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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I: Benção

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 2 EmptyDom 09 Set 2018, 19:32

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo I: Benção

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ronan Stronghold. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 2 EmptySab 15 Set 2018, 18:23


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Dificilmente alguém diria, vendo de fora, que o local para onde Dolores me levou era um laboratório, parecia mesmo uma casa como outra qualquer do interior de Las Camp. Por dentro, já me remeteria aos locais da época de universitário do meu pai, que ele me detalhava enquanto me ensinava ainda o básico da Química. Meu olfato aguçado sentia alguns odores sutis e diferentes, provavelmente provenientes das matérias-primas e dos fármacos presentes naquele laboratório, mas não era isso que me chamara atenção, um cheiro lúdico, que me parecia algo como o "cheiro do conhecimento" me deixava alegre, acho que era obra da minha imaginação mas, para mim, o cheiro era maravilhoso. Há muito tempo eu não era tutelado por alguém, muito menos lidava com companheiros de aprendizado e não seria algo ruim, — Já fiquei muito tempo sozinho nessa porra, não faz tanto mal aprender com outras pessoas — talvez a idade acompanhada da maturidade me fizesse enxergar as coisas de uma outra forma naquele momento.

Antes de entrar na sala, eu procuraria um local para deixar meus pertences que não fossem essenciais, tiraria meu chapéu, minha capa e minha gravata borboleta, colocando o chapéu e a capa em algum lugar propício para tal e a gravata dentro de um dos meus bolsos. — Eu to sempre pronto, Doutora! — Um sorriso acompanharia as minhas palavras e, então, seguiria com Dolores cumprindo os itens requisitados por ela, ao entrar no laboratório, caso houvessem mais estudantes ou médicos, me apresentaria de um jeito informal e com um sorriso no rosto:
— E ae rapazeada! Meu nome é Ronan, "mó" satisfação!

Toda vez que eu identificasse que era "hora de aprender" eu me colocaria em total atenção pelo conhecimento passado, utilizando de minha genialidade e olfato aguçado para memorizar o cheiro das substâncias utilizadas para a fabricação dos remédios, principalmente aqueles provindos diretamente da natureza, me atentaria aos compostos químicos para produção medicamentosa, utilizando o meu conhecimento em Química e Botânica para ir assimilando o que já sabia, com que estava aprendendo de novo.

Durante o processo de aprendizagem, eu tentaria arrumar informações que me ajudassem em meu objetivo principal, que era ajudar a população pobre de Las Camp, para isso, tentaria conseguir algumas informações de Dolores sobre as doenças mais comuns, mostrando-se interessado no aprendizado — Então Doutora, você que já tem mais experiência com essas paradas, qual o remédio que a galera mais tem precisado aqui na ilha e qual a doença que ele resolve? — mas se por algum motivo Dolores não me desse a informação, seguiria perguntando pros meus colegas ou outros médicos, de forma que não chamasse muita atenção, sobre isso — Qual é cara, você não sabe me responder qual o tipo de remédio mais fabricado aqui em Las Camp? —
Obtendo a resposta eu continuaria — Saquei... Porra e como você identifica essa doença? — com uma das mãos no meu queixo, mostrando atenção ocasionada pela minha curiosidade atiçada, e se alguém entrasse no mérito da área técnica "diagnose", eu me mostraria interessado em aprender sobre ela também futuramente — Irado demais isso, então faz todo o sentido aprender mais sobre essas paradas para saber qual remédio certo fábricar e dar a quem precisa! — e com essas informações eu ainda não conseguiria sozinho o meu objetivo, precisaria ainda saber aonde em Las Camp eu poderia achar o que preciso — E qual o melhor lugar aqui em Las Camp que eu posso achar essas paradas na natureza? — e sempre agradecendo o conhecimento passado de forma cordial mas do meu jeito — Caralho, vocês são brabos demais! Muito Obrigado! —

Sempre me atentando aos ritos impostos por Dolores e os meus próprios ao entrar no laboratório, ficaria naquele local o tempo necessário até aprender a Farmacologia, me colocando também sempre a disposição de Dolores para ajudar no que fosse preciso, afim de recompensá-la pelos ensinamentos passados e, quando houvesse oportunidade com ela mais a sós, levantaria o questionamento — O que você acha do momento que estamos vivendo aqui em Las Camp? Essa onda de violência, a Marinha perdida pra caralho e a população pobre se fudendo mais que todos com a falta de coisas básicas.. —  e com ela se mostrando simpática aos meus ideais populistas, eu complementaria — É por isso que a parte da população que não pode pagar, não deveria se fuder mais ainda pelo descaso da merda do Governo Mundial e da Marinha, ninguém deveria ter que pagar por saúde nessa porra! — falando de forma firme e objetiva, mas caso ela fosse contrária — Tsc.. — desdenharia de forma discreta.

Ao final do treinamento, me colocaria a disposição de Dolores para ajudar-la como o prometido.


Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 2 EmptyDom 16 Set 2018, 20:52



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Já no laboratório, Ronan se mostrou muito interessado e proativo em aprender como criar, efetivamente, remédios. Seu aprendizado durou quase nove horas, com pausas, fazendo um intensivo de tudo que era necessário para aprender esse processo. Dolores percebeu seu potencial e facilidade em aprendizado, ensinando o básico de tudo que precisava saber de forma teórica e prática. No fim do intensivão, todos os alunos do laboratório estavam exaustos e com a sensação de dever cumprido.

Os jovens estavam reunidos em uma mesa cumprida, que representava a cozinha daquela casa. Não era luxuosa, mas incrivelmente limpa e bem organizada. A mesa tinha seis espaços, ocupado respectivamente por: Dolores, Teddy, Bernard, Robert, Ronan e Grace. Eles jantavam uma macarronada e conversas variadas repercutiam durante a refeição.

