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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Melodias de uma pequena mink

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Melodias de uma pequena mink   Melodias de uma pequena mink - Página 3 EmptyQui 16 Ago 2018, 22:37

Relembrando a primeira mensagem :

Melodias de uma pequena mink

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Anzu Laffey. A qual não possui narrador definido.


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Anzu
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MensagemAssunto: Re: Melodias de uma pequena mink   Melodias de uma pequena mink - Página 3 EmptyQua 10 Out 2018, 21:56

A pequena mink ficaria surpresa ao sentir a espada do bandido em sua pele, dando um golpe em sua clavícula. A jovem daria um passo para trás, fazendo suas costas bater no balcão que estarva atrás dela. Ela começaria a sentir o sangue escorrer pelo corte, que acabaria sujando sua camisa. Ela baixaria sua cabeça por um momento e levaria sua mão esquerda até o corte, sentiria seus dedos úmidos com seu próprio sangue, talvez sujaria o cabo da foice, já que ela ainda mantinha as armas em suas mãos e a mesma acabaria tocando o ferimento também. Algumas lágrimas escorreriam pelos seus olhos. Logo ela levantaria a cabeça.

- Que começo de show animado a gente teve, é a primeira vez que sou cortada, alguém por favor grave esse momento. Como isso machuca!


Diria em um tom humorado, tentaria disfarçar a dor em sua voz. Suas lagrimas seriam de animação, afinal era a primeira luta da garota, a dor e a ardência só fariam ela querer continuar na luta, lutar até o final. Ela tentaria ganhar o máximo de tempo possível com sua falatória. A mão que estava no corte não estaria la para tentar parar o sangramento e sim tentaria juntar o máximo de sangue possível. Assim que o bandido baixasse sua espada, a mink se levantaria e daria alguns passos em direção do bandido, tiraria sua mão esquerda do machucado e em seguida balançaria seu braço na direção do bandido, tentaria jogar o sangue que estaria em sua mão no rosto do oponente, tentaria acertar os olhos dele, visando deixar ele temporariamente cego ou pelo menos tentar faze-lo perder o foco por alguns segundos, dando uma brecha para a jovem. Em seguida ela continuaria indo para cima do bandido, ela usaria sua foice da mão esquerda para tentar bloquear a espada do bandido caso ele ainda conseguisse atacar, ela colocaria sua foice a frente do próprio corpo. Enquanto sua outra foice tentaria ferir o bandido, ela tentaria dar um golpe na horizontal no braço direito do adversário, tentaria causar um dano considerável, visando inutilizar o membro do mesmo. Caso seu ataque tivesse sucesso, ela não perderia tempo e tentaria dar outro golpe, só que dessa vez no outro braço dele, tentaria da um golpe na vertical, tentando acertar na altura do ombro do mesmo. Caso o ataque falhasse, ela tentaria ir para trás. Em seguida usaria suas foices para tentar bloquear o próximo ataque do bandido, ela colocaria sua foices na sua frente em forma de x, visando aparar o ataque que viesse e caso conseguisse tentaria dar um chute para afastar o adversário, caso faltasse apenas tentaria evitar a lâmina, não aceitaria receber um novo corte.
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MensagemAssunto: Re: Melodias de uma pequena mink   Melodias de uma pequena mink - Página 3 EmptyQui 11 Out 2018, 14:08


NARRAÇÃO
#cccc00

Com os olhos cheios de lágrima e animada por aquela ser sua primeira batalha, Anzu disse mais uma vez algo que aos ouvidos de Erickson parecia uma mistura de deboche com ironia. - Você é mesmo uma pirralha idiota… - Ele disse, rangendo os dentes, como se a raiva lhe amargasse a boca. Girou a espada que estava apontando para o chão, fazendo com que o fio de corte da lâmina estivesse agora na direção do corpo da garota. Mas foi quando deu o primeiro passo à frente para atacá-la, a menina revidou com seu próprio sangue, cegando-o.

Merda! - Praguejou o homem. A menina iniciou então um movimento de ataque, mas o espadachim, que tinha os ouvidos afiados, escutou seus passos e assim conseguiu deduzir a onde a garota estava, desferindo um golpe horizontal na região lateral do corpo da garota.

A menina tentou amparar o golpe com a foice esquerda, mas como não era sua mão dominante, ela não teve força para o bloqueio e a espada deslizou na lâmina da foice, lançando um corte superficial por cima da sobrancelha direita da garota. Anzu então tentou golpeá-lo mas acabou não acertando, já que o homem havia se afastado de maneira considerável ao ponto da menina não ter como atingir o mesmo.

Wilson e Priscila seguravam a respiração. O homem conseguiu abrir o olho esquerdo, o direito, no entanto, estava fechado pois o sangue havia coagulado por cima dele. - MALDITA! - Berrou o homem que avançou numa estocada. Anzu, no entanto, bloqueou o golpe posicionando as foices na frente do mesmo em formato de X. Com o avançar do homem, Priscila passou por cima do balcão e escondeu-se do outro lado com Wilson, ambos agachados por detrás daquela pequena muralha de madeira.

A força do golpe do sujeito fez com que Anzu desse passos para trás e sentisse a bancada lhe cutucar nas costas. O homem percebeu que ela estava encurralada, puxou a lâmina para cima da cabeça e então começou a desferir um golpe vertical de cima para baixo, visando acertar o ombro direito da garota.


