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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!

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MensagemAssunto: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 2 EmptyDom 09 Set 2018, 19:31

Relembrando a primeira mensagem :

No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) caçadores de recompensa Gallore Strange e Kisame. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 2 EmptyQui 27 Set 2018, 21:24



     

         

         

             

Kisame


             

Ainda Maior


             

             
O enorme peixe que me atormentara parecia ter um pouco de juízo e inteligência, após minhas ameaças se contentou em deixar sua refeição para uma outra hora.

- Mas que porcaria, em cada lugar que ancoramos você, alguma merda estranha acontece. Fico me perguntando realmente, porque o príncipe dos mares precisaria de uma embarcação.

Indagaria à Walrus. Era algo a se pensar, não que realmente fosse necessário. Mas porque diabos estava preocupado em me justificar para um peixe estranho com sotaque, eu que deveria estar fazendo perguntas nesse instante.

- Por onde eu passar com este barco, todos saberão quem eu sou, cabeça de pedra. Um barco pode erguer uma bandeira, eu não teria paciência para sair carregando uma por ai.

Não demorou muito para que minha atenção fosse direcionada para outra coisa, que acabara interrompendo meu diálogo com o peixe. Um enorme ser que parecia ser um emaranhado de raízes de árvores surgia em meio ao local aonde justamente meus companheiros e viagem haviam ido.

- Mas que merda é essa, é ainda maior que você!

Minha surpresa era tamanha, meu instinto natural e desejo era de que minha mão se dirigisse à espada em minhas costas, porém tomava o rumo da minha cabeça, coçando-a enquanto a pergunta seria dirigida para os dois próximos de mim. Ela realmente poderia ser maior que ambos, tiraria o chapéu se possuísse algum.

- Cabeça de peixe, você sabe que merda é aquela?

Perguntaria caso o ser ainda estivesse nas redondezas, mas não diria muito alto, ainda não queria arrumar confusão.

- Gallore e Aduum estão naquela direção! Mas não posso abandonar o barco agora, espero que isso não os veja.

Diria para mim. Coisas ruins aconteceram no momento em que deixamos nosso barco sozinho e isso não poderia se repetir, ainda mais com um peixe suspeito como esse rodeando-a, não poderia arriscar mas esperava que o médico e seu companheiro não fossem burros o bastante para serem vistos por esse monte de troncos.

Imediatamente começaria os preparativos para sair da ilha, para que na chegada dos dois, tudo estivesse pronto para partirmos, já teríamos até destino, pois durante meu momento de reflexão ao chegar na ilha, lembrei daquela bússola estranha que Karthus havia nos dado e como um bom navegador não iria perder a oportunidade de desbravar um outro mar.

Primeiramente seguiria para as velas e "acionaria-as" para que o barco se movimentasse de leve, ainda não tiraria a ancora. Retornaria para o timão e então movimentaria o leme, apenas para virar o barco, deixando-o de frente para o próximo caminho. Realizaria o controle com calma, não dando oportunidades para danificar o casco da Walrus. Após isso, novamente posicionaria as velas centralizadas à viagem, mas apenas uma. Estabilizando a escuna, seguiria para perto da ancora e lá permaneceria até o retorno dois dois problemáticos.

- Desta vez não daremos sorte para o azar, malditos sejam!

Ficaria atento e observando tudo que pudesse acontecer na direção do monstro, principalmente se os dois voltariam com nossos equipamentos e tudo que estávamos precisando. Assim que os visse, começaria recolher a âncora com todas minhas forças.

- Vamos seus idiotas, acelerem, vamos embora daqui logo!

Conhecendo os dois, sabia que trariam problemas e temia que desta vez fosse aquele ser da floresta, desta forma, o grito seria desesperador, porém não interromperia minhas ações. Posteriormente me dirigiria para as velas, soltando todas para que a navegação pudesse ser realizada sem nenhuma pendencia. Seguiria para o timão e manteria o barco estável e próximo da terra firma, para que os mesmos pudessem embarcar sem maiores dificuldades. Se necessário, soltaria o timão, mas não antes de ter certeza que Walrus estivesse seguindo o curso em linha reta. Aproximaria-me daquele com dificuldades para subir e estenderia minha mão, assim que pegasse-a, puxaria com toda minha força e retornaria para a direção do barco.

- Vocês nunca aprendem né? Eai, conseguiram encontrar algo de útil para nós/

Questionaria ambos e então observaria ao seu redor. Lançaria apenas um olhar jugando-os, sozinhos ou não.

- Toda vez isso, primeiro aqueles dois pirralhos insuportáveis, depois uma fruto do demônio e uma raposa, tritões e por ai vai. ISSO SÓ PODE TER SIDO COISA DO GALLORE!


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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 2 EmptySab 29 Set 2018, 11:07






Gallore Strange


"Não Lute Quando Você Pode Correr"





- Isso só pode ter sido coisa do Kisame. - Diria caminhando pela margem no momento em que sentisse o tremor e o som estrondosamente alto, meu primeiro pensamento era que aquilo vinha do Walrus, que nossos canhões haviam sido disparados por algum motivo. - Ah cara, ele só deve estar me apressando, não deve ter gostado muito da ilha, não me admira, não tem nada aqui segundo esse garoto.

- Eu disse pra ele só chamar em emer… gên… cia. - Meus dizeres iriam se estendendo pois a medida que fosse falando eu perceberia que um canhão não podia fazer a terra tremer e muito menos viria da direção da floresta, sendo o ultimato o momento em que olhasse na direção do pântano e visse aquela, coisa..

- Mas que… - Nesse momento você deve estar pensando: “Ah, o Gallore é doente, com certeza vai pular com um cruzado de direita na cara do bicho.” Não dessa vez amigo, não dessa vez, suponhamos que eu de fato fizesse isso, eu não conseguiria tratar essa garota ao mesmo tempo em que lutasse, por mais que ela tenha recuperado o pouco de consciência seu estado ainda é muito, estranho, tudo o que eu fiz foi o primeiro socorro do primeiro socorro, e eu muito menos conseguiria lutar ao mesmo tempo em que tivesse que proteger esses dois. De qualquer forma olha só esse bicho, não é um humano, alguém transformado e muito menos um inimigo que deva me considerar digno para apostarmos o orgulho em uma luta, não, essa coisa é a própria Marina Silva Mão Natureza vindo me pegar. O que me acordaria da minha viagem de pensamentos seria o garoto gritando para nos apressarmos, sendo esta a única coisa que eu teria ouvido dele antes de começar a correr no meu máximo que conseguisse carregando alguém e ainda assim cauteloso para não escorregar no percurso em direção à costa onde se encontra o Walrus.

- AAAAH, só por que eu quis cortar seus galhos mais cedo não precisava disso!! … Mau dia mau dia mau dia.

Se aquela coisa realmente não mudar de direção e por fim sair da floresta, aí as coisas complicam um pouco, minha ação dependeria do quão boa estaria minha percepção, se eu notasse que o bicho não conseguiria nos alcançar a passadas eu apenas continuaria correndo o máximo que conseguir, agora se com aquelas pernas gigantes ele conseguir se mover mais rápido que nós. - Temos um problema. - Me jogaria no rio sem pensar duas vezes antes que a coisa nos visse esperando que o outro rapaz me acompanhe. - Aduum segure-se firme. - Diria antes de saltar em uma posição em que caía de costas na água evitando que a garota receba o impacto, após isso a soltaria por um breve instante apenas para me virar e apoiá-la em meu ombro enquanto juntamente a correnteza eu nadaria para acelerar a movimentação, não me preocuparia com o garoto nesse momento, se ele for esperto vai fazer o mesmo, e caso não consiga nadar é só ficar boiando que o fluxo de água vai fazer o resto.

Supondo que consigamos chegar na praia seja por água ou por terra e o bicho ainda nos persiga eu em momento algum diminuiria o ritmo, apenas correria até a embarcação puxando o garoto pela gola de sua camisa se necessário para tirá-lo da água e iniciaria o embarque. Se Kisame vier oferecer ajuda. - Ora mas vejam só quem diria. -

- Segura ela! - Gritaria entregando a garota para que ele a embarcasse enquanto eu voltaria para ajudar o outro garoto a subir. - Prince afasta a gente da costa, se aquela coisa pegar o barco a gente vai ficar preso aqui, esse lugar não tem nem um Sr. Lemos muito menos uma cidade. - Diria confiando por enquanto na palavra do garoto, afinal, a situação seria adrenalina pura daquela coisa atrás da gente, sem muito tempo para pensar. Uma vez no barco me jogaria no chão para respirar por uns instantes e então me sentaria no piso de madeira finalmente observando o tinha deixado para trás e se a coisa teria mesmo no seguido até a praia.


