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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Prólogo: A faísca da revolução

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Wesker
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 4 EmptySab 3 Nov - 21:52



Não conseguia esconder um olhar descontente e furioso quando o agente me mostrava o estado em que estava o campo de batalha. Em meio a toda aquela destruição e massacre era inegavelmente difícil manter uma pose de vencedor. A situação para mim e M-4 não era melhor que a do resto do campo de batalha, os agentes recém chegados na praia começavam a puxar suas armas e, cada vez mais, parecíamos ficar sem um espaço para fuga - Ainda aguenta mais umas porradas? De jeito nenhum que vou acabar preso agora! - Dizia tentando usar de minhas habilidades de atuação para transparecer uma falsa confiança em minha voz, tentando com isso motivar minha companheira.

Éramos pressionados pelos agentes e o olhar de fúria tomava novamente meu semblante enquanto a lança posicionada a frente do corpo estava pronta para atacar qualquer inimigo que se aproximasse. Era então que uma voz vinda de trás tomava para si a atenção dos agentes, e passava para mim uma sensação inigualável de alívio. Despistadamente dava alguns passos leves para trás junto de M-4, aproveitando-me da distração dos agentes, e ao ver que estes não estavam prestando nenhuma atenção, nos apressávamos até chegarmos ao lado de Grambos. Lá também estavam Maurus e a garota que lutou ao nosso lado anteriormente.

-Ok, somos cinco contra… - Começava a cochichar ao lado de M-4, e fazia uma breve pausa um tanto quanto cômica para contar os inimigos - Bom… Contra muitos! - Concluía - Acho que damos conta - Dizia ainda cochichando, mas agora claramente com a confiança repentinamente retomada com a chegada do reforço. Apertava com as duas mãos o cabo da lança, e começava a imaginar a luta que viria a acontecer ali. Será que realmente apenas nós cinco daríamos conta? Imaginava que Grambos não era o líder atoa, ele com certeza tinha algum plano.

O atirador tinha realmente uma língua bem grande, mas como era engraçado e reconfortante ver quando sua fala era cortada pelo levantar do braço de Grambos, um sinal mais do que claro para que os soldados que estavam escondidos se mostrassem, e para que eu finalmente pudesse começar a entender o plano de contra-ataque do líder -Uou! - Sem perceber eu exclamava emocionado enquanto via todos aqueles homens surgirem. Após o primeiro tiro, meus olhos claramente começavam a brilhar. Um novo combate começava, mas Grambos parecia não desejar que participássemos dele. Droga, eu não poderia perder essa chance - Ei, não se esqueça de fazer um curativo nesse pescoço! - Gritava empolgado para o atirador que agora estava sem palavras, apesar de que duvidava que ele fosse capaz de ouvir o que eu dizia em meio a todo aquele tiroteio.

Afastados da confusão, ouvíamos Grambos parabenizar o grupo pelo que havíamos feito. Confesso que por mais narcisista que fosse eu não conseguia absorver muito daqueles elogios, queria ao menos ter derrotado aquele cara pra realmente me sentir satisfeito. Após breves momentos de descanso os tiros finalmente paravam de ser ouvidos, mostrando que a luta havia acabado e nos possibilitando a vista do navio do atirador, que fugia com o rabo entre as pernas.

Retornando ao campo de batalha víamos alguns agentes feridos no chão, assim como alguns dos agentes revolucionários que haviam lutado naquele dia. Dadas as ordens de fazermos prisioneiros, Grambos levava nosso grupo e alguns outros revolucionários feridos até um casarão, que logo percebia ser uma espécie de posto médico para os soldados da ilha. Era realmente impressionante toda aquela preparação, podia perceber até mesmo que os médicos pareciam estar acostumados com aquela quantidade de pacientes aparecendo de uma só vez. Com que frequência ataques como aquele aconteciam?

Quando Grambos finalmente se separava de nós e dois de meus companheiros tomavam seus lugares eu finalmente tinha tempo de me sentar e pensar no que havia acontecido. Era nesse momento que eu finalmente reparava que a mulher que havia lutado contra aquele espadachim por todo aquele tempo era uma tremenda de uma gostosa, e que eu ainda não tinha me apresentado para ela - Ah, meu nome é Duncan! Você aguentou bem aquele cara, e deu uns belos chutes. - Dizia sorridente tentando, naquele momento, apenas começar uma conversa com a lutadora de cabelos roxos.

Instantes depois de ter conversado a conversa com a garota, uma outra mulher surgia na sala. Essa, de cabelos e olhos rosados, transmitia para mim uma sensualidade gritante usando aquelas roupas claramente muito largas para ela - Ah, claro. Me feri em alguns lugares - Dizia para a médica esquecendo-me rapidamente da outra garota, não poderia perder a chance de ser examinado bem de perto por uma beldade daquelas. Apontaria os pontos no meu corpo onde havia sofrido ferimentos e queimaduras, fazendo questão de mostrar caso houvesse sofrido algo no peitoral ou no abdômen -Você é muito boa, doutora… - Diria com um sorriso acolhedor durante o tratamento esperando que ela completasse minha frase dizendo seu nome. Até aquele momento eu já havia encontrado dois “alvos primários” para aquela noite, e gostaria de ver qual das duas seria a mais fácil de abater.

-Vocês costumam ter sempre esse monte de pacientes chegando aqui? Não me pareceram muito surpresos - Indagaria a médica tentando puxar um assunto inicial depois de saber seu nome, tentava conhecer melhor sua personalidade com isso para saber bem como agir quando ela saísse do expediente. Além disso, aquela era realmente uma dúvida que me veio a cabeça, então não seria mal aproveitar-me daquilo para esquecê-la.

Sentindo leves dores durante o tratamento, nada poderia cair melhor que… Espera aí... Olhava em volta repentinamente, procurando por ela. Onde poderia estar? Eu teria realmente me esquecido? Não, não queria acreditar nisso. Precisava estar ali em algum lugar, e por isso eu continuaria olhando disfarçadamente “O meu… O meu vinho! Pensava claramente decepcionado ao perceber e aceitar que eu realmente havia me esquecido de pegar de volta a garrafa após a confusão do fim da batalha. Um desperdício, era o que havia feito. Agora só poderia imaginar que fim trágico haveria levado a minha bela garrafa do suculento líquido.

Usaria o máximo de minha atuação para conter a clara decepção, e tentaria continuar sorridente para a bela médica. Ao fim do tratamento eu agradeceria e, por fim, usando de minhas habilidades em atuação, lábia e sedução, diria da melhor forma possível - Por acaso está livre para beber alguma coisa depois do fim do expediente, doutora? Após um dia com tantos pacientes, relaxar um pouquinho lhe fará bem - Estava confiante no convite, nunca havia tido razão para não estar. Durante toda a minha vida havia feito isso com muitas garotas, e sabia como reagir levando um fora tão bem quanto sabia agir sem levar um.

Caso meu convite fosse aceito, marcaria um horário para me encontrar com a médica e, após uma piscadela, iria para perto de M-4 esperando que esta terminasse seu tratamento, Grambos havia pedido pelos grupos afinal de contas -Lutamos muito bem lá! Sabia que você era boa com esse guarda-chuva! - Brincava com a garota enquanto a aguardava. Após o fim do tratamento, pediria para que ela indicasse o caminho para o local em que estava Grambos, e então começaria a seguí-la até a sala do líder revolucionário.

