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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Prólogo: A faísca da revolução

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Johnny Bear
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 6 EmptySab Dez 29, 2018 2:01 pm





O tempo passava rápido na sala média, enquanto que planos eram discutidos acerca do próximo rumo do exército revolucionário, novos aderem à causa com simplicidade, uma reunião com o líder para alguns questionamentos sobre os motivos deste para entrar, era uma tarefa fácil e de pouco esforço, mas ainda sim como dar um tiro no escuro, pois qualquer um poderia evidenciar aquele brilho e fascínio no olhar, agentes facilmente se infiltravam deste modo. Embora não fosse esse o caso, Garfield tinha o vislumbre de seus primeiros recursos como um membro da causa, não era sabido se todos a possuíam, mas aquele homem em específico conseguia convencer Grambos a ponto de fazê-lo tirar do armário - um velho armário de carvalho claro colocado bem no canto da sala, de única porta e tamanho o bastante para tocar no teto - um uniforme empacotado junto doutros, estes que estavam colocados sobre prateleiras com marcações referentes ao seu tamanho, e sem nenhuma relutância, pegou o tamanho “G” e fechou logo a porta, atirou-o aos braços do recém condecorado revolucionário.

-Então já está na causa… Espero poder confiar em você - Em meio ao cumprimento e saudação ao novo membro, outra coisa era colocada às mãos do novo membro, uma pequena medalha com o símbolo de prata que lhe dava o título de revolucionário - Agora sim pertence a nós, esse uniforme é o que usamos para as missões especiais, não é como se você fosse andar com isso pra cima e pra baixo - Terminava o homem ao dar certa importância com o símbolo que representava aquela roupa.

De pouco tempo dependiam para firmar aquela união, em passos moderados saem os dois daquela pequena sala quando o plano já estava definido, é com pequenos movimentos que todos se ajeitava, enquanto Duncan ajeitava o terno - pego para aquela missão em especial, pôs-se de frente a um espelho para admirar a elegância do traje - e junto da Médica definiram alguns assuntos pendentes, por hora a garota não entendia muito bem o propósito da atuação, ainda meio sem jeito dentro daquelas vestes apertadas de agente - agora ela também as vestia, era um terno de tamanho menor ao que seu corpo exigia, os botões da camisa branca esticavam bastante para acomodar suas curvas e adquiriu-se o tique que de tempos em tempos suas mãos tinham de puxar a camisa para baixo para cobrir a barriga - meio que sem jeito respondeu a pergunta feita por Duncan - Eu… erm… bem eu… S-sei, s-si-sim sei atuar! - as palavras saiam com dificuldade, em partes por conta da vergonha que sentia vestindo aquele tipo de roupa apertada;

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Já Azura tinha seus problemas de relação com o iniciado, afinal, nenhum parecia concordar muito com a forma do outro se apresentar, a tentativa carvalheira acaba por lhe dar nada mais do que um chute no queixo, o golpe vindo de inesperado o faz cambalear para trás desconcertado. Marus intervém no “conflito” separando Azura de Garfield - Se acalma esquentadinha, logo você vai poder bater em alguém, ele só… Tenha paciência com ele! - terminou baixando o tom para se dirigir exclusivamente a garota.

O grupo responsável pela primeira parte da missão tomava rumo, partiam dali logo e em poucos minutos já estariam no local marcado, pelo fato de estarem prestes a visitar prisioneiros importantes, agentes de inteligência do governo, a proteção nesse local era grande para fazer parecer ainda mais real, as celas de contenção desses prisioneiros eram separadas e exclusivas para mantê-los em segurança máxima, é no fim do corredor de uma ala abandonada que se encontram estes - O galpão a princípio era do tamanho de um campo de futebol, com a estrutura quase que caindo aos pedaços, mas as vigas que seguravam o teto ainda tinha muito reforço e já não estavam nem perto da corrosão mesmo devido aos efeitos climáticos; As janelas quebradas e as paredes rachadas, ao passarem por todo aquele espaço vazio repleto apenas de destroços, antigos maquinários de alguma fábrica local, tubulações e um espaço vazio, viam lá no fundo nas salas onde antes serviam como escritórios, as portas eram duas brancas de ferro, pesadas em bem lacradas.

- E-Esse lugar é a-assustador - Comentava baixo, mas não inaudível, como se estivesse falando com si mesma, a médica acompanhante de Duncan na missão de resgate aos agentes, ela não fazia parecer profissional ou habituada com aquele tipo de missão, mas quem sabe sua personalidade não deixaria a desejar no momento que fosse preciso, até então ela seguia curvada olhando para qualquer canto que produzisse algum ruído por conta de engrenagens velhas ou papéis voando por conta do vento, ela vinha carregando uma pequena maleta preta que deveria estar com os instrumentos médicos e afins. Depois de uma moderada caminhada até o fundo, lá estavam as portas lacradas e prontas para serem aberta.

O primeiro estava estirado no fundo da sala enquanto encostado na parede de metal, com o traje desajeitado e os olhos entreabertos, exibia em sua feição a desilusão completa, tinha desistido há muito tempo de sair dali vivo, até mesmo quando ouviu a porta sendo aberta demorou um bom tempo para entender de que se tratava de um resgate - Eu já falei para vo… - pausou, depois de analisar o traje dos dois, abriu um sorriso esperançoso - Quem são vocês? O resgate? - Concluiu quase que se levantando para cumprimentá-los

Já o segundo estaria encostado na porta, assim que aberta, ele iria se levanta rapidamente ficando bem perto de vocês no momento em que a abrirem por completo, em questão de segundos ele iria perceber o que estava acontecendo - Heh! Finalmente vocês chegaram - ponderou dando um riso fraco que evidenciava estar aliviado, como se já esperasse a ajuda chegar. Os dois iriam segui-los assim que possível, ao passo que o início do plano já era efetuado, em questão de segundos caminhando mais por aquele galpão até o lado de fora, seria então o ponto onde a segunda parte do plano iria começar - O chefe disse para onde deveríamos ir? - perguntou o mais alto dos dois esperando já haver instruções para a fuga. Por outro lado, o grupo responsável pelo ataque estava a postos, de longe já viam os agentes do lado de fora da prisão, uma distância de cerca de vinte metros dividiam os dois grupos, um campo aberto preenchido apenas por gramado pouco jeitoso e cuidado, a maior parte do caminho era coberta por barro seco e resquícios de materiais para construção, como areia e tijolos - nada tão grande para que possam usar para se esconder -

- Já podemos ir! -


Considerações:
 

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Sagashi
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Sagashi

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 6 EmptyQui Jan 03, 2019 1:21 pm


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Perfeito! Perfeição é o que pode caracterizar o momento. A mim, a medalha iluminada do Sol fora concedida, cintilante medalha e uniforme! O uniforme, para melhorar a situação, tinha um G escrito, um G de... — G.A.R.F.I.E.L.D H.E.N.R.Y.F.O.R.D! — Proferiria tais palavras com sabor de vitória nos lábios. O Sol sorria para mim, era claro que sorria, ele deu um sinal de parabenização! Ergueria o uniforme acima de minha cabeça e daria uma boa olhada nele, acariciando-o com o meu rosto logo em seguida, seguido da sensação fervorosa de poder. Daria uma boa fungada no uniforme, enquanto Grambos estivesse proferindo as primeiras palavras de recrutamento. "Aaaah, doce presente, sortudo presenteado! Obrigado, deus Sol, muito obrigado!" — Por um segundo, afrouxaria o aperto no uniforme para que eu pudesse olhar para Grambos, em seguida dizendo de forma satisfeita: — Se o senhor não se importar, vou usá-lo em todo lu... — Logo seria interrompido por eu mesmo. — [...] esse uniforme é o que usamos para as missões especiais, não é como se você fosse andar com isso pra cima e pra baixo. — Me calaria, dentro de um longo silêncio constrangedor que pareceria durar uma eternidade. Vestiria meu uniforme pacientemente. Tempos depois, afirmaria com a cabeça e iria de encontro à garota.

Na tentativa de beijar sua mão, acabei levando um chute na região do queixo. — Vamos parar com essa putaria ai, mal te conheço e já vem querendo criar intimidade, se aproximar de mim novamente enfio esse seu sol num lugar aonde ninguém mais vai o ver! — Logo me levantaria novamente. Percebi que o acompanhante de Duncan veio tirar a garota do perigo eminente que ela corria de ficar na minha frente após falar mal do deus Sol, só que em vez de lidar com ela, eu precisava primeiro lidar com a maldição de suas palavras. Mesmo que de noite, me viraria para os céus e diria — Ela não sabe o que está falando, perdoe-a, é uma pecadora sem a bênção do esclarecimento! — Notaria a lua no céu, se possível. Me viraria para a garota novamente. — Você tem sorte que ele está dormindo, herege! E não fale alto, isso o acordará! — Olharia torto para a garota. Notaria que o acompanhante de Duncan falava baixo com ela, e isso me colocaria um sorriso de orgulho no rosto. — Viu? Aprenda com ele, ele respeita o sono do grande e brilhoso Sol! — Me vangloriaria rapidamente e logo voltaria aos meus sensos.

"Foco: preciso concluir o desejo do Sol. Posso fazer isso com facilidade, é só bater em algumas pessoas, aguentar alguns tapas, coisa rápida, enquanto outra pessoa checa quem é o prefeito. Entendi perfeitamente. Sol me corrija se eu estiver errado, por favor." — Pensado isso, seguiria para Grambos. — Eu trabalharia muito melhor se eu tivesse um escudo! Sou escudeiro desde a minha infância, abençoado pelo Sol com o dom do bloqueio. — Pediria gentilmente para ele por um escudo, porque isso não só me ajudaria nessa ocasião, mas me ajudaria também no meu cotidiano. Independente da resposta e dos ocorridos, me dirijo ao local de missão. Aparentemente eu era do grupo de defesa, então eu nitidamente deveria seguir o estiloso e uma moça com roupas que aparentemente não se encaixavam muito bem nela. Ao chegar no local de missão, olharia para cima, para os lados e para todos os arredores e perceberia os detalhes dali. A parte de explicações e planejamentos eu deixaria para quem tem cabeça para isso, os iluminados do Sol.

