One Piece RPG
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» Apenas UMA Aventura
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor Mirutsu Hoje à(s) 03:07

» O Ronco do Bárbaro
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor Ghastz Hoje à(s) 02:29

» Sangue e Pólvora! O Caminho do Atirador!
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor rafaeliscorrelis Ontem à(s) 23:50

» Nox I - Loucura
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor Jin Ontem à(s) 23:18

» Unbreakable
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor Hooligan Ontem à(s) 22:05

» Bizarre Adventure: Smooth Criminal
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor Achiles Ontem à(s) 21:42

» I - Pseudopredadores
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor Domom Ontem à(s) 21:03

» Galeria Volker ~
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor Volker Ontem à(s) 19:27

» Untraveled Road
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor Layla Morningstar Ontem à(s) 19:07

» Arthas Mandrake
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor Wing Ontem à(s) 18:17

» [Ficha] Coldraz Vermiillion
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor Coldraz Ontem à(s) 16:42

» Coldraz Anne Stine
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor ADM.Ventus Ontem à(s) 15:59

» Karelina Lawford
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor ADM.Ventus Ontem à(s) 15:57

» O vagabundo e o aleijado
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor Tensei Ontem à(s) 15:32

» [Mini - Polyn] Sorriso afetado.
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor Polyn Ontem à(s) 15:09

» Bastardos Inglórios
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor Dante Ontem à(s) 14:14

» [Ficha] Mikhail Vermillion
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor Homero Ontem à(s) 13:43

» [Mini- Alvin] O garoto e a serpente
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor Alvin Stigma Ontem à(s) 13:11

» Latiffa Blackheart
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor Sunken Ontem à(s) 12:45

» Gato de Convês
Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Emptypor Ainz Ontem à(s) 09:37



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG

Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


Compartilhe
 

 Prólogo: A faísca da revolução

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9  Seguinte
AutorMensagem
Sagashi
Designer
Designer


Data de inscrição : 17/01/2014

Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 EmptyTer 22 Jan 2019, 01:14


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Minha mão ia de encontro direto com o rosto da traiçoeira médica, impedindo que ela se desculpasse pelos seus atos, erguendo-a ao ar e a atirando contra o chão, mantendo-a ali, aparentemente desacordada. Essa descarga emocional contida no golpe fulminante filtrava minha raiva e a separava do bom senso, momento este que, finalmente, pude raciocinar direito sobre o que eu estava fazendo. Daria uma boa e rápida olhada no braço com tiros e notaria que na verdade as balas não infligiram tanto dano, revelando que talvez fossem falsas. Mas eu não acredito que sejam. Por alguns segundos, me recordaria da médica colocando as armas no chão na esperança de me acalmar, e logo o remorso tomaria conta de meus pensamentos. "Balas... de mentira...? A médica não queria... né...?" — A crise emocional me faria travar por uns segundos, porém, instantes depois jogaria minha trança para trás e meus cabelos ao vento, de forma discreta. "Hah, de mentira?! Que nada. Patético. Minha pele é tão grossa, tão maciça e implacável que nem mesmo balas puderam penetrá-la! Eu sou Garfield Henryford, tola, e você perdeu essa batalha quando pensou que poderia me apresentar perigo! HAHAHAHAHAHA!" — Meus olhos voltariam a brilhar, e me recordaria vagamente daquela silhueta de cabelos brancos. Incrédulo, levaria uma das mãos a tapar os lábios; meu coração bateria mais forte; borboletas me surgiriam no estômago e meu rosto coraria brevemente. "Era... era o Sol! Aquele era o Sol, sim, ele era! O Sol falou comigo! O Sol confia em mim! Eu sou o campeão de Sol, a sentinela da luz, o carrasco das trevas, o lampião da vida e das boas c---- — Meus pensamentos seriam interrompidos por um grande bum.

Grande bum:
 

Sentia meu corpo se desequilibrar e caía de joelhos, enquanto pude observar que a médica já não estava mais no lugar onde eu a tinha cravado. Nessa hora, não pude negar pânico, afinal, se uma espécie de bomba havia estourado em uma suposta encenação, com certeza já não era mais encenação, porque alguém se deixou levar pelos ares de guerra e acabou usando mais força do que precisava. O que foi? Não olhe para mim. Agora era hora de consertar o deslize que alguém tinha feito, apaziguando todos os lados sem precisar realmente apaziguar. A guerra precisava ser cessada, e caberia a mim, rei do campo de batalha, dar a ordem de cessar, porém, sem a necessidade de pronuncia-la, porque isso estragaria o plano e todos os ferimentos seriam em vão, principalmente os da médica, que não existiriam se não fosse por descontrole meu.
Sem muito tempo para pensar e aproveitando o furdúncio da explosão, olharia aos meus arredores e buscaria notar a frenética batalha entre Azura e Duncan, desviando minha atenção da médica para os dois, e veria o ponto em que chegaram: um combate fatal e orgulhoso pelas duas partes, algo que enfraqueceria as forças da equipe consideravelmente, em troca de uma tentativa de auto-aceitação patética, alegando serem melhores do que eu, Garfield Henryford. Não há o que provar: ninguém é melhor do que o Sol; apenas o Sol é melhor do que Garfield Henryford. Certas coisas são axiomas e devem ser levados em consideração pelos meros mortais. Instintivamente, correria em direção aos dois, especificamente em direção à Duncan, colocando o ombro esquerdo como um grande escudo para uma batida desenfreada contra seu corpo, na busca de fazê-lo se desequilibrar e cair para bem longe de Azura, que possivelmente estivesse ferida e rendida. Caso houvesse sucesso em tal ação, não demoraria pra segurar a moça com os dois braços, a erguendo no colo, com outro grande grito que ecoaria no campo de batalha: — HÁ FOGO NO PERÍMERIMETRATO! PERI... NO LUGAR! BATER EM RETIRADA! TODAS AS TROPAS, RECUAR! — Se um dos meus braços ainda estivesse inutilizado, apoiaria o braço da moça acima de meus ombros e a carregaria da mesma forma, aguentando quaisquer tipos de agressões orgulhosas vindas dela, já que era para o seu bem estar físico. Entretanto, se ele já estivesse melhor, a carregaria no colo com as duas mãos, a esquerda segurando pelas costas e a direita pelas pernas, correndo para bem longe dali e deixando a médica oponente ali, estirada no chão, pagando pelos seus pecados.
Correria para um abrigo próximo e longe do olhar das pessoas, e se não fosse possível encontrar um, correria de volta para a base na qual nos encontramos eu e ela pela primeira vez. Durante o caminho, caso Azura reclamasse de estar a carregando, diria, de forma curta e grossa: — Você antes me acertou no queixo, eu, agora, estou te salvando a vida! Sinta-se presenteada pelo generoso e imponente Garfield Henryford. — E logo seguiria, irônico: — E caso esteja se perguntando, não, eu não estou interessado nessas suas maravilhosas, especiais, belas e impressionantes coxas de se dar água na boca. — Riria em voz alta enquanto correria. — FOI UMA IRONIA INCRÍVEL! Somente eu realizaria tal piada do feitio, não é, Azura?! Eu sou incrível, aaaaaaah... — Continuaria o caminho. Independente de qualquer interação dela comigo, prosseguiria. — ... espero que o Duncan não tenha se zangado por eu ter manchado seu terno novo. Serviu tão bem nele... acha que eu devo pagar pela limpeza? Eu sei lá... — Meu rosto se alongaria para as verticais e minha cabeça se curvaria um pouco para frente. — A propósito, você vai precisar de um médico novo. Alguém totalmente desconhecido por nós todos abateu ela em campo de batalha. E direi-te... para abatê-la, a pessoa precisa ser muito incrível, muito mesmo... — Meus olhos de raposa mentirosa se esgueirariam para os lados, ignorando uma possível encarada de Azura.
Sem pressa, ao chegar no local indicado, colocaria Azura no chão e passaria com os olhos em seu corpo para ver se não há ferimentos graves. Caso houvesse, olharia para o ferimento e apoiaria os dedos no queixo, observando-o como um especialista, embora não entendesse absolutamente nada sobre o assunto. — Hmm... é um caso raro, esse, mas eu tenho a solução. — Daria uma pausa para possíveis questionamentos vindos da garota. — A solução é chamar um médico. — Concordaria comigo mesmo, afirmando com a cabeça. Caso não houvessem ferimentos, após a passada de olho, diria: — Perdão, só estava admirando seu corpo por um momento. Quanta carne, devo admitir. Brilhante criação do Sol. — E daria de costas, buscando com os olhos qualquer aliado revolucionário que tomasse conta da situação.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Obter um escudo.
-Obter uma clava (spiky head).
-Forjar alguma peça de armadura.
-Encontrar com ambos dos players.
-Me aliar ao exército revolucionário.
Voltar ao Topo Ir em baixo
Kenshin Himura
Pirata
Pirata
Kenshin Himura

