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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 #2 Punição Derradeira

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: #2 Punição Derradeira   #2 Punição Derradeira - Página 2 EmptyQui 30 Ago 2018, 19:27

Relembrando a primeira mensagem :

#2 Punição Derradeira

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Hisoka Kurayami. A qual não possui narrador definido.


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Hisoka
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MensagemAssunto: Re: #2 Punição Derradeira   #2 Punição Derradeira - Página 2 EmptyQui 13 Set 2018, 02:56



Punição Derradeira

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#Post 5


Sem muita surpresa, os inimigos não revelaram nenhuma informação sobre eles, seja seus objetivos ali ou quem são. Por ter ficado desacordado por todo este tempo, Hisoka acabou sendo afetado por uma desorientação inconveniente, situação que o deixou perdido a cerca do tempo decorrido desde seu desmaio. Desta forma, é muita prepotência deixar o destino do navio sob a mão do acaso, no qual os demais revolucionários lhe dessem reforços. No mais, ele possui pouca ciência a cerca da meta dos invasores, circunstância que acarreta no levantamento de hipóteses de prováveis escopos por parte do arqueólogo. Na melhor das hipóteses, estão atrás dos instrumentos musicais da banda ou dinheiro propriamente dito, o que tornaria a usurpação um mero assalto. No entanto, há a possibilidade da informação da posse da essência de bronze por parte dos revolucionários ter vazado e eles estejam atrás do artefato. Neste pior cenário possível, Hisoka certamente terá de intervir de alguma forma.

Durante o ensejo de elucubração, Hisoka moveria as íris pelo ambiente, notando que estava próximo de seu quarto, tendo como referência o cômodo de Fennik, mas não conseguiria chegar lá facilmente sem antes ao menos derrotar uns dos inimigos. Atento, também perceberia que os músicos possuíam cintos, porém provavelmente não seria capaz de pegar um sem ser visto. No mais, o professor atinaria que o mascarado mais galgaz, ao contrário do rotundo, movia-se a todo instante, abrindo portas em curiosidade. De glabela tensionada ao usufruir de sua lógica, Kurayami lobrigaria uma chance de escape, cujo alicerce seria o diletantismo do mascarado cabeludo. Enquanto isto, sentiria a apropinquação de Milla, a qual carregava um semblante extremamente sorumbático e denotando preocupação. A suave pressão de sua cabeça em seu ombro era tranquilizante, mas concomitantemente contristante, pois vê-la nesta situação atarraxava-lhe o coração.

– Claro que não. Eu estou aqui, não se preocupe. – Com sua mão esquerda, aproximaria a cabeça da jovem em sua espádua paulatinamente, afagando-lhe as madeixas negras com o auxílio dos dedos com ternura na tentativa de acalmá-la. O olhar estaria cabreiro, dividindo a atenção entre Milla e o mascarado cabeludo, a espreita que ele abra a porta do quarto mais próximo.

É a primeira vez que Hisoka se encontra numa situação como esta, em que a responsabilidade de outrem está sob suas mãos. Qualquer passo em falso e não somente sua vida pode ser ceifada, como também a de inocentes, como a da meiga Milla. Não sabe ao certo o motivo, mas a menina cativou o arqueólogo muito facilmente, pois a conhece tão pouco, porém há tempo suficiente para gerar um sentimento de necessidade de protegê-la. Contudo, ver ao seu redor e notar tantas vidas em sua incumbência resultou numa ponderação paralela, afinal, basta que Hisoka mude o ângulo pelo qual está os observando e as cartas sobre a mesa podem mudar o ritmo do jogo. Afinal, se o arqueólogo parar de vê-los apenas como civis a serem amparados, mas como aliados, um motim pode ser desenvolvido. Para evitar tragédias, basta que ele finalize o homem detentor das armas e que, no fim, junte-se a todos para derrotar o grandalhão, pois ele pode ser grande, no entanto é somente um. Contudo, para motivá-los, é preciso que ele adote uma postura de liderança e os guie pelo caminho do triunfo, como um verdadeiro revolucionário, comandando-os não somente com palavras, mas também com ações. Assim, seu primeiro gesto seria eliminar o mascarado esbelto.

Com os olhos sempre atentos, Hisoka esperaria o momento certo, que seria no átimo em que o oponente fosse abrir a porta do quarto mais próximo possível. Tendo em vista que ele utiliza uma das mãos para girar a maçaneta, um ataque surpresa teria ainda mais chances de ser bem efetuado. Para isto, o arqueólogo buscaria impulsionar seu corpo com o pé sadio na tentativa de obter a maior celeridade possível, usufruindo de sua vantagem aceleração e alta esquiva para se aproximar do oponente subitamente, notoriamente evitando machucar Milla na investida. Próximo do mascarado cabeludo, imediatamente almejaria um soco destro em seu estômago para fazê-lo perder o fôlego, contiguamente rolando no chão em direção de suas costas, adotando da acrobacia, pretendendo segurar o seu único braço livre e flexioná-lo para trás ao limite para luxar seu ombro. Por conseguinte, mais uma vez aplicando sua perícia acrobacia, levaria o corpo ao chão para aplicar uma rasteira no invasor, mantendo-se ereto logo depois. Por fim, buscaria roubar-lhe a pistola com a mão direita e, a queima-roupa, disparar contra seu crânio após engatilhar a arma, evitando assim um provável erro de acerto pela inabilidade com a arma.

Caso o inimigo tentasse interceptá-lo logo durante o avanço, Hisoka abusaria do fato de estar num corredor, lançando o corpo contra a parede para que, num gesto acrobático, almejasse uma rápida evasiva. Com a sola do pé no muro, propeliria o próprio corpo, fomentando o dano de uma joelhada nas costelas do oponente. Assim, revitalizaria a estratégia anterior após tirar-lhe o fôlego, tentando luxar seu ombro para inutilizar o único braço livre e matá-lo com a própria arma rapidamente. Para maximizar seus movimentos, Hisoka sempre efetuaria as respirações nos átimos corretos, já desfrutando da perda do enjoo que não mais o incomoda.

Se o adversário fosse capaz de defender o seu primeiro ataque, responsável por tirar-lhe o fôlego, e/ou Hisoka não esquivasse de sua primeira investida, ele partiria de imediato para uma rasteira aplicada com o seu calcanhar, levando o corpo ao solo rapidamente com o auxílio de sua acrobacia para surpreender o inimigo. Se ele pulasse, elevaria a perna oposta para pegá-lo em pleno ar, o que também o desequilibraria. Com o oponente caído, retomaria a estratégia que envolve a luxação de seu ombro para roubar-lhe a arma e disparar contra sua cabeça na tentativa de efetivamente matá-lo.

Se, por ventura, seu plano fosse efetuado corretamente, ele teria um dos adversários mortos no chão. Em fleuma, Hisoka limparia as gotículas de sangue na roupa da própria vitima, esfregando sua mão e a arma no tecido. O típico semblante atônito, contudo, seria modificado após inflar os pulmões com o ar atmosférico e erguer seu corpo em estado ereto. De olhos bem abertos, peito estufado e braço esquerdo estirado, Kurayami disseminaria o olhar dentre os civis reféns e brandaria valentemente, retendo uma eloquência forte e viril, sem demonstrar fraqueza, medo ou hesitação:

– Vamos derrotar este outro adversário juntos! Iremos recuperar este navio e fazer os invasores pagarem pelos males que nos causaram! – Cerraria o punho e franziria o cenho em direção do grandalhão, esboçando confiança na feição serena. – Milla, tente achar os demais e os avise sobre o que está acontecendo no navio! – Pediu à enfermeira e, imaginando que estaria colocando muita carga de responsabilidade em suas costas, mostraria um sorriso crédulo e a acicataria: – Você consegue, eu sei disto! – Acenaria com a cabeça, esperando que cumprisse o pedido. Assim que passasse ao seu lado, lhe entregaria a arma roubada. – Para se defender. Vai! – Enalteceria o breve sorriso entusiasmante.

Retornando o foco para o mastodôntico impedindo a passagem para a outra área do corredor, Hisoka buscaria o primeiro ataque para que pudesse ganhar a confiança dos civis e os estimulasse a se juntarem ao combate. Assim, o professor novamente avançaria em alta velocidade, atribuição cedida pela sua aceleração, mas atento à postura do inimigo. Seu objetivo seria esquivar de um golpe adversário, se necessário com sua acrobacia, para retribuir num forte contra-ataque. Independentemente da acometida do oponente ser com as mãos ou pés, Hisoka usaria de seu tamanho contra ele mesmo ao girar no solo na diagonal, mas em direção contrária ao ataque, buscando aproximação suficiente para um soco ascendente em seus testículos. Para evitar que fosse agarrado ou atingido, mais uma vez usaria da arquitetura estreita do corredor ao seu favor, saltando entre as paredes para se manter seguro a partir das habilidades acrobáticas.

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– Vamos!! – Falaria aos demais para que o acompanhassem. – Me diga, o que querem aqui? – Indagaria caso estivessem dominando o adversário. Se ele relutasse, seria um pouco mais intimidador. – Vamos lá, não quer ter o mesmo destino do companheiro, correto? – O pressionaria utilizando como exemplo o primeiro inimigo morto. A articulação seria feita com a tensão desarmônica do bucinador, enaltecendo certo desprezo para com a resiliência inimiga.

Técnica Utilizada:
 

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MensagemAssunto: Re: #2 Punição Derradeira   #2 Punição Derradeira - Página 2 EmptyQui 13 Set 2018, 15:09

Falsificado


Disposto a encontrar uma maneira de contornar essa complicada situação, Hisoka passou os minutos seguintes analisando a situação e tirando proveito do seu temperamento calmo para achar uma possibilidade válida para revidar. Desarmado e trajando uma vestimenta não muito confortável, o arqueólogo até poderia cogitar usar os cintos dos músicos que estavam ao seu lado, mas era quase impossível ele conseguir pegar o acessório sem ser notado pelos mascarados. Talvez sua maior motivação naquele momento para querer escapar era ver o estado emocional de Milla, que chorava por estar bastante assustada com tudo que estava acontecendo, e tudo que o professor poderia fazer para acalmá-la naquele momento eram palavras que passassem confiança.

