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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 6 EmptyDom 19 Ago 2018 - 18:35

Relembrando a primeira mensagem :

As mil espadas - As mil ondas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Julian D'Capri. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 6 EmptyTer 4 Dez 2018 - 1:10




NARRAÇÃO

A Luta


O embate se iniciava. Noelle tomava a dianteira nas ações e, sacando suas armas, tentava intimidar seus adversários, coisa que não surtia efeito algum. Julian por sua vez só aceitava o fato do embate, que para ele, naquele momento, era inevitável. Ray, rindo, apenas observava tudo que acontecia, parado, com suas mãos em seus bolsos, as quais haviam sido colocadas ao prelúdio da ameaça. – Vamos lá! O que estão esperando? – questionou o marinheiro. Só necessitando de um estopim, o embate se iniciou. A garota rodopiava certamente, buscando cobrir as costas de seu aliado espadachim e consigo, o ímpeto dos disparos surgia, obrigando a marinheira a disparar contra dois dos inimigos que se aproximavam. Os primeiros disparos falhavam miseravelmente. O giro que não foi tão treinado pela garota naquele terreno a prejudicou de tal maneira que os disparos serviram apenas para atrapalhar a movimentação dos lutadores, que mesmo assim não cessaram. Vendo que seria atacada, a garota esgueirou-se. Ou pelo menos tentou. Os golpes dos dois adversários persistiram. A atiradora habilidosamente conseguia esquivar. Um, dois, o terceiro contou com a surpresa da troca de ordem de golpes, o que fez com que a loira sofresse um belo soco em sua região auditiva direita, porém o último golpe proferido pelos inimigos era a brecha necessária que a inocente guerreira queria.

Ao mesmo tempo que gladiava, a loira podia ouvir o urrar da guerra, vindo do médico marinheiro. Tomando a iniciativa de suas ações, o marinheiro conseguiu acertar o inimigo da maneira que queria, porém, apenas com uma breve estocada, o mesmo não conseguiu fazer sua arma dançar, dilacerando aquele corpo. Temendo o contra-ataque, o espadachim recuou, retirando sua lâmina do corpo do inimigo, porém, sem perceber, um dos adversários chegava de surpresa e atingia-o com um potente cruzado, que atingiu sua nuca e fez o marinheiro cambalear algumas passadas para a direita. Continuando sendo alvejado, o rapaz apenas esgueirou-se, mas sem perceber, acabou por chocar-se com Noelle, que havia tentado proteger as costas do mesmo. O choque empurrava a loira a frente e, pensando ter total domínio, o adversário atacou.

Abrindo toda sua guarda, aquela brecha foi perfeita para a garota esgueirar-se e, caindo, disparou duas vezes, uma com cada arma, atingindo as costas de um dos adversários, derrubando-o. Vulnerável, a garota se tornou um alvo para o ataque inimigo. Vendo-a caída, o homem ensaiou seu golpe, mas rapidamente o espadachim Julian impediu que o mesmo tivesse sucesso em suas ações. Usando sua arma, o homem bloqueou o golpe inimigo e empurrou-o para trás. – Vamos! Acabem logo com eles! – afirmou o covarde inimigo, líder, que apenas ordenava seus capangas. Ray, aparentava apenas se divertir com seus adversários. O homem esquivava-se com facilidade e não esboçava nenhuma reação. Noelle e Julian, agora mais juntos que nunca, já haviam dado cabo de um dos inimigos e ferido outro, agora, a questão era o que os dois fariam com o restante.
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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 6 EmptyQua 5 Dez 2018 - 19:53




O calor da batalha! A dupla Noelle e Julian

Julian D’Capri

Havia começado, a batalha seria árdua, levando em consideração a vantagem numérica de seus adversários, eles tinham grandes chances de derrotar o trio de marinheiros, mas aquele não era qualquer trio, Ray provavelmente teria mais força que a dupla de soldados o seguindo, isso era mais que óbvio, caso contrário ele não possuiria uma missão tão importante para dar cabo, e essa teoria de Julian havia só se confirmado, visto que o “líder” não parecia ter problema algum em esquivar de ataques, enquanto isso a dupla mal conseguia cuidar de dois oponentes, pelo menos era melhor que nenhum, porém se continuassem assim o líder teria tempo de fugir antes que seu grupo perdesse totalmente, apesar de que Ray aparenta conseguir ganhar facilmente de todos os 8 inimigos e mais Teucro, sozinho.

- Ótimo trabalho senhorita. - Diria o jovem virando as costas para a parceira, já se preparando para a continuação da batalha.

O espadachim sabia que se fosse contra os artistas voltaria a sofrer mais ataques oportunistas, como o de agora a pouco, o qual ainda o fazia sentir um desconforto em seu pescoço e nuca, seu andar tentava-se manter firme, e mesmo se não estivesse ele teria que arcar com as consequências, seus inimigos não parariam de atacar só por causa de uma dor em seu corpo, pelo contrário, eles continuariam a fazer isso até que o jovem fosse silenciado para sempre, e acabariam por fazer o mesmo contra a pistoleira, o marinheiro não permitiria, além do mais, era para aquele ser seu trabalho e não deles.

- Senhorita Noelle, não consigo avançar contra eles, é suicídio fazer isso, tenho um pedido a fazer. - Caso a jovem pedisse para ele continuar, ele daria continuidade a fala. - Atire neles, eu a defendo, seu poder ofensivo será melhor utilizado desta maneira, tente cuidar só da senhorita, concorda com meu plano? - Questionaria Julian, prestando atenção aos arredores enquanto fala, para não sofrer um ataque surpresa.

A marinheira aceitando, ou não, daria continuidade ao combate, Teinei, sua katana em mãos, era sua companheira agora, mesmo sentindo um pouco de saudades da Ninau, ela não estava mais ao seu alcance, seu apego emocional à aquela espada foi tão grande que ele acabou dando um nome para sua espada, ele iria a recuperar, tinha fé nisso.

O samurai agora estaria em uma posição mais defensiva, ele iria, não atacar, e sim defender-se, claro que para fazer isso, o marinheiro teria que acertar alguns artistas marciais pelo meio do caminho, e provavelmente os ferir gravemente, sacando a Dansāo, sua segunda espada, daria ao jovem um leque maior de opções, tanto de ataque, quanto defesa, Julian queria muito estrear suas novas espadas, e agora ele tinha como.

