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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Prólogo: A faísca da revolução

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Pirata
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 2 EmptyQui 20 Set - 10:42



Bem vindo a Conomi Island.


Azura parecia não acreditar no tamanho do homem que estava olhando, Grambos ouvia primeiro o que a mulher tinha de dizer e voltava a dar risada como um bêbado e na sequência ouvia o que o gigante havia dito. “– HAHAHA parece interessante !!” Voltava a falar como nem soubesse o que estava passando, enquanto a loira colocava a mão no rosto e suspirava. “– Nunca sei quando ele está realmente falando sério.” E o líder achava muito engraçado o que M-4 estava suspirando então ele completava. “– Praticamente três novatos na linha de frente ... escutem ... um conselho de um velho de guerra ... Hahahaha.” Após isso parava sua risada e sua expressão mudava completamente. “– Se querem ganhar, não deixe os sonhos de vocês morrerem, todos tem seus motivos para mudar o mundo, agarrem eles, façam acontecer!!!” Tomava um gole da sua bebida. “ - Para muitos mudar o mundo é uma loucura, para nós é uma realidade, vocês testemunharam o exercito irá mudar o mundo, derrubar os nobres do mundo e controlar o governo mundial.” Fazia um gesto de despedida meio que mandando os novatos irem para a missão, andava um pouco com seu cavalo então parava e dizia a Azura. “– Bem-vinda a célula, boa sorte na missão Agentes!! Estamos todos contando com vocês.”

“ – Esse velho fala tanta baboseira, acho que devemos ir.” Dizia a loira, ambos se apresentavam e as duas garotas pegavam uma carona com o gigante, para encurtar a viagem. “ – Pode me chamar de M-4, essa é minha segunda missão oficial pelo exército, apesar de já estar nele há mais tempo, ajudava com outras coisas.” Dizia em um tom agressivo como se estivesse com raiva, mas também se mostrava bem receptiva. Então ela falava a um tom alto. “ – OLHAAAAA O PORTO ESTÁ PRÓXIMOOOOOOOOOOO” De repente um som pode ser ouvido, parece com o de uma corneta. Então um homem vem na direção de vocês correndo desesperado, comparado com as garotas é um homem grande, com barba cheia e bastante cumprida, os grandes olhos azuis dele perscrutam o horizonte, procurando por sinas de vida. Com voz grave Jim diz: “ – Chegou !!! Ele está na ilha, ajudem ...” Então uma bala acerta a nuca do homem que cai ao chão antes de terminar o que tinha dito. “ – Creeeeeeeeddddooooooooooooo ESTAMOS ATRASADOOOOOOSSSSSSS.” Então continuam com o caminho e ao chegar ao porto veem um navio encostado e uma cena muito feia.

Uma carnificina brutal, o chão está vermelho de sangue e todas as cabanas dos vigias do exercito foram derrubadas e destruídas a um total de seis homens mortos, mais do que Grambos havia dito que iriam encontrar, os corpos foram rasgados e alguns parecem que foram torturados antes de morrer. Pierce pegava um tronco de madeira, então podiam ouvir uma voz não muito distante parecia estar conversando com alguém. “ – Chegamos a ilha Senhor, foi como um dos prefeitos disse ... os revolucionários tem uma base aqui.” Uma pausa parecia parar para ouvir então em alguns segundos ele voltou a falar. “ – Sim senhor, eliminá-los e fazer conomi também se aliar ao Governo, pode deixar, faremos isso. Cambio desligo!!!” a voz vinha da única cabana ainda construída que ficava um pouco escondida atrás de umas árvores.
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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 2 EmptyQui 20 Set - 23:26


Aparentemente tinha falado oque o homem queria escutar, a convicção de um verdadeiro revolucionário o mesmo discursava sobre nossas convicções, o famoso discurso que um bom líder faz quando alguém está prestes a fazer alguma missão. E finalmente dizendo as palavras que mais almejava escutar, desde que eu comecei a andar com a senhorita Katharine. – Bem-vinda a célula, boa sorte na missão Agentes!! Estamos todos contando com vocês.” Aquelas palavras faziam ficar totalmente excitada, meu corpo se arrepiava por inteiro, finalmente eu estava dentro de algo maior que eu.

- Finalmente sou uma revolucionaria! Meus olhos brilhavam olhando para o homem que acabara de me aceitar no grande exército revolucionário sobe a sua tutela, aparentemente a garota que agora estava em minha equipe achava o homem apenas um bêbado comum. Bom poderia ate ser, mas quando ele precisou se posicionar o mesmo o fez, atitude digna de um comandante.

Assim tomávamos nosso caminho em direção ao local da missão, sentada no ombro do gigante, empolgada com tudo aquilo, podia ver o sorriso estampado em meu rosto por conta da primeira missão, logo me apresentava para meus novos companheiros. Primeiro a se pronunciar era o gigante Pierce, que junto de seu nove veio algumas palavras acidas que fazia e dar uma breve risada.

- Cara tu pode ser grande, mas te garanta que a mais chance de você ser um estorvo para mim, do que eu uma amazona para você! Diria em um tom em que o mesmo entendesse que se ele me subestimasse iria se arrepender amargamente.

“Esse cara só porque e grande está achando que é quem para falar assim comigo, bem foda-se nada vai tirar minha alegria nesse dia!” Pensava quando olhava para a gracinha de revolucionaria que estava no outro ombro do gigante, esperando que a mesma também se pronunciasse. E assim era feito, a garota pedia para chama-la de M-4 e aparentemente era a mais veterana do grupo, ficava feliz em ver outras mulheres conosco.

De repente a garota gritava que o porto estava próximo, aquilo não me incomodava, já que seriamos maior centro de atenção de todos já que era um homem gigantesco com duas belas garotas em seus ombros, não existiria elemento surpresa naquela situação. – Finalmente vamos acabar logo com isso, voltar e beber com o chefe hihihi! Falava enquanto nos aproximávamos do porto.

Quando me levantava no ombro do Pierce escutava um barulho parecia ser um tipo de corneta, o meu semblante que era de uma pessoa descontraída e alegre rapidamente passou para de uma pessoa séria, e bastante focada, a nossa frente vinha um homem correndo, o mesmo parecia estar um tanto desnorteado com tudo aquilo.

