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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?    [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?  EmptyQui 30 Ago - 17:20

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MensagemAssunto: Re: [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?    [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?  EmptySex 31 Ago - 1:07

~Mini-Aventura APROVADA~

Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: https://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.

Dicas do Bjarkinho, seu amiguinho.:
 

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MensagemAssunto: Re: [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?    [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?  EmptySex 31 Ago - 3:03

- Tchururuuu tchururu ruuu tchu tchu rurururuuu ruuuu - Simulava, ou ao menos tentava, o som de uma flauta em tons dramáticos. Soava cômico, talvez familiar, cerrava os olhos como quem busca olhar para dentro. Onde estão as memórias. Todavia não consegue reencontrar suas referências. Não chegava a mexer qualquer músculo ao redor dos lábios ao mesmo momento em que disparava uma risada apenas vibrando suas cordas vocais. Efeito de algumas lembranças que encontrou pelo caminho afim de procurar aquela que se perdeu.

Se lembra daquela vez que... Não! Melhor, daquela que... Não! Discutia consigo mesmo. Trocava de ideias como aquela vizinha trocava de maridos - um momento de leve alfinetada - onde estava mesmo? Quando aquele feirante me confundiu com uma mulher durante três semanas e me deixava pegar as frutas de graça! Bons tempos. Foi engraçado quando ele descobriu, não foi?

- A senhorita quer uma banana? - Tom malicioso. Era um homem casado e descarado, mas não creio que sua esposa ande sabendo de suas artimanhas por aí. Dou um sorriso tampando metade da boca com uma mão. Minhas bochechas erguem-se e coram levemente. - Eu? Digamos que eu já tenha uma. - Meu indicador apontava para baixo em um gesto repetitivo de vai e vem. Me divirto vendo sua ficha cair. Boquiaberto e olhar distante. O miserável sequer teve tempo de cobrar tudo que me deu gratuitamente antes de eu sair furtivamente. Obrigado por cair na tentação de meu fruto proibido, querido!

Estou habituado a confundir pessoas, mas quem disse que me importo? Um homem andrógeno. Ser feminino e ainda assim não perder sua masculinidade. Apreciar o doce e o salgado. Apreciar a beleza de uma rosa e a força de um guerreiro. Preservar a meiguice e ainda agir com selvageria. Admirar a beleza da paisagem e um sangrento combate. Yin e Yang. Baphomet! Ser ou não ser? Os dois! Por que não?

Apenas isso? Não se engane. Uma mente não se resume a esteriótipos de gênero. Ela é feita de ambição, mágoas e talvez um pouco de loucura. "Você é ambicioso'' soa um defeito, mas quem não o é? Aqueles sem perspectivas de vida, sem força de vontade, aqueles que estão presos ao ciclo sem fim de nascer, se matar de estudar até trabalhar e depois se matar de trabalhar até morrer. Para realmente ter vivido você não precisa ter sido conhecido pelo mundo, mas terá deixado uma marca na existência. Aquele sinal que o tempo não apagará como as águas de uma praia o fazem com as mensagens escritas na areia. Não será esquecido como as tantas promessas de amor que são apenas emanadas do fogo juvenil. Sobrevive aquele que aceita a vida como ela é, entretanto, só vive aquele que respira e age de modo autêntico. No mundo, poucas pessoas assim o fazem, estas são consideradas como lendas.

- Uma lenda... - Sussurrava para si mesmo. Seu tom de voz é meigo, fino e emanava amor. Quem é o mantenedor do grave estado de dormência da sociedade? Quem é aquele que manipula gerações por interesses pessoais de nobres e grandes empresários? O que nasce gado, como gado irá ao abatedouro. Meu coração queima com a palavra: Autenticidade. Ser eu mesmo. Sem restrições culturais ou éticas. Um dia vou poder lutar pelo mundo que acredito... Eu sinto isso!

Um olhar apaixonado pelos próprios ideais. Seu punhos cerrados se erguem a altura dos ombros com os cotovelos dobrados. Sua expressão facial transforma-se destacando os traços faciais ao redor dos lábios e nas laterais da narina. - ...É o que irei me tornar! - Continuava sua frase anterior. Sua voz revelava-se mais grossa que o habitual. Oferecendo um contraste lúdico como característica marcante de sua personalidade. Sua voz sempre engrossa quando a paixão e força de vontade em seu íntimo se espelham no olhar. Sua aparência e trejeitos eram os de uma bela moça, mas suas palavras... Eram as de um homem de verdade.