Créditos : 6
Warn : Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 10010
Masculino Data de inscrição : 22/04/2012
Idade : 23

Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 EmptyQui 24 Jan 2019, 05:21


As coisas estavam esquentando em meio a missão, a luta com o Duncan ficava cada vez mais frenética, no atual estado já estava ficando cada vez mais furiosa, o garoto querendo ou não me apresentava um pouco de trabalho, e ele ia pagar pelo soco no rosto. Passava a mão no lado em que havia sido acertada, meus olhos fixados em Duncan, a fúria podia ser vista começando a tomar conta deles, e subsequentemente do meu corpo.

“Vou mostrar que com fogo não se brinca !” Com isso em mente seguia em direção do garoto, pronta para desferir um golpe que o deixaria com dor de cabeça por semanas, assim que pulava em sua direção percebia que o mesmo estava pronto para desferir um golpe, quase que instintivamente conseguia colocar minha perna para frente afim de bloquear o golpe, conseguia com sucesso, um sorriso poderia ser visto no canto de minha boca.

-Drog... Minha fala era interrompida por uma súbita dor vinda do meu pé esquerdo, por um breve momento via a ponta da lança do Duncan atravessada ao meu pé, a dor vinha em forma aguda e repentina fazendo minha visão ficar tremula por um instante, rapidamente a imagem voltava a ficar normal, mas a minha frente eu só via um filho da puta que feriu minha perna, e que tinha que pagar por aquilo.

Já não me encontrava no meu estado mais são, a raiva já tinha tomado conta do meu corpo fazendo com que não sentisse mais a dor vinda da minha perna. Escutava Duncan falar que tinha perdido a batalha e que era para me render. Uma gargalhada involuntária saia de minha boca, meu olhar fixo no jovem lanceiro. – Garoto, acabamos quando EU acabar! Estava cega naquele momento, cega de raiva, tudo que queria era afundar o crânio de Duncan com minha perna boa.

Mas antes que pudesse fazer qualquer coisa, sentia um calor se aproximar de mim, olhava para o lado e via uma explosão, não entendia ao certo o que tinha acontecido já que estava focada em meu adversário, era jogada em uma distância razoável de onde nos encontrávamos aquilo me lembrava oque tinha acontecido mais cedo no porto quando tinha sido jogada ao mar por conta do ataque dos agentes. “Essas porras gostam de explodir!” resmungava em minha mente. Toda aquela situação estava me deixando estressada, estava deitada no chão vendo Duncan correr, meu ouvindo zumbindo e perto de mim o idiota do Garfield.

Sem mais delongas ainda com meus ouvidos zumbindo escutava o grandalhão pronunciando algumas coisas, tentava me apoiar em meu braço direito um pouco dolorido com o impacto ainda, mas muito mais suportável do que a dor que estava sentindo proveniente de minha perna, olharia para a mesma com o conhecimento em primeiros socorros retiraria a lança caso a mesma ainda tivesse alojada em meu pé. Mas antes que pudesse fazer os devidos curativos o grandalhão me pegava no colo me retirando do local.

“A que ponto cheguei, vinda de tão longe para ganhar esse tipo de ferimento por pouca coisa, ainda tendo de ser carregada pelo idiota!” Pensava analisando Garfield que me carregava no colo correndo para achar um abrigo, assim que tentava falar ou ao menos me libertar dos braços dele, o mesmo despejavas varias e varias palavras que me deixavam irritada.

- Ai garoto cala a boca e me leva para um lugar seguro, e não preciso de médico.. ao menos não por agora sei me virar! Falava em resposta as coisas que Garfield falava enquanto me carregava assim que ele me descesse do colo dele voltaria a falar. – Perdi um pouco de controle no meio da luta o choque da explosão me fez recobrar um pouco de mim, apesar de não gostar devo agradecer por me tirar de lá, poderia ter esperado eu fazer ao menos o curativo, mas sei que tentou fazer o que pode com as capacidades mentais que tem. Dava uma pequena pausa e olhava para minha perna, em seguida me arrastaria ate algum canto aonde poderia encostar as costas em uma parede.

Escutava Garfield falar sobre a perda de Lenora, oque de inicio me deixava um tanto aflita, mas eu entendia, sempre existe baixas no tipo de trabalho que fazemos, mas antes que pudesse falar qualquer coisa sobre ela Garfield despejava um monte de asneiras sobre meu corpo, estava começando a me irritar, apertava meu pulso e respirava para poder manter o controle sobre mim a final ele ao menos me tirou daquele lugar.

- Agora me conte oque aconteceu lá!? Perguntava para as pessoas que poderiam estar perto da gente. Enquanto isso rasgaria algumas partes mais fáceis de minha roupa e começaria a estancar o sangue de minha ferida que aquela altura poderia me fazer ter uma hemorragia. Pressionaria bastante o ferimento mesmo que a dor fosse latente, conforme os trapos fossem ficando encharcados eu iria tirando o máximo possível para estancar e fazer um curativo. A final não queria ficar pelada ali já bastava a humilhação que fora aquela batalha.

“Se aquele idiota acha que deixarei aquela luta por isso mesmo, ele esta muito, mas muito enganado aquele corte no peito vai ser o menor dos problemas dele!” Pensava enquanto terminaria de fazer os devidos curativos em meu pé. Naquele momento tinha que me acalmar e descansar um pouco para que pudesse lembrar de qualquer coisa que possa ser útil assim como fora mais cedo com a missão das docas.
Historico:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Sempre estarão comigo:
 

Voltar ao Topo Ir em baixo
https://www.onepiecerpg.com/t33737-cla-shadows-league
Johnny Bear
Pirata
Pirata
Johnny Bear

Créditos : 17
Warn : Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 9010
Masculino Data de inscrição : 20/04/2016
Idade : 18

Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 EmptySeg 28 Jan 2019, 14:12





Com a explosão marcando uma transição de eventos, as batalhas aos poucos acabavam de um modo inesperado, o agente restante que estava por fora do plano de traição, querendo apenas salvar o próprio rabo e, quem sabe, o de outro companheiro agente, teria importantes decisões a tomar ao longo daquela via de uma só mão para a base do governo implantada em uma das cidades. Era sabido agora por Duncan o prefeito traidor, bem como tinha por ciência da investida de um dos aliados de Maurus, aquele garoto visto antes na sala, quem sabe já tivesse descoberto alguma coisa sobre o traidor ou até mesmo solucionada a missão, eram muitas possibilidades e pouco tempo para se pensar nelas.