- Senhor, viemos fazer nossos relatórios conforme ordenado - Diria aquilo após chegar na sala, em um raro momento de seriedade. Esperaria que o homem desse permissão para falar e, caso possível, de me sentar em algum lugar. Dada a devida deixa, eu começaria a prestar o meu relatório - Pois bem, quando cheguei o campo de batalha já era uma carnificina de revolucionários, conforme relatado pela M-4 - O que foi? Surpreso? Eu aprendi a falar de uma maneira mais formal quando necessário graças ao tempo na guarda pessoal do meu pai - Durante minha chegada a garota de cabelos roxos já vinha lutando há algum tempo contra o líder deles, um espadachim. Maurus e eu fomos auxiliá-la e, depois de aliviar um pouco a pressão do combate constante, Maurus e a mulher lutaram contra o líder deles enquanto M-4 e eu cuidávamos dos outros dois. Um atirador, meu adversário, e uma mullher lutadora, adversária de M-4 - Fazia uma breve pausa agora, vale ressaltar que me referiria a mulher de cabelos roxos usando o seu nome caso viesse a descobrí-lo.

- O atirador que me enfrentou parece ter assumido a liderança depois que Maurus e a garota mataram o líder. Não sei o seu nome, mas o sujeito é bem sádico. Estava sentado em cima do cadáver de um dos nossos companheiros pouco antes da batalha começar. Ele também parece gostar de contar vantagem e tem um certo complexo de superioridade ao meu ver. Acertei-lhe um belo golpe no pescoço, acho que serviu para afetá-lo bastante, ao menos naquele momento. As explosões começaram um pouco depois disso. - Parava para respirar uma vez mais - Isso é tudo o que tenho a dizer. Infelizmente foi o máximo de informação que consegui tirar sobre este suposto novo líder dos nossos inimigos. - Concluía por fim, dando espaço para que outro de meus companheiros pudesse falar.
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 4 EmptyQui 8 Nov - 5:55


A batalha no porto chegava ao seu fim, o comandante Grambos tomava a frente da situação e mostrava o porquê era o líder da ilha, uma ofensiva contra os agentes era feito ao seu comando, enquanto nos tirava do local, aquilo me deixava ligeiramente incomodada por não fazer parte da continuação da batalha, mas ele tinha razão já tínhamos feito o máximo que podíamos, a final derrotamos o líder deles fazendo eles se atrasarem por algum motivo, oque nos restava era deixar o resto do pessoal dar conta e seguirmos para um descanso e ir para a próxima missão.

“Parece que minha primeira missão oficial foi bem-sucedida hihihi” Pensava feliz enquanto via Grambos dar ordens para que levassem o máximo de prisioneiros para extração de informações, um sorriso poderia ser visto em meu rosto, tomava alguns paços a frente para que pudesse ver tudo melhor. – Isso acontece por se acharem superiores que os outros, vão queimar nos 7 infernos! Falava para mim mesmo olhando para todos aqueles agentes sofrendo nas mãos dos revolucionários.

Assim Grambos ordenava que o seguíssemos, dava uma ultima olhada no que tinha acontecido no porto, e com um sorriso no rosto me virava seguindo o líder Grabos, a pesar de que a primeira impressão era de um bêbado inveterado, ele sabia oque estava fazendo, estava feliz pela senhora Katharine ter me mandado para um homem divertido que sabia lidar com as situações de uma ilha.

Assim voltávamos para a cidade, indo em direção ao esconderijo do grupo, Grambos nos levava a enfermaria, por conta de toda a euforia daquele dia tinha me esquecido de meus ferimentos olhava para os cortes que o líder dos agentes tinha feito e sem seguida analisava minhas queimaduras leves por conta da explosão, mas aquilo não me incomodava nem um pouco, pequenos sacrifícios para defender a liberdade dos mais fracos vários médicos que aparentemente estavam acostumados com a situação atual, talvez a ilha seria constantemente atacada pelo governo por isso toda essa casualidade com o Grambos e o resto do grupo.

Assim o comandante nos informava que poderíamos ser atendidos para que nossos ferimentos sejam tratados, mas que após isso queria um relatório assim ele se dispersava da gente. Me aproximava e uma cadeira me sentando de pernas abertas relaxando meu corpo esperando pelo atendimento, pensava no que poderia por vir agora, já que minha vida militar dava início, esperava inimigos tão interessantes quanto aquele agente; olhava a minha volta via as pessoas que lutaram ao meu lado naquela casa o Marus, M-4 e um garoto que tinha vindo cujo não sabia o nome.

“Oque esse garoto quer está me olhando muito!” Percebia que o garoto não parava de me olhar, mas fazer oque eu realmente era uma beldade, e sim talvez poderia me divertir com ele, mas não estava interessada em homens no momento, e voltava a olhar para M-4 quando escutava.

- Ah, meu nome é Duncan! Você aguentou bem aquele cara, e deu uns belos chutes. O garoto que tanto me olhava dava um sorriso para mim, em seguida o retribuía o sorriso falando.

- Muito obrigada, mas eu só estava fazendo meu trabalho tinha que segurá-los o máximo que eu pudesse! Aliás meu nome e Azura. Dava uma pequena pausa e logo voltava a falar. - Obrigado por terem chegado e me ajudado! Falava para todos enquanto olhava meus pés ainda descalça já que meu sapato tinha quebrado em meio a batalha, levantava minha cabeça quando de repente aparecia uma pessoa que me chamava a atenção, uma bela garota de vestes brancas, vinha em nossa direção pedindo para nos mostrar os ferimentos, rapidamente me levantava e falava.

- Garota está doendo bem aqui! Tirava minha camisa ficando só de sutiã de frente com a mulher mostrando meus seios a mesma, esperava que a mesma se interessasse, mas se não apenas mostraria o ferimento causada pela lâmina, e as queimaduras que a explosão tinha causada, enquanto ela tivesse me tratando falaria.

- Que tal quando estivermos de folga eu, você, uma bebida! Que tal? Daria um sorriso malicioso para a mesma esperando que ela aceitasse.

Finalizando com a medica marcando ou não o encontro, me levantaria e iria em direção ao encontro com o comandante Grampos, pediria para poder entrar e logo me tentaria sentar em algum lugar do local. – Senhor estou aqui para dar o relatório da missão! Esperaria que o mesmo pedisse para prosseguir e logo começava a falar. - Senhor chegamos rapidamente no porto assim que passou a missão para a gente, chegando lá vimos um cenário caótico aonde diversos dos nossos aliados tinha falecido, logo encontramos o inimigo dentro de uma das casas, lidava do líder dos agentes e mais dois deles. Dava uma pequena pausa e voltava a falar. – Estávamos três contra três mas infelizmente o gigante que enviara conosco teve uma paralisia me deixando sozinha com a M-4 contra os agentes, mesmo achando que poderia dar conta tive que ser prudente e pedir por reforços. Eles estavam decididos a tomar essa ilha e todos eles têm certeza que não falharão, espero que o senhor tome cuidado. Suspirava e logo terminava. – Depois que derrotamos o líder fomos explodidos e jogados ao mar e viemos até você pedir por ajuda bom foi isso! Falaria passando a mão olhando as ataduras aonde estava ligeiramente queimada.

- Senhor se me der licença preciso de sapatos novos, algo que pode durar em uma batalha, o senhor teria alguns por aqui? Caso ele me desse um par pegaria ou buscaria aonde ele me mandasse, sorriria para o mesmo e em seguida colocaria o par de sapatos, daria uns pequenos pulos para poder me acostumar com eles.