Olharia para o horizonte e me perguntaria quando o grupo de ataque fosse chegar. Se eu os pudesse ver na saída daquele lugar e visse que já está na hora de duelar, guardaria meu Tesouro Henryford na cintura — minha querida clava — e dirigiria a palavra a ela. — Fique aí meu doce, isso aqui eu resolvo só com as mãos, não se suje a toa. — Abriria os braços, mostrando minha altura e meu peso, e esperaria que chegassem até mim. O primeiro que viesse a me atacar seria meu alvo principal: buscaria bloquear seu primeiro ataque com apenas um dos braços, em seguida segurando o membro do corpo do "inimigo" que ele usou para atacar e buscando o arremessar para o mais longe que eu conseguisse, gritando de forma empolgada caso eu conseguisse realizar tal ação. Urros seriam desferidos aos céus, urros de adrenalina, embora não fosse uma briga de verdade, mas a animação da batalha ferve meu sangue. Em todos os casos, eu buscaria resistir aos golpes que eu não pudesse bloquear enrijecendo os músculos e gritando, sem atacar os oponentes, a menos que peçam para que eu o faça.


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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Obter um escudo.
-Obter uma clava (spiky head).
-Forjar alguma peça de armadura.
-Encontrar com ambos dos players.
-Me aliar ao exército revolucionário.

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 6 EmptySex Jan 04, 2019 8:17 am


Ainda nos encontrávamos nos aposentos de Grambos, tinha acabado de ter uma pequena desavença com o novato idiota, oque seria a porra de um Deus sol? O cara não passava de um excêntrico e estava completamente irritada por estar a muito tempo naquela sala sendo que poderíamos pegar ambos os prefeitos e fazer um interrogatório. Após acertar o queixo do lunático o mesmo parecia esbravejar algumas palavras, pareciam devidas ameaças.

- Se você só sabe lutar com teu tal Deus então o acorde, to afim de uma boa briga a algum tempo já! Olhava para o homem de cabelos brancos com um olhar em fúria, me alongando para mais uma batalha e dessa vez só iria parar enquanto visse o sangue do idiota espalhado no chão.

Assim que eu dava o primeiro passo para partir em direção do perna longa, Marus segurava meu braço ao olhar para ele me contia um pouco enquanto escutava o mesmo desferindo algumas palavras para mim. - Se acalma esquentadinha, logo você vai poder bater em alguém, ele só… Tenha paciência com ele! Ficava bastante empolgada com aquilo, pois minha noite tinha ido para o saco, perdido meu encontro com a medica, e agora aqui trancada a algum tempo na sala esperando não sei pelo que.

- Espero que esteja certo, pois tenha certeza a pessoa que entrar no meu caminho, vai ter desejado não ter levantado da cama! Após minha fala olharia de relance para Duncan e em seguida voltaria e dirigir algumas palavras para o tal Henriford. – Espero que não me atrapalhe, e quando seu “deus” acordar... dava uma pequena pausa debochada e fazendo aspas com as mãos voltava a falar. – “Pode ter certeza que de eu vou querer bater um papinho com ele”! assim me virava indo em direção de Duncan assim pegando a lança dele que o mesmo tinha oferecido para alguém ficar até o momento que ele pudesse ter ela de volta.

- Espero que saiba se virar sem seu brinquedinho garoto! Soltava um pequeno sorriso ao segurar a lança a alisando um pouco, e logo voltando para meu canto a espera do inicio da missão, sem muitas demoras finalmente nos separávamos um grupo para os prisioneiros e o outro para o ataque.

“Finalmente vamos iniciar essa porra, e finalmente livrar essa ilha da ameaça do governo.” Pensava tomando rumo ao local marcado pelos líderes, enquanto caminhava apertava minha mão tentando controlar minha raiva. – Para a sorte desse prefeito, espero que não seja eu a pessoa que vá o encontrar! Falava para mim mesmo caminhando a passos fortes ao local.

Assim finalmente nos encontrávamos no local marcado, o silencio era bastante nítido, o tedio estava reinando naquele lugar, minha barriga sentia “borboletas” dentro da mesma enquanto esperava pelos alvos, minha boca ficava seca por um tempo, quando olhava para minhas mãos via as mesmas tremulas, já tinha acontecido isso antes, e sabia que a única coisa que poderia resolver era um gole de minha bebida. “Droga logo agora!” pensava enquanto retiraria a garrafa de vinho de meus pertences e dando alguns goles, a minha boca sentia o doce sabor do vinho, e logo minhas mãos se acalmavam, assim guardaria rapidamente antes que a porradaria se iniciasse.

“Espero que eles não demorem muito!” Antes mesmo de concluir meu pensamento o outro grupo se mostrava não muito longe de onde me encontrava, minha mão apertava a lança de Duncan. “ Um belo momento de mostrar oque mamãe me ensinara quando mais nova” Olhava de relance para a lança esperando pela ordem do superior para que pudéssemos agir, e oque não demorava, a frase que mais estava pedindo. - Já podemos ir! Um sorriso escancarava em meu rosto e um brilho em meus olhos, um brilho de sede de sangue.

Tomava a dianteira caminhando em passos largos, como não estavam longe provavelmente já estariam me vendo, com a lança em minha mão direita e um sorriso sádico em meu rosto, colocaria parte da lança em minha mão esquerda e começaria a falar. – Oque temos aqui um grupo de fugitivos... parece que não tem tanta sorte assim! Olhava para todos e em seguida voltava a falar. - Vejamos oque tenho em minha mão, meu novo brinquedinho. E tão... grande Pense em todos os lugares... ain em que dá para colocar isso! Meu sorriso sádico poderia ser visto por qualquer um que tivesse prestando atenção em mim.

E assim partiria para cima do grupo de prisioneiros, meu primeiro alvo era obviamente Duncan tinha de fazer os agentes acreditarem que ele era um aliado deles. Correria em Zig Zag da esquerda para a direita, afim de me esquivar de qualquer golpe a distância, giraria a lança rapidamente afim de bloquear qualquer tipo de projétil que estaria vindo em minha direção assim que tivesse em uma distância considerável do mesmo, fazendo força com minhas pernas daria um salto em direção do garoto, e com a lança em minha mão direita visava dar uma estocada em seu peito do lado esquerdo afim de fincar a lança em seu coração. Caso o mesmo esquivasse ou tivesse algum tipo de contra-ataque colocaria a lança na frente segurando com as duas mãos para absorver o impacto do golpe.
Caso fosse interrompida por algum dos outros no grupo tentaria bloquear qualquer ataque usando minha perna direita, mais exatamente a sola do pé para poder bloquear, logo depois empurraria o mesmo em forma de contra ataque e daria algumas cambalhotas para atrás afim de observar como estaria a situação do campo de batalha, sempre tomando cuidado para não esbarrar em qualquer obstáculo.
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 6 EmptySex Jan 04, 2019 10:25 pm

Como uma explosão os gritos do grandão irrompiam quando eu começava a falar deste ainda na floresta. Parecia ter ficado bem contente com o que falei sobre ele, uma grata surpresa visto que não era a minha intenção lisonjear alguém naquele momento. Ele falava umas coisas estranhas, mas engraçadas, e seu elogio era bem vindo, mostrando que era de fato um cara divertido. Dadas as primeiras trocas de palavras, lembrava-me de me apresentar aquela peculiar dupla, e mais uma vez era respondido com bastante energia pelo grandão.

Sua apresentação era tão enérgica quanto se podia esperar, e em suas falas eu conseguia perceber algumas características peculiares naquele homem que parecia cultuar o Sol. Sorridente, ajeitava a gravata do terno após os lisonjeios, esboçando um sorriso de quem claramente havia deixado o elogio subir a cabeça - Duncan, O Eclipse. É, eu gostei! Vamos nos dar bem grandão! - Dizia sorridente em uma resposta amigável para o pernas-longas. Com um ego aumentado e meu narcisismo devidamente alimentado, seguia com o grupo em direção ao local da reunião, onde os detalhes sobre o plano seriam estabelecidos… Por mim, o novato. “ Espero ganhar uma promoção por isso” Pensava de forma irônica em minha própria cabeça.

Passava algum tempo explicando os planos para todo o grupo, ainda chegava a ouvir por fim um comentário de Azura que fazia com que eu sentisse um arrepio na espinha “ [i]A desgraçada realmente não sabe o que significa pegar leve, não é?
” Pensava com certa preocupação, mas escondia isso em minha voz quando dava uma resposta a garota - E agradeço muito por isso, eu estava mesmo querendo sair com a Lenora - Respondia a Azura com um tom apenas alegre, mas não deixava de voltar meu rosto para a garota quando a médica não estivesse olhando e dar uma piscada maliciosa. Feito isso, íamos os dois vestir nossos trajes para a missão.