M-4 por impulso ou talvez por lucidez à missão, não tentou impedir a fuga, fosse ou não pura encenação, ela correu até os corpos carbonizados no chão no local da explosão, a fumaça ainda densa levantada a poeira, a marca escura ainda no chão, acompanhada de rachaduras que cobria uma grande extensão do solo, agora não sendo tão lógico saber qual dos dois corpos carbonizados era o de Maurus, os dois haviam sido arremessados para a mesma direção, estavam caídos próximos e completamente desfigurados, mas algumas coisas ainda restavam após a explosão mesmo que em um péssimo estado, como as armas e um colar.

Apesar da calmaria o gigante ainda persistia em atos mais agressivos para lidar com os dois em fuga, movido pelo desejo de parecer uma figura heroica para Azura, correu com grande velocidade em direção aos Agentes que iniciavam a corrida – Ah só me faltava essa agora, o Hulk decidiu correr atrás da gente! – Balbuciou o outro enquanto ainda puxava Duncan que se perdia em meio alguns questionamentos sobre puxar ou não a arma do pé de sua oponente – Deixa essa idiota ai! Vamos, você já acabou com ela – Comentou tentando ir para o lado, longe da colisão daquela investida furiosa. Mas nem tudo são flores para os Revolucionários, simulando um ato de desespero e fé nos companheiros, enquanto tudo acontecia de modo simultâneo, desde a explosão até o levante das figuras no campo de batalha e a investida furiosa do campão do Sol, o tempo passou para a Lenora, tempo o bastante para que ela conseguisse recobrar a consciência, instintivamente ela tinha conseguido puxar a arma e realizado dois disparos.

O barulho preenchia o ar, no meio de toda aquela confusão, o agente se jogou para o lado ao ouvir o disparo, Duncan se desestabilizou, mas não caiu e apenas continuou se afastado, as balas acertavam em cheio a região de trás do joelho de Garfield, uma estranha sensação atingia seus nervos, a perna contraía de forma involuntária fazendo a passada falhar, com isso o levando ao chão aos pés de Azura, esta que por sua vez estava retirando a lança do pé. Ao olhar para a origem dos disparos, todos conseguiam ver Lenora deitada com as duas armas apontadas para o gigante – E-eu... A-a-ain-da tenho quatros balas vão! - Bradou ela tossindo, um olhar perdido com arranhões pelo corpo resultantes da explosão que arrastou seu corpo pelo terreno.

- Haha! A baixinha é mesmo durona na queda, nos deu uma chance de sair daqui – Prosseguiu e então os dois correram para longe. Garfield ao conseguir novamente sentir a perna, ainda dormente e formigando, conseguiu carregar a companheira ferida enquanto mancava até o galpão em que estavam antes os agentes presos e lá uma manobra inusitada era feita por Azura, arrancando um pedaço da roupa e amarrando no local do ferimento, a dor era intensa e pode sentir a tontura no primeiro momento, não chegando a ficar tonta de fato ou desacordar durante o processo.

Duncan seguia o agente por todo o caminho, e ao saírem às pressas da cidade e chegar até a outra não demoram muito até que estejam na base, era uma Mansão de tamanho mediano, feita com tijolos e madeira com um aspecto mais tropical, tinha piscina, laranjeiras por todo o jardim e dois andares. Ao entrarem no local percebem as portas da entrada abertas, sangue espalhado pelo chão e sinais evidentes de luta, mais a frente o corpo de um agente jogado no chão, caso se aventurassem pela casa poderiam ver outros corpos caídos e um homem sentado no piano tocando uma música suave, ensanguentado e cheio de ferimentos, dispondo apenas de uma garrafa de whisky para afogar as mágoas daquele olhar perdido, vazio e cansado.

- O que aconteceu aqui? -  Perguntou-se o agente caminhando mais para dentro da sala se escondendo atrás de uma coluna de concreto, passou pisando em cacos de vidro, sangue e carne humana - Senhor? O que aconteceu aqui? – Perguntou com medo, a música se silenciou e então ele virou-se para os dois. Ele então levantou-se, meio cambaleante, sentiu a tontura e apoiou-se nos joelhos antes de tomar novamente a postura – Eles... nos descobriram Sr.... – Fez uma pausa tentando recobrar-se do codinome daquele agente – Sr. Marrom – Completou o rapaz – Sim, Sr. Marrom e esse ai é o... ? – Indagou confuso, não se lembrando da face daquele agente e muito menos do codinome – Purple, eu não sei por que aquela idiota falou Purple e não Roxo de uma vez – Lembrando do comentário de Lenora quando se referiu ao companheiro, mas os questionamentos sobre os detalhes deveriam ficar para depois.

- Esses revolucionários vieram a minha casa... Eles descobriram nosso esconderijo, nossa operação corre risco fatal nesse momento Sr. Brown... Marrom, que seja. Eu consegui dar cabo de um deles – Virou-se o prefeito mostrando o corpo caído, ensaguentado e, obviamente, morto do recruta de Maurus – Esse deu trabalho, mas o que fazem aqui? – Perguntou confuso, um tanto desesperado, o outro agente tomou a frente para falar – Erm... e-eu tinha sido capturado senhor, mandou que eles fossem nos b-buscar – Ao ouvir tais palavras, do bolso o prefeito puxou uma pistola velha, coberta de sangue e cabelo, com as mãos trêmulas puxou o gatilho disparando contra o peito de Brown, ele caia no chão agonizando e gritando – Aaaaah! AaAAh! Porra! Porra merda! O que você está fazendo? – Sem conseguir entender, apertando o local do ferimento tentando fazer para o sangramento, mas já era tarde demais para conseguir se salvar – Eu não mandei nenhuma missão de resgate Sr. Brown, você é um mentiroso, você e seu parceiro – Ele então olhava para Duncan, tentava realizar outro disparo, mas a pistola estava descarregada, assim que olhou um tanto incrédulo para a arma, atirou-a para o lado e amarrou nos punhos um pedaço de pano, no outro colocou um soco inglês, tomou a postura de combate, ainda meio tonto – Isso acaba com um de nós no chão Sr. Purple -


Considerações:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Sagashi
Designer
Designer
Sagashi

Créditos : 3
Warn : Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 3010
Masculino Data de inscrição : 17/01/2014
Idade : 17

Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 EmptySab 02 Fev 2019, 17:09


