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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Prólogo: A faísca da revolução

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução EmptySab 08 Set 2018, 01:39

Prólogo: A faísca da revolução

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Azura V. Pendragon. A qual não possui narrador definido.


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Kenshin Himura
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução EmptySab 08 Set 2018, 05:07


Tinham se passado algumas horas desde que minha carona tinha me deixado em Conomi, era uma ilha completamente nova, única coisa que sabia era seu nome e que ali tinha um grupo revolucionário que precisava de minha ajuda. E só de passar pela minha cabeça que enfim poderei mostrar para a senhora Katharine que tudo que ela me ensinou não foi em vão, um sorriso se estampava em meu rosto nítido para qualquer pessoa que passasse perto de mim.

“Bom a senhora Katharine disse que aqui tem um grupo precisando de ajuda, mas que eu deveria os encontrar por conta própria.” Pensava caminhando suavemente pela ilha, não ligava se as pessoas reparassem na minha alegria, finalmente poder ser uma revolucionaria de verdade, mudar o mundo com minhas próprias mãos? Meu corpo tremia de excitação, era uma questão de tempo para que isso acontecesse de verdade, assim com um olhar fixo a minha frente seguiria andando ate um bar mais próximo.

Assim que encontrasse adentraria no local com tudo, não dava a mínima se as pessoas me achassem estranha, a final oque deveria fazer para entrar na célula que se encontrava naquela ilha tinha de chamar a atenção de um de seus homens. Seguia confiante em direção ao balcão do bar me sentaria em algum banco por ali logo debruçando em frente ao balcão deixando meus volumosos  seios em evidencia ao bartender, apoiando meu cotovelo e meu queixo em minha mão direta olharia para o atendente e falaria. – Gracinha poderia me ver uma garrafa de vinho? Tive uma viagem longa estou com um pouco de sede. Esperaria que o mesmo me trouxesse-se a bebida, caso tivesse vindo com algum copo na mão recusaria o copo e pegaria a garrafa logo pagando a quantia desejada pelo homem, me endireitando na cadeira do bar olharia pelos cantos do estabelecimento a fim de saber se encontrava alguém suspeito no lugar.

Em seguida voltaria olhar para o atendente do bar e com um sorriso meio malicioso falaria. – Gracinha como você pode ver não sou da ilha, como uma garota como eu pode se divertir pela ilha? Dava uma pequena pausa tentando me aproximar dos ouvidos da pessoa e sussurraria. – Quero algo que vá ocupar bastante meu tempo e me deixar bastante exausta! Recuaria o meu corpo de volta a cadeira com um sorriso malicioso na cara. A final quem disse que não poderia me divertir enquanto tivesse a procura do comandante da ilha.
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução EmptySeg 10 Set 2018, 15:08


Fúria tem gosto de sangue

Revolução é uma arte, estraçalhar agentes faz parte.





Os acontecimentos recentes foram realmente difíceis de se adivinhar. Primeiro o ataque do governo em busca de prender o líder revolucionário da ilha, depois foi aquela luta que estávamos em minoria e eu tive que encarar um grupo de agentes sozinho, em seguida passei um tempo sob tratamento apenas para descobrir que os meus irmãos da revolução, passaram a me considerar uma espécie de amuleto da sorte amaldiçoado, ou pelo menos assim estava sendo tratado, eles ficaram trocando entre si a responsabilidade de me chamar para a missão porque não queriam correr algum risco interagindo comigo, algo como um medo de eu ter com eles a mesma fúria que tive em batalha para com os inimigos. No entanto todos queriam minha participação na missão e por isso alguém precisava me chamar, aparentemente meu combate sob o comando do dragão destruidor foi útil e complicado de se lidar ao mesmo tempo, creio que posso ser considerado um mal necessário na mente deles.
Discordo completamente, não sou tão incontrolável a ponto de sair matando meus irmãos e irmãs da revolução a esmo, tão pouco fiz uma luta tão impressionante para ser dado a mim tanta credibilidade, apesar de a luta ter sido boa, nossa vitória incontestável e as cicatrizes em minha religião serem uma demonstração de que você sobreviveu a uma dura batalha, não esperava começar a colecionar demonstrações tão cedo, isso apenas mostrava o quão fraco ainda sou.
Mas se é assim que querem me ver, tanto faz, meu trabalho é apenas lutar e ficar mais forte para poder lutar mais e melhor, a visão que eu tive enquanto desacordado me mostrou o caminho a seguir para obter a força dos dragões, devia trilhar esse caminho sem me importar com o resto por enquanto, um herói ou um demônio, não importa do que me chamem, me manterei um Draken como todos em minha família tem sido a séculos.