Oque está acontecendo? Era oque se passava em minha cabeça analisando o homem, que logo respondia minhas dúvidas, parece que os inimigos da Célula chegaram a ilha, M-4 gritava dizendo que estávamos atrasados aquilo era bem obvio, seguíamos em direção ao porto quando víamos um navio aportado e uma cena horrenda o chão do porto estava todo coberto de sangue uma verdadeira chacina tinha acontecido ali.

“A vida de vocês não foram jogadas fora, trarei justiça para vocês!” Pensava pulando do ombro do gigante enquanto observava o corpo de vários homens mutilados pelo local, me lembrava de relança o navio de minha mãe, apertava meu punho com força estava decidida de punir quem tinha feito aquilo.

“covardes torturaram eles antes de mata-los, darei o devido troco ao mesmo!” Pensava caminhando em meio aquele sangue todo, quando escutava a voz de alguém, parecia ser algum tipo de conversa rapidamente minha atenção se voltava para uma cabana, começava a ficar um tanto nervosa.

- Grandão se posicione para caso ele tentar fugir, M-4 venha comigo por favor! Esperava que atendessem oque tinha pedido, enquanto caminhava escutava que eles estavam ali por conta de um dos prefeitos que não gostava de nossa presença na ilha, não sabia o que a célula tinha feito pela ilha, mas garanto que esta melhor do que antes da chegada da mesma, o senhor Grambos vai ter de fazer algo a respeito a esse homem.

Assim que chegasse na porta da cabana prestaria atenção em quantas pessoas teriam ali, caso tivesse uma quantidade pequena me encostaria na beira da entrada com os braços cruzados, e começaria a falar. – Parece que fez uma bagunça e tanto por aqui, não e mesmo? Que tal se entregar para que possamos voltar e beber um pouco! Soltava um sorriso para o homem caso o mesmo estivesse vindo em minha direção levantaria a minha perna para tentar bloquear com a sola da bota um possível ataque do mesmo, em seguida empurraria ele para trás dando um salto para trás. Em seguida falaria para M-4 avançar, iria logo atrás da mesma assim que o mesmo se distraísse com a garota eu apareceria atrás da mesma e ergueria minha perna de baixo para cima tentando nocautear o mesmo para que pudéssemos interroga-lo. Mas caso ele se esquivasse ou bloqueasse eu continuaria o seguindo o mais rápido possível e quando tivesse em minha área de alcance daria um gancho de direita em seu queixo.
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 2 EmptySex 21 Set - 2:14


Os últimos dias haviam sido turbulentos, havia perdido tanto minha mãe quanto meu pai em menos de um mês, e agora via os jornais espalharem a notícia sobre o filho bastardo que cortou a garganta do próprio pai. Não era uma mentira, mas na primeira vez que ouvi a notícia havia sentido todo o aperto no coração e remorso que algo assim poderia trazer. Eles não faziam ideia, talvez nunca fossem capazes de entender… Ao menos se conseguissem ver o mal como pessoas semelhantes à meu pai traziam ao mundo… No momento em que havia percebido o que fiz, convenci a mim mesmo que ele havia colhido o que plantou, e que daquele ponto também não haveria mais volta para mim.

Estes pensamentos melancólicos haviam sido meus companheiros durante toda a viagem até Conomi Island, no fundo eu sabia que só o mais perverso dos homens poderia viver livre de peso na consciência após ter tirado a vida do próprio pai. Felizmente a nuvem escura de meus pensamentos era afastada pela brisa costeira de Conomi Island e, para mim, apenas olhar para a ilha dali já era uma bela paisagem. Havia decidido que seria aquele o local de início de minha nova vida, e a visão dessa aproximação era a primeira coisa que me tirava um sorriso em alguns dias “Céus… Deus sabe como preciso ocupar minha mente com alguma coisa” Pensava aquilo olhando para cima, como em uma verdadeira prece, e então olhava novamente para a ilha sedento por um pouco de ação.

Já fazia algum tempo que havia desembarcado na ilha, tinha o planejamento de caminhar por aí e conhecê-la um pouco melhor antes de qualquer outra coisa. Mesmo com todas as garotas para paquerar durante a exploração que havia feito, a verda é que eu já estava farto disso por hora, e naquele momento meu coração clamava por um pouco de ação para se acalmar “Tudo bem, hora de me armar” Pensava.

Começaria a olhar aos arredores de onde eu estava, procurando por alguma loja de armas que estivesse em evidência, ou mesmo esperando dar a sorte de encontrar o líder dos revolucionários daquela ilha sem nem mesmo precisar procurar. Infelizmente não era otimista para esperar que algo assim fosse simplesmente cair do céu, então já me preparava para pedir informações - Com licença, sabe onde um viajante pode conseguir uma lança para se defender dos piratas em alto mar? A minha quebrou enquanto eu usava para pescar…- Diria aquela mentira sem pestanejar, usando de toda a minha lábia e habilidade de atuação para parecer sem graça por ter quebrado a arma. Não sabia até que ponto as pessoas naquela ilha se sentiriam confortáveis com um estranho perguntando sobre onde pode conseguir armas, então achava uma boa ideia inventar uma mentirinha simples como esta. Perguntaria para várias pessoas até obter uma resposta, e continuaria procurando sozinho caso não obtivesse. Caso descobrisse sobre algum local com a característica que procurava, iria diretamente até ele, para em seguida fazer meu pedido
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 2 EmptySex 21 Set - 16:22


Fúria tem gosto de sangue

”Adoro o som dos ossos deles... Quando são triturados ”




Um homem vinha nos receber e dizer o que estava ocorrendo, mas ele apenas dizia que alguém havia chegado antes de tomar um tiro vindo do nada, a presença de um atirador furtivo seria um problema por si só, no entanto a visão que nos recebia ao chegarmos ao porto era tenebrosa, um cenário de uma verdadeira chacina se espalhava ali, muitas cabanas de vigias estavam destruídas, sangue se espalhava aos baldes pelo chão, nenhum sinal dos atiradores até o momento, isso era um ultraje, a coragem que esses inimigos tinham de nos invadir após a última luta era enorme, não obstante, também era um aviso de que havia pego muito leve anteriormente, meu cenho se formava no início de uma carranca mal humorada com uma veia pulsante na têmpora direita conforme os pensamentos vinham.