Considerações OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?    [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?  EmptySab 1 Set - 22:45

~Post NEGADO~


* Antes de fazer qualquer observação sobre a negação do post, gostaria de dizer que você escreve bem, então não se deixe desanimar por esse pequeno contratempo, é muito comum ter o post negado quando você não está acostumado com o sistema do fórum, espero que não se sinta desestimulado com isso. Então, sobre o motivo da negação, basicamente o post foi negado por você não ter feito nenhuma ação, o controle do personagem é apenas seu, assim como o controle do cenário, npc's e todo o resto é responsabilidade do narrador, ou orientador no caso da mini-aventura, esses deveres não podem ser trocados ou confundidos, da mesma forma que você não pode narrar o cenário, já que assim constituiria God Mode, o narrador também não pode controlar o seu personagem para fazer ações que você não deseja. O seu post não apresenta nenhuma ação, nenhuma tentativa e esse é, basicamente, o motivo da negação, você fez uma boa introdução do personagem, mas não trabalhou o curso de ação que gostaria de seguir. Outro ponto que eu gostaria de destacar é o tempo verbal, você deve dar uma ideia de tentativa para tudo que ainda não fez, mesmo que sejam coisas simples, ou seja, no lugar de: ''Seu punhos cerrados se erguem''. O correto seria: ''Seus punhos cerrados se ergueriam''. Tendo em vista que é uma ação que ainda não foi concluída. *

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MensagemAssunto: Re: [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?    [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?  EmptyDom 2 Set - 1:58

Considerações:
 

- Tchururuuu tchururu ruuu tchu tchu rurururuuu ruuuu - Simulava, ou ao menos tentava, o som de uma flauta em tons dramáticos. Seu drama tem um nome: O mesmo não teria encontrado café em casa, não tem ou simplesmente não encontrou? Sua melodia soaria cômica, talvez familiar, cerraria os olhos como quem busca olhar para dentro. Onde estão as memórias. Todavia não consegue reencontrar suas referências. Não chegaria a mexer qualquer músculo ao redor dos lábios ao mesmo momento em que dispararia uma risada apenas vibrando suas cordas vocais. Efeito de algumas lembranças que encontrou pelo caminho afim de procurar aquela que se perdeu.

Se lembra daquela vez que... Não! Melhor, daquela que... Não! Discutia consigo mesmo. Trocava de ideias como aquela vizinha trocava de maridos - um momento de leve alfinetada - onde estava mesmo? Quando aquele feirante me confundiu com uma mulher durante três semanas e me deixava pegar as frutas de graça! Bons tempos. Foi engraçado quando ele descobriu, não foi?

- A senhorita quer uma banana? - Tom malicioso. Era um homem casado e descarado, mas não creio que sua esposa ande sabendo de suas artimanhas por aí. Dou um sorriso tampando metade da boca com uma mão. Minhas bochechas erguem-se e coram levemente. - Eu? Digamos que eu já tenha uma. - Meu indicador apontava para baixo em um gesto repetitivo de vai e vem. Me divirto vendo sua ficha cair. Boquiaberto e olhar distante. O miserável sequer teve tempo de cobrar tudo que me deu gratuitamente antes de eu sair furtivamente. Obrigado por cair na tentação de meu fruto proibido, querido!

Estou habituado a confundir pessoas, mas quem disse que me importo? Um homem andrógeno. Ser feminino e ainda assim não perder sua masculinidade. Apreciar o doce e o salgado. Apreciar a beleza de uma rosa e a força de um guerreiro. Preservar a meiguice e ainda agir com selvageria. Admirar a beleza da paisagem e um sangrento combate. Yin e Yang. Baphomet! Ser ou não ser? Os dois! Por que não?

