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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 As mil espadas - As mil ondas

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 4 EmptyDom 19 Ago 2018, 18:35

Relembrando a primeira mensagem :

As mil espadas - As mil ondas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Julian D'Capri. A qual não possui narrador definido.


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jonyorlando
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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 4 EmptyQui 25 Out 2018, 20:16




Urso a frente! Oscar à vista! D’Capri em ação

Julian D’Capri

Sung, de certo, agiu com mais estranheza que anteriormente, e isso já fazia o jovem samurai quase confirmar suas certezas, talvez fosse cedo demais, ou tarde demais, mas até que a investigação esteja completa o soldado tinha um trabalho a fazer, pelo bem de sua reputação era bom que ele completasse sua tarefa, os itens que encontrara mais cedo lhe faziam pensar o propósito de estarem lá, o que uma espátula de alumínio fazia ali? E o martelo? As bandagens eram para feridas, claro, mas os outros itens não faziam sentido, ou faziam?

Sem muito tempo para pensamentos, o caminho continuava, embora o silêncio houvesse sido quebrado, graças a Ling, que com sua tentativa de permanecer em silêncio, incrivelmente, trazia mais barulho em suas ações, Julian não podia culpá-lo, ele estava fazendo o que podia, e estava sendo de tremenda ajuda ao marinheiro, mesmo assim, isso não o pouparia de receber um olhar de desaprovação do jovem espadachim.

Caminhando pela floresta, e mais uma vez tendo sua posição denunciada por Ling, ambos acharam o corpo do ferido, um cervo, mas este já se encontrava morto e em estado de decomposição, felizmente nenhum ferido, e isso é muito bom, mas igualmente ruim, não haviam mais pistas para se seguir dali, ou qualquer sinal de outras pessoas por perto, quem sabe aquele animal morto foi caçado por algum humano? Difícil dizer.

O espadachim até havia planejado checar o animal morto, para tentar certificar-se qual havia sido a causa de sua morte, mas sua concentração fora interrompida por Ling, com seu péssimo hábito de quebrar galhos enquanto tudo permanecia em silêncio, e mais uma vez o médico encararia seu pequeno companheiro, com um olhar quase que dizendo “De novo?”

Infelizmente para o samurai não havia sido Ling quem havia quebrado o galho, seu olhar recheado com medo deixava isso bem claro, agora cabia ao marinheiro descobrir a origem do barulho, pelo menos não houve muita dificuldade em achar o culpado, já que ele mesmo se apresentou, um grande e amedrontador urso, mesmo calmo os olhos de Julian mostravam uma certa surpresa, uma criatura selvagem e incrivelmente forte estava a sua frente, sendo que a única coisa que se passou pela cabeça do jovem, foi a semelhança entre o marinheiro e aquele animal, já que o urso é visto como símbolo da preguiça.

Esse agora era um caso de vida ou morte, mas julgando pelo tamanho da criatura era só questão de morte mesmo, o jovem sabia que ursos são extremamente ágeis, então correr não ajuda, e muito menos escalar, era nessas horas que o garoto agradecia às revistas de curiosidade, as quais ele acabava encontrando com seus colegas pela faculdade de medicina.

- Fudeu. - Foi a única palavra que saiu da boca do jovem, antes de ele pensar em algo para dizer. - Ling! Corre pra cidade, vou ficar aqui, se eu morrer… Foi bom te conhecer.

Caso o velho não se mexesse, ou não mostrasse sinais de que iria reagir, o samurai esbarraria propositalmente nele, para fazê-lo, ou cair, ou tirá-lo do transe em que se encontrava. Se Ling saísse dali ou não, agora já não importava, pois a luta começaria, porém, antes de se preparar para o combate, o jovem tentaria ficar nas pontas dos pés, com os braços abertos e com a katana, já fora da bainha, apontando para cima, Julian queria testar se isso intimidaria o urso, ou pelo menos o atrasaria, causando confusão mental no mesmo. Ao ver o urso o garoto associaria aquele cervo morto a sua presa, então o mais adequado a fazer era: recuar lentamente. E ele o faria, enquanto mantinha a pose, e enquanto o jovem fazia isso, ele também tentaria gritar, ou fazer barulhos altos e grossos, para desnortear o animal.

Caso nenhuma das tentativas houvesse dado certo, então o jovem espadachim manteria a calma e entraria em posição de combate, numa pose igual a de antigos samurais, deixando os braços na altura da testa, e com a ponta de sua nova katana apontando para seu oponente.
Pose:
 

Começada a fase de batalha, o jovem esperaria o urso chegar o mais próximo possível para realizar sua movimentação, e assim que o urso estivesse bem próximo, cerca de 1 metro, o samurai tentaria realizar um rolamento em diagonal para a frente, caso ele fosse bem sucedido em sua esquiva, atacaria o urso logo em seguida com um corte em diagonal, de baixo para cima, aproveitando o impulso do rolamento, e mirando em uma das patas traseiras do animal, e realizado seu golpe, obtendo sucesso ou não, o jovem faria outro rolamento, esse para tomar distância do urso e tentar evitar um possível ataque.

Se o urso em algum momento conseguisse atingir o jovem, Julian tentaria realizar um rolamento para trás, mesmo que estivesse de costas no chão, se estivesse de bruços, o jovem tentaria rolar para o lado, isso seria para tentar evitar que o urso ficasse em cima do jovem, ou então para evitar outros ataques, o samurai sempre tentaria fazer rolamentos “fechados” esses facilitariam um pouco a vida do jovem, já que ursos são grandes, eles demoram um pouco para virar, seria uma vantagem de apenas poucos segundos, mas era melhor que vantagem nenhuma.