Um barulho então veio aos meus ouvidos, uma voz, parecia vir de uma cabana que ainda se mantinha em pé, a voz parecia ser de alguém fazendo algum relatório sobre a invasão a ilha, parece que alguém estava com a má sorte de ser pego desprevenido, algo que era estranho, já que mataram o homem que veio nos contar do ataque, logo já deviam ter me visto, havia grandes chances de ser uma armadilha, mas eu não me importo muito com isso, com os dragões ao meu lado, não tem por que temer algo assim.

A novata Azura parecia querer descer do meu ombro, se ela tentasse tal feito, colocaria a palma de uma mão como uma plataforma para ela pular do ombro para a mão e então o chão, tentando assim evitar que a mesma se quebrasse numa queda de dez metros.

Azura parecia ter um plano, um do qual não era muito do meu agrado e expressaria isso a ela assim que ela terminasse de falar ele:

-Ohh… Sim… Vamos mandar a novata semi nua na linha de frente contra um inimigo que provavelmente já sabe de nossa presença e colocar o cara menos veloz e ágil para perseguir quem fugir, tudo isso enquanto colocamos os dois principais alvos para os atiradores em plena visão?Eeeeeu acho que não é uma boa.

Após isso seguraria o tronco na mão direita e passaria a falar num tom de voz para a M-4 poder ouvir, porém uma pessoa que estivesse nos observando ao longe, não o poderia fazer.

-M-4 você viu o tiro que o cara tomou né? Tenta usar minha armadura como trincheira e mantém os olhos e ouvidos abertos para algum fujão ou armadilha… E se segura, que vai chacoalhar.

Eu iria então avançar contra a cabana em um movimento que eu faria para arrombar alguma porta da minha altura, eu contava com meu conhecimento de que uma porta é muito mais difícil de arrombar se você for diretamente nela, pois ela é presa e amarrada por batentes e esses são presos a parede, no entanto a parede normalmente não é fortalecido fazendo com que forçar os batentes de porta reforçadas seja muito mais eficiente que forçar as prórias portas, sabendo disso, meu interesse era com um chute arrombar o teto da cabana para ganhar visão de toda ela de fora, logo eu miraria um chute com toda minha força na viga da cantoneira do telhado  o que viria a forças  as travas do telhado na posição oposta as que elas normalmente tem de segurar, assim como se faz com as portas.

Após o chute continuaria forçando a perna, para terminar de tirar o telhado de cima da cabana caso ele cedesse, ou para tentar erguê-lo no caso contrário, caso no qual iria tentar forçar o telhado com a perna para abrir um vão para por o tronco no telhado e usar este de alavanca para abrir a “tampa” da cabana.

Se percebesse ser incapaz de arrancar o telhado com essas duas tentativas tentaria usar o tronco para quebrar as telhas e ganhar pouco a pouco visão do interior da cabana.
exemplo:
 
Se conseguisse abrir a cabana diria em voz alta a quem visse lá dentro:

-Toc Toc, seu(a) puto(a)...

Se eu visse alguém dentro da cabana, fugindo, ou fosse avisado da fuga de alguém que não fosse um revolucionário, usaria o tronco num golpe horizontal mirando as pernas do fugitivo para lhes causar dano e evitar futuras fugas, no caso de o alvo estar fora de alcance eu daria um pulo acelerando até minha máxima velocidade para tentar alcançar meu alvo.

No caso de ouvir tiros, usaria minhas mãos revestidas pela armadura como se fossem escudos a serem jogados para proteger M-4 com a mão esquerda e Azura com a direita.

Caso pegasse o homem que estava passando mensagens e esse estivesse com algum den den mushi, pegaria o mesmo entre meus dedos de forma cuidadosa e falaria com este tentando me comunicar com quem quer que fosse que ainda pudesse estar do outro lado da ligação:

-Ora ora ora… Olha só quem trouxe mais homens para eu partir ao meio… Vocês deviam aprender logo a manter sua distância de Conomi… Mas já que estão aqui eu vou aceitar o presente, só não chorem depois.

Terminaria minha fala estendendo o den den para M-4 que parecia ter uma língua um pouco mais afiada que a minha.




Histórico:
 
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 2 EmptyQui 27 Set - 16:39


O dia em Conomi parecia tranquilo na visão de Duncan, encontrando apenas pessoas normais caminhando pelas ruas da cidade. Pouco movimento e muitos humanos em todos os lados, alguns carregavam armas enquanto outros apenas seguiam tranquilo o rumo de suas vidas. Poucas lojas estavam abertas naquele horário e ninguém realmente mostrou-se amigável o bastante para dar tais informações ao desconhecido, respondendo rispidamente sem nem mesmo olhar nos olhos dele. Foi necessário algum tempo andando sem saber aonde ir, olhando os arredores e finalmente achando a tão esperada loja de armas. O local era bem simples, não existia nada chamativo que destacava ela dos outros estabelecimentos, possuindo uma simples placa que indicava 'Loja de Armas do Sid'. – Olá! – A voz rouca do outro lado da loja recebia Duncan, revelando ser de um velho com madeixas douradas e brancas ao mesmo tempo, algo que identificava a idade avançada dele. Existia também uma barba mal feita em seu rosto e os olhos cansados dançavam ao observar todo o local, calmamente analisando o cliente até receber um pedido.

