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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 As mil espadas - As mil ondas

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 9 EmptyDom 19 Ago 2018, 18:35

Relembrando a primeira mensagem :

As mil espadas - As mil ondas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Julian D'Capri. A qual não possui narrador definido.


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Alê
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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 9 EmptySeg 21 Jan 2019, 16:30




Narração

Orguho


A peleja continuava. Julian estava preocupado com o andamento da situação, porém Noelle, astuta como sempre, voltava a iniciar suas ações mirando no bárbaro que estava sem arma. Pensando que a loira fosse a mais fraca do trio de invasores, mesmo com apenas o cabo em suas mãos, o home partiu para cima da garota com o pau a mostra — e esse sentido era pior do que a garota podia imaginar. Certeira em seus disparos, a garota disparou contra a cabeça do homem, porém, talvez ensandecido, suas ações não cessaram de imediato, e vendo que ele ainda vinha a sua frente, ela disparou contra sua perna. O disparo não era tão forte ao ponto de arrancar o osso fora ou até prejudicar gravemente a movimentação do inimigo, porém, ela o fez pender e ficar de joelho apoiado, o tempo necessário para que o disparo começasse a fazer efeito e os comandos enviados pelo cérebro do homem, a sua frente, se prejudicasse. — Eu tenho que defender a TROIA... Eu tenho que defender... Eu tenho que... Eu... — falou o homem cada vez mais sem forças, até desfalecer.

Em meio a todo esse caos, Di Capri esgueirava-se lentamente em direção ao velho, que estava desprotegido realmente. Notando essa nobre ação, o velho apreciava, porém, não era tempo de fraquejar. — Me ignore e foque em sua luta. O objetivo é concluir a missão e não se preocupar apenas com um peão como eu! — afirmou tentando se levantar, porém, falhando devido aos seus ferimentos. Vendo o médico oficial “capengando” por sua perna, o inimigo soberbo, partiu como um lobo ataca as ovelhas, entretanto, esse foi seu erro. Sabendo de seu atual estado, o espadachim protagonista deslizou sua lâmina na do oponente, fazendo o mesmo alterar seu trajeto e nesse momento, a cravada era certeira. A lâmina do marinheiro atravessava o abdome do inimigo com certa dificuldade. O barulho, mesmo que rápido, era estarrecedor para qualquer um que não apreciasse ou estivesse acostumado com essa cena. Para o atacante, era como se ele estivesse perfurando um saco de areia, para os mais frios essa comparação era válida.

— Você... — proferiu antes de cuspir porções de sangue vindas do interior de seu corpo — Vai morrer... — concluiu obrigado, apoiando-se no corpo de Julian antes de cair desacordado. O homem deslizou pelo corpo do médico, as tentativas de se manter em pé logo falhavam devido a falta de força e vida em seus músculos. Julian não tinha tempo, sequência de disparos eram feitas em sua direção. Por sorte as que não viajavam erradas, atingiam o corpo do homem que estava cravado em sua lâmina. O atirador estava desnorteado. Aquela morte o balançava por demais. A dupla não sabia, mas aquele, cravado na espada do médico era o seu namorado. Poderia dizer noivo? Talvez, toda uma vida já havia sido traçada. Abandonar a vida trabalhando da TROIA e fugir com todo o dinheiro que tinha direito. Morar em um lugar pacato e adotar alguns gatos. Era uma bela vida, mas que ali, só demonstrava que não passaria de um sonho. Ensandecido, talvez ele soubesse que sua vida havia acabado ali. Atirando enquanto caminhava em direção a Julian, o homem esquecia totalmente de Noelle que via ali um alvo fácil.

Um, dois, três, os disparos eram feitos e atingiam o homem, porém, em um último momento de fúria, ele não cessava e, em meio ao ódio, ele disparava em direção a Julian, ou talvez a decepção, raiva, ira, tristeza... Tristeza que sentia. Ele era orgulhoso demais para se deixar ser derrotado por qualquer um que tivesse ali. Eles haviam lhe tirado seu amor, seu futuro, mas não sentiriam mais esse sabor. Em frente a Di Capri, o homem arqueou seu braço, levando-o em direção a sua face e com o cano de sua arma, disparou, no centro de sua mandíbula, aberta, que logo caiu junto ao seu corpo se vida. Era um Adeus, ou uma busca, se não fosse em vida, ele iria viver com seu amor em morte, no céu, ou mais provavelmente no inferno, onde sempre acreditou existir. Ali, o trio de oficiais marinheiros via a peleja inicial antes de entrar no palacete da ilha ter fim. — Eu acho que preciso tirar a água do joelho... — falou o velho, tentando se erguer sozinho, com dificuldades — Temos que entrar, mas não acho que serei de valia lá dentro. Se puderem me curar, fico aqui fora limpando a barra se precisar, se não, de todo jeito fico por aqui, mas vocês têm de entrar o quanto antes! Estamos ficando sem tempo! — afirmava o homem, olhando para a porta de metal que havia ali.
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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 9 EmptyQui 24 Jan 2019, 11:36






O peso que cada um carrega! Em meio ao destino!