O urso poderia não estar percebendo, ou pensando no que seu oponente estaria tentando fazer com suas esquivas, os rolamentos não eram apenas para ganhar tempo e espaço, mas também estariam servindo para que o jovem se aproximasse da cabana de pouco em pouco, cada rolamento o faria estar um pouco mais perto daquele local, pelo menos o palno dele era este. Caso o urso conseguisse agarrar Julian pela perna, ou por alguma parte do corpo, e tentasse o arrastar para longe, ou só tentar matar o espadachim, o jovem tentaria golpear no focinho ou nos olhos do animal, para tentar se libertar.

Se o urso ficasse em duas patas para atacar, o samurai aproveitaria a chance, e com uma exclamação gritaria o nome de sua técnica:
- THETA!

O espadachim avançaria contra o urso com toda sua velocidade e tentaria acertar o mesmo com um corte horizontal na barriga, uma vez feito isso, Julian passaria direto pelo urso, indo para trás do mesmo e esperando uma reação dele, se houvesse uma abertura, o médico iria de encontro a cabana, ou pelo menos tentaria diminuir a distância com a mesma, sempre prestando atenção aos arredores, já que o urso poderia, novamente, ir para cima dele. Caso o animal tentasse golpear o marinheiro com suas garras, ele tentaria esquivar ao invés de se defender, como o bicho era maior e mais forte, uma defesa utilizando a espada poderia mandar sua arma para longe, e perder aquele item podia lhe custar a vida.

Manter uma distância segura, e tentar se aproximar da cabana, eram os principais objetivos do garoto, mesmo assim, se manter vivo era o objetivo primordial, claro, sem um não há o outro, Julian somente atacaria caso houvessem brechas, e seus ataques se concentrariam principalmente nas patas traseiras do urso, para tentar o fazer perder equilíbrio, estabilidade e mobilidade, mas até achar uma, ele apenas tentaria esquivas, para não correr riscos desnecessários, jogar seguro era o melhor modo de jogar.

Histórico:
 

Ferimentos:
 

Objetivos:
 

Técnica:
 



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Última edição por jonyorlando em Ter 13 Nov 2018, 15:45, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 4 EmptySab 27 Out 2018, 14:53

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Me parecia que tentavam esconder algumas informações de minha pessoa, mas como preferiram não dizer nada isso significa que pode ser algo bem pessoal deles. Seja como for, acabei saindo e andando um pouco, até que subitamente escuto algum grito vindo na direção do que seria uma floresta.

Fico de alerta no mesmo momento, arrumo o coldre com minhas pistolas e me coloco a correr na direção a qual os gritos vieram. Alguém pode estar em perigo e precisando de minha ajuda, assim sendo não posso evitar de ajudar. Não sou das melhores corredoras, mas mesmo assim tento dar o meu máximo para chegar em tempo de socorrer seja lá quem for.

Se em meio ao caminho acabo por encontrar obstáculos, sendo eles de porte pequeno, os saltaria, mas caso fossem grandes como árvores ou rochedos, apenas tento dar a volta. Ao escutar novos gritos ou fortes barulhos enquanto me aproximo, sacaria de imediato as duas pistolas, cada qual em uma mão, depois tento usar de minha visão aguçada para prevenir o que poderia estar a minha frente ou nos arredores.

—Oláaaa? Tem alguém por aqui que eu não saibaaa? Escutei um grito e achei que estavam precisando de ajudaaa. Sou uma marinheira, olha eu tenho até o uniforme, é sério— Falo tentando receber alguma resposta.

Continuaria me mantendo em alerta, observando os arredores em busca de algum ser vivo nas redondezas, tomando cuidado por onde andava para caso houvesse armadilhas ou algo do tipo no chão. Se porventura fosse atacada ou vejo alguém sendo atacado, usaria as árvores para me dar cobertura, recuando até uma delas, ou até mesmo uma pedra. Não sendo o bastante, me jogaria no chão e ficaria agachada tentando mirar no alvo e depois disparar três vezes contra seu tórax.

Não encontrando nada, continuaria em minha procura mata adentro, repetindo as mesmas ações de cautela e esquiva para ataques ou inconveniências.   



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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 4 EmptySeg 29 Out 2018, 16:04

Perante a criatura, o marinheiro desconhecido na ilha não viu outra saída a não ser sacar seu sabre até mesmo para defesa pessoal. Temendo a integridade de Ling, até mesmo do velho desconhecido que fumava ali próximo, vendo tudo, o espadachim tentou se aproximar do mesmo após mandar Ling correr, o que não precisou ser repetido. A ideia de ombridade de Julian era bela, tentar salvar aquele civil indefeso, porém, em sua aproximação, o médico não conseguiu ser discreto o bastante e ao pisar em um dos galhos acendeu a fúria do animalesco ser que partiu para atacar Di Capri. O impensável animal desferiu uma patada no espadachim, que com sucesso esgueirou-se rolando diagonalmente. Sem titubear, ao levantar, Julian desferiu um corte ascendente que acertou a perna direita do imparável animal, que ao notar onde o espadachim estava, desferiu outra patada, que foi esgueirada com sucesso pelo humano novamente. Os golpes de Julian eram certeiros, porém a criatura aparentava não se importar muito com eles, não parando seus ataques.

– WOAAAAH!!!!!!!!!!!!!


A criatura estava no ápice de sua ira. Quase que se mantendo bípede, naquele instante o marinheiro viu a brecha que tanto desejava. Bradando o nome que vinha em sua mente e que lembrava do tempo treinando aquela técnica aprimorada de corte, o médico desferiu um poderoso corte horizontal que, rasou o estômago da criatura. O espadachim logo se moveu para trás do animal, porém, novamente pisando em galhos secos, se tornou uma presa fácil para os instintos do ursídeo que em um golpe certeiro acertou uma patada na lateral do ombro direito do espadachim, arremessando-o a uma distância próxima ao velho, que calmamente e serenamente assistia todo aquele embate, fumando seu cigarro. O humano até tentou rolar, mas quase que automaticamente seu corpo fez isso (não como ele imaginava, mas rolou). A parada foi ao lado do homem, que apenas olhou para Julian, caído ao seu lado, sangrando devido as unhas da criatura.

