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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 III - Diante da Lei

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MensagemAssunto: III - Diante da Lei   III - Diante da Lei - Página 4 EmptySex 31 Ago 2018, 21:43

Relembrando a primeira mensagem :

III - Diante da Lei

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Karyo Shen. A qual não possui narrador definido.


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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: III - Diante da Lei   III - Diante da Lei - Página 4 EmptySeg 08 Abr 2019, 13:01


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De longe aquela criatura dantesca já me parecia horrivelmente grande. Era maior do que qualquer construção que já havia visto em minha vida. Muito maior. Porém, para mim, que agora tinha um pensamento euforicamente lúgubre de que não conhecida nada do mundo, a verdade se mostrava ainda mais grotesca. À medida que a criatura se aproximava, sentia a minha vida ser tomada de mim. Não havia nada a ser feito. Quando a minha visão se perdeu, quando não pude mais ver, sequer, o monstro, mas tão só parte dele, foi que me dei por vencido.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já estava para aceitar a minha inevitável morte. Se era assim que tinha que ser, que fosse. O mundo sempre foi errado, punindo os mais justos. Ou não teria eu sido tão justo quanto pensei, em toda a minha vida, que estava sendo? Segurava, ainda, a mão da mulher que havia ido - inutilmente - salvar, mas meus joelhos cediam, frente ao abismo de onde provinha toda aquela sensação mortificante. Podia sentir meu corpo tremer, paralisado, para só então me dar conta que a criatura pulava por cima do navio. Acompanhei a sua trajetória abismado, por momentos que me pareciam fugir a naturalidade das coisas. Era como se vivenciasse um lapso, no qual vivenciava a cena por uma eternidade, passivo, apenas como um mero observador. E naquele momento realmente o era.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A cauda da criatura sumiu, mas a forte impressão que ela havia me deixado não. No entanto, começava a surgir uma breve esperança. Era como se tudo aquilo tivesse passado, e agora me restavam todos aqueles fortes sentimentos que me tomavam no que me parecia ser os meus últimos instantes. Os céus ainda não haviam me chamado, e só então me dei conta de que tudo aquilo ainda não havia acabado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E a mão que havia salvo, agora me salvava. Meu corpo e mente inertes logo eram trazidos de volta à realidade. O estrondo ensurdecedor que parecia partir o mar ao meio era, com certeza, daquele ser pitoresco, que voltava para as profundezas de onde quer que ele tenha saído. Não conhecia o mar, e tão só podia pensar nos terrores que estavam à espreita, logo abaixo de nós. Em um ato de insanidade, pulamos do navio, sem muito no que pensar. Eramos guiados apenas pelo instinto, aquilo que fazia o nosso corpo se mover diante do medo. Naquele momento, havia aceitado a minha morte, mas queria viver. Devia viver. Mesmo que me custasse caro, mesmo que fosse uma vida feia, viveria.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A sensação do meu corpo afundando na água. O som da madeira se rompendo. As bolhas de ar subindo. Os ecos profundos e sombrios que emanavam de algum lugar daquele do mundo submerso. Estranhamente recebi aqueles momentos com uma paz serena. Por um instante senti que o mundo havia parado. E mais uma vez voltei ao mundo real. Senti o corpo da mulher se comprimir contra o meu. Me faltava ar. Um desespero crescente tomava o meu corpo. Os pensamentos de uma morte agonizante, asfixiado, pareciam-me mais desesperadores do que uma morte rápida e absoluta.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Abri os olhos, sentindo-os queimar com o sal do mar. Podia ver muito pouco, sequer estava acostumado a fazer isso e queria, muito bem, fechá-los. Não com determinação, mas por desespero, mantive-os tão abertos quanto pude. Via, mais longe, o barco afundar, quebrando-se em diversas partes, virando destroços que se espalhavam por todas as redondezas. Afundávamos, também, e o justificável desespero da mulher não melhorava a situação. Sentia que quanto mais ela se rebatia, mais difícil era subir. Ela não me soltava e, apesar disso, também não a queria soltar. Olhei em volta, enquanto batia as minhas pernas em vão, procurando algo para me segurar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E então o mundo parou mais uma vez. Contemplava, sem mais palavras para descrever o que sentia, aqueles olhos gigantescos, que pareciam me observar - e sem sombra de dúvidas viam muito além - de forma cruel. Os sorrisos medonhos daqueles monstros, com os dentes do tamanho de montanhas, pareciam rir de mim. Agora entendia a razão de estar vivo. Em mim eles pouco tinham interesse. Nem que comessem mil de mim daria-lhes pro gasto. Se em terra eu não era nada, naquele mar a palavra ganhava um novo conceito.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assim, como se um anjo me concedesse a mão após me apresentar ao inferno, via a oportunidade passar diante de mim. E eu a agarraria. Agarraria-a com todo o meu desejo de viver. Com força, comprimindo os meus dentes e a minha boca, a fim de não deixar sequer uma única bolha de ar sair de minha boca. Precisava de todo o oxigênio e energia que me restava. Nadaria vorazmente até a corda que se esticava do bote, sobrecarregando a minha perna direita, resistindo a dor na outra, avariada no tornozelo por uma bala de canhão. Enrolaria a corda em meu braço, enquanto continuaria a bater as minhas pernas, na esperança que aquele esforço conseguisse me levar de volta para a superfície mais rápido, com a mulher ainda em minhas mãos. Estaria a tapar a sua boca suavemente com o braço que contornava o seu corpo, enquanto o outro nos guiava para cima.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Havia de salvar não só a mim, mas a alguém. E só então poderia sentir que havia feito, pelo menos, um pequeno algo. Ainda que não pudesse combater o que esmagava, podia mudar o destino com as minhas próprias mãos. Enquanto o meu próprio destino não findasse, ainda era possível fazer algo. E, assim, faria.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Chegando à superfície, tentaria virar o bote, deixando toda a água escorrer. Em seguida, jogaria a mulher para dentro dele, para só depois subir a bordo. Tocaria em seu rosto, chamando-a — Acorde! Você me escuta?! Ei! - balançaria-a. Não sabia o que fazer. Esperava que ela estivesse a salvo e bem. No mais, sabia que existia alguma técnica para salvar as pessoas da asfixia, a qual só sabia robustamente que consitia em pressionar o peito da vítima. E, assim, com certo desespero, faria, caso fosse necessário.