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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 2 EmptyTer 02 Out 2018, 14:40

- Faze sentido, senhore Príncipe. - O peixe-pedra parecia se virar quando o barulho era ouvido, com Kisame totalmente preocupado, sabendo que não poderia deixar o navio, apesar de Aduum e Gallore talvez estarem em perigo. Alias, talvez não, eles ESTAVAM MESMO em perigo. - É a Coisa! O gran protetore da floresta. - Aquela criatura estranha não parecia realmente estar assustado com o ser quimérico, como se já estivesse inclusive acostumado com sua presença ali.

Kisame sai pelo barco com rapidez, começando já a movimentar a soltar as velas, puxar a âncora, enfim, os procedimentos padrões para colocar Walrus para navegar. Era uma ação inteligente, e enquanto ele virava o barco, via o peixe-pedra ir embora, submergindo. - Adeus, senhore Príncipe dos Mares!

Assim que o navio se virou, o espadachim tritão teve a visão de um grande barco, todo negro, ao longe, vindo na sua direção. A pintura do casco era negra, os mastros negros, e as velas também. Instintivamente, o Príncipe olha para o rio para adentro da ilha, ali próximo, e vê que com um grande fluxo de águas, saem Gallore, com Aduum em um dos ombros, e uma menina toda ferida, e sem um braço, além de um outro rapaz, também ferido, mas em condição de nadar atrás do boxeador.

E a Coisa vinha atrás, com seus passos pesados que faziam tudo tremer. Com rapidez, os caçadores embarcaram na Walrus. A grande criatura quimérica, na praia, levantou seus braços e, juntando as mãos, descia contra a embarcação com toda a força e velocidade que possuía.

Contudo, Kisame era um bom navegador, e conseguia manobrar, com a ajuda dos ventos, saindo da reta do golpe, que acertava as águas logo ao lado e criavam uma bela onda, que empurrava o navio, distanciando-o com velocidade da ilha e salvando-os da Coisa. Aos poucos, a velocidade se estabilizava com os ventos, não muito fortes, nem muito fracos.

- Eu retiro o que eu disse sobre esperar mais da Grand Line. - Dizia Aduum, tremendo e com os cabelos, apesar de ralos na frente, todos arrepiados para os lados. O anão ajeitava as madeixas, enquanto Gallore se jogava na madeira do convés. E aquelas duas figuras meio desconhecidas ali, Marianna e Coldraz, a primeira desmaiada próxima do ruivo, e o segundo encostado na amurada do navio, bastante cansado.

O barco negro, que Kisame via antes, contudo, estava cada vez mais próximo, e notava-se a figura de estranhos indivíduos, também todos de preto.

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 2 EmptyQua 03 Out 2018, 12:38



     

         

         

             

Kisame


             

Meia-Noite


             

             
Havia agido muito bem ao buscar um rota de fuga logo que avistei àquela coisa, como dizia o ditado, quando um bicho sinistro, feio e estranho como um peixe-pedra de sotaque se depara com algo aterrorizador, você fará bem se escutá-lo. Walrus começara a se movimentar normalmente, nosso caminho nos levaria para o canal que utilizamos para entrar. Nesta  meia volta, podia avistar algo sombrio, uma imensidão escura, uma embarcação toda negra com tripulantes misteriosos que não me davam características suficientes para julga-los como presas ou predadores.

Ainda que estranho, não receberam minha total atenção neste instante, pelo contrário, ignorei-os afim de salvar minha vida. O protetor da floresta, como havia compreendido do peixe, mudava seu curso e se dirigia para o barco. No primeiro momento já pude perceber que tamanha confusão realmente estava impregnado nas costas de Gallore e seu fiel escudeiro, Aduum. Dito e feito, lá vinham eles fugindo daquela coisa, por sorte o médico e o anão conseguiam subir e pareciam trazer um lanchinho para viagem, nada do que eu havia pedido, mas o que importa é a intenção.

- Eu sabia, do fundo do meu coração, eu sabia que você estava envolvido nessa loucura!

Gritava para meu companheiro, soltaria uma gargalhada logo após para disfarçar minha vontade de lhe passar a lâmina.

- Quem são esses daí Strange?

Indagaria e continuaria minha navegação, levaria todos em segurança até o alto mar, e com o auxílio da criatura de raízes pudemos nos posicionar mais rápido e de maneira que a desvantagem não caísse sobre nós, o barco negro agora teria minha total atenção.

- Não relaxe agora Gallore, observe aquela embarcação, não me parece nada amigável...E quanto à esses dois? São inimigos ou não? Por acaso perguntou à Walrus se poderia trazer suas amigas?

Manteria a boca fechada por um tempo após questionar o jovem.

- Bem, façam o que tem que ser feito! Fiquem atentos com a aproximação do barco.

Com as mãos nos timão, colocaria a gente na direção em que a “bússola” de Karthus estivesse apontando, este seria o nossa nova trajetória. O navio estava em sua capacidade máxima de sua navegação, veles estiradas e sua âncora recolhida, apenas nos alcançaria se sua embarcação fosse mais estruturada, o que não duvidaria, a cada milha que avançaríamos, olharia para trás e analisaria se estaria acontecendo uma aproximação ou distanciaríamos Walrus das velas negras.

- Vocês que estão sem fazer nada, posicionem-se nos canhões e fiquem atentos, não deixe que  eles cheguem perto de nós. Se eles verem vocês posicionados nos canhões e não recuarem, podem ter certeza que não são amigáveis. Gallore sinalize que vai atirar, se manterem o curso não hesite, afunde-os caso mão respondam sua ameaça.

Continuaria mantendo nossa linha em direção ao novo ponto, uma nova ilha, se fosse necessário mudaria a trajetória do barco sempre que precisássemos posicionar um canhão na direção dos adversários, porém retornaria para a rota assim que fossem efetuados. A todo instante ficaria atento a movimentação no barco, em Walrus e nos mar, procuraria controla-los como um bom navegador, já que provavelmente começaríamos uma batalha marítima.

- Aproveitem quando eu virar para disparar os canhões!

Todavia, eles poderiam começar a atacar primeiro, ou responder ao nosso afronte, desta forma manobraria a escuna para tentar desviar de qualquer investida, ao mesmo tempo que deixaria nossa artilharia pronta para o ataque.

Porém se alguma resposta pacifica fosse dada e compreendido por algum dos nossos tripulantes, deixaria que se aproximassem um pouco – suficiente para conseguir observa-los e entender suas intenções -, não baixaria a guarda, canhões estariam sempre preparados se dependesse de mim. Se fossem pacíficos, o diálogo se estenderia, do contrário só sobraria caos e sangue em um dos barcos, o que seria uma pena pois aquelas velas negras me chamaram muito a atenção.

Todavia corríamos o risco de sermos mais lentos e de que nossas manobras não funcionassem para evitar todos ataques ou uma colisão, se o segundo fosse o caso e conseguisse perceber isto antes de acontecer, começaria a gritar para que as velas fossem recolhias, sairia do timão e começaria a trabalhar nisso.

- SEGUREM-SE! E preparem para a batalha!

Diria em um som audível para todos a minha volta, sacaria minha espada logo de imediato ao recuperar-me do choque e então aguardaria ansioso para a carnificina.


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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 2 EmptyQua 03 Out 2018, 18:11



       

           

           

               

Coldraz A. Stine


               

Capitão! Temos um tritão a bordo


               

               

                   
Se me perguntarem, direi que foi sorte, mas de algum modo havíamos conseguido escapar da criatura pelo rio que estava ao nosso favor. Mas a essa altura, nem sabia dizer se era uma coisa boa ou ruim. Pensava no rosto da Mirella por alguns instantes — Tomara que essa coisa tenha esmagado ela no caminho. —

Finalmente chegávamos até a praia, onde o navio do ruivinho nos esperava, mas foi apenas depois de embarcarmos as pressas que eu conseguia tempo para reparar nas peculiaridades da embarcação, procurava por velas negras e caveiras, talvez um bando de homens gordos e suados com espadas de sobra e dentes em falta, a princípio, não conseguia notar nada do tipo mas, admito que não prestei TANTA atenção, algo ainda mais peculiar já a havia tomado (minha atenção, no caso).