- O velho Lawrence estava reclamando de um furto. Não aguento mais a violência dessa cidade. – comentou Dolores, claramente chateada, contando o que havia acontecido de manhã aos alunos. – Todo esse estado de calamidade está fazendo ser cada dia mais difícil morar aqui.

- Aí os marinheiros aproveitam, sacomé? Foda... – disse Bernard, já parecendo mais sóbrio, mas mantendo a aparência desleixada com os cabelos incontroláveis.

Grace comia bastante, parecendo nem prestar atenção no que os outros conversavam. Já estava, provavelmente, no terceiro prato e sua fome parecia inesgotável. Robert a olhava com reprovação, comendo com cuidado para não sujar suas vestes. Ele era o mais novo de todos, com apenas oito anos, mas seguia as instruções de Dolores com determinação. Mas, sem dúvida, era incrivelmente irritante e enojado.

- Vocês não deveriam se preocupar com isso. – disse o garoto, arrogante. -A não ser que sejam criminosos.

- Até você é um criminoso, Robbie. – disse Teddy, tentando cortar o assunto - Deve ser proibido aprender farmácia na sua idade.

O garoto apenas deu nos ombros, ignorando o homem. Teddy era, provavelmente, o mais velho do grupo. Sua habilidade com os pequenos frascos era admirável, considerando o seu tamanho, (quase dois metros de altura). Além de trabalhar com as substâncias com confiança, o homem também era ambidestro, carregando sempre duas espadas na cintura.

- Mas devo admitir, desde que esse caos começou, não fico sem minhas espadas. O Hector me contou que as vendas de armas aumentaram bastante em sua loja.

- Não é surpresa – comentou Dolores, levantando-se para lavar seu prato.  – Eu mesma comprei uma adaga recentemente.

Quando Grace finalmente parou de comer, completou, em tom irritado.

- E sabe quem se fode com isso, né? Os pobres.  Mais uma família apareceu com um filho doente hoje na farmácia, sem um tostão. Quem tá no subúrbio não tem nem o suficiente para comer, por isso precisam de tantos remédios. É uma merda.

- Não é da nossa conta. – retrucou Robert com arrogância. – Se eles não tem dinheiro, problema deles.

O clima de discórdia parecia reinar naquele momento. Realmente, era um assunto delicado. Ninguém quer admitir que se preocupa apenas com o próprio umbigo. Mas era fato que já anoitecia lá fora e nem todos tinham dinheiro para se aquecerem, comer e até cuidares de suas doenças. Sem dúvida, a decadência da sociedade era algo eminente e inevitável. Ronan estava entre eles, já tendo aprendido o que precisava sobre farmacologia, com a decisão de o que fazer com sua vida em suas mãos.

Dolores
Teddy
Bernard
Robert
Grace



Histórico de Ronan:
 

Grace:
 
Robert:
 
Teddy:
 
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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 2 EmptySeg 17 Set 2018, 22:53



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Apesar de exausto, a satisfação pelo novo conhecimento adquirido tomava conta de mim, o assunto que discorreu durante o jantar tinha como pauta justamente aquilo que permeava tanto a minha cabeça nos últimos tempos: A violência e seus reflexos em Las Camp. Entretanto, a divergência de algumas visões presentes naquela mesa me incomodava um pouco. Dolores se mostrava mais passiva em relação a situação, apenas buscando sua própria proteção de forma simplória, Bernard parecia ainda um pouco avoado e sua opinião era em decorrência do que havia sofrido, Robert era um garoto que logicamente chamava atenção, um garoto de oito anos estudando algo de nível tão avançado.. Mas as suas opiniões eram deploráveis. É claro que, a genialidade não lhe concedia necessariamente a empatia, talvez pelo fato de sua pouca idade e experiência, ele desconsiderasse o sofrimento alheio ou talvez fosse filho de algum Nobre. Teddy não emitiu claras opiniões sobre o assunto, entretanto saber que ele também era adepto do uso de duas espadas e amigo do dono de uma loja de armas, foi extremamente interessante para mim. Grace, a grande comilona, achou um espaço em sua fome para fazer os comentários que realmente mexeram comigo que provavelmente fariam eu me pronunciar.
— Porra, vocês não ficam revoltados ao saber que tem gente passando por esse tipo de coisa? Ninguém deveria ter que passar por isso, por ter que praticamente implorar pela própria saúde! — proferiria enquanto batia, de punho fechado, com a parte debaixo do mesmo na mesa — Mas tu pode ter certeza que não será para sempre assim.. — completaria tentando deixar um ar de determinação no ar.

Se me perguntassem se eu faria algo para mudar isso, responderia:
— Eu vou mudar isso, porra! Eu nasci com um dom, tá ligado? Nenhum dom pode ser desperdiçado usando ele apenas para benefício próprio.. —

Se me perguntassem como eu faria isso, responderia:
— Porra, qualquer um pode fazer qualquer coisa, é so querer.. Tá ligado na parada que eu disse do dom? Então porra, todo mundo tem algum, todo mundo, porra! Com alguns a gente nasce, outros tu adquire ao longo dessa vidinha.. Se você usar os seus pra ajudar o local que você vive ou frequenta, você já vai estar mudando alguma coisa, porra! Fácil demais.. É por isso que eu vou usar aquilo com o que eu nasci e aprendi pra fazer alguma coisa! —  gesticularia de forma acintosa com os braços, fazendo sinais "fortes" com as mãos — Se eu sei fazer a porra do remédio que pode ajudar as pessoas.. — apontaria para o laboratório — ..eu farei e darei pra quem precisa dessa merda! Se o problema é a violência.. — apontaria pras bainhas — ..eu vou pegar as minhas espadas e vou punir aqueles que a propagam, e é isso! — um olhar sério tentaria ser feito por mim — E não tem Marinha, Governo, Piratas e porra nenhuma que possa me impedir de fazer algo pra resolver essa merda! — ao fim, eu daria um sorriso confiante e animado com o meu futuro.