Apenas isso? Não se engane. Uma mente não se resume a esteriótipos de gênero. Ela é feita de ambição, mágoas e talvez um pouco de loucura. "Você é ambicioso'' soa um defeito, mas quem não o é? Aqueles sem perspectivas de vida, sem força de vontade, aqueles que estão presos ao ciclo sem fim de nascer, se matar de estudar até trabalhar e depois se matar de trabalhar até morrer. Para realmente ter vivido você não precisa ter sido conhecido pelo mundo, mas terá deixado uma marca na existência. Aquele sinal que o tempo não apagará como as águas de uma praia o fazem com as mensagens escritas na areia. Não será esquecido como as tantas promessas de amor que são apenas emanadas do fogo juvenil. Sobrevive aquele que aceita a vida como ela é, entretanto, só vive aquele que respira e age de modo autêntico. No mundo, poucas pessoas assim o fazem, estas são consideradas como lendas.

- Uma lenda... - Sussurraria para si mesmo. Seu tom de voz é meigo, fino e emanava amor. Quem é o mantenedor do grave estado de dormência da sociedade? Quem é aquele que manipula gerações por interesses pessoais de nobres e grandes empresários? O que nasce gado, como gado irá ao abatedouro. Meu coração queima com a palavra: Autenticidade. Ser eu mesmo. Sem restrições culturais ou éticas. Um dia vou poder lutar pelo mundo que acredito... Eu sinto isso!

Um olhar apaixonado pelos próprios ideais. Seu punhos cerrados se ergueriam a altura dos ombros com os cotovelos dobrados. Sua expressão facial transforma-se destacando os traços faciais ao redor dos lábios e nas laterais da narina. - ...É o que irei me tornar! - Continuaria sua frase anterior. Sua voz revelaria-se mais grossa que o habitual. Oferecendo um contraste lúdico como característica marcante de sua personalidade. Sua voz sempre engrossa quando a paixão e força de vontade em seu íntimo se espelham no olhar. Sua aparência e trejeitos eram os de uma bela moça, mas suas palavras... Eram as de um homem de verdade.

- Ahhh, me esqueci do café! - Voltava a realidade. Lembranças e ambições acabariam desviando-lhe o foco principal. Não que seja um viciado, nada disso! Mas era necessário ir comprar café em algum lugar. Sairia voado, como de costume, esquecendo algo essencial em casa. - Cuidado com a burra!  - Falaria a si mesmo ao lembrar que não trouxe dinheiro. Quer saber? Dane-se o dinheiro. Um pensamento cruel passa por sua mente maquiavélica e venenosa, mas tais adjetivos, obviamente, são em sentido figurado. Não seria de todo ruim passar a perna em algum feirante homem por um pouco de café, seria?

"Ohhhhhhhh, senpai, me daria um pouquinho só de café? Esta pobre moça poderia lhe pagar depois?" - Montaria mentalmente uma cena com tais palavras, um sorriso pervertido, uma piscada de olho e um leve gemido na parte do ''Ohhhhhhhh", gemidos são armas que nunca podem faltar! Rumaria buscando alguém ingênuo suficiente. E se der algo errado? Isso a gente pensa como resolver quando tiver lá!



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MensagemAssunto: Re: [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?    [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?  EmptyTer 4 Set - 4:38

Interação


As aparências costumavam enganar, uma rosa, por exemplo, parecia frágil e delicada à primeira vista, mas aqueles que tentassem se apossar da bela flor sem cautela poderiam acabar se deparando com o amargor de seus espinhos. A androginia poderia ser um problema para qualquer outra pessoa, mas Nach transformava a característica em uma de suas forças, já que acreditava que os seus traços delicados e femininos eram capazes de contrastar com a sua masculinidade, oferecendo o melhor dos dois mundos. A ambição era a força motriz da raça humana, as grandes figuras da história dedicavam as suas vidas em prol de realizar grandes conquistas, responder perguntas inexplicáveis, desbravar sítios desconhecidos e por aí vai, mas Nach desejava algo muito mais simples, café.

