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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 As mil espadas - As mil ondas

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MensagemAssunto: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 5 EmptyDom 19 Ago 2018, 18:35

Relembrando a primeira mensagem :

As mil espadas - As mil ondas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Julian D'Capri. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 5 EmptyQui 15 Nov 2018, 10:50

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Gaming Music Mix || Rock Mix 



Em um piscar de olhos a minha vontade de acariciar o urso esvaiu-se por completo, os dizeres daquele senhor sobre eu talvez não me dar muito bem com o animal me fizeram perceber que aquela sem dúvidas é uma péssima ideia. Melhor ficar apenas na vontade e depois quem sabe comprar algum feito de pelúcia que não possa me morder.

Então acabei ficando apenas na vontade mesmo, lamento com um suspiro e prosseguindo até chegar no que talvez fosse a casa do senhor. Não prestei tanta atenção aos redores quanto devia, até porque ainda acredito estar em algum tipo de passeio, me colocando no lugar de turista, por sorte o outro marinheiro aparentava estar mais atento ao que vinha ocorrendo.

Seja como for, ao chegar na residência, o senhor nos convidou para ficar a vontade, e como já me sentia cansada de tanto andar, fui me sentar no sofá de pernas cruzadas para ouvir o que ele tinha a nos dizer. —Mo-motivo de vir para uma floresta!?— Surpresa com a pergunta havia me esquecido até mesmo de meu propósito inicial naquele local. —Naah, eu ouvi alguns gritos vindos da floresta, então resolvi vir ajudar quem estivesse precisando, é um senso de justiça que tenho, sabia?— Indago com um sorriso seguido de um “he” bem fraco, tudo na tentativa de parecer o menos suspeita e normal possível, mesmo sabendo que não sou boa em atuar.

Realmente, com aquela cena do urso e do marinheiro D’capri, acabei por esquecer de imediato quem eu procurava, e talvez pensando melhor, fosse o próprio marinheiro a pessoa que havia gritado, agora realmente fiquei perplexa! É melhor perguntar para ele em pessoa e remover meu semblante de dúvida que vem sendo estampado na face. —Ummn, Senhor D’capri. Era sua a voz que gritava como uma garotinha na floresta?— Diálogo na maior inocência e quando percebo que poderia ser mal interpretada tento me corrigir.

—Na-não que eu esteja sendo rude, é só que a aparência não condiz com alguém que fica gritando em combate. Eu até acho o senhor bem másculo! isso, isso!— E cruzo os braços dando umas duas balançadas de concordância com a cabeça para acompanhar o que acabei de dizer. —Ahem— dou uma tossida antes de mudar de assunto.

—Senhor Espadachim, reparei que está sangrando. Sou médica, e posso realizar os primeiros socorros, bem como uma cirurgia se for necessário, até mesmo posso diagnosticar se for alguma infecção mais grave no seu corpinho.— Digo apontando para a área que estiver machucada do corpo de D’capri, e me sendo permitida, além é claro de não surgindo imprevistos, daria início ao tratamento. Utilizando do que estiver disponível para suturas, e tentando diagnosticar e descobrir algum sintoma estranho em seu corpo.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 5 EmptyTer 20 Nov 2018, 14:28



Narração


Reforço e Ordens




A dupla de marinheiros mal se conhecia, mas cada vez mais estreitava seus laços. Antes mesmo do que havia acontecido naquele momento, Julian via muito de sua companheira naquela garota. O comentário de Noelle acerca dos gritos afeminados do médico fazia tanto Ling quanto o velho desconhecido rirem levemente, riso esse que naquele momento temporal havia dado lugar a seriedade do questionamento feito. As pancadas na porta, ou barulhos por assim dizer passaram despercebidos pela inocente noção da garota, porém Julian respondia o velho prontamente, sério como sempre.  – Investigando o paradeiro do tesouro do velho, já deve saber da história. Enfim, um buraco em uma residência me trouxe até a floresta, enquanto que um rastro de sangue me trouxe até um cervo morto, e agora estou aqui… – completou Di Capri – O Joe sabe bater? – questionou o rapaz ao ouvir o aumento de entonação nas batidas externas.

O velho, permanecendo a olhar os dois que ali estavam, ainda sério ergueu-se e caminhou até a porta. Em relação a resposta de Julian, o velho não pronunciou nada, apenas seguiu até a porta. Abrindo-a, o velho indicou a entrada de quem estava fora. – Até que enfim chegaram. Quanto tempo iriam me fazer esperar? – falou o velho estendendo sua mão, em sinal de boas vindas para quem adentrava – Achei algo bem interessante, mas você já deve saber disso, certo? – questionou novamente o velho. Todos que estavam ali puderam ver quem entrava. A frente seguia um forte homem, trajando uma bandana azul com o símbolo da marinha, um homem adentrava. Seus trajes eram diferenciados que os demais, mas a ideia que ele trabalhava para a Marinha ficava claro devido aos seus trajes se entoarem na mesma cor. Consigo adentravam pessoas trajando roupas normais, por assim dizer. Um homem louro de boné e óculos escuros, uma mulher ruiva, trajando um minúsculo traje social.

– Então você se infurnou aqui, velho? – questionou o homem, olhando para aquela cabana. Continuando, o homem adentrou e ficou inspecionando o local, ignorando totalmente a presença de Julian, Noelle e Ling. O outro estranho homem, que viu tudo que o aparente líder falou, ria da situação enquanto sentava-se mesmo em frente a Noelle. – Quem é essa meiga garotinha? Não me diga que desceu a esse nível, vovô! – ironizou ele, rindo. Por fim, a mulher ruiva repudiou totalmente o que o homem havia falado anteriormente. Seriamente caminhando em direção a ele, ela proferiu o que achou que tinha de falar, não se importando com as consequências. – Só sair do Quartel General e você já começa a faltar o respeito com um superior, idiota? Mais respeito! – bradou ela.