Julian D’Capri


A batalha havia encontrado seu fim, e agora cansado e ferido D'Capri ofegava, sua respiração pesava mais por causa da adrenalina do que pela dor, porém a mesma era sentida com grande intensidade e fazia o marinheiro se preocupar cada vez mais com aquele corte em seu ombro, não havia tempo, o velho tinha razão.

-Somos todos peões e devemos cuidar uns dos outros até chegar no final do tabuleiro. - Uma pausa para o espadachim tentar se recompor seria feita, sendo possível, ele levantaria-se. - Senhorita Noelle, ajude o senhor eremita, por favor, eu não tenho condições de o fazer.


O médico se trataria da forma que desse, sendo possível pegar as roupas dos mortos para as usar como bandagens improvisadas, ele o faria, cobrindo seus ferimentos e tentando estancar os sangramentos amarrando os pedaços, caso o espadachim inimigo portasse uma katana sua arma seria pilhada pelo samurai, era uma arma de graça.

- Parece que nem mesmo a TROIA gosta dela… - Encarando os corpos sem vida ao redor ele sabia que nada mais podia ser feito. - O primeiro que pisa no solo é o primeiro a morrer, não? - Estaria ele a responder as últimas palavras de seu adversário.


Dito isso Julian se dirigiria para a mansão e a adentraria, procurando um lugar onde pudesse entrar, ou então um kit de primeiros socorros, não encontrando nenhum dos dois o espadachim só esperaria Noelle o alcançar, se houvesse encontrado algo para ajudar o velho ele entregaria tal para sua parceira.

- Perdão senhorita Noelle, lhe meti em uma situação que nem mesmo devia ser sua preocupação. Nem mesmo me importei tanto com você, a senhorita está bem? Algum machucado ou dor?

Apesar de não parecer D'Capri estava verdadeiramente preocupado com sua companheira, ela estava em perigo e cuidar dela era parte de seu dever.


Agora com o time novamente junto eles deveriam continuar a missão, mesmo com dificuldade o marinheiro queria continuar, ele devia continuar, a conclusão daquela missão era importantíssima não só para a marinha, mas para Karate Island, antes de continuarem em silêncio, se já não houvesse o feito, Julian verificaria seu corpo para ver como estava o andamento do veneno em seu sangue.




Histórico:
 


Ferimentos:
 


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 9 EmptySex 25 Jan 2019, 18:06

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GET THE GUY | by Audiomachine



Surpresa fiquei, com o fato de que nosso combate havia chegado ao fim de tal maneira. Os oponentes em sua derrota me faziam sentir remorso por meus ataques impiedosos, eles não passavam de homens tolos que fizeram a escolha errada.

Ao menos é assim que eu estava vendo aquela situação, ou será que para eles defender até a morte aquela organização de nome TROIA nunca foi um erro? Quem sabe a missão deles fosse considerada tão importante em seus corações quanto as minhas pela marinha...

Chegando na conclusão do embate, vi o velho senhor do nosso trio exausto e pedindo para ficar ali mesmo na entrada do local. Fui assim de imediato até ele, concordando em palavras com o pedido também feito por D’capri para que eu cuidasse dele (O senhor ferido). -Certo, eu vou realizar os primeiros socorros!- Respondo.

Guardo minhas armas e depois analiso os ferimentos do senhor, para então limpá-los de forma adequada, e depois envolver em faixa as feridas com algum pano limpo. Quem sabe se possível até verificando os corpos caídos para achar algo como um lenço, e até mesmo retirando pedaços de suas camisas.

-Sinto muito; alguém precisa disso mais que você…- Lamento ao retirar a camisa de um cadáver. E caso encontrasse algo suspeito ou útil como álcool também o utilizo nos machucados da melhor forma possível com meu conhecimento medicinal, mas não sendo de utilidade médica, decido por mostrar o que encontrei aos outros dois marinheiros para talvez eles me darem suas opiniões sobre tal item.

Finalizado os primeiros socorros. Vou até o senhor D’capri saltitando como uma gazela até chegar no mesmo. -Humm, tudo bem. É meu dever como médica cuidar dos enfermos, então não teve problema!- Digo para ele.

Depois verifico com uma ou duas olhadas o local em que vamos adentrar, ou se D’capri já estivesse lá dentro, olharia com cautela os arredores da tal casa para não cair em uma armadilha, procurando sempre manter a mão em cima do coldre onde tenho minha pistola para reagir contra o que surgir.

E se algo me atacasse, me moveria em recuou até a porta ou caso ela esteja longe, correria até algum imóvel para me esconder por trás dele ou da própria porta. E de onde estivesse fico dando cobertura para D’capri, atirando em quem fosse o atacar ou viesse em minha direção.    


"Essa casa parece que saiu de alguma historia de terror!"
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Meu Histórico escreveu:

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 9 EmptySeg 28 Jan 2019, 12:33




Narração

Hora do Rush


Os minutos passaram e a jovem marinheira conseguiu tratar dos ferimentos dos homens ao seu lado. Achando um pequeno refil de álcool nas coisas dos inimigos desacordados, além do tecido que os mesmos vestiam. O tratamento inicial foi feito e prontos pra seguir, a dupla adentrou no local. O velho, optando a todo custo por ficar para trás, não mexeu sua opinião forte. — Eu ficarei! Concluam a missão! — bradou. Seguindo, a dupla protagonista adentrou na mansão. Dentro, nada se viu ou ouviu. Procurando algum lugar pra esconder-se, ali só encontraram alguns pilares e os sofás vistos por Julian antes. Antes que pudessem ir para trás dos mesmos, Julian avistou Ling, caminhando sério em direção a uma escada que dava no andar superior do local.