O ceifador abandonava a sua casa esquecendo algo fundamental, dinheiro, mas não se preocupava com tal fato, já que sabia que tinha outras moedas que poderia usar como barganha para alcançar o seu objetivo, era impressionante o que alguns homens eram capazes de fazer por um rostinho bonito. Nach desfilava pelas ruas de Toroa Island, o clima da ilha estava extremamente agradável no dia em questão, o sol se fazia presente, mas de forma amena, o céu estava limpo, ventava de forma agradável e alguns pássaros se deslocavam pelo ar. Após alguns minutos de caminhada, o homem se deparava com uma espécie de feira de rua, inúmeras barracas se agrupavam oferecendo os mais variados produtos, de espadas ornamentais até grãos de arroz. Vários habitantes da ilha se faziam presentes na feira, deixando o local um tanto quanto lotado.

Não demorava muito para o jovem notar uma barraca que vendia diversos grãos, entre eles, obviamente, se encontravam os tão desejados grãos de café. O responsável pela barraca era um senhorzinho aparentemente muito simpático que detinha um belo par de olhos azuis. O vendedor havia acabado de atender um casal, Nach aproveitava o momento e se aproximava para por em prática os artifícios que já havia ensaiado mentalmente, executava o plano com maestria, mas o seu alvo parecia ser imune aos seus encantos. - Posso dar um cafézinho sim, mas são 30.000 B$ adiantados tá ok? A gente não pode dar o peixe, tem que ensinar a pescar, é para o seu próprio bem, meu amor. - A situação divergia um pouco do que havia sido idealizado pelo ceifador, mas o belo jovem, com toda certeza, encontraria um meio de superar essa pequena adversidade.

Dicas do Bajrkinho, seu amiguinho:
 

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MensagemAssunto: Re: [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?    [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?  EmptyQua 5 Set - 3:41

A luz solar realçava cada traço de meu rosto sem agredir-me a pele. As aves voando acima de nossas cabeças geravam no chão vultos à sua imagem e semelhança.  Todavia, como nem tudo é perfeito, a lotação de pessoas ao meu redor se empurrando e empacando o caminho era irritante demais. Me senti mais aliviado ao, finalmente, encontrar a ''barraquinha do tio sei lá o nome dele'' que vende o tão precioso café. É hora do show. Aplicar precisamente o que já montei em minha cabeça e ver no que dá. - Ohhhhhhhh, senpai, me daria um pouquinho só de café? Esta pobre moça poderia lhe pagar depois?

- Posso dar um cafézinho sim, mas são 30.000 B$ adiantados tá ok? A gente não pode dar o peixe, tem que ensinar a pescar, é para o seu próprio bem, meu amor. - Essa era sua resposta. Ele parecia bem mais simpático poucos segundos atrás enquanto atendia os clientes anteriores. Mas que vendedor não pareceria? Congelaria minha feição por alguns poucos segundos enquanto busco usar de um raciocínio rápido. Vendedores precisam passar um ar de gentileza para conquistar clientes. Precisaria ser mais cauteloso lidando com alguém que deve ter alguma noção de como manipular outros a comprar seus produtos. Portanto buscaria responder a uma primeira pergunta: O que ele espera de um mentiroso quando contrariado? Aposto que um sorriso forçado. Mentirosos contrariados tendem a manter uma gentileza superficial. Não posso usar artimanhas tão óbvias. Sorrir para tudo que o mesmo diga seria como concordar com suas palavras. Preciso deixar clara uma discordância para provocar um questionamento por sua parte. - Senhor... Qual seu nome? - Mudaria levemente minha feição. Franziria a testa e encararia-o nos olhos. O objetivo inicial era fazê-lo abrir-se um pouco a novos argumentos. -  Compreendo sua preocupação. Concordo que devemos pescar ao invés de simplesmente receber o peixe, mas... - Primeira tática. Concorde com uma das afirmações de sua vítima, só que contrariando em uma alegação seguinte. -  Eu já trabalho. Fiz alguns investimentos que ainda não me deram o devido retorno. Você como comerciante deve saber como é ficar sem dinheiro as vezes por tê-lo empregado no seu negócio, né?