Se alguém fosse completamente contra a minha primeira fala:
— Saúde é necessidade básica, porra! É cruel e sádico fazer uma família escolher entre comprar comida ou remédio! Nenhuma Mãe ou Pai deve ter que escolher qual filho tratar, nenhuma. — Um ar muito sério acompanhariam as minhas palavras.

Se houvesse a possibilidade de deixar um tipo de mensagem ao final da conversa:
— Esse mundo é enorme demais e ta entupido de merda, ta ligado? Mas o conhecimento tudo atinge, conhecimento é poder e o poder será o meu alcance, por isso eu vou continuar me aprimorando nessa porra, treinando a minha mente e as minhas espadas e durante esse processo eu ajudarei aqueles que esse alcance atingir.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 2 EmptyTer 18 Set 2018, 08:58



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- Não será pra sempre assim? – perguntou Robert, entre risadinhas. – Depois eu que sou criança! É assim que funciona a vida funciona, novato. Alguém tem que sofrer para os outros terem uma vida boa.

Ronan então questionou o garoto, com a voz séria. “Nenhuma Mãe ou Pai deve ter que escolher qual filho tratar, nenhuma”. Teddy parecia ter ficado sentido com as palavras, mas não disse nada. Robert fez algum muxoxo de desdém, sem querer questionar. Quem quebrou o silêncio foi a anfitriã:

- Concordo que é necessidade básica, Ronan. Mas o que podemos fazer? – comentou Dolores, fumando um cigarro próxima a janela.

Ronan então contou sobre o seu dom, falando como nenhum dom devia ser usado apenas para benefício próprio. Naturalmente, ele havia chamado a atenção de todos da mesa. Todos já haviam acabado de comer e o clima de desconforto ocupava o lugar. Grace parecia a mais interessada no assunto, mas não havia acreditado nas palavras do químico logo de cara.

- Dom? Como assim, dom? Você é algum tipo de super herói por acaso?

Ronan então explicou, demonstrando seus sentimentos com movimentos dos braços e mãos, como todo mundo tem dons que devem ser usados para ajudar a melhorar a própria comunidade. Falou sobre fazer remédio para ajudar as pessoas. Falou sobre pegar as próprias espadas e combater a violência. Falou sobre como ninguém poderia o impedir de seu destino, nem mesmo a marinha, o governo ou piratas. Com um sorriso, mostrou-se animado e confiante.

- Ah, fala sério. – Robert revirou os olhos, saindo dali.

- Bem, acho que já foi discussão o suficiente por hoje. – disse Teddy, também se levantando. Apesar de tão grande, o homem parecia ser bem sensível e emotivo. A conversa sobre as dificuldades da cidade pareciam tê-lo abalado. Aos poucos, com despedidas de boa noite, Dolores e Bernard também seguiram para seus quartos.

Mas Grace continuou no mesmo lugar, apenas encarando Ronan, sem dizer nada. Apenas quando estavam sozinhos, ela comentou, parecendo mais séria que o normal.

- Eu concordo com você. Mas não é fácil mudar as coisas, mesmo tendo um dom ou toda a determinação do mundo. – ela se levantou, sentando-se ao lado do jovem, para falar mais baixo. – Eu já tentei uma vez, sabe? Não com remédios ou espadas... Eu era médica, sabe? Acredito que meu primeiro grande sonho tenha sido o de ser médica. Sonho antigo, desde criança bem pequena… Sempre quis isso. Nunca me vi fazendo outra coisa. Então, depois de formar, me doei completamente para isso.

Ela respirou profundamente e levantou, pegando um copo de água. Sentou na pia de mármore, encarando o homem. Parecia pensativa, receosa de continuar. Era como se houvesse uma luta interna, decidindo se deveria contar ou não aquilo que ocupava seus pensamentos.

- Mas deu errado. Não consegui ajudar a todos, acabei estragando minha própria saúde mental e hoje nem consigo mais exercer medicina. Não caia de cabeça sem saber as consequências. Esse ditado de “quem ajuda será ajudado” nem sempre é verdade na prática.

Ela parecia ansiosa, terminando de beber o segundo copo de água. Também olhava a geladeira, como se estivesse tentada a abri-la. Já era tarde e a casa estava silenciosa, como se todos já tivessem realmente ido dormir. A rua também parecia calma. Grace se levantou, espreguiçando.

- Acho que vou sair, estou sem sono. Seu quarto é o terceiro da direita, depois do banheiro, se já quiser dormir. Tem lençóis limpos no guarda-roupa.  


Dolores
Teddy
Bernard
Robert
Grace



Histórico de Ronan:
 



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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 2 EmptySex 21 Set 2018, 18:43


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Me senti bem em externalizar pela primeira vez e de forma concreta os meus pensamentos para outras pessoas, e eu sabia que aquilo aconteceria, não poderia ser o único a querer a melhora de Las Camp, tirando o garoto, todos mostraram se importar de fato com a situação, era um combustível para a minha fagulha. Grace se tornou o centro da atenção para mim, o que ela mencionou sobre já ter tentado fazer mais e ter falhado, despertou a minha curiosidade. Entretanto, a minha erva seca começava a fazer falta, seria inteligente arrumar um jeito de obter mais.