Com ambos arrumados, começava a conversar com a médica sobre os detalhes daquela missão, a fim de saber se ela realmente estava preparada e desejava participar daquilo. Por um maravilhoso infortúnio do destino, era difícil prestar atenção em qualquer coisa com aquela roupa tão colada em Lenora. Se algum deus existe, ele com certeza estava me compensando naquele momento, talvez fosse o Sol cultuado por Garfield que decidiu me mostrar sua grandeza equiparando-se com aquele belo par de… “Foco Duncan, foco! Você está prestes a entrar em uma missão vital para a manutenção do poder revolucionário na ilha…” Tentava me convencer, mas um combate ferrenho parecia ser travado em minha mente “E nada como um belo par de seios para desestressar antes de uma missão dessas” Não tinha tempo para aquilo agora, sabia disso “ Okay, depois da missão é cada um por si. Azura vai me dar uma surra, então ficaremos quites. Não preciso mais pagar essa dívida pra ela!

Chegava a um acordo comigo mesmo bem no momento em que a médica me respondia que sabia sim atuar, mas era inegável que naquele momento ela parecia um tanto quanto desconfortável naquela roupa. Sabendo dessa informação, eu precisaria agora estabelecer alguns detalhes sobre a estória que contaríamos aos agentes e ao prefeito, para isso diria a garota - Pois bem, somos dois agentes novos. Os superiores nos encarregaram de soltar os prisioneiros pois suspeitavam de informantes dentre os agentes encarregados de tomar o controle da ilha. Por sermos novatos, fomos deixados sem muitos detalhes, sendo informados apenas que precisaríamos soltar os agentes presos e levá-los até a residência do prefeito que é nosso informante. - Daria tempo para que ela pudesse absorver a informação e opinar, por fim votaria a dizer - Dito isso, examinaremos a reação deles. Se parecerem surpresos ou confusos, diremos que fomos ordenados a levá-los até o prefeito de Shirotown. Se parecerem saber de algo, fazemos com que digam ali mesmo qual dos prefeitos é o traidor, sem revelarmos nosso disfarce. - Finalizava aquilo dando mais alguns segundos para que ela absorvesse a ideia, e então complementava - Ah, e esteja pronta para improvisar sempre que for necessário… Você sabe lutar, não é? - Agora sim terminava o planejamento e era chegada a hora de cumprir minha última pendência estando ali sozinho com a médica.

Buscaria por alguma mecha de cabelo mal posicionada no rosto da garota e, com um sorriso amigável e muito cuidado moveria a mecha para trás da orelha da médica enquanto usava minha mão para levemente acariciar seu rosto. Após tirar a mão, ou mesmo caso não tenha chegado a fazer isto, com o mesmo sorriso amigável eu diria para a doutora - Se ajuda a se sentir mais confortável, esta roupa ficou ótima em você… - Dito isto, daria as costas para a mulher e começaria a sair daquela sala, mas antes disso diria em um tom sedutor usando também de toda a minha lábia - Apesar de eu imaginar que você fique melhor sem ela - Dito isto eu deixaria a sala sem dar tempo para ouvir uma resposta da médica, iria agora me juntar ao resto do grupo.

Chegava novamente na sala notando um clima claramente pesado ali, não sabia ao certo o que havia acontecido, apenas conseguia me lembrar de algumas vozes mais altas que havia escutado ao longe enquanto estava com Lenora, mas havia simplesmente julgado que fosse Garfield sendo ele mesmo. Entregava minha lança para Azura que fazia um comentário irônico enquanto eu analisava o clima naquela sala, resolvia responder-lhe apenas com confiança e sarcasmo ao dizer - Não se preocupe, eu sou um homem de muitos truques! - Por fim, tomava um tom mais brincalhão e dizia ao resto das pessoas na sala - Vejo que já conheceram o Henry! Cara legal, não é? - Depois disso nos separávamos mais uma vez, e com isto Lenora e eu íamos até a prisão. A entrada esta limpa, deixando o ambiente propício para o começo do plano.

O interior da prisão era digno de histórias de assombrações, apesar de a sustentação do local parecer bem mais nova que todo o resto. A médica parecia ter percebido isto, mostrando um certo medo quanto ao local. Sua preocupação era evidente em cada ruído que era emitido nos corredores, e aquela atitude claramente me preocupava - Nunca esteve em uma missão de campo antes, não é? - Dizia em voz baixa mostrando alguma curiosidade e preocupação - Não se esqueça, você é uma agente do governo mundial, deve mostrar mais confiança! Além disso, precisarei que nos guie até a mansão - Mantinha o mesmo tom baixo de voz, desta vez tentava não apenas dar-lhe confiança, mas também tinha que ressaltar que agir daquele modo poderia estragar nosso disfarce. Por fim, completaria estendendo a mão para ela - Mas não se preocupe, eu estou aqui. Pode segurar minha mão se isso for fazer você se sentir mais confortável - Pela primeira vez desde que conheci a médica aquela talvez tivesse sido a sugestão menos maliciosa que havia feito, queria realmente acalma-la não só para que ela se sentisse melhor, mas também para que disfarce não fosse estragado… É claro que eu poderia me aproveitar disso mais tarde, mas detalhes.

Feita uma boa caminhada nós finalmente chegávamos perto das celas onde os agentes deveriam estar, e com isto eu soltaria a mão de Leonra e acenaria para esta com a cabeça insinuando para que ela se preparasse. O primeiro homem parecia um tanto quanto perturbado, aparentemente pensou em um primeiro momento que éramos mais carcereiros indo ali para perturbá-lo, mas tinha uma certa esperança reposta em seu olhar quando percebia que se tratava de um resgate. Estendia a mão para ajudá-lo a fica de pé, enquanto lhe respondia de forma bem direta - Temos ordens para tirar você daqui junto com o companheiro da cela ao lado, vamos! - Ao abrir a porta da segunda cela víamos um agente que já parecia mais confiante, este logo nos identificava como o resgate e tentava passar uma certa segurança em sua voz quando nos dirigia a palavra.

- Pois bem, agora que estamos todos reunidos posso esclarecer um pouco as coisas, mas primeiro preciso dos seus nomes. Só nos forneceram suas localizações, não tivemos uma janela de tempo muito grande para planejamentos. Eu sou Roland, e ela é a Roza. Ficarão felizes em saber que ela poderá cuidar de quaisquer ferimentos que possam ter quando chegarmos a um lugar mais calmo. - Dizia aquilo enquanto começavamos a caminhar, e dava a eles alguns segundos enquanto esperava pela resposta - As ordens dadas foram bem simples, acho que por sermos relativamente novos no governo não nos forneceram muitos detalhes. Um contato no exército daria uma pequena brecha na segurança da prisão para que pudéssemos libertar vocês, daí em diante nosso objetivo é chegar a mansão do prefeito. O exército não faz ideia de que ele está do nosso lado, então ele poderá nos esconder por algum tempo até que o grupo de remoção chegue pela manhã para nos tirar da ilha. - Dava mais algum tempo para que os agentes pudessem uma vez mais absorver as informações, e então voltava a falar - Vocês provavelmente estão no governo a mais tempo, sabem de alguma informação que possa ajudar? Quem exatamente é esse prefeito? Quero dizer, que tipo de pessoa é? Qualquer um que se deixe dominar por esses ratos revolucionários não é totalmente confiável, é o que eu diria. - Tentaria agora demonstrar certo rancor pelos revolucionários em minha voz, esperando por respostas dos agentes até que finalmente saíssemos de dentro da prisão.

- Tomem cuidado, o tempo que o contato nos conseguiu foi bem curto. É provável que tenhamos que lutar para escapar. - Alertava meus novos companheiros pouco antes de continuar o caminho. Pouco tempo tínhamos para andar depois de meu alerta, e logo o primeiro inimigo aparecia… Era Azura. O sorriso sádico em seu rosto me fazia questionar se ela era realmente capaz de se lembrar que na realidade haviam dois aliados ali, o melhor que eu poderia fazer enquanto via os outros inimigos se aproximarem era respondê-la - Não tenha dúvidas, eu adoraria colocar isso em vários lugares em você, mas a Rosa aqui ficaria com ciúmes - Diria apontando para a médica com meu dedo polegar enquanto esboçava um sorriso sarcástico no rosto. Agora com um semblante que rapidamente se tornava mais sério, eu diria em voz baixa para meus aliados naquela luta - Prestem atenção, o objetivo principal é sairmos desta vivos. Lutem e se defendam, quando tivermos uma chance de fugir, fugiremos. - Dito isto, entrava em posição de combate pondo os braços à frente do corpo e começava a encarar Azura que disparava em minha direção.

Vindo para cima com minha própria arma? Golpe baixo…” Pensava pondo um sorriso em meu rosto com a emoção da batalha que estava por vir. Já conhecia o valor daquela garota em batalha quando ela sozinha havia lutado por um longo tempo contra aquele agente do governo monstruosamente forte, mas aquele seria o momento de testá-lo por mim mesmo. Esperaria parado pela aproximação da garota, esperava ter certa vantagem por saber exatamente como é o funcionamento do estilo de combate que ela estava usando naquele momento. Tentaria ler seus movimentos da melhor forma possível, mantendo-me sempre de frente para ela, para perceber quando ela iria efetuar o primeiro ataque. Na vinda do primeiro golpe eu tentaria mover meu corpo rapidamente para a esquerda, apenas o suficiente para que pudesse tentar efetuar um bloqueio segurando o cabo da arma com força com a mão direita - Não sabia que você curtia esse lance de inversão! - Diria de forma sarcástica para que só a garota pudesse escutar enquanto me movimentava para atacá-la. Caso conseguisse efetuar esse primeiro bloqueio, nesse mesmo instante aproveitaria para impulsionar meu corpo para a direita, puxando junto dele a lança, para tentar causar algum desequilíbrio em Azura. Aproveitando-me deste momento, eu usaria minha mão esquerda para desferir um soco com toda a força mirando a nuca da garota, eu também não me seguraria ali. Por esta razão, caso o primeiro golpe fosse certeiro eu emendaria com uma joelhada mirando o estômago da garota, e em seguida empurraria a mesma com força contra o chão, talvez essa fosse a brecha necessária para a fuga e eu a aproveitaria caso isso se confirmasse.