Citação :

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Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia.
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Ganhos: 1x missão (?).
Perdas:

NPC's: Willian Feurbach; Ulrich Feurbach; Marcus Feurbach; Thomas Feurbach; Adam Feurbach; Sargento Cory; Capitão Beethoven; Tenente Latrice; Tenente Rods; Agente Cristopher.
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MensagemAssunto: Re: III - Diante da Lei   III - Diante da Lei - Página 4 EmptyTer 09 Abr 2019, 20:43



  Quando tudo parecia ter encontrado um fim trágico, um fio de esperança, ou melhor, uma corda, surge diante de sargento que em um tremendo esforço ser agarrava a ela. A garota preza a seus braços, parecia ter também percebido e logo buscou ajudar.

  As grandes mãos do ferreiro, claro que por causa de seu tamanho e não ofício, agarraram a corda e sem muito esforço conseguiram voltar a superfície. O bote que estava virado não parecia querer mudar de lado, mas em um esforço conjunto da dupla o pequeno barco virava... Claro que o som dele batendo na água criava um distúrbio, tanto Shen como a garota sentiram correnteza passar por eles.

  Logo ambos subiram ao bote e puderam ver o mais belo brilho do Sol, que para a alegria deles estava ainda forte e poderia esquentar o corpo dos dois, pois a água era muito gelada e ele correriam sérios riscos de pegar uma hipotermia.

  A volta deles muitos destroços estavam surgindo do mar, além de alguns corpos, mas logo algumas coisas pareciam chamar a atenção da dupla que estava no que parecia ser o único lugar seguro para um ser humano, ou melhor, o único lugar menos problemático, afinal eles continuavam no Calm Bet e qualquer uma das criaturas mais pequenas que viviam ali poderiam acabar com eles sem querer em um simples bocejar.

1. Havia a mais ou menos cem metros ao norte um homem deitado sobre um pedaço do navio. Era um civil, ou pelo menos um não marinheiro, mas era evidente que ele havia subido naquela "balsa" improvisada, não tinha como acontecer sem querer.

2. Poderia se ver um conjunto de caixas boiando mais próximos, poderia haver comida ou qualquer coisa que poderia ajudar os dois, mas de fato não dava para ter certeza, as caixas estavam a cinquenta metros a leste, mas era evidente que estavam cada vez se afastando mais por algum tipo de repuxo.

3. Havia nas redondezas pequenos reis dos mares, em um formato como cobra, que estavam a volta comendo corpos dos marinheiros mortos, deveriam ser três ou quatro filhotes, não passava dos 50 metros de comprimento e com um diâmetro de mais ou menos cinco metros, eram fortes o suficiente para afundar a pequena embarcação.

4. O corpo do tenente Rods estava a menos de cinco metros, ele estava sem o braço e a perna direita, mas segurava uma mochila nas costas.

  - O que faremos senhor? - Disse a mulher para Karyo. - Meu nome é Amanda Rech, sou médica e recém inscrita na marinha. Ainda sou uma soldado, estarei sobre o seu comendo.

Amanda Rech:
 

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MensagemAssunto: Re: III - Diante da Lei   III - Diante da Lei - Página 4 EmptyQua 10 Abr 2019, 12:16


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Para a minha fortuna - se é que podia chamar assim, em uma situação dessas - a mulher estava consciente, o que me poupou grandes esforços. Se não estivesse, as chances de sobrevivência nesse ambiente hostil seriam ainda menores. Pensava, pelo menos, que duas pessoas podiam lidar com a situação melhor que uma. E assim se sucedeu. Juntos conseguiamos virar a embarcação, a qual sozinho eu provavelmente não conseguiria virar. Subimos nela e tomou-me uma sensação de falsa segurança. Todavia, dado o cenário, era um conforto melhor do que nada.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O sol resplandecia e queimava o meu rosto, desprotegido pelo boné perdido em meio ao caos. A mulher à minha frente brilhava, com a água a refletir a luz em sua pele. Era um brilho estranho, que nada tinha de angelical, em contraste com os traços de desespero em sua face, ainda que mantivesse a compostura. Sentia-me da mesma forma, e provavelmente ostentava a mesma expressão. A ficha ainda não havia caído.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Contemplava o meu arredor em um silêncio aterrador. Sentia uma imensa tristeza em meu peito, como se me faltasse toda a força para respirar. Entretanto, não me desciam lágrimas pelo rosto, e meus olhos continuavam secos, senão pela ardência do sal marinho. Sabia que naquele dia sofri grandes perdas, só não maiores porque havia deixado os garotos em Lvneel. Sorte a minha não tê-los trazido para esse inferno. E que sorte a deles não terem insistido.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Minha mente não pensava em muitas coisas, senão nas perdas humanas daquele nefasto dia. Pensava em meu amigo, Gunter, onde será que ele estava? Vasculhava o mar com o olhar, mas só o que encontrava eram corpos e mais corpos. Era uma genuína tragédia. Não podia fazer nada pelos que já se foram, mas com certeza restava-me fazer algo em relação aos que ainda não partiram. Se é que havia alguém ali.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sargento Karyo Shen... dispenso as formalidades, soldada - dizia-lhe, com uma voz cheia de desalento. Como o destino me era cruel... parte de mim queria aceitar a situação, a outra parte clamava, mais intensamente, por sobreviver. Agora, com uma subordinada em meu comando, a responsabilidade gritava mais alto. Não podia deixar um coração puro desiludir-se com a marinha. Mesmo em situações trágicas, são nos momentos difíceis que um líder prova o seu valor — Mas hoje temos um dever a cumprir. Sobreviver. E levar conosco, para a terra segura, o máximo de sobreviventes que pudermos. E isso inclui a nós mesmos - puxava, forçosamente, a determinação que me restava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Meu tornozelo sofreu uma lesão, que sinto dores até agora... meu corpo dói, na verdade, mas em especial esse lugar, gostaria que, antes de tomar a decisão insana de me jogar ao mar novamente, o avaliasse... que chances tenho de resgatar uma caixa e voltar, sem ser devorado, não sendo experiente em nadar, nessas condições? - perguntava-a, sentando na embarcação e esticando a minha perna em sua direção, para que ela examinasse o ferimento.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Me manteria perto da borda, observando se algum destroço passava rente ao bote. Caso sim, tentaria trazê-lo a bordo. Qualquer coisa seria útil. Pretendia usar algum fragmento de madeira para usar como remo, caso não houvesse nenhum no próprio bote. Encontrando-o, para mim e para ela, remaria lentamente até as caixas — Primeiro, vamos tentar garantir suprimentos. Em seguida, vamos em direção àquele homem - informava o plano.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com tantos corpos na água, imaginava que os Reis dos Mares que rondavam o lugar não se interessassem pelo homem - e nem por nós, que não estávamos mais protegidos que ele - e assim pudessemos garantir algum suprimento, antes que as caixas se distanciassem demais ou afundassem. Destarte, quando - e se - chegasse ao seu alcance, traria tantas quanto achasse sensato para dentro do bote, deixando as demais ao lado — Amarre as demais caixas à lateral do bote, não sabemos de quantos recursos precisaremos nessa jornada - ordenava, suavemente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não perderia tempo abrindo o conteúdo delas, pois havia de me dirigir até onde havia avistado o homem. Remaria com paciência, sem fazer muitos movimentos. Não queria causar muita agitação na água, a fim de não chamar a atenção dos monstros — Reme com cuidado, não queremos ser comidos aqui - advertia. Chegando ao nosso segundo destino, procuraria falar sem gritar, mas em um tom mais alto — Consegue nos escutar?! - perguntaria ao civil caído — Nos aproximaremos, venha, suba ao bote! - resgataria-o, segurando-o pelo braço e ajudando-o a subir na embarcação — Quem és? Como está? Tem algum ferimento? - indagava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Pararia, mais uma vez, para observar os arredores e avaliar novamente a situação. Procuraria por algo próximo, talvez pudesse me aproveitar de mais algum recurso que ali ficou - nem que fosse um mísero boné. Em busca pela sobrevivência, tudo era um lucro.