Arquearia as sobrancelhas. Apostaria nisso para dar um ar de questionamento. O canto do lábio direito estenderia-se um pouco e o encararia com um olhar pidonho. Porém, estou sendo cuidadoso. Irei estragar tudo se fita-lo como um mendigo o faz quando pede esmolas pelas ruas. Não é atoa que costumam ser ignorados e tratados com desprezo. Não quero despertar no senhorzinho qualquer pena da minha pessoa. - Acho que preciso te dizer... - Chamaria-lhe a atenção. O que me fará não parecer um mero pedinte é fazê-lo se colocar em meu lugar. - Imagine você. Chamar amigos para reunirem-se em sua casa. Uma longa e exaustiva reunião. Iria você servi-los água ou suco? Eles iriam achar entediante. Mas poderia servi-los bebidas alcoolicas levando em conta que estão se encontrando por conta de um assunto sério? Pois minhas amigas irão hoje mais tarde. Está tudo preparado! Menos o bendito cafezinho. Imagine a vergonha de trazer alguém a sua casa e não ter nem o que lhes servir?! - Taparia a testa com uma mão e inclinaria a cabeça para baixo fazendo um gesto de negação. Quero despertar-lhe empatia por mim. Uma vez se colocando em meu lugar e vendo minha demonstração de vergonha, provavelmente sentiria-se envergonhado também.  

- Nós temos um salão e sempre nos unimos para fazer discussões pertinentes. - Tocaria em sua mão e lhe guiaria, caso o mesmo não oferecesse resistência, conduziria a mão do homem pela pele de meu rosto. - Perceba a maciez. E se quiser, toque também em meu cabelo. É isso que fazemos. Tornamos a pele tão lisa e macia quanto um veludo. É tudo um jogo psicológico. Ele é o vendedor me convencendo de que não pode me vender fiado. Sou um loroteiro tentando persuadi-lo.

Não posso fazer um discurso tão extenso. Irrita-lo ou entedia-lo dificultará a busca por um consenso. Minhas próximas palavras deveriam ser precisas e encantadoras o suficiente para não ter que falar mais nada. Portanto, terminaria lhe dizendo: - Ficarei bem grata e satisfeita se ceder-me ao menos uns poucos grãos - Ambas as mãos almejariam ajeitar a gola daquele senhor e deslizar sobre seu peitoral. Meus olhos mirariam-no de baixo para cima buscando seduzi-lo. Esperaria por sua palavra final ou contra-proposta. Acredito que os argumentos e contra-argumentos já foram o suficiente. O que mais posso dizer? Elaborar tanta coisa fazia meu interior ficar um pouco cansado, mas me empenharia em demonstrar o contrário.


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MensagemAssunto: Re: [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?    [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?  EmptySex 7 Set - 19:55

Combate


A primeira rejeição ao seu pedido não era o suficiente para fazer com que o ceifador desistisse, principalmente quando se tratava de algo tão importante e vital como café. Sem se deixar abalar, o jovem prosseguia com a sua tentativa de convencer o vendedor, perguntando sobre o nome do mesmo. - É Bolsonitro tá ok? - Aparentemente o homem gostava bastante de dizer ''tá ok?'', mas isso não vinha ao caso agora. Nach prosseguia após descobrir o nome do vendedor, de forma sagaz, o ceifador concordava com a ideia de Bolsonitro, criando assim certa empatia, apenas para fazer um contraponto logo em seguida. - Ai é complicado mesmo, mas a vida é difícil tá ok? Eu entendo a sua situação, mas a vida é que nem rapadura, é doce mas não é mole não, a gente tem que se acostumar com a dificuldade tá ok? - O homem parecia um tanto quanto inflexível em suas convicções, mas, quando Nach tornava a situação mais pessoal e concreta, falando sobre a reunião, a postura do homem começava a mudar.

As tentativas de sedução, como passar a mão do vendedor pelo seu rosto, acabavam criando um certo retrocesso naquele ato de barganha, Bolsonitro não parecia ter seu desejo despertado por tais artimanhas, talvez fosse um homem de moral elevada e um código de ética inflexível, de forma que achasse inaceitável ceder diante de tal tentação, mas a história da reunião por si só já gerava o efeito necessário. - Olha, eu não vou deixar você passar vergonha na frente das suas amigas tá ok? Seria cruel de minha parte, mas, quando for possível, volte pra pagar tá ok? - O gentil senhor enchia uma sacola com os grãos e entregava nas mãos de Nach, com um sorriso no rosto. - Boa reunião. - Incrivelmente não tinha nenhum ''tá ok?'' dessa vez, mas o ceifador finalmente havia conseguido o que desejava.

