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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Imperial Advent   Imperial Advent EmptySex 17 Ago - 16:18

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Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Lars Sparkbolt e Kyo Full Buster. A qual não possui narrador definido.


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Ceji
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent EmptySex 17 Ago - 21:26

Exploração - Parte I

Eu estava andando em um lugar escuro. Não sabia se era um corredor, uma sala, ou que, já que a escuridão bloqueava totalmente minha visão, o que causava bastante desconforto, por a qualquer momento poder trombar em algo ou cair em algum lugar mais abaixo. Na verdade, aquela escuridão também me impedia de saber a quanto tempo estava andando, já que não haviam pontos de referência, tudo o que sabia é que era a bastante tempo. Quer dizer, talvez eu estivesse andando a poucos minutos e o nada absoluto me deu a impressão de serem horas, ou andando a horas e a tensão fez parecerem ser minutos... Nunca fui um gênio com passagem de tempo, então minha noção ali estava ainda mais limitada. Sabia que não adiantaria de nada parar, então prossegui andando até que finalmente me deparei com algo. Era uma luz, a primeira desde que me vi ali. Ela era fraca, estava distante, mas seu formado de borda quadrada me lembrava muito uma coisa: uma porta. Acelerei o passo para chegar lá, e a cinco metros da mesma, consegui ver um pouco melhor graças à luz tênue. Ao lado daquela porta haviam outras portas, mas nenhuma possuía a luz pelas frestas como aquela, como se fossem apenas enfeite. Tateei e, busca da maçaneta, e assim que a encontrei, abri a porta apenas para ser inundado por uma luz que doía os meus olhos acostumados a escuridão. A porta me mostrava uma vista de uma ilha, uma ilha linda, Wonderful Island, minha primeira parada na Grand Line. Aquela visão superior da ilha ainda me instigava, como eu havia ido parar em um ponto tão alto? Pus minha cabeça para fora e olhei ao redor da porta, me aterrorizando ao notar que a mesma flutuava no ar. Com um impulso, recuei, mas vendo que não havia perigo, voltei a olhar maravilhado a ilha abaixo de mim. Não sabia muito da minha situação, mas não teria outra oportunidade como aquela. Quer dizer, não sabia até ouvi um grasno típico de gaivotas, e ter tempo apenas de levantar a cabeça para ver uma delas me acertando com tudo, quando então acordei com um pulo.

- AAAAAAAAHHHHHHH!!! - Gritaria de raiva ao acordar de supetão. Eu não me lembrava muito do sonho que havia tido, mas uma imagem me era muito fresca: Uma gaivota se chocando contra mim. Aquela desgraça de gaivota. Eu não imaginasse que meu cérebro ainda guardasse rancor depois de ela ter me atraso na cara enquanto admirava a paisagem no navio que estava me trazendo para Wonderful Land, mas aquele sonho havia feito a raiva daquela merda alada aflorar denovo. Infelismente, por mais que eu tentasse não conseguia me lembrar de outros detalhes do sonho, então decidi me levantar de uma vez. Quer dizer, não que desse pra voltar a dormir depois de acordar daquele jeito, né. Ainda estava meio grogue por ter acabado de acordar, me levantaria e buscaria minha roupa e um punhado de dinheiro nos meus pertences. Sim, roupa comum, não uniforme. Por mais que eu estivesse alojado no dormitório da marinha, não significava que eu seria uma escravo dela, eu queria dar um passeio causal na ilha antes. De preferência com Rin. Enquanto me vestia, uma sensação de nostalgia batia; desde que eu fui forçado a entrar na marinha, havia ficado quase o tempo todo de uniforme. Por mais que fosse uma profissão que pagasse até bem e tals, não justificava aquele tanto de trabalho. Tá, não nego que algumas vezes eu fui ativamente em busca de missões para conseguir uma grana extra, ganhar algum prestígio ou pegar uma carona, mas bem que podiam me deixar descansar em vez de me dar mais missões no resto do tempo, né?

Por não estar pra sair em missão, não iria levar minha arma. Se algo acontecesse, eu conseguiria enrolar de mãos vazias, e não queria que achassem que eu era um maluco que leva armas para a padaria e afins. Era um risco que preferia correr. Saindo do dormitório, me tocava que não sabia que horas eram. Eu havia dormido não muito tempo depois de chegar em Wanderful Land pelo cansaço da viagem, após apenas de conversar com meus companheiros, pegar meu pagamento e ter uma refeição. Isso significava que eu poderia ter tido só um cochilo e ainda estar no mesmo dia, podia ter dormido até o dia seguinte... No pior dos casos eu havia acordado no meio da noite e estava indo vagar pelos corredores noturnos que nem um mongoloide. Quer dizer, não que isso me impedisse de dar uma saída, mas ser confundido com um invasor seria um porre, e eu havia sido um retardado por não verificar se era dia ou noite antes de sair do alojamento, mas agora já era tarde demais. Procuraria alguma janela ou funcionário do QG, olhando para a janela verificar o céu se a visse, ou perguntando - Hey, aí, sabe me dizer que horas são? - caso cruzasse com algum funcionário. Caso fosse noite, simplesmente sairia do QG, mas caso fosse dia, iria em busca de Rin. Procurando Rin, a primeira coisa que faria seria seria perguntar sobre ela dando sua descrição - Você viu uma garota chama Rin por aí? Ela é baixinha, usa óculos, cabelo preso em rabo de cavalo... - Perguntaria, independe se já houvesse perguntado sobre o horário para a pessoa ou se aquela fosse a primeira pergunta. Recebendo uma resposta positiva, agradeceria e iria ao local indicado, mas apenas continuaria procurando e perguntando em caso de uma resposta negativa. Achando a garota, a convidaria para passear pela cidade - Rin, então, eu estava pensando em dar um passeio pela ilha, conhecer ela um pouco melhor, quer ir junto? - Eu sabia que ela queria conhecer a ilha tanto quanto eu, talvez até mais, já que viajar pelo mundo era seu sonho, mas talvez ela estivesse ocupada, então não custava perguntar. Também Perguntaria se estivesse de noite e a encontrasse por acaso.

Caso saísse sem Rin, seja por ela se recusar ou por estar de noite, começaria a caminhar pela ilha, observando a arquitetura local e, mais importante, os restaurantes e padarias. Comer comidas de vários lugares diferentes e aprender sobre as mesmas seria ótimo para melhorar minha performance na cozinha, e eu não pretendia perder a oportunidade. Achando uma padaria, se fosse de manhã, ou um restaurante, se fosse de noite ou de tarde, e adentraria. Lá, olharia o que estaria a venda e como eram os pratos/salgados/sanduíches, pediria algo barato e leve, por eu ter acabado de acordar, mas sempre priorizando pratos que parecessem interessantes e/ou locais. Caso eu estivesse junto de Rin, também pretendia experimentar alguma comida local, mas deixaria ela guiar o passeio. Caso passássemos por algum restaurante ou padaria, dependendo do horário, promissora, diria - Ei, porque não paramos e comemos algo? Deve ter algumas coisas boas lá, né? - Caso ela se negasse por algum motivo, como querer continuar olhando os lugares, faria cara de pidão e pediria - Por favorzinho? - Mas se ela ainda assim não quisesse, diria - Ah, vamos lá, vai ser legal. Uma viajem não é uma viajem de verdade se não comermos a comida loca. Embora isso tecnicamente não seja uma viajem... Você entendeu! - Em caso de unanimidade, iria lá comprar algo leve e barato, mas de preferia local, e ajudaria ela a escolher algo leve também. A não ser que quisesse alguma comida pesada, nesse caso eu avisaria - Tem certeza? Comidas leves são melhores antes de dormir e depois de acordar, quando seu estômago trabalha menos - Mas ajudaria ela a escolher algo pesado se mesmo assim quisesse. Enquanto comêssemos, Perguntaria - E aí, o que está achando da ilha? Essas casas uma em cada da outra me parece, bem loucas.