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MensagemAssunto: Re: Melodias de uma pequena mink   Melodias de uma pequena mink - Página 3 EmptySeg 15 Out 2018, 01:19

A pequena mink estava frustrada por seus ataques não terem surtido efeito e por ter ganhado mais um machucado de presente, dessa vez em sua sobrancelha direita, por outro lado sua tentativa de jogar seu sangue nos olhos no adversário surtiu efeito, acertando o olho direito dele. Assim que o bandido berrou, a garota diria em tom de deboche.

- Foi só um olho, deixa de ser criança.

A garota tentaria deixar o bandido irritado com suas palavras. Assim que ela bloqueasse a estocada do adversário, forçando a jovem a dar alguns passos para trás devido a força seu adversário usou, ela notaria que estava encurralada.

Assim que ela visse que o oponente levantava a lâmina sobre a própria cabeça para desferir um golpe na mink. A garota jogaria sua foice da mão esquerda no adversário, tentando acertar na região do peito dele, caso não desse tempo, ela simplesmente soltaria sua foice da mão esquerda, deixando cair no chão. De qualquer forma ela deixaria sua mão esquerda livre, para que rapidamente levasse essa mão até o cabo da  foice da sua mão direita e seguraria a foice com ambas as mãos, em seguida ela levantaria um pouco sua arma e usaria a força dos seus dois braços para tentar aparar o golpe do bandido ou diminuir o máximo possível a força do adversário, visando tentar desviar ou bloquear o golpe. Em seguida a garota usaria toda força dos seus braços e corpo para empurrar o bandido, ela empurraria para cima a espada do seu adversário com sua foice. Caso a defesa do oponente estivesse aberta, ela tentaria dar um chute nos joelhos do adversário, visando assim causar um desequilíbrio e facilitar seu plano de afastar o adversário e caso tivesse êxito nesse movimento aproveitaria a oportunidade e tentaria desferir um corte em seu oponente, usaria suas duas mãos que estavam segurando sua arma e golpearia o oponente na região do tórax, faria um corte na vertical de cima para baixo com o máximo de força que conseguisse, se seu ataque desse certo, ela rapidamente golpearia novamente, só que dessa vez seria de baixo para cima na vertical no sentido contrário ao golpe primário. Caso ela não conseguisse atacar com sua foice, ela tiraria sua mão esquerda da arma e furaria seu oponente na região da barriga com suas garras, caso suas garras tivessem efeito, ela rapidamente daria um soco na região da barriga dele, que forçaria ele para trás.  

Se seu adversário recuasse, a garota daria um passo para frente a cada passo que o bandido desse para trás, forçaria o bandido a ficar bem próximo dela, se ele tentasse chutar a garota, a mesma colocaria seu joelho na frente da perna dele antes dele conseguir levantar a perna. Caso se nenhum dos ataques desse certo, a mink se abaixaria e pressionaria com mais força, usaria seus joelhos como apoio para pular em direção do oponente, jogaria todo seu corpo em cima dele, tentaria derrubar ele no chão. Caso conseguisse derrubar, ela rapidamente tentaria ficar em cima dele, colocaria seus pés em cima dos braços dele, tentaria prender os braços dele com os joelhos, enquanto colocaria sua foice no pescoço do mesmo forçando ele a desistir da luta.
Objetivos:
 



Históricos :
 

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MensagemAssunto: Re: Melodias de uma pequena mink   Melodias de uma pequena mink - Página 3 EmptySeg 15 Out 2018, 17:12

NARRAÇÃO
#cccc00


O avanço do espadachim foi recebido por uma movimentação um tanto que inusitada da parte da garota. Percebendo que não daria tempo para atacar com sua mão esquerda, a menina simplesmente largou a arma que carregava naquelas garras canhotas e juntou ambas as mãos na foice da direita, colocando-a na frente da lâmina e bloqueando dessa forma o ataque do adversário. O ranger do metal contra metal ressoou por todo o cômodo. O homem arregalou os olhos, surpreso com o reflexo que a garota tinha.

Ela, no entanto, não estava para brincadeiras. Brandiu duas vezes sua foice numa dupla de golpes rápidos no torax do oponente. Em sua mente de mink ela já preparava os próximos movimentos, certa de que a luta não pararia ali, no entanto, bastou o homem receber aqueles dois golpes que ele soltou um gemido abafado, caiu de joelhos e logo após de bruços no chão. Sua testa chocou-se com o solo amadeirado do local. A menina havia utilizado muito de sua força e o golpe cortara do abdome do oponente até a clavícula, além de que havia sido muito profundo, pele músculo e até nervos haviam sido dilacerados pela lâmina curva da arma garota. O homem foi tomado por uma dor tão aguda que não conseguiu nem mesmo gritar e caiu da forma que já foi descrita.

Uma poça vermelha e viscosa crescia por debaixo do corpo do homem derrotado.

E-e-ele morreu? - Disse Wilson, levando as duas mãos na testa e franzindo o dente. - Merda! Merda! - Praguejou, agora dando um soco no balcão. Ele então olhou para a Mink à sua frente, seu semblante estava mais calmo mas os seus olhos denunciavam que ele ainda estava, internamente, mergulhado em preocupação. - Menina-cachorro, traga o corpo dele para aqui dentro do armazém, vamos ter que esconder ele se não eu, você e Priscila seremos esfolados pelos amigos desse demonio... - Ele então olhou para Priscila, esta que estava agarrada em sua perna, tremendo de medo e muda por conta da morte que acabara de presenciar. - Priscila, se recomponha! - Exclamou o homem, não de forma rude mas de uma maneira um tanto que paternal. - Feche a loja, logo! Não podemos deixar que ninguém entre até a gente arrumar um jeito de se livrar desse cara aqui… - O homem então tirou o avental negro que vestia e colocou ele sobre o balcão. - Garota… - Olhou para Anzu. - Qual o seu nome? Ah, deixa que eu levo o corpo para lá, sua ferida na clavícula já está ficando feia… - Ele estava correto. O machucado de Anzu estava bem mais aberto e escorria bem mais sangue do que antes, talvez por conta da força que a menina tinha colocado nos golpes que derrotara aquele homem.