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Ao ver a médica em estado ferido, com as duas armas apontadas para mim, sentia uma pontada de remorso, o que me levava a pensar um pouco sobre as minhas ações anteriores. Olharia fixamente em seus olhos e com a boca gesticularia um "Me desculpe", mas claro, sem fazer som, para que outras pessoas não vejam isso. Em seguida, prosseguiria com a ordem dos fatos.
Deixava Azura no chão, após isso, a garota rasgava um pedaço de sua roupa e amarrava em cima do ferimento, em uma tentativa clara de impedir que sangrasse. Até entendia o porquê dela fazer isso, afinal, quanto mais sangue no seu corpo, mais quente seu sangue fica na batalha e mais feroz fica-se. Uma tática muito boa por parte da garota, o que me levava a pensar se eu não a havia a subestimado um pouco. Ela não era tão, digamos, impulsiva como eu imaginei. Naquele momento, memórias repentinas do extravasar de minha raiva vinham à tona e eu notava algo que não havia percebido naquele momento: as balas talvez não tivessem a intenção de me machucar por terem medo da minha ilustre imponência. Se as balas não quiseram me machucar, como possivelmente a dona delas, vulgo a médica, que é menos dura do que elas são, portanto mais frágil, iria ter a intenção de me machucar também? Por entrar em contradição com o que se diz realidade, chego logo na conclusão de que ela realmente não queria me ferir. Caberia a mim, portanto, de forma tardia, me desculpar por usar minha força de forma indevida contra quem não merecia, no caso, ela.
Embora me sentisse um pouco culpado depois de ter assumido meu exagero, ainda não era tempo de descansar. Nesse momento, perguntaria à Azura: — Está tudo bem, Azura? Imagino que esteja doendo bastante. Por favor, engula o orgulho e me peça ajuda para te carregar caso precise andar por aí. Aliás... — Meus dedos iriam em direção ao queixo e meu olhar vistaria os céus. Como iríamos reportar o ocorrido da missão, afinal? Para quem supostamente teríamos que relatar, para Maurus? O novo carvão humano, carbonizado pelo destemido poder explosivo do pedaço de Sol guardado dentro de um pequeno embrulho de, não sei, metal? Ou será que ele apenas falsificou sua morte e todos estariam nos esperando no covil de revolucionários? O jeito era experimentar abordagens diferentes para o problema. —... aliás, Azura, qual seria o nosso próximo rumo? Reformulando: para quem contaremos o sucesso da missão, se Maurus parece estar morto? A gente deveria voltar para o princípio? — Diria baixinho para ela caso alguém estivesse próximo de nós, ou pelo menos tivesse a oportunidade de ouvir.
Após ouvir uma possível resposta de Azura, seguiria suas próximas instruções, na esperança de que ela soubesse melhor da análise crítica da situação. Eu já sabia, com certeza sabia, por se tratar de mim. Porém, queria saber se ela sabia. A levaria à base revolucionária, de uma forma ou outra, ela querendo ou não.
O Sol esse tempo todo me abençoou com sua força e sua rigidez, me tornando um destaque no campo de batalha, além de se comunicar comigo durante esse meio tempo, o que me fazia ter intenções sérias sobre arranjar mais e mais discípulos adeptos ao Sol. Para tal, eu precisaria provar e revelar sua existência a todos os indivíduos ao redor do mundo e enfim estabelecer um reino solar, uma utopia onde todos poderão ser felizes sob a proteção divina do Sol, nenhum ser haverá de ser desprotegido enquanto tiver fé sobre a grande espécie onipotente. Portanto, dessa data em diante, havia estabelecido em minha mente que eu deveria criar uma religião com esses fundamentos. Só que, primeiro, precisaria de apóstolos para o ato, então eu precisava deixar essa ideia para mais tarde.
Prosseguiria a fazer o que Azura ordenasse. Caso a garota não desse nenhuma ordem, tomaria a iniciativa própria de voltar para o lugar de onde viemos, saindo do campo de batalha, no lugar onde fui recrutado, se necessário carregando Azura comigo, para que assim eu contasse para qualquer superior em patente dali sobre nossos feitos, assim, clamando nossa merecida recompensa depois de um sanguinário combate. Caso eu encontrasse Lenora por ali, caminharia em direção a ela e ajoelharia com um dos joelhos, curvando-me perante a ela e proferindo as palavras: — Sinto muito, Lenora, fiz uma análise errônea da situação e acabei perdendo o controle dela. Peço que me perdoe por isso. Como forma de reconstituição de laços aliados, gostaria de marcar um jantar para nós dois, com tudo o que o cardápio pode fornecer para você às minhas custas. Por favor, aceite meu humilde presente. — E esperaria por uma resposta, de preferência o "não", já que eu sinceramente não tinha tanto dinheiro para realmente pagar um jantar para ela. Se eu a não encontrasse, apenas seguiria com o plano de clamar a recompensa pelos feitos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Obter um escudo.
-Obter uma clava (spiky head).
-Forjar alguma peça de armadura.
-Encontrar com ambos dos players.
-Me aliar ao exército revolucionário.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Meu amor:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Kenshin Himura
Pirata
Pirata
Kenshin Himura

Créditos : 6
Warn : Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 10010
Masculino Data de inscrição : 22/04/2012
Idade : 23

Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 EmptySab 02 Fev 2019, 19:56



Minha parte na missão estava concluída, ao menos era oque eu achava, tinha preocupações maiores agora, para ficar pensando se Duncan daria conta ou não do resto da missão. Olhava para meu pé que agora estava enfaixado, a dor que vinha dele era enorme, me deixando bastante amargurada com tudo que tinha acontecido. – Não vai acontecer novamente! Falava para mim mesmo enquanto me arrastaria ate alguma arvore ou parede para que pudesse escorar minhas costas, conseguindo olharia para cima, visando ver o Céu.

“Temos de voltar para a base, reportar as baixas e que a missão estava agora nas mãos do Duncan.” Olhava para cima analisando a noite, sugava um pouco de ar para ter forças novamente para poder seguir em frente. E pensar que a essa hora eu poderia estar me divertindo com a medica, ossos do ofício.

Tentava me por de pé, mas a dor em minha perna era tremenda que me forçava a voltar sentar no chão, estava envergonhada por aquela situação, meu sangue já estava mais frio, fazendo com que a dor fosse bem maior, percebia de relance o idiota do sol estava perto de mim, aparentemente preocupado pois começava a perguntar como eu estava e que eu precisava de sua ajuda.

- Garoto eu estou bem, conseguir estancar o sangue, viverei mais um dia! Percebia que ele parava de me olhar e voltava a sua cabeça para o céu, talvez procurando o sol? Um verdadeiro lunático estava a minha frente, como o exercito poderia ter aceito um cara desses? Em falta de suas faculdades mentais. “Oque estou pensando o próprio líder dessa ilha e um Bêbado inveterado!”.

Antes que eu pudesse falar mais alguma coisa o maluco voltava a olhar para mim, perguntava o que iriamos fazer o mais obvio era voltar para base, mas ele mesmo concluía sua própria pergunta, ainda encostada na parede levantava minha cabeça para escorar o crânio. “Olha oque me sobrou...” Voltava minha cabeça para o Garfild falando.

- Sim vamos voltar para casa, terminamos oque tinha para fazer aqui, e por favor para de falar sobre o ocorrido, as arvores... olhava entre as arvores do local voltando a falar. – “Tem” ouvidos! Escorando na parede fazia força para poder me por de pé, obviamente conseguiria voltar sozinha para a base, mas não sabia quantos agentes estavam pela ilha e a nossa posição atual estávamos bem vulneráveis, além que não podia deixar que o maluco do sol tentasse me salvar e perdesse a visa.

Escorada na parede com o cabelo em minha frente, passava a mão direita concertando o mesmo, olhava para Garfild falando. – Consigo andar sozinha, mas nossa situação e mais urgente, precisarei de sua ajuda para... Dava uma pequena pausa uma amazona pedindo ajuda para poder andar, vergonhoso, oque minha finada mãe pensaria nisso, ou mesmo a senhora Kate. -...Me apoiar em você e podermos retornar ao abrigo! Após isso esperaria que o mesmo se aproximasse para que eu me apoiasse em seu braço, e assim mancando e com muita dor, tentando nãos transparecer o desconforto físico e mental que aquela situação me apresentava, andaria ao lado do perna longa de volta para a base.

Voltando ao abrigo do Grambos, adentraria junto com Garfild sem fazer muito alarde, olharia para o maluco que estava me ajudando a chegar até ali, falando. – Me leve até a enfermaria, preciso de tratamento antes que essa ferida piore! Após essas palavras andaria junto do mesmo até o local desejado esperando pelo atendimento do médico que substituía a Lenora enquanto ela estivesse em missão.

- Garfild, sei que pude ter sido rude com você em alguns momentos, mas obrigada por me trazer aqui, agora traga o Grambos precisamos relatar algumas coisas! Assim ficaria ali na enfermaria sentada no banco mais próximo com a perna esticada esperando pelo tratamento e esperando que o líder viesse receber o resumo do que tinha acontecido.
Historico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Sempre estarão comigo:
 

Voltar ao Topo Ir em baixo
https://www.onepiecerpg.com/t33737-cla-shadows-league
Wesker
Revolucionário
Revolucionário
Wesker

Créditos : 7
Warn : Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 10010
Masculino Data de inscrição : 29/04/2012
Idade : 21

Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 EmptyDom 03 Fev 2019, 04:35


Maldição, maldição, droga!” Podia apenas manter em minha mente a frustração pelo que havia acontecido enquanto a imagem de Maurus sendo explodido voltava a minha cabeça incessantemente. Como eu poderia imaginar que o maldito agente teria um explosivo no estômago? Eram muitas variáveis que eu não havia levado em conta na hora de bolar o plano, e tudo aquilo só mostrava cada vez mais o quanto eu ainda era imaturo, e talvez tivesse perdido um companheiro por isso.