Assim voltaria em direção a Grambos, esperava que o mesmo tivesse mais alguma coisa para mim, ou apenas escutaria suas novas instruções para decidir oque fazer, ou apenas pediria licença e voltaria para a ala medica para poder ver se aquela gracinha vai querer sair comigo ou não.
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 4 EmptySab 10 Nov - 23:32


Conomi Island
29°


A pausa dava espaço para que todos conseguissem conversar para conhecer com quem estavam trabalhando. Duncan e Azura tinham uma apresentação básica, tendo a atenção puxada pela médica, que no momento estava ali para tratar deles. – Deixe-me ver. – As palavras eram direcionadas inicialmente para Azura, que era a primeira a retirar suas vestes onde cobriam os pontos feridos. Ao indicar os seios ela não causava nenhuma reação imediata na médica, pois ela apenas assentia de maneira séria e começava a tocar, movendo os seios da amazona até perceber que não havia nada por ali. – Ooh, não estava esperando alguém assim por aqui. – Os lábios dela abriam-se em um sorriso e mais uma vez ela tocava nos seios de sua paciente, sentindo de leve por cima do sutiã enquanto dizia. – Deveria se orgulhar deles, vi poucos que eram tão bonitos e gostosos de sentir como estes. – Com isto o tratamento finalmente tinha inicio, já que agora a diversão tinha acabado ela podia ver os reais ferimentos e tratar deles de forma simples, limpando e cobrindo com bandagens após passar um gel nas laterais e por cima dos cortes. – Bebida? Claro que podemos, apareça por aqui mais tarde. Por agora estou um pouco ocupada, então durante a noite podemos nos ver. – Dizendo isso ela sorria e terminava os curativos, voltando a olhar profissionalmente para sua paciente. – Terminei. Seja cautelosa quanto aos movimentos que vá fazer, pois talvez comece a sangrar novamente. – Deste modo Duncan era o próximo a ser atendido, fazendo ela mover-se até onde o lanceiro estava.

Com bastante calma ela começava a observar os poucos ferimentos de Duncan, cuidando de parar os sangramentos e envolver com bandagens tudo aquilo que poderia sangrar novamente. – Lenora, este é meu nome. – O homem estava interessado nas duas garotas que apareceram em sua vida, mas ainda não tinha iniciado sua investida em nenhuma delas, tentando apenas conhecer ambas. – Só em dias de missão, pois é quando muitos se ferem e precisam de tratamento. Não é todo dia, mas pode ser considerado quase todos os dias... O importante é que temos pessoas para trocar de horário, talvez por isso eu não ache um trabalho tão exaustivo – Durante toda a conversa ela terminava rapidamente o tratamento, sorrindo enquanto falava sobre seu trabalho de forma carinhosa, parecendo mesmo gostar de fazer aquilo. Toda a atuação do lanceiro era ignorada, pois parecia algo bem normal para ela e nada foi percebido de imediato por conta do tratamento. – Estou livre sim, mas já marquei com sua companheira de antes. Caso não tenha problema nós três irmos beber, não vejo problema algum nisso. – Claramente a médica estava surpresa por receber dois convites no mesmo dia, mas tentava não transparecer muito isto, sorrindo e mostrando o rosto levemente corado ao continuar a conversa. – Passe durante a noite por aqui... É difícil afirmar um horário, mas pode ser entre as oito e nove da noite. – Duncan finalmente era liberado de seu tratamento e podia seguir até M-4 que também era atendida, ficando quieta naquele momento até estar tratada. – É a melhor arma que eu posso ter, qualquer outra coisa perderia a utilidade fora de combate. – Ao dizer isto, M-4 levantava-se e seguia até a sala de Grambos, deixando Marus para trás sem importar-se muito com isto.

Ao ter sua entrada autorizada, Azura encontrava o velho já sentado em uma cadeira por trás de sua mesa com alguns papeis sendo assinados usando de sua única mão. – Aguarde um pouco, quero escutar todos juntos. – Ao dizer isto ele já fechava os olhos, vendo alguns minutos depois a entrada de M-4 e Duncan na sala. – Continue. – A explicação da amazona era completa até onde a mesma lembrava-se, podia até deixar algumas lacunas, mas nada podia ser feito já que o gigante estava fora de seu estado normal. Duncan tinha seu espaço para dar o relatório de sua visão e M-4 não acrescentava muito ao conjunto. – Entendo... Algo está faltando, não é possível que eles soubessem de nossas bases. Bem, foi um dia cansativo para todos vocês, não vou exigir mais do que podem me dar. Descansem e retornem aqui quando estiverem prontos. – O pedido de botas feito por Azura era respondido imediatamente por Grambos. – A primeira porta que ver ao sair dessa sala, lá estão os armamentos que temos nessa base. Pode pegar o que precisar sem problemas... Agora estão dispensados, até amanhã terei algo novo para vocês. M-4 irá busca-los onde estiverem na ilha quando for a hora. – A garotinha assentia e caminhava para fora da sala. A amazona tinha acesso aos armamentos e encontrava botas de combate básicas, até mesmo roupas mais discretas e um pouco sujas que poderiam ser usadas se a mesma quisesse. Junto da loira, Duncan seguia para o andar inferior e Azura acabava também tendo de descer, todos dispensados de suas obrigações por aquele dia. – Divirtam-se com o tempo livre. Irei aparecer quando Grambos precisar de vocês, então não se preocupem muito. – Finalmente eles tinham um pouco de tranquilidade, conseguindo o restante daquele dia de folga. O sol ainda era visto, parecendo já estar tarde, mas ainda longe de aproximar-se da noite. Com o clima quente e muita festa em todos os bares da cidade, a diversão estava pronta para começar e não terminaria tão cedo.

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 4 EmptySeg 12 Nov - 7:08


O momento com a medica era maravilhoso, tinha conseguido marcar algo com a mesma além de que ela tinha umas boas mãos hehe, cuidava de mim rapidamente e pedia para que eu retornasse mais tarde para que pudéssemos ter nosso tempo de descontrair, estava bastante empolgada com aquilo, a final fazia mais em um mês que não saia com alguém. Mas esses pensamentos tinham que ficar para depois, pois ainda tinha compromissos com Grambos.

Logo me encontrava com o líder revolucionário, aonde eu passava toda a informação que me lembrava da missão, talvez pudesse ter deixado passar uma coisa ou outra, pois estava focada em dar uma surra naquele almofadinha de merda, olhava para meus pés lembrando da batalha de mais cedo e o sorriso era bem visto por qualquer um. Assim pedia para que Grambos pudesse me dar novos sapatos, já que meus belíssimos exemplares encontrados apenas na Grand Line tinham se sacrificado pela revolução.

Assim seguia para aonde se encontrava varias itens de batalha, olhava todas aquelas armas, minha mão ia automaticamente em uma lança que estava encostada na parede mais ao fundo, me fazendo lembrar da época em que minha mãe me treinava quando criança, recuava minha mão rapidamente encostando a mesma em meu peito, um semblante um tanto serio em meu rosto. – Não, mostrarei que meu corpo e a verdadeira arma! Citava sozinha quando olhava de relance e via um par de botas, automaticamente fazia uma cara de nojo, era um par de botas bem feinhos. – Caramba vou ser obrigada a usar essas coisas horrorosas!? Estendia minhas mãos para pegá-las e logo as analisando.