Uma lança era o pedido de Duncan, algo simples e que a pessoa do outro lado do balcão conseguiu responder imediatamente. – Lança simples? Tenho vários tipos, todas elas são 30.000 berries. Dê uma olhada aqui. – Ele entregava um catálogo com imagens de vários tipos de lança: "Lança, Lança curta, Pique e Glaive, Naginata,Yari, Tridente, Alabarda, Javelin." A resposta do lanceiro definiria o fim da compra, pagando os 30.000 berries e assim retirando-se da loja com ela. Do lado de fora foi possível escutar sons em um bar próximo, provavelmente uma briga idiota entre bêbados. Duncan poderia ir até o local e ver o que acontecia ou apenas seguir outro caminho, pois existiam diversos locais onde poderia caminhar pela cidade. Um deles em especial chamava a atenção de muitas pessoas, este era o porto da cidade e de onde ele estava não conseguiria saber o que acontecia lá. Conomi se agitava com diversas coisas e poucos civis continuavam nas ruas naquele momento, andando rapidamente para suas casas com medo do que poderia acontecer.

No porto a confusão se iniciava com o plano dos revolucionários. Pierce e Azura não conseguiam entrar em um consenso, fazendo ambos agirem por si só, deixando de lado o que cada um tinha pensado. Fugir não era algo que os agentes fariam, pois estavam tentando entrar na ilha, tentar escapar seria inútil para eles. M-4 era a única que ficava em seu lugar, pois sabia que a dupla não precisaria de ajuda na invasão da cabana. A porta estava aberta, deixando Azura encostar-se nela enquanto o gigante destruía o telhado e abria um grande buraco na cabana de madeira. O interior dela estava repleto de sangue onde um corpo estava no chão, este tinha os dedos, olhos e orelhas espalhadas pelo chão, cortadas fora sem nenhuma piedade. Sentado sobre o corpo do revolucionário morto estava um homem com roupas sociais, segurando o revolver que teria sido disparado anteriormente. Ele possuía madeixas prateadas e olhos dourados, usando luvas vermelhas para não sujar-se com o sangue dos mortos. Ao lado dele tinha uma garota ruiva com roupas sociais, sorrindo com as mãos sujas em vermelho. O último era o homem que havia falado no den den mushi com alguém, ele ainda segurava o comunicador com a mão esquerda enquanto segurava um cigarro na direita, fumando com bastante calma. Cabelos azuis, roupas sociais, porém em um estilo mais casual que os outros e em sua cintura tinha a katana manchada de sangue.

Sem resposta do lado dos agentes, assim o combate iniciava-se rapidamente. A dupla era quem resolvia avançar, executando seus golpes na direção de todos ali, porém o espadachim apenas esquivava dos golpes de Azura com bastante facilidade. Já o ataque de Pierce era um pouco mais complicado, precisando da espada para livrar-se dele. Com calma o homem guardou seu comunicador dentro das vestes, ainda segurando o cigarro com a mão direita enquanto sacava com velocidade a katana que ia ao encontro do tronco. Um único corte e o pedaço de madeira foi partido o meio, caindo da mão do gigante até alcançar o chão. Todos dentro da cabana pareciam tranquilos demais, deixando apenas o líder lutar naquele momento sabendo que ele era forte o bastante para enfrentar os dois novatos. – Chegaram tarde, não existe nenhuma maneira de me impedir. Iniciantes não podem me parar, vocês vão precisar de reforços, pois o governo irá dominar esta ilha. – Concluía com frieza, fumando seu cigarro ao observar a dupla sem qualquer vontade de ataca-los agora, apenas esperando a ofensiva dos revolucionários para após isto realizar sua defesa.

Agentes:
 

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 2 EmptySex 28 Set - 0:35


Um sorriso surgia em meu rosto ao ouvir a resposta do dono da loja sobre meu pedido para comprar uma lança. Confesso que não esperava tanta variedade em um simples vilarejo no East Blue, e a possibilidade de escolha me animava. Junto com este ânimo surgia uma espécie de instinto colecionador, que me fazia querer comprar todas as lanças, ficando totalmente indeciso ao listar na minha mente as possibilidades que cada uma delas trazia. Não achava que era do agrado do lojista, mas o fato era que eu demorava uns bons minutos para fazer a minha escolha, até que finalmente forçava-me a tomar uma decisão.

-Vou querer a alabarda! - Dizia aquilo ainda expressando certa indecisão em minha voz, mas sabia que seria a melhor escolha no momento. Recebia a arma do velho, seu material não era nem de perto tão bom quanto o das armas da guarda de meu pai, mas sabia que em boas mãos mesmo uma arma como aquela poderia fazer grandes estragos - É o Sid? - Perguntava mais como algo retórico enquanto movimentava a alabarda entre minhas mãos para verificar sua qualidade e acostumar-me com sua estrutura - Tem uma ótima loja! - Completava amigavelmente entregando o dinheiro pedido, pouco antes de me retirar do estabelecimento.

Saindo da loja eu pela primeira vez desde que cheguei me pegava sem ter muita noção do que estava procurando. É claro que eu queria encontrar o líder dos revolucionários naquela ilha mas… Onde eu poderia achá-lo? Com diversas possibilidades, o que me restava era andar pela ilha e contar com a sorte. Alguns barulhos me chamavam a atenção logo que eu chegava do lado de fora, para alguém que viveu como eu, qualquer bar era sem dúvidas um ambiente amigável, ainda que os sons que emitia indicassem que alguns bêbados brigavam por ali. Na verdade, a briga só servia para me animar mais, já havia tido bebedeiras o suficiente na vida para saber o quanto as brigas de bar ajudam a animar o ambiente. É… talvez eu começasse a minha procura por ali.

No caminho do bar não podia deixar de reparar na grande comoção de pessoas indo em direção ao porto, não precisava ser um especialista para perceber que estavam curiosas. Será que estavam realizando algum evento ali? Talvez eu pudesse perguntar no bar sobre o que se tratava tudo aquilo, assim mataria dois coelhos em uma cajadada só. Tendo isso em mente, caminharia na direção do bar, sem deixar de reparar em alguns moradores que pareciam entrar assustados em sua casa “O que diabos está acontecendo nesta ilha?” Me perguntava aquilo pela primeira vez, começando a estranhar toda aquela movimentação. Minha rota, entretanto, continuaria a mesma. Sabia que o bar era o melhor lugar para descobrir qualquer coisa sobre o que estava acontecendo numa cidade pequena como aquela.