Neste momento eu sabia que estava indo para a mansão na outra cidade, aquela para a qual o ceifador e o recruta de Maurus haviam ido. Após tudo o que havia acontecido até ali, não podia deixar de me perguntar se eles estavam bem. Ao menos sabia àquela altura que a médica havia sobrevivido a explosão, não só isso como também estava sã o suficiente para dar prosseguimento com nossa encenação e acertar alguns belos disparos em Garfield. Inegavelmente, aquela era uma mulher e tanto. Me contentava saber que ao menos ela agora estava segura após o fim de tudo aquilo.

Em pouco tempo chegavamos até a mansão das laranjeiras que, apesar de parecer intocada por fora, me passava uma sensação bem ruim quanto ao que estava por vir. Ao entrar no local a carnificina era evidente, bem semelhante ao que havia acontecido na praia mais cedo naquele mesmo dia - Droga - Dizia após ver o primeiro corpo, pouco antes de continuar andando com o agente resgatado. Outro massacre havia ocorrido naquele dia, muito sangue havia sido derramado naquela ilha por causa daquela disputa e, desta vez, talvez as brechas no meu plano fossem as responsáveis pela perda de mais de uma vida.

Em silêncio, o agente e eu caminhávamos pela casa receosos quanto ao que poderia estar acontecendo ali, era quando uma melodia nos chamava a atenção e nos levava até uma sala onde estava o homem que talvez fosse o último sobrevivente de toda aquela chacina. Ao notar nossa presença na sala o segundo agente parava de tocar e levantava-se da cadeira, deixando de lado aquela garrafa de whisky. Seu estado era deplorável, por mais que aparentasse ser o único sobrevivente de tudo aquilo, fazendo-me questionar o que havia acontecido com meus companheiros que haviam ido até aquela mansão.

Mantendo a atuação, tentava ao máximo me conter para manter uma expressão de preocupação enquanto ouvia a conversa entre os dois agentes, era de fato uma ideia um tanto quanto arriscada ter ido até ali, onde claramente os líderes dos agentes não reconheceriam meu rosto, e poderiam denunciar a falsa missão. Eu sabia disso desde o início, mas precisava ter certeza para que nada do que ocorreu hoje acabasse sendo em vão. Em meio a conversa, enquanto explicava o que aconteceu, o outro agente apontava um corpo no chão, de um homem que ele dizia ter abatido pessoalmente… Era o recruta de Marus.

Droga, a missão não era invadir a mansão, só descobrir quem era o traidor” Tentava afastar aquela terrível sensação de culpa, mas sentia na pele todo o peso de liderar uma missão como aquela, eu não poderia e nem conseguia simplesmente ignorar as perdas, por mais que fossem de pessoas que eu mal conhecia. Ficava em silêncio apenas ouvindo a conversa, enquanto sentia aos poucos aquela sensação retornar, aquela fúria ardente, a mesma que me tomou no dia em que minha vida havia mudado, a mesma fúria que havia tomado conta de Azura momentos atrás. Não poderia ceder a isso, havia prometido a mim mesmo que nunca mais me entregaria a minha besta interior novamente… Mas será que era realmente possível?

Era despertado de minha luta interior pelo barulho do disparo. Havia conseguido escutar o suficiente para saber que o pianista havia atirado em seu próprio companheiro ao saber que ele havia me levado até ali. Aos gritos e com uma clara angústia e dúvida em seu rosto, o marrom dava seu último suspiro e perdia a vida após ser baleado. A arma então era apontada para meu peito, que carregava um coração que pulsava forte com toda a adrenalina e fúria se espalhando pelo meu corpo depois do ocorrido.

- Haha… Hahaha… Hahahaha - Gargalhava involuntariamente e de forma até assustadora quando o adversário falhava em efetuar seu disparo contra mim. O agente baleado por seu companheiro bem na minha frente havia sido o estopim para que, aos poucos, a fúria começasse a tomar conta de mim. De fato, é possível que naquele momento eu mesmo tivesse decidido me entregar um pouco a tudo aquilo, talvez como uma válvula de escape ou talvez como uma forma de extravasar a raiva e a culpa por todas aquelas mortes - Pois bem. Quanto ainda consegue apanhar, prefeito? Vou fazer com que deseje ter morrido na sua última luta - Em minhas últimas palavras de lucidez antes da ação, punha também o meu corpo em posição de luta, preparando-me para o que estava por vir.

Tomado pela fúria, tudo o que conseguia ver naquele momento era a presa a minha frente, o homem que havia causado tudo aquilo e que morreria pelo que havia feito. Começaria a avançar em sua direção, incapaz de me importar com os corpos no chão que poderiam ser pisoteados, tudo o que me restava de sanidade naquele momento era a ideia de tentar não cair ao pisar em um dos cadáveres. Esperava a chance de realizar o primeiro ataque logo que me aproximasse do adversário, em fúria, eu desferiria um forte soco de minha mão direita contra sua face, tentando aproveitar-me dos danos que este já havia sofrido para que pudesse acabar com tudo aquilo, ou ao menos com as possibilidades de reação daquele homem ao que estava por vir.

Aquele desejo por sangue servia para aguçar meus instintos de lutador ainda mais, estava pronto para que o adversário decidisse contra atacar ou mesmo impedir meu ataque inicial, e por isso mantinha-me atento. A qualquer momento durante a luta, caso fosse atacado eu usaria o membro mais próximo (braços ou pernas), para bloquear e afastar o ataque, sem me importar com os danos que o membro em questão usado para defesa sofreria. Tendo efetuado o bloqueio, me aproveitaria da provável proximidade para desferir um soco de baixo para cima, mirando o queixo do oponente.

Por fim, caso tivesse acertado um golpe em algum momento, daria sequência aos movimentos sem me importar com as reações do adversário, sejam elas um contra ataque ou mesmo a morte deste. Jogaria meu corpo em cima do corpo do oponente visando desequilibra-lo e, por consequência, levá-lo ao chão ficando por cima deste. Tendo feito isto, começaria a desferir violentos socos de forma aleatória contra a face do adversário, não pararia nem mesmo se este ficasse desacordado. Naquele momento, a fúria era a única coisa tomando conta, e eu precisaria lutar comigo mesmo para retomar o controle.

Historico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Em homenagem aos que se foram::
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Johnny Bear
Pirata
Pirata
Johnny Bear

Créditos : 17
Warn : Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 9010
Masculino Data de inscrição : 20/04/2016
Idade : 18

Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 EmptyQua 06 Fev 2019, 23:43





Depois de uma missão arriscada no campo aberto, metade daquele grupo formado com o intuito de desvendar o mistério sobre o prefeito traidor voltava para a base, estavam todos, de certa maneira, com sequelas do ataque que se manifestavam de forma individual. Lenora tinha tonturas e o corpo lhe faltava rigidez, conseguia se manter lúcida a maior parte do tempo, sorriu meio constrangida quando viu o gigante se desculpar pelo exagero, ela compreendeu um pouco a situação já que não teria como ele saber a princípio sobre os planos dela de fazer tiros especiais para a ocasião. Azura e Garfield continuavam no galpão conversando sobre a procedências, deveriam relatar ao líder revolucionário o ocorrido, mas a missão não estava ainda, de fato, terminada.