Havia ainda uma preocupação com as pernas da garota, suas verdadeiras armas para a luta e um trunfo que ela poderia usar a qualquer momento na luta. Caso recebesse um ataque vindo do corpo de Azura, tentaria bloquear colocando meu braço ou perna na frente do golpe, e então voltaria ao planejamento original de combate. Na possibilidade de algum outro adversário se juntar a nossa luta usando o corpo ou alguma arma não cortante, eu tentaria fazer um movimento semelhante, bloqueando com meu próprio corpo, mas tentaria parar o ataque bloqueando na parte do atacante que causasse menos dano de impacto (por exemplo, no cabo de uma arma). Em caso de ataque de uma arma cortante, eu tentaria desviá-la de sua rota empurrando-a com força para um dos lados usando a palma da minha mão em alguma superfície não cortante da arma usada para o ataque. Caso percebesse qualquer brecha para uma fuga eu tentaria aproveitá-la o mais rápido possível, alertando os meus aliados desta.
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 6 EmptyDom Jan 06, 2019 2:47 pm





Ainda bem próximo do galpão, Duncan ditava para os agentes as informações da missão que recebera, mas antes de toda a confusão começar, vale ressaltar que momentos antes até mesmo dos dois prisioneiros serem libertos, Lenora havia concordado com boa parte do plano, mesmo que passando para repensar em algumas passagens que não lhe faziam muito sentido e até mesmo poderiam levantar suspeitas, mas decidiu por si só permanecer quieta e pensativa sobre tudo, apesar de tudo, recusou quando o rapaz ofereceu-lhe a mão para servir de acompanhante, ela já estava corada fazia algum tempo por conta dos comentários sobre sua roupa curta, o que só fazia ela tentar cada vez mais e mais ajeita-la. Embora os dois tivessem concordado com as especificações, se entreolharam para ter certeza do que fazer adiante, estes mesmos agentes estavam prestes a discutir mais sobre o plano

- Mandaram novatos para se infiltrar nos Revolucionários e nos salvar? - Perguntou o primeiro um tanto confuso, já o mais novo arregalou os olhos quando ouviu o nome Roland, apontou-lhe o dedo na cara aparentando agora estar furioso - Mas que merda cara, não nos fale seu nome! Não falamos nossos nomes para os outros agentes, Mr. Black tinha merda na cabeça quando te recrutou? Usamos apenas codinomes, ao contrário de você, sua colega Rosa deve ter prestado atenção - Com um olhar agora irônico, rapidamente passava os olhos em Lenora e depois voltava a encará-lo, a médica orgulhosa com sua atuação que até então não havia levantado suspeitas, juntou as mãos a frente do corpo e sorriu e concordou com a cabeça - S-ssim, perdoem ele, nunca fez missão de campo - a garota tomava a frente na conversa tentando apaziguar a situação, ainda confusos, os agentes não estavam totalmente convencidos até o pedido de desculpas de Rosa - M-me d-desculpem… (G-gomenasai!) pelo meu parceiro, nossa missão é de libertar e levar vocês de volta para a base -

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Ainda meio desconfiados, mas um tanto comovidos pelas desculpas “sinceras” da agente, os dois concordaram em continuar a seguir caminho até a base. Duncan estava pronto para soltar uma saraivada de mais questões em busca de informações mais profundas sobre o prefeito, mas com um movimento singelo, rápido e discreto Lenora o acertava com o palmo fechado na região do estômago para interromper-lhe ainda no começo da fala - Foco na missão Mr. Purple, por favor! Conversas para depois - olhando para trás, os agentes não levantavam suspeitas acerca de seu comportamento, na verdade começavam a olhar Duncan com certo desdém, mas assim que desviaram o olhar para os lados, a médica puxou o  sedutor para mais perto querendo sussurrar algo em seu ouvido  - Não faça tantas perguntas, vão nos achar amadores ( ̄ー ̄) -

O local não era lá o perfeito campo de combate com milhares de obstáculos e tudo mais, mas era um bom lugar para uma batalha cheia como seria aquela, o espaço aberto dava visão privilegiada para ambos, era impossível cruzar aquele lugar inteiro sem ser percebido, ao menos para pessoas com capacidades normais. O enorme espaço que dividia os dois grupos aos poucos era reduzido, os agentes prisioneiros não ficavam surpresos com a possibilidade de lutarem, na verdade já contavam com a falha no plano e a necessidade de um desafio no final. Azura era a primeira a disparar para fora do quarto, seguida de  M-4 e logo em seguida Maurus, os quatro - contando com o pernudo Garfield - formavam o número perfeito e justo para aquela ocasião, em uma batalha igual para ambos os lados, venceria aquele mais forte e que soubesse lidar melhor com a situação e o campo de batalha.

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- Acha que eles caíram naquele papo de resgate? - M-4 era a menos confiante naquela missão, em partes talvez fosse por não tê-la arquitetado por completo, mas diferente dela, outros tinham uma visão positiva da situação, contribuindo para criar um clima mais agradável e positivo, diferente do duvidoso - Com toda certeza, Duncan e a Médica vão saber o que fazer - Concluiu Maurus, se fazendo positivo e pensando no melhor. Assim que todos já estavam próximos o bastante, a troca de olhares era quase que inevitável, os alvos não estavam escolhidos de forma tão organizada, a única que parecia ter uma rixa pessoal ou um gosto por certo oponente seria Azura, que escolhia o lanceiro como seu tira gosto especialmente para poder usar a lâmina no próprio usuário.

De uma forma um pouco desajeitada, o primeiro contato com a lança era bem mais difícil do que observá-la sendo usada por outra pessoa, Azura conseguia se adaptar aos mais diversos tipos de arma, mas mesmo para alguém com tamanha habilidade, os golpes iniciais sempre eram mais difíceis, e dessa vez não se torna diferente, não é com maestria que ela conseguia estocar usando a lança, o punho desequilibra com o enorme cabo da arma, todo aquele peso sendo atirado de uma só vez sem muito controle a fazia baixar um pouco o braço para tentar conseguir controlar o caminho da lâmina; Duncan se movia para o lado esquerdo, o mesmo ao qual a lança vinha tentando acertar seu coração, um movimento ousado que não contava muito com a velocidade da garota e, por descuido, acaba por render-lhe um corte em linha reta um pouco abaixo do peito que partia da esquerda para a direita, mas o rapaz conseguia segurar o cabo da arma antes que a lâmina o ferisse mais ou ficasse mais fundo em seu corpo. O corte não era profundo, apenas aproximados dois centímetros, mas o sangue já escorria em grande quantidade pela camisa branca a manchando com a substância rubra e viscosa.

Duncan agora com a lança também em mãos, por sua proficiência mais notável no uso da arma, ao puxá-la enquanto seguia para a direita, Azura que segurava a arma em uma posição contrária acaba pendendo para frente desconcertada, mas apesar do movimento bem sucedido do rapaz, sua tentativa de socar a garota acaba por lhe garantir uma certa vantagem, o golpe acertando em cheio a lateral da cabeça provocando uma sutil tontura em Azura. Ela cambaleia para trás sem conseguir se defender do golpe usando o pé, acabando por fraquejar na empunhadura da lança nesse meio tempo.

Nos outros pontos da batalha, Garfield tinha como sua oponente a médica, usuária de armas de fogo, do coldre escondido na cintura ela puxava, com cada mão, uma pistola .50 preta, condizente com a cor do traje. Com o braço a frente do corpo, o gigante visava se proteger dos projéteis que para si eram disparados, compreendendo a necessidade de passar a impressão de um ataque real, ela não relutava e nem moderava nos disparos, cerca de seis tiros foram efetuados, três por cada arma, todos eles atingiam o braço de Henry em um local diferente, mas pelo conhecimento da garota em anatomia, dois dos tiros foram cruciais para comprometer por hora a movimentação do braço, uma acertando diretamente a articulação no cotovelo e outra no pulso, muito sangue jorrava dessas duas regiões específicas, outros disparos paravam no antebraço e na mão de forma aleatória - Vai ter que usar só um braço agora grandão - Dizia ela tentando efetuar uma evasão para trás, mas a camisa a limitava demais para realizar alguns giros com o braço e tronco - Ugh! Essa roupa não colabora - Com um movimento brusco, ela expandia os músculos tentando encontrar mais liberdade, os botões da camisa que sufocavam seus seios saiam voando, deixando o sutiã à mostra; a costura dos braços se abria, assim como a do ombro e das costas - Bem melhor! - Exclamava ela aliviado por finalmente conseguir respirar direito e ter mais mobilidade.

M-4 Lutava com o agente mais velho, este que batalhava usando os punhos no lugar dos habituais sabres, sua proficiência na troca de socos não era das melhores, mas era o que tinha no momento para se proteger. Com o uso de um guarda-chuva , sendo a ponta servindo como uma lâmina, ambos travavam uma batalha relativamente fácil para a Revolucionária, seu corpo sendo menor que o do oponente, a movimentação ligeira e quase superior em quase todos os aspectos, parecia mais se divertir do que lutar com seriedade, mas estava longe de tratá-lo com desdém, na verdade, também aparentava ter cuidado nos movimentos para não vacilar em momento algum. O primeiro golpe do agente era falho, o soco escapava para o lado, M-4 se abaixava deixando o esguio corpo escorregar para frente enquanto girava o guarda-chuva, sendo a parte exterior feita de lâminas, percorria todo o caminho desferindo cortes pelo antebraço e bíceps do agente para que, no fim do avanço, lhe ferisse no baço com uma estocada usando a ponta do instrumento. O homem ia para trás, entendo a gravidade do combate e o resultado que suas ações imprudentes poderiam resultar. Sua próxima tentativa de soco foi rápido e um tanto esperta, tentando distraí-la para abrir uma brecha em um ponto cego, o guarda-chuva foi usado para aparar o primeiro golpe, rendendo ao agente mais um corte, agora no pulso, mas não fora um ataque em vão visto que ele conseguia atingi-la no rosto. Enfurecida com o ataque, o contra-ataque era dela, e não poupava nas tentativas de estocá-lo, quase todas desviadas ou paradas usando os braços já bastante feridos, deixando um rastro de pingos de sangue pelo chão do campo de batalha. Em um momento de descuido, a arma de M-4 acaba sendo usada para quebrar seu equilíbrio, permitindo ao homem acertá-la mais uma vez, agora no queixo.

