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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Re: [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?    [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?  - Página 2 EmptyQui 13 Set 2018, 21:31

~Post NEGADO~



Foi um post muito bom, você melhorou muito na questão de continuidade, que era meio que o seu calcanhar de Achiles, mas acabou por cometer alguns GodModes, vou destacar os trechos primeiro e explicar depois, visando uma melhor compreensão da situação.


@Nach escreveu:
Minha mão, caso acabe agarrando o antebraço, buscaria deslizar rapidamente até o pulso. Isso não lhe provocaria dano algum, mas evitaria um possível ataque usando apenas a mão, afinal, segurar seu pulso imobilizaria a região. Sua mão esquerda resolveria pegar a adaga da direita. Ergue o braço empunhando-a e investe um novo ataque. Eu tiraria a foice de seu ombro e largaria o mesmo. Me esquivaria afastando-me pela lateral destra e moveria para detrás do mesmo o mais rápido possível. Meu ombro se ergueria, meu cotovelo também, o segundo se põe a frente de meu corpo e então, bruscamente, daria impulso ao antebraço golpeando as costas do bandido na área da costela. Evitaria atingir-lhe a coluna.

Se desse certo, o mesmo agonizaria ainda mais. Ele se viraria em um urro de raiva. Agrediria-me diagonalmente em um ímpeto instintivo. Diante de suas emoções conturbadas e de, provavelmente, não ser tão habilidoso com sua sestra. Eu me abaixaria e deslocaria para o lado direito de seu corpo. Meu braço com a arma fica em forma de V e se curva para trás, jogando-se na direção dele logo em seguida. O meu alvo era sua mão. Não mediria minhas forças neste momento. Eu quero tirar aquela adaga de sua posse, custe o que custar.


No primeiro trecho sublinhado, você afirma que ele pegaria a adaga com a mão esquerda, o que é errado, já que assim você define a ação do npc, o que você deveria ter colocado era a forma que lidaria com tal situação caso acontecesse, em forma de hipótese. Você não pode estipular as ações e dizer que ele empunha a arma e tenta realizar outro ataque, como já mencionei anteriormente, as suas ações contemplam apenas o seu personagem.

O mesmo erro que ocorre no primeiro trecho ocorre no segundo, você determina os movimentos do seu inimigo mais uma vez, trabalhe com hipóteses de movimentos, não casos concretos, dessa forma se evita o GodMod. No lugar de: ''Sua lâmina desceria em um corte vertical, não me atingindo pelo fato de eu ser capaz de realizar a esquiva com sucesso.'' Use: ''Se percebesse uma tentativa de corte vertical por parte de meu oponente, tentaria me livrar do golpe por meio da esquiva, saltando para o lado, evitando assim a trajetória da lâmina.'' Espero que tenha entendido o exemplo, qualquer coisa pode mandar PM ou me procurar pelo Discord. 
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MensagemAssunto: Re: [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?    [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?  - Página 2 EmptyQui 13 Set 2018, 23:06

Aviso:
 
O senhor gentilmente me cedia o café. Ahhh, precioso café! Ele era imune aos meus encantos, mas não a minha persuasão. Nada mais me interessava, então pego meu rumo de volta ao lar. É certo enganar alguém para se conseguir algo? É! Eu não estou matando, agredindo ou tirando algo de alguém que já não tenha nada. Sou contra tal abordagem. Meu inimigo não é a sociedade, meu inimigo é outro... - Moça, a senhora tem um trocado? - Interrompo meu ''blábláblá'' filosófico. Era um sujeito que segurava uma caneca. Um pedinte? Por azar do mesmo a luz que refletia na lamina de sua adaga chamava-me a atenção. Ele me confundiu com uma mulher. Isso é padrão! Quem olharia este belo rosto e veria um homem nele? Não que homens não possam ser bonitos... Mas... -- riria mentalmente consigo mesmo -- deixa quieto.

Preciso analisar rapidamente e, para ganhar tempo, daria alguns passos para trás. Ele segurava a caneca com a esquerda, mas a tendência não seria segurar com a mão dominante? Eu posso não saber se é destro ou canhoto apenas por isso, mas a adaga na mão direita dava-me uma pista. - Acho que você não é o tipo de homem que vai me chamar para sair, não é? - Riria de nervoso. Estou tenso, não nego isso. Sou um cidadão comum, e não um exímio lutador que derrotou milhares de adversários deixando no caminho um rastro de sangue ou algo assim. Sou só o Nach, um indivíduo andrógeno da raça celestial que aprendeu a lutar com uma foice. Sim... Sou um ceifeiro. Embora isso não fique tão evidente no meu comportamento. Tampouco sou o melhor usuário de tal estilo, afinal, não tenho muita experiência em combates reais. Tirando umas duas vezes onde realmente precisei fazer isso, o resto foi treinamento, mas chega! Minha história eu prefiro deixar para outra hora. - Por que você não pega isso que tá escondendo e enfia em mim com toda força furando ao meio?- Eu apostaria nessas palavras para tentar desestabilizar um pouco o homem. Um psicológico confuso teria grande chance de abaixar um pouco a guarda. Ambas as mãos iriam para trás de meu corpo onde a foice estava. Meus ombros balançariam para frente e trás, enquanto meu rosto adotaria uma mordida de lábio como quem tenta seduzir o meliante. Obviamente um disfarce improvisado afim de tocar em minha arma sem levantar suspeita por parte do mesmo.

Ele perderia a paciência com relação a minha falta de boa vontade em afastar-me dele e viria até a mim rapidamente com a adaga em mãos. Quando alguém é ferido deste modo, alguém já reparou que a barriga, costela ou peitoral são as partes mais atingidas? Por ser maior é a mais fácil. Eu teria ciência de que, a tentativa mais provável, seria ele tentar vir contra mim nesta região. Ainda não saquei minha arma. Ele viria atacar frontalmente jogando o cotovelo para trás e dando impulso com a lâmina na área que, como já imaginei, seria a mais habitual. Responderia sua previsibilidade inclinando meu corpo para trás, atrasando seu destino. A mão esquerda daria um bote rápido pela lateral direita dele, buscando segurar seu pulso ou antebraço. Com sucesso poderia parar ou desviar seu ataque. É nesta hora que agiria contra o rapaz. Minha mão direita que, neste momento, já estaria firmemente agarrada ao cabo da foice. Exporia ela e então suspenderia a mesma almejando atacar o ombro direito do ladrão. O cabo era curto, devia ter uns vinte ou trinta centímetros -- nunca me coloquei a medir algo assim. Sua ponta era curvada e assemelha-à uma cabeça de serpente. A foice capineira (também chamada de roçadeira) é uma arma cortocontundente. Ela, com força suficiente, cortaria e esmagaria seu ombro se atingisse. Ela pode tanto cortar usando seu gume vertical, como se fosse um facão, quanto com a parte horizontal inferior até a ponta. Este ataque inicial tinha uma estratégia: Dificultar os movimentos de sua mão dominante. Com o ombro machucado seria difícil mover a adaga com maestria e isto levaria o bandido a dois caminhos: Atacar com a esquerda ou insistir com o braço machucado, diminuindo extremamente sua precisão e movimentação. Ao passo que também é difícil resistir a dor, então a tendência de sua canhota seria pressionar o machucado em reação de agonia.

[MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?  - Página 2 Img99693494

Minha mão, caso acabe agarrando o antebraço, buscaria deslizar rapidamente até o pulso. Isso não lhe provocaria dano algum, mas evitaria um possível ataque usando apenas a mão, afinal, segurar seu pulso imobilizaria a região. Neste caso, ele seria obrigado a tomar alguma atitude, certo? Se houver êxito em segurar seu ataque, atingir seu ombro e segurar seu pulso. A alternativa mais racional seria o mesmo usar sua mão esquerda. Portanto ele deveria pegar a adaga de sua mão direita. O sujeito ergueria o braço empunhando-a e investiria um ataque. Eu tiraria a foice de seu ombro e largaria o mesmo caso percebesse o ato. Intentaria uma esquiva afastando-me pela lateral destra dele e me moveria para detrás do mesmo o mais rápido possível. Meu ombro se ergueria, meu cotovelo também, o segundo se põe a frente de meu corpo e então, bruscamente, daria impulso ao antebraço golpeando as costas do bandido na área da costela. Evitaria atingir-lhe a coluna.

Se desse certo, o mesmo agonizaria ainda mais. Não me surpreenderia se ouvisse deste um urro de raiva ou algo semelhante. Diante de suas emoções conturbadas e de, provavelmente, não ser tão habilidoso com sua sestra, esperaria um golpe mais instintivo ao invés de racional. Se agora estiver por trás deste, virar-se em direção a mim seria o mais plausível. Ele visaria agredir-me de alguma forma, mas qual? Ele projetaria um corte em movimento diagonal e eu, diante desta possibilidade, me abaixaria e deslocaria para o lado direito de seu corpo pretendendo escapar deste. Logo após meu braço com a arma ficaria em forma de V e se curvaria para trás, jogando-se na direção dele logo em seguida. O meu alvo seria sua mão. Não mediria minhas forças neste momento. Eu quero tirar aquela adaga de sua posse, custe o que custar.

Havendo sucesso ele largaria a mesma. Eu a pegaria e jogaria para longe. - Eu em nenhum momento quis lhe matar, e nem pretendo. Por favor, deixa eu te levar até o hospital. - Ajudaria-o a se levantar. Com o braço do mesmo envolveria meus ombros. Uma mão ficaria por trás agarrando sua cintura e a outra guardaria a foice e ajudaria o mesmo a se apoiar em mim. - Eu não sei sua história. As misérias ou tragédias que já sofreu, mas quem fez isso com você não foi a sociedade. Aqueles que estão no poder, abusam dele e alienam toda a população - Dialogaria com ele buscando promover empatia - Aqui perto tem uma feira muito movimentada, sabe? Você podia tentar arranjar um emprego lá ao invés de roubar os outros. - Suspiraria uns segundos - No mundo existem uns poucos indivíduos que se acham no direito de ter o planeta para si. Eles impõe padrões, misérias e tragédias, fazendo todos sofrer. Não é injusto? Isso é o que gera pessoas como você. Seguiria o destino. O homem talvez não entenderia bulhufas do que digo, mas eu disse, fazer o que? Piedade. Eu sinto isso. Por todos aqueles que sofrem, resultantes de um sistema decadente eles fazem coisas imorais, tornam-se imorais. A culpa é deles? Claro, eles devem pagar por seus crimes, mas quem gera isso? Existem escolhidos que chegam a ser intocáveis, ao mesmo tempo que outras pessoas são simplesmente descartáveis. Quem faz essa diferenciação? Independente do dinheiro, status ou sangue azul, são todos humanos.

É simples. Meu coração palpita com esta insatisfação. Um desejo parte do meu âmago como uma chama promovida por minha fúria e sentimento de justiça. Deuses, atendam minha prece! A humanidade esta corrompida. Tudo está podre! Os poderosos reinam as custas de suor, lágrimas e sangue. Por favor, eu queria um dia viver em um mundo com mais igualdade. Mas eu sou apenas um! Não conheço outras pessoas que tenham o mesmo ideal. Sou insuficiente. Apenas eu não sirvo. Se todos unissem forças contra Eles, certamente seríamos mais numerosos! O povo tem uma força que sequer conhecem. O que custa sonhar, não é? Se ao menos eu, um dia, tiver a oportunidade de fazer as coisas serem diferentes... Eu irei.  


Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?    [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?  - Página 2 EmptyDom 16 Set 2018, 00:01

~Post NEGADO~


Então, o motivo da negação desse post é o mesmo do post anterior, você conseguiu eliminar o problema de um dos trechos que eu explicitei, mas o outro continua apresentando o mesmo vício. Eu vou citar o que você escreveu e destacar as partes que são problemáticas, você vai perceber que a quantidade de trechos destacados aumentou, a razão deste acontecimento é que eu acredito que seja mais fácil e didático trabalhar cada erro de uma vez em vez de focar em vários problemas ao mesmo tempo, se você tivesse arrumado os erros que mencionei explicitamente, o post seria aprovado, mesmo com os outros erros existentes, mas, como apresentou certa dificuldade para realizar a correção, vamos trabalhar de tudo de uma vez só, talvez fique mais fácil desse modo, a lógica dos problemas é parecida e ganhamos tempo desta forma.

@Nach escreveu:
Ele perderia a paciência¹ com relação a minha falta de boa vontade em afastar-me dele e viria até a mim rapidamente com a adaga em mãos². Quando alguém é ferido deste modo, alguém já reparou que a barriga, costela ou peitoral são as partes mais atingidas? Por ser maior é a mais fácil. Eu teria ciência de que, a tentativa mais provável, seria ele tentar vir contra mim nesta região. Ainda não saquei minha arma. Ele viria atacar frontalmente jogando o cotovelo para trás e dando impulso com a lâmina na área que, como já imaginei, seria a mais habitual³. Responderia sua previsibilidade inclinando meu corpo para trás, atrasando seu destino. A mão esquerda daria um bote rápido pela lateral direita dele, buscando segurar seu pulso ou antebraço. Com sucesso poderia parar ou desviar seu ataque. É nesta hora que agiria contra o rapaz. Minha mão direita que, neste momento, já estaria firmemente agarrada ao cabo da foice. Exporia ela e então suspenderia a mesma almejando atacar o ombro direito do ladrão. O cabo era curto, devia ter uns vinte ou trinta centímetros -- nunca me coloquei a medir algo assim. Sua ponta era curvada e assemelha-à uma cabeça de serpente. A foice capineira (também chamada de roçadeira) é uma arma cortocontundente. Ela, com força suficiente, cortaria e esmagaria seu ombro se atingisse. Ela pode tanto cortar usando seu gume vertical, como se fosse um facão, quanto com a parte horizontal inferior até a ponta. Este ataque inicial tinha uma estratégia: Dificultar os movimentos de sua mão dominante. Com o ombro machucado seria difícil mover a adaga com maestria e isto levaria o bandido a dois caminhos: Atacar com a esquerda ou insistir com o braço machucado, diminuindo extremamente sua precisão e movimentação. Ao passo que também é difícil resistir a dor, então a tendência de sua canhota seria pressionar o machucado em reação de agonia.


Minha mão, caso acabe agarrando o antebraço, buscaria deslizar rapidamente até o pulso. Isso não lhe provocaria dano algum, mas evitaria um possível ataque usando apenas a mão, afinal, segurar seu pulso imobilizaria a região. Neste caso, ele seria obrigado a tomar alguma atitude, certo? Se houver êxito em segurar seu ataque, atingir seu ombro e segurar seu pulso. A alternativa mais racional seria o mesmo usar sua mão esquerda. Portanto ele deveria pegar a adaga de sua mão direita. O sujeito ergueria o braço empunhando-a e investiria um ataque. Eu tiraria a foice de seu ombro e largaria o mesmo caso percebesse o ato. Intentaria uma esquiva afastando-me pela lateral destra dele e me moveria para detrás do mesmo o mais rápido possível. Meu ombro se ergueria, meu cotovelo também, o segundo se põe a frente de meu corpo e então, bruscamente, daria impulso ao antebraço golpeando as costas do bandido na área da costela. Evitaria atingir-lhe a coluna.

Se desse certo, o mesmo agonizaria ainda mais. Não me surpreenderia se ouvisse deste um urro de raiva ou algo semelhante. Diante de suas emoções conturbadas e de, provavelmente, não ser tão habilidoso com sua sestra, esperaria um golpe mais instintivo ao invés de racional. Se agora estiver por trás deste, virar-se em direção a mim seria o mais plausível. Ele visaria agredir-me de alguma forma, mas qual? Ele projetaria um corte em movimento diagonal e eu, diante desta possibilidade, me abaixaria e deslocaria para o lado direito de seu corpo pretendendo escapar deste. Logo após meu braço com a arma ficaria em forma de V e se curvaria para trás, jogando-se na direção dele logo em seguida. O meu alvo seria sua mão. Não mediria minhas forças neste momento. Eu quero tirar aquela adaga de sua posse, custe o que custar.

1- Você afirma que ele perderia a paciência, ou seja, define o estado emocional do NPC, controla ele e, desta forma, acaba cometendo GodMode. É normal e até mesmo lógico que alguém perca a cabeça ao ser provocado, mas não é um reação obrigatória, vai depender da personalidade do NPC. Existe a vantagem temperamento calmo no fórum, por exemplo, que permitiria ao NPC ignorar completamente a provocação. Você poderia colocar o que quis dizer da seguinte forma: ''Após a provocação, era provável que o homem perdesse a sua paciência, se fosse o caso, me aproveitaria de tal fato...''.

2- No primeiro trecho destacado você define o estado emocional do NPC, agora, define o curso de ação que vai ser adotado por ele, controlando o seu adversário novamente e cometendo mais uma vez GodMode, não necessariamente o gatuno avançaria contra você, poderia arremessar a adaga, por exemplo, ou esperar pelos seus movimentos assim como você esperou pelos dele. Você poderia colocar o que quis dizer da seguinte forma: ''Se o gatuno avançasse contra mim...''.

3- Você descreve detalhadamente uma ofensiva de seu oponente, descrevendo a forma que ele utilizaria para executar o ataque, desta forma, acaba definindo os movimentos e controlando o NPC mais uma vez, cometendo assim GodMode. Você poderia colocar o que quis dizer da seguinte forma: ''Na hipótese de sofrer uma tentativa de estocada, inclinaria o meu corpo para trás, com o intuito de evitar o golpe...''.

4- Você afirma que ele ergueria o braço e tentaria um ataque, definindo uma ação, controlando assim o NPC e cometendo GodMode. Acredito que um exemplo é desnecessário nesse caso, ficaria repetitivo demais, acho que você já deve ter entendido a ideia.

O problema dos quatro exemplos é o mesmo, todos eles possuem um caráter afirmativo, você diz o que seu oponente vai fazer algo e dessa forma acaba por definir a ação dele, cometendo GodMode.  

5- Nesse trecho, você acertou em cheio, perceba, nos outros trechos você define o que o seu inimigo faz, diz que ele perde a paciência, corre contra você, determina que ele ataca e por aí vai, mas, nesse caso, adota o padrão do fórum, em vez de dizer que ele viraria para você, afirmando a ação, diz que ''virar-se em direção a mim seria o mais plausível''. Apesar de você citar que o golpe seria diagonal, frisa bem que é uma hipótese, assim sendo, não determina a ação do NPC de nenhuma forma, evitando assim o GodMode.

Vou deixar duas citações de aventuras de um amigo meu aqui do fórum, para dar um exemplo concreto:


@Achiles escreveu:
O espadachim poderia acabar tentando me atacar antes que eu pudesse atirar a água em sua direção ou apenas estar muito próximo e nesse caso mudaria a minha estratégia para deslizar pelo chão se viesse um ataque horizontal premeditado na altura do meu tórax...

@Achiles escreveu:
Minhas esquivas eram limitadas para serem em meio aos golpes, pois assim que visse ou pressentisse que o tritão viesse a dar algum golpe, tentaria ser o mais rápido no golpe e movimentar o meu corpo conforme fosse vir, movendo-me para trás em golpes do peito para baixo e tentando voltar com um embalo ainda maior do que anteriormente e me agachando ao ver que o golpe viria de forma horizontal acima do peito ou para o lado se ele viesse verticalmente.

Perceba que a lógica existente nos trechos é: Se ele fizer ''x'', farei ''y''. Isso não constitui GodMode. O GodMode se faz presente no seguinte raciocínio: Ele faz ''x'', assim sendo, farei ''y''.

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