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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 7 EmptySex 17 Ago - 16:18

Relembrando a primeira mensagem :

Imperial Advent

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Lars Sparkbolt e Kyo Full Buster. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 7 EmptyTer 13 Nov - 18:47

Chanting Hatred




 Magnus esperava poder colocar sua mente em ordem, só que isso não estava nos planos de sua oponente. A garota que o enfrentava negou a sua oferta, além de propositalmente colocar as duas companheiras do jovem pra enfrentar-lo diretamente. Magnus se sentia desprezado, e isso fez com que ele traduzisse toda aquela tempestade de sentimentos... Em ódio. Porém, mesmo no limite da razão, ele sabia que tinha prioridades.

– Já chega de ser bonzinho... – Ele pensou, espremendo com toda sua raiva, a sua katana, ainda guardada em sua bainha.

Magnus focalizou toda sua raiva na direção de um individuo: A garota com os poderes místicos, mas a sua raiva pra cima dela vinha pelo fato dela estar protegendo aquela que ele jurou prender.  Ele sabia que ela era a única que merecia ser julgada por culpa e entendia que devia se convencer de que nem todos mereciam piedade, mas isso ia muito além de sua lógica. Sua cabeça parecia estar funcionando ao extremo e mesmo doente, ele estava dando seu melhor pra ser útil naquela situação.

Sua breve analise o fez perceber que o cansaço e a exaustão são os principais fatores que determinam quem pode ou não ser manipulado por ela. Infelizmente, ele lembrou que a doença que ele não tratou pelo bem de ajudar Xiomara, estava afetando seu desempenho e drenando sua energia. Seu estilo de luta demanda muita estâmina e seu bloqueio não era tão efetivo a ponto de apenas esperar a Mayu ou a Maximilliam se cansar e partir pra cima. Ele sabia que devia esperar ela abaixar sua guarda no meio de um ataque, e contra atacar usando sua velocidade superior.

Para neutralizar sua companheira, Magnus pretendia usar uma rasteira e se não fosse o suficiente, ele a empurraria, visando derrubar-la. Seu timing tinha que se adaptar a sua companheira tunada. Ele bloquearia os possíveis golpes de sua companheira, já sabendo que seu estilo de luta gira em volta de chutes poderosos, esperando por um chute alto que lhe a deixasse exposta o suficiente para ele encaixar a rasteira. Magnus tinha noção que não seria uma tarefa fácil, mas pelo bem da Mayu, ele pretendia aguentar o tranco. Logo em seguida, ele partiria para cima da soldado Maximilliam e enquanto olha dentro de seus olhos, ele se moveria como se quisesse apenas evitar-la para no fim, tentar usar de uma finta para fazer-la abaixar a guarda e lhe atingir no queixo com a Aldebaran, usando toda força. Talvez aquilo não fosse o suficiente, então ele prosseguiria a atingindo na barriga e novamente o seu queixo.

Magnus tinha noção que não conseguiria enfrentar as duas ao mesmo tempo, ou uma delas junto de um dos outros marinheiros sendo manipulados, então, se esse fosse o caso, ele se afastaria, e executaria esquivas simples para evitar os golpes mais básicos e mitigar o dano e bloqueios com sua arma, para golpes certeiros. No caso de ter que enfrentar frente a frente a marinheira Maximilliam, ele procuraria manter uma distancia no caso dela poder lhe contra atacar, dando passos para dentro e para fora de seu alcance, lhe atingindo com ataques rápidos se ela tentasse se aproximar. Ele também prestaria atenção na Xiomara, que podia lhe avisar de possíveis ataques e caso fosse atacado por quaisquer marinheiros adjacentes ou até mesmo se fosse atacado diretamente pela garotinha, ele se esquivaria de maneira simples, caminhando para longe de Mayu e Maximilliam e tentando novamente a sua abordagem direta se fosse possível. Se os marinheiros controlados estivessem atrapalhando demais, ele tentaria derrubar cada um, os atingindo com três estocadas velozes contra sua barriga.

No fim, se ele conseguisse passar pelas duas, ele tomaria cuidado para que a garota ou algum marinheiro puxasse uma arma de longa distancia para atirar contra ele de forma sorrateira. Se por acaso ele visse uma arma ou ouvisse um disparo sendo efetuado, ele viraria na direção que o disparo fora efetuado e giraria sua katana o mais rápido que pudesse.

Se não tivesse interrupções, ele avançaria na direção dela, tirando a sua katana da bainha. Em meio ao seu avanço, ele esticaria seu braço esquerdo, segurando a bainha de sua espada na direção dela, como se fosse atingi-la com aquilo enquanto estica seu braço direito para trás, fingindo preparar outro ataque que estaria sendo ocultado pelo primeiro. Se ela caísse em um dos truques do rapaz, Magnus lhe atingiria com chute, bem na barriga com o bico do pé, visando jogar-la pro alto, enquanto guarda sua espada em sua bainha. Logo em seguida, se ele fosse bem sucedido, ele saltaria e lhe atingiria com uma joelhada usando a outra perna, combinada de uma cotovelada. Aproveitando o momento, ele pegaria a Agnis e a puxaria com toda a força e velocidade, para atingir sua oponente com o cabo da arma. Magnus então prosseguiria guardando Agnis novamente e em seguida, ele chutaria sua oponente de novo, com a intenção de jogar-la mais alto ainda. Com ela ainda no alto, Magnus  apontaria Aldebaran para o alto e executaria uma série de estocadas com Aldebaran ainda guardado em sua bainha. Ele seguiria com esse ataque até que se sentisse exausto, e quando isso acontecesse, ele deixaria a garota cair para lhe tentar lhe atingir com mais um chute pra manter-la no alto, só que dessa vez, seria o ultimo, pois ele finalizaria colocando Aldebaran junto de sua cintura e entrando em posição para tentar atingir-la com um Seijaku.

Se ele fosse bem sucedido em derrotar a garota, ele apenas se agacharia e descansaria um pouco.  Se não, ele apenas se afastaria e repensaria seu plano.

Técnica possivelmente usada:
 

NPC ACOMPANHANTE:
 

Legenda:
 

Histórico do Gezão:
 
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 7 EmptySex 16 Nov - 16:29




Imperial Advent



......Os marinheiros estavam numa situação complicada, Kyo e Lars no meio da fumaça contra a dupla criminosa enquanto Magnus estava lutando contra uma garotinha que usava o corpo daquela que ele havia prometido proteger.
......Mayu lançou um poderoso chute circular na altura da cabeça de Magnus, felizmente o marinheiro já estava prevendo o golpe e conseguiu evitá-lo, aproveitando para realizar uma rasteira na sua companheira. A mulher caiu no chão de costas e ficou claro que a força do impacto havia tirado o seu fôlego por alguns segundos, não que isso impedisse o seu corpo de continuar a mover, mas parecia que a aura que emanava havia se esgotado. A razão disso estava em Rin, que havia deixado Max completamente KO. - Já percebi o seu ponto fraco. - disse Rin para Magnus - Os corpos podem estar sendo controlados, mas se estiverem completamente esgotados movem-se mais devagar. - imediatamente Rin correu na direção de alguns piratas que tentavam fugir enquanto os marines lutavam entre si.
......Magnus, sem hesitar foi na direção da pequena criminosa tirando a sua arma da bainha, fazendo-a recuar cheia de medo. Mas tudo apenas para um sorriso tenebroso aparecer no seu rosto - Olhe para trás. - nesse momento Mayu acertou um poderoso pontapé no ombro esquerdo de Magnus que o empurrou para a frente, a garotinha esquivou-se dele e voltou para trás de Mayu - Sabe, você parece estar bem lerdo… - a garotinha levantou a mão na sua direção, e começou a mexer os dedos, nesse momento Magnus largou a sua arma. - HAHAHAHAHAHAHA! - riu a garotinha. Magnus não conseguiu mover o seu corpo por alguns segundos, mas por algum motivo a garota voltou a perder o controle que tinha sobre ele.
......A garota estava ofegante e caiu no chão de joelhos - Não… Ainda não… - então ela apontou para um pirata e, à medida que ele caia no chão inconsciente ela se levantavam novamente, porém cheia de energia - Vamos ao round 2? - Antes que ela pudesse voltar a controlar Mayu ou Magnus, Mayu se lançou a ela e prendeu as suas mãos. - PARE ELE AGORA! - gritou Mayu. A garotinha estava contra a parede e Mayu estava entre a garota e Magnus, a criminosa se debatia sem parar e parecia que Mayu não aguentaria muito tempo segurando as suas mãos, que estavam algures entre a cintura e o peito de Mayu pela posição dos braços da sua companheira. - ACABE COM ELA ANTES QUE ELA ACABE CONNOSCO! - Magnus apenas tinha tempo para se levantar e atacar uma vez, Mayu estava de costas para ele, Magnus tinha que pensar numa forma de parar a garota mas parecia que seria muito fácil magoar a sua colega no processo.

......Enquanto isso, no exterior do QG, Lars e Kyo tinham que se preparar para lutar em conjunto no meio da fumaça de Arko e Angel. Kyo, sem pensar duas vezes investiu na direção dos fogos verdes achando que os oponentes estariam juntos, porém enganou-se e utilizou as suas técnicas apenas em Angel. A mulher levou quase todos os golpes, conseguindo bloquear o último com os cotovelos, nesse momento Arko apareceu por detrás de Kyo e agarrou ele, deixando Angel livre para dar uma joelhada no seu estômago e deixando as suas roupas com as suas chamas verdes. Aproveitando a impaciência de Kyo, Lars enfiou a sua espada no chão com trovões para atrair a atenção dos oponentes, infelizmente eles estavam mais entretidos em acertar Kyo com seus punhos e joelhos, mas nesse momento o chão em volta deles virou uma espécie de meleca, parecia ser castanho e a sua textura lembrava musse.
......-Mas que raio?! - disse Arko perdendo o equilíbrio. A fumaça começava a levantar e Lars conseguiu identificar Arko perdendo o equilíbrio, aproveitou então para realizar uma estocada que acertou o estômago do pirata  que rapidamente recuou dos dois marinheiros.
......Assim que o fumo se dissipou, Kyo e Lars perceberam que os marinheiros que haviam vindo de dentro da prisão estavam caídos no chão rindo, mas era um riso de alívio misturado com um choro de arrependimento. Parecia que já não estavam no controle da garotinha - Rendam-se criminosos - gritaram alguns marinheiros pegando em mosquetes e apontando para Arko e Angel. - Estão cercados! - Nesse momento Angel lançou chamas em sua volta para o chão, criando um círculo de chamas degenerativas. Os marinheiros então dispararam mas nenhuma bala passou para dentro do círculo - Temos todo o tempo do mundo. - disse Arko sorrindo, porém cuspindo um pouco de sangue - Temos um plano B. - Arko e Angel pareciam cansados mas não iriam desistir tão facilmente, parecia que estavam dispostos a lutar até a morte.

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Off: Vi que essa parada da fumaça n funcionou da forma que eu pretendia, então decidi tirar. Não vale a pena prolongar muito as lutas, afinal ainda há mais uma missão a ser cumprida.
Nota: Roupas do kyo estão se degenerando, não irá passar para o corpo, mas se tomar mais um hit farei ele acertar na carne e terá consequências permanentes, trabalhem melhor as esquivas e bloqueios.


Numero de marines "inimigos" no exterior: 0
Numero de marines "inimigos" no interior: 0
Numero de marines aliados no exterior: 9
Numero de marines aliados no interior: 8 (n contando Rin, nem Mayu e nem Max)

Raio do circulo de fogo - 5 metros

____________________________________________________

~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 7 EmptySeg 19 Nov - 22:58

Dançando Na Escuridão - Parte IV

Eu não vou mentir, minha situação estava um tanto quanto preocupante. Por mais que eu estivesse tentando manter ali uma imagem confiante, parecia que as merdas ali só estavam escalonando. Todos os nossos planos haviam falhado, e por mais que tivéssemos conseguido segurar os dois criminosos, ainda infelizmente estávamos dançando na palma de suas mãos. A prisão foi invadida de forma tão fácil que parecia que havíamos posto espantalhos para fazer a guarda, vários soldados viraram lolicons escravocetas graças à (segunda) garotinha, Arko havia saído do prédio junto de Angel e, mesmo que eles houvessem sido cercados, a vantagem ainda era claramente deles. Eu sinceramente não sabia sequer se sairíamos dali vivos, quanto mais com os prisioneiros capturados. No final, o plano de Gê de fazer ela lutar no nosso terreno não deu muito certo, mas eu não o culpava, a intenção ao menos havia sido boa.

O problema principal daquela invasão bem sucedida deles, entretanto, não havia sido o jeito como a guarda havia sido ludibriada, e sim os poderes de Angel e sua filha possuíam. Se as duas fossem apenas pessoas normais, e com normais eu quero dizer "sem poderes", nos poderíamos as render com vantagem nos números que possuíamos graças aos soldados e sargentos alocados, mas super-poderes como aqueles viravam completamente a balança de poderio pro lado das duas. Eu não imaginava que fosse enfrentar logo de cara na Grand Line alguém com poderes de hyper degeneração, na verdade eu não imaginava sequer encontrar alguém com poderes, já que nos blues aquilo de akumas no mi parecia nem existir. Talvez fossem frutos de árvores raras existentes na Grand Line? Talvez sim, ou talvez não, infelizmente isso não importava. O que importava é que eu teria que dar um jeito de vencer de uma usuária de chamas degenerativas, sendo que minha única bagagem de conhecimento de poderes era um cara que arrotava o alfabeto. É, não ia ser uma batalha fácil, mesmo que eu tivesse recebido uma suposta Akuma no mi também.

Em meio a fumaça gerada por nossos dois inimigos era fácil identificar as chamas verdes da senhorita pó de anjo, isso normalmente poderia ser algo bom, se não fosse um indicativo claro de que ela estava as usando, o que por sua vez não era algo tão animador. Embora Manchinha aparentemente não quisesse lutar em dupla, ao menos ele tinha culhões para se jogar pra cima de chamas que podiam matar ele, e eu dava certo mérito a ele por bravura - Esse dai tem coragem - Murmurava para mim mesmo ao ver a cena. Eu não queria correr para cima e tirar a atenção do cara, porque isso poderia fazer ele ser atingido pelas chamas, mas de qualquer modo naquele ritmo não demoraria para isso acontecer. Eu até tentei chamar a atenção dos dois com os trovões da minha bainha, mas, bom, eu acho que no meio de uma tempestade, alguns raiozinhos pequenos não eram lá muito chamativos.

Naquele ponto eu já havia me contentado que teria que arriscar um combate a curta distância com Angel, mas eu não contava com um estranho evento que mudaria um pouco o rumo daquela batalha. Aquela substância marrom e meio gosmenta que havia surgido no campo de batalha era um tanto suspeita, mesmo que tivesse me dado uma brecha pra atacar Arko. Ao olhar mais atentamente reparei que a coisa marrom se estendeu a partir da minha espada - Será que...? - Aquilo... Era o poder da tal Akuma no mi que Carlos havia me dado? Eu não sabia bem o que achar daquilo ainda, então me restringi à primeira pergunta que se passou pela minha mente: o que diabos era aquela coisa marrom? Após me afastar dos criminosos, rapidamente pegava um pouco para análise; aquilo tinha uma consistência um tanto, bom, flácida, mas me era estranhamente familiar. Em meio ao combate, eu sabia que não teria muito tempo para ficar analisado aquilo, e como o cheirar seria extremamente difícil devido à chuva e a terra molhada, me restou apenas uma opção: experimentar. Eu me sentia um bebê pondo uma sustância misteriosa na boca, mas eu não tinha mais muitas opções, mas realmente esperava que eu não me arrependesse dessa decisão - Que não seja diarreia, que não seja diarreia, que não seja diarreia...! - Eu sussurrava para mim mesmo conforme rapidamente aproximava uma pequena quantidade da substancia marrom da boca. Pus tudo de uma vez, e, felizmente, não foi tão ruim quanto eu pensava. Pela textura, aquilo era com certeza comestível, mas o gosto era tão fraco que fincava difícil saber o que exatamente era. Musse? Sorve-te? Calda? De Chocolate? De Nozes? Talvez a chuva houvesse diluído ainda mais o gosto, mas ao menos eu sabia que aquilo era comida.

Várias informações passavam rapidamente pela minha cabeça, de como aquilo havia aparecido e o que havia aparecido. Eu conseguia criar só aquela coisa que parecia musse ou outras comidas também? Eu precisava da espada ou poderia fazer com as mãos ou outras armas? Era muitas perguntas que eu não conseguiria responder no meio do combate, ainda mais tendo que lidar com os poderes dos adversários, mas aquilo ainda assim me dava uma nova chance de vencer meus oponentes. Aquela barreira de chamas que Angel criara há pouco para nos separar dos Marines que havia saído do controle da pirralha podia até nos prender, mas podia ajudar a limitar eles também, o que me deu uma ideia, uma ideia onde precisaria confiar em Manchinha e nos meus mais novos poderes.

Aproveitando que Manchinha estava junto dos inimigos para os segurar e que o meio da arena estava coberto daquela não-diarreia escorregadia, eu recuaria até ficar próximo ao canto da arena, mas não próximo demais das paredes de fogo, botaria minha espada no chão e rapidamente iniciaria uma corrida ao redor da queda arena, riscando a espada no chão quase como se tentasse cortar um círculo do chão que pegava quase toda a mesma. Enquanto corria, tentaria me concentrar em visualizar um grande chiclete, como se para tentar transformar a área delimitada na substância. Se desse certo, eu talvez pudesse criar uma mini areia movediça de chiclete para prender os dois no chão, mas no mínimo conseguiria os prender no chão. Se não desse certo e meu poder não funcionasse desse jeito, bom, ao menos eu encheria a "arena" daquela substância marrom para atrapalhar os dois. Em ambos os casos, porem, Manchinha podia acabar sendo prejudicado, então, durante minha volta ao redor da arena, caso estivesse terminando o círculo e fosse passar por traz do mesmo, com os inimigos do lado oposto, gritaria para ele - RECUE, AGORA! - Logo antes de completar o círculo, dando certo espaço para o mesmo recuar sem pisar no chiclete ou substância marrom caso visse que ele me escutar e recuou. Caso ele não ouvisse, bom, problema era dele, eu havia avisado. Aquela era uma estratégia para derrubar os dois inimigos, um aliado ir junto era o menor dos meus problemas.

Caso, durante meu contorno à arena, um dos dois criminosos conseguisse vir até mim e me atacar, tentaria bloquear com a minha espada leve, passando a que riscava o chão rapidamente para a esquerda e tentando bloquear mantendo a lâmina inclinada, para fazer possíveis ataques deslizarem para fora ao invés de dar brecha para me empurrarem contra as chamas. Caso quem atacasse fosse Angel com suas chamas, eu também seguraria minha capa e puxaria, pondo-a na frente do corpo para tomar as chamas no meu lugar. Em ambos os casos, eu prosseguiria com uma estocada nas pernas ou ombros deles para tentar afastá-los e prosseguir a corrida cortando o chão. Caso eu tomasse um ataque, tentaria contra-atacar chutando um pouco cima da cintura, no centro de gravidade do mesmo, para o fazer desequilibrar, recuar e cair, para eu então prosseguir o corte. Caso a estratégia desse certo e eu conseguisse afundar eles em chiclete, mas não tanto, e o combate continuasse, eu rapidamente faria um corte no meu braço esquerdo e derramaria sangue na sola dos meus sapatos, já que chiclete não derem bem em substâncias molhadas, e adentrar discutas os mesmos para tentar acertar ataques com a parte chata da espada, especialmente na nuca,  visando os desmaiar.  
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 7 EmptyTer 20 Nov - 4:04


Às vezes tudo o que se precisa fazer é fazer o que não se quer fazer

Degeneração, palavra bem complexa de se dizer, talvez nem devia ser dita por ninguém, já que se trata de uma palavra tão chata, mas infelizmente ela faz sentido, sentido este que acompanha cada ser em sua jornada que por definitivo o leva para o seu fim, infelizmente este aspecto acabou se perdendo com o tempo, não que isso seja uma coisa boa ou ruim, mas apenas uma coisa, algo a se lembrar, mas jamais se esquecer, mesmo se esquecendo, seria isto apenas uma coisa, ou algo assim. A partir deste momento existem critérios ao qual foram transpassados pelo destino, coisas que aconteceram e ativaram as demais coisas, a loucura em conjunto ao cotidiano abalado, coisas estas que aconteceram não por se ter planejado alguma coisa, mas sim pela falta de planejamento, algo que poderia ser observado se fosse sua culpa, o que não era o caso naquele momento.

Indo de encontro ao assunto central, Arko era seu nome, um fora da lei ao qual estávamos lutando para que não escapasse, o que não era totalmente verdade visto de um ponto mais especifico, talvez um ponto de vista próprio ou não, o que era certo ali é que em vista de tais atitudes merecia não só apodrecer na cadeia como também levar uma bela surra antes, infelizmente isto não era tão simples, sendo ele um grande mentiroso, dizer que fazia as coisas sozinho realmente o transformava em um tipo de pessoa das piores, o que de certa forma era irrelevante visto de um ponto no qual praticamente ninguém confiaria em outra pessoa que não conhece, um sentimento completamente selvagem, mas ao mesmo tempo compreensível.

-Devo dizer que estou um pouco decepcionado com você, Arko- Dizia enquanto olhava com um olhar desanimado para Arko, neste ponto já estava afastado do mesmo, visto que, eles estavam agindo daquela forma, uns passos depois e já estava um pouco mais perto de seu aliado, depois daquele desapontamento, não viu outra forma de continuar a não ser ficando mais próximo de seu aliado, talvez como forma de retirar aquele clima de decepção de si mesmo, ou apenas equilibrar as coisas, não sabia ao certo o que poderia ser, sua mente naquele momento estava nebulosa como se fosse uma tempestade, a situação estava tão feia que já era praticamente algo sobrenatural falar daquela forma.

Uma voz severa soou em sua audição vinda de próximo, e com exatamente muito pouco tempo de reação depois, quase que instantâneo, um pulo em sua máxima plenitude para encurtar sua distância com Lars era aplicado, para que assim, na distância atual pudessem se falar de forma a não ter de aumentar seu tom de voz. -A, então é você, não havia te percebido antes, apenas sua voz- neste momento da fala por sua parte poderia ser percebido um tom de decepção em seu rosto. -Então ao menos... devemos continuar isso aqui e acabar logo de uma vez- neste momento o tom de decepção sumiria dando lugar a uma risada esquisita, insana e que chegaria até a ser estranha de se ver para quem não é acostumado a ver algo assim.

Primeiramente estando a par da situação e próximo de Lars, seus olhos se mantinham afiados na direção de seus inimigos, mas parecia não querer partir para cima dos mesmos sozinho, então a opção no momento seria contornar esta situação se aproveitando de seu aliado que por si só partiria provavelmente para cima de seus inimigos e então assim sendo iria junto, como uma sombra, espelharia seus movimentos seguindo um pouco afastado em uma velocidade reduzida para que assim pudesse interceptar ataques inimigos que pudessem vir de algum ponto onde pudesse ser complicado ocorrer uma defesa ou desvio, então cobrindo seus passos caso algum inimigo resolvesse atacar de algum ponto de desvantagem, aplicaria instantaneamente um contra-ataque em alta velocidade onde em alta velocidade balançando seu corpo de um lado para o outro enquanto agarraria qualquer parte de seu corpo e utilizando de força rodaria no ar e lançaria sobre o chão finalizando assim com um soco potente em seu corpo ou cabeça, então caso houvesse um ataque inimigo enquanto tais coisas ocorressem, utilizaria de sua velocidade para desviar para os lados e para baixo utilizando piruetas com sua habilidade acrobatica caso fosse necessário e em meio disso caso visse alguma oportunidade contra atacaria com fortes socos qualquer que fosse o inimigo visando acertar em várias area de seu corpo.

Então tendo isto em mente, uma defensiva forte também poderia acabar sendo necessária em algum momento, assim sendo ainda o seguindo em velocidade moderada para não passa-lo estaria a par de situações onde pudesse controlar tanto seu corpo quanto o de seu aliado, então assim sendo tanto no caso em que eu atacasse, desviasse ou até mesmo contra atacasse, utilizaria de rápidos dashs para a direita e esquerda em conjunto a movimentações acrobáticas com movimentos rotacionais no ar sem a necessidade de tocar no solo com suas mãos apenas como último recurso e também movimentos circulares em alta velocidade com seu corpo afim de fazer com que ataques inimigos passassem diretamente, caso fosse agarrado em qualquer momento, utilizaria de força extrema para se soltar chegando ao ponto até de dar cotoveladas no corpo de seja lá quem o prendesse.

Ainda estando perto de Lars em suas tentativas, aproveitaria de momentos propícios onde movimentações pudessem ser feitas e então dado certos momentos de aberturas na defesa de inimigos, aumentaria sua velocidade instantaneamente e então iria diretamente a seus inimigos aplicando rajadas de socos e também socos em áreas mais complexas de seus corpos como próximas ao coração, boca do estomago, garganta, queixo, nos olhos e demais localidades onde pudesse ver ser possível de serem acertadas, voltando então a ficar próximo de Lars no fim de tudo, caso fosse agarrado por algum tipo de chicote ou corda, utilizando inicialmente sua força para ganhar um pouco de espasso, em seguida puxaria seja lá o que estivesse agarrando e logo após como contra ataque dependendo do que estivesse preso um potente chute ou soco.

Tendo em mente a utilidade de Lars, seria praticamente obvio que também teria de fazer algo para impedir que acabassem o acertando, então dado certo momento em que visse que poderia acabar sendo acertado de algum modo pelo inimigo, utilizaria suas mãos para bruscamente o tirar da frente de seus inimigos priorizando impulsionar sua velocidade e cobrindo suas movimentações que pudessem a vir a falhar ou não ser suficiente para desviar satisfatoriamente de seus inimigos ou até mesmo dependendo de sua visão ver que não seria suficiente, não se esquecendo também de desviar enquanto faria tais movimentações, caso visse em algum momento oportuno algum inimigo destraido, iria diretamente em seu corpo com a intenção de destroçar algum órgão vital como coração, pulmão ou até mesmo a boca do estomago com um potente e focado soco em alta velocidade tomando distancia com passos largos logo em seguida e voltando a ficar próximo a Lars dando ou não certo.

Por fim seu corpo já ficando menos pressionado e por fim uma de suas técnicas sendo desativada e tendo isto em vista voltando ao normal.

Técnica utilizada (Usada e Desativada -2-):
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 7 EmptyQui 22 Nov - 10:10

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A dor no ombro e mais uma tentativa frustrada me faziam perceber que eu me deixei levar pelo meu sentimento e que eu não iria muito longe se continuasse com essa estratégia.  Desejava no fundo do meu coração que a solução para aquela situação fosse tão simples quanto pular de cabeça no problema e bater no inimigo até que a missão fosse cumprida, só que não era bem assim. Estava claro que eu era mais do que capacitado para vencer aquele combate usando um pouco de pensamento estratégico, mas eu insisti no erro e isso me custou muito. Como nas outras vezes, eu percebi isso tarde demais e sentia que alguém acabaria se machucando.

O grito de Mayu fez ficar claro de que aquela era minha chance de traçar meu destino. Eu podia insistir no erro ou tentar tirar o melhor daquela situação. A resposta era obvia, mas o que me segurava é que a forma mais fácil de acabar com aquela situação requeria que eu machucasse a Mayu, e com toda a sorte que eu tenho, isso poderia se fatal. Eu tenho duas opções: Fazer isso da maneira mais segura, porém a menos provável de dar certo ou tomar a rota mais fácil e desistir de minha companheira, por quem eu tinha tanto carinho. – Vá se fuder destino! Você pode caçoar de mim o quanto quiser, mas as coisas não vão ser do seu jeito! – Eu pensava, tentando alcançar Aldebaran e a empunhando, logo em seguida, com os dentes cerrados em fúria. Estava tão cansado que ser extremamente teimoso me parecia o certo a se fazer, além de não conseguir manter minha natureza gentil a essa altura.

O plano era bem simples e direto: Chegar até ela e... Não preciso explicar essa outra parte. Mesmo que eu não concorde com o que eu tinha que fazer, a ameaça que ela representa é bem maior que qualquer código ou ideologia que eu tivesse. Isso significa que eu terei que deixar todos meus arrependimentos e preocupações pra depois e me focar no agora. Com Aldebaran em mãos, eu me aproximaria da e ergueria meus braços sobre minha cabeça e eu apontaria a lamina para baixo e eu... Atingiria... A garota... Esticando-me sobre as costas da Mayu, passando meus braços sobre seus ombros. Empalando-a com a ponta da espada, Se ainda assim ela tentasse algo, eu empurraria a Mayu pra longe e continuaria a atacando até que ela estivesse fora de combate.

Eu não gosto muito dessa idéia, mas é o que eu devo fazer...

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 7 EmptySab 24 Nov - 16:52

Imperial Advent



A chuva aos poucos parava de cair, mas o céu continuava com um tom escuro e tenebroso, como se a tempestade pudesse voltar a qualquer momento. O vento começava a soprar de forma doce sobre toda a ilha, fazendo todos aqueles que estivessem molhados da chuva na rua ficar com mais frio, porém nada que acabasse por se tornar grave.
Lars ainda não entendia bem o seu poder, mas ele tinha uma pequena suspeita de como aquilo poderia funcionar e vir a ajudar para a batalha que estava a enfrentar, já Kyo analisava o que sabia sobre Arko e usava as palavras para o provocar, porém sem muito sucesso.
Lars decidiu colocar os seus poderes em prática, correndo em volta da arena com a espada no chão, aproveitando a situação Kyo foi atrás dele para talvez o proteger. Claro que os seus oponentes não esperaram que Lars acabasse de fazer o que pretendia, então foram para cima dele sem pensar duas vezes, felizmente Kyo estava atrás de Lars para o proteger do ataque de Arko. O criminoso tentou dar uma joelhada no estômago de Lars, mas Kyo acabou por impedir o golpe, todavia a ruiva foi para cima de Lars, obrigando-o a parar e usar a sua capa para o proteger dos poderes da mulher, revidando com uma estocada no ombro direito da mulher que deixou-a bem magoada.
-Malditas crianças. - disse a mulher furiosa com o braço esquerdo incapacitado. Com o braço baixo, parecia que as chamas naquela mão estavam se apagando, mas não pela totalidade. Arko puxou a mulher para trás, para que não fosse mais acertada pelos marinheiros - Inútil… - murmurou o homem. Arko então agarrou Lars pela espada, cortando a sua própria mão esquerda, porém desarmando o marine. Lars, com o movimento de Arko, perdeu o equilíbrio e caiu para o centro da arena com o queixo no chão, durante a sua queda Arko lançou a espada para junto de Angel - Acabe logo com isso. - ordenou o homem. - E você… - disse olhando para Kyo. - Você fala muita merda.
Arko agarrou nos ombros de Kyo e puxou-o para o seu joelho, dando uma joelhada no seu estômago seguindo-se de uma cotovelada nas costelas do marinheiro. Angel pegou na espada que era de Lars com a mão direita e passou-a pela sua mão esquerda, colocando a própria espada com as chamas - Por culpa de vocês… - disse a mulher enraivecida - Por sua culpa ele está com raiva de mim. - ela começou a caminhar na direção de Lars, abrindo as suas asas, nesse momento um trovão soou e a chuva começou a cair novamente e mais intensamente. - Você claramente sabe de alguma coisa sobre mim… - disse ela com um rosto cheio de dor devido ao golpe nas suas asas - Você não tem cara de ser esperto, me fale quem lhe falou das minhas asas e deixarei você viver mais um dia.
Enquanto isso, Magnus apenas tinha uma chance para parar a garotinha de controlar todos os marinheiros ali presentes. Correndo na direção de Mayu e da garota, o marinheiro coloca o seu plano em marcha, o tempo parecia estar se movendo mais devagar, era como se o universo estivesse querendo fazer o marinheiro pensar duas vezes antes de entrar num caminho sem volta. Quando a sua lâmina acertou a garotinha um enorme trovão se escutou e um enorme silêncio tomou o seu lugar quase de imediato, até ser interrompido pelo grito da garotinha - AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! - gritou desesperada - MINHA MÃO! VOCÊ CORTOU MINHA MÃO FORA! - Mayu largou a garota que começou a rebolar pelo chão em dor.
-Você conseguiu… - disse Mayu aliviada e com lágrimas no rosto. Ela virou-se imediatamente para Magnus e colocou a sua mão direita no seu rosto - Peço imensas desculpas por ter atacado você… - Aos poucos Magnus foi sentindo o seu rosto molhado, e percebeu que a mão de Mayu estava sangrando entre o polegar e dedo indicador com alguma intensidade, por pouco a sua espada não arrancava fora um dedo importantíssimo de sua companheira.
Rin aproximou-se dos dois, ofegante - Os piratas foram todos derrotados. Vou ver como Lars está se saindo lá fora. - Parecia que o trabalho ali dentro havia sido concluído, restava apenas acabar com Arko e Angel de uma vez por todas, os marinheiros tinham que agir rápido antes que aquela situação saísse do controle novamente.




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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 7 EmptySab 1 Dez - 21:52

Dançando Na Escuridão - Parte V

Quando eu e Manchinha fomos enfrentar Arko e Angel em uma batalha de duplas, eu já esperava que a experiência deles juntos pudessem lhes dar certa vantagem, mas, porra, eu não imaginava tudo isso. Tudo bem, tudo bem, eu realmente não estava acostumado a lutar em grupo; desde que entrei na marinha todas as minhas lutas haviam sido um contra um ou de eu contra vários, visto que eu e Rin costumávamos separar os inimigos para enfrentá-los individualmente, então eu estava meio enferrujado nesse tipo de combate, mas a culpa nem de longe era só minha. Enquanto eu tentava testar meus novos poderes, Manchinha conseguiu a proeza de dar abertura para, não um, mas AMBOS os inimigos, virem para cima me atacar durante a corrida, e o resultado dessa incrível façanha foi óbvio: ambos tomamos no cu. Eu realmente queria saber o que se passou pela cabeça do cara ao achar que conseguiria defender dois inimigos simultaneamente, mesmo que eles viessem de lados diferentes; se ele tivesse tentado manter eles em combate à curta distância, teria mais chance de os segurar caso mantivesse a mesma pressão que estava mantendo antes! Continuar confiando nele para defender minhas coisas não ia dar certo, e ao menos agradeci por perceber isso antes de ter algum membro arrancado.

Se por um lado estávamos perdendo a luta por falta de trabalho em equipe, por outro... Bom, não é como se estivéssemos indo bem individualmente também. Depois de parar de saltar de um lado para o outro atacando, correndo e defendendo, finalmente os meus níveis de adrenalina abaixavam um pouco, me fazendo perceber o quão cansado eu estava - Arf, arf, arf - Respirava pesado, mesmo sem ter feito tanto esforço. Havia algo de muito errado comigo, normalmente eu possuía um fôlego bem maior, talvez umas três vezes melhor, e era extremamente estranho eu já estar arfando depois de tão pouco tempo de luta. Em poucos instantes, porém, eu lembrei que realmente tinha algo de errado comigo, e me recordei o que era: A doença do QG. Depois de toda aquela confusão, eu havia esquecido completamente que aquela coisa tinha se disseminado pela área da prisão e infectado diversos marinheiros, eu incluso, muito menos recordava do frio e cansaço que ela trazia. Ao mesmo tempo que a chuva fria me fazia não perceber que já estava com frio antes, a adrenalina do combate havia criado um bem estar artificial ao me dar mais energias, mas a resistência do meu corpo já estava acabando, e o mesmo já estava cobrando o preço por aquela agitação. Eu não podia mais sair correndo pra passar minha espada pela arena, o que meio que acabava com minha estratégia primária naquele momento. Quer dizer, de qualquer modo correr pela arena já não ia dar certo, então de um jeito ou de outro eu teria que pensar em outro plano, mas isso não fazia o cansaço ser menos impactante.  

No meio daquela chuva, não importava o ângulo com que eu olhasse: a situação estava miserável para mim e meu companheiro acéfalo. Mesmo que eu houvesse inutilizado um dos braços de Angel com uma estocada no ombro, mesmo que eu houvesse acertado uma estocada na barrida de Arko, a balança da batalha estava completamente tendendo pro lado deles, e isso me irritava profundamente. Aquela não só era minha primeira missão na Grand Line, como também era minha primeira missão como Tenente; por mais que eu não gostasse de estar na marinha, começar com uma falha era tudo o que eu não queria. Uma falha desastrosa dessas iria manchar mais minha reputação do que já estava, e se isso acontecesse, era bem provável que meus pais e o desgraçado do Morgan ficassem sabendo. Além do mais, se isso acontecesse, como eu continuaria subindo de posto como fazia até agora? A algum tempo eu havia decidido chegar nas mais altas patentes daquela organização de merda para não ter mais quem mandasse em mim, e, acima de tudo, não sofrer nem deixar meus companheiros sofrerem nas mão de idiotas que se acham os detentores da justiça. Deste modo, a simples ideia de perder para aqueles dois sacos de estrume ambulantes me deixava irado, raiva essa que não vinha só deles, mas minha também por ser tão fraco mesmo tendo acabado de conseguir um poder novo.

Isso, o poder vindo daquela fruta com gosto de fezes... Eu podia não ter conseguido fazer o círculo para completar minha estratégia, mas isso não significava que não havia mais o que eu pudesse fazer. Eu só precisava pensar. Com o queixo doendo e meio tonto por ter sido derrubado por Arko após este ter roubado minha espada e vendo o mesmo dar minha arma Angel, minha mente raciocinava na maior velocidade que eu conseguia em meio ao combate. Eu havia usado minha espada antes para criar aquela coisa marrom, então como não sabia se podia o fazer com minha mão, me manter desarmado era ainda mais uma desvantagem. Deste modo eu era quase obrigado a pegar uma das espadas leves, eu só não contava que, bom, o cansaço e tontura não colaborariam muito, fazendo com que, assim que desembainhasse a espada, me desequilibrasse para a frente e tivesse que a usar como apoio para não cair no chão - Me fale quem lhe falou das minhas asas e deixarei você viver mais um dia - Dizia Angel, após deixar bem clara que eu tinha cara de ser burro. Na moral, quem era ela para me chamar de burro, sendo que a mongoloide era escravopica do Arko e não quis deixar a vida de crimes com tranquilidade mesmo quando teve a chance? Pra mim ela era a mais burra dali - Assim você me ofende. Eu fui treinado desde pequeno para acertar meus inimigos no ponto fraco, sabia? - Diria, com algumas pausas para tossir, tendo rápido flashback dos meus treinos para quando virasse Marine. Caso ela me interrompesse, ameaçasse me atacar ou simplesmente esperasse minha resposta, continuaria - Mas tudo bem, você tem razão. Eu estou em clara desvantagem, minha melhor chance de sobreviver e te contando - Diria, para acalmar ela - Você deve conhecer ele mais do que qualquer um, quem me contou foi... - E então abriria um sorriso sarcástico e sádico - ...Meu pau de óculos.

Era óbvio que ela se emputeceria, mas naquele momento já teria tarde demais. O tempo todo em que fiquei falando havia sido apenas para a deixar parada e ganhar tempo para usar meu poder no chão, apoiado em minha espada. Assim como antes, eu estaria tentando visualizar chiclete, ficando mais em profundidade, já que, como estava chovendo, ela precisaria realmente afundar nele mesmo que apenas um pouco para ficar presa; nesse momento eu tentaria aproveitar sua surpresa para tentar acertar uma estocada em seu ombro intacto, ou ao menos naquele braço, para tentar o inutilizar também. Também havia a possibilidade de eu apenas transformar na coisa marrom, nesse caso eu recuaria para a fazer vir em minha direção, escorregar/afundar e então tentaria desferir outra estocada no seu ombro intacto durante sua queda e distração, ou ao menos no braço intacto, caso não conseguisse acertar o ombro. Caso ela percebesse o que eu estava fazendo ou tentasse me atacar por qualquer motivo antes do plano se completar, eu tentaria erguer a espada apiada no solo para aparar o ataque de baixo para cima, jogando-o para cima de sua cabeça, e então tentaria desferir uma estocada no sovaco do braço intacto dela, também tentando inutilizar o mesmo. Caso errasse a estocada que fizesse, tentaria fazer um corte com bastante força no local, mas se percebesse que ela me atacaria nesse momento, eu recuaria nem que isso significasse deixar a espada para trás. De qualquer modo, eu tinha outra mesmo. Obviamente botaria a capa na frente se fosse um ataque com as chamas.

Caso eu não conseguisse a prender nem acertar Angel, tentaria me manter próximo a ela pressionando a ofensiva sempre preparado para defender as chamas com a capa e sua espada com a minha, sempre buscando oportunidades para atacar seu ombro/suvaco/braço intacto para lhe inutilizar tambem. Eu sempre tentaria primariamente atacar com estocadas, para evitar decepar seu braço. Uma vez que inutilizasse seu outro braço, tentaria lhe acertar no queixo ou testa com o cabo da espada, para lhe desacordar, com o mesmo esquema de defesa de antes caso ela conseguisse usar as chamas com os pés ou ainda pudesse com os braços. Encerrando com ela, independentemente de como, eu avançaria em direção a Arko com espada em punho, sacando uma nova ou pegando a antiga das mãos de Angel caso fosse necessário, para ajudar Manchinha. Eu iniciaria meu ataque em carga visando me chocar com Arko com espada à frente para aparar ataques do meu adversário no meio do caminho; pela área limitada da arena provavelmente não seria nada que viesse a jogar ele, mas eu esperava ao menos o desequilibrar para dar tempo de Kyo respirar. Em seguida me manteria no combate com o mesmo, me manteria preparado para girar minha espada nos sentidos horários e anti-horários afim de bloquear os ataques que ele desferisse contra mim, sempre tentando o golpearmos pulsos e, caso visse a oportunidade, nas pernas, para o fazer não conseguir mais lutar de pé. Uma vez que Kyo se recuperasse e viesse no combate contra ele, meu foco passaria a ser tentar abrir sua defesa aparando seus ataques com a lâmina da espada e projetando seus braços/pernas para longe do seu corpo a partir da parte interna dos membros, aproveitando o movimento das aparagens, visando abrir aberturas para Kyo lhe atacar com tudo. Caso desse tempo, porém, eu mesmo aproveitaria as aberturas para lhe atacar nos braços ou pernas, com o objetivo de limitar seus movimentos.

Aparte disso tudo, caso fosse atacado pelo outro criminosos ao qual não estivesse lutando em primeira instância, tentaria me mover para os lados visando conseguir manter ambos em minha linha de visão, e então me prepararão para bloquear os ataques defendendo com a espada diagonalmente curvada para trás, visando fazer seus ataques deslizarem na lâmina e abrir suas defesas, quando então atacaria os momentos do atacante para restringir seus movimentos. Caso os ataques fossem com a chamas, botaria também a capa na frente para me proteger. Caso eu fosse acertado em algum momento por ataques sem as chamas, seguraria o membro/arma do atacante para o impedir de retrair o ataque, e então, com minha espada, golpearia o membro que houvesse atacado ou segurasse a arma. Caso fosse um ataque armado e o atacante largasse a arma para recuar, eu a jogaria em direção ao círculo de chamas verdes, ou simplesmente para longe caso este não mais existisse. Caso o círculo fosse extinguido após derrotar ou desmaiar Angel, eu me afastaria de Arko e gritaria com a voz elevada - EU SUGERIRIA VOCÊ SE RENDER. VOCÊ ESTÁ CERCADO. DE NOVO! - Mas caso ele se recusasse e tentasse fugir, eu correria atras em velocidade máxima para tentar acertar-lhe na nuca ou no queixo com a empunhadura da espada, visando desmaiar-lhe.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 7 EmptyDom 2 Dez - 15:11


A escuridão em vossos corações

Atacar, ser atacado, defender, ser defendido, esquivar um tanto quanto agilmente, por mais que esse tipo de coisa ocorresse por precisão, já estava demorando demais para ter o seu fim, e isso por si só testava a sua paciência, talvez aquilo não chegasse a importar em certo momento, ainda mais por não se tratar exatamente do que ele seria na atualidade, mas mesmo assim poderia ser o caso de o que seja lá o que fosse, o deixar frustrado mesmo que em pequenas equivalências, ainda que por sua mente perturbada.

Olhava para aqueles dois com um ar de raiva mista de insanidade, seus olhos brilhavam intensamente, e em todo aquele percurso ele parecia ainda ser o mesmo de sempre no quesito corporal independente do estado em que estivesse, algo como uma frenesi alucinante ou até mesmo alguma coisa misturada a aquele instinto louco, o que provavelmente muitos poucos ali poderiam entender.

Por mais que olhasse ao seu redor, e a situação por si só acabasse sendo um pouco mais complicada, aos seus olhos aquilo parecia uma bela pintura, aquela insanidade o inspirava, o impulsionava, fazia com que ele por si só quisesse continuar ali fazendo sabe lá o que, mas continuasse ali, talvez fosse seu instinto natural falando, o que é de se duvidar muito, mas, quem sabe.

Respiração leve porem descontrolada, olhava diretamente para seus inimigos, enquanto falava para os lados, -Chega disso, isso já demorou demais, uma coisa tão simples não deveria demorar tanto, preciso acabar isso aqui para pegar algo que roubaram de mim, nem mesmo que eu tenha que bater em meia dúzia- dizia enquanto pressionava sua musculatura corporal e dava alguns passos em direção aos seus inimigos.

Visando Arko, aplicaria velocidade em seu corpo ao ápice para que pudesse se aproximar do mesmo, naquela situação onde dois deles ali haviam, tinha que dobrar sua percepção para continuar fazendo o que fosse necessário, então dado certo momento aplicaria aproximação pelos lados e tentaria em tal abordagem de um lado para o outro aplicar um potente soco em seu corpo, tal movimento se tratava de vir por baixo num possível ponto cego e que talvez pudesse a vir acertar ele, acertando ou não caso ele viesse a revidar enquanto fazia o ataque ou em outro momento, giraria seu corpo para os lados tendo como foco seu jogo de pernas até certo momento onde pudesse desviar de possíveis ataques inimigos, caso não fosse apenas por ele, se tornaria uma série de movimentos defensivos contínuos no intuito de se afastar seja lá de quem fosse inimigo. Caso em algum momento seu aliado desse alguma brecha para que pudesse aplicar vários socos seguidos em qualquer que fosse o inimigo, assim o faria, o mais rápido possível.

Se em algum momento a outra se intrometesse em seus assuntos vindo o atacar no corpo a corpo, utilizaria de sua velocidade para desviar para os lados e então caso visse uma brecha, levaria suas mãos diretamente a seu pescoço forçando seu corpo a abaixar até o chão seguido de um potente soco em seu rosto. De qualquer forma voltando sua atenção para Arko, iniciaria novamente uma abordagem direta, visando um confronto, com seus pés e pernas dando impulso a seu corpo, faria algumas movimentações enquanto se aproximaria e então utilizaria de sua percepção para no momento exato onde visse uma vulnerabilidade de seu inimigo, pudesse aplicar então uma série de fortes socos em seu corpo visando o acertar, caso enquanto desferisse os socos não fosse o suficiente, ou até mesmo fosse, aplicaria um chute por trás de sua perna, mais precisamente nas articulações atrás do joelho no intuito de causar uma desestabilização de seu corpo, onde caso funcionasse moveria seu corpo em alta velocidade por trás de seu corpo e então envolveria um de seus braços em seu pescoço apertando em seguida com grande preção, tempo o suficiente para que algum aliado meu pudesse o atacar, mas caso algum inimigo viesse a seu resgate, viraria com tudo sua cabeça presa com a mão que estava livre no intuito de o matar, funcionando ou não tomaria distancia em seguida em alta velocidade.

Por fim, sendo sua percepção de que poderia acabar precisando se defender de todo ou qualquer inimigo que viesse em sua direção, voltaria a ficar próximo de seu aliado no intuito de tornar aquilo o mais difícil possível para qualquer que fosse seu inimigo, então assim sendo aplicaria movimentações defensivas para os lados tomando cuidado para não trombar acidentalmente com seu aliado.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 7 EmptyQui 6 Dez - 15:46

Imperial Advent



A luta estava intensa, tanto para o lado dos marinheiros quanto para o lado dos criminosos, Lars conseguia evitar alguns golpes com a sua capa enquanto Kyo se defendia dos socos e chutes de Arko. Parecia que era um empate sem fim, mas aos poucos Lars percebeu que as chamas iam se dissipando e que a sua oponente estava exausta, a partir daquele momento a sua vitória estava garantida.
Lars então colocou o seu plano em marcha, visualizando um chiclete, ele enfiou a espada no chão transformando uma pequena parte em chiclete rosa bem pegajoso. Angel ficou com o seu movimento retardado e Lars aproveitou para realizar uma estocada certeira no seu ombro direito. A cirminosa caiu para trás completamente nocauteada. - EU SUGERIRIA VOCÊ SE RENDER. VOCÊ ESTÁ CERCADO. DE NOVO! - gritou Lars assim que as chamas se apagaram por completo.
-Que merda. - disse Arko evitando mais um golpe de Kyo e ganhando distância dos dois. O criminoso levantou os braços - Eu me rendo. - Os marinheiros que estavam armados cercaram Arko e começaram a algemá-lo. Ao passar por perto de Angel, que estava sendo algemada no chão ainda desacordada, o criminoso dá um enorme piso no seu pescoço de propósito, partindo-o naquele mesmo instante. Os marinheiros imediatamente o derrubaram e nocautearam.
Uma equipe médica de marinheiros começou a ajudar todos os marinheiros após algemarem os piratas que haviam ficado dentro da prisão, tanto Kyo quanto Lars recebiam cuidados médicos enquanto Charles se aproximava batendo palmas com um sorriso no rosto - Parabéns! Gostei muito de ver vocês em ação. Lamento não ter participado, estava ocupado com uma missão mais importante, mas parece que vocês lidaram bem com o problema. - ele estendeu a mão para Lars - Diga, gostaria de participar de uma missão que tenho preparado para um grupo selecionado a dedo? Claro que para isso você e seus… Companheiros… Precisam de fazer uma pequena missão para ver como vocês agem em outras situações. A missão será invadir um navio pirata que acabou de chegar na ilha e pensa que está escondido. Eles têm um artefato que pertence ao governo. É só vocês entrarem lá, socarem todo mundo e voltar com o artefato. Eu estarei de perto para ver como vocês se safam. - disse com um sorriso.
No canto do olho Lars podia ver que Rin se aproximava dele, com um pouco de sangue no seu rosto (claramente não era dela) e um ar de culpa e arrependimento, mas ao ver o marine de patente alta apenas se aproximou e fez continência. - Então? Aceita a proposta? - o vice almirante coçou a cabeça e disse pensativo - Mas antes de tudo já preciso avisar que vocês precisam de melhorar a lutar em equipa. É bom capricharem. Estarei esperando por vocês no fim do dia na frente do QG! - disse indo embora, sem dar chance de Lars ou Kyo responderem.



Considerações:
 

off: mals demora. Esse proximo post de vcs podem e devem fazer já esperando o fim do dia. Aproveitem para descansar, falar lavar a bunda, etc.

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 7 EmptyTer 11 Dez - 22:00

Defetead hero





Reclamei o quanto pude sobre não ter nenhuma ação nessa ilha e mesmo assim eu não consigo ficar nem de pé depois de uma batalha. Até mesmo aquele bebum idoso do DelRosa conseguiria fazer o que eu não fiz e ainda ter energia pra correr pelado e assediar as turistas da ilha. Além disso, eu bati naquela velha tecla quebrada que já me fez sofrer tanto. Parece até que, por um instante, eu fico retardado e faço a mesma coisa, mesmo tendo noção do meu erro. Eu preciso mudar, mas não sei o que eu devo mudar... E nem por onde eu devo começar... Talvez eu deva pensar nisso depois, sem todo esse sangue e corpos caídos a minha volta.

De repente, a voz doce de minha guardiã rompeu meu foco e me tirou de minha sessão de autodepreciação. – Você conseguiu... – Ela disse aliviada. Sem titubear muito, eu respondi: – Não... Nós conseguimos... – Me apoiando sobre a Aldebaran. Seu semblante calmo me trazia paz, ela fazia com que toda a ardência nos meus músculos, o cansaço exaustivo que por pouco me permitia ficar de pé e a dor de cabeça infernal que eu sentia valessem a pena. Eu sou uma pessoa bem fácil de agradar e eu acho que ela sabe disso.

Sentei-me perto da parede, com as costas contra ela e com Aldebaran bem ao meu lado. Tinha vontade de ajudar, mas isso não adianta se eu não tenho energia pra levantar a minha espada. Por hora eu só posso juntar minhas forças e torcer pelo melhor resultado. Acenei para Mayu se sentar ao meu lado, pois eu sei que ela estava tão cansada quanto eu, e fechei meus olhos, refletindo sobre o ocorrido.

Durante minha meditação, os reforços invadiram a ala e tomaram as rédeas da situação. Estava feliz por aquilo aparentemente ter acabado, mas eu estava muito ocupado com a minha recuperação. Não podia abaixar a guarda até que a minha missão fosse dada como cumprida, até porque não sabemos se haveria mais um ataque de qualquer outro colega do Arko com a bunda coçando.

Aos poucos, eu conseguia distinguir as falas dos médicos que tratavam as vitimas daquele atentando. O que me fazia perceber que eu ao menos havia cumprido o meu dever como herói. Pense em quantas baixas e famílias eu poupei dessa tragédia...  Agora eu imagino que mesmo que não tenha sido de forma totalmente independente, eu venci a guerra, dominei meu inimigo e sai vivo... Esse é o meu maior triunfo atualmente.

  Aproveitando meu tempo com “livre”, eu abriria meus olhos para me certificar de que a Mayu ainda estava lá ou não estava ocupada sendo tratada, e se estivesse, diria: – Mayu... Enquanto eu estava lutando, eu me lembrei de uma coisa e gostaria muito de lhe perguntar algo... – Eu daria uma pausa. – Por que?... Err, n-não que eu esteja insatisfeito e n-nem que eu não goste de você, é claro, e-eu não gostodevocê s-sóporquevocêébonita e-euachovocêmuitointeligenteforte e-e g-gentil e-e e-euachoquevocê... s-sabelidarmuitobemcom a-aspessoas a-a suapresençaéagradávelo s-seucabeloécheiroso e-e serbonitanãoéumproblema j-jáquevocêémuitomaisqueum r-rostinhobonito e-e... – Eu respiraria fundo e esconderia meu rosto com a palma da minha mão. – Eu só... Queria saber... Desculpe se eu disse algo de errado... – Eu aguardaria para ouvir a sua resposta e se ela não se dispusesse a me responder ou estivesse ocupada com outra coisa, eu me levantaria e diria: – Bom... Eu vou ver se precisam de ajuda. –Me retirando logo em seguida.

Olhando em minha volta, eu procuraria por alguém precisando de meu suporte e tentaria ajudar da forma que pudesse. No fim, eu partiria de encontro ao Lars e o outro marinheiro na missão e diria: – Finalmente terminamos! E ai? Estão se sentindo bem? Alguém precisa de uma carona até a enfermaria? – Sem dar uma pausa, eu agarraria o Lars e seguiria dizendo: – Preciso te falar algo em particular, então, com o devido respeito, nos de licença, cavalheiro. – E o puxaria para um canto onde a nossa conversa fosse inaudível por conta da distancia.

– O que você acha do piradão ali? Já que o Terumi sumiu, achei que seria uma boa se mais alguém entrasse pra nossa panela. E não precisa dizer nada agora, só me diga algo assim que você pensar bastante nisso. Então... Se precisar de mim eu vou estar no meu quarto, e se não me encontrar-la, eu provavelmente estou na cantina.

Com essa deixa, eu partiria para o banheiro pra começar um rito em busca de recuperação total. Começando, é claro, com um banho. Você sabe o mesmo protocolo de sempre: Tiraria a roupa, dobraria e colocaria as peças em algum lugar que fosse limpo e longe dos respingos da água. As minhas armas ficariam ao meu alcance, pra no caso da minha pessoa sofrer algum ataque surpresa. No geral, tomaria um banho curto e que fosse direto ao ponto, com direito a um minuto de reflexão, pra tentar apagar da memória a possível vergonha que passei na frente da Mayu. Em seguida eu passaria na cantina pra comer aquela gororoba caprichada, mastigando bem e sem pressa pra não ter indigestão. Pra finalizar, eu iria até a enfermaria para agarrar um punhado de algodão, talco, óleo mineral e uma pedra de amolar. Eu amolaria e limparia todas elas com bastante esmero, cobrindo as lâminas de Aldebaran e Agnis com o óleo mineral, se o tivesse em mãos. Com as minhas armas bem cuidadas e barriga cheia, eu ainda preciso pensar em como ajudar a Xiomara...  Só que já não faço mais idéia do que devo fazer...


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Ira - Parte Única

Naquela noite molhada, dentro daquele círculo de fogo verde, eu me perguntava o que havia feito de tão errado para a missão chegar aquele ponto. No início nós tínhamos preparo, nos rinhamos um plano, nós tínhamos números... E tudo isso foi ralo abaixo graças ao trabalho em equipe de dois. Talvez se houvéssemos trabalhado melhor em conjunto aquilo tudo não tivesse acontecido, mas não era como se a culpa fosse só nossa. A missão que nos foi passada fora de impedir a fuga de Arko, mas a partir do momento que houve um ataque ao QG, era para as forças do mesmo serem mobilizadas, e eu não via Beto e nem o vice-almirante em nenhum lugar. Era quase como se eles estivessem pouco se fodendo para o que acontecia e estivessem deixando tudo para nos cuidarmos. Eu não era fachineiro de ninguém, e estava cagando pra se algum outro criminoso fugisse, afinal, se não era problemas deles também não era meu. Se eles viessem reclamar, iriam falar com as paredes, porque não era meu trabalho lidar com um ataque com apenas meia dúzia de gatos pingados enquanto os um capitão e um vice-almirante vagabundeiam por aí.

Bom, olhando o lado positivo daquela situação toda, ao menos consegui entender melhor aquele poder estranho que havia recebido. Minha tática de distração havia dado certo, e o chão realmente havia virado chiclete para prender Angel, me dando a chance de ferir seu outro braço e a desmaiar. Legando em conta tudo o que eu havia feito, conseguia tirar três conclusões. Primeiro, meu poder permitia transformar coisas em comida. Não criar, transformar. Segundo, eu precisava de alguns segundos para fazer a transformação, segundos esses em que eu precisava visualizar bem a comida. Terceiro, eu transformava com minha espada; não sabia se conseguiria o fazer com as mãos ou outros itens, mas a transformação sempre acontecia ao redor do mesmo ou, talvez, em uma área delimitada. Por mais que em primeira instância transformar coisas em comida parecesse um poder bem merda, varias ideias cobriam minha mente enquanto pensava em diversos usos diferentes para aquela Akuma no mi. Eu nunca havia ficado tão satisfeito de ter aprendido a cozinhar quando naquele momento, porque senão aquele poder seria quase inútil. Digo, olhando de forma geral, o poder não era tão bom quanto o de Angel, que conseguia controlar chamas degenerativas, mas ao menos não era algo tipo a "fruta da harmonia", então até que não havia sido tão ruim.

Depois de Angel, claro, era vez de Arko, e nada melhor pra parar um fujão do que o cercar para fazer ele se sentir impotente. Como eu esperava, a radical foi rápida - Arf, arf, arf - Respirava forte depois de gritar com Arko. Eu não sabia até que ponto aquilo era por causa da suposta doença ou se era só cansaço comum, mas ao menos eu não estava tão fraco quanto antes. Eu estava feliz por aquela missão ter finalmente se encerrado, mas infelizmente o alívio durava pouco - NÃO!! SEU FILHO DA PUTA!!! - Gritava cheio de fúria ao ver Arko partindo o pescoço de Angel com o pé. Eu nunca antes havia passado tão rápido de alívio a raiva quanto naquele momento; depois de todo o esforço que eu tive para não matar a moça, aquele filho da puta simplesmente... Minha vontade era de arrancar os dentes do desgraçado da porrada, e até tinha avançado contra ele, mas os marinheiros que o haviam algemado foram mais rápido, desmaiando-o. Bater nele desacordado não adiantaria, e tudo o que restou para mim foi cair de joelhos totalmente perplexo. Eu havia prometido a Max que capturaria Angel com vida, mas justamente o cara que ela era apaixonada e havia vindo salvar, foi quem lhe tirou a vida. Com um misto de raiva, pena, tristeza e impotência, eu finalmente entendia porque o irmão de Angel havia dito que Arko não valia nada, e entendi da pior maneira possível.

Por algum tempo eu havia ficado ali, prostrado no chão molhado, de cabeça baixa e socando o chão. Se dependesse de mim eu teria ficado ali, mas feliz ou infelizmente os outros marinheiros tinham seu trabalho a fazer, e eu fui levado para tratar meus ferimentos. Eu não sabia, na realidade, que ferimentos eles pretendiam tratar, no pior dos casos eu deveria ter ralado o queixo, mas minha motivação para não colaborar já tinha se esvaído, e tudo o que era possível ver enquanto eu me levantava para os seguir era um olhar morto e distante, como que tentando buscar algum sentido naquilo tudo. Por mais entristecido que eu estivesse, entretanto, esse sentimento rapidamente foi dando novamente lugar a raiva conforme eu via aquela figura noiva se aproximando. Vice-almirante Charles. Se ele estivesse aqui, defendido o QG como um bom vice-almirante, a morte de Angel poderia ter sido evitada, aquela situação toda poderia ter sido evitada. Eu sabia que o que estava fazendo era transferir a culpa, mas naquele momento isso não importava, eu só buscava um catalisador para minha raiva depois da contenção de Arko, e aquele cara encaixava direitinho - Ei, que porra é essa? - Dizia, após ouvir seu discurso sobre atacar um navio pirata, mesmo que tivesse que segui-lo - O que diabos seria tão importante a ponto de você não poder vir proteger um QG de um ataque? Se você estivesse aqui.... Se você estivesse aqui... - A Angel não teria morrido. Ao menos era isso que eu queria dizer, mas algo dentro de mim me impedia. Talvez eu soubesse lá no fundo que não era verdade, que eu estava apenas tentando arranjar desculpas para não ter conseguido manter ela viva como prometi - AaaaaAARRGGHH - Dava um grito pra dentro, seco e oco, dividido entre me conter e extravasar. Por mais que eu estivesse fluindo de raiva, meu olhar vago e trêmulo deixavam bem claro que a raiva não era dirigida a ele, era uma raiva pela minha própria impotência, era uma raiva de culpa. Ser muito sincero sempre foi um problema meu, e naquele momento eu entendia que isso não se estendia somente a palavras, mas também aos meus verdadeiros sentimentos, que ficavam nítidos por cima das palavras e desculpas que proferia.

Sem dizer mais nenhuma palavra, eu corria. Não me importava para onde, desde que fosse para longe dali, escondendo uma lágrima solitária que vazava dos meus olhos. Aquela lágrima não era de luto por Angel, claro que não; eu sequer conhecia ela o suficiente para ficar triste por sua morte. Aquela lágrima, aquela raiva, era por eu ter falado, falado e falado sobre ajudar Max, e não ter conseguido cumprir a única coisa que havia prometido a ela. Por algum tempo eu fugia pelos corredores confusos do quartel general, até perceber que correr por aí não adiantaria de nada. Em um impulso de ficar sozinho, me dirigiria a qualquer lugar em que pudesse me trancar, fosse um armário de vassouras, fosse um box do vestiário, fosse algum quarto, e lá me sentaria. Eu estava acostumado a sentir raiva, mas aquilo... Era diferente, até eu mesmo sabia que precisava me acalmar, senão não conseguiria sequer falar com Max. Me ajeitando na maneira mais confortável que conseguia, eu começaria a reduzir a velocidade da minha respiração aos poucos - "Um, dois. Um, dois." - Eu começava a contar as respirações e inspirações para tentar me concentrar e não deixar aquela cena retornar a minha cabeça. Aos poucos desligaria os sentidos em contato com o exterior, apenas concentrado em minha respiração - "Um, dois. Um, dois." - Eu me manteria lá, concentrado, até ter certeza que havia me acalmado. Poderiam se passar segundos, minutos, talvez até mais de uma hora, mas assim que percebesse que aquele turbilhão de sentimentos havia se acalmado, voltaria à realidade tão lentamente quanto sai, e então iria em busca de um banho e de trocar o uniforme sujo.

Embora ainda estivesse com culpa por não ter conseguido evitar a morte de Angel, eu precisava, agora mais calmo, dizer isso para Max. Eu sairia de onde quer que tivesse me trancado e partiria pelo QG e arredores em sua busca. Uma vez que a achasse, me aproximaria da mesma de cabeça meio baixa - Max, eu preciso falar com você - E é tão respiraria fundo, tomando coragem - Eu sei que prometi capturar Angel, mas... Não consegui. Arko a matou quando ela foi imobilizada... Me desculpe - Eu sabia que a relação de Max com ela não era lá muito boa, mas eu pretendia capturar ela pra fazê-la admitir sua falta de relação com o resto da família, e agora isso não era mais possível. Caso ela ficasse triste com a notícia, mais uma vez eu me desculparia, mas caso ela levasse numa boa ou me agradecesse por ter ficado do lado dela, levaria a cabeça e diria, após um suspiro - Ao menos para algo eu fui útil... - E prosseguiria, após uma pausa - Se... Precisar de algo, sabe quem chamar - Enquanto um sorriso melancólico levemente se formaria no canto direito da minha boca, e então me afastaria após me despedir. Caso, em sua busca, descobrisse que algo havia lhe acontecido, correria em sua direção - Max!! O que houve?!? - Questionaria a ela ou outros ao redor caso caso ela estivesse incomunicável. Caso ela estivesse acordada e apenas ferida ou algo do género, perguntaria como ela se sentia após lhe dizer sobre Angel. Caso ela estivesse desacordada mais passasse bem, relutantemente iria embora para falar com mamais mais tarde, quando despertasse.

Terminando com Max, era a vez de falar com seu pai, irmão de Angel. Lembrando dele ter me dito que marinheiros atrapalhavam o fluxo da loja, e como eu não estava indo lá a trabalho, trocaria a camisa padrão pelo meu colete do vestuário casual; manteria a calça e sapato por questão de facilidade, e então seguiria à loja. Eu esperaria ele atender todos os clientes para, assim que estivesse livre, eu o abordar - Com licença, lembra de mim? Eu sou o marinheiro que veio aqui mais cedo - Diria, esperando ele se recordar. Caso ele não me reconhecesse, eu daria mais algumas informações sobre nosso encontro, senão seguiria direto ao ponto - Eu... Tenho uma notícia pra te dar - Diria, com a melancolia voltando e me virando para ficar de costas para o balcão, de cabeça meio baixa. Era mais difícil falar isso para ele do que para Max, pois ele era o irmão de Angel, certamente havia passado por muitas coisas com ela, por mais que Angel houvesse se afastado com o tempo e lhe dado aquela cicatriz. Rapidamente reuni coragem, e falei antes que desistisse - Angel foi morta por Wormsor Arko. - Proferiria com os olhos forçadamente fechados, quase esperando algo. A voz saia limpa e formal da minha boca, quase que tentando dar um ar de impessoalidade para o ocorrido que eu desejava que houvesse, mas sabia que no fundo não ajudava muito. Caso ele pedisse mais informações ou algo do gênero, como questionar o ocorrido, diria - Foi após a contenção dos dois... Arko foi até ela, que estava caída, e pisou em seu pescoço... Provavelmente queria impedir que informações que ela possuía sobre ele fossem reveladas... Eu... Me desculpe, eu havia dito que a capturaria com vida, mas não fui rápido o bastante para o impedir. Eu entenderia se me odiasse, ou quisesse me bater... - Minha voz aos poucos iria entristecendo, até retomar um pouco da postura no final. Em qualquer momento, caso ele quisesse ou fizesse menção de me bater, diria - Vá em frente. Se realmente quiser me bater, isso não sai daqui. Eu posso não entender a sua dor, mas entendo como quer descontar em algo - Meio que como um ato de empatia, mas secretamente eu queria que ele me batesse. Talvez isso me fizesse sentir menos culpa por não ter conseguido cumprir a promessa, por isso me manteria sempre de prontidão para o golpe. Caso ele quisesse saber todos os detalhes, assim eu o contaria.

Após encerrar com os dois e de mente mais leve, era hora de me preparar para a missão de Carlos. Eu sei que havia o confrontado, mas havia sido em um momento de crise emocional... Eu esperava que isso não me comprometesse. Talvez eu tivesse que pedir desculpas, mas isso ficava para depois. Eu me arrumaria com o uniforme condizente e procuraria Rin - Me desculpe pelo sumiço, eu estava resolvendo alguns problemas... Pra acalmar a cabeça. Aliás, está tudo bem com você? Parecia deprimida da última vez última vez que te vi. Quer dizer, não que eu esteja em condição de falará algo, mas... Enfim - Diria, e ouviria o que ela tivesse para dizer. Após isso, lembrando de como Gê havia tentado me abordar antes do meu surto, o procuraria - Hey, desculpa por antes. Eu... Não estava muito bem. O que queria comigo aquela hora? - E, após ouvir o que ele tinha a dizer, responderia - Olha, eu não tive tanto contato com ele pra já tirar uma conclusão. Ele parece lutar decentemente, mas não conseguimos trabalhar em equipe muito bem. Mas bom, isso foi falha minha também. Aliás, mudando de assunto, sabia que eu ganhei um poder de uma akuma no mi? São umas tais frutas raras da Grand Line que dão poderes a quem as come em troca da habilidade de nadar ou algo assim. Um vice-almirante que conhecia meu avô ou algo do género me deu uma... Mas não vou dizer o poder fácil assim. Da próxima vez que lutarmos juntos eu te mostro - E então seguiria para terminar de me aprontar, me equipando com minhas armas e em busca de um suposto ponto de encontro, ou ao menos de me reunir com todos que iriam comigo
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