— Um tritão! —

Dizia, com os olhos arregalados e a mão apertando o punhal do jutte, mas não tinha muito tempo para formular qualquer tipo de pensamento, algo mais urgente exigia minha atenção, o barulho de impacto seguido pelo navio se movendo bruscamente, quase como se houvesse sido empurrado para longe da ilha — Graças a Deus! — Era tudo o que se passava pela minha mente naquele instante.

Encostava na amurada do navio enquanto suspirava. Seria o momento ideal para descansar, mas não naquela situação. Não importa como você olhe, mas um tritão e um navio suspeito, marinheiros é que não eram. Piratas era o mais provável; esse era o caminho mais tentador para tritões, já que a espécie deles era conhecida por duas coisas: serem agressivos e escravizados. Pensando nisso, já começaria a me levantar empunhando o jutte, mas ainda não tomaria uma posição de batalha.

— Piratas, então! Mas o bando não parece grande coisa, talvez estejam começando ou passaram por alguma calamidade — olharia então para o ruivo e imediatamente descartaria a ideia, depois de ter salvo a Marianna, ou ele era o PIOR pirata do mundo, ou era um revolucionário — Dois malucos, um navio sem identificação, salvando estranhos em uma ilha deserta, é, devem ser revolucionários, só eles são burros o bastante para fazerem algo assim. —

Minha cabeça voltaria a dar voltas enquanto tentava entender quem eram aqueles caras malucos, eventualmente, após toda essa brincadeira de detetive, eu finalmente me acalmaria e, como um choque ou reflexo, me voltaria para a Marianna, indo em sua direção imediatamente e o mais rápido possível.

Se ela ainda estivesse inconsciente, eu me viraria para o ruivo e diria olhando diretamente nos seus olhos — O que aconteceu ? Ela tinha recuperado a consciência, faça alguma coisa! — Porém, se ela não estivesse inconsciente, eu apenas ficaria ao seu lado, segurando firme sua mão, mas não ao ponto de machucar.

No caso da Marianna estar fora de perigo, eu então me voltaria novamente para o ruivo e diria de forma mais calma e em um tom um pouco mais baixo, de mesmo modo, desviaria o olhar para um lado onde não houvesse ninguém — Obrigada... por cuidar dela, quero dizer — em seguida eu levantaria a cabeça e com um olhar agora firme, o questionaria — Quem são vocês ? A marinha não aceita tritões, então sei que não fazem parte do governo. E eu nunca ouvi falar de um pirata estúpido o bastante para salvar desconhecidos em um pântano, nem por dinheiro — daria uma pausa e continuaria, segurando firme meu jutte, mas sem entrar em posição de combate, eu seguiria — Então vocês devem ser revolucionários, certo ? — e esperaria pelas suas respostas. Claro que esse questionamento só viria no caso deles não se apresentarem ou questionarem minha identidade antes.

Se em algum momento questionassem a minha identidade, minha resposta dependeria da situação. No caso deles se autoproclamarem piratas ou revolucionários, eu diria — Somos apenas civis, nosso navio naufragou perto daquela ilha e ficamos presos lá! — No caso de afirmarem serem marinheiros ou agentes do governo, eu então diria — É mentira! A marinha não aceita tritões, a menos que ele seja seu prisioneiro, o que não parece ser o caso e, não me leva a mal, mas você não se parece com um homem da lei, então, quem são vocês de verdade ? — e esperaria sua resposta.

Por fim, se eles se apresentassem como caçadores de recompensa, eu faria uma pausa de 2 segundos e daria uma risada enquanto colocava a mão direita em frente a boca para tentar me controlar e então diria — Acho que faz sentido, qualquer um pode sair por aí caçando piratas hoje em dia — pararia de rir e concluiria — Acho que somos competidores, nesse caso. Ou companheiros de profissão, se preferir —

Se eles não se apresentassem de forma alguma e exigissem saber minha identidade, eu apenas diria para quem houvesse me questionado — É questão de cortesia se apresentar antes de exigir que outros o façam — e esperaria por sua resposta, seguindo o mesmo padrão de resposta imposto nos dois parágrafos anteriores para o caso de se apresentarem como: marinheiros, agentes do governo, piratas, revolucionários ou caçadores de recompensa. Se eles não se apresentassem, eu também não o faria. No caso de serem civis ou se apresentarem pelo nome ao invés da ocupação, eu apenas diria — Meu nome é Cold, aquela é a Marianna. —

No resto do tempo, eu ficaria perto da Marianna, e se ninguém se oferecesse para levá-la a algum cômodo, eu perguntaria — Tem alguma cama nesse navio ? Eu não sou médico, mas acho que não faz bem ficar estirada no chão de um navio com esses ferimentos — e esperaria por sua resposta, levando ela ou deixando que a levassem para qualquer lugar que sugerissem, claro que acompanhando ela a todo momento, com uma atenção especial no caso de ser o tritão quem a carregasse, e se este fizesse qualquer movimento suspeito tentaria agarrar sua boca com meu jutte, usando as duas mãos para agarrá-lo por trás, como uma mordaça.

Eu apenas me afastaria da Marianna se entrássemos em combate, nesse caso eu obedeceria as ordens de quem quer que fosse o capitão daquela embarcação e tentaria prestar atenção em quem era o nosso oponente: bandeiras, aparência, capitão, armas, etc. Também usaria da minha perícia em meteorologia para notar se havia alguma nuvem estranha se formando ou coisas do tipo, alertando ao capitão caso houvesse e fosse relevante. Exemplos de coisas relevantes: furacão, tsunami, chuva de granizo ou qualquer outro evento do tipo, que pudesse afetar o rumo de uma batalha. Exemplos de coisas NÃO relevantes: chuva (qualquer coisa menos que uma tempestade), peixes boiando ou um cardume nadando em uma mesma direção, enfim, coisas que não pareciam fazer diferença em um combate, por mais estranhas que fossem.
                   

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 2 EmptyQui 04 Out 2018, 15:53






Gallore Strange


"Cortesia"





Eu sinto que sou amaldiçoado, desde o dia em que eu coloquei os pés pra fora do Dojo e decidi ir embora mais e mais loucuras andam acontecendo e essa não era a primeira vez que eu escapava da morte por um triz. - Mais que merda foi essa? 15 minutos, literalmente 15 minutos na minha primeira ilha da Grand Line e já aparece um gigante querendo me matar. - A sorte é que meu tritão menos odiado parecia já esperar por isso.

Assim que escutasse Kisame me culpando pela confusão minha reação seria ainda mais estranha do por que aquele bixo decidiu me seguir, apenas gesticularia no vento prendendo as palavras e com uma cara meio insana. - Mas… Por.. Eu…? Semp.. sso. - Por fim abaixaria a cabeça e ombros em desânimo acompanhando Kisame em sua risada com um gargalhar de nervoso, minha real vontade? Descer a mão naquela cara de peixe, retornaria a realidade quando me fosse perguntado sobre os dois que trouxe, nesse caso eu me levantaria olhando com uma expressão neutra para Kisame e responderia:

- Sei lá… - Coçaria a cabeça no fim de minha resposta logo antes de me ajoelhar para checar se a garota ainda respirava ou se tinha engolido água novamente ao mesmo tempo em que perguntaria ao rapaz. - Qual era o seu nome mesmo? - Se ele demonstrar resistência em responder vindo com alguma desculpa besta como cortesia logo após ver se a amiga dele estava bem, fazendo a mesma massagem cardíaca caso seja necessário e ela tenha engolido água de novo, me levantaria dessa vez olhando bem para ele de cima. - Também é educado agradecer quando salvam sua vida, mas cá estamos nós. - Olharia por mais alguns segundos para depois observar um pouco os arredores, e é claro o que mais se destacava, o grande navio se aproximando. - Bom você ouviu o homem. - Me referiria a Kisame. - Pode me chamar de Strange.