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent EmptySab 18 Ago - 1:20


Olha nóis aqui de novo!

Um passo, dois passos, três passos, quatro passos, assim aquele ao qual deveria ser nomeado ressurgia sabe de lá onde, talvez não o quanto pudessem pensar dele, até porque ele meio que não ligaria para esse tipo de detalhamento inútil, seus olhares mesmo que desordenadores pela desatenção ou desinteresse repentino acabavam por ir de um ponto ao outro de sua linha de visão, um tique nervoso vez ou outra fazia com que ele desviasse seu olhar em direção ao chão e rapidamente levantasse para cima, sua aparência então se torna a de alguém que no momento está preocupada, e ninguém possui a chave desta questão além dele mesmo até que bruscamente para de se movimentar.

“Acabou? Não estou ouvindo mais nada, nem sinal dele, onde ele está, tenho quase certeza que havia ouvido o próprio, será que...”

Pausa dramática de pensamento, enquanto sua mente busca informações sobre o que poderia ter acontecido, seus braços e mãos tremem por meio segundo enquanto dentro de si um calor intenso começa a surgir, neste instante eleva sua mão aberta um pouco acima de sua barriga e em seguida o pensamento continua.

“Ele não está, aquilo acabou, só que... isso não vai acabar assim, não faria sentido, seria fácil demais”

Finalizando agora a linha de pensamento enquanto com seu corpo um pouco calmo se ponha a sentar sobre algum lugar enquanto seu olhar, levando suas mãos a sua frente fazia menção de que iria coloca-las juntas e logo após levemente apenas estralar seus dedos bem de leve, mas logo em seguida decidindo não o fazer, no lugar disto apenas continuando a olhar sabe-se lá para onde com seus pensamentos vagos e sem qualquer expressão além de seriedade e/ou de alguém sem interesse em nada naquele momento.

-Ah... não sei o que é pior, ficar sentado sem o que fazer ou fazer algo, ainda mais se for pra alguém, pior ainda se for complicado, se bem que, ultimamente tem acontecido cada coisa que poxa vida-

Levantaria ou não para o caso de eu já estar levantado, resmungando com cara ranzinza puxada mais pro tipo marrenta enquanto se movia de um lugar ao outro observando todo tipo de pessoa ou qualquer acontecimento que pudesse de alguma forma chamar sua atenção, mas se mantendo neutro dentre seja lá o que estivesse acontecendo no momento, em certo ponto chegando até a passar em sua mente algumas informações daquela ilha ao qual ele já tinha conhecimento, mas nada que fosse fazer naquele momento o faria mudar exatamente o que estava fazendo, ou talvez poderia, quem sabe.

-Tan, tan, tan, tan, tan...-

Dizia em voz baixa enquanto marcava o som de seus passos, coisa mais idiota de se fazer para passar o tempo, mas quem liga, naquele momento apenas o fazia, mas se por um acaso desse de encontro com gritaria ou algo relacionado a um som consideravelmente alto o suficiente para que o irritasse, acabaria por parar de falar em voz baixa, mas mesmo assim continuar andando.

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent EmptySab 18 Ago - 23:40

Wake up, boys!





        Caramba... Só depois que desacelerei um pouco, eu percebi o quanto eu adoro adrenalina. Cada vez que eu passo perto de revisitar o reino dos mortos, eu me sinto mais vivo. Acho que isso se deve porque eu estou mudando e eu não gosto muito da idéia. Talvez seja porque eu sei que a marinha às vezes muda a pessoa de forma negativa e não quero acabar como o velhote do Del Rosa, mas sinto que minha vontade de exercer a justiça está quase superando o meu sentimento de autopreservação, o que é preocupante de certo modo.

Estava pronto para um pouco de ação, mas sou obrigado a descansar. Creio que não é saudável ficar correndo por ai, completando missão atrás de missão sem nem ao menos dar uma pausa. Às vezes eu acho que ter nada para fazer é tão chato porque eu não consigo me virar quando se trata em passar o tempo... Por isso eu vou pensar em algo pra fazer por enquanto.

Tá, pra começar, eu iria à busca da Mayu, seja lá onde ela estiver. Só que antes, eu me trocaria tirando tudo de chamativo que pertencesse à marinha, deixando apenas as calças e os sapatos, vestindo as roupas que usava antes de me unir à marinha.

Com tudo pronto, eu pegaria minhas armas e partiria em busca de Mayu, com um sorriso no rosto e animação. Se fosse parado por não estar vestindo uniforme, apenas diria: - Vou juntar informação vestido a paisana ou algo do qualquer coisa que vocês fazem nesse QG. Não precisa se preocupar comigo. – E partiria antes que ele(s) pudesse(m) analisar minha desculpa. Assim que encontrasse a Mayu, eu diria: - Troca de roupa e me encontra lá fora, a gente vai sair pra se divertir. – E sairia em direção aos corredores, buscando o Capitão Beethoven.

Assim que o achasse, eu o perguntaria: - Capitão, senhor... Qual é o bar mais freqüentado da ilha? Preciso me habituar com o local e um pouco reconhecimento faria bem. – e aguardaria sua resposta. Caso ele se negasse a me informar, eu simplesmente diria: - Então até logo, tenha um ótimo dia. – E partiria em ritmo constante. Caso encontrasse alguém de alto rank que parecesse familiarizado com a ilha, eu o abordaria, lhe questionaria sobre o mesmo tópico que tinha acabado de falar com Beethoven, agradeceria e me despediria. Tentaria repetir o processo até ter uma resposta e evitaria aqueles que parecessem não querer serem incomodados.

Com a informação a mão, partiria para fora do QG, indo de encontro a Mayu. Ao me deparar com ela, eu diria: - Já que a gente não teve nem um pouco de descanso desde que a gente se conheceu, que tal se nós sairmos para beber? – E logo em seguida eu partiria em busca do tal bar.



NPC ACOMPANHANTE:
 

Legenda:
 

Histórico do Gezão:
 

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent EmptyDom 26 Ago - 1:09




Imperial Advent


...... Aquela manhã amena em Wonderful Land alegrava o coração de qualquer pessoa, o ar fresco dançava uma valsa com as folhas na sua enquanto o sol se levantava preguiçoso. Os marinheiros andavam de um lado para o outro, alguns preocupados com as missões, outros com a sua vida social e outros se preocupavam com as suas próprias vidas. Cada marinheiro tinha uma motivação diferente, uma inspiração única que o levava a se juntar àquela instituição do governo direcionada para a defesa dos civis e dos mares.
......Lars começava o seu dia com meias memórias de um sonho, mas parecia que era algo agradável. O jovem vestiu as suas roupas enquanto pensava no que faria naquela manhã, eventualmente chegava à conclusão de que iria sair com Rin pela ilha, talvez para deixar a mente limpa e descontraída.
......Enquanto andava pelo Quartel General, Lars encontrou o Capitão Beethoven no corredor. Ele estava lendo o jornal e bebendo um café, o seu aroma era bem agradável para aqueles que apreciavam um bom café. -  Hey, aí, sabe me dizer que horas são? - perguntou Lars para o Capitão, ele demorou um pouco para reagir, parecia que estava concentrado no seu jornal - Bem… Por volta das 9 horas. - respondeu sem tirar os olhos do seu jornal. - Você viu uma garota chama Rin por aí? Ela é baixinha, usa óculos, cabelo preso em rabo de cavalo...  - perguntou Lars para o Beethoven, o homem suspirou e acenou negativamente com a cabeça. Antes que o jovem marinheiro perdesse mais tempo a sua companheira aparecia por de trás dele. - Está procurando alguém? Hihihi… - disse Rin escondendo o seu riso atrás de sua mão.
......A garota estava vestindo uma roupa casual, parecia que ela estava pensando no mesmo que Lars. O Capitão continuou a andar pelo corredor, deixando os dois jovens para trás. - Rin, então, eu estava pensando em dar um passeio pela ilha, conhecer ela um pouco melhor, quer ir junto? - a garota riu baixinho, desviou o olhar para a Esquerda e juntou as mãos atrás das costas - Se você insiste acho que posso ir. - então os dois sairam do QG da marinha.
......Os dois marinheiros fizeram a sua caminhada pela rua, era agradável o ambiente que estava no exterior. As pessoas andando, as crianças brincando, os bêbados acordando. Era quase como se estivessem em sintonia. Lars procurava por uma padaria, todavia Rin fez questão de “arrastar” o jovem até ao Hell’s Beer, um bar que parecia não ter muito movimento. As únicas pessoas que lá estavam eram 2 empregadas gémeas ruivas com roupas bastantes reveladoras, o barmen e um homem careca bem alto e musculado que bebia sozinho no balcão. Os dois se sentaram numa mesa vaga longe do balcão, mesa escolhida por Rin.
......-Bom dia! - disse uma das empregadas - O que desejam? Embora seja um bar, nós também servimos café da manhã!
......Enquanto isso, de volta ao QG, Magnus vestia uma roupa mais casual para poder andar pela ilha sem ser reconhecido como um marinheiro, talvez para coletar informações que talvez não passassem para agentes da justiça ou então para seu próprio prazer. Após alguns minutos procurando por Mayu, o marinheiro Magnus falou para ela trocar de roupa e se encontrar com ele na entrada do QG, após ela analisar as palavras de Magnus um sorriso perverso apareceu por momentos no seu rosto. A marinheira aceitou o pedido de Magnus e foi em direção aos seus aposentos. Então o jovem marinheiro foi a procura do Capitão Beethoven para pedir indicações. Por sorte encontrou ele prestes a entrar no seu escritório - Capitão, senhor... Qual é o bar mais freqüentado da ilha? Preciso me habituar com o local e um pouco reconhecimento faria bem. - disse o marinheiro. O capitão suspirou, parecia que não estava com um bom humor, provavelmente era algo relacionado ao jornal ou ao café que ele tinha. - Hell’s Beer é o mais popular. Não é difícil de encontrar ele. Agora se me dá licença, tenho coisas a tratar.
......Magnus esperou por Mayu alguns minutos no local marcado para se encontrarem, ela tinha uma roupa um quanto tanto provocativa. Ela se jogou no braço direito de Magnus e lançou para ele um olhar bem sugestivo - Parece que você arrumou coragem para me convidar para sair. Aonde a gente vai? - a garota parecia feliz por estar feliz por ter um tempo para descansar - Já que a gente não teve nem um pouco de descanso desde que a gente se conheceu, que tal se nós sairmos para beber? - Mayu limitou-se a sorrir e acenar positivamente.
......Então eles foram até ao bar e encontraram ele em poucos instantes. Quando entraram perceberam que existiam poucas pessoas lá dentro: barmen, duas empregadas ruivas, um careca malhado e no fundo Lars e Rin, todavia a dupla não havia reparado na entrada de Magnus e Mayu.
......- O que desejam? - perguntou o barman preparando uma bebida. - Querem beber, comer ou ambos? - a voz do homem passava uma sensação acolhedora, enquanto isso uma das empregadas se aproximava e perguntava - Querem uma mesa ou preferem se sentar no balcão?




......Novamente de volta ao QG, Kyo Fullbuster perambulava pelos corredores do QG pensando tão profundamente que parecia ter-se desligado do mundo exterior. Então uma força do universo puxou ele de volta à realidade, infelizmente essa força se revelou ser uma voadora que acertou bem no maxilar inferior do marine, fazendo ele começar a derramar sangue pela boca. A origem era de uma comodora que parecia estar bem nervosa com o marinheiro, junto dela estavam duas capitãs da marinha - É esse merdinha ae ?! Hoje a gente consegue nossa promoção.. HAHAHAHAHA! - disse a primeira capitã. A comodora agarrou o marinheiro e aproximou-se do seu rosto - Você está preso por desertar em campo de batalha e será rebaixado para Sargento.. Vamos te levar para ficar preso durante um tempo, mas antes, se divirtam pessoal - então ela largou o marinheiro e as duas capitãs se aproximaram lentamente. Então tudo ficou negro.
......Kyo acordou então numa cela com o seu corpo cheio de dores. O braço direito parecia ter sido atropelado por um cavalo, o seu estômago estava com uma dor agoniante, o seu maxilar estava quebrado, o braço esquerdo com mordidas profundas e parecia que a sua perna esquerda havia sido chutada inúmeras vezes. A perna e o braço pareciam que ter ossos fraturados, visto que a qualquer movimento ele sentia imensa dor.
......Então o marinheiro percebeu que estava dividindo a cela com um homem alto usando um tapa olho. -  Qual foi o seu crime, parceiro? - disse o homem segurando o riso - Parece que quem prendeu você não é muito seu fã. KEKEKEKE! - a cela não tinha muita coisa. Apenas duas camas de cada lado e uma privada encostada na parede, no meio das duas camas. Kyo podia ver através da sua cela outras celas também com prisioneiros, todavia o número de marinheiros tomando conta era bem limitado.
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Roupa Mayu: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Roupa Rin: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Bar: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
empregadas: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
barman: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
careca: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] (sim, ele ta sem camisa)
capitã nº1: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
capitã nº2: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
comodora: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
homem na cela: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent EmptyDom 26 Ago - 21:29

Exploração - Parte II

Agora que finalmente estava na Grand Line, não havia motivos para ficar de lerdeza. Quer dizer, não que eu normalmente ficasse procrastinando para fazer as coisas, excerto no dia que eu tive que me alistar forçadamente para a marinha, minha agitação sempre me preveniu de ficar perdendo tempo com coisas idiotas, mas dessa vez era diferente. Finalmente havia chegado na Grand Line, e eu queria aproveitar para conhecer a ilha, sua cultura, seus pratos típicos, basicamente tudo que, esperava eu, fosse a primeira de muitas. Haviam diversas coisas para eu ver, e provavelmente ainda mais que Rin queria ver, então não poderia ficar perdendo tempo no meu quarto. Por mais que tivesse sido acordado de uma maneira estranha, e que outras pessoas normalmente parassem para tentar se lembrar melhor do sonho que houvessem tido, em poucos segundos já estava de pé me vestindo, com outras preocupações na mente. Onde encontraria Rin? O quão grande era a cidade? Onde haviam restaurantes e outro comércios? Eram tantas coisas a pensar que outros assuntos simplesmente me fugiam o pensamento e me faziam apenas querer sair logo daquele lugar. Não sabia que horas eram, mas também não me importava, a ansiosidade já havia retirado meu sono e eu iria sair mesmo que ainda estivéssemos no meio da noite.

Já fora do meu quarto, comecei a vagar pelos corredores daquele QG desconhecido. Antes de sair eu precisava saber que horas eram e chamar Rin, o que poderia demorar um bocado dependendo da situação do QG, mas felizmente logo encontrei o Capitão que havia ajudado atenderam minha missão anterior, Beethoven, ou como eu preferia, o Betinho. Ele estava lendo um jornal bem concentrado e bebendo um café com um aroma delicioso, o que me fez querer saber onde havia o conseguido, mas ao menos fez eu ter quase certeza de que ao menos não estava no meio da noite. Embora o cheiro do café houvesse me interessado, o que mais chamou atenção e dominou minha mente foi o respeito por ele conseguir se distrair naquele QG. Essa desgraça havia sido construída com a bunda do arquiteto e tinha até um pedaço fora da terra, pendurada acima do mar por alguns cotocos de madeira, como se pudesse cair a qualquer momento. Eu havia demorado um bocado para dormir tendo que esquecer a sensação de que o prédio ia desabar, e mesmo assim o Beto estava lá, de boaça lendo o jornal como se estivesse no lugar mais seguro do mundo. Isso me fazia pensar que ou ele não sabia da protuberância do QG em cima do mar ou já estava ali a tanto tempo que se cansou de se preocupar, sendo a segunda opção a mais provável. Balançando a cabeça para parar de me distrair, me aproximei dele para o questionar sobre o horário, e recebi uma resposta fria de um Betinho que nem me olhava para reponder. Ao menos recebi minha resposta de que eram nove horas, então deixei passar; eu estava muito ansioso e animado para ficar outro hoje com essas coisinhas menores. Tentando ver se ele sabia também onde estava Rin, infelizmente recebi uma reposta negativa, mas parando para pensar, concentrado no jornal do jeito que estava, dificilmente teria notado outros Marines passando pelo corredor.

Desistindo de conseguir qualquer informação, estava prestes a seguir pelo corredor quando fui surpreendido. Pelas minhas costas, senti uma presença surgir de repente, seguida de uma simples frase: - Está procurando alguém? - Com um salto, me virei, assustado. Com certeza algum marinheiro que havia morrido ali havia vindo me assombrar por causa do meu medo daquele lugar desabar, e agora havia decidido vir me atormentar presencialmente. Olhando rapidamente o meu mais novo encosto, me deparei com uma figura semelhante e definitivamente não fantasmagórica, Rin - Ô, garota, quer me matar do coração?! Eu ainda estou meio grogue por ter acordado a pouco tempo, não percebi você se aproximando! - A desgraçada estava rindo depois de ter feito eu morrer por dentro, mas eu sabia que parte da culpa também era minha por ficar com cagaço daquele lugar, o que significava que era melhor sairmos dali logo. A chamei para passearmos pela ilha, mas as roupas causais dela indicavam que Rin provavelmente estava pensando o mesmo que eu - Se você insiste, acho que posso ir - Recebia como resposta - Aham, tá bom, porque você nem quer ir, né? - Respondia à resposta, irônico - Você até está com poucas causais, aposto que também pensou nisso. Vamos logo, enquanto ainda houverem lojas vendendo café da manhã - E então seguimos portão afora.

Aquela ilha com certeza era inusitada, a arquitetura era diferente demais do que eu estava acostumado, o que me fazia pensar o quão diferentes as ilhas poderiam ser pela Grand Line. Olhando aquelas casas empilhadas uma em cima da outra, me punha a pensar se ficaria com cagaço também de dormir em um local alto como as casas mais ao topo, mas nenhuma delas ficava apoiada em pedaços de madeira, então ao menos estavam em posição melhor que o QG. Mesmo já sendo nove horas, parecia que a cidade ainda estava em processo de despertar, com crianças saindo para brincar e pessoas andando naquele clima suave que as ruas parcialmente vazias deixavam. Embora a cidade chamasse muito minha atenção, também não pude deixar de olhar Rin; desde que a conheci eu havia a visto com roupas casuais apenas uma vez, mas estávamos em missão ainda assim, então não havia tido tempo de perceber o quão bem ela ficava quando arrumada. Era estranho me sentir admirado por a ver com roupas casuais depois de temos nos visto nus duas vezes, mas provavelmente a ver sem o uniforme da marinha era o que estava causando tanto impacto. Depois de algum tempo simplesmente andando sem rumo, tentei procurar por algum lugar para comermos, mas Rin decidiu me arrastar para um lugar chamado Hell's Beer. Sinceramente, o nome não me era muito atrativo; eu não gostava muito de bebidas alcoólicas por serem bebidas que desestabilizam e ainda costumam terem gosto ruim. Quer dizer, eu poderia até cogitar beber algo alcoólicos algum dia, desde que fosse algo artesanal, pois o que mais se encontra nesse tipo de espelunca eram bebidas de ma qualidade, o tipo que te faz passar mais mal que o "normal". Por mais que estivesse com a ma impressão do nome, o interior do local com certeza me surpreendeu. Dividido em três níveis, a taverna era maior do que eu imaginava, e dava um ar misterioso ao local, o que era supreendentemente atraente ao local. Não haviam muitas pessoas, mesmo com o tamanho, o que era uma coisa boa, pois eu não teria que me sentar perto do bombadão careca sem camisa que estava no balcão. Indo ao balconista, fiquei aliviado ao saber que vendiam refeições lá, o que significava que meu café da manhã estava salvo - Err... O que os clientes costumam comprar de café da manhã? - Escolheria algo que vendesse bem, o que significaria que provavelmente era bom, mas que de preferência fosse leve, para não me sentir cheio demais, que não fosse muito exótico, para não diferenciar demais meu cardápio logo de cara, e, principalmente, que não doesse o bolso. Claro, poderia não haver uma opção que se enquadrasse nisso tudo, nesse caso pegaria qualquer coisa que parecesse se enquadrar na maioria dos critérios. Deixaria Rin escolher ou escolheria algo parecido para ela caso ela assim quisesse, e logo iria junto da mesma para a mesa que ela arranjou. Caso rapidamente trouxessem os cafés da manhã, os levaria para a mesa para comer, mas se fossem demorar alguns minutos, iria esperar na mesa, mas começaria a comer assim que estivesse com os mesmos na mesa.

Uma vez que estivéssemos comendo, aproveitaria para puxar um papo com Rin - Então, Rin, o que achou dessa ilha? - Ouviria a ela atentamente caso seguisse a linha da conversa e me respondesse. Após ela falar, ou caso a garota quisesse que eu desse minha opinião antes, olharia por um instante para a comida, pensando, e então falaria - Acho que o melhor jeito de descrever seria... como o próprio nome, maravilhosa. A ilha toda tem uma atmosfera diferente de Wars e Shells, até de Loguetown. As casas empilhadas uma em cima da outra, a arquitetura exuberante... É ao mesmo tempo igual e essencialmente diferente, se é que me entende. Não sei se quero ficar aqui muito tempo, mas por enquanto estou gostando bastante da ilha - Completaria. Por mais que a ilha parecesse muito interessante, também parecia que se gastássemos muito tempo ali, acabaria se tornando comum, como se não houvesse mais aninha a oferecer, e chegar nesse ponto seria um porre. Terminando de tomar o café da manhã e pagando, voltaria a falar com Rin - Acho que agora que virei Tenente, seria bom fazer logo alguma missão só pra não causar má impressão, né? Quer dizer, tô cagando se eles me criticarem ou não, mas eu não gostaria de ser taxado de vagabundo, saca? Tá afim de procurar o Gê, digo, Gran, pra ver se ele quer ir conosco? - Caso ela dissesse que não queria fazer missão comigo dessa vez, eu faria uma expressão de traído e, com a mão no coração, diria, brincando - Meu deus, fui abandonado! ...Agora sério, se não quiser vir ok, mas não se esquece que podem querer te mandar em missão também, só vê se não some, ok? - Mas caso ela dissesse que estava brincando e que iria, responderia - Ahahaha, claro que estava brincando, eu sabia que estava! - Sendo que qualquer um perceberia que eu estava apenas tentando disfarçar e não sabia que era brincadeira. Caso ela não quisesse ir junto de Gê, ou dissesse que preferia que fossemos só nos dois, ou algo do género, responderia - Ok, ok. Com mais gente seria menos trabalhoso, mas com menos também fica mais fácil coordenar. Vamos? - E sairia do bar, voltando ao QG e buscaria por um quadro de missões ou algo do género. Caso fossemos chamar Gê para ir junto, voltaria o tempo todo atento a minha volta para caso trombássemos com ele, e nesse caso, começaria acenando para o mesmo e falando - Gê_ - Me auto interromperia por um instante para falar o nome correto do mesmo - Magnus! Que coincidência nos encontramos, queria falar mesmo contigo - Mas independente de o(s) encontramos no caminho ou depois de o procurar, diria ao mesmo - Então, estávamos pensando em fazer uma missão aqui em Wonderful pra não acharem que somos vagabundos, estão afim de vir junto? Você chegarem conosco e tals, e como agora eu sou Tenente, posso liderar a missão. Ou seja, corre risco menor de um superior cuzão ir comandar. O que acham? - Eles aceitando ou não, iria para o QG em busca de um quadro de missões ou algo parecido, mas ao menos esperaria o que quer que estivessem fazendo, caso aceitassem e ativessem encerrando algo.

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent EmptyDom 26 Ago - 21:54


A verdadeira recepção vem daqueles que você menos imagina

O que ele disse
-mmmmm... mmmmm... MMMMMMMMMMMMMMMM!-

O que ele quer queria dizer
-Hehehe... hahahahaha... HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!-

Ria aquele jovem garoto como um psicopata completamente fora de controle, de momento a momento uma de suas mãos ia em direção ao seu rosto, se é que isso seria possível naquele momento, para tirar o excesso de suor, pela primeira vez ele sentia que por fim chegara na devida grande linha, ele do fundo de seu coração entendia, ou pelo menos tentava entender que tudo antes daquilo não passava de um devaneio, e que em um momento ou em qualquer outro o destino poderia acabar batendo em sua porta.

-  Qual foi o seu crime, parceiro? -

- Parece que quem prendeu você não é muito seu fã. KEKEKEKE! -

Neste momento seus olhos reviravam em sua direção, azuis como a noite, raivosos como os de alguém que acabara de ressuscitar de uma época além da compreensão humana, sua cabeça de movia de um lugar para o outro enquanto seus olhos pareciam riscar o ar a sua volta, talvez por não estar entendendo muita coisa, ou pelo seu outro eu naquele momento não estar ali, ao invés disto quem estar no controle ser exatamente aquele ao qual não possui nome, mas sempre esteve ali.

O que ele disse
-m... mmm mmm... mmm? nnnn... mmm mmmm mmmm, mmmmm mmmm mmmm mmm mmm nnn mmm mm nnnnn mmmm, mmmmmm mmmm mm? mm mmm mmm mm nnn mmmm mmm mmm? Mmm mmm? mm mmm mmm... mmmmm m mmmmm mmm mmmm mmmm mm mmmmm, mmmm mmmm mmmm mmmm... mm mmmm mmmm mmm-

O que ele queria dizer
-É... meu crime... crime? Não... certamente não crime, talvez seja pelo que eu não pude fazer naquele momento, impedido estou eu? Ou talvez eu só não queira fazer isso? Quem sabe? Só sei que... encontrarei a resposta pra isso cedo ou tarde, pelas minhas próprias mãos... ou pelas mãos dele-

Terminava com entonação fria e agressiva enquanto parava de movimentar sua cabeça agora olhando diretamente para aquela pessoa que em sua frente estava, enquanto olhava melhor para o lugar, percebia todos os detalhes desde ser uma cela até qualquer outro que viesse de encontro com qualquer entendimento que pudera possuir, seja lá qual fosse.

“Preso... preso... estou realmente preso? É isso? Aquela pessoa, “maldita...” aquela pessoa, quem é ela? Isso não é possível, depois de tudo o que aconteceu, mais de onze missões, “ela armou para nós...” isso, não é definitivamente possível, “vamos caçá-la” depois de tudo que eu fiz, algo assim é inadmissível, “vamos matá-la...” não, não, algo assim iria de encontro com o que nós idealizamos, com o que eu idealizo, eu irei resolver isso, só que da minha maneira, do jeito certo, é isso, do jeito certo!”

Neste instante seus olhos começavam a tomar colorações variadas como se um conflito interno estivesse acontecendo até chegar ao ponto da balança equilibrar agora olhando diretamente para aquela pessoa.

O que ele disse
-mmm? mmm... mmmmm mmmmm mmmmmmmmm m mmm mmmmm mmmmm... mmmm mmmmm mmm, m mmm? mmmm m mmmm?-

O que ele queria dizer
-Crime? Não... apenas recebi devidamente a calorosa recepção dessas... dessas pessoas daqui, e você? Quem é você?-

Era o que ele realmente gostaria de ter dito, mas por inconveniência ou não do destino, a sonoridade de sua boca era imprecisa, ele na verdade não conseguia falar direito praticamente nada, e perceber naquele momento o que era óbvio o deixou com muita raiva, extremamente com raiva daquilo, e ele por sua vez agora não tinha mais vontade alguma de falar até que estivesse apto realmente a falar.

De momento a momento seus olhos se moviam de um lado para o outro enquanto ele visualizava aquele cenário deplorável, procurava olhar pela possível grade que o separava da liberdade ou até mesmo possíveis janelas com barras que pudessem existir ao seu redor ao qual sua visão pudesse mostrar, a cada momento podia sentir fisgadas em seu corpo devido ao que ele havia sofrido, quanto mais sentia dor, mais seu corpo suava, e com mais raiva ele ficava.

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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent EmptySeg 27 Ago - 11:36

Appreciate




Era bem cedo no dia e tudo estava indo bem. Não fui impedido de sair, e nem vieram com uma missão aleatória, a Mayu estava bem mais animada para esse passeio do que eu esperava e ninguém teve a idéia genial de me atacar. O que me lembra que desde que a gente se encontrou a Mayu tem me passado essa sensação desconfortante, espero que seja apenas coisa da minha cabeça. Outra coisa que tava me incomodando bastante é o fato de que em uma ilha relativamente grande como aquela, o bar estava vazio por esta hora. Sentia cheiro de alguma trama por de baixo dos panos... MAS ISSO FICA DEPOIS, JÁ QUE AGORA EU TO DE FOLGA!

A recepção do bar era bem calorosa pro meu gosto, mas tenho certeza que não é por isso que esse bar era famoso.

– Ah, bem... Ficaremos com uma mesa. – Responderia a atendente e logo após, iria até a mesa indicada, agradecendo de forma bem breve, com um singelo sorriso. Em seguida, eu olharia para Mayu e perguntaria: – O que gostaria de pedir, Mayu? – Aguardando sua resposta. Caso ela tivesse alguma refeição em mente, eu requisitaria duas porções individuais e uma dose de rum com água. Se por acaso, ela quisesse que eu tomasse a iniciativa, eu diria: – Vocês têm torta de cereja? Pois eu gostaria de pedir duas fatias e uma dose de rum com água, por favor. – Aproveitaria o momento antes de a atendente partir com nosso pedido para perguntar a Mayu: – Gostaria de mais alguma coisa? – Enquanto me ajeito na cadeira. Com o pedido feito, eu então agradeceria novamente e me voltaria mais uma vez para a Mayu.

–Então, o que acha da ilha? – Diria, tentando puxar assunto enquanto aguardava pela comida. Eu me manteria em silencio, ouvindo o que ela tivesse a dizer ou perguntar. Assim que tivesse a oportunidade, eu seguiria dizendo: – Sei que pode soar repetitivo e até chato, mas obrigado por tudo que fez por mim até hoje. Espero poder mostrar todo meu agradecimento apropriadamente no futuro.

Durante minha reflexão, lembrei que o Lars estava no recinto. Seria rude de minha parte se eu não lhe desse a devida atenção, por isso eu aguardaria o momento em que não fosse interromper a Mayu ou qualquer outro que quisesse interagir comigo naquele momento e que eu estivesse dentro do campo de visão do Lars, para assim erguer meu braço e acenar na intenção de atrair seu foco. Ele parecia querer dizer algo comigo, por isso, se fosse uma solicitação, eu aceitaria logo de cara. Eu não tinha muitas idéias de como passar o tempo, por isso eu diria: – Assim que nós acabarmos aqui poderemos partir.  – E resumiria com minha refeição.

Espero que ele tenha uma boa idéia para nós estrearmos na ilha. Estava louco pra conhecer melhor a tal terra maravilhosa e não tem nada de mais maravilhoso do que uma maravilhosa bagunça depois do café.


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Última edição por gmasterX em Qui 30 Ago - 14:21, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent EmptyTer 28 Ago - 17:09




Imperial Advent


Ceji

...... Lars não havia tido uma boa primeira impressão da taverna, mas rapidamente mudou de ideias quando viu o seu interior. Felizmente para o jovem o local estava bem vazio, visto que ele não queria ter de se sentar perto de um estranho em tronco nu. - Err... O que os clientes costumam comprar de café da manhã? - perguntou o marine para a empregada, a jovem ficou pensativa por alguns segundos - Normalmente pedem panquecas e café ou então ovos estrelados com bacon e torradas. - respondeu a garota com o dedo indicador direito no queixo. Rim parecia bem pensativa para realizar uma simples escolha, mas rapidamente respondeu - Acho que vou querer as panquecas. - ela parecia incerta na sua decisão, Lars acabou por escolher o mesmo que a sua companheira.
......O café da manhã não demorou muito para chegar. O seu cheiro era agradável e ainda dava para sentir o calor a sair da comida, indicando que havia sido preparada na hora. - Então, Rin, o que achou dessa ilha? - perguntou Lars para sua amiga. Rin acabou de mastigar o pedaço de panqueca que tinha na boca, levou o seu dedo indicador esquerdo até ao lábio inferior e respondeu, num tom bem pensativo - Eu até achei ela bonita mas… Acho que falta alguma coisa nela… Acho que ainda não vi nenhuma livraria até agora. Mas e você? O que achou dela? - o marinheiro olhou para o seu prato de panquecas por algum tempo e respondeu - Acho que o melhor jeito de descrever seria... como o próprio nome, maravilhosa. A ilha toda tem uma atmosfera diferente de Wars e Shells, até de Loguetown. As casas empilhadas uma em cima da outra, a arquitetura exuberante... É ao mesmo tempo igual e essencialmente diferente, se é que me entende. Não sei se quero ficar aqui muito tempo, mas por enquanto estou gostando bastante da ilha - Rin sorriu para Lars e concordou com ele.
......Acabando de tomar o café da manhã, Lars foi pagar o seu café da manhã, todavia a empregada informava que já tinham pago a refeição deles. - Acho que agora que virei Tenente, seria bom fazer logo alguma missão só pra não causar má impressão, né? Quer dizer, tô cagando se eles me criticarem ou não, mas eu não gostaria de ser taxado de vagabundo, saca? Tá afim de procurar o Gê, digo, Gran, pra ver se ele quer ir conosco? - Rin olhou para ele surpresa e respondeu com um confiante e firme - Eu não. - Lars então ficou com uma expressão de alguém que foi traído - Meu deus, fui abandonado! ...Agora sério, se não quiser vir ok, mas não se esquece que podem querer te mandar em missão também, só vê se não some, ok? - Rin começou a rir baixinho, colocando a mão na frente da boca para abafar o som - Ai ai… Acho que não tenho outra escolha a não ser ir com você. - os olhos da garota pareciam brilhar, o verdadeiro motivo era um mistério mas parecia ser de algo muito puro. Quando estavam quase a sair, Lars viu que Magnus estava no recinto e acenava para ele, chamando a sua atenção.

GmasterX

......Magnus sentia que alguma coisa não estava certa naquela taverna, era como se estivesse faltando a falta de paz nele, o seu ambiente não parecia corresponder com a forma como era recebido, pelo menos para o marinheiro.
......– Ah, bem... Ficar com uma mesa. - respondeu Magnus. O barman indicou uma mesa não muito longe, porém com privacidade para poderem falar descansados. Magnus foi o primeiro a se sentar e, mal o fez, Mayu se sentou ao seu lado, talvez um pouco demasiado perto, visto que Magnus conseguia sentir o cheiro do shampoo de mirtilo que ela havia usado naquela manhã. A empregada ruiva aproximou-se deles para anotar o pedido de ambos- O que gostaria de pedir, Mayu? - a marinheira, sem nenhum tipo de dúvidas respondeu com um tom doce - Me surpreenda… - era quase como se ela estivesse desafiando Magnus, porém a sua voz estava bem calma e calorosa. - Vocês têm torta de cereja? Pois eu gostaria de pedir duas fatias e uma dose de rum com água, por favor. Gostaria de mais alguma coisa? - Mayu olhou para Magnus e sorriu, acenou negativamente para a empregada e esta então foi tratar do pedido.
......Enquanto esperavam pelo café da manhã Magnus perguntou o que Mayu achava da ilha até ao momento –Então, o que acha da ilha? - a jovem olhou para baixo - Acho que ela não tem muitos piratas nas ruas, o que é maravilhoso. - A garota então olhou para Magnus nos seus olhos, nesse momento o cabelo da marinheira ficou na frente do rosto e, docilmente, ela arrumou ele colocando atrás da orelha. - Sei que pode soar repetitivo e até chato, mas obrigado por tudo que fez por mim até hoje. Espero poder mostrar todo meu agradecimento apropriadamente no futuro. - agradeceu Magnus. A garota ainda olhava nos olhos de Magnus, mas rapidamente desviou o olhar quando o café da manhã chegou.
......Enquanto comiam Magnus percebeu que alguma coisa parecia incomodar Mayu, ela olhava para o prato perdida nos seus pensamentos, era como se algo não tivesse corrido como ela havia planejado. Antes que pudesse tomar uma decisão em relação a ela viu que Lars ia na sua direção e decidiu acenar para ele.

Ceji & GmasterX

......- Gê_ - disse Lars, porém se corrigindo rapidamente - Magnus! Que coincidência nos encontramos, queria falar mesmo contigo. - Mayu acenava para Rin e Lars, visto que estava de boca cheia e não podia falar - Então, estávamos pensando em fazer uma missão aqui em Wonderful pra não acharem que somos vagabundos, estão afim de vir junto? Você chegarem conosco e tals, e como agora eu sou Tenente, posso liderar a missão. Ou seja, corre risco menor de um superior cuzão ir comandar. O que acham? - Mayu parecia não se importar muito com a situação e Magnus acabou por aceitar, porém apenas iriam quando eles acabassem de comer. O que não demorou muito. Mayu se ofereceu para pagar, porém o barman disse que já estava haviam pago a refeição deles, ela imediatamente olhou para Lars e Rin, porém a acompanhante de Lars falou - Não fomos nós. Na realidade também pagaram o nosso.
......Uma vez estando tudo pronto, decidiram voltar para o QG em grupo. Mayu estava amarrada ao braço de Magnus e, ao ver aquilo, Rin estava com a cara de quem também queria fazer o mesmo, porém não o fez. A caminhada não demorou muito, o grupo tinha tempo para conversar bastante até chegar de novo no quartel da marinha. Quando voltaram para o QG, um marinheiro aproximou-se deles bem ofegante - O capitão Beethoven está a vossa procura… Ai o meu coraçao… Uuhh….. - disse o rapaz quase sem ar. Após se abaixar para respirar fundo ele continuou a falar - Ele pediu… Ai… Para irem para a ala médica próxima da prisão. Ele precisa de vocês para uma missão importante.

Kyo

......Kyo parecia tentar responder às questões do pirata mas infelizmente não tinha muito sucesso, visto que o seu maxilar estava quebrado. O homem que estava na cela com ele era ria de sua situação, fazendo troça do mesmo. Como percebeu que a conversa com o marinheiro não ia dar em nada, ele decidiu se deitar na cama do lado direito da cela.
......Agora que o marinheiro analisava melhor o que estava ao seu redor, ele podia perceber que o chão de sua cela estava bem mais limpo em comparação à cela na sua frente, a cama da esquerda parecia ser mais nova que a da direita, era como se apenas uma pessoa tivesse usado aquela cela durante muito tempo. Nesse momento chegou um marinheiro alto, musculoso, quase careca e com um longo bigode loiro que carregava consigo uma cadeira de rodas. Ele abriu a cela e falou para Fullbuster - Vamos, não podemos deixar você nesse estado lastimável. - aquilo estava mais para uma ordem, visto que ele agarrou em Kyo e o pousou na cadeira de rodas, o algemando à mesma. O homem que estava na cela estava curioso e perguntou - Ele ainda agora chegou… Para onde o vão levar? Estou farto de ficar sozinho. - o marinheiro respondeu com um sorriso - As pessoas que o capturaram estavam num dia ruim, a nova política da marinha impede deixar os prisioneiros neste estado. Preciso levar ele para a ala médica antes que algum capitão perceba o seu estado e eu seja punido por isso. - então ele fechou novamente a cela e levou Kyo até a ala médica onde recebeu alguns tratamentos. Embora tratado, o marinheiro ainda não conseguia falar com clareza e tinha algumas dores nos membros.
......- Obrigado, Steven. - disse Capitão Beethoven para o marine de grandes proporções ao entrar na ala médica. - Já mandei o James buscar os restantes marinheiros. - o capitão olhou para Kyo e entregou para ele um caderno e um lápis. - Falei com os meus superiores e vamos dar uma chance para você se redimir. O seu desempenho nessa missão pode corrigir ou não os seus erros no passado. - o capitão se encostou numa parede perto de Kyo - Mas já contarei mais detalhes assim que os restantes membros chegarem.

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~Fala~
~Pensamento~

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Sabe por que caímos?
Para aprendermos a levantar.
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MensagemAssunto: Re: Imperial Advent   Imperial Advent EmptyQua 29 Ago - 17:57

Exploração - Fim

Nem sempre a vida precisa ser complexa para surpreender, isso era algo que eu já deveria saber a muito tempo. Normalmente são os grandes eventos da nossa vida que ficam marcados na nossa memória e nos moldam, mas assim como em na escultura, pintura ou culinária, detalhes sempre precisam de ferramentas mais precisas, ferramentas que, embora não alterem significativamente o produto final, o tornam mais bem feito, mas bonito, mais vivo. É assim que os pequenos momentos agem nas nossas vidas. Moldando esses pequenos pedaços de cada pessoa, suas vivências, gostos, opiniões, os pequenos momentos nos tornam tornam mais humanos... Ou mais trintões, ou mais Minks, sei lá. Depende de como a pessoa se identifica. De qualquer modo, os pequenos momentos agem em nós de maneiras mais sutis, diferente das mudanças abruptas dos grandes eventos das nossas vidas. Tomar cafe da manhã com Rin em uma ilha pacata, longe de nossas obrigações, apenas com a companhia e a comida, me fez perceber o quanto esse tipo de momentos são valiosos, são momentos que você acaba esquecendo, mas sua mente guarda pra sempre no canto dos momentos felizes.