Wilson então levantou uma portinha que tinha no balcão, foi até o corpo, colocou-o de barriga para cima para que não fosse muito sangue para o chão e então começou arrastá-lo pelo braço. O homem parecia desmaiado, ou morto, não reagia de maneira nenhuma por ser arrastado pelo assoalho como um saco de areia. Quando o careca, arrastando o espadachim, atravessou a porta que dava para o armazem atrás da loja, Anzu pode ouvir sua voz: - Hey, garota, venha aqui! Você não pode sair com esse machucado, venha que eu vou limpar e fechar ele pra você…


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MensagemAssunto: Re: Melodias de uma pequena mink   Melodias de uma pequena mink - Página 3 EmptyQua 17 Out 2018, 19:33

Os olhos azuis da pequena mink que antes mostravam um olhar inocente, rapidamente mudariam, suas pupilas se contraiam, seu olhar parecia o de um animal selvagem, mostrando que a mesma estava séria. Ela abria sua boca deixando escapar alguns rosnado e também mostraria suas presas para o oponente. A mesma não sentia culpa ou arrependimento ao desferir aqueles dois golpes no tórax do seu adversário, antes dela continuar com seu ataque, ela ouviu o gemido do homem em seguida observou ele cair de joelho, em seguida bruços no chão.

- Regra numero 1 do meu show, nunca tente brilhar mais do que eu!


Diria a jovem entre as rosnadas para o bandido que estava caído no piso, ela observava a poça vermelha e viscosa que crescia debaixo do corpo do intruso. Ela abaixaria seu braço direito, enquanto sua mão esquerda ela levaria até seu machucado na clavícula. Aos poucos ela iria se calmando, ela pararia de rosnar e seu olhar voltaria ao normal. Logo ela ouvia o careca perguntando se o homem tinha morrido. A garota olharia para o careca e responderia irritada.

- Não sei, pergunta para ele.

A expressão da pequena mink era de dor, afinal aquele machucado que ela tinha estava bem aberto. A garota começaria a suar bastante devido a dor e a perda de sangue. A mesma ignoraria o pedido do careca de carregar o corpo do bandido. Ela ficaria observando o careca e Priscila, até ela ouvir o suposto dono da loja perguntando qual era nome dela.

- Me chamo Anzu, Anzu Laffey.

Diria a garota com um pequeno sorriso, enquanto ela observaria o homem começar a arrastar o corpo, atravessando a porta que dava que o parecia ser o armazém. Logo ela ouvia o careca dizendo que iria tratar do ferimento dela.

A pequena mink começaria a caminhar, dando pequenos passos em direção da porta que o homem atravessou, ela passaria pela portinha que tinha no balcão, seus passos seriam vagarosos.

-  Alem de vendedor você também é medico? Essa cidade é o máximo mesmo.


Diria a garota assim que atravessasse a porta. Ela começaria a observar o lugar, vendo se havia algum lugar para ela sentar, caso tivesse, ela caminharia até o local e sentaria, caso não, ela simplesmente sentaria no chão. De qualquer forma ela iria esperar o careca limpar e suturar o ferimento dela.

- Quem era esse babaca e quem é ou era o chefe dele?


A mink não sabia se o espadachim estava vivo ou não. Ela não se importava na verdade, mas ela queria saber no o que ela havia se metido e por que o careca estava preocupado.


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MensagemAssunto: Re: Melodias de uma pequena mink   Melodias de uma pequena mink - Página 3 EmptyQui 18 Out 2018, 11:25

NARRAÇÃO
#cccc00



A garota seguiu Wilson pela porta que dava aos fundos da loja. O local era bem amplo, devia ter uns cinco metros de altura, lotado de caixas, barris e pacotes plastificados. Uma quantidade enorme de armas avulsas, jogadas no chão, também poderiam ser vistas. Era um salão mal iluminado, das cinco lâmpadas que tinham no teto, duas já não funcionavam mais, o que fazia o local parecer abandonado.

Sente-se naquela cadeira ali garota, eu já vou cuidar do seu ferimento…
- Havia num canto da sala uma escrivaninha suja, cheia de papel e utensílios em cima, e uma cadeira giratória próximo dela. O homem se esforçava para arrastar o defunto. - Eu já tive um curso de primeiros socorros... Pra quem trabalha com armas é algo quase obrigatório. Seu ferimento não me parece tão grave então só vou limpar e fechar ele, o resto o seu corpo fará sozinho. - O homem então jogou o corpo num canto e começou agora a pegar uma série de produtos de limpeza e um esfregão. A pequena mink perguntou para ele quem era o espadachim e de quem ele seguia as ordens. Wilson jogou uma boa quantidade de água sanitária no chão e começou a esfregar o rastro de sangue que lá havia.

Bem… Anzu, né? Seu nome? Essa é uma situação bem complicada e a partir do momento que você atacou esse cara tu foi puxada pra tudo isso, então eu sou obrigado a te falar… - Ele esfregava o chão com força. - Aquele homem faz parte de uma máfia local que comprou praticamente todos os agentes do governo da região, por isso eles tem completo poder sobre alguns pontos da cidade, principalmente os mais pobres como esse no qual estamos. Essa máfia ganhava muito dinheiro com tráfico de drogas e armas, mas três meses atrás, o atual capitão do QG, o senhor Stuart, descobriu os pontos de fabricação de droga e os depósitos das armas e fechou muitos deles, o que acabou ferrando com a economia da máfia. - Num ponto do chão o sangue já havia secado e especialmente ali Wilson forçava mais o esfregão, ao ponto da madeira do cabo quase romper. - Desde então, para ganharem dinheiro até reconstruírem o que eles perderam, eles começaram a cobrar uma taxa dos estabelecimentos das regiões que eles controlam. Por isso ele veio aqui hoje, mas como as coisas não estão indo tão bem eu não tinha o dinheiro para pagá-lo… - Um rato passou correndo pelo assoalho e o careca empurrou-o com o esfregador. Ele então parou na porta onde ambos haviam entrado, colocou o esfregão encostado na parede e voltou-se para a garota. - Depois eu limpo lá fora, vou cuidar de você primeiro.

Ele então começou a procurar naquela bagunças de caixa uma específica na qual ele guardava um kit de primeiros socorros. Ele encontrou-a, tirou de lá álcool, um pano limpo, agulha e fio de sutura e começou o trabalho de limpar e fechar aquela ferida. Quando tudo acabou, ele guardou as coisas e virou-se para a garota, aproximando bem seu rosto do dela como se fosse para lhe contar um segredo.

Anzu, vou ser sincero com você, existe muito mais dessa história que você não sabe e eu posso te contar somente se você me prometer que lutará contra essa máfia ao meu lado.
- O homem mantinha a boca fechada de forma dura, exalando preocupação. - Eles que me perdoem por eu estar disposto a revelar isso mas você parece ser uma boa pessoa e além disso é uma ótima guerreira, pode ser uma grande ajuda para nossa causa… - O homem então ergueu o mindinho direito, como se estivesse para fazer uma promessa. - Você promete que estará do nosso lado? Se sim, eu irei te contar tudo. Se não, eu aconselho que você não volte mais aqui, porque eles vão procurar por quem fez aquilo e eu não duvido que, de alguma forma, eles descubram que foi você.



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MensagemAssunto: Re: Melodias de uma pequena mink   Melodias de uma pequena mink - Página 3 EmptyQua 24 Out 2018, 12:22

A pequena mink se sentou na cadeira giratória, se não fosse pelo machucado que a mesma tinha a garota certamente brincaria com aquela cadeira por algum tempo. A jovem ficou observando o careca arrastar o defunto.

- Como assim meu corpo fará sozinho? Se ta confiando muito no meu corpo né, na ultima vez que confiei no meu corpo, eu levei uma espadada...

Reclamaria a pequena ao ouvir do careca que ele só iria limpar e fechar o ferimento. Logo ela voltaria sua observação para o careca, que agora estava limpando o chão com um esfregão. Logo a mesma perguntou sobre quem era o espadachim.

Ela ouviria o que o careca tinha dizer sobre o assaltante e sobre a máfia que havia naquela ilha. A pequena mink levaria sua mão esquerda até seu bolso e tiraria uma caixa de chocolate, abria a caixa e em seguida colocaria a mesma no colo e começaria a comer dois bombons. Ela perderia o foco no homem e na metade das coisas que o mesmo dizia sobre a mafia. Ela só iria presta atenção novamente assim que ele começasse a cuidar do machucado dela. A pequena mink começaria a gritar ao sentir os cuidados no ferimento dela.

- Isso queima muito....

A garota começaria a se mexer muito e a choramingar. A mesma só iria parar assim que o careca terminasse de limpar e fechar o ferimento dela.

Logo ela ouvia o homem falar que só iria continuar a historia se a garota prometesse que iria lutar contra a mafia do lado dele.  A garota respiraria fundo em então diria.

- Eu, lutar ao seu lado? Você ficou olhando aquele doido afiar a espada na minha pele...


A pequena mink apontaria com o dedo indicado da mão esquerda para o seu machucado, relembrando o dono da loja. A mesma não acreditaria que aquele homem iria pedir ajudar dela, ela ficaria encarando ele por um momento, seu olhar indicaria que ela iria morde-lo a qualquer momento. Logo ela levaria sua mão esquerda até a caixa de chocolate que estava em seu colo e guardaria novamente no bolso enquanto ela ouvia o careca dizer sobre ela ser uma pessoa boa e uma ótima guerreira.

Assim que ela via o homem erguer seu mindinho direito. A garota abriria sua boca em seguida morderia o dedo do careca, a mordida serviria mais para assustar o homem do que causar qualquer tipo de dano a ele.

A garota se levantaria da cadeira, ela levaria suas mãos até seu chapeuzinho e o arrumaria, em seguida levaria suas mãos até a própria roupa e veria se tinha alguma parte rasgada ou suja. Assim que estivesse tudo certo, sua atenção voltaria para o careca.

- Primeiro eu não sou uma boa pessoa, faço aquilo que me da vontade, as vezes para coisas boas e outras para coisas ruins. Segundo não sou uma guerreira, sou uma artista, melhor eu sou uma DIVA! Terceiro, se você quer fazer promessas está falando com a pessoa errada, eu não prometo nada. Quarto quando tudo isso tudo acabar, eu vou dar um tapão nessa sua careca e Quinto, droga esqueci o quinto, foca só nos quarto primeiros então.


A pequena mink diria tudo isso com um sorriso de confiança, mostrando para o careca que aceitaria sua parceira desde que ele aceitasse seus termos. Logo ela colocaria a foice que estava na sua mão direita na escrivaninha.

- Preciso de uma outra foice e qual vai ser o plano, capitão careca ?
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MensagemAssunto: Re: Melodias de uma pequena mink   Melodias de uma pequena mink - Página 3 EmptySex 26 Out 2018, 12:20

NARRAÇÃO
#cccc00


O careca observava a garota fazer um monólogo, enquanto ele segurava o seu dedo mindinho perto de seu peito. Suas sobrancelhas estavam franzidas e ele lançava um olhar para a menina que denunciava o quão incomodado ele estava com sua forma de agir e com as coisas que ela falava. Ao final do falatório, o homem tinha achado que a menina não aceitara sua proposta, mas a garota completou com uma pergunta que mostrava justamente o contrário, o que fez com que Wilson sorrisse, arregalando os olhos meio empolgado.

Ah, que bom! Você será de grande ajuda… - Comentou o homem, coçando a própria nuca. Nesse momento o som de alguém batendo na madeira correu por todo o armazém. O homem assustou-se com o barulho, dando um pequeno pulo, mas logo entendeu de onde o som vinha e, ignorando Anzu, correu para o fundo do armazém.

A garota podia observar tudo de onde ela estava. O homem caminhou em passos largos até uma pequena e decrépita porta de madeira e abriu-a. Entrou então uma figura alta e esguia que vestia um vestido preto colado ao corpo e que tinha cabelos castanhos e encaracolados. Aquela estranha e instigante mulher trazia um cigarro em sua mão. Quando Wilson fechou a porta, ela deu um trago, jogou o cigarro no chão e pisou sobre ele com seu salto alto.

- Desculpa a demora, Wilson, tive que despistar uns idiotas que estavam conversando comigo… Se eles souberem que eu venho aqui vão acabar desconfia- - ela parou de falar na mesma hora quando percebeu a presença da mink. O que antes era um sorriso em seu rosto morreu completamente. - O que essa garota está fazendo aqui?! - Perguntou ela, irada, para Wilson.

Me desculpe, Penelope-san, eu sei que não devemos envolver pessoas de fora mas essa garota acabou se envolvendo sozinha. - Respondeu ele, suas pernas tremiam e ele esticou ambas as mãos na frente do seu rosto, com a palma virada para a mulher.

Como assim se envolveu sozinha?
- A mulher deu largos e barulhentos passos na direção da menina, vermelha de raiva. Parou na frente da garota e mediu-a de cima abaixo.

- O Erickson veio me cobrar o dinheiro bem na hora que a menina estava comprando suas armas e, bem, a menina acabou matando ele. - O homem parou do lado de Penelope, olhando para cima, já que era mais baixo do que aquela mulher.

- O que? Ta me dizendo que essa pirralha matou o Erickson? - Penelope olhou para o careca e depois para a garota. Não havia mais raiva em sua feição, pelo contrário, a forma como ela olhava para a menina de cima, esticando a boca para o lado num bico estranho, demonstrava que ela estava interessada por aquilo. - O que nós vamos fazer com ela?

- Bem, Penelope-san, eu pedi para que ela nos ajudasse com o negócio da máfia e ela aceitou. - Disse Wilson, ao mesmo tempo em que Penelope voltava a olhar para ele, a fúria faiscava em seu olhar. - E-e-eu acho que ela vai ser de grande ajuda, e-e-ela é muito boa usando foic- - Antes que pudesse terminar a fala a mão da mulher desceu pesada sobre sua careca, dando um tapa fortíssimo na cabeça do homem. Ele colocou ambas as mãos na parte atacada, tentando mitigar a dor.

- COMO VOCÊ FALA ISSO PARA ELA SEU IDIOTA? Eu ia comprar uma passagem pra essa menina ir pra longe mas agora tu realmente envolveu ela nisso! Muito obrigado, careca idiota... - Gritou a mulher, furiosa. Tremendo ela enfiou a mão num bolso que tinha no seu vestido e sacou um cigarro de lá. Acendeu o mesmo, deu um forte trago e tirou-o de perto da boca, segurando ao lado do seu corpo. Ficou alguns segundos com a fumaça em volta do seu rosto, olhando ora pra Anzu e depois para Wilson, quem a visse diria que ela estava tentando entender toda aquela situação e de fato ela havia entendido. Ela então caminhou e sentou-se na cadeira em que Anzu estava sentada antes. - Já que o Wilson te falou, bem, eu vou ter que contar o resto... Nós somos revolucionários, estamos alguns anos infiltrados dentro dessa máfia, tentando mapear todos os aliados que eles tem no governo. Nosso objetivo é destruir completamente a máfia e libertar Micqueot desses idiotas…

A careca de Wilson já havia parado de doer e ele observava a mulher com os olhos enormes e cheios de lágrimas que não caiam.

- Por ter matado Erickson, eu assumo que você não é nenhuma inimiga. Nem mesmo os agentes do governo ousariam colocar a mão num dos membros da máfia, ainda mais no Erickson, o favorito do Don Bordignon. - Ela puxou mais uma vez o filtro do cigarro e então apagou-o esfregando-o sobre a mesa. - Você já deve ter ouvido falar de nós, garota, dos revolucionários… Cada ação que tomamos envolve um risco. Praticamente a maior parte das coisas que existem estão contra a gente, então temos que ser bem cuidadosos. Eu estou te contando tudo isso porque eu vou ficar na sua cola o tempo todo... - Não se sabe como mas uma lâmina havia aparecido na mão de Penelope, uma adaga completamente negra. - Você virá conosco até essa situação toda acabar. Caso negue e queira ir embora, bem, como eu disse, estamos infiltrados dentro da máfia e eu sei que foi você quem matou Erickson. Só preciso cochichar isso no ouvido do Don Bordignon e ele sumirá contigo… - A mulher começou a brincar com a faca, raspando sua ponta sobre a superfície da mesa. - Ah, tem outra coisa também, caso você venha com a gente e em algum momento nos traia… - A mulher enfiou a faca na mesa, atravessando-a. - Eu mesmo irei te matar, entendeu garota?

Penelope estava sentada, Anzu em pé de frente dela e Wilson atrás de Anzu, assustado com a presença da revolucionária de negro. A mulher ficou de pé, puxando a adaga da mesa e como num truque de mágica fazendo ela desaparecer em sua mão. Mais uma vez ela olhou para a garota de cima a baixo, sua mão direita foi direto no queixo da mink. - Não desgrude de mim, entendeu? Se você se distanciar de mim eu considerarei isso uma traição e te matarei, então seja uma garota comportada... - Ela então caminhou na direção de Wilson, esse, um tanto que acuado, deu dois passos para trás. - Nos dê dois daqueles casacos que você tem Wilson… Quanto ao Erickson, bem, coloque ele num barril que eu vou mandar os homens virem mais tarde pegá-lo. Se questionarem o sumiço do homem, você e a Priscila devem negar que viram ele hoje.

E o careca então correu até um canto do armazém e voltou com dois escuros sobretudos com capuz e entregou um para cada uma das mulheres.

Penelope vestiu o seu, tampando o seu rosto e caminhou na direção da porta da qual havia entrado. - Você não vem? - Disse para a garota, abrindo a porta e revelando que lá fora caia uma forte nevasca e que a tarde estava escura e medonha.




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MensagemAssunto: Re: Melodias de uma pequena mink   Melodias de uma pequena mink - Página 3 EmptyQua 31 Out 2018, 00:56

Antes que a garota pude-se dizer qualquer outra coisa para o careca, ela ouvia o som de alguém batendo na madeira, fazendo as orelhas da pequena mink se levantar. Logo ela via o careca correndo para o fundo do armazém. A mesma ficava parada no mesmo lugar, enquanto observa o homem, que abriu uma porta de madeira, logo uma estranha mulher entrou. A garota por sua vez ficou sem entender nada do que estava acontecendo.

Assim que a mulher viu a pequena mink, a garota levaria sua mão direita em seguida balançaria levemente, acenando para a mulher.

- Minha santa loba.....um par de pernas que fala!


Diria a garota surpresa ao ouvir a mulher perguntando sobre o que a mink estava fazendo naquele lugar. Logo a pequena mink levantaria sua cabeça, visualizando o corpo todo da visita e descobrindo que não era só um par de pernas.

- Ah....esquece o que eu falei, enfim oi.

A jovem pararia de acenar assim que notasse a mulher se aproximando dela. Ela ficaria encarando a mulher, enquanto a mesma media a garota de cima a baixo.

- Eu não matei ele....só coloquei ele pra dormi, mas pra sempre.

Diria a garota com um sorrisinho confiante, como se tivesse feito uma obra de arte. Ela voltaria a ficar calada,  ouvindo a conversar dos dois, não se importando muito com o assunto.

Sua atenção voltaria para eles assim que ela visse a mão da mulher descer pesada sobre a careca do homem. Os olhos da garota brilhariam naquele momento de grandeza, ela não estava acreditando que alguém finalmente batera naquela careca lustrosa e brilhante.

- Tia, você é minha heroína...a senhora não quer se casar comigo ?

Diria a garota bastante animada, não ligando se a mulher estaria furiosa com toda aquela situação. A garota continuaria de pé, enquanto observaria a mulher caminhar até a cadeira e se sentar ali. Logo ela ouviria a mulher falando sobre revolucionários e como estão infiltrados dentro dessa tal máfia.

- Revolucionários? Que nome mais idiota.

A garota soltaria uma risada, achando ridículo o nome do grupo que a mulher e o careca pertenciam. Logo ela olharia para o lado, vendo o careca, que estava com olhos cheios de lágrimas. Ela balançaria a cabeça por um momento de forma negativo e diria para ele.

- A cada minuto que se passa, você me faz sentir mais vergonha de você.

A jovem voltaria sua atenção de novo para mulher e ouviria sobre  um tal de Erickson e como ele era o favorito de Don Bordignon e mais sobre os revolucionários e como a maior parte das coisas que existem estão contra eles. Logo a garota responderia.

- Nha....a unica coisa que sei sobre vocês é que dois da minha linhagem sanguínea já foram revolucionários...digo pelo menos foi isso que minha avó falou.

A mink pararia de falar assim que via a lâmina na mão da mulher. A garota levantaria um pouco seus braços e bateria palmas, bastante surpresa com aquilo.

A mesma só pararia de bater palmas assim que ela ouvisse a moça dizer que ela teria que ir junto com ela, e caso a garota negasse a mulher iria contar quem matou Erickson para o Don Bordignon.

- Contar você até pode, mas agora eu quero ver ele acreditar que seu "favorito" morreu nas mãos de uma criança...digo até você tem suas duvidas né! E qual é a prova que você tem? Um careca que ajudou com o corpo? E mesmo se em um momento ele acreditar,  imagina a moral que a mafia vai ficar, se uma criança derrotou um mafioso...qualquer um pode.