Após tanto tempo deitado para receber o tratamento que estava me sendo dado, preferi dar uma volta pelo acampamento antes de ir para a próxima missão, me pediram para aproveitar e achar um tal de M-4 e trazê-lo comigo para o ponto de encontro no porto… Só esqueceram de me dizer quem é o dito cujo, não apenas tenho que achar esse cara, como seria bom procurar algo para usar como arma já que a alabarda que meu pai me deu foi destruída em batalha, sem falar no escudo que caiu no mar. Pelo menos ainda tinha a armadura e o elmo que meu pai me deu.
Então esse seria meu primeiro passo, andaria pelo acampamento perguntando a quem visse o paradeiro de meus objetivos num tom calmo e um tanto quanto cansado:

-Por acaso você sabe onde posso encontrar uma lança pra mim ou um cara chamado M-4?

Repetiria a pergunta sempre que visse alguém com quem ainda não tivesse falado e seguiria direções que me fossem indicadas.

Caso encontrasse o M-4 lhe diria:

-Me pediram para lhe avisar que o encontro para a missão será no porto e em breve.

Caso encontrasse alguém que pudesse me arranjar algum tipo de arma de haste que eu pudesse usar, diria:

-Estou precisando de uma arma, por acaso você não teria alguma lança, ou algo assim, do meu tamanho, né?

No caso de dar minha mensagem e arranjar algo que fosse ou pudesse ser usado como uma lança em combate, rumaria de volta ao porto, onde procuraria o grupo da missão e me colocaria ao lado deles em espera das próximas ordens.




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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução EmptySeg 10 Set 2018, 20:20



Bem vindo a Conomi Island.


O Sol brilhava bem forte em Conomi Island, uma ilha com uma grande área florestal que era bem nítida a vista da mulher ao redor da cidade, no momento o local estava bem silencioso e misterioso. Azura acaba de chegar na ilha seu objetivo era encontrar o grupo rebelde, as pessoas olham mais aparentemente com uma cara um pouco estranha. No local só era possível ouvir o barulho dos calçados se arrastando pela areia. Aos poucos nota barulho de carroças que estavam repletas de laranjas. “– Mercadoria Passando.” Mas os olhos da mulher, focaram em outra coisa um pequeno bar que estava bem próxima da mesma, ao entrar no estabelecimento que não estava muito cheio, caminhou até o balconista, logo chamando a atenção de dois caipiras um de azul e o outro de vermelho que estavam sentados ao fundo. Um deles levantou seu chapéu para enxergar melhor. “– Madame aqui está nosso melhor vinho.” Pendragon rejeitava o copo e olhava as coisas ao seu redor. “– É madame o vinho vai lhe custar 10.000B$ hehehe.”

Se aproximava de um dos homens ao fundo, maliciosamente. “– Bom você pode caçar uns ratos com a gente, é bem divertido só.” O outro caipira que se vestia de vermelho empurrava o rapaz e animadamente falava. “– Moça bonita, moça bem-feita ... moça formosa!!! Não liga para o Zezim não, só, me chamo Genaro, tem que da uns pipoco em tatu!!” Dizia isso com uma risada um pouco marcante. Na sequência o rapaz de azul se levantava e encarava seu companheiro dizendo. “– Ratos!!!” Fechando o punho o outro rapaz retrucava. “– Tatu.” Ambos ficavam nessa discussão que parecia não ter fim, enquanto o balconista se aproximava novamente e dizia. “– Ô moça, a bebida são 10.000B$.” Tirava seu chapéu de maneira educadamente enquanto falava. Conomi se mostrava uma ilha talvez bem diferente que a mulher podia imaginar.

Por um momento o silencio da pacata cidade era quebrado o barulho casou medo, e surpresa nos caipiras, mas ao verem que se tratava pela janela, logo se acalmaram o povo se alegrou lá no lado de fora da cidade. Então pararam por um momento e um cavalo negro de porte muito sério montado por cavaleiro digno de seu cavalo. Não havia beleza em suas vestes, em seu cavalo. Sua face era séria e com traços bem definidos que mostravam que esse era um homem sábio e que já havia aprendido muito com as lições da vida. Todos apresentavam profundo respeito por ele pois sabiam dos grandes atos que ele já havia feito e das grandes provações que ele havia passado. O estranho sempre com o rosto erguido, levantou sua garrava de bebida para o alto. E as pessoas gritaram viva ao seu nome. “– Viva Grambos!!!”