M-4 estava ao pé do corpo chamuscado de Maurus, o revolucionário morto em uma atitude desesperada e compulsiva do agente tinha um fim trágico, a garota fechou a sombrinha que utilizava em luta, colocou-a nas costas e pôs-se a lamentar pela perda do companheiro, sua caminhada de volta fora silenciosa e pensativa, só imaginando o que deveria dizer para Grambos e como deveriam prosseguir com a missão. Azura encostou-se sobre uma das vigas que sustentavam o teto do local, depois de uma conversa esclarecedora e não tão amigável com o parceiro de trabalho e adorador do sol,se levantou apoiando as costas na viga com força, o esforço exercido com o pé ferido quase a fez perder o equilíbrio, fazendo bem a seu bem estar desprender-se por hora daquele orgulho de mulher guerreira para pedir ajuda a alguém mais saudável.

Lenora seguiu um pouco depois do grupo, colocando a mão em um dos ombros que parecia ter deslocado quando fora arremessada pela explosão. A base não estava muito movimentada quando chegaram, a passagem foi dada e todos foram logo encaminhados para a enfermaria, M-4 que tinha poucos ferimentos pelo corpo em comparação aos outros continuou seguindo até a sala de Grambos, uma médica qualificada se encarregou do serviço de fazer as ataduras, limpeza e tratamento dos ferimentos no pé da Amazona. A médica que acompanhou o grupo na missão foi se sentar no canto da sala esperando sua vez para ser atendida, o choque de uma experiência em campo fora tamanho que ela ainda estava segurando a pistola, boquiaberta e desacreditada com a morte errônea do companheiro Maurus.

Grambos chegou pouco tempo depois na enfermaria, de braços cruzados e cara fechada, M-4 estava atrás dele com o olhar perdido - Vá pegar o corpo de Maurus - Ordenou o chefe e ela logo partiu da base para ir limpar os resquícios da batalha, o líder Revolucionário permaneceu ali aguardando eles começarem a contar o que havia acontecido.

Enquanto o clima de calmaria estava sob o grupo que voltou em segurança, Duncan decidiu executar sua missão até o fim, em um exímio ato de coragem entrando no território do inimigo sem muita relutância, mas o desenrolar de sua missão não saia bem como o esperado, haviam tido muitas baixas que nem sequer ele pode imaginar na hora em que arquitetou o plano, quem sabe algo tivesse fugido do controle, o grupo responsável por investigar o presidente agora estava morto, mas no fim eles haviam conseguido achar o traidor e deixá-lo bem debilitado para que alguém finalizasse o serviço, seria este Duncan? Antes de assumir a postura de combate o rapaz passou por uma série de mudanças, lutava internamente para manter a sanidade e não se entregar ao ódio que parecia pouco a pouco consumir o grupo.

O prefeito cambaleou até o piano antes de começar a lutar, tomou uma última dose da bebida e limpou dos lábios uma mistura de saliva, álcool e sangue - Que o senhor faça do justo o vencedor… -  Proferiu uma prece beijando a cruz que tinha tatuada no pulso. Os olhos cansados, entreabertos, sangue escorria da sua nuca, as roupas estavam sujas de sangue, rasgadas e com ferimentos de outras armas como balas e cortes, ele reunia um arsenal muito grande de hematomas pelo corpo, mas todos estavam cuidados de uma forma rude, mas ele ainda conseguia se ele ainda conseguia ficar de pé era uma vantagem.

A investida de Duncan não pegou o homem desprevenido, mas ainda sim o soco atingiu em cheio o seu rosto fazendo o homem cambalear dois passos para trás, pisou em cacos de vidro e algumas pedras pelo caminho, mas logo quando viu o jovem Duncan se atirar para cima, moveu rapidamente o braço direito - braço cujo punho tinha o soco inglês - acertando um golpe horizontal contra o peito do revolucionário, o soco fora forte o bastante para fazê-lo perder o fôlego por alguns segundos, o movimento não pode ser bloqueado já que o golpe viera em um momento de avanço, mas não acabou por ai, o prefeito escapou para o lado contornando o oponente por baixo dos socos aleatórios e desesperados. Assim que ficou de frente para o lado direito do oponente, desferiu um golpe com o punho esquerdo na costela de Duncan e, aproveitando-se do desequilíbrio do rapaz, o agarrou pela gola da camisa e a parte de trás da calça o arremessando de cabeça no piano que quebrava espalhando pedaços de madeira e teclas pelo chão, além de muitos pedaços caírem sobre o corpo de Duncan e partes de seu corpo ficarem doloridas com o choque, especialmente a cabeça.

O prefeito tirava alguns segundos para descansar, esperando que o oponente se levantasse para continuar a luta. Haviam muitos pedaços do cenário que poderiam auxiliar o rapaz em sua luta ou que poderiam até mesmo serem usados para ajudar o prefeito, dentre os vários cacos de vidro espalhados pelo chão, pedaços de madeira, pedras do tamanho de um palmo, haviam armas brancas como uma espada, correntes e até mesmo escudos. As armas de fogo estavam espalhadas mais longe na sala. Barras de ferro também estavam ali por perto com cerca de cinquenta centímetros.



Considerações:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Kenshin Himura
Pirata
Pirata
Kenshin Himura

Créditos : 6
Warn : Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 10010
Masculino Data de inscrição : 22/04/2012
Idade : 23

Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 EmptyQui 07 Fev 2019, 17:51



Finalmente estávamos de volta a base, já estava exausta daquele dia, tudo que queria naquele momento era poder tratar meu pé e descansar para o próximo dia, mas algo pairava em minha cabeça, o que me deixava bastante inquieta. “Quanto tempo ficarei parada?” olhava para meu pé enfaixado com meus primeiros socorros, pensava na época que tinha sido resgatada pela senhora Kate, e como os primeiros anos tinham sido duros para mim, olhando os irmãos do exercito lutando para me proteger quando vinha uma investida da marinha ou dos imundos agentes do governo.

“Tenho que sair dessa ilha, não posso ficar aqui por mais tempo, não no meu estado atual” Pensava indo em direção a enfermaria, logo mais M-4 se separava da gente como líder da missão provavelmente fora reportar a Grambos oque tinha acontecido as perdas e os possíveis ganhos.

Logo chegávamos na enfermaria, provavelmente pelo horário que nos encontrava, o local não estava muito cheio assim como o resto da base, no meio da enfermaria se encontrava uma medica, provavelmente a que cuidava do plantão noturno, não me chamava a atenção a final Lenora era muito mais bonita que essazinha ai. “Vamos acabar com isso logo, lá vamos nós de novo.” Pensava indo me sentar no mesmo local aonde tinha estado mais cedo quando Lenora tratava de meus ferimentos da primeira missão.

Assim a medica do turno noturno começava o tratamento, retirando as ataduras improvisadas por mim, o sangue que estava começando fazer uma camada seca em volta da ferida rompia fazendo eu sentir uma ardência na região, mordia meus lábios para conter a dor. Assim a medica continuava os procedimentos cabíveis limpando o ferimento e tratando o mesmo, a dor era intensa mas suportável, não pior de quando tinha retirado a lança e improvisado os primeiros socorros.

Mordendo o lábio enquanto a media terminava os procedimentos olhava para o lado e via Lenora escorada no canto da sala, parecia um tanto desolada com oque tinha acontecido na missão, não me recordava muito bem do que estava a minha volta, pois tinha perdido o controle de novo... “Coitada da Lenora, talvez o lugar dela seja dentro do quartel e não no campo.” Sentia meio culpada pelo pequeno trauma da doutora, a final eu tinha a chamado para participar da missão.

- Obrigada pela ajuda! Falaria assim que terminasse de ser tratada, percebia que M-4 entrava na sala com Grambos estava mais sério do que de costume, já que sempre o vejo bebendo, analisava ambos e percebia que o lider ordenava que M-4 fosse atrás do corpo de Marus. “Parece que tivemos uma baixa bem desagradável” Pensava lembrando que o mesmo tinha me ajudado a finalizar o líder dos agentes que estavam invadindo a ilha.