Quanto ao aviso do tritão nem era preciso responder-lhe com palavras, uma ação valeria mais do que mil dessas, apenas assentiria com a cabeça olhando sério para ele e então começaria a posicionar os dois canhões a estibordo do navio já carregando-os. Se o assunto sobre não sermos marinheiros vier a tona apenas pensaria alto.

- Sério? Eu queria ser marinheiro quando criança, mas também acho que não combina muito comigo.

Assim que terminasse de posicionar os canhões eu cumpriria a sugestão de Kisame pegando uma das pistolas que consegui mais cedo e se estivesse carregada atiraria para cima como um sinal de que estávamos prontos para atirar se viessem com intenções hostis.

- Prince! Se ele chegarem a ficar lado a lado conosco tente fazer com que esse lado seja o direito. - Por fim iria até a garota, e se visse o outro rapaz segurando firmemente sua arma o olharia um tanto irritadiço . - Espero não ter errado em trazê-los aqui. - Seria meu pensamento enquanto falaria com ele.

- A gente não tem tempo pra isso, esse seu graveto não vai ajudar agora, ou você está conosco ou está contra nós. - Apontaria com o queixo para Kisame esperando que o tritão intimide o garoto ao menos um pouco enquanto continuaria a falar. - E você não quer isso. - Começaria andar para dentro e antes de adentrar totalmente olharia para trás. - Os canhões não vão se atirar sozinhos, eu vou levar sua namoradinha pra um lugar seguro então até eu voltar você obedece o tritão entendido? Você ouviu as ordens, atire se eles se aproximarem, não tem nenhum segredo. - Por fim olharia ao anão pedindo-lhe o favor. - Aduum, se não se importar ajude ele com isso, tenho um mal pressentimento quanto a esse navio, devem ser algum tipo de piratas, qualquer problema me chamem. - Dito isto iria até um dos quartos que ficasse a bombordo da embarcação, assim se algum conflito se iniciar e Kisame virar o barco será mais difícil de acertar nesse local.

Deitaria a menina em uma cama - de preferência - e então faria os últimos primeiros socorros ou o máximo que conseguisse ajudar naquela situação, analisaria seus ferimentos dessa vez com um pouco mais de atenção. - Como eu fui parar nessa situação? Eu não sou um médico, sou só um cara que aprendeu a se cuidar depois de tanto apanhar nos trinos. Certo Gallore, calma, não é nada demais. - Cortaria com a tesoura sua blusa para que não grudasse na pele queimada e então a lavaria com água fria por fim secando e então enfaixando-a onde fosse necessário.

- Hey, você acordou. - Diria com uma voz calma caso ela venha a recuperar a consciência. - Não se preocupe tudo vai ficar bem, seu amigo também está lá fora e vivo, o barco pode balançar um pouco mas é só a gente tentando ficar vivos. - Não a impediria de se levantar caso assim desejasse, e ofereceria um pouco de morfina se sua dor estiver muito intensa. - O que exatamente aconteceu com vocês dois?


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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 2 EmptyDom 07 Out 2018, 23:06

Entre diálogos e navegações, o grupo notava que o navio negro se aproximava cada vez mais, apesar de Kisame estar tentando seguir seu Log Pose. Na verdade, ele notava que o navio estava EXATAMENTE na direção para qual a bússola apontava, deixando o grupo sem escolha.

Mais próximos agora, eles conseguiam notar a aparência daqueles homens: estavam todos também totalmente de preto. Sobretudos cobriam praticamente os corpos inteiros, botas negras, luvas negras, espadas e armas de fogo negras em mãos. E uma peculiaridade, que era uma estranha máscara a frente do rosto de todos, por baixo de chapéus negros também.

Gallore dava um tiro para cima com uma das armas de Marianna, que ele havia pego assim que se encontrara com a dupla, antes até de tratar os ferimentos. Os homens de preto, contudo, pareciam não se importar. Ao contrário, eles pareciam se armar em batalha.

E enquanto Aduum e Coldraz se posicionavam nos canhões, eles notavam que os inimigos tinham o dobro que eles, ou seja, 4 canhões, e um homem em cada um. A troca de balas de canhão se iniciava. Alguns tiros vindos de Walrus erravam, mas um iria pegar exatamente em cheio.

Foi quando uma onda de insetos surgiu, quase que do nada, em uma quantidade extremamente grande. O enxame passou pela bola de canhão e, de alguma maneira, conseguiu pará-la, fazendo com que caísse na água sem qualquer dano ao navio.

A Walrus, recebia um tiro de canhão bem na cabine, onde Gallore via Marianna recuperar a consciência aos poucos, e até tentava falar com ela. A bola de canhão explodia a parede atrás das costas de Strange, mas não causava dano algum a eles. Ela se assustava com aquilo e começava a olhar para os lados rapidamente, tentando até se levantar, mas não conseguindo.

E o navio se aproximava mais, descendo três tábuas negras para Walrus, por onde seus estranhos tripulantes começaria a invadir o convés do navio. Seriam 5 homens com espadas, 3 com rifles, e um em especial, que não saia do barco, mas tinha uma grande quantidade de insetos o circundando. Alias, a onda de insetos que havia parado a bola de canhão ia na direção dele, entrando pela manga de seu sobretudo. E, por algum motivo, Kisame sentia que ele o observava, mesmo sem lhe ver os olhos.

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 2 EmptySeg 08 Out 2018, 14:12






Gallore Strange


"Lobo em Pele de Cordeiro"





As figuras misteriosas pareciam ignorar meu tiro de aviso, estava claro que um conflito se iniciaria ali, mas se eu tinha alguma prioridade naquele momento era terminar minha promessa de que cuidaria da garota, por mais que eu ainda tenha um pé atrás com relação à Kisame se tem uma coisa em que eu confio nele é em sua força e de que ele seguraria a situação ali sem muitos problemas, e sendo assim, levei-a para dentro.

Já havia feito tudo ao meu alcance, agora dependeria da força de vontade dela, força essa que não me desapontava já recobrando a consciência, infelizmente, na pior situação possível, tiros de canhão podiam ser escutados de ambos os lados e a batalha finalmente se iniciava, no momento em que percebi a parede atrás de mim se quebrando meu primeiro instinto teria sido me colocar na frente da garota para protegê-la de destroços enquanto meus primeiros pensamentos, este que como as vezes faço deixei escapar em voz alta eram:

- Seu idiota! Eu disse pra virar à direita. - Teria reclamado com Kisame mesmo que ele não pudesse me ouvir naquela situação, olharia então para ela com um pouco de preocupação, deveria estar confusa e desamparada no meio daquele caos, então à primeira instância tentaria acalmá-la enquanto a ajudaria a se sentar.

- Mariana certo? Não se preocupe em se lembrar de mim você não me conhece ainda. - Daria uma pequena pausa tanto para ver se ela estava acompanhando quanto para observar através do buraco na cabine o navio inimigo se aproximando. - Meu nome é Gallore, encontrei você e seu namorado se afogando no rio e os trouxe pra cá. Em resumo, um bicho gigante expulsou a gente da ilha e agora estamos sendo atacados muito provavelmente por piratas. - Me afastaria um pouco dela em direção a porta para ver se o corredor estava seguro. - Eu sei que é muita informação mas tente manter a calma, o Cold está lá em cima no convés com meus companheiros e nós vamos cuidar disso. - Com a barra limpa eu me aproximaria dela novamente a ajudando a se levantar ou à carregando se necessário. - Então não se preocupe ok? Você só tem que ficar segura até que a confusão acabe. - Levaria ela até a cabine do outro lado do corredor e a repousaria sentada no chão ou de preferência algum móvel voltado para a porta, por fim me ajoelharia ficando na altura dela a encarando bem nos olhos. - Escute bem. - Diria com uma tom de voz gentil e confiante. - Eu confio plenamente na força de meus companheiros pra resolver essa situação, e você deve ter confiança no seu amigo Cold certo? Mas as coisas vão ser difíceis se eu não for lá ajudar então terei que te manter aqui sozinha, não se preocupe, é seguro, ninguém vai deixar nenhum pirata descer aqui. - Daria novamente uma pausa me certificando de que ela estava acompanhando, pegaria por fim os revólveres que tomei dela colocando o coldre de uma das armas em sua mão e o envolvendo com seus dedos por garantia que ela segure. - Fique com isso por precaução e se atente bem ao que vou falar agora, nossos únicos aliados são seu amigo Cold, um anão barbudo chamado Aduum e um tritão mal encarado e sem camisa com uma katana de arma. Qualquer outro que abrir essa porta você pode descarregar essa arma nele, certo? - Ela afirmando positivamente eu me levantaria sacando minha adaga na mão esquerda e então sairia da sala, olharia mais uma última vez com confiança para Mariana e então fecharia a porta.