O velho, vendo tudo aquilo, apenas respirava fundo, sentindo a ausência do seu cigarro naquele instante. Fechando a porta após conferir se havia alguém ali fora, o velho voltou para os holofotes do local. Todos estavam reunidos ali, centralizados, exceto o líder, que olhava pela velha janela a movimentação lá fora. A mulher, após acalmar-se, notava que haviam dois marinheiros ali e que ela os conhecia. – Ótimo! Matamos dois coelhos com um tiro só! – afirmou ela – Aqui estão os marinheiros perdido! – chamou a atenção ela. Nesse instante o líder enfim prestava atenção na presença do restante. Rapidamente analisando-os, ele voltava para o que estava fazendo e conversava com o velho. – Você já falou para eles? – questionou – Se não farei eu mesmo isso!

– Faça as honras… – comentou o velho – Dígamos que nossa aproximação foi bem curiosa… – riu o velho. Já esperando essa atitude “relaxada”, o líder então olhou pra a ruiva, que entendendo o sinal, se preparava para falar com os dois que ali estavam. – Muito bem! – chamou a atenção – Primeiro vamos as apresentações. Somos o grupo tático chamado ROMA. Fomos designados a descobrir mais sobre a organização TROIA. Vocês sabem de algo sobre nós ou sobre tal organização? – questionou ela – Muito bem. Sabendo ou não, irei lhes refrescar a memória. Primeiramente, nosso grupo é liderado pelo Tenente da Marinha Eustass Rock, o Exército de “Um Homem Só”. Eu sou Alexa e é só isso que precisam saber. Esse imbecil é o Ray. Vocês são Noelle e Julian, marinheiros que chegaram na ilha sem motivo aparente, certo? Um ferido e a outra de passeio. Sabemos quem são vocês! – afirmou a ruiva. Ray ria do quão estranha Alexa podia ser às vezes.

– Você é sinistra! – afirmou ele rindo – E vocês dois, passeando em vez de prender uns piratinhas? É isso que fazemos, garotada! – ironizou ele, relaxando na poltrona. A mulher, cansada das ironias de seu parceiro, indicou que até esbravejaria, porém, Rock interrompeu toda aquele prelúdio desnecessário, o que calou antes mesmo de enaltecer qualquer voz, a ruiva. – Ao vir pra essa ilha, o Quartel General me informou que poderia encontrar alguns marinheiros perdidos aqui. Então, vocês não são uma surpresa, dígamos que podem ser até uma pedra em nosso plano de descobrir mais sobre a organização TROIA! – afirmou – Então, vamos direto ao ponto, não gostei nada dessa ilha. O Ray será responsável por conseguir respostas, a Alexa colhe informações. Vamos direto ao ponto. Nossa missão é simples. Derrubar a TROIA. Então, vocês vão com o Ray investigar a área. Ele lhes passarão as informações que forem necessárias. Vendo qualquer perturbação da ordem ou infração, vocês já assumem outra missão de deter os responsáveis. Entendido? Se aprontem, vocês vão dentro de algum tempo! Qualquer coisa, problema ou estiverem morrendo, me contatem pelo Den Den Mushi.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 5 EmptyTer 20 Nov 2018, 19:03




A missão bate a porta! Agentes vs TROIA

Julian D’Capri

O comentário da senhorita poderia fazer os outros caírem na gargalhada, não Julian, que não se lembrava de ter gritado, ou alterado o tom de sua voz em nenhum momento.
- Não lembro de ter levantado minha voz, mas se a senhorita diz que ouviu, então eu posso ter gritado, perdão se a assustei. - Responderia o marinheiro mantendo a seriedade.

O questionamento de seu possível grito afeminado ficaria na cabeça do jovem, que tentava recordar algum momento em que ele poderia ter perdido sua calma, não que isso fosse fazer o garoto se envergonhar, mas o faria questionar se ele conseguiria encarar situações mais difíceis e amedrontadoras, que tipo de marinheiro não consegue se manter firme diante do perigo? Esse tipo de marinheiro não seria o  que Julian gostaria de se encaixar, chamar por ajuda ou gritar, mesmo que de dor nunca foram atitudes de seu feitio, ele sempre acaba internalizando esse tipo de coisa.

Continuando a interação entre a dupla de marinheiros, a jovem se identificava como uma médica e oferecia ao espadachim tratamento médico, e mesmo que ele ainda estivesse abismado com o fato de sua nova companheira ter usado a expressão “sabia?”, sua atenção voltaria a garota assim que ela viesse a lhe direcionar a palavra.
- Não acho que minha ferida esteja infeccionada, a fiz a pouco tempo, mas como não posso me examinar, e a senhorita ofereceu ajuda, estou inclinado a aceitar. - Responderia o garoto sentando no sofá e arrancando o que restara de sua manga (visto que a ferida fora feita no ombro), se fosse necessário o marinheiro tiraria sua camisa, para dar a médica mais “espaço” ou uma melhor visão.
“Existe uma seita… Existe sim…” - Refletia o jovem consigo mesmo.
Reação ao "sabia?":
 