Mas não digo que tive uma leve decepção com as opções de pratos. Eu esperava coisas mais originais, mas os pratos de lá, embora muito bem feitos e com o toque da casa, não possuíam nada de especial. Entre ovos com bacon e torras, e panquecas, acabei seguindo o exemplo de Rin e pegando panquecas; embora o primeiro parecesse mais apetitoso, era basicamente uma junção de ingredientes que eu já estava acostumado, mas panquecas era algo que raramente entrava no meu cardápio, especialmente pela minha falta de iniciativa. Como eu constantemente ficava sozinho em casa, sempre tive o costume de cozinhar minhas refeições, por isso aprendi a cozinhar desde cedo; mas quem cozinha apenas para si não vê motivos de criar pratos maravilhosos e deliciosos, do que adianta fazer uma obra de arte se ninguém vai estar lá para apreciar e dividir? Por causa disso, nunca tive o costume de gastar muito tempo no café da manhã. Pão com ovo, torradas com geleia, pão na chapa, meus cafés da manhã costumavam ser práticos e rápidos, com um bacon ou ovos mexidos de vez em quando nos momentos de bom humor. Isso fez com que fossem extremamente raras as vezes que comi panquecas, na verdade só me lembrava de uma vez, mas não tinha preparado tão bem, então nem conta. Só de sentir o cheiro das panquecas e do café me fez ter certeza de que havia feito a escolha correta, finalmente provar panquecas bem feitas seria uma ótima experiência. Já que não havia comidas locais, que fossem comidas comuns que eu tinha pouco contato, não é mesmo?

Definitivamente o sabor das panquecas não me decepcionou. Quer dizer, eu não tinha muita experiência com panquecas, já que a última vez que havia feito ou comido, a muito tempo, não havia saído muito bem, mas aquelas ao menos estavam muito saborosas. O café então, que eu tenho um conhecimento melhor, podia afirmar estar ótimo, e conseguiu saciar minha vontade depois de ficar tentado pelo Betinho. Enquadro apreciava meu café da manhã, decidi questionar Rin também sobre a ilha, e, embora não tivesse uma opinião muito diferente da minha, era um pouco mais negativa. De acordo com ela, parecia faltar algo na ilha, e eu não podia dizer que discordava. A ilha parecia ser muito diferente e bonita, mas nada realmente especial, nada único e, bom, é, realmente faltavam livrarias. Não demorou muito para germinarmos de tomar o café, e grazadeus eu não estava cheio, apenas satisfeito. Parando para pensar, aquele café da manhã podia ser uma boa pausa para o nosso pequeno tour pela ilha, de qualquer modo teríamos que voltar ao QG, e se deixasse mos para depois, poderíamos esquecer ou ignorar, pelo entusiasmo... Urgh, desde quando eu havia começado a me preocupar em comparecer naquela espelunca? Não é como se eu tivesse passado a gostar da marinha por causa de meia dúzia de salários. Se fosse a uma semana atras, eu teria cagado pra demorarmos a voltar, o que queria dizer que eu não podia deixar o comodismo me dominar a ponto de aceitar a marinha daquele jeito. Mesmo que só tenha conhecido Rin e outras pessoas por ter me alistado, ainda foi contra minha vontade, e eu não podia deixar de me lembrar disso.

Mas por enquanto infelizmente teria que constituam seguindo o sistema. Ao menos até ter um cargo mais alto. Ao menos até não ter quem pudesse ficar me fiscalizando. Chamando Rin para ir em missão, recebi uma negativa como resposta, o que me deixou um bocado triste, mas não era como se pudesse obrigar ela a ir. Estava prestes a me virar quando recebi a notícia da brincadeira dela. Não nego que fiquei aliviado, mas isso era brincadeira que se faz? Eu não queria ter que ficar junto de outros marinheiros desconhecidos e fedorentos pós-treino durante horas durante a missão. Só a lembrança do fedor de cinco marmanjos que não acharam necessário tomar banho me dava ânsia, imagina a catinga ao vivo e em cores? Eu passo. Com Rin topando, só faltavam Gê e a parceira dele, mas primeiro deveria pagar. Surpreendentemente, a nossa conta já havia sido paga, e pelo olhar da minha companheira, não havia sido ela. Com uma rápida olhada pelo estabelecimento, só conseguia pensar no bombado careca, que já estava no balcão, ou outro alguém que tivesse vindo por trás da área interna. Eu sinceramente preferia não pensar muito nisso - E quem foi? Quer saber, deixa pra lá. Só diz pra ele ou ela que não vai conseguir me comer pagando um café da manhã, vai precisar ao menos de um jantar de luxo - Eu claramente estava zoando, Rin certamente saberia disso, mas deixaria a atendente tirar suas próprias conclusões. Saindo em busca de Gê, me surpreendi ao ver ele é sua companheira no mesmo estabelecimento, esse tipo de coincidência não acontecia todo dia, e economizava meu tempo. Não foi tão difícil convencer eles a vir conosco, mas também, com meus argumentos maravilhosos não tinha como ser de outro jeito. Ainda assim, a companheira de Gê parecia desolada com algo, o que me deixou meio inquieto, mas não tinha familiaridade com ela para a questionar. Logo os dois terminaram de comer e foram pagar, mas foram pegos de supresa assim como eu e Rin, o pedido deles já havia sido pago por alguém. Na moral, quem era o maluco que ficava pagando café da manhã pros outros? Por mais que eu apreciasse não precisar pagar, não saber quem estava pagando e com qual objetivo me incomodava muito. Mas, bom, isso era algo que poderiamos resolver  depois.

O próximo passo era ir para o QG, e, sinceramente, deixar o bar/restaurante para voltar ao QG era meio desanimador, mesmo que necessario, e mesmo que o tarado filantropo provavelmente continuasse no bar. No caminho, percebi que a companheira de Gê se mantinha segurando o braço do mesmo, o que me fez pensar se eles eram namorados. Eu nunca tive muito o contato com a garota, já que ela esteve sumida durante a parte crucial da nossa missão anterior, então não sabia da relação dela com Gê. Olhando para o lado para perguntar para Rin o que ela achava, desisti assim que vi a expressão da mesma. Ela parecia querer fazer o mesmo, o que me fez ficar muito vermelho. Devia ser só coisa de garota mesmo. Chegando no QG, recebemos outra notícia inusitada. Não bastasse antes termos o café da manhã pago pelo tarado filantropo, agora recebíamos a notícia de que o Betinho queria nos dar uma missão importante - Na ala médica? Não vai me dizer que o Beto tomou uma surra - Mas parei para refletir por um instante - ...Nah, se fosse isso ele não teria chamado gente de patente inferior. De qualquer modo, veio em boa hora, bora lá - Dizia a última parte me dirigindo a Rin, Gê e a amiga de Gê. Não mentia quando disse que era uma ótima oportunidade, tínhamos voltado ao QG em busca de uma missão, no final de contas, e uma veio direto ao nosso encontro. Só esperava que ele não estivesse nos superestimando por termos resolvido a mini-invasão do navio de escolta, porque eu não estava afim de ser enrabado logo na primeira missão na Grand Line. Me dirigiria à ala médica me mantendo afrente do grupo por ser o com a maior patente ali, e, assim que abrisse a porta, diria - Falai, Betinho, ouvi dizer que precisa muito de mim. Qual a missão? - Em seguida, com uma rápida varredura da sala, identifiquei o provável motivo do encontro ser na sala médica: ao lado do Beto estava um outro cara que parecia ter sido pego por um furacão, de tão fudido que estava - Ah, então ele que passou pelo triturador de carne - E então voltaria a me concentrar no capitão, esperando os detalhes da missão serem dados.
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