– Tsc… – ressoou o homem retirando o cigarro da boca – Por que vocês sempre têm que vir na floresta e perturbar o Joe? – questionou ele se afastando de Julian – Cuidado, ou você foge do Joe ou pede desculpas a ele. Nunca matarão ele! Nunca…

Se afastando de Julian, o velho continuou vendo toda aquela movimentação ali com o urso se aproximando do marinheiro caído. A espreita, Ling ainda via tudo que ocorria e o barulho do urso podia ser ouvido da cidade. O local era até um “pouco” amplo. Haviam árvores que formavam um curioso campo de luta. O marinheiro estava caído perto de duas pedras de médio e grande tamanho, além de alguns pedaços de madeira que podiam estar secos ou não, mas aparentemente haviam sido usados em uma fogueira e não foram inflamados. A distância entre Julian e o urso Joe era de três metros e rapidamente se encurtava pela investida do animal.

[…]

Ling, vendo tudo que acontecia ali, ouviu então o bradar de uma voz feminina se aproximando. Rapidamente e quase como de supetão, o baixinho careca olhou para trás para tentar ver quem era e, se aproximando mais do local avistou Noelle, uma marinheira como dizia. Temeroso da garota chegar naquele local o baixinho tomou suas proporções para tentar afastar a garota. Primeiro ele arremessou algumas pedras para que a atração dela fosse até o barulho feito ao cair perto das folhas, depois ele imitou o barulho de chacais. Por fim, se não desse jeito, ele se apresentaria para ela e tentaria retardar a chegada da garota.

– Oh, olá! É… Você semple vem aqui? – enrolou Ling.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 4 EmptySeg 29 Out 2018, 19:47




Transborda a ira ursínea! O inusitado companheiro

Julian D’Capri

Somente um ataque foi suficiente para lançar o jovem a metros de distância, demonstrando ao marinheiro a tamanha força da criatura, realmente aquele era O urso. Agora machucado e desnorteado o samurai tinha que bolar outro plano, e rápido, estar distante daquele animal não lhe beneficiaria tanto se ele acabasse com a vantagem em segundos, porém, não vinha nada a mente, Julian não conseguia pensar em um plano para improvisar.

“Por que vocês sempre têm que vir na floresta e perturbar o Joe?”

- Nunca vim aqui antes, e não era minha intenção perturbar ninguém. - Responderia o samurai a voz, a qual ele nem mesmo sabia de onde vinha, o médico acabara respondendo por força do hábito.

Percebendo que havia respondido uma pergunta, o médico, confuso, olharia em volta rapidamente, como se tivesse acabado de ver um fantasma e tentasse confirmar o que havia visto, com isso seus olhos logo encontrariam o dono das palavras, um velho fumante, o qual aproveitava a vista da luta que acontecia na floresta, como se fosse algo verdadeiramente comum, e provavelmente estava gostando de ver aquilo.

- Joe? O urso tem um nome? - Questionaria o jovem, um pouco confuso. - Pera… Desde quando o senhor estava aqui? - Perguntaria Julian, franzindo o cenho, e mostrando claramente que estava ainda mais confuso com a situação.

“Cuidado, ou você foge do Joe ou pede desculpas a ele. Nunca matarão ele! Nunca…”
- Eu só estou de passagem, não afim de matar alguém, e como diabos peço desculpas a um urso? - Continuaria o marinheiro, mostrando sua enorme confusão mental.

Agora o jovem estava perante um dilema, atacar ou se render, apesar de querer demonstrar sua força perante as dificuldades, essa não parecia ser uma luta favorável ao espadachim, aquela criatura certamente tinha mais poder bruto que ele, e isso já era um demonstrativo de quanto o marinheiro ainda precisava treinar para ficar forte, caso o homem houvesse lhe dito como pedir desculpas a criatura, o espadachim seguiria os comandos dados, mas se nada fosse falado então o médico precisaria descobrir de seu jeito como o fazer.

Sua forma de pedir desculpas era até que simples, Julian fincaria sua espada ao chão, bem ao seu lado e se botaria de joelhos, encostando o peito dos pés no chão, e então quando o urso estivesse no meio do caminho ou então chegando perto do jovem, o samurai jogaria seu corpo para a frente, desta forma encostando a testa no chão, e com as mãos entrelaçadas, protegendo o pescoço, uma vez nessa posição o garoto então diria ao urso.
- Sumimasen!

Essa pose de desculpas fora muito usada por Arej, mestre de Julian, como o jovem nunca foi o mais empenhado, vez ou outra eleera obrigado a ficar nessa posição para pedir desculpas ao mestre, enquanto este, o acertava com uma espada de bambu, era algo engraçado de lembrar, pelo menos para o samurai, quem sabe ele não acaba encontrando seu mestre por Karate Island? Algo raro de se acontecer, mas não impossível, mesmo que fosse contra a vontade do espadachim, que queria ver seu mestre novamente apenas quando fosse alguém importante, para orgulha-lo, e orgulhar também a lembrança do filho de Arej.

Caso o urso agarrasse Julian pelo pescoço, ou braços, tentando o atacar, o marinheiro tentaria se fazer de morto, não mostrando resistência, apenas fechando os olhos e descansando ali, até que o urso deixasse-o em paz, assim que o animal largasse o marinheiro, o mesmo continuaria no chão, aproveitando o momento de descanso por mais alguns minutos, e assim que não sentisse mais a presença do urso, o jovem vagarosamente sairia dali, pegaria sua espada, e andaria para a cabana o mais rápido possível.