Quando colocava as botas ao meu lado me espantava com algo que se encontrava bem perto de mim, um conjuntinho de roupa HORRIVEL, minha cara de nojo perante aquilo era nítida, estava completamente horrorizada com a falta de bom gosto do exercito daquela ilha. – Esse povo certamente não tem bom gosto, A senhora Katharine ficaria com vergonha se tivesse aqui! Estendia minha mão pegando o conjunto de roupas enquanto terminava de colocar as botas, dava alguns saltinhos para ficar confortável com esses novos pares de coisa.

Assim sairia do armazém seguindo pelos corredores, ao primeiro revolucionário que visse no corredor pararia estendendo minhas mãos com aquele conjunto horrível falando. – Pelo amor de Deus, queime esses trapos que vocês chamam de roupa, ninguém merece usar isso! A minha cara de nojo entregando aquele conjunto poderia ser visto através das paredes, não me importava com oque aquela pessoa iria fazer com as roupas desde que não as visse mais.

“Hmm não parece que a doutora estaria livre e pelo que eu lembre da baixinha falando, estamos livres até que o comandante precise da gente” Pensava me afastando da pessoa que tivesse entregado as roupas. Não sabia oque fazer até a hora da bebedeira. – Há acho que vou estudar um pouco! Um estalo de luz vinha em minha mente, precisava entender melhor a arte da estratégia em combate, se soubesse mais sobre aquilo, poderia ter acabado com a missão a um tempo.

Aprendizado de pericia Estratégia

Com isso em mente seguia ate outra pessoa no esconderijo, e perguntaria se teria algum tipo de biblioteca, para que eu pudesse ler sobre estratégia, já que sou uma novata em meio a eles, e precisaria aprender cada vez mais para que não fosse um estorvo em alguma futura missão, assim que encontrasse procuraria um livro sobre estrategia, e prestaria o máximo de atenção possível, para poder absorver todo o conhecimento do livro, ficaria com ele até anoitecer e der o horário de encontrar com a medica.
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 4 EmptySeg 12 Nov - 10:34


-Mas o que... - Olhava incrédulo a cena que se passava à minha frente que era no mínimo… Surpreendente. A tal Azura era de fato uma garota interessante, aquele belo par de peitos não me deixaria mentir mas, naquele momento, eu não mais julgava que tinha muitas chances com ela. Contentava-me em apenas me deleitar com a cena inesperada que se passava em minha frente, não conseguindo esconder o sorriso maldoso que surgia em meu rosto, ou o descontentamento ao ouví-la ser mais rápida que eu e fazer um convite a médica. De fato, por essa eu não esperava.

Meu atendimento começava em seguida e Lenora, a médica, não tinha muita dificuldade em tratar dos meus poucos ferimentos. Era inegável o quanto a médica parecia gostar de seu trabalho, isso era fácil de perceber pelo sorriso que tinha em seu rosto e o carinho que tinha na voz durante todo o tempo que falávamos sobre este. Para não perder o costume, eu aproveitava a oportunidade para fazer a médica um convite semelhante ao que havia sido feito anteriormente por Azura e, para minha surpresa, ela aceitava e me convidava para juntar-me às duas, enquanto ficava levemente corada -Pois bem, às oito. Em último caso, podem ir sem mim. Trombo com vocês naquele bar que o Grambos gosta. - Diria aquilo e em seguida indicaria a localização deste local, sendo ele o bar em que eu havia conhecido o líder dos revolucionários daquela ilha.

Aguardava o tratamento de M-4 enquanto refletia sobre o que fazer naquela noite. Não poderia negar o fato de que as... Possibilidades de sair com Azura e Lenora tomaram um bom espaço em minha mente. Minha decisão entretanto era difícil, enquanto a médica parecia receptiva com uma terceira pessoa, eu não sabia como era isso na mente da outra mulher, e tal fato me fazia pensar. Eu não sabia exatamente por quanto tempo Azura tinha lutado antes de eu chegar e, em todo caso, sabia que seu espírito de luta deveria ser recompensado de alguma forma… Talvez eu não devesse atrapalhar.

Terminado o tratamento da loira, seguíamos para a sala de Grambos onde Azura já estava. No caminho notava um certo orgulho na voz de M-4 quando falávamos sobre seu guarda chuva e, pela primeira vez, percebia que a garota talvez pudesse ser divertida se não estivesse tão envolvida no trabalho. Na sala do líder fazíamos nossos relatórios e era perceptível que uma lacuna ficava em branco. De fato, como eles poderiam ter descobertos sobre as bases? Haveria um traidor entre os revolucionários? Como sempre acontecia, quando um problema parecia terminar, outro surgia no lugar. Ao sermos dispensados, ouvia Grambos dizer que a garota do guarda-chuva nos buscaria quando tivéssemos uma nova missão, e isso me fazia questionar mentalmente se ela nunca parava de trabalhar.

Agora com todos nós no andar inferior após Azura ter ido rapidamente ao arsenal, ouvia M-4 voltar a afirmar que iria nos buscar quando Grambos precisasse de nós, e tal fato me fazia não aguentar sem questionar - Espera aí… Você nunca para de trabalhar? Acabamos de ser explodidos e jogados longe, achei que viria comemorar a vitória com a gente. - Diria aquilo como questionamento, mas também claramente como quem faz um convite, apelando para todas as minhas habilidades de lábia. Se não me juntaria a Azura e a médica naquela noite, seria bom ao menos comemorar minha vitória com meus companheiros. Apesar do desejo pela companhia da garota, eu não insistiria muito em caso de uma recusa, e para respondê-la apenas diria - Bom, caso mude de ideia, deve me encontrar naquele bar onde me conheceu com o Grambos, tudo bem? Acredite em mim, vai te fazer bem se distrair um pouco e dar umas risadas. - Manteria em meu rosto um olhar convidativo e amigável, era difícil não contrair algum afeto por uma pessoa depois de serem explodidos juntos e cercados por agentes do governo. Após a decisão de Azura por estudar até a noite chegar, eu chegava a conclusão de que também poderia aproveitar-me deste tempo para treinar, e por isso perguntaria a M-4 antes de me despedir - Onde vocês treinam por aqui? Sabe me dizer?


Aprendizado de Perícia - Luta de Rua


A verdade é que meu corpo ansiava por mais adrenalina naquele momento, era inegável que o fim do combate anterior havia me deixado insatisfeito e, por isso, eu procuraria me aprimorar para que algo assim não ocorresse novamente. Tentaria me dirigir até o local indicado por M-4, esperava encontrar pessoas treinando ali, e tinha esperanças de que pudesse me juntar a eles. Meu desejo naquele momento era me tornar um guerreiro mais versátil, aprendendo como usar meu corpo para lutar junto de minha lança.

Procuraria por algum soldado que me parecesse um lutador, seja por estar treinando com um saco de pancadas ou fazendo algum tipo de sparring, qualquer coisa que indicasse que o seu estilo de luta usasse o próprio corpo. Tendo encontrado alguém, eu me apresentaria - Olá, meu nome é Duncan! Sou novo aqui. - Esperaria alguns segundos pela resposta do outro soldado, e então não perderia tempo antes de dizer a que tinha vindo - Será que poderia me ajudar? É que eu sou meio inútil sem essa lança, e acho que se eu quiser ser um bom soldado eu preciso saber como me virar em um combate desarmado. - Dizia aquilo tentando usar de minha lábia para convencê-lo do que eu queria.

