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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [Mini - Zakar] A Aventura Começa

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MensagemAssunto: [Mini - Zakar] A Aventura Começa    [Mini - Zakar] A Aventura Começa  EmptySeg 06 Ago 2018, 18:25

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Zakar] A Aventura Começa    [Mini - Zakar] A Aventura Começa  EmptySeg 06 Ago 2018, 18:42

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: https://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Zakar] A Aventura Começa    [Mini - Zakar] A Aventura Começa  EmptySeg 06 Ago 2018, 23:20

Ainda me lembro, como se fosse hoje...

[[Inicio das Lembranças]]

Eu e meu pai sempre íamos navegar em volta da Ilha em busca de peixes, sim, eramos pescadores e sempre conseguiamos o que queriamos, a gente era fera, nunca passamos fome dependendo do mar... é tão estranho ainda saber desses detalhes, minha mãe, nunca cheguei a conhece-la, ela morreu ao dar a luz quando nasci, deve ser por isso que lembro muito de meu pai, de seus sorrisos, da sua vontade em sempre me querer me ver pra cima, feliz... tudo que eu queria era que aquele incidente a 14 anos atrás nunca tivesse acontecido...

Viviamos numa casa pobre um pouco afastada da cidade, não era um casebre, mas era bem simples e pertinho da praia, era só uma pequena ladeira até chegar,  e vendiamos os peixes excedentes na cidade.

Um dia como outro qualquer fomos para mais uma pescaria, sempre brincávamos que iriamos pescar um Rei dos Mares e ficariamos "ricos".

No Decorrer do dia, quase no fim da nossa sessão de pescaria eu peço, imploro, pra irmos em uma ilhota que em "10 min" você daria a volta na ilha, um pedacinho de areia que ficava uns 20min da onde estavamos, e como qualquer criança, depois de espernear muito e implorar, meu pai aceitou.

Quando estávamos quase chegando na ilha, o barco vira abruptamente, ouço meu pai berrar como nunca antes eu havia ouvido:
- Filho! Precisamos voltar! Agora! Tem um Navio pirata vindo na nossa direção!
Tirando os olhos da Ilhota depois de muito tempo vidrados e entusiasmados com o desconhecido, olho para os lados balançando a cabeça procurando o navio, e á direita, vejo bem ao longe um navio Pirata. Meu pai mais uma vez berra:
- Não temos tempo Zakar, pegue esse Remo e me ajude a remar de volta a Wars Island!
Questiono o meu pai sobre o porque dos remos, achando que somente o vento q estava a nosso favor ja seria o suficiente, ainda atônito e sempre olhando para as nossas costas, revirando a cabeça de tempos em tempos para ver a distancia do nosso barquinho em relação aos dos piratas, meu pai foi claro:
- Zakar, eles estão vindo na mesma direção que nós, as velas deles são bem maiores, inúmeras delas e... o que estou dizendo!? Apenas pegue o remo e me ajude, nós estamos pesados demais pelos peixes que pescamos, RÁPIDO!
Ele agora havia sido mais duro na resposta, começando com um tom mais preocupado e terminando mais rispidamente, desesperadamente... Não titubeei e corri pra ajuda-lo com o remo.

Não sabemos como não prestamos atenção ao Navio da Marinha que se aproximava de nós, ja havíamos jogados todos os peixeis ao mar pra tentar ganhar velocidade, mas o navio pirata vinha implacável pra cima de nós, e a aparição do navio da Marinha foi quase um bálsamo pros nossos olhos.

Tudo aconteceu muito rápido... dava pra ouvir os piratas berrando de seu convés, a proa do navio começou a virar pra esquerda, algumas velas sendo guardadas, e começamos a ver os canhões do navio sendo postos pra fora... o panico percorreu toda a minha espinha e num ato desesperado eu e meu pai berramos em direção ao navio da marinha pedindo por socorro, porém, foi em vão, os marinheiros começaram a virar a proa em direção à direita, preparando os canhões e... estavamos completamente no meio do fogo cruzado. Meu Pai num ato de desespero pulou em cima de mim numa tentativa falha de me proteger a todo custo, até que uma das bolas de canhão atinge o nosso barco e com a força do impacto somos completamente arremessados pra fora do barco, fico inconsciente de imediato.

Acordo vomitando a água do mar e tossindo, sinto a corrente batendo nos meus pés, ainda tossindo muito e vomitando, começo a levantar, até que percebo que estou em Wars Island novamente, quase fico feliz até sentir a ausência de meu pai, olho pro litoral, busco por ele, até que avisto um corpo... com as mesmas roupas de meu pai não tão longe de onde eu estava, corro até ele, confirmo, é meu pai! Balanço ele repetidas vezes bato nele outras tantas ... ele não reage, em nehum momento! Até que eu me dou conta, que ele morreu, e berro:
- P...P...Pai! Não Pai, não vai embora! Pai! PAPAAAAAAAAAAAAAAAI!

A partir dos 6 anos de idade era uma criança órfão de pai e de mãe e tive que me virar sozinho a partir dai, com medo de ir parar num orfanato, mantive as aparências de que meu pai ainda estava vivo e bem, o difícil e quase impossível, foi o primeiro dia, que tive que enterra-lo. Estava de noite, e ninguém me viu o arrastando até a nossa casa, que infelizmente agora será só minha, eu quase não aguentava mais carrega-lo, e ainda teria que enterra-lo...

Peguei a pá, a mesma que meu pai usou pra enterrar a mamãe eu estava usando para agora fazer o mesmo por ele, muita dor, muita dor sentia nessa hora, porque era a confirmação de sua morte, minha despedida final pra ele... mas... não conseguia fazer nada alem de chorar e cavar.

Quase amanhecendo coloco o corpo no buraco, bem em cima dos esqueletos de minha mãe, soluçando e sem conseguir dizer adeus, começo a devolver a terra de volta, e logo após finalizar caio em cima "dele" exausto e acabo dormindo de braços abertos como se estivesse abraçando seu corpo.

Os anos passaram e eu continuava saindo pra pescar, mas dessas vez com outros pescadores alegando que precisávamos de mais dinheiro pra conseguir nos sustentar, dizendo q meu pai ia no nosso barco e eu em outros, não sei ao certo se eles acreditavam muito ou não mas o fato é que eles sempre acabavam deixando eu subir a bordo. As vezes em embarcações maiores eu tinha que ficar trocando os braços tanto pra puxar as redes quanto pra usar a vara de pesca pois como iam muitos pescadores o espaço era escasso e quanto melhor você usasse o espaço que tinha, mais fácil era de manejar e capturar os peixes , acabei sabendo usar muito bem os dois braços com o passar dos anos

Quando voltava mais cedo pra casa e separava o que fosse vender na cidade, ainda dava tempo de no fim do dia bisbilhotar uma luta de espadachins na cidade, eu via por entre as frestas de madeira que separavam o Dojo da Rua, todas as técnicas que eles usavam para atacar, bloquear, esquivar e etc, quando chegava em casa repetia todos os movimentos exaustivamente até cair no sono, inclusive algumas varinhas foram quebradas no calor do treino por desatenção/entusiasmo.

[[ Fim das Lembranças ]]

Nunca esqueci o que aconteceu naquele dia, não perdoo os marinheiros pelo total desprezo que deram ao nosso barco de pesca ignorando os civis e pelos cretinos dos piratas, eles tem que pagar por isso, um dia, vão pagar!