Tomando a pose defensiva como sua, nesta fase de batalha, faria o médico não avançar contra seus inimigos, ele calmamente esperaria para agir, assim que alguém resolvesse avançar contra a dupla de loiros, seria a vez dele agir. Dessa vez além de sua pose de batalha, sua estratégia também havia mudado, ataques inimigos que viessem em sua direção seriam revidados com contra-ataques, para ataques retos, ou simples, chutes, e socos, seria utilizada a mesma estratégia comum, pular para o lado oposto em que o ataque vem, uma vez tendo escapado, ou sido acertado, o espadachim não perderia tempo e usaria uma de suas espadas para tentar perfurar seu inimigo com a ponta de sua espada, caso o ataque viesse da esquerda, ele usaria a espada da mão direita para a estocada, caso fosse um ataque da direita, ele usaria a espada da mão esquerda.

Para ataques como uppercuts, joelhadas, que necessitassem de um impulso para ter poder total ou então que fossem feitas com manobras, caso o golpe fosse de cima para baixo, Julian teria que se mover para trás ou lados, talvez até um rolamento, na tentativa de retirar seu corpo da zona de perigo, e a reação para tal golpe seria esperar o mesmo ser totalmente executado, para que milésimos depois o samurai se aproximasse e tentasse realizar um corte na horizontal, bem nas costelas.

Ataques de cima para baixo sofreriam de mesma esquiva, tentar retirar o corpo, ou a parte dele que seria alvejada, usando ou de rolamentos, ou de pequenos saltos, e após feito o desvio, sendo ele bem sucedido, o jovem, durante sua esquiva, tentaria se movimentar para as costas do inimigo, onde ele realizaria um corte vertical, vindo de baixo para cima. Caso o golpe fosse rápido demais para esquivar, Julian seguraria suas espadas de forma ereta e firme, as apontando para cima, se ele recebesse o golpe seu inimigo ainda iria sofrer danos ou então seria perfurado.

Golpes que necessitassem de um impulso ou de uma preparação poderiam ser esquivados com Julian tentando retirar o corpo da frente do ataque, para que o mesmo passasse reto, se assim fosse feito o espadachim poderia aproveitar e realizar dois cortes cruzados contra seus inimigos, se a manobra fosse rápida demais para desviar, o samurai cruzaria as espadas, formando um X, para que assim ele pudesse tentar se defender.

Combos, ou vários ataques consecutivos, só poderiam ser defendidos pelo samurai caso ele usasse suas espadas para os confrontar, tentando dessa maneira golpear os ataques, fazendo com que esses fossem repelidos antes de atingir seu corpo.

Caso em meio a suas “defesas” houvesse um oportunista aguardando para golpear o marinheiro pelas costas, assim como na última vez, ele ao invés de apenas saltar para trás e parar, ele tentaria realizar um rolamento, tentando prever o momento de ataque do oportunista, para que este errasse o golpe e passasse reto, se desse certo o espadachim aproveitaria o momento para avançar contra o oportunista, e pegando impulso em suas pernas, assim como um carneiro, ele projetaria seu corpo para frente e usaria ambas as espadas para perfurar o aproveitador pelas costas. Caso desse errado e ele não pudesse prever o ataque de seu agressor “surpresa”, o jovem deveria girar seu corpo rapidamente e usar ambas as espadas para bloquear o golpe que o acertaria.

Julian tentaria ao máximo não permitir que inimigos fossem contra sua parceira, ela é uma atiradora, e como ele próprio havia pedido/ordenado, ela não deveria se preocupar tanto com os inimigos, o espadachim deveria servir como um tanker, ele seguraria os inimigos enquanto a jovem os derrubaria assim que pudesse, claro que ele não conseguiria segurar todos, mas pelo menos a maioria ele queria tentar conter.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 6 EmptySex 7 Dez 2018 - 13:29

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Alternative/Metal/Hard 2018



Se ainda estivesse no chão, decido utilizar de um apoio com o joelho direito para me impulsionar em tal perna e voltar a ficar de pé. Deixando de lado o machucado em um dos lados do rosto, já que dificilmente terei tempo de tratá-lo no meio do combate, volto minhas atenções para os alvos mais próximos. Mirando com minha arma da mão canhota na direção do corpo do oponente, na área entre o fígado e seu estômago, realizando dois disparos com a mesma arma, um atrás do outro.

Mas tudo para observar sua próxima movimentação e assim antecipar um tiro na altura de sua traqueia, ou apenas qualquer área do pescoço. Basicamente é imaginar onde ele vai estar ao se mover com as pernas e atirar com mínima antecedência para atingi-lo. Aproveitando do recoil da primeira arma, viro meu rosto para a outra direção na expectativa de ser possivelmente atacada, acreditando que eles não iriam perder a chance de o fazerem.

Erguendo a segunda arma, atiraria na região do estômago de tal segundo alvo, ou, caso ele já estivesse bem próximo, seria na face do agressor, porque mesmo que ele me atinja, tenho quase certeza que o tiro a queima roupa em sua cabeça fará um estrago maior. Optaria por um segundo disparo caso a distância não fosse encurtada pelo inimigo, visando ainda atingir sua face. Caso fosse agarrada em algum momento, tento chutar nas partes "baixas" do homem, ciente que mesmo não sendo minha especialidade, aquela região é bastante sensível.

Depois, vou recuando em uns cinco passos para trás para tentar recuperar minha distancia, ou se estivesse caída novamente, rolaria para o lado quantas vezes fosse necessário para escapar de golpes, e quando houvesse a oportunidade, segurando firme uma de minhas pistolas, deitada de costas para o solo do local, volto a tentar desferir disparos contra o corpo do oponente, na região da cintura de preferência -Ficar preocupada com os outros não é uma opção, devo me cuidar primeiro...- sussurro baixinho para mim mesma ao tentar me manter focada e seria.

Em qualquer momento, caso acabasse entrando no caminho do senhor D'capri ou senhor Rya, me movo para o lado oposto os deixando passar e assim evitar uma trombada entre nossos corpo, ou não tendo tempo, opto por ficar abaixada, tipo acocorada, esperando que meu pequeno tamanho faça ao menos eu passar por baixo de suas pernas, e com um grito também fazer eles entenderem que é para saltarem por cima no pior dos casos. -Pula!- Exclamo, e depois volto a ficar de pé, erguendo meu braço destro com alguma das pistolas na direção do meliante mais próximo e disparando no centro de seu peitoral...