Aguardaria ansioso pela resposta, tentando sempre parecer confiante e amigável. Aquela era de fato uma ideia que eu queria concretizar, realmente julgava importante que qualquer guerreiro soubesse se virar bem em um combate corpo-a-corpo, e esperava também poder usar desses conhecimentos para auxiliar até mesmo no meu estilo de combate com a lança. Tendo isso em mente, eu continuaria procurando por um tutor mesmo que o primeiro se negasse a me ajudar e, após ter conseguido alguém para me auxiliar, eu prestaria total atenção nas explicações e faria quaisquer exercícios e combates que me fossem propostos, sem me importar muito com os ferimentos leves que havia sofrido na batalha anterior, a menos que percebesse que estes pudessem se transformar em ferimentos mais pesados. Não me importava muito com o tempo naquele momento, o meu desejo de me aprimorar era maior e, aproveitando dessa empolgação, eu ficaria ali o tempo que fosse necessário até que conseguisse finalizar o aprendizado.
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 4 EmptySex 16 Nov - 3:30


Conomi Island
27°


Azura ia atrás das botas que precisava encontrando coisas não muito limpas, pois a limpeza não era lá muito a ideia de um revolucionário. – Sinto dizer, mas é exatamente assim que precisa parecer. Para certas missões os trapos servem melhor do que uma rouba bonita e limpa, que poderia chamar muita atenção. – O rapaz não mostrava muito sua aparência, ficando bem escondido por baixo do capuz de sua blusa e a sombra que este fazia, soando jovem ao aproximar-se dela e atravessar seu caminho para ir ao encontro das roupas que a garota havia falado. – Apresentarei as reclamações aos superiores, talvez assim eles arrumem algo que possa agradar a senhorita. – A seriedade em suas palavras provava que o mesmo realmente faria aquilo, provavelmente acreditando que resolveria a insatisfação de Azura e poderia continuar com seus deveres sem preocupar-se com ela. Nem todos gostam de viver no meio do lixo ou vestir-se como um mendigo.

Após tudo ser resolvido o trio separava-se, combinando que retornariam mais tarde para o encontro. – Normalmente não. – M-4 respondia a pergunta de Duncan com bastante seriedade, sem sorrir ou expressar qualquer emoção. – Nessa ilha o meu trabalho é importante, devo estar sempre atenta e me movimentando por ai. Grambos é velho, então precisa de outras pessoas ao seu lado auxiliando com certas tarefas. – O convite surgia e por um instante a garota parava para pensar nisso, mantendo o olhar fixo no chão enquanto pensava. – Talvez. Não garanto que irei, então não me esperem. – Com isto concluindo, Duncan e Azura partiam para caminhos diferentes. A amazona ia aprender algo com os livros a disposição naquele esconderijo. Lá não existia muitas salas onde poderia ir e encontrar uma enorme biblioteca cheia de livros, mas ao menos poderia achar alguns livros com os revolucionários por lá.

A primeira pessoa que questionava tinha resposta imediata para tal questão. – Deve existir algo do tipo na sala do líder. – Sem problemas ela chegava até lá, entrando na sala após ser autorizada e rapidamente procurava por um livro que pudesse atender ao seu desejo, conseguindo alguns que ajudariam, mas não pareciam perfeitos para o trabalho. Até que finalmente achava algo mais completo, sendo este o "O Primordial da Estratégia" da escritora Dai Na. Com o livro em mãos e a vontade de aprender Azura saia da sala, indo até um local mais calmo onde poderia ficar por muito tempo. Assim ela começava a ler o livro com muito foco, deixando tudo de lado para aprender aquilo por hora.

Duncan também acabava indo aprender algo, só que não estava seguindo o mesmo estilo que Azura. – Estou indo para lá, me siga. – A loira ia caminhando pelas ruas de Conomi sem falar muito, guiando o novato até uma outra casa onde a porta estava fechada. Existiam alguns sons que podiam ser escutados de longe, parecia que pessoas lutavam no interior daquela casa e provavelmente em um número grande. M-4 abria a porta e deixava Duncan ver por si só o que acontecia ali, encontrando cerca de 10 pessoas em uma enorme área vazia que era a tal casa. Alguns lutavam entre si, outros treinavam sozinhos e existia uma porta do outro lado da sala que ia aos fundos, ela estava aberta e lá sim existiam alguns equipamentos do lado de fora. Troncos de madeira presos ao chão sendo usados como alvo, recebendo golpes de outros revolucionários que ali estavam treinando. – Sinta-se livre para treinar por aqui. Qualquer dúvida é só perguntar para o Shakir. – Ao dizer isto ela apenas apontava para um homem negro de moicano que tinha bandagens nas mãos e parecia lutar com o ar.

Shakir estava bem focado em seu shadowboxing, desferindo socos contra a sombra na sua frente, mal conseguindo escutar as palavras de Duncan. Ele só realmente percebeu que algo estava próximo quando deu um leve salto para a direita e viu de canto uma sombra, parando de imediato a luta, virando-se ao lanceiro. – Estou escutando. – Duncan finalmente conseguia explicar o que queria, recebendo um sorriso em retorno. – Claro que posso ajudar, sempre gosto de ensinar as pessoas o combate usando apenas o corpo, sem armas adicionais. – Com o mentor definido, seu treinamento finalmente iniciava e por algumas horas o lanceiro permanecia ali. Azura e Duncan conseguiam focar somente no treinamento e aprendizado durante a pausa que tinham, absorvendo as informações importantes passadas pelo livro ou mesmo pelo treinador, ficando nisto por horas até que a amazona terminava de ler e o homem recebia a aprovação de Shakir. – É isto. – Deste modo estava finalizado. Qualquer um que olhasse para o relógio veria que era 19:00, o tempo havia passado voando e logo o encontro do trio seria iniciado. Restava para eles apenas se preparar para isto ou partir para outro aprendizado naquele momento.

Shakir:
 

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 4 EmptySex 16 Nov - 10:46


Me encontrava no meio de todos aqueles equipamentos no arsenal do exército, o tempo parecia não passar naquele lugar, literalmente pois as coisas que via ali eram horrorosas, mas logo encontrava oque tinha ido buscar, infelizmente saia dali com uma roupa além de ridícula era extremamente sujas. Elas tinham que ter seu devido fim, ninguém merecia utilizar aquilo, com isso em mente e com alas em mãos, nítido minha cara de nojo encontrava um soldado no qual fazia os pedidos para o devido fim daqueles trapos, em seguida ele me informava porque delas serem assim.

“Caralho, não estou pedindo um seminário sobre pra que servem elas, quero apenas que de um fim nelas!” Pensava quando escutava o homem falando, a minha cara que antes era de nojo passava para uma de tedio mortal, chegando revirar um pouco os olhos para cima, assim que ele se virava para sair falaria. – Faz o que você quiser, contanto que essa merda ai suma! Dava as costas para o homem e seguia meu caminho por um instante sem rumo já que ainda estava muito cedo para a bebedeira com a medica gata.

Enquanto caminhava pensava sobre oque tinha ocorrido mais cedo durante a missão, andava com o olhar fixo na minha frente analisando os ocorridos, lembrava do próprio Grambos falando que faltava algo nos relatórios para que tudo que tinha acontecido fizesse sentido. Aqueles agentes me irritaram tanto que me desconcentrei total das coisas que estavam acontecendo. “Tenho que focar mais nas coisas, preciso de uma estratégia melhor do que apenas chegar e chutar algumas bundas.” – Se bem que sem duvidas e a maneira mais eficiente. Falava comigo mesmo dando um sorrisinho enquanto andava olhando fixamente para frente, balançava minha cabeça e flava. – Bom tenho que aprender maneiras melhores de como agir, além de que isso pode me ajudar a focar melhor nas coisas.