Chegando a taverna eu caminharia até o balcão, analisando o ambiente em volta e procurando os bêbados que brigavam para que pudesse me divertir um pouco. Perguntava-me quanto me cobrariam por uma garraafa de vinho, e logo faria questão de expor esta duvida ao bartender, fazendo meu pedido em seguida. Ao receber a garrafa, ainda curioso sobre a comoção para o porto, perguntaria ao barman - Tem algum festival no porto? Tem muita gente indo pra lá, não é?
Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 2 EmptySab 29 Set - 8:55


A missão tinha dado início, infelizmente tínhamos chegado tarde, grande parte dos revolucionários que estavam ali de guarda tinha morrido, aquilo me deixava com raiva, quem tinha feito aquilo devidamente vai pagar. Olhava em minha volta e uma angustia batia em meu peito, se tivéssemos chegado um pouco mais cedo provavelmente teríamos impedido tudo isso. Apertava forte minhas mãos afins de impedir que a raiva tomasse conta de mim, tinha que encontrar as pessoas que fizeram aquilo, agora não só por conta de minha missão, mas para vingar a mortes das pessoas que estavam apenas trabalhando naquele lugar.

“Isso vai gerar um caos enorme na população, apoiadores do governo vão acabar se mostrando e gerando mais problemas!” Pensava enquanto percebia que não estávamos sozinhos ali, aparentemente a pessoa que tinha causado aquilo tudo rapidamente discutia com meu companheiro gigante sobre como deveríamos agir, e sem antes ele dizer sua ideia seguia em direção a cabana.

Com a porta aberta encostava na mesma enquanto o gigante burro apenas destruía o teto da casa, podia ver claramente que não estávamos sozinhos, um pequeno grupo se encontrava dentro da cabana, a visão era um tanto perturbadora, assim como no porto as cenas de um massacre eram nítidas sangue estava por todos os lados da cabana, tentava disfarçar meu incomodo e dava um breve sorriso para as três pessoas que estavam na cabana. Meu sorriso mostrava ser uma pessoa amigável, mas meus olhos eram nítidos minhas intenções de matar aquele bando de canalhas.

“Filhos da puta, não acredito que fizeram isso com esse pobre homem!” Me encontrava nervosa com tudo aquilo, analisava cada um deles via suas vestes todas cheias de sangue os autores de toda aquela atrocidade no porto.

Partia para cima do grupo que estava de olho em mim, o homem com a espada por incrível que pareça conseguia se esquivar de todos os meus golpes com facilidade, não entendia como isso poderia ser possível, todos estavam bastante calmos, aquilo começava me irritar cada vez mais. Logo o homem que parecia ser o líder do grupo começava a falar, era notória as habilidades do homem, tinha de fazer algo contra eles, mas talvez não conseguisse sozinha, tinha de ganhar tempo.

- M-4 Chame por reforços, eu e o grandão aqui vamos ganhar tempo! Gritaria para que a revolucionaria que estava com a gente pudesse escutar e logo me posicionaria em frente a porta afim de não deixar nenhum dos três agentes passarem.

- Senhores, creio que vinheram para ilha em um momento importuno, estão prestes a lutar contra alguém que não desiste tão fácil! Com um olhar confiante me posicionava pronta para começar a lutar.

Assim para ganhar tempo que os reforços chegassem, partiria em zig zag em direção aos agentes, afim de tentar esquivar de qualquer disparo feito pelo homem com a pistola, mas meu alvo era o espadachim, talvez eu não conseguisse derrota-lo mas se eu o segurar o senhor Grambus conseguira chegar a tempo. Com isso em mente assim que tivesse em uma distância mínima entre nós dois me abaixaria tentando esquivar de algum corte que o mesmo poderia fazer com aquela espada profanada com o sangue dos revolucionários, em seguida tentaria dar uma rasteira esticando minha perna e movimentando ela da esquerda para a direita.

Caso o mesmo desviasse do ataque ou algum outro agente tentasse me acertar eu rapidamente daria algumas cambalhotas para trás afim de ficar em uma distancia segura, sempre tomando cuidado para não tropeçar em algum obstáculo. Após voltaria ao meu ataque ainda focando o líder correndo em zig zag para me aproximar, assim que tivesse em uma distância boa me abaixaria novamente provavelmente o mesmo pensaria que iria tentar mais uma rasteira, mas pelo contrário com minha perna esquerda como base apoiando no chão junto com meu braço direito, assim executaria um chute de baixo para cima em direção a cabeça do homem. Mas caso ele ou outro agente tentasse me atacar no processo tentaria dar algumas cambalhotas para o lado contrario afim de evitar o golpe e assim me posicionar novamente para poder voltar a lutar.
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Ilustrar mais ou menos o segundo ataque:
 

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 2 EmptyDom 30 Set - 2:12


A compra da lança ia bem, resultando em uma alabarda mediana que serviria para enfrentar adversários na ilha. – Sim! Me chamo Sid, sou o atual dono desta humilde loja. – A felicidade dele ao ver que Duncan havia gostado da arma e se divertia movimentando ela em sua mão, pagando pela lança até seguir para fora da loja sem muito mais o que ser feito ali. – Obrigado pela compra, volte sempre! – Bradou ao ver seu precioso cliente sair feliz. Toda a movimentação que tinha na cidade naquele momento fazia o jovem lanceiro pensar um pouco, observando todas as pessoas agindo de formas diferentes, onde alguns seguiam ao porto para ver o que ocorria lá e outros apenas escondiam-se em casa. O barco próximo tinha briga do lado de fora entre dois homens, ambos estavam bêbados e erravam diversos golpes na troca de socos. O restante do bar estava apenas rindo e gritando na torcida por uma bela luta, bebendo enquanto apreciavam a visão. No meio de todas aquelas pessoas estava um homem que chamava atenção, pois ele bebia duas garrafas de uma vez e ria por entender que era uma briga amigável. Ele tinha cabelo branco e um bigode da mesma cor, olhar sério e faltava o braço esquerdo, parecia ter sido cortado fora. A experiência em seu olhar e o corpo bem trabalhado o destacava no meio dos outros, além disso, existiam pessoas que conversavam com ele, chamando-o de Grambos.

Duncan talvez não tivesse escutado este nome antes, ou talvez sim, mas o que importava era que Grambos podia também ser conhecido como o regente local. Aquele homem bêbado era o líder dos revolucionários em Conomi, fazendo o recrutamento destes e disponibilizando missões para todos. – O porto é um campo de batalha, alguns membros dos Aurors foram impedir a entrada do governo na ilha. – Comentava um dos homens que estava dentro do bar, este não parecia tão interessado assim na briga, mas aproveitava o clima para beber e conversar com desconhecidos. A garrafa de vinho foi entregue para Duncan, recebendo em troca o preço. – 10.000 berries pela garrafa. – Dizia o homem atrás do balcão sem comentar muito mais. – Como o rapaz ai disse, alguns revolucionários estão lá para impedir a entrada do governo. Ouvi falar que será uma luta grandiosa, tem até mesmo um gigante que foi para lá. – Toda a conversa parecia chamar a atenção de Grambos, que virava-se para o balcão, caminhando até lá para deixar as garrafas vazias sobre este. – Estão falando sobre meus companheiros? Por qual motivo está interessado nisso rapaz? – Perguntava com o olhar sério, mostrando o quão profissional ele poderia ser mesmo após beber tanto e exalar cheiro de álcool.

Do outro lado da cidade, mais precisamente no porto, estava Azura e Pierce. A dupla esquisita enfrentava os agentes enquanto M-4 ficava longe, observando tudo o que acontecia sem mover-se para não existir qualquer fuga. O grito para a pequena e loira garota a fez tomar um susto, entendendo a situação, mas demorando alguns segundos até realmente agir. Com M-4 correndo para a cidade em busca de ajuda, restava para a amazona enfrentar aqueles três oponentes. Pierce por algum motivo permanecia no mesmo ponto de antes sem mover-se, não havia muitos motivos para isto, era até mesmo estranho o gigante não mostrar qualquer reação quanto a tudo aquilo e por conta deste pequeno problema Azura teria de lutar sozinha. Avançando em sua velocidade máxima logo de inicio, atravessando qualquer obstáculo que tinha pelo caminho até encontrar o espadachim de frente, pois ele era o único disposto a lutar naquele momento. Uma esquiva bem feita, deixando a lâmina passar em branco, usando deste momento para executar a rasteira que seria interessante caso tivesse acertado. A atenção do espadachim era grande, ele não precisou nem mesmo de um segundo para notar o ataque e saltar sem problemas por cima do chute.

A ofensiva de Azura até parecia fraca, mas o segundo ataque mostrou-se muito promissor. O chute que subia até o queixo do agente causava certa surpresa no mesmo, notando que ao menos a mulher conseguia pensar. – Hum. – Sabendo que iria ser acertado, deixou seu corpo ser levado para cima com a pancada, movendo a cabeça um pouco antes do impacto para receber o menor dano possível do golpe mesmo parecendo que havia sido acertado em cheio. As cambalhotas pelo chão serviam para afastar-se, porém Azura não esperava era a espada do homem ser arremessada em sua direção, atravessando a sala em uma mira quase perfeita da trajetória que uma das cambalhotas faria, conectando-se perfeitamente na movimentação. O arremesso não era tão perfeito, somente o tempo fora e isto causou apenas um corte de leve no braço direito da amazona. Quando finalmente tocou o chão ele avançou em velocidade até a espada, aproveitando-se dessa movimentação para realizar outro golpe na direção da revolucionária. Ela até tentou, só não teve sucesso em escapar deste golpe, ganhando mais um corte, sendo desta vez abaixo de seu seio direito. Claro que espadachim ainda tinha algo guardado e seu ataque foi na direção de Pierce, o gigante permanecia parado e isso irritava o homem ao ponto dele realizar diversas acrobacias até alcançar a altura necessária no topo da casa.

Foram três cortes precisos e rápidos, todos estes acertavam o braço direito do gigantesco homem, atravessando sua armadura com facilidade. – Não vai usar esse braço por um bom tempo, espero que isso lhe ensine a não ignorar pessoas mais fortes que você. – O braço dele realmente doía e não parecia ter força o bastante para segurar firme algo, talvez com muito esforço poderia e isso causaria um sangramento mais intenso pelo esforço forçado. Nenhum dos outros dois agentes parecia ligar, ficando quietos com os olhares atentos aos revolucionários enquanto o superior cuidava de tudo sozinho. O reforço provavelmente demoraria alguns minutos para chegar, isso era importante para o sucesso da missão, mas Azura estava em uma luta de um contra um e não parecia ter chances de vencer aquele homem mesmo com muito esforço. Aguentar até a chegada de mais companheiros era a melhor opção e mesmo assim ainda existia a chance de alguém forte não aparecer, já que Grambos provavelmente não se envolveria em uma missão simples como aquela.

Grambos:
 

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 2 EmptySeg 1 Out - 1:33


- É isso aí, mira no olho! No olho! - Gritava aquilo em tom divertido para apoiar a luta enquanto adentrava no  bar. Me divertia por me sentir novamente em um ambiente amigável, ainda que fosse muito difícil para mim conseguir escapar por muito tempo para os bares de Dawn Island. Sentia-me empolgado como uma criancinha com um brinquedo novo ao ver tudo aquilo, e olhava para os lados automaticamente me divertindo muito “Espera aí… Aquele cara tá bebendo de duas garrafas de uma vez…” Cerrava os olhos, como se isso me ajudasse a entender melhor a cena em minha frente “COM UM BRAÇO SÓ?” Piscava repetidas vezes, em expressão de surpresa “O maluco é brabo!” Sorria, divertindo-me mais uma vez com o que via.

Maravilhado com toda a vida do local, bem diferente dos nobres que estava acostumado, eu seguia até o balcão enquanto ainda tentava entender em minha cabeça como o tal Grambos conseguia fazer aquilo. Enquanto pedia a garrafa de vinho eu conseguia ouvir um homem comentar sobre o que estava acontecendo no porto. Não era nenhum evento, aparentemente era uma batalha dos revolucionários que governavam aquela ilha contra o governo mundial, algo que foi confirmado pelo barman - Um gigante? Uau! Tem tanta coisa nesse mundo que eu ainda não conheço! - Dizia me divertindo com a informação, talvez o melhor de tudo aquilo era que agora eu finalmente sabia onde devia ir se quisesse encontrar alguém que possa me alistar no exército de uma vez por todas.  

Após o pagamento ser realizado, enquanto eu abria a garrafa, via o tal Grambos chegando ao meu lado. Este, por sua vez, parecia ter prestado bastante atenção em nossa conversa, e logo se intrometia no assunto revelando-se um dos revolucionários, e também alguém capaz de controlar muito bem a bebedeira. Sorria ao vê-lo, e fazia questão de dar o primeiro gole no vinho antes de dar-lhe uma resposta. Me satisfazia ao sentir o líquido descer pela garganta, sentindo a queimação que trazia consigo, e agora estava pronto para responder.

- Na verdade, eu só queria saber por que tinha tanta gente interessada no porto - Dizia sorridente enquanto olhava diretamente nos olhos do homem, mas assim como ele, mostrava ser capaz de mudar rapidamente para uma expressão mais séria - Mas confesso que veio a calhar. Na verdade vim para esta ilha para me juntar a vocês. Eu cansei de ver esse mundo apodrecer e não fazer nada. Na verdade, eu nunca havia percebido o quão podre estava até algum tempo atrás. - Agora tampava a garrafa de vinho novamente, era hora de começar a agir - Eu quero lutar, lutar por cada pessoa que teve seu sangue derramado para que algum nobre nojento pudesse manter sua bunda sentada numa cadeira almofadada. - Fazia silêncio por algum tempo, antes de terminar de dizer - Grambos, não é? Sou Duncan. Gostaria de me juntar a vocês!
Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 2 EmptyQua 3 Out - 5:57


A batalha pela segurança da ilha tinha se dado início, estava diante de três pessoas que aparentava ser bastante perigosas, bom ao menos o líder deles que era bastante habilidoso para desviar dos meus primeiros ataques, estava completamente focada neles, tinha que conter todos enquanto os reforços não chegavam. A final o futuro da ilha de liberdade estava em minhas mãos, não podia deixar que a ilha fosse para as mãos do governo oque a senhora Katharine diria se deixasse que isso acontecesse em minha primeira missão oficial?

“ Não vou deixar vocês passarem...” Pensava encarando o líder, assim logo partia em sua direção desferindo alguns conjuntos de ataques, não estava para brincadeira então usava a maneira que eu mais dominava para lutar com as pernas. Assim em um de maus movimentos acertava o homem, aquilo me fazia sentir viva um sorriso de canto de boca podia ser visto em meu rosto quando terminava o movimento, mas um sorriso que não demorava muito, pois percebia algo bastante inesperado, a espada do agente voava em minha direção, parecia ser um “tiro” perfeito, reagia como um instinto tentando desviar da lamina que passava raspando em meu braço, sentindo uma leve ardência.

Olhava para meu braço e via um pouco de sangue escorrendo, mas aquilo não era nada de importante poderia ser tratado mais tarde quando finalizasse a missão, pois não apresentava riscos para mim naquele momento. Mas em uma velocidade que me surpreendia o homem vinha em minha direção pegando a espada novamente e desferindo um corte um pouco a baixo dos meus seios, isso sim acabava me fazendo ficar mais irritada, sentia uma dor latente vinda da região atingida.

- Filho de uma puta! Soltava observando que o mesmo atacava o gigante que agora tinha percebido, não tinha feito nenhum movimento desde que chegávamos na cabana. “Mas que porra não passa de um monte de carne?” Pensava enquanto me botava em postura correta novamente ainda sentido dor em meu busto. Olhava para os outros agentes ainda parados observando toda a luta, certamente me subestimando naquele momento, tinha que fazer algo a respeito a eles enquanto os reforços não chegavam.

- Hehe, você e realmente habilidoso para um agente! Falava olhando para o líder deles, tentando chamar a atenção do mesmo de volta para mim. – Não importa o quanto resistir, mas essa ilha não será sua... Pois FACISTAS NÃO PASSARÃO POR MIM! Já estava ficando estressada com tudo aquilo, com os agentes na ilha, com o gigante que não passava de um monte de carne, e por todos eles me subestimarem.

Sentia meu corpo tremer de excitação, tudo que estava acontecendo estava somando em um êxtase e em uma adrenalina. Assim corria o mais rápido que conseguia em direção ao Agente, chegando em uma distância considerável do mesmo, faria força contra o solo a fim de impulsionar para um pulo, executando em seguida pulando em direção ao agente, fazendo força com minha perna direita visando chutar seu rosto na horizontal da direita para esquerda, afim de tentar lança-lo como uma bola, caso o mesmo defendesse usaria o encontro de sua defesa para me impulsionar para trás em uma acrobacia posando no chão logo em seguida, sempre visaria esquivar para o lado contrario com algumas cambalhotas, talvez com um pouco ais de dificuldade por conta das dores em meu busto.

Logo em seguida voltaria a partir para cima do inimigo tentaria repetir o mesmo inicio, indo em sua direção ficando em uma distancia boa, faria força com as pernas contra o solo e pularia em sua direção mas no lugar de um chute horizontal tentaria fazer algumas cambalhotas em sua direção no ar, esticaria minha perna direita a fim de desferir um chute de cima para baixo na vertical a fim de atingir sua cabeça para desnorteá-lo para que seus movimentos comecem a ficar um pouco mais lento, acertando ou o homem bloqueando tentaria dar alguns saltos para trás, sempre tomando cuidado com obstáculos ou com possíveis ataques dos outros agentes do governo.
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução - Página 2 EmptySab 6 Out - 8:17


O sujeito com apenas um braço não parecia muito surpreso de encontrar alguém assim no bar, pois naquele mesmo dia havia conhecido duas pessoas que também queriam ajudar na causa dos revolucionários. – Duncan... Sim, sou Grambos. Hoje o dia está bem animado, varias pessoas estão querendo se juntar aos revolucionários. – Dizia ele um pouco feliz por estar ali com mais um novato, alguém que poderia se juntar as pessoas que estavam lutando no porto. – Aceitarei você na revolução, tudo o que falou me interessa e é exatamente de pessoas assim que precisamos. – Nesse momento a agitação do lado de fora aumentava e em poucos segundos um dos lutadores ia ao chão, fazendo muita gente comemorar e arrastar o perdedor para dentro. Muito dinheiro rolava entre as pessoas que estavam assistindo e no fim de tudo o sujeito por trás do balcão sorria. – UMA RODADA DE CERVEJA SAINDO PARA TODOS!!! – Por conta do combate eles deveriam apostar mais do que apenas dinheiro, resultando na rodada gratuita para quem estava por lá. Uma gritaria insana começava e todos se aproximavam do balcão, recebendo as cervejas de graça com bastante felicidade. Até mesmo o perdedor se juntava na festa que eles estavam fazendo, conversando, bebendo e dançando enquanto um deles tocava algo em seu violão que era impossível de ouvir no meio da confusão.

As vozes dos bêbados estavam em um tom muito elevado, dificultando qualquer conversa naquele lugar. Tudo parou quando a porta do bar foi aberta em um barulho muito alto, acalmando todos que estavam no bar e chamando totalmente a atenção. – Grambos!!! – Gritava uma garota loira com roupas chamativas e um guarda-chuva sobre sua cabeça. – A situação está complicada, precisamos de reforços. – O problema no porto não tinha sido resolvido e isso criava uma tensão no bar, deixando todos preocupados com qualquer coisa que poderia acontecer. – Então isso realmente aconteceu, haha... Venham, preciso conversar com vocês. – Rapidamente o homem levava a loira e Duncan para o lado de fora, indo até um beco qualquer da cidade onde podiam ter uma conversa tranquila sem interromper a festa no bar. – Enviei vocês tarde demais... Como é a situação no porto? – Questionava a garotinha que estava realmente nervosa e apressada. – Três agentes derrotou completamente todos que estavam no porto, atualmente Azura e Pierce estão cuidando de segura-los, mas não acho que consigam aguentar aquele homem... Ele é bem forte ao ponto de seus companheiros o deixarem lutar sozinho. – Ela não entregava completamente todo o ocorrido por conta do tempo. Grambos não parecia ligar muito para o quão boa foi a explicação, deixando isso para poder pensar.

A primeira ação de Grambos após ficar quieto por alguns minutos foi retirar de suas vestes um pequeno animalzinho, que era mais conhecido como den den mushi. Ele era muito menor do que, podendo ser escondido facilmente e carregado por ai. A ligação se iniciava e sem qualquer fala do outro lado, Grambos acabava começando a conversa. – Preciso dele, mande-o para o bar de sempre. – Com isto a ligação terminava e o líder dos revolucionários na ilha voltava a falar com os dois que estavam com ele. – Vocês dois vão ficar na frente do bar, esperem a chegada de um garoto de cabelo laranja carregando duas espadas... Quando ele chegar vocês três podem retornar ao porto, estarei monitorando a situação de longe e se necessário entrarei em ação. Me ligue se for preciso. – Ao terminar de falar ele jogava o baby den den mushi na direção de M-4 e assim retornava ao bar, deixando a dupla para trás. A garota percebia que estava com outro novato e por não saber nada dele, tinha de perguntar as coisas já que somente a alabarda não dizia muito. – Qual é o seu nome? Por qual motivo está aqui? O quão forte você é? – Finalizando assim ela se apresentaria rapidamente. – Me chame de M-4, não precisa saber mais que isto. – Quando a loira terminava de falar um jovem de cabelo laranja surgia carregando duas espadas na cintura, ele chamava bastante atenção e tinha uma presença poderosa. – Sou Marus. – Deste modo eles estavam reunidos e partiam ao porto sem muita conversa, tendo apenas M-4 explicando tudo para Marus que estava meio por fora da situação.

No porto a situação só parecia piorar. Azura até tentava lidar com aquele homem sozinha, mas estava longe de ser forte o bastante para isto sozinha. Os  reforços já deveriam estar chegando e neste momento era tudo que ela precisava, podendo aguentar até a hora que M-4 retornasse. Olhando para fora da casa não se via nada fora os civis que observavam a situação, apreciam se divertir com aquela luta, pois não viam qualquer forma dos agentes terem sucesso de invadir e dominar esta ilha. – Não será minha mesmo... Esta ilha será do governo, desista e eu te darei uma morte rápida. – A revolucionária obviamente não iria desistir desta luta e o homem apenas mostrava o quão desapontado estava, segurando firme a espada enquanto Azura aproximava-se para retomar o combate. Os avanços da garota tinham uma velocidade interessante e isso só melhorava por conta da espera que o agente tinha, aguardando completamente para apenas reagir aos golpes dela sem precisar mover-se muito.

Com ataques rápidos e interessantes a revolucionária até conseguia causar certo dano, vendo o homem desviar-se dos golpes, sendo acertado levemente no rosto e cabeça. Claramente o dano não era o bastante para derruba-lo ou ao menos fazer este perder a postura. – Parece bom, seus golpes seriam melhores se você fosse mais rápida. – Ao dizer isto ele até tentava avançar e realizar os cortes em Azura, só não esperava que alguém apareceria para ajudar. Um garoto de cabelo laranja surgia do nada, saltando por cima de Azura enquanto ela dava as cambalhotas, usando de duas espadas para aguentar o golpe do outro espadachim. – Parece que cheguei na hora. – Dizia ao ver que se não fosse por seu bloqueio Azura teria sido atingida. Mais golpes eram lançados e todos foram bloqueados pelas duas espadas do garoto, dando espaço para o recuo de Azura, deixando-a respirar por algum tempo. Ainda um pouco longe do porto, Duncan e M-4 estavam no caminho, podendo ver a troca de golpes por conta de toda a destruição feita pelo gigante na construção. Lá estavam três pessoas com roupas sociais, fora eles tinham também um gigante do lado de fora da casa e no interior estavam Marus e Azura. a verdadeira luta começaria naquele momento, tendo vários revolucionários para ajudar contra os três poderosos agentes do governo.

NPCs:
 

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