— Pô Grace.. te contar que eu entendo que você tenha passado por uma experiência ruim tentando ajudar os outros.. — falaria  levantando-se e caminhando em direção a Grace — Sabe, eu sou bom em muitas coisas.. Mas, ajudar pessoas com as palavras não é uma delas, ainda. — e colocaria a mão no ombro de Grace, tentando de alguma forma acalentar a moça naquele momento que parecia tanto incomodá-la — Só que tem uma coisa que eu tenho certeza, e essa coisa é que, se existissem mais pessoas como você nesse planeta, ele seria muito melhor. — e daria um sorriso amigável.

Se Grace ficasse feliz com as minhas palavras, eu responderia apenas com um sorriso e deixaria a minha curiosidade tomar conta, também tendo em mente que eu precisava de mais erva seca.
— Pô, eu acho que vou dar um rolé por aí também.. — Caso eu saísse junto com a Grace, me interessaria pelo o que houve — Por que você não fala mais sobre como aconteceu e o que deu de errado na sua jornada? Talvez seja bom botar pra fora. — Tentaria passar um sorriso amigável para a moça.

Caso Grace me contasse o que aconteceu, tentaria animá-la com palavras calorosas — Caramba Grace.. eu sei que tu não recebeu o respaldo que queria, mas infelizmente, essa parada de tentar ser um "herói" — faria o sinal de "entre aspas" para Grace — é um bagulho muito ingrato, só que nessa vida a gente acaba achando pessoas com pensamentos iguais e, assim, geral fica mais forte! Quem sabe eu não posso te ajudar agora? — daria novamente um sorriso caloroso no final.

Se Grace não me contasse:
— Eu entendo você, mas valeu por ter conversado sobre comigo, pô! — daria um sorriso caloroso e completaria — Mas se um dia você se sentir confortável e quiser conversar, só falar!

Se Grace me perguntasse o porquê de eu estar indo andar na rua a noite, explicaria a erva seca.
— Então.. — continuaria dando uma risada sem graça e passando a mão na própria nuca — Eu preciso achar um pouco mais de erva seca, quando a minha cabeça fica bagunçada pra caralho, ela é a única coisa que me acalma e sinto que logo, logo eu vou precisar desse bagulho, se quiser me acompanhar... —

Critérios para procurar a erva seca: Primeiramente, tentaria ir até algum lugar conhecido meu em Las Camp, com rica flora, para coletar a erva na natureza e lá usaria de meu olfato aguçado para achá-la. Caso eu não conhecesse tal lugar e Grace ainda estivesse comigo, perguntaria a ela se conhece um local propício e a seguiria até lá, utilizando também meu olfato no local. Caso as duas primeiras opções falhassem, me dirigiria a uma loja de meu conhecimento que venda esse tipo de produto.

Caso eu e Grace fossemos juntos até um dos locais eu conversaria com ela:
— Mó merda, ainda não arrumei pelo menos uma espada nova, esse dia passou rápido demais e chega a ser escroto andar com duas bainhas vazias, que tipo de maluco faz isso? Amanhã irei perguntar ao Terry se ele pode me ajudar com essa parada, ele pareceu ser um cara maneiro.. —

Caso Grace não me acompanhe, continuaria minha busca de forma solitária.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 2 EmptyDom 23 Set 2018, 22:24



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Enquanto caminhavam juntos em direção ao centro noturno de Las Camp, Ronan tentava ajudar Grace com seus sentimentos reprimidos. Falou até que o mundo seria muito melhor com pessoas como ela. Aquele comentário rendeu um sorriso para a jovem, quebrando um pouco o clima tenso que estava entre eles. Ao perguntar o que deu errado, no entanto, a jovem se manteve reprimida. Realmente a jovem parecia ser sensível a respeito desse assunto em especifico.

- Não quero falar sobre isso, não agora.

Mantendo em mente que precisava de mais erva, Ronan aceitou bem a decisão de Grace. Seguiram caminhando, com a jovem guiando o caminho pelas ruas escuras de Las Camp. Estava bem escuro e as casas pareciam silenciosa. Mas a medida que aumentavam os passos, chegavam a um bairro mais animado na cidade, onde as pessoas pareciam gostar mais da vida noturna. Pararam na frente de um bar, com um musica animada e parecendo razoavelmente cheio.

- Vou encontrar com os uns amigos, quer me acompanhar? – perguntou Grace, antes de entrar no bar. Ronan explicou sobre a necessidade de achar erva, já que isso o acalma quando sua cabeça “fica bagunçada pra caralho”. – Erva? O Frodo deve ter. Mas acho que ele vende os cigarros prontos... Se quiser a erva pura mesmo, vai ser mais difícil. Mas vamos entrar, se mudar de ideia eu dou uma deixa pra você sair sem ficar chato. Os caras são legais.

Já dentro do bar, Grace seguiu direto para uma mesa com três homens e uma garoto. Todos bebiam e riam, animados com algum assunto em comum. Grace logo se aproximou, abraçando a garota de imediato.

- Bem, pessoal, esse é o Ronan. Estava aprendendo mais sobre farmácia com a gente lá no laboratório. Ronan, esses são: Saruman, Legolas, Frodo e a minha lindíssima Galadriel.

Todos cumprimentaram, voltando rapidamente para seus assuntos e contando as novidades para Grace. Frodo era um homem alto, musculoso e loiro, com um olhar adormecido. Vestia uma jaqueta roxa aberta e uma faixa azul clara adornada com um cinto dourado. Usava uma calça larga cinza e sandálias escuras, mostrando todo o seu peito nu com a jaqueta aberta.