- Se esses caras estão nos atacando assim em alto mar devem estar super confiantes, e uma coisas é certa, piratas são arrogantes, quem arma uma emboscada nunca espera ser atacado de surpresa, e é dessa forma que eu vou destruir todos eles, sem a menor piedade. - Cerraria os dentes e meu punho livre enquanto voltaria para o quarto com a parede detonada no qual estava antes. - Esses desgraçados ousam vir até a gente nos atacar? Afundar a mim e meus amigos no mar? - Enquanto me centraria nos inimigos atuais a coisa que mais viria em minha mente seria o rosto do tritão Hilgrim. - Não vou deixá-los escapar dessa vez, exterminarei um por um para que não nos causem problemas novamente. - Deixaria essa última frase escapar em voz alta.

Com o sangue ardente em memórias remoídas e a adrenalina da atual situação eu começaria a correr em direção ao rombo na parede e quando me aproximasse da borda pularia com toda a força de minhas pernas de dentro do Walrus em direção a embarcação inimiga onde usaria da adaga negra de Lan cravando-a na madeira enquanto procuraria uma outra brecha no material para apoiar minha outra mão ou pés.

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A partir daí começaria a me locomover pela lateral do navio com a ajuda de minha adaga procurando por alguma entrada seja ela a janela de uma das cabines ou o buraco feito nas embarcações para que os canhões possam ser acoplados e disparados de dentro do navio, encontrando um desses dois forçaria minha entrada, - quebrando a janela se necessário - e caso não encontre nenhuma dessas opções tentaria ir até a popa - parte de trás - do navio para embarcar nele despercebido, e essa última opção sendo a ocorrida eu ainda assim tentaria me infiltrar nas cabines sem chamar atenção esperando que Kisame e os outros estejam roubando toda ela. No caso de encontrar inimigos lá dentro invadindo o lugar por qualquer uma das três possibilidades eu não pensaria duas vezes ou daria tempo o suficiente à eles de reagir ao meu ataque surpresa, avançaria para cima na mesma hora.

Minha primeira investida seria em quem portasse arma de fogo ou aparentasse mais fraco ou surpreso com minha presença ali, enquanto correria na direção inimiga eu guardaria a adaga e retiraria dos bolsos minhas soqueiras já as equipando em meus punhos, o elemento surpresa seria meu aliado e eu já miraria um cruzado de direita de baixo para cima na lateral do queixo do meu primeiro alvo, já visando um rápido nocaute. Outros inimigos atiradores eu me movimentaria inconstantemente usando da aceleração para alternar entre o pico de velocidade e algo mediano em ziguezagues ou movimentos circulares me colocando entre móveis e outras pessoas, o objetivo seria me aproximar do cidadão apenas para nocauteá-lo com socos contra sua face sempre mirando em pontos frágeis como jabs no nariz, ganchos no queixo ou cruzados na têmpora.

Caras que lutassem só com o corpo ou com adagas eu tomaria a estratégia do contra ataque, desviando de seus golpes para o lado, me agachando ou pulando dependendo do que for mais conveniente e já tentando aplicar um giro de 180 graus levantando minha perna para trás com um chute no queixo, ou então, se me julgar capaz para tal, antes que eles mesmo completem seus golpe eu os socaria no membro atacante usando de meus conhecimentos anatômicos para mirar em pontos de pressão como nervos para que tenham seus ataques inutilizados e se machuquem com isso.

Espadachins poderiam ser os mais problemáticos para mim então seriam os que eu tentaria eliminar com maior eficiência, assim como contra os artistas marciais eu esperaria por seus ataques, no entanto não os deixaria completar a ação. Se o golpe fosse uma estocada eu desviaria para o lado usando minhas duas mãos para segurar seu braço e enquanto empurraria a lâmina para um lado puxaria o espadachim para mim já tentando acertar uma joelhada em seu estômago e finalizaria soltando uma de minhas mãos para retorná-la com meu cotovelo em sua cara com tudo. Qualquer outro tipo de golpe eu colaria no inimigo antes que sua lâmina completasse seu movimento, e me utilizando da mesma estratégia de segurar os braços eu daria uma cabeça em seu nariz só para desorientá-lo onde finalizaria saltando com um giro junto de um chute lateral que miraria tanto a mandíbula com minha canela quanto a região por detrás da cabeça com com o pé.

Já caras com armas que precisam de movimentos mais amplos e espaçosos eu me manteria colado neles fazendo um jogo de pés, e quando finalmente se desesperassem tentando me atacar de qualquer jeito, no corpo a corpo ou até mesmo se afastar demais, eu aproveitaria a brecha para pular por cima dele passando para suas costas onde assim que terminasse de amortecer a queda já levantaria no giro horário com uma cotovelada direita em sua orelha esquerda ao mesmo tempo em que viraria meu pé esquerdo para uma dinamicidade maior e com minha perna direita chutaria a lateral de seu joelho na intenção que os dois golpes juntos o derrubasse, cerraria os dentes segurando um urro de dor por atacar com meu cotovelo machucado, e então independente de jogá-lo no chão ou não meu punho esquerdo desceria pesado no meio de seu tronco finalizando o serviço.

Na ocasião de entrar na primeira cabine e não haver ninguém, primeiro eu daria uma vasculhada no local em busca de informação ou itens importantes. - Tem que ter alguma coisa por aqui que revele quem esses caras são. - E por fim espiaria na porta para ver se havia alguém parado ou passando no corredor, se houvesse eu os atrairia até a cabine com barulhos ou puxando-os para dentro - caso estejam perto da porta - e então os combateria como já citado, não me importaria com barulho, a guerra já deveria estar instaurada lá fora e nenhum estrondo seria demais. Se eu tiver que lutar no corredor mesmo - isso por falhar em trazê-los a cabine ou ser visto na possibilidade de ter que entrar no local pelo próprio convés - assim que nocauteasse todos eu os arrastaria até uma cabine vazia.

Uma vez que fique sozinho com os inimigos desmaiados a primeira coisa que faria seria remover suas máscaras. - Será que são humanos mesmo? - Depois começaria a revistar seus corpos a procura de itens úteis. - Até um isqueiro serve nesse momento. - E por fim veria o que tivesse a maior proximidade com meu tamanho e então roubaria suas roupas por completo e vestindo-as - com exceção das de baixo - acessórios como capas e até mesmo suas armas seriam bem-vindas.

- Hora de começar o contra ataque. - Diria colocando sua máscara e me infiltrando entre os inimigos, um lobo em pele de cordeiro.


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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 2 EmptySex 12 Out 2018, 14:45



     

         

         

             

Kisame


             

Enxame


             

             
A aproximação do barco negro era inevitável, quando percebemos, já era tarde e eles começavam a invadir Walrus. Malditos aqueles que destruíram parte da nossa embarcação, pagarão muito caro por isso. Entretanto o que me surpreendia, era o fato de não atingirmos eles, com nenhum dos canhões. Obviamente algo sobrenatural aconteceu por ali e quando aquele enxame de insetos apareceu, eu teria uma enorme lembrança dos acontecimentos anteriores em nossas vidas.

- Walrus, já que parece decidido, irei deixa-la seguir o nosso curso. Esses desgraçados irão pagar caro, escolheram o barco errado para saquear.

A embarcação parecia tranquila com o curso, apesar de que os invasores conseguiram nos alcançar, deixaria o timão de lado e posteriormente sacaria minha espada - de Gallore mais precisamente - e então começaria a observar-los, invadindo a grande morsa, assim como aquele ser misterioso que mais parecia uma colmeia humana.