Se caso a dupla de oficiais decidisse segui-lo, pelo caminho haveria rastros de sangue. Alguns homens estranhos, mas com vestes que remetiam as roupas dos trabalhadores da mansão eram vistos caídos. Averiguados, estavam mortos. Mais à frente, alguns homens com as vestes dos inimigos de antes eram vistos também, caídos, com traços de sangue pelo local. Tudo indicava uma porta. Adentrando mais e vendo que a porta estava entreaberta, alguém com boa visão conseguia ver fácil uma cena um tanto quanto inusitada.

O local era um pouco amplo, sem muitos objetos, apenas alguns pilares. No centro de lá estava velho, que demonstrava ser o dono do local, ajoelhado. Ling, caminhava em sua direção lentamente. Ao fundo, estava escuro demais para se avistar, já que a luz que iluminava o centro da sala era provinda de um buraco no teto, que conseguia iluminar grande parte do local. Indo mais a frente, lateralmente, para ambos os lados, também conseguiriam ver que os oficiais aliados estavam presos em espécies de pedaços de madeira presos ao solo. A mulher de um lado, o oficial superior no outro e o líder centralizado, “atrás” do velho. Eles pareciam um pouco surrados. O velho, sereno e sério, apenas aguardava o desfecho de tudo. — Me desculpa... Eu não quelia... — comentava Ling, sacando uma faca e indo em direção ao velho, que também estava preso com a mesma estranha maneira.

A distância entre a porta e Ling era de 2 metros, precisamente. Para o velho era três metros e meio, mais ou menos. Lateralmente era uma distância que permitia que os dois estivessem alinhados com o velho. E ao fundo, era quase cinco metros de distância. O cansaço podia bater, mas as atitudes tinham de ser tomadas pelos dois marinheiros que olhavam tudo pela porta, talvez.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 9 EmptyTer 29 Jan 2019, 12:01




O combate final se aproxima! Sob a luz do luar!

Julian D’Capri

Cheio de dores e dolorido o corpo do marinheiro pedia por descanso, talvez o veneno correndo em suas veias tenha começado ao afetar de forma mais direta, mesmo assim ele não tinha o conhecimento necessário para saber até onde se estendiam suas limitações corporais, apesar de que até o momento sua movimentação não parecia ter sido afetada. Os ferimentos latejavam e começavam a incomodar seu portador e sem um tratamento adequado logo o garoto sofreria de infecção, ele até poderia ficar anêmico, mas sua expressão serena permanente deixava a entender que ele já tinha anemia de nascença, mas o que ele queria era acabar logo com esse problema para poder ter suas coisas de volta e logo poder relaxar, Asuna ainda era uma incógnita e tudo que Julian queria era que ela estivesse bem.

Não era tempo de pensar, e sim agir, sua companheira Noelle não era apenas um rostinho bonito, além de exímia atiradora era também uma ótima médica, ter ela no grupo provavelmente foi o diferencial que fez o time obter sucesso, após vê-la deixando o senhor eremita em melhores condições o soldado teria uma diminuição do peso em sua consciência, era bom que o velho permanecesse com sua espada para se defender e sem sucesso em encontrar mais armas para sua coleção o samurai retirou-se do local, dando uma última olhada em seu companheiro.
- Fique bem senhor eremita, voltaremos logo.

Com a despedida, e tendo a possibilidade de adentrar o palacete o médico não a desperdiçaria, seguindo por dentro de forma silenciosa a dupla agora estava encubida de terminar a missão, ele, ao menos, estava disposto a acabar com tudo aquilo. Antes de qualquer outra ação ser tomada os olhos cautelosos do jovem encontraram aquele que outrora fora seu companheiro, Ling, o homem podia ser apenas mais uma vítima da TROIA ou quem sabe um dos serviçais fiéis, o marinheiro não poderia tomar conclusões precipitadas ainda.
- Noelle. - Sussuraria ele, tentando chamar a atenção de sua companheira mexendo a mão de forma sutil. - O Ling ali, ele parece estar indo para algum lugar, o seguimos?

Feita a pergunta Julian permaneceria quieto aguardando a resposta de sua dupla, em caso de resposta positiva ambos só precisariam seguir o baixinho, se fosse uma resposta negativa, o rapaz adoraria saber qual era a opinião da senhorita ao seu lado.
- A senhorita tem algum plano? Adoraria escutar.

Agora sem muito tempo e opções o médico seguiria Ling, ou então se Noelle tivesse um outro plano melhor, ele a seguiria. Como já fora comentado anteriormente os marinheiros acabaram se deparando com um cenário um tanto quanto inusitado, mas esperado, corpos e sangue para todos os lados, trabalhadores e seguidores do grande ancião estavam caídos, talvez um combate interno houvesse ocorrido, quem estava do lado de quem era impossível dizer agora, já que todos estavam mortos, o cheiro forte do líquido rubro deixava claro o quão grave era a situação em que a ilha se encontrava.