Na possibilidade de ter perdido as armas ou elas terem sido golpeadas caindo assim de minhas mãos, de imediato saltaria para o chão na direção em que os armamentos se encontram, tentando um breve rolamento por cima de alguma das pistolas e a empunhando novamente para prosseguir com as táticas de ataque anteriores.  

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"Quando dialogar com palavras falha, todos perdem algo...
Eu a compostura e eles suas vidas!"




Objetivos e Informações:
 


Meu Histórico escreveu:

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Ferimentos: -x-
Perdas: -x-
Ganhos: -x-
NPC/PLAYER: Julian D'Capri/Player - Um Soldado que conheci na floresta de Karate Island. Ling/NPC - Um homem que parece ter problemas nas falas, o encontrei em Karate Island.  

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 6 EmptyTer 11 Dez 2018 - 0:49





Narração

Batalha?


A situação se complicava mais do que os jovens marinheiros podiam imaginar, certamente. Noelle, não cessando seu ímpeto igual o médico marinheiro, ao levantar-se já disparava duas vezes, em dois inimigos diferentes. O primeiro disparo atingia com sucesso um dos homens inimigos que logo caía no solo, com a mão em seu ferimento, porém, o outro era atingido apenas de raspão, ou um pouco mais sério, entretanto, nada que impedisse o mesmo de se aproximar. Antes mesmo de Julian defender a garota como imaginava, a mesma, friamente, talvez, acertou um disparo preciso no pescoço do homem que já estava próximo o bastante para ensaiar o golpe. O ímpeto no olhar do adversário logo caía, caía como o sangue rubro que tocava o chão ao mesmo tempo em que sua alma alcançava os céus.

Os outros marinheiros haviam focado Julian. O médico em seu momento de preocupação não percebeu a chegada de um inimigo que o golpeou na nuca, fazendo o cair e caçar alguns passos para se manter em pé. Os próximos dois inimigos logo chegavam, todavia, dessa vez, o marinheiro recomposto esquivou com sucesso de seus golpes e os golpeou com a ponta de sua espada, afastando-os e obrigando os mesmos a revistar seu corpo e tapar seus ferimentos. Noelle, mirando no outro inimigo que se aproximava de Julian, foi surpreendida por um dos adversário que a agarrou por trás, porém, rapidamente a mulher garota ergueu seu calcanhar e golpeou a região íntima do adversário e, virando-se, acertou um disparo no meio de sua testa, restando apenas ao corpo cair, sem vida.

Restando apenas dois inimigos, sendo que o superior marinheiro já havia cuidado de mais alguns, ambos se entreolharam, e partiram em retirada, ignorando as ordens do covarde comandante. Nesse momento, sem querer, ambos se chocaram e derrubaram seu superior que, nervoso, ao escolher entre pegar os objetos que carregava e lutar, preferiu fugir, deixando tudo para trás. — Covarde... — falou cheio de si o oficial superior de Julian — Muito bem meninada! Agora temos trabalho a fazer... Loirinha, você é sinistra, agora abaixa essa arma. Di Capri, confira se todos estão mortos e consiga informações. Noelle, venha comigo investigar esse local. Pegue tudo que achar estranho. Irei averiguar lá dentro. Recolha algo que estiver por fora! — ordenou.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 6 EmptyQui 13 Dez 2018 - 18:51




Vitória!? A procura por informações, a volta do detetive D’Capri

Julian D’Capri

A batalha havia tido uma resolução, se é que aquilo podia ter sido chamado de batalha, a vitória era dos marinheiros, quanto ao superior, não havia nada o que comentar, para estar no time de um homem o qual tem a alcunha de “o exército de um homem só”, você realmente deveria ser muito acima da média, e de certo, aquele homem era capacitado, apesar de seus inúmeros defeitos, e querendo ou não, ele era o líder da missão, e apesar de ser dito que ele era marinheiro, Julian achava ele mais parecido com alguém do governo, um agente talvez, mas quem se importa com isso no momento? O marinheiro não era, apesar de sua companheira ter se mostrado uma exímia atiradora, o samurai não conseguiu demonstrar nada, a não ser que o assunto seja resistência, nesse quesito ele está bem, visto que levou dois ataques na nuca e não desmaiou imediatamente, Noelle conseguiu de maneira exemplar executar movimentos complexos, girando e atirando, tanto seu corpo, quanto suas armas, ao contrário do espadachim, que sentia que de nada tinha ajudado, não havia nem conseguido atacar, ou defender, apenas apanhou, e isso deixava um gosto amargo na boca do médico, um sentimento de fracasso.
- Isso está começando a ficar chato… - Falava Julian para si, frustrado, enquanto massageava sua nuca e pescoço, lembrando de todas as vezes as quais ele apanhou em suas aventuras, até o momento.

Ainda sim houve algo estranho no combate, de alguma forma a marinheira pareceu ter entrado em transe, como se fosse outra pessoa, com olhos frios e quase que programados para fazer o que estavam fazendo.
- Será que é assim que eu fico quando estou em batalha? - Se perguntava Julian. - Espero que não.

O marinheiro perceberia que não havia parabenizado Noelle, apesar dela saber que foi bem, elogios sempre são bem-vindos, ainda mais um um sorriso, o qual o samurai não conseguiria dar, não o de mostrar os dentes, apenas arqueando os lábios.
- Parabéns senhorita Noelle, você foi muito bem na batalha.

Enquanto o marinheiro guardaria suas espadas, seus pensamentos eram para deitar no chão e dormir, mas havia uma missão para eles cumprirem, a TROIA não se derrubaria sozinha, e as coisas do soldado não se recuperariam sozinhas, o que era uma pena, já que seu lado preguiçoso torcia para que a solução caísse dos céus, para que enfim ele pudesse experimentar um pouco de descanso, falando em descanso, Noelle disse que foi a Karatê em busca de férias, quanto azar encontrar Julian.
- Quanto azar. - Repetiria o jovem, pensando no azar em que ele trouxe para a marinheira, agora ela estava sendo obrigada a completar uma missão, que nem era dela.