- Seu maldito demônio, acha que não sei o que você é? Aguarde um pouco, essas águas serão o seu túmulo, guarde minhas palavras.

Indagaria para o único indivíduo ainda fora do meu alcance, em seguida minha atenção seria dirigida para àqueles que utilizarão as tábuas para entrar em Walrus.

- Sabem com quem estão mexendo? O Príncipe dos Mares!!! Primeiro Estilo dos Mares, Espadarte!

Partiria para cima do primeiro indivíduo, não importado qual equipamento possuí-se, sairia gritando em sua direção tentando amedronta-lo e executaria a técnica da maneira mais veloz possível, não queria ar brechas para o inimigo. Seria um avanço em linha reta, em um ângulo que fosse mais difícil para que os atiradores pudessem mirar sem ter chances de acertar seu aliado também. Se minha técnica fosse bem sucedida, teríamos um inimigo a menos para enfrentar, e se estivesse com a espada atravessada no peito do inimigo, a partir desse instante utilizaria-o como escudo, virando-o para a direção dos homens com armas de fogo. Aplicaria toda minha força para que meu escudo humano se locomovesse comigo, porém se ainda reagisse e dificultasse meus movimentos, com uma mordida em sua face, tentaria arrancar parte de seu rosto para finaliza-lo de imediato.

- EU VOU DEVORAR TODOS VOCÊS!

Continuaria na tentativa de intimida-los, expressaria-me gritando com a boca cheia de sangue, sem engolir nenhuma parte, conforme eu estivesse gritando, soltaria seus pedaços pelo convés. Meus adversários deveriam se sentir em um filme de terror a partir de agora, pois estaria com muita fome. Todavia, minha maestria com a espada poderia ser enganada e se errasse minha técnica, independente se fosse bloqueada ou desviada, seguiria meu alvo para onde fosse, dando sequência ao meu ataque, realizando cortes em direções diagonais e aleatórias, até que minha espada entrasse em sua carne. Há todo instante cuidaria para não cair na mira dos indivíduos com rifles, então jogando com os pés, faria com que meus ataques entrassem na mesma direção desses inimigos específicos, para que o homem que estivesse duelando comigo, continuasse servindo como escudo, mesmo que intacto. Mas se estes indivíduos se encontrassem em lugares com diferentes e com ampla visão do meu corpo, mudaria minha tática e a cada golpe dado, seria um salto recuado, o intuito era alternar os movimentos para tornar-me imprevisível tanto para ataques quanto para defesas.

Daria prosseguimento no massacre e partiria na direção do meu próximo alvo, no caso do meu planejamento estar indo conforme o previsto. Ergueria meu "escudo" do chão e partiria na direção do atirador mais próximo, se isso acontecesse sem interrupções, jogaria o corpo na direção do inimigo, ao mesmo tempo em que a espada seria retirada do seu corpo suavemente, não deixando um grande intervalo de tempo entre minhas ações, saltaria no seguinte com a espada em mãos. Seguraria a mesma com ambas as mãos, durante o salto sua ponta seria direcionada para baixo, e em conjunto com o poder da gravidade, tentaria crava-la no corpo do inimigo. Bem sucedido, ou não, cairia e imediatamente me impulsionaria para trás e com a oportunidade observaria o restante dos invasores ao meu redor. Continuaria me locomovendo para longe de todos, até que minha retaguarda pudesse estar segura.

- Quem é o próximo?

Questionaria-os. Seguiria na direção do atacante, movimentando-me em diferentes direções, saltando da direita para esquerda, sempre com rapidez para aumentar as chances de evitar os disparos. Novamente não iria descriminar meu alvo, poderia possuir qualquer tipo de arma, seu destino seria o mesmo. Com o avanço alternativo, tentaria reduzir a distância que nos separasse e ao me aproximar, atiraria-me no chão, com o intuito de deslizar pelo convés até bem próximo do corpo do inimigo. Seguraria minha espada firmemente com a mão direita e ao passar perto da perna de minha presa, tentaria corta-la com a lâmina, acrescentando a força do meu braço com a do movimento anterior. Queria desmembra-lo e me esforçaria para isso, posteriormente pegaria a perna e tentaria lançar no mascarado, que aparentemente não queria se envolver no combate.

- Hunpf!

Por um breve momento observaria a mente por trás daquilo tudo, mas não demoraria para que minha guarda fosse levantada novamente. Estaria por conta própria, Gallore e Aduum por algum motivo não estavam entre a bagunça, não que sua ajuda fosse necessária, mas com certeza facilitaria o andamento das coisas.

Durante meus ataques, seria possível ser interrompido por qualquer um daqueles homens de preto que não fossem meus alvos. Neste caso, defenderia-me dos mesmos, porém mantendo meu ataque final logo após isso. Na hipótese de ser um atirador, manteria minha tática de movimentação, onde não permaneceria parado em qualquer situação, sempre manobrando o corpo dos meus inimigos ao meu favor, sem falar que estes seriam meus primeiros alvos.

Qualquer indivíduo que viesse tentar me atingir seria recebido de forma ríspida e rude, independente da arma ou maneira à me golpear, novamente minha espada seria usada para bloquear, sendo a extensão do meu braço ela aproveitaria minha força para ficar entre mim e a arma do oponente, se o golpe fosse lançado na vertical a lâmina seria colocada no sentido horizontal, da mesma forma se repetiria no caso do afronte seguir pelo outro sentido - e qualquer distância -.

Minha destreza com a espada seria colocada a prova em cada instante e ataque. Quando a lâmina de minha arma entrasse em contato com qualquer outro equipamento, empurraria-a com toda minha força para tentar desestabilizar o oponente e se ocorresse apenas um segundo da falta de equilíbrio do mesmo, aproveitaria a oportunidade para desferir uma mordida no membro exposto mais próximo de minha espada - levando em conta o ricochete da arma, caso ocorresse -. No instante que está ação ocorresse manteria meus pés firmes no solo para que meu próprio corpo conseguisse se manter na mesma posição no instante da defesa, e então contra atacar meu adversário.

Se porventura meu inimigo conseguisse de alguma maneira manter o equilíbrio no intervalo das investidas, rapidamente saltaria para trás impulsionando-me com meus pés utilizando toda minha força dos membros inferiores. Não manteria-me no mesmo local sabendo que àquele a minha frente conseguia evitar meus ataques, desta forma até que alguns dos membros da tripulação negra agissem, lutar com cautela seria a única escolha mesmo que meu desejo fosse o sangue.

- Eu estava pensando em deixar vocês se retirarem, mas acho que mudei de ideia.

Após minhas falas, correria para as extremidades de Walrus e saltaria no mar, mergulharia e então começaria a acompanhar a embarcação nadando o mais rápido possível. Me dirigiria para o lado oposto de onde eu estava, neste ponto, começaria a mergulhar bem fundo - mas ainda no mesmo caminho que o barco - e logo em seguida começaria a subir velozmente para que toda minha força fosse direcionada para um salto que me colocaria em cima da Walrus novamente, entretanto me posicionando em um lugar diferente e de maneira surpreendente.


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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 2 EmptySex 12 Out 2018, 17:48



       

           

           

               

Coldraz A. Stine


               

Batalha Naval


               

               

                   
Não precisava olhar duas vezes para entender, aquele era um navio pirata, sem dúvida alguma. Porém, mais importante do que aquele inconveniente que navegava em nossa direção ostentando suas bandeiras negras, era a saúde da Marianna, que continuava desacordada, some isso ao inferno que passei no último dia — Ou será que foram DIAS ?! — Enfim, não era exatamente um bom momento para "bater um papo" comigo, e isso era evidente na reação daquele que se autoproclamava, Strange.

Ele não me parecia uma pessoa muito confiável, aparentava ser mais velho, mas sua personalidade e forma como nos conhecemos me fazia crer que não era alguém muito inteligente — Apenas um idiota sairia por aí ajudando desconhecidos por onde passa. —

Chame de intuição se quiser mas, pessoalmente, acho que era mais por uma questão de contraste. O fato é, perto daquele tritão rabugento e mal encarado, ele até parecia uma pessoa razoavelmente aceitável. Deixava então, os "supostos" inimigos que salvaram minha vida, para me concentrar nos inimigos reais que vinham em direção ao navio. Me posicionando no canhão como solicitado.