Acreditando que talvez pudesse usar os tripulantes do navio como auxílio no combate, Kurayami pensou em uma maneira que poderia tirar o cabeludo da jogada. Observando-o já há alguns minutos, o arqueólogo notou que poderia partir para cima dele no instante em que ele abrisse a porta de algum dos quartos pelo corredor, isso que ele já vinha fazendo há algum tempo, talvez por estar ali entediado. Dito e feito, no instante que percebeu que o seu alvo estava perto o bastante e também distraído vislumbrando o cômodo que abriu a porta, Hisoka avançou fazendo bom proveito da sua velocidade para encurtar a distância e atacar o Siberiano com um soco direto no estômago.

Assim que foi atingido, o mascarado engasgou por consequência da região sensível em que sofreu o dano, levando-o até mesmo a ter uma breve falta de ar. Percebendo que um dos reféns havia atacado, Maine Coon se apressou para ir ajudar o companheiro, mas acabou sendo interceptado pelos músicos que se jogaram em cima do corpo dele para debilitar sua movimentação. Com pouco tempo para agir, Hisoka continuou sua ofensiva combinada com movimentos acrobáticos para tentar torcer o braço do homem cabeludo, mas acabou falhando nessa ação devido ao contra-ataque do mascarado que o empurrou para trás usando seu outro braço. Tendo mais facilidade que o adversário para se recuperar do dano sofrido, Hisoka conseguiu rapidamente rolar no chão e aplicar uma rasteira contra o cara da máscara de gato siberiano, que acabou sendo pego por ela e levado ao chão, onde o professor rapidamente tratou de lhe tirar a arma da mão e usá-la contra o próprio, atirando nele à queima-roupa direto na cabeça.

Após o estampido provocado pelo disparo, Hisoka não teve tempo de fazer outra coisa e precisou se virar rápido na direção de Maine Coon, pois ele havia jogado os músicos que o atrapalhava contra a parede e em seguida já se preparou para avançar na direção do professor, entretanto acabou que o grandão não o fez, permanecendo ali parado encarando o arqueólogo. Aproveitando a oportunidade, Kurayami fez um breve discurso para os civis que o acompanhavam nessa batalha e passou as instruções para Milla, pedindo que ela corresse para fora do navio e fosse chamar os outros.

- E se eles me acharem no corredor? - Gaguejou ela segurando a arma com as mãos trêmulas.

Travada e incapaz de sair dali, Milla permaneceria parada, enquanto Hisoka não veria outra alternativa a não ser dar continuidade a sua ofensiva, partindo para cima do mascarado restante para tentar atacá-lo com uma movimentação que resultaria em um golpe visando acertá-lo diretamente nos testículos. Contudo, Maine Coon sequer reagiu a essa movimentação, sendo inclusive atingido nas partes baixas como se não fosse nada demais, o que no fim era um grande balde de água fria para o professor, que ao falhar no ataque se tornava vulnerável para o chute que recebia na sequência e o fazia sair capotando pelo corredor. Apesar de ter sido atingido, Hisoka não se viu incapaz de levantar, sequer teve problemas para o fazer em seguida, apesar de ser no mínimo surpreendente o fato de que o seu golpe não causou dano algum ao grandão mascarado.

- Professor, cuidado! - Gritou Milla em um instante, mas infelizmente era tarde demais.

O inimigo que achou que havia derrotado momentos antes havia surgido pelas suas costas e lhe desferido um corte com seu sabre. A dor do ferimento que se abriu em seu corpo rapidamente fez seus joelhos fraquejarem e sua mente girar completamente confusa com o que estava acontecendo. Tudo que fez havia sido em vão, tudo que fez havia falhado de maneira ridícula... Seu chicote fazia tanta diferença assim? Como o cabeludo não estava morto? Ele tinha certeza de que havia apertado aquele gatilho.

- A arma é falsa, idiota! - Exclamou Siberiano dando a resposta para os pensamentos de Hisoka. - QUERO TODO MUNDO NO CHÃO, PORRA! - Gritou enfurecido na sequência para que todos os tripulantes ao seu redor voltassem a se submeter a rendição.

- Siberiano, o que está acontecendo aqui? - Perguntou a voz de Siamês, que havia retornado para o cenário junto de Persa e Angorá, que havia recobrado a consciência.

- Esse desgraçado tentou me matar. - Respondeu o cabeludo aplicando um chute na barriga de Hisoka.

- Ok, mas deixe-o em paz… Ele não nos interessa. - Ordenou o homem mascarado se aproximando dos demais do seu bando. - Vamos embora daqui.

- Você conseguiu a chave? - Perguntou o espadachim guardando a lâmina de volta na sua cintura.

- Sim… - Respondeu de forma curta e direta enquanto continuava avançando pelo corredor em direção ao convés onde deixaria a embarcação. - E em breve o Reino de Ilusia saberá o que é uma verdadeira revolução.

Depois que o líder do grupo havia desaparecido pelo corredor, o restante dos mascarados, um por um, iam fazendo mesmo, exceto por Siberiano, que havia ficado para trás, olhando para o professor ferido não muito distante de onde ele estava.

- Lembre-se que eu poderia ter te matado, maldito. - Comentou em suas últimas palavras para o arqueólogo antes de fazer o mesmo caminho que os seus companheiros.

- Professor! - Chamou Milla assim que achou seguro poder ir até Hisoka para olhar o seu ferimento. - Não foi muito fundo, graças a Deus! - Disse aliviada depois de uma breve análise do machucado, que de fato, se Siberiano realmente tivesse a intenção de matá-lo, poderia ter feito sem dificuldades… Teria sido apenas a intenção dele em obedecer as ordens do outro mascarado em não fazer vítimas, ou de fato não fazia parte do objetivo dele matá-lo desde o começo?

Enfim, o professor seria auxiliado por Milla e um dos músicos para voltar a enfermaria onde receberia um tratamento básico para seu corte nas costas, contudo, o ferimento causado no seu orgulho por ter sido derrotado dessa maneira, bem, nesse não havia como fazer um curativo.


HISTÓRICO:
 

FERIMENTOS:
 

CONSIDERAÇÕES:
 

NPC's da aventura atual:
 

NPC's da antiga aventura:
 


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MensagemAssunto: Re: #2 Punição Derradeira   #2 Punição Derradeira - Página 2 EmptyQui 13 Set 2018, 20:52



Punição Derradeira

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#Post 6


Seguindo sua estratagema, Hisoka realizou uma investida abusando de sua altíssima celeridade, aproveitando um momento de devaneio do adversário para acertá-lo com um forte soco na região de seu estômago. O professor sentiu seu punho engolfando o peritônio inimigo, certificando a potência da lesão com o próprio tato, tratando de manter a progressão da acometida em seguida. Por cima da ombro, vislumbrou os demais civis estorvando o mastodôntico, abrindo espaço para que Kurayami focasse num só invasor por vez. Desta forma, o arqueólogo continuou sua opugnação ao desferir uma rápida rasteira no combatente, dominando-o completamente ao derruí-lo no chão. Seus olhos atentos fitaram sua arma antes de ser roubada e apontada para o seu crânio. Depois de encalcar o gatilho com um semblante álgido, ergueu a cabeça para focar as íris no galalão.

Tendo em vista seu grandioso porte físico, o invasor corpulento não apresentou dificuldades em derrotar os meros civis, principalmente pela falta de experiência em combate por parte dos músicos. Observando o avanço do adversário em sua direção, Hisoka não hesitou em revidar a investida, atingindo o homem diretamente em seus testículos. Para sua surpresa, no entanto, ele não demonstrou nenhuma dor, desforrando o golpe com um chute direto contra o tórax do historiador, jogando-o para trás. Kurayami viu sua visão girar sucessivamente devido os vários giros pelo pavimento do corredor, levantando-se assim que obtivesse equilíbrio suficiente, já tratando de assumir sua postura de combate para retornar ao duelo. Todavia, ele não esperava por um ataque vulpino em suas costas, no qual nem mesmo o prévio aviso de Milla foi capaz de salvá-lo. Seus dentes cerraram e os olhos fecharam ao sentir o metal gélido em contato com sua derme, o qual concebeu uma longa fissura na região acompanhada de uma nefanda algia. Como resultado, suas pernas bambearam e seu corpo cedeu, bordejando por alguns poucos centímetros antes de gerar um baque surdo em decorrência do impacto do joelho esquerdo contra o solo.

– Argh... – Arquejaria, levando o cotovelo esquerdo sobre a rótula oposta em apoio. Em trêmulos, giraria o pescoço para soslaiar sobre o ombro o autor do golpe, engolindo em seco ao notar que era o homem que pensava estar morto. – D-Droga... – Arfaria novamente para recuperar o fôlego. – N-Na próxima... venha de f-frente... – Em meio a suspiros, cerraria os olhos e retrucaria a fala de Siberiano, demonstrando coragem e calma mesmo diante do terrível cenário.

Após todos os invasores deixarem o recinto, Hisoka relaxaria os músculos até então tensionados, pois ainda estava de prontidão para defender Milla e os demais, mesmo com o forte ferimento. Iria desferir um golpe súbito com a mão esquerda cerrada contra o assoalho em extravasamento, pois ainda não havia compreendido como foi enganado daquela forma. Como pôde imaginar que o adversário estava morto sem uma única gota de sangue ou orifício de bala em sua face? Aparentemente sua visão não anda tão afiada, tampouco sua lógica. No mais, permitiria que Milla alçasse sua camisa e diagnosticasse o ferimento, aliviando o ar nos pulmões ao saber que havia sido um talho superficial. Ainda assim, seus instintos natos não o impediriam de suar frio e dispor de uma taxa respiratória acelerada.

– V-Vocês foram bem... F-Felizmente ninguém saiu ferido... – Enalteceria o trabalho dos músicos e de Milla, alternando o olhar entre os presentes com o sulco nasolabial retesado e maxilar folgado em decorrência da fadiga. – N-Não se preocupem, ficarei bem... – Tentaria erguer o corpo com o auxílio dos ajudantes, distribuindo o peso de seu corpo ao apoiar os braços ao redor de suas nucas para que pudesse caminhar em direção da enfermaria.

Ironicamente, após ter se recuperado dos efeitos do veneno em seu pé, Hisoka teve de retornar à ala médica para tratar de outro imbróglio. Aparentemente já estava virando rotina ir a este ambiente ao menos uma vez por dia depois que se tornou revolucionário. Apesar dos infortúnios, é inegável que Kurayami carrega um semblante mais ameno, pois está despreocupado depois das adversidades que tanto o importunaram. Contudo, ainda há algumas incógnitas que o incomodam, afinal, depois do cenário final, Hisoka notou que a invasão não se tratava de um assalto convencional, pois eles saíram do navio com uma chave misteriosa. Ademais, citaram uma certa "revolução" em Ilusia Kingdom, outra informação que o professor não detém ciência. Curioso, esperaria encontrar algumas respostas com Milla, caso ela estivesse próxima. Se não, esperaria até que retornasse para iniciar o diálogo:

– Como você está? – Alçaria as sobrancelhas, enaltecendo a preocupação em saber seu estado. Saber que Milla havia saído ilesa trazia certo entusiasmo, mesmo que não o expressasse. – Me desculpe, não consegui impedi-los. Provavelmente a Major ficará enfurecida, mas eu acatarei a culpa, não se preocupe. – Franziria os lábios em dissentimento, levando os olhos ao canto da órbita concomitantemente. Hisoka sentia-se culpado, apesar de tudo, pois mais uma vez sua fraqueza foi um azucrinante contratempo, tal como foi em Toroa Island contra Vick. Já estava cansado de precisar ser resgatado pelos companheiros para que o desfecho seja o ideal. – Pelos menos nada de mal aconteceu com você e os demais. – Suspiraria, como se buscasse algum lado proveitoso em meio à mixórdia. – Bem... Você sabe algo sobre o que eles estavam procurando? Aquela chave que roubaram, o que era? O que ela abre? – Franziria a glabela e inclinaria o pescoço, expondo uma feição curiosa.

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MensagemAssunto: Re: #2 Punição Derradeira   #2 Punição Derradeira - Página 2 EmptySex 14 Set 2018, 10:52

O nome por trás da máscara


- Obrigado! Obrigado! - Agradeceram os tripulantes ao professor logo depois que a trupe mascarada deixou o navio.

Assim que foi levado para a enfermaria do Paradise Star, Hisoka teve o seu ferimento tratado por Milla, que primeiro limpou a ferida com algumas gazes banhadas no álcool, o que de início trouxe um ardor agudo para o professor. Depois da limpeza, a enfermeira sequer precisou suturar o corte nas costas do arqueólogo, visto que não foi uma incisão feita pelo sabre não foi das mais profundas. Após passar uma pomada e colocar o curativo adequado, Milla cessou o sangramento nas costas de Hisoka, deixando-o livre novamente para sair do cômodo hospitalar... Quem sabe para vestir umas vestes normais.

- Estou bem, ainda um pouco nervosa por causa da adrenalina, mas estou bem. - Respondeu ela quando foi perguntada. - Acima de tudo, o mais importante é que a sua ferida não foi grande, não é? Irei cuidar para que ela não infeccione, então pode relaxar quanto a isso. Com a pomada anestésica que passei, sequer se lembrará desse ferimento daqui a pouco. - Disse a enfermeira para que Kurayami continuasse a estender o diálogo até o ponto em que lhe fazia a pergunta sobre a tal chave roubada. - Eu-eu não sei… Mas não me parece ser algo bom, tenho medo do que eles possam querer fazer… O que você acha que é? Deveríamos avisar os outros?

As dúvidas deixadas pelo incidente eram muitas, mas ao menos uma coisa era bastante óbvia, chaves só servem para abrir alguma coisa, então Hisoka estava certo ao se perguntar o que ela poderia abrir. Baseando-se nas possibilidades, uma chave para ser roubada precisa dar abertura para algo grande, de bastante valor, e isso estando dentro de um navio revolucionário dificilmente seria tão simples quanto um amontoado de ouro. Quando a localização do item foi descoberta pela ladra Persa, ela veio ao encontro do restante do grupo para chamar pelo líder, Siamês, alegando que ele conseguiria abrir aquilo melhor do que ela… Aquilo o que? E mais, que sala era essa que eles haviam encontrado? Como um grupo de ladrões sabia que aquilo existia ali dentro afinal?

- Eles não são ladrões qualquer… São membros do Exército Revolucionário. - Disse um dos músicos de Jovi assim que entrou na ala hospitalar. Apesar da resposta dada, ela gerava ainda mais confusão, tanto é que Milla exclamava um som de surpresa. - Bem, pelo menos eles já foram oficialmente. Desculpe a intromissão, acho que não fomos apresentados ainda, me chamo Rick Sanvora, sou o guitarrista do Jovi. - Se apresentou o rapaz de cabelos negros que iam até os ombros. Ele estendeu a mão para um cumprimento. O professor se lembraria dele por estar presente no show lá no Rose Pub. - Não posso me chamar de um Revolucionário, mas já acompanho eles há um bom tempo… Inclusive na época em que Stevan ainda era um membro ativo. Sim, Stevan é o homem por trás da máscara de gato siamês. O resumo da história é que ele foi expulso da tripulação após apresentar ideias que não se adequavam aos ideias do grupo. Agora a chave que ele veio buscar, bem, isso provavelmente não faz parte do meu conhecimento como um mero músico... Sequer sabia que isso estava guardado aqui.

No geral a simples explicação de Rick já esclareceu bastante coisa a respeito dessa invasão ao Paradise Star, que na realidade nada mais foi que um retorno do tal Stevan ao seu antigo lar, por isso ele sabia com tanta certeza o que estava procurando e como consegui-la. Com isso era possível também que os demais gatos junto com ele fossem antigos membros revolucionários que apoiavam a sua causa, ou até novos aliados recrutados, mas para agora isso não faria muita diferença.

Como o restante de seus companheiros não estava presente para lhe responder suas dúvidas, talvez Hisoka devesse aproveitar para perguntar ao mais perto de um revolucionário que tinha no momento, quem sabe assim conseguisse pensar no que fazer a seguir… Apesar de que, não tardaria até que o professor decidisse que era hora de avisar aos demais sobre todo esse ocorrido.


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MensagemAssunto: Re: #2 Punição Derradeira   #2 Punição Derradeira - Página 2 EmptySab 15 Set 2018, 20:22



Punição Derradeira

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#Post 7


Na enfermaria, Milla iniciou os procedimentos terapêuticos para realizar um prévio tratamento do corte nas costas de Hisoka. Com mais calma, a garota ratificou que a cissura havia sido superficial, de forma que não seria necessária nenhuma sutura, apenas uma limpeza na região e isolamento com gazes e ataduras para evitar infecção. Deste modo, Milla começou com uma profilaxia envolvendo álcool convencional. Quando houvesse o contato da substância contra sua derme, Hisoka espremeria os olhos e franziria os lábios para relutar à dor, resistindo ao teor álgido e sensação adustiva que o composto orgânico concebe. Apesar dos músculos dorsais rígidos, faria o possível para que Milla não obtivesse dificuldade em sua tarefa, buscando respirar com suavidade e se mover minimamente.

– Obrigado, Milla... – Agradeceria com entonação alquebrada, expondo seu sentimento de culpa em relação ao acontecido.

Se necessário, Hisoka ergueria os braços para facilitar a cobertura da lesão com as ataduras, voltando a abaixá-los com cautela depois de Milla finalizar o tratamento. Por conseguinte, buscou sanar suas dúvidas, indagando à enfermeira para ter noção de seu conhecimento a cerca dos invasores. No entanto, ela realmente não tinha muita ciência do objetivo e paradeiro dos criminosos, mas para a sorte de ambos, um dos músicos entremeou no diálogo, mostrando que tinha bastante compreensão sobre os escopos dos facínoras. Para a surpresa do professor, eles fazem parte do Exército Revolucionário, erudição que, sem dúvidas, pegou Kurayami de guarda baixa, evidenciado pela ascensão palpebral e inclinação do pescoço para a frente, enaltecendo seu interesse em ter mais informação sobre os ladrões.

– Entendo... Isto explica a frase deles sobre "mostrar à Ilusia a verdadeira revolução". – Com a mão esquerda no queixo franzido, ponderaria ao relembrar dos dizeres de um dos invasores. – Stevan, hum... – Moveria a mão à nuca, afagando as madeixas da região a medida que fixaria o olhar no chão, refletindo a cerca do nome apresentado, apesar de não assimilá-lo à ninguém. – Tudo bem. Obrigado, Rick. Vou atrás dos demais para avisá-los sobre o acontecimento e também saber um pouco sobre esta tal chave. – Umedeceria os lábios ao retraí-los depois de agradecer o músico.

Após ter informações preliminares a cerca dos invasores, Hisoka detinha como objetivo imediato encontrar os outros Revolucionários, alertá-los sobre a usurpação e delinear os próximos passos. Para isto, apoiaria os metacarpos na cama da maca, impulsionando o corpo para o solo em seguida. Daria poucos passos até a saída da enfermaria, os quais seriam suficientes para notar que a dor em seu pé havia cessado completamente. Com a mão firmada no batente da porta, o professor encostaria o corpo na estrutura e fitaria Milla, perguntando-a:

– Pode me levar até os outros? – Se a sua resposta fosse negativa, Hisoka encresparia o beiço em reflexo de seu desânimo, tornando a indagar em seguida: – Tudo bem, então onde eles estão? Pode me dizer como chegar lá? – No entanto, se ela assentisse seu pedido, Hisoka içaria ligeiramente as sobrancelhas e sorriria brevemente em razão da ledice, articulando posteriormente: – Obrigado. Me espera na porta do meu quarto? Preciso mudar de roupa. – Percutiria com os dedos na estrutura de madeira, finalmente tapeando-a suavemente antes de ir ao seu quarto.

Por mais que estivesse com a mente relativamente fragilizada por ter sido incapaz de evitar o desastre da invasão, Hisoka sabia que ainda havia formas de contornar a situação, bastasse que agissem rapidamente para recuperar a chave. Para isto, o professor trocaria as suas vestes, pois a roupa hospitalar não é nada adaptada para combates. Assim, buscaria por sua vestimenta genérica: um conjunto de camisa comprida e calça pretos separados por um cinto convencional e seu cachecol branco sobre o pescoço. Por fim, não esqueceria de recolher o seu chicote pacificador, arma que provavelmente poderia mudar o cenário da luta contra os invasores, acoplando-o no cós da calça.

– Estou pronto, Milla. – Diria após abrir a porta de seu cômodo, encontrando a enfermeira onde havia combinado.

Acompanhado de Milla, ou somente com a informação do paradeiro de seus companheiros, Hisoka caminharia serenamente até o recinto. Atentaria ao ambiente ao seu redor, tendo em vista que estava num novo lugar, o qual seria bem diferente de Las Camp e Toroa Island. Um pouco tímido, sua mente encontrava-se límpida de pensamentos, idiossincrasia que o impedia de ter algum diálogo com Milla caso desfrutasse de sua presença. Por isto, talvez todo o caminho fosse preenchido por uma atmosfera tensa e improfícua, principalmente para a introvertida enfermeira, gerando um cenário que não era apreciado pelo professor, por mais que ele não fizesse nada para mudar a situação.

– Olá, estamos com um problema. – Diria assim que encontrasse o primeiro Revolucionário. Se ele não estivesse acompanhado de Helena, pediria com a glabela crispada, enaltecendo a seriedade no teor da conversa: – Onde está a Major? Pode me levar até ela? – Cara a cara com Izzy, não hesitaria em contar a verdade, pois o contexto poderia se tornar ainda pior caso escondesse alguma informação. – Fomos invadidos por uns indivíduos com máscaras de felídeos. Eles roubaram uma chave... Não sei o que ela abre, mas... – Engoliria em seco pouco antes de curvar a cabeça taciturnamente, realçando sua consciência culposa. – Não fui capaz de pará-los, perdão. – Rareando o tom de voz, se responsabilizou pelo ocorrido. – Um músico mencionou que um dos culpados atende pelo nome de Steven, um ex-revolucionário. – Voltaria a erguer a cabeça para fitar Izzy. – Me dê a permissão para recuperar a chave, por favor. – Solicitaria à Helena depois de ouvi-la.

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MensagemAssunto: Re: #2 Punição Derradeira   #2 Punição Derradeira - Página 2 EmptySeg 17 Set 2018, 13:43

Mostre o seu valor


Após o breve esclarecimento de Rick a respeito dos invasores comandados por Stevan, um ex-membro dessa célula revolucionária, Hisoka sentia-se na obrigação de avisar aos seus superiores o mais rápido possível, mas para isso ele precisava acima de tudo se preparar para partir e saber também para onde deveria seguir, sendo Milla aquela que ele confiava para lhe levar até o lugar onde o seu grupo estava escondido. Perguntando a enfermeira se seria possível levá-lo até lá, a jovem confirmou positivamente com a cabeça, aparentemente ainda muito nervosa, então o professor pediu para que ela esperasse até que terminasse de se arrumar. Vestiu de volta suas roupas básicas e, principalmente, pegou seu chicote, item que fizera tanta falta em seu último combate que agora até parecia ser como uma parte de seu corpo.

Assim como Hisoka que havia trocado as vestes antes de sair do Paradise Star, Milla também veio a mudar a vestimenta, deixando de lado o branco de enfermeira, para vestir um short escuro junto de uma blusinha com o rosto de uma raposa desenhada no centro, algo característico da marca de roupas Danko Fox. Fora isso ela também havia prendido os cabelos negros em um rabo de cavalo, tornando sua aparência menos chamativa, uma pessoa qualquer em meio a multidão do reino. Se a garota viesse a ser elogiada, ela ficaria envergonhada o suficiente para não conseguir sequer agradecer, apenas ruborizando nas bochechas e depois desviando o olhar.

Diferente de Blink, Milla não fazia uma tour detalhada dos comércios da cidade, na verdade ela permaneceria a boa parte do caminho em silêncio, exceto se Hisoka porventura viesse a lhe fazer alguma pergunta. Mesmo sem alguém para ser seu guia turístico, o professor conseguiria notar na maneira como o reino havia sido construído nessa ilha, onde no centro havia um grande número de rochedos e ao redor dele estavam as construções da cidade. A região do porto onde desceram era mais movimentada, provavelmente a área comercial da ilha, uma vez que haviam diversos tipos de comércio espalhados pela região e poucas, ou quase nenhuma, casa residêncial, o que também inclui o castelo real, que não há sequer sinal dele pelo local.

- É-é… É aqui. - Disse a enfermeira assim que parou em frente a uma loja chamada “Artigos de Decoração: Para todo o sempre”.

Assim que foram entrando na loja, o arqueólogo poderia se impressionar com a quantidade de objetos históricos que estavam a venda, óbvio que eram todos réplicas dos originais, mas a qualidade em que haviam sido feitos era tão boa que pouco importava se era verdadeiro ou não quando estivessem decorando uma residência. Eram vasos de todos os tamanhos, pinturas de diversas épocas e estilos, além de quadros e esculturas que poucas pessoas eram capazes de entender toda a história que há por trás de suas formas pouco peculiares. Quem sabe ali no meio o professor acabasse não encontrando algo que durante tanto tempo admirou, ou até mesmo lembrar de algo impressionante que outrora já havia estudado. Enfim, apesar da distração, aquele não era o momento para isso, então assim que lembrasse para que viera até ali, Hisoka caminharia em direção ao balconista que estava agora falando com Milla.

- Ohh Milla, é sempre bom vê-la de novo. Quem é esse que lhe acompanha? - Perguntou o velho barrigudo com poucos cabelos, porém os pelos grisalhos que faltavam em seu couro cabeludo podiam ser facilmente encontrados no seu grosso bigode. - Ah, então esse é o tal do Professor? Muito prazer, jovem, pode me chamar de Nill. - Cumprimentou ele estendendo a mão para ser apertada. - A Major espera por você lá em cima.

Logo depois de dizer, o velho Nill puxou uma parte do balcão para abrir a passagem para os dois seguirem a parte mais interna da loja, onde lá não havia muito mais do que um depósito básico, banheiro e etc, mas já havia sido dito que não era ali que eles deveriam ir, e sim para a parte de cima, então subiram pela escada giratória até chegar no andar superior da Para todo o sempre, que por sinal não era um espaço tão incrível quanto o de baixo. Alguns sofás, mesas, cadeiras e um quadro branco onde eram feitas anotações resumiam os móveis da locação, mas de qualquer forma não precisavam de muito mais do que isso para organizarem seus projetos. Izzy e Muralha eram os únicos revolucionários que estavam presentes, e assim que o professor e a enfermeira chegaram ao ambiente, a Major não demonstrou qualquer surpresa ao vê-los, na verdade ela parecia inclusive bastante aflita.

- Sim… Eu já sei. - Disse ela de maneira ríspida. - Me ligaram há pouco… - Explicou em seguida, mas isso não impedia Hisoka de continuar a dar as suas falas sobre o ocorrido. - Minha maior surpresa na verdade seria se você tivesse conseguido pará-los. Steven e seus homens estão em um nível superior ao seu, sem dúvida alguma. - Então, quando Hisoka veio a pedir permissão para recuperar o objeto roubado, Helena arqueou uma das sobrancelhas e levou os dedo indicador até a boca, mordendo-o de leve. - Todo o restante do nosso grupo e até os atuantes de Ilusia já estão ocupados em outras tarefas, não temos gente suficiente para esse trabalho… Terei que ir com vocês. - Anunciou trazendo surpresa para o soldado, além também de uma pequena dúvida, já que ela usou o plural na sua frase. Contudo, com seu olho dourado fitando a enfermeira ao seu lado, Hisoka logo entenderia o motivo.

- EHHHH?! - Exclamou Milla surpresa, então ao perceber o que a Major queria dizer ela rapidamente começou a balançar as mãos na frente do corpo enquanto seu rosto se avermelhava e o suor escorria pela face. - Não, eu não posso… Não…

- Você sempre quis ser uma revolucionária, não é? Então agora é a hora de provar o seu valor. - Bradou a mulher dando as costas aos dois para ir até uma parte mais ao fundo do esconderijo, tirando de alguma caixa ou gaveta algo que ela trouxe consigo ao se aproximar deles novamente. Era um par de adagas, tinham a parte do punho negra e a lâmina prateada e continha um fino detalhe de um dragão chinês. - Dê ao seu pai esse orgulho a mais e mostre tudo do que é capaz.

Com os olhos marejados, Milla estendeu as mãos até as armas que estavam lhe sendo entregue, pareciam ter um valor sentimental a mais para ela, que logo depois as abraçou por um tempo antes de guardá-las na cintura e esconder com a blusa que vestia. Depois de enxugar com a pele dos braços as lágrimas que escorreram, a enfermeira se curvou em uma reverência, agradecendo Helena pelo que acabara de fazer.

- Muito obrigada, Major, prometo não decepcionar. - Disse de forma simples, não sendo necessário muitas palavras para representar sua sinceridade. Ao final da reverência, Milla olharia assustada para a sua superior. - O que eles querem fazer com essa chave? Isso não vai ser perigoso demais?

- Só se tornará perigoso se ele conseguir pôr em prática o seu plano… Isso pode estragar toda nossa missão em Ilusia, será um verdadeiro caos. - Respondeu ela dirigindo-se até uma mesa onde havia um Den Den Mushi com a caricatura parecida com a sua, tanto que tinha até o mesmo tapa-olho. - Me esperem no andar de baixo, explicarei melhor o que faremos assim que eu terminar essa ligação… - Com um sinal com a cabeça para o seu braço-direito, Muralha já entendeu que deveria se retirar junto com os demais, já indicando como seria formada a equipe para essa missão. Ainda antes de descer as escadas e se retirar por completo do esconderijo, Hisoka poderia ouvir as palavras iniciais da Major para a pessoa do outro lado da linha. - Katherine… Seu irmão voltou.


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MensagemAssunto: Re: #2 Punição Derradeira   #2 Punição Derradeira - Página 2 EmptyTer 18 Set 2018, 01:22



Punição Derradeira

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#Post 8


Milla não demonstrou abdicação ao pedido de Hisoka, consentindo em levá-lo até o esconderijo onde se encontram os demais Revolucionários. Antes de partir, no entanto, o professor mudou suas peças de roupa, recolhendo seu típico traje de combate, assim como seu chicote pacificador, caso precisasse usá-lo dali em diante. A enfermeira fez o mesmo, adotando um conjunto de vestes que surpreendeu Hisoka, afinal, até então ele somente a tinha visto com o figurino convencional da ala hospitalar. Assim que a vislumbrasse, alçaria levemente as sobrancelhas e teria as maçãs do rosto ruborizadas, mostrando certa admiração ao notar uma beleza intrínseca na garota ainda não reparada pelo arqueólogo, tendo em vista todos os empecilhos sofridos desde que a conheceu. Por mais que seu semblante esbraseado reproduzisse um elogio por si só, Hisoka não denotaria em palavras, pois acredita que o encômio poderia ser mal visto pela menina.

– Est- – Interromperia o que seria o enaltecimento de Milla, balançando a cabeça negativamente em virtude da dissipação do pensamento. Está bonita ; ficaria somente nas lembranças.

O trajeto em direção do esconderijo foi contemplado com um silencioso inquietante. Não era o objetivo de Hisoka tornar o caminho tão fastidioso, mas ele não tinha nenhum assunto em mente para criar diálogo com Milla. Ao mesmo tempo, não queria conversar só por conversar, circunstância que, grande parte das vezes, gera um cenário ainda mais desagradável que o remanso. Assim, em busca de tornar a caminhada menos maçante, Hisoka notaria o recinto ao seu redor, atentando à tipografia e ambientação de Ilusia Kingdom, a qual é bem diferente de Toroa Island. Ao contrário da ilha, que é agraciada com o recurso decorativo das flores e inflorescências, o reino é bem mórbido, dotado de uma arquitetura rústica com o castelo no centro e as demais edificações no flanco. Aparentemente, a área mais movimentada é a próxima ao porto, o qual foi cruzado sem muita demora por Hisoka e Milla até estagnarem em frente a uma loja simplória, digna de um bom esconderijo revolucionário.

– Obrigado, novamente. – Mais uma vez agradeceria o amparo de Milla, que tem auxiliado Kurayami desde que chegou em Ilusia Kingdom.

Dentro do estabelecimento, Hisoka contemplaria uma imensidão de artigos históricos, os quais configuram um verdadeiro tesouro para qualquer arqueólogo. De íris cintilantes, o professor usaria o pouco tempo livre para analisar os utensílios, intercalando os passos graduais em direção da bancada principal ao mesmo tempo que associava os produtos aos seus locais de origem e aos relatos por detrás de suas existências. Por azar, sua perícia e ofício o permitiriam identificar que a maioria dos artefatos eram apenas réplicas, o que diminuiria o seu interesse, mas não apagaria completamente a chama de seu apego pelos itens.

– Sim, sou o professor. Prazer. – Com um sorriso social, estenderia a mão esquerda para cumprimentar o vetusto. – Obrigado. – Diria após receber o informe da localização de Izzy.

Para apaziguar a apreensão e ansiedade antes de repassar a notícia para sua superior, Hisoka usufruiria de gestos pacificadores, friccionando os dedos uns nos outros e mordiscando a mucosa de suas bochechas com os molares. Assim que encontrou a Major e a notificou do acontecimento, se surpreendeu ao saber que ela já estava ciente do atentado através de uma ligação recebida há pouco, provavelmente de algum músico da embarcação. Em seguida, Helena citou que Steven e seus capangas eram fortes e, por isto, ela não havia se surpreendido com o desfecho da invasão. Apesar de concordar com o fato, as palavras incomodaram Hisoka, sentimento enaltecido pelo leve deslocar de sua mandíbula. Esta angústia a cerca de sua fraqueza tem o incomodado constantemente desde que ele se tornou um Revolucionário, pois a cada minuto o arqueólogo nota o quão seus companheiros e oponentes estão sempre acima.

No fim, Helena acatou com a petição de Hisoka, comunicando-o que não apenas seria repassada a missão a ele, como a tarefa teria a companhia da Major, Muralha e Milla. Seu maxilar caiu assim que ouviu a notícia e, apesar de não demonstrar tão claramente em sua feição, estava tão surpreso quanto a enfermeira, afinal, ele havia visto o quão ela é consumida pelo nervosismo em situações cismáticas. Todavia, logo depois dos dizeres de Izzy, Hisoka lembrou de um dos primeiros diálogos que ele teve com Milla, em que a menina revelava seu interesse em fazer parte dos Revolucionários, mas culpava sua incapacidade por ser destrambelhada. Imediatamente o professor modificaria sua postura, buscando encorajar Milla:

– Vamos! E, ah, lembre-se... Eu estou aqui. – Tapearia de leve o seu ombro na tentativa de confortá-la e enchê-la de valentia, apesar que, da última vez que disse isto a ela, acabou com a epiderme de suas costas separada.

Antes da Major explicar a influência da chave e solicitar privacidade para efetuar uma ligação, Hisoka não poderia deixar de notar o conjunto de adagas entregues por ela à Milla. O armamento gerou dúvidas no professor, principalmente quanto ao progenitor da garota. No mais, ele deixaria os questionamentos para depois, atendendo à ordem de Izzy e prontamente descendo o lance de escadas serenamente. Durante a apeada até o pavimento inferior, o ouvido convencional do arqueólogo captou o breve início do diálogo entre Helena e o destinatário desconhecido. Katherine era um nome ainda não ouvido por Hisoka, de forma que ele seria incapaz de associá-lo a alguém. Não obstante, usaria sua lógica em conluio com as poucas informações que têm para teorizar que o irmão a quem ela se refere seja Steven. Katherine seria alguma Revolucionária da tripulação? Fennik? Ele preferiu não ir muito a diante, pois isto poderia lhe ceder conclusões extremamente precipitadas. Com os olhos fechados, balançaria a cabeça paulatinamente para retornar os pensamentos a atualidade, tornando a abri-los pouco depois.

De volta ao andar central, Hisoka não teria muitas atividades para desempenhar se não esperar pacientemente pelo retorno de Izzy. Deste modo, o professor buscaria admirar alguns dos artefatos que ele não tivera tempo de ver assim que chegou no recinto. Durante as inspeções, manteria as mãos nas costas e apenas se aproximaria curvando o tronco, desta forma evitaria esbarrar em algum artigo e derrubá-lo acidentalmente. Numa das vistorias, seu cristalino acabaria desfocando do artefato e salientaria a figura de Milla por detrás do item. Após um suspiro, tornaria a posição ereta e caminharia até a garota, finalmente iniciando uma interação com a tímida moça:

– Nunca havia me contado que sabia usar adagas. – Hisoka encostaria as costas numa parede, postando-se ao lado de Milla relaxadamente. – Seu pai era um Revolucionário? – Indagaria com curiosidade, inclinando o rosto em sua direção. Se ela fosse receptiva e confirmasse a informação, o arqueólogo responderia: – Tenho certeza que será uma Revolucionária que dará orgulho a ele. – Denotaria um sorriso sincero ao tensionar os orbiculares. Na hipótese dela se irritar com a pergunta, Hisoka manteria o silêncio dali em diante, abaixando a cabeça taciturnamente.

No mais, aguardaria o retorno da major na mesma posição. Gostaria de ter um livro para passar o tempo restante adquirindo ainda mais conhecimento, mas não trouxe um consigo assim que deixou o navio. A ansiedade seria quebrada com gestos pacificadores, os quais envolveriam a percussão suave das falanges contra a parede, evitando atrapalhar a concentração de Milla. No instante que Izzy voltasse do andar superior, Hisoka estaria apto a seguir as suas ordens, seja para continuar a expectá-la ou acompanhá-la para que eles possam efetuar o próximo passo da missão.

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MensagemAssunto: Re: #2 Punição Derradeira   #2 Punição Derradeira - Página 2 EmptyQui 20 Set 2018, 11:48

A ilusão de Ilusia


Esse era mais um daqueles momentos onde Hisoka perceberia o quanto é difícil saber sobre o passado daqueles à sua volta, como por exemplo toda a história envolvendo Steven, ele ser irmão de uma tal de Katherine, o pai de Milla e as adagas que Izzy havia dado para ela. Enfim, restava agora ao professor apenas esperar até que a sua major retornasse para dar mais instruções sobre a missão que iriam fazer, até lá, Kurayami estaria com Milla na porta da Para todo o sempre, onde ali decidiu por fazer algumas perguntas mais pessoais para a enfermeira.

- Oh, sim, recebi o treinamento para aprender a usá-las no passado… De certa forma não há tanta diferença na maneira como se corta com uma adaga e um bisturi. - Explicou ela, ainda com todo seu jeito mais tímido de se conversar, e bem, se ela mencionou saber usar bisturis, talvez seus conhecimentos fossem além dos de uma simples enfermeira. Logo depois, quando Hisoka fez a pergunta sobre seu pai, Milla olhou para as armas em sua mão e permaneceu um pouco pensativa antes de responder. - Sim, ele era o Comandante da célula revolucionária que ajudou os trabalhadores de Pedra Rara na rebelião de dois anos atrás, ou melhor, escravos, trabalhadores é apenas o que esse reino quer te fazer acreditar que eles são, uma mera ilusão.

Com base nessa informação, talvez ficasse óbvio o que teria acontecido no passado para que o pai de Milla não estivesse mais ali atuando junto ao restante do grupo… Sem muito o que dizer, o professor decidiu apenas proferir palavras que servissem de incentivo para a garota, deixando para mais tarde ir mais a fundo no assunto se surgisse a oportunidade. Helena não demorou tanto para se reunir ao trio, ainda que Hisoka estivesse sentindo a falta de um livro junto dele para poder ler em momentos como esse. Antes de fitar cada um dos membros do seu grupo de missão, Izzy levantou levemente a espada da bainha e depois a retornou, talvez apenas com o som já fosse suficiente para ela saber se sua arma estava em um bom estado… Ou era só alguma mania qualquer mesmo.

- Ok, venham comigo… E prestem muita atenção em minhas palavras, principalmente vocês dois. - Falou a major apontando dois dedos para Hisoka e Milla, em seguida deu as costas para eles e caminhou com passos apressados em direção as ruas da cidade. - A chave que Steven roubou é a chave que abre o nosso depósito secreto de armas… Decidimos há um tempo que não iríamos usá-las, então as deixamos escondidas e bem guardadas. O que Steven quer ao botar a mão nessas arma é as distribuir elas para o povo, ou melhor, para os trabalhadores escravizados nas minas de Ilusia, dando a eles a chance de se rebelar e se libertar, o plano dele é criar uma revolução no reino, criar uma guerra civil que fará tudo se tornar ruínas, acabando de uma vez com esse lugar que ele tanto despreza.

Então era esse o motivo pelo qual Steven e todos aqueles outros mascarados foram expulsos do grupo? Sua proposta para mudar o reino era radical demais para os ideais do restante dessa célula revolucionária… Mas o que Hisoka acharia a respeito disso? Steven estava tão errado assim em pensar dessa maneira? Mesmo a Marinha atuando na ilha, ela parece não fazer nada para ajudar essas pessoas, o reino no geral deve estar coberto de corrupção, mas como poderiam mudar isso sem ser de outra maneira? Já havia conversado isso antes com Blink… É possível ser um revolucionário sem ter que derramar sangue? Bem, esse era um assunto que o professor de história precisaria refletir um pouco mais  antes de decidir como se posicionar a respeito, por enquanto basta continuar seguindo sua superior para completar a missão.

Durante esse tempo que estavam andando, Hisoka poderia fazer algumas perguntas, já que a tímida enfermeira e o grande Muralha certamente não fariam nenhuma. Mas enfim, após alguns poucos minutos os quatro já estavam diante de uma construção velha, outro depósito, mas diferente do galpão de Toroa, esse era um pouco mais apresentável, sendo que seu “disfarce” era o de uma empresa de cervejas, dando a entender que ali dentro só as bebidas estavam sendo guardadas. Logo no portão do galpão havia um caminhão estacionado, veículo que provavelmente seria utilizado para transportar as armas roubadas.

- Ok, isso é bom, eles ainda estão por perto… - Disse a Major virando-se para Kurayami logo em seguida. - Professor, preciso de boas avaliações suas para permitir que suba dentro do exército… Quero ouvir de você o que você acha que deveríamos fazer.




Ilusia Kingdom - 3 anos atrás



Mesmo cinco anos atrás a ilha ainda permanece com o mesmo cenário, não tendo muitas alterações na estrutura da cidade, a Kurama Factory já estava instalada, o QG da Marinha funcionava perfeitamente e a empresa de mineração, Pedra Rara, já estava com seu trabalho ativo. E é justamente nessa última que a cena em questão está acontecendo, onde um grupo de pessoas exaustas, sujas e mal vestidas agitavam suas picaretas contra os rochedos para tentar retirar dali algum minério valioso.

- Não é hora para descansar, continue trabalhando! - Ordenou o homem ali no meio que se destacava por estar limpo e trajando um uniforme de maior qualidade.

- Desculpe, senhor… - Disse a garota que havia sido repreendida por ter caído de joelhos, ofegante por não conseguir mais mover os braços.

Sua picareta estava no chão, mas a jovem de cabelos negros moveu seus dedos trêmulos até a ferramenta e a agarrou com força, segurando seu cabo com ambas as mãos para continuar minerando o terreno como seu trabalho precisava ser feito. Seus olhos dourados escorriam da mesma maneira que o restante do seu corpo suava. A garota que estava sofrendo nessa cena nada mais era do que a Major Helena três anos mais nova.


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MensagemAssunto: Re: #2 Punição Derradeira   #2 Punição Derradeira - Página 2 EmptySab 22 Set 2018, 01:20



Punição Derradeira

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#Post 9


A espera da Major, Hisoka buscou interagir com Milla para que desfrutasse da chance de conhecer um pouco mais sobre o misterioso passado de sua companheira. Para sua surpresa, a enfermeira revelou que seu pai foi um importante Revolucionário que coordenou uma rebelião de escravos há dois anos. Tendo em vista o modo como a garota terminou sua frase, o professor insuflaria que ele não residia mais no plano físico, porém preferiu não perguntar sobre a forma de sua morte ou, até mesmo, o assassino, pois a dúvida poderia ser mal vista por Milla e, quem sabe, até mesmo importuná-la na missão que estava por vir.

Além do relato envolvendo seu pai, Hisoka descobriu, também, que Milla é capaz de portar adagas. Segundo a garota, o manuseio destas armas acaba não sendo tão diferente de um bisturi, o qual ela já está extremamente habituada a menear dado seu ofício. Apesar de ouvir da boca da menina, seria inegável que Hisoka está relativamente ansioso para vê-la em ação e portar as pequenas facas com maestria. Além de Milla, não poderia deixar de notar que também terá a companhia de Izzy, a torva Major que certamente detém uma habilidade imensurável, ao mínimo no nível de Jovi, a qual está completamente além do grau atual de Hisoka.

– Entendo... – Franziria os lábios em acanho e assentaria as orbiculares, demonstrando certo pesar com a notícia dada pela enfermeira.

Pouco tempo depois, a Major retornou do andar superior juntamente ao Muralha, imediatamente passando algumas informações extremamente relevantes a cerca da missão. Finalmente o plano de Steven fora exposto e, pela primeira vez, Hisoka pôde compreender o seu método Revolucionário, o qual é indubitavelmente muito mais insurgente e sublevador. De certo modo, o professor é capaz de conceber o pensamento do rebelde, no entanto, imagina que existem outros meios de promover a soltura dos escravos. Conferir armas aos cativos pode acabar gerando uma inversão nos papéis de classes, de forma que eles incubam seus "mestres" ao estado de vassalo, promovendo um cenário idêntico ao anterior. Além disto, há de se pensar nos inocentes que podem ser mortos pelas mãos dos pelejadores, pois o sentimento de cólera extravasado pode acabar rechaçando naqueles que não tem nada a ver com as circunstâncias.

– Iremos recuperar a chave e acabar com o sistema de opressão da nossa forma. – De glabela crispada, o professor certificaria de repassar a informação aos demais com certa seriedade. Saber do passado de Helena e, agora, do pai de Milla desencadeou um sentimento de desafeto para com Ilusia Kingdom. No entanto, ao contrário de Steven, Hisoka acredita que o cenário pode ser reformado sem uma rebelião generalizada.

Depois de alguns passos reflexivos pelo reino desconhecido, Hisoka se deparou, junto aos companheiros, com uma construção antiga. Era um galpão típico e relativamente semelhante com os resididos pelos Revolucionários em esconderijos, no entanto, este disfarça-se como uma empresa de cervejas. De tocaia, Izzy informou que Steven e seus comparsas ainda não evacuaram o local, pois o caminhão que efetua o transporte das armas ainda está estacionado em frente à estrutura. Todavia, há a chance deles desocuparem o recinto a qualquer momento, criando uma atmosfera apreensiva sobre os Revolucionários. Desta forma, Helena, em busca de testar as capacidades de liderança e estratégias de Kurayami, perguntou ao professor se ele tem algum plano em mente. Pego de surpresa, o arqueólogo levaria o polegar e indicador canhotos ao queixo franzido e fixaria os olhos no chão por alguns segundos na tentativa de ruminar uma estratagema.

– Temos a vantagem do elemento surpresa... Vamos fazê-los terem outras preocupações antes de atacarmos, para que continuemos a ter esta vantagem do nosso lado. – Sussurraria para evitar chamar a atenção, inclinando o pescoço e aproximando a boca para que todos o ouvissem bem. – Tenho dois pensamentos em mente. No primeiro deles, vamos averiguar as entradas e o caminhão, para ter certeza que não estamos sendo vistos. Com sua espada, Major, fure os pneus do automóvel e então iremos ficar na espreita. Quando tentarem sair e perceberem que o caminhão não conseguirá andar, nós atacaremos. Manterei a média distância e os imobilizarei para que vocês possam finalizá-los. – Faria uma pausa para recuperar o fôlego, mantendo os olhos fixos em Helena na busca de seu aval. – Porém... Se não tivermos chance de furarmos os pneus, infelizmente teremos de trabalhar antes deles entrarem no caminhão. Não é o melhor cenário, porque estarão todos juntos, mas poderemos usar o próprio caminhão para isolarmos eles. De qualquer forma, ainda possuiremos uma breve vantagem do elemento surpresa e, se agirmos bem, eles não terão chances. – Apesar do planejamento, Hisoka sentia que havia uma peça em falta na sua estratégia, a qual não demoraria muito a ser iluminada em sua mente. Em resposta, o professor suspiraria antes de retomar a ideia: – Temos um outro problema... As armas. Eles não podem ter acesso a elas, se não estaremos em muita desvantagem. Quando formos tentar furar os pneus, seria interessante termos algum aparato para barrar a abertura das portas... Se não conseguirmos, então vamos nocautear os mais próximos da parte interna do caminhão, para que eles não toquem nos armamentos. – Um pouco aflito, mordiscaria o lábio inferior enquanto o seguraria com os dedos, prorrogando seu pensamento pouco depois. – Mas, sabe... Algo me deixa apreensivo... Eles sabem que você tem o conhecimento de onde fica o galpão, Helena... E se estiverem fazendo uma armadilha para nós? Podem estar inclusive dentro do caminhão nos esperando... Temos que ficar sempre atentos, tudo bem? E confiem uns nos outros. – Finalizaria com um aceno de sua cabeça, novamente retomando o olhar para Izzy a espera de seu parecer.

Após situar a todos de seu planejamento, Hisoka iria manter o silêncio para ouvir as análises de seus companheiros, assim como os eventuais reforços que eles possam querer adicionar ao plano. Apesar da concentração, os olhos em soslaio nunca perderiam o foco de seus flancos, tendo em vista que poderiam ser atacados a qualquer momento. Assim, se o professor notasse alguma movimentação suspeita, principalmente de um indivíduo com máscara de felídeo, não hesitaria em tentar desenrolar o pacificador com a mão dominante e arpoá-lo em volta da traqueia do escopo, evitando assim que ele possa gritar e chamar atenção, além de imobilizá-lo. Na hipótese de uma investida adversária, almejaria usar de sua esquiva, aceleração e acrobacia para rolar pelo chão e, por conseguinte, correr em direção de uma viela para evitar a acometida.

Caso Helena consentisse em seguir com o plano, Hisoka estaria encarregado de deter o foco numa eventual armadilha por parte dos rebeldes. Apesar de não ser dotado de um ouvido potente, tentaria usar o sentido para captar qualquer ruído proveniente de movimentação no interior do automóvel. Se ouvisse algum som suspeito oriundo do caminhão ou se eles abrirem as portas, o professor não pestanejaria em sacar o seu pacificador e, num movimento fugaz, moveria o flagelo ao redor de seu corpo, gerando um movimento semicircular por parte do artefato, o qual seria mirado nas "maçanetas" dos portões do caminhão na tentativa de agarrá-las e, após um forte puxão, fechá-las rapidamente.

– Cuidado! – Alertaria os demais se, por ventura, vislumbrasse uma tentativa de ataque.

Histórico:
 

Informações do Personagem:
 

Objetivos:
 

OFF:
 


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MensagemAssunto: Re: #2 Punição Derradeira   #2 Punição Derradeira - Página 2 EmptySab 22 Set 2018, 15:40

O plano


Como Helena havia lhe pedido, Hisoka começou a dizer como ele achava que poderia ser a melhor aproximação possível para o caminhão. Seu plano consiste em impedir a fuga do outro grupo danificando os pneus do automóvel que ainda estava parado na frente do galpão, tendo a vantagem por terem o elemento surpresa, o professor acreditava que esse era o melhor caminho possível, expondo seu pensamento para o restante de seus companheiros. A Major, no entanto, não apresentou uma expressão de muito agrado, o que para Kurayami era quase como ver o rosto dela dizendo que não aprovava seu raciocínio. Após o arqueólogo terminar suas palavras explicando o que deveria fazer, ele permaneceria quieto para ouvir o que os demais tinham a dizer, sendo que Izzy levaria as mãos ao queixo para refletir um pouco mais.

- Como você mesmo disse, professor, eles sabem que uma hora ou outra estaríamos vindo para cá, certamente eles já estão esperando a nossa chegada e prontos para nos impedir de os impedir… Não podemos nos dar o luxo de se aproximar sem termos um contra-ataque para o ataque deles. Seu plano me parece bom, seguiremos com ele, porém faremos nossa aproximação em partes. - Explicou ela de maneira bem confiante, era visível o quanto ela era boa fazendo esse tipo de coisa. Em seguida ela complementou a estratégia de Hisoka com mais algumas palavras, deixando mais claro o que cada um iria fazer.

Dando início ao procedimento, como havia sugerido, Helena iria primeiro para furar os pneus, enquanto isso os outros três fariam um posicionamento adequado para avançarem logo depois. Chegando próximo do caminhão, a Major sacou sua espada e se preparou para perfurar as rodas do veículo, no entanto, como ela mesma já imaginava que fosse acontecer, membros do grupo de Steven já estavam lá a espera de algum revolucionário aparecer, nesse caso, aqueles que Hisoka havia conhecido como Angorá e Maine Coon. Os dois tinham um porte físico avantajado, mas o primeiro ainda era bem menor e tinha alguns fios de cabelo. Enfim, ambos apontavam shotguns para Izzy, que parou o que estava fazendo no mesmo instante, erguendo as mãos em um sinal de rendição.

- Ora, ora, quanto tempo… - Disse ela para os dois, aparentemente já os conhecia.

- Haha, Steven já estava esperando a sua chegada, Izzy. - Disse Angorá se aproximando dela. - Vamos, entre no depósito…

Nesse momento, Hisoka e Muralha deveriam agir, no entanto, o grandão colocou sua enorme mão na frente do professor, impedindo-o que fizesse alguma coisa. Questionável a atitude do companheiro, porém não teria como entender o porquê (já que ele não fala), ficando onde estava para observar Helena ser levada para o interior do galpão. Talvez apenas depois disso Kurayami se tocasse do real motivo para Muralha ter feito isso, Angorá e Maine Coon haviam continuado do lado de fora, e aparentemente se preparavam para ir até o caminhão… Com a Major podendo chamar a atenção dos demais no interior do depósito, restavam poucos para proteger esses dois, então agora sim era a hora para se atacar. Um pouco diferente do que eles haviam planejado, mas talvez mais eficiente.

Saindo de onde estava escondido, Muralha avançou na direção de Maine Coon para lhe acertar um soco no rosto. O grandão pego de surpresa (por incrível que pareça) acabava caindo no chão, largando sua shotgun que logo depois era chutada pelo revolucionário para longe. Angorá, percebendo que estavam sobre ataque, mirou a arma dele contra o humano quase gigante, mas em conjunto com Hisoka, que se fizesse bom uso de seu chicote conseguiria facilmente desarmá-lo.

- Deveríamos ter imaginado isso. - Disse Maine Coon… Porém para a surpresa de Hisoka a sua voz era completamente feminina, o que não condiz em nada com o físico forte, grande e peludo (exceto no couro cabeludo) que ele tinha. - Vocês precisam ir embora daqui, não deveríamos lutar um contra os outros!

- Que se dane essas armas, não precisamos delas. - Bradou o Angorá avançando na direção de Kurayami para lhe atacar com um soco. - Fiquem longe disso, falsos revolucionários!

Enquanto isso Maine Coon e Muralha travavam uma batalha intensa de socos e chutes, mas ela pouco faria diferente para o professor, por enquanto. O que Hisoka precisa se preocupar no momento é com o homem que estava indo em sua direção lhe dar um soco, e como já havia sido derrotado antes no navio, Angorá viria com sangue nos olhos para não perder dessa vez. Como foi antes descrito pelo jogador, em uma situação de investida inimiga ele apenas faria uso de sua agilidade e acrobacia para se esquivar dos ataques inimigos, algo que convenhamos, Hisoka fazia com facilidade. Agora em uma posição avantajada depois de ter desviado do ímpeto adversário, como o revolucionário fará o seu ataque?



Ilusia Kingdom - 3 anos atrás



De volta ao cenário das minas de Pedra Rara, dois dos superiores responsáveis pelo trabalho de mineração atacavam um dos funcionários com socos e chute. Ele não tinha um porte físico dos mais avantajados, tinha cabelos escuros, vestes sujas como a maioria e estava caído no chão por conta dos golpes recebidos, seu sangue estava escorrendo pelo rosto inchado, incapaz de conseguir reagir..

- Olha a maneira como você fala com a gente, seu merda! - Gritou um dos homens após acertar um bom chute no estômago do rapaz.

- Volta a trabalhar que é o que você tem que fazer, desgraçado! - Ordenou o segundo pisando em suas costas para esmagá-lo contra o chão. Em seguida ambos se afastaram dele.

Helena que estava vendo a cena, esperou os homens se afastarem para ir até o jovem que acabou de ser espancado para tentar ajudá-lo. Virando-o de barriga para cima, a garota retirou alguns panos de dentro das vestes, jogou um pouco de sua água sobre ele e começou a limpar as feridas do rapaz.

- Irei te ajudar, não se preocupe… - Disse ela. - Me chamo Helena, prazer em conhecê-lo.

- Steven… - Se apresentou de maneira seca, porém não recusou a ajuda. - E obrigado.

Helena sorriu, jogou mais um pouco de água sobre o pano sujo de sangue e voltou a passá-lo no rosto do jovem Steven, este que continha uma expressão do mais puro ódio… Mas justificável, não? Afinal acabou de ser covardemente agredido por dois de seus superiores.

- Sinto muito pelo que aconteceu com você… Já não é a primeira vez e certamente não será a última, infelizmente não tivemos o melhor destino do mundo quando viemos parar aqui. - Se lamentou apertando o pano com força, lembrando-se do motivo pelo qual foi forçada a trabalhar em Pedra Rara.

- Mas não precisa ser para sempre assim… Você também pode fazer a diferença se trabalhar no plano que mudará isso… Junte-se a mim. - Falou olhando para os olhos dourados de Helena. - E vamos esmagar essa empresa de merda.


HISTÓRICO:
 

FERIMENTOS:
 

OFF:
 

NPC's da aventura atual:
 

NPC's da antiga aventura:
 


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MensagemAssunto: Re: #2 Punição Derradeira   #2 Punição Derradeira - Página 2 EmptyDom 23 Set 2018, 02:51



Punição Derradeira

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#Post 10


Helena não aprovou completamente o plano de Hisoka, realizando algumas modificações para que os imbróglios fossem sanados. Deste modo, utilizando-se como isca, a Major foi isoladamente em direção do caminhão na tentativa de furar os pneus do automóvel, no entanto, tal como já era esperado, os rebeldes estavam na espreita. Dois deles, figuras reconhecidas pelo professor através de suas máscaras, interceptaram Izzy com uma dupla de shotguns. De imediato, a Major foi rendida, indo em direção do depósito. De tocaia, Kurayami observaria a situação com certo pesar, imaginando que o plano poderia cair por terra se a mais forte da equipe já fosse capturada. Todavia, no instante que ousou um passo a frente, sentiu a pesada mão de Muralha em contato com seu tórax. Fitando o grandalhão, Hisoka refletiria em alguns poucos segundos e, mesmo sem a capacidade de falar, o mastodonte pôde repassá-lo o âmago da estratagema.

– Entendo... – Sussurraria e relaxaria os músculos após compreender o real sentido da ação de Izzy.

Depois de clarear a mente, tudo parecia mais óbvio para Hisoka, afinal, se Helena estiver lidando com os rebeldes dentro do depósito, o plano do professor estará sendo exercido, pois eles irão separar os indigentes, podendo defrontar contra os adversários individualmente ou em duplas. Apesar disto, uma certa preocupação foi instaurada no historiador, pois Izzy foi completamente sozinha, podendo enfrentar até quatro inimigos, enquanto o próprio Hisoka e Muralha, por sua vez, duelarão contra um par num duelo franco. Por mais que confie na força de sua comandante, é inconcusso que o arqueólogo fique absorto com o cenário, sentimento enaltecido pela gota de suor que verteria pela têmpora.

Seguindo a estratégia, muralha estava apenas a espera de Izzy entrar no galpão para que pudesse efetuar o seu ataque surpresa. Num rápido avanço, o galalão conseguiu surpreender Maine Coon com um soco em seu rosto, potente o suficiente para jogá-lo no chão, fascinando o professor com sua imensa força. A investida, no entanto, deixou seu flanco livre para ser atingido por angorá. Observando a situação, Hisoka tentaria entrar no alcance de seu pacificador para lançar o flagelo negro em direção da arma do oponente. Promovendo um laço com o chicote, buscaria amarrar a vergasta na shotgun e, num rápido movimento de flexão de seu antebraço destro, arrebatar a espingarda, lançando-a para cima de um telhado em suas costas ou o mais longe possível.

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– Imagino que esta não seja de mentira. – Revelaria a sua silhueta com alguns passos a frente, ganhando espaço no combate. As madeixas negras seriam balouçadas pelo vento, cobrindo parte da face que enaltecia concentração com maxilas tensas e pálpebras semi-cerradas.

A batalha foi brevemente interrompida por uma leva de comentários, com destaque para as palavras proferidas por Maine Coon, que permitiriam o reconhecimento de seu sexo feminino por parte de Hisoka. Imediatamente, uma breve lembrança do momento em que acertou suas partes íntimas viria à tona em sua memória, tal como a revelação do motivo da ineficiência do golpe, promovendo um lépido rubor em suas maçãs do rosto, o qual desapareceria tão rapidamente quanto surgiria no instante que angorá debandou em sua direção na expectativa de atingi-lo com um soco. Ágil, o professor conseguiu efetuar uma ótima evasiva, ganhando uma distância interessante para que pudesse trabalhar contra seu inimigo com o seu pacificador.

– Imagino se irá durar mais do que da primeira vez. – Kurayami provocaria o adversário levando em conta o desfecho do combate anterior, abrindo um breve sorriso cínico no canto da boca ao estirar o depressor.

Após aflar na atmosfera, Hisoka iria liberar o flagelo de seu chicote, sempre buscando manter os olhos fixos no adversário. Se ele avançasse, o professor não hesitaria em dar um, ou mais, passos para trás, também atento ao ambiente para não ser encurralado, mudando a direção de seu fluxo se necessário. Seu objetivo era manter uma distância média de dois metros e meio, na qual poderia abusar de seu estilo de luta principal sem que o oponente compensasse seus ataques. Desta forma, trabalhando em seu espaço ideal, o arqueólogo promoveria a sua primeira acometida, na qual moveria o pacificador em círculos ao redor de seu corpo, concebendo à arma um acúmulo de energia cinética. Por conseguinte, daria um giro em seu próprio eixo em conluio com um lesto salto a frente, liberando a vergasta de maneira brusca, promovendo uma arrebatada firme da ponta do pacificador na direção da cabeça de angorá, a qual tentaria imitar um verdadeiro projétil. Tendo em vista a energia instaurada no utensílio, não seria assustador se o seu crânio fosse quebrado com o impacto do golpe, tampouco se fosse capaz de matá-lo.

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Imaginando uma esquiva por parte de angorá, por mais que seu ataque fosse detentor de uma alta fugacidade, Hisoka estaria apto a mudar a sua estratégia abruptamente, demonstrando versatilidade em combate. Caso seu oponente saltasse, o professor trabalharia em torno de um sutil deslocamento de sua articulação carpo-metacarpial para regressar o pacificador e girá-lo ao lado do corpo, recuperando o controle sobre o flagelo antes de almejar alçar seu braço para que a vergasta novamente avançasse na direção do inimigo e atingisse bruscamente seu queixo verticalmente, mobilizando um novo ataque ao aproveitar que as chances de evasiva do combatente fossem baixas, levando em conta o seu posicionamento no ar. Contudo, na hipótese de angorá desviar sem sair do chão, Hisoka poderia pular uma das etapas de sua nova investida, em que efetuaria o mesmo movimento com seu pulso, porém visando o refluxo do flagelo na direção da nuca do inimigo, suscitando um forte impacto em seu bulbo para desacordá-lo. Dado que o chicote viria de suas costas, a falta de visão seria uma vantagem para o sucesso desta abordagem. Ademais, tal como antes, o historiador não hesitaria em recuar durante as ações para que sempre mantivesse a vantagem da distância.

Caso seus ataques fossem incapaz de desacordá-lo imediatamente e somente o desorientassem, Hisoka repetiria o primeiro movimento após retornar o flagelo, visando sempre o seu crânio como escopo principal. Se, ainda assim, não pudesse deixá-lo inconsciente, retomaria o controle do pacificador, girando-o três vezes do lado direito de corpo para mais uma investida. Entretanto, ao invés de reprisar o ímpeto contra a cabeça de angorá, o professor fintaria-o ao levar a vergasta em direção de suas tíbias, enrolando a corda negra na região para que, com um forte puxão com seu braço dominante, levasse o oponente a um tombo súbito no intuito de fazê-lo bater o crânio contra o pavimento.

Na possibilidade de seus ataques serem inefetivos, sempre priorizaria a esquiva como principal fator defensivo, tendo em vista sua eficácia neste atributo, assim como as perícias aceleração e acrobacia. Desta forma, fintaria, saltaria e rolaria pelo cenário da forma que pudesse, atento ao recinto para não ser posto contra uma parede ou obstáculo. Em conluio com as tentativas de evasiva, encaixaria os golpes estratégicos da melhor maneira que conseguisse, prevenindo que as rédeas da luta fossem tomadas por angorá. Destarte, concentraria em encontrar erros na movimentação inimiga e abusar deles para nocauteá-lo. Se em algum momento o adversário tentasse recuperar uma das shotguns, Hisoka tentaria intervir rapidamente, explorando o maior alcance de sua vergasta para agarrar a arma antes do combatente, lançando-a longe após regressar o flagelo num arco, ampliando a distância entre ela e angorá.

Na eventual probabilidade do oponente conseguir encurtar significantemente a distância entre ele e o arqueólogo, Hisoka continuaria a usar de curtas fintas como primeira opção, movendo e curvando o corpo nas direções contrárias dos ataques de angorá. Entretanto, se elas não forem possíveis, o historiador almejará bloquear as arremetidas do rebelde com os antebraços e cotovelos, regiões mais rígidas e com maior eficiência para suportar os golpes até ser capaz de se afastar, porém só o fará se o inimigo estiver com as mãos nuas. Assim, se ele portar algum objeto cortante, Kurayami buscará imobilizar o membro com a arma em conluio com sua evasiva ao enrolar o chicote furtivamente no início de seu pulso e por toda a extensão de seus dedos. Por fim, irá abaixar, esticar a perna esquerda e girar o corpo no próprio eixo na busca de derrubar o adversário com uma rasteira, imediatamente tentando levar seu cotovelo destro na direção da traqueia inimiga, pressionando-a contra o solo, efetivamente recuando dois metros numa cambalhota. Se, por ventura, angorá tivesse a sua disposição algum projétil, como adagas, senbons, pedras ou afins, Hisoka usaria de seu pacificador para rechaçá-los ao mirar nas armas e movê-lo com potência ao seu redor.

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Derrotando o angorá, Hisoka não pestanejaria em ajudar o seu companheiro muralha. Com o corpo transpirando, enrolaria o pacificador na mão esquerda e correria até o núcleo do combate dos Revolucionários. Usufruindo do potencial ambidestro que ganhou em seu treinamento com Pepper, o professor desenovelaria a vergasta com a mão canhota e a arremessaria como um laço na direção do pescoço da Maine Coon. A utilização da mão sinistra não seria a toa, pois os dedos dominantes logo agarrariam o flagelo na tentativa de firmá-lo na traqueia da brutamonte. De dentes cerrados na feição enaltecendo o esforço, depositaria toda sua força no chicote para imobilizar a inimiga por tempo suficiente para Muralha derrotá-la. Caso falhasse e Maine Coon avançasse em sua direção, Hisoka ganharia a atenção da oponente em saltos acrobáticos para esquivar dos ataques, abusando de sua menor estatura para se manter em vantagem até seu companheiro agir.

– Bom trabalho. – Elogiaria Muralha se ambos os adversários fossem derrotados, bobinando o pacificador na mão esquerda. – Vamos ajudar Helena e Milla. – Esfregaria o antebraço canhoto na testa para enxugar o suor derradeiro com a manga de sua camisa.

Demonstrando preocupação com sua comandante, Hisoka chamaria Muralha para que pudessem adentrar no armazém. Durante a caminhada, finalmente teria tempo para notar que Milla não estava o acompanhando, ausência que seria confirmada ao girar o pescoço em seus flancos e não observá-la. Mesmo que Muralha detivesse o conhecimento do paradeiro da enfermeira, o professor não perderia tempo questionando-o, tendo em vista que ele seria incapaz de respondê-lo. Destarte, seguiria em silêncio até o depósito, confiando cegamente em seus companheiras.

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