-Ossos do oficio não é mesmo! Falava para mim mesmo olhando fixo para a parede, já conformada com tudo aquilo, a morte sempre rondando as pessoas que tentam me ajudar. Colocava a perna para cima após a medica se afastar para tratar os membros restantes, o clima estava bem tenso na sala, esperava que Duncan tivesse sucesso no restante da missão.

Grambos continuava parado na sala esperando pelo corpo de um dos líderes da missão e que alguém se prontificasse a falar oque tinha ocorrido, me ajeitando no local aonde tinha ficado para a medica me tratar me recostava em algo para apoiar as costas. – Senhor creio que a M-4 tenha dado um parecer melhor do que eu posso te dar. Dava uma pequena pausa molhando um pouco meus lábios. – Bom nossa parte da missão fora concluída, mesmo com as baixas a missão se encontra na segunda fase. Olharia para Lenora e para Garfild que se encontravam no local voltando a falar. – Bom infelizmente eu perdi o controle... Novamente, na primeira missão foi uma coisa boa pois o adversário era um inimigo, dessa vez fui com tudo para cima de um Aliado mesmo sendo o combinado, oque resultou nisso! Olharia para o meu pé ferido deixando uma resposta visual para o líder.

- Além da morte de Marus cujo não consegui presenciar, por conta da minha falta de controle permiti que Duncan fugisse sem ao menos conseguir escutar para onde, basta esperarmos por sua volta! Suspirava enquanto olhava em volta do quarto, vendo meus companheiros feridos e desolados, tinha de tomar uma decisão, o mais certo a se fazer.

- Senhor quero fazer um pedido... Esperava que tivesse chamado a atenção do homem para que pudesse voltar a falar. – No meu estado atual não estou apta a ajudar a ilha, irei apenas atrasar vocês e causando uma obrigação a mais! Meio que tinha falhado com a ordem da senhora Kate de vir para essa ilha, mas não poderia ficar por ali não enquanto estivesse com a perna fodida. – A senhora Kate me enviou para ajudar o senhor, fiz oque pude com minhas capacidades, infelizmente falhei com você, gostaria que o senhor me enviasse para outra ilha até me recuperar para que possa voltar com minhas atividades no exército! Olharia diretamente nos olhos de Grambos, estava convicta que tinha de sair da ilha tudo que pude fazer por ela tinha feito agora a decisão de partir ou não estava nas mãos do líder.
Historico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Sempre estarão comigo:
 

Voltar ao Topo Ir em baixo
https://www.onepiecerpg.com/t33737-cla-shadows-league
Wesker
Revolucionário
Revolucionário
Wesker

Créditos : 7
Warn : Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 10010
Masculino Data de inscrição : 29/04/2012
Idade : 21

Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 EmptyQui 07 Fev 2019, 23:41


Sentia aquela queimação na cabeça junto de dores em diversos pontos devidos aos impactos sofridos pelo meu corpo. Aquela altura, instinto de luta era tudo o que me comandava, fazendo com que ignorasse qualquer fala vinda do adversário. Caído ao chão, sentia cada vez mais a fúria tomar cada fagulha restante de minha racionalidade, até que não sobrasse quase nada. Aquela pouca racionalidade restante se escondia envergonhada por ter deixado a fúria tomar conta, e com isso, transformava-me em uma verdadeira máquina de matar.

Olharia rapidamente pelos arredores, buscando com meus instintos o objeto mais próximo de uma lança que estivesse presente ali. Ao encontrar o objeto, me esticaria para pegá-lo se possível ou me colocaria de pé caso não fosse. Seguindo a possibilidade de não alcançar a arma em um primeiro momento, buscaria por ao menos uma pedra próxima e a seguraria firme com minha mão direita preferencialmente, usando a esquerda apenas se encontrasse duas dessas. Feito isso, me levantaria logo em seguida. Estando de pé, andaria rapidamente em direção a arma encontrada, sem nunca dar as costas ao oponente. Ao chegar até o item, me abaixaria rapidamente e soltaria as pedras para pegá-lo.

Caso fosse atacado enquanto caminhava até a lança improvisada, usaria uma das pedras para bloquear o golpe, colocando a pedra na frente do ataque do adversário, visando colidir o metal do soco inglês (ou o punho, caso este usasse a outra mão) contra a pedra. Feito o bloqueio, usaria a outra mão e a outra pedra para tentar um ataque mirando o rosto do oponente com toda a força, seguido de uma rasteira contra este visando reduzir seu equilíbrio para que eu pudesse continuar meu caminho até a lança. Usaria esta estratégia de defesa quantas vezes fossem necessárias.

Se alcançasse a “lança” a qualquer momento, seguraria firme o item com ambas as mãos, e voltaria minha total atenção para a aproximação do oponente. Esperaria este entrar no alcance de minha arma para que pudesse tentar uma estocada contra seu peito, como forma de contra-atacar. Caso este desviasse do primeiro golpe, tentaria emendar no movimento da estocada uma movimentação com o cabo da lança, visando atingir o estômago do adversário para impedir sua aproximação. A todo momento me moveria em passos pequenos para trás, tentando manter alguma distância do inimigo.
Historico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Em homenagem aos que se foram::
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Sagashi
Designer
Designer
Sagashi

Créditos : 3
Warn : Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 3010
Masculino Data de inscrição : 17/01/2014
Idade : 17

Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 EmptySab 09 Fev 2019, 00:35