O soldado havia sido totalmente ignorado, ao perguntar sobre as batidas o velho nem mesmo pareceu querer dar-lhe uma resposta, talvez por ser óbvia ao ele abrir a porta, mas para o jovem não era, a idade avançada deveria ter modificado o humor do senhor a muito, assim como sua paciência, talvez ele estivesse na idade do “me processa”. A resposta para quem, ou o que, que estava causando as batidas na porta veio logo após o velho a abrir, assim que foi lhes dada a abertura, três pessoas entraram, dois homens, um com uma bandana, e o outro com um boné e óculos escuros, e junto a eles uma mulher, que não parecia se incomodar com o frio, visto que em suas roupas faltavam tecido, talvez essa fosse a moda do momento, coisa que o samurai nunca conseguiria entender, nenhum deles parecia ser amigável, ou da marinha, e suas ações só confirmavam isso, não que haja um padrão de personalidade para entrar na marinha. Devido a hospitalidade e cortesia que o velho tratava os novos convidados era óbvia sua amizade, ou seus laços mais aproximados, ninguém trataria um estranho daquela forma.

Julian não teve muito tempo para organizar os pensamentos sobre o novo grupo, pois, segundos após a entrada dos mesmos, a mulher tomou a frente, e a palavra, chamando a atenção do espadachim apenas levantado seu tom e começando a apresentação do trio. Ao levantar um questionamento a dupla de marinheiros, Julian responderia, se houvesse tido tempo para tal, a preguiça poderia ter afetado a velocidade do soldado, ou sua noção de tempo, pois assim que ele moveu levemente os lábios, a mulher continuou sua fala, fazendo-o se calar novamente.

- Uma equipe tática, tirando a atenção do questionamento principal, o quartel de Baterilla sabe que estou vivo? - Assim que dessem a resposta, independente de qual fosse, Julian continuaria. - Devem saber da minha situação aqui, a TROIA tem algum envolvimento com o que está acontecendo?

Se a resposta fosse negativa o jovem voltaria a falar:
- Então eu não fico, tenho coisas para fazer, desejo-lhes boa sorte. - E com a frase o jovem pegaria suas coisas e se retiraria do recinto, a menos que seu curativo não estivesse pronto, nesse caso ele deveria esperar sua companheira terminar para ele então poder partir em busca de mais pistas sobre o culpado do roubo do tesouro do ancião.


Uma vez com a resposta, caso esta fosse positiva, o samurai permaneceria ali e continuaria:
- Podem falar mais sobre a TROIA? Tipo que espécie de organização ela é? E que tipo de envolvimento ela tem com essa ilha? - Se fosse necessária fazer a pergunta somente a Ray, o médico a faria, mesmo que precisasse repetir.

Se já precisassem partir o jovem já estaria pronto, a única coisa que precisaria pegar era sua espada e então seguiria quem precisava seguir, obedecendo as ordens que precisasse seguir.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 5 EmptyQua 21 Nov 2018, 00:41

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Epic Powerful & Heroic Music Mix



Talvez não tenha entendido muito bem a razão por trás das risadas dos dois senhores que havia acabado de conhecer, mas parece que ao menos para D’capri eu não fui nenhum motivo de riso, e sim para uma resposta bastante séria do outro marinheiro as minhas perguntas que foram  bastante confusas, admito.

Por sorte, como talvez já fosse esperado de minha parte, ele não tinha sido a razão dos gritos, mas por outro lado, isso pode significar que alguém inocente deve ter  se machucado e passado despercebido. Será que eu em minha pressa acabei deixando a pessoa que realmente precisava de ajuda ser deixada para trás? Eu espero que não.

Continuando com o que vinha ocorrendo, acabei por ter a permissão de fazer uma análise dos machucados de D’capri, sendo assim, vou mexendo delicadamente as mãos em seu corpo para depois aplicar os primeiros socorros, como limpar o ferimento e colocar ataduras caso estivessem a disposição. Distraída, mal notei que a porta foi aberta e alguns novos indivíduos entraram no local.

—Ué, nem percebi que havia tido batidas na porta, que desatenta que sou...— Me corrijo naquele momento. Ao todo são três, dois homens e uma mulher, cada qual com suas próprias peculiaridades, e mesmo que não parecessem na primeira vista pertencerem a marinha, vários detalhes como as próprias cores em seus apetrechos indicavam que sim.

Começou então uma sequência de diálogos vinda das mais variadas pessoas presentes naquele local, com apresentações e tudo mais, e apesar de me colocar à frente de peito estufado como sempre para me apresentar, antes mesmo de terminar minhas palavras, descobri que já sabiam quem eu era. —Eu sou Noelle Ein… Ah! Todos já sabem, incrível!— E como de praxe, acredito que são mesmo marinheiros como indicado e que muito provavelmente também são superiores, ou do contrario não teriam tantas informações. Então, em seguida faço a costumeira pose de “sentido” com os pés juntos e o braço erguido sobre a testa.

—É um prazer conhecê-los, senhores e senhorita!— Indaguei em tom audível. Retornando para uma posição em que fico com os braços para trás, ainda mantendo respeito, uma vez que não me era pedido para relaxar em frente de superiores. —Podem contar comigo para ajudar a combater essa tal organização chamada “Pandora”— Afirmo com veemência e sem pestanejar. Ao contrário de meras batidas na porta, perceber aonde sou necessária me faz ficar entusiasmada. E assim que possível, arrumo minhas pistolas no coldre da cintura, e depois sairia em passos largos atrás dos encarregados da missão.          