Se mesmo pedindo desculpas o urso não parasse de atacar o jovem, ou não largasse Julian, o mesmo tentaria golpear o focinho do urso, para tentar o desnortear, e então se levantaria e iria até sua espada, apanhá-la uma segunda vez para lutar, e caso o urso grunisse para o médico, ele responderia:
- Eu pedi desculpas! Você que não aceitou. - O jovem pararia para pensar no que havia falado, refletindo sobre sua palavras. “Eu falei com um urso…”

Deixando de lado a brincadeira, Julian encararia o urso enquanto, mais uma vez, empunharia sua katana, a botando à frente de seu corpo, a segurando com ambas as mãos, seu semblante sério e frio, predominante nas batalhas, voltaria a dominar seu rosto e corpo, colocando-se novamente em uma posição de combate o jovem iria de encontro ao urso, mais uma vez com sua estratégia de ataque e esquiva.

Dessa vez ele realizaria seu plano de uma maneira diferente, deixando o urso atacar primeiro, para que então poder atacar, deixando a criatura agir primeiro ganharia um certo tempo ao marinheiro, tempo este que ele aproveitaria para fazer mais um rolamento, feito isso ele tentaria outro ataque ascendente, só que este na pata dianteira do urso, de preferência a do mesmo lado da outra pata já atingida, caso não houvesse o tempo para golpear a pata, então Julian faria outro rolamento, para poder tentar ir para trás do urso, mas ao invés de tentar atacar o animal logo de primeira, o médico golpearia o chão do seu lado esquerdo, para que o urso fosse distraído pelo barulho, permitindo que Julian rolasse para o lado contrário ao som e assim pudesse dar uma abertura para mais uma tentativa de ataque do samurai, este que seria realizado na outra pata traseira do grande animal, um corte horizontal limpo, vindo da esquerda para a direita. Feitos os ataques, o médico nem mesmo perderia tempo e rolaria para longe, esperando as ações de seu oponente já bem distante deste, os ataques feitos pelo urso mais uma vez tentariam ser esquivados pelo marinheiro e seus rolamentos.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 4 EmptyQua 31 Out 2018, 12:03

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Me parecia ser mais complicado do que o esperado encontrar o suposto marinheiro que também deveria estar nessa ilha, e em minha procura acabei por me enfiar dentro de uma floresta atrás de alguma vitima que poderia precisar de ajuda, e agora que paro para pensar, nem me dei conta se era um grito masculino ou feminino, mas caso volta e meia lembre pode ser uma boa informação.

Bem, seja como for, prossegui com cautela andando e até mesmo falei algumas palavras na espera de receber alguma resposta, mas tudo que recebi de começo foi algumas pedras e barulhos de algum animal que desconhecia. O que pelos quatro mares poderia ser isso? Uma criatura que é capaz de arremessar pedras talvez? Não tinha certeza ao certo, e justamente por isso teria sacado minhas duas pistolas apenas por precaução.

Com minha boa e aguçada visão, busco localizar a direção exata de onde vieram os pedregulhos voando ou simplesmente seguir o barulho animalesco escutado, talvez assim fosse capaz de definir exatamente sua origem. E caso fosse capaz de tal, encontrando o talvez homem responsável  por tudo aquilo, daria inicio a um bom dialogo com ele. Guardo minhas pistolas por enquanto que estivesse conversando.

—O-olá! E acho que a resposta para sua pergunta é um não...? — Confusa, não tinha certeza se já  vim até aqui antes — Ao menos eu não me lembro de ter vindo nesse lugar...

—Moço, me chamo Noelle uma guerreira da justiça! Por acaso você conhece, viu ou ouviu um animal que joga pedras nessas redondezas? — Pergunto de forma ingenua sobre o assunto — Talvez essa criatura tenha machucado alguém, pois ouvi um grito vindo dessa localização!

Apesar de mais relaxada, procuro observar cada detalhe minucioso que pudesse me dar alguma pista do que estivesse ocorrendo, fosse as roupas, aparência ou qualquer acessório que o homem tivesse, bem como armas. E no momento que ele sacasse qualquer armamento, respondo a altura, sacando minhas pistolas e ameaçando atirar ao mirar em sua direção, o fazendo caso ele tentasse me atacar. Ao todo, três tiros contra sua cintura.

—É melhor não fazer nada do qual irá se arrepender. — O alerto na possibilidade de confronto — Não me faça tomar uma atitude severa!

Também ficando curiosa para novos barulhos nas proximidades, e sendo eles novos gritos, em alguns passos na nova direção tento detectar quem ou o quê teria soltado esses berros. Não ocorrendo nada demais, prossigo escutando as falas e respostas que o homem poderia me dizer para depois o responder. Ele me parecia suspeito, e isso devido o fato de estarmos no meio de uma floresta, mas não podia fazer nenhum julgamento apressado antes de ouvir o que ele tem a me dizer...

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"Estou atônica, será que descobri uma nova especie!?"


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 4 EmptyTer 06 Nov 2018, 15:55

A situação ficava complicada para o marinheiro. A junção de tantas novas informações naquela situação o confundiam de tal maneira que seus pensamentos perdidos eram colocados na linha pela ação da gigantesca criatura que partia sedenta para cima de Di Capri. Se rendendo ao estranho comentário do velho que assistia tudo, o espadachim lembrou-se do tempo que treinava a arte do combate que havia adotado, logo no início. Será que funcionaria? Ajoelhado, o médico largou sua arma e abaixando-se, pediu desculpas a criatura, que continuou vindo em sua direção, se aproximou e…

[…]

– No-Noelle? Você é uma malinheira também? Dloga… – comentou Ling – Digo, oh, que bom. Acho que você não develia estar polaqui, senhola malinheila! – alertou.