Depois de guardar suas katanas, ele verificaria se suas espadas estavam firmes e bem presas a sua cintura, fora-lhe concedida uma missão, duas no caso, conseguir informações, e verificar se as pessoas estavam todas mortas, não exatamente nesta mesma ordem, o que importa é que o jovem obedeceria, colocando-se de joelhos ele iria de corpo em corpo pondo o dedo indicador e médio na lateral do pescoço dos caídos, naquela área era melhor de se sentir os batimentos cardíacos, pelo menos melhor do que nos pulsos, caso houvesse alguém vivo, no meio de todos, Julian manteria a calma e verificaria seu estado, ferimentos, corpo, pupilas, para saber qual era a real situação do ferido, caso descobrisse se dava para salvá-lo ou não, ele começaria a falar.
- Eu sou médico, consegue falar? - Caso a resposta fosse positiva, o samurai continuaria. - Posso lhe tratar, mas tenho duas perguntas, pra onde seu chefe foi? E o que querem?

Sendo possível um tratamento, ou pelo menos os primeiros socorros, Julian o faria, se necessário, o levaria até a casa de Lifang para receber cuidados médicos apropriados, uma vez estando lá, ele bateria na porta, esperando uma resposta.

Se a resposta fosse negativa, o samurai levantaria a mão, tentando chamar a atenção de Ray, caso seus gestos não fossem suficientes, ele falaria seu nome.
- Ray! Não consegue falar, mas está vivo, decida o que eu faço.
O que fosse dito para ser feito, o soldado obedeceria.

Caso não houvessem vivos entre todos os caídos, o marinheiro se conformaria com aquele fato, como sempre faz com tudo, e tentaria procurar algo nos corpos que o ajudasse na investigação, mapas, nomes, anotações, tatuagens, tendo verificado e achado, ou não, algo para o ajudar, o soldado passaria para os itens, os analisando e tentando ligar os pontos, o pequeno Ling havia corrido de medo ao ouvir que poderiam haver infiltrados da marinha em Karatê Island, infelizmente o único lugar em que Julian pensava em ir, era na casa de Jung su, verificar e tudo estava bem, mas isso poderia acarretar em algo pior, então o médico estava de mãos atadas.

O jovem ainda poderia ir atrás de Sung, mas seguir rastros não é a especialidade do garoto, então se ater aos objetos seria mais fácil, certamente a espátula seria de algum restaurante ou algo parecido, enquanto que o martelo poderia ser de alguma carpintaria ou algo do gênero, isso não levaria Julian a lugar algum, seria isso que ele acharia ao lembrar-se do cheiro de carne sendo frita, que ele sentiu quando estava passando com Ling pela rua, foi o lugar mais próximo e recente que o médico pôde lembrar, se ponto a andar na direção do caminho que fora feito mais cedo, Julian tentaria encontrar o aroma o qual ele procurava, o aroma da fritura, gordura, uma lanchonete. Se Noelle ou Ray perguntassem onde ele estaria indo com a espátula retorcida e o martelo (os dois itens que ele teria pego do chão), D’Capri diria.
- Fazer um lanche. - E então partiria em sua busca.

Se ele viesse a encontrar o local ele adentraria neste, indo, sem hesitar, até o balcão de atendimento, caso houvesse alguém o samurai diria.
- Senhor(a) necessito de algumas informações, se importaria de colaborar? - Perguntaria o marinheiro de forma respeitável. Caso obtivesse uma resposta positiva, ou negativa, ele continuaria, colocando a espátula em cima do balcão. - Encontrei isso numa propriedade aqui perto, por acaso é de algum cozinheiro de vocês?

Não havendo ninguém no balcão, o soldado procuraria alguém que parecesse trabalhar ali, se houvesse alguma forma de chamar alguém, como um sino, ou campainha, o jovem a pressionaria, e então faria suas perguntas, as mesmas já citadas.

Se fosse jogada alguma culpa em cima do marinheiro, ele apenas responderia.
- Eu recebi relatos de uma invasão a uma propriedade próxima, poderia ser uma pista para me livrar desse meu problema… Enfim, só o que encontrei lá foi essa espátula um martelo e depois um urso gigante.

Caso o martelo fosse pedido para análise, Julian o entregaria, apesar de sempre estar preocupado no que poderia acontecer com ele, caso o mesmo baixe a guarda, qualquer um poderia ser da TROIA ali, e era isso que o deixava preocupado.
- Queria que tivesse sido como antes… Ganhar o respeito e confiança das pessoas, aqueles dias foram bons, talvez por eu estar em outra vila de Karate… Não sei, espero que eu consiga derrotar essa tal TROIA. - Era o que pensava o samurai.

O espadachim estaria atento a tudo, desde conversas paralelas, a informações dadas a ele por cozinheiros, claro, se ele não conseguisse achar a lanchonete certa, ele continuaria procurando em todas as lanchonetes possíveis.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 6 EmptyQui 13 Dez 2018 - 22:25

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Two Steps From Hell - Victory



Com os movimentos realizados em combate tanto o senhor D'capri quanto eu tivemos exito em derrotar e afugentar nossos oponente, resultando assim no final de nosso primeiro confronto juntos como marinheiros. Aliviada de abaixar minhas armas e não necessitar delas por enquanto, deixou com que um suave suspiro de alivio escape enquanto guardo no coldre minhas duas pistolas.

-Que bom que terminou, fico feliz em saber que agora podemos dar continuidade em nossa missão.- E com um leve sorriso finalizo minhas palavras. Depois, acatando as ordens do meu superior, vou verificar os objetos que foram deixados para trás dos criminosos, me baixando e coletando os items, até que minhas mãos não fossem mais capazes de segurar nada.

-Fico imaginando se algum desses objetos pode realmente nos dar uma boa pista do que vem acontecendo e também o que TROIA vem tramando...- Admito que não sou boa em deduzir pistas, então o melhor a fazer é levar tudo para Brian verificar, e assim o teria feito. -Aqui está tudo que consegui carregar, senhor!- Digo logo depois de caminhar até meu superior e erguer as mãos juntas com o que coletei.

Mas, não deixo de olhar com curiosidade tudo que foi coletado, para saber exatamente do que se tratava os objetos. E caso algo tivesse sido deixado para trás, logo volto para pegar e mostrar para meu líder de missão. Imagino que Talvez me fosse ordenado para ficar guardando os itens, nessa situação, utilizaria do meu boné de marinheira para carregar tudo, já que não tenho certeza do que se tratava é melhor não colocar tão junto ao corpo.