Com o objeto desejado em mãos, não havia mais nada que despertasse a curiosidade de Nach em nenhuma das outras barracas da feira, assim sendo, retornar para a sua casa era o único caminho possível. Em um determinado trecho no retorno para o seu lar, o ceifador se deparava com um homem estranho, trajando uma capa que escondia sua feição, carregando uma caneca na mão esquerda e tentando esconder uma adaga na direita. - Moça, a senhora tem um trocado? - A adaga na mão do rapaz dizia que ele queria mais que algumas moedas, a rua estava completamente vazia, de forma que era impossível pedir ajuda, por sorte, Nach havia levado a foice consigo quando saiu de casa.

Dicas do Bjarkinho, seu amiguinho:
 

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MensagemAssunto: Re: [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?    [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?  EmptyTer 11 Set - 23:40

O senhor gentilmente me cedia o café. Ahhh, precioso café! Ele era imune aos meus encantos, mas não a minha persuasão. Nada mais me interessava, então pego meu rumo de volta ao lar. É certo enganar alguém para se conseguir algo? É! Eu não estou matando, agredindo ou tirando algo de alguém que já não tenha nada. Sou contra tal abordagem. Meu inimigo não é a sociedade, meu inimigo é outro... - Moça, a senhora tem um trocado? - Interrompo meu ''blábláblá'' filosófico. Era um sujeito que segurava uma caneca. Um pedinte? Por azar do mesmo a luz que refletia na lamina de sua adaga chamava-me a atenção. Ele me confundiu com uma mulher. Isso é padrão! Quem olharia este belo rosto e veria um homem nele? Não que homens não possam ser bonitos... Mas... -- riria mentalmente consigo mesmo -- deixa quieto.

Preciso analisar rapidamente e, para ganhar tempo, daria alguns passos para trás. Ele segurava a caneca com a esquerda, mas a tendência não seria segurar com a mão dominante? Eu posso não saber se é destro ou canhoto apenas por isso, mas a adaga na mão direita dava-me uma pista. - Acho que você não é o tipo de homem que vai me chamar para sair, não é? - Riria de nervoso. Estou tenso, não nego isso. Sou um cidadão comum, e não um exímio lutador que derrotou milhares de adversários deixando no caminho um rastro de sangue ou algo assim. Sou só o Nach, um indivíduo andrógeno da raça celestial que aprendeu a lutar com uma foice. Sim... Sou um ceifeiro. Embora isso não fique tão evidente no meu comportamento. Tampouco sou o melhor usuário de tal estilo, afinal, não tenho muita experiência em combates reais. Tirando umas duas vezes onde realmente precisei fazer isso, o resto foi treinamento, mas chega! Minha história eu prefiro deixar para outra hora. - Por que você não pega isso que tá escondendo e enfia em mim com toda força furando ao meio?- Eu apostaria nessas palavras para tentar desestabilizar um pouco o homem. Um psicológico confuso teria grande chance de abaixar um pouco a guarda. Ambas as mãos iriam para trás de meu corpo onde a foice estava. Meus ombros balançariam para frente e trás, enquanto meu rosto adotaria uma mordida de lábio como quem tenta seduzir o meliante. Obviamente um disfarce improvisado afim de tocar em minha arma sem levantar suspeita por parte do mesmo.

Ele perderia a paciência com relação a minha falta de boa vontade em afastar-me dele e viria até a mim rapidamente com a adaga em mãos. Quando alguém é ferido deste modo, alguém já reparou que a barriga, costela ou peitoral são as partes mais atingidas? Por ser maior é a mais fácil. Eu teria ciência de que, a tentativa mais provável, seria ele tentar vir contra mim nesta região. Ainda não saquei minha arma. Ele viria atacar frontalmente jogando o cotovelo para trás e dando impulso com a lâmina na área que, como já imaginei, seria a mais habitual. Responderia sua previsibilidade inclinando meu corpo para trás, atrasando seu destino. A mão esquerda daria um bote rápido pela lateral direita dele, buscando segurar seu pulso ou antebraço. Com sucesso poderia parar ou desviar seu ataque. É nesta hora que agiria contra o rapaz. Minha mão direita que, neste momento, já estaria firmemente agarrada ao cabo da foice. Exporia ela e então suspenderia a mesma almejando atacar o ombro direito do ladrão. O cabo era curto, devia ter uns vinte ou trinta centímetros -- nunca me coloquei a medir algo assim. Sua ponta era curvada e assemelha-à uma cabeça de serpente. A foice capineira (também chamada de roçadeira) é uma arma cortocontundente. Ela, com força suficiente, cortaria e esmagaria seu ombro se atingisse. Ela pode tanto cortar usando seu gume vertical, como se fosse um facão, quanto com a parte horizontal inferior até a ponta. Este ataque inicial tinha uma estratégia: Dificultar os movimentos de sua mão dominante. Com o ombro machucado seria difícil mover a adaga com maestria e isto levaria o bandido a dois caminhos: Atacar com a esquerda ou insistir com o braço machucado, diminuindo extremamente sua precisão e movimentação. Ao passo que também é difícil resistir a dor, então a tendência de sua canhota seria pressionar o machucado em reação de agonia.

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Minha mão, caso acabe agarrando o antebraço, buscaria deslizar rapidamente até o pulso. Isso não lhe provocaria dano algum, mas evitaria um possível ataque usando apenas a mão, afinal, segurar seu pulso imobilizaria a região. Neste caso, ele seria obrigado a tomar alguma atitude, certo? Se houver êxito em segurar seu ataque, atingir seu ombro e segurar seu pulso. A alternativa mais racional seria o mesmo usar sua mão esquerda. Portanto ele deveria pegar a adaga de sua mão direita. O sujeito ergueria o braço empunhando-a e investiria um ataque. Eu tiraria a foice de seu ombro e largaria o mesmo caso percebesse o ato. Intentaria uma esquiva afastando-me pela lateral destra dele e me moveria para detrás do mesmo o mais rápido possível. Meu ombro se ergueria, meu cotovelo também, o segundo se põe a frente de meu corpo e então, bruscamente, daria impulso ao antebraço golpeando as costas do bandido na área da costela. Evitaria atingir-lhe a coluna.

Se desse certo, o mesmo agonizaria ainda mais. Não me surpreenderia se ouvisse deste um urro de raiva ou algo semelhante. Diante de suas emoções conturbadas e de, provavelmente, não ser tão habilidoso com sua sestra, esperaria um golpe mais instintivo ao invés de racional. Se agora estiver por trás deste, virar-se em direção a mim seria o mais plausível. Ele visaria agredir-me de alguma forma, mas qual? Ele projetaria um corte em movimento diagonal e eu, diante desta possibilidade, me abaixaria e deslocaria para o lado direito de seu corpo pretendendo escapar deste. Logo após meu braço com a arma ficaria em forma de V e se curvaria para trás, jogando-se na direção dele logo em seguida. O meu alvo seria sua mão. Não mediria minhas forças neste momento. Eu quero tirar aquela adaga de sua posse, custe o que custar.

Havendo sucesso ele largaria a mesma. Eu a pegaria e jogaria para longe. - Eu em nenhum momento quis lhe matar, e nem pretendo. Por favor, deixa eu te levar até o hospital. - Ajudaria-o a se levantar. Com o braço do mesmo envolveria meus ombros. Uma mão ficaria por trás agarrando sua cintura e a outra guardaria a foice e ajudaria o mesmo a se apoiar em mim. - Eu não sei sua história. As misérias ou tragédias que já sofreu, mas quem fez isso com você não foi a sociedade. Aqueles que estão no poder, abusam dele e alienam toda a população - Dialogaria com ele buscando promover empatia - Aqui perto tem uma feira muito movimentada, sabe? Você podia tentar arranjar um emprego lá ao invés de roubar os outros. - Suspiraria uns segundos - No mundo existem uns poucos indivíduos que se acham no direito de ter o planeta para si. Eles impõe padrões, misérias e tragédias, fazendo todos sofrer. Não é injusto? Isso é o que gera pessoas como você. Seguiria o destino. O homem talvez não entenderia bulhufas do que digo, mas eu disse, fazer o que? Piedade. Eu sinto isso. Por todos aqueles que sofrem, resultantes de um sistema decadente eles fazem coisas imorais, tornam-se imorais. A culpa é deles? Claro, eles devem pagar por seus crimes, mas quem gera isso? Existem escolhidos que chegam a ser intocáveis, ao mesmo tempo que outras pessoas são simplesmente descartáveis. Quem faz essa diferenciação? Independente do dinheiro, status ou sangue azul, são todos humanos.

É simples. Meu coração palpita com esta insatisfação. Um desejo parte do meu âmago como uma chama promovida por minha fúria e sentimento de justiça. Deuses, atendam minha prece! A humanidade esta corrompida. Tudo está podre! Os poderosos reinam as custas de suor, lágrimas e sangue. Por favor, eu queria um dia viver em um mundo com mais igualdade. Mas eu sou apenas um! Não conheço outras pessoas que tenham o mesmo ideal. Sou insuficiente. Apenas eu não sirvo. Se todos unissem forças contra Eles, certamente seríamos mais numerosos! O povo tem uma força que sequer conhecem. O que custa sonhar, não é? Se ao menos eu, um dia, tiver a oportunidade de fazer as coisas serem diferentes... Eu irei.  


Considerações:
 

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Última edição por Nach em Qui 13 Set - 22:59, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?    [MINI-NACH] EU QUERO CAFÉ! CADÊ O CAFÉ?  EmptyQui 13 Set - 21:31

~Post NEGADO~



Foi um post muito bom, você melhorou muito na questão de continuidade, que era meio que o seu calcanhar de Achiles, mas acabou por cometer alguns GodModes, vou destacar os trechos primeiro e explicar depois, visando uma melhor compreensão da situação.


@Nach escreveu:
Minha mão, caso acabe agarrando o antebraço, buscaria deslizar rapidamente até o pulso. Isso não lhe provocaria dano algum, mas evitaria um possível ataque usando apenas a mão, afinal, segurar seu pulso imobilizaria a região. Sua mão esquerda resolveria pegar a adaga da direita. Ergue o braço empunhando-a e investe um novo ataque. Eu tiraria a foice de seu ombro e largaria o mesmo. Me esquivaria afastando-me pela lateral destra e moveria para detrás do mesmo o mais rápido possível. Meu ombro se ergueria, meu cotovelo também, o segundo se põe a frente de meu corpo e então, bruscamente, daria impulso ao antebraço golpeando as costas do bandido na área da costela. Evitaria atingir-lhe a coluna.

Se desse certo, o mesmo agonizaria ainda mais. Ele se viraria em um urro de raiva. Agrediria-me diagonalmente em um ímpeto instintivo. Diante de suas emoções conturbadas e de, provavelmente, não ser tão habilidoso com sua sestra. Eu me abaixaria e deslocaria para o lado direito de seu corpo. Meu braço com a arma fica em forma de V e se curva para trás, jogando-se na direção dele logo em seguida. O meu alvo era sua mão. Não mediria minhas forças neste momento. Eu quero tirar aquela adaga de sua posse, custe o que custar.


No primeiro trecho sublinhado, você afirma que ele pegaria a adaga com a mão esquerda, o que é errado, já que assim você define a ação do npc, o que você deveria ter colocado era a forma que lidaria com tal situação caso acontecesse, em forma de hipótese. Você não pode estipular as ações e dizer que ele empunha a arma e tenta realizar outro ataque, como já mencionei anteriormente, as suas ações contemplam apenas o seu personagem.

O mesmo erro que ocorre no primeiro trecho ocorre no segundo, você determina os movimentos do seu inimigo mais uma vez, trabalhe com hipóteses de movimentos, não casos concretos, dessa forma se evita o GodMod. No lugar de: ''Sua lâmina desceria em um corte vertical, não me atingindo pelo fato de eu ser capaz de realizar a esquiva com sucesso.'' Use: ''Se percebesse uma tentativa de corte vertical por parte de meu oponente, tentaria me livrar do golpe por meio da esquiva, saltando para o lado, evitando assim a trajetória da lâmina.'' Espero que tenha entendido o exemplo, qualquer coisa pode mandar PM ou me procurar pelo Discord. 

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