Ainda resistente, a garota se mostrou desafiar o alerta do baixinho ajudante de Julian. Vendo que a garota tentava persistir após notar que alguém havia arremessado pedras (?), Ling ficou nervoso. Vendo a garota seguir o caminho enquanto demonstrava preocupação com a situação que acontecia ali perto, o rapaz pegou no braço da garota enquanto ela passava por si, em direção a Julian. Surpresa com tal ação, Noelle olhou seriamente para o baixinho, de uma maneira totalmente diferente de antes, alertando-o de suas possíveis intenções.

– Nã-Não é isso! Eu só quelo ploteger você! – explicou-se – Aí tem uma cliatula gigantesca! Ela pode pegar você e partir você ao meio! Entende o peligo?!

Sem dar ouvidos, a garota seguiu em direção ao barulho, deixando Ling chateado.

– Dloga! – bradou em um tom audível – Espela então! Eu vou com você!

A dupla que não se deu bem inicialmente partiu junta até o encontro de Julian e chegando lá se depararam com uma situação cômica. O espadachim estava ali, ajoelhado perante a criatura que calmamente lambia sua orelha além de bater com sua pata nas costas do médico.

[…]

– Como eu falei, você só precisava pedir desculpas. Não foi fácil? – questionou o velho, dando baforadas em seu cigarro.

O urso havia cessado seu ataque ao notar que Julian não queria mais lutar. Por incrível que pareça, o Joe, aquele selvagem urso, não era tão selvagem.

– O Joe não é um monstro como vocês falam – falou o velho se aproximando – Ele é apenas uma criatura que perdeu seu habitat, uma criatura incompreendida, não, é Joe? – falou acariciando o grande urso que, ao lado do homem, confirmava que seu tamanho era quase o dobro daquele sujeito – E o que você está fazendo aqui? – falou estendendo a mão para Julian se erguer – Esses são seus amigos? – questionou olhando para Ling e Noelle.

Após ouvir o que tinham para falar, o velho prosseguiria.

– Vamos entrar. Vai que o grande Joe mude de ideia… Não acham? – questionou já caminhando para a velha cabana – Então, me fale mais sobre o que falou antes. Você está envolvido no roubo das joias do velho? Se for, você merecê um prêmio, correto? – prosseguiu.

[…]

– Então viemos aportar na ilha do karate – comentou um homem vestindo um sobretudo – Faz sentido eles virem para essa ilha. Não há QG algum aqui. Os dois estão aqui? – questionou o homem.

– Sim senhor. Os oficiais Julian Di Capri e Noelle – o vento impediu que o homem ouvisse o sobrenome – Foram identificados na ilha por nossos observadores – completou a mulher.

– Ray! – bradou para o outro homem que estava próximo – Tem alguma noção do que eles querem aqui?

– Sim senhor! – respondeu o jovem – Segundo boatos da ilha, as joias do regente foram roubadas!

– Muito bem! Vamos encontrar os dois oficiais e aumentar nossa rede de buscas! – bradou o homem.

– Senhor! Tem um detalhe! – continuou o jovem – O oficial Julian é o principal suspeito! – afirmou o jovem, pegando a mulher de surpresa.

– Típico dessa ilha! Não acredito que um oficial da Marinha tenha feito isso – bradou levantando seu sobretudo e mostrando o símbolo da Marinha – Temos que encontrar o suspeito o quanto antes! Estou com um mal pressentimento!

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 4 EmptyTer 06 Nov 2018, 20:10




Rendá-se! A ajudante da lei aparece!

Julian D’Capri

Esperando um fim, era isso que o jovem estava fazendo no momento que se rendia, inusitadamente foi um fim muito bom, a criatura que a pouco talhou uma ferida no ombro do jovem agora lambia-lhe a orelha e acariciava-lhe as costas, não que o carinho fosse muito bom, estava entre perder o fôlego e perder o pulmão. Não que o jovem esperasse menos, na verdade para ele, a uma altura dessas o urso já estaria a mastigar sua cabeça e roer-lhe os ossos, isso é muito melhor que o garoto esperava, um tapinha de um urso é muito melhor que a mordida.

- Sim, foi fácil, e isso me preocupa, geralmente meu azar me pega antes… - Respondeu o jovem antes de aceitar a ajuda para se levantar. - Agora respondendo a outra pergunta…

Ao levantar o marinheiro acabaria por ter, em seu campo de visão, duas pessoas paradas mais adiante, tendo avistado ambas o espadachim forçaria a vista tentando identificar, não Ling, mas sim a pessoa ao seu lado, uma garota loira, com pistolas e trajes, facilmente identificáveis, pertencentes a marinha.
- Uma marinheira? Que surpresa. - O jovem médico faria uma reverência. - Sou o soldado D’Capri, muito prazer senhorita.

Caso a marinheira quisesse dar um aperto de mão, ou algo do tipo, o samurai faria o mesmo, e apertaria sua mão.

- Perdoe minha intromissão, mas como veio parar aqui? Ou porque veio para cá? Se não quiser responder tudo bem.

Respondendo ou não a pergunta, o jovem seguiria caminho, visto que o velho acabara de os alertar sobre continuar em frente, ou então o bicho pega, como Julian já havia experimentado a força do urso, ficar para trás não seria uma boa opção, no momento o jovem deveria colocar pressão sobre seu ferimento para impedir que o mesmo continuasse sangrando, se necessário o médico rasgaria parte da manga de sua camisa, para fazer um curativo improvisado.
- Repetirei, não roubei nada, não os culpo por acharem o contrário, por isso estou indo atrás de minha inocência. - Respondeu o samurai, seguindo o velho.