Já o segundo agente lutava contra Maurus usando as garras, as unhas de certo modo estavam afiadas e apesar de ser uma proposta ousada, conseguia lidar bem com os ataques feitos por Maurus no primeiro momento, mas apesar da resistência, a diferença entre as habilidades dos dois era bem acentuada, sendo nítido a prevalência do revolucionário no combate. O agente começava atacando tentando desferir um golpe em diagonal, as garras eram aparadas por um dos sabres enquanto o outro partia em direção ao torso tentando estocá-lo, o golpe era muito rápido para um bloqueio perfeito, dessa forma, a ponta do sabre acabava perfurando a palma da mão do agente no momento da defesa, ele urrava de dor, mas o combate não acabava por aí e nem diminuía o ritmo, na verdade ele só aumentava. Aproveitando-se da aproximação, com o urro, ele juntava forças para superar a força que Maurus fazia sobre o sabre para aparar o ataque, a garra deslizava para o lado e era cravada no palmo do revolucionário, este por sua vez contrai o braço cujo qual segurava o sabre fincado na mão do agente, as garras eram soltas com a dor repentina, com isso, Maurus se aproveitava para empurrar o inimigo, desequilibra-lo, e então avançar, o agente ainda que desnorteado tentava contra-atacar com os braços, um movimento que se mostrava posteriormente ser um erro fatal, já que Maurus aproveitava a velocidade, força e despreparo vindo daquele golpe para fincar o sabre no pulso do braço até então não ferido do agente - o esquerdo - e no direito, aquele que já estava ferido na palma, ficava novamente o sabre agora no antebraço, puxou o agente para mais perto após prendê-lo e então deu uma cabeçada antes de soltá-lo outra vez.

Duncan
~Corte no Peito - Não Tratado (0/5)

Considerações:
 


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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 6 EmptyQua Jan 09, 2019 10:45 am


A missão finalmente tinha dado início, logo podia se ver o outro grupo do outro lado do campo de batalha, naquele momento meu corpo formigava de excitação, estava doida para começar a batalha e terminar com tudo aquilo, o dia estava cheio já tínhamos tido muitas perdas, e o culpado por isso tinha de ser encontrado. Assim tomava dianteira do grupo em direção de nossos “inimigos”, para que os agentes pudessem acreditar melhor no teatrinho do pessoal, tinha que atacá-los.

Com isso em mente partia em direção do Duncan, obviamente não focava nele só pelo fato de deixar o teatro mais convincente, pois eu não iria bater na linda medica que estava com eles, e tinha de saber se ele realmente seria útil futuramente, já que pelo que parece ele iria andar comigo por bastante tempo enquanto estivesse no exército. “Vamos ver se ele sabe se virar!” Pensava pulando em sua direção com a lança nas mãos.

Mas algo muito estranho me ocorria, algo que nem mesmo quando treinava com minha mãe quando nova, a lança meio que desequilibrava em minhas mãos, eu ficava incrédula naquele breve momento. Mas mesmo assim conseguia acertar o garoto, não da forma que pretendia, além do Duncan conseguir segurar a lança oque me pegava de surpresa me puxando e desferindo um soco em minha cabeça. Começava a ver as coisas meio embaçado, a vista ia recobrando a normalidade.

“Garoto você está muito fodido!” Uma raiva somada com o “desequilíbrio” da arma e com o soco que o garoto tinha me dado, subia dentro de meu corpo, levantava minha cabeça, meu olhar já não era por vontade de uma briga e sim por vontade de ter sangue “Em minhas mãos” inclinava a cabeça de lado falando. – Minha vez! O meu tom de voz era um tanto sério em seguida soltando a lança aquilo já não servia mais para mim, começaria a usar algo que tinha certeza de que faria um estrago em Duncan. “vou usar meu corpo!” com esse pensamento daria alguns saltos para tomar distancia e ter um panorama melhor sobre a área.

E assim com o olhar fixo em Duncan faria força com as pernas contra o chão para tomar impulso e correr em direção ao mesmo, com isso em mente assim que tivesse em uma distância mínima entre nós dois prestaria atenção, caso o mesmo tentasse desferir um golpe arquearia minha perna tentando bloquear o golpe com a sola do meu sapato em seguida tentaria empurrar o mesmo no processo, logo em depois me abaixaria e tentando aproveitar o desequilíbrio que meu empurrão causaria tentaria dar uma rasteira esticando minha perna e movimentando ela da esquerda para a direita.

Caso o mesmo desviasse do ataque ou algum outro agente tentasse me acertar eu rapidamente tentaria bloquear o golpe com minha perna direita, caso fosse o atirador apenas tentaria me esquivar para o lado afim de desviar da bala. Após voltaria ao meu ataque focando o Duncan, correria novamente em direção do mesmo, e assim que tivesse numa distância boa saltaria para cima do mesmo, arqueando minha pena direita, tentaria focalizar toda minha força na minha perna direita, e assim que tivesse caindo em direção ao garoto tentaria desferir um chute com o calcanhar de cima para baixo na cabeça dele, afim de desnorteá-lo.

Em seguida tentaria me afastar um pouco do mesmo, mas sempre tomando cuidado, caso desferissem um golpe em minha direção fecharia meus braços em “X” para poder bloquear o golpe. E assim que tivesse em segurança, forçaria minhas pernas novamente para poder avançar contra ele, quando tivesse perto dele me abaixaria provavelmente o mesmo pensaria que iria tentar mais uma rasteira, mas pelo contrário com minha perna esquerda como base apoiando no chão junto com meu braço direito, assim executaria um chute de baixo para cima em direção a cabeça do homem. Mas caso ele ou outro agente tentasse me atacar no processo tentaria levantar minha perna para bloquear o golpe, e utilizando do golpe empurraria ele e com o desequilíbrio da pessoa tentaria saltar para trás e com isso aplicar um chute com a ponta do pé de baixo para cima na sequência da cambalhota.
Historico:
 

Minha Vez!:
 

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 6 EmptySex Jan 11, 2019 8:42 pm


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Reconhecendo minha grandeza, pisava em campo de batalha e vangloriava a mim e ao querido Sol, erguendo os braços com poses esdrúxulas esperando que fosse abençoado em campo de batalha. E fui, de fato. Ao me deparar com a minha oponente, uma mulher médica, imaginava que seria um duelo deveras rápido e simples, já que sua massa corporal era bem menor do que a minha, sem contar o seu tamanho de um ser humano normal. "Awn, que criatura mais adorável. O Sol a receberá como a mascote dos céus, ela vestirá algo com cores claras e dançará até que a noite tome lu--- — Meus pensamentos logo eram interrompidos, em meio de combate, quando uma dor bem profunda no braço que eu usava para bloquear surgia. Por um instante achei que fosse só imaginação minha, até que começou a doer muito mais do que qualquer golpe que eu já tenha recebido na vida, o que me fazia relinchar. Meu corpo instantaneamente avisava que eu deveria me retirar dali, era como se o Sol estivesse me ordenando a isso. Em milésimos de segundo, eu já convencia a mim mesmo de que aquilo não era mais do que um arranhão, porém, vieram os próximos cavaleiros do apocalipse: a dor se multiplicou por seis, todas no mesmo braço.
Com um movimento brusco de corpo, me afastaria levemente, o suficiente para ter a falsa sensação de segurança de que eu poderia ter alguns instantes para me recuperar. Logo então, desviaria o meu olhar para o braço agora inutilizado, esburacado e com sangue escorrendo pelas feridas. Isso me apavoraria, visto que agora se tornava uma situação caótica e real demais para ser apenas uma simulação inofensiva. Depois de alguns segundos processando o que estava acontecendo, a dor apitaria novamente, com cada vez mais intensidade a cada segundo que passava. Buscaria estancar o sangramento com a mão que sobrou, claro, em vão, já que foram seis buracos que se possam contar, isso se nenhum deles atravessou a carne, ao mesmo tempo que forçaria minhas pernas a ficarem em pé. Meu corpo, por inteiro, tremularia de dor, e minha voz desafinaria no meio de um grito estridente. — SeIS TIrOs, dESGRAçaDA! AaaaaaAh! Eeeeehk! — Lagrimas de dor escorreriam pelo meu rosto e finalmente cairia com um joelho dobrado e o outro fazendo apoio para que eu não caísse de bruços, envergando meu corpo inteiro para cobrir meu braço em constante sangramento. Eu precisava de um médico, porém, o único médico que tínhamos foi o que me acertou seis tiros, portanto, eu precisaria arcar com toda aquela dor.
Lembraria de todos os detalhes da missão, e a parte de "ferimentos leves" ecoaria pela minha cabeça. Logo então, me recordaria da confiança que atribuí a todos os envolvidos, me lembraria dos bons e curtos momentos que tive com cada um da célula revolucionária e os imaginaria caçoando da minha cara, apontando para mim e rindo como se tudo aquilo fosse uma grande piada com o nome Henryford, e da ferida de meu orgulho escorreriam lágrimas da dor causada pelos tiros. "Eu confiei em você..." Minha mente entraria em colapso nesse momento, e minha vista estaria aos poucos se dissolvendo, comigo tonto e minha cabeça doendo muito: meu corpo parecia querer se desligar para suportar a dor imposta. Eu sentia vontade de vomitar, por alguma razão, e minhas esperanças de sobrevivência caíam de nível cada vez mais.
Em meio de toda tontura, me vista enfim se apagaria momentaneamente. Uma silhueta branca de um homem alto, de cabelos longos, de pele bronzeada e olhos amarelos surgia em minha frente: ele tinha uma aura alaranjada com alguns toques de amarelo ao seu redor, e portava um grande sorriso no rosto, sem os dentes à mostra. Meu corpo parecia ter perdido todo seu peso, como se só minha consciência pudesse se mover.
Em um sonho de poucos segundos: O homem caminhava sob uma sala totalmente branca, sem arestas ou vértices. Portava uma clava enorme, parecia usá-la de bengala para se locomover. Suas pernas eram altas e seu tronco muito bem definido, certamente poderia apanhar por muito tempo que não sentiria sequer cócegas. Ele era alguns metros maior do que eu, ou talvez eu fosse alguns metros menor do que eu costumava ser. Por alguma razão, meu corpo não respondia aos meus impulsos, e eu só podia ficar ali, parado, olhando para as ações daquele homem. Ele esticava sua mão para os céus, e dele, uma luz muito mais branca e estridente caía, se encaixando perfeitamente na mão estendida. Ao tocá-la, a luz se espalhava, e tudo o que era branco naquela sala se tornava um belo campo verde, límpido e com nuvens brancas mergulhadas no grande azul do céu. O sorriso do homem ainda não se dissipava. Momentos depois, o sol nascia com uma velocidade inacreditável, subindo em direção ao topo da cabeça do homem e se fixando ali. O homem, sereno, esticava sua mão e bloqueava os raios de sol, de forma que fizesse sombra para os meus olhos, impedindo que se ofuscassem.
Calmo como um santo, ele proferia palavras nas quais eu não podia ouvir, mas conseguia ler seus lábios.