Assim seguia a procura de alguma coisa que poderia me ensinar a arte da estratégia, encontrava outro revolucionário pelos corredores e perguntava se tinha algum lugar com livros para que eu pudesse estudar, por um instante estava acostumada com as bibliotecas Vermillyon, ou com o quartel da Katharine, esperava algo do tipo, e esquecia que me encontrava num fim de mundo com vários caipiras, a final ate as roupas eram uma merda. O soldado logo falava que o único lugar que poderia encontrar algo assim, poderia ser a sala do líder. – Já estive lá, acho que não tem muita coisa para me ajudar, mas muito obrigada. Passava por ele e seguia caminhando de volta para a sala do Grambos.

“A sala e bem simples, bom se é único lugar que tem livros nessa jossa vamos lá né? Passar tempo!” Pensava quando chegava até a sala, pedindo permissão para poder entrar, sem demoras entrava e analisava as estantes da sala, tinha um número considerável de livros até que achava um que me interessava, retirava da estante indo em direção a outro cômodo para poder ter uma leitura mais focada.

Com a leitura do livro algo veio a minha mente um dos agentes que estavam no quarto falavam sobre um dos prefeitos da ilha ser o informante deles, não acreditava que tinha esquecido esse detalhe importante, talvez a única informação que poderia solucionar os problemas de constantes ataques aquela ilha.

Olhava para um relógio que estava na parede da sala, e naquele momento a consciência pesava. – Desculpa doutora gostosa, mas isso e mais importante, talvez quando tiver tudo bem podemos ter nosso encontro! Me levantava e começava a correr a procura do líder, tínhamos que tomar providencias antes que pudéssemos ser atacados novamente quando a gente menos esperasse. Sairia procurando por Grambos por toda a base, perguntando para todos os revolucionários que encontrasse, o primeiro que encontrasse me voltaria para ele falando. – Desculpa minha afobação, mas aonde posso encontrar o Grambos? Esperava que ele me respondesse mesmo que fosse o mais obvio na sala dele, e voltaria a falar. – Bom obrigado, poderia me fazer um favor? Tinha um encontro marcado com a Doutora Gata, mas por conta de minha missão não poderei ir, por favor fale com ela, pode falar que é a ruiva peituda falando! Não esperaria ele falar se iria fazer isso ou não, correria até a sala do Grambos para verificar se ele estaria lá, caso não estivesse ficaria procurando até encontrar.

Caso encontrasse ele, sendo um tanto rude, mas a situação pedia isso. – Senhor! Senhor! Lendo o livro que peguei em sua sala eu acabo de me lembrar algo que poderia ser muito útil para finalizar os ataques que o governo vem fazendo nessa ilha constantemente! Dava uma pausa esperando que tivesse chamado atenção do mesmo, me aproximava mais do mesmo e voltava a falar. – Comandante, me recordei que o plano dos agentes pode não ter acabado, um deles havia afirmado que um dos prefeitos da ilha estava trabalhando com eles como um fodido x-9, precisamos resolver isso o quanto antes aproveitar que ainda e noite! Falaria esperando a resposta do homem, tínhamos que finalizar quilo o quanto antes. “Doutora, desculpa furar com você, vou te recompensar por isso!” Ficaria esperando as instruções do homem, esperava que o mesmo não estivesse bêbado, e focasse novamente em ser o grande comandante que eu tinha presenciado.
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 4 EmptySab 17 Nov - 10:56


Por que algo me diz que ela nunca foi convidada para comemorar?” Pensava aquilo enquanto olhava a reação de M-4 ao receber meu convite. Era de fato algo triste de se pensar, mas visto o pouco que eu havia conhecido da personalidade da garota, era bem provável que eu estivesse correto em pensar algo assim. É claro que para alguém como eu, uma pessoa nunca ter saído para comemorar ou festejar era no mínimo um insulto, e eu estava ali para mudar esta situação. A quase recusa de M-4 não me surpreendia, era em minha opinião quase como se a garota estivesse fazendo um charme, e isso nunca havia me impedido até hoje.

Deixando aquele problema de lado por hora, resolvia aproveitar as próximas horas do meu dia para aprimorar minhas habilidades de combate, e para isso perguntava a M-4 sobre o local que os revolucionários usavam para treinar naquela ilha. Por coincidência a loira tinha o mesmo destino que eu, e mais uma vez íamos juntos caminhando pela ilha. Os barulhos vindos da casa podiam ser ouvidos do lado de fora, quase como as orgias que alguns nobres, cujos nomes eu não citarei para manter a minha integridade, faziam em Dawn Island.

Ao entrar na casa eu via uma grande sala vazia, com diversas pessoas treinando luta corpo a corpo e, aos fundos, uma sala com alguns equipamentos de treinamento e mais alguns revolucionários que haviam decidido gastar o seu tempo livre da mesma forma que eu - Shakir, entendi. Quando eu acabar aqui iremos ao Grambos pra ver se ele te dá umas horas de folga pra nos divertirmos, tudo bem? - Dizia aquilo sorrindo para M-4, encerrando a conversa com uma piscadela para a garota sem ter realmente uma razão para ter feito isto. Ao dar as costas para minha companheira, eu caminhava até o homem que ela havia indicado, e este parecia concentrado em seu treinamento.

- Oeee, Shakir? Você tá aí? - Dizia de forma irônica para o homem, vendo que sua concentração era tal que sequer permitia que ele me percebesse. Por fim, após vários movimentos, o homem finalmente me notava e escutava meu pedido. Após o homem aceitar de bom grado o meu pedido, o treinamento se iniciava e extendia-se por algumas horas, até que eu finalmente era liberado pelo lutador - Uou, muito obrigado Shakir! Me lembrarei de você quando estiver socando a cara de algum agente por aí! - Encerrava a conversa com meu treinador usando um amigável sorriso, mas logo quando começava a dar as costas para ele me lembrava de algo e voltava-me novamente para o homem - Por sinal, você sabe onde a M-4 fica por aqui? Combinamos de ir comemorar nossa vitória de hoje e eu não quero que ela enrole ou invente alguma desculpa - Esperava que o homem soubesse me dar uma resposta, para que assim eu gastasse menos tempo em busca da loira, mas ainda que não tivesse uma indicação para seguir, procuraria pela loira no local de treinamentos, ou simplesmente voltaria para o local onde ficava a sala de Grambos caso não a encontrasse.

Tendo encontrado a loira, eu primeiramente a envolveria em um abraço de lado, de forma brincalhona simplesmente para testar sua inibição, e depois de soltar-lhe rapidamente diria amigávelmente - Ah, que bom que está aqui! Achei que poderia ter fugido. Vamos pedir sua folga pro Grambos? Você pode falar que foi minha ideia. - Na realidade ao parar para refletir sobre a personalidade do líder daquela ilha eu julgava que ele fosse liberar M-4 de bom grado caso algo terrível não estivesse acontecendo, mas para que a garota ficasse mais calma e não inventasse nenhuma desculpa, seria melhor que ouvisse aquilo da boca dele.