POU!

O barulho fazia minha face congelar em uma expressão de surpresa e empalidecer. O navio ainda se aproximava e podia notar que o som do tiro vinha de dentro do nosso navio, isso por si só era o bastante para me fazer apertar forte o cabo do jutte e cerrar meus dentes em fúria enquanto me virava rapidamente, preparado para encarar um pirata sujo usando a Marianna como refém, foi então que eu notei, era apenas um tiro de aviso vindo do Strange — Idiota! — Suspirava e relaxava por um momento, eu ainda estava muito tenso.

Voltando ao canhão, os piratas não pareciam ter se importado com o tiro tanto quanto eu, apenas sacavam suas armas e seguiam em nossa direção. Uma batalha estava prestes a acontecer, e mesmo com minha inabilidade em artilharia, fazia o que podia para disparar contra o navio, alguns tiros erravam e, isso chamava minha atenção, voltava então meu olhar para o segundo canhão e, SURPRESA! Ele atirava... Sozinho ?

Quase isso, forçando um pouco mais a minha visão, percebia que, na verdade, havia um pequeno homenzinho atirando ferozmente contra a embarcação pirata. Isso me chocava por alguns instantes, mas o barulho de tiros de canhão me acordavam e eu então voltava à batalha. Finalmente parecia que um de nossos tiros iria acertar o adversário, o que se mostrou não ser o caso, quando um enxame de insetos surgia do nada, parando o tiro e então voltando para aquele que parecia ser o capitão pirata — Aquele cara, manipula insetos ? —

Desde que cheguei na Grand Line, coisas assim estavam se tornando tão rotineiras que meu espanto para com elas já havia diminuído bastante. Estava mais para: "Ah, aquele cara manipula insetos ? Okay. Fomos perseguidos por uma árvore gigante que anda ? Normal. Tem um humano de 15 centímetros atirando com um canhão contra um navio pirata da lepra ? Nhé". Então voltava a prestar atenção ao combate, apenas para ver que éramos, finalmente, atingidos. Nenhum surpresa, tendo em vista que eles tinham o dobro de canhões e que EU representava exatamente METADE da nossa força de artilharia.

Finalmente chegava o momento que todos esperávamos, usando três tábuas de madeira negra, os piratas começavam a atravessar; 5 deles portando espadas e 3 utilizando rifles. O mais imponente e intimidador deles, continuava no navio, ou ele tinha muita confiança nos seus homens, ou estava nos estudando, ou, o menos provável, era um covarde, o que definitivamente não me parecia ser o caso, não com a atmosfera que ele e sua tripulação exalava.

Com a batalha bem na nossa porta, eu faria o que qualquer pessoa sensata faria naquela situação, tentaria mover o canhão, se fosse possível, e então apontá-lo na direção dos piratas que invadiam, e então, efetuaria um disparo na direção destes. Nenhuma emoção ou mesmo uma frase de efeito, não estava no clima para bancar o bárbaro sanguinário intimidador, uma arte que o tritão parecia dominar com maestria. Não, era apenas um tiro, mas apenas isso, apenas um tiro e, independente de acertá-los ou não, ou mesmo de ser possível mover o canhão de forma a efetuar o disparo, eu avançaria na direção dos piratas logo em seguida, antes que pudessem se espalhar pelo navio.

Como eu não era muito bom em lidar com armas de fogo, aqueles que a portassem seriam meus primeiros alvos, tentaria ir em direção ao atirador mais próximo ou então o mais debilitado, no caso do meu colega tritão já ter desmembrado algum. Me aproximaria correndo e então, quando estivesse próximo, dobraria meus joelhos com a perna direita a frente e a esquerda atrás, um pouco para o lado, enquanto jogava meu tronco um pouco inclinado para a frente; empunhando o jutte com a mão direita, eu jogaria meu braço um pouco para a frente do meu peito, como se apontando meu ombro direito para o adversário e então giraria meu quadril efetuando um golpe em forma de meia lua, visando atingir o queixo do meu oponente com o jutte.

Referência: Posição do corpo:
 

Em seguida, eu tentaria pegar o rifle do meu oponente com a mão esquerda e, se ele não soltasse de imediato, eu então tentaria levantar o rifle para o alto, ainda com ambos segurando e, me posicionando na esquerda do adversário, tentaria empurrar o rifle para baixo, para então disferir um golpe com o meu jutte, desta vez bem mais simples, levantando minha mão direita enquanto descia o rifle, eu tentaria efetuar um golpe vertical feito de cima para baixo, mirando na cabeça do meu oponente e, no momento do impacto, puxar o rifle de suas mãos. Se eu fosse bem sucedido em pegar o rifle e ele ainda tentasse lutar, eu apontaria a arma para sua cabeça e então atiraria.

Minha última investida dependeria da situação, se eu conseguisse pegar um rifle, fosse com meus próprios esforços ou apenas pegando um que já estivesse caído em algum lugar, eu apontaria a arma para a maior aglomeração de piratas a vista, ou então aquele que estivesse mais perto de mim e efetuaria o disparo. Se a arma não disparasse e um deles viesse na minha direção, ou por algum outro motivo eu não pudesse efetuar o disparo, jogaria a arma para longe dos piratas e tentaria efetuar minha técnica Golpe na cabeça, no oponente mais próximo de mim naquele momento.

Quanto as minhas defesas, devo deixar bem claro que priorizaria o meu ataque em meio àquela situação. Ou seja, eu me defenderia apenas se isso não interrompesse o meu ataque ou o debilitasse de algum modo, como no intervalo do segundo para o terceiro golpe, por exemplo, mas o mesmo não se aplicaria no intervalo entre o primeiro e o segundo, a menos que o segundo se mostrasse desnecessário.


  • No caso do meu oponente me atacar com uma espada eu, de frente para o meu adversário, daria um passo longo com a minha perna esquerda, me movendo para a direita do meu oponente de forma a avançar um pouco na sua direção, no caso do golpe ser uma estocada ou um golpe vertical. Se fosse conveniente, tentaria encaixar também, um contra-ataque. Transformaria meu jutte em um cajado e então, girando meu quadril, minha perna no meu próprio eixo e por fim meus braços segurando o cajado, tentaria disferir um golpe horizontal mirado no ouvido do meu oponente.

  • Se eu fosse atacado por um espadachim, mas em um golpe horizontal com a espada, minha reação seria diferente, é claro. Primeiro eu usaria a minha perna direita para empurrar o chão enquanto jogava meu corpo para trás afim de me afastar do golpe e então, se fosse oportuno, efetuar um contra-ataque; empurraria o chão novamente, desta vez para avançar contra meu adversário e, usando a forma de cajado, eu efetuaria uma estocada mirada no nariz do meu adversário.

    Representação: Golpe com cajado:
     

  • Finalmente chegamos ao mais irritante de todos, os atiradores. Se em algum momento eu fosse alvo do cano de uma arma, eu tentaria me mover para trás de algum dos piratas, na pior das hipóteses, até mesmo para trás do tritão se não houvesse outra escolha e tentaria puxar o escudo-humano pela roupa, de forma que este ficasse entre mim e o atirador, e se este fosse atingido, eu tentaria empurrá-lo na direção do atirador e seguir com os meus ataques. No caso de não haver nenhum na sequência, eu tentaria dar um tiro no atirador, no caso de estar com a arma, ou então avançar em sua direção e, jogando minha mão direita empunhando o jutte, atrás da minha cabeça, como se mostrando o ombro direito para o meu oponente, giraria o quadril e efetuaria um golpe horizontal puramente violento, visando acertar sua cabeça.

    Referência: Golpe de Jutte:
     

                   

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MensagemAssunto: Re: No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon!   No Wailes for Eat, No Belts: Megalodon! - Página 2 EmptySeg 15 Out 2018, 19:51

No momento em que os olhos de Gallore se encontravam com os de Marianna, o jovem podia sentir quase que todo o medo que a menina sentia. Mesmo com suas palavras de tranquilidade, ela não parecia passar de um animal indefeso, o qual não tem nem capacidade de chorar, só de sentir a sua fragilidade.