E se houvesse algo perigoso ou que em algum momento demostrasse sinal de perigo, como uma luz piscando ou som estranho, tentaria largar tal item e manter distancia até que me fosse dito ser seguro. Segundo com nossa missão, decido fazer um rápido diagnostico em meus machucados, realizando leves toques com os dedos da mão nas áreas atingidas para descobrir sua gravidade, depois caso fosse possível, dou inicio ao tratamento básico, como limpeza e uso de algum medicamento adequado se encontrasse algum. Depois seria a vez de oferecer ajuda para algum ferimento do senhor D'capri, indo até o mesmo e pedindo para verificar algum problema.

-Espero poder ajuda-lo novamente se estiver ferido, senhor D'capri...- E o faria assim que possível; voltando então minhas atenções em seguida para o prosseguimento da missão, seguindo o superior Brian para onde fosse, sempre tentando manter cautela e observando os arredores.    
 

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"Acabou mais rápido do que eu imaginava... É incrível Trabalhar em equipe!"




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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 6 EmptyQui 13 Dez 2018 - 23:01





Narração

Interrogação


Recolhendo os objetos que haviam sido pedidos por RAY, Noelle tinha consigo todos e os entregava ao homem, que já havia saído da cabana. A garota não via muito sentido ali, entregando as provas, porém, o encarregado aparentava estar pensativo a cerca do que havia diluído ali. — Parece confusa, garota! — ironizou o homem, sorrindo para a cara de confusa da atiradora. Pegando os objetos, RAY tentava martelar a ideia que se criava em sua mente. Julian, por sua vez, tinha sucesso ao encontrar dois dos homens ali acordados. Alguns aparentavam estar mortos, ou em um estado avançado de coma, estranho. Se aproximando, RAY ouvia a maneira de abordagem do médico, porém, o resultado daquela abordagem não fazia sentido algum. Os homens, desesperados, tentavam falar algo, porém, as palavras saíam com dificuldade. — Monstro... Monstro... Coração... Veneno... — falou o homem, sob a posse de Julian, antes de padecer, a sua frente.

Seus olhos estavam ainda abertos, sua língua perdia a força e controle, despencando sobre a sua boca, aberta. Sem reação, sua pele logo começava a esfriar, porém, não era sinal de óbito, era estranho... — É como se eles estivessem drogados! — afirmou RAY, analisando tudo. — Di Capri, você tem alguma noção do que esses objetos significam? — questionou o responsável por aquela missão. Julian analisou-os e após algum tempo, informou o destino da missão. Um lanche. — Está com fome, oficial? — ironizou RAY — Eu tive a mesma resolução. De repente me deu uma baita fome! — afirmou ele, sorrindo, animado.

Noelle podia não saber, mas o destino da missão era um local bem conhecido, talvez, pela garota. Após certo tempo, ali a loira retornava. A barraquinha de comida. Os irmãos ali continuavam trabalhando, como sempre, até a chegada do trio. Logo um clima tenso surgia ali durante a troca de olhares do atendente com RAY, que mesmo com seus óculos no rosto, demonstrava clara animação. — Desejam alguma coisa? — questionou o homem, porém, ao olhar a garotinha que estava com os dois marmanjos, logo quebrou a seriedade — Oh, olha só você de novo! Vai comer o de sempre? — questionou focado em Noelle, disfarçando os questionamentos de Julian.

— Sim! — bradou o cozinheiro — São minhas estas espátulas! — reiterou. Saindo da cozinha, o homem se mostrou um tanto quanto machucado. Seu irmão, um pouco desconfiado, calou-se e deixou para seu irmão responder todos os questionamentos propostos. — Muito bem! Gosto de homens assim, dispostos a confessar seus crimes, certo? TROIA! — afirmou Ray. Como um estopim inesperado, uma luta se iniciou, afastando todos os clientes que estavam ali, que não eram muitos. Julian, que estava preparado, conseguiu esquivar-se de uma espatulada do cozinheiro, porém, Noelle, sem prever tais movimentos, era empurrada e afastada de toda essa confusão.

— Até que enfim uma bela luta... — falou Ray, saltando para a cozinha, pulando o balcão — Misthurada com uma boa comidha! — afirmou ele, de boca cheia, comendo toda a refeição pronta, enquanto gladiava com o cozinheiro, que lutava com espátulas. O atendente, pegava uma cadeira e quebrando-a no balcão, uma vez mirada em Julian, agora ele tinha dois porretes, que eram mirados para o médico. — Nunca mais fale esse nome aqui! Saiam antes que se machuquem! — afirmou ele, caminhando lentamente em direção a Di Capri, que estava em paralelo ao atendente, e lado a lado, com um balcão entre, com Ray.

— Muito bem! Oficiais! Consigam informações desses suspeitos da melhor maneira. A boa e velha luta! — falou Ray, socando o cozinheiro, gordo, começando a iniciativa marinheira. O atendente ignorava totalmente Noelle e ia para cima de Julian com seus porretes. Com total brutalidade, o homem dava pesadas passadas em direção ao médico, colocando ambas armas, uma em baixo e outra a cima, sem transparecer como seria o ataque. — Saiam do nosso estabelecimento! — bradou ele.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 6 EmptySex 14 Dez 2018 - 17:27




Pastel folheado a soco! O embate alimentar e as preocupantes notícias médicas!

Julian D’Capri

Um bom médico saberia o que fazer, examinar, cuidar, tratar e curar, infelizmente esse processo não podia ser realizado, em todos os anos gastos para estudar medicina, o jovem aprendeu diversos métodos para burlar viroses, infecções e algumas doenças típicas de pessoas que vivem em ilhas tropicais, todos os atalhos que ele gerava acabavam dando certo, seu conhecimento em botânica o ajudava a realizar pesquisas e achar curas, assim como foi para com a doença de sua irmã, mas agora era diferente, não houve nem mesmo tempo de tratar aqueles homens, era como se eles tivessem pulado da diagnose para a mesa de operações em dois segundos, a situação deles era anormalmente grave, visto que para se encontrar em um estado tão agravado de coma, seria necessário ou uma toxina poderosa, ou um sedativo mal aplicado, com uma dosagem acima do necessário, foi talvez por sorte, que ainda havia um homem consciente no meio daqueles que estavam caídos, sem forças a pessoa mal conseguia falar, mas as poucas palavras fizeram o médico conseguir compreender aquela situação.
“Monstro… Coração… Veneno”

Não seriam necessários nem mesmo segundos, pois o jovem conseguiria interpretar aquilo completamente, só de ouvir as palavras balbuciadas.
- A toxina que está em meu corpo, ela vai fazer isso comigo também. - Mesmo que a notícia parecesse preocupante, o soldado não se deixaria abater, continuando sua fala de forma tranquila e serena. - Eles estão entrando em coma, e provavelmente estão com a toxina a mais tempo em seus corpos. - Diria Julian, enquanto fecharia a boca e os olhos do homem que entrou em coma a sua frente. - Ou então a que fora injetada neles tinha um tempo de ação rápido.