Frodo:
 

Já a jovem Galadriel realmente merecia o adjetivo de lindíssima. Era é uma mulher muito alta, magra e com um cabelo preto e longo que se estendia até o quadril com mechas de cabelo que moldam sua face com o queixo para baixo, seios grandes, testa elevada, olhos azuis com cílios volumosos. Ela parecia bem a vontade com a Grace, conversando animadas sobre um assunto qualquer.

Galadriel:
 

O tal Saruman parecia meio antissocial e briguento. Ficava realmente focado em seu copo, virando as bebidas rápido demais. Era alto e magro, mas sem deixar de ser um homem musculoso, com sobrancelhas arqueadas e um estreito cavanhaque raspado. Ele tinha um cabelo ondulado que batia nos ombros.

Saruman:
 

Por fim, o  Legolas parecia o mais alegre entre o estranho grupo. Também era o mais novo. Tinha o cabelo loiro desgrenhado, maior na parte de trás. Usava brincos branco de argola nas orelhas e também usa um boné de basebol branco com chifres saindo da sua cabeça. Ele vestia uma camisa de manga comprida ao estilo de uma girafa. Tinha uma aparência afeminada, vestindo uma bermuda curta e sapatos de salto alto.

Legolas:
 

Grace se aproximou mais de Frodo, olhando para Ronan. Com um sorriso, perguntou:

- Abacaxi, ainda tá vendendo aquela erva? Tem alguma por aí?

Pra você, Grace? – perguntou ele, curioso. – Achei que não fumava mais. Mas tenho sim, uma quantidade razoável aqui comigo. Precisa de quanto?

Grace então olhou para Ronan, erguendo as sobrancelhas, dando uma deixa para ele agir, se desejasse. Legolas conversava animado com Saruman sobre um paciente com uma doença indecifrável, mas o homem apenas continuava virando a bebida, como se não se importasse muito com os elogios do garoto sobre seu desempenho no hospital. A jovem Galadriel se levantou para buscar mais bebida, arrancando olhares de todos do bar e Frodo mexia em sua bolsa, esperando uma resposta. Tudo indicava que a noite estava longe de terminar.

Frodo
Grace


Histórico de Ronan:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 2 EmptySeg 24 Set 2018, 20:08


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Ronan estava mais social do que nunca. Meu dia que havia começado de forma despretensiosa, acabara por me levar a diversos conhecimentos e experiências novas, pessoas cada vez mais exóticas começavam a aparecer na minha vida, Frodo utilizava sandálias que me chamaram a atenção — Com certeza são mais confortáveis — e seus olhos denunciavam claramente que ele também utilizava a erva(hehehe). Galadriel realmente chamaria a atenção de qualquer um que fitasse os olhos na jovem, ela e Grace me pareceram ter algum tipo de relacionamento mais sério, principalmente pelo pronome possessivo que Grace havia utilizado para se referir a ela. Saruman apesar de não ser um homem muito interessante em um primeiro momento, apresentava uma vestimenta que muito me agradava, um homem trajado ao esporte fino era sempre um homem bem vestido. Mas o que mais me chamou a atenção a primeira vista, foi o jovem de chifres, — Mas que porra.. —  como assim tinha um ser aparentemente humano, de chifres, ali na minha frente! Isso certamente seria motivo de minha atenção, ainda mais acrescido do fato que o garoto comentava sobre uma tal de doença indecifrável, era um prato cheio para mim. Entretanto, Grace puxou a minha atenção de volta para Frodo, que iria me ajudar a satisfazer meu vício.

— Hã?! Ah sim porra, foi mal... — diria com os olhos arregalados enquanto mudava minha atenção dos chifres do garoto para, finalmente, Frodo — Então meu bom, Grace me disse que você tem um pouco daquilo que eu quero, tá ligado e se você tiver um isqueiro ou fósforo, melhor ainda... Quanto ta? — diria, levando a mão ao bolso onde se encontrava o meu dinheiro, para fazer a compra.

Caso ele me venda, agradeceria com um sorriso, guardando os baseados no bolso da minha blusa social — Valeu meu consagrado! —

Se por algum motivo ele não quisesse vender, olharia para a Grace contrariado — Hmm, ok então.. — e voltaria minha atenção novamente para o garoto de chifres.

Se ele não possuísse o isqueiro ou os fósforos, iria até o bar para comprar alguns e, em seguida, voltaria a mesa.
— Vou no bar comprar um isqueiro — avisaria de forma breve as pessoas e, chegando no bar, para o bartender, diria:
— Fala ae meu bom, será que você teria um isqueiro ou fósforos pra me vender? — e então, pagaria ao dono do bar o valor estipulado, guardando o isqueiro ou os fósforos no bolso da blusa social.

Com a questão da erva resolvida, tornaria a prestar atenção nos dois rapazes que falavam sobre a doença que ainda não havia sido descoberta, o entusiasmo do garoto para com o homem de cartola havia despertado a minha fome por conhecimento.

— Porra, então vocês são médicos?! Irado! Eu sei que isso é uma merda pro paciente, mas deve ser motivador quando aparece algum tipo de doença que tu ainda não conhece, né não? Afinal, sai um pouco da mesmice.. — falaria com o tom simpático para com os dois rapazes.
Caso eles recebessem bem as minhas palavras:
— Saquei... Pô, eu não sei se eu vou ser muito sem noção pedindo isso, mas será que eu poderia acompanhar vocês algum dia no hospital? Eu to numa vontade absurda de aprender mais justamente sobre os diagnósticos das doenças, tá ligado? — falaria, fazendo meus clássicos gestuais com um dos braços — Como a Grace falou, eu entrei na área da médica e queria aprender mais, eu prometo não atrapalhar vocês não, tá ligado? Só assistir enquanto vocês fazem as paradas já seria bom pra cacete... — terminaria com um grande sorriso no rosto.