A jovem ficaria ainda parada, ouvindo tudo que a mulher tinha a dizer, a mesma não diria mais nada. Logo ela via a mulher se levantar e passar a mão direita no queixo da mink. A garota ficaria levemente incomodada com aquilo.

- Se passar a mão de novo em mim...eu vou querer um beijo. E outra se você quer que eu fique grudada em você, me coloca no seu ombro e me chama de papagaio.

Ela esperaria o careca pegar os casacos, em seguida colocaria ele e usaria o capuz. Assim que ela ouvisse a mulher perguntando se ela viria, a garota respondeu.

- Com esse carinho todo....como eu não iria?

A jovem caminharia na direção da mulher que por sua vez abria a porta, a garota via o tempo que estava la fora, caia uma forte nevasca.

- O tempo está igual você...fria e medonha, eu adoro!

A garota esperaria a mulher sair primeiro e em seguida sairia, ela caminharia com a mulher naquela nevasca, ela esperaria ficar longe da loja de arma.

Assim que as duas estivessem longe, a garota olharia para trás vendo se o careca estava seguindo. Logo ela voltaria sua atenção para mulher. Ela pararia alguns passos atrás dela.

- Hey..

Diria a garota em um tom alto, tentando chamar a atenção da mulher. Aquele momento a garota encararia a mulher por um momento, sua expressão era de seriedade. Ela levaria suas mãos até o capuz e o tiraria.

- Você pode colocar medo nesse pouca telha aqui, mas comigo isso não da certo. Eu não ligo se você acha que vou te trair ou por que você e o careca lutam...eu vou chutar a bunda dele por que não quero ninguém atrás de mim depois....agora se você ficar de frescura para o meu lado, não venha comigo, em nenhum momento eu pedi sua ajuda!!!Vai lá, conta para o Don sei la o que como eu fui má e bati no favorito dele até ele dormir pra sempre....uma coisa é certa, se você fizer isso e ele não sumir comigo, eu juro que eu volto e vou te caçar até  no fundo do mar se for preciso, só vou parar quando sua cabeça estiver nas minhas mãos pequenas e macias. Ou você pode parar de babaquice e a gente vai derrota o Don juntas.

Assim que ela terminasse ela baixaria suas mãos, em seguida colocaria suas garras para fora. Já que ela não sabia como seria a reação da mulher, a unica coisa que ela saberia é que ela estaria pronta caso a mulher a  atacasse. Caso a mulher atacasse a garota, ela se esquivaria jogando seu corpo para o lado oposto da mão que a mulher segurava a lamina, em seguida se afastaria o máximo que conseguisse, o bastante para tirar o casaco, em seguida jogaria o casaco na direção da mulher, fazendo ela perder a mink de vista, em seguida correria em direção a mulher e arranharia o rosto da mesma dando um golpe na vertical de cima para baixo com sua mão direita, tentaria causar o máximo de dano possível, enquanto sua outra mão seguraria a mão que a mulher segurava a lamina,  caso seu ataque falhasse, a  garota recuaria correndo o mais longe possível da mulher, tentaria sair do campo de visão da mulher que ao mesmo tempo usaria a nevasca para se camuflar.

Caso a mulher após ouvir aquilo tudo ainda quisesse ajudar a mink. A garota guardaria suas garras e voltaria a seguir a mulher, ficando em uma distância segura. Enquanto caminharia ela perguntaria para mulher.

- Onde estamos indo ?  


Caso a mulher após ouvir aquilo tudo não quisesse mais ajudar a mink. A garota simplesmente deixaria a mulher ir embora. Em seguida caminharia pela nevasca e procuraria um lugar onde pude-se ficar até a nevasca passar.


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MensagemAssunto: Re: Melodias de uma pequena mink   Melodias de uma pequena mink - Página 3 EmptyQui 01 Nov 2018, 11:56

NARRAÇÃO
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Nuvens escuras tampava todo o céu. O sol, oprimido por elas, iluminava com dificuldade aquela tarde de inverno. Muita neve caia com o forte vento, tornando bastante difícil o avançar das duas mulheres. Penelope cobria não só a cabeça mas como quase todo o rosto com aquele capuz, avançando calada uns dois passos na frente da mink.

Estavam numa área residencial, mas você via poucas pessoas na rua. Um homem tirava a neve na frente da porta de casa com uma pá e uma mulher jogava uma caneca de água quente no vidro da janela para ver se o gelo derretia. Tirando essas duas pessoas não havia mais ninguém no lugar. O frio havia expulsado as pessoas da rua.

As garotas mantiveram a caminhada por um tempo até que saíram da zona residencial e chegaram na floresta. O caminho que elas seguiam parecia uma rua de grama, só que estava coberta por uma grossa camada de neve, com inúmeras árvores nas duas laterais. Se antes tinha pouca vida, agora é que não havia mesmo. Só o som da nevasca imperava. Nem o barulho dos passos as duas conseguiam ouvir, de tão alto que o sibilo do vento era.

Você disse umas coisas bem atrevidas lá dentro garota… - Comentou Penelope, dando um sorriso de canto de rosto. Ela estava abraçada com o próprio tronco, tentando se esquentar. Quando Anzu estava dentro do armazém, suas falas foram recebidas com feições de raiva e estranhamento por parte de Wilson. Penelope, no entanto, ignorou todas, mas o comentário que ela fez agora demonstrou que ela ouviu tudo o que a garota tinha falado.