Infelizmente para o marinheiro, ele não tinha noção alguma de veneno, e isso implicava em algumas coisas, ele poderia produzir um remédio, mas não sem descobrir de onde o veneno vinha. A única que poderia vir a ter algum conhecimento na área, seria Noelle, que também era do mesmo ramo de D’Capri, já que Ray não tinha cara de ser médico, nem mesmo tinha jeito de um, mesmo assim a conversa teria que esperar um pouco, pois ainda haviam pontos para serem colocados nos is.

Não demorou-se muito para que se achasse uma lanchonete próxima, e aparentemente a mesma já era conhecida pela médica do grupo, vista a reação do atendente, o qual a tratou com mais cortesia, por sorte Julian não foi de todo ignorado, tendo seus questionamentos respondidos pelo cozinheiro, o qual aparentava ter sido vítima de algum tipo de agressão, infelizmente não houve tempo de qualquer outro questionamento, ao pronunciar do nome TROIA, seu superior causou um alvoroço, que dava palco para mais uma batalha.
- De novo? - Perguntava Julian, de forma retórica, para Ray, e como se havia iniciado uma luta, não havia forma de receber uma resposta, não na cabeça do marinheiro.

Graças aos reflexos de batalha, que provavelmente foram obtidos através de todas essas aventuras, o samurai esquivou-se prontamente ao ser alvo de um golpe espatular, sua cara seria certamente chapada, outro golpe o qual pudera ser evitado fora uma cadeira, apesar de querer descansar, ele não esperava receber um acento daquela forma.
- Você leva o conceito de sentar a mão na cara dos outros bem ao pé da letra. - Comentaria o samurai, ao ver os fragmentos da cadeira pelo chão. - E em minha defesa, eu não falei nada. - Responderia D’Capri a provocação inimiga enquanto sacava sua katana, Tensei.

Não havia tempo para dar moleza, e apesar de o homem estar usando pernas de mesa como porrete, se bem usadas poderiam levar Julian ao chão, então não dava para ser descuidado, mesmo com armas tão inesperadas, sem hesitar, o jovem já executaria sua técnica, mas não tentando ferir o seu oponente, e sim tentando o acertar com a parte lisa de sua espada, na intenção de fazer o mesmo ser nocauteado, sua estocada seria apenas para conseguir aproximar sua espada, e então com o giro ele tentaria acertar o pescoço do homem, para o desestabilizar, caso não fosse possível atingir o atendente, o samurai tentaria usar sua técnica para o desarmar, destruindo ou afastando os porretes de madeira do alcance do adversário, quando sua espada .

Ainda havendo chance de ataque, ou caso sua técnica não tendo sido o suficiente para finalizar a luta, o soldado continuaria seu avanço, agora com ambas as katanas em mãos, mais uma vez mantendo o intuito de atacar com a parte lisa da espada, um ataque vertical aconteceria, ambas as espadas desceriam, em um ataque de cima para baixo, cada uma mirando nos ombros do oponente, com a intenção de prejudicar seus ataques e movimentações, isso claro, se o ataque acertasse, em seguida o jovem golpearia o abdômen do atendente, na tentativa de o empurrar para trás e ganhar espaço. Sendo possível, Julian correria na direção do oponente, faria um rolamento, para ajudar em sua mobilidade, tentando ir para as costas do inimigo, e então usando ambas as espadas o médico tentaria golpear o pescoço, e as costas do adversário, usando de um golpe horizontal com ambas as espadas, mais uma vez o ataque seria para nocautear, ou desestabilizar o inimigo, o objetivo era o vencer, não o matar.

Caso não funcionasse e o homem avançasse contra o marinheiro, o mesmo sacaria suas duas katanas, para ficar em pé de igualdade com seu inimigo, e tentaria bloquear os ataques feitos com os porretes com as espadas, usando a parte cortante para isso, tentando no processo de defesa, danificar as “armas” inimigas, golpes horizontais seriam defendidos colocando as espadas na vertical e eretas, se necessário colocando usando ambas para proteger um único lado, para tentar impedir o avanço do golpe, para ataques verticais o jovem posicionaria suas espadas na horizontal direcionando-as para cima ou para baixo dependendo do ângulo do ataque, e as separando caso fosse necessário, caso o atendente tentasse um ataque em um local e outro ataque em outro local, ao mesmo tempo. Em caso de uma estocada o samurai tentaria golpear o pedaço de madeira para fazê-lo mudar de trajetória e errar seu corpo, se um ataque mais poderoso estivesse a caminho, como uma pancada com uma força maior sendo aplicada nela, D’Capri uniria suas espadas em formato X, e as usaria para tentar bloquear o golpe e não sofrer danos.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 6 EmptyDom 16 Dez 2018 - 20:40

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The Best of Epic Music Mix



Ao coletar os pertences do criminoso, eu fui de imediato os levar para RAY, que depois de uma rápida conferida decidiu levantar tanto eu quanto D’capri para comer alguma coisa. O chamado foi inesperado, admito, assim também como a velocidade com qual o ultimo combate terminou, mas algo me diz que é apenas o começo...

Me parece apenas um intervalo no meio da missão, e não sei se é o melhor momento para tal, mas como foi convite de um superior, é melhor acatar de toda forma, sendo assim, segui de perto os dois homens até onde faríamos nossa degustação alimentar. Para minha surpresa, chegamos justamente na barraquinha na qual havia me alimentado assim que coloquei os dois pés na ilha, então ao menos sabia que aquela comida seria saborosa.