Tomaria a dianteira caminhando de volta até o casarão onde ficava a sala de Grambos. No caminho sempre manteria um olhar atento na garota para que ela não acabasse fugindo, e de tempos em tempos, caso notasse alguma hesitação, eu me voltaria para ela e usaria de minha lábia para tentar animá-la dizendo - Vamos, vai ser legal. Você bebe? Se não, tenho certeza que podemos comer algo gostoso também. - Após dizer aquilo, eu voltaria a guiá-la pelo caminho, até que chegássemos a sala do líder da revolução. Ao chegar lá eu aguardaria pela permissão de entrada, e depois de concedida, se nada estivesse acontecendo, eu diria à Grambos - Senhor, gostaria de pedir para que desse umas horas de folga pra M-4, precisamos comemorar depois de tudo o que aconteceu hoje, e foi também a minha primeira missão. - Falaria mantendo a seriedade mas no fim daria um breve sorriso para o líder, direcionando meu olhar para a garota e tentando fazê-lo compreender que eu julgava que ela precisava relaxar. Dito isto, aguardaria uma resposta.
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 4 EmptyTer 20 Nov - 23:23


Inicio da noite
Conomi Island
26°


Ambos os treinamentos tinham seu fim e os dois tinham compromissos em pouco tempo, mas a necessidade de conversar com Grambos surgia para Azura e após uma breve conversa com um simples revolucionário, a garota finalmente conseguia chegar até onde o líder estava. – Tudo bem. – O velho estava realmente bebendo, só que ao ver a amazona na sua mostrou-se bem sério e focado no que ela diria. Conforme a explicação ia tomando forma, Grambos percebia o quão importante aquilo era e finalmente entendia completamente tudo que havia acontecido no porto. – Eu sabia que faltava algo... Tente se atentar aos detalhes, eles são importantes em casos assim. Agradeço que tenha conseguido lembrar-se disso e infelizmente este é um caso real de traição, preciso conversar com os superiores e ver como iremos agir. – Claro que a missão parecia óbvia, mas antes eles precisavam conhecer o verdadeiro traidor e isso estava bem fora do alcance de Azura. – Não sei se o seu grupo será o melhor para esse tipo de missão, mas posso arriscar desta vez. Os dois que saíram já devem estar chegando, aguarde aqui mesmo. – Finalizou e afastou-se da mesa para ir até uma prateleira no fundo da sala, esta que tinha uma pequena portinha onde estava o den den mushi. O líder não enrolava muito, começando uma ligação que era complicada de ser escutada do local onde a amazona estava.

M-4 era encontrada em pouco tempo, estando do lado de fora, sentada em uma placa de madeira que estava fincada no chão. – Vamos lá, Grambos está nos chamando. – Como se ela nem mesmo conseguisse escutar tudo aquilo que Duncan dizia, M-4 iniciava a caminhada em passos rápidos até a base, ouvindo e respondendo as questões do lanceiro. – Já tem algum tempo que bebi, estou bem por fora desse tipo de coisa, pois Grambos me mostrou o pior da bebida e agora sei que estou bem sem álcool. – Finalmente a dupla chegava na casa, vendo que ninguém os esperava no andar inferior, tendo de subir até a sala do líder, que estava com a porta aberta e Azura lá dentro esperando algo. Com a chegada dos dois, Marus surgia por trás da porta e a fechava assim que o grupo todo entrava, caminhando então até a mesa enquanto aguardava a conversa do bêbado terminar. – Uma missão apareceu, parece que não teremos descanso essa noite. – Deste modo todos que estavam na missão anterior reuniam-se, sendo óbvio que eles teriam de cooperar mais uma vez.

Levou algum tempo, o relógio na sala de Grambos ficava logo acima da porta de entrada/saída, pois assim o homem poderia ver as horas e continuar trabalhando. Este estava indicando 19:50, quase chegando na hora do encontro e mostrando rapidamente que eles tinham ficado quietos por muito tempo durante a conversa do velho, respeitando seu tempo antes de realmente partirem para a missão. – Entendo Alice, vou prosseguir com a investigação. Quando conseguirmos identificar o traidor eu entrarei em contato novamente. – Com a conversa terminando, Grambos finalmente virava-se para os companheiros revolucionários na sala, aproximando-se de sua mesa para continuar a conversa com ele. – Parece que vocês não vão descansar hoje, encontrei uma missão complicada e que poucas pessoas conseguiriam fazer. Todos aqui são melhores em combate do que na busca por informações, mas o que eu preciso agora são pessoas que consigam fazer os dois... – Mais uma vez ele parou de falar, olhando para sua mesa em meio aos pensamentos que pareciam fazer o velho entender melhor tudo. – Um dos dois prefeitos desta ilha está nos traindo. A missão de vocês é encontrar informações sobre o traidor, pois assim poderei lidar com ele. Para esta missão recomendo que consigam mais pessoas que possam participar, não tenho uma lista aqui, apenas procurem e perguntem por aí para todos aqueles que estiverem nas bases da revolução nesta ilha. Procurem algo que está faltando no grupo atual, qualquer revolucionário com habilidades que ajudariam nesta missão, pois no momento eu só vejo lutadores. – Ao finalizar o homem entregava dois mapas idênticos. – Duas cidades e dois prefeitos. Não sei como vão fazer, mas espero que tenham sucesso. Qualquer dúvida é melhor perguntar agora, estarei disposto a responder e ajudar naquilo que for necessário, mas não poderei ir na missão com vocês. M-4 e Marus serão os lideres dessa equipe, sigam as ordens deles e tudo ficará bem. – Assim o espaço para perguntas surgia já que o velho ficava quieto para escutar tudo.