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Aliviava-me ao saber que Lenora não estava com ressentimentos pela situação, já que ela era nossa médica do grupo e uma grande companheira, afinal de contas. Depois de um tempo de caminhada e de ajudar Azura, me deparava com uma cena de pessoas feridas, com a garota que eu ajudei e a própria médica, a primeira sendo tratada e a outra esperando por seu atendimento. Eu, na verdade, tenho muita vocação para ser médico, sim, eu tenho. Já havia curado centenas de milhares de pessoas com a bênção do Sol nas minhas últimas reencarnações, cegos voltaram a enxergar, aleijados voltaram a ter membros, pessoas sem esperanças de um mundo melhor se tornaram revolucionárias por acreditar na coragem e determinação que o Sol exala, isso é prova mais do que o suficiente para se dizer que qualquer ferido ali poderia ser curado pela fé. Como bom doutor que sou, me aproximaria primeiro de Lenora, a que estava esperando.
— Com licença, garota. — Chegaria a uma distância muito próxima dela, quase que encostando nossos ombros, de forma que tapasse sua visão para quaisquer coisas além de mim, garantindo sua total atenção no momento. — Você acredita em alguma entidade maior? Acredita que exista algum ser que nos proteja o tempo todo, que independente da causa trás recompensas? — Esperaria sua resposta e a ouviria atentamente. Logo em seguida, afrouxaria a postura, já que sua atenção provavelmente já estaria virada a mim. — Sabe, existe um motivo para você não ter tido o mesmo destino do que nosso companheiro. — Daria uma pausa na fala, para que ela pudesse se recompor de possíveis memórias ruins a respeito do queimado. — Foi porque ELE te protegeu. Sim, ELE. ELE tem planos póstumos para você, ele sabe que você é bela e tem um bom coração, sabe que você merece estar ao seu lado no futuro, em paz e harmonia eterna. Você sabe quem é ELEEE?! — Esperaria pela resposta. Claro que, provavelmente, ela já sabia. Porém, prosseguiria mesmo assim: levantaria meu indicador direito e apontaria para cima, acompanhando o trajeto do dedo com os olhos e o arrastando aos céus, indicando que fosse o Sol. — Isso aí, Lenora... é ELE, o Sol. Ele sabe dos seus segredos, das imperfeições, das vivências, e ele ainda sim continua te fornecendo luz o dia todo... é por causa dele que nossos dias são iluminados, não concorda? Então, ora pois, louvemos-o! Enquanto em terra, somos apenas carne e ossos. Mas, enquanto espíritos, somos inquilinos desse grande estabelecimento chamado terra, onde o gerente é o Sol, Lenora... — Tomaria cuidado para não falar muito baixo e articular bem a voz, para que ela entendesse toda a ideia de primeira. Prestaria atenção nas suas reações e responderia-a de acordo com suas dúvidas.
Após "converter" Lenora, ou pelo menos tentar, sairia de perto desta e iria de encontro à Azura. — Azura, doce moça de temperamento refi --- digo, temperamento certamente não descontrolado, você acha que foi por acaso que acabou sendo salva de todo esse furdúncio? Não, não foi, Azura. Existe um ser brilhante, enorme e beeem forte ali, emanando sua luz para todos nós vivermos. Você o conhece? Acha que é capaz de aceitá-lo? — Diria com sorriso honesto no rosto, sabendo que minha parte para com o Sol já estava feita. Mas havia ainda um longo caminho, uma grande jornada pela frente. Esperaria que Azura relatasse sua missão, e logo após, iria eu conversar com Grambos. — Senhor Grambos, acredito que tenhamos obtido sucesso nessa missão. Não tenho certeza da localização do corpo, nem de Duncan, mas tenho certeza de que fizemos o possível para a conclusão desta. Agradeço por ter me dado essa oportunidade, agradeço sobretudo ao Sol por me dar forças para parar balas usando apenas um braço. O senhor conhece o Sol, a propósito...? — Diminuiria um pouco o volume da voz na última sentença. Bateria continência para ele após qualquer menção honrosa de sua parte. — Me empolguei um pouco com o calor da batalha e posso ter ferido Lenora, portanto, sinto muito pelos gastos médicos com ela, prometo restituí-los em um futuro próximo. — Após contado, ouviria o que ele tivesse a dizer e seguiria seus comandos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Obter um escudo.
-Obter uma clava (spiky head).
-Forjar alguma peça de armadura.
-Encontrar com ambos dos players.
-Me aliar ao exército revolucionário.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Meu amor:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
GM.Ryoma
Pirata
Pirata
GM.Ryoma

Créditos : 79
Warn : Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 10010
Feminino Data de inscrição : 04/06/2011
Idade : 21
Localização : Inferno

Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 EmptySeg 11 Fev 2019, 02:58


O tratamento de todos aqueles na base era feito de forma rápida e precisa, melhorando o estado deles. A movimentação era grande, precisando da agilidade da médica que por ali estava. Azura era aquela que tinha seu tratamento finalizado e começava a agir, iniciando a conversa com Grambos, que a levou até o assunto principal daquilo. Sair da ilha era um dos objetivos dela e mesmo que a situação dos revolucionários não fosse tão interessante, o velho entendia muito bem os motivos para a amazona chegar naquela resolução e por isso não se incomodava com tal pedido. – Eu sei, não precisa se preocupar. A saída da ilha já era um plano meu, deixar novatos promissores presos à essa célula não é muito bom. – Não era normal ver Grambos tão sério, mesmo quando se tratava de missões ele ainda conseguia mostrar o outro lado dele, mas naquele momento a morte de um companheiro deixaria qualquer um neste estado. Diferente de outras pessoas que estavam em uma situação pior, aquele velho parecia até bem comparado ao restante dos que já sabiam da noticia e aqueles que tinham visto tudo acontecer.

Fora da sala, Garfield conversava com Lenora, recebendo algumas reações da médica mesmo que ela não estivesse muito bem. A médica tratava dela por hora, mas a conversa rolava sem problemas. – Se realmente houvesse algo assim ele não estaria morto. – O pouco tempo de contato com o líder da missão havia deixado ela bem abalada sobre tal fatalidade, mesmo já tendo visto muitas mortes na enfermaria onde nem mesmo tentando o máximo ela conseguia salvar alguém, Lenora tinha pouco contato no campo de batalha e aquilo a incomodava um pouco. – Deus? – Perguntava sem entender muito bem do que o homem estava falando, olhando de forma confusa para o rosto dele enquanto deixava de lado as coisas que segurava. – Sol? Hum, nunca pensei nisso. Irei pensar sobre isso, talvez você esteja certo, mas preciso pensar melhor e ver se consigo aceitar a situação. – Um sorriso forçado aparecia, Garfield deixava a conversa por ali e seguia até Azura.

Não tenho nada que consiga fazer por vocês. Assim que Duncan retornar, quero que partam. Nunca deixarei novatos que podem crescer tanto presos à esta ilha. – Grambos estava muito pensativo, sentindo o peso de mandar tantos novatos em missão tão importante. – Quero que partam assim que todos estiverem tratados, quanto menos ficarem aqui, melhor a recuperação mental. Loguetown é a ilha para onde vão ir, a última antes da GL. Por lá vão poder aprender muitas coisas e iniciarem um caminho melhor, esta ilha se tornaria apenas uma prisão para todos vocês. – Dito isto, Grambos fazia um sinal para eles descansarem e ficava quieto observando alguns papeis na mesa sem fazer nada. O silêncio no local permaneceu, todos precisavam apenas esperar, pois Duncan não havia retornado ainda e os ferimentos impediam muita agitação por ali.

Ainda em Hirotown estava o revolucionário enfrentando a última pessoa que estava no caminho. Nenhum dos dois estava realmente se importante com qualquer coisa fora a luta, o foco era tamanho que mesmo barulhos externos não incomodavam eles, restando apenas a visão para observar o local do combate em busca de armas usáveis. Uma lança perto de Duncan serviria como arma no combate, pegando-a sem problemas por conta da movimentação de seu oponente não estar nos melhores dias. O prefeito apenas caminhava na direção do oponente, observando o revolucionário. O desenrolar da luta foi breve. Duncan aguardou uma aproximação e recebeu exatamente isto, vendo que seu oponente não estava querendo parar a caminhada. A lança conectava-se ao corpo do mesmo, recebendo alguns ataques, mas mesmo assim ele conseguia avançar pelos ataques até os punhos estarem próximos o bastante para desferir um golpe que fora facilmente deixado de lado com o salto do lanceiro.

Duncan continuou acertando golpes enquanto o oponente não parecia tão bem, recebendo tudo durante a aproximação que não fazia o menor sentido. O lanceiro até recebia um soco ou outro, mas nenhum deles tinha força o bastante para derruba-lo, estava fraco e isto tinha se originado da perca de sangue que ia escorrendo por todo o corpo até pingar no chão e formar pequenas poças. Enquanto recuava, Duncan ainda recebia golpes, sendo afetado por alguns e em algum momento o prefeito fez algo que aumentou imediatamente sua velocidade e força, avançando em uma explosão de velocidade com o primeiro soco conectando-se fortemente ao rosto do lanceiro. A força foi grande, raspando até mesmo no queixo e virando a cabeça do revolucionário de uma forma que ele logo foi ao chão. Seu oponente até tentou aproximar-se, mas percebeu logo que não possuía muito tempo. O sangue não parou de escorrer nenhuma vez e eventualmente o prefeito caiu ao lado do outro já no chão, deixando até mesmo sangue sair pela boca. A luta chegou ao seu fim, pois o prefeito já estava debilitado e não foi preciso muito para acabar com isto. Já Duncan não tinha qualquer forma para levantar-se sozinho, precisava de ajuda e ninguém estava por perto. Talvez um descanso poderia resolver este problema, ou apenas aguardar por algum revolucionário ir checar a situação.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 7 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Prólogo: A faísca da revolução
Voltar ao Topo 
Página 7 de 9Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: East Blue :: Conomi Island-
Ir para: