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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo 2: Peixe fora d'água!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Capítulo 2: Peixe fora d'água!   Capítulo 2: Peixe fora d'água! - Página 4 EmptyQui 30 Ago 2018, 18:27

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo 2: Peixe fora d'água!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Crisbella Rhode. A qual não possui narrador definido.


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Luizatomita
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 2: Peixe fora d'água!   Capítulo 2: Peixe fora d'água! - Página 4 EmptySex 12 Out 2018, 22:46

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Capítulo 2: Peixe fora d’água!



Klaus parecia um pouco envergonhado com minha atitude… Não vou negar, eu também estava envergonhada. Sentia minhas bochechas arderem como o fogo enquanto eu ajeitava seu curativo. Os panos que ele rasgou estavam mal amarrados, sendo assim, delicadamente arrumei o curativo como eu sabia fazer, dando um pequeno lacinho no final. - S-Só tome cuidado para nã-não inflamar… Depois precisa lavar ok-k? - Minha voz saía trêmula como se um pequeno terremoto abalou o meu ser. A pele de Klaus era tão branca assim como seus cabelos e só pude notar tal coisa após ver o contraste do sangue sobre seu braço assim como o vermelho em seu rosto. Ele estava envergonhado? Talvez, não reparei tanto pois logo em seguida Daario colocou-se à frente de nós e mesmo antes de eu terminar de falar o rapaz se lançava sobre a porta, tentando derrubá-la. ‘’- Barbaridade, era só chutar a maçaneta… Mesmo assim, nada mal, até que ele é bem forte mesmo… - ‘’ Pensei antes que Daario arrombasse a porta para nós entrarmos no local. A grande sala do local tinha o cheiro peculiar de animal que haviam ali. Dois macacos e uma… ave? Não sabia ao certo se era um pássaro ou um gato, ou os dois! Talvez um Gatoruja ou um Corugato como apelidei o animal. Eles pareciam assustados e Lara começava a observá-los enquanto Daario se aproximava de outra porta.

Eu segui o revolucionário, curiosa para ver o que tinha ali dentro. Eu já vi muitas coisas das quais me chocaram, me deixaram mal, como o sequestro de Mirana e os escravos em Shell’s, mas aquilo… Aquilo era diferente. Quando pude perceber, lágrimas escorriam sobre meu rosto, eu senti meu coração disparar e uma dor de barriga intensa que fez meus joelhos falharem por um instante me levando ao chão. Ela não estava ali… De novo eu estava de mãos vazias e eu não sabia mais o que fazer. Os outros revolucionários logo começaram a soltar os prisioneiros. Eu respiraria fundo, sugando o máximo de ar que meus pulmões conseguissem antes de me voltar a realidade. ‘’- O mundo não é como você pensa Cris… Ele te machuca, ele te ofende… Ele te acorrenta e vende. Para que…? ‘’ - Pensei comigo mesma, aquela injustiça era grande demais, não podia ficar parada, não podia chorar mais, eu precisava agir e pra ontem! Eu não estava mais sozinha, mas ainda assim, me sentia muito distante de meus amigos revolucionários, como se eu fosse o elo mais fraco deles, uma estranha no ninho por não ter estômago para aguentar aquilo tudo ou talvez… Por ter muita empatia no coração. Minha cabeça voltou ao mundo real após o som agudo de um alarme disparar.

Me levantaria, secando as lágrimas de meu rosto antes de me voltar a aquelas pessoas. - Está tudo bem agora. - Diria a primeira pessoa que eu me aproximasse, tirando a mordaça de sua boca. - Tem alguém ferido? - Perguntaria a todos na esperança de socorrer aquela pessoa primeiramente. Se estivessem todos bem, procuraria no local alguma chave que pudesse libertar aquelas pessoas das correntes. ’’ - Talvez nos soldados feridos no corredor…’’ - Pensei, se eu não encontrasse nada dentro da sala, iria até os homens lá fora, procurar em seus uniformes algum molho de chaves que pudesse ajudar aqueles prisioneiros. Se eu não encontrasse nada, lembraria daquele quarto com os armários e o outro que parecia um dormitório. ‘’- Talvez tenha um claviculário ou alguma coisa por lá… -

O tempo era curto e logo eu gritaria para Klaus: - Klaus! Preciso de sua ajuda! Aquele quarto luxuoso, pode ter alguma chave por lá para libertarmos os escravos! - Diria a ele de maneira firme, sem gaguejar, pois eu estava tensa, com os nervos a flor da pele. Me voltaria para Lara também em seguida: - Lara! Esses animais, consegue tirá-los daqui? Alguém aqui é bom com animais? - Perguntaria a ela. O alarme continuava a soar, precisava ser rápida e esperta agora. ‘’ - Concentre-se… Precisamos de informações sobre Mirana… Deve ter algum documento. - ‘’ Pensaria comigo mesma antes de olhar para todo o corredor. - Daario, eu preciso checar uma coisa, eu vou tentar encontrar vocês, não se preocupe comigo! - Diria ao rapaz antes de correr pelo grande corredor, voltando a aquela quarto luxuoso.

Vasculharia o armário, a escrivaninha, procurando um livro e as chaves caso os escravos continuassem acorrentados. Se Klaus estivesse comigo, estaria feliz por ter ajuda extra. Se eu encontrasse algo como um livro caixa ou as chaves, levaria comigo até Daario novamente, olhando bem o caminho de volta para não topar com algum guarda. Se eu avistasse um inimigo a minha frente, não hesitaria em tentar derrubá-lo caso ele estivesse sozinho. Usaria do elemento surpresa para dar uma rasteira na perna da pessoa suspeita ou uniformizada, e assim que ele caísse no chão, daria um soco em sua face para desacordá-lo.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 2: Peixe fora d'água!   Capítulo 2: Peixe fora d'água! - Página 4 EmptyTer 16 Out 2018, 22:48

Narração


Mesmo que seu companheiro parecesse um tanto quanto desconfortável com a situação, Cris podia notar que era apenas tensão do momento, talvez por julgar um tanto quanto comovente ter alguém em seu auxilio, ou talvez por outro motivo, o que importa é que isso tocava seu coração de alguma forma desconhecida por parte da jovem. De qualquer forma, não demorava muito para que os devidos cuidados fossem tomados, com seus ferimentos enfaixados, impedindo alguma proliferação de infecções, estava novo em folha para seguir o seu caminho. Afinal de contas todo grupo estaria em um dilema enorme ao dar de cara com as visões das duas portas, a primeira delas apenas preparava os revolucionários para o que encontrariam na segunda, todos aquelas pessoas e animais trancafiados em salas como se fossem apenas objetos, de fato, desumano. Mas, é disso que se trata um leilão clandestino, e todos sabiam onde estavam se metendo quando decidiram ir até lá.

Mesmo assim, os únicos pensamentos que rondavam a mente da ruiva estavam relacionados a sua companheira, mais uma vez nenhuma noticia, mesmo com tantos escravos reunidos sequer um deles possuía alguma relação com a sua busca, bom, ao menos não que pudesse notar a primeiro momento. Seus sentidos vinham ao chão, assim como seu corpo como um todo, os joelhos tocavam o chão e o sentimento de culpa preenchia a consciência, sua esperança havia sido jogada no lixo, mas querendo ou não ainda havia trabalho a ser feito. Seus companheiros sequer paravam por um segundo passando a deslocar-se entre todos os cômodos, mesmo antes que a revolucionária pudesse passar algumas instruções, Klaus já havia se deslocado aos quartos anteriores buscando pelas chaves e possivelmente liberta-los. Enquanto isso os demais, continuavam fazendo todo trabalho de escolta-los em direção a saída, mais especificamente passando reto as últimas portas, onde se deparavam com uma escada subindo até o andar térreo.

- Cris, Criiiisssss.... - Dizia Daario, tirando a garota de seu pequeno transe momentâneo, fazendo-a entender o quão ruim era a situação atual. - Encontrem as chaves rápido, nos preocupamos com possíveis feridos depois. Não temos tempo o suficiente para isso. - Dizia ao ouvir o alarme tocar repetidamente, e os sons de marcha dos soldados se tornar cada vez mais próximos. Levava a mão ao ombro da garota e em um sinal de positivo, deixava que ela fosse até o outro cômodo, dando de cara com Klaus em sua busca pela chave mestra, ou melhor por um molho de chaves que conseguisse livrar aqueles homens de seu fatídico destino. No entanto por mais que o garoto procurasse, não conseguia encontrar nada a sua frente, nada além de armários trancados e alguns panfletos jogado a mesa, junto a mesma foto que havia visto anteriormente. Sendo assim, apenas assentiu com a cabeça quando Cris lhe dirigiu a palavra, se separarem era a melhor opção, de fato.

A jovem tentava procurar pelos pertences que tirariam a todos dessa situação, mas assim como Klaus não podia encontrar nada que realmente lhe ajudasse, mesmo tateando a todos os móveis que lá se encontravam. No entanto podia ver algo um pouco mais interessante, bom, interessante para os seus próprios interesses ao menos, olhando melhor era uma espécie de cartaz, nela estavam várias espécies de seres existentes, todos eles sorrindo um para o outro, e bem ao meio estava escrito Grande Leilão de espécies, em letras menores abaixo continha o local: Mawakun - Grand Line. Caso virasse o cartaz, poderia notar uma espécie de tabela contendo uma diversidade enorme de espécies e seus respectivos preços, havia encontrado o destino final para esses leilões, talvez um leilão principal? Não podia compreender ao certo, mas certamente possuía muito mais diversidade que a atual localidade.

Ainda perplexa com o que havia encontrado, Klaus voltava até o local encarando-a como se estivesse olhando para um fantasma, tentava chamar sua atenção movendo as mãos de um lado para o outro em busca de atenção. - Vamos logo Cris, temos que dar o fora daqui... Eles chegaram. - Comentava, olhando para trás em direção aos guardas, no entanto balançava o molho de chaves em sua mão esquerda mostrando que encontrara o que estavam procurando. Sem mais delongas a garota podia compreender, e seguindo o jovem de madeixas brancas se deslocavam em direção a saída, todos já estavam escoltados e aparentemente bem sob a escada, a porta acima já estava aberta, e se olhassem bem poderiam visualizar uma figura conhecida, Rebecca, que alívio seria vê-la. Com ela estavam também todos os outros revolucionários preparados para enfrentar o que estaria por vir, passando a descer as escadas ao seu encontro.

No entanto, tudo estava apenas prestes a começar, podiam ouvir o barulho das marchas de soldados se tornar cada vez mais constante e próxima, caso olhassem para trás poderiam até mesmo vê-los se aproximando cada vez mais rápido. - Vocês sabem com o que estão se metendo? Essa mercadoria é propriedade do Tenryubito Don Javier... Roubá-lo significa uma declaração de guerra e exterminação da sua espécie. - Dizia um homem portando um megafone, suas roupas mostravam claramente ser um membro da nobreza, sua risada mostrava que não estava muito preocupado, afinal tinha confiança em suas palavras. Ao ouvir a palavra "Tenryubito", de fato, todos paravam observando suas costas, mas ainda correndo em direção a saída, no entanto sabiam claramente o perigo de mexer com uma dessas entidades, e suas possíveis consequências. Valeria a pena comprar guerra com um homem desses?


Verso do cartão:
 

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Última edição por Far em Sex 19 Out 2018, 22:18, editado 1 vez(es)
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Luizatomita
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 2: Peixe fora d'água!   Capítulo 2: Peixe fora d'água! - Página 4 EmptyQui 18 Out 2018, 15:11

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Capítulo 2: Peixe fora d’água!



A voz de Daario ecoou trouxe minha respiração de volta, quebrando o transe e o desespero que caiu sobre minha mente. Levantei daquele chão sujo e logo fiz o que ele havia pedido. Precisávamos sair dali o mais rápido possível, pois o tempo que sempre foi um aliado agora era um inimigo poderoso e mortal. Encontrei Klaus no meio do caminho, assim como eu, ele também estava atrás das chaves. Disse a ele para nos separarmos para encontrar as chaves, trabalhar separados podia ser mais eficiente naquela hora de desespero. O alarme soava agudo, isso incomodava meus ouvidos. Fui até o quarto luxuoso, remexendo entre papéis e outros objetos irrelevantes até eu encontrar um papel que me seria interessante.

O papel fino em minhas mãos era um cartaz de alguns seres distintos sorrindo e ao virar a folha, pude ver uma listagem de preços… Várias espécies citadas ou melhor, várias almas que seriam vendidas as demônios de bolsos cheios e corações vazios. Senti a falta de ar vir a minha garganta, o preço por uma sereia era extremamente alto, pensei em Mirana, acorrentada, presa a um tanque de água, sendo vendida por aquela quantia e entregue a algum desgraçado desalmado. O sofrimento de cada um deles, que não passavam de números…. É isso o que somos... Números. E tudo aquilo localizado em uma ilha de nome estranho demais para mim, em minha mente, nem ao menos conseguia compreender como se pronunciava aquele nome. Não havia encontrado nenhum registro, nem um livro caixa que pudesse me dizer a localização exata de Mirana e isso me deixou muito irritada.

Socaria a mesa com meu punho direito. - Desgraçados!!- Diria de maneira raivosa, rangendo os dentes e deixando algumas lágrimas escaparem de meu rosto. Eu tinha uma pista e por hora seria o suficiente, mas no fundo de meu coração eu queria mais, queria encontrá-la logo e minha impaciência tinha seu preço. Após me acalmar um pouco, ouvi a voz de Klaus soar em meus ouvidos, ele tentava chamar minha atenção balançando as mãos em minha frente. Olhei para ele com o rosto cheio de lágrimas, agarrada a um papel a qual levei ao meu bolso. Aquela informação precisava ser passada a Rebecca.

Concordaria com ele balançando a cabeça positivamente enquanto minhas mãos iam em direção ao meu rosto, limpando as lágrimas de meu rosto com a manga de meu vestido. Os passos se aproximava mais e mais, logo seríamos abordados e sem pensar duas vezes, segui as palavras de Klaus. Ele havia encontrado as chaves, o que me fez ficar um pouco mais aliviada. Meus passos rápidos agora eram em direção a saída, precisava correr do tempo e daqueles que vinham atrás de nós. Corremos pelo corredor até chegarmos no final dele, dando de cara com uma escada e acima dela, o rosto belo e o sorriso brilhante de Rebecca e atrás dele, os outros revolucionários. Conseguimos retirar o pessoal, mas ainda tínhamos do guardas atrás de nós e junto a eles, uma voz que soava de dentro de um megafone. - Don Javier… Esse é o nome do desgraçado. - Eu estaria de costas para eles, balbuciando para mim mesma.

Olharia ao meu redor, não tínhamos condição de lutar com toda aquela gente, especialmente eu, que prezava pela discrição e meu nome. Observaria se tinha algum cano de água aparente, talvez de água quente, não seria má ideia inundar aquele local e apagar seus vestígios para trás. Para isso, precisávamos de uma distração, com movimentos sutis, pegaria a frigideira em minha mochila e levaria a mesma para frente de meu rosto, cobrindo toda a área de minha cabeça. Me voltaria aos homens atrás de nós e com um grito diria: - INSOLENTES! - Esperava que os homens freassem para continuar a falar, ainda com a frigideira em mãos, cobrindo o rosto.  Tentaria modular a voz com meus conhecimentos artísticos de atuação para parecer mais grave que o meu normal. - Vocês que mancham o mundo com injustiça e dor! Que não sabem o valor da liberdade… Que se acham MELHORES do que os seus irmãos e irmãs. - Apontaria para os homens a minha frente de maneira firme usando a postura adequada. - Klaus.. veja se consegue alguma bomba de fumaça ou se consegue acertar um desses canos… - Diria em um quase sussurro para o companheiro, caso tivesse algum cano por perto ou talvez Rebecca e os outros revos tivessem algo para encobrir nossa fuga. Continuaria distraindo os homens até que os meus companheiros pudessem me ajudar.

- Vocês vão se arrepender por ofenderem a ordem, a vida e especialmente… A Deus! - A essa altura, já esperava uma das duas ações anteriores, tanto da água quanto da bomba de fumaça. Se alguma delas fosse usada, correria em direção a porta a onde Rebecca estava, subindo as escadas rapidamente sem olhar para trás. Fecharia a grande porta, olhando em volta, procuraria a chave para trancá-la e algum móvel para bloqueá-la, uma mesa pesada até ali talvez ou qualquer móvel pesado.. - Daario, Klaus, me ajudem com essa mesa! - Estaria segurando a porta até os dois rapazes trazerem o móvel, usando toda minha força e raiva para não deixar aqueles guardas passarem.

Se não tivesse um duto de água, ar ou uma bomba, terminaria o discurso e correria para a porta da mesma maneira, tentando trancá-la por fora e bloqueá-la. Olharia ao redor, para os revos companheiros e, antes de sair, olharia para encontrar algo que pegasse fogo. Isso mesmo. Desde um botijão de gás a um duto, tentaria causar um vazamento e procuraria a saída dali o mais rápido possível junto a todos. Procurando o ar fresco enquanto meus passos eram velozes e um tanto desesperados para sair daquela espelunca. Sentir o cheiro da liberdade mais uma vez era o desejo. Se conseguisse sair a tempo, seguiria Rebecca e os outros para o navio ou a base, o que eles achassem melhor, já havia passado tempo demais ali, queria ir embora e rápido.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 2: Peixe fora d'água!   Capítulo 2: Peixe fora d'água! - Página 4 EmptySex 19 Out 2018, 22:48

Narração


Cris se encontrava em uma situação complicada, vasculhando entre os papéis que encontrava, pode encontrar algo bem mais revelador do que esperava, não só mostrava-lhe um caminho a seguir como também uma esperança para encontrar Mirana. No entanto, o mesmo sinal de esperança que preenchia seu coração, também lhe gerava um sentimento de ódio profundo, visto que aqueles monstros poderiam, e muito provavelmente deveriam estar vendendo sua amiga, ao ver o preço estipulado para alguém de sua espécie podia ver que não estavam para brincadeiras, de fato, uma sereia era considerado uma mercadoria rara para aqueles leilões. Batendo sobre a mesa para expressar sua frustração, levantava-se afinal já havia encontrado algo que poderia ser útil, apesar de não saber ao certo onde aquelas chaves estariam. Era quando Klaus, adentrava chamando-a como se tudo estivesse para desabar e então em alguns momentos passavam a correr, um exército estava atrás dos invasores, e não era hora para conversa, apenas para... Correr.

Em meio a toda correria, tudo que Cris pode ouvir foram alguns murmúrios e a fala de um dos homens que parecia ser o comandante, diante de um mega fone era difícil não ouvir o que tinha a falar, mas isso apenas a fazia ficar ainda mais furiosa. Não bastasse alguém estar brincando de Deus com essas pessoas, em trocas de escravos desumanas, quem estava fazendo isso ainda seria uma das figuronas do governo, um Tenryubito, Don Javier o seu nome. A jovem, pensava de maneira rápida, vendo seus amigos em apuros e então sacava a única arma que tinha consigo, uma panela e suas performances artísticas, começando a discursar como se fosse o centro das atrações, mas ao menos parecia estar dando certo, assim que a jovem falava os homens paravam na mesma hora. - Pare de falar asneira, e devolvam o que roubaram!!! HOMENS ATRÁS DELES!!! - Prosseguia o comandante, fazendo com que os guardas passassem a andar novamente.

Klaus, um pouco atrás podia ver que Cris não estava nem um pouco disposta a correr, esperando para por seu próprio plano em ação, mas os guerreiros se moviam de forma rápida e não havia tempo a perder, por isso não pode evitar. Ao passar pela garota, agarrou-a entre seus braços, levando-a consigo do jeito que conseguia, sua velocidade diminuía um pouco, mas ao menos podia ajudar sua companheira a escapar. Em seguida, o pedido por parte da garota se tornava realidade, os revolucionários que estavam na região superior passavam a lançar bombas de fumaças a medida que seus companheiros deixavam aquele edifício. A visão por dentro era completamente embaçada, coberta pelo branco da fumaça, e assim Cris e Klaus davam fim a sua invasão, voltando a ver a luz do dia mais uma vez, haviam saído mais uma vez em meio as ruelas daquela grande ilha.

- Criss, Daario... Não temos tempo a perder... Você precisa seguir em frente, levem os escravos para o barco mais próximo e zarpem imediatamente. Precisamos leva-los a um lugar seguro, e estando nessa ilha nunca poderão estar livre de uma ameaça. - Afirmou Rebbeca, confiante em sua decisão, Daario apenas concordava com a cabeça passando a guiar aquelas pessoas na direção certa, em direção ao mar! Cris por outro lado mais atrás, ainda permanecia próximo a Major, que lhe passava algumas instruções além. - Não se preocupe, vá com ele, é um bom homem e sabe o que faz... O major Daario nunca me deixou na mão. - Disse, levando a mão a sua cabeça, fazendo um breve carinho em suas madeixas ruivas. - Mas, tenho algo a pedir... Uma missão na verdade, preciso que reúna informação com esses escravos para que o exército entenda os próximos passos do governo, conto com você. - Dizia, de forma bem diferente de como a tratava anteriormente, afinal despedidas nunca são fáceis.

Em seguida passava a empurrar a jovem em direção a Daario, como se a mandasse ir logo pois o tempo é curto. - Ficaremos bem... E você também, Klaus vai lhe acompanhar nessa jornada... Até a próxima. - Comentava, por fim, sorrindo aos dois jovens, lhe dando adeus sem muita emoção envolvida, e já voltava para o combate, comandando seus homens para erguerem as armas e se prepararem para o que estaria por vir. Klaus passava a chamar a garota para andar rápido com sinais, e então se deslocava acompanhando Daario e os demais escravos.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 2: Peixe fora d'água!   Capítulo 2: Peixe fora d'água! - Página 4 EmptyTer 23 Out 2018, 12:26

New Way
Capítulo 2: Peixe fora d’água!


Meu plano havia dado certo! Bem, pelo menos o suficiente para parar aqueles guardas antes das bombas de fumaça caírem sobre o corredor. Senti um baque em minha cintura, quando percebi, Klaus segurava meu corpo junto ao dele, acelerando seus passos junto aos meus. O movimento foi tão rápido que mal pude ver ou sentir algo sem ser a pressa de meus joelhos e canelas. Subimos aquelas escadas, fechamos a saída e corremos para o lado de fora. O sol banhava todos ali, e meus olhos arderam um pouco com o contato direto com os raios do astro rei, olhos claros às vezes são um problema, mas eu estava ainda mais surpresa pelo tempo, passamos a noite toda naquele estabelecimento, resgatando pessoas inocentes.

Saímos nas ruelas próximas, e sabíamos que não podíamos perder nem um pouco de tempo. Nesse meio tempo, Rebecca se aproximou de mim. Rebecca disse a Daario para seguirmos em frente, senti meu coração parar de bater por um segundo antes de me voltar a ela. - C-Como assim Re, v-você não vem? - Ela dizia para não me preocupar, que Daario era um bom homem e estaria em boas mãos. Meus olhos encontraram os dela, senti leves lágrimas se formarem em torno deles. Sentia a mão quente de Rebecca passar sobre meus fios ruivos. Mexi a cabeça em sinal positivo para ela, ouvindo suas instruções com cautela. Era hora de continuar minha viagem sem Rebecca, e ao contrário da mulher, eu a abraçaria com força. -O-Obrigada Reh… Se cuide! - Rebecca não era do tipo tão sentimental, mas eu sou! Ela me empurrou de leve na direção de Klaus e Daario, dizendo que ficaria bem com eles.

Eles eram homens fortes, mas eu também estava me sentindo mais forte, embora ainda não tivesse todas as artimanhas o suficiente ainda, aos pouco sentia que ia aprendendo mais e mais com aquelas pessoas. Dei uma ultima olhada para trás, deixando minha amiga… Mais uma amiga longe de mim e isso de alguma maneira me apertava o coração. ’’ - Talvez, no final, eu deve ficar sem ninguém mesmo.’’- Pensei enquanto acelerava meus passos em direção aos homens. Me doía não poder ajudar, não poder salvar a todos de um combate… Vidas provavelmente seriam perdidas, jogadas fora… Aliados. Enquanto eu corria, rezei baixinho em minha mente, pedindo a todos os deuses que protegessem meus amigos… Talvez Leo estivesse lá, talvez eu nunca mais fosse vê-lo assim como Rebecca. Quando menos percebi, estava chorando em meio as vielas de Loguetown.

Faria o que rebecca me designou a fazer, correria até a embarcação revolucionária que estava fora da cidade. Dando suporte e apoio aos escravos que se encontrava conosco. Daario aparentemente ia na frente, seguiria suas ordens, caso precisássemos nos esconder de marinheiros ou mesmo atacar. Se tivéssemos inimigos a frente, não exitaria em proteger os resgatados com meu corpo, mas caso nosso caminho fosse tranquilo, seguiria até o barco, ajudando nas amarras ou nas velas para podermos partir. Estaria em alerta as ordens de Daario e os conselhos de Klaus, caso eles fizessem. Responderia com um - S-Sim senhor! - Caso ele me pedisse algo e depois o executaria, tudo claro, dentro de minhas capacidades.

Se tudo estivesse calmo, suspiraria baixinho, deixando meu corpo cair sobre o chão do navio. Precisava sentar um pouco antes de organizar a minha mente para agir novamente, havíamos passado por muitas coisas em tão pouco tempo. Olharia meu bolso, com o cartaz que eu havia pego naquele cárcere. Anotaria em meu diário a informação sobre a ilha de Mawakun, era lá que eu precisava ir! Feito isso, iria atrás de conseguir o que Rebecca me pedira, maaaaaas. Aqueles escravos provavelmente estavam famintos, cansados e machucados. Chamaria Klaus caso ele não estivesse tão atarefado e com um sorriso diria: - K-Klaus, preciso de sua ajuda numa coisa. A-Aquelas pessoas e os animais que resgatamos, pr-precisam ser alimentadas e cuidadas. Poderia me ajudar? P-Preciso que encontre alguns cobertores, irei preparar o jantar para todos… P-Pedirei a Lara para me ajudar na cozinha. - Diria dando um leve sorriso antes de me procurar a ex escrava de cabelos verdes.

- Lara! Está o-ocupada? Preciso de ajuda na cozinha, p-para preparar o jantar de todos… - Eu não sabia ao certo se Bruce e Elisa estavam no navio, caso estivessem, provavelmente ficariam felizes em ver mais duas ajudantes para preparar uma refeição para tantas pessoas, se não houvesse ninguém ali, começaria a cozinhar uma boa sopa, usando os ingredientes disponíveis no navio, caso Bruce e Eliza estivessem na cozinha e não precisassem de minha ajuda ou a da Lara, voltaria aos resgatados, sentando-me próxima a eles, perguntando gentilmente: - Estão feridos? Logo o jantar ficará pronto….Enquanto isso, queria dar uma palavrinha com vocês. Podem me ajudar nisso? - Estaria sorrindo para eles, minha pena e minha caridade faziam minha voz ficar suave e tranquila. Se tivesse algum ferido, procuraria o kit de primeiros socorros do navio e levaria até ela, fazendo o possível para limpar o ferimento. - Imagino o quão horrível isso tudo não foi… Mas agora tudo será diferente… Sabem me dizer, a quanto tempo estão escravizados? Preciso saber os detalhes de cada um, de onde vieram, quantos anos… Irei anotar tudo em meu diário para relatar aos Comandos Revolucionários, as informações de vocês podem ajudar a salvar outras pessoas que também se encontram nessa situação… - Diria olhando para cada um deles, sorrindo mas não de felicidade, e sim um sorriso de compaixão.

Anotaria as palavras dos homens, mulheres e crianças dali. Deixando registrado seus locais de nascença, suas idades, espécies e a quanto tempo estavam ali. - Sabem para onde eles os levariam? O nome Mawakun lhes é familiar? - Perguntaria para confirmar a informação que eu havia encontrado naquele cartaz. - Podem me dizer como era a rotina de vocês? O que comiam, o que eram submetidos… Eles lhes agrediram…? Por favor, me digam seus nomes, idade, sua altura e peso na média... Sei que pode ser doloroso responder isso… mas quanto mais informações tivermos, melhor será para entendermos e identificarmos esses covardes que fazem isso. - Diria de maneira confiante enquanto anotava tudo. Ao final das perguntas. Diria a eles: - Muito obrigada pela cooperação. Vamos ver se o jantar está pronto. - Levaria os revolucionários a cozinha, se Bruce e Elisa já tivessem terminado, iria se servir, comer e descansar um pouco.

Procuraria um canto tranquilo, precisava organizar as informações em um relatório. Pensando e comendo aos poucos, começaria a organizar as ideias no papel.

Spoiler:
 

Terminaria o relatório acrescentando todas as informações, terminaria de comer a minha sopa e entregaria os papéis a Daario. -D-Daario… Eu terminei o relatório que a Rebecca havia me ped-pedido. O-O que você acha? - Perguntaria a ele, meio encabulada.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 2: Peixe fora d'água!   Capítulo 2: Peixe fora d'água! - Página 4 EmptySex 26 Out 2018, 10:53

Narração

Seu papel havia se concretizado, por pior que a situação se transformasse a cada passo que davam para fora daquele estabelecimento, ainda assim havia pessoas que precisavam ser salvas, escravos que não poderiam ser levados mais uma vez por aqueles homens. Mesmo que Cris sentisse mal por deixar seus companheiros para trás, principalmente Rebecca, sabia que seria necessário visto que sem eles não haveria tempo o suficiente, não conseguiriam chegar até o navio sem serem capturados. Por isso, decidiu seguir as ordens lhe dadas, mas não sem antes se despedir de sua amiga revolucionária, mais emoções do que o previsto exalavam pelas duas partes, porém poucas palavras eram trocadas antes que ela deixasse o local. Acompanhada de Daario, Klaus e alguns escravos, a passos rápidos podiam ver o barco cada vez mais próximo, e por fim se encontravam dele em um ambiente no mínimo aconchegante se comparado a instalações desumana anteriores.

Todos se colocavam em prontidão para partir, e com um breve aceno de Daario, Klaus também passava a acompanhá-lo abaixando as velas que eram necessárias para dar movimento a embarcação, o comandante por outro lado se dirigia até o convés, passando a controlar a movimentação do navio através de seus dotes. - Certo. - Comentava o garoto em seguida, com relação ao pedido de Cris, passava a se deslocar para obter tudo que podia conseguir lá dentro. Os escravos, apesar de mais confortáveis ainda estavam um pouco receosos, afinal nunca se sabe a situação pelo qual passaram até chegar ali. O barco por outro lado se deslocava, direcionando-se para a Reverse Mountain, onde o sonho de muitos começa, e todos aqueles acompanhantes deveriam sofrer mais um desafio imposto pela própria natureza, mas seria para o bem deles, afinal precisavam chegar até um ponto de comando do exército, e querendo ou não, não seria tão fácil assim.

A garota se prontificava para colocar as coisas em ordem, dando a ideia de preparar o jantar, chamava Lara para lhe auxiliar de alguma forma, mesmo que não soubesse ao certo do que ela era capaz. - Claro, por que não? Estava pensando em comer nesse exato momento... - Diria, apesar de não estar realmente falando de sua própria fome, seu olhar claramente indicava preocupação com os demais escravos. Bom, sem mais delongas partiam para cozinha, que estava até um pouco vazia, sem a presença de Bruce e os demais, restava apenas as duas preparar alguns pratos, talvez uma sopa com aqueles ingredientes disponíveis. De fato o faziam, reunindo alguns deles, e cozinhando enquanto o silêncio tomava conta daquele ambiente, até que o prato de fato estivesse pronto para servir a todos que estivessem famintos e prepara-los para a viajem. Cris, logo foi a procura, utilizando a hora da janta como momento para questionar os escravos e reunir informações importantes.

- Mawakun?! Eles não devem saber... Eu era a única a ser levada para o leilão principal, sabe-se lá por que. - Comentava a jovem, virando um pouco um rosto, abalada só de lembrar dessa informação. - O tempo é relativo, alguns a mais outros menos... Nossa rotina? Era sempre a mesma, esperávamos por comida, passando o dia todo preso. Algumas vezes nos usavam para trabalhos próprios e quando não obedecemos... Usavam da violência, da pior forma possível. - Falou um senhor com mais idade, já parecendo estar acostumado com essa vida. Sendo assim a jovem passou a perguntar um a um, sobre informações pessoais e recolhendo-as individualmente, para fazer uma lista de dados e consequentemente o relatório em um momento posterior, com todos os dados obtidos e seu pensamento com relação aqueles presentes. Daario recebia o relatório, lendo-o com atenção antes de dar seu feedback. - Está ótimo, não poderia ter feito melhor. Me poupou um belo trabalho... Obrigado. - Dizia o revolucionário levando a mão a cabeça.

Sua expressão se tornava série e a medida que olhava para o horizonte guardava o relatório em seu bolso, olhando para Cris vagarosamente, apontava em seguida para os escravos, passando a gritar para que não só a garota como também Klaus ouvisse. - Levem todos para dentro, abriguem e deixem eles o mais seguro possível, estamos chegando... A Reverse Mountain, a Grand Line. - Bradou, deixando a jovem com a bela visão de uma montanha enorme, tampando completamente a visão de todos que ousassem observá-la, as águas por ela ao contrário do normal estavam subindo, como se escalassem as rochas em uma velocidade e correnteza intensa, era de fato espetacular, algo naturalmente formado que possuísse um mecanismo tão estranho.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 2: Peixe fora d'água!   Capítulo 2: Peixe fora d'água! - Página 4 EmptySeg 29 Out 2018, 09:59

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Capítulo 2: Peixe fora d’água!


Embora minha experiência com a cozinha ainda não fosse a das melhores, tentar ajudar a quem precisa era uma das coisas que mais me deixava feliz. Os ingredientes naquele barco eram um tanto escassos, o que não me deu muita escolha a não ser preparar uma sopa para os pobres resgatados. Com a ajuda de Lara, conseguimos alimentar a todos e, ver o sorriso daquelas pessoas ao comerem uma boa comida era mais do que gratificante para mim. Sabia que suas vidas não eram fáceis, mas eu não tinha noção do quão cruel as pessoas podiam ser umas com as outras.

Histórias, pessoas, lugares, tudo isso que agora era parte de um passado vinham da boca daqueles homens e mulheres. Alguns se emocionaram, outros ficavam receosos, mas no final, consegui reunir todos os dados necessários para meu relatório. Eu estava tão emocionada quanto eles, sentia os pelos de meu corpo se arrepiarem ao ouvir o que o velho senhor dizia, segurei minhas lágrimas em meus olhos, eu não queria chorar, embora meu coração já estivesse em prantos, eu estava feliz por aquele sofrimento ter acabado… Eles teriam uma nova vida, um recomeço e isso me confortava.. Fiquei satisfeita com meu trabalho, eu já havia feito um documento mais formal uma vez na casa do Sr. e da Sra. Duval, mas nada como um relatório, realmente quebrei um pouco a cabeça para organizar tudo, mas minha dedicação e vontade de aprender foram suficientes para receber um elogio do Sr. Daarius. Senti minhas bochechas corarem com aquele elogio. Minhas mãos um pouco sujas de tinta de minhas canetas deixaram uma marquinha ou outra no papel de caderno que eu tinha.

-O-Obrigada. - Eu disse de maneira tímida, enquanto evitava olhar para o forte homem que nos conduzia. Logo a expressão dele mudou um pouco, seu sorriso agradecido e sem graça se tornou um tanto preocupado. Sua voz, em tom mais alto, nos ordenava a proteger os refugiados, levando-os para dentro do barco. Meus olhos logo se voltaram para longe do homem e, o vislumbre da grande montanha com o mar subindo me fez abrir a boca. Eu já havia visto fotos, desenhos da Reverse Mountain… Mas nada se comparava ao seu esplendor ao vivo. Fechei a boca, balancei a cabeça de leve e voltei para mim mesma, não era hora de ficar surpresa, aquela montanha… Era traiçoeira… Muitos já haviam morrido ali segundo minha mãe, especialmente piratas. A força da água, as pedras no caminho e o vento forte eram fisicamente bem estranhos… Não sei muito bem como aquela montanha funciona, mas algo de místico podia ser a resposta.  Assim, seguiria as ordens de Daario. Descendo até os refugiados e levando-os para dentro do barco. Klaus estava presente, ele me ajudaria a cuidar daquelas pessoas.

’’ - Se morrermos, pelo menos morreremos de barriga cheia. - ‘’ Pensei enquanto me dirigia a Klaus e aos outros. - Vamos lá para dentro, não é seguro aqui fora. - Diria a todos, esperando que eles ouvissem e cumprissem as ordens. Ao adentrar no navio, eu procuraria algumas cordas, se não as encontrasse, perguntaria a Daarios onde poderia achá-las, feito isso, me voltaria aos refugiados.

- Amarrem essas cordas nas cinturas de vocês, fiquem juntos, quanto mais separados, mais perigoso pode ser alguma colisão. - Diria as pessoas e logo checaria as cordas para ver se estavam seguras e bem presas a cada um. Amarraria o final das duas pontas em uma pilastra, a fim de evitar que os pobres homens e mulheres ficassem sendo jogados para os dois lados do navio, como bolas de pingue-pongue.

- K-Klaus! - Chamaria o rapaz, minha voz estaria um pouco trêmula e minhas bochechas coradas. - Pre-Preciso que veja as cargas, se estão amarradas di-direitinho, n-não queremos ninguém ma-machucado né… - Terminaria com um leve sorriso encabulado e logo voltaria aos homens e mulheres ali. Veria se estavam bem, aquecidos e preparados para o que vinha, as cordas presas como em um brinquedo de parque de diversões.

Spoiler:
 

Ao ver todos seguros, procuraria um pedaço de corda de no máximo três metros. Me aproximaria de Klaus, apontando uma das pontas para ele.- É ma-mais seguro ficarmos juntos, n-não quero que ninguém c-caía para fora do barco, assim d-da pra gente ficar mais tran-tranquilo… - Diria a ele, brincando com meus próprios dedos de maneira envergonhada.

Spoiler:
 

Amarraria a outra ponta da corda em minha cintura, daria um bom nó nela até sentir que estivesse firme o suficiente. Agora eu estaria obrigatoriamente sempre perto de Klaus, isso claro, se ele aceitasse a ideia. Voltaria para o convés, e gritaria para Daario: - E-Estão todos bem lá em baixo! - Olharia par ao horizonte, o vento forte e o mar bravo iam na direção da enorme montanha. Senti um calafrio ao ver mais de perto, meus dedos inconscientemente procuraram os de Klaus e em um aperto, seguraria a mão do rapaz. Meu medo era evidente em minhas mãos suadas, mas meus olhos pareceriam confiantes.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 2: Peixe fora d'água!   Capítulo 2: Peixe fora d'água! - Página 4 EmptyTer 30 Out 2018, 20:22

Narração

Apesar de tudo até o momento ter se decorrido de uma forma relativamente positiva, agora estavam frente a frente com seu maior inimigo natural, o próprio mar e as formações rochosas que o separavam da outra parte do mundo, a Grand Line. Querendo ou não, não há fotos ou desenhos que pudessem descrever o resplendor daquele cenário a frente, além é claro, do terror que rodeava a todos ali presentes, afinal estavam prestes a enfrentar um grande obstáculo. Daario, mesmo com mais experiencia demonstrava isso em seu olhar, mas apesar dos pesares mantinha-se ereto e pronto para encara o que viesse, no entanto ainda assim pedia ajuda para que os demais preparativos fossem feitos, nem todos ali estavam preparados para estar na linha de frente quando o pior acontecesse, e bom, quanto mais mentes se pondo a rezar em uma situação dessas melhor. O revolucionário, mesmo preocupado pode ver que seus subordinados faziam um bom trabalho.

Levavam alguns minutos para que todos os escravos fossem transportados de uma região para a outra, afinal uma única porta levava certo tempo para que todos passassem e chegassem a segurança, no entanto todos pareciam se conformar e seguir as instruções que lhe eram dadas, o que facilitava o processo. Até mesmo Klaus, com seu jeito frio, pode ver que as decisões de Cris eram as melhores no momento, e por isso contentou-se em segui-las a risca, com um breve comentário desajeitado. - Tudo bem... Eu posso, te proteger. - Comentou, virando o rosto, tentando evitar a demonstração de afeto, mas era claro o suficiente para quem estivesse atento perceber, assim como um velho senhor havia feito. - Ahh, o amor dos jovens, como eu queria voltar para esse tempo. - Dizia, sorrindo apesar de tudo que passou, parecia estar contente com seus salvadores, e até podemos dizer que um tanto feliz.

Por fim, voltavam ao convés ao auxilio de Daario, que permanecia sozinho tentando guiar aquele navio da melhor forma possível, Klaus e Cris permaneciam com a corda enrolada entre seus corpos, o que facilitava caso algum deles acabasse sendo levado ao mar, ou quase. Assim que chegavam a cima, o barco se chocava com a grande montanha, sendo levado pela correnteza até a parte superior, em uma velocidade enorme, ambos eram jogados contra as grandes podendo se agarrar com uma certa dificuldade, devido a força exercida pelos ventos do mar. - Mas o que, não esperava por essa?! - Dizia surpreso, ao ver que por pouco não haviam sido lançados contra a parte de fora do navio, se recuperavam por pouco. - Segurem-se aí meus amigos!! - Dizia Daario, sentindo o vento levantar seus cabelos, descontraía com uma leve risada, como se dissesse que está tudo bem sobre seu comando.

- Acho bom fazer o que ele diz. - Comentava o garoto ainda um pouco assustado, ao ver a velocidade aumentar cada vez mais, principalmente quando já havia atingido cerca de metade do caminho. O barco parecia dobrar de velocidade, suas mãos automaticamente apertavam com força a madeira do navio, talvez fosse o suficiente, talvez não, o fato é que poderiam sentir seus dedos escorregando e caso não tomassem providencias, talvez sua situação piorasse consideravelmente. Klaus buscava segurar o máximo que podia, mas pouco podia fazer contra tamanha agressividade. Por fim estavam se aproximando da ponta da montanha onde a situação certamente não seria das mais agradáveis, se preparar para esse pico provavelmente seria a melhor ideia a se tomar, e isso podia ser expressado claramente na face do homem de madeixas brancas e suas expressões preocupadas.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 2: Peixe fora d'água!   Capítulo 2: Peixe fora d'água! - Página 4 EmptyTer 30 Out 2018, 23:23

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Capítulo 2: Peixe fora d’água!



Amarrados e prontos, sorri de maneira contente ao ter deixado todo os ex escravos em segurança ali dentro do navio. Felizmente, Klaus estava sendo um bom companheiro, me ajudando nas horas mais necessárias. Eu via o rapaz como um bom aliado, felizmente, ele estando ao meu lado me proporcionou mais segurança do que o esperado… Fora a companhia agradável dele. Olhei ao redor, encontrei o garoto com o rosto virado ao contrário do meu, parecia acanhado e logo a voz de um velho senhor ecoou naquele local.

Senti meu coração querendo pular para fora de meu peito, meu rosto vermelho de vergonha e minha voz trêmula logo se direcionaram ao homem de idade.- Bo-Bo-Bobo- Bobagem!  So-S-Somos apenas a-a-migos! - Eu diria de maneira abobalhada, sentindo minhas pernas fraquejarem um pouco e meu corpo mais mole que o normal com aquele comentário. Eu e Klaus ainda mal nos conhecíamos, eu nem sabia quem ele era de verdade… Sua história, seus gostos, sua cor favorita e sua comida predileta… Isso demandaria uma boa e longa conversa, mas infelizmente, o tempo agora era nosso inimigo.

Subimos ao convés e o que nos aguardava lá era assustador. Daario parecia se divertir um pouco com toda aquela situação, seus cabelos ao vento me distraíram por um segundo, que foi o necessário para me jogar contra a madeira firme do barco. Senti meu corpo todo doer com aquela pancada e logo ouvi a voz de Daario por sobre aquele vento e ondas. Eu precisava me proteger da natureza indomável, olhei para Klaus ao meu lado, ele parecia assustado tanto quanto eu. E logo segui seu conselho. - P-Podemos nos amarrar no mastro principal! - Diria para Klaus, olhando para ele de maneira confiante, mas no fundo, bem assustada. Tentaria me levantar e andar até o mastro, me segurando em Klaus, buscando um melhor equilíbrio entre nós dois, caso o vento estivesse forte demais, ajoelharia e me arrastaria, segurando no piso de madeira do barco, utilizando minhas unhas para me agarrar com mais força.

Ao chegar ao mastro principal, olharia ao meu redor, procurando um pedaço de corda solta que tinha ligação com as velas. A estrutura de madeira era forte, se caísse, levaria o barco todo assim, não teria nada a temer. Amarraria a corda entra o nó feito entre mim e Klaus. Buscaria uma outra corda e a jogaria ao redor do mastro, segurando ambas as pontas fortemente, entrelaçando a corda em meus braços. - Segure-se!! - Gritaria para Klaus fazer o mesmo, esperava que ele estivesse perto o suficiente. Respiraria fundo, ouvindo o som do mar e do vento, tentando me acalmar e concentrando toda minha força em minhas mãos.

Se por algum momento, meu corpo fosse jogado para longe, tentaria me agarrar em qualquer coisa que estivesse pela frente, Assim o faria com Klaus, tentaria de todas as maneiras deixar o rapaz próximo a mim, segurando sua mão com força e usando toda a força contida no meu corpo para fixar meus pés ao chão e puxar o rapaz de volta para mim.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 2: Peixe fora d'água!   Capítulo 2: Peixe fora d'água! - Página 4 EmptySex 02 Nov 2018, 10:39

Narração

O clima ainda estava um pouco estranho quando os dois eram jogados de um lado para outro, sendo praticamente forçados a lutar contra a correnteza, que cada vez mais forte os puxava para cima daquela estranha montanha. Por sorte já haviam se prendido um ao outro, e isso facilitava manter-se dentro do barco, Daario por outro lado parecia aguentar todo aquele vento de forma mais tranquila, era como se estivesse em uma competição de força bruta em que ele saia vitorioso, apenas rindo ao ver o resplendor de toda a cena. Já estavam se aproximando do topo da Reverse quando Cris teve uma ideia, mas para isso precisaria de uma aproximação mais ousada, se prendendo ao mastro principal seria a melhor forma de evitar que fossem arremessados para fora, bom, ao menos se o barco não afundasse junto. Mas não poderiam pensar em uma aproximação tão drástica, precisavam confiar em seus instintos e principalmente nas habilidades de seu comandante.

Passo a passo iam se aproximando do seu destino final, até que o barco atravessou o limite entre a subida e o topo, praticamente sendo jogado ao ar, estariam voando dentro do barco nesse momento, isso se não fosse por Klaus, que em um rápido dash conseguia alcançar a corda ligada ao mastro principal. Cris, que havia sido levantada alguns centímetros do chão, porém era puxada de volta a terra firme, agora passava a ajudar o garoto a amarrar as tais cordas as suas próprias, para garantir uma segurança maior assim como desejavam. No entanto, o barco já estava se virando para frente, para se adequar a próxima etapa daquele gigantesco desafio, e como a paisagem quisesse ser vista, jogava ambos para a parte do convés, onde Daario permanecia. A corda ligada ao mastro principal os puxava no limite, não deixando que atravessassem a embarcação, podendo segurar com maior firmeza as bordas do barco, enquanto ele se adequava pendendo ao chão.

Se recompondo podiam observar o resplendor da Grand Line, mais a frente uma grande massa de terra surgiam em frente aos seus olhos, não havia de fato muitas construções por ali, apenas uma em específico, para onde provavelmente todos que lá chegavam deveriam se direcionar. Um grande farol, com suas luzes acesas direcionava o barco para aquela exata direção, mas quem poderia morar lá? Seria mesmo habitada? Realmente era um mistério, bastava a eles admirar tal construção, mesmo que simples, ainda assim seria algo difícil de se sustentar em uma região como essas. Mais a frente também se abria um grande mar, pronto para ser explorado, com certeza maior do que o mar pelo qual haviam vindo, Daario sorria como se reconhecesse seu próprio terreno. - Ahhhh, como é bom estar de volta. Agora, segurem-se a descida pode ser mais tranquila, mas não se enganem. - Comentou, alertando-os sobre o que viria a seguir.

O barco então tocava novamente a água, atingindo maior velocidade, porém não tanto quanto os momentos passados, a pior parte parecia já estar passando, mesmo que ainda pudessem sentir os fortes ventos chocando-se contra seus cabelos. Agora na parte frontal, poderiam também desfrutar do que toda a vista que aquele momento teria para oferecer. - Então essa é a Grand Line? - Indagava, se perdendo entre pensamentos e encerrando seu comentário por ali, talvez desejasse falar mais, mas no momento se contentava com isso. Suas mãos se abriam em maior tranquilidade, como se estivesse se acostumando com o novo ambiente, a medida que o barco começava a descer.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 2: Peixe fora d'água!   Capítulo 2: Peixe fora d'água! - Página 4 EmptySab 03 Nov 2018, 16:42

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Capítulo 2: Peixe fora d’água!



O vento, o mar, tudo aquilo que antes me trazia a sensação de liberdade, agora me assustava. Ser tratada como uma bolinha de pingue-pongue, sendo jogada para lá e para cá não era nada agradável, bem, por hora não era. O mastro principal não estava longe, porém chegar nele foi desafiador, um passo de cada vez e antes que eu pudesse agarrá-lo, o barco saltou no ar, a sensação de voar, o frio na barriga passou pelo meu corpo por instantes até o chão do navio voltar a ser o lar de encontro com meu corpo. Senti o baque forte em meus ossos e com ele, o puxão da corda que me ligava a Klaus.

O garoto me trouxe para perto de si, e com a ajuda dele, conseguimos nos amarrar ao mastro sem tantos problemas, já havíamos tido problemas demais para um único dia! Me segurei ao rapaz, como um esquilo amedrontado. Não sei bem explicar o porque mas… Me sinto confortável ao lado dele… Um sentimento um tanto estranho… Pois geralmente o que os homens mais me trazem é o desconforto. Passado o susto, olhei para o horizonte, lá pude ver um enorme farol em meio a toda margem de terra inóspita. Ouvi a voz de Daario, por incrível que pareça ele ainda estava animado com tudo aquilo. ‘’ -Realmente ele é um grande piloto - ‘’ Pensei enquanto soltava o braço de Klaus. Ele parecia também fascinado com o que estava à nossa frente… A descida parecia tão bruta quanto a subida, mas nela eu talvez conseguiria ter mais controle. Seguraria nas cordas do mastro principal, olhando a frente nosso radiante destino com um sorriso no rosto.

- Ela está lá Klaus! Tenho certeza que vamos achá-la! - Olharia para o rapaz, com um sorriso animado enquanto minhas bochechas coravam levemente. Minha voz, minha expressão animada eram por um motivo… Precisava achar Mirana, e a cada passo que eu dava, mais próxima dela eu estaria. Senti algumas lágrimas saírem de meus olhos, mas elas se perdiam ao vento enquanto eu o sentia com felicidade. O cheiro do mar, o vento que assusta e liberta, agora me davam confiança para seguir em frente.

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