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 5 EmptySab 24 Nov 2018, 15:49

Mesmo com tantas surpresas e ordens, Julian se mostrava curioso com a sabedoria da marinha em relação a sua situação. Além disso, após ouvir as ordens do superior, ele ainda questionou se tudo que lhe era informado tinha de fato ligação com seu problema de vida. – Acredito que sim! – respondeu a ruiva marinheira – Sua posição foi informada por nossos olhos na ilha. Mesmo que a Ilha Karate não tenha um Quartel General, nós não podemos perder informações daqui. Confiar no regente e em seus homens é arriscado demais, por isso temos oficiais infiltrados aqui! – afirmou. Tal informação assustou Ling de tal forma que o rapaz caiu da cadeira. Aquela movimentação chamou a atenção de todos, principalmente de Ray. – Está com medo, careca? – ironizou – Será que tem culpa em algo ou é só um cagão?

Tentando mudar o foco da conversa, a garota voltava a falar do envolvimento da organização misteriosa com o que acontecia na ilha. – A organização TROIA age invadindo o local que pretende agir. Ela foi detectada se movimentando pelos blues. Eles são frios e calculistas. Podem invadir algo em dias, semanas e, em casos que foram pegos, anos. Segundo temos informações, ela está nessa ilha em busca de algo, algum tesouro, alguma joia, física ou não! – informou. Após indicar as informações que o rapaz solicitava, a mulher pediu para que a garota olhasse os ferimentos de Julian, que no fim só precisava dos primeiros socorros ideais. Passado o tempo necessário, como definiu o superior, os grupos se dividiram.

– Vamos lá, molengas! – bradou Ray – Temos muito o que fazer! Me mostre onde foi o local desse tal crime que tantos falam! – afirmou ele – Aproveitem e no meio do caminho me falem toda a merda que vocês fizeram por aqui, ok? Vamos! – afirmou. O velho da cabana, antes de partirem, entregou uma velha katana. A arma tinha a aparência bem velha, porém, era a mais afiada que o espadachim já pudera ver. Prontos, os grupos se dividiram. O caminho era o mesmo já conhecido por Julian. O rapaz já conhecia o trajeto solicitado. Em meio ao caminho, Ling, ainda temeroso, avisou ao médico que tinha que sair. – Eh, malinheilo! Tenho que partir agola. Acho que já está em boas mãos. Tchau! – afirmou o baixinho saindo rapidamente.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 5 EmptyDom 25 Nov 2018, 14:11




A tristeza de uma escolha! O raiar do sol

Julian D’Capri

Ao ouvir as respostas dadas, o jovem perguntava a si se haveria alguma chance de saberem que ele estaria vivo, se sim Julian poderia ir ao encontro de seu capitão Troy, no quartel general, mesmo com o mesmo tendo uma expressão mais fria que o próprio médico, talvez ele ficasse feliz em o ver vivo, além disso, ele poderia fazer uma visita aos que sobrevieram, Jeremy, Buster bee, eles deviam estar bem, não? De qualquer forma, eram companheiros, talvez ficassem felizes em ver o espadachim vivo, e se não estivessem, o samurai deveria pelo menos fazer uma visita e demonstrar seu respeito, assim como deveria fazer o mesmo pelos que caíram durante a missão, ele ainda poderia chegar a receber alguma recompensa da última missão, Asuna ainda não lhe falará nada, quem sabe até fosse promovido por suas ações?

Interrompendo os pensamentos do espadachim, estava Ling, com sua reação nada convencional para o momento, mesmo assim Julian não ligaria muito, contra o urso Joe o careca mostrou um comportamento não muito corajoso, não que isso fosse ruim, é normal para alguns civis, mas o baixinho nem mesmo conseguiu se mover por um tempo, somente sobrevivendo por causa de seu instinto, e mesmo que a situação fosse diferente o marinheiro não chegou a suspeitar nem um pouco de seu companheiro, não ao primeiro momento, mas assim que a ruiva explicou sobre a organização o médico começava a ligar todas as peças, não que em sua cabeça não houvessem suspeitos.
“Ling… Sung… Eles estão envolvidos, eu não acredito…”

Ao ser solicitada a cooperação do marinheiro, ele prontamente atenderia, seguindo com seus novos companheiros de missão, quando a jovem houvesse terminado de realizar os curativos em seu ombro, o samurai daria um curto sorriso, e caso houvesse tirado a camisa, a colocaria devolta, enquanto diria:
- Muito obrigado senhorita Noelle.

Antes de sair, como fora dito, o jovem marinheiro recebeu uma nova katana, ao estar com ela em mãos e após apreciar sua beleza, o espadachim curvaria a cabeça, como uma reverência e um agradecimento pelo presente.
- Ela tem um nome senhor?

Se ela não tivesse, o marinheiro com um curto sorriso, diria:
- Han, o nome será Han. - Após refletir um pouco com a espada ele completaria. - Gostaria que eu a traga de volta?

Caso ela tivesse, o samurai elogiaria, não importando o nome.
-É um belo nome. Gostaria que eu a traga de volta?

Independente das respostas, pensamentos e ações, havia um trabalho a fazer, e um caminho a seguir, o espadachim deveria o fazer, agora ele estava mais do que envolvido com os acontecimentos locais, seguindo junto, o samurai ficaria mais uma vez atento aos arredores, ele pensava que podia ouvir alguma coisa, ou até ver algo suspeito, se pudesse, Julian se despediria de Joe, abaixando-se na mesma posição de antes, quando eles se conheceram.
- Até grandão, e desculpe qualquer coisa. - Diria ainda de forma séria e sensata, mesmo que estivesse conversando com um urso o marinheiro mantia o respeito, afinal, ele era O urso.

Ao ver a preocupação e o pedido de Ling, o samurai até poderia liberar o baixinho, mas graças aos pensamentos em sua cabeça, ele não podia, ele era um suspeito agora, caso houvesse tempo, o espadachim colocaria uma espada a frente do companheiro.
- Não, você continua aqui Ling, preciso de você ainda. - O tom na voz do médico seria séria e firme, sem gaguejar ou titubear, não era apenas uma frase, era também uma intimidação.

Se não desse para impedir Ling de ir embora, o marinheiro diria:
- Seria bom seguir ele, é um dos suspeitos para mim.

Ling indo embora ou não, o jovem teria que contar sua história para o chamado Ray e também explicar tudo que havia acontecido até o momento, era um relatório oral, e não tendo muitas opções, ele o faria:
-Cheguei aqui naufragado, após matar o capitão pirata Al Sa Bain cai ao mar, perdi minhas coisas e cheguei quase morto a praia desta ilha, com muito esforço caminhei até uma estrada próxima, quando encontrei alguém já não tinha mais forças e desmaiei. Não, não vi quem me “ajudou”. - Acrescentaria o marinheiro, deixando claro o fato. - Quando acordei notei que havia perdido o que me restava e também fui encontrado por homens do líder de Karate, que me acusaram de roubar o tesouro do mesmo, eles me prenderam e me trouxeram a um julgamento, onde foram me dadas duas opções, ou eu injetava veneno em mim, ou eu era morto ali mesmo, e após minha visível decisão, deram-me a missão de encontrar o tesouro roubado do mestre, se conseguir me dão a cura, se não conseguir eu morro, e isso vai acontecer em algumas horas.

Julian calaria-se por alguns segundos, em sua cabeça tudo que estava contando a Ray passava como um filme diante os olhos dele, mas a parte mais importante, e que provavelmente queria ser ouvida por todos, ele ainda não havia dito.
- Tenho alguns suspeitos, talvez possam ser da TROIA, mas não sei. - Após dizer isso, o samurai olharia a sua volta, com Ling estando com eles, Julian não o mencionaria, mesmo querendo, ele precisava fazer com que Ling não achasse que era suspeito, assim ficaria mais fácil de o fazer colaborar. - Sung, discípulo do mestre e a pessoa que acho estar envolvida nisso, sempre que me vê, acusa, apesar de que, quando refutei ele com um provérbio ele logo se calou. O segundo é Ling, o baixinho de agora a pouco, não duvido que ele possa ter me trazido para a floresta para ser devorado por Joe e morrer por aqui… São os únicos palpites que tenho, espero que possa ter ajudado, conheci outras pessoas como Lifang, que acusam o ancião e líder da ilha de terem roubado o tesouro para si, todos que encontrei disseram que esse tesouro destruiu tudo, algo muito cobiçado… - Com uma curta pausa o marinheiro voltaria a si. - Desculpe, é tudo que eu tenho, tem um buraco em uma casa ali a frente, há alguns itens ali, um martelo, bandagens usadas, uma espátula de alumínio amassada, sangue também, não encontrei suspeito algum, apenas os itens.

Se ao passarem pela residência e não houvesse mais nenhum item nela, Julian completaria:
- Sung estava aqui, deve ter pego… - E seguiria em frente.

Caso o grupo passasse próximo a casa de Jung Su, o médico iria até lá procurar sua amiga Asuna, se não passassem, então o jovem deveria seguir junto aos companheiros para onde quer que eles fossem, mas se caso eles entrassem na casa de Jung Su e Asuna não estivesse lá, Julian começaria a ficar preocupado, mesmo assim havia uma missão a cumprir, a calma do jovem era algo talvez de se invejar, pois mesmo preocupado e sobre pressão, ele se mantia tranquilo como uma folha ao vento.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 5 EmptySeg 26 Nov 2018, 20:21

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Epic Powerful & Heroic Music Mix



Ainda não havíamos saído do local, e os diálogos prosseguiram em meio aos primeiros socorros que eu vinha realizando no outro marinheiro. Não tinha muita certeza se eu estava a par da situação mesmo depois de ouvir bastante, pois tudo me parecia confuso e aparentava não ser de meu interesse, mas claro que como marinheira se aquilo envolvia algo de ruim, tinha mais do que minha atenção.

As dúvidas de existir algum tipo e traído me parecem terem caído sobre o homem de fala embolada que quase caiu de seu assento ao escutar sobre as suspeitas, bem, seja como for eu fico pensativa de que se existe algum envolvimento dele, talvez fosse melhor se entregar e pagar por qualquer crime, ou, dependendo das razões, como por exemplo sofrendo ameaças, ele poderia muito bem vir a se tornar um aliado da justiça.

Também observei que o senhor D’capri ganhou uma nova arma, quer dizer, ela parecia um pouco velha na verdade, mas pelas reações de D’capri ele pareceu muito feliz de ter obtido aquele presente, talvez fosse essa uma prova que aquela pessoa o considerava um amigo. -Me parece uma bela espada, senhor D’capri! E… N-não precisa agradecer pelo tratamento, apenas fiz o meu trabalho!- Teria dito em tom de ânimo.

Depois prossigo caminhando com o grupo para onde quer que estivéssemos indo, aproveitando aquele trajeto para me aproximar dos demais indivíduos envolvidos na missão. -Então, pessoal, essa tal de TROIA é uma organização tão perigosa assim? Já sabem quem é o líder por trás dela, ou estamos ainda no início das investigações?- Um pouco perdida, tento puxar assunto com o grupo em busca de alguma informação valiosa, e seja o que me respondessem, busco guardar tal resposta e informação muito bem na cabeça para não esquecer, pois imagino que vou precisar dela em breve.