“– Um dia vou ser igual ao líder.” Disse Zezim, logo entravam em discussão novamente quando Genaro falou. “– Não eu que vou!!” Mas paravam logo em seguida para ouvir o que o homem tinha a dizer, Grambos falou numa voz muito séria, mas que indicava ternura e amor ao mesmo tempo, a voz de um Líder. A voz que consola os que perderam e da esperança aos que não tem. “– Por hora a ameaça se foi, mantive minha palavra Conomi continuará sobre nosso controle.” E as pessoas ficavam muito feliz, logo ele tomava um grande gole de sua bebida, começava a andar pela cidade cumprimentando as pessoas indo em direção ao seu possível Quartel. Talvez Azura tenha encontrado pela diversão que procura, o que a mulher fará agora, que estranhamente no meio da floresta podia ver um homem extremamente alto, se levantando.

Kenshin risada do caipira.:
 

Pierce

Missão bem-sucedida, cicatrizes da ultima batalha o gigante finalmente se levantava para dar continuidade as suas missões para o Exército. O Sol estava forte e o rapaz ainda um pouco cansado, parava para questionar algumas pessoas pelo caminho. “- Sei não, M-4 .... Não eu não sei.” Muitas pessoas pediam para falar com Grambos, então pode ouvir uma voz de uma mulher completamente brava. “ – Ahhhhh Grambos está super bêbado de novo e foi para a cidade comemorar a vitória deveria estar focado no próximo passo da missão.” Ela era loira e usava um guarda-chuva por conta do sol e no mesmo havia o numero 4. Quando um dos Revolucionários se aproximou da garota e disse. “– Calma Miyoko, vai dar tudo certo.” Quando um velho sussurrou para o gigante, dizendo que havia achado o que procurava.

“– EMMMMMM BRREEEEEEEVVVVEEEEEEEE.” Ela tomava um susto com a fala de Pierce, colocava uma de suas mãos no rosto. “– Maldto Grambos, maldito bêbados !!!!!!” Algumas pessoas próximas tentavam acalmar a garota. “– EU ESTOU CALMA!!!!!!!!!!!!” M-4 se mostrava ter uma personalidade bem forte e começava a caminhar para a cidade dizendo que iria trazer o líder, nem que seja na base da pancada. “– Não faça isso, não se esqueça que ele é o líder!!! Meu Deus !! Essa mulher !!” Ela caminhava com passos firmes, parava por hora no caminho e dizia. “ – Hey , grandalhão ... Você disse que precisa de arma também ... E parece que estaremos juntos na missão, deve vim a cidade também, até porque armas para seu tamanho não é fácil encontrar. Siga-me.!!” Após isso ela voltava a andar em direção a cidade, o que o gigante irá fazer agora.

M-4:
 

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução EmptyTer 11 Set 2018, 03:01


Fúria tem gosto de sangue

Apenas temem a morte, aqueles que não tiveram coragem de viver





M-4 parecia ser por fim uma mulher, uma bem sem papas na língua pelo que me parecia, falava mal do líder de Conomi com tranquilidade, me incomodava as falas dela, um pouco pela hierarquia, mas muito mais porque tal bêbado me aplicou um teste no qual me deu uma surra quando tentei me juntar aos revolucionários. Por fim ela rumava em direção a cidade e me chamava para ir com ela sob pretexto de procurarmos uma arma pra mim. Na realidade era uma boa ideia, se não me engano a loja que comprei minha máscara antes da batalha, vendia também armas para gigantes, eu lembrava da máscara de couro em meu rosto e uma gota de suor descia em minha têmpora, meu dinheiro não pagaria nem um copo cheio de rum, muito menos uma lança… Problemático, realmente um sério problema, mas ao que parece Grambos está comemorando a vitória se arrebentando em bebedeira, talvez em seu torpor ele me empreste alguns berries ou compre fiado quem sabe. De qualquer forma, mesmo que seja em busca de um poste de ponta afiada, a cidade era mais propícia a trazer resultados que o acampamento, fora que eu precisava dar uma olhada na cidade, a luta fora no porto da cidade e desde então não sei o que ocorreu lá.

Decidido me colocaria a andar com M-4, no entanto um passo de gigante era bem maior que o de uma humana, fora isso suas roupas e postura não apontavam uma corredora, talvez se ela fosse a pé acabasse indo bem devagar, em nome de minha arma e futura missão, maior agilidade era necessária.

-Com licença irmã, se importaria de eu te dar uma carona?