Caso Julian visse a jovem ficando para trás, ou desconfiando dele, o médico olharia para a marinheira e repetiria com a mesma seriedade de antes.
- Não me julgue agora, por favor senhorita, já tenho um veneno fazendo isso. - Se mesmo assim a loira não aparentasse acreditar em suas palavras, o samurai completaria.
- Pode ficar de olho em mim, qualquer coisa a senhorita pode me dar um tiro na cabeça. - Diria o jovem com um pequeno sorriso de canto.

Independente de a garota seguir Julian ou não, o mesmo deveria continuar, a missão dele não dependeria da presença da atiradora, e poderia acontecer sem ela, de qualquer jeito, o próximo com quem o espadachim falaria, seria seu companheiro.
- Desde quando ela estava com você? - Perguntaria o jovem, abaixando o tom da voz, e ainda estando confuso com a aparição repentina da nova acompanhante. - E porque deixou ela vir para o perigo? Sorte que o Joe havia parado de atacar.

A menos que lhe fosse feita outra pergunta, ou levantada outra questão, Julian não falaria nada durante o resto do trajeto, e permaneceria apenas apreciando a paisagem e o silêncio da natureza, claro se este não fosse interrompido por algo.


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Última edição por jonyorlando em Ter 13 Nov 2018, 15:44, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 4 EmptyQui 08 Nov 2018, 07:30

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A minha conversa com o estranho individuo na floresta não foi das melhores eu admito, pois acabei indo e seguindo em frente para saber qual era a resolução de todo aquele mistério envolvendo os barulhos e gritos. O que para minha surpresa, me levou até onde dois homens e uma tremenda criatura se encontravam.

Me pergunto qual seria a relação de todos eles naquele local, pois parecia ter ocorrido algum tipo de combate ou algo semelhante, mas o animal parecia calmo ao menos agora, que estranho eu imagino. Seja como for, um deles é sem duvidas um marinheiro devido suas vestimentas, ao menos assim eu espero, então me apresentar seria a primeira coisa que procuro dizer em meio ao que vejo com meus olhos.

-O-olá!- Digo com certa timidez. -Eu sou a Noelle Eisenhower, uma soldado da marinha.- Me apresento na espera de uma resposta semelhante, e mesmo não vindo prossigo falando. -Vim do Leste em busca de novas aventuras, um prazer em conhecê-lo!- Finalizo minhas palavras com um simpático sorriso.

Esperava ao menos saber o nome do marinheiro, não que o nome dos demais fosse menos relevante, mas dentre as pessoas no local ele é o único em que poderia ingenuamente acreditar caso explicasse aquela situação toda. -Alguém poderia me explicar o ocorrido no local? Aconteceu algum crime ou algo do tipo? Estou na disposição para lidar com tudo!- Em um tom mais serio e eloquente, tento demostrar liderança e fervor em minhas palavras.

-Ah, sou médica também, caso alguém precise de cuidados me fale.- Concluiria. E em todas minhas falas, todo que busco são respostas e tentar auxiliar quem precisasse, depois caso saíssem do local os teria acompanhado de perto, e eles não tendo escutado minhas falas ou compreendido, as repito para que tais questões não fossem deixadas de serem ouvidas.

Se estivesse com as armas ainda em mãos, as guardaria da forma adequada no coldre para quando realmente precisar. E quando finalmente tivéssemos chegado em alguma nova localidade, como casa ou semelhante, fico na espera de novos diálogos para me colocar a par da situação, e não surgindo nada grave que me chame a atenção, sendo talvez esse um momento de relaxamento, decido fazer um pedido inusitado...

-C-com licença, essa criatura é muito brava? E-eu poderia "acariciar" ele talvez?- Com as bochechas coradas pergunto. Era algo que já vinha martelando na minha cabeça a um bom tempo, e esperava concretizar tal desejo inesperado.    


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 4 EmptySeg 12 Nov 2018, 11:31



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Narração

A Cabana e o Velho


– Consigam informações destes oficiais o quanto antes! – bradou o líder marinheiro.

A sua bandana chacoalhava no ritmo do soprar da ventania que leve pairava sobre aquele ar. O grupo marinheiro começava a agir. Os seus motivos eram desconhecidos, porém, o primeiro objetivo na ilha – designado pelo líder, o Tenente Rock – era o encontro com os marinheiros. A dupla de protagonistas mal fazia ideia, mas a Marinha já havia notado a movimentação estranha pelos blues. O motivo? A organização TROIA. Rock, sério como sempre, era seguido pela sua equipe inseparável.

– Senhor! – alertava Ray – Logo encontraremos os oficiais infiltrados! Alguma coisa a acrescentar no relatório?

Ray. Você podia pensar que este era seu nome, mas nada disso, era a sigla de todo um conjunto de rótulos. Rashford Antonious Yeager, conhecido pelos seus colegas de trabalho como Ray. Era um fiel oficial que seguia seu superior Eustass Rock em suas missões. O homem era o responsável pelo primeiro contato do grupo com estranhos ou até aliados, adquirindo uma ação até diplomática. Ajeitando seu boné na cabeça, o marinheiro preparava-se para agir.

– Homens… Coloque tudo que tiver pra falar, Ray! – insinuava Alexa.

Alexa, a Sagacidade Rubra. Destaque na academia de cadetes da Marinha. Desde cedo, na ordem, logo chamou a atenção. Ora por sua beleza, ou suas habilidades sagazes, os holofotes sempre estiveram com a mulher e isso chamou a atenção de Rock. Muitos falam que ambos tem um caso e esse é o verdadeiro motivo da mulher, embora nova na Marinha, estar num grupo tão famoso pelos Blues, mas é fato que a notoriedade de suas habilidades lhe dão o crédito necessário para ser respeitada.