E no caso de algo inesperado ocorrer, que fosse os outros marinheiros a ficarem de guarda, também sigo o exemplo ao sacar minhas pistolas e ficar observando os arredores, para agir conforme o que ocorresse, como por exemplo me abaixar de disparos ou ficar afastada de ataques a curta distância. Não ocorrendo nada, ainda assim me mantenho cautelosa, atendendo às ordens dos superiores no caso de me ser ordenado algo para ser feito.


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"Aconteceu muita coisa com o senhor D'capri..."


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 5 EmptyQua 28 Nov 2018, 11:55




Narração

Teucro


Após saber o nome da katana recebida (Dansāobuzanaito / Dançarina do Anoitecer), o grupo partiu. O presente dado era algo que o rapaz não precisava devolver. O velho havia gostado do estilo do médico e, mesmo não elogiando ou falando algo do tipo, ele presentou o mesmo com aquele sabre por que no fim, ele precisaria mesmo dele. A partida de Ling era algo que chamava a atenção do marinheiro protagonista, porém, Ray não dava importância naquele momento. – Não podemos perder a atenção com peixes pequenos. Temos que devorar o prato principal! – afirmou sorrindo, excitado – Agora me deixe a par de tudo que você sabe, entendido? – prosseguiu o aliado. O médico então prosseguiu relatando sua história e pelo tamanho seria exatamente o tempo até chegarem ao local. Em meio ao relato de Julian, Noelle o interrompeu. Quase que de maneira “cômica”, a garota questionou Ray a cerca da periculosidade da organização TROIA e se a mesma já tinha um líder conhecido. – Calma aí loirinha! Deixa o… Opa! Vocês são loiros né? Então deve rolar um incesto da porra, hein? Hahahaha! Continue… – indicou Ray.

Julian então prosseguiu falando e esse diálogo durou o tempo necessário até o trio chegar no local alvo: a cabana. O médico poderia ter alguma nostalgia de retornar ao ponto de início de sua aventura ali, porém, agora era diferente, ele não estava mais só. – Você foi do céu ao inferno, hein? Mas respondendo ambas as perguntas, sim. Nós temos o nome do líder da organização TROIA. O seu codinome é Príamo. Ele é quem organiza todos os golpes que essa organização faz. E tudo indica que…  – antes que Ray pudesse terminar sua frase, uma pessoa bem conhecida por Julian surge. É Sung. O general do ancião da ilha cumpriu o que prometeu ao médico marinheiro. Sempre seguindo-o, o chato homem dessa vez impedia que o diálogo prosseguisse. O homem caminhava e ficava a uma distância de três metros do grupo. Consigo estavam os objetos que Julain pudera perceber da última vez que esteve ali. Ray, observando tudo, analisou rapidamente a situação. – O que vocês estão fazendo invadindo essa propriedade? – questionou Sung – Para vocês que não sabem, hoje pela manhã essa cabana foi comprada por um empresário do ramo de artes marciais, então vocês não podem nem sequer pisar nesse território! – afirmou o homem.

– Entendo… – comentou Ray – Então, no caso você é Príamo? – questionou o marinheiro, sorridente. Pego de surpresa, Sung demorou alguns milésimos de segundos para reagir, porém, rindo, prontamente respondeu ao questionamento um tanto quanto curioso. – Além de invasores e suspeitos, vocês são bêbados? Do que estão falando? Pergunte ao seu amigo, meu nome é Sung e trabalho para o senhor dessas terras! Porém, não deverias comentar esse nome tão alto, forasteiro, eu como Teucro, posso ser um canal direto para quem procuras… – comentou rindo. Neste exato momento, um barulho vindo da floresta que dava fundo a cabana ruiu e de lá, cerca de oito homens surgiram. Eles estavam trajando capacetes e soqueiras de metal. Cercando o grupo, o serviçal do senhor das terras agora se dispersava lentamente enquanto ordenava os homens a atacar o trio. – Muito bem! Silenciem esses impuros que ousam expor a TROIA! – bradou – Enquanto isso, terei prazer de ver vocês sofrendo… – terminou, rindo.
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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 5 EmptyQua 28 Nov 2018, 23:05




A revelação esperada! Ameaça ao solstício

Julian D’Capri

A aparência de Ray era algo descartável se a comparar com seu comportamento, desleixado, despreocupado e desrespeitoso, seriam três ótimos adjetivos para descrever seu novo aliado, de todo modo Julian não o julgaria de jeito nenhum, ele não se vê no luxo, posição ou sequer conhecimento para exigir algo, ou sequer julgar Ray, aquilo não cabia a ele.
“As pessoas são como são, ninguém pode julgar o outro pois ninguém está em pé de igualdade” - Esse era o pensamento do jovem espadachim.
Mesmo assim ver a despreocupação com a fuga de Ling foi algo que incomodou o samurai, agora um possível delator tinha todas as informações necessárias, e ainda por cima sabia de muito mais que apenas nomes e localizações, pessoas inocentes agora poderiam estar em perigo, infelizmente era uma situação a ser ignorada, e o marinheiro só prosseguiu.

O comentário que não acrescentava em nada acabou sendo dita pelo agora aliado, a falta de filtro e atenção dele para assuntos sérios tinha o mesmo valor que um papel molhado, zero, a ignorância é uma virtude em certas ocasiões, e naquele caso, era, Julian apenas fingiria que não havia escutado nada, enquanto que esperava que sua colega não entendesse nada, sua inocência podia ser como a de uma criança, mas ela já não é, talvez houvesse um limite, ou não. O samurai torcia para que não houvesse e que ela apenas confundisse a palavra com outra.