Logo a dupla chegaria a uma porta e provavelmente somente Noelle teria a visão suficientemente boa para conseguir assistir o que ocorria além da fresta da madeira, se Julian pudesse também ver o que acontecia, estava tudo bem, dessa forma o mesmo poderia bolar uma estratégia, caso não, o garoto estaria a mercê de sua companheira, ele seguiria suas ordens e estratégias.
Caso pudesse ver, escutar, ou quem sabe até mesmo Noelle ter descrito tudo o que havia ocorrido a ele, então ele tentaria fazer o que faz de melhor em horas como essa, bolar estratégias.
- Eu irei na frente enquanto a senhorita deve permanecer atrás, tente desarmar Ling, e o resto iremos ver, nosso objetivo é desamarrar os superiores e salvar o grande ancião, se conseguir fazer isso com suas armas pouparia tempo, mas só o faça caso tenha certeza de que não precisaremos das balas, me proteja e eu lhe protejo, caso eu seja pego continue a missão e salve quem puder, tudo bem?

Após realizar a fala de seu plano, o jovem o realizaria abrindo a porta e seguindo com sua espada já fora da bainha e em mãos.
- Ling! - Diria andando (tentando o fazer da forma mais natural que pudesse) na direção do mesmo mencionado. - Afaste-se do ancião!

Para Julian o pequeno careca não o escutaria, foi por isso que ele pediu para que Noelle tentasse o desarmar, um tiro de alerta ou então um na arma poderia funcionar, outra coisa que o jovem já estava esperando era um ataque surpresa, esse podendo vir da escuridão ou de Ling, por isso a katana já estaria fora da bainha, baixar a guarda seria um erro, ainda mais nessa reta final, se Noelle não pudesse o desarmar com medo de ferir outra pessoa ou até de matar Ling, o samurai entenderia e tentaria se aproximar o mais rápido possível, para ser capaz impedir a morte do ancião usando sua katana e habilidades de espadachim.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 9 EmptyQua 30 Jan 2019, 17:09

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Speed , by Tom Player



Com os devidos tratamentos realizados com sucesso naquele companheiro da marinha, restava agora dar continuidade em nossa missão e adentrar aquela estranha mansão de uma vez por todas. Logo que tanto o senhor D’capri quanto eu fomos até a porta, avistamos aquele rapaz de fala estranha de antes, e até onde me lembro ele era um conhecido de D’capri que acabou nos traindo.

Apesar que ainda tenho minhas dúvidas se ele não está apenas sendo forçado a fazer o que vem fazendo. Seja como for, nossa melhor opção seria segui-lo, uma vez que é a única pista que temos até então dentro da casa. —Sim, vamos com cuidado ver até onde ele pode nos levar.— Concordo com o que foi sugerido. Em passos leves teria ido juntamente com Julian na nossa investigação para saber até onde seríamos levados, e uma vez que o cenário dos prisioneiros me fosse revelado; passaria de imediato as informações para D’capri ficar ciente do que vinha ocorrendo.

—Estão deixando nossos colegas marinheiros aprisionados, além de um velho senhor no qual não me lembrava de o conhecer antes. Devemos agir pois acredito que suas vidas estejam em risco!— O alerto. E talvez por minha estadia na ilha ter sido há pouco tempo não lembre mesmo de tal pessoa idosa, mas Julian talvez saiba e por isso o digo todos os detalhes que pudessem ser uteis sobre como o homem se parece, além das demais características dele caso necessário.

—Tudo bem sim, então vamos…— Concordo, e quase de imediato retiro minhas armas do coldre, empunhando cada qual em uma de minhas mãos. Mirando na mão em que o tal Ling estivesse armado, realizo o tiro de aviso, tendo como objetivo derrubar sua arma, mesmo sabendo que posso acabar ferindo o mesmo, porém, jamais seria minha intenção o machucar e sim salvar os reféns.

Depois circundaria o local mantendo certa distância de poucos metros, uns cinco (uso passos para tal medida não exata), de onde estivesse Julian, para lhe dar cobertura. Meu caminhado segue uma forma de evitar deixar aberturas, com uma arma na altura do ombro e outra abaixada lateralmente ao corpo como se não quisesse a utilizar, mas seu real propósito seria de proteger o meu delicado corpo de algum projetil que pudesse me surpreender, infelizmente só funcionaria para ataques na parte de frente do corpo...    


"A decisão certa para uns nem sempre é correta para todos!"
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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 9 EmptySab 02 Fev 2019, 19:27




Narração

O Verdadeiro Inimigo Aparece


A dupla tomava sua decisão. Adentrar no local foi o que fizeram. Julian a frente e Noelle logo atrás. Ling, surpreso, se assustou com a chegada de Di Capri ali. Tremendo, ele tentou falar algo, mas sem forças para dizer, ele apenas ficou olhando para os lados. — Maldição Di Capri! De todas as opções, você optou pela mais burra? Corajoso! — riu o superior e líder da missão. Os demais, rindo da atitude do protagonista, ganhavam mais um ar esperançoso que logo daria lugar a seriedade de antes quando o barulho das portas fechando assustariam todos. Ao observar, algumas escacas de madeira haviam travado a saída. — O-O que você tá fazendo aqui, cala?! Não ela prla você tá aqui! — bradou Ling, alternando seu olhar entre Julian e a sombra, ao fundo da sala.