– Não é momento para discussões! – bradejou o marinheiro líder – Temos uma missão para cumprir e vamos cumprir ela! Agora Ray, tragam os infiltrados! Tenho perguntas a fazer! – ordenou Rock.

[…]

Na floresta, Julian e Noelle enfim se conheciam. O destino havia colocado os dois marinheiros juntos naquela ilha estranha. A garota não fazia a menor ideia do problema que seu compatriota sofria, enquanto o médico, mesmo surpreso com a presença da garota, não deixou de cortejá-la respeitosamente, coisa que pegou a garota desconcertada. Os dois oficiais então iniciaram um breve diálogo que tinha como presentes também Ling e o estranho velho que mal dava atenção para toda aquela formalidade. Di Capri então, a seguir, defendeu mais uma vez sua inocência para o velho, enquanto Noelle, estranhamente queria acariciar Joe, o urso. Ling não acreditava no que a garota queria, mas seu semblante por alguns segundos se mostrou de felicidade por tal atitude da garota.

– Garota, ou você é bem corajosa ou é louca o bastante para isso. Se quer tentar sua sorte hoje, seria melhor jogar na loteria, não? – questionou o velho – Mas se deseja insistir, pode ir. Acho que o Joe não comeria você por inteira… Ou não? – riu o velho.

– Acho que ele não pegalia você… – comentou Ling – Pode ir tentar, galota!

Julian se aproximando de Ling, após ter respondido o velho, questionou a respeito da garota, que havia ficado um pouco para trás devido ao seu desejo. O baixinho, desconcertado, gaguejou alguns instantes iniciais, mas explicou o que havia tentado despistá-la, mas que havia falhado – miseravelmente.

– Eu julo que tentei fazer ela se atlasar ou até se pelder – explicou Ling, olhando para Noelle, que a uma certa distância olhava para Joe – Essa galota é estlanha, ela é um peligo para você! – afirmou Ling – Quel dizer, é… Você tem que se livlar dela logo! Seu tempo está acabando…

O estanho velho há havia chegado em sua cabana, porém, ao virar-se, o mesmo notou que seus convidados, se podem ser considerados assim, haviam se atrasado e estavam parados ali fora. Sem entender assim como não estava com paciência, o velho, dando uma longa baforada em seu cigarro, pensou consigo mesmo antes de chamar os estranhos para dentro.

– Moleques… – pensou ele, antes de ser interrompido por um barulho vindo da mata – O que é isso? – se auto questionou, silenciosamente.

O barulho era algo rápido que apenas o velho havia notado inicialmente. Tentando encontrar o causador desse barulho, o velho olhou de lado a lado e nesse momento, notou que Ling havia percebido também e olhava para si. Joe também notou e isso pode ter sido notado por Noelle, mesmo não sabendo o motivo nem tendo ouvido nada. Tentando evitar uma possível situação incômoda, o velho os chamo para dentro.

– Então, oficiais! – bradou o velho – Entrem, temos coisas para conversar!

No resto de caminho que ainda havia até a cabana do velho, os marinheiros podiam perceber que haviam alguns trajes de marinheiro, bem desgastados e rasgados perto de uma lareira. Aparentemente havia sido usado como combustível para uma fogueira. Dentro do local, todos podiam perceber que era até uma cabana bem conservada, diferente do lado externo. Havia uma lareira no centro da parede da sala, com um sofá em frente a ela. A cozinha era logo ali, posterior a sala. Havia também um quarto, um local que havia um armário. O piso era de madeira. A cozinha estava uma bagunça. O odor de madeira velha era predominante ali.

– Sentem-se e fiquem à vontade – comentou o velho.

De fato havia locais para sentar. Um sofá velho de dois lugares, além de três cadeiras que circulavam uma mesa velha que estava ali próximo. O velho então, após pegar uma cadeira, virá-la e sentar-se frente a todos os seus visitantes, preparava para começar suas perguntas a sério. Olhando para todos ali, em seus olhos, ele os encarava.

– Muito bem. Essa pergunta vai definir se vocês sairão daqui vivos ou não! – afirmou – Qual o verdadeiro motivo de vocês estarem na minha floresta?

Após alguns instantes da pergunta, o barulho se intensificou ao ponto de todos perceberem. Na porta da entrada, três batidas, fortes, foram ouvidas. O barulho se estendia pelos arredores da cabana. Estavam cercados?


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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 4 EmptyTer 13 Nov 2018, 15:38




O convite! A cabana e os marinheiros

Julian D’Capri

A aparência inofensiva da jovem parecia acompanhar sua falta de experiência, em questão de grandeza ambas deviam estar no mesmo patamar, não que o garoto fosse alguém tão experiente para a julgar, mas querer passar a mão em um urso gigante não deveria ser uma ação de alguém normal. Engraçado não? Para Julian sim, mesmo que não esboçasse o marinheiro encarava a situação mais como algo cômico, talvez por ver alguém agir de maneira tão inocente e distraída, aquilo não era tão comum, ainda mais com as coisas vistas e vividas pelo samurai, todavia, nada seria comunicado ou externalizado, não havia uma motivação para o fazer.

- Meu tempo vai acabar mais cedo ou mais tarde. - Responderia o médico ao baixinho, com o tom de voz ainda baixo, já virando de costas e se preparando para seguir o fumante. - E ela ser um problema pode ser até verdade, com meu azar tudo é possível.

Ouvindo as palavras do protetor (fumante) da floresta, o marinheiro não hesitaria em o seguir, já que a cabana seria onde ele poderia ter um bom descanso, porém os uniformes no meio do caminho, além de chamarem a atenção de Julian, mostrariam também que aquele não era um lugar onde a marinha era bem-vinda, não que isso amedrontasse o médico, que continuaria a seguir em frente firmemente, sem preocupações latentes a mente.

Ao adentrar a cabana o velho, ainda não apresentado devidamente, proferia as palavras prediletas do samurai, e ao ouvir “Fiquem à vontade”, o marinheiro rapidamente deslocaria-se até o sofá, numa velocidade que até poderia identificar-se como sendo sobre humana, e pensar que tudo aquilo seria sua preguiça, talvez em um piscar de olhos o garoto já poderia ser visto deitado no sofá, não era falta de respeito, não na cabeça de Julian.

Na cabeça do samurai ele ainda refletia sobre todos os acontecimentos que há pouco aconteceram, tudo havia ocorrido de maneira tão súbita que processar por completo aquela situação demoraria pelo menos alguns segundos, tais segundos que o jovem havia precisado usar de forma prudente, e pensar que o marinheiro ainda nem havia tomado café.
- Eu abandonei a Asuna… Que coisa, tomara que ela fique fora de problemas até nós nos encontrarmos…
Terminando seu pensamento o espadachim encararia sua nova companheira.
- Será que há uma seita da marinha de loiras, pistoleiras e médicas? É realmente uma grande coincidência eu encontrar outra igual a Asuna… Pelo menos ela não termina as frases com um “sabia” no final.

Caso Noelle viesse a falar um “sabia” ao final de alguma de suas frases Julian não acreditaria no que teria ouvido.
Reação:
 
- N-não é possível. - Diria o jovem, em tom baixo e triste.

Apesar do momento de descontração, ao perceber o velho encarando-os, o samurai levaria o momento a sério, mesmo se encontrando deitado, com os braços atrás da cabeça, katana apoiada ao lado do sofá, e pernas cruzadas, uma maneira de deitar considerada como de alguém desleixado, o olhar centrado do jovem confirmaria sua postura de seriedade sobre o assunto que seria abordado, pelo velho.

“Qual o verdadeiro motivo de vocês estarem na minha floresta?”


O questionamento não era feito a toa, aquela pergunta iria mesmo definir o futuro de ambos os marinheiros, e assim como em todas as outras vezes, não havia qualquer motivo que levasse o samurai a querer mentir.

- Investigando o paradeiro do tesouro do velho  já deve saber da história. Enfim, um buraco em uma residência me trouxe até a floresta, enquanto que um rastro de sangue me trouxe até um cervo morto, e agora estou aqui. - Diria o jovem sem titubear, gaguejar, ou vacilar em suas palavras, ele tinha crença em suas palavras, pois as mesmas eram verdadeiras.

Ao que o barulho podia ser ouvido pelo marinheiro, e os toques na porta serem percebidos, o mesmo, ainda encontrando-se na mesma posição perguntaria:
- O Joe sabe bater? - Julian não queria sair de sua agradável posição, infelizmente se fosse obrigado, ele teria.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 4 EmptyQui 15 Nov 2018, 10:50

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Gaming Music Mix || Rock Mix 



Em um piscar de olhos a minha vontade de acariciar o urso esvaiu-se por completo, os dizeres daquele senhor sobre eu talvez não me dar muito bem com o animal me fizeram perceber que aquela sem dúvidas é uma péssima ideia. Melhor ficar apenas na vontade e depois quem sabe comprar algum feito de pelúcia que não possa me morder.

Então acabei ficando apenas na vontade mesmo, lamento com um suspiro e prosseguindo até chegar no que talvez fosse a casa do senhor. Não prestei tanta atenção aos redores quanto devia, até porque ainda acredito estar em algum tipo de passeio, me colocando no lugar de turista, por sorte o outro marinheiro aparentava estar mais atento ao que vinha ocorrendo.

Seja como for, ao chegar na residência, o senhor nos convidou para ficar a vontade, e como já me sentia cansada de tanto andar, fui me sentar no sofá de pernas cruzadas para ouvir o que ele tinha a nos dizer. —Mo-motivo de vir para uma floresta!?— Surpresa com a pergunta havia me esquecido até mesmo de meu propósito inicial naquele local. —Naah, eu ouvi alguns gritos vindos da floresta, então resolvi vir ajudar quem estivesse precisando, é um senso de justiça que tenho, sabia?— Indago com um sorriso seguido de um “he” bem fraco, tudo na tentativa de parecer o menos suspeita e normal possível, mesmo sabendo que não sou boa em atuar.

Realmente, com aquela cena do urso e do marinheiro D’capri, acabei por esquecer de imediato quem eu procurava, e talvez pensando melhor, fosse o próprio marinheiro a pessoa que havia gritado, agora realmente fiquei perplexa! É melhor perguntar para ele em pessoa e remover meu semblante de dúvida que vem sendo estampado na face. —Ummn, Senhor D’capri. Era sua a voz que gritava como uma garotinha na floresta?— Diálogo na maior inocência e quando percebo que poderia ser mal interpretada tento me corrigir.

—Na-não que eu esteja sendo rude, é só que a aparência não condiz com alguém que fica gritando em combate. Eu até acho o senhor bem másculo! isso, isso!— E cruzo os braços dando umas duas balançadas de concordância com a cabeça para acompanhar o que acabei de dizer. —Ahem— dou uma tossida antes de mudar de assunto.

—Senhor Espadachim, reparei que está sangrando. Sou médica, e posso realizar os primeiros socorros, bem como uma cirurgia se for necessário, até mesmo posso diagnosticar se for alguma infecção mais grave no seu corpinho.— Digo apontando para a área que estiver machucada do corpo de D’capri, e me sendo permitida, além é claro de não surgindo imprevistos, daria início ao tratamento. Utilizando do que estiver disponível para suturas, e tentando diagnosticar e descobrir algum sintoma estranho em seu corpo.

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