- Agradeço sua piada, mas não acho que tenha melhorado muita coisa pra mim, acho que só desci do primeiro inferno para um segundo. - Diria Julian, com talvez sua tentativa falha de fazer uma piada.

Príamo, que houvesse um bom significado por trás do nome, pois ele em si não traz nada amedrontador ou intimidador, pelo contrário, parece um nome de alguma praia tropical ou quem sabe uma bebida alcoólica, como um coquetel. Sem muitas opções de pensamento, já que os mesmos foram interrompidos, o médico foi obrigado a parar suas divagações solitárias e prestar atenção ao seu entorno, percebendo Sung um longo suspiro viria dos pulmões do jovem, a pessoa a qual ele menos queria ver e mesmo assim sabia que teria.
A história veio à tona e a revelação, nem tão surpreendente, fez o samurai comemorar internamente, no final ele estava certo, mas aparentemente ele não era o mandante daquela operação clandestina, apenas mais um subordinado, sendo Sung ou Teucro, não fazia diferença, Julian queria fazer o homem engolir as palavras faz tempo.
- Um subalterno interpretando um subordinado, gostas de ser o cachorrinho? - Dando um 180 em seu humor o espadachim sacaria a nova espada, ao mesmo tempo que seu rosto já não expressava um semblante defensivo. - Vou cortar a sua vida ao meio vira-lata.

Sem perder qualquer segundo Julian iria para cima do primeiro que estivesse a sua frente, com a ponta da katana para a frente e o gume para cima, ele avançaria com toda a sua velocidade, poderia parecer uma estocada, mas não era, ao chegar perto o suficiente o marinheiro não só giraria seu corpo, como também mudaria a pose da katana, em um corte ascendente diagonal, a espada cortaria da cintura até o peito do homem, no final do golpe, se desse certo ou não, o samurai recuaria, para não sofrer o risco de ser atacado ou cercado.

Caso outro oponente vinhesse na direção do espadachim, esse seguraria a espada na horizontal, com a ponta na direção do oponente, assim como já havia feito com o urso Joe, mas dessa vez era diferente, assim que o homem chegasse perto o samurai projetaria o corpo para trás, e então pegando impulso iria novamente para a frente, tentando desta forma realizar uma estocada no peito de seu inimigo, perfurando-o com sua espada.

O samurai podia errar tudo, ou acertar, mas em qualquer um dos casos ele poderia acabar virando alvo do restante dos, que pareciam ser, artistas marciais, se fosse o caso e houvessem inimigos vindo em sua direção, o jovem não teria muita escolha senão esquivar, dando pequenos saltos para trás ou então para os lados, sempre indo na direção contrária aos movimentos ofensivos, tentando esquivar dos mesmos, caso não fosse o suficiente, o médico tentaria usar de sua arma para se defender, mas não a colocando como escudo, e sim “golpeando os golpes”, na tentativa de mudar suas trajetórias, uma espécie de ataque defensivo, o jovem tinha medo de sua espada poder quebrar ao ser atingida, então evitaria ao máximo a colocar na frente de um golpe, apenas usaria em um caso desesperador, e se fosse estritamente necessário, Julian usaria sua segunda a espada para auxiliar-lhe em suas defesas, uma boa forma para a defesa usando as duas espadas seriam fazendo um X, cruzando as espadas, facilitando a absorção do impacto.

Caso houvesse uma chance, o samurai usaria mais uma vez sua técnica, para tentar acabar com aquele problema de forma rápida e partir para o dito, “prato principal”.
- ME MOSTRE DO QUE É CAPAZ DANSAO! THETA! - Exclamaria Julian após encher os pulmões.

Sem hesitar ou perder o timing a espada rapidamente, como um brilho prateado, passaria em linha reta horizontal, caso houvesse até dois oponentes em volta do espadachim, o corte se estenderia um pouco mais que o normal, se os inimigos viessem a cair todos poderiam ver Julian já na pose após finalizar o movimento, com o braço direito esticado e a espada levemente levantada.

Se Noelle acabasse sendo alvo de ataques, e o espadachim pudesse agir, esse tentaria a defender, se preciso desembainhando sua segunda espada, Teinei, e a usando como um escudo, tentando impedir a continuidade do golpe, no mais Julian tentaria atingir os ataques inimigos para os desviar da rota e errar o alvo, o garoto não queria atrapalhar a luta de sua companheira, mas se fosse necessário ele agiria em prol dela.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 5 EmptySex 30 Nov 2018, 15:36

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Epic Music Soundtracks (Battle Music, 42min)



Eu realmente ainda sou muito nova nesse novo mundo de mistérios e curiosidades para ser descobertos, portanto não entendi muito bem as palavras de Ray, o que significa “incesto?” é como chamam dupla de loiro nessas redondezas talvez? Coçando a cabeça e esboçando um singelo sorriso foi minha única resposta, tudo para tentar esconder que não havia entendido a ideia daquela suposta piada ou seja lá o que fosse. Bom, as vezes para ficar enturmado é preciso seguir com a maré das coisas, e aquele talvez fosse um bom exemplo disso.