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 4 EmptyQui 22 Nov - 20:14


O quão bela é a luz do sol? Mais bela do que o conforto da sombra, do que os deleites da carne? Forte é, inevitavelmente - mas o que é forte, é necessariamente belo? Seria do mundo uma grande armadura, forjada entre o aquecimento dos confins da fornalha do inferno e do resfriamento das águas límpidas do paraíso? (Confabulando com um sol, sendo ele existente ou não:) Dentre pensamentos profundos e um suspiro longo, esmagava o sol com a mão. Claro, não era como se ele tivesse sido esmagado de verdade, porém, era satisfatório saber que minha mão era tão grande fechada quanto o sol é, me trazia sensação de poder, imponência. Também, me revelava que quanto mais perto minha mão estava, menor era minha visão; quanto mais longe minha mão estava, maior era a visão e a chance de queimar levemente os olhos, caso tremulasse nem que por um segundo e desviasse a mão para fora de seu ponto de bloqueio dos raios.
— Eu posso te bloquear, sabia? — Daria uma pausa e encararia as costas da minha mão. Abriria os dedos, e claro, haveria da luz queimar minha visão, me levando a fechar novamente os dedos. "Até quando vou me esconder atrás de escudos?"— Indagaria, soltando o raio de luz, finalmente, e reduzindo meu olhar a um ponto fixo à minha frente. — Confio em você, senhor sol. — Não conseguia pensar no quão estranho poderia ser fazer de um ser tão belo e cruel meu aliado, seria eu belo e cruel também para poder me aliar a ele? Sorriria. Aceitar a própria essência é o que há de mais belo na simplicidade — esta, que propriamente dita, é o que há de mais belo da humanidade. O belo no belo, um tanto perfeito para ser real. Ainda era cedo demais para recusar essa utopia.
Deixando de lado meu mundo interno, piscaria algumas vezes, para tomar meu pingo de consciência bruta. A passos lentos, olharia ao meu redor enquanto caminharia em direção a um local onde tivessem diversos estabelecimentos. Nesse conjunto de estabelecimentos (isto é, se existissem), buscaria por uma loja de armas. Ó atraente mercado, o quão rude você poderia ser, me induzindo a fazer uso dessas equalizadoras de poder? Cederia a essa tentação e adentraria a loja, caso encontrasse uma.
Ao entrar, buscaria com os olhos por um machado celta que coubesse em uma mão só ou por uma clava: essas duas me ajudariam a me defender sem usar um escudo. "Diabos, por que alguém como eu precisaria de um escudo? Patético. Basta um estender de mão, que toda a oposição tremerá diante dela. Eu sou Garfield Henryford, primeiro de seu nome, rei do mundo mortal e de todas as formas de vida que nele habita!" — Sacaria brevemente o dinheiro necessário para custear a arma e tomaria posse dela. — Você será o tesouro Henryford. — Batizaria-a. Em seguida, se tudo desse certo, caminharia em direção à antiga casa de metalurgia de meu pai, local que me recordava brandamente de todas as lembranças da infância, que, não nego, me tiram um sorriso quando surgem.
Ah, bons tempos aqueles! Quando meus colegas me vangloriavam pela minha perfeita audição, o orgulho gerado com certeza não era momentâneo. A recompensa vinha depois: um saco de balas, algumas tortas, dangos, o que fosse comestível nos mercados. Lavo minhas mãos para qualquer pecado de furto, quero dizer, nunca fiz parte deste, apenas recebi algo em troca do uso desse meu sentido aguçado. Não me arrependo de nada do que eu fiz. As garotas, cheirosas como flores, doces como mel, como foi maravilhoso mostrar a elas a minha verdadeira voz, a face descarada da harmonia vocal, foi melhor ainda ver a reação delas ao tomar consciência da minha superioridade. Que venham cem, que venham mil, que venham um milhão! Nenhuma delas jamais será digna do meu ser tão exótico, de milênios de beleza ancestral acumulada.
Todavia, caso não encontrasse nenhuma loja de armas, iria direto para casa de metalurgia e tomaria as mesmas decisões abordadas anteriormente. Novamente, se não encontrasse essa última, usaria da minha audição aguçada para tentar ouvir um possível público e conversas paralelas, qualquer coisa que me desse informação sobre a ferraria ou sobre a loja de armas, para seguir caminho em direção a qualquer uma das duas, não hesitando em perguntar para alguém caso ficasse em dúvida sobre a informação dada. Se, de alguma forma, nenhuma das duas fossem encontradas, buscaria com os olhos por uma oportunidade de conseguir equipamentos de rápido acesso, por qualquer meios necessários.
(Caso houvesse sol:) Em qualquer caminho, contaria com a ajuda da luz do sol, o único ser que consegue de alguma forma ser superior a mim. Eu sabia que estaria protegido, contanto que tivesse ajuda desse meu querido amigo, na qual faria de tudo para que continuasse lá em cima, brilhante como sempre, imponente como um leão e cruel como uma rosa espinhosa. Me sentia fúnebre, como se por dentro não houvesse sentido naquilo tudo, mas ao mesmo tempo algo que dizia que isso seria de grande utilidade um dia, e que o mundo precisava ser mudado por aqueles que tem ciência de sua soberania.
Historico:
 
Facilitando a vida do narrador:
 
Off:
 
Objetivos escreveu:

-Obter um escudo.
-Obter uma clava (spiky head).
-Forjar alguma peça de armadura.
-Encontrar com ambos dos players.

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 4 EmptySab 24 Nov - 16:47


O estalo da lembrança em minha mente era forte, tinha que tomar providencias sobre a informação do prefeito, meu coração apertava quando lembrava que iria furar com a medica, não gostava de enrolar ninguém. Mas a causa era maior e sacrifícios tinham de ser tomadas, seguia a procura do comandante, não demorava para encontrá-lo, assim que o via um alivio vinha ao meu peito, e logo o informava de tudo que lembrava.

E como esperava, o mesmo me dava uma pequena represália, e com razão, tinha me deixado me distrair com a batalha, mas aquilo não poderia controlar, quando alguém me irrita eu não consigo ficar focada. Mas mesmo assim Grambos tinha sido um tanto leve comigo, se isso tivesse acontecido na supervisão da senhora Katharine a essa altura eu estaria sendo esculachada. “Vou tentar reparar meus erros, não posso fazer o nome de minha salvadora seja sujo, a final eu que carrego o legado dela.” O rosto da senhorita Katharine passava em minha mente enquanto Grambos terminava de falar.

Em seguida o mesmo soltava que talvez meu grupo não fosse apto para a próxima missão, aquilo me deixava um tanto incomodada, pois o mesmo estava duvidando da minha capacidade. Levantava minha cabeça olhando fixamente para o comandante que completava sua frase botando a responsabilidade em nossas costas. “ Vou te mostrar que eu sou a pessoa certa para qualquer tipo de missão!” Olhava para o mesmo se afastando da mesa enquanto ia ate um den den mushi escondido atrás de uma pequena porta, dava as costas para o homem seguindo até a parede mais próxima me encostando e esperando as próximas ordens.

Não tinha o porque de ficar prestando atenção em conversa alheia de superiores, ou seja lá quem for a pessoa que Grambos estava contatando, precisava me concentrar em como ter sucesso com essa missão e assim livrar a ilha dos ataques da escoria do governo, tinha de pensar em algo.

“Foco Azura, tenha Foco!” Pensava enquanto esperava as novas ordens, o tempo passava, e passava rápido, naquele momento poderia estar me divertindo com aquela bela medica, ou talvez me exercitando hehe, creio que não demoraria mais de dois drinks para isso. O restante do grupo que tinha me ajudado na conclusão na missão do porto se encontrava na sala, Grambos não terminara a ligação fazendo com que o restante do grupo ficasse em um quase silencio um tanto constrangedor, já que as únicas coisas que davam para escutar eram os murmúrios do comandante e o som do relógio funcionando.

Quando menos esperava vinha uma quebra do silencio, o comandante aumentava sua voz e o nome “Alice” podia ser escutado, provavelmente alguém em um posto maior que o Grambos, ou apenas uma informante, não dava para saber pois não sabia tudo que era abordado naquela ligação. Quando via Grambos se virando para nós, rapidamente desencostava da parede dando alguns passos para gente afim de escutar oque o comandante tinha a dizer.

Assim escutava tudo que o velho tinha a dizer,  achava as informações um tanto controversa, eu não conhecia ninguém na ilha como poderia selecionar pessoas para complementar a equipe, uma coisa eu tinha que concordar eu não era a pessoa mais certa para poder tirar informação, sou mais de “bater primeiro, perguntar depois”. Mas talvez pudesse fazer alguma coisa, se um dos prefeitos for dos meus.

- Seguinte eu não conheço ninguém aqui, logo sou uma inútil no quesito chamar alguém para incorporar no nosso grupo. Dava uma pequena pausa olhando aos lados para ver se tinha conseguido chamar a atenção do povo. – Além de que realmente eu sou do tipo que não e de bla bla bla, prefiro resolver os problemas no soco, ou melhor no chute! Andaria até o outro lado da sala. -  Bom ao menos que um dos prefeitos seja um mulherengo que goste de bebida ou ao menos gostar de bebida, acho que poderia tentar ajudar a tirar informações, a final sou nova na ilha nem todo mundo me conhece rs! Terminaria de falar esperando as outras ideias ou informações. – Enfim com qual de vocês eu irei? Daria um sorriso para ambos os lideres designados.
Historico:
 

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