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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Imperial Advent

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MensagemAssunto: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 4 EmptySex 17 Ago 2018, 16:18

Relembrando a primeira mensagem :

Imperial Advent

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Lars Sparkbolt e Kyo Full Buster. A qual não possui narrador definido.


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gmasterX
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 4 EmptyTer 25 Set 2018, 21:09

Long day





O tempo que passei com Mayu me trouxe uma paz de espírito, e enterrar o cozinheiro tirou um peso de minhas costas que esteve me desconcentrando.  Mesmo que a culpa me siga para todo canto, eu percebi que não devo deixar isso me abater, mas sim que devo usar disso como motivação. Não podemos concertar os erros passados, mas podemos evitar os futuros erros, e com isso em mente, devo completar essa missão.

Nesse momento, algo me incomoda mais do que qualquer coisa: O fato de que eu não agradeci essa marinheira compreensiva.  A essa altura, ela provavelmente acha que eu sou só um esquentadinho, marrento e mandão. Por enquanto eu tenho mais é que me preocupar com a cerimônia em si.

- Não é suposto eles morrerem por nós… O que aconteceu? – Ela questionou.

– Alguém achou que ele sabia demais e que devia ser calado. Quando eu percebi, ele já estava morto. – Respondi.

  Bati continência, mostrando meu respeito ao morto. Mesmo que não pudesse reparar meu erro, eu ainda podia tentar recuperar o mínimo da Dignidade que lhe fora tirada naquele beco.  E agora? Nada que eu pudesse dizer me parecia certo, nada que eu pudesse fazer me parecia certo, nada que eu pudesse pensar parecia certo. Então o que me resta é olhar nos olhos das pessoas a quem eu definitivamente havia decepcionado e enfrentar as conseqüências? É... São os heróis que devem formar a barreira entre a segurança e o perigo. Devo conversar com os parentes do cozinheiro.

Antes que eu pudesse por a minha ação em curso, Rozalya surgiu das sombras. Parece que ele iniciou uma briga de bar enquanto eu não estava por perto... Droga...

- Uma pequena briga, mas ele precisa imediatamente de cuidados médicos. – Respondeu Rozalya ao questionamento da Marinheira.

Nesse momento então, eu me ajoelharia, colocaria minha mão esquerda sobre seu ombro e diria com um olhar sério: – Tá, mas fica com a gente. Nada de tirar sonecas no meio da missão. – Logo após, eu tentaria erguer o desconhecido em estado critico e o colocaria sobre minhas costas. Em seguida eu levantaria e apoiaria Rozalya sobre um de meus ombros. Em seguida eu diria para a marinheira havia me ajudado: – Obrigado pela a ajuda. Eu esperava lhe compensar, mas parece que vai ficar pra depois. Então... Eu sou o sargento Magnus e a gente se vê por ai. – Terminaria minha fala. Pararia por um instante e complementaria, olhando para as gêmeas:–Garotas, vocês poderiam não partir por agora, eu tenho algumas perguntas para fazer que pode nos levar ao assassino.– Eu então partiria, iniciando minha jornada até a enfermaria e prosseguiria dizendo: – Grandão, me diz ai, o que foi que aconteceu? – Para ver se ele se mantinha acordado. Ao chegar a enfermaria, eu exclamaria: – To precisando de uma ajudinha aqui! – Colocando os dois em camas disponíveis. Eu então me viraria para Rozalya e diria: – Eu tenho certeza que você lutou com garra lá, mas nesse momento você precisa abaixar a bola. – Eu então me afastaria e prosseguiria dizendo: – Quando você estiver melhor, você me conta como foi.

Eu ainda tinha que reportar o que eu havia descoberto para o Beth, então assim que os dois estivessem sendo tratados, eu partiria em busca do capitão. Ao me encontrar com ele, eu reportaria tudo que tinha descoberto e também contaria sobre o que ocorreu com Erick.

  Em seguida, eu iria em busca das duas. Assim que eu as encontrasse, eu as guiaria até um local onde pudêssemos ter uma conversa particular. Se o local não tivesse cadeiras e uma mesa, eu buscaria por elas na proximidade, visando  o conforto das gêmeas. Com tudo em ordem, eu colocaria as minhas armas num canto da sala, pararia bem em frente as duas e diria: – Certo, qual era a relação de vocês duas com a vitima? – Busco fazer elas se abrirem um pouco comigo. Já que ambas pareciam não estar aptas a responder perguntas, eu tenho que amenizar um pouco o clima pesado. Pode ser que eu não vá conseguir entrar em contato com elas mais tarde.


NPC ACOMPANHANTE:
 

Legenda:
 

Histórico do Gezão:
 


Última edição por gmasterX em Sex 28 Set 2018, 19:25, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 4 EmptyTer 25 Set 2018, 21:56


Uma missão, ou quase 5

-É como eu pensei, velhos hábitos nunca mudam, independentemente do tipo de pessoa que se vê por aí-

Dizia agora se ajeitando para ficar em uma posição mais confortável, “Mas olha só quem voltou, deve ser obra do destino mesmo, não, duvido muito, só voltou ao normal mesmo”.

Qualquer informação sobre o que poderia estar acontecendo ou até mesmo que pudesse acabar por acontecer ainda era praticamente incerta em sua mente, junto a isso ele não era do tipo que era bom ou se empenharia na retirada de informação de alguém, mas ao falar sobre matar brotou em sua mente um sentimento de curiosidade, tal sentimento o forçava junto ao sentimento de dever a continuar naquele pequeno jogo, não o que cartas, mas sim de vigiar.

-É realmente um lugar bem complicado essa ilha, soube que vários problemas estão acontecendo por aí, inclusive um bem inusitado...-

Deixou então a parte final em aberto agora jogando um pouco mais de lado qualquer detalhe e então continuando a falar logo em seguida um pouco mais tranquilo e por sua vez mais solto que o habitual.

“Oh cara chato, pelas barbas das velhas pessoas, estou eu aqui de boa tentando ficar ao máximo de tranquilidade possível para não partir para cima do desgraçado e vem ele falar em matar, lutar ou combater tanto faz o que seja exatamente, esse maluco tá achando o que? Que é uma boa ideia incitar violência assim perto exatamente do único cara que quebraria uma cadeira nas costas de um pirata sem dó? Era só o que me faltava, sorte a dele que não me conhece, ou pelo menos finge muito bem em não me conhecer”

De forma despretensiosa formava tais pensamentos em sua mente agora um pouco mais tranquilo por descarregar aquela praticamente semi raiva em pensamento, talvez por não ter muito mais o que falar e por ainda não estar recuperado e ao que parecia nem estar perto disto, tinha prevenção em acabar fazendo algo que ele pudesse se arrepender em um futuro longínquo ou até mesmo próximo.

Por outro lado, ele não podia simplesmente não fazer algo assim desta forma, afinal de contas estava ali por algum motivo, dever, obrigação e mesmo contra sua vontade acabaria tendo que fazer alguma coisa no final das contas.

-Você já teve a impressão de que tem alguma coisa acontecendo bem na sua frente, que pessoas normais não conseguiriam perceber, mas você por não entender o que está entendendo por algum motivo entende que ninguém entendeu o que você não estava entendendo por começar a entender algo que ninguém entende?-

Independente da resposta diria: -É por essas e outras que não gosto ou tento entender esse tipo de coisa, baita perda de tempo, tipo tentar correr encima de um Rei dos Mares, se bem que seria interessante-

“Olha só que merda, eu aqui tentando conversar com um maldito safado desse, não existe pior coisa que tentar conversar com quem não se quer conversar, ainda mais sabendo que tipo de pessoa ele é”

Por fim pensava de forma inconformada por ter que falar com esse tipo de cara, mas infelizmente era o que precisava ser feito naquele momento, de qualquer forma podendo falar tornava o seu trabalho um tanto quanto mais facilitado, o que na verdade não era bem assim e que acabaria tendo a mesma dificuldade devido ou não a possíveis eventualidades.

Histórico:
 

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Narração[N/A]:
 
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 4 EmptySex 28 Set 2018, 22:07

Anjo Caído - Parte V

Quando havia ido à loja, eu esperava um pouco mais de relutância. Pessoas não costumavam encarrar com Bins olhos interrogatórios, e ex-criminosos não costumavam encarar bem a marinha, juntar as duas situações juntas não era uma boa combinação. Eu estava preparado para se o atendente se negar a cooperar, se ele mentisse, se ele tentasse falar o mínimo possível para dar poucas pistas, até se ele me atacasse, o que eu imaginava que tornaria tudo mais fácil, já que eu podia assim apreender ele e levar para um interrogatório formal. Mas apenas de tudo, quebrando todas as minhas expectativas, ele cooperou. E não foi uma cooperação padrão de responder o que eu perguntava; o homem parecia realmente disposto a ajudar na captura de Angel, já que contou até mesmo detalhes importantes da convivência dos dois que normalmente sequer precisaria ter mencionado. Claro, ele podia muito bem estar mentindo e inventando tudo, mas pessoa que mente alguma seria tão idiota a ponto de dar tantas informações para o interlocutor, porque isso só tornava mais fácil desmentir e perceber a fraude; haviam sim alguns pontos que eu não entendia bem, mas no geral parecia algo bem coeso.

De acordo com os relatos do atendente, Angel Dust, cujo nome real era Angela Ziegler Van Dutch, era nada mais nada menos que sua irmã. Os dois eram irmãos "celestiais" que haviam trilhado o caminho da pirataria ou algo assim, e, assim como bêbado havia dito, o atendente revelou que ela realmente era apaixonada e manipulado por Arko. Esse relato não só era coerente como também batia com o relato do bêbado, e por mais que eu não tivesse confiança no bêbado, se as informações batiam ou aquilo era verdade, ou estavam em grupo e tinham um plano minuciosamente bolado. Eu não entendia muito bem o que eram os tais celestiais, mas a história das asas com problemas me davam uma boa pista e suposição: talvez fossem humanos alados, o que faria sentido com o nome e a descrição dada; não sabia se podiam voar ou não, mas não importava, visto que ele havia dito que eram apenas meio-celestiais e ainda possuíam doenças nas asas. Outra informação dada por ele que eu não havia compreendido era sobre a tal Akuma No Mi; de acordo com ele, Angel possuía essa tá, coisa que permitia a ela virar chamas especiais degenerativas. Ao mesmo tempo que soava perigoso, soava irreal, mas eu já havia tido meu toque de irrealidade na Grand Line com minha bainha relampejante. Se ele realmente estivesse inventado sobre essa tal Akuma No Mi, seria muito óbvio, não seria vantajoso criar uma mentira tão grande, então, bom, seria melhor perguntar mais tarde o que essas coisas eram.

Pelo que ele dizia, Angel tinha um plano, e já tinha até contado para ele: explodir a cela ao lado da de Arko. Era um plano simples e antigo, mas eficiente, ainda mais se feito à noite, como ela planejava. Ouvindo o plano, logo lembrei da garota verde que levou um prisioneiro para a cela ao lado, mas não tinha porque eu comentar aquilo. Ao menos não ainda. Ele havia dito que não havia aceitado a oferta, mas por mais que estivesse escolhendo acreditar nele, eu não podia presumir que tudo era verdade, eu deveria estar preparado e ter cuidado com o que falava mesmo que parecesse uma colaboração total. Depois de algum tempo se deixando levar a contando sobre sua irma e sua filha, ao qual comentaria apenas que a havia visto, cheguei à conclusão de que a ida havia sido bem proveitosa. Eu não podia perder mais tempo ali, pois precisava avisar os outro marinheiros sobre o plano de Angel, mas uma duvida me impedir de sair ainda. E, é claro, o compadecimento que acabei gerando por aquele homem, ele realmente estava em uma situação difícil, e eu não podia simplesmente pegar as informações e virar as costas. Primeiro, entretanto, iria sanar minha dúvida - Então... Você mencionou algumas vezes essas tais akumas no mi, mas o que elas são exatamente? - Independente da resposta ou do quão absurda parecesse, ouviria atentamente, e, após alguns segundos refletindo, voltaria a me pronunciar - Bom, com esse problema todo, me sinto na abrogação de perguntar se você quer escolta da marinha para sua família - E, independente da resposta ser positiva ou negativa, agradeceria pela cooperação e sairia.

Após sair da loja, iria direto ao QG. Lá, buscaria Betinho para relatar o que houve - Ele decidiu cooperar, afinal, precisa ganhar a confiança da marinha, já que a presença constante de marinheiros acaba prejudicando seus negócios - Diria, caso o encontrasse - Ah, e ele teve uma condição: Arranjar escolta para a família dele - Completaria, caso ele houvesse sido positivo a proposta. Após explicar tudo, diria - Então, acho que não preciso dizer isso, mas não podemos deixar nenhum prisioneiro ficar nas celas ao lado das de Arko. Seria ideal também deixar alguém do outro lado da parede, para o caso dela mudar levemente o plano e tentar explodir por lá - Porém, caso ele não estivesse no QG ou caso ele houvesse dito para eu mesmo cuidar do pessoal de guarda, sairia pelo QG chamando alguns sargentos livres e talvez tenentes voluntários para reforçar a guarda, especialmente do outro lado da parede, e para fazer uma revista nas celas ao lado da de Arko e na própria cela do mesmo, atras de itens suspeitos. Caso algum deles questionasse o motivo, responderia com - Circunstâncias especiais - Com o máximo de calma que conseguisse, para evitar agitação nos marinheiros. Caso a sobrinha de Angela se voluntariasse, não dispensária ela para não ficar muito suspeito, afinal, ela ainda poderia estar sendo manipulada pela tia, já que me lembrava dela pondo um criminoso na sala ao lado da de Arko anteriormente, então poria ela para vigiar uma área mais afastada e com outros marinheiros. Caso ela reclamasse dissesse que queria estar mais próxima da vela ou que queria fazer as revistas, responderia - Eu estou coordenando a ação, se não gostou da minha organização, não participe, simples.

Iria também até Rin e Mayu para, longe da cela de Arko, lhes resumir a situação - De forma bem coesa, Angel Dust, ou Angela, é uma criminosa apaixonada por Arko usuária de uma Akuma No Mi que permite a ele criar um fogo especial com propriedades degenerativas. Ela quer libertar Arko explodindo a parede da vela dele através das celas dos lados, então não permita que ninguém seja posto nessas celas. Se houver alguém, mesmo que tenha sido movido, quero que revistem a pessoa e garantam que ela não voltará àquela cela. Posso confiar em vocês, certo? - Esperando uma reposta positiva, prosseguiria com - Ótimo, quero que vocês cuidem das coisas aqui, eu vou rondar a instalação para interceptar uma possível aproximação dela. Pelo que fiquei sabendo, ela pretende atacar ainda hoje, talvez até já esteja à espreita, então muito cuidado - E, após isso, iria fazer a tal ronda. Eu ficaria rondando atento por possíveis áreas pelas quais Angel poderia entrar no QG, assim como pela entrada da ala carcerária, para poder verificar a situação de tempos em tempos, e de passar periodicamente pelas instalações ao redor da ala das prisões. Durante minhas rondas, encontrando outros marinheiros em áreas propícias a passagem da criminosa, perguntaria se haviam visto algo estranho ou suspeito nos últimos minutos, e em caso positivo, ou que eu mesmo presenciasse, rapidamente me dirigiria à ala das prisões para verificar a situação. Caso quisesse descansar um pouco, arranjaria uma cadeira para sentar mais ou menos da entrada da área das prisões, para poder ter uma boa visão da ala, ou ao menos em apoiaria na parede do mesmo local.
OFF:
 

Histórico do Ceji:
 

NPC Acompanhante:
 

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 4 EmptySeg 01 Out 2018, 19:18




Imperial Advent


ceji

...... Lars pedia informações sobre as ditas Akumas no mi para o lojista, ele explicou os básicos das frutas do diabo, após isso o marine perguntou se o lojista precisava de escolta para a sua família, nesse momento o “ex-celestial” rapidamente desviou o olhar e respondeu - Talvez a minha mulher precise de proteção, eu consigo cuidar de mim mesmo… Mas a minha filha… - ele suspirou - Apenas fique de olho nela.
......Então o marinheiro seguiu rumo até ao QG onde passou as informações para Beethoven, antes mesmo de Lars dizer que era imperativo deixar a cela de Arko isolada, o próprio capitão deu ordem para o marinheiro organizar as revistas. Como já não havia nada a ser dito, Lars juntou alguns sargentos e foi até a prisão para realizar a tarefa que lhe havia sido dada.

Kyo

......Kyo, agora que já conseguia voltar a falar sem que a boca lhe doesse, parecia tentar criar um laço de amizade com Arko, talvez para conseguir mais informações no futuro. - -É como eu pensei, velhos hábitos nunca mudam, independentemente do tipo de pessoa que se vê por a- Arko sorriu e acenou positivamente, parecia que Kyo havia feito um bom trabalho com as primeiras palavras. - É realmente um lugar bem complicado essa ilha, soube que vários problemas estão acontecendo por aí, inclusive um bem inusitado…
......Arko se deitou na sua cama e se espreguiçou - Eu estou preso aqui há muito tempo… Não conseguiria saber nada sobre o exterior de qualquer modo… - as suas palavras tinham um toque de ironia. Nesse momento Kyo decidiu usar uma combinação estranha de palavras de modo a formar uma frase que confundiu Arko - Você já teve a impressão de que tem alguma coisa acontecendo bem na sua frente, que pessoas normais não conseguiriam perceber, mas você por não entender o que está entendendo por algum motivo entende que ninguém entendeu o que você não estava entendendo por começar a entender algo que ninguém entende? - o pirata não conseguiu sequer pensar numa resposta, apenas ficou olhando para o jovem com os olhos arregalados - É por essas e outras que não gosto ou tento entender esse tipo de coisa, baita perda de tempo, tipo tentar correr encima de um Rei dos Mares, se bem que seria interessante
......-Parcero… - disse Arko - Te deram uns entorpecentes meio brabos né? -

Ceji & Kyo

......Ceji começou a comandar a revista nas celas e todos os guardas se voluntariaram para ajudar, acelerando o processo. Não havia nenhum sinal da sobrinha de Angela, o que poderia ser um bom sinal se considerassem ela uma aliada. Enquanto os marines revistavam as celas, incluindo a de Kyo e Arko, Lars aproveitou para passar as informações para Mayu e Rin, bem longe da cela de Arko, embora conseguisse ver eles sendo revistados.
......- De forma bem coesa, Angel Dust, ou Angela, é uma criminosa apaixonada por Arko usuária de uma Akuma No Mi que permite a ele criar um fogo especial com propriedades degenerativas. Ela quer libertar Arko explodindo a parede da vela dele através das celas dos lados, então não permita que ninguém seja posto nessas celas. Se houver alguém, mesmo que tenha sido movido, quero que revistem a pessoa e garantam que ela não voltará àquela cela. Posso confiar em vocês, certo? - explicou Lars, ambas concordaram, porém o marinheiro conseguiu perceber que Mayu estava bem cansada e parecia estar suando, quase não se conseguindo manter de pé. - Ótimo, quero que vocês cuidem das coisas aqui, eu vou rondar a instalação para interceptar uma possível aproximação dela. Pelo que fiquei sabendo, ela pretende atacar ainda hoje, talvez até já esteja à espreita, então muito cuidado.
......Enquanto isso, Kyo e Arko eram revistados de uma forma nada amigável, felizmente Kyo não recebia novos danos e as dores não eram grandes, os marinheiros eram brutos mas não queriam o magoar, já contra Arko eles não tinham dó - Cofoi?! Ele não recebe porrada porquê? - dizia Arko rindo. Quando acabaram de revistar as celas os marinheiros voltaram a fechar tudo normalmente.
......A cela à direita de Arko estava vazia, o prisioneiro recém levado para lá havia sido levado para uma ala médica especial para prisioneiros, parecia estar bem doente.; mas a cela à esquerda tinha uma garotinha bem triste que fazia sinal para todos os marines a tirarem de lá, mas parecia que todos a ignoravam. Após algumas tentativas falhas de pedir ajuda, os olhos de Lars e da garotinha se cruzam e ela começa a chamar ele, a jovem parecia desesperada para sair da cela.

G

...... Magnus tomava a liberdade para ajudar os dois feridos sozinho, descartando a marinheira, mas a garota parecia ter ficado um pouco ofendida com a atitude do sargento - Com o devido respeito… - disse a garota à medida que os seus cabelos ficavam negros e sua pele mais esverdeada - Eu vim para a marinha para ajudar todos, não vou deixar você tomar conta deles sozinho. - havia uma certa raiva em suas palavras, mas não pareciam ser dirigidas ao sargento, era como se ela estivesse irada com ela mesma. A jovem fletiu os jovelhos e pegou em Rozalya ao colo, um homem que provavelmente tinha o dobro (se não o triplo) do seu tamanho e peso, ela parecia estar levantando ele sem qualquer dificuldade.
......Magnus pediu para as gémeas não irem embora por uns momentos, ambas aceitaram; os seus olhos gritavam a exigência de justiça, mesmo estando cheios de lágrimas. Então Magnus e a marinheira carregaram os feridos até a ala médica mais próxima, a ala mais afastada da prisão, durante o caminho Magnus pediu a Roz para que ele contasse o que havia acontecido.
......O grande homem ficou com um ar bem sério - Eu nem percebi o que aconteceu… Eu estava interrogando ele quando fomos atacados. Não consigo descrever como ele ou ela nos atacou, visto que o ataque veio de cima das casas… - Roz começou a tossir sangue - Mas eu tenho a certeza que o que quer que ela tenha feito connosco, destruiu nossos corpos por dentro, como uma doença ou praga.
......Para sorte de Magnus a ala médica estava bem vazia e foram atendidos rapidamente; ambos os feridos estavam dormindo mas infelizmente os médicos não sabiam muito bem como ajudar, para eles aquilo era algo totalmente novo. - Eu tenho certeza que você lutou com garra lá, mas nesse momento você precisa abaixar a bola. - disse Magnus para Roz.
......Então o sargento foi até às gémeas e as levou para uma sala onde pudessem estar em privacidade, todavia a marinheira (agora novamente ruiva e de pele menos esverdeada) de antes estava andava atrás de Magnus sem dizer uma palavra, parecia que ela queria resolver aquele caso com todas as suas forças. - Certo, qual era a relação de vocês duas com a vitima? - perguntou Magnus.
......A gémea mais durona fechou a cara - Ele nos acolheu, nós nunca tivemos pais então ele era a nossa única família. - ela parecia estar bem agressiva, já a sua irmã estava bem vulnerável - Você foi a última pessoa a estar com ele, a forma como ele saiu correndo do bar não é dele! - a garota se aproximou de Magnus e segurou ele pelos colarinhos - A culpa é sua! - nesse momento a marinheira, agora totalmente ruiva e de pele pálida tocou nas mãos das gémeas, nesse momento ambas se acalmaram. Ainda choravam, mas estavam calmas; o ar que a marinheira transmitia era de total paz e conforto, até mesmo para Magnus. A marinheira olhou para ele e sorriu - Acho que não me apresentei ainda. Sou a soldado Maximilliam, os amigos chamam-me de Maxy.

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off: mals a demora bros. erros ou correções já sabem oq fazer bros

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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 4 EmptyQua 03 Out 2018, 10:20

Anjo Caído - Parte VI

Akumas no mi, lendárias frutas que garantiam poderes lendários a quem as comesse, em troca da sua habilidade de nadar. Em todos os meus anos trabalhando com frutas, aquela era a primeira vez que ouvia falar de uma tão surreal e inacreditável. Como diabos uma fruta dava poderes a alguém, afinal de contas? Eu não tinha muitos motivos para duvidar dele, já havia visto muitas coisas estranhas desde que havia posto os pés na Grand Line, mas aquelas tais Akumas no mi definitivamente haviam me pego de surpresa de forma especial. O que acontecia se alguém comece apenas um pedaço e desse o resto a outra pessoa? Como seria uma salada de frutas com Akuma No mi? Aliais, e se elas doessem partidas, ainda teriam efeito? Diversas ideias e perguntas se formaram na minha cabeça depois da descoberta, mas eu sabia que estaria enchendo muito o saco se decidisse perguntar isso tudo. Enquanto saía da loja, todas aquelas dúvidas já se convergiam a um único e importante questionamento: Eu comeria uma Akuma No Mi? Quer dizer, perder a capacidade de nadar parecia uma puta desvantagem para alguém que trabalhava navegando, mas parando para analisar os poderes que me foram ditos, não parecia algo muito confiável; uma podia degenerar as coisas com chamas especiais, o que era uma poder bem caralhudo, mas a outra, bem, tinha controle do temperamento? Parecia meio arriscado receber uma desvantagem tão grande em troca de um poder roleta russa, que poderia tanto ser ótimo quanto ser meio merda. Claro, cada caso é cada caso, mas isso seria algo a pensar caso algum dia me deparasse com alguma dessas frutas lendárias.

Deixando as akumas no mi saírem dos meus pensamentos, fiz o meu relatório a Betinho e ele supreendentemente foi bem pratico, já mandando os soldados cuidarem dos serviços, ao qual eu fui colaborar. Eu não queria ficar fazendo trabalho pesado, óbvio, mas tinha que ficar de olho nos caras para garantir que incompetências não houvessem, o que me fez ficar surpreso comigo mesmo já que normalmente quem é incompetente sou eu, e, claro, para garantir que nenhum deles fizesse sabotagens propositais; eu não sabia o que eles poderia Vader, mas não queria ficar com o cu na mão depois. Quando fui repassar as informações para Rin e Mayu, logo vi que a segunda estava claramente passando mal, então, assim que terminei de as explicar e dar alguns conselhos de aval, me dirigi diretamente a ela - Você tá bem? Comeu algo estragado? Vai pra ala médica ver o que houve, sério - Recomendaria a ela, porque aquela reações definitivamente não era normais. Aquela missão precisava de pessoal ativo, e eu já estava cansado de bancar a cabeça do grupo, já que sempre preferi confrontos diretos e simples, mas eu preferia que Mayu ficasse fora do que ter que ficar aturando o Gê soltando as frangas depois por ela trabalhar passando mal.

Retornando a ronda, digo, pseudo-ronda, logo eu me deparei com uma cena inusitada. Tinha uma, err... Garotinha na cela a esquerda da de Arko? Primeiro, porque uma garotinha estava presa? Segundo, porque deixaram ela lá se não era para deixar ninguém nas celas adjacentes a de Arko? Terceiro, porque ela estava tão desesperada pra sair da cela? A cena era muito bizarra, por diversos motivos, e não pude deixar de revirar os olhos pelo nível de demência dos soldados encarregados. Eu não podia deixar ela ali, mesmo que fosse uma criminosa teria que ser movida de cela, e também precisava saber porque caralhos ela estava desesperada, uma vez que podia ser pela própria bomba estar lá. Me dirigiria a algum sargento ou sei lá quem que tivesse visto as velas, de preferência aquela, e iria lhe questionar - Engraçado, né, acho que eu e o Capitão esqueçamos de que não era para ter ninguém das celas ao lado da de Arko - Então daria um olhar penetrante e julgador pra ele, antes de parar com a ironia - Porque diabos tem uma garotinha na cela ao lado da de Arko? - Ouviria qualquer desculpa, mas ainda mandaria moverem ela é vasculhar a cela caso não fosse essencial dela ficar ali. Caso ela não fosse criminosa nem tivesse um motivo muito bom para estar ali, diria - ENTÃO ELA TÁ PRESA PORQUE?!? TIRA LOGO ELA DE LÁ E VASUCLHA A CELA, FILHO DA PUTA - Em ambos os casos ficaria observando a ação. Caso por algum motivo falassem que não estavam vendo ninguém na cela, franziria o cenho com a minha melhor cara de "você tem demência?" - Mermão, tá fumado? Tem a desgraça de uma garotinha ali - Apontaria para ela - Para com essa porra e vai resolver isso logo - E esperaria sua resposta.

Caso nenhum deles visse ela ou quisesse tirar ela de lá sem um bom motivo, diria - Caralho, mas vocês são uns bostas cagões mesmo - E então me dirigiria à cela - Você tem 10 segundos para me explicar porque tá ai e porque do desespero. 1... - Diria a ela para a fazer se enrolar caso fosse contar uma mentira. Caso ela fosse criminosa mesmo, faria o procedimento formal de transferência dela para outra cela, mas preparado para bloquear com minha espada possíveis ataques da mesma. Caso realmente não fosse criminosa, simplesmente tiraria ela de lá. Se ela estivesse desesperada por ter uma bomba lá, abriria rápido a cela após indicar aos outros marinheiros para ficarem de olho nela e a realocar caso fosse uma criminosa. Caso os marinheiros não quisessem se aproximar dela por ela ter alguma doença ou haver alguma coisa transmissiva do gênero na cela, enrolaria minha capa no pescoço e rosto para servir como um filtro, e prosseguiria tocando nas coisas apenas com as partes da mão que minhas luvas protegiam.

Caso realmente só eu conseguisse enxergar ela e sua explicação não revelasse nada, tentaria cutucar ela com a bainha da espada, passando então a ignora-la caso esta a atravessasse. Caso não atravessasse, pergunta - Porque ninguém tá te vendo? Ou estão ignorando sua existência, sei lá. Desembuxa - Se ela falasse que também não sabia, me viraria como que pra ir embora - Ok então, tchau - Mas voltaria se ela se desesperasse dizendo que realmente não sabia ou me explicasse, quando então eu diria - Ta bom, você tem 10 segundos para me explicar porque tá ai e porque do desespero. 1... - E ouviria o que ela tinha a falar. Vá terminasse de resolver o problema, voltaria a fazer a ronda, ou ficaria no lugar de Mayu caso esta fosse para a ala medica.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 4 EmptyQua 03 Out 2018, 16:45

Trials and tribulations (Again)






O que ocorreu com Rozalya me incomodava bastante. Quero dizer, primeiro o chef do bar e agora tanto o civil quanto o soldado Rozalya. Ambos por um assassino misterioso que atacou pelo topo do prédio... Em um beco sem saída... E tudo isso começou desde saímos na rua dizendo o nome dessa tal Angel Dust... É isso! Tem alguém querendo acobertar ela! Então está confirmado que o tal assassino tem ligação com o nosso suspeito. Então eu posso imaginar que o nosso suspeito entrou em contato com o civil que Rozalya carregava consigo e o falecido.

Acho que não me apresentei ainda. Sou a soldado Maximilliam, os amigos chamam-me de Maxy. – Ela disse, me tirando daquele transe.

–Soldado Maximilliam, prazer em conhecê-la. Pode me chamar de G e... Perdoe-me pela indelicadeza mais cedo, mas é que mesmo que você esteja disposta a me ajudar, eu sinto que estou abusando demais da sua boa vontade e eu não gosto muito dessa idéia. – Eu sussurraria pra ela. Após isso, eu limparia minha garganta e diria: – Certo... Garotas... Eu... Eu tenho noção de minha culpa pelo o que ocorreu e vocês podem ter certeza de que isso me frustra bastante. Só que ficar aqui me apedrejando não vai concertar o erro por conta de minha incompetência e nem vai botar o assassino do senhor Jacquin na cadeia. Por isso, se vocês sentem o mesmo que eu, vocês devem concordar comigo no fato de que essa pessoa não pode continua nas ruas atacando as pessoas. Precisamos evitar que essa mesma cena ocorra que mais alguém se machuque dessa forma. – Eu diria e prosseguiria respirando fundo.

– Só peço que, por agora, vocês colaborem comigo. Assim poderei fazer meu trabalho e acho o culpado. Após isso, vocês serão livres pra pensar ou falar o que quiserem de mim. Certo? – Eu concluiria. Precisava muito sumir logo com o elefante que havia no meio da sala. Se elas tivessem alguma observação, eu lhes daria a devida atenção.

– Ótimo. – Eu prosseguiria, assim que tivesse a devida oportunidade. – Agora, eu gostaria de saber... O Senhor Jacquin chegou a demonstrar qualquer comportamento suspeito recentemente? – Eu questionaria e aguardaria a resposta. Se a resposta fosse sim, eu requisitaria que elas entrassem em detalhes e anotaria tudo aquilo que tivesse ligação aparente com as informações que já tinha obtido. Se a resposta em algum momento fosse negativa, eu perguntaria novamente pra ver se elas tinham certeza.

–Mhm... Vocês conhecem alguma mulher que teria algo contra o senhor Jacquin ou alguma que não costuma visitar o bar e que entrou em contato com ele? – Eu questionaria e novamente, se elas confirmassem, eu pediria para dar todos os detalhes e prosseguiria anotando. A minha vontade era de perguntar diretamente se elas sabiam mais alguma coisa sobre a Angel Dust, mas é bem possível que elas acabem tendo o mesmo destino que sua figura paterna. Então, antes de terminar o interrogatório eu diria: – Certo... Gostariam de adicionar algo? – Eu então repetiria o processo de pedir por detalhes, se aquilo não fosse suficiente e anotar o que fora falado.

Ao concluir o interrogatório, eu me levantaria, encararia as gêmeas e diria: – Vocês estão liberadas... Mais uma vez... Eu sinto pela morte do senhor Jacquin. Entro em contato quando tiver concluído o caso e muito obrigado pela colaboração. – Eu então guardaria meu caderno de anotações, pegaria minhas armas e viraria para a marinheira Maximilliam e diria: – Você poderia, por favor, escoltar elas de volta? Eu ficaria bem grato. – Me despedindo dela e saindo da sala logo em seguida.

Ah... Tão pouca informação, um tempo tão apertado e ainda tenho que demonstrar resultados... O que diabos ta acontecendo aqui? Eu que devia explicar isso, não faço idéia de como começar a explicar.  Eu achando que me juntar à marinha seria fácil porque eu só teria que fazer trabalho braçal e olha eu aqui fazendo uma investigação criminal... Só rezo que meus esforços valham à pena, porque se isso tudo que eu estive fazendo pra melhorar a ilha não afetar em nada o bem estar dos cidadãos, eu não sei mais o que eu faço.

Agora a única coisa que me vem à mente, além de ir comer, é ver se o Lars descobriu algo de interessante. Só que eu acho que tenho que ver a Mayu antes... Essas últimas Três missões meio que me mostraram que não é uma boa idéia eu deixar ela sozinha por muito tempo, então eu partiria de encontro com ela.

– Yo! Ainda fazendo um bom trabalho? – Eu exclamaria, chamando sua atenção. Se ela perguntasse o que eu fui fazer por lá eu diria: – Vim ver se você está bem. Mais cedo, você não parecia tão confortável trabalhando como guarda, por isso eu achei que não seria uma idéia ruim lhe dar um pouco mais de atenção... Até porque eu to em outra encruzilhada com esse caso. – Eu suspiraria. – Mesmo dando o meu máximo, eu não sirvo pra esse tipo de trabalho. – Eu diria e prosseguiria sorrindo. Em seguida eu diria: – Bom, não quero te atrapalhar, então eu já vou indo. – E lhe daria um beijo na testa e sairia correndo de encontro a Lars.

Ao encontrá-lo, eu lhe daria um grande sorriso brincalhão e diria: – EEEEEE AI Tenente! Descobriu algo interessante? – Eu questionaria e sem dar tempo de ter uma resposta eu prosseguiria: – Tudo que eu ouvi foi que Arko está planejando sua fuga da prisão usando a tal de Angel Dust e que ela tem uma ligação com um criminosos que anda atacando as pessoas em becos recentemente. – Eu daria uma pausa. – Chamas que pareciam comer a carne do meu informante e penas negras... Talvez seja um celestial, uma entusiasta de aves ou até mesmo alguém que gosta desses artigos da moda exóticos. – Eu concluiria. Se as gêmeas tivessem alguma informação vital, eu continuaria, dizendo: – Ah, além disso... – E prosseguiria reportando qualquer coisa relevante que tivesse vindo das gémeas.

Assim que ele dissesse o que sabia, eu me sentaria perto dele e diria: – Eu já não sei mais como prosseguir essa investigação, por isso eu irei lhe auxiliar por enquanto. – E esperaria. Essa missão ta exigindo muito de meu cérebro, to achando que vou ter uma enxaqueca no fim do dia.


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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 4 EmptyQua 03 Out 2018, 18:40


Uma missão, ou quase 6

“Eieieiei, calma ai maldito, ta vendo que to todo ferrado aqui não?”

Pensava enquanto era revistado dentro daquela cela, por mais que estivessem pegando leve naquele momento, não tirava o fato de ele ainda não estar totalmente ou mesmo se sentindo bem, ainda estava em estado de recuperação do que havia acontecido antes.

“Uff, puxa vida, pensei que ia dar ruim agora”

Terminava de pensar enquanto tudo aquilo ia gradativamente acabando e ele já poderia daqui a algum tempo se mover livremente sem ter ninguém o segurando ou até mesmo o revistando de qualquer forma que fosse.

-Tem alguma coisa errada aí, se estão revistando tanto algo de errado aconteceu ou tá pra acontecer, que ilha problemática-

Dizia de forma crítica e ao mesmo tempo reflexiva ao mesmo tempo que qualquer pessoa normal poderia acabar pensando, enquanto isso movimentaria seu corpo levemente até que voltasse a encontrar uma forma de ficar confortável o suficiente para continuar a se recuperar ali dentro daquele local.

“Um veículo no ar, revistar a cela, outros detalhes impertinentes, será que tem alguma ligação nisso tudo? Ou só é uma coisa do acaso? Droga, odeio ter que pensar muito nesse tipo de coisa, mas... ainda tem algo estranho nisso tudo”

Por alguns momentos sua mente se revirava em pensamento na tentativa de conseguir pensar em alguma coisa, mas logo parava e então visava novamente aquela pessoa que estava junto a ele dentro daquela cela.

-Você... é do tipo mais sozinho ou é do tipo que sempre tem alguém vigiando as suas costas?-

Perguntava de forma impertinente, mas também de forma natural e momentânea ao qual independentemente da resposta diria: -Não deve ser lá muito ruim poder olhar para mais de um lugar ao mesmo tempo-.

“Maldição, não sirvo pra esse negócio de tirar informações mesmo, se eu pudesse usar minha força bruta aqui talvez a história fosse outra, mas infelizmente esse não é o caso agora, o jeito é continuar vigiando ele”

Novamente movimentava seu corpo para ajustar uma forma mais suave para seu corpo ficar e o fazer não se sentir tão mal por ainda estar naquele estado corporal, mantinha sua respiração leve a fim de manter uma melhor circulação em seu corpo e também ajudar na possível recuperação a longo ou até mesmo a curto prazo.

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 4 EmptySex 05 Out 2018, 16:30




Imperial Advent



Kyo

......-Tem alguma coisa errada aí, se estão revistando tanto algo de errado aconteceu ou tá pra acontecer, que ilha problemática- disse Kyo para Arko quando os soldados se foram, o pirata limitou-se a sorrir - Você... é do tipo mais sozinho ou é do tipo que sempre tem alguém vigiando as suas costas?
......-Eu sou do tipo de cara que não precisa de ninguém para me proteger. - respondeu Arko friamente, parecia que ele havia levado as palavras de Kyo como uma ofensa. Nesse momento um soldado apareceu e liberou Kyo, pelo que o soldado explicava Kyo já estava livre de seu “castigo”.


Ceji

......Lars perguntava para Mayu se ela estava bem, a mesma imediatamente falou que estava tudo Ok e que não era necessário se preocupar com ela. Então Lars deu dicas para os soldados liberarem a cela à esquerda de Arko, todavia eles pareciam confusos e continuaram os seus trabalhos.
......- Mermão, tá fumado? Tem a desgraça de uma garotinha ali - disse Lars apontando para ela - Para com essa porra e vai resolver isso logo - O soldado, um pouco assustado, voltou a dizer que não havia ninguém ali. Então Ceji se aproximou da garota e usou a sua bainha para tocar na testa dela, que era bem sólida - Porque ninguém tá te vendo? Ou estão ignorando sua existência, sei lá. Desembuxa
......A garotinha colocou as mãos na testa, no lugar onde Lars havia acertado com a bainha, e começou a chorar - Eu não fiz nada, tio! - então, entre soluços, continuou - Pufavô tio, eu não fiz nada. - Lars encarou ela e responeu - Ok então, tchau - nesse momento ela ficou desesperada e agarrou a camisa de Lars mas as suas mãos não conseguiram manter ele no lugar - NÃO ME DEIXE SOZINHA DE NOVO! - Lars parou e voltou até ela - Ta bom, você tem 10 segundos para me explicar porque tá ai e porque do desespero. 1...

G

...... Magnus se apresentava para a garota que estava irradiando umas essência pacífica e pura, a garota parecia admirada por Magnus não demonstrar nenhuma alteração no comportamento - O prazer é todo meu… E não se preocupe, eu gosto de ajudar.
......– Certo... Garotas... - disse Magnus apos limpar a gargante - Eu... Eu tenho noção de minha culpa pelo o que ocorreu e vocês podem ter certeza de que isso me frustra bastante. Só que ficar aqui me apedrejando não vai concertar o erro por conta de minha incompetência e nem vai botar o assassino do senhor Jacquin na cadeia. Por isso, se vocês sentem o mesmo que eu, vocês devem concordar comigo no fato de que essa pessoa não pode continua nas ruas atacando as pessoas. Precisamos evitar que essa mesma cena ocorra que mais alguém se machuque dessa forma. - a gêmea que se havia demonstrado agressiva abaixou a sua cabeça em arrependimento pelo que havia dito - Só peço que, por agora, vocês colaborem comigo. Assim poderei fazer meu trabalho e acho o culpado. Após isso, vocês serão livres pra pensar ou falar o que quiserem de mim. Certo? - ambas acenaram positivamente - Ótimo. Agora, eu gostaria de saber... O Senhor Jacquin chegou a demonstrar qualquer comportamento suspeito recentemente?
......As duas irmãs se encararam um pouco nervosas - Bem… - disseram em sincronia - Ele estava com a cabeça muito distraída nesses últimos dias, já nem gritava com os cozinheiros com tanto foco.
......A marinheira de cabelos ruivos saia de sua forma “divina” e parecia cansada - Peço desculpa… - disse ofegante - Carregar aquele soldado me deixou cansada… - ela parecia estar suando bastante e estava ofegante, não parecia ser apenas cansaço. Então ela saiu por uns instantes, deixando os 3 sozinhos.
......- –Mhm... Vocês conhecem alguma mulher que teria algo contra o senhor Jacquin ou alguma que não costuma visitar o bar e que entrou em contato com ele? - perguntou Magnus, a gêmea mais sensível olhou para o marinheiro mas rapidamente desviou o olhar - Bem… Uma vez eu vi ele se encontrando com uma mulher no porto numa noite… Eu não sei se era a luz ou se era porque eu estava cansada mas… - a jovem segurou o braço esquerdo - Ela parecia ter asas nas costas… Ele entregou para ela um frasco, após isso ela foi embora… - a garota segurou o choro - Papai parecia estar bem nervoso, acho que ele fez alguma coisa que não se orgulhava e não tinha escolha a não ser ajudar ela… Os seus olhos pediam por perdão para onde quer que ele olhasse... Mesmo quando estava feliz.
......- Certo... Gostariam de adicionar algo? - perguntou Magnus. A garota abraçou a irmã - Isso aconteceu há uma semana atrás… - ela começou a chorar - Senhor! Porque levou papai? - então ela começou a chorar, parecia que estava no seu limite.
......– Vocês estão liberadas... Mais uma vez... Eu sinto pela morte do senhor Jacquin. Entro em contato quando tiver concluído o caso e muito obrigado pela colaboração. - disse Magnus, após isso ele pediu para a marinheira para levar as garotas de volta para a sua casa, mesmo estando num estado cansado ela estava disposta a ajudar.
......Então Magnus foi até Mayu, na prisão. A sua companheira parecia estar bem cansada como a outra marinheira, mas não era só ela, alguns guardas também pareciam estar assim - Yo! Ainda fazendo um bom trabalho? - ela olhou para ele, demorou alguns segundos para responder - Ah… Estou fazendo o meu melhor… O que você ta fazendo aqui? - Magnus rapidamente respondeu - Vim ver se você está bem. Mais cedo, você não parecia tão confortável trabalhando como guarda, por isso eu achei que não seria uma idéia ruim lhe dar um pouco mais de atenção... Até porque eu to em outra encruzilhada com esse caso. Mesmo dando o meu máximo, eu não sirvo pra esse tipo de trabalho. Bom, não quero te atrapalhar, então eu já vou indo. - Magnus então deu um beijo na testa de Mayu, deixando no rosto dela um pequeno sorriso - Até mais… - disse ela.

G & Ceji

......Magnus se aproximou de Lars que estava falando com uma garotinha numa cela próxima de Arko - EEEEEE AI Tenente! Descobriu algo interessante? Tudo que eu ouvi foi que Arko está planejando sua fuga da prisão usando a tal de Angel Dust e que ela tem uma ligação com um criminosos que anda atacando as pessoas em becos recentemente. Chamas que pareciam comer a carne do meu informante e penas negras... Talvez seja um celestial, uma entusiasta de aves ou até mesmo alguém que gosta desses artigos da moda exóticos. Ah, além disso… - então Magnus deu as informações das gêmeas, talvez não havia sido uma boa ideia falar aquilo ali, ao lado da cela de Arko, mas a choradeira da criança parecia abafar o som da voz de Magnus - EU NÃO FIZ NADA TIO! ME TIRA DAQUI, PUFAVÔ!
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off: post rapidao, foi mal

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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 4 EmptySeg 08 Out 2018, 13:09

Anjo Caído - Parte VII

Por mais estranho que possa parecer, alucinações, em diferentes graus, são bem frequentes no dia a dia, especialmente durante a noite. Quem vive sozinho ou costuma ficar sozinho e diz que nunca confundiu algum móvel com uma pessoa ou animal, ou que nunca viu vultos passando, é um baixa de um mentiroso pau no cu; eu sempre soube disso muito bem por ficar muito tempo sozinho em casa antes de entrar na marinha. Com o tempo as pessoas passam a ignorar esses vultos porque sabem que não passam de invenções da cabeça lerda delas, que confunde sombras e até o cabelo passando na frente da cara com formas humanoides, mas nesse caso era algo diferente. Eu não só via e ouvia claramente a garotinha, como ainda a tocava! Aquilo era bizarro e real demais para ser uma alucinação, por mais que os outros marinheiros parecessem não conseguir a ver de jeito nenhum.

Bom, nesse tipo de hora era ideal tentar rever os fatos para tentar buscar uma explicação; por mais que a concentração e dedução não fossem meu forte, dessa vez não tinha como resolver o problema distribuído porrada. Fato um, parecia que só eu conseguia ver ela. Fato dois, eu conseguia tocar nela e interagir. Fato três, eu não sentia nada de diferente em mim, mas alguns marinheiros pareciam estar mal. Tendo em vista esses aspectos, eu tinha três possibilidades: eu podia estar sobre efeito de alguma substância alucinógena, mas como não ingeri nada disso, só podia ter sido forçado ou injetado em mim; poderia ser que os outros marinheiros estivessem alucinando, e não eu, mas enquanto ninguém além de mim visse aquilo, essa opção era meio invalidada, já que não eram todos que estavam se sentindo mal; por fim a garotinha podia ter alguma daquelas tais akumas no mi ou ser o próprio fruto do poder de uma, mas isso era algo que eu dificilmente conseguiria testar. Em qualquer uma das situações, libertar ela era sempre uma jogada muito arriscada, já que eu sequer sabia quem ela era, mas deixá-la lá também podia ser potencialmente fatal, uma vez que a bomba poderia estar alojada ali.

Acabando com minha frustração quanto a indecisão ao que fazer com a pirralha, Gê chegou vindo falar comigo, e sinceramente não podia ser em pior hora. Pra piorar, o cara começou a falar um monte de informação que eu já tinha descoberto sobre Angel AO LADO DA CELA DO ARKO. ELE ESTAVA DEIXANDO O ARKO SABER O QUE SABÍAMOS SOBRE A CARALHA DA ANGELA. Naquele momento eu nunca fiquei tão feliz de alguém ser desinformado como ele estava, porque se ele tivesse dito realmente tudo o que sabíamos ali, nos possivelmente iriamos tomar no rabo com força e sem lubrificante - CARALHO, TÁ FAZENDO O QUE?! - Sussurraria com tom alterado enquanto tampava a boca dele e movia ele para um ponto mais afastado da cela de Arko - Tá com merda na cabeça?! Você estava falando o que sabíamos sobre o caso do lado da vela de Arko, ele não pode saber o que sabemos ou não! Sorte sua que eu tinha descoberto mais coisa além disso, senão estaríamos fodidos. De qualquer modo, preciso de sua ajuda com uma coisa - Sussurraria novamente. Ele até tinha conseguido uma informação útil, sobre o frasco, e seria uma informação que possivelmente teríamos que nos aprofundar mais tarde, mas naquele momento eu tinha um problema maior - Você tá vendo uma pirralha naquela cela? - Perguntaria, na esperança de uma resposta positiva - Então, ninguém mais além de mim tá vendo ela. Tem algo muito errado aqui, mas eu não sei o que pode ser. Além do mais, como ninguém vê ela, ninguém da motivos para ela estar presa, e a garota perece bem real pra mim. Eu até consegui tocar e falar com ela. O que tu acha? - Se ele falasse de tentar dialogar ou ameaçar ela, responderia - Já tentei, mas ela só fica chorando pedindo para tirarmos ela de lá... Talvez eu possa tentar tirar informações básicas dela como nome e idade, mas isso não garantiria que ela é real ou que podemos tirar ela de lá sem medo - Caso Gê quisesse que eu tentasse conseguir essas informações, voltaria a me dirigir a ela - Ei, garota, você quer que tiremos você dai, né? Então vamos ter que passar pelo, err... protocolo? É, protocolo. Me diz seu nome, idade e momento mais feliz da vida. Sem questionamento, precisamos disso para poder tirarmos você dai - As primeiras duas perguntas eram obviamente para tentar saber algo sobre ela, mas a terceira era pra saber se ela era uma ilusão ou não. Caso estivesse sendo gerada por alguém ou pelas nossas cabeças, possivelmente uma informação específica dessas seria mais complicado de se fazer, mas teríamos que ficar atentos a esses detalhes. Caso ela não colaborasse, voltaria a falar - Pelo amor da divindade superior, garota, você precisa nos ajudar a te ajudar! Nós não podermos simplesmente te tirar dar sem saber nada sobre você. Você quer sair, né? Então colabora, caramba!

Conseguindo as informações, tentaria perguntar aos outro marinheiros se aquele nome lhes era familiar, para tentar saber se podia ser uma pessoa com algum poder estranho ou se ao menos a ilusão era baseada em alguém real. Caso fosse um nome que eu conhecesse, sussurrada a possível relação que eu conhecia para Gê. Caso ela continuasse sem cooperar, minha paciência acabaria  - Puta que pariu, eu falei que precisamos disso pra te tirar daí, caralho. Se não quer colaborar, aproveite sua estadia na cela - Quando entao me afastaria e voltaria a aproximar de Gê. Caso ela tivesse me dito o que eu queria, antes de me afastar eu diria para ela esperar um instante - Gê, o que vamos fazer com a garota? Como disse, ninguem mais tá vendo ela, e isso é problemático pra caralho. Nós podemos estar alucinado, mas ai acho que estaríamos vendo coisas muito diferentes; os outros podem estar alucinado, mas ficaria estranho só não verem ela; ou pode ser fruto do poder de alguém, mas se estivesse do lado da Angel, não sei qual seria o propósito. Não faz sentido ter como objetivo nós tirarmos ela de lá fazendo o pessoal não a ver, muito menos tentar fazer deixarmos ela la e fazer alguém ver! URGH, ISSO É TÃO FRUSTRANTE! Podia ser uma distração, mas seria algo super ineficiente. Eu realmente não sei o que fazer alem de simplemente tirar ela de lá, o que acha? - Sussurraria por algum tempo. Caso ele concordasse em tirar ela de lá, tiraria e a moveria para fora do QG, ou pra outro lugar caso ele tivesse uma o melhor. Se ele fosse contra, esperaria ele agir.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 4 EmptySeg 08 Out 2018, 17:11


Uma missão, ou quase 7

“Ah merda, justo agora ele foi me liberar, justo agora que eu tava chegando a algum lugar, se bem que talvez esse lugar acabasse sendo lugar nenhum então que se dane, ainda sim era algum tipo de trabalho”

Dava leves ajeitadas em sua roupa enquanto movimentava seu corpo ainda tendo em mente não estar em uma forma aparentemente suficiente para fazer alguma coisa enquanto respirava levemente tomando controle assim de seu corpo e começando a se movimentar mesmo que de forma moderada e um pouco mais devagar que o normal ainda escutando o que era falado a ele.

“Olha isso, as vezes não entendo o que essa gente tem na cabeça, enfim, eu sei exatamente onde eu preciso ir agora, uma prioridade que não pode passar despercebida, de volta a enfermaria, isso aí, enfermaria”

Pensava enquanto caminhava vagarosamente em sua direção, ia se escorando com suas mãos pelas paredes para evitar de ser acertado sem querer por alguém nos corredores no que pudesse implicar em algo complicado e então dali começaria a andar até lá.

-Vamo vamo... quase lá-

Dizia em voz baixa enquanto ia em sua direção, não havia determinação em seus olhos, era mais algo como raiva, intensa raiva misturada com outras coisas um pouco mais frias que o normal, tirando isso uma frieza interminável surgia e desaparecia a cada passo que dava.

Ao chegar na enfermaria, procuraria se sentar em algum tipo de maca ou cama que ali tivesse e então logo após isto na presença do médico ou enfermeiro diria, -Chamem Beethoven- única coisa a qual ele diria e então se acomodaria deitado em algum lugar dali no intuito de se recuperar.

-Agora é com vocês, devo conseguir me recuperar mais rapidamente aqui nesse lugar, então mãos à obra-

Dizia enquanto começava o trabalho de descansar no maio conforto possível e também na espera de que alguém fosse chamar Beethoven, no qual não tinha muito o que fazer naquele lugar a não ser esperar sua chegada.

Assim que o mesmo chegasse, moveria de leve sua cabeça para que pudesse o ver e então olhando para o mesmo começaria a dizer, -Finalmente, tenho algumas coisas para te dizer, enquanto estava na cela pude perceber uma série de coisas ao qual pode ou não serem útil para você, então está na hora de começar a falar, o preso ao qual nós estamos falando é definitivamente um grande trapaceiro, pude perceber isto enquanto jogávamos algumas partidas, além disto aquilo me vez perceber que em uma porcentagem de desconfiança de oitenta por cento antes de começar a jogar mudou drasticamente para mais de noventa ao final do jogo e permitiu que eu pudesse fazer uma pergunta a ele, e por isto percebi algo interessante, ele está sendo ajudado por alguém, e acredito que esta pessoa esteja aqui dentro do QG, mas levando em conta que isso pode ser impreciso, pode ter muita gente envolvida nisso, vigiá-lo agora e as celas dos lados é de suma importância- finalizava suas primeiras falas para recuperar um pouco de folego para em seguida continuar.

-Mas veja, não é como se isso fosse o mais agravante da situação, você já deve estar a par da situação do dirigível presumo eu, então não há muito o que dizer sobre isso a não ser achar isso muito estranho de minha parte- Finalizava agora na espera de que ele falasse alguma coisa, no qual ouvindo e gostando ou não do que chegasse a ouvir apenas esperaria para voltar a falar e então depois de alguns momentos sem dizer nenhuma palavra agora apenas sendo um ouvinte por fim voltaria a falar, -Por fim chegamos ao ponto principal, minha participação nisso, você já tem dois marinheiros de alto potencial vasculhando a cidade e acredito que não seja apenas eles, então, assim que eu estiver melhor ajudo eles ou fico aqui junto a vocês para dar uma lição em quem se achar no direito de se infiltrar na marinha para tentar soltar alguém?-

Esta seria sua última fala e então após isto apenas continuaria ouvindo o que Beethoven tinha a falar, que por si só significava ainda estar em fase de recuperação de seu corpo ao longo do tempo.

Caso acabasse por não vir depois de tanto tempo de espera, certamente o seguinte pensamento passaria por sua cabeça, “Maldição, ele não veio, deve estar ocupado fazendo alguma coisa, o jeito vai ser esperar o quanto eu puder, se bem que não tem muito o que eu possa fazer”

Então esperaria o tempo que fosse necessário e então quando finalmente chegasse, falaria exatamente aquilo que foi colocado mais acima com ele da mesma forma.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 4 EmptyTer 09 Out 2018, 11:01

There is a girl...





Essa missão estava exigindo tanto de mim que cheguei ao ponto de não ver que o cara que a gente tava tentando evitar uma fuga, estava bem ao meu lado, ouvindo tudo sobre a missão. Realmente preciso tirar uma longa pausa de todo esse papo investigatório, eu prefiro mil vezes quando apenas temos que enfrentar, perseguir e prender.  E achando que eu teria um pouco mais de sossego ao lado de Lars, eis que me surge uma criança.

- EU NÃO FIZ NADA TIO! ME TIRA DAQUI, PUFAVÔ! – Ela exclamou.

A minha expressão meio que mudou com aquilo. Eu estava tentado a perguntar o porquê do Lars estar torturando uma criança, mas nem tudo é o que parece.

- CARALHO, TÁ FAZENDO O QUE?! – Ele expressou, se referindo ao fato de eu ter dito aquilo tudo perto de Arko.

- Tá com merda na cabeça?! Você estava falando o que sabíamos sobre o caso do lado da vela de Arko, ele não pode saber o que sabemos ou não! Sorte sua que eu tinha descoberto mais coisa além disso, senão estaríamos fodidos. De qualquer modo, preciso de sua ajuda com uma coisa – Ele prosseguiu.

- Você tá vendo uma pirralha naquela cela? – Ele questionou.

–Errr... Sim... Mas... Eu não deveria? – Questionei.

- Então, ninguém mais além de mim tá vendo ela. Tem algo muito errado aqui, mas eu não sei o que pode ser. Além do mais, como ninguém vê ela, ninguém da motivos para ela estar presa, e a garota perece bem real pra mim. Eu até consegui tocar e falar com ela. O que tu acha? – Ele prosseguiu.

– Pra falar a verdade, tem aparecido muita gente com habilidades estranhas recentemente... Mas eu acho que já sei o que fazer... Por enquanto só tome conta dela e vê se você consegue descobrir alguma coisa sobre ela. – Eu respondi. Eu prosseguiria, partindo acelerado em direção a cantina. Ao chegar lá, eu procuraria por algum doce ou sobremesa bem colorida para oferecer a garotinha. Se não tivesse algo visível, eu me aproximaria do responsável pela cozinha/refeitório e diria: – Olá! Eu sou o sargento Magnus e preciso de coisas doces que você tiver. É uma questão de urgência! – Se ele (a) dissesse que não havia algo do gênero, eu seguiria dizendo: - Ah... Sabe onde eu posso encontrar? – Para logo após, partir em direção ao local indicado. Se conseguisse encontra uma quantidade razoável de doces que estivessem disponíveis, eu os colocaria na minha mochila (com cuidado caso fosse algo que pudesse ser entornado ou muito frágil) e retornaria até a garotinha. Se eu não conseguisse encontrar dentro do QG ou em locais próximos, estenderia minha busca, mesmo que tivesse que procurar em lojas e usar de meu dinheiro. Tentaria mais de um tipo e sabor de doce/ sobremesa para levar comigo.

Ao voltar pra cela onde a garotinha se encontrava, eu retiraria uma unidade ou o refratário do que eu tinha encontrado e consumiria um pouco do alimento em questão. Logo após eu olharia para a garotinha e lhe entregaria um pouco, dizendo: – Prontinho, se você se comportar bem e responder tudo direitinho, eu te tiro de perto desse malvadão e te entrego todo o doce que eu tenho comigo, trato feito? – Com um grande sorriso, mostrando simpatia. Se ela se negasse ou me ignorasse, eu ameaçaria pegar o que eu havia acabado de lhe entregar. Se ela concordasse, eu prosseguiria dizendo: – Certo... Primeiro: Quem foi que te botou aqui? – E puxaria outro doce/ sobremesa da minha mochila. Logo em seguida, eu prosseguiria questionando: – Você tem algum parente ou conhecido que trabalha aqui dentro ou que te trouxe até aqui? – Balançando o doce que estava em minha mão em sua frente. Se ela ainda se negasse ou demorasse muito a falar depois de minha ameaça, eu puxaria o doce de sua mão e diria: – Então não temos um trato. Lars, se divirta com ela. – Enquanto finjo ir embora.

- Gê, o que vamos fazer com a garota? Como disse, ninguem mais tá vendo ela, e isso é problemático pra caralho. Nós podemos estar alucinado, mas ai acho que estaríamos vendo coisas muito diferentes; os outros podem estar alucinado, mas ficaria estranho só não verem ela; ou pode ser fruto do poder de alguém, mas se estivesse do lado da Angel, não sei qual seria o propósito. Não faz sentido ter como objetivo nós tirarmos ela de lá fazendo o pessoal não a ver, muito menos tentar fazer deixarmos ela la e fazer alguém ver! URGH, ISSO É TÃO FRUSTRANTE! Podia ser uma distração, mas seria algo super ineficiente. Eu realmente não sei o que fazer alem de simplemente tirar ela de lá, o que acha? – Ele sussurrou.

–Relaxa... Ela me parece bem real, mas não podemos soltar essa garotinha aqui. Precisamos achar outra pessoa que consiga enxergar ela, talvez essa pessoa possa ser o responsável dela. Além disso, precisamos investigar essa cela. Ela pode ser apenas uma criança, mas ainda é suspeita. – Eu sussurraria de volta.

Com o plano em mente então, só restava soltar ela. Eu não tenho as chaves, por isso eu aguardaria ele tomar a liderança, já que possivelmente tinha a posse delas. Eu então me aproximaria e abaixaria perto dela e diria: – Certo, agora nós vamos procurar quem cuida de você. Não se preocupe, o malvadão vai vir com a gente, mas eu juro que irei lhe proteger.

    Eu então prosseguiria acenando com a cabeça para o Lars. Logo após eu pararia bem na entrada da cela e me inclinaria para dentro, analisando o local. Se não visse algo suspeito, eu travaria a porta da cela passando o Ichinose dentre as grades da porta e as outras grades da cela. Eu então seguiria revirando a cela, a procura de uma bomba ou algo do gênero. Se a encontrasse e ela estivesse pronta para explodir, eu analisaria o tipo da bomba. Se fosse uma bomba com pavio, eu juntaria o máximo de saliva e a enfiaria em minha boca, mordendo um grande pedaço que ainda não tivesse sido queimado para evitar que ela queimasse o resto, caso eu falhasse em apagar o pavio com a saliva. Se não fosse uma bomba desse tipo ou caso ela tivesse um pavio curto, eu agarraria a bomba e correria pra longe da prisão, até achar uma seção do QG que não estivesse ocupada. Ao encontra, eu jogaria a bomba naquela direção e me jogaria pra longe para me proteger da possível explosão. Se encontrasse alguma coisa suspeita, eu chamaria a atenção do Lars para que ele pudesse analisar aquilo comigo.

Se não tivesse nada ali e eu apenas estivesse ficando louco, eu simplesmente voltaria pra perto da garotinha, pegaria uma mão cheia de doces, lhe entregaria e fecharia a cela. Em seguida eu pegaria o Ichinose e prosseguiria caminhando pelo QG e olhando para todos os lados, procurando por alguma reação em relação à garotinha que estava andando conosco. Se depois de muito tempo, não encontrasse ninguém procurando pela garota ou que conhecesse a garota, eu a levaria até a porta do QG e seguiria sussurrando para Lars: – Bom... Ninguém parece conhecer ela, então eu vou ver se ela ao menos tem uma casa e escoltar ela até lá. Você pode voltar a trabalhar na missão se assim quiser. – Eu então me aproximaria novamente dela e diria: – Certo... Você lembra aonde é a sua casa? – E então prosseguiria a levando ao endereço indicado.

Ela pode parecer uma garota inocente, mas nem tudo é o que parece. Então se eu fosse atacado pela garotinha, eu saltaria pra longe dela. Prestaria atenção ao meu redor, poderia ser emboscado e se esse fosse o caso, eu tentaria interceptar o ataque e me afastar de meu atacante.

Além de cansado, essa missão ta me deixando meio paranóico. Acho que o fim dela tem que valer muito a pena.


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Última edição por gmasterX em Ter 13 Nov 2018, 11:22, editado 2 vez(es)
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