Caso minhas palavras não fossem bem recebidas ou então eles não aceitassem o meu pedido, agiria de forma simpática de qualquer forma, afinal, eles ainda eram amigos da Grace por quem eu possuía simpatia
Ah pô, tranquilo.. Bem, hoje o dia foi cansativo pra caralho, vou vazar pra ver se consigo descansar um pouco. — diria dando uma sorriso desconcertado — Prazerzão galera, espero encontrar-los de novo em breve — faria um "joinha" com a mão me despedindo.

Caso eles aceitassem o meu pedido:
— Porra, vocês são brabos demais! Valeu "mermo", quando eu posso colar lá com vocês? — esperaria a resposta e então continuaria — Beleza, então "jaé", vou aparecer lá! Valeu mesmo rapazeada.. — terminaria com um grande sorriso no rosto.

E ao terminar a conversa, me dirigiria a todos — Bem, acho que vou dar uma esticada nas perna, alguém ta afim de vir — diria mostrando um dos baseados que eu havia guardado, tentando dar a entender que iria dar essa volta para fumá-lo — Alguém me acompanha? — terminaria com um sorriso sacana no rosto.

Se em qualquer situação eu saísse para a rua, andaria em direção a casa de Dolores afim de dormir e, no caminho, acenderia o baseado aproveitando a noite, o caminho e, é claro, o baseado.

Se alguém me acompanhasse e a noite continuasse bonita:
— Porra, que bela noite pra fumar um, é literalmente uma benção!

Se o clima tivesse mudado para algo "ruim".
— Que merda, o que aconteceu aqui fora? Pelo menos eu agora tenho um baseado..

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 2 EmptySeg 24 Set 2018, 21:22




A vida acadêmica não é para mim. Eu tentei estudar, tentei focar, tentei me dedicar, mas parece que as coisas tranquilas de serem aprendidas perdem a graça muito fácil. Pela minha mãe eu fiz essas coisas, e por ela eu vou continuar, mesmo cheia disso. Mas a pior parte não é nem de longe o estudo em si, a pior parte é definitivamente as pessoas. Quanto mais as observo, mais prefiro me distanciar. A quantidade de gente egoísta, egocêntrica, querendo passar por cima do outro e se fazer superior é imensa. Queria que Vic estivesse aqui. Posso, com os dedos de apenas uma mão, contar a quantidade de pessoas legais e interessantes que tem nesse lugar. Ou talvez eu seja exigente demais. Talvez.

A verdade é que eu estou cansada, parece que faz mais de um mês que eu não dou uma boa risada ou escuto uma música legal. Eu não aguento mais faculdade, não vejo a hora de sair e fazer algo concreto. Ultrapassar o teórico, navegar mares e mares...  

Preciso da minha válvula de escape. Que me perdoe meu pulmão! Minha mãe sempre dizia...

Sairia do local que estivesse, e buscaria lojas ou bares na rua que aparentassem vender cigarro. Tentaria conseguir pelo menos um maço, mas não me importaria de comprar avulso. Se me perguntassem sobre alguma marca específica, diria não ter preferências, fumaria qualquer uma só para me distrair a cabeça.
Caso não achasse em nenhuma loja, ou por algum motivo não conseguisse comprar, procuraria por alguma pessoa que estivesse fumando e pediria, forçando um sorrisinho simpático — Oi... er... licença, me arruma um cigarro aí, por favor? — Se a pessoa me desse eu agradeceria — Nossa, salvou minha vida. Obrigada anjo. — Caso a primeira pessoa não me desse eu a pediria desculpas e seguiria para a próxima, faria isso com no máximo três pessoas e então desistiria.

Nessa minha busca, repararia nos lugares mais movimentados, e nas pessoas que os frequentam, procurando algum outro tipo de distração, ou diversão.




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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 2 EmptyTer 25 Set 2018, 09:41



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Ronan apreciava a experiência de conhecer tanta gente nova, usando seu jeito curioso para prestar atenção naqueles que rodeavam a mesa. Quem se destacou - e com razão - foi o jovem Legolas, com seus chifres e seu assunto que interessava muitissimo o jovem químico: diagnose. Mas antes que pudesse pensar mais a respeito, sua atenção foi chamada por Grace, que o tirou de sua distração

- Ahh, agora sim faz sentido - disse Frodo, rindo. - Eu vendo pacotes, tá ligado? Tenho um com 20 cigarros prontinhos e da melhor qualidade. Faço pra você por 10.000. Acho que no bar você arranja uns fósforos.

Compra finalizada, baseados no bolso, o jovem foi até o bar conseguir o último item que faltava para seu vício ser saciado: fogo. A jovem atendente limpava um copo quando foi solicitada.

- Cinco caixinhas de fósforo são 20.000. Pode ser?

Com mais um negócio fechado, Ronan voltou para a mesa com os fósforos no bolso e com bastante curiosidade sobre o assunto na ponta da mesa.

- O Saruman é médico - disse o garoto de chifres, parecendo animado. - Ele é o melhor da ilha quando o assunto é saber o que o cara tá sentindo. Chega uns casos tão bizarros, passam por todos os médicos e quando chega nele.... Bum! Descobre qual é o problema. Eu ainda estou estudando... Mas espero ser um médico muito foda algum dia também.

Apesar da empolgação e clara admiração do mais novo, o homem não mostrava nenhuma reação com os elogios. Pelo contrário, pareciam irritá-lo. Ronan então perguntou se poderia os acompanhar um dia, só para assistir um dia no hospital na área de diagnósticos. O homem ouviu com atenção, mantendo o olhar fixo em Ronan, com um gota de alcool descendo pelo seu cavanhaque e disse secamente:

- Não.

Com o pedido recusado, Ronan manteve a postura simpatica pela consideração com Grace. Se despediu, fazendo um joinha com a mão, seguiu para a rua em direção a casa de Dolores. Acendeu um baseado e ficou andando, apreciando a noite. Estava sozinho e a noite estava fresca e silenciosa. Não conseguia ver quase ninguém na rua, apenas um grupo de amigos que passou rindo ao seu lado e uma garota de cabelos brancos entrando em um bar. Logo a frente, podia ver a casa de Dolores, com um quarto esperando por ele.


Frodo
Legolas
Saruman
Atendente


Histórico de Ronan:
 

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Perdida em seus pensamentos sobre estudos, obrigações e saudade, Maya se sentia cansada de tanto estudo teórico. A vontade de viver a vida e conquistar suas próprias aventuras no mar era notável. Mas, com poucas opções no momento, decidiu partir direto para sua válvula de escape que havia se tornado um vício: o cigarro.

Caminhando pelas ruas frescas de Las Camp, tarde da noite, poucos bares estavam abertos. A rua também estava bem vazia, podendo ver ao longe um grupo de amigos e um cara de chapéu andando sozinho o passeio. Quando passou próximo a um bar aberto, decidiu entrar.

O lugar era uma estalagem aconchegante. Quente, limpa e acolhedora, mas bem vazia pelo horário. Podia-se ver uma garota de cabelos louros sentada, sozinha, com um livro e uma caneca de cerveja. No balcão, havia um homem sentado em silêncio, parecendo observar o lugar, também com uma bebida em mãos. Ela parecia quente, pois saia fumaça, mas não era possível identificar o que ele bebia. Havia ainda um casal, bem ao fundo, trocando carinhos nas mãos e conversando animados. O atendente era um jovem alto, meio desengonçado, parecendo estar com sono.

- Boa noite. Em que posso ajudá-la? - Perguntou o atendente, com um sorriso meio torto. - Estamos com um promoção no quentão.

O homem ao lado sorriu, fazendo joinha com a mão e apontando para a própria caneca, como se aprovasse a bebida.

Garota:
 
Homem:
 
Casal:
 
Atendente:
 

Histórico de Maya:
 


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 2 EmptyTer 25 Set 2018, 17:31


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Mordido por dentro, saí do bar com pensamentos raivosos para com o ser arrogante com quem havia me deparado — Quem aquele merda pensa que é?! Caralho, tranquilo dizer que não e tal, mas precisava ser um boçal? — cogitei em voltar aos meus velhos moldes. Eu, um livro e meu quarto. — Eu sou um gênio porra, não preciso passar por isso — Entretanto, me sentia bem com as minhas novas experiências, eram bom lidar com o mundo aqui de fora, muito bom. Acendi meu baseado, na tentativa de afastar a frustração de minha mente e aproximar a calmaria que a erva sempre me trazia, a noite era perfeita para isso...
O cansaço já tomava conta do meu corpo, o dia havia sido longo e eu acordara cedo, poucas coisas me importavam mais naquele momento do que uma cama quente e era atrás dela que eu estava indo, pelo menos foi o que pensei.
Haviam poucas pessoas na rua por aquela hora, a erva provavelmente já causava seus primeiros efeitos em minha cabeça, tudo era mais palpável, mais válido de admiração, mas nada se comparou com a figura que eu vi entrando num bar.
Ela passou rápido com seus cabelos brancos como.. neve. — Parece um anjo... — Não pude acreditar que ser tão belo poderia ter passado bem diante dos meus olhos, precisava ter a certeza de que aquilo não era obra de minha cabeça perturbada.

Fecharia os olhos e inspiraria profundamente, na intenção de captar e guardar na minha cabeça o cheiro daquele ser angelical, em seguida seguiria para o bar onde ela havia entrado e, lá dentro, a procuraria no intuito de me aproximar da bela dama.
Ao avistar ela, pensaria em me aproximar de algum modo que não parecesse estranho para a moça. — Calma Ronan, porra, se ajeita, cacete! — Bateria na minha roupa utilizando as minhas mãos com o intuito de tirar qualquer pó ou sujeira presente em meus trajes, ajeitaria meu chapéu e minha gravata — Bonitinho, porra! — e andaria de forma "triunfosa" em direção a moça.

Já no balcão do bar, sentaria com um banco de espaço para a moça e, então, tentaria uma aproximação.
— É uma bela noite lá fora né?  — diria com um sorriso amigável para a dama — É gostosinho demais beber ou fumar alguma parada nesse tempo, faz bem pra cabeça, tá ligada? Escapar um pouco do cotidiano, esquecer a merda que ta essa cidade... —

Se a moça fosse receptiva, completaria.
— Aceita uma bebida? Eu pago essa e, se você gostar de mim, você paga a próxima — terminando com um grande sorriso sacana.

Se a moça não fosse receptiva, diria:
— Uoou, que bronquinha! Ta ok então, vou te propor uma parada, eu pago a nossa primeira bebida e você me da outra chance de começar essa conversa, se eu vacilar de novo, eu paro de encher teu saco, que tal? — terminando também com um sorriso sacana.

Caso a moça não aceitasse de forma alguma, eu ficaria muito, muito, muito triste, de uma forma que nunca havia ficado antes e voltaria para a casa de Dolores para finalmente dormir.
Com ela de alguma forma aceitando a minha proposta, eu falaria um pouco sobre mim.

