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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 As mil espadas - As mil ondas

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MensagemAssunto: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 3 EmptyDom 19 Ago 2018, 18:35

Relembrando a primeira mensagem :

As mil espadas - As mil ondas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Julian D'Capri. A qual não possui narrador definido.


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jonyorlando
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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 3 EmptyTer 09 Out 2018, 13:10



Visto a confusão começar o garoto teria ficado calado, Julian nunca foi dos mais animados, para qualquer que fosse a situação, com sua cara sempre apática parecendo apresentar falta de hemoglobinas em seu sangue, dava a impressão que o jovem sofria de anemia crônica constante, o que às vezes podiam-lhe render várias situações engraçadas, não por sua parte, mas por sua expressão continuar a mesma em quase todos os momentos, e aquela seria mais uma dessas situações.

O homem, Jung Su, parecia ser um pouco estressado demais, não que isso importasse ao garoto, mas sua fala importou, como o samurai poderia mentir sobre aquilo? A verdade é o que deve prevalecer, mesmo que machuque ela sempre deve ser contada, e não seria naquele momento em que o garoto começaria a contar lorotas, era uma questão de honra, mentir era um dos cânceres humanos.

Ao ver o senhor gritando seria realmente uma surpresa para o jovem, ele não esperava que o homem esbravejasse tão subitamente, mas aconteceu, e ele estava com razão, sendo importunado por jovens e problemas que não são seus. Agora a questão que estava na cabeça do jovem era, todos sabem da história do tesouro do velho, e também da história entre eles, menos Julian, o problema era, Julian não se importava tanto com isso, mas isso poderia ser importante para sua investigação, e o homem à sua frente era quem podia lhe explicar tal coisa.

Tendo tudo isso acontecido, mais uma anomalia paranormalmente Karateca aconteceu a sua frente, coisas que somente acontecem naquela ilha, pelo menos Julian nunca precensiou uma criança derrubar um homem adulto, versado em artes marciais, com tanta facilidade, era como se a garotinha tivesse pegado uma mamadeira e puxado, o choro estridente e desnorteante era acompanhado de uma força descomunalmente surpreendente, aquela garota não podia ser, de forma alguma, de outra ilha.




Agora o garoto tinha uma missão, acalmar aquela jovem, se o fizesse ganharia uma arma, visivelmente a tarefa era impossível, e no mundo das ideias também, mas o médico já havia se acostumado com seu azar e também com situações fora do normal, pra quem enfrentou zumbis, acalmar uma garotinha com uma força de 10 homens não deveria ser tão impossível de acontecer.

Com um breve suspiro o garoto sentaria no chão na posição de lótus, de pernas cruzadas e de costas para seus companheiros, encarando justamente aquela criança, com um espaço de 10 passos entre os dois, o samurai dava graças aos Deuses que tinha experiência com pequenas garotinha, no caso sua irmã Valen, a qual ele cuidou desde que ela nasceu, ele somente perdeu a fase de crescimento dela, já que teve que ir cursar medicina, mas o conhecimento ainda valeria algo pelo menos.

- Olá. - Diria o garoto com uma voz serena. - Muito prazer, meu nome é Julian, pode me dizer o seu? - Perguntaria o garoto ainda mantendo o olhar fixo na garota, pronto para qualquer movimento que ela poderia fazer.

O espadachim não mudaria de forma alguma sua voz, não tentaria a deixar mais fofa, mais doce, ou mais grave, ele falaria em seu tom comum, sem forçar nada do tipo.

Caso a pequena respondesse, de qualquer que fosse a forma, ou não, o jovem continuaria na mesma posição e falando:
- Você sabe o que é um marinheiro? - Ele perguntaria para ela, e mesmo que ela não respondesse, ele continuaria. - É uma pessoa que ajuda as outras quando estas precisam, nós também pegamos os caras maus. - O jovem daria uma pausa. - Quer que eu lhe conte mais sobre os marinheiros? Tenho algumas historinhas que posso contar.

Dessa vez o garoto teria que esperar a resposta dela para continuar, se a garotinha avançasse na direção de Julian, ou mostrasse sinais de que atacaria, o jovem só se prepararia para o impacto, não reagiria de qualquer outra forma, ele permaneceria na mesma posição, ou se fosse “retirado” desta, apenas voltaria a se manter nela, com um pequeno sorriso em seu rosto.

Se a garotinha aceitasse ouvir as histórias do jovem, o mesmo começaria:
- Bom, tem uma que conheço que é de uma marinheira muito forte, e o nome dela era Lian, Lian antes de ser marinheira praticava muitas artes marciais e tinha um bom mestre chamado Aré, esse mestre a ensinava o caminho da espada e ela era muito boa nisso. Um dia o seu mestre foi sequestrado por um grupo de piratas, e eles eram bem malvados, mas Lian não desistiu de ir atrás deles, pois ela era corajosa, ela derrotou a tripulação deles, um por um, pirata por pirata e no fim de tudo, ela descobriu que o chefe dos piratas mantinha muitas pessoas em sua prisão, e isso a deixou muito chateada, então Lian escalou a montanha em que o chefe pirata estava e lutou contra ele, o nome daquele pirata era Dragon, e ele era chamado assim porque era muito feio e tinha um bafo de dragão. - Ao terminar essa frase um pequeno sorriso sairia da boca de Julian. - Então ela lutou contra ele e apesar de ter se machucado e ter ficado com muito medo, ela não desistiu, pois haviam pessoas querendo que ela ganhasse, então quando ela ficou com muito medo, ela ficou forte, porque todos os seus amigos estavam torcendo por ela, e então, Lian com a força de todos eles ganhou aquela batalha, mostrando para todos sua espada, Nina, todos comemoraram e foram libertados por Lian, quando ela voltou para sua vila todos a agradeceram e o mestre dela a agradeceu por ter-lhe salvado, depois disso Lian descobriu que os marinheiros também faziam esse tipo de coisa, salvar pessoas e as ajudar, pois isso é a coisa certa a se fazer, sabendo disso a garota foi até uma ilha e se juntou a marinha, para então poder ajudar pessoas por todos os lugares.

Ao fim da parábola o garoto esperaria a reação da pequena, para ver se a mesma havia gostado de sua história inventada, caso ela quisesse outra, o garoto contaria, mas se não quisesse ele entenderia.
- Quer que eu continue as histórias de Lian?

Caso fosse para continuar as histórias de Lian, o médico continuaria:
Lian, parte 2:
 

Se a garotinha quisesse ouvir uma outra história, o médico contaria:
Parábola 2:
 

Caso não fosse para continuar a contar histórias, o médico perguntaria:
- Vi que você é muito forte, como você consegue ser assim? Acha que pode me ensinar?
Julian não estava “brincando”, caso a garotinha realmente quisesse “ensinar” o marinheiro, ele aceitaria e seguiria todas as ordens da pequena, obedecendo fielmente aos seus comandos, sem vergonha alguma, caso o samurai não soubesse como fazer o movimento ele perguntaria.
- É assim? - Diria ele tentando imitar a pequena.

O samurai estaria tentando acalmar a pequena, e uma vez que tivesse conseguido ele apenas estaria se divertindo, a única coisa que fez o jovem aceitar o trato com Jung não foi a espada que ele lhe daria, mas sim sua filha, Julian de certa forma se sentia culpado por ter feito a garota chorar, e ajudar a faze-la parar de ficar assustada seria uma ótima maneira do médico se redimir.



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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 3 EmptyDom 14 Out 2018, 14:36

Julian então aceitou a missão de acalmar a garotinha. Antes mesmo que terminasse a primeira frase, a garotinha pegou pelo braço do marinheiro e, quase que num golpe de ipon, o derrubou no piso da loja. Continuando a falar, o rapaz tentava chamar a atenção da garotinha que, ignorando tudo, continuou a sacudir o rapaz de um lado a outro, com tamanha facilidade. O rapaz podia sentir seus músculos doloridos a cada sacolejo, porém, lentamente a atenção da garota ia sendo ganhada até ela desistir de bater no rapaz e aceitar ouvir a história.

– Li… Lian? – questionou ela em meio a choros leves – Quem é Lian?

A partir desse momento Di Capri havia conquistado a atenção da garota por completo. Mesmo que estivesse com alguns hematomas e seus ferimentos estivessem ao ponto de serem rompidos, o rapaz havia cessado o choro de uma criança que ao fim da história havia dormido sem ao mesmo responder as dúvidas do rapaz. O dono da loja, que também estava quase dormindo, notou que sua filha havia se acalmado, não era só isso, quase todos do recinto estavam dormindo após ouvir a história do marinheiro.

– Oh! – comentou ele – Vejo que você é ótimo com histórias. Como prometido – comentou ele indo até o balcão – Aqui está a Katana que prometi! Ela não é tão boa como muitas armas que você já deve ter visto, mas eu a fabriquei com muita lealdade a minha profissão. Espero que goste! – afirmou entregando a arma ao marinheiro – Agora vou levar eles para dormir! Querem passar a noite por aqui? Tenho algumas esteiras de madeira que posso colocar no quarto de visitas!

Caso o marinheiro aceitasse, o homem prepararia o local e chamaria-os para dentro de sua residência. Porém, se rejeitasse, o grupo não teria muito lugar para ficar, já que ali não havia um QG. Podiam ver se dormiam em uma pousada ou na casa de Ling, mas isso era a cargo do marinheiro.

– Não acredito que uma pessoa como você tenha roubado o tesouro do velho. Espero que consiga achar o verdadeiro culpado! – afirmaria o homem, independente da reação do marinheiro.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 3 EmptyDom 14 Out 2018, 17:55




O conto de uma bela noite

Julian D’Capri

Ao ver o choro se transformar em sono o jovem sorriu, mesmo em meio a tantas dores. Suas feridas podiam latejar e seus músculos gritarem, mas toda dor era suprimida pela pequena que agora tranquilamente dormia, como se nada houvesse uma vez acontecido, para Julian aquela cena era um tremendo sucesso, um o qual ele poderia se vangloriar de ter conseguido atingir.

Aquele breve momento trazia a sensação de nostalgia ao marinheiro, que recordava-se do tempo em que sua avó o contava histórias, talvez inventadas, de livros os quais ela dizia ler, as histórias tem que ter um fundo verdadeiro no final, pelo menos era isso que Julian pensava, nenhuma delas pode surgir totalmente do imaginário, distorcer os fatos é o que o ser humano faz de melhor, e enaltecer um acontecimento nada mais é que um favoritismo, se feito em pequena escala faz muito bem a imaginação.

Uma vez tendo o homem chamado a atenção do médico, o mesmo voltaria a si, deixando o mundo das ideias e voltando ao mundo real em um balançar de cabeça, e ao olhar para o resto do recinto, poderia ver seus companheiros sonolentos, talvez pela história, e era isso que Jung elogiava.
- Parece que sim… Eu acho. - Dizia o jovem enquanto tentava encontrar palavras para descrever o que havia acontecido. - De qualquer forma, obrigado pelo elogio.

Assim que o homem entregou a katana ao jovem o mesmo deu um curto sorriso de canto para o vendedor.
- Se o senhor fez com amor a sua profissão, já é uma boa arma, muito obrigado senhor Jung Su, prometo honrar seu trabalho. - Diria o garoto, realizando uma reverência ao proprietário da loja. - Acho que vou chama-la de Teinei. - Falaria o garoto, encarando a lâmina da espada, já que ele teria a tirado da bainha para a analisar.

Feita a proposta ao médico, o mesmo guardaria sua nova espada, e ao ver sua amiga quase caindo de sono diria:
- Eu adoraria senhor, muito obrigado mesmo, nem sei como o agradecer.

Enquanto Su fosse arrumar as coisas no quarto de visitas, Julian iria até Asuna e a apoiaria em seu ombro, caso estivesse muito sonolenta o samurai, fazendo uma leve reclamação interna, a carregaria até o quarto de visitas, o qual deveria ter sido indicado por Jung Su e então acomodaria sua amiga e a si mesmo no quarto, o espadachim pronto para descansar ainda não o faria, não por causa do levantamento que fez Jung, mas porque o jovem queria ver a lua antes de dormir.

Respondendo o comentário do vendedor Julian apenas o entregaria um sorriso.
- Também espero, queria ser conhecido na ilha como uma pessoa boa e não um ladrão… Mas se isso não vier a acontecer, paciência. - Diria o garoto rindo, mesmo com um assunto pesado. - Boa noite senhor Su, e mais uma vez, obrigado por tudo.

Mesmo entregando um boa noite, o jovem não iria dormir de imediato, ele passaria alguns segundos observando os céus antes de entrar e ir dormir, o marinheiro ainda gostaria de perguntar a Jung se o mesmo poderia ter alguma pista, ou se ele podia contar da história do mestre com Lifang, mas Su merecia descansar, e não ser importunado, então Julian não perguntaria nada, apenas ficaria calado vendo os céus e então iria dormir.

Assim que amanhecesse o jovem procuraria algum lugar para comer ou para conseguir dinheiro, sem dinheiro ninguém faz nada, qualquer coisa estaria valendo, após ter conseguido algum dinheiro ou alguma comida, Julian voltaria até Asuna e entregaria a comida (já que se o garoto conseguisse dinheiro o usaria para comprar comida), uma vez feito isso, ou não, já que a vida segue e seu corpo poderia muito bem sobreviver sem comida por algum tempo, seria apenas um jejum prolongado, o samurai agora iria atrás de pistas sobre o ladrão verdadeiro do tesouro, começando pelo casebre onde Julian foi encontrado desacordado, vasculhando tudo que pudesse, para encontrar qualquer pista que fosse.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 3 EmptyQua 17 Out 2018, 09:40

As coisas voltavam ao seu devido lugar. O velho anfitrião agradecia a ajuda de Julian. O grupo descansava. Ling meditou. A garota, cansada, já cochilava. O marinheiro protagonista olhou o céu antes de padecer sobre o sono de seu cansaço, esperando que o dia posterior fosse mais proveitoso. As horas passaram, o barulho externo montou a melodia base para aquela noite de sono renovadora. Já era manhã. Os pássaros cantavam, barulhos de carroças passando acordaram o garoto, porém, o seu estado de confusão pós sono se instaurava. Sob as brechas de seus olhos o rapaz pôde ver alguma espécie de papel ao seu lado, porém, cochilando novamente o rapaz passou alguns minutos, até que…

– Ei… Ei! – bradou Ling, cutucando o marinheiro – Temos que ir!

Ling já estava acordado. A sua esteira estava perfeitamente arrumada. A garota que estava com a dupla estava se ajeitando, como qualquer mulher, para começar o dia. Na porta, surgia o anfitrião do local. Ele esperava todos se arrumarem para partirem.

– Temos café da manhã, querem tomar? – questionou o homem.

– Ei – sussurrou Ling – Tenho novas informações! Temos que partir! – bradou levemente Ling.

– Olá senhor! – agradeceu a garota – Obrigado pela noite de descanso. Então Julian, vamos tomar café? – questionou.

O café da manhã seria simples. Pão assado na chapa, leite, café, chá para quem quisesse, frutas em geral, tudo muito nutritivo. As crianças não estavam ali. O homem estava sozinho. Porém, se resolvesse sair, o dia seria como o outro, o local, as pessoas, tudo seria da mesma maneira já informado. Não demoraria muito, seguindo à esquerda, para chegarem no centro da ilha. À direita, eles voltariam para o palácio do velho. Seguindo quase que em frente, o rapaz voltaria para a cabana onde foi encontrado.

– Ei! Olhe aqui! – mostrou Ling – Essa carta foi deixada para você, ao seu lado. Acho que é do velho! Leia! – afirmou entregando o papel para o marinheiro.

No papel, havia a seguinte mensagem:

O sol nasce dos lugares mais escuros. O que antes era total escuridão, agora resplandece sob o brilho do grande Deus iluminador de toda a nação. Entretanto, onde um dia já foi claro, como o brilho dos mais preciosos tesouros divinos, o sol se põe, pairando toda a tenebrosa escuridão. Seja o seu próprio sol. Ilumine onde haja escuridão, pois a pior situação é luz.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 3 EmptyQua 17 Out 2018, 16:29




Desperta o samurai, D'Capri ao trabalho

Julian D’Capri

Antes que o jovem pudesse tomar qualquer ação sua atenção agora era chamada por Ling, o homem o qual agora lhe alertava sobre ter conseguido novas informações, mas o médico se perguntava, novas informações sobre o que?

Julian mal havia acordado e já haviam várias coisas acontecendo, o cérebro jovial do marinheiro ainda tentava o despertar da bela noite que tivera, agora era o presente e ele devia tentar concentrar sua mente, para que ela pelo menos trabalhasse corretamente, assim que Asuna levantou o questionamento ao espadachim o mesmo não diria:
- Tome por mim… - Enquanto sua frase terminava, o samurai dirigiria sua atenção a carta, a qual Ling alertara.

O jovem lia e relia a carta, mesmo assim nada parecia se passar em sua cabeça, a situação para ele ainda estava turva e Julian não podia discernir que caminho era o mais certo a se tomar, portanto ele tentava analisar parte por parte da carta:
O sol nasce dos lugares mais escuros. - Que o garoto conseguia interpretar dessa parte era que o sentido da carta falava em trazer a luz a algo;
O que antes era total escuridão, agora resplandece sob o brilho do grande Deus iluminador de toda a nação. - A Julian essa parte somente é uma prece a algum Deus, mas isso poderia também, fazer alusão a vinda de alguém que traria luz para algum lugar;
Entretanto, onde um dia já foi claro, como o brilho dos mais preciosos tesouros divinos, o sol se põe, pairando toda a tenebrosa escuridão; - O interpretar do jovem o levava a pensar que essa parte dizia sobre algum lugar que antes já foi puro, ou bondoso, e agora se encontra repleto pela escuridão;
Seja o seu próprio sol. Ilumine onde haja escuridão, pois a pior situação é luz. - Nessa parte vinha ao garoto uma reflexão de si mesmo, o garoto que nunca teve uma motivação ardente agora havia se tornado apenas mais um homem de emoções retraídas, tentando lutar no mundo sem uma vontade, talvez fosse o forte dele, mas só o tempo diria isso.

Aquela carta ao garoto significava muita coisa, mas Julian podia não estar entendendo uma só palavra, e isso desanimava-o, mas quem nunca teve uma emoção grande não viria a ter agora. Assim que terminara de ler a carta o samurai dirigiria a atenção ao anfitrião.
- Senhor Su, seria muito pedir-lhe um favor? Poderia tomar conta de minha amiga? Tenho algumas coisas para resolver e ela tem que descansar.

Caso Su ou Asuna recusassem tal ideia, ou viessem com argumentos demonstrando sua insatisfação com a decisão do marinheiro, o mesmo apenas viraria o rosto com um pequeno sorriso no rosto:
Reação (Primeiro quadro):
 

- Tudo bem, tudo bem, vamos logo, temos que ir a um lugar.

Antes que pudessem partir o médico viraria para seu companheiro e perguntaria:
- Fale, quais as informações Ling?

Julian escutaria tudo que fosse dito pelo baixinho, e faria isso atento às palavras do homem, uma vez que tivessem terminado, se Ling houvesse fornecido alguma localização, o marinheiro a seguiria, indo na direção dita pelo companheiro, mas se Ling não dissesse nada a respeito de algum local o jovem teria que se contentar com as informações dadas a si, então seguiria diretamente para o palácio do velho mestre.

O jovem, agora com sua espada, Teinei, em mãos, seguiria em uma corrida até o palácio, ainda faltavam-lhe muitas horas de sono, e o garoto queria tirar esse atraso o mais rápido possível, uma vez no palácio o garoto iria até o local onde outrora fora julgado por um crime injusto, ou então pediria a Ling:
- Temos que encontrar o velho, nos leve até ele por favor.

Julian seguiria Ling até ser levado ao mestre, onde quer que ele estivesse, caso o espadachim viesse a encontrar o velho, ou Sung, seu aprendiz, o marinheiro dirigiria a palavra a ele:
- Que tipo de ganância pode se esconder em um tesouro? Como pessoas podem querer tanto algo a ponto de silenciar outras? - O jovem perguntaria em alto e bom tom, enquanto encararia nos olhos a pessoa a sua frente.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 3 EmptyQua 17 Out 2018, 16:53

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SUPERGIRL Theme Song || Cheguei Para Salvar o Jony Dia!Norio



Uma viagem bastante agradável foi o que tive em meu trajeto até chegar nessa nova ilha, que até onde me lembro é chamada de Karate Island. Me pergunto o porque de tal nome, quem sabe eu descubra no decorrer da minha estadia na ilha. Teria colocado um pé de cada vez para fora da embarcação e começado uma caminhada sem um rumo certo, pois tudo que me interessava é seguir adiante sem obter grandes problemas, ao menos não logo de cara, mas nunca se sabe quando será necessário impor minha justiça contra mal feitores...

—Uaaaah— Dou uma leve espreguiçada erguendo os braços e fazendo uns dois alongamentos com os mesmos. —O que será que me espera nesse novo destino?— Me questiono.

Com um olhar fixo no caminho que tiver em minha frente e um singelo sorriso esboçado no rosto, seguiria caminhando até chegar em algum local habitado. Arrumo as duas pistolas em meu coldre e jogo as madeixas loiras para trás, deixando com que minha aparência parecesse mais limpa, ao menos do rosto. Quando houvesse encontrando alguma área detentora de civis, procuraria de um lado para o outro por um estabelecimento que indicasse ser um restaurante ou servisse algum tipo de comida e, adentraria tal local.

—Ummm. Que fomeee— Resmungo ao me encaminhar até o balcão ou algum atendente. —Moço(a), gostaria por gentileza de um prato de comida com o que tiver de melhor!— Teria dito em um tom de gentileza e com as mãos juntas como se aquilo fosse algo realmente urgente.

Talvez o responsável pelo restaurante ou taberna pudesse ter alguma suspeita, já que sou uma estrangeira que ele nunca deve ter visto antes, então caso ele pedisse o valor em dinheiro da comida antes eu o pagaria, isto é, se eu estivesse com tal valor. E quando me fosse servido o alimento, pegaria aquela comida em mãos e seguiria até uma mesa com cadeira ou simplesmente sentaria no balcão caso o atendente puxasse conversa ou o resto do local já estivesse ocupado. E minha ação seguinte seria me por a comer, mesmo depois de ter feito um banquete no barco, já estaria sentindo fome de novo. Talvez eu tenha um buraco no estomago?  

—Ahhh, tudo bem. Acho que toda essa comida deve ir para meus seios, certo? Hihi.— Esperançosa em quem sabe obter uns volumes a mais onde não havia muito. —É o que me disseram uma vez, então deve ser verdade!— Obvio que sim...


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"A esperança é a última que morre..."

E caso em algum momento de minha caminhada ou no local em que estivesse, me fosse solicitada ajuda de alguém, pararia para escutar o pedido, pois como marinheira preciso ficar a disposição dos mais fracos... Sendo um pedido simples, eu pediria um tempo para ir comer e depois resolver o problema.



Objetivos e Informações:
 

Meu Histórico escreveu:

Nome: Noelle Eisenhower
Localização: South Blue - Karate Island
Post: 01
Ferimentos: -x-
Perdas: -x-
Ganhos: -x-
NPC/PLAYER: -x- 

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 3 EmptySeg 22 Out 2018, 00:18


Naquele dia que sucedeu várias aventuras animadoras de Julian, uma outra marinheira chegou na ilha do Karatê. O nome dela era Noelle. A garota despertando de seu sono passageiro, se deparava com a nova ilha que conhecia a frente. Sua barriga avisou que algum alimento devia preenchê-la, então, como objetivo inicial a garota procurou um estabelecimento responsável por isso. Andando de um lado a outro, a garota podia notar que havia um burburinho pela ilha ao verem a garota. Olhando principalmente seus trajes. A garota não sabia, mas o último marinheiro que havia pisado em solo marcial havia sido um tanto quanto infame ou, pelo menos, haviam lhe tratado assim. Ao encontrar um local intitulado “Cachorros Raivosos”. O cheiro era bom que saía de lá. Curiosa, a garota “adentrou”, já que era meio que um carrinho de comida com alguns assentos e uma tenda.

– OLHA O QUE TEMOS AQUI YANG! – bradou o homem de maneira um tanto quanto exagerada – TEMOS UMA MENININHA COM FOME! O MELHOR? É PRA JÁ!

– CERTO YING! – afirmou uma voz de dentro do local móvel – VOCÊ VIU MINHA ESPÁTULA?

O prato não demorou muito. O alto homem, um pouco “cheio”, robusto, não parava de olhar a garota, que estranhamente não lhe era comum. Após responder seu irmão, ele não se lembrava dela. Ao estar pronto, o referido Ying levou o cachorro quente imenso. Era uma massa feita de batata recheada com diversos tipos de carnes e outros tipos de animais e criaturas não imaginadas pela garota, com um molho delicioso e rapas por cima, dando o gosto final.

– Esse é o Esfolador de Estômagos! – bradou orgulhoso – Agora você pode… An? Você já acabou?! – questionou estático o garçom – Realmente, isso vai crescer seus peitos maiores que a da Mama Rasputcha! Lingahahahahahaha! OU YANG! – gritou o garçom – A MENINA JÁ TOROU UM ESFOLADOR!

– ESSA É DAS MINHAS! – bradou o rapaz da cozinha.

– Mas menina forrageira – riu Ying – Veio resolver o caso do roubo do tesouro? Ou para ajudar seu colega? – questionou.

Não tão perto dali, caminhavam Julian e Ling. Ambos já haviam partido da residência do ferreiro que haviam ajudado mutuamente. Asuna havia ficado tomando café na residência do homem, quase que contra a vontade, porém a fome havia falado mais alto. “Eu irei lhes encontrar logo após terminar de comer! Não fujam!” havia bradado ela antes de se separarem. Agora? Estavam os dois rapazes de alturas nada proporcionais andando. O baixinho careca informava ao espadachim o que havia descoberto.

– Eu ouvi dizer que houve uma movimentação estranha na cabana de ontem! Uma abuela minha mora perto! Digo, uma anciã mora próximo ao local e falou que um enorme barulho era ouvido perto! Acredito que tenhamos que procurar lá! – bradou Ling.

Prontamente seguindo o baixinho, a dupla voltou para o local onde tudo aquilo havia começado. Passando próximo a uma tenda de comidas, o cheiro de diversos tipos de carnes sendo fritados era fácil de sentir. Passando direto, logo chegaram na cabana. De fato havia um enorme buraco na “parede” dos fundos. Os pedaços de madeira estavam no lado externo, o interior estava todo bagunçado, caixotes quebrados. As passadas dentro, pelo menos as marcas, estavam por todo local e com os devidos cuidados podia se ver quatro tipos de passadas dentro, de diferentes tamanhos. Tendo sua atenção chamada, Julian podia ver o baixinho mostrando três objetos por ali.

– Olha só! – bradou Ling.

Estavam ali, jogados em meio aos escombros, uma espécie de bandagem suja de sangue, junto a um martelo de metal que estava jogado no canto do local. Também podia se notar uma espécie de espátula de alumínio amassada em outro lugar do local, assim como um rastro de sangue levando até a floresta. Não demoraria muito para o pé no saco do homem que havia prendido Julian anteriormente chegar. Ao notar que o marinheiro estava ali, o homem logo cerrava sua cara e ameaçava o garoto.

– Então você está envolvido?! – bradou o homem apontando com sua mão enfaixada pra o marinheiro – Sempre que tem problema você está envolvido! Forasteiro! O que está fazendo aqui!?

– Não dê bola, forasteiro! – pediu Ling – Vamos sair daqui! Ele vai inspecionar o local e não podemos piorar ou perder tempo!

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 3 EmptySeg 22 Out 2018, 15:15




O forasteiro Julian

Julian D’Capri

De tudo que havia acontecido ao jovem finalmente havia algo bom, a maré e o vento estavam a favor do soldado, que agora acompanhava o baixinho, o qual dizia saber onde poderiam encontrar provas de uma movimentação estranha da noite anterior.

Durante todo o trajeto até a cabana o marinheiro apenas se perguntava o que diabos seria uma abuela, ele esperava apenas que o significado não fosse tão sujo.

Uma vez estando no local o qual Ling havia falado Julian daria um breve bocejo, talvez por causa do sono, mas era mais provável essa ação ser algo relacionado a sua preguiça, certamente o médico preferiria uma cama, isso se a situação fosse outra, não que morrer fosse um problema tão grande, mas ele precisava recuperar a bainha infinita e sua outra espada, a Ninau.

O descanso para respirar não foi tão grande, demoraram-se apenas segundos até Ling mostrar ao samurai o que ocorrera naquele casebre, não que fosse algo difícil de se perceber, já que todo o estabelecimento estava destruído e vários objetos se encontravam espalhados, dentre eles o que mais chamava a atenção era de certo uma espátula, a qual o jovem se perguntava como esta havia ido parar ali, junto aquilo, havia também um martelo, e, o mais importante, um rastro de sangue, sinalizando a existência de algum ferido.

Várias opções passavam na cabeça do jovem, desde apenas um arrombamento, até um possível homicídio. Apesar de haver uma bandagem, isso não significaria que o rastro no chão seria do mesmo dono do item curativo, e ao se ajoelhar, para tentar analisar melhor a situação, o médico se depararia com os quatro tipos de “pegadas” indicando mais de um suspeito.

Infelizmente não havia mais tempo para que o marinheiro gastasse ali, ao chegar do jovem discípulo o mesmo já levantava seu tom, indicando sua indignação e suspeita sobre o samurai, que já esperava essa reação. Ao ser chamado pelo companheiro de forasteiro ele direcionaria sua visão a Ling.
- Agora sou “o forasteiro”?- Diria o jovem arqueando uma de suas sobrancelhas, indicando sua indagação.

Diante de tal situação não havia muito o que fazer, ele teria que ir atrás das pessoas que causaram tais danos a aquela propriedade, e as palavras de Ling já concordavam com os pensamentos de Julian. Perder tempo ali não podia ser uma opção, portanto o jovem nem mesmo daria atenção ao discípulo que ali estava, ele devia seguir caminho, porém antes de continuar o samurai ainda de costas apenas diria a frase que outrora pensou em dizer a Sung.
- O sol já não ilumina o templo Sung, a ganância roubou-lhe o brilho.

Dita a frase, Julian nem mesmo ficaria para escutar, ou ver, qual seria a reação de Sung, aquela apenas havia sido algo para que o discípulo refletisse, mas se o mesmo impedisse o marinheiro de continuar, exigindo explicação, então ele diria:
- Vocês me colocaram nesse jogo, então infelizmente estarei envolvido em tudo.

Agora o médico devia ir atrás do dono do rastro de sangue, o qual levava até a floresta, seguindo aquele rastro o jovem tentaria ser o mais rápido, mas também, o mais cuidadoso possível, sempre verificando seus arredores, perder tempo poderia provocar uma fatalidade, e não ser discreto poderia resultar em outra. Julian seguiria até onde o rastro fosse, e caso acabasse em alguma parte da floresta, o médico analisaria o lugar em volta e tentaria achar algum indício de uma edificação, como o jovem entende de botânica, poderia ser fácil se guiar pela mata para encontrar algo do tipo, se não houvessem indicações ou pistas sobre o paradeiro do rastro de sangue o espadachim tentaria verificar as plantas, para ver se suas folhas não estavam manchadas com sangue.

Se o samurai encontrasse alguma construção, ele se aproximaria vagarosamente desta, tentando não fazer qualquer ruído muito alto, e uma vez próximo o suficiente, o jovem procuraria tentar escutar algo, ou então ver algo, alguma movimentação, qualquer que fosse, uma vez verificado se havia alguém dentro do lugar, o jovem teria duas opções, entrar normalmente (caso não houvesse ninguém), ou procurar alguma forma de entrada secreta, ou mais escondida/menos movimentada.

Caso o samurai só pudesse entrar, sem ser secretamente, então ele o faria, sem problema algum, mas já o faria com a arma em mãos e sempre atento a cada passo, tanto com os arredores, quanto com armadilhas pelo chão, as quais poderiam ser ativadas a cada segundo, o espadachim não iria querer perder uma luta só por causa de uma armadilha.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 3 EmptyQua 24 Out 2018, 00:29

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Ao procurar por um estabelecimento para comer alguma coisa, acabei por encontrar na verdade um tipo de barraca. Bem, esse tipo de lugar me parece bem mais agradável do que os convencionais, sendo assim não veria nenhum problema em me alimentar ali. Para me atender, duas pessoas estavam de prontidão, ambos tinham nomes que pareciam combinar, talvez fossem parentes, certo? Bem, não posso tirar conclusões precipitadas. E tão logo me serviram, teria terminado minha degustação do famoso prato chamado de "Esfolador de estômagos".

—Obrigada por me atenderem, me chamo Noelle Eisenhower uma marinheira da justiça! E... O esfolador de estômagos...— Deixo um risinho escapar —Estava delicioso! Que nome engraçado...

Depois me foi perguntado sobre qual seria meu objetivo naquele lugar, e duas opções haviam sido apresentadas, uma delas a respeito de um tesouro e outra de procurar um marinheiro. As duas me pareciam bastante interessantes e peculiares, quem sabe eu não me interesso em ir em busca dos dois? Mas em minha cabeça eu ficava preocupada de que aquilo poderia me levar para alguma situação problemática, assim como as anteriores em que me meti, como ataques a barcos e zeppelins pegando fogo.

—Ummm, tesouro? com colega você quer dizer outro marinheiro, certo? Eu apenas estou de passagem, visitando algumas localidades do sul.— Faço uma pausa para lamber os dedos e qualquer resto de alimento neles, depois prossigo —Poderia me falar mais sobre esse outro marinheiro? como sua localização talvez. Gostaria de ir me apresentar para ele, afinal pode ser um superior precisando de apoio.

Agradeço com um encurvar de cabeça para qualquer informação que pudesse ser me dita e, após realizar o pagamento, sigo em passos normais para onde pudessem ter me orientado para ir. Revisando quando possível as informações em minha cabeça para não esquecer, e se existisse algum nome de estabelecimento ou pessoa em tais informações, quando me sentisse perdida, ou seja, quando não tivesse chegado no local falado, abordaria algum civil o perguntando. -Sabe onde posso encontrar isso? Agradecida- Uma pergunta simples seria o suficiente eu imagino. Mas não recebendo nada que me ajudasse a encontrar o meu suposto colega, apenas perguntaria as pessoas as quais vou encontrando em minha caminhada sobre alguma informação.

—Estou procurando um outro marinheiro, caso alguém puder me ajudar eu fico grata!— Digo para um ou outro civil na rua que estivesse disposto em me auxiliar —Acredito que ele deve estar usando roupas como as minhas, brancas com azul.

Manteria cautela para algum acontecimento repentino, como uma abordagem com intenções de me machucar ou algo que oferecesse perigo, mantendo distancia e sacando minhas armas para me preparar de imediato. Não toleraria nenhuma injustiça caso avistasse algo do tipo, indo sem cerimonias até onde está estivesse ocorrendo.   




Objetivos e Informações:
 

Meu Histórico escreveu:

Nome: Noelle Eisenhower
Localização: South Blue - Karate Island
Post: 02
Ferimentos: -x-
Perdas: -x-
Ganhos: -x-
NPC/PLAYER: -x- 

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 3 EmptyQui 25 Out 2018, 16:13

– Passeando? – questionou o homem intrigado. Para o atendente, uma garotinha daquelas viajando pelo Sul era algo sem pé nem cabeça, talvez até meio estranho, porém atendendo outro homem que havia entrado, ele respondeu o questionamento de Noelle – Bem, disseram que ele chegou ferido na ilha e é mais traiçoeiro que cem cobras. Ele desafiou a palavra do velho e afirmou que não roubou o tesouro. Está complicada a situação dele… Não sei onde ele está, e nem pretendo me meter com esse homem, principalmente depois dele ter ficado naquela cabana, digo… E o senho, o que deseja? – questionou o garçom ao outro persona que estava ali. Após pagar pelo lanche consumido e sair dali, a garota rumou até encontrar Julian, mesmo não sabendo de quem se tratava. Ao longe, a garota ouviu uns gritos vindos da direção que indicava a floresta.

[…]

Não tão longe dali, mais um embrolho acontecia entre o marinheiro e o capacho do velho “dono” da ilha. Calmo como sempre, Di Capri respondia Sung de maneira que inicialmente deixava-o branco de medo, mas que depois, gaguejando, voltava a tentar se impor. Aquele ditado lhe trazia algum medo ou susto pelo menos e isso foi percebido por todos. – É bom que eu não te veja por essas bandas! Ou se não eu tratarei do assunto do mestre primeiro que o veneno que está no seu sangue, SEU LADRÃO! – bradou o homem, mas Julian mal deu bola para as coisas que o nervoso inimigo proferia.

Saindo dali e indo em direção ao rastro de sangue, que ali era seu guia, Julian tentava ser o mais cuidadoso possível, mas isso em uma floresta era só para quem tinha o tempo necessário de vivência em tal coisa. Seguindo o mais sorrateiramente possível, o rapaz logo se deparou com um barulho de galhos quebrando. Ao olhar notou que era Ling, que sem graça sorriu e desculpou-se. Prosseguindo, o rastro ficava mais largo, como se estivessem se aproximando e, novamente, o barulho de galhos quebrando foi ouvindo e, novamente, havia sido Ling, que novamente desculpou-se. Por fim, o rapaz havia encontrado a causa daquele sangramento. Encostada em uma árvore, estava a carcaça de um cervo já em estado de decomposição iniciado. E mais uma vez, o barulho de galho quebrando foi ouvido e olhando para Ling, o baixinho, assustado, respondeu que dessa vez não havia sido ele.

– WOOOOOOOAAAAAAAAHHHHH!!!!!!!!!!!!!!

Rugiu um enorme urso. A criatura rumava em direção a Julian com enorme fúria. Era tão estrondoso seu rugido que o estrondo de suas pesadas passadas eram coberto, mas o alvoroço causado ali era grande. A direita, a dupla podia ver uma cabana, porém, era como se houvesse um declive até chegar nela. Mais a cima, estavam as árvores maiores. Voltando, a dupla retornaria para a cidade. Ling, estático de medo, olhava a aproximação do urso sem reação.

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MensagemAssunto: Re: As mil espadas - As mil ondas   As mil espadas - As mil ondas - Página 3 EmptyQui 25 Out 2018, 20:16




Urso a frente! Oscar à vista! D’Capri em ação

Julian D’Capri

Sung, de certo, agiu com mais estranheza que anteriormente, e isso já fazia o jovem samurai quase confirmar suas certezas, talvez fosse cedo demais, ou tarde demais, mas até que a investigação esteja completa o soldado tinha um trabalho a fazer, pelo bem de sua reputação era bom que ele completasse sua tarefa, os itens que encontrara mais cedo lhe faziam pensar o propósito de estarem lá, o que uma espátula de alumínio fazia ali? E o martelo? As bandagens eram para feridas, claro, mas os outros itens não faziam sentido, ou faziam?

Sem muito tempo para pensamentos, o caminho continuava, embora o silêncio houvesse sido quebrado, graças a Ling, que com sua tentativa de permanecer em silêncio, incrivelmente, trazia mais barulho em suas ações, Julian não podia culpá-lo, ele estava fazendo o que podia, e estava sendo de tremenda ajuda ao marinheiro, mesmo assim, isso não o pouparia de receber um olhar de desaprovação do jovem espadachim.

Caminhando pela floresta, e mais uma vez tendo sua posição denunciada por Ling, ambos acharam o corpo do ferido, um cervo, mas este já se encontrava morto e em estado de decomposição, felizmente nenhum ferido, e isso é muito bom, mas igualmente ruim, não haviam mais pistas para se seguir dali, ou qualquer sinal de outras pessoas por perto, quem sabe aquele animal morto foi caçado por algum humano? Difícil dizer.

O espadachim até havia planejado checar o animal morto, para tentar certificar-se qual havia sido a causa de sua morte, mas sua concentração fora interrompida por Ling, com seu péssimo hábito de quebrar galhos enquanto tudo permanecia em silêncio, e mais uma vez o médico encararia seu pequeno companheiro, com um olhar quase que dizendo “De novo?”

Infelizmente para o samurai não havia sido Ling quem havia quebrado o galho, seu olhar recheado com medo deixava isso bem claro, agora cabia ao marinheiro descobrir a origem do barulho, pelo menos não houve muita dificuldade em achar o culpado, já que ele mesmo se apresentou, um grande e amedrontador urso, mesmo calmo os olhos de Julian mostravam uma certa surpresa, uma criatura selvagem e incrivelmente forte estava a sua frente, sendo que a única coisa que se passou pela cabeça do jovem, foi a semelhança entre o marinheiro e aquele animal, já que o urso é visto como símbolo da preguiça.

Esse agora era um caso de vida ou morte, mas julgando pelo tamanho da criatura era só questão de morte mesmo, o jovem sabia que ursos são extremamente ágeis, então correr não ajuda, e muito menos escalar, era nessas horas que o garoto agradecia às revistas de curiosidade, as quais ele acabava encontrando com seus colegas pela faculdade de medicina.

- Fudeu. - Foi a única palavra que saiu da boca do jovem, antes de ele pensar em algo para dizer. - Ling! Corre pra cidade, vou ficar aqui, se eu morrer… Foi bom te conhecer.

Caso o velho não se mexesse, ou não mostrasse sinais de que iria reagir, o samurai esbarraria propositalmente nele, para fazê-lo, ou cair, ou tirá-lo do transe em que se encontrava. Se Ling saísse dali ou não, agora já não importava, pois a luta começaria, porém, antes de se preparar para o combate, o jovem tentaria ficar nas pontas dos pés, com os braços abertos e com a katana, já fora da bainha, apontando para cima, Julian queria testar se isso intimidaria o urso, ou pelo menos o atrasaria, causando confusão mental no mesmo. Ao ver o urso o garoto associaria aquele cervo morto a sua presa, então o mais adequado a fazer era: recuar lentamente. E ele o faria, enquanto mantinha a pose, e enquanto o jovem fazia isso, ele também tentaria gritar, ou fazer barulhos altos e grossos, para desnortear o animal.

Caso nenhuma das tentativas houvesse dado certo, então o jovem espadachim manteria a calma e entraria em posição de combate, numa pose igual a de antigos samurais, deixando os braços na altura da testa, e com a ponta de sua nova katana apontando para seu oponente.
Pose:
 

Começada a fase de batalha, o jovem esperaria o urso chegar o mais próximo possível para realizar sua movimentação, e assim que o urso estivesse bem próximo, cerca de 1 metro, o samurai tentaria realizar um rolamento em diagonal para a frente, caso ele fosse bem sucedido em sua esquiva, atacaria o urso logo em seguida com um corte em diagonal, de baixo para cima, aproveitando o impulso do rolamento, e mirando em uma das patas traseiras do animal, e realizado seu golpe, obtendo sucesso ou não, o jovem faria outro rolamento, esse para tomar distância do urso e tentar evitar um possível ataque.

Se o urso em algum momento conseguisse atingir o jovem, Julian tentaria realizar um rolamento para trás, mesmo que estivesse de costas no chão, se estivesse de bruços, o jovem tentaria rolar para o lado, isso seria para tentar evitar que o urso ficasse em cima do jovem, ou então para evitar outros ataques, o samurai sempre tentaria fazer rolamentos “fechados” esses facilitariam um pouco a vida do jovem, já que ursos são grandes, eles demoram um pouco para virar, seria uma vantagem de apenas poucos segundos, mas era melhor que vantagem nenhuma.

O urso poderia não estar percebendo, ou pensando no que seu oponente estaria tentando fazer com suas esquivas, os rolamentos não eram apenas para ganhar tempo e espaço, mas também estariam servindo para que o jovem se aproximasse da cabana de pouco em pouco, cada rolamento o faria estar um pouco mais perto daquele local, pelo menos o palno dele era este. Caso o urso conseguisse agarrar Julian pela perna, ou por alguma parte do corpo, e tentasse o arrastar para longe, ou só tentar matar o espadachim, o jovem tentaria golpear no focinho ou nos olhos do animal, para tentar se libertar.

Se o urso ficasse em duas patas para atacar, o samurai aproveitaria a chance, e com uma exclamação gritaria o nome de sua técnica:
- THETA!

O espadachim avançaria contra o urso com toda sua velocidade e tentaria acertar o mesmo com um corte horizontal na barriga, uma vez feito isso, Julian passaria direto pelo urso, indo para trás do mesmo e esperando uma reação dele, se houvesse uma abertura, o médico iria de encontro a cabana, ou pelo menos tentaria diminuir a distância com a mesma, sempre prestando atenção aos arredores, já que o urso poderia, novamente, ir para cima dele. Caso o animal tentasse golpear o marinheiro com suas garras, ele tentaria esquivar ao invés de se defender, como o bicho era maior e mais forte, uma defesa utilizando a espada poderia mandar sua arma para longe, e perder aquele item podia lhe custar a vida.

Manter uma distância segura, e tentar se aproximar da cabana, eram os principais objetivos do garoto, mesmo assim, se manter vivo era o objetivo primordial, claro, sem um não há o outro, Julian somente atacaria caso houvessem brechas, e seus ataques se concentrariam principalmente nas patas traseiras do urso, para tentar o fazer perder equilíbrio, estabilidade e mobilidade, mas até achar uma, ele apenas tentaria esquivas, para não correr riscos desnecessários, jogar seguro era o melhor modo de jogar.

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Última edição por jonyorlando em Ter 13 Nov 2018, 15:45, editado 1 vez(es)
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