"Existe algo que você não possa bloquear, Garfield?"

Fim do sonho de segundos: Meu coração pulsava forte, como tambores de guerra, e eu podia ouvir o som de meu sangue fervendo. Retomaria meus sensos e minha vista, e com minha força majestosa, ergueria minhas pernas novamente e ficaria perfeitamente e pé, psicologicamente suportando de forma irracional quaisquer dores no braço. Enrijeceria todos os músculos do meu corpo, tomando como centro de produção de força meu quadril e minhas costas, consertando minha postura orgulhosa e puxando ar com força para retomar o fôlego. Coberto de ira e cego de ódio pela suposta traição, todo esse ar puxado seria exalado em um feroz grito aos céus, como um leão imponente e avassalador rugiria, de forma que minha voz encantadora ecoasse por todos os lados do campo de batalha, na tentativa talvez certa de apavorar todos naquele ambiente de forma momentânea.

Para se ouvir:
 

— RELÉS MORTAL, ACHA MESMO QUE ALGUMAS BALAS VÃO ME PARAR?! — Diria, com olhos vermelhos cobertos de ira, dor e sangue interno, caminhando de forma imponente ultra-intimidadora em direção à médica. É claro que, em meio de tal cena, se ela não se sentisse assustada, ela provavelmente atiraria em outras regiões do meu corpo, como minhas pernas. No caso dela não se assustar, sairia com uma disparada em direção a ela, em uma corrida na qual minhas pernas se moveriam de forma indefinida, algo próximo de um zigue-zague, com passos fortes e impulsivos, até que eu me movesse para o corpo-a-corpo com ela. Caso desse certo, usaria minha mão útil — encharcada de sangue, pela tentativa de estancar — para segurar seu rosto inteiro, apertando-o com força o suficiente para ergue-la no ar. Se não fosse possível ergue-la, usaria da minha força para prensá-la contra o solo, escorregando a mão para seu pescoço e jogando o peso do meu corpo sobre ela, por fim, a deixando imóvel por conta do peso. — COMO OUSAS FERIR O CAMPEÃO DO SOL, PLEBE IMUNDA?! — Gritaria em seu rosto, não me importando com a saliva que possivelmente voaria sobre ele. — EU SOU DEUS, CRIATURA ENFADONHA! — Novamente, gritaria. Isso tudo só aconteceria caso eu conseguisse realizar minhas ações anteriores com sucesso. Em adendo, sacaria Tesouro Henryford de minha cintura com a mão útil e acertaria-a no chão, ao lado da cabeça da médica, de forma esmagadora e barulhenta, mas claro, sem a intenção de atingi-la, por mais que minha consciência e orgulho me incitassem a fazê-lo. Caso ela se assustasse, as ações seriam exatamente as mesmas, mas não correria, em prol da melhor recuperação de meu braço ferido.
No caso dela acertar algumas balas no meu tronco/tórax, continuaria exercendo as mesmas ações até que eu caísse inconsciente, porque a ira interna irracional se proliferava de maneira exorbitante, sendo uma das primeiras vezes que isso acontece na minha vida. Meu percurso só seria interrompido caso os ferimentos fossem letais o suficiente para me deixar sem energia vital, a ponto de eu não conseguir mais ficar em pé.
No caso dela aceitar o corpo-a-corpo e tentar atingir meu braço com algum chute, soco ou qualquer arma que pudesse usar, buscaria defender esse meu novo ponto fraco com o restante do corpo, colocando grandes massas de carne em frente dele — como minhas costas, por exemplo, ou meu peito. Em seguida, buscaria segurar a parte do corpo da médica com a mão útil e apertar com força, arremessando a parte contra o chão na esperança de que ela se desequilibrasse e caísse, para que, dessa forma, eu possa gritar no rosto dela como dito anteriormente. Em caso de falha geral em todas as ações acima, procuraria com os olhos por uma oportunidade de investir meu corpo contra ela, de forma que os dois caíssem e que assim eu pudesse tapar seu rosto com a mão útil, a imobilizando. Meu foco prioritário naquela situação era fazer com que ela estremecesse perante à minha presença e entendesse quem é de fato o campeão do Sol.


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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Obter um escudo.
-Obter uma clava (spiky head).
-Forjar alguma peça de armadura.
-Encontrar com ambos dos players.
-Me aliar ao exército revolucionário.

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Meu amor:
 


Última edição por Sagashi em Sab Jan 12, 2019 3:52 am, editado 2 vez(es)
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Wesker
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 6 EmptySab Jan 12, 2019 1:41 am


Estranho… Eu sou o idiota, mas não fui eu que foi preso” Não vou negar, era difícil naquele momento controlar a minha língua para não responder aqueles dois idiotas. Diferente do que eu pensava, tudo aquilo estava REALMENTE me irritando, era como se uma força exterior fizesse as coisas darem errado. Como diabos eu ia saber que os agentes tinham codinomes? E por que caralhos aquela vadia gostosa não me falou nada disso se ela sabia da informação? Seriam coisas que eu jamais saberia, talvez realmente devesse ter feito uma pesquisa antes já que nenhum daqueles malditos idiotas parecia disposto a me ajudar naquela porra de plano que eu tanto me dediquei a fazer para que tudo por fim quase fosse enfiado no…


Respire Duncan… respire fundo… Estou calmo” Feito o desabafo, vamos voltar para a história, tudo bem? O fato é que enquanto saíamos da prisão só o que eu conseguia pensar era na vergonha que havia passado, e em como eu queria espancar aqueles malditos agentes para descontar toda essa frustração. Infelizmente para mim o plano que eu havia montado não incluía espancar os agentes até a morte, teria de me contentar com Azura que não parecia realmente estar pegando leve. No momento atual eu havia acabado de acertar um belo soco na cabeça da garota que parecia não saber usar uma lança tão bem quanto fez parecer inicialmente, e agora meus ouvidos eram tomados pelo som de alguns disparos bem próximos.

Aquilo era preocupante, armas de fogo não eram algo que deveria ser levado para uma luta simulada. Quem em sã consciência teria feito isso? Somos todos parceiros ali. Olhando rapidamente para o lado eu via que os disparos haviam sido efetuados pela médica que tinha enchido o braço do pernudo de furos, aquilo realmente me preocupava e fazia com que eu me questionasse sobre uma futura união da equipe. Não vou mentir, agora que havia extravasado um pouco da minha raiva com aquele soco, adoraria analisar as condições do campo de batalha para ver como o resto da equipe estava indo, mas nem mesmo a médica rasgando suas roupas podia fazer com que eu tirasse a atenção de Azura por muito tempo.

Era possível sentir de longe o desejo assassino da garota, seu olhar furioso era inegável, e aquilo fazia com que eu ficasse muito preocupado, principalmente após sentir o afrouxar de suas mãos sobre a lança que eu ainda segurava. Ao sentí-la soltando a arma eu a ajeitaria a frente do meu corpo enquanto também me afastaria o máximo possível da garota, a minha maior vantagem agora era o alcance, mas sabia que com nossos estilos de combate verdadeiros aquela não seria uma luta fácil - Sabe, você não devia ter sujado o meu terno… - Fazia uma pequena pausa, e por fim esboçava certa fúria em minhas palavras - Agora eu que vou enfiar essa lança em todos os seus buracos! - Tentava claramente provocar a garota, não por um desejo suicida, mas por ansiar por uma boa batalha onde pudesse extravasar ainda mais tudo o que havia acontecido.