— Bem, o meu nome é Ronan Stronghold e eu sou um cientista, tá ligada? Eu sei que essa parada aqui em Las Camp não é uma coisa que se diga "ó nossa, que coisa diferente!", MAS! Eu não pretendo ficar por aqui, tá ligada? As imagens nos livros que me ensinaram grande parte do que eu sei, não são o suficiente, tá ligada? PORRA! Las Camp é só asfalto e contrução, quase não tem mata por aqui, como que um Botânico igual a mim pode ter experiências de verdade por aqui, tá ligada? É por isso que, depois de resolver algumas coisas por aqui, eu vou sair dessa cidade, navegarei os mares até a Grand Line para ver e tocar em espécimes nunca antes vistas! — terminaria com, provavelmente, um semblante animado por pensar em meu futuro e então completaria ainda mantendo o semblante — Me fale um pouco sobre você!

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Benção   Capítulo I: Benção - Página 2 EmptyTer 25 Set 2018, 23:53




Quão tarde deve ser... Poucos bares abertos, as ruas vazias, um estabelecimento inteiro para 5 pessoas e eu. Pelo menos ele é limpinho e as pessoas parecem normais. O clima quentinho, pessoas conversando, realmente não era tão ruim. Talvez não fosse o tipo de diversão que eu tinha imaginado, mas desde que tenha meu maço de cigarro, é o suficiente para ficar por aqui prestando atenção na conversa alheia, ou observando cada pessoa e criando em minha cabeça uma história para cada uma delas.

Boa noite. Em que posso ajudá-la... Estamos com uma promoção no quentão.

Sentaria em um banco próximo ao balcão, sorrindo sem jeito para o homem ao lado que mostrava sua própria caneca, voltaria minha atenção para o atendente do bar — Boa noite! Você, por um acaso, vende maço de cigarro aqui? — Diria enquanto passaria os olhos pelo bar procurando algum vestígio de que pudesse ter cigarros ali. Se ele afirmasse vender, eu pegaria dinheiro em meu bolso — Me vê um então, por favor. — Compraria, aceitando o valor dito pelo vendedor. Conseguindo comprar o maço, pegaria um dos cigarros a mão e novamente me voltaria ao atendente com um sorriso sem graça — Você não teria fogo aí, teria? — Se ele tivesse e me oferecesse de bom grado, eu acenderia meu cigarro, se não, perguntaria — Você vende fósforos então? Ou um isqueiro? Quanto seria? — caso vendesse, eu compraria.
Se o bar não vendesse cigarros, me sentiria um tanto frustrada e pensaria em aproveitar a promoção do quentão e depois iria em outro lugar compra-los.

É uma bela noite lá fora né? É gostosinho demais beber ou fumar alguma parada nesse tempo, faz bem pra cabeça, tá ligada? Escapar um pouco do cotidiano, esquecer a merda que ta essa cidade...

Olharia rapidamente para os lados, procurando entender quem estava falando e com quem. Será que é comigo?

Hum... — Responderia sem saber exatamente se era a mim que aquele homem estava se dirigindo. Realmente é uma bela noite, mas que? Continuaria virada para frente sem muito entender. Mesmo dessa forma, tentaria olhar pela minha visão periférica a sua aparência.

Uoou, que bronquinha! Ta ok então, vou te propor uma parada, eu pago a nossa primeira bebida e você me da outra chance de começar essa conversa, se eu vacilar de novo, eu paro de encher teu saco, que tal?

Bronquinha? Não conseguiria segurar o riso, e talvez um sorriso poderia escapar. Recuperaria minha serenidade no rosto e viraria para aquele individuo, que tinha em sua face um sorriso, um tanto engraçado para mim. Longe de mim recusar uma bebida graça, mas que por favor, não seja uma pessoa chata.

Tudo bem então — diria sorrindo também.

Bem, o meu nome é Ronan Stronghold e eu sou... Nossa. Eu não esperaria que ele fosse falar tanto. Foram exatamente trezentos “tá ligada” em menos de 1 minuto, eu acho. Em algum momento ouviria falar em Botânica, PORRA!, e Grand Line. O último assunto causaria palpitações em meu coração. Talvez ele seja interessante, afinal. A animação que tomara conta de suas feições no final de sua apresentação, me deixaria animada também, ansiosa, como se algo estivesse para acontecer. — Me fale um pouco sobre você!

Eu sou Maya.

Caso, anteriormente, eu tivesse conseguido comprar cigarros, mas não tivesse conseguido uma forma de acendê-los, perguntaria — Primeiramente, você tem fósforo ou isqueiro aí?
Então, daria um gole da bebida que ele teria comprado para nós dois, tomando um tempo para pensar no que falar.

Então, eu sou Maya. Também acho que falta um verde por aqui, um ar mais puro né... Eu estudo aqui. Legal que você é cientista! Eu sou navegadora, e se eu pudesse e tivesse um navio iria agora para os mares e com certeza para Grand Line, inclusive eu tenho uma amiga de infância que virou pirata e.... Enfim — Cortaria o assunto, com um sorriso sem graça, porque provavelmente acharia estar falando demais e procuraria um relógio pelas paredes do bar para poder ter noção das horas — Bom, já deve ser bem tarde né... Obrigada pela bebida.

Levantaria do meu lugar no bar, e me dirigiria até a saída para ir embora de volta para meu quarto. Se Ronan continuasse no bar, acenaria um breve tchau para ele ao passar porta. Se ele saísse também, me despediria novamente com um sorriso — Tchau, boa noite! — Caso o caminho dele fosse o mesmo que o meu, ficaria sem graça em ter dado tchau e seguido para o mesmo lugar, e continuaria caminhando.


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