Enquanto o ruivo a levava ao quarto doo lado contrário do corredor, para protegê-la dos tiros de canhão, sentia o quanto ela estava tremendo, e ele sabia que tinha alguma ligação com a perda de sangue, mas tinha certeza que era muito mais pelo terror da situação. Ela olhava para o espaço sem o braço, mas já não era possível transmitir mais temor. Era puro, ardido, e real medo.

Mas ela segurou a arma que ele colocara em suas mãos, e balançou a cabeça com um movimento curto como quem entendeu, mesmo no estado em que estava. Ela se juntou as costas na parede e se encolheu enquanto o boxeador saia para seu salto da morte.

Strange voou por um instante. Ele sabia que poucos humanos normais conseguiriam aquele salto. A dúvida era: Gallore era um destaque entre os comuns, ou já estava se tornando sobre-humano?

Deixando questionamentos filosóficos de lado, apesar da estrategia de usar a adaga de Lan para se prender, isso não impedia com que ele chapasse seu corpo contra a madeira do casco. Não fez muito barulho, mas ele tinha de admitir que doeu um pouquinho. Nada que o atrapalhasse.

Uma escotilha logo ao lado foi sua porta de entrada para uma cabine. De porta fechada, uma cama, uma escrivaninha e cadeira, era um quarto totalmente normal, mas majoritariamente pintado de preto. E o único homem ali, que colocava sua máscara, como se estivesse se preparando para batalha, sequer tinha tempo de reação: um uppercut bem em seu queixo, antes que pudesse até entender o que estava acontecendo, o desmaiava.

Strange encontrou em cima da escrivaninha um pequeno mapa que mostrava todas as ilhas da Grand Line, mas que não poderia ser usado de referência para navegar, o garoto deduzia com suas quase nulas habilidades de navegação. Na verdade, tratava-se de um mapa do Expresso Oceânico, com rabiscos adicionando as ilhas que faltavam, e várias delas marcados pela mesma coisa: um X vermelho.
"Mapa":
 

Ele se transvestiu de um dos adversários, pegando as roupas todas pretas, o chapéu, e até a máscara. Pegou também um revólver negro carregado que o homem portava. Mesmo que ele não fosse um mestre em disfarces, poderia dizer que estava convincente. E ele se sentia convincente.

A porta se abriu rápido, e uma pequena figura, de talvez uns 15 centímetros de altura, com roupas pretas como dos homens, mas mais tecnológicas, como se fossem uma armadura, e com uma espécie de pequeno rifle, também no estilo tecnológico, já vinha falando. Contudo, apesar da tecnologia, possuía a mesma máscara que os outros homens.
Imagine com a Máscara:
 

- Atenção homem... - Ele dizia isso, mas fazia uma pausa, como se estranhasse algo. Por sorte, o inimigo de quem Strange roubara as roupas e máscara havia desmaiado do outro lado da cama, e o anão não notava. Não passavam de suspeitas. - Bem... Hora de ativar o HCD-3000. Venha, não posso usá-lo sem meu co-operador.

E se Strange o seguisse, por dentro da embarcação negra quase que vazia, iria para uma sala onde um canhão totalmente tecnológico estaria apontado para um janela, contra o barco do grupo. Era enorme. E Gallore sequer sabia como operá-lo. Apesar de suspeitar, o anão prefiria não arriscar, aparentemente. - Olha que beleza... O Hiper Canhão de Desintegração 3000!! - Ele parecia emocionado com aquilo, apesar de não ser possível ver seu rosto.

Já Coldraz, no convés da Walrus, parecia estar começando a associar que a Grand Line era MESMO um lugar de coisas loucas. E, diante de tanta loucura, ele não podia ficar parado, não é mesmo?

O bojutsu parecia saber o que estava fazendo, e atirou com o canhão contra os inimigos. Nunca saberemos se por um momento de iluminação divina, sorte de principiante ou pura cagada, Coldraz conseguia, apesar de não atingir nenhum dos inimigos em si, acertar a bola de canhão no parapeito do navio inimigo, que explodia, fazendo também com que uma das "pontes" baixadas sobre o navio dos caçadores caísse.

Com ela, por consequência, caia um último dos atiradores no mar, que não havia tido tempo de pisar na escuna do Príncipe dos Mares, e gritava até chegar na água, contrastando seu grito com a exclamação do próprio Kisame para o único homem que havia ficado no barco inimigo, aquele dos insetos.

Por algum motivo, os últimos inimigos dos caçadores costumavam não ser homens (peixes, demônios, sei lá) de muitas palavras, e o homem não respondia, ficando de braços cruzados. O tritão avançava contra os homens no convés, e com sua técnica atravessava o peito de um espadachim, que só tinha tempo de causar um leve corte de poucos centímetros no abdome de Kisame, que apesar de ser pequeno, começava um leve sangramento.

Mas o Príncipe dos Mares, mesmo com seu adversário tendo sido quase totalmente abatido, mantendo-se só com leves gemidos de dor, deu-lhe a mordida que arrancaria sua máscara e parte do rosto, possivelmente matando-o. O tritão mantinha o inimigo atravessado por sua espada, sentindo o pulsar do coração em sua lâmina até que este parasse, e usaria de escudo humano para evitar tiros.

Avançando contra o próximo, um atirador, Kisame jogava o corpo sobre ele, o que dava a oportunidade perfeita, em um movimento quase que conjunto, para o ataque de Coldraz em meia lua, que acertava também adversário com rifle.

O Stirne queria pegar a arma do inimigo, mas mesmo totalmente tonteado, e até tendo caído, o homem de preto insistia em segurá-lo, e até tentava atirar. Mas era em vão, e sua resistência só lhe custava de que, quando o menino caçador conseguia pegar a arma de fogo, lhe dava um tiro na cabeça, acabando com sua vida. Bem, um de seus tiros conseguia passar de raspão pelo ombro de Coldraz, mas quase não causava dano.

Kisame também derrubava outro inimigo, cravando sua arma nele, e levando-o ao chão. Recebia, em meio a isso, um tiro de raspão no lado do abdome, que só não o atingia realmente por conta de sua movimentação.

Não muito treinado no manejo de armas, o menino de madeixas negras tentava usar o rifle contra o inimigo ao lado, mas acabava por acertá-lo apenas de raspão também. Era o último atirador. E ele não deixaria barato o movimento do caçador.

Com seu rifle em mãos, o homem apontou a arma na direção da cabeça de Coldraz, e o garoto não tinha alguém próximo o suficiente de si para usar de escudo. Era ali que sua aventura acabava.

Ou não, pois com um timing perfeito, Aduum surgia dando um salto e uma cabeçada no queixo do atirador. O disparo ia para cima, e não acertava o bojutsu, que tentava atirar de novo. Aduum contornava o atirador, que tentava acertá-lo, mas o tamanho reduzido do anão o ajudava. Um golpe atrás da perna, um tiro de Coldraz que conseguia acertar o braço do homem de preto, e uma finalização de Aduum com um salto, e uma cotovelada na nuca do mascarado.

- Caralho, é o capitão Full Buster! - Um dos espadachins se dispersava, apontando para Coldraz, aparentemente um pouco impressionado. A distração foi sua ruína, pois Kisame o golpeou na perna, e ele até tentou atacar o tritão logo depois disso, mas teve seu ataque bloqueado pelo Príncipe.

Mas Kisame tinha mais que um bloqueio. Ele empurrava a arma inimiga para o lado, e dava uma forte mordida no ombro do inimigo, que gritava desesperado de dor perdendo um pedaço de si, e caindo ao chão. Restavam três espadachins, que se dividiam um indo na direção do Stine, e os outros dois na do tritão.

Mas homem peixe era esperto, e saltava no mar, despistando os inimigos, e surgindo nas costas do espadachim que ia contra Coldraz. Seria a surpresa perfeita. Se não fosse uma estranha sensação que Kisame sentiu nas costas.

Ele só viu poucos insetos em torno de si, e entendeu. O inimigo que ficou no outro barco apontava o braço para ele, tendo lançado uma espécie de "esfera" que continha diversos insetos e que, quando se chocavam com as costas de Kisame, doíam um pouco pelo impacto sim, mas alguns iam com seus ferrões, liberando-o nas costas já todas marcadas do Príncipe dos Mares, causando enorme dor, que o fazia também não conseguir segurar o grito. Grito este que até Gallore ouviu.

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