Provavelmente saberia usar uma espada/katana, porém infelizmente não tenho uma, usaria somente um facão de açougueiro que teria comprado pra me ajudar a limpar os peixes, não é lá grandes coisas além do mais estando todo desgastado com o tempo de uso, mas no desespero qualquer coisa seria útil não é mesmo?!

Gostaria de tentar ser um caçador de recompensas, embora eu teria que lidar com os marinheiros pra receber as recompensas dos capturados, ainda assim seria maravilhoso acabar com a raça desses piratas imundos!

Eu teria que ir pescar hoje de novo, mas não consigo, eu precisaria ver o que é que está brilhando incandescente-mente na cidade, seria um ataque pirata na cidade? Não faço a menor ideia... a pescaria teria que aguardar!
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MensagemAssunto: Re: [Mini - Zakar] A Aventura Começa    [Mini - Zakar] A Aventura Começa  EmptyTer 07 Ago 2018, 08:21

MINI AVENTURA / POST 1
Interação & Dialogo







O dia iniciava para o jovem Zakar, um garoto já calejado pelo tempo, e pelo próprio destino mas que tinha muito a mostrar ao mundo ainda, porem nesse momento, ele apenas passava por pensar na vida aparentemente enquanto caminhava pela ilha, indo em direção ao seu centro, o dia estava pacato, o clima bem, ele era frio aquela hora, era noite e não dava para se ver perfeitamente o céu, já que boa parte do que se via era a fumaça das fábricas, mas apesar disso ele era bonito, tinha estrelas brilhantes onde se pudesse ver, e era um dia de lua cheia claramente, naquela região que ele caminhava inicialmente logo perto da fábrica, a vegetação não era bem das melhores, praticamente 90% das árvores estava sem força, ressecadas, algumas sem folhas, outras apenas com folhas secas, algo que poderia ser ou não fruto da fábrica.

Alguns velhos gurus, dizem que a fábrica suga a vida da ilha, até onde isso é verdade, bem é difícil dizer, nos primeiros momentos de sua caminhada o que ele via eram trabalhadores da fábrica carregando o lixo do dia para fora, provavelmente todos fazendo as coisas finais para trocar seus turnos com algum outro que viesse de fora, e ir para suas casas, algo que deve ser uma coisa muito requisitada quando se trabalha um dia exaustivo. Entretanto ele não parava por ali, o centro era seu objetivo, ao se aproximar do lugar que ela almejava, tudo estava diferente do habitual. Várias pessoas se reuniam ao redor do chafariz que ficava ao centro da praça, eram coisa de 15 a 20 pessoas se reunindo.

[Mini - Zakar] A Aventura Começa  13b112ccaa46d430407bbe0a0e8694e8

O motivo não era nenhum mistério, uma voz surgia ao fundo era maravilhosa, sim de fato uma voz encantadora, o soar dela era como se os anjos falassem aos ouvidos, a doce voz feminina era acompanhada de batidas de violão, a música que soava era de fato encantadora, e a forma como cada palavra era soada poderia aquecer o coração até do mais frio homem que se encontrasse ali naquele ambiente, afinal não era apenas uma questão de voz, afinação, e claro ela também tocava o violão muito bem, com perfeição ela alinhava as notas, mas o ponto ia além disso, era a vontade com que cada palavra parecia sair, ela tinha alma!! e conseguia trazer todo seu espírito e virtuosidade para a música.

As pessoas em volta, todas tinham olhares fixos, os ouvidos atentos, eles não conversavam entre si mas cada um parecia apreciar aquele show ouvindo a música em detalhes, e com vontade, de que ela durasse mais e mais, ela tinha prendido eles, mas quem era essa menina, ele teria talvez de esperar para ver.

Musica escreveu:
Every time that I look in the mirror
All these lines in my face gettin' clearer
The past is gone
It went by like dusk to dawn
Isn't that the way?
Everybody's got their dues in life to pay

I know, nobody knows
Where it comes and where it goes
I know it's everybody's sin
You got to lose to know how to win

Half my life's in books' written pages
Lived and learned from fools and from sages
You know it's true
All the things you do
Come back to you

Sing with me
Sing for the year
Sing for the laughter n' sing for the tear
Sing with me
If it's just for today
Maybe tomorrow the good lord will take you away

Dream on, dream on, dream on
Dream yourself a dream comes true

A música prosseguia e finalmente as pessoas davam um certo espaço entre elas, e iam colocando as moedas num chapéu que estava no chão, era uma menina bonita com o violão sentada na beirada do chafariz, enquanto tocava, ela finalmente terminava a música e a população ali a sua volta ia se afastando, ela possuía belos cabelos loiros, que estavam amarrados de ambos os lados, a pele era clara, parecia um pouco pálida, ao menos naquela luz dali, a impressão que passava era justamente essa, seu corpo era bonito, curvas bem feitas, seios médios, e quadris largos, apesar de o violão cobrir boa parte, pela lateral de onde Zakar estava era possível visualizar melhor, as pessoas que se afastava dali passando por ele comentavam sobre a voz, e a música em si, sempre comentários positivos.

[Mini - Zakar] A Aventura Começa  CrDHob8


A menina que ali estava finalmente levantou pegando as moedas no chão e colocando no chapéu também, ela revelava no ligeiro movimento de face algo para nosso herói, o seu lado direito, algo que não dava pra ver antes, aparentemente seu olho tinha sido ferido de alguma forma, haviam faixas o cobrindo o que levava a crer que teria talvez perdido ele ou machucado gravemente, e bem aquele não era bem o dia de sorte de nenhum dos dois por no momento em que ela virava o rosto e via ele, um sorriso se fazia no rosto dela como se um anjo sorrisse para nosso herói, mas em mesmo momento, a consciência da garota se esvai por uns instantes, ela sem força começava a cambalear quase cair. - Me ajud..da.. eu vou.. ca…ir...- E bem, se ele não fizesse nada ela iria para o chão, caindo por cima da sua fonte de sustento que tinha o cabo quebrado, mas o que nosso herói ia fazer? tantos rumos, mas qual tomar?

Musica:
 

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Última edição por ADM.Mephisto em Qui 09 Ago 2018, 14:10, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Mini - Zakar] A Aventura Começa    [Mini - Zakar] A Aventura Começa  EmptyTer 07 Ago 2018, 19:11

Zakar foi pego de surpresa, talvez teria sido pelo seu passado difícil que ele tenha titubeado por uns instantes, teria lembrado do seu pai caído na beira da praia e isso o teria paralisado por um certo instante, e infelizmente a moça teria desabado completamente, contudo, Zakar logo menos alcançaria ela e a acudiria, ajudaria ela a se sentar e diria: - Ei, ei, o que houve, você está bem? - Ou, mesmo sem entender muito o que estaria acontecendo em sua frente, seu desejo de saber mais sobre a jovem, a curiosidade por de trás desse ferimento, e acima de tudo a pequena lembrança que ele teria sobre o seu pai completamente morto na praia e indefeso o faria ser "mais rápido que o vento" e alcançaria a menina antes dela desabar no chão, tentaria colocar seus braços sobre meus ombros caso ela não se importasse, e mesmo sem jeito e ainda confuso perguntaria o por que dessa perda de consciência: -Ei, o que ta acontecendo? Você está doente?