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— Oficial... Julian... Di... Capri — falou uma grave e ecoada voz, se aproximando da luz ao centro do local — É um prazer conhece-lo, o homem que tentou atrapalhar meus planos nessa ilha. Pensei que você poderia ser mais forte, mas acho que foi impressão minha. Alto, robusto, pálido, este era o homem que liderava a organização TROIA. Suas madeixas negras combinavam com sua barba de mesma cor, porém, contrastava veemente com sua pele. Com uma enorme tatuagem em seu peito esquerdo, essa que o seu grande e felpudo casaco não conseguia cobrir por completo, ele se aproximava com uma grande arma, uma espécie de postila de grande tamanho. — Que pena que aqui será nosso olá e adeus, é uma pena, mas por que estão aqui? Para salvar esse paspalho? — apontava sua arma para Ling, disparando contra seu ombro. Um disparo potente, que logo atravessava a pele do pequeno homem, fazendo-o gritar de dor como uma ovelha ao parir.

— Vocês querem defender esse lixo que trabalhou pra mim este tempo todo, entregando informações sobre vocês? Lamentável, marinheiros... — ironizou o homem assoprando a fumaça que se esvairia do cano de sua arma. O pequeno ajudante de Julian, se remexia no solo, sangrando por demasiado. Em meio a gritos de dor, Ling conseguia reunir forças para argumentar com o desconhecido. — Você plometeu que sailia dessa ilha o mais lapido! — bradou ele, lamentando-se. Mais um disparo era feito, agora em sua perna direita. Mais sangue era despejado ali, o disparo era potente ao ponto de expor a parte óssea da região atingida. — Calado insolente! Agora, vamos ao que interessa, tenho que roubar o que me importa aqui logo, então para vocês é um adeus... — falou para Julian e Noelle. Nesse instante, o homem pisava com força no piso que em uma reação estranha, começava a se elevar, vindo em direção aos protagonistas como uma espécie de pilares feitos do material do piso, uma madeira muito resistente.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 9 EmptySeg 04 Fev 2019, 16:12




O fim próximo! Príamo e seus planos!

Julian D’Capri

Tudo havia se desenrolado de maneira tranquila e fluida, como em um rio, que apenas segue o calmo fluxo da água, sem interrupções, ou combates pelo caminho, seguir o baixinho Ling não foi uma tarefa complexa, muito menos difícil de ser executada, e pela facilidade uma pergunta poderia surgir na cabeça do estratégico e preguiçoso samurai: Teria Ling sentido a presença da dupla?
Esse sendo o caso, o baixinho poderia tê-los guiado para o outro lado do palacete, ou até para uma armadilha em um cômodo, isso seria algo, que com toda a certeza era, inesperado, e julgando a reação esboçada, Ling não havia sentido nada. Talvez fosse esperar demais daquele homem, que mais parecia ser um civil, aquele palco de batalha certamente não era para ele.

Aparentemente seus superiores haviam apreciado a chegada da dupla, os marinheiros estavam dispostos a salvá-los e o espadachim podia contar com sua parceira para isso, recebidos com comentários sorridentes e contendo certo humor, o trio parecia apenas aguardar o desfecho da obra que se sucederia a seguir. Como esperado a porta fora trancada, qualquer um poderia prever que aquilo aconteceria e isso não alarmaria D’Capri, mas ao contrário de homens haviam estacas bloqueando a passagem, e esse era o ponto que fazia o marinheiro ficar com “uma pulga atrás da orelha”, seria aquilo algo planejado ou colocado? Quem teria tal rapidez para fazer algo de forma tão leve? As respostas vieram acompanhadas de outros questionamentos.

Da penumbra surgia o homem que provavelmente era responsável por tudo aquilo, naquele momento que revelava-se o marinheiro pensava no codinome que podia ser referente a ele, Príamo foi o primeiro a surgir, com tom misterioso e de porte ameaçador o possível líder da tal organização apresentava-se, sua voz grave reverberou no local até atingir os tímpanos do jovem médico, o qual estava tendo seu nome pronunciado pelo inevitável oponente.
- Príamo, certo? Não desapontas ninguém, sua aparência não faz jus ao codinome, o que é bom. - Diria o loiro, ironizando a última parte e “cumprimentando” o homem.

Sem tempo para uma resposta ser dada à pergunta do inimigo, um tiro fora realizado, o som do disparo ecoou pelo local, o atingido da vez era o próprio que fora comentado antes, Ling, que esperneava ao chão soltando berros eloquentes de dor, infelizmente não havia o que fazer no momento, o baixinho morreria se fosse vontade daquele que lhe feriu e Julian sabia disso, sua expressão apática permaneceria encarando o pálido atirador, ele era realista, não adiantava agir por impulso, caso o fizesse isso lhe levaria a morte, e não só a sua, mas as de muitas outras pessoas também, além de que a missão seria um completo fracasso.