O meu objetivo primário naquela luta seria simples, manter a distância que era a minha maior vantagem para o combate. Por isso, a medida que Azura se aproximasse eu tentaria o máximo possível me afastar da garota, sem perder o equilíbrio. Seguraria a lança com as duas mãos, esperando pelo momento certo. Quando a garota finalmente estivesse ao alcance da minha arma, eu tentaria desferir uma estocada minhando sua perna esquerda. Não queria matá-la no fim das contas, mas sabia que precisaria inutiliza-la momentaneamente se quisesse sair rápido dali. Tinha em mente que a garota sabia bloquear alguns ataques, já a havia visto lutando antes e por isso esperava tal movimento vindo dela.

Caso percebesse que a garota tentaria bloquear ou já tenha bloqueado meu ataque primário, eu ainda assim daria continuação ao movimento e tentaria aproveitar-me do momento do bloqueio para deslizar a lança pela bota da garota. Tentaria aproveitar-me do gancho da alabarda para prender a perna de Azura, e então puxaria com força a arma com a clara intenção de rasgar a carne de sua perna para cumprir meu objetivo de derrotá-la. Se nada disso fosse possível, após o bloqueio eu tentaria rapidamente mover o cabo da alabarda para a direita, visando acertar o rosto de Azura com um golpe horizontal do cabo, podendo assim manter a distância.

Na possibilidade de a garota ou qualquer outra pessoa conseguir me atacar em algum momento, eu tentaria bloquear o golpe posicionando o cabo da alabarda em diagonal à frente deste, e tendo efetuado o bloqueio com sucesso eu tentaria descer rapidamente a arma, visando atingir o membro usado para o ataque (ou o que segura a arma inimiga) com a lâmina da alabarda que se assemelha mais com a de um machado. Feito isso, tentaria mais uma vez atingi-la com o cabo da arma para afastar-me novamente da garota. Por fim, se Azura chegasse perto demais para que uma lança fosse usada de forma efetiva, eu tentaria bloquear seus ataques com as pernas ou braços (sendo a parte do corpo que estivesse mais próxima), tentando desferir cotoveladas ou joelhadas contra sua face ou estômago como modo de contra-atacar após o bloqueio.

Continuaria atento na possibilidade de sair dali, tentando aproveitá-la caso surgisse mas sem baixar a guarda e esquecer das defesas planejadas. Não acreditava muito na possibilidade dos outros revolucionários me atacarem, mas após aqueles malditos tiros sabia que podia esperar qualquer coisa daquela luta, e ficar atento a uma brecha para escaparmos tornava-se cada vez mais importante para que pudéssemos de fato sobreviver aquilo, e também para que principalmente os ferimentos de Garfield pudessem ser tratados de forma eficaz.
Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 6 EmptySeg Jan 14, 2019 12:20 am





Depois de um início um tanto conturbado para todos os lados da batalha, os combatentes enfim tinham a chance de mudar o panorama da luta. O início tem-se ainda com Duncan que terminara a última rodada com vantagem sobre a oponente, puxando a arma para si, ambos acabam tendo a mesma ideia de tomarem distância antes de partir para mais uma rodada de ataques. Enquanto por um lado Azura partia para cima, Duncan calmamente recuava esperando o momento certo que viera instantes depois, com o alvo na mira, a estocada com a alabarda é rápida não dando muitas opções de fuga para a garota. O movimento de defesa fora um tanto eficiente, mas que em sua totalidade comprometia grande parte de suas ações, a ponta da arma atravessava a sola da bota com facilidade por se tratar de um objeto simples, e no momento quem que tenta empurrá-lo tanto para se desprender da arma quanto para tirar o equilíbrio do oponente, Duncan avançava com o intuito de, agora, deslizar mais a lança para dentro, a lâmina com um pouco de esforço atravessava o pé da garota com a ponta aparecendo do outro lado ensanguentada. A batalha já parecia decidida, foi quando…

O Gigante enfurecido pela dor de seus ferimentos, sentindo-se desolado pelo comportamento impulsivo da médica e um tanto irresponsável por assim dizer, as balas que atingiram o braço de fato infringiram muita dor, mas no instante de devaneios, quando passou a mão para tentar estancar o sangue dos buracos, bem, o que achou não foi exatamente buracos, mas sim leves profundidades na pele, não conseguia sentir a carne muito menos o sangue que escorria pertencia a si, de modo que a situação começava a ficar ainda mais complexa e um tanto delicada, teria a garota forjado aqueles disparos para que parecessem reais? Não podia ela reclamar, já que Henry demonstrava sua dor de forma tão convincente que foi capaz de dar ao menos um fio de esperanças para os outros agentes que seguiam em suas batalhas quase derrotados, mas uma reviravolta improvável abalava a situação segregando o fim daquele plano.

O urro de Garfield não só abalou a médica, que com um olhar confuso buscou por Duncan e Azura, ao ver os ferimentos da batalha dos dois, a seriedade que cada um estava colocando naquela situação, desesperou-se, a ponto de largar as armas no chão ao lado do corpo trêmulo, ela sabia que havia algo de errado, mas no instante em que ela erguia a mão a frente do corpo para tentar pedir pela calma do corpulento revolucionário, seu rosto já estava em meio à mão enorme do rapaz que a erguia - Mbmfffmbf - Tentava ela balbuciar alguma coisa, sem sucesso, mas no instante em que o corpo delicado da moça seria jogado ao chão, foi quando…

Maurus lutava sem muita dificuldade, apesar de seu instinto de sobrevivência acabar falando mais alto, os diversos buracos no corpo que provocava no agente não podiam matar com facilidade, quem sabe com algumas horas perdendo sangue e realizando muito esforço ele pereceria, mas a luta seguia firme, com ambos os lados de pé, lutando, mas não nas mesmas condições, os ataques falhos do ex prisioneiro só denotavam agora seu cansaço e inexperiência perto do revolucionário que já tinha um histórico gentil de combates, foi depois de outros dois golpes com o sabre de Maurus, um atravessando o ombro esquerdo e outro a clavícula direita, o agente caiu de joelhos, cuspiu um pouco de sangue e já mal conseguia se aguentar de pé, agora só pensando em fugir daquela batalha, mas quando sentiu seu cabelo ser pego pelo revolucionário, reuniu o restante de forças que tinha para dar um último brado - Vocês três, fujam daqui! -  foi quando…

Foi quando este deu uma porrada com os palmos fechados no peito, regurgitou um objeto estranho da boca, puxou o pino que logo em seguida atirou para o lado, manteve o artefato nas mãos, estranho e circular, mas que depois de três segundos explodiu liberando uma cortina de chamas. O barulho provocado ecoou pelos ouvidos de todos no campo de batalha, com o tremor, todos acabaram sendo jogados no chão. Azura e Duncan arremessados para o lado ainda pertos um do outro com a alabarda atravessada no pé da garota os mantinha unidos. Garfield sentiu o corpo se desestabilizar e cair de joelhos, a médica por outro lado caia um pouco mais distante com os olhos fechados. O outro agente, severamente ferido por M-4, começava a correr enquanto sua oponente estava jogada no chão, foi até Duncan e então tentou ajudá-lo a se levantar - Vamos! Temos que sair daqui e ir pra base na outra cidade! - Comentou ele se apressando para seguir segurando o falso agente pelos braços - A garota já era, vamos! - comentaria ele caso Duncan dissesse algo sobre levar a médica com eles.


Duncan
~Corte no Peito - Não Tratado (0/5)

Azura
~Pé esquerdo perfurado - Não Tratado (0/7)

Considerações:
 


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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 6 EmptySeg Jan 14, 2019 9:58 pm


Droga...” O sangue derramado e a alabarda atravessando o pé de Azura mostravam que eu estava perdendo o controle da situação. Aquele era sem dúvidas um ferimento bem sério, e para meu desgosto a garota parecia só ter ficado mais raivosa com tudo aquilo. Era alto o risco de acabarmos botando tudo a perder por causa disto, eu não estava disposto a matar Azura pela missão, mas com a garota lutando como um cão raivoso eram poucas as possibilidades de que ela se lembrasse do plano e simplesmente me deixasse escapar dali facilmente - Hora de acabarmos com essa luta garota, você perdeu! - Dizia tentando fazê-la prestar atenção em minha voz para que pudesse acordar daquele transe. Apesar de achar que aquelas palavras podiam simplesmente serem ignoradas ou enfurece-la ainda mais, eu não podia estragar o disfarce naquele momento tentando lembrar-lhe de que não era um inimigo de verdade.

O que mais me incomodava em toda aquela situação era que eu conhecia aquele olhar de Azura, aquela fúria tão forte que poderia ser sentida no ar. É claro, eu havia conhecido a garota ainda hoje, mas não foi nela que vi esta expressão pela última vez, aquela era a mesma expressão que eu tive no dia em que decidi mudar a minha vida, no dia em que percebi que no fim das contas meu maior inimigo era eu mesmo. Aquela era a expressão que eu tinha no dia em que tirei a vida de meu pai. Seria difícil para Azura sair daquele estado, eu sabia disso, mas me surpreendia em muito o fato de ela ser capaz de liberar tamanha fúria contra um aliado.

Antes que tivesse tempo de desenvolver mais o meu raciocínio muitas coisas começaram a acontecer e era como se tudo acontecesse em câmera lenta. Os gritos descontrolados de Garfield indicavam que eu precisava dar um jeito em Azura e ir ajudar Lenora o mais rápido possível. Não importa como ela vinha se comportando, o jeito como estava quando chegamos a prisão mostrava que com certeza a garota poderia se assustar fácil, e aquilo me preocupava tanto quanto os tiros que ela havia acertado no grandão. Em meio aos urros de Garfield, a voz do agente mais velho se destacava por um momento e puxava meu olhar, apenas a tempo de ver algo explodir nas mãos do agente e presenciar a explosão tomando tudo ao redor - Mas que… - Era só o que tinha tempo de gritar.

