encontrar, esperava que Maya pensasse parecido comigo. Ao encontrar com a Maya, me dirigiria com ela para um local que nós julgássemos propício para tomar o chá.

Se em algum dos meus momentos de procura pelo relógio eu o encontrasse, seguraria ele na minha mão, afim de nao perde-lo novamente, ao dormir, guardaria ele dentro da minha cueca, por segurança.

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Capítulo I: Benção
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