-Humm, eu já comi nesse lugar. Comida da boa…- Teria falado antes que o clima comece a fechar no local, pois quando menos dei conta, fui empurrada para trás e um novo combate teve início.

Com uma cara de surpresa, não tinha certeza se tinha alguma relação com a missão ou com uma simples espátula, talvez os dois… -Pessoal, não podemos resolver isso de outra forma? Basta que aceitem uma rendição e garanto que serão presos e julgados da forma correta!- Digo, tentando apaziguar os ânimos, apesar de já terem começado a trocar golpes.

Solto um suspiro e baixo minhas mãos até a cintura, alcançando assim minhas duas pistolas, as puxando em um movimento rápido, e ao mesmo tempo que vou recuando uns três passos para trás, dou uma girada em cada pistola com o dedo no gatilho de cada uma, depois verifico a existência de munição em ambas, as carregando caso necessário. -E lá vamos nós de novo…- Lamento, e com as pistolas apontadas para os oponentes, disparo tentando atingir suas cabeças, ou se em algum momento estivessem de costas, o alvo seria na nuca.

Evitando com minha boa visão aguçada a todo momento atingir meus companheiros. E utilizando de objetos no local para ficar protegida, caso houvesse algum, seria para lá que iria decidir correr e assim escapar de algum agressor. Mas se os golpes fossem a queima roupa, o uso das mãos cruzadas para proteger meu rosto seria a prioridade, para depois com um giro de corpo me desvencilhar e mirar no corpo do oponente na altura do tórax, disparando umas duas vezes.

Mas na situação de não ser capaz de adentrar na confusão para lutar, decidi optar por proteger os civis nas proximidades, pedindo para que fiquem afastando e assim criar um perímetro de crime onde RAY e D’capri poderiam muito bem lutar sem ter que se preocuparem com os cidadãos. -Não se aproximem! É perigoso, repito, perigoso!- Aviso.      

Em todos os casos de ataque, seriam somente contra algum oponente que vezasse me atacar ou aos demais como forma de revidar...    
 

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 6 EmptyTer 18 Dez 2018 - 15:44




Narração

Decisões


As lutas haviam se tornado algo comum na vida de Julian. O médico não conseguia entender como seu ali superior RAY conseguia iniciar tão rápido uma peleja, mas antes que conseguisse a desejada resposta, aquele combate inesperado tinha de prosseguir. O robusto homem inimigo partia com toda as forças em busca de acertar o espadachim, que habilmente conseguia usar sua técnica — a qual desenvolveu durante os anos de treinamento na are do sabre — desarmando o adversário de maneira “limpa” e elegante. — Argh! Seu maldito! — bradou o gordo atendente ao cair de bruços no balcão. Antes que pudesse retornar ao ataque contra o médico marinheiro, RAY causava um choque aliado ao empurrar o chapeiro em direção ao seu irmão, chocando seu quadril com a cabeça do adversário de Julian.

Vendo que o adversário estava “grogue” com os acontecimentos passados, o médico viu ali a brecha ideal para saltar nas costas do atendente e, tentando golpeá-lo com ambas as espadas, o espadachim errou a execução dos golpes e acabou por deixar ambas espadas caírem. Voltando à tona, o gordo homem agarrou Di Capri e o lançou pelo balcão, derrubando os utensílios e restos de comidas que havia no mesmo, restando ao corpo jogado cair no solo. — Meu estabelecimento! — bradou o homem, impressionado com o dano que havia causado ao arremessar Julian. Em sua mente, a culpa daquela cena não era dele e sim do espadachim que havia destruído tudo, em sua mente.

Vendo tudo de fora, Noelle revolveu então tomar atitude. Sacando sua pistola, a mulher aproveitou que o robusto atendente estava de costas para o cano de sua arma e com um disparo finalizou a disputa. Na cabeça. O disparo acertava a nunca do homem e o derrubava. O sangue começava a pintar o piso ao mesmo tempo em que cessava toda a movimentação do outro adversário. — Não... Não... Não! — bradou o forneiro, parando a luta com RAY e saltando o balcão, em direção ao seu irmão. Colocando sua cabeça em suas coxas, o homem tentava reanimar seu irmão, porém, nada era conseguido. — O que você fez? — questionou um pouco incrédulo RAY, olhando para Noelle — Não se mata adversário que precisamos interrogar. A luta estava sob controle, oficial! — bradou ele. O homem restante, abraçava seu irmão morto enquanto se lamentava.

— Vocês! Marinheiros! São todos iguais... Sempre acham que são os donos da razão e fazem o que bem entende... Usando a justiça como desculpa! Vocês são monstros! — bradou ele, olhando para a atiradora, totalmente desesperado — Por isso que não são bem-vindos nessa ilha! Vocês vêm aqui, em nosso estabelecimento e ficam tagarelando sobre essa maldita corja de ladrões! Que mataram nosso pai! Vocês sabiam disso?! CLARO QUE NÃO! Porque ao invés de procurar saber, já saem atirando na cabeça dos outros... INOCENTES! — concluiu não se aguentando ao mar de lágrimas que vinha a seguir.

RAY retornava de trás do balcão e caminhava em direção a Noelle. As poucas pessoas que estava próxima, olhavam aquela cena abismadas, incrédulas, todas olhando com medo para a atiradora. — As devidas ações serão tomadas, isso eu garanto! — afirmou RAY, retirando seus óculos, coisa que nunca fez, e olhando nos olhos do homem — Mas estamos aqui para deter essa organização. Eu estou aqui com um médico, faremos o máximo para salvarmos seu irmão. Ele ainda respira! — bradou RAY — Julian! Olhe o ferido e o reanime! Vai dar tudo certo! — afirmou. O médico protagonista podia ir olhar de fato o ocorrido, mas a realidade era outra. Aquele civil havia falecido, tentar reanima-lo era perda de tempo, porém, RAY ainda o olhava sério, esperando uma resposta. — Está tudo ok, certo?! — afirmaria quase que em um questionamento — Então me fale o máximo que puder, homem! Não podemos deixar a vida do seu irmão sofrer tanto sem determos a TROIA!

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 6 EmptyQua 19 Dez 2018 - 1:26




A falha de um médico! A culpa e o peso da vida alheia!