Diria isso calma e normalmente, demonstrando que realmente não era algo com o qual me incomodava, me ajoelharia para poder tocar o chão e colocaria a mão com a palma para cima, de forma que esta pudesse ser usada como plataforma pela moça.

Caso a moça subisse na minha mão, a elevaria até meu ombro esquerdo onde esta poderia se acomodar e passaria então a rumar a cidade seguindo possíveis diretrizes de minha passageira.

Caso contrário, iria tentar acompanhar o mais igualmente possível a moça, acelerando caso ela me surpreendesse em velocidade e diminuindo meu passo, caso ela fosse lenta como o esperado.

Caso alguém me reconhecesse da batalha na cidade, não importava o comentário da pessoa, apenas diria em tom calmo:

-Espero que os danos que deixamos no porto sejam fáceis de consertar… Sou um pouco exagerado quando levo a sério uma luta.

Exagerado era até pegar leve, pelo que me lembro eu cheguei a bater num canhão com outro canhão para explodir eles e isso que causou a destruição de minha arma, isso fora os pulos e golpes de lanças em busca de perfurar os agentes contra o chão, não seria de se espantar que eu tivesse causado algum dano por ali e eu compreenderia a raiva que alguém pudesse vir a ter para comigo por isso.

No caso de achar Grambos, não demoraria em tentar arrancar uma grana do bêbado:

-Olá irmão… Kak Zheleso(*termo religioso do char usado como um amém ou benção// significa “assim como o metal”*)... Pode me emprestar um dinheiro para comprar uma arma?

Sutileza não estava muito bem encaixada no meu horário de treinos que recebia de meu pai e não seria algo que aprenderia tão cedo.



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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução EmptyTer 11 Set 2018, 20:00


O dia estava tranquilo na ilha, tranquilo até de mais, quando me enviaram para aquela ilha, esperava ditadores marinheiros corruptos e tudo mais naquela ilha, mas parecia ser uma vila mais parada que minha ilha natal. Seguia em direção a algum bar a final as coisas sempre ficam interessantes em um bar, tinha de encontrar o comandante, mas dado que a calmaria da ilha, parece que não precisam tanto de minha ajuda.

“Será que a senhora Katharine me mandou para o lugar certo? Aqui não tem cara de estar necessitando de um grupo revolucionário” Pensava quando uma carroça passava do meu lado com seu dono gritando para tomar cuidado, bom independente da calmaria eu tinha de encontrar o responsável pela ilha.

Após um tempo encontrava um pequeno bar no qual estava um tanto fraco de movimento via algumas pessoas espalhadas pelo salão do estabelecimento, com um sorriso no rosto seguia caminhando em direção ao balconista, que logo ia servindo o meu pedido seguido do preço da bebida, de imediato ignorava o jacu olhando para o resto do bar encontrando um belo par de caipiras da ilha.

“Acho que poderei me divertir um pouco com eles.” Pensava seguindo em direção a dupla, suavemente perguntava aos mesmos como uma mulher poderia se divertir por ali, aparentemente além de caipiras eram ingênuos, nem se eu tivesse pelada na frente dos dois saberiam o que fazer comigo. Pois a primeira oferta de diversões era caçar ratos, o nojo era bem visto em meu rosto quando escutava o homem.

- Moça bonita, moça bem-feita ... moça formosa!!! Não liga para o Zezim não, só, me chamo Genaro, tem que dá uns pipocos em tatu!!” Quando ele começava a falar pensava que finalmente alguém iria me sugerir algo atraente de se fazer, mas parece que o conceito de diversão na ilha era completamente diferente do resto do mundo, e isso acarretava em uma discursão ridícula entre os dois, mas era até divertido ver os dois discutindo para saber qual dos dois tinham a ideia mais divertida.

Em meio à discussão dos caipiras o balconista vinha em minha direção falando sobre o dinheiro da bebida, aquilo começava a me deixar irritada já que eu nem tinha começado a beber naquele momento, mas para tirar aquela pedra do meu sapato pegava o dinheiro pedido falando. – Garoto escutei da primeira vez, deixa de ser irritante e toma isso aqui!

Naquele momento começava a ficar desanimada com a ilha, parecia que nada de interessante poderia acontecer ali, e que estava fadada a lidar com os caipiras por algum tempo. Antes que pudesse falar alguma coisa com os jagunços um barulho podia ser escutado do lado de fora do bar, finalmente o silencio entediante da ilha era quebrado, mas o que poderia ser? Marinheiros para que eu possa bater? Piratas para que eu possa chutar? Aquilo me deixava excitada arrepiando meu corpo como um todo, logo corria para o lado de fora do bar, e via um homem montado em um belíssimo corcel negro.

O homem em seu cavalo parecia impor bastante respeito nos cidadãos da ilha, suas vestes não pareciam ser de um marinheiro ou de alguém do governo. “Esse deve ser o homem que a senhora Katherine tinha falado para procurar nessa ilha” Analisava enquanto as pessoas gritavam pelo seu nome, era sensacional ver as pessoas cheias de vida por conta da presença dele.

Perto de mim escutava os dois jecas discutindo, mas o assunto era outro, qual dos dois se tornaria alguém igual o líder, quando escutava aquilo, a certeza cainha em minha mente, o homem era um revolucionário, mas não um qualquer, mas o líder da célula naquela ilha. Parece que minha busca tinha terminado, e finalmente poderia agir como uma revolucionaria.

Antes que pudesse andar até o homem o mesmo começava a falar para a população, sua voz batia em meu corpo esquentando tudo, uma sensação muito confortante, que apenas sentia quando a senhora Katherine conversava com a gente. O mesmo informava que uma ameaça tinha sido controlada, aquilo meio que me desmotivou um pouco tinha vindo a ilha como reforços a mando de minha salvadora, e parece que tudo tinha se resolvido. – Estou atrasada, por isso tudo tão calmo! Falava para mim mesmo, apertando o meu punho, mas ao mesmo tempo aliviada, já que nenhuma vida inocente tinha sido perdida.

Estava admirada com aquele homem, sua posição e admiração por parte da população era algo incrível, via o mesmo seguindo em direção a uma construção que aparecia ser seu quartel general, me restava seguir o mesmo, me viraria para a dupla de caipiras falando. – Bom, garotos, foram ótimas sugestões, mas creio que já encontrei algo interessante que possa me divertir! Terminava de falar beijando a palma da minha mão direita beijando-a e em seguida assoprando em direção dos dois, virando as costas para ambos e seguia o homem.

Esperava que tivesse em um lugar seguro a final assuntos assim não era bom tratar publicamente com o mesmo assim que ele tivesse sozinho tentaria chamar atenção do mesmo pelo nome gritado pelos cidadãos, em seguida me apresentaria dizendo alegremente meu nome completo para o mesmo e assim que tivesse total atenção do grande líder voltaria a falar. – Senhor, venho dos cuidados da senhora Katherine Devon, enviada a essa ilha como nova recruta e reforço para o senhor! Sorriria em seguida para o mesmo, esperava que ele já soubesse da minha chegada, escutaria tudo que o mesmo tinha a falar para mim, e caso mandasse o seguir faria tranquilamente. – Senhor estou bastante empolgada para ajudar essa ilha o que posso fazer para ajuda-los? Estava ansiosa para enfim ser uma verdadeira revolucionaria e transformar o mundo.
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução EmptySex 14 Set 2018, 19:46



Bem vindo a Conomi Island.


Encontrava a diversão que procurava, para ser mais exato a pessoa certa aquele sim era um homem inspirador, respeitado pelo o humilde povo de Conomi Island. Sim!, mesmo sendo um homem que demonstrava estar sobre algum efeito do álcool, parece que Azura tinha perdido uma parte da festa, ou quem sabe a festa toda. Então se aproximava de Grambos que parecia não dá muita importância no momento apenas cumprimentava as pessoas. “– Kha ... Khat ... Khaterine!! Uuuuu que nome difícil HAHAHAHA.” Após dizer isso tomava um gole de sua bebida. “ – Ahhhhhh essa daqui é muito boa.” Olhava novamente para Azura. “ – Por que quer ajudar? Hã, Hã, Hã ... por que Devon lhe enviou? HAHAHAHAHAHAHAHA.” Questionava a bela mulher, qual era a verdadeira intenção da mesma em entrar para o exercito revolucionário, qual era seus ideias. Algumas pessoas observavam de longe a conversa, não tinha como não chamar a atenção.

Enquanto isso era possível ouvir o barulho do chão tremer um pouco, saindo do meio da mata um gigante com uma garota loira em seu ombro. Era possível ver claramente as pessoas da pacata ilha, enquanto a loira logo falou. “– Lá está o bêbado sem vergonha!!!” Ambos começavam a se aproximar de Grambos e Azura. Logo questionava o líder da Célula. “– Dinheiro? Eu dei para as pessoas e o que sobrou é para comprar bebida HAHAHAHAHA.” Dizia bem animado, M-4 pedia para descer e então apontava o dedo para o líder. “– Grambos estamos atrasados para a missão no porto.” Ela colocava a mão na cabeça, parecia está completamente irritada e desesperada ao mesmo tempo. “– Se falharmos !!!!!!!” O homem apenas dava uma risada e tomava um gole de sua bebida. “– Leve isso a sériooooooooooo.” Ele olhava com uma expressão confiante para a garota, mostrando que não temia nenhum perigo que se aproximaria daquela ilha.

Então o semblante do líder se tornava mais sério, aquele homem já não parecia estar tão bêbado assim, pois parecia saber exatamente o que fazer e o que estava acontecendo. Primeiro ele falava com Azura. “ – Se me provar o seu verdadeiro motivo, algo maior que Katharine Devon, você pode seguir para a primeira missão.” Existia uma força que movia os Revolucionários era algo que todos tinham em comum, algo que Grambos esperava de Azura. Logo na sequência o mesmo falava com M-4 e com o gigante. “ – Existe uma pessoa importante nessa ilha que anda de olho nos nossos movimentos e não é muito a favor, suspeito que ela seja a responsável pela vinda dos nosso inimigos.” Com um movimento rápido, uma voz digna de um líder que inspirava as pessoas. “ – Homem grande, consegue impedir que um agente se infiltre na ilha? Ele estará chegando em breve no porto.” Respirava e então comentava novamente. “ – Já estava preparado e deixei três homens lá para caso ele não venha sozinho e tome cuidado, ele não é fraco.” Falava com um gesto de me encontrem no porto. A loira se acalmava e dizia para o grandalhão. “ – Vamos para o porto !!! Espancar esse cara e seus companheiros.”

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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução EmptySab 15 Set 2018, 17:36


Assim sem demoras conseguia encontrar aquele que estava procurando, o responsável pelos revolucionários da ilha, oque me impressionava era como ele era bem visto pela população, começava a imaginar como era a ilha antes de ser o tédio que é hoje. Que tipo de ditador estaria no controle daqueles cidadãos que de suma maioria eram apenas camponeses ingênuos, o homem tinha minha atenção, veremos se é digno de meu respeito.

Logo seguia em direção ao homem, sem mais delongas começava a chamar a atenção do mesmo sobre o porque de estar ali, e que estava pronta para ajuda-lo, mas aparentemente o mesmo não estava bem para resolver assuntos burocráticos, já que parecia estar bastante beba, mas aquilo não me incomodava me deixava um tanto empolgada. “Então eles comemoram suas vitorias com grande estilo, já gostei desse cara.” Então logo ele questionava minhas intenções, parecia que o mesmo não aceitava apenas que minha mestra tivesse me enviado, aparentemente tinha que provar algo para o mesmo.

A palavra da senhora Katharine não era o suficiente? Aquilo era estranho para mim, mas entendia oque o homem quis dizer, sabia exatamente oque o mesmo queria escutar, mas antes que pudesse tomar a dianteira e dizer meus motivos para finalmente me oficializar como revolucionaria. O chão começava a tremer, escutava barulho das arvores se mexendo, aquilo não era um simples tremor, alguma coisa estava se aproximando da gente.

- Que merda é essa! Soltava involuntariamente olhando um gigantesco homem saindo de dentro da mata, nunca tinha visto um homem desse tamanho, e ainda mais acompanhado de uma garota em seu ombro, e nossa que modo de viajar divertido, já quero tentar. Analisava ambos se aproximando da gente, percebia que a garota era muito bonita, certamente fazia meu tipo, será que ela está solteira?

A garota esbravejava algumas palavras com o Grambos, rapidamente o mesmo falava sobre entregar o dinheiro para população e para comprar bebidas. Meus olhos enchiam com as palavras daquele homem, não pelo dinheiro e sim pelas bebidas, era um tolo dar o dinheiro assim sem mais nem menos, dinheiro significa mais recursos, e obviamente mais bebidas hihihi.

Assim a garota descia dos ombros do gigante indo em direção ao Grambos, a mesma esbravejava que estavam atrasados para uma missão, com aquela palavra a garota ganhava cem por cento da minha atenção, mas aparentemente o líder travata o assunto como uma brincadeira, será que ele é mesmo o homem que a senhora Katharine falava? Bebida e importante, mas tem coisas que devemos levar a sério.

Como um passe de mágica, ohomem se tornava uma pessoa séria, como se nunca tivesse encostado em uma garrafa de álcool. “ Porra vai ter de me ensinar esse truque!” Estava impressionada com o autocontrole que o homem tinha sobre sua sobriedade.

Antes de falar sobre a missão ele se virava para mim falando sobre minha determinação de estar ali, que o mesmo não me aceitaria só porque fui indicado por alguém, isso eu já tinha entendido antes do gigante aparecer.

- O senhor passa de um tolo se acha que estou me apoiando no nome de minha senhora, me juntei a ela convicta de que poderei mudar esse mundo, e impedir que qualquer pessoa sofra oque sofri quando mais jovem. Eu sou a chama que mudará o mundo! Falava em um tom sério olhando para Grambos, esperando que era isso que o mesmo queria escutar, e assim ele prosseguia com suas palavras.

Por um breve momento saia da minha pose de pessoa “seria” assoprando o arda minha boca enquanto fechava os olhos, escutava o mesmo falando sobre oque estava acontecendo, para alguém que estava bêbado a alguns segundos atrás, ele lidava muito bem com as palavras e a situação que estava no local. Eu apenas escutava e por fim assentia com a cabeça e entendia a seriedade da situação.

Por fim escutava a garota esbravejar para irmos ao porto, aquilo me deixava bastante empolgada rapidamente começaria a acompanhar o grupo, olharia para cima sorrindo para o gigante e começaria a falar. – O grandalhão qual é teu nome? O meu e Azura! Empolgada com tudo aquilo esperava a resposta do mesmo e em seguida falaria. – Eu gostaria de andar em seu ombro posso? Rsrsrsrsrs. Caso o mesmo concordasse saltaria em direção ao ombro do mesmo e ficaria sentada assim tentaria socializar com o mesmo, perguntando de onde ele vinha, o porque ele era tão grande e qual era a motivação do mesmo estar ali.

Ao chegar no porto me levantaria no ombro do gigante colocando a mão direita sob os olhos afim de tentar tampar a claridade e analisar o local e tentar ver oque poderia nos esperar lá, como eu era apenas uma novata naquela ilha deixaria que a garota de cabelos loiros tomasse a dianteira.  – Alias garotinha bonita qual o seu nome? Olharia para onde e que ela estivesse e esperaria que a mesma respondesse.
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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução EmptyDom 16 Set 2018, 04:55


Fúria tem gosto de sangue

”Adoro o som dos ossos deles... Quando são triturados ”





M-4 mal esperava terminarmos de chegar e já disparava suas falas, infelizmente Grambos não tinha mais dinheiro e isso me deixava sem opções, fazer o que, o negócio seria improvisar.
Também parecia que Grambos estava fazendo aceitando mais uma recruta, sei muito bem como Grambos testa aos novatos, ele bebe com meu pai e ainda me deu uma surra no exame que ele criou pra minha admissão.
O líder então contava que estávamos sob vigia e que o vigia era culpado de trazer os inimigos para essa ilha.

-Não me diga que você deixou o prefeito continuar vivo depois dele se aliar ao governo na luta daquele dia?Sei que você não gosta do estilo de vida da minha família, mas não que está na hora de por algumas cabeças em lanças? Talvez enfiar mel em alguns rabos e colocar eles sentado em formigueiros na frente de cavernas de ursos? Sabe… Algo mais carinhoso.


O tom de indignação e ironia estariam marcantes em minha fala conforme explanaria minha opinião livremente, no entanto ao ouvir sobre termos que ir lutar, já aproveitaria para adiantar meu lado.

-Grambos, sei que a novata ai tem que passar por algum dos seus testes ou algo assim… Mas que tal mandar ela pra linha de frente comigo? Estou sem arma, precisarei de uma força maior na linha de frente comigo… E se ela ir comigo pra linha de frente e voltar, creio ela já vai ter provado o que for que você queira  testar.

Com Grambos permitindo que eu levasse a moça ou não, abaixaria as mãos para auxiliar a(s) moça(s), a subirem enquanto diria:

-No meu ombro a viagem será mais rápida…


Após isso acompanharia em passo acelerado as direções de M-4 para o local da missão.

Caso a recruta se apresentasse e viesse a perguntar meu nome, responderia em tom frio e ríspido como apenas minha família sabe ser em encontros:

-Sou Pierce... Se planeja ficar conosco realmente é melhor ser útil, se atrapalhar te uso de pedra de arremesso. Porém se mostrar que tem seu papel conosco, grite meu nome no meio da batalha, caso precise de ajuda... Sou literalmente o maior reforço que poderá chegar e provavelmente o que virá mais rápido... A menos que não seja eu no comando... Mas ai você verá quando chegar a hora.