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MensagemAssunto: Re: III - Diante da Lei   III - Diante da Lei - Página 4 EmptySex 12 Abr 2019, 19:03


O azul do mar e do céu eram encantadores, provavelmente algo divino, em toda a sua vida você nunca ouviu alguém falando que se enjoou do azul celeste e poucas pessoas conseguem não se encantar com o azul do mar. Mas para Karyo e Amanda isso poderia não ser uma verdade.

Toda imensidão azul que estava a volta tinha sido sufocada pelo mar de sangue, corpos e restos de um navio. O mar, que continuava calmo não espalhava o sangue ali derramado, a não ser quando as poderosas criaturas levavam um pouco dele criando sua própria correnteza.

Buscando remos o sargento observou que no bote havia dois deles presos e uma pequena bolsa. Era um kit de primeiro socorros, além disso havia um sinalizador, um único disparo, e era tudo o que havia no barco.

Então os marinheiros acabam por dispensar as formalidades, mas o sargento que estava no comando e logo queria por o barco para se deslocar entre aquelas criaturas enorme, primeiramente buscando o que tivesse nas caixas e depois o homem que poderia estar ainda vivo, mas na hora que ele pensou em remar a Amanda parou ele.

- Senhor, eu compreendo sua pressa, entretanto vou ter que intervir e lhe aconselhar. - Depois de uma pausa ela então começa uma explicação. - O Caml Bet, onde nos localizamos, é uma região sem ventos ou correntezas, por isso o nome. Além disso é ele que impede o transito entre a Grand Line e os Blues, o que de certa maneira é bom, pois mantém os maiores criminosos restritos a uma pequena área. - Então ela faz uma pequena pausa e aponta para as criaturas que estão comendo os restos ali. - Os reis dos mares dão ainda uma noção especial de segurança nessa faixa, pois eles podem ser facilmente irritados com barcos navegando em suas águas. Entretanto um dos nossos cientistas descobriu que usando no casco um metal chamado Kairouseki o navio ficaria camuflado diante dos Reis do Mar. - Então Amanda dava um boa respirada e tomava fôlego. - Nosso navio era preparado para o Calm Bet, porém demos o azar de outro navio sem estar preparado cruzar nosso caminho. Por isso os animais aqui apareceram. - Amanda rodava o pescoço e então voltava a falar com calma. - Não acredito que um Rei do Mar possa sentir nossa insignificante presença, mas aqueles filhotes podem, portanto sugiro senhor que espere um pouco. Nesse tempo posso ver seu tornozelo e tentar fazer meu melhor.


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MensagemAssunto: Re: III - Diante da Lei   III - Diante da Lei - Página 4 EmptySex 12 Abr 2019, 22:37


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Estava pronto para agir. Na minha cabeça, quanto mais demorássemos, menos chances tínhamos de sobreviver. Era preciso agir rápido. E logo. Felizmente os remos que vinham acoplados nos botes não haviam se perdido. Navegar era necessário, antes que perdessemos as chances que nos eram dadas. Já começava a pegar nos remos, quando Amanda interviu.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Suas palavras não pareciam expressar grande preocupação. Na verdade, ela parecia manter uma frieza única - não do tipo sombrio, mas racional. A solene calma de quem sabe o que está fazendo. Diante do seu tom, me pus a escutá-la com atenção — Então é assim... - ponderava sobre as palavras que ela havia me dito. "Cascos de kairoseki, reis dos mares... nada disso havia me sido passado antes... não que realmente adiantasse de alguma coisa, mas... - pensava sobre o assunto. Levantei a cabeça, enquanto esticava a perna para ela — Pois então esperaremos... Não me agrada fazer nada aqui, mas se, do contrário, fizermos, e não temos chance de sobreviver em razão disso... - engolia em seco aqueles duros fatos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Aproveitaria a situação para interagir e conhecer melhor a mulher que se apresentava diante de mim — E como você sabe essas coisas? Faz parte de sua instrução como médica? - indagava despretenciosamente — E o que mais você sabe fazer? Creio que seja bom nos conhecermos dessa forma. Sou um ferreiro, e faço isso desde que me conheço por gente - compartilhava um pouco de minhas experiências.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Queria me focar apenas nela. Olhar para os lados era tortuoso demais. O mar de sangue se alastrava, tomando todos os arredores. Vez ou outra podia jurar que escutava os reis dos mares mastigando carne e osso de meus companheiros mortos. Tentava ignorar tudo aquilo. Não queria ver a cena. Não podia fazer nada por eles naquele momento. Tudo o que podia fazer era sobreviver. Sobreviver para contar a história. Talvez, assim, pudesse dar algum conforto para suas famílias - ou não, nada de bom havia naquilo... apenas tragédia, e mais tragédia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E então, como ele está? - me referiria ao meu tornozelo. Aproveitando a oportunidade, tatearia meu corpo, em especial o tronco, procurando por regiões que estivessem doloridas - ou mais que as outras - ao pressionar de minha mão. Encontrando alguma, imediatamente avisaria para a marinheira, a fim que pudesse checar o ferimento — Já estive em estado físico pior... mas nunca em uma situação assim... - escaparia-me um comentário pessimista. Mas, como reiterava compulsivamente em minha mente, era preciso viver.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Esperaremos esses monstros se afastarem daqui, e então começaremos a agir, sem perder tempo. Queira descansar, eu fico na vigília, e então podemos trocar os turnos. Farei disso uma ordem, descanse, e obrigado pelos serviços - repousava a mão em seu ombro, sinalizando-a que podia relaxar. Depois daquele trauma, sabia que o melhor a se fazer era tentar descansar. Tanto a mente quanto o corpo precisavam do devido descanso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assim, ficaria atento a maiores movimentos próximos da embarcação. Não podia fazer muito, mas ficaria em perpétuo silêncio, até controlando a respiração, caso necessário. Não queria chamar a atenção infausta daquelas aberrações. E, tão logo tivesse a certeza de que haviam ido embora, me botaria a agir, da forma que havia planejado anteriormente.



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MensagemAssunto: Re: III - Diante da Lei   III - Diante da Lei - Página 4 EmptyQua 17 Abr 2019, 20:06


  Karyo percebeu que esse não era o melhor momento para agir e segindo o conselho da garota que estava ao seu lado preferiu ficar e esperar a coisa se acalmar por agora, mas não era para ficar parado e por isso decidiu conversar com ela enquanto ela olhava seu tornozelo.

- Nasci na Grand Line. - Começava a responder a pergunta do sargento. - Meu pai era capitão da Marinha e me contou muitas vezes sobre a travessia do Calm Bet, mas foi quando decidi começar na Marinha de baixo, dentro dos blues, e estava prestes a viajar que ele me deu essas informações, para caso de algum infortúnio. Mas creio que deveriam divulgar melhor, sua ignorância poderia nos matar caso eu não tivesse tal informação.

Realmente a frieza dela continuava, o toque dela era tão gelado quanto seus sentimentos, mas a realidade era que ambos ainda estavam com roupas molhadas e tinham recém saído do mar gelado. Entretanto o curativo feito pela médica estava perfeito e deixava o tornozelo mais firme, se não fosse para fazer um grande esforço no momento nem mais dor era possível sentir.

- Entendo seu ponto. - Respondia a soldado sobre a ordem de descansar. - Mas a realidade é que molhada e nesse Sol não sei se vou conseguir dormir, além disso não sei se vamos ser resgatados tão rápido, mas se não tivermos uma cobertura para nos proteger do Sol vamos acabar desidratando mais rápido e vamos morrer desidratados em no máximo três dias.

O fato é que a mulher ficou acordada o tempo foi passando e o número de "filhotes" foi diminuindo e depois de quase de mais uns trinta minutos já não havia mais som de nada e mesmo a água já havia recuperado sua cor normal. Mas faltava pouco tempo para o Sol desaparecer e o frio do mar tomar conta dos sobreviventes, a boa notícia é que a roupa estava seca.

1. O homem deitado no bote continuava imóvel.

2. As caixas haviam se afastado um pouco mais, eram 4 no caso, porém uma delas foi atingida por um filhote do rei dos mares e se aproximou do barco e esta a 20 metros.

3. O filhotes dos Reis dos Mares haviam sumido, pelo menos na superfície o mar estava calmo.

4. O corpo do tenente Rods havia sumido, mas a mochila que ele carregava ainda estava lá boiando.

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MensagemAssunto: Re: III - Diante da Lei   III - Diante da Lei - Página 4 EmptyQui 18 Abr 2019, 10:46


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A história de Amanda era interessante. Por um momento, pude me sentir como se estivesse em um banco de bar conversando com alguém - e não que eu fosse de frequentar tais lugares. Mas esse momento não durou muito. Era verdade que a minha falta de conhecimento podia ter nos matado. A força não era a única coisa que podia garantir a sobrevivência, como muitas vezes acreditei. Diante disso, sabendo que ela havia vindo da Grand Line, não perderia a oportunidade de angariar mais informações a respeito do local.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E como são os mares na Grand Line? - indagava — Você já esteve em The Wonderful Island? Sabe como é lá? - perguntava com um tom genuinamente dúbio. Esses mares sempre foram um mistério para mim — E sobre o seu pai, qual seria o nome do Capit- - me detive, tarde demais, pensava. Ela havia sido clara ao dizer que o seu pai era Capitão da marinha. Se não é mais, algo aconteceu, supus.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]As observações da marinheira sobre sobrevivência eram sempre lógicas e precisas. Mais uma vez, eu não possuía tantos conhecimentos como ela. Não poderia sobreviver sozinho, sabia disso — E o que mais precisamos? Devemos conseguir algo nessas caixas, e há também aquela mochila, que pertenceu ao Tenente Rods, vi o seu corpo boiando ali... - engolia em seco, diante da memória — E, há ainda aquele homem, mas começo a achar que já está morto, para dizer a verdade... - apontava para a direção do corpo que permanecia inerte em cima da tábua — Qual a sua opinião como médica? - pediria o seu parecer.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A situação não era fácil. Os monstros marinhos pareciam ter ido embora, mas não confiava em mais nada que viesse do mar. Tinha certeza que logo abaixo, a vinte, trinta, cinquenta, cem ou quinhentos metros uma criatura grotesca nadava. Em meu mergulho pude constatar o quão vivaz era aquela fauna. Era um derradeiro ninho de monstros. Entrementes, era necessário um plano de ação. Não podia ficar ali parado, esperando morrer desidratado ou engolido por uma serpente do mar.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assim, caso o parecer da médica fosse de que o homem já estava morto, botaria em prática um novo plano. Pegaria a corda que havia na embarcação e faria um grande laço nela, o suficiente para dar espaço de sobra para acertar a caixa. Assim, a jogaria, visando enlaçar a caixa mais próxima. Conseguindo, a traria lentamente, sem pressa, até o bote. Traria-a para dentro do barco e falaria — Procederei com as demais caixas, enquanto isso peço que abra e cheque o que nos seja útil - diria, me preparando para trazer mais caixas. Lembraria de, utilizando os remos, me aproximar um pouco mais das demais caixas, na medida em que achasse seguro continuar remando. Não queria fazer movimentos contínuos por muito tempo, mas seguiria com paciência e determinação. Considerava a opção da corda melhor do que a dos remos, pois assim evitaria chamar a atenção por um período de tempo maior.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E então, o que há de bom nelas? - olharia as caixas junto a ela. Rezava internamente para que elas nos pudesse prover algum recurso que aumentasse a nossa chance de sobrevivência. Caso contrário, estávamos à mercê da sorte. Logo depois, faria o mesmo procedimento realizado com as caixas com a bolsa que outrora pertenceu ao Tenente Rods — Aqui deve haver maiores informações sobre o lugar. Devemos, ao menos, aprender a como chegar lá - teorizava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Entretanto, caso o parecer da médica fosse favorável à possibilidade do homem estar vivo, teria-o como a minha primeira prioridade — Salvemos-o, então! - cerrava os punhos, na esperança de que mais uma inocente alma pudesse ser salva daquele inferno. Remaria, como sempre, com bastante cautela, buscando fazer o movimentos curtos e sutis. Chegando próximo ao homem, tentaria chamá-lo, logo jogando a corda nele, para ver se acordava — Vamos, segure-a se ainda estiver vivo! - esperava um mínimo sinal de vida, por mais que lhe faltasse força.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Havia em mim certo pavor em fazer tudo aquilo. Sentia que a qualquer momento um Rei do Mar poderia romper a superfície e nos devorar por inteiro. A situação era delicada e, não havendo resposta do homem, não insistiria, afastando-me e pondo em prática o plano traçado para resgatar as caixas.

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Off escreveu:
Acho que faz mais sentido eu pegar a perícia de sobrevivência após tudo isso. Fica mais legal e coerente





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MensagemAssunto: Re: III - Diante da Lei   III - Diante da Lei - Página 4 EmptyQua 24 Abr 2019, 09:06


  O sargento percebeu que sua parceira de naufrágio possuía mais conhecimentos do que a maioria dos seus companheiros e curioso indagava a ela sobre as curiosidades da Grand Line o que causou um rosto curioso e levemente inclinado para a direita, mesmo quando ele falou do pai da garota ela não pareceu ficar abalada.

  - Me surpreende você vir até aqui com tão pouco conhecimento, mesmo na biblioteca da Marinha em Lvnel havia bons livros. - Mas depois da constatação do óbvio e de certa maneira provocativa a jovem Rech continuou a falar. - Cada ilha na Grand Line tem um clima diferente do outro, para nós que viajamos e não paramos muito tempo nelas é fácil tolerar, mas muitas ilhas possuem um calor intenso ou frio muito forte, isso o ano todo, sem pausa, o que torna comportamentos, tecnologias, religiões e mesmo o modo mais básico de viver bem diferente um do outro. - Então depois de uma pausa, com um olhar mais distante a soldado fala. - Meu pai morreu em combate, foi cercado por um grupo de revolucionários, mas o que afetou bem foi a traição dois sargentos, Kurai e Mizzu, se não me engano foram companheiros seus. - Mais uma pausa e uma forte respiração. A verdade era que eu buscava vingança. mas ao que parece os dois já morreram.Mizzu no mesmo combate e Kurai em Cactus Island, onde ele havia ao que parece se associado a uma pirata conhecida como a Louca.

  Quando questionada sobre a opinião médica sobre o homem Amanda explicou que se o homem estivesse vivo e com saúde ele provavelmente estava do melhor jeito possível devido a situação, deitado e descansando, a roupa a essa hora deveria estar seca por causa do sol e como não há ventos onde estava dificilmente ele ficaria doente. Entretanto se ele estivesse realmente com febre pesada ou algo do tipo, não haveria nada que ela poderia fazer na atual situação deles.

  Com muito cuidado Karyo foi "pescando" as caixas que ali ficaram e claro que em sua maioria eram grandes e pesadas para se colocar dentro do barco, mas abrindo com cuidado Amanda descobriu nas caixas pegas algumas coisas que eram uteis, as demais coisas estavam estragadas pela água do mar.

Itens achados:
- Ração embrulhada para os dois passarem seis dias.
- Equipamento limpeza, 2 vassouras e dois baldes.
- Dez conjuntos de uniformes da marinha (calça, camiseta e boné)
- Alguns pequenos objetos como combacas de madeira e utensílios de cozinha como espátulas.

  - Isso era tudo que prestava. - Disse ela com um pouco de desanimo. - Infelizmente perdemos muitas frutas, legumes e carne para a água do mar. Podemos ficar doentes se comêssemos, mas penso que temos o suficiente para sobreviver alguns dias. Além disse podemos usar as caixas para fazer uma cobertura.

  Mas foi na mochila que encontraram o objeto de maior valor e esperança, um Den Den Muchi, o aparelho que era usado para conversas a longa distância e que sem dúvida poderia ser usado para comunicação, o problema talvez fosse encontrar algum outro aparelho no alcance, mas as chances de vida aumentaram e muito.

  -Olhe! - A médica apontava para o homem. - Ele parece estar se mexendo.

  De fato ele se mexeu, mas foi apenas deslizando lentamente para o mar, um corpo sem vida e que poderia ter custado a vida dos dois caso fossem afobados.
OFF::
 

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MensagemAssunto: Re: III - Diante da Lei   III - Diante da Lei - Página 4 EmptyQua 24 Abr 2019, 13:11


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Amanda demonstrava uma frieza mórbida. Levava-me a pensar se era de sua natureza ou alguma experiência traumática havia-lhe tornado assim. Por alguma razão me lembrava um pouco Elena. A minha Elena. Não que ela chegasse aos pés do que aquela mulher representava para mim, mas era evidente que possuíam algumas características em comum. A principal era, sem dúvidas, a necessidade de demonstrar alguma superiodade - o que se expressava nos sermãos que ela não perdia a oportunidade de fazer — Nem só de conhecimento é possível sobreviver. O mar é vasto, mas há muito mais que isso também, em terra. De toda forma, nem só de força é possível sobreviver, também... aprendi com o meu amigo Gunter, que agora deve estar nas profundezas desse mar azul... ou assim prefiro pensar - dizia, com certo remorso — Felizmente aqui temos um pouco dos dois - nos consolava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não obstante, prestava bastante atenção no que a marinheira tinha a falar a respeito da Grand Line. O lugar era novo para mim e me careciam informações. Parecia, pelo que ela havia descrito, uma terra - se é que podia chamar assim - de muita diversidade. Logo o assunto tomava outro rumo e estávamos, por graça do destino, falando de meus antigos companheiros — Ah, esses dois... não eram pessoas ruins, quando os conheci, e ainda duvido que tenham sido. Não sei o que lhes aconteceu ou que tragédia recaiu sobre eles para fazerem o que fizeram... mas acredite em mim, não eram má pessoas, lutaram ao meu lado contra Elena Eisenberg, uma tenente que traiu a marinha e possuía um enorme esquema de corrupção, mesmo sendo apenas uma das peças menores no tabuleiro... creio que, pela descrença na corporação, que eles tornaram-se revolucionários. Há muito mais acima de nós, que nossas forças para resistir-lhes são quase inúteis - respirava fundo, absorvendo tudo que havia tomado conhecimento e rememorado. Deixaria a conversa de lado, atendo-me ao que importava naquele momento.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Temos aqui um pouco de comida, vassouras, baldes, uniformes, coisas de cozinha... - ponderava — Não parece de todo ruim - procurava nos animar — E aqui, o que há? - revirava a mochila, até sentir algo, no mínimo, peculiar. Trouxe aquilo para fora e exclamei — Um Den Den Mushi! - parecia ter sido tomado por um júbilo infantil, olhando para Amanda com os olhos brilhantes, cheios de esperança. Segurei-o com cuidado em minhas duas mãos — Teremos que revezar, não podemos perder essa chance. Temos que tentar fazer contato a todo momento. Alguma hora isso há de funcionar - dizia, passando para ela o comunicador.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Usemos as vassouras como suporte, então. Estava pensando em usar as roupas como a parte de cima, mas as caixas podem nos proteger da chuva... deixemos-as viradas para baixo, para não acumular tanta água e nos causar problemas. Prenderei uma, com parte da corda, ao lado do barco, para caso venha a chover, possamos armazenar água. Eventualmente as roupas nos servirão para mantermos a higiene em dia e como velas, quando o vento soprar. Vamos ver o que essas mãos de ferreiro podem fazer - as últimas palavras ressoavam em minha mente como "se o vento soprar". Era um longo caminho, mas não podia perder as esperanças, agora que uma luz havia-me sido dada. Faria como havia falado, usando das cordas para criar a estrutura necessária para manter as duas colunas de vassouras estáveis, usando das caixas - as quais também seriam amarradas - para criar um teto. Deixaria um espaço com uma tenda feita de roupas, no entanto, para retirá-las sempre que pudesse e pegar um pouco de sol.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tomaria o devido cuidado com as comidas, deixando-a no lugar mais arejado da embarcação e separando-a em rações — Creio que assim possamos durar um pouco mais; afinal, não gastaremos muita energia daqui em diante - constatava. De pequenas em pequenas porções, me parecia que poderíamos aproveitar com mais eficiência o que tínhamos. O problema, pensava, era a água, ainda que contássemos com um mecanismo para preservar a água da chuva. Mas não era garantia alguma de que os céus nos agraciariam naquele momento — Há tanta água no mar, sei que não podemos bebê-la, mas não os motivos... não há alguma forma de fazê-lo? - esperava contar com os conhecimentos da marinheira por uma solução, ainda que achasse improvável.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O que antes eu achava ser uma oportunidade de salvar mais uma vida só se demonstrou ser mais uma frustração que colecionava naquela jornada. Estava entre a culpa de não conseguir salvá-lo e a redenção de não ter nada que eu pudesse fazer por alguém que o coração já não mais batia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já basta desse lugar para mim. Precisamos fazer o nosso caminho para longe, já que o vento não irá nos ajudar. Há alguma objeção de sua parte em remar, com cautela, até darmos o fora daqui? Será entediante, um progresso lento e que irá nos desanimar, mas nos manterá vivos, sem atrair aqueles monstros para perto de  nós - informava sobre o plano — Pois bem, comecemos a remar agora, então, iremos revezar. Um no remo e o outro com o Den Den Mushi - dizia. Destarte, pegaria os remos e me daria a remar como planejado, após montar a estrutura do bote — Me avise caso veja algo boiando nas redondezas, pode ser algo que nos seja útil - ordenava. Mesmo naquela situação, ainda era o líder e a pessoa que tinha que tomar as decisões.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Então vamos, vamos sair daqui e voltar para terra firme - dizia, confiante. Mesmo com tudo que havíamos achado, a esperança era pouca, mas tinha que sustentar a minha postura, para dar forças, tanto a mim, quanto à marinheira.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Nos momentos difíceis que um homem prova seu valor. E eu provaria o meu.



Karyo escreveu:
1. Revezaria o uso do Den Den Mushi, para tentar obter sinal e não perder a chance de um resgate
2. Criaria uma estrutura para se proteger do sol e intemperes no bote, nos termos escrito
3. Não seria alheio ao horizonte e às proximidades, fazendo vistorias ao arredor periodicamente
4. Remaria sempre com cautela e sem pressa, mantendo o ritmo
5. Tomaria um banho fajuto com os baldes, nas partes que conseguirem se estender para fora do bote
6. Trocaria a roupa quando necessário
7. Tomaria um banho de sol às vezes
8. Fracionaria ainda mais as rações, comendo apenas o necessário
9. Comeria que nem gente, utilizando as coisas de cozinha, para manter a sanidade mental
10. Conversaria com Amanda para manter a sanidade mental e trocar informações, além de conhecê-la mais
11. Estaria pronto para usar o sinalizador, caso surja a chance. De preferência, usaria-o de noite. Mesmo que uma embarcação passe ao longe, de dia, não usaria, pois não seria visível, salvo a distância seja razoável
12. Tentaria capturar algumas algas com a mão
13. Prenderia o resto da corda ou faria uma corda de roupas e prenderia em um dos baldes, tentando usá-lo para capturar alguma coisa que estivesse próximo à superfície, sejam peixes pequenos, sejam algas, sejam outros pequenos animais marinhos
14. Tentaria atrair alguma ave com pedaços pequenos de comida, a fim de capturá-la.
15. Caso conseguisse carne, tentaria salgá-la, mas não comeria crua, salvo em última instância
16. Percebendo sinais de monstros marinhos - ou algo que me fizesse pensar que seriam eles, como deformidades na água ou alguma movimentação estranha - pararia de remar por tempo indeterminado, até sentir que seria seguro continuar
17. Alimentaria o Den Den Mushi para ele não morrer (?)
18. Me alongaria diariamente para não perder a forma, aconselhando a Amanda fazer o mesmo
19. Adotar as recomendações científicas de Amanda, não sendo babaca
20. Usar os baldes para fazer barulho caso uma embarcação passe próxima
21. Impedir qualquer coisa insensata que Amanda tente fazer


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Ganhos: 1x missão (?); 1x corda; sinalizador; comida (seis dias - não fracionada); conjuntos de uniformes da marinha; materiais de cozinha.
Perdas:

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Objetivos







Spoiler:
 



Off escreveu:
Ao término disso - se terminar - vou ficar com a perícia sobrevivência mesmo!






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MensagemAssunto: Re: III - Diante da Lei   III - Diante da Lei - Página 4 EmptyQui 25 Abr 2019, 22:24

A situação era no mínimo desesperadora, perdidos no meio do Calm Bet bem quando parecia que a vida de verdade começaria com grande força e emoção na Grand Line, agora estava condenada a miséria. Além disso uma série de decisões certas e erradas foram tomadas em busca da sobrevivência.

A soldado, mesmo estando abaixo da patente, por exemplo, se recusou a remar e claro que Karyo percebeu mais tarde que isso foi tolice, pois além de por a própria embarcação em risco desnecessário causou muita fatiga e fome, a perda de energia era enorme e com o pouco alimento que tinham e buscando racionar as forças acabaram. Além disso eles antes estavam numa rota usada pela Marinha, agora em que lugar estavam era um verdadeiro mistério. Mesmo se alguém atendesse o den den mushi que direção indicaria? Nenhum dos dois eram navegadores e isso era complicado demais.

Outra problemática bem resolvida foi o Sol, com um abrigo improvisado usando caixas e roupas ambos ganharam uma sobrevida, agora com uma sombra poderiam evitar queimaduras e desidratação rápida causada pelo sol. Alias, usando o mesmo princípio Amanda usava um balde cheio de água do mar para beber. Ela o encheu de água e colocava uma camisa branca da marinha sobre ele, então com o calor a água do balde ia evaporando e se fixando na camisa, não era muito que conseguia de cada vez mas era o suficiente para dar uma sobrevida.

Embora os dois sobreviventes não soubessem, um ser humanos consegue passar por 3 minutos sem oxigênio, três dias sem água e 3 semanas sem comida. Depois disso as consequências seriam muito graves. Foi apenas no quinto dia que o casal foi presenteado com uma chuva, Amanda aproveitou e ficando apenas de calcinha e sutiã se limpava e bebia água diretamente da chuva. Juntos espalharam os potes e baldes para colher o máximo de água possível depois desta chuva não viram mais nenhuma gota de água.

Depois de dez dias, com as rações no fim, o sargento conseguiu matar um albatroz com sua foice. Logo então a médica teve a ideia de usar um dos baldes que já não tinha água e colocando pedaços da caixa quebrada para fazer um tipo de churrasqueira e fritar a carne. Então no processo de limpar e fazer a carne salgando um pouco ela no sal que juntaram da evaporização da água, conseguiram suprimentos para mais alguns dias. Karyo, que estava bem mais exausto por causa das remadas acabou comendo um pouco mais do que deveria e passou mal.

Ninguém sabe se era a carne, o cansaço ou o que foi, mas o corpo do sargento havia entregado os pontos e seus olhos fecharam em uma grande escuridão. Uma forte febre atingiu o sargento que sem medicamentos para se tratar ficava aos cuidados de médica, mas em uma situação rudimentar.

A conta de dias se perderam, quando o sargento abriu os olhos ele estava em um quarto bem confortável, ao seu lado um rosto conhecido que ele achou que não veria mais, era Gunter, seu amigo que minutos antes da tragédia havia sumido da vista .

Bem vindo ao mundo dos vivos! - Disse o soldado abraçando o amigo. - Achei que você tinha morrido, mas ver você novamente foi demais. - Então ele foi para a janela e abriu a cortina, uma ilha estava a vista. - Chegamos ao nosso destino. The Wonderful Land!

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MensagemAssunto: Re: III - Diante da Lei   III - Diante da Lei - Página 4 EmptyTer 06 Ago 2019, 18:46


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Primeiros dias]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não havia muito o que falar sobre a situação. Era uma tragédia anunciada e sem fim. Tudo o que podia fazer era dar o meu melhor e lutar por nossa sobrevivência. Sabia que um erro podia custar caro, mas igualmente seria se permanecesse inepto. Aprendi, no entanto - e da pior maneira - que às vezes era essencial usar a cabeça, ao invés dos braços. Amanda e Gunter, ambos se assemelhavam quando essa era a questão.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A minha primeira decisão errada se deu com os remos. A princípio, enganei-me em pensar que a recusa em remar se dava por alguma picuinha ou desmotivação, o que me fez por ainda mais esforço no que estava fazendo. Todavia, não era bem assim. No final das contas, Amanda preservava outros pensamentos, os quais, ao meu ver, agora enxergo que seriam muito mais benéficos — Não se intimide em falar, soldada... temos que agir em conjunto caso desejemos sobreviver a isso - larguei os remos ao perceber o quão os meus esforços eram exaustivos e - pior - inúteis.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ainda assim, mesmo não sendo tão inteligente quanto Gunter ou Amanda, haviam coisas que eu podia fazer. E assim acertei em algumas decisões, sem as quais estaríamos, provavelmente, mortos. E nessa linha seguiu Amanda. Ambos contribuímos com o que podíamos para aumentar a nossa chance de sobrevivência. Parecíamos ter aprendido a lição após o primeiro erro. Pelo menos, era o que esperava; e com o que podia contar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Quinto dia]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]No quinto dia choveu. Naquele momento fiz uma oração interna, agradecendo aos céus por nos dar mais uma chance. Aquilo fazia toda a diferença. O nosso suprimento de água era bastante limitado, se restringindo a uma bugigangas confeccionadas pela marinheira. A priori, não entendia muito bem como aquilo funcionava. Observando atentamente e conversando com Amanda foi que pude tirar algumas preciosas lições de sobrevivência — Então é assim... queria que pudêssemos fazer mais. Não há mais nenhum truque desses que você conheça? - indagava. Conversar era algo raro, mas era importante manter o contato. A nossa sanidade mental em muito dependia um do outro, além de, é claro, garantir que estaríamos na mesma página.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Como um homem íntegro, não me cabe lembrar quando a minha subalterna começou a se despir na minha frente. Entretanto, menciono que fiquei brevemente embaraçado...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Décimo dia]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A comida já estava acabando. Havíamos conseguido um razoável suprimento de água, além de possuirmos métodos garantidos para obtê-la. Todavia, a história era um pouco diferente com a comida... Começava a me arrepender amargamente pela decisão de ter posto as mãos nos remos. Me torturava pensar que o mínimo de energia que poupasse poderia fazer a diferença entre ser encontrado vivo ou morto. Diante disso, o melhor que podia fazer era não me manter parado, por mais que contrariasse à política de economizar as energias. A água havia caído do céu, mas estava certo de que o mesmo não aconteceria com nossos alimentos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Declarei para Amandar que não pretendia ficar parado esperando a morte. Mas não foi como se houvesse algo a ser feito naquele momento. No entanto, me mantive atento. E assim fui recompensado. Era como o meu velho dizia: "As oportunidades surgem apenas para aqueles que estão preparados... do contrário, são apenas imagens que passam na frente dos seus olhos". Com um corte nada certeiro, ainda consegui abater um albatroz desatento - esse não esperava que a minha foice o alcançasse a alguns metros do barco. Só com isso percebi o quanto aquela situação havia deteriorado as minhas capacidades físicas. Dessa forma até mesmo um recruta conseguiria me dar problemas. Teria sido um alvo fácil para os irmãos Feurbach. Esse não esperava que a minha foice o alcançasse a alguns metros do barco.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Meu estômago roncava e constantemente se embrulhava. Pouco conseguia esperar a carne estar comestível. Se havia um método de tortura eficiente, sabia que seria por um esfomeado de frente com um albatroz fritado. Não esperei Amanda completar o anúncio de que a carne estava pronta. Peguei a minha porção e devorei de forma voraz. Se a minha Elena visse isso, não tinha dúvidas de que seria chutado para fora da mesa. Mesmo sabendo disso, repeti o feito, de novo e de novo. Até perceber o quão estúpido era o que estava fazendo - e já era tarde demais para fazer alguma coisa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sentia um cansaço profundo bater em meu corpo. Assemelhava-se a sensação da sesta, mas com uma sutil diferença. De toda forma, não fui capaz de resistir. Meus olhos fecharam vagarosamente. Pude ver Amanda, do outro lado do barco. Ela parecia bem. O sol já havia caído, mas estava quente. O mar estava calmo, mas sentia um turbilhão crescer ao meu redor. Estava tudo tão estranho...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Incontáveis dias depois]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Senti uma mão em meu ombro. Não sei em que momento. Ou de quem era a mão. Era uma mão suave. Familiar. Parecia ser fruto do meu sonho. Não sabia dizer. Mas foi a última sensação da qual me recordava. Meus olhos se entreabriam, recebendo com timidez a luminosidade que pensava ser do sol. Estendi a mão vagamente, pronunciando com a voz fraca — Amanda? - tateei ao redor, sem sentir a embarcação — Amanda?! - senti alguém ao meu lado, a quem segurei pela cintura. A minha visão se ajustou, e logo percebi que não era a marinheira. Ergui um pouco a cabeça, sendo recebido com uma sonora voz que conhecia tão bem.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Gunter! - falei. Parecia um cumprimento normal. Só então lembrei, em um momento de clareza solar, de diversas cenas que haviam ocorrido nos dias passados — GUNTER! - o abracei, perdendo a compostura — Você está vivo! - estava entusiasmado demais para perceber rapidamente que ele havia mencionado que achava que, na verdade, eu estava morto — Morto? - questionei, ainda sem muita ciência das minha situação. Parei por alguns instantes, me esforçando para lembrar — É mesmo... esses últimos dias estive no mar aberto, no Calm Bealt, com uma soldado chamada Amanda... Você sabe onde ela está? Está viva? Bem? Quanto tempo se passou? Como você sobreviveu? - muitos perguntas eram enxurradas para fora da minha cabeça naquele momento de elucidação.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tomei mais alguns segundos para respirar e processar a situação — Então essa é a The Wonderful Land... Não parece muito diferente de Lvneel - comentei, ciente de que uma enfermaria era uma enfermaria — Então, vamos, me mostre um pouco do lugar. Agora que acordei devo me apresentar o quanto antes para o Capitão Beethoven. O homem deve estar chocado com a tragédia e ansioso para cumprir com os resultados esperados  - me levantei, arrumando a cama em que me encontrava; os velhos hábitos nunca se perdiam — Prefiro fugir daqui antes que as enfermeiras notem... não quero passar nem mais um dia parado - dei uma breve pausa, ainda sentindo algumas dores aqui e ali — É bom te encontrar desse lado - me referia ao mundo dos vivos.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Destarte, primeiramente procuraria pelos meus pertences. Em seguida, me trajaria com os uniformes adequados e cuidaria de estar apresentável com uma ótima ducha. Me dirigiria direto para onde estava o Capitão Beethoven, o homem que havia me requisitado. Estava pronto para receber a minha missão. O passado podia ficar para trás. Me restava seguir sempre em frente, rumo ao almejado topo. Essa era a minha vontade. Esse era o destino a ser forjado pelas mãos de aço de um ferreiro.


Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 20
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia.
Ofício: N/A
EdC: Ceifador

Ganhos: 1x missão
Perdas:

NPC's: Willian Feurbach; Ulrich Feurbach; Marcus Feurbach; Thomas Feurbach; Adam Feurbach; Sargento Cory; Capitão Beethoven; Tenente Latrice; Tenente Rods; Agente Cristopher; Amanda Rech.
Extras: Tornozelo esquerdo avariado; Nova localização: The Wonderful Island; Log Pose (1/30)











Objetivos







Spoiler:
 



Off escreveu:
Acho que dei uma viajada achando que ainda dava pra pegar perícia, mas tenho 5 já o.O






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