Outra vez um barulho de tiro seria escutado, outro havia sido executado contra o baixinho, que havia tentado argumentar com seu agressor, algo burro de se fazer, aparentemente o vilão agora apressado despedia-se, de forma que não deixava-se aberturas para diálogos, mas isso não era o problema, e sim o que ocorria a seguir, pilares de madeira surgiam do chão e levantavam-se contra a dupla, que tipo de piso teria essa reação?

Os olhos surpresos do soldado deixariam bem claro que o ocorrido era algo totalmente desconhecido para o próprio, mas deixar-se dominar por sentimentos não é do feitio do marinheiro, que rapidamente já tentava traçar um novo plano em sua cabeça, ele teria que improvisar muito além do esperado, graças ao fator surpresa. No momento, ação valia mais que pensamento, um curto salto para o lado seria usado na tentativa de esquivar-se do pilar de madeira, se a perna machucada dificulta-se sua mobilidade mais que o esperado, o garoto usaria o peso de seu corpo para impulsioná-lo para o lado, assim desviando do ataque, tentar defender seria burrice, isso poderia fazê-lo perder sua arma.
- Continue com o plano senhorita Noelle! - Exclamaria ele depois de realizar sua ação.

Independente de ter levado o ataque ou não, ficar parado não era uma escolha, a questão era se ele ainda tinha condições de lutar, com tudo o que havia ocorrido o corpo do samurai certamente não estaria nos 100%, e esse era o problema, se ainda houvessem forças para lutar, ele as usaria, caso contrário, ele tentaria dirigir-se até seus superiores e os libertar, tentando cortar o que estaria lhes prendendo usando de sua espada. Se Julian tivesse optado pela luta, avançaria, usando sua perna boa para lhe impulsionar da melhor forma possível, em zigue e zague seria a melhor forma de avanço, pois talvez desse ao espadachim o elemento “aleatório”, isso poderia dificultar seu oponente a lhe atingir.

Chegando próximo o suficiente, ou pelo menos o quanto pudesse, o espadachim usaria de sua força e fôlego restantes para golpear seu inimigo com sua espada em mãos, claro que ele poderia sofrer de outro ataque ou até de um tiro, mas isso não o impediria de lutar, ele se levantaria e tentaria se recuperar, afastando-se dos pilares de madeira ou da mira de Príamo. O marinheiro ainda não sabia o que havia feito os pilares, e isso era um problema, mesmo assim ele investiria em sua batalha e em concentração, desistir agora seria como morrer na praia, e isso não aconteceu nem com o naufrágio de um navio, não seria agora, talvez o trabalho em equipe seja o mais importante para a conclusão da batalha, o médico poderia não confiar com todo seu corpo e alma em sua parceira, mas tinha convicção de que ela seria essencial para a vitória, portanto a protegeria caso isso se visse necessário e possível, era melhor ela em batalha, já que estava “inteira”, do que Julian.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 9 EmptyTer 05 Fev 2019, 18:29

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THERE IS SOMETHING TO FIGHT FOR



Os holofotes estão todos no senhor D’capri, que voltou a encontrar com seus conhecidos da ilha, já eu como nova no ambiente apenas me mantive em alerta para lidar com qualquer movimentação agressiva do tal de Ling, o homenzinho de voz estranha. Como suspeitava, aquele homenzinho tinha alguém maior por trás, sendo este um novo homem no local, grande e imponente, ao menos na minha visão. Ele vem portando uma enorme arma de fogo na qual logo fez uso contra o tal Ling.

O meu alerta de perigo ficava ativado quase de imediato, ele não parecia ser fácil de lidar, e para piorar falava que estávamos tentando ajudar alguém que não era exatamente quem parecia ser. Todas aquelas informações novas são como uma explosão na minha cabeça, custando a acreditar que Ling fez tudo o que fez por vontade própria. —Como pôde atirar contra alguém que lhe serviu? Não permitirei que continue nos ameaçando! Então guarde suas palavras para quando for julgado, vai precisar delas!— Ameaço, mesmo não sendo tão boa nisso. Nossas ações precisam ser imediatas, pois já existe um ferido e o perigo de morte, o que indicava o início de um confronto imediato.

Se o plano ainda fosse o mesmo de resgatar os outros marinheiros, essa seria minha segunda ação a ser realizada em tal cenário, pois a primeira é saltar o mais rápido possível para o lado e desviar do piso que veio em minha direção. —Isso tudo é força bruta ou o quê!?— Deixo minha indignação escapar enquanto tento saltar. Caso estivesse caída, uso do apoio de uma perna e joelho para me impulsionar e ficar de pé novamente, depois saiu em disparada na direção de onde estão amarrados os superiores.

—Rápido fuja ou fique escondido, Ling!— Digo mesmo sem ter certeza se aquele homem era capaz de tal, e depois, com minha arma apontada de cima para baixo na corda ou o que estivesse os prendendo de forma a evitar os atingir, realizaria um disparo, e se ainda assim não os liberto, forço com a perna e braço para terminar de quebrar/cortar. Em último caso um segundo disparo nas amarras seria feito. Nesse curto tempo, fico um segundo ou outro olhando para o chefe da Troia na cautela para caso me ataque, saltando em uma cambalhota no chão para outro ataque com o piso ou me abaixar para disparos de sua arma.