Em ambos os casos Zakar a tentaria levar pra se sentar no banco da praça, mesmo supondo que ela pudesse dizer o contrário, dizendo estar tudo bem, de todo modo, se houvesse qualquer mudança no aspecto físico da menina ele seria veemente contra a não ida a um médico. Avaliando a situação, olharia pra sua face, e agora mais perto dele surgiria alguns pensamentos em sua mente: "Nossa que menina serena e doce, mas, é impressão minha ou ela está branca demais? Me pergunto se esse ferimento em seu olho possa ser a resposta por esse quase desmaio. Olhei ainda pelo resto do seu corpo mas aparentemente não vi nada demais, pode ter sido por conta das roupas que cobriam grandes partes do corpo, na verdade não sei dizer, esse olho machucado ainda me intriga."

Na verdade, teria duas coisas que estariam incomodando ele até agora. Por que ele subitamente teria ajudado essa moça? Ele não é de fazer isso, desde que perdeu seu pai não mantinha relações com ninguém, mal cumprimentava as pessoas na rua, no máximo um aceno com a cabeça era o que ele faria, acabaria sempre usando as pessoas para beneficio próprio e com o tempo iria se tornando mais frio, mais estrategista... menos emotivo, menos ...humano. E outra, teria sido a musica que teria chegado ao âmago do seu ser, tocando a chama do seu coração, fazendo ele acender novamente? Seria aquele machucado no olho direito dessa menina que teria movido Zakar a ajuda-la, nem mesmo ele saberia dizer ou entender o que está acontecendo direito com seus sentimentos.

[Mini - Zakar] A Aventura Começa  Giphy

Caso ela tivesse aceitado ir ao banco descansar como Zakar sugeria ou mesmo não, perguntaria a ela se ela estaria bem, se ela conseguiria se manter em pé, se ela precisaria de ajuda para andar, mesmo que ela respondesse que não pra todas essas perguntas, insistiria que a levasse a um médico, ainda mais pelo quase desmaio que ela aparentou ter ainda a pouco, como ele iria lidar com uma situação de desmaio total ou parcial caso realmente acontecesse, pensaria ele "Eu não sou médico pra conseguir avaliar nada mais grave! Se algo de pior acontecer, levarei ela ao médico, talvez mesmo sem ser sua vontade, sem seu consentimento, não se brinca com vidas!" Após ser bastante atencioso perguntando do seu estado de saude, perguntaria da música e do seu olho direito que mexeram bastante com Zakar.

Se ela desmaiasse ou piorasse, Zakar ficaria uns minutos sem reação, dos poucos contatos que ele teria com pessoas, menor ainda teriam sido os contatos com mulheres, e o pior agora teria uma mulher desacordada e indefesa, ele não entraria em panico, mas ficaria desconfortável. Após o desconforto, decidido, iria em busca de ajuda. Caso ela quisesse ele carregaria o violão e ela, aparentemente ele não teria problema algum em carregar os dois caso ela pedisse.

Caso ela desmaiasse, ou aceitasse por vontade própria, zakar a levaria pro Hospital ou centro médico da cidade para um melhor tratamento, Zakar saberia o caminho,pois antes de saber se virar sozinho com os anzóis presos em seus dedos ou corpo ele tinha que esperar a pescaria acabar, que as vezes se estendia não apenas em 1 dia inteiro, mas 2 ou 3 dias de pesca, isso tudo as vezes com um anzol desgraçado penetrado desde do inicio da pescaria em uma das mãos, talvez tenha sido por essas e outras que ele tenha aprendido a se virar com as duas mãos, enfim, no final da pescaria se ele não quisesse que os pescadores com seu jeito mais bruto arrancassem o anzol na marra, iria no Hospital/centro medico da cidade para um tratamento adequado.

Como estava de noite, talvez ele pudesse se perder, e caso acontecesse isso, pediria informações a quem encontrasse na rua, aflito, Zakar sempre conferia se a moça estava estável ou piorando, acordada ou desacordada "Hum... não sei direito ao certo, mas me parece que ela está leve, tomara q seja só impressão minha, talvez tenha carregado muitos peixes por esses anos e esteja sendo precipitado nessa análise."Foi o que ele teria pensado.

Chegando no local ele faria o que fosse pedido, quaisquer coisas que o médico fosse lhe pedir e que estivesse em seu alcance ele faria sem problema algum, caso a menina estivesse inconsciente ele esperaria até ela acordar pra ver se estava tudo bem e ir embora, se ela lhe pedisse algo, tentaria fazer o possível pra ajudar.

Se ja tivesse resolvido as possíveis pendências com o médico e moça, sairia do local em busca de qualquer informação aonde poderia comprar uma arma, ou adquirir uma arma de modo legal, que não infringisse as leis locais, tudo que ele menos iria querer agora seria ser perseguido pelos idiotas da marinha da cidade. "Eu serei um Espadachim de renome, todos saberão quem eu sou, e os piratas me temerão! Devo isso ao meu falecido pai!" era somente isso que estaria em sua mente agora, procurar uma katana de preferencia, ou algum objeto cortante podendo ser uma espada ou até um facão, ele não poderia ser muito severo na escolha da sua primeira arma, na verdade ele ficaria bastante feliz se já encontrasse pra comprar uma arma cortante.

Ou, no começo de tudo, se a menina, após Zakar ter acudido, negasse qualquer tipo de ajuda, e pedisse que ele tirasse as mãos de perto dela, que não a tocasse, que iria embora sozinha ou qualquer coisa do tipo, ele respeitaria essa decisão e daria as costas a ela indo na direção oposta...até ela não estar mais olhando e seguisse seu caminho, e começaria a segui-la, "Além do mais, como diabos poderia deixar uma jovem donzela aparentemente adoecida andando sozinha na cidade?! E claro, tenho que descobrir o porque desse olho ferido pra me sentir satisfeito!"seria o que Zakar pensaria, andaria na espreita, a ponto dela não perceber que estava sendo seguida, e caso o pior acontecesse, ele estaria de prontidão pra dar o apoio e suporte necessário e pediria desculpas por te-la seguido caso ela reclamasse, se fosse preciso ele carregaria ela e levaria para onde ela pedisse mas questionaria caso não ir ao médico não fosse sua primeira opção.

Se perdesse ela de vista o que seria muito improvável, ou tivesse resolvido todas as pendengas com ela, ele precisaria ir atrás de informações de uma loja de armas, será que a essa hora da noite ainda acharia alguma coisa aberta, não custava nada ir atrás dessas informações, ou perguntar a pessoas sobre uma loja de armas, principalmente uma que vendesse Katanas, "Eu serei um Espadachim de renome, todos saberão quem eu sou, e os piratas me temerão! Devo isso ao meu falecido pai!" era somente isso que estaria em sua mente agora, procurar uma katana de preferencia, ou algum objeto cortante podendo ser uma espada ou até um facão, ele não poderia ser muito severo na escolha da sua primeira arma, na verdade ele ficaria bastante feliz se já encontrasse pra comprar uma arma cortante.

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Zakar] A Aventura Começa    [Mini - Zakar] A Aventura Começa  EmptyQui 09 Ago 2018, 20:02

MINI AVENTURA / POST 2

Interação & Dialogo






O garoto vendo que a moça ia cair tinha o pensamento rápido, sendo capaz de agir antes que ela o fizesse, ele corria em direção a moça com tudo que ele podia dar naquele momento, a pegando antes do seu corpo esbarrar com o solo, uma sorte para ela e talvez pra ele também assim que a segurava ele questionava se ela estava bem, e claro não podia deixar de perceber que a forma como ela estava o lembrava seu pai, morto na praia, aquela lembrança perturbadora que o assombra. A garota no entanto que recobrava a consciência devagar respondia, o que ele tinha perguntado ainda um pouco tonta. - Acho que foi só uma tontura básica… eu posso…- mas antes que ela pudesse terminar de falar outra tontura vinha e consequentemente a quase queda novamente, porém ele já estava a segurando o que fazia com que apenas precisasse retornar à força aos braços, segurando mais uma vez o peso da menina.

Vendo isso ele a ajudava a caminhar lentamente até o banco da praça ali, um lugar muito próximo de onde já estavam mas que podia fazer toda a diferença. - Obrigada eu não sei como agradecer… eu estava bem até a pouco e não sei como as coisas ficaram assim…- dizia ela com a voz ainda fraca já sentada ao lado dele no banco, e de certo modo a pequena jovem não tinha muita dicção pra falar naquele momento fazendo breves pausas sempre entre os momentos, pausas essas que talvez não precisassem estar ali, e isso era uma questão de se notar que a moção não estava bem, e o garoto naquele instante queria conhecer um pouco mais dela, apesar de que ele também pensava em levar a moça para o hospital, ela parecia aos poucos recuperar o fôlego e poder fazer ou dizer algo ali. -Bom não eu não estou bem, eu acho que alguma coisa aconteceu e… bem eu poderia andar eu acho, mas tenho medo de perder a consciência no caminho.- Zakar logo insistia para levar a garota ao médico, mas a mesma balançava a cabeça negativamente como se tivesse algo que ela escondia, ou não queria dizer sobre isso do médico.

Ela o olhava com um pesar muito grande, e parecia buscar algo nele que poderia encontrar, ela queria conforto de certeza, e isso bem, era algo que poucos poderiam repassar pra ela naquele momento. - Eu quero te pedir algo na verdade, você poderia me levar em casa? minha amiga é uma médica e ela, bem… poderia me ajudar, mas nada de hospital tudo bem?- dizia ela com um tom de voz um pouco mais forte agora era como se tivesse recuperado parte do fôlego. Se o garoto aceitasse, bem ela se apoiaria sobre os ombros do mesmo não queria ser carregada por sentir que dessa forma pareceria um fardo para o mesmo, coisa que ela não queria ver acontecendo, uma coisa que bem, estava além do controle dela, evitar isso não dependia dela agora, e ela sabia mas a mera sensação de controle poderia a fazer bem, ela iria caminhando a passos lentos com o garoto aos poucos recuperando um pouco da força e podendo dar alguns passos mais firmes aqui e ali, algo importante pra alguém na situação dela, pois mostrava mesmo que de leve uma melhora. -Acho que eu estou um pouco menos tonta. - Falaria contestando o fato de que agora conseguia andar mais rápido e acelerando um pouco o passo, demorava um pouco até chegarem ao novo lugar, uma casa simples com uma rústica porta de madeira, já um tanto velha. Ela batia na porta com a mão esquerda que estava livre e de dentro saia o que seria a amiga dela.

Era uma bela moça, seios fartos um rosto de fato bonito, olhos avermelhados que se destacavam em meio aos cabelos de coloração mais escura, sua pele tinha uma coloração também branca, mas não palida como a da moça do violão. - Sara, eu acho que estou um tanto doente.- dizia ela com um tom de voz que soava como se fosse ela brincando com o fato de provavelmente ter adoecido, isso devia ser referente a forma como as duas deviam se conhecer, normalmente a convivencia da certa liberdade. A mulher no entanto, olhava mais seria com um certo ar de preocupação na face se eu fosse chutar, devido a alguma coisa pesoal da jovem, devia ela ser do tipo que voltava mais horas doente, e costumeiramente passava por coisas dessa similaridade.
Olhando toda a situação ela abria a porta por inteiro, e apenas abria caminho dizendo. - Enttrem, e você por favor coloque ela sobre a cama, precisarei cuidar dela. Vou precisar de ajuda para algumas coisas- depois da garota estar na cama, calmamente, ela fazia os processos basicos, checava a temperatura dela, olhava sua pulsação, e fazia um rosto cada vez mais preocupado quando notava que algo parecia de fato estar errado por que estava. Olhando para tudo aquilo ela olhava pra o garoto e fazia um unico pedido. - Eu precisarei sair e comprar algumas coisas pra tratar dela, algumas plantas que estão em falta, fique com ela e não deixe ela fazer nada louco. Eu não demoro a voltar só peço que espere.- dizia ela com um olhar que realmente mostrava o quanto ela precisava de ajuda naquele momento, o que uma pessoa doente poderia fazer de louco talvez muitos pensassem, mas a resposta pra isso é que eles sim podem fazer muitas coisas.

A garota esperava uma resposta dele que se fosse positiva ela sairia no mesmo momento para ir atrás das coisas, e logo a pequena garota deitada na cama começaria a falar assim que ela saisse. - Sabe eu vou ficar bem né? acho que eu tenho exagerado ultimamente, mas as coisas deviam ter se acertado.- falava meio sem jeito como se quisesse puxar assunto pra se distrair.

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Zakar] A Aventura Começa    [Mini - Zakar] A Aventura Começa  EmptySex 10 Ago 2018, 02:08


- Sim, sim, você ficará bem, por isso que sua amiga...Sara, não é mesmo? Foi pegar o que quer que fosse pra te curar. Mas enfim, ainda não fomos apresentados corretamente até agora, me chamo Zakar, muito prazer.- Diria um calmamente Zakar, tentando ser cordial e dando sua mão como parte do cumprimento, e sentaria em uma cadeira se tivesse uma por perto, contudo, vivendo muito tempo sozinho, teria soado um pouco bruto, sério na verdade, no modo de falar, principalmente pela falta de tato e contato com as pessoas, principalmente com mulheres...

Se ela reagisse mau para o que Zakar havia lhe falado, como se pudesse ter sentido medo, se demonstrasse cautela, afastamento ou tristeza, Zakar lhe diria tentando ser mais calmo dessa vez:- A...ah, me desculpe, pra ser sincero, não tenho muito contato com as pessoas, acabo não conversando muito, acabei vivendo muito tempo sozinho, porque, porque...- Ele não poderia imaginar que isso acabaria lhe afetando muito emocionalmente, era uma conversa tão trivial e tão comum, mas ele, tão isolado, sempre sozinho em seus pensamentos, acabou perdido em suas lembranças sem concluir o que estava dizendo "Droga... nunca conversei com ninguém sobre isso, acabei de conhecer essa garota, e... meu passado... meu pai... como contarei isso?Mas já aconteceu a tanto tempo, por que diabos isso ainda dói como se fosse uma estaca enfiada em meu peito, rasgando meu abdômen, e enfiando bem fundo em meu coração?! PORQUE?!" Em seu olho direito, uma pequena gotícula, um pequeno acumulo de água, o que logo mais poderia ser uma lágrima, que escorreria pelo seu rosto, seria previamente e totalmente "apagada", "eliminada", pela passada rápida de sua mão direita em seu rosto virando sua cabeça levemente pra esquerda, ambos feitos instintivamente. Zakar preferiria que a menina não tivesse percebido tal fraqueza...

Se ela insistisse no assunto ele apenas desconversaria: -Esqueça isso, não é nada demais...- Se a curiosidade dala fosse ferrenha a ponto de não ver ou não ligar pro desconforto que visivelmente esse assunto tinha gerado nele, e continuasse perguntando sobre, diria seriamente e bem seco, desviando o olhar: - Perdi meus pais muito cedo, eu sei que eu comecei o assunto mas, não quero falar sobre isso...

Zakar mudaria de assunto, agora com um tom mais agitado, como se tentasse se libertar dos pensamentos anteriores, levantaria da cadeira se estivesse sentado, também teria um tom mais curioso, bem curioso, diferente do tom que ele teria apresentado até então, de fato, é algo que nem mesmo ele sendo tão sério e por vezes frio e calculista consiga controlar, na verdade, soaria bem cômico esse tom de curiosidade, tendo-se mostrado sério tanto na hora de falar quanto de agir, ainda mais vindo de um homem com seus 20 anos, mas perecendo ter vivido uns 40, principalmente pelas pequenas, porém diversas, cicatrizes nas mãos e por partes dos braços, ao qual estão amostra pela regata que lhe veste e pelo não uso de luvas, perguntaria: -Err...bem, como posso dizer...tem uma coisa que vem me incomodando, desde que te vi na praça... bem...por que você tem um curativo em seu olho?- Por fim, ele conseguiria cuspir essa pergunta pra fora de sua boca quase satisfeito, porém não completamente até que ele ouvisse completamente o motivo.

Zakar pareceria bem assustador com os olhos mais abertos que o normal caso a menina começasse a contar o motivo do possível ferimento, ele também iria começar a mostrar um sorriso bem estranho e medonho com o avançar da história que ela fosse falando, com a história avançando e entrando no seu êxtase e com o passar do conto, seus olhos iam ficando mais e mais arregalados e seu sorriso mais  e mais aberto, caso ela notasse o que seria bem possível, afinal de contas, quem não levaria no minimo um susto por ver um homem, careca, um jovem adulto, com seus olhos arregalados e com um sorriso no minimo constrangedor?! Caso ela pensasse em parar de contar, Zakar diria de imediato sem mudar sua expressão e agora com uma voz de excitação esperando o final da história: -Não, não! Por favor continue! Digo, se você me contar eu faria o que você quisesse, te carregaria em meu colo se fosse preciso, só continue, por favor, eu, eu... eu preciso saber agora o final da história!!!

[Mini - Zakar] A Aventura Começa  Deku10

Se ela contasse toda a historia ou praticamente tudo, a expressão de Zakar seria de total satisfação, com uma face...espera aí... seria uma face completamente diferente da qual realmente é a dele! A face dele teria mudado bastante com a maça das bochechas ficando em total evidencia, um pouco mais avantajadas e todas as delineações do seu rosto mais precisas, franzindo a testa, juntando as sobrancelhas, como se tivessem passado um lápis destacando cada parcela/parte do seu rosto, e seu sorriso de total apreciação, mesmo que a historia tenha sido triste ou tido um final infeliz, sua expressão seria a mesma, pois toda curiosidade armazenada sobre o ferimento teria sido esclarecida e ele teria posto pra fora toda a sua satisfação em ter ouvido tudo a respeito. Alguns segundos depois, Zakar teria sua face de volta ao normal, de volta ao " padrão Zakar de normalidade" com sua aparência séria e calma, e caso a menina demonstrasse suspeita, medo, tristeza ou qualquer tipo de descontentamento, Zakar diria sério e calmamente no inicio, mas acabaria tentando dar um ar mais descontraído no final de sua fala:-Me desculpe, não era minha intenção te assustar, é que as vezes não consigo controlar minha curiosidade e acabo ficando assim, hahaha! -

[Mini - Zakar] A Aventura Começa  Almigh10

Se em algum momento da conversa com ela, tivesse uma brecha para perguntar sobre como conseguir uma arma, Zakar perguntaria: -Ei (diria o nome dela caso ela tenha dado), você saberia onde eu poderia comprar uma espada ou katana?- Ou, se a historia do ferimento envolvesse uma arma a qual ele poderia pegar, ao invés, ele diria isso: -Além do mais, como eu poderia proteger você sem uma arma, hein? Seria interessante ter uma arma em mãos caso as coisas não acabem bem...- E lançaria um olhar com sorriso de provocação.

Se em algum momento Sara chegasse na hora que Zakar e a menina estivessem saindo do local por qualquer motivo, tentando impedi-los, ele diria com seriedade e com uma incrível convicção: -Não se preocupe, eu protejo ela, a protegeria com minha vida se fosse preciso! Então saia do nosso caminho, que temos coisas a fazer. - Se Sara permanecesse relutante e contra a ideia da saída deles, Zakar apenas daria as costas pra ela e tentaria levar a menina consigo, tanto se ele estivesse com ela em seu colo, segurando ela com seus dois braços com a menina colocando um de seus braços em seu ombro, ou mesmo se ela estivesse em pé em condições normais ou com um braço apoiado no ombro de Zakar como um apoio extra.

[Mini - Zakar] A Aventura Começa  Levar_10

Zakar acima de tudo ainda não entendia muito bem o que estava acontecendo, tudo estava acontecendo tão rápido e bruscamente, para uma pessoa com uma vida tão rasa e sem emoção, tudo está sendo novo pra ele, talvez fazendo ele até recobrar um pouco da sua humanidade até então esquecida: "Como isso tudo está acontecendo tão rápido? Haha... algumas horas atrás nunca pensaria que teria contato mais próximos com outras pessoas...Pai... aonde quer que você esteja espero que esteja vendo isso, a partir daqui não mais me excluirei das minhas ações, irei pra cima, pra cima da vida, farei o que for preciso, assumirei os riscos que forem necessários, eu vou mostrar meu valor, não, não vou ficar mais preso nessa ilha, a partir daqui, tudo será diferente,PODE APOSTAR" No final de seus pensamentos Zakar se sentia renovado, de corpo e alma, preenchidos por uma chama, que enchia seus pulmões com uma renovação sem igual, que vazia seu coração palpitar, a chama da vida.

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Zakar] A Aventura Começa    [Mini - Zakar] A Aventura Começa  EmptySeg 13 Ago 2018, 17:17

MINI AVENTURA / POST 3

Combate






Ele de certo modo ainda tentava tranquilizar a garota apesar de ser meio seco ela não demonstrava ter algum problema com isso, apenas ouvia o que ele tinha a dizer naquele instante, nem mesmo considerando que ele estava sendo grosso ali, ela aceitaria as palavras apenas pelo conforto que elas passavam, era possível até mesmo imaginar que qualquer coisa positiva que ele dissesse seria plenamente aceito naquele momento. Entretanto, para Zakar algo poderia o fazer pensar que suas palavras tinham a ferido, uma leve lágrima ali que descia na lateral do olho da pequena, que mostrava um pouco da tristeza que carregava pela própria situação solitária que podia entrar bem a fundo no peito dela.

Mas imaginando isso o garoto passava a pedir desculpas com um a maneira de falar diferente, ele mostrava ali um pouco mais de si mesmo preocupado por dentro com como aquilo atingiria a pequena, e como ele podia talvez diminuir isso, e claro sentindo um pouco de como aquilo afetava ele. -Eu também vivi muito tempo sozinha… Mas por que exatamente você ficou sozinho, você parece o tipo que tem muitos amigos?- Ela tinha notado que aquilo o afetava mas não o quanto, ele nesse ínfimo momento apenas explicava com uma frase simples o que tinha acontecido, seus pais tinham sido perdidos, e esse era praticamente o mesmo destino da garota.

Quando ele falava os olhos dela se arregalaram momentaneamente, ela sentia um pouco de culpa por ter insistido no assunto mas começava a explicar por alto. - Há… me desculpe por ter… Bem forçado a barra com você…- Falava com os olhos desviando um pouco da direção do rosto dele enquanto passava a falar novamente, sobre isso, mas nesse momento de seu ponto de vista, em como as coisas aconteceram com ela. - Eu perdi meus pais cedo também, eu morava na rua desde os 5 anos de idade, infelizmente, eu só conheci minha mãe brevemente, tenho pequenos flashes de memória de como ela era.- A menina dizia isso olhando levemente para cima como se realmente visualizasse algo ali, uma memória talvez de como aquilo já foi pra ela em algum momento e claro, do seu passado de maneira geral.

Respirando um pouco para recobrar o ar que se acumulava ali no seu pulmão ela continuava falando apenas mais umas palavras que remetiam ao mesmo assunto. - Depois disso, eu acabei sendo levada por um homem na rua, ele costumava praticar diversos maus tratos, até que eu fugi de lá, e bem eu tive que me virar depois disso, viver da minha maneira, e cheguei até aqui com a Sara e ela me cuida muito bem, e meu nome é May, desculpe só falar agora, foi o momento que me veio.- Falava ela dando uma leve risadinha ao completar o que tinha a dizer sobre isso. ela falava daquilo com mais naturalidade do que talvez fosse comum se ver mas mais que o suficiente, dava pra ver que aquilo ainda pesava um pouco, mesmo que soasse natural da parte dela. O garoto vendo aquilo notava que talvez fosse hora de descontrair e ter um assunto mais agitado na mesa, alguma coisa realmente que o fizesse levantar.

Ele olhava pra ela perguntando de um assunto, não tão simples, o olho dela, o que levaria a vários assuntos diferentes, ele não sabia disso antes de perguntar. A pequena removia lentamente o tapa olho da parte direita e começava a falar, ainda deixando o cabelo na frente que o cobria.- Bem, lembra que falei de maus tratos? havia uma ferida no meu olho que foi feita na lateral dele por o homem, bem ela infeccionou, como eu não pude tratar a tempo, perdi meu olho direito, entretanto isso faz bastante tempo, sara estava colocando um novo pra mim mas dessa vez mecânico.- Nesse momento ela subia o cabelo, uma parte da lateral ainda era férrea, e o globo ocular era apenas uma luz vermelha em meio a escuridão da órbita ocular, algo que poderia assustar um desavisado que olhasse imaginando ver algo normal, ou muito bem feito. A expressão do garoto não era medo, mas uma curiosidade exagerada, que chegava a fazer ele ter uma cara bizarra, a garota imaginando que ele tivesse se assustado parava. - Me desculpe, eu não queria te assustar, eu uso esse curativo por que ela ainda vai fazer os reparos, e concertar meu olho por inteiro, e deixar parecido com o outro.- Mas o garoto não estava nessa, ele tinha curiosidade, e pedia para que ela continuasse contando.

Ela olhava pra ele ainda meio confusa mas prosseguia. - Sabe o homem não tinha apenas me machucado o olho, perdi vários órgãos nesse processos, um dos lados do pulmão inclusive, mas Sara me salvou, e eu tenho outra coisa pra te mostrar.- Naquele momento ela empurrava algo com a unha na barriga dela e abria um compartimento metálico, e mostrava, que parte do que ela possuía ali dentro era bem, metal, plastico, e qualquer coisa desse tipo, os órgãos que tinham ido a falência tinham sido substituídos. - Eu sou parte máquina na verdade, os órgãos que perdi foram adaptados, e meu olho também é, meus dedos da mão direita também, eles foram cortados pelo homem que tinha citado.- Dizia ela removendo a pele por cima do indicador e mostrando o metal por baixo. Sim a garota é algo além do que ele poderia esperar, algo que talvez ele não esperasse ver hoje. No entanto ainda haviam algumas coisas que ele queria saber inclusive sobre armas, espadas que ele pudesse usar para o combate.

A pequena olhava para ele com um leve sorriso. - Eu tenho uma espada se você quiser, pode ficar com ela, eu não sei usar… E bem você me salvou, ela está embaixo da cama.- Falava ela como se de fato estivesse o presenteando de bom grado com uma arma. Mas nesse exato momento uma voz estridente saia da parte de fora. - MAY VIEMOS PARA TE LEVAR DE VOLTA.- Tal voz era seguida de uma pancada estridente, que vinha da porta, o barulho de madeira quebrando em uma pancada única, sim fosse o que fosse que estava ali, havia quebrado a porta em um único soco, aquilo poderia de fato ser assustador e a pequena assustada gaguejava explicando. - Vieram me buscar, são os homens que me procuram, o que vamos fazer?- falava ela sem saber por onde poderia ir, estava doente e correr não era ali uma opção no máximo algo cogitável, e não demorava para que pudesse ser visto no corredor, o que seria o inimigo, um mink macaco com bastante pelugem, sendo que esta variava entre o branco preto, tinha antebraços claramente poderosos, e talvez fosse o responsável por quebrar a porta.

Inimigo:
 

Mais atrás o homem que não chegava a entrar, parecia ser o mandante de tudo aquilo o chefe do macaco, ele não se dava ao trabalho de continuar, apenas se afastando mais da porta e ficando a observar, o corredor era um bom lugar para a luta, visto que era extremamente largo, cabendo de 3 a 4 pessoas lado a lado caminhando, além de ter pouquíssimos itens, apenas uma mesinha com dois jarros com flores, e um quadro na parede, o piso era reto, sem inclinações para baixo ou pra cima, nem declives para o lado, um campo tecnicamente neutro, claro que existiam mais lugares na casa por onde a luta poderia correr futuramente, o que era certo era a voz do macaco se aproximando. - MAY, NÃO ADIANTA SE ESCONDER, SABEMOS QUE ESTÁ AQUI, EU OUÇO SUA RESPIRAÇÃO, E EU SINTO SEU CHEIRO, E SEI QUE TEM MAIS UM COM VOCÊ AÍ.-Mas talvez aquele fosse o palco inicial, e Zakar, por que caminho ele decidiria trilhar?

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Zakar] A Aventura Começa    [Mini - Zakar] A Aventura Começa  EmptyTer 14 Ago 2018, 01:52

Música tema do post:
 


Zakar ainda se sentia extasiado, pelo fato de ter saciado a sua fome de curiosidade, ainda mais por tudo que ele havia absorvido de informação: "Ahh... hahaha, nunca poderia imaginar isso tudo ser possível, ela ainda tão jovem...tão... tão cheia de vida, ter passado por diversas situações merdas como eu... Ahhh droga, é, tsc... infelizmente vou ter que ajuda-la, parece até que Deus ou seja lá o que for que comanda essa bosta de mundo me colocou aqui, nesse lugar, nesse dia, pra ter que ouvir essa história toda, hahaha, esses caras... não vão pegar essa garota, hahaha, nem fodendo que vão!" Pensaria um Zakar completamente abastecido de vida, May provavelmente teria sido capaz de ouvir os risos que foram um pouco mais altos que apenas pensamentos, como se tivesse injetado asteroides em seu corpo a tal ponto que ele só pensaria em mais nada além de usar toda essa energia pra acabar com a raça desses seres insignificantes que atormentam e destroem as vidas das pessoas.

Mas Zakar, não, ele não é um herói da Marinha, não tem super poderes, nem mesmo se importa com o que acontece com a população, ele realmente caga pra isso tudo, mas, May, essa menina, sua história, seu passado, tudo pelo o que ele passou... ela passou pior, perdendo partes do corpo, órfão muito nova, história tão cruel ou pior que a dele. Provavelmente não teria passado mais de 5 segundos desde do barulho gigantesco na porta de entrada, Zakar interromperia qualquer coisa que ela poderia estar dizendo ou fosse ameaçar dizer e diria com um olhar fixado em seu olho humano e com um sorriso totalmente confiante, ajoelhando com sua perna direita e deixando a outra ainda dobrada, e colocando sua mão direita sobre a cabeça dela como um leve afago: - Eu vou te proteger, não saia desse quarto em hipótese alguma, nem mesmo se a Sara lhe chamar, se você sair daqui, não vou conseguir te proteger, entendeu? - Agora levantando, e pegando a "espada" com a mão esquerda, que ela havia mencionado antes, viraria de costas pra ela e diria, mais uma vez ignoraria tudo que ela fosse ou pudesse falar e diria sem muito escolher as palavras: - Afinal de contas você não soltaria um raio laser desse seu olho robótico, não é mesmo?! Hahaha, se esconda em baixo da cama, que eu cuido do resto!

Uma Katana, era isso que Zakar seguraria em suas mãos, com seus braços abertos, exatamente a arma pela qual ele desejava usar, "Puta merda, se tivessem me contado ontem, que tudo isso iria acontecer hoje, eu iria rir na cara dessa pessoa hahaha, e pensar que ficar olhando aquele Dojô enquanto era criança, e me imaginar usando esse tipo de espada, acabaria algum dia se realizando, é, realmente alguém nos controla nessa vida como marionetes, é, provavelmente deve ser, mas não nego, estou começando a adorar isso." Moveria-se um Zakar completamente confiante em direção para fora do comodo, com a sua katana, agora, empunhada em sua mão direita, com a bainha pendurada/colocada no lado esquerdo de sua bermuda.

"É pai, a partir de hoje, a partir de agora, tudo começa, não haverão bandidos ou arruaceiros que me pararão, não será piratas que me derrotarão, não pai, a partir de agora, desse exato momento, que sinto o meu corpo transbordando de adrenalina, como se a katana ligada a minha mão fosse também uma parte do meu corpo, posso agora dizer, me perdoe,me perdoe se esse não fosse o caminho ao qual você escolheria ou queria que seu filho seguisse, mas as coisas são como as coisas são, eles vão pagar pai, não pude proteger você, porém, posso proteger alguém hoje, com um passado tão bosta e escroto quanto o meu, alguém que segue vivendo com as dores do passado, mais além do que eu, hoje farei a diferença, hoje, eu vencerei essa guerra, e esses bostas desejarão nunca terem me conhecido..." Pensaria um Zakar confiante.

Se o inimigo entrasse no quarto antes que Zakar tivesse saído, Zakar iria tentar dar uma estocada em uma das pernas do troglodita de surpresa, se abaixando, dobrando as pernas e colocando a perna direita um pouco mais frente, assim como seu tronco e seu braço direito ao qual estava sua arma, como se fosse um movimento de esgrima, logo no momento que seu oponente invadisse o comodo, a que estivesse mais perto, pois provavelmente o desgraçado não esperaria ter alguém armado, quiçá um que soubesse usar uma arma para tira-lo de lá, bem, seria isso que Zakar iria supor, já que eles conhecem a May a muito tempo e "ela não é do tipo que luta, claramente que não" pensaria rapidamente, então, seu oponente provavelmente entraria com a guarda baixa, possibilitando o aumento de chance de se aproveitar de um bom golpe. Se o macaco se defendesse do golpe ou esquivasse, milagrosamente do ponto de vista de Zakar, ele avançaria, seu intuito era que a luta saísse desse comodo que era aonde May estava, então ele iria prosseguir com as tentativas de perfuração, mas sem deixar sua guarda aberta, seu intuito era levar essa...criatura para fora do quarto, ele seguraria firme sua katana e mesmo que um contra-golpe fosse efetuado rapidamente pelo macaco, não perderia o controle de sua arma, e ainda conseguiria bloquear ataques de punhos tanto da direita e esquerda viraria o seu corpo pra receber esses golpes "de frente" colocando a katana na horizontal em frente ao seu peito enquanto que o punho direito segurava o cabo da arma a mão esquerda apoiaria mais para a ponta da espada que no caso as costas da katana estariam encostando na palma de sua mão. Tentativas de Ganchos efetuados pelo macaco ou tentativas de chutes tanto pela esquerda ou direita fariam Zakar tentar se esquivar indo para o lado oposto da direção do golpe pois não teria muito tempo de reação a esses tipos de ataques nesse momento.

Se Zakar saisse do local antes do inimigo entrar, e esse tivesse feito contato visual e não estivessem cara a cara, da onde ele se encontrava, diria: - EI! Seu grande macaco de merda, ta esperando o que? Eu não tenho a noite toda, vem pra cima... ou vai fugir feito um miquinho? - Teria dito um provocante Zakar com o intuito de já desestabilizar seu inimigo, mas principalmente, ver se o corpo robusto do inimigo também fosse rápido, esperaria o avanço dele pra analisar seus movimentos buscando por pontos fracos, por guardas abertas, queria analisar calmamente o jeito de andar do inimigo, como se movimentava, como seu corpo se comportaria antes de dar um golpe, flexionaria os quadris? teria um jab rápido devido ao seu anti-braço robusto, ou seria contrariamente lento porem letal? iria atacar como uma besta selvagem? Várias questões ainda sem respostas, mas que logo mais ele descobriria e reagiria de acordo.

Zakar tentaria usar um jarro de planta que estaria na mesa do corredor, caso ainda não tivessem sido destruídos com  inicio da luta, para tentar abrir uma brecha, desestabilizar, a guarda do macacão, tentaria joga-la com a mão esquerda que estaria sendo usada como apoio nessa luta, na direção da cara do inimigo, o movimento que qualquer um faria por instinto seria se proteger com um dos braços, um movimento muito comum dos humanos ao qual Zakar esperaria que se repetiria com essa aberração da natureza, logo após jogar o jarro, ele pularia na direção do seu inimigo para dar um golpe forte, Zakar usaria as duas mãos, ele correria em direção e quando estivesse perto suficiente pularia, antes de pular saltaria com a katana apenas sendo segurada pela mão direita e ja no ar com as mãos se tocando segurando a katana no meio do corpo daria um corte frontal vindo de cima para baixo, esperaria que o macaco ou recuasse atrasado se machucando suficientemente bem pra ter um bom sangramento, ou no susto tentasse bloquear a minha lamina vindo com força total.

Se o macaco fosse tão rápido ou quase quanto Zakar, o mesmo iria sempre optar por uma esquiva com um bloqueio de segurança que significaria que a katana ficaria com as costas viradas pro seu corpo com a lamina voltada pro oponente, um exemplo seria se um ataque do seu oponente viesse da esquerda e Zakar tentasse desviar para a direita deixaria a lamina aparar qualquer dano que o acertasse, poderia causar sangramentos nos punhos inimigos desta forma, se as tentativas do macaco de golpes fossem sempre falhas, e ele fosse lento para acertar os socos em Zakar, o mesmo pararia de usar a katana como uma defesa extra na esquiva, e apenas usaria seus reflexos para tentar desviar dos golpes, que conforme fossem sendo executados e talvez errados na direção de Zakar, o jovem usaria a katana pra cortar a pele do desgraçado em cada golpe em que ele esquivasse do macaco, que no inicio poderiam parecer insignificantes, mas conforme Zakar fosse acertando a velocidade necessária para cada movimentação de esquiva, usaria sua katana para fatiar o golpe, como se fosse um bisturi, mas mais superficial, um exemplo seria se um soco viesse da esquerda, ele desviaria pra direita, mas usaria sua katana para ir cortando desde o punho até o ombro se fosse possível.

Exemplo de ataque:
 

Se o macaco não tomasse a iniciativa mesmo depois de ser insultado, nesse caso seria o pior cenário possível na cabeça de Zakar, pois quem se beneficiária de começo de movimentos seria seu oponente, e Zakar teria que improvisar pra fazer acontecer, ele colocaria sua katana na bainha no lado esquerdo de sua bermuda, porém sua mão continuaria segurando o cabo de sua katana com seu braço direito em frente ao seu corpo, e ele andaria, sim, iria andando calmamente em direção ao macaco, prestaria atenção a qualquer movimento suspeito do macaco "Certo, certo, qualquer movimento suspeito dessa besta selvagem é digno de atenção, se esse ser pular pra cima de mim com um ataque forte eu teria duas opções, uma seria ir pra trás arriscando que ele tenha calculado que eu recuaria e tomar um grande dano mesmo bloqueando o ataque, e a outra opção seria dar um rolamento pra frente, sim, farei isso e pegarei ele de surpresa, se esse desgraçado pular em mim sem cuidado acabará sendo perfurado pelas costas, tsc, animal asqueroso, nem sabia que poderia existir macaco que falasse, mundo estranho esse mesmo hein... irei devagar, e chegando perto ele não esboçar nenhuma reação, ou tentar conversar, quem liga pra conversa, irei ignorar qualquer merda que venha da boca dessa criatura insignificante que não merece o ar que respira, e farei um movimento rápido de corte, puxarei a minha katana com meu braço direito e tentarei cortar desde a pelve até o ombro ou cabeça, caso esse bicho estranho consiga esquivar farei o movimento reverso, de cima até em baixo tentando acerta-lo novamente farei isso mais algumas vezes caso perceba que ele está ficando encurralado ou começando a deixar sua guarda aberta, agora... caso esse desgraçado consiga bloquear o primeiro ataque ou alguma das tentativas posteriores, recuarei esperando ele me atacar, quero ver seus movimentos, quero ver se são rápidos ou se ele é só força física, macaco desgraçado." Pensaria Zakar.

Desde o inicio dessa batalha/luta, Zakar havia pensado em uma estratégia, nunca, em hipótese alguma, iria empunhar a katana com seu braço esquerdo, caso alguém estivesse olhando essa luta, Zakar gostaria de faze-la entender que ele era hábil apenas com seu braço direito sendo o esquerdo apenas o apoio, para caso ele fosse enfrenta-lo depois, ele tivesse uma vantagem tática sobre seu futuro oponente. Poderia usar até seu braço direito talvez machucado como isca no futuro.

Zakar seria cauteloso nessa luta, ele não iria querer tomar nenhum dano bobo a não ser que e somente que pra dar um dano fatal fosse preciso acabar tomando um pouco de dano de um soco, chute, cabeçada ou o que quer que fosse, poderiam ter vários outros inimigos tão fortes ou mais poderosos que esse macaco esperando fora da casa, ou poderiam estar entrando a qualquer momento, então ele se manteria focado, a quaisquer ruídos em seu entorno, para que pudesse se esquivar ou bloquear ataques repentinos sem ser do macacão.

Se alguma coisa desse errado no seu planejamento de impedir que o macaco desgraçado passasse pelo comodo e pegasse a May, Zakar iria tentar correr e deslizar de "carrinho" por debaixo do macaco, vindo de frente ele passaria por de baixo do macaco rapidamente e tentaria cortar o rabo dele fora pelas costas, e se o corte não fosse profundo suficiente pra arranca-lo de primeira, continuaria nas costas do macaco tentando desviar de possíveis coices ou socos do desgraçado, para que numa segunda ou terceira tentativa, conseguisse cortar o rabo na esperança do macaco soltar a May caso tivesse mesmo pegado ela. Caso o macaco entrasse em pânico por perder um membro do seu corpo, Zakar continuaria tentando dar pequenos cortes no corpo do macaco para que ele sangrasse e continuasse a perder suas forças com o tempo.

Sim o intuito de Zakar nessa luta é fazer seu oponente sangrar, se cansar, devido a perdas de sangue cumulativas com o tempo, e finaliza-lo quando tivesse a chance pra tal pois seu oponente possivelmente estaria bastante debilitado com movimentos precisamente fáceis de serem lidos ou mesmo sem forças pra revide.

Se o macaco não tivesse mais forças pra continuar, ou fraco o bastante para uma finalização, Zakar iria finalizar o seu oponente com uma porrada do cabo da katana na cabeça ou se não estivesse tão fraco ainda, finalizaria com uma enfiada de espada no meio do abdômen, no meio do tronco, no fim ele ainda faria um corte no peito de sua vitima, deixaria sua marca, para que soubessem quem ele é e caso o macaco sobrevivesse se lembrasse desse momento pro resto de sua vida: -HAHAHA, aproveite essa tatuagem, lhe cai bem, macaco de merda! Eu sou Zakar o caçador de recompensas, QUEM É O PRÓXIMO?!- Diria um Zakar completamente animado por uma sede de sangue, pela parcial vingança que ele estava tendo, e pelo futuro de caçador de recompensa que ele esperaria trilhar após deixar sua primeira marca.

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Zakar] A Aventura Começa    [Mini - Zakar] A Aventura Começa  EmptySex 17 Ago 2018, 17:07

MINI AVENTURA / POST 3

Combate






Vendo aquilo, o rapaz tomava a decisão certa, ou moralmente certa ao menos, proteger a garota, ele tentava acalmar ela de algum modo naquele instante, algo que pudesse trazer um pouco de paz talvez citando que iria proteger ela, a garota não hesitava em aceitar ajuda, diferente do clássico “Não, por favor, vá e me deixe” ela simplesmente dava um leve sorriso dizendo. -Obrigada, eu fico te devendo uma.- É, a garota não estava ali para morrer, ela tinha passado por coisas demais para se entregar agora, para simplesmente dizer adeus para o mundo que foi tão difícil de conquistar, ela estava naquele momento para ser o melhor que ela pudesse. - Eu vou ficar aqui mas, se possível darei algum suporte daqui mesmo, qualquer coisa eu conheço o ambiente muito bem, e podem haver rotas de fuga, caso veja que não vai dar conta dele.- Por incrível que parecesse a garota não tinha entrado em desespero como seria esperado, ela estava na verdade bem, ou próximo disso no caso, já que alguém doente e ardendo em febre, não está bem, mas o ponto era, ela estava calma.

Parecia não ser a primeira vez que aquilo acontecia, mas Zakar não estava ali pra brincar com a Katana agora em mãos estava pronto para começar a brