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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 6 EmptySex 17 Ago 2018, 16:18

Relembrando a primeira mensagem :

Imperial Advent

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Lars Sparkbolt e Kyo Full Buster. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 6 EmptySex 26 Out 2018, 19:36


Voltando ao Trabalho(3)

Uma de suas sobrancelhas levantava enquanto ainda a uma distância considerável de ambos via uma garotinha espernear, de certa forma isso poderia até ser uma coisa normal, mas de certas perspectivas num momento como aquele trazia certa desconfiança junto ao sentimento de desconforto do desconhecido.

-Mas o que!? Era só o que me faltava, duvido que isso seja de propósito, eles começaram então-

Dizia para os dois enquanto controlava sua respiração e pensava no que fazer em seguida, vindo a sua mente que tudo quanto é lugar poderia estar em plena escuridão, o mais certo a se fazer em um momento como este seria clarear o lugar, mais como fazer isto seria um questionamento plausível.

-Atenção! Mantenham a calma e procurem uma forma de iluminar o lugar, vela, lamparina seja lá o que tiverem a disposição, apenas o façam, depois disso mantenham sua guarda em alerta máximo, não sabemos o que pode acontecer a seguir-

Dizia mantendo um plano traçado do que fazer primariamente, mas aquelas palavras não serviam apenas para os outros, ele também seguia a parte de se manter em máximo alerta a possíveis movimentos inimigos, enquanto tudo isso acontecia mesmo naquela escuridão, traços de fúria começavam a se formar ao redor de seus olhos, provavelmente por toda aquela pressão que vinha para ele no momento.

-Não façam nenhum movimento brusco que faça barulho até que consigamos restabelecer alguns pontos de luz para iluminar esse lugar-

Dizia enquanto dava dois ou três passos bem lentos tomando alguma distancia deles e então parando por completo, “Muito bem, se não posso ver nada a minha frente, só posso confiar na minha audição e olfato agora, mesmo não tendo nada de especial neles é o que eu posso fazer no momento” pensava enquanto fechava os seus punhos olhando para o nada absoluto da escuridão com uma feição séria.

Tendo dado certo e o lugar iluminado mesmo que parcialmente ainda não era só aquilo, -Acho que... deveríamos ir para a ala da prisão- dizia ainda incerto de isso ser uma boa ou nem tanto ideia, mas independente disso teriam que acabar indo lá querendo ou não, então passo a passo começaria a andar em direção ao lugar, as portas iluminadas seriam de grande ajuda nessa empreitada de chegar ao local.

-O que aconteceu? Alguém sabe o que aconteceu? Alguém fugiu?- Já chegaria perguntando, independente da resposta continuaria mantendo sua guarda em completa atenção a possíveis movimentações inimigas ou seja lá de quem pudesse ser.

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Ceji
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 6 EmptySab 27 Out 2018, 22:15

Dançando Na Escuridão - Parte I

Era estranho ver Max daquele jeito, e mais estranho ainda como eu tentava de todo modo fazê-la mudar de opinião. Eu nunca fui o tipo que ajudava os outros, que consolava e afins, mas naquela tarde, ou noite, não sabia ao sério e também não ligava, mais do que uma garota precisando de ajuda, eu via uma pedaço de mim nela. Uma sombra do que eu passei, talvez fosse um termo melhor, e isso era ao mesmo tempo estranho e compreensível. Seria idiotice pensar que eu era o único com problemas com a família, muitas pessoas tinham problemas semelhantes ao meu, alguns provavelmente ainda piores, e se eu havia me identificado com Rin, no North blue, por essas questões, imagine na Grand Line, uma mar infinitamente maior? Por outro lado, aquela era uma situação bem diferente da qual Rin estava, Max estava desistindo do sonho dela por causa da própria família, e isso fazia o pedaço de mim que via nela ir perdendo as cores aos poucos... Eu simplesmente não podia deixar de ajudar ela, mas é claro que seria do meu jeito.

Mesmo feliz por minhas palavras terem chegado à garota, eu não podia comemorar ainda sabendo que Bethoveen havia propositalmente impedido ela de participar da missão. Eu entendia que ela era parente da criminosa envolvida e essas coisas, mas era justamente por isso que a garota queria participar, para início de conversa. Eu também ficaria muito puto se me impedissem de fazer algo por causa de uma bosta dessas, e por isso resolver o problema da participação de Max na missão era crucial. Mesmo que eu conseguisse fazer ela não sair da marinha, ela havia decidido sair por causa desse impedimento gerado pela falta de confiança, então eu teria que fazer Bethoveen aceitar a participação dela mesmo que a força, e pra isso minha teimosia veio bem a calhar. Depois de uma longa discussão com meu superior de ações e saúde duvidosa, acabei tendo que usar minha cartada secreta final ao repassar para Max uma missão paralela semelhante com meus poderes de Tenente, e olha, não é que funcionou? Eu achava que o Beto era um marinheiro mais rígido depois de toda aquela confusão, além do jeito com que ele estava lidando com a missão quando repassou ela a mim e Gê, mas ver ele dando aquela risada em resposta a minha proposta de missão foi um alívio. De superiores cuzões e rigorosos eu já tinha tido minha cota em Wars e Loguetown, e minha consideração por ele teria caido muito se ele tivesse se mostrado ser como aquele maldito Tenente Nolan.

Aquele sentimento de dever cumprido após ver Max conseguindo resolver o seu problema e recebendo uma reposta positiva era realmente uma sensação muito boa, e era estranho como nunca havia sentido essa realização até ali. A minha estadia na marinha até aquele momento havia sido resumido a fazer missões bem passivas, e até aquele momento não havia conseguido ver a consequências positiva dos meus atos e muito menos recebido um agradecimento, por mais que ainda não tivesse chegado nesse último e minhas ações com Max não terem sido realmente parte de uma missão, aquilo tudo me fez pensar que ajudar pessoas talvez não fosse tão ruim. Talvez aquele evento fisiológico raro chamado meu sorriso fosse causado por como eu me via nela, o que fazia aquela ajuda em específico ser quase como uma auto-ajuda, mostrando que eu podia me ajudar assim como ajudei ela, mas... Naquele momento eu decidir ignorar isso. Decidi simplesmente apreciar como a felicidade de outra pessoa havia conseguido chegar a mim, aquele sentimento de felicidade altruísta que a muito tempo havia tido a chama extinta no meu interior, e que reascendia em uma pequena fagulha.

Infelizmente, como sempre dizem, tudo que é bom dura pouco, e a melancolia havia chegado a mim na forma de um marinheiro alto, loiro e sem muitas peças uniformizadas, o que indicava que ele ou tinha uma patente superior, ou era um desleixado que não gostava/esquecia de por o uniforme. Embora eu tivesse quase certeza do contrário, eu curtia mais a segunda hipótese. Ter meu avô Anthony mencionado não era uma coisa muito agradável para mim, e um mês nunca era tempo o suficiente para aceitar a morte de um parente. Tá certo que eu nunca fui tão próximo a ele, principalmente depois que ele se aposentou e começou a trabalhar em um cargo mais técnico na marinha, mas saber da morte de um avô depois de muito tempo sem o ver era um choque. Quando recebi a notícia, eu havia ficado triste por não ter tido tempo de falar com ele antes do incidente, mas quando parei pra pensar, percebi que não teria mudado muito se eu soubesse que ele iria morrer. Talvez eu estivesse mais preparado psicologicamente, mas duvidava que conseguisse ir até ele.

A fruta que o vice-almirante havia me dado era, falando de forma bem educada, bizarra. Eu nunca havia visto uma fruta como aquela, e se não tivesse tido aquela conversa com o pai de Max, suspeitaria que fosse apenas uma fruta exótica e rara. Por sorte eu agora sabia da existência das akumas no mi, e duvidava que aquela fruta não fosse uma, visto o design dela, o que ao menos me salvava de confundi-lá e fazer uma salada de frutas. Isso teria sido um erro horrível. O comentário sobre o gosto da fruta vinda do marinheiro me deixou um pouco curioso, mas eu não sabia se estava preparado para comer uma dessas frutas; o pai de Max havia me dito que usuários perdiam a capacidade de nadar ao comê-las, e eu me sentia em uma roleta russa tomando esse risco por um poder totalmente desconhecido. Eu podia ganhar um poder legal, como as chamas da Angel, ou, bom, digamos que ying-yangizar não me parecia um poder muito atrativo. Eu não estava preparado para tomar uma decisão tão grande que podia mudar minha vida, não naquele momento - Err... Obrigado por se importar. Qual seu nome, mesmo? - Questionaria antes de me despedir, guardando a fruta, e seguindo para a ala da prisão.

Era estranho ver Rin sozinha lá, Gê e Mayu deveria ter ido a algum outro lugar, e isso me fez pensar que era assim que meus superiores se sentiam com relação a mim, visto que eu havia falado com todas as letras para ele tentar resolver o problema do Arko. Com a garotinha sumida e o prisioneiro na cela dele. Podia de certa forma presumir o que ele estava fazendo, mas não conseguida deixar de revirar os olhos por ele ter cagado para a missão em favor de uma fantasminha, que podia na verdade muito bem estar tentando tirar ele da ala propositalmente. Felizmente apresentações não foram um problema, embora esperava que a repulsa justificado de Rin não causasse uma má impressão em Max.

A ansiedade em esperar algo acontecer era algo bem complicado para alguém acostumado com o movimento, como eu. Uma hora estalava os dedos, outra cocada a cabeça, às vezes ficava batendo o pé no chão, naquele tipo de situação eu normalmente teria tédio, mas isso era um pouco mais difícil quando se sabia que uma maneira com chamas degenerativas iria atacar o local. Eu me sentia quase como uma presa, mas me forçava a me imaginar como uma presa venenosa, que saberia reagir quando o predador decidisse se mostrar e atacar. Em meio a esse inquietante silêncio sob os barulhos da prisão, minha confirmação de que Gê não havia feito merda nenhuma quanto ao problema do Arko veio apenas, infelizmente, quando foi tarde demais - O TEMPO ACABOU! - Gritavam os prisioneiros em meio a queda das luzes, naquele momento de escuridão total pelo QG, eu tive certeza de quem havia feito aquilo, só não sabia como. Angel Dust. Era hora do ataque.

Naquela escuridão, longe dos focos de luz das luzes de emergência nas portas, reinava a audição, e infelizmente a minha não era tão boa assim. Tentar enxergar o que estava acontecendo naquele momento era quase impossível, e eu deveria admitir que havia sido muito astuto da parte de Angel de limitar nossa visão além dos corpos pela doença. Ela provavelmente queria aproveitar a escuridão pata tirar Arko de lá sem ser vista, e isso eu não podia impedir. Sacando minha espada, um golpe com toda a minha força seria desferido contra a barra da cela ao lado, tentando gerar algumas faíscas para liberar um pouco de luz naquela área do corredor - RIN, MAX, TOMEM CUIDADO - Eu esperava que os prisioneiros, após aquela reação, estivessem saindo das celas, e isso seria muito problemático pata nos caso realmente estivesse ocorrendo. Embora estivesse preocupado com a fuga de outros prisioneiros, tentaria aproveitar a possível pequena e momentânea luz para olhar a cela de Arko, buscar sua presença, alguma outra ou até pontos ao qual ele poderia ter usado para fugir. Caso Angel fosse usar uma bomba, não seria uma tão potente a ponto de acertar Arko do lado de dentro, então não havia porque de nos afastarmos da vela, mas sim nos aproximarmos.

De toda a forma, era uma situação muito complicada, ao qual tínhamos poucas informações sensoriais, era uma situação ao qual eu temia não conseguir resolver naquele estado. Sem Gê e Mayu, eu precisaria me superar em todos os quesitos para conseguir enfrentar aquele problema, eu precisava de poder para enfrentar Angel e os possíveis prisioneiros, eu precisava de uma akuma no mi. Em um momento de reflexo, acabei pegando a fruta do meu bolso,, pensando apenas em como eu iria odiar aquele marinheiro e assombraria até sua terceira geração se eu ganhasse um poder merda, levando a akuma no mi então a boca, e mordendo um pedaço, ou até mesmo ela inteira, se conseguisse. Pela palavra que o vice-almirante havia usado para descrever o gosto, "forte", eu podia presumir que não seria muito agradável, senão ele teria usado uma palavra mais amigável, mas eu tentaria o máximo possível engolir sem cospir ou vomitar, para ter certeza que aquilo daria certo, e quanto antes estivesse recuperado, antes agiria.

Caso Arko tivesse sumido da cela, tentaria novamente iluminar a área com o choque dos metais para tentar identificar uma rota ao qual ele poderia ter seguido - Eu vou atras de Arko! - Diria, seguindo pela possível rota de fuga dele, abrindo a vela com as chaves se as achasse ou passando sem, se não fosse necessário naquele momento. Encontrando os dois, tentaria gritar para chamar suas atenções - ONDE CARALHOS PENSAM QUE VÃO?!?! - Enquanto sacava minha espada, me preparado para um combate e pra aparar qualquer ataque desferido pelos dois com minha espada, ou para continuar correndo atrás deles com minha velocidade acelerada caso me ignorassem e continuassem a fugir. Caso eu visse a própria Angel entrando, tentaria avançar nela com um corte vertical, tentando não ficar em posições muito expostas as chamas dela, para ao menos tentar impedir ela de sair com Arko, mesmo que não acertasse o ataque. Caso vários prisioneiros estivessem saindo de suas celas, infelizmente eu teria que dar prioridade a eles, e nesse caso sacaria minha espada e bloquearia o caminho até a saída da ala e/ou de uma possível saída adicional criada por Angel para Arko, preparado para desferir cortes horizontais por quem quer que tentasse passar, e preparado para tentar aparar sócios e pontapés com a parte chata da espada. Caso algum deles passasse, me manteria no lugar, mas gritaria à Rin ou Max - VÃO ATRAS DOS QUE CONSEGUIREM PASSAR! - E voltaria a defender o corredor. Caso os prisioneiros ao mesmo tempo estivessem saindo e Arko tivesse fugido por uma passagem criada por Angel, me dirigiria a Max - VAI NA FRENTE ATRÁS DELES VER AONDE VÃO, EU VOU TERMINAR AQUI E IR LOGO EM SEGUIDA - E então iria defender a saída do corredor, assim como antes, mas mantendo em mente que teria apenas Rin para cuidar da retaguarda nesse caso, e que não podia vacilar e deixar os criminosos passarem. Em qualquer momento, se ficasse cansado por causa da doença, tentaria rapidamente fincar a espada no chão e me apoiar nela como uma bengala, durante candências menores de inimigos, para tentar dar um rápido descanso e recuperar o fôlego. Vez ou outra, caso estivesse sendo dificuldades em visualizar meus inimigos, tentaria bater com a espada nas grades de ferro ou em outros objetos metálicos a volta para tentar produzir mais um pouco de luz.
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 6 EmptyDom 28 Out 2018, 22:02

Hauting the hunter




Estava satisfeito agora, eu não consigo simplesmente ignorar garotinhas aparentemente indefesas. Muito menos sabendo que eu sou uma das poucas pessoas que conseguem ver ela. O que mais me incomoda agora é o fato de que ela mesma não sabia disso e como ela pode estar ligada a doença... Se terminarmos a missão, provavelmente teremos que ser tratados e a partir desse momento, ninguém conseguira ver-la. Isso não pode acontecer... Eu não posso virar minhas costas pra ela assim. Além disso, ela tinha informações sobre terceiros... Pode ser que o tal loiro a deixou assim... Eu só espero que a minha decisão não tenha atrapalhado nosso progresso na missão.

De repente, ela se desesperou e começou a surtar. Parecia que tinha algo de errado entre ela e o marinheiro Kyo. Só que todo mundo anda tão suspeito que eu não to nem acreditando em mim mesmo, afinal, eu estou vendo uma garotinha que ninguém mais está vendo.  Só tem uma pessoa que eu tenho certeza que não tentaria me enganar, mas eu não queria dar mais trabalho pra essa pessoa, justamente porque eu to querendo tentar ser um pouco mais independente... Mas... Eu acho que devo deixar isso de lado por enquanto e focar na missão por agora.

Pra começar o meu plano de ação, eu rapidamente me esticaria sobre a mesa e tentaria localizar a garota usando meu tato. Tentaria não me aproximar de forma brusca para não assustar a garota. Caso ela ficasse com medo ou se assustasse mesmo assim, eu diria: – Tá tudo bem, Xiomara... Eu to aqui... – Em seguida eu a colocaria em minhas costas e seguiria dizendo: – Vou te levar pra um lugar seguro. – E me retiraria com elas em minhas costas. Agora, se eu não conseguisse encontrar-la, eu a chamaria em voz alta. Se ela não respondesse, eu gritaria seu nome, e se mesmo assim eu não conseguisse encontrar-la, eu tentaria achar algo para iluminar o local. Se não conseguisse, eu me retiraria.

-Não façam nenhum movimento brusco que faça barulho até que consigamos restabelecer alguns pontos de luz para iluminar esse lugar- Ele exclamou.

–Ah é, ainda tem isso... – Pensei.

  Antes de me retirar, eu pararia e diria: – Senhor... Sinto que precisam de mim lá fora, por isso eu não posso perder tempo aqui. – E prosseguiria com o plano.

Okay! Caso eu estivesse com a Xiomara, eu partiria em busca da Mayu, gritando seu nome, indo em direção a ala médica. Ao achar-la, eu lhe daria um abraço diria: – Que ótimo, você ainda está bem. – Se esse fosse o caso, e seguiria dizendo: – Por favor, tome conta da garota. – E voltaria a correr pelos corredores. Se eu não estivesse com a garota, ao invés de lhe fazer o pedido, eu lhe diria: – Tome cuidado, eu já volto pra ficar com você – E partiria. Se eu acabasse encontrando ela ferida, eu a esconderia em um canto seguro do Quarto/local para que ninguém acabasse a prejudicando ainda mais. Se eu não a encontrasse ou se ela estivesse gravemente ferida, eu rezaria para a deusa proteger ela, ao invés de minha pessoa. Se eu realmente quero me tornar independente, tenho que cessar um pouco com essa coisa de proteção da deusa.

A partir daí, eu avançaria até a ala do QG, tomando cuidado para não ser atingido por ataques surpresa, e se esse fosse o caso, eu saltaria para os lados e deslizaria para longe do meu agressor. Chegando a ala da prisão, eu estava preparado para uma batalha. Era claro que o plano de libertar o Arko já estava sendo posto em ação, e por isso, eu tinha noção de que é bem possível que a tal assassina das chamas corrosivas estivesse por lá. A sua habilidade mágica é mais do que adequada pra essa tarefa, então essa teoria é a que mais faz sentido para mim. Se eu avistasse as chamas estranhas vindo até mim, eu jogaria a minha mochila na frente, pra bloquear o ataque. Se bloquear uma vez não fosse o bastante, eu jogaria minha camisa, e se meu oponente insistisse, eu me esquivaria, je escondendo atrás de um obstaculo.

Ao chegar à ala da prisão, eu exclamaria: – Lars! Rin! Vocês estão bem? – E seguiria dizendo: – Eu acho que eles finalmente cansaram dessa brincadeira... Então tomem cuidado. – Enquanto eu puxo minha aldebaran, ainda em sua bainha.

Não tenho certeza se conseguiremos completar essa missão, mas pra mim, isso não é uma opção. Eu não vou sossegar até conseguir...


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Legenda:
 

Histórico do Gezão:
 

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 6 EmptySeg 29 Out 2018, 19:04




Imperial Advent



Ceji

......O vice-almirante revelou o seu nome para os marinheiros, um nome um pouco curioso pela forma como se apresentou “X. Charles”. A fruta era de facto peculiar, deixando Lars apreensivo sobre se deveria ou não comer tal fruta, as chances de conseguir um poder bom eram tão boas quanto a de sair um poder ruim, mas se pensarmos com cuidado acabamos por perceber que isso é uma questão de perspetiva.
......Mas o marinheiro não teve muito tempo para pensar sobre isso, visto que as luzes do QG se desligaram todas, estava claro que aquilo era obra de Angel. O marinheiro teve a ideia de usar a sua espada para acertar as grades de modo a criar faíscas, elas iluminavam muito pouco mas por sua sorte começou a trovejar, iluminando a ala prisional a cada 5 segundos. Nesse momento Lars se sentiu mais cansado e viu que Max ajoelhava-se no chão quase sem forças, ao mesmo tempo alguns marinheiros começavam a abrir as celas - O meu corpo… EU NÃO CONSIGO CONTROLAR O MEU CORPO! - gritou um dos marinheiros. Aquela situação não era nada boa para a marinha.

G e Kyo

......Magnus acalmou a garotinha e fez ela subir nas suas costas para a carregar de volta até as celas, o marinheiro escutou as palavras de Kyo mas ele parecia determinado em fazer aquilo que ele achava correto. Os três então foram até a ala prisional com a ajuda da garota, que dava para os dois indicações tão claras que até um cego conseguiria seguir sem problemas.
......Quando chegaram na ala prisional presenciaram vários marinheiros abrindo as celas dos prisioneiros, enquanto isso outros marines tentavam os impedir mas com medo de magoar os seus amigos e colegas, era claro que os marinheiros estavam soltando os presos contra a vontade deles, alguns imploravam para que cortassem as suas mãos, mas claro que ninguém fazia isso. Ao entrar na ala prisional se começaram a sentir mais fracos, era como se o corpo não quisesse se mover da forma que eles desejavam.

Todos

......-HAHAHAHAHA! - riu uma voz de criança, mas não era a de Xiomara, a voz vinha do lado de fora de uma das celas. - VAMOS COMEÇAR A FESTA! - então a cela de Arko explodiu junto da cela à sua direita. Nesse momento uma garota (cerca de 6 anos) de cabelos roxos e uma celestial de cabelos vermelhos entraram na cela prisão, claro que separadas pelas grades. - Eu cuido a partir daqui, mamãe. - A celestial passou a mão na cabeça da garota, então Arko se aproximou e beijou a celestial.
......Nesse momento os marinheiros controlados começaram a se aproximar da cela de Arko, impedindo os marinheiros não controlados de se aproximar. Permitiram a criança sair da cela e Arko fugir com a Celestial - Gostei da hospitalidade, mas não voltaria aqui. Devoir. - Nesse momento Max começou a ficar com os cabelos completamente negros, sua pele mais verde e começava a emanar uma aura negra e vermelha a sua volta. Ela rosnava de raiva e saiu disparada na direção da cela de Arko, os marinheiros na sua frente foram completamente atropelados e a garota conseguiu fugir por pouco - NÃO VAI FUGIR NÃO! - então Max segurou nas grades e arrancou elas com uma certa dificuldade, assim que as arrancou atirou na direção de Angel, infelizmente não acertou nela mas atrasou-a um pouco.
......Lars não pensou duas vezes e usou aquela oportunidade para ir atrás dos fugitivos, enquanto isso dava mordidas na Akuma com um sabor que lembrava tudo de ruim na vida do marinheiro, era realmente um sabor desgraçado. Enquanto Lars corria atrás de Arko e Angel, alguns marinheiros que estavam de sentinela no exterior do QG começaram a disparar na direção deles, fechando o caminho deles e cercando-os.
......-BABY! PRECISAMOS DE REFORÇOS! - gritou Angel, a sua voz era um pouco rouca mas era doce de se ouvir, era uma pena ser uma criminosa. Então alguns marinheiros que estavam sendo controlados correram para o exterior, igualando o número de marinheiros aliados e inimigos.
......No interior Max caia no chão sem forças, porém ainda emanando a sua aura - Oi primaaaa! - gritou a garotinha - Ainda não nos conhecemos, mas eu sou a Eliza! Peço desculpa mas vou ter que usar o seu corpo. - Então a garota começou a mexer as mãos e o corpo de Max começou a se mover, era claro que a garotinha era a pessoa por de trás do controle dos marinheiros.
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Numero de marines "inimigos" no exterior: 15
Numero de marines "inimigos" no interior: 10

Uma Uma no mi: Model Horse:
 

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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 6 EmptySex 02 Nov 2018, 16:03

Dançando Na Escuridão - Parte II

Por mais que eu presenciasse os poderes daquelas tais akumas no mi, conceber que frutas misteriosas conseguiam garantir poderes àquele que as ingerisse era algo fantástico demais para se levar com tanta naturalidade. Eu estava na Grand Line a pouquíssimo tempo, e isso não era nem de longe tempo o suficiente para me acostumar com esse tipo de bizarrice, ainda mais quando esse tipo de coisas sequer eram mencionadas nos Blue! Claro, eu possuía a bainha relampejante que havia conseguido em Loguetown, mas os relâmpagos gerados por aquela pedra não davam choques reais nos inimigos, era um recurso visual acima de tudo, então nem se comparavam as tas fritas do Diabo, tanto em poder quanto em bizarrice. A Grand Line era realmente uma outra realidade, realidade ao qual eu teria que me adequar e adaptar caso quisesse sobreviver naqueles mares, ainda mais porque tinha certeza que só ficaria pior dali para a frente.

Mesmo distraído em meus próprios pensamentos, o apagão das luzes me pegou de supetão - Merda, claro que eles iriam tentar apagar as luzes - Era uma tática extremamente simplória e clichê, mas não menos eficiente por esses motivos. Admito que fiquei com um pouco de raiva de mim mesmo por não ter pensado que ela poderia tentar fazer isso, afinal, a limitação de sentidos dos seus inimigos, especialmente a visão, era uma vantagem crucial em um combate e ainda mais em uma infiltração. Era uma tática tão imediata que eu provavelmente acabei a subestimando instintivamente e nem me preocupei que ela poderia o tentar. Ou Angel havia sido genial em usar uma tática tão conhecida que ninguém esperava que fosse usada, se aproveitando da falta de preparo nessa área em específico, ou ela havia simplesmente feito a primeira coisa que veio à mente, e por isso havia feito uma estratégia tão simples. Não querendo tirar mérito dela por ter nos pego de surpresa, mas eu torcia pela segunda opção, porque senão seria bem mais difícil apanhar a moça de guarda baixa.

Enfrentar a garotinha e Angel que haviam acabado de invadir a ala seria um imenso desafio, ainda mais depois que diversos marinheiros começaram a perder o controle de seus corpos e se virar contra nós, mas, sendo bem sincero, eu não ligava para isso. Mesmo que tivéssemos muitas dificuldades, eu só queria uma chance de encher a cara de Angel e Arko de porrada, depois de fazerem a mim e Max passarmos por umas situações desagradáveis naquela missão com aquela história da família dela e de como eu estava tendo que me mobilizar para resolver aquelas caralhas todas, e tinha certeza que alguns cortes e socos bem dados poderiam resolver nosso pequeno probleminha. É claro que não poderíamos os subestimar, afinal, Angel era uma usuária de Akuma no mi e talvez a garotinha também fosse. Eu, por mais que naquele momento provavelmente também viesse a me tornar um usuário, não tinha ainda sequer conhecimento do que a aquela fruta poderia me permitir fazer, mas eu havia lutado até ali sem poderes, então mesmo que os poderes acabassem não ajudando, não seria sacrifício lutar com a velha e boa espada. Ainda assim, apostar naquela fruta poderia ser um meio de aumentar minhas chances de vencer em muito, e eu não podia me dar ao luxo de continuar a guardando.

Aproveitando a brecha e passagem que Max havia veiado, logo me vi em disparada pelo solo noturno da cidade, atras dos dois criminosos e deixando os marinheiros manipulados e criminosos soltos nas mãos dos meus aliados. Meu foco naquele momento era capturar os dois criminosos fugitivos e poder descontar minha raiva neles, então deixar os dois fugirem estava totalmente fora de cogitação. Quase reflexivamente mordi a fruta do diabo, e, bom... Digamos que o arrependimento bateu quase que instantaneamente - (COF COF) QUE GOSTO PODRE É ESSE!?! (COF COF) - Aquela fruta era tão horrível, mas tão horrível, que parecia uma mistura de merda com suor e chulé, era tão ruim que conseguia se igualar ou até superar aquela gororoba preta em decomposição que haviam me forçado a comer no meu primeiro dia na marinha. Naquele pequeno instante eu amaldiçoei todas as gerações daquele vice-almirante filho da puta por ter me dado aquela merda que profanava algo que eu considerava muito importante chamado PALADAR - Você me paga, Carlos! - Pensava em voz alta, ainda tossindo um pouco pelos gosto ruim impregnado. Mesmo com medo de aquela fruta horrenda ter destruído minhas papilas gustativas e desejando que o cara estivesse na minha frente para fazer ele comer o resto, tive que engolir o pedaço enquanto guardava o resto e seguir atras de Angel e Arko. Eu não ia comer o restante daquela fruta podre nem por um caralho, se fosse para ganhar os poderes só com um pedaço, que fosse; senão eu iria ficar sem poderes mesmo.  

Enquanto aquela guerrilha entre os marinheiros de guarda e os controlados ocorria,  eu simplesmente os ignorava e prosseguia em direção à Arko e Angel - TÁ CORRENDO PORQUE, ARKO-IRIS? ESTÁ ACHANDO QUE SE LIVRA DE MIM TÃO FÁCIL?! - O irmão da moça havia me dito que ela era rápida, mas eu contava com minha aceleração natural, conhecimentos de corrida e acrobáticas para os perseguir em alta velocidade entre obstáculos até os alcançar. Ficaria sempre atento a possíveis ataques à distância deles, quando rapidamente me movia para traz de algum objeto de tamanho considerável ou estrutura com o intuito de o usar como cobertura antes de retornar a perseguição. Caso eu visse a oportunidade, como se eles fossem para um beco ou outra área que lhes desse menos liberdade de movimentos, pegaria rapidamente uma das minhas duas espadas leves e arremessaria em sua direção com um movimento giratório, tentando acerta-los com a lâmina ou ao menos os atrasar por perderem tempo bloqueando ou desviando. Passando pelo local onde minha arma caiu ou fincou, tentaria rapidamente a pegar denovo para não a perder e continuar os arremessos em outras oportunidades. Caso eles tentassem escalar alguma estrutura ou muro achando que poderiam me despistar assim, tentaria aproveitar primeiramente a posição desvantajosa da escalada para arremessar uma ou duas das minhas espadas leves, e então usuária meus conhecimentos de acrobacia para buscar um ponto de apoio e me projetar para cima chutando as paredes, uma em direção a outra, para me manter ricocheteando nas paredes ou em pontos de apoio para subir pelo obstáculo é continuar minha perseguição; pegando as espadas possivelmente fincadas caso as tivesse arremessado.

Uma vez que chegasse bem próximo dos mesmos, sacaria minha espada maior e avançaria com um dash contra Angel Dust, tentando acertar suas asas com a ponta da espada. Eu sabia que suas asas eram seu ponto fraco, então se conseguisse acerta-las antes da mesma se virar, conseguiria minar grande parte do seu poder,e usuária o alcance da espada e o dês para tentar a acertar antes de uma possível reação. Ficaria preparado, entretanto, para uma possível reação da moça, onde então tentaria entrepor minha espada entre mim e o ataque, seja ele vertical ou horizontal. Caso o ataque fosse com a tais chamas, ao mesmo tempo que podia a lâmina na frente, tentaria curvar meu corpo para minha capa ficar entre mim e o ataque também, pondo mais materiais para me proteger da degeneração. A acertando no pronto fraco ou ao menos em uma área a volta do mesmo, tentaria girar a lâmina para atacar suas pernas, na área do joelhos, para tentar a derrubar, mas preparado para redirecionar a lâmina com um novo movimento caso ela se esquivasse com um salto ou se movendo para trás/lados. Caso ela houvesse defendido o ataque inicial, ou caso eu tivesse defendido uma reação mais rápida dela, giraria meu corpo com a espada me tangenciado para acumular força-centrípeta e rapidamente a chocar contra Angel com um ataque horizontal, descarregando a energia do giro.

Após os casos anteriores, tentaria me manter bem próximo a ela procurando uma brecha para desferir uma estocada ou um ataque lateral, tentando cravar a espada em sua carne para gerar muita dor e desconforto, preparado para sacar outra espada caso a cravada conseguisse ficar presa. Caso a mesma não se cravasse, entretanto, tentaria a puxar diretamente em minha direção, com o objetivo de rasgar mais carne em sua saída, e rapidamente a poria a postos em minha frente novamente, aguardando outra oportunidade. Ficaria sempre atento para interceptar ataques da mesma com a minha lâmina e buscando as brechas para outros ataques nesses momentos, mas preparado para desistir do contra ataque em favor de um bloqueio mais eficiente no caso de uso das chamas. Caso percebesse que Arko viesse me atacar, tentaria recuar para manter os dois na minha linha de visão antes de por minha espada à frente do golpe, para poder não ser surpreendido por um ataque de oportunidade de Angel e girar a espada ao redor do ponto de pressão do golpe de Arko para usar seu tamanho com o objetivo de interceptar da ataque da mulher junto, mas preparado para caso tivesse que largar aquela espada e puxar outra rapidamente para conseguir bloquear. Nesse caso, caso os dois estivessem bem próximos, tentaria girar ao meu redor para tentar acertar os dois com um ataque giratório, e em seguida me afastaria de Arko para sair da desvantagem numérica. Caso em algum momento um deles conseguisse me acertar um sua arma, usuária minha mão esquerda para segurar a arma com força contra mim, dificultando o recuo do mesmo e usando o braço direito para projetar minha espada em um contra ataque - VAI PRECISAR DE MAIS DO QUE ISSO! - Gritaria, com um tom sádico, e jogaria a arma longe caso o atacante fosse Arko e ele tivesse largado a arma para bloquear ou se esquivar.  
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 6 EmptySex 02 Nov 2018, 23:34

A hero's stride






  O caos tinha se formado. Magnus estava sendo sobrepujado por emoções diferentes, porém, o medo reinava. O medo de machucar muito seus companheiros e de falhar na missão. O medo de fracassar novamente na tarefa de ajudar alguém e de decepcionar uma garotinha. Além do medo da possibilidade de a Mayu estar ferida em algum lugar, sozinha.

Enquanto o medo tomava conta, a fúria reaquecia o coração de Magnus. Tudo que ocorrera até o momento tinha sido causado pelos malfeitores que estavam em sua frente. Indo totalmente contra sua natureza, esse sentimento lhe dava vontade de descontar tudo pelo que havia passado na garota que controlava seus companheiros, só que ele sabia o quão arrependido se sentiria após avançar de forma descuidada pra cima da garota.

Ele estava confuso, confuso o suficiente para não conseguir mostrar sua perspectiva no momento. Só que ele sabia que devia tomar uma atitude. Sentia que por conta de sua negligencia, as coisas estavam indo daquela forma. Então a culpa e o dever de ajudar outros, o obrigavam a tomar uma atitude, e essa obrigação o fazia tremer. Ele reconhecia seus demônios e sabia que para seguir em frente, teria que passar por cima deles.

Após refletir por um bom tempo, Magnus parecia ter chegado a uma conclusão.

–Deusa... Perdoe-me... – Ele murmurou.

Sabia que acabaria machucando alguém ou se machucando, e Magnus sabia que aquela entidade, imaginária ou não, não ficaria feliz com o que pudesse ocorrer.

– Xiomara... Se eu não for mais capaz de lhe proteger, ou se você sentir medo... Pegue o machado em minhas costas e fuja... – Ele diria a garota, agarrando a sua longa katana e fiel companheira, Aldebaran, ainda em sua bainha.

Magnus estava focado na garota, talvez fosse seu desespero falando ou quem sabe o que estava se passando pela sua cabeça, mas ele estava quase certo de que devia derrubar a garotinha antes de tudo. Sua estratégia, entretanto, lhe deixou com receio, pois ele acredita que bater em garotinhas não é algo muito heróico a se fazer. Todavia, assim como na charada do trilho do trem, Magnus acreditava no fundo de seu coração que aquele é era um mal necessário.

– Olha, eu costumo dar uma segunda chance para todo mundo, por isso, você pode se render ainda.  Eu realmente não quero te machucar. – Ele gritaria para a outra garota, esperando um pingo de arrependimento ou por desencargo de consciência.

Sua estratégia era bem simples: Ele pretendia avançar direto na garotinha, obviamente, usando distrações. Ele tinha noção de que na teoria, a eficiência do controle de diversos organismos era baixa, então, era provável que se ela focasse em apenas um alvo, um segundo alvo ficaria livre pra avançar até ela. Pra iniciar o combate, ele caminharia em direção a garotinha e prestaria atenção ao seu redor e buscaria a localização a marinheira Maximilliam. Com Aldebaran ainda embainhada em sua mão esquerda, ele se aproximaria de um de seus companheiros e desferiria um golpe veloz no marinheiro que estivesse mais próximo. Se o mesmo estivesse carregando uma arma, Magnus tentaria atingir a mão que estivesse carregando essa arma. Se o marinheiro estivesse desarmado ou usando uma arma que não estivesse em suas mãos, ele o atingiria na barriga, se segurando um pouco para não ferir gravemente seu oponente. Em seguida, ele tentaria desarmar e pegar a arma de seu oponente para finalizar com um Seijaku bem em seu peito.
Sei que você está pensando que esse plano de ação é apenas mais um combo sem graça de um espadachim meia boca, mas a técnica tinha um propósito.  Magnus tinha noção de que tinha a capacidade de lançar uma pessoa com aquela técnica, e por isso ele queria jogar um dos marinheiros em cima de um alvo especifico: A marinheira Maximilliam. Sua demonstração de força mais cedo deixava claro de que a marinheira que estava sendo controlada seria um grande desafio a se enfrentar. Com isso em mente, ele queria remover os maiores obstáculos antes, para que o seu avanço não fosse interrompido com facilidade.

Após isso, se sua estratégia fosse bem sucedida, Magnus arremessaria a arma de seu oponente (Se tivesse ela em mãos), iniciaria uma corrida a todo vapor na direção da marinheira Maxilliam e passaria por ela, aproveitando o fato dela ter sua visão obstruída. Se por acaso ele errasse a técnica, ele agarraria seu oponente, e usando ele como “escudo”, correria na direção da marinheira. Em seguida, ele jogaria o seu oponente em cima dela para finalizar contornando a garota.

Magnus sabia que devia levar em consideração algumas possibilidades. Uma delas é de que a Mayu também estivesse sendo controlada, já que não pudera se encontrada. Então, se esse fosse o caso, Magnus evitaria atacar-la a todo o custo, mudando seu plano de ação se fosse necessário, e bloquearia seus golpes usando Aldebaran. Outra possibilidade é de que, obviamente, ele fosse atacado. Se Xiomara estivesse sob risco, ele daria prioridade a interceptar os possíveis golpes e projeteis com Aldebaran, chutando e/ou empurrando o possível agressor pra longe. No caso dele ser o alvo e a garota em suas costas estivesse bem, Magnus apenas tentaria atingir o agressor antes que ele pudesse conectar o golpe, usando a sua aceleração.  Se isso não fosse o suficiente, ele usaria a mesma ação do outro caso: Interceptar os ataques usando Aldebaran. Se por acaso, Magnus fosse atacado com algo que ele não pudesse interceptar e que fosse causar muito dano, como explosivos, ele usaria sua aceleração para se afastar o mais rápido o possível.

Se por acaso, Magnus não conseguisse simplesmente se livrar da marinheira Maximilliam, ele apenas se defenderia, dando prioridade ao seu torso e cabeça se ela não usasse uma arma para lhe atacar. Magnus tomaria cuidado com as suas costas, mas daria o máximo de atenção para marinheira, já que ela era bem mais perigosa no momento.  Magnus evitaria se esquivar, para que a pequena criminosa pensasse que ele não conseguia acompanhar o ritmo da marinheira. Enquanto isso, Magnus trabalharia seu posicionamento, se aproximando ao máximo da garota e se conseguisse, ele se colocaria entre a marinheira e a criminosa com os poderes místicos. Em seguida, Magnus tentaria sair da direção do ataque, para que assim, possivelmente, a marinheira atingisse a garotinha. Se seu plano não fosse bem sucedido ou se ela não fosse libertada de seu controle, ele tentaria aproveitar a sua esquiva bem sucedida para atingir a jovem com um golpe na cabeça, de cima pra baixo, usando Aldebaran e suas duas mãos, para ter o máximo de eficácia no seu golpe, seguido de um segundo golpe, dessa vez mirando o queixo, usando o cabo da espada.

Se ele conseguisse chegar perto o bastante da garota e a marinheira Maximilliam estivesse ocupada com aquele marinheiro que ele tinha arremessado, ele tentaria atingir a garota com golpes, usando as duas mãos, o mais rápido o possível. Ele miraria a sua cabeça, buscando um possível nocaute, pois não queria alongar muito aquele embate.

Tendo terminado ou não aquele embate no momento, Magnus tentaria se afastar um pouco da briga para poder colocar seus pensamentos em ordem e respirar um pouco. Afinal, tudo o que o movia naquele momento, era a vontade de ajudar e proteger a todos.


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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 6 EmptySab 03 Nov 2018, 08:54


Voltando ao Trabalho(4)

Aquela cena infame vendo muitos marinheiros abrindo aquelas celas batia como uma pedra em seu corpo, era uma cena inconcebível para ele, algo que jamais poderia ser feito, ainda mais naquela proporção, aquilo fazia sua visão ficar turva por alguns instantes e então logo após normalizar, ao ver como aquilo estava acontecendo, via que eles estavam sendo possivelmente controlados, o que causava em si um tipo de segundo impacto.

-He... hehehe... então era isso? Esse era o seu super plano senhor fora da lei preso? Você só não contava com uma coisa... que eu vou acabar com todos vocês, reduzi-los a cinzas, sem piedade alguma, pois de agora em diante você não tá tratando com a mesma pessoa, não terei piedade de seja lá quem for que esteja junto com você-

Diria cada palavra enquanto mantinha uma risada fria, maldosa e completamente fora de controle, seu corpo mantinha um grau de temperatura elevado, pois estava emanando calor e era possível.

-Hahaha... HAHAHahaha... HAHAHAHAHAHAHAHA! Festa? Suponho então que precisarei de um convite, que tal um, não, dois foras da lei mortos, que seja, vocês acham que a festa é de vocês? Errado, serei eu o que mais vai aproveitar essa merda-

Começava a andar rumo onde os marinheiros controlados estavam começando a libertarem os prisioneiros, ao ficar de frente olhando toda aquela loucura de pessoas controladas, outras em completa agitação, dava uma leve respirada como se estivesse se preparando para a guerra e então logo após fechava fortemente ambos os seus punhos.

-Por falar nisso, acabarei primeiro com o culpado de toda essa desordem vulgo senhor Arko da soberba desgraça alheia, quando eu te pegar, você já era hahahahahahaha!

Dizia enquanto pressionava seus pés para tomar impulso e então começando a correr até a localidade onde ele pudesse ter alguma lembrança de estar junto a Arko enquanto preso estava e então de lá partir rumo a possível direção de onde ele pudesse estar indo, corria em alta velocidade mantendo movimentações desordenadas como um método natural de desvio de possíveis coisas que pudessem ir em sua direção, no mais por hora era isso.

Por fim encontrando Arko e quem mais estivesse com ele diria, -Hora hora hora se não é o fora da leizinho que dizia fazer tudo sozinho, pelo visto ele estava certo em não acreditar em você, mas como é de praxe ele quase não me deixou participar dessa festa das mil entidades, mas pelo visto não é assim que funciona a lei universal não é mesmo? Afinal de contas para toda ação existe uma reação, você só não vai gostar do que vai ver- neste momento já fazia o que normalmente faria como padrão, estralar alguns ossos, liberar e pressionar algumas veias sob seu corpo e continuar com aquela aparência insana que parecia só se saciar com aquela pessoa.

-Chega de papo furado...- Dizia enquanto passo a passo começava a ir na direção de sua presa que seria Arko, cada passo que seus pés davam, mais ânsia de ir pra cima daquele ser aumentava e mais sua velocidade aumentava, chegando em certo ponto a utilização de sua máxima velocidade era eminente e então em um campo de visão considerável e não ligando para quem estivesse junto a ele, partiria para o confronto direto onde propositalmente no seu campo de visão e aproximado em alta velocidade de direita para a esquerda aplicaria um falso golpe em seu tronco tendo como foco o verdadeiro golpes que viria de baixo para cima diretamente na boca de seu estomago ou no caso de não ser exatamente na localidade, ser o mais próximo possível.

Acertando ou não a fúria era tanta que era praticamente impossível se afastar daquela pessoa, por isso logo após o primeiro ataque, seria aplicado um rolamento para um dos lados ou até mesmo um médio/baixo agachamento em alta velocidade voltando a dar velozes passos ao seu redor e então ao se dar conta de uma possível brecha, aplicaria um potente soco em seu corpo visando seu rosto ou sua cabeça como um todo.

Ainda utilizando de agressividade, força e violência e gritando com fúria, acertando ou não seu golpe anterior, aplicaria a seu corpo em direção a seu inimigo movimentos desordenados até chegar a um ponto onde aplicaria uma série de socos como isca em direção a seu corpo para que assim que no momento em que visse uma verdadeira abertura aplicasse o verdadeiro soco no mesmo tendo como foco o seu queixo de baixo para cima, acertando ou não aplicando então alguns dashs na direção contrária a seu inimigo em conjunto a alguns moderados rolamentos e algumas cambalhotas com o intuito de tomar alguma distância e ao mesmo tempo desviar de algum ataque em potencial do mesmo e de mais alguém.

Por fim após todos aqueles seus ataques e até enquanto os aplicava, manteria certa atenção aos seus arredores mantendo sua percepção no máximo, assim sendo, sendo ameaçado por seu inimigo atual ou por qualquer um que estivesse ao seu redor, utilizaria de movimentações defensivas como desvios para os lados e para trás, rolamento no chão e até mesmo abaixando seu corpo, caso fosse agarrado, utilizaria de sua força em potência máxima para se livrar do ocorrido e tomar moderadamente alguma distancia, caso ficasse na linha de visão de alguém que pudesse o atacar a longa distância, manteria seu corpo sempre em movimentação desordenada e em alta velocidade.

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 6 EmptySeg 05 Nov 2018, 23:12




Imperial Advent



......Kyo ia em direção à saída para auxiliar Lars que estava no exterior parando Arko e Angel, graças a alguns marines o tenente Kyo conseguiu passar sem dificuldade, mas agora o caminho estava completamente fechado.
......A chuva estava caindo e os trovões gritando, o ambiente estava realmente feio para aquela ilha, era difícil de imaginar que aquele dia havia começado com um belo sol. Kyo discursava para Arko, fazendo um sorriso aparecer no seu rosto, já a sua companheira alada não parecia muito feliz com as suas palavras, e não ficou mais feliz ao escutar as palavras de Lars.
......Kyo investiu na direção de Arko para o socar, mas este não mexeu um músculo pois Angel deu um soco na cara de Kyo que o lançou para a sua esquerda uns 5 metros de distância, aproveitando a distração dos seus oponentes Lars foi por de trás de Angel e fez um corte nas suas asas, fazendo-a recuar no mesmo instante.
......- Vocês não estão mesmo para brincadeira né? - disse Arko enquanto agarrava a espada de Lars com a mão esquerda , se cortando um pouco, ele tentou dar um soco na cara de Lars mas falhou por pouco. Angel tirou do bolso um par de soqueiras negras e olhou para Lars - Criança insolente… - então encheu as suas mãos com as chamas e ele foi capaz de perceber que as soqueiras não estavam se desfazendo com as suas próprias chamas. Infelizmente ele não teve muito mais tempo para apreciar as chamas visto que ela deu um dash na sua direção e realizou um soco ascendente no seu estômago que fez ele levantar uns centímetros para o alto e imediatamente se afastou, dava para ver que ela já demonstrava sinais de estar cansada.
......Enquanto Arko estava distraido olhando Angel e Lars, Kyo aproveitou para dar um soco no homem que acertou na sua orelha, fazendo-o ficar desnorteado por alguns segundos. Nesse momento Arko olhou muito nervoso para Kyo e murmurou num tom frio e arrepiante - Vou fazer um colar com os seus dentes. - imediatamente ele se afastou e ficou costas com costas com Angel - Vamos mostrar para essas crianças o que conseguimos fazer. - então Angel acenou positivamente e tirou uma lata e jogou no chão, liberando uma fumaça negra que englobava os 4. Dentro da fumaça era apenas possível ver a luz das chamas da mulher, não conseguiam ver mais ninguém.

......Enquanto isso, Magnus dizia para Xiomara ficar em segurança, o jovem parecia determinado a fazer algo terrível pelo bem maior, talvez nem fosse necessário causar tanto estrago. - Olha, eu costumo dar uma segunda chance para todo mundo, por isso, você pode se render ainda.  Eu realmente não quero te machucar. - disse o marinheiro para a outra garotinha. Ela se limitou a olhar bem pensativa para Magnus e simplesmente responder - Não, obrigado. - Então ela apontou para Magnus e mexeu as suas mãos, mas apenas causou Magnus perder o equilíbrio por alguns momentos, o olhar surpreso no rosto da garota revelava bastante - PORQUÊ QUE VOCÊ NÃO É AFETADO? VOCÊS DEVERIAM ESTAR TODOS FRACOS PARA EU CONTROLAR VOCÊS! NÃO! NÃO! NÃO! - a garotinha começou a fazer uma birra, então apontou para Max e começou a mexer os seus dedos e fez a marine ir em direção a Magnus com um potente soco de direita. Infelizmente ela errou por bem longe graças a Rin que deu um soco na garota na mesma hora.
......Magnus ia se aproximando da garota e desarmando os marinheiros que estavam sendo controlados pela garota, infelizmente à medida que os marinheiros saudáveis iam lutando com os seus companheiros as suas energias iam se desgastando, permitindo a garotinha usar eles a seu favor. Os marinheiros iam caindo um a um, deixando o caminho para a garota livre, mas nesse momento Mayu apareceu e tentou atacar Magnus, o olhar de terror nos olhos da sua companheira eram únicos - ELE NÃO! - gritou Mayu alertando Magnus do seu ataque permitindo ele evitar o mesmo.
......-Agora eu entendi… Agora todas as peças de encaixam… - disse a garota. Ela apontou para Max e fez ela socar Rin com tanta força no estômago que ela ficou a 2 metros de altura do chão. Então Max foi até Mayu e passou a sua aura para a marinheira - Mamãe falou que sua akuma era boa nas mãos certas. Ainda bem que está nas minhas mãos. HIHIHIHI! - Imediatamente Max voltou a lutar contra Rin, ambas estavam bem iguais agora que Max havia passado sua força para Mayu, em compensação Mayu estava mais rápida. - Parece qu que você é especial para ela… E agora? O que vai fazer?


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Off: Arko e Angel já estavam no exterior cercados, não havia para onde eles fugirem entao desconsiderei parte do post do ceji.
Na realidade desconsiderei parte do post de vários de vós pelo facto de eu não ter conseguido encontrado uma forma de montar uma luta, ainda por cima por parecer que ainda não sabiam bem contra quem lutar e como lutar. Nesse post coloquei um desafio ao Ceji e ao Kyo para lutarem em dupla (os oponentes vao estar alternado e se ajudando, entao recomendo fazerem o mesmo) e apenas sabendo da localização de 1, então comunicação para não se acertarem sem querer é mt importante (a bainha de frufru de ceji tbm ajuda a se encontrarem, mas tbm vai se revelar para os inimigos, use com cuidado). Para o G deixei mais um desafio moral que um desafio físico mesmo, é uma luta normal mas contra alguém importante para o personagem que está lutando claramente contra a sua vontade.
A historia de mais marines virarem do mal apenas ocorre no interior porque é onde a garota tem mais contrele dos seus poderes.

Numero de marines "inimigos" no exterior: 15
Numero de marines "inimigos" no interior: 14 (6 desarmados) (n contando Max nem Mayu)
Numero de marines aliados no exterior: 15
Numero de marines aliados no interior: 6 (n contando Rin)

____________________________________________________

~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 6 EmptySex 09 Nov 2018, 23:16

Dançando Na Escuridão - Parte III

Tudo bem que eu queria ir para a Grand Line, explorar e conhecer ilhas, e tals, tudo bem que eu já havia ouvido boatos sobre o clima instável e extremamente variado, mas aquilo ali chegava a ser bizarro. Eu não conseguia conceber como um dia tão claro, ensolarado e limpo havia fechado do nada e começado uma tempestade com relâmpagos, eu sequer havia as nuvens negras chegando até que a chuva havia começado! Claro, talvez aquilo fosse só uma coincidência logo no nosso primeiro dia lá ilha, uma tempestade que talvez tenha pegado até os moradores de supresa, mas naquela altura do campeonato eu não tinha mais tanta certeza disso - Espero que não seja assim normalmente... - Um mar onde existem frutas que dão poderes e é cercado por águas absolutamente imóveis e sem vento poderia muito bem tem um clima absurdamente instável e repentino. Talvez eu devesse questionar Rin sobre isso mais tarde, para saber se ela sabia algo sobre o assunto.

Bom, não era como se eu estivesse exatamente reclamando daquele clima, afinal, os relâmpagos estavam iluminando o local, e isso era de grande ajuda para que não perdêssemos os dois criminosos de vista. Além do mais, eu não reclamaria nem um pouco se um raio caísse em Arko ou em Angel, desde que eu não ficasse surdo com aquele estrondo filho da puta que bem junto. Na verdade, embora trouxesse certas vantagens, o problema daquela tempestade era justamente o oposto do que as pessoas normalmente imaginam ser problemático em uma tempestade, a chuva. Aquela água caindo em massa do céu molhava o chão das proximidades do QG, gerando poças e áreas escorregadias que atrapalhavam e diminuíam o ritmo dos movimento - E placa de piso molhado, cadê? - Murmurava a piadinha para mim mesmo; aquele podiam até ser um problema que afetava nossos inimigos, mas eu tinha certeza absoluta que me atrapalharia em cenários comuns, e sinceramente não gostava de trocar um problema certeiro por uma possível ajuda, isso era acordo de trouxa. Infelizmente a vida é o clima não são feitos de acordos então tudo o que eu podia fazer era evitar escorregar e me tornar um alvo fácil para as chamas, enquanto torcia para nossos oponentes também se verem prejudicados.

Felizmente, porem, eu não estava sozinho naquela furada, o Manchinha havia vindo junto, mas... Havia algo de estranho nele. Eu não sabia o que, mas algo no cara parecia bem diferente de quando eu o havia encontrado mais cedo. Claro, podia ser só impressão minha, na verdade eu não me surpreenderia se fosse, já que eu mal havia falado com o cara, mas aquilo parecia mais do que jeito de falar, me lembrava muito como Rin ficava alterada em combate e mal parecia ela mesma. Quer dizer, parecia isso, mas, bom, felizmente sem os impulsos sádicos e genocidas contra criminosos. Ainda assim, o fato daquilo me lembrar de Rin não me deixava muito confortável principalmente porque eu já a havia visto deformar na porrada diversos criminosos e não poupar quem quer que estivessem em seu caminho naquele estado, então, por via das dúvidas, eu preferia evitar ficar no caminho de Manchinha, ao menos até eu ter certeza que aquilo era diferente do que acontecia com Rin. É como sempre dizem, melhor prevenir do que tomar no cu - Só por garantia, você não vai ter um surto psicótico aqui não, né?

Eu queria muito poder dizer que aquele combate estava equilibrado, mas falar isso seria uma mentira, e eu nunca fui muito bom contando mentiras. Naquele momento nos estávamos em uma clara desvantagem, estávamos enfrentando criminosos conhecidos daquela ilha da Grand Line, que sabiam trabalhar bem em equipe, enquanto eu e meu parceiro mal havíamos trocado palavras até ali, e um dos mesmos ainda possuía uma akuma no mi ao qual sabia usar bem, enquanto eu sequer sabia se tinha algo de verdadeiro na que eu havia comido além do gosto de fezes que eu ainda podia sentir na boca caso engolisse saliva. Para qualquer um aquilo seria uma situação um tanto quanto caótica e desesperadora, mas para mim, era apenas mais um combate de muitos. Eu já havia enfrentado inimigos mais fortes que eu antes, e sempre havia conseguido contornar o problema, aquela luta não seria diferente, não podia ser diferente. Enquanto as gotas da chuva caiam sobre meu corpo eu entendia porque eu estava ali. Só havia um simples motivo. O êxtase da batalha.

Com um sorriso de prazer simples naquele momento um tanto estranho, notava minha cabeça para funcionar, embora normalmente não costumasse o fazer em combates. Eu havia tomado um ataque das chamas de Angel e nenhum órgão meu havia virado farinha, o que ao mesmo tempo me deixou aliviado e confuso. A única defesa entre mim e as chamas eram minhas roupas, e combinado com o fato da soqueira dela não se desintegrar, será que aquilo só funcionava em coisas orgânicas?  Se fosse, seria essencial me manter sempre coberto com as roupas, especialmente pela capa e luvas, para não ter algumas necrozações desagradáveis. Claro, era apenas uma teoria, mas se era algo que podia me manter vivo, era algo válido. Além disso, havia o problema da fumaça; por mais que parecesse que ambos os lados estavam prejudicados, o jeito que Arko pareceu pedir para ela fazer isso indicava que os dois já possuíam certo costume de lutar nesse estado, então estava veem claro o lado que estavam em desvantagem. Felizmente eu sabia como usar aquela desvantagem como vantagem, tudo graças a uma certa bainha...

Passando minha espada grande para a mão esquerda, sacaria uma das minhas espadas leves e, a pondo na bainha de relâmpagos e pressionando a pedra com o punho da mão esquerda, sacaria a espada, agora com raios. Rapidamente a fincaria no chão; embora naquele momento eu quisesse muito que aqueles raios fossem reais para assar os dois criminosos, e quase pudesse sentir o cheiro de sua carne chamuscada em meio a chuva, eu sabia que isso não seria possível, e meu objetivo ao fazer aquilo era outro, atrair a atenção deles fazendo todos verem os raios em meio a curtida de fumaça. Eu me manteria alguns poucos segundos segurando meio afastado a espada cravada no chão, mexendo ela de um lado para o outro, para não deixar a imagem estática, e então me afastaria o mais silenciosamente possível após ter certeza que a mesma estava fica ao solo. Me manteria a uma distância da espada que me permitisse me esconder na curtinha de fumaça, mas ainda ver vultos que se aproximassem da isca. Caso alguém viessem para cima da isca como que se viesse atacar, eu avançaria com minha espada pesada em punhos preparado para desferir um corte vertical de cima para baixo contra o inimigo - Te peguei...! - Sussurraria. Caso eu identificasse meu aliado marinheiro, entretanto, tentaria parar minha corrida e dar um salto para traz, voltando para a fumaça, e olhando em volta para tentar observar outros vultos. Caso acertasse um inimigo, tentaria prosseguir aproveitando que minha lâmina baixa, para desferir um corte horizontal em suas pernas, e então prosseguir usando as penas flexionadas graças o golpe baixo anterior para saltar o mais alto que conseguiria, me mantendo virado para baixo. No ar, caso conseguisse saltar, tentaria procurar outro vulto, já que presumia que os dois agiam juntos, e tentaria durante a queda, caso fosse possível, descer desferindo outro golpe naquele inimigo ou em outro que havia chegado, novamente sendo um corte horizontal de cima para baixo, e então avançaria outra vez para dentro da névoa.

Caso outro inimigo chegasse enquanto eu fosse atacar o primeiro, eu tentaria avançar para o lado para abrir caminho e tentar me ocultar, antes de avançar devolva para um corte, giratório para atingir os dois caso realmente ambos fossem os inimigos. Caso não tivesse tempo para me afastar, Dária prioridade para defender os golpes de Angel, visto que ela poderia usar as chamas. Caso eu fosse impedido de dar o salto, eu tentaria atacar de volta quem quer que tivesse me impedido com uma estocada, e então entraria novamente na névoa para me esconder e voltaria a prestar atenção a minha volta. Me manteria, sempre que estivesse parado na névoa, atento a minha volta tentando buscar vultos com minha visão e barulho de passos na água com minha audição, nenhum dos meus sentidos era especialmente bom, mas eu achava difícil que não ajudassem em nada. Claro, se um relâmpago iluminasse a fumaça e permitisse ver as silhuetas, tentaria identificar os três que estavam ali comigo para tentar gravar suas posições. Me manteria sempre atento às chamas verdes ou vultos se aproximando para que eu pudesse me defender dos ataques com minha espada, e possivelmente também com minha capa, caso fosse um ataque das chamas, e contra atacar com uma estocada a não ser que percebesse que era o Manchinha fazendo fogo amigo. Caso eu visse meu companheiro conseguindo atacar alguém, eu me aproximaria dele de forma não agressiva para tentar aproveitar a brecha do inimigo ao defender ou esquivar de seu ataque para desferir um em sequência, na forma de um corte horizontal. Ficaria atento a outras oportunidades de fazer o mesmo, além de que ficaria preparado para bloquear um ataque direcionado ao meu companheiro que o mesmo não viesse vindo - De nada - Diria, caso o fizesse.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 6 EmptyDom 11 Nov 2018, 20:06


A Escuridão está Aqui

-É com isso? É com isso que eu tenho que lidar? Deveria ter vergonha de si mesmo por uma situação igual a essa-

Indagava a Arko como se parecesse uma crítica construtiva, mas na verdade sendo mais para um bem maio, ou seja, seu próprio bem ou o que queria dizer sendo apenas um reflexo de momentaneamente estar descontente com a postura adotada por seus inimigos naquele momento.

Naquele momento do seu lado ouvia o som de alguém dizendo alguma coisa, parecia ser algum tipo de aliado, não sabia ao certo o que realmente era, toda aquela pressão parecia não o deixar ver o que poderia ser com exatidão aquilo, e toda aquela fúria o impedia de dar muita importância para seja lá o que fosse naquele momento de insanidade, mas não completamente a ponto de não poder falar nada, -Tenho quase certeza de ouvir alguma coisa falando comigo, que seja, seja lá quem for, aproveite a festa e, aprecie o banquete-.

-Já vocês- Disse com relação aos dois inimigos, -Nenhuma piedade terei...-Finalizou sua fala enquanto ocorria a preparação de algo por ele, ou pelo menos parecia ocorrer algo ao qual nem ele mesmo poderia dizer com exatidão naquele momento.

Naquele momento a escuridão em seu ser parecia tão penetrante que se igualava a escuridão local, sua ira também se comparava a alguma coisa, o clima talvez, isso misturado ao clima de desapontamento referente a seu inimigo dava certo impulso em acabar logo aquilo em si para a normalidade mesmo que sufocante e chata pudesse retornar.

-Que assim seja, foram vocês que pediram, então baixarei toda a minha raiva em vocês-

Dito isto seu corpo se inclinava um pouco para frente colocando pressão em seus músculos de seu corpo, mais precisamente das pernas e dos braços, e então segundos antes de o início do fim, uma voz mental sacudia a obscuridade, “Blue Drive...” anormalmente implicando a seu corpo mais precisamente suas pernas forte tensão permitindo assim uma velocidade que ultrapassasse o limite, indo assim na direção de ambos que pareciam utilizar uma tática de proximidade para manterem uma forte reação a inimigos, mesmo assim, aquilo não era nada para ele.

Seguindo o fluxo em alta velocidade se colocaria quase que entre os dois exatamente no campo de visão perfeito o suficiente para que outra voz surgisse em sua mente, uma voz hostil e mesmo assim fria e quase sem piedade dizendo, “Blue Beast...!” aplicando assim, golpes em ambos em uma velocidade anormal aplicada a todo o seu corpo.

Por fim independente de conseguir ou não, aquela frenesi frenética o fazia com que independentemente de como terminasse seu plano, em alta velocidade desse passos velozes em sua direção e então seu corpo aparecer diante de Arko e então com médio impulso de trás pra frente em meia lua lembrando muito a movimentação pendular do boxe seus punhos fossem levados de encontro a boca do estomago de seu inimigo, naquele momento ele sentia um forte impulso de querer que seu punho atravessasse o corpo de seu inimigo aparecendo do outro lado, mesmo que não acontecesse, um tipo de instinto assassino ou até mesmo de forte raiva que em contato direto ou sentimento, poderia acabar sendo sentido por alguém.

Enfim terminando tudo aquilo, utilizava passos velozes para impulsionar seu corpo na direção contrária à de seus inimigos, indo para a parte defensiva tanto no atual momento de tomar distância quanto no momento de ataque e entre os ataques, sendo visado por eles ou qualquer outro que ali estivesse ou surgisse, aplicaria movimentações em velocidade máxima maximizada para impulsionando seu corpo para os lados e para baixo, utilizando de médios pulos e também rotações com desvios para os lados incluindo também movimentações de baixa estatura como mini cambalhotas no solo sem a necessidade de encostar seu corpo no chão por manejar as movimentações e desvios com seus braços.

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 6 EmptyTer 13 Nov 2018, 18:47

Chanting Hatred




 Magnus esperava poder colocar sua mente em ordem, só que isso não estava nos planos de sua oponente. A garota que o enfrentava negou a sua oferta, além de propositalmente colocar as duas companheiras do jovem pra enfrentar-lo diretamente. Magnus se sentia desprezado, e isso fez com que ele traduzisse toda aquela tempestade de sentimentos... Em ódio. Porém, mesmo no limite da razão, ele sabia que tinha prioridades.

– Já chega de ser bonzinho... – Ele pensou, espremendo com toda sua raiva, a sua katana, ainda guardada em sua bainha.

Magnus focalizou toda sua raiva na direção de um individuo: A garota com os poderes místicos, mas a sua raiva pra cima dela vinha pelo fato dela estar protegendo aquela que ele jurou prender.  Ele sabia que ela era a única que merecia ser julgada por culpa e entendia que devia se convencer de que nem todos mereciam piedade, mas isso ia muito além de sua lógica. Sua cabeça parecia estar funcionando ao extremo e mesmo doente, ele estava dando seu melhor pra ser útil naquela situação.

Sua breve analise o fez perceber que o cansaço e a exaustão são os principais fatores que determinam quem pode ou não ser manipulado por ela. Infelizmente, ele lembrou que a doença que ele não tratou pelo bem de ajudar Xiomara, estava afetando seu desempenho e drenando sua energia. Seu estilo de luta demanda muita estâmina e seu bloqueio não era tão efetivo a ponto de apenas esperar a Mayu ou a Maximilliam se cansar e partir pra cima. Ele sabia que devia esperar ela abaixar sua guarda no meio de um ataque, e contra atacar usando sua velocidade superior.

Para neutralizar sua companheira, Magnus pretendia usar uma rasteira e se não fosse o suficiente, ele a empurraria, visando derrubar-la. Seu timing tinha que se adaptar a sua companheira tunada. Ele bloquearia os possíveis golpes de sua companheira, já sabendo que seu estilo de luta gira em volta de chutes poderosos, esperando por um chute alto que lhe a deixasse exposta o suficiente para ele encaixar a rasteira. Magnus tinha noção que não seria uma tarefa fácil, mas pelo bem da Mayu, ele pretendia aguentar o tranco. Logo em seguida, ele partiria para cima da soldado Maximilliam e enquanto olha dentro de seus olhos, ele se moveria como se quisesse apenas evitar-la para no fim, tentar usar de uma finta para fazer-la abaixar a guarda e lhe atingir no queixo com a Aldebaran, usando toda força. Talvez aquilo não fosse o suficiente, então ele prosseguiria a atingindo na barriga e novamente o seu queixo.

Magnus tinha noção que não conseguiria enfrentar as duas ao mesmo tempo, ou uma delas junto de um dos outros marinheiros sendo manipulados, então, se esse fosse o caso, ele se afastaria, e executaria esquivas simples para evitar os golpes mais básicos e mitigar o dano e bloqueios com sua arma, para golpes certeiros. No caso de ter que enfrentar frente a frente a marinheira Maximilliam, ele procuraria manter uma distancia no caso dela poder lhe contra atacar, dando passos para dentro e para fora de seu alcance, lhe atingindo com ataques rápidos se ela tentasse se aproximar. Ele também prestaria atenção na Xiomara, que podia lhe avisar de possíveis ataques e caso fosse atacado por quaisquer marinheiros adjacentes ou até mesmo se fosse atacado diretamente pela garotinha, ele se esquivaria de maneira simples, caminhando para longe de Mayu e Maximilliam e tentando novamente a sua abordagem direta se fosse possível. Se os marinheiros controlados estivessem atrapalhando demais, ele tentaria derrubar cada um, os atingindo com três estocadas velozes contra sua barriga.

No fim, se ele conseguisse passar pelas duas, ele tomaria cuidado para que a garota ou algum marinheiro puxasse uma arma de longa distancia para atirar contra ele de forma sorrateira. Se por acaso ele visse uma arma ou ouvisse um disparo sendo efetuado, ele viraria na direção que o disparo fora efetuado e giraria sua katana o mais rápido que pudesse.

Se não tivesse interrupções, ele avançaria na direção dela, tirando a sua katana da bainha. Em meio ao seu avanço, ele esticaria seu braço esquerdo, segurando a bainha de sua espada na direção dela, como se fosse atingi-la com aquilo enquanto estica seu braço direito para trás, fingindo preparar outro ataque que estaria sendo ocultado pelo primeiro. Se ela caísse em um dos truques do rapaz, Magnus lhe atingiria com chute, bem na barriga com o bico do pé, visando jogar-la pro alto, enquanto guarda sua espada em sua bainha. Logo em seguida, se ele fosse bem sucedido, ele saltaria e lhe atingiria com uma joelhada usando a outra perna, combinada de uma cotovelada. Aproveitando o momento, ele pegaria a Agnis e a puxaria com toda a força e velocidade, para atingir sua oponente com o cabo da arma. Magnus então prosseguiria guardando Agnis novamente e em seguida, ele chutaria sua oponente de novo, com a intenção de jogar-la mais alto ainda. Com ela ainda no alto, Magnus  apontaria Aldebaran para o alto e executaria uma série de estocadas com Aldebaran ainda guardado em sua bainha. Ele seguiria com esse ataque até que se sentisse exausto, e quando isso acontecesse, ele deixaria a garota cair para lhe tentar lhe atingir com mais um chute pra manter-la no alto, só que dessa vez, seria o ultimo, pois ele finalizaria colocando Aldebaran junto de sua cintura e entrando em posição para tentar atingir-la com um Seijaku.

Se ele fosse bem sucedido em derrotar a garota, ele apenas se agacharia e descansaria um pouco.  Se não, ele apenas se afastaria e repensaria seu plano.

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