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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 3 EmptySex 17 Ago 2018, 16:18

Relembrando a primeira mensagem :

Imperial Advent

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Lars Sparkbolt e Kyo Full Buster. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 3 EmptyDom 09 Set 2018, 16:54

Press and Doubt





Nós estávamos no mesmo cenário, mas a cena era outra. Meu sexto sentido estava certo sobre esse lugar e eu estava certo em acreditar que poderia arranjar informações. Rozaly- Espera um pouco... O nome desse oprimente careca, musculosos e casca grossa é Rozalya?!  Não, quer saber? Quem sou eu pra julgar. Enfim... O marinheiro Rozalya passou uma informação que confirmou que meu mentor sempre esteve certo quando me dizia que “No bar se vende cachaça e informação”, mas eu acho que ficou faltando ele me ensinar o como conseguir essa informação. Eu não sei ser persuasivo e as chances estão contra mim, já que, durante minhas missões, quase toda interação com o sexo masculino me rendeu uma batalha ou uma experiência de quase morte, enquanto toda interação com o sexo feminino me rendeu uma situação constrangedora, uma batalha ou uma experiência de quase morte. Parando pra pensar, tenho que revisar as minhas habilidades sociais.

- Gê, tem como ir? Não tô com saco de ir interrogar funcionário não – Lars arrematou, dizendo o que eu não queria ouvir.

– Sim senhor... – Respondi em tom meio desanimado.

Tá... Como a gente vai fazer isso? Vamos começar com o mais simples: Quem teria a informação que eu preciso? Resposta: Alguém que tenha que entrar em contato com os clientes. Atendentes... Mas não um atendente qualquer... Alguém que fique trabalhando aqui por horas... Hm... Talvez aquela atendente de mais cedo... Mas será que eu encontrarei com ela por aqui? Quero dizer, esse meu plano falível baseado apenas em assunções gira em torno do fato de uma pessoa coincidentemente trabalhar o dia inteiro nesse bar. Acho que meu nervosismo ta me deixando em desespero para forçar-me a garrar em um fio tão fino de esperança.

Rezando para a deusa, eu botaria meu plano em pratica e entraria na cozinha buscando por aquela garota. Se ela estivesse lá, eu me aproximaria, chamando sua atenção e diria: – Opa, tudo bem. É que eu esqueci de lhe dizer, mas a torta que você me serviu estava ótima... Meu nome é Magnus, e o seu? – E sorriria, tentando transmitir toda a minha simpatia. Se ela não estivesse disposta a conversar, tentasse me evitar para prosseguir trabalhando ou algo do gênero, eu seguiria dizendo: – Espera um pouco... É que eu to atrás de uma pessoa. Não vai doer se você parar uns segundinhos aqui comigo para me ajudar. – Assim que eu tivesse sua atenção, eu diria: – A propósito, a torta que você me serviu estava ótima, e eu sinto muito por ter sido direto demais na minha ultima visita... Mas indo direto ao assunto! – Eu me inclinaria e sussurraria em seu ouvido: – Eu fiquei sabendo que estão planejando algo grande... Algo que envolve um ataque ao QG da marinha e o resgate de um prisioneiro... O único nome que ouvi foi um tal de “Angel Dust”. Por acaso você ouviu alguma agitação vinda dos criminosos da ilha? – A partir daí, eu tentaria ao máximo persuadi-la. Se ela tivesse alguma proposta ou pedido, aceitaria desde que não fosse além de meu poder ou fosse algo ilegal. Se ela não se mostrasse disposta a passar a informação, eu insistiria e me mostraria disposto a negociar. Se ela não tivesse a tal informação, eu seguiria perguntando: – Você sabe quem poderia ter a informação que eu preciso? – Na esperança de poder ter uma pista de quem está por trás dessa bagunça. Se por acaso a tal atendente não estivesse lá, eu procuraria aquele que tivesse a feição mais amigável e seguiria o mesmo e Script, não com a mesma abordagem, mas seguindo o questionário de forma discreta. Me manteria alerta para facas, agulhas, objetos pesados ou qualquer coisa que pudesse ser usada para me atingir distraido e me nocautear ou até mesmo matar.

O meu plano podia estar em andamento, mas o pouco tempo que temos para trabalhar me afetou bastante. Não ter o mínimo de noção do que fazer nessa situação é lastimável, mas não custa nada tentar, e eu não tenho muita escolha além de tentar até suceder.


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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 3 EmptyTer 11 Set 2018, 18:59




Imperial Advent


Kyo
...... Kyo mantinha os seus sentidos atentos para caso escutasse alguma coisa de importante para a missão, mas não escutava nada de relevante num primeiro momento. Arko acordou poucos minutos depois de Kyo chegar, ele se levantou e começou a urinar na sanita, deixando algumas pingas caírem para os lados de fora - Vejo que você voltou... - disse Arko bocejando - Que tal a gente jogar um joguinho de cartas? - o pirata pegou num baralho de cartas do seu bolso, elas pareciam ser bem acabadas e velhas. Elas eram temáticas com figuras importantes: Almirantes e Shichibukais. - Que tal um joguinho de bisca? - Arko parecia bem calmo ao ver o derigível.
......Enquanto o pirata preparava as cartas para começarem a jogar, Kyo percebeu que na janela da cela dava para ver um dirigível preto passando. Alguns prisioneiros começaram a comentar sobre ele, pareciam que não era comum passar por ali um dirigível. Até mesmo os guardas pareciam estar surpresos com aquele dirigível.

G e Ceji

...... Lars e Magnus chegavam a um consenso sobre quem deveria ir na cozinha interrogar o pessoal, sendo essa pessoa Magnus. Lars e Rozalya ficavam no balcão, do lado esquerdo de Lars estava um homem que parecia já ter bebido um pouco a mais, vestindo uma roupa rasgada e velha, claramente a aparencia não lhe dizia nada. Quando Lars se sentou o homem olhou de canto para o marine e murmorou - Cachorro do governo... - imediatamente Lars respondeu ao seu comentário - Você parece querer muito ser preso por desacato, não é? - o homem sorriu para Lars e levantou ambas as mãos para cima ( Imperial Advent - Página 3 2665178174 ) - Não quero causar problema sinhô puliça! - o seu tom de voz claramente mostrava que ele não tinha medo de ser preso - Hahaha, relaxa, estou só brincando, não vim aqui causar confusão. Hey, vê uma rodada aqui pro companheiro, por minha conta.
...... O barman serviu para o sujeito mais uma rodada de whiskey para o homem - Tenho quase a certeza que você não quer meu corpo... O que você quer? - disse o homem num tom mais sério - É o seguinte, eu estou em busca de uma pessoa. Ele atende pelo nome de Angel Dust, reconhece de algum lugar? - o homem deu um gole na sua bebida - Elabore sua pergunta... Eu acho que conheço muitas pessoas com esse nome. - o homem fez um sinal pedindo por dinheiro - Ah, é? Então deixa eu refrescar a sua memória - então Lars colocou 500 mil berries no balcão, o homem riu um pouco e ficou encarando o marinheiro - Eu já sabia que vocês viriam, mas me disseram uma quantia um pouco maior que essa.. E sim, eu darei a localização dela - nesse momento Rozalya se sentou do outro lado do homem e colocou mais 500 mil no balcão. Quando o homem estava prestes a falar, um enorme barulho se escutou na cozinha.
......Enquanto isso, na cozinha Magnus encontrava o cozinheiro o chef bem genérico e com um sotaque francês que dava ordens gritando com os empregados. - Opa, tudo bem. É que eu esqueci de lhe dizer, mas a torta que você me serviu estava ótima... Meu nome é Magnus, e o seu? - disse Magnus. O chef olhou para ele com cara feia, mas depois de perceber que ele era um marinheiro e que estava elogiando o seu prato ele sorriu - Chef Érick Jacquin. Ainda bem que gostou dos meus pratos, eles são os melhores da ilha! Mas se me dá licença... - rapidamente ele virou para o lado e gritou - SEU IDIOTA! NÃO É ASSIM QUE VOCÊ PREPARA UMA OMELETE! TÁ QUERENDO ARRUINAR ESSE ESTABELECIMENTO?
......- Espera um pouco... É que eu to atrás de uma pessoa. Não vai doer se você parar uns segundinhos aqui comigo para me ajudar. A propósito, a torta que você me serviu estava ótima, e eu sinto muito por ter sido direto demais na minha ultima visita... Mas indo direto ao assunto! - disse Magnus pegando a atenção do chef novamente. - Mas é claro! Como posso ajudar você? - Eric se aproximou de Magnus para poderem falar com um pouco mais de privacidade - Eu fiquei sabendo que estão planejando algo grande... Algo que envolve um ataque ao QG da marinha e o resgate de um prisioneiro... O único nome que ouvi foi um tal de “Angel Dust”. Por acaso você ouviu alguma agitação vinda dos criminosos da ilha? - assim que Eric escutou "Angel Dust" ele imediatamente gelou, a sua testa parecia uma cascata de suor e a sua pele ficou completamente pálida, começou a abanar a cabeça para os lados e a se afastar de Magnus - NÃO FALA COMIGO!!! NÃO FALA COMIGO!! NÃO POSSO FALAR COM VOCÊ, SE NÃO EU MORRO!! - Algumas panelas caíram no chão, se escutando por toda a taverna. O chef saiu correndo da cozinha, deixando todo mundo sem palavras.
......- Parece que alguém está nervoso. - disse o homem para Lars - Bem. Aonde íamos? Ah! Sim! - ele se aproximou de Lars e sossurrou - Angel Dust é uma mulher loucamente apaixonada pelo Arko, ela é a única do seu antigo grupo que queria libertar ele, infelizmente ninguém estava do seu lado. - ele deu mais um gole na sua bebida - Mas aquela mulher é uma bomba relógio, ela é muito inteligente e é capaz de libertar Arko sozinha. E antes que você pergunte: Sim, eu sei que ela quer libertar ele porque ela pediu a minha ajuda para atrasar uns marinheiros que estariam procurando por ela. - o homem sorriu - Ela disse onde eu deveria ficar, quando deveria ficar e o que deveria falar. - ele acabo de tomar a sua bebida - Será que estou ajudando ela? - Rozalya aproximou-se de Lars e sussurrou no seu ouvido, impedindo que o homem escutasse - Eu posso obrigar ele a ser mais claro mas... Os meus métodos não costumam ser bem vistos pelos outros marinheiros. Se precisar é só dar o sinal.

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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 3 EmptyQua 12 Set 2018, 21:56

Anjo Caído - Parte III

sendo bem sincero, eu não era muito bem o tipo de pessoa que costumava seguir planos e estratégias. Claro, ter planos era algo bom, eles podem garantir pontos changes das invéstidas, como rotas de fuga, mas o simples ataque era tão mais fácil que eu não via necessidade de planos em situações em que não estivesse em desvantagem absoluta. Sempre fui de confiar nos meus instintos e deixá-los fluir, seja em combate ou fora dele, mas desde que entrei na marinha, rapidamente fui percebendo que não era assim que a banda tocava nesse ramo. Piratas são ardilosos, eles não tem escrúpulos quando o assunto é conseguirem o que querem, e isso os torna extremamente perigosos, já que não existiam leis que as quais eles seguiam para os segurar; esse tipo de gente não se enfrenta chamando pra porrada, ainda mais quando sequer se sabe onde estão ou por onde vão atacar. Esse, infelizmente, era um desses casos. Antes mesmo de pensarmos em enfrentar Angel Dust, precisávamos juntar informações sobre ela. Aparência, relações, plano... Sem esse tipo de compreensão seria difícil parar ela, e ainda mais difícil a parar antes de seu plano ser posto em prática.

Foi com intuito de juntar informações dela que fui atras de informantes no bar, mesmo que tivesse que gastar dinheiro do meu próprio bolso para tal. Eu não estava tão confiante sobre aquilo dar certo, afinal, se nem a marinha sabia informações dela, o que bêbados aleatórios poderiam saber? Para quebrar minha expectativa, entretanto, o homem não só sabia quem ela era e nos vendeu informações, como aparentemente havia se encontrado pessoalmente com a mesma. Em contrapartida, um estrondo veio da cozinha logo antes do cozinheiro sair correndo desesperado, o que fazia parecer que o interrogatório oficial não havia dado tão certo para Gê... Normalmente eu estranharia uma pessoa como ele saber tanto logo de cara, já que não seria supresa esse tipo de pessoa inventar informações para consegui vender as mesmas mesmo que não soubesse nada, mas o fato de ele mencionar Arko como sendo a paixão de Angel Dust, o antigo grupo e o ataque, mesmo eu não tendo falado nada sobre minha missão ou Arko, garantia que no mínimo ele sabia de toda a situação, mesmo que tudo o que houvesse dito fosse mentira.

Na verdade, esse foi um dos meus medos: ele ter mentido deliberadamente para nos confundir. De acordo com ele mesmo, a própria Angel havia dito a ele onde estar e o que falar, para nos atrapalhar, o que queria dizer que a própria criminosa havia dito a ele para falar saqueias informações em específico. Se esse fosse o caso, então poderiam haver armadilhas nas informações, poderiam haver mentiras para nós fazer ir pelo caminho errado, ou poderia ser tudo verdade para acharmos que não era. Aquela situação em que ele nos pôs era muito delicada, e me fez pensar que ou o desgraçado era um gênio, ou era só um bêbado que falou bonito por acaso. Sinceramente, eu acreditava na segunda opção. Se acreditássemos em tudo o que ele falava, poderíamos acabar atrapalhando a missão por ir atras da pessoa errada ou e até mesmo no grupo errado, ou pior, poderíamos acabar sendo emboscados e trucidados antes mesmo que pudéssemos fazer algo contra ela. Por outro lado, se considerarmos as informações como mentiras e fossem de fato verdade, poderíamos acabar travando a investigação por não ir na direção correta indicada. Era por esse tipo de coisa que eu não gostava de missões intelectuais, ainda mais pq nesse tipo de missão eu costumava receber ajuda de Rin ou achar resoluções duvidosas, mas dessa vez teria que completar sem contar com a minha companheira.

Por mais que a vontade de mandar ele tomar no cu e falar que nem gente fossem altas, eu sabia que se fizesse isso, aí sim que não conseguiria mais informações, e sinceramente não sabia o que fazer para que ele parar de ser emo misterioso, e foi então que Rosaly decidiu assumir o controle, sugerindo usar "seus métodos". Eu não sabia que métodos eram esses fora a dita má impressão dos outro marinheiros, mas se eles não gostavam, só podia ser algo bom - Que bom que eu não sou como os outros marinheiros então, né? Se for fazer, só evite causar comoção aqui no bar, odiaria que viessem puxar nosso pé por isso. Ah, e garanta que ao mínimo ele saia com o dinheiro, não quero pagar de mentiroso - Sussurraria de volta e me levantaria - Bem, então vou indo - Me levantaria e pagaria a bebida que dei pro cara - Roz, vou voltar ao QG rapidamente e talvez depois ir àquela loja de armas. Se puder avisar o Gê, eu agradeço - Diria e então sairia do bar, a não ser que o homem decidisse do nada falar mais alguma sugestão, pois nesse caso o ouviria o mais breve possível antes de sair. Uma vez fora do bar, iria ao QG até a ala da prisão ou até achar Beto, quando então passaria meu relatório, garantindo antes que não haviam bisbilhoteiros - Falai, Betinho, vim repassar algumas possíveis informações sobre o caso. Ao que parece, Angel Dust era uma mulher do antigo grupo do Arko que quer o libertar por ser apaixonada por ele. Os outros do antigo grupo aparentemente não quiseram compactuar com o plano, mas ela possivelmente era a mais perigosa e ardilosa entre eles. Nenhuma dessas informações foi confirmada, entretanto, mas decidi vir lhe relatar isso porque a pessoa ao qual extrai essas merdas disse que ela o encontrou e queria que ele distraísse marinheiros que fossem atras dela. Então fica de olho em mulheres suspeitas, mas não confie muito nas palavras do puto - Diria, encerrando o relatório. Caso houvesse algo estranho no local, eu questionaria a Beto e possíveis outras pessoas sobre tal, e tentaria me aproximar pra tentar ver melhor, mas sem me expor muito, caso não soubessem me explicar; após isso, iria atras de Rin na ala da prisão para saber se ela sabia de algo do acontecimento misterioso. Caso não houvesse, entretanto ou me fosse explicado sem problemas, iria atras de procurar a tal loja de armas que os antigos aliados de Arko comandavam perto do porto. Uma vez achando a mesma, entraria e começaria a olhar o local e seus produtos, assim como os vendedores de canto de olho, mas como se fosse um cliente comum. Caso viessem perguntar se podiam me ajudar em algo ou alguma coisa do gênero, apenas diria - Só estou olhando os produtos - E voltaria a analisar tanto os produtos, quanto a reação do(s) mesmo(s).
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 3 EmptyQua 12 Set 2018, 22:39


Uma missão, ou quase 3

“Cartas, só de pensar nisso me dá sono, se bem que eu acabaria sentindo sono de qualquer forma nesse lugar, pelo menos com isso terei um motivo pra fazer alguma coisa”

Pensava enquanto movia seu corpo devagar até se aproximar daquela pessoa, mas avitando ficar perto demais, afinal de contas ali era confiança zero, procuraria ficar de forma posicionada para amenizar as possíveis dores em seu corpo, de preferência sentado em algum lugar onde se sentisse confortável ou ao menos perto do que se parecesse confortável.

“Mas o que? Aquilo realmente é um dirigível? Não sei se acho isso estranho ou normal já que não sou daqui e muito menos conheço bem o lugar, mas pelo visto não parece ser muito normal, caso contrário não haveriam tantos comentários igual estou ouvindo neste momento destas pessoas. Fazer o que, não dá para tomar nenhuma atitude estando aqui dentro, se bem que dá para tentar alguma coisa enquanto jogo”

Finalizava seu pensamento já preparado para começar aquele pequeno joguinho, antes de mais nada repassando as regras de leve para si mesmo, que virá a seguir.

“Hum... bisca, vejamos se eu me lembro de alguma coisa desse joguinho, esse tipo de carta, acaba com esse tipo de carta, esse outro tipo de carta, perde para aquele tipo de carta, a bisca que tá embaixo de todas acaba com todo tipo de carta menos do tipo de bisca maior que ela, é... só isso mesmo”

Finalizando seu pensamento, já esperava que o outro embaralhasse ou que desse o monte de cartas para que ele embaralhasse, que no caso de acontecer, o faria de forma normal sem pressa alguma, mas também não muito lento.

Dado os momentos de jogo, em certo momento não podendo falar nada, apontava com seu dedo polegar na direção de onde havia visto o dirigível na tentativa de trazer o assunto naquele momento, mas sua face naquele momento parecia a de alguém que não importava com aquilo, talvez um pouco curiosa com o ocorrido.

Falando ou não sobre aquilo continuaria jogando, mas com o tédio batendo a sua porta cada vez mais sentia vontade de parar, também sentia vontade de sair dali, pra falar a verdade sentia vontade de um monte de coisas, ao mesmo tempo um sentimento de frustração aflorava em sua consciência por estar ali parado, mas mesmo assim seu sentimento de dever o impedia de fazer algo arriscado, voltando assim à estaca zero de ficar de olho naquele cara, o que querendo ou não acabaria sendo feito por ele.

“Um anão e um gigante entram num bar, conversa vai conversa vem quem bebe mais? O anão, pois o gigante estava de regime... mais que m... não dá pra usar isso nem se eu quisesse coisa que nem se fosse bom eu usaria, é horrível, ainda bem que só pensei nisso, credo.”

Finalizava seu pensamento mais aleatório possível, que por sua vez o deixava um pouco desajeitado, mas ao mesmo tempo desinteressado em novas tentativas de pensamentos aleatórios fazendo assim com que voltasse toda a sua atenção para aquele homem.

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 3 EmptyQui 13 Set 2018, 20:59

Chase




Bingo! Acertei o local, acertei a pessoa só não acertei na abordagem... Eu tenho que trabalhar um pouco isso, talvez a Mayu possa me ajudar a ser mais persuasivo. Esquecendo o passado e focando no presente e no meu possível futuro se não conseguisse essa informação, eu me agacharia, me inclinaria e iniciaria uma corrida explosiva para perseguir meu informante.  Manteria os olhos bem abertos para me desviar de possíveis agressores e obstáculos, se fosse necessário e se possível eu deslizaria e saltaria. Caso eu me aproximasse dele, eu agarraria sua camisa, chutaria seu pé de apoio no momento que ele fosse dar o próximo passo e no fim, o puxaria em direção ao chão, me agachando e apoiando um de meus joelhos sobre seu peito/ costas para o manter caído.

– Sabia que fugir de uma investigação automaticamente lhe coloca como suspeito e me obriga a te levar pro QG? Então se você não der com a língua nos dentes, eu sou obrigado a te levar pra dividir cela com Arko. – Eu diria se conseguisse pegar-lo. Eu aguardaria uns instantes pra que ele pudesse dizer o que sabia e se ele não o fizesse, eu colocaria seus braços atrás de suas costas, o levantaria e o carregaria até o QG. Se ele desistisse da teimosia e desse com a língua nos dentes antes, durante ou após a perseguição, eu diria: – Tudo bem. Fique com deus. – O soltando e partindo em direção ao QG. Manteria minha guarda de pé e me certificaria de não ser emboscado durante ou após a perseguição. Caso alguém tentasse me atacar, eu puxaria o Aldebaran e apararia o ataque.

Antes de partir, eu diria: – Rozalya, eu vou indo na frente, então... Continue fazendo sua... Coisa... – E correria, a todo vapor, em direção ao QG. Assim que eu chegasse, eu procuraria por Beth e lhe passaria tudo que me fora informado. Se tivesse tempo livre, eu passaria em meu quarto e agarraria a minha gravata vermelha e partiria de encontro a Mayu. Por algum motivo, o que ela disse mexeu comigo e... Após os acontecimentos da nossa primeira missão e a vinda até aqui... Eu não consigo evitar de me sentir inquieto enquanto estou longe dela.
 
    Ao encontrar-la, eu diria: – Oooooi! Como vai a minha guardinha? – Eu diria com um sorriso. – Sabe, eu estive pensando bastante desde nossa conversa e decidir lhe dar isto! – Eu então passaria a gravata pelo seu pescoço e faria como haviam me ensinado. Essa gravata é uma valiosa posse do falecido senhor Manchester, dada a mim pela senhorita Caroline, uma nobre que viveu em Organ e cuidou de mim como se fosse seu filho. Depois que meu irmão foi sacrificado, ela passou me dar mais atenção e me apoiou quando decidi me juntar a marinha. Ela até mesmo arranjou o navio pra me levar até Shells. Por isso eu carrego as roupas que trouxe de Shells pra tudo quanto é canto. Até porque, ela disse que se eu acabasse indo pra sarjeta, eu poderia vender as roupas por um bom preço e não morrer de fome. Eu faço de tudo tentando agradar ela e agradecer pelo suporte. – Uma de minhas posses mais preciosas e uma das únicas que eu faço questão de manter. Ela agora é sua. Eu confio em você pra cuidar dela e sei que você sempre estará comigo.– Eu então sorriria e afagaria sua cabeça. Eu lhe daria um tempo para ela dizer o que quisesse e então prosseguiria me despedindo.

– Bom, eu ainda tenho trabalho a fazer então a gente se vê depois. Se precisar de mim é só chamar. – Eu diria. Se a Rin estivesse por perto, eu complementaria dizendo: – Continuem com o bom trabalho, garotas. – Partindo a procura de um canto quieto para poder descansar um pouco.

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 3 EmptySex 14 Set 2018, 20:08




Imperial Advent


Kyo
...... Não havia muito que Kyo pudesse fazer a não se jogar com Arko e tentar escutar alguma informação sobre a missão. O marinheiro sentou-se na cama de forma a que a dor no corpo não o incomodasse muito. Arko deu as cartas e começaram a jogar.
......- Não precisa se preocupar com isso, vc não vai entender.. Não agora - disse Arko quando Kyo apontou para o dirigível, no seu rosto havia um pequeno sorriso, talvez fosse por ver a sua mão ou então realmente alguma coisa passava pela sua mente.
......Os dois começaram a jogar e, ao longo dos jogos, Kyo percebeu um padrão: Arko sempre tinha os trunfos todos consigo, era raro o marinheiro ter mais de 2 trunfos na sua mão e, quando tinha trunfos eram sempre baixos. Se Kyo parasse para prestar atenção em Arko enquanto ele estivesse baralhando, ele iria perceber que ele o faria com a mão direita e, quando fosse entregar as cartas o homem bateria com o baralho na perna e então trocaria para a mão esquerda.
......Então uma mulher de cabelos ruivos e pele esverdeada passou pela cela arrastando um prisioneiro que estava inconsciente e jogou ele para a cela ao lado de Arko. - Espero que acorde logo… - disse a mulher em voz alta. Nesse momento Arko olhou para a janela - Ainda estamos a meio do dia e já tem gente dormindo… Olha que vida maravilhosa.


Ceji


...... Lars não sabia até onde podia confiar nas palavras do homem, a chance de ele estar o enganado deliberadamente eram tão altas quanto as dele estar cooperando. Lars deu permissão para Rozalya usar os seus métodos enquanto ele estariam reportando as informações no QG - Roz, vou voltar ao QG rapidamente e talvez depois ir àquela loja de armas. Se puder avisar o Gê, eu agradeço - o homem sorriu e levantou o polegar direito enquanto pousava a mão esquerda no ombro do bêbado. Após pagar a bebida do homem, Lars ia para o QG com 600 mil berries a menos no seu bolso, durante o caminho até ao QG ele viu que um dirigível negro no céu. Quando ele entrou no Qg, Lars esbarrou numa marinheira que arrastava um prisioneiro até a prisão - Peço desculpa. - disse a mulher, seus cabelos eram ruivos e a sua pele era meio esverdeada - Eu acho que fui muito bruta com esse aqui. - então ela continuou caminho até à prisão.
......Ao entrar na ala médica proxima da prisão, Lars percebeu que apenas o capitão ali estava, porém estava enfaixado e deitado numa cama médica -  Falai, Betinho, vim repassar algumas possíveis informações sobre o caso. Ao que parece, Angel Dust era uma mulher do antigo grupo do Arko que quer o libertar por ser apaixonada por ele. Os outros do antigo grupo aparentemente não quiseram compactuar com o plano, mas ela possivelmente era a mais perigosa e ardilosa entre eles. Nenhuma dessas informações foi confirmada, entretanto, mas decidi vir lhe relatar isso porque a pessoa ao qual extrai essas merdas disse que ela o encontrou e queria que ele distraísse marinheiros que fossem atras dela. Então fica de olho em mulheres suspeitas, mas não confie muito nas palavras do puto - o capitão ficou pensativo por alguns segundos - Bem isso vai ser um problema… Eu não estou a par das novas marinheiras ainda, todos os dias entram marines novos e eu não tive tempo para conhecer todos eles. Bem, vá até a loja, se arrumarem confusão diga que é uma inspeção surpresa, se precisar forçar a barra fale que recebemos informações dizendo que eles estão com contrabando... Ah e não se preocupe com essas faixas, fazem parte do plano.
......Lars então foi atrás de Rin, infelizmente ela também não tinha escutado nada de relevante, parecia que os prisioneiros não gostavam de falar sobre os seus planos com as pessoas que as prenderam. Ela parecia estar feliz vendo Lars, parecia que os outros marinheiros haviam separado ela e Mayu, ficando cada uma numa ponta diferente. Talvez estivesse feliz por estar com alguém conhecido por alguns instantes. - Espero que acorde logo… - disse a mulher de antes ao colocar o prisioneiro na sua cela, ela sorriu para Lars e então foi embora. - Ela precisa pintar o cabelo de novo. - comentou Rin - As raízes negras já estão à mostra.
......Lars então foi para a loja do antigo grupo de Arko, era uma loja pequena e humilde, haviam poucas variedades de armas porém pareciam ser todas de boa qualidade. O lojista sorria ao ver que um cliente entrava, mas ao perceber que era um marinheiro rapidamente o seu sorriso desaparecia - Precisa de ajuda? - perguntou o homem num tom pouco à vontade - Só estou olhando os produtos - respondeu Lars. As armas eram espadas, katanas, kunais, adagas e floretes, porém existiam alguns livros de contos antigos,sem relação alguma com armas ou ao combate; a sua maioria eram romances e contos de fantasia, entre eles existia um livro sobre a história da ilha. O preço de todos os livros era de 50 mil berries.


G


......Magnus rapidamente correu atrás do chef, para uma pessoa obesa ele até corria depressa. Passando por civis e animais, Magnus conseguiu apanhar o chef num beco sem saída. - Sabia que fugir de uma investigação automaticamente lhe coloca como suspeito e me obriga a te levar pro QG? Então se você não der com a língua nos dentes, eu sou obrigado a te levar pra dividir cela com Arko. - A expressão no rosto do chef era a mesma de uma pessoa que acabava de ter uma epifania - Mas é claro… Aquela mulher só pode estar a mando daquele monstro… - o chef olhou para Magnus e agarrou no seu uniforme - Eu apenas ajudo se me prometerem proteção!
......O chef olhou para ambos os lados - Angel Dust é uma louca que ama Arko, ele aproveita isso para controlar ela… Mas agora que ele está preso ela tornou-se numa bomba relógio, a qualquer momento ela vai fazer uma loucura para ficar perto de Arko de novo. Mas Angel Dust não é o seu nome real, o seu nome é Ange… - antes que ele pudesse acabar de falar uma bola de fogo verde veio do telhado de uma das casas e acertou o pescoço de Jacquin - AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! SOCORRO! - o fogo passou para a farda de Magnus, a chama não queimava mas parecia que estava corroendo dos tecidos da sua farda. Aos poucos o fogo foi se extinguindo de ambos, Magnus estava sem nenhum dano, porém Jacquin estava com uma marca horrível em seu pescoço e não conseguia mais falar.
......O olhar de terror nos olhos de Jacquin era indescritível, ele tentava falar mas nenhum som saia de sua boca. Lágrimas começaram a sair de seus olhos e as suas mãos caíram no chão sem força, se Magnus olhasse para cima veria apenas um vulto saltando rapidamente de telhado em telhado para longe, então algumas penas negras cairiam em cima dos dois.

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Off: 600 mil a menos para o Ceji (500k q deu para o cara falar + 100k da bebida)

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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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Última edição por Cubo Nito em Dom 16 Set 2018, 22:06, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 3 EmptyDom 16 Set 2018, 16:16

Frozen Anger & Blazing Lust





– Tsk! – Aquela onomatopéia... Ela escapava pelos meus lábios... Me senti brevemente violado por aquilo ter torcido minha vontade daquela forma. Estava frustrado por ter que correr atrás desse civil e mais frustrado ainda por ter que mostrar resultados o mais cedo o possível.  Acabou que eu consegui um corpo morto e mais dor de cabeça e isso tava me cheirando a roubada. Mayu esperava pacientemente no QG enquanto os raios de sol me lembravam de que eu estava vivo ,mais um dia, pra contar a historia de um bastardo. *Suspiro* Agora eu realmente me sinto como um detetive mal pago em alguma sarjeta de shells town. Só que minha frustração não iria embora com essa personificação meia boca. A responsável pela minha dor de cabeça escapava pelos telhados dessa ilha maluca. Seja lá o que ela atirou contra mim, era muito perigoso e essa pessoa me parecia habilidosa o suficiente para poder acabar tanto comigo quanto qualquer um que estivesse futucando esse formigueiro. Isso me cheirava a provocação e isso fazia meu sangue ferver, só que não tem motivo pra eu me esquentar com isso agora, já que o mais importante é focar na minha missão.

Tenho que retornar ao QG, mas antes, eu não posso deixar esse cidadão caído aqui. Mesmo que ele estivesse no meu caminho, ele não tinha feito nada de mal e aparentava ter uma vida honesta até se encontrar comigo.

– Muito obrigado, você foi de grande ajuda. – Eu murmuraria enquanto fecho suas pálpebras com meus dedos. Eu então tiraria a minha camisa e a enrolaria em seu rosto, de forma que ela cobrisse a ferida e escondesse sua identidade. Eu então o ergueria e com todo cuidado e calma e caminharia em direção ao QG.

– Erick... Vou lhe arranjar um enterro digno e depois, vou lhe mostrar que sua morte não foi em vão. – Murmuraria enquanto carregava o cadáver do cozinheiro. Dizem que quando é olho por olho, alguém acaba cego e isso eu quero ver. Vou fazer os criminosos dessa ilha entenderem que eu não to aqui pra brincadeira e que eu to só começando.

Ao chegar ao QG, eu entregaria o corpo a um soldado e diria: – Quero que você prepare uma cerimônia para esse civil e saia com um grupo para encontrar a família desse homem. Seu nome é Érick Jacquin, ele era um cozinheiro que trabalhava no Hell’s Beer. Foi morto quase agora em um beco por algo que atirou chamas verdes e soltou penas negras. Assim que eu estiver pronto e a família dele for reunida, nós enterraremos esse homem. – Diria em tom sério. O cadáver daquele cozinheiro era minha responsabilidade agora. Se ele debochasse do fato ou de alguma forma não levasse minhas ordens a sério de alguma forma, eu o agarraria pelo topo de sua cabeça, cravando meus dedos o mais fundo o possível e diria, mostrando toda seriedade e ódio: – Eu não gosto de usar violência, mas se você não fizer o que eu pedi, tu não passara de amanhã. – E como havia dito, não gosto de usar violência, mas todo esse stress da missão tava acabando comigo, e já que não eu ainda não consegui dormir sem ser interrompido, não consegui aliviar toda essa carga.  Só que o que definitivamente me deixava mais encabulado era o fato de que tudo isso aconteceu por minha culpa e eu não podia fazer nada sobre aquilo a não ser lamentar e seguir em frente. Mais uma pessoa que não consegui proteger, mais uma alma que passara a eternidade decepcionada comigo. – Olha... – Eu suspiraria – Eu não quis dizer isso... Só... Por favor... Faça isso por mim.

Deixando isso de lado por enquanto, ficar sem ver a Mayu ainda me incomodava bastante e eu ainda sinto que há algo de errado no reino da Dinamarca. Eu então voltaria com o meu plano anterior. Iria até o meu alojamento, pegaria minha gravata, e partiria de encontro a Mayu.

– Yo! – Eu exclamaria, me anunciando.  – Como está indo seu estágio como guarda? Já deixou alguém escapar? – Eu diria, sorrindo. – Então, lembra que eu lhe disse que pensaria em algo sobre... Aquilo? – Eu me aproximaria dela e diria: – Nada melhor para garantir que eu sempre voltarei para ti do que lhe dar um pedaço de mim. – Eu seguiria passando a gravata pelo seu pescoço e fazendo um nó como madame Caroline havia me ensinado. – Essa gravata, junto das roupas que vestia quando me juntei à marinha, é um item extremamente importante pra mim. Dado a mim por uma pessoa muito importante, esse é um dos poucos itens que eu faço questão de ter sempre comigo. – Eu daria uma pausa. – Eu sei que você é capaz de tomar conta de mim, então eu tenho certeza de que minha gravata vai estar em boas mãos e... Já que eu não pretendo ir a lugar nenhum sem você, eu vou poder manter os olhos em vocês dois. – Eu então ajeitaria a gravata, lhe daria um beijo na testa e lhe daria o meu mais singelo sorriso. Após isso eu lhe daria a oportunidade de se pronunciar.

– Ah, além disso, eu queria lhe pedir outra coisa... – Eu daria uma longa pausa, engolindo seco, tentando conter meu nervosismo ao pedir algo tão sem vergonha para ela. – A forma q-que você mexeu com m-meus sentimentos... N-No barco... Você... Poderia me ensinar...? – Eu então abaixaria a minha cabeça, até porque eu não conseguiria nem se quisesse encarar a Mayu depois de dizer aquilo. Com meu coração a mil e minha cabeça zonza, eu começava a sentir que todas as missões em que eu quase morri não eram nada perto disto. Eu sabia que precisava me tornar um pouco mais persuasivo, e essa era minha oportunidade.

   Depois daquele momento constrangedor, eu agradeceria pela atenção  e sussurraria em seu ouvido: - Tome cuidado, descobri que quem está atrás do Arko é uma mulher, então qualquer que não esteja envolvido na missão pode ser suspeito. - E me retiraria para partir em busca do capitão Beth. Assim que eu o encontrasse, lhe passaria a informação que tinha conseguido e o informaria sobre o sujeito que assassinou Erick, apontando uma possivel relação entre os dois.

   Assim que fosse dispensado, partiria para os corredores e procuraria o soldado a quem eu tinha designado aquela tarefa. Se ele não estivesse por perto ou se ele não tivesse terminado com o que eu havia lhe pedido, eu partiria para o campo de treino e começaria a treinar a minha destreza no combate com minha mão esquerda. Utilizando a Agnis, eu começaria com uma repetição de golpes firmes para acostumar o meu braço e depois, passaria para múltiplos golpes rápidos em um alvo pequeno para fixar a minha precisão.

 Depois disso, eu buscaria uma outra camisa, já que a outra estava com o falecido, e partiria para a cerimonia.

OFF:
 

NPC ACOMPANHANTE:
 

Legenda:
 

Histórico do Gezão:
 

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Última edição por gmasterX em Sex 21 Set 2018, 16:17, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 3 EmptyDom 16 Set 2018, 17:28


Uma missão, ou quase 4

“Que qui esse cara tá tramando? Será uma escapada? Alguém planejou alguma coisa? Mas que coisa... estranha”

Pensava enquanto continuava jogando, sua atenção estava ali e ao mesmo tempo estava naqueles que estavam trabalhando por fora e no que eles estavam fazendo ou tentando resolver, de certa forma também queria estar do lado de fora checando as coisas, mas como seus deveres vinham em primeiro lugar, ele não via o porquê de reclamar de algo assim mesmo que pudesse naquele momento.

“Heh... olha esse joguinho, então tá, hora de mudar o padrão e ver no que dá, gastar menos trunfos até vir cartas de pontos maiores e forçar ele a gastar seus trunfos mais cedo”

Colocava então em ação sua estratégia para fazer mais pontos assim como havia planejado em sua mente, agora se daria certo ou não só dependeria de sua sorte nos próximos jogos, o que nem ele sabia se iria ou não acontecer, pois de certa forma não se importava com aquele jogo, jogando assim mais para passar o tempo e ficar de olho naquela pessoa.

“Que estranho, quem diabos é essa mulher ruiva? Ou melhor, porque diabos ela está carregando aquele prisioneiro? Tem alguma coisa errada ai... ou é só coisa da minha cabeça?”

Incerteza tomava conta de sua mente enquanto ele via aquela cena, também vinha junto certas duvidas do que estava acontecendo não só naquele quartel general como também naquela ilha, ele havia passado pouco tempo ali e não havia tido a chance de saber como estava o estado da ilha, de certeza isso era uma coisa importante que ele acabou deixando passar, ou melhor, que não teve a chance de ter sido executada com êxito por ele, sendo isso por infelizes casualidades do trabalho ou coisa parecida.

“Aaa mais que chatice isso aqui, tá bom, tá bom, preciso nesse momento verificar a integridade do meu corpo, tenho que analisar minuciosamente pelo que eu estou sentindo, se bem que, isso não importa muito agora”

Checava seu corpo mentalmente de forma útil para ver como estava naquele momento, também checava sem fazer movimentos bruscos a parte ao qual o impedia de falar. Aquilo estava mais para um procedimento normal e de certa forma inútil, mas o fazia mesmo sabendo disso.

“É a hora da verdade, vamos ver se vai dar certo mesmo essas jogadas, uma hora esse cara tem que perder, num é possível, se bem que, piratas? Outros foras da lei? Não duvidaria se ele tivesse um truque ou dois nas mangas”

Refletia consigo mesmo em relação a aquele jogo, mas era só isso mesmo, não havia motivo para ir além naquele momento. O sentimento de desanimo batia novamente em sua expressão facial, mas era apenas algo momentâneo e voltava logo em seguida ao normal, ou se é que se pode chamar assim já que por mais que tivesse sido tradado, não tinha voltado ao normal ainda.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 3 EmptyTer 18 Set 2018, 22:35

Anjo Caído - Parte IV

Como o bêbado não parecia que iria falar mais, ao menos não sem um estímulo extra, e Gê já estava cuidando do pessoal que trabalhava no estabelecimento, não tinha mais muito motivo para eu ficar lá. Além de eu não querer ver o que exatamente Rosaly iria fazer, e, é claro, não curtir aquele ambiente cheio de bêbados que o bar proporcionava. Por mais que fosse suspeito eu, Lars Sparkbolt, falar isso, eu não tinha muito apreço por aquele ambiente caótico e inconsequente dos bares; brigas e discussões causadas por álcool, pessoas falando coisas que não deveria, por mais que esse último pudesse ajudar em situações como está, dependendo da pessoa, o fato da maioria deles estar bêbado era o que realmente me incomodava; quando alguém faz algo, essa pessoa deveria responder conscientemente pelos seus atos, sejam eles bons ou ruins, não usar uma bebida como desculpa ou se tornar refem da mesma. Por esses e outros motivos eu nunca gostei de álcool, excerto o que fosse usado na cozinha, como vinhos de acompanhamento ou para flambagem, mas isso é história para outro dia.

Durante meu caminho até o QG, um dirigível preto cruzou minha linha de visão, mas levando em conta que aquela ilha tinha casas empilhadas, nem liguei muito. Já no QG, acabei trombando com uma marinheira, seus cabe,os ruivos e sua pele esverdeada eram chamativos e com certeza incomuns. Por alguns segundos me mantive encarando ela, enquanto a mesma carregava um azarado desmaiado em direção à área da prisão. Sinceramente, se me dissessem para apontar naquele momento quem eu suspeitava ser Angel Dust, com certeza seria ela. Aquela moça era suspeita demais; o fato de ser mulher, a pele esverdeada sem parecer ser mink ou tritã, indo para a prisão, o prisioneiro desmaiado sem eu sequer poder sabem quem era... Como disse, ela era suspeita demais, mas sair tacando acusações não seria muito proveitoso para a missão, além do que proteger a prisão não era meu trabalho, e sim do Betinho, Rin e da outra; eu precisava confiar neles para fazerem sua parte, enquanto eu fazia a minha, que era buscar informações.

Seguindo para a ala médica, me deparei com Beto todo enfaixado e deitado em uma maca. Eu esperava mais dele, mas sabia que seria desrespeitoso comentar sobre a surra que ele provavelmente levou, então decidi simplesmente ignorar e passar meu relatório. Felizmente logo fui informado pelo mesmo que aquelas faixas eram parte do plano, não de ferimentos reais. Se eram parte do plano, provavelmente iriam tentar fazer parecer que ele estava debilitado para atrair os invasores achando que seria mais fácil, ou então esconderiam ele entre os pacientes da ala médica para um ataque supresa. Em anos os casos, era uma ótima tática pra pegar nossa oponente desprevenida, e a isso eu deveria dar os créditos a ele; mas ainda torcia para que ela não fosse tão rápida que sequer tivéssemos chances de contra-atacar, por causa do que o bêbado havia dito. Se esse fosse o caso, só estávamos fodidos mesmo. Em seguida, com Rin, fiquei sabendo que, bom, nada havia acontecido ali. Eu não sabia se o tal Kyo era incompetente, ou se Arko era ardilosa e já havia sacado o plano, ou que quer que fosse, mas levando em consideração que não haviam conseguido nada de concreto até ali, dificilmente conseguiriam depois. Vendo a mulher ruiva de antes despejar o belo adormecido em uma cela, decidi ao menos fazer um adendo a Ein, sussurrando em seu ouvido - Ah, e pelo que descobri Angel Dust é mulher. Fique de olho em qualquer marinheira suspeita que entrar aqui, tipo a fals ruiva de antes - Dizia, esperando que ela ficasse atento a moça e o prisioneiro que ela trouxe.

Agora era hora de ir atras de pistas na loja de armas. Pelo que havia sido passado a mim, a loja era chefiado pelo antigo grupo de Arko e Angel Dust, grupo esse que parecia, ao menos parecia, estar agora tentando se manter dentro da lei. Independente de estarem na lei ou não, parecia que a marinha mandava inspeções constantes ao local, tanto que o próprio Beto havia me recomendado dizer que faria uma dessas inspeções. Se fosse para adivinhar, eles provavelmente não gostavam muito da fica da marinha constantemente no local, então tentar forçar a barra poderia ser prejudicial à colaboração deles, algo que eu preferia evitar. Ter a colaboração deles era algo crucial para ter uma confiabilidade melhor nas informações, afinal, se eu os ameaçasse ou forçasse a barra, poderia acabar recebendo informações erradas propositais por eles quererem nos ver tomar no cu depois de toda aquela marcação; mas se eu conseguisse convencer eles a falar sem precisar de ameaça, poderia não só receber as informações e confirmações como também pistas extras, em proporção do quanto estivessem dispostos a falar.

Com tudo isso em mente, adentrei na loja depois de pouco tempo de busca. Logo de cara deu pra ver que o pessoal de lá realmente não curtia muito marinheiros por ali, o que só comprovava que forçar a barra não seria uma tática muito proveitosa. Após uma rápida olha, e de constatar que lá haviam a venda armas e livros, decidi comprar algo, seria um bom pra iniciar uma conversa e mostraria que eu não estava lá pra foder eles. Ao menos não só pra isso. Não sabia exatamente o que comprar então, fui por eliminação: eu não precisava de mais armas, já tinha três espadas e tinha acesso ao arsenal do QG; dentre os livros, haviam uma boa variedade de temas, mas o que mais chamou minha atenção foi o de história. A alguns tempos eu não estava mais com tanto saco pra livros ficcionais (afinal, quem precisa de ficção quando sua vida já é maluca?), e ter uma fonte de consulta da história da ilha parecia uma boa para sabermos mais sobre as peculiaridades da mesma. Ah, e é claro, parecia o tipo de livro que Rin se interessaria de folhear, então mesmo que eu não abrisse, ela podia acabar hora ou outra dando uma olhada. Com o livro, esperava a loja não ter mais clientes para ir comprá-lo. Iria até o balcão e diria - Err... oi - Casualmente, enquanto entregasse o dinheiro e apresentasse o livro de história que compraria. Assim que a transação fosse encerrada, voltaria a me pronunciar - Então, eu odiaria acabar tumultuando a entrada da loja pela minha presença, então se pudermos conversar no interior, prometo ser o mais rápido e sucinto possível. Se puder ser com o gerente, ainda melhor - Mas se ele ficasse receoso ou se recusasse a me levar para dentro para conversar, diria - Ah, vamos lá. Meu chefe me mandou aqui, então quanto mais rápido terminaremos, melhor para nós dois Tentando o convencer, mas se mesmo assim ele continuasse contra minha entrada no interior da loja, trocaria para uma postura mais seria, e perguntaria - Então tem algo lá dentro que eu não posso ficar sabendo?

Entretanto, caso conseguisse fazer o vendedor me levar para dentro da loja, independente de estar falando com ele mesmo ou com o gerente, começaria - Suponho que todos, ou ao menos a maioria, dos que trabalham aqui conhecem o nome Arko, certo? - Se recebesse uma resposta negativa, diria - Ah, caralho, então me traz alguém que conhece! - Mas Se a resposta fosse positiva, prosseguiria - Meu chefe está atras de uma pessoa, uma pessoa com relação a Arko, por isso pediu para eu vir até vocês. O nome dele é Angel Dust, e preciso saber o que puder sobre ele. E, é claro, se cooperassem seriam uma prova de que estão do nosso lado, não é mesmo? E inspeções não precisam ser tão frequentes para cidadãos de bem que cooperam com as forças da marinha - Diria, esperando que eles entendessem minha indireta sobre tentar reduzir a frequência de inspeções, além de me referir a pessoa que buscava no masculino. Embora houvesse recebido a informação sobre Angel ser do sexo feminino, a informação podia muito bem ser propositalmente falsa; então mesmo tendo chances de ser verdadeira optei por me referir do masculino para montar uma pequena armadilha. Caso fosse corrigido quanto ao sexo de Angel, saberia que a informação era verdadeira, pois a informação de ser um homem seria bem mais genérica, já que haviam menos mulheres envolvidas nesse tipo de esquema, e no caso do antigo grupo deles supunha não ser diferente; não haveriam muitos motivos fortes para forçarem uma confusão de gênero de um homem para mulher a não ser que estivessem trabalhando junto dele(a) com aquele bêbado, mas até onde eu sabia, eles não estavam muito afim de se arriscar salvando Arko - Isso, desculpe, erro meu - Diria caso fosse corrigido, entretanto, caso não fosse, eu chegaria em outra encruzilhada. No caso de não comentarem o fato de ter me referido a Angel no masculino, poderia significar tanto que realmente era homem quanto que poderiam estar trabalhando com ele(a) pra me confundir e se aproveitar da minha suposta falta de conhecimento para fazer Angel se passar de homem, sendo mulher. Para sanar essa dúvida, eu pouco depois me corrigiria - Ah, Angel Dust era uma mulher, não? Erro meu. Porque não me corrigiu? - Caso ele abandonasse o fingimento e tentasse se fazer de desentendido, como dizer que não percebeu, eu saberia que Angel tinha bem mais chances de realmente ser mulher, mas caso ele insistisse que era homem, eu teria certeza que ou ele ou o bêbado estavam mentindo, e saber em qual dos dois confiar seria mais um problema, mas algo pra após ouvir o que ele tivesse a dizer. Depois de ter uma ideia melhor do gênero de Angel Dust por via das armadilhas nas frases, ouviria o que quer que ele tivesse para falar.

OFF:
 

Histórico do Ceji:
 

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R.I.P. Lars:
 
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 3 EmptySex 21 Set 2018, 20:05




Imperial Advent


Ceji

...... Lars ainda estava sem ter certeza sobre a veracidade das informações do bêbado, mas ele já tinha um plano em sua mente para confirmar ou desmentir os factos. Após avisar Rin sobre as suas suspeitas em relação a Angel Dust e a marinheira que carregava consigo o prisioneiro, seguiu caminho para a loja.
......Os livros foram o que chamaram a sua atenção, principalmente os de história. Eles tinham uma certa idade e a sua capa de couro castanho escuro já marcadas e suas páginas amareladas comprovaram que eles eram antigos. A loja estava vazia, tendo apenas Lars eo vendedor no seu interior. - Err... oi - disse Lars entregando o dinheiro para o livro que havia escolhido, o vendedor pegou por alguns segundos o livro para ver o seu título e fazer uma anotação num caderno que ele possuía no balcão para anotar o nome e hora da venda (14:54), provavelmente para ter o inventário sempre em dia. - Então, eu odiaria acabar tumultuando a entrada da loja pela minha presença, então se pudermos conversar no interior, prometo ser o mais rápido e sucinto possível. Se puder ser com o gerente, ainda melhor - o vendedor suspirou e virou os olhos, então foi até à frente da loja para fechar as janelas e trancar a porta após colocar o letreiro que dizia “Fechados”. - Seja breve, tenho mais coisas que fazer. Não sei se sabe, mas agora que parei de roubar, extorquir e chantagear eu preciso de ter a loja aberta para me manter vivo. - ele voltou para o balcão - Eu sou o gerente, pode falar comigo. E antes que comece a revistar tudo, ainda ontem às 16:03 vieram aqui e não acharam nada ilegal ou roubado, apenas fizeram uma confusão durante 1 hora.
......- Suponho que todos, ou ao menos a maioria, dos que trabalham aqui conhecem o nome Arko, certo? - perguntou Lars, sem hesitar o lojista respondeu - Todos que trabalham aqui conhecem o Arko, apenas uma pequena parte do seu antigo grupo trabalha nesta loja, os que se recusaram a deixar a vida do crime fugiram da ilha ou se aliaram a outro grupo, eu lhe garanto que nenhum de nós aqui está cometendo crimes. - parecia que ele não estava dizendo aquelas palavras pela primeira vez, quase como se tivesse treinado elas. Então Lars voltou a falar - Meu chefe está atras de uma pessoa, uma pessoa com relação a Arko, por isso pediu para eu vir até vocês. O nome dele é Angel Dust, e preciso saber o que puder sobre ele. E, é claro, se cooperassem seriam uma prova de que estão do nosso lado, não é mesmo? E inspeções não precisam ser tão frequentes para cidadãos de bem que cooperam com as forças da marinha - o homem ficou pensativo por alguns segundos, levando a sua mão direita até ao seu queixo - De facto não é boa publicidade ter marinheiro constantemente entrando aqui e saindo sem comprar nada… - após mais três segundos pensando e considerando as opções o vendedor tomou uma decisão - Ok, irei ajudar vocês, mas precisam confiar um pouco mais nesta loja. Pelo nome “Angel Dust” você deve estar se referindo a “Angela Ziegler Van Dutch”. Ela gosta que lhe chamem apenas de Angel Dust porque Arko tinha preguiça de dizer e aprender o nome dela. - o olhar do vendedor ficou ligeiramente vago e ao mesmo tempo triste - Angela é uma máquina mortífera e fria, a sua akuma no mi permite ela criar uma espécie de fogo que em vez de queimar ele consome e corrói. Embora não dure tanto tempo como o fogo normal, se a chama dela tocar diretamente no seu corpo a dor será a mesma a estar sendo devorado vivo. - ele levantou a caminha e mostrou uma ferida no seu abdômen bem no seu estômago, porém ela mais se assemelhava a ser a de uma cirurgia - Ela me fez isto enquanto eu estava treinando ela após adquirir os seus poderes, a ferida que ela causou foi interna e tive de ser operado de imediato. Arko viu que ela era uma arma secreta boa e ótima para se ter na manga, então é normal que quase ninguém tenha conhecimento sobre ela. - o homem coçou a cabeça com a mão esquerda enquanto se sentava atrás do balcão - Ela sempre foi louca por Arko e o Arko sempre soube disso, então ele manipulou e provavelmente ainda manipula ela. É triste sabe… Ela é uma mulher tão inteligente mas se recusou a deixar Arko para trás. - ele pegou num colar que tinha ao pescoço e abriu ele, lá dentro tinha uma foto dele e de Angela - Ela era a minha pequena irmãzinha, ela veio para essa vida de crime e agora não quer sair mais dela.Há uns dias atrás ela veio até mim para pedir a minha ajuda. Ela queria que eu fizesse uma bomba para que ela explodisse a cela do lado da de Arko para que ele pudesse fugir durante a noite. - o vendedor sorriu e abanou a cabeça negativamente - Obviamente eu não o fiz, embora eu seguisse Arko, eu não sou mais o mesmo homem de antes, agora tenho uma linda filha e não posso me dar ao luxo de deitar tudo a perder. Acho engraçado como ela é parecida com a sua tia…
......O vendedor, ao ver que estava se dispersando do assunto se desculpou e voltou a manter o foco. Agora que a loja estava fechada, Lars podia sentir que o estabelecimento era bem mais frio comparado com o exterior, o que era de estranhar para uma loja que forjava as próprias armas- Eu conheço muito bem a minha irmã, sei que ela apenas viria até mim se eu fosse literalmente a última pessoa do antigo grupo que ela poderia contar para pedir ajuda. Angela é uma celestial muito rápida e ágil, contudo ela é bem frágil e será facilmente deitada ao chão se conseguirem atacar ela, principalmente as suas asas. - as últimas palavras do vendedor pareciam afetar imenso ele. - Nós na realidade não somos celestiais puros, somos mestiços. Minha mãe era uma humana e o meu pai era um celestial, como se isso não bastasse nossas asas têm uma doença rara entre os celestiais. Ao longo dos anos elas começam a enfraquecer e dar origem a uma proliferação anormal de células, dando origem a tumores. - o homem cerrou as mãos - Felizmente eu cortei as minhas assim que demonstraram estarem enfraquecendo e antes de começarem a criar tumores em todo o meu corpo.
......O homem se levantou e pegou numa caixa que parecia estar escondida debaixo de uma tábua perto do balcão - Não, nunca olharam esse lugar aqui. Sim, eu tenho mais desses por toda a loja, eu guardei recordações importantes de todos os anos da minha vida. - disse o homem enquanto abria a caixa. Dentro da caixa Lars podia ver algumas fotos dele e Angela em criança, algumas figuras de ouro, um par de algemas de aço negro, um detonador mal feito e uma foto do homem, uma mulher e uma jovem, onde os três estavam na frente da loja comemorando a sua abertura. - Eu fiz coisas que… Não me orgulho. Denunciei amigos e aliados, mas quando você ama alguém acaba por fazer loucuras. - o homem parecia ter um certo medo na sua voz. Ele pegou na foto de família e mostrou para Lars - Angela irá atrás delas quando descobrir que eu falei isso tudo para vocês.Note que eu disse “quando” e não “se”. - ele tinha um tom bem sério e preocupado em sua voz - Eu amo a minha irmã, mas a minha família ficou do meu lado mesmo quando eu quase fui executado publicamente. - nesse momento parecia como se ele houvesse se lembrado de algo importante - Por falar nisso, execução publica de Arko é uma péssima ideia. Ouvi apenas boatos hoje na hora do almoço, mas parece que imensas pessoas já estão sabendo dela, isso quer dizer que a minha querida irmã também o sabe.
......Quando Lars olhasse com atenção para a foto da família do homem, ele veria que a sua filha era bem parecida com a marinheira que levou o criminoso para a prisão, porém tinha a pele de uma cor “normal”. Se Lars perguntasse sobre a garota, o vendedor ficaria surpreso e então responderia - Max é uma garota que ficou inspirada com a minha mudança, ela acredita fortemente na reabilitação das pessoas e se tornou uma marinheira há pouco tempo para poder “curar” a maldade das pessoas. Quando ela fez 16 anos eu dei para ela uma Akuma no Mi contrabandeada que tinha a habilidade de libertar os dois polos das pessoas. Inicialmente ela apenas conseguia se tornar extremamente agressiva e mais forte em luta ou se tornar na doce e racional garota capaz de convencer todo mundo a fazer o que quer. Quando ela está no seu modo raivoso o seu cabelo fica negro e sua pele verde; enquanto quando na sua forma dócil ela tem um cabelo ruivo extremamente chamativo e a sua pele fica pálida; Quando está neutra ela tem o cabelo ruivo e a pele esverdeada. - o homem estaria levemente curioso - Ela comentou esses dias de ser capaz de colocar a pessoa num estado profundo de meditação onde ela luta contra os seus dois polos de forma a curar ela de seu lado negativo. - Se Lars perguntasse sobre a conexão dela com Angela o homem lançaria um olhar bem sério e furioso para Lars - Se acha que a minha menina está do lado da Angela você está bem enganado. Max seria incapaz de trair a marinha.

G

...... Magnus sentia uma certa frustração pelo que havia ocorrido bem na frente dos seus olhos. Ele estava ali para ajudar mas não havia nada que ele pudesse ter feito para o ajudar, tão perto mas tão longe. Magnus levou o corpo de Erick até ao Quartel general, onde o entregou ao primeiro soldado que viu na sua frente.
......Nesse caso foi a uma soldada de cabelos ruivos e pele esverdeada. A jovem marine ficou surpresa pela tarefa que Magnus havia passado para ela - Quero que você prepare uma cerimônia para esse civil e saia com um grupo para encontrar a família desse homem. Seu nome é Érick Jacquin, ele era um cozinheiro que trabalhava no Hell’s Beer. Foi morto quase agora em um beco por algo que atirou chamas verdes e soltou penas negras. Assim que eu estiver pronto e a família dele for reunida, nós enterraremos esse homem. - A garota parecia não aguentar com o corpo de Erick, então pediu imediatamente ajuda de outro soldado para realizar a tarefa dada por Magnus. O soldado que apareceu para ajudar começou a reclamar, dizendo que era demasiado trabalho para um morto, nesse momento Magnus se tornou agressivo perante ele - Eu não gosto de usar violência, mas se você não fizer o que eu pedi, tu não passara de amanhã. - o soldado simplesmente soltou um “tsc”, mas nesse momento a garota tocou na mão do soldado e falou com uma voz doce - Ele morreu fazendo o trabalho de um de nós, ele merece um enterro como a de todos os marines que morrem em combate. - nesse momento parecia que a sua pele estava agora pálida. Então Magnus se acalmou - Olha… Eu não quis dizer isso... Só... Por favor... Faça isso por mim. - ambos os soldados acenaram positivamente e foram cumprir a sua tarefa.
......~Então Magnus foi buscar a sua gravata e foi levar ela até Mayu que se encontrava no fundo da zona prisional. -– Yo! Como está indo seu estágio como guarda? Já deixou alguém escapar? - disse Magnus assim que viu Mayu. A garota parecia estar um pouco desconfortável estando no meio de tantos prisioneiros, mas assim que viu Magnus parou de transmitir esse sentimento - O que faz aqui? - perguntou ela, então Magnus disse sorrindo - Então, lembra que eu lhe disse que pensaria em algo sobre... Aquilo? - ela acenou positivamente com a cabeça e enquanto ele se aproximava - Nada melhor para garantir que eu sempre voltarei para ti do que lhe dar um pedaço de mim. - ele colocou a gravata nela - Essa gravata, junto das roupas que vestia quando me juntei à marinha, é um item extremamente importante pra mim. Dado a mim por uma pessoa muito importante, esse é um dos poucos itens que eu faço questão de ter sempre comigo. Eu sei que você é capaz de tomar conta de mim, então eu tenho certeza de que minha gravata vai estar em boas mãos e... Já que eu não pretendo ir a lugar nenhum sem você, eu vou poder manter os olhos em vocês dois. - a garota parecia estar sem palavras, ela pousou a mão direita sobre a gravata, sentindo-a para confirmar se era de verdade aquele momento - Ah, além disso, eu queria lhe pedir outra coisa… A forma q-que você mexeu com m-meus sentimentos... N-No barco... Você... Poderia me ensinar...?
......A garota soltou um pequeno riso, mas rapidamente o disfarçou com a sua mão, ela parecia estar genuinamente feliz. Quando conseguiu controlar o seu riso ela concordou em ensinar o que sabia para Magnus, o que levou duas horas.
......- Tome cuidado, descobri que quem está atrás do Arko é uma mulher, então qualquer que não esteja envolvido na missão pode ser suspeito. - disse Magnus quando Mayu acabou de ensinar o que sabia sobre sedução para ele. - Erm… - disse ela hesitando - Magnus… Vá com cuidado. - então ela aproximou dele e dei um beijo na sua bochecha, bem ao lado da sua boca. Antes que Magnus pudesse fazer alguma coisa ou dizer alguma coisa uma outra guarda chamou Mayu para que a ajudasse com urgencia com um prisioneiro que não se sentia bem, parecia estar doente.
......Então magnus foi buscar uma camisa, visto que havia usado a sua para cobrir o rosto de Erick. Quando chegou na cerimônia, ele percebeu que apenas a marinheira de antes e as empregadas gémeas do Hell’s Beer estavam presentes. Uma das irmãs estava chorando descontroladamente, enquanto a outra dava tudo de si para segurar claramente a raiva que sentia dentro de si. A marinheira se aproximou de Magnus e sussurrou - Elas são a única família do civil… Não consegui convencer os outros marines a participarem, infelizmente estão em missão. - a garota parecia estar genuinamente triste pela morte do civil - Não é suposto eles morrerem por nós… O que aconteceu?
......Após Magnus explicar ou não o que havia acontecido, a marinheira dispararia três vezes para o alto com uns mosquetes padrões da marinha e então entregaria para as filhas uma bandeira da marinha junto de uma medalha de Relief, provavelmente para honrar a ação de Erick. Assim que começassem a descer o caixão, a gémea que estava chorando iria tentar saltar para cima do caixão, mas a sua irmã não iria permitir.
......Quando o caixão fosse enterrado Rozalya apareceria correndo até Magnus, ele estaria num estado lastimável, todo ferido e cuspindo sangue. Consigo ele estaria carregando um corpo de um homem que estaria vomitando sangue. A marinheira de antes imediatamente perguntaria o que havia acontecido e a resposta de Roz seria a seguinte - Uma pequena briga, mas ele precisa imediatamente de cuidados médicos. - nesse momento ele cairia de joelhos no chão, quase sem forças, parecia que estava dando tudo de si para ajudar aquela pessoa, ele olharia nos olhos de Magnus muito sério e aterrorizado, quase lembrando o olhar de Erick quando estava morrendo.

Kyo

......Kyo, assim como Lars, suspeitava da marinheira pela sua aparência não muito usual, Arko percebeu isso e então rapidamente falou - Você precisa prestar mais atenção nas coisas ao seu redor.. Tem muita coisa acontecendo. - O marinheiro então começou a verificar que partes do seu corpo doíam, felizmente ele já sentia ser capaz de falar sem se babar e de forma que os outros conseguissem o compreender. O resto do corpo parecia estar funcional desde que ele não fizesse movimentos muito bruscos.
......Então o homem que a marinheira havia levado há instantes parecia ter acordado, porém ele gemia de dores, mas não era um gemido de dores musculares, era mais um gemido de quem estava ardendo de febre. Uma guarda aproximou-se e verificou que ele realmente estava cheio de febre e, quase uma hora depois, chamou outra marinheira para a ajudar, mais especificamente Mayu, uma das marinheiras que estava na missão com Kyo.
......-Tic… Tac… - disse Arko rindo e olhando para a pequena janela - Sabe… Acho que gostei de você. É um bom ouvinte e um bom perdedor. Acho que não vou matar você… Primeiro. - ele dizia as palavras com um sorriso sem sequer encarar Kyo - Cansei de jogar… - ele se levantou e foi até as grades - Hey, lindas… Precisam de ajuda? - perguntou ele. Nesse momento Mayu se aproximou da cela e sorriu para ele de uma forma muito sensual - Se me tirarem daqui eu posso mostrar para você algo que nunca viu antes… - ele colocou as mãos nas barras, nesse momento Mayu chutou os dedos dele e respondeu - Eu acho que você não aguentaria com os meus gostos… Agora seja um bom menino e volte para o seu canto.
...... Arko assoprou os dedos e fez uma cara muito cômica, parecia que não estava enervado com a sua tentativa, na realidade ele ria dela - Eu nunca aprendo… Gostaria de ser mais popular entre as mulheres, mas parece que eu não sei escolher elas… Costumam todas serem… Bombásticas...

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off: puta preguiça de colocar cor, foi mal.

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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent - Página 3 EmptyTer 25 Set 2018, 21:09

Long day





O tempo que passei com Mayu me trouxe uma paz de espírito, e enterrar o cozinheiro tirou um peso de minhas costas que esteve me desconcentrando.  Mesmo que a culpa me siga para todo canto, eu percebi que não devo deixar isso me abater, mas sim que devo usar disso como motivação. Não podemos concertar os erros passados, mas podemos evitar os futuros erros, e com isso em mente, devo completar essa missão.

Nesse momento, algo me incomoda mais do que qualquer coisa: O fato de que eu não agradeci essa marinheira compreensiva.  A essa altura, ela provavelmente acha que eu sou só um esquentadinho, marrento e mandão. Por enquanto eu tenho mais é que me preocupar com a cerimônia em si.

- Não é suposto eles morrerem por nós… O que aconteceu? – Ela questionou.

– Alguém achou que ele sabia demais e que devia ser calado. Quando eu percebi, ele já estava morto. – Respondi.

  Bati continência, mostrando meu respeito ao morto. Mesmo que não pudesse reparar meu erro, eu ainda podia tentar recuperar o mínimo da Dignidade que lhe fora tirada naquele beco.  E agora? Nada que eu pudesse dizer me parecia certo, nada que eu pudesse fazer me parecia certo, nada que eu pudesse pensar parecia certo. Então o que me resta é olhar nos olhos das pessoas a quem eu definitivamente havia decepcionado e enfrentar as conseqüências? É... São os heróis que devem formar a barreira entre a segurança e o perigo. Devo conversar com os parentes do cozinheiro.

Antes que eu pudesse por a minha ação em curso, Rozalya surgiu das sombras. Parece que ele iniciou uma briga de bar enquanto eu não estava por perto... Droga...

- Uma pequena briga, mas ele precisa imediatamente de cuidados médicos. – Respondeu Rozalya ao questionamento da Marinheira.

Nesse momento então, eu me ajoelharia, colocaria minha mão esquerda sobre seu ombro e diria com um olhar sério: – Tá, mas fica com a gente. Nada de tirar sonecas no meio da missão. – Logo após, eu tentaria erguer o desconhecido em estado critico e o colocaria sobre minhas costas. Em seguida eu levantaria e apoiaria Rozalya sobre um de meus ombros. Em seguida eu diria para a marinheira havia me ajudado: – Obrigado pela a ajuda. Eu esperava lhe compensar, mas parece que vai ficar pra depois. Então... Eu sou o sargento Magnus e a gente se vê por ai. – Terminaria minha fala. Pararia por um instante e complementaria, olhando para as gêmeas:–Garotas, vocês poderiam não partir por agora, eu tenho algumas perguntas para fazer que pode nos levar ao assassino.– Eu então partiria, iniciando minha jornada até a enfermaria e prosseguiria dizendo: – Grandão, me diz ai, o que foi que aconteceu? – Para ver se ele se mantinha acordado. Ao chegar a enfermaria, eu exclamaria: – To precisando de uma ajudinha aqui! – Colocando os dois em camas disponíveis. Eu então me viraria para Rozalya e diria: – Eu tenho certeza que você lutou com garra lá, mas nesse momento você precisa abaixar a bola. – Eu então me afastaria e prosseguiria dizendo: – Quando você estiver melhor, você me conta como foi.

Eu ainda tinha que reportar o que eu havia descoberto para o Beth, então assim que os dois estivessem sendo tratados, eu partiria em busca do capitão. Ao me encontrar com ele, eu reportaria tudo que tinha descoberto e também contaria sobre o que ocorreu com Erick.

  Em seguida, eu iria em busca das duas. Assim que eu as encontrasse, eu as guiaria até um local onde pudêssemos ter uma conversa particular. Se o local não tivesse cadeiras e uma mesa, eu buscaria por elas na proximidade, visando  o conforto das gêmeas. Com tudo em ordem, eu colocaria as minhas armas num canto da sala, pararia bem em frente as duas e diria: – Certo, qual era a relação de vocês duas com a vitima? – Busco fazer elas se abrirem um pouco comigo. Já que ambas pareciam não estar aptas a responder perguntas, eu tenho que amenizar um pouco o clima pesado. Pode ser que eu não vá conseguir entrar em contato com elas mais tarde.


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