"O combate derradeiro? O Chefe finalmente aparece!"
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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 9 EmptyQui 07 Fev 2019, 14:13




Narração

Contra-Ataque


Tomado pelo êxtase do momento, Julian tentava desviar, mas aumentando sua velocidade repentinamente, os pilares acertavam o marinheiro fazendo o levantar do solo por alguns metros, um e meio para ser preciso. Noelle, mais astuta conseguia aproveitar-se do impacto sofrido por seu aliado e esgueirava-se com sucesso. Di Capri, mesmo caído após chocar-se ao solo como um saco de laranjas podre, não se entregou, partindo para cima do homem que ali se mostrava o líder tão poderoso, conseguia abrir uma brecha suficiente para sua aliada chegar até o líder marinheiro, que ansiava por se libertar. — Muito bem, oficial. Me liberte o quanto antes! — solicitava. Em seu olhar, estava toda a determinação de um oficial experiente que havia sido totalmente derrotado e preso. Era seu orgulho falando? Provavelmente. Lançando suas estacas de madeira, uma a uma, buscando atingir o marinheiro, o adversário obtinha sucesso, entretanto, mesmo com os impactos em seu tórax, Julian não cessava sua movimentação. — Você é duro na queda... — comentava o adversário vendo Di Capri aproximar-se, ao mesmo tempo que via a atiradora marinheira libertando seu líder — Ah, pensa que vai conseguir tão fácil? — estalando os dedos, uma elevação de madeira surgia acertando a atiradora no queixo, de baixo à cima, fazendo-a cair, tonta.

— Uma já caiu — comentou Príamo, porém, antes que se desse conta, Julian já estava em sua direção, desferindo um golpe que, mesmo sendo bloqueado com uma elevação de madeira que havia surgido entre os dois, atravessava, tomado de fúria. O corte acertava o ombro do mercenário, fazendo o recuar algumas passadas e, encenando como se jogasse uma enorme força em direção a Julian, com ambas as mãos, uma moldagem em forma de pilar surgia, em horizontal, ligada ao solo, a qual acertava o tronco do protagonista de tal maneira que ele era jogado em direção ao outro lado da sala. — Obrigado oficial... — comentou uma voz, rapidamente saltando em direção a Julian, brecando o movimento que seu corpo fazia — Está bem oficial? — questionou o líder do pelotão, em pé, segurando o corpo do médico, que ali parava o impulso tomado. — Recomponha-se! É hora do contra-ataque! — afirmou, sorridente. O olhar do superior ia de encontro ao adversário, que olhando o ferimento que Di Capri havia causado, não estava tão animado.

Noelle, um pouco tonta, não desistia de seus objetivos. Correndo até Ling, a loira tentava tirar o pequeno homem dali, porém, o mesmo não tinha forças para levantar-se sozinho. Sereno, o velho assistia tudo, sem mover-se. Os outros dois marinheiros tentavam se desvencilhar, porém, falhavam. — Nos tire daqui oficial! — bradava RAY. Enquanto isso, mesmo cansado, Julian não sentia efeitos do veneno agindo. Talvez fosse um bom sinal. Lado a lado com seu superior, o Sargento Rock (não lembro se ele era sargento, me corrijam), ele se preparava para um retorno. — Cuidado com a sua movimentação, ele tem consigo o poder da Wood Wood no Mi, uma fruta do diabo que permite ele moldar a madeira como quiser e adivinhe? Esse piso é feito de madeira! — afirmou, não tirando os olhos do inimigo — Vamos tentar ocupa-lo para a oficial Noelle libertar os demais! Entendido, oficial Di Capri e oficial Eisenhower?! Não fraquejem! — bradou, partindo para cima do inimigo.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 9 EmptyQui 07 Fev 2019, 17:55




O poder se revela, o combate se intensifica! Akuma no mi!

Julian D’Capri

A batalha havia começado, e como sempre o espadachim fora o primeiro a ser alvejado, não que isso fosse ruim, estava dentro do planejamento de D’Capri então vinha a ser um adendo positivo, Noelle, astuta, seguiu como o planejado enquanto o marinheiro ainda tentava se recompor do último ataque que havia sofrido, a sólida madeira havia lhe golpeado com força, mas mesmo com dor ele sabia que não podia deixar com que Príamo notasse sua parceira, portanto ele ignorava qualquer tipo de amarra e voltava a se impor contra seu oponente, as estacas e pilares levantavam-se e iam contra o samurai, que não sabia como reagir a tal tipo de ataque, aquilo podia ser um mecanismo implantado pelo chão, mas não havia tempo para gastar analisando o ambiente.

Com receio de usar suas armas para defender, e sem mobilidade para esquivar, as estacas acertaram uma a uma o corpo de Julian, golpeando-o com violência, mas não a necessária para fazê-lo cair, fato este reconhecido até mesmo pelo oponente, talvez uma outra katana pudesse ajudar o médico, não que na situação atual isso fosse adiantar algo, já que os pilares de madeira poderiam quebrar as lâminas das espadas, não havia muita coisa para se fazer a não ser lutar, se distrair em meio a uma batalha poderia ser fatal, e o marinheiro sabia muito bem disso, mas não seu adversário, que distraiu-se o suficiente para que a lâmina do marinheiro encontrasse seu ombro, talvez fosse sorte, mas logo o azar voltava, um novo pilar surgia e atingia o rapaz com força o suficiente para mandá-lo voando.

A força aplicada no golpe devia vir quase toda da raiva, Julian sentia uma dor intensa por todos os locais atingidos até agora, mesmo com a adrenalina percorrendo sua corrente sanguínea era possível identificar que áreas haviam sido alvejadas, mas qual era o limite que seu corpo poderia aguentar? O veneno em seu corpo parecia não ter demonstrado todos os seus efeitos negativos, então era provável que o médico não havia chegado nos estágios finais, mesmo assim ele consumia sua energia vital, não que o marinheiro demonstrasse ter muita. Em meio ao vôo que terminaria com escala na UTI uma voz conhecida surge, era seu superior, o tenente Eustass, além de uma curta conversa o homem também foi capaz de desacelerar o corpo do soldado, que não acordaria tão cedo caso sofresse o impacto planejado por Príamo.

- Não senhor, estou péssimo. - Responderia D’Capri com um leve sorriso, mas com um fundo de verdade, assim que pudesse tentaria se colocar de pé, pois assim como seu superior havia informado, era hora do contra-ataque.

Após as informações dadas pelo superior o samurai arquearia uma de suas sobrancelhas, mostrando a clássica expressão de confusão.
- Como? Wood wood no mi? - Questionava.

Na cabeça do oficial, a palavra: “fruta do diabo” soou familiar, como se ele já houvesse escutado esse nome em algum lugar, de repente, como um “click”, ele buscava sua lembrança, Asuna havia comentado esse mesmo nome consigo, frutas com poderes incríveis, diversos e inimagináveis.
- Elas podem fazer isso? - Dizia o médico, completando o raciocínio anterior, mas ainda confuso.

Analisando todo o ocorrido com as informações agora dadas, seus pensamentos e dúvidas eram respondidas, seu pensamento de mecanismos havia sido totalmente derrubado, e ao ouvir a explicação de Eustass, sua teoria parecia cada vez mais idiota, era a primeira vez que o jovem via algo parecido, até alguns dias atrás ele nem mesmo havia ouvido falar nesse tipo de obtenção de poder, talvez na imensidão do mar houvesse alguma que o ajudasse a obter seu objetivo de vida.

Não havia mais tempo para ponderar nada, o tenente avançou contra o inimigo e o marinheiro deveria fazer o mesmo, e o faria logo em seguida de Eustass, mas antes que pudesse um sentimento nostálgico o atinge, e as lembranças da última missão vinham a tona, seu superior falecido comodoro Arashi, que pereceu pelas mãos de um pirata que ambos enfrentaram lado a lado, isso não chegava a ser um trauma, mas dessa vez, Julian queria fazer algo diferente, pelo menos impedir que seu superior fosse morto dessa vez.

O samurai utilizaria de toda velocidade que pudesse para esquivar dos pilares e estacas que viessem contra si, mais uma vez o objetivo era chegar perto o suficiente de Príamo para o atingir, da última vez ele se distraiu e isso não aconteceria uma segunda vez, caso um pilar viesse na direção do samurai tentando o atingir no queixo, o mesmo jogaria o corpo para trás, ou para o lado, dependeria da situação que exigisse sua esquiva, se um pilar viesse tentando acertar o tronco do marinheiro, ele tentaria rodar para o lado, assim fazendo as estacas de madeira passarem reto e sem o atingir, caso não fosse possível uma esquiva apenas com “jogo de cintura”, ele tentaria se jogar para o chão, seu ombro machucado dificulta um rolamento, mas caso um pudesse ser executado ele o faria, para tentar impedir algum ataque de o acertar.

Seus ataques com a espada ainda seriam os mesmos, cortes horizontais, verticais e estocadas, sempre tentando manter-se atento para não fazer ataques desnecessários ou que pudessem abrir sua guarda, D’Capri já estava cansado, não conseguiria manter a pose por muito tempo, por isso o foco dele não eram os ataques e sim dar suporte a Eustass e distrair seu rival, claro que se Rock conseguisse fazer Príamo abrir a guarda, o marinheiro tentaria aproveitar essa brecha e realizar um corte na área mais exposta que visse, para que este não viesse a atacar Noelle, se ele tentasse a atacar o espadachim usaria o tempo a seu favor, e não buscaria realizar um ataque com sua arma, e sim com seu corpo, Julian jogaria seu corpo contra o de Príamo para tentar fazê-lo perder a concentração.

Se um ataque fosse atingir Rock e impedi-lo de fazer alguma movimentação, ou então fosse feri-lo gravemente, o marinheiro se colocaria na frente e tentaria usar seu corpo de escudo, agarrando a madeira com seus braços e tronco, usando a força de suas pernas para tentar diminuir a velocidade ou parar o ataque.


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