Se no caminho eu visse alguma árvore que fosse grande o suficiente para ser quase uma lança pra mim ou um algum porrete, porém eu conseguisse retirar a mesma do chão, o faria com minhas mãos e voltaria caminhar em direção ao porto.

Chegando no porto sem alguma árvore em mãos, diria a primeira pessoa que eu visse relacionada a missão:

-Ok, a bunda de quem que tem um encontro marcado com minha bota?

Chegando no porto com alguma árvore em mãos, diria a primeira pessoa que eu visse relacionada a missão:

-OK, quem é o menino levado? Trouxe a vara verde para bater nele…

Bateria o meio da “arma, contra a palma da minha mão esquerda, segurando próximo a raíz com a mão direita de forma a imitar um adulto pronto a disciplinar uma criança.


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MensagemAssunto: Re: Prólogo: A faísca da revolução   Prólogo: A faísca da revolução EmptyQui 20 Set 2018, 10:42



Bem vindo a Conomi Island.


Azura parecia não acreditar no tamanho do homem que estava olhando, Grambos ouvia primeiro o que a mulher tinha de dizer e voltava a dar risada como um bêbado e na sequência ouvia o que o gigante havia dito. “– HAHAHA parece interessante !!” Voltava a falar como nem soubesse o que estava passando, enquanto a loira colocava a mão no rosto e suspirava. “– Nunca sei quando ele está realmente falando sério.” E o líder achava muito engraçado o que M-4 estava suspirando então ele completava. “– Praticamente três novatos na linha de frente ... escutem ... um conselho de um velho de guerra ... Hahahaha.” Após isso parava sua risada e sua expressão mudava completamente. “– Se querem ganhar, não deixe os sonhos de vocês morrerem, todos tem seus motivos para mudar o mundo, agarrem eles, façam acontecer!!!” Tomava um gole da sua bebida. “ - Para muitos mudar o mundo é uma loucura, para nós é uma realidade, vocês testemunharam o exercito irá mudar o mundo, derrubar os nobres do mundo e controlar o governo mundial.” Fazia um gesto de despedida meio que mandando os novatos irem para a missão, andava um pouco com seu cavalo então parava e dizia a Azura. “– Bem-vinda a célula, boa sorte na missão Agentes!! Estamos todos contando com vocês.”

“ – Esse velho fala tanta baboseira, acho que devemos ir.” Dizia a loira, ambos se apresentavam e as duas garotas pegavam uma carona com o gigante, para encurtar a viagem. “ – Pode me chamar de M-4, essa é minha segunda missão oficial pelo exército, apesar de já estar nele há mais tempo, ajudava com outras coisas.” Dizia em um tom agressivo como se estivesse com raiva, mas também se mostrava bem receptiva. Então ela falava a um tom alto. “ – OLHAAAAA O PORTO ESTÁ PRÓXIMOOOOOOOOOOO” De repente um som pode ser ouvido, parece com o de uma corneta. Então um homem vem na direção de vocês correndo desesperado, comparado com as garotas é um homem grande, com barba cheia e bastante cumprida, os grandes olhos azuis dele perscrutam o horizonte, procurando por sinas de vida. Com voz grave Jim diz: “ – Chegou !!! Ele está na ilha, ajudem ...” Então uma bala acerta a nuca do homem que cai ao chão antes de terminar o que tinha dito. “ – Creeeeeeeeddddooooooooooooo ESTAMOS ATRASADOOOOOOSSSSSSS.” Então continuam com o caminho e ao chegar ao porto veem um navio encostado e uma cena muito feia.

Uma carnificina brutal, o chão está vermelho de sangue e todas as cabanas dos vigias do exercito foram derrubadas e destruídas a um total de seis homens mortos, mais do que Grambos havia dito que iriam encontrar, os corpos foram rasgados e alguns parecem que foram torturados antes de morrer. Pierce pegava um tronco de madeira, então podiam ouvir uma voz não muito distante parecia estar conversando com alguém. “ – Chegamos a ilha Senhor, foi como um dos prefeitos disse ... os revolucionários tem uma base aqui.” Uma pausa parecia parar para ouvir então em alguns segundos ele voltou a falar. “ – Sim senhor, eliminá-los e fazer conomi também se aliar ao Governo, pode deixar, faremos isso. Cambio desligo!!!” a voz vinha da única cabana ainda construída que ficava um pouco escondida atrás de umas árvores.

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