Spoiler:
 

Ouvia um zumbido diminuir em meus ouvidos enquanto me levantava do chão após a explosão e abria os olhos - Que merda… - Dizia em voz baixa enquanto continuava a me erguer. Sentia as mãos do outro agente me puxarem para cima, sua pressa era nítida em suas palavras mas algo se destacava no que dizia “Base na outra cidade… É isto!” Olhava rapidamente para Azura “Espero que tenha escutado isso, devo manter meu disfarce, estou perto demais e farei com que nada disto seja em vão” Analisava naquele momento se seria possível recuperar a alabarda do pé da garota de forma rápida, que não causasse muitos danos ou fizesse eu me arriscar muito… Imaginava desde o princípio que a resposta seria não.

- Certo, não deixaremos que isso seja em vão! - Dizia ao agente enquanto começaria a me mover, seguindo-o. Era triste pensar que teria que abandonar meus companheiros naquela situação, estava realmente preocupado com tudo aquilo. Apesar de torcer pelo melhor, imaginava que Marus provavelmente não havia sobrevivido aquela explosão estando tão próximo. Lenora estava imóvel, não muito longe de Garfield que havia recebido todos aqueles tiros. E ainda tinha Azura, com seu pé perfurado, mas aquilo não era o que mais me preocupava. Seus olhos cheios de raiva, esses sim me davam calafrios. Aquela fúria implacável, como ela podia ter perdido o controle após receber um mísero soco em uma luta simulada? Seu orgulho como uma lutadora imbatível poderia realmente ser tão grande assim? Temia ainda que ela se levantasse novamente para continuar a lutar, caso isso acontecesse em algum momento que fosse me impedir ou atrapalhar minha fuga, eu simplesmente seguraria o cabo da alabarda e moveria a arma em seu pé, visando causar um pouco mais de dano e principalmente uma dor insuportável para a garota. Se necessário fosse, chegaria ao extremo de puxar a lança enquanto giro o seu cabo, visando realmente causar um grande ferimento em seu pé - Fica no chão! - Gritaria enquanto efetuaria os movimentos, e então voltaria a correr.

Apesar de todas as questões e preocupações, como um bom soldado, era o momento de continuar minha missão. Corria junto do agente em silêncio. Manteria-me próximo a ele, mas nunca tomando a frente no caminho. Esperava por suas palavras que ele soubesse onde é a base, e por isso eu o seguiria até lá, fazendo o máximo para manter o disfarce e fingir que sabia exatamente para onde estava indo. Manteria-me atento ao caminho, tentando encontrar possíveis perseguidores e também guardar pontos de referência, tudo que pudesse me ajudar a lembrar-me do caminho até a base depois. Obviamente, em caso de existirem perseguidores eu não alertaria o agente, a menos que percebesse que estes possuíam a intenção de nos atacar.

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 6 EmptyTer Jan 22, 2019 12:14 am


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Minha mão ia de encontro direto com o rosto da traiçoeira médica, impedindo que ela se desculpasse pelos seus atos, erguendo-a ao ar e a atirando contra o chão, mantendo-a ali, aparentemente desacordada. Essa descarga emocional contida no golpe fulminante filtrava minha raiva e a separava do bom senso, momento este que, finalmente, pude raciocinar direito sobre o que eu estava fazendo. Daria uma boa e rápida olhada no braço com tiros e notaria que na verdade as balas não infligiram tanto dano, revelando que talvez fossem falsas. Mas eu não acredito que sejam. Por alguns segundos, me recordaria da médica colocando as armas no chão na esperança de me acalmar, e logo o remorso tomaria conta de meus pensamentos. "Balas... de mentira...? A médica não queria... né...?" — A crise emocional me faria travar por uns segundos, porém, instantes depois jogaria minha trança para trás e meus cabelos ao vento, de forma discreta. "Hah, de mentira?! Que nada. Patético. Minha pele é tão grossa, tão maciça e implacável que nem mesmo balas puderam penetrá-la! Eu sou Garfield Henryford, tola, e você perdeu essa batalha quando pensou que poderia me apresentar perigo! HAHAHAHAHAHA!" — Meus olhos voltariam a brilhar, e me recordaria vagamente daquela silhueta de cabelos brancos. Incrédulo, levaria uma das mãos a tapar os lábios; meu coração bateria mais forte; borboletas me surgiriam no estômago e meu rosto coraria brevemente. "Era... era o Sol! Aquele era o Sol, sim, ele era! O Sol falou comigo! O Sol confia em mim! Eu sou o campeão de Sol, a sentinela da luz, o carrasco das trevas, o lampião da vida e das boas c---- — Meus pensamentos seriam interrompidos por um grande bum.

Grande bum:
 

Sentia meu corpo se desequilibrar e caía de joelhos, enquanto pude observar que a médica já não estava mais no lugar onde eu a tinha cravado. Nessa hora, não pude negar pânico, afinal, se uma espécie de bomba havia estourado em uma suposta encenação, com certeza já não era mais encenação, porque alguém se deixou levar pelos ares de guerra e acabou usando mais força do que precisava. O que foi? Não olhe para mim. Agora era hora de consertar o deslize que alguém tinha feito, apaziguando todos os lados sem precisar realmente apaziguar. A guerra precisava ser cessada, e caberia a mim, rei do campo de batalha, dar a ordem de cessar, porém, sem a necessidade de pronuncia-la, porque isso estragaria o plano e todos os ferimentos seriam em vão, principalmente os da médica, que não existiriam se não fosse por descontrole meu.
Sem muito tempo para pensar e aproveitando o furdúncio da explosão, olharia aos meus arredores e buscaria notar a frenética batalha entre Azura e Duncan, desviando minha atenção da médica para os dois, e veria o ponto em que chegaram: um combate fatal e orgulhoso pelas duas partes, algo que enfraqueceria as forças da equipe consideravelmente, em troca de uma tentativa de auto-aceitação patética, alegando serem melhores do que eu, Garfield Henryford. Não há o que provar: ninguém é melhor do que o Sol; apenas o Sol é melhor do que Garfield Henryford. Certas coisas são axiomas e devem ser levados em consideração pelos meros mortais. Instintivamente, correria em direção aos dois, especificamente em direção à Duncan, colocando o ombro esquerdo como um grande escudo para uma batida desenfreada contra seu corpo, na busca de fazê-lo se desequilibrar e cair para bem longe de Azura, que possivelmente estivesse ferida e rendida. Caso houvesse sucesso em tal ação, não demoraria pra segurar a moça com os dois braços, a erguendo no colo, com outro grande grito que ecoaria no campo de batalha: — HÁ FOGO NO PERÍMERIMETRATO! PERI... NO LUGAR! BATER EM RETIRADA! TODAS AS TROPAS, RECUAR! — Se um dos meus braços ainda estivesse inutilizado, apoiaria o braço da moça acima de meus ombros e a carregaria da mesma forma, aguentando quaisquer tipos de agressões orgulhosas vindas dela, já que era para o seu bem estar físico. Entretanto, se ele já estivesse melhor, a carregaria no colo com as duas mãos, a esquerda segurando pelas costas e a direita pelas pernas, correndo para bem longe dali e deixando a médica oponente ali, estirada no chão, pagando pelos seus pecados.
Correria para um abrigo próximo e longe do olhar das pessoas, e se não fosse possível encontrar um, correria de volta para a base na qual nos encontramos eu e ela pela primeira vez. Durante o caminho, caso Azura reclamasse de estar a carregando, diria, de forma curta e grossa: — Você antes me acertou no queixo, eu, agora, estou te salvando a vida! Sinta-se presenteada pelo generoso e imponente Garfield Henryford. — E logo seguiria, irônico: — E caso esteja se perguntando, não, eu não estou interessado nessas suas maravilhosas, especiais, belas e impressionantes coxas de se dar água na boca. — Riria em voz alta enquanto correria. — FOI UMA IRONIA INCRÍVEL! Somente eu realizaria tal piada do feitio, não é, Azura?! Eu sou incrível, aaaaaaah... — Continuaria o caminho. Independente de qualquer interação dela comigo, prosseguiria. — ... espero que o Duncan não tenha se zangado por eu ter manchado seu terno novo. Serviu tão bem nele... acha que eu devo pagar pela limpeza? Eu sei lá... — Meu rosto se alongaria para as verticais e minha cabeça se curvaria um pouco para frente. — A propósito, você vai precisar de um médico novo. Alguém totalmente desconhecido por nós todos abateu ela em campo de batalha. E direi-te... para abatê-la, a pessoa precisa ser muito incrível, muito mesmo... — Meus olhos de raposa mentirosa se esgueirariam para os lados, ignorando uma possível encarada de Azura.
Sem pressa, ao chegar no local indicado, colocaria Azura no chão e passaria com os olhos em seu corpo para ver se não há ferimentos graves. Caso houvesse, olharia para o ferimento e apoiaria os dedos no queixo, observando-o como um especialista, embora não entendesse absolutamente nada sobre o assunto. — Hmm... é um caso raro, esse, mas eu tenho a solução. — Daria uma pausa para possíveis questionamentos vindos da garota. — A solução é chamar um médico. — Concordaria comigo mesmo, afirmando com a cabeça. Caso não houvessem ferimentos, após a passada de olho, diria: — Perdão, só estava admirando seu corpo por um momento. Quanta carne, devo admitir. Brilhante criação do Sol. — E daria de costas, buscando com os olhos qualquer aliado revolucionário que tomasse conta da situação.

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Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Objetivos escreveu:

-Obter um escudo.
-Obter uma clava (spiky head).
-Forjar alguma peça de armadura.
-Encontrar com ambos dos players.
-Me aliar ao exército revolucionário.

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 6 Empty

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