Julian D’Capri

A habitual rotina de batalhas fizeram o jovem espadachim manter sua calma perante a situação, mesmo que seus pensamentos o puxassem para o imaginário, a sensação de ter uma toxina tão perigosa e poderosa correndo por sua corrente sanguínea fariam Julian diversas vezes repensar os acontecimentos de sua vida até agora, mas elas sempre terminariam assim que o médico re-lembrasse da irmã de Asuna, uma bela mulher, que agora se encontrava em estado vegetativo graças a uma bala na nuca, a qual penetrara seu cérebro, disparada por uma arma clandestina, e aquele quadro dava nos nervos do médico, ele queria poder fazer algo, mas não podia, não tinha tal poder ou conhecimento, ele havia falhado naquele momento.

Então o quadro se repetiu a sua frente, em um piscar de olhos um disparo fora feito, o barulho do estouro de uma arma era inconfundível, a cena seguinte fora a do civil sendo atingido pelas costas, projetando seu corpo para a frente e caindo ao chão logo em seguida, os olhos castanhos e arregalados do médico procurariam o autor do ato, virando o rosto para onde havia vindo o som do disparo, encontrando a sua companheira, com uma de suas pistolas levantadas, o disparo não havia sido feito de qualquer um, e sim de uma oficial.

Todos os momentos anteriores se apagavam, a luta, o estresse, a preocupação com seu corpo, com os danos cerebrais os quais poderia sofrer, o samurai apagara tudo de sua mente, como se estivesse num túnel, incrédulo Julian encararia Noelle por curtos milésimos antes de voltar os olhos até a vítima, caída aos braços de seu irmão, mesmo que o marinheiro mantivesse a calma, o espanto em seu rosto era visível, como esperar tal ação?

- Não se mata um adversário?! - “Perguntaria” Julian, aumentando o tom de voz, mostrando certa indignação. - Não se mata um civil.

Sem esperar ordem alguma o médico já iria prontamente ao encontro da vítima, checando os ferimentos, para tentar ver se realmente haviam sido tão profundos, ainda poderia ter-se a chance de salvar o homem, vasculhando seu corpo, e se necessário rasgando sua própria roupa para ajudar a conter o ferimento e o sangramento, se de fato já não houvesse chance de salvar o homem, D’Capri não continuaria os primeiros socorros, apenas fechando os olhos e boca do atendente, agora já falecido.

- Eu sou um médico… Não um mentiroso. - Diria o soldado em resposta, caso seu superior ainda quisesse uma.

Encarando aquele cenário, o samurai se colocaria de joelhos perto do corpo da vítima, sua cabeça rodava em pensamentos confusos e incessantes, ao processar as palavras daquele homem, o qual estava indignado corretamente, o médico as tinha como verdade, marinheiros realmente em sua maioria podem ser ignorantes, arrogantes, cheios de pompa, mas ele não queria acreditar no que ouvia, seus sentimentos de indignação e pesar misturavam-se, porque aquilo havia acontecido?

Mesmo chateado com tudo aquilo, o maior dom, e virtude, do jovem era manter-se calmo em situações extremas e singulares, controlando sua respiração o samurai mais uma vez encararia aquele corpo, e, com a língua amarga, o jovem abriria sua boca.
- Eu poderia argumentar o quanto quisesse, seu estresse é claramente justificado. - O médico mesmo que fosse golpeado continuaria, claro que nunca revidando. - Mas eu não me tornei um marinheiro por status, honra, glória, reconhecimento, ou medalhas, não ligo para quem estarei servindo, não me importo com o governo, ou com marinha. - Respirando fundo Julian continuaria. - Eu me tornei marinheiro para salvar pessoas! Eu virei um marinheiro para proteger cidadãos, pois apesar de eu ser um marinheiro! Apesar de eu ser um médico! Acima de tudo eu sou um homem! Não nasci em berço de ouro ou em pobreza, nunca fui mimado ou desprovido! Mas eu vi que se ninguém se levanta para ajudar, ninguém ajuda! Se proteger as pessoas é contra atos da marinha então eu prefiro ser um nada! - Mais uma vez pausando sua fala, D’Capri continuaria. - Nunca poderei expressar minhas condolências de forma certa, então por favor… - E a última pausa na fala do marinheiro daria lugar a uma reverência, a qual ele faria, encostando a testa e mãos no chão. - Me perdoe! Me perdoe por não ser bom o suficiente para os ajudar! Me perdoe por não poder os salvar! Me perdoe por não conseguir os proteger! Eu, Julian D’Capri, falhei como homem que queria ser!

As lembranças da ajuda prestada à cidadãos de Karate Island se apagavam das lembranças do marinheiro, as pessoas que foram libertadas podiam estar felizes, a vila, a qual serviu de estadia para o espadachim naqueles dias, podia estar feliz, mas naquela em que o mesmo se encontrava, estava infeliz, e não era isso que Julian queria, os elogios do ancião o qual visitou-o no hospital desapareciam como areia no ar, bem como o agradecimentos dos cidadãos daquela vila, graças às palavras lancinantes daquele inconsolável civil tudo desmoronava, era a tristeza da realidade, e isso doía, as memórias dos civis no navio que fora escoltado por marinheiros, apesar do naufrágio a vitória fora do samurai e seu time, que conseguiram impedir que vidas inocentes fossem perdidas, o que no momento atual, não havia acontecido.

O soldado não teria mais palavras para o homem, apenas remanesceria naquela posição até alguém o pedir para desfazê-la, e esse alguém deveria ser Ray, que era seu superior, ou o atendente, as palavras deveriam ser deixadas todas para seu superior, ele era o perito em obter informações. Sendo necessária a fala de Julian, para complementar alguma conversa envolvendo a situação atual do estado daquela ilha, o rapaz poderia tentar contribuir.
- As pessoas estão sendo forçadas a trabalhar para a organização, foi como em uma vila que ajudei nesta ilha, só que ao invés de familiares a organização ameaça a vida de seus subordinados, injetando uma toxina em sua corrente sanguínea, dando a todos uma… “Data de validade”, assim que a hora chega a toxina termina seu trabalho e faz os contaminados entrarem em uma espécie de coma induzido, se eu descobrir de onde vem essa toxina posso desenvolver uma cura e a aplicar… Isso se eu já não estiver no estado terminal.

Quando chegasse a hora de partir o samurai recolheria seus pertences, suas espadas, e partiria.


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