Ao menos aquela conversa entre nós três levou a algo importante, pois fiquei ciente do nome por trás da organização de nome TROIA. O nome do tal líder da organização é “Príamo”, foi o que Ray nos contou e, agora sabendo quem estou procurando, será mais fácil para entregá-lo à justiça, ao menos é isso que eu penso. Prosseguimos caminhando, até que um homem surgiu, ele demonstrou conhecer o senhor D’capri, fico imaginando qual seria a relação entre os dois, mas isso vai ter que esperar…

O monólogo do sujeito que surgiu em nossa frente acabou nos levando até algum tipo de armadilha, onde ele pode ter nos revelado que é o tal de Príamo. Agora, cercados por todos os lados, parece que não restava outra alternativa para os encarregados da marinha se não lutar. De imediato saco minhas duas pistolas, cada qual em uma mão, depois dou uma rápida olhada ao redor para saber quantos oponentes são, e por fim começo o meu costumeiro discurso de pacifista. -Abaixem qualquer arma que estejam carregando e rendam-se que ninguém sairá machucado, vocês tem a minha palavra!- Exclamou alto para todos ouvirem.

Na possibilidade de minhas exigências não serem atendidas e os ataques começarem a ser realizados, tudo que posso fazer agora é entrar de cabeça na confusão. -Teimosos! Eu Noelle Eisenhower vou mostrar minha justiça!- Digo já me movimentando ao ficar de costas para o senhor D’capri e mirar minhas duas pistolas na direção, cada qual, de um adversário, aplicando um tiro em cada na altura de suas cinturas. Minha intenção é dar cobertura para que ninguém atacasse meus aliados pelas costas, e assim o faria, realizando novos disparos, agora contra as pernas dos inimigos mais próximos, visando reduzir seus movimentos.

Me moveria para o lado oposto de quem fosse que viesse me golpear, tomando cuidado com o corpo um pouco encolhido para evitar golpes cortantes, saltando caso eles viessem por baixo e utilizando de uma das pistolas para bloquear algum ataque a queima roupa, mesmo sabendo que não era boa em me defender de tal maneira, contanto que me desse tempo para ficar afastada e prosseguir com mais disparos já estaria de bom tamanho, o que incluía largar/arremessar tal arma usada para me defender na direção do oponente. E não esquecendo de me proteger ao ser alvejada por armas de fogo, realizaria um salto para o chão, onde posso ficar agachada dificultando a mira dos agressores e apoiando com o joelho destro minha mão com a arma, teria disparado contra outro oponente, de preferência o que me alvejou ou que fosse alvejar algum aliado.


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 5 EmptyTer 04 Dez 2018, 01:10




NARRAÇÃO

A Luta


O embate se iniciava. Noelle tomava a dianteira nas ações e, sacando suas armas, tentava intimidar seus adversários, coisa que não surtia efeito algum. Julian por sua vez só aceitava o fato do embate, que para ele, naquele momento, era inevitável. Ray, rindo, apenas observava tudo que acontecia, parado, com suas mãos em seus bolsos, as quais haviam sido colocadas ao prelúdio da ameaça. – Vamos lá! O que estão esperando? – questionou o marinheiro. Só necessitando de um estopim, o embate se iniciou. A garota rodopiava certamente, buscando cobrir as costas de seu aliado espadachim e consigo, o ímpeto dos disparos surgia, obrigando a marinheira a disparar contra dois dos inimigos que se aproximavam. Os primeiros disparos falhavam miseravelmente. O giro que não foi tão treinado pela garota naquele terreno a prejudicou de tal maneira que os disparos serviram apenas para atrapalhar a movimentação dos lutadores, que mesmo assim não cessaram. Vendo que seria atacada, a garota esgueirou-se. Ou pelo menos tentou. Os golpes dos dois adversários persistiram. A atiradora habilidosamente conseguia esquivar. Um, dois, o terceiro contou com a surpresa da troca de ordem de golpes, o que fez com que a loira sofresse um belo soco em sua região auditiva direita, porém o último golpe proferido pelos inimigos era a brecha necessária que a inocente guerreira queria.

Ao mesmo tempo que gladiava, a loira podia ouvir o urrar da guerra, vindo do médico marinheiro. Tomando a iniciativa de suas ações, o marinheiro conseguiu acertar o inimigo da maneira que queria, porém, apenas com uma breve estocada, o mesmo não conseguiu fazer sua arma dançar, dilacerando aquele corpo. Temendo o contra-ataque, o espadachim recuou, retirando sua lâmina do corpo do inimigo, porém, sem perceber, um dos adversários chegava de surpresa e atingia-o com um potente cruzado, que atingiu sua nuca e fez o marinheiro cambalear algumas passadas para a direita. Continuando sendo alvejado, o rapaz apenas esgueirou-se, mas sem perceber, acabou por chocar-se com Noelle, que havia tentado proteger as costas do mesmo. O choque empurrava a loira a frente e, pensando ter total domínio, o adversário atacou.

Abrindo toda sua guarda, aquela brecha foi perfeita para a garota esgueirar-se e, caindo, disparou duas vezes, uma com cada arma, atingindo as costas de um dos adversários, derrubando-o. Vulnerável, a garota se tornou um alvo para o ataque inimigo. Vendo-a caída, o homem ensaiou seu golpe, mas rapidamente o espadachim Julian impediu que o mesmo tivesse sucesso em suas ações. Usando sua arma, o homem bloqueou o golpe inimigo e empurrou-o para trás. – Vamos! Acabem logo com eles! – afirmou o covarde inimigo, líder, que apenas ordenava seus capangas. Ray, aparentava apenas se divertir com seus adversários. O homem esquivava-se com facilidade e não esboçava nenhuma reação. Noelle e Julian, agora mais juntos que nunca, já haviam dado cabo de um dos inimigos e ferido outro, agora, a questão era o que os dois fariam com o restante.

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