Foi nesse momento que a Mink parou uns cinco passos atrás de Penelope. A mulher percebeu e também parou, só que sem olhar para trás. Anzu começou então a fazer um longo discurso e a revolucionária ouviu tudo aquilo calada.

Quando a menina terminou de falar, quase que como instinto suas garras estava tensionadas. Penelope se mexeu um pouco, mas Anzu não pode entender o que ela estava fazendo. - Você realmente é muito presunçosa garota… - E então, do nada, o casaco de Penelope voou para cima da ceifadora como uma rede voa em cima de um peixe. A visão da menina foi tomada pela negritude do casaco e Penelope, extremamente ágil, esgueirou-se pela lateral, contornando a garota até ficar em suas costas. Com a mão esquerda ela agarrou a nunca da menina lobo e empurrou-a, fazendo-a cair de rosto no chão. Se não fosse a camada de neve fofa, a menina teria se machucado, mas o que doía ali era mais o gelado da neve do que o impacto da queda. Penelope colocou o joelho esquerdo nas costas de anzu, o joelho direito sobre o braço direito dela e com a mão esquerda segurou o seu pulso esquerdo. Ela estava completamente imobilizada. Anzu até tinha pensado sobre um possível ataque da mulher só que ela foi tão ágil e poderosa que a Mink praticamente não teve chances.

Vamos por parte. - Anzu, com a cara na neve, ouviu a mulher falar. - Não vem com esse papinho como se estivéssemos em pé de igualdade , você não entendeu o que eu disse lá dentro, você não está numa situação para fazer exigências. Eu poderia te matar agora se eu quisesse… - Anzu ouviu o som de algo cortando o vento e viu, pouco centímetros na frente de seu olho, a adaga perfurar a neve e o solo. - Mas eu não quero fazer isso. - A mulher tirou a lâmina do chão e saiu de cima de Anzu, libertando a menina.

Ela tomou o casaco que havia jogado na garota, cobriu-se com ele e guardou a adaga deus sabe lá onde. - Olha, tudo isso pode parecer muito chato pra você e eu até entendo, não é legal ser ameaçada. Mas você precisa entender o meu lado. Eu faço parte de uma organização que é procurada no mundo todo. Eu tive vários amigos que foram entregues ao Governo Mundial e torturados por conta de pessoas que deram com a língua nos dentes. Eu te contei parte de nosso objetivo e quando chegarmos no local onde quero chegar irei lhe contar o resto. Eu realmente quero a sua ajuda e também quero te ajudar, mas eu estou disposta a matar você caso eu veja qualquer sinal de traição. Você já sabe demais sobre nós e eu estaria colocando a vida de meus amigos em risco se eu deixasse você livre por ai. Então venha comigo, me ajude a lutar contra essa máfia e depois você estará livre para fazer o que quiser. Mas uma coisa eu te digo, em nosso território você terá que seguir algumas regras. O que vamos fazer não é simples, é uma missão complicada e que basta um erro para todos morrerem. - A mulher estendeu a mão para a garota. - Então, vamos?

Caso a menina concordasse, Penelope voltaria a caminhar pela floresta. No horizonte uma cadeia montanhosa se erguia, com seu topo tomado pelo branco da neve.


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MensagemAssunto: Re: Melodias de uma pequena mink   Melodias de uma pequena mink - Página 3 EmptyTer 06 Nov 2018, 20:30

- Eu sou 80% presunçosa ou seria fofa, eu sempre me esqueço...

Assim que a pequena mink terminou de falar, ela era surpreendida ao ver o casaco da  Penelope vindo em sua direção.

- Minha santa loba o casaco ta vivo!


Reclamaria a loba, antes dela tentar fazer qualquer coisa a escuridão do casaco tomava sua visão, ela começaria se debater tentando se soltar, mas era tarde demais. Logo ela sentia a mão da Penelope sobre sua nuca e empurrou a pequena garota em direção ao chão, fazendo ela cair de cara na neve.

- Usando truque para derrotar uma criança, quanta classe.

Reclamaria a mink, sentindo a neve em sua boca e sentia o joelho esquerdo da mulher sobre suas costas, enquanto o outro joelho ficava sobre o braço direito da garota. Ela sentiria a neve gelada sobre seu rosto, faria o nariz dela e bochecha ficarem vermelho.

A pequena loba ficaria parada no chão, não mostrando qualquer resistência contra a mulher, enquanto ela ouviria o que Penelope tinha a dizer, ela também ouvia a som de algo cortando o vento.

- Igualdade? Já viu seu tamanho? Fora que você é 3 vezes mais pesada do que eu. E não se sinta especial, eu quase sempre não ouço as pessoas.

Diria a pequena mink,  assim que sentia a mulher sair de cima dela. A garota balançaria sua cabeça de um lado para o outro, assim tiraria a neve que estava em seu rosto, logo ela levantaria sua cabeça, vendo a mulher estender a mão para ela. A mink levantaria sua mão e aceitaria a ajuda para se levantar do chão.

- Você lembra o que falei lá na loja.

Assim que a mink se levantou, ainda segurando na mão da mulher, ela puxaria a mão da mulher em direção dela e tentaria dar um beijinho na bochecha da mulher. Em seguida ela soltaria a mão da mesma.

- Certo, vamos.

A garota voltaria a seguir a mulher como se nada tivesse acontecido, ela andaria pela floresta com cuidado, observando tudo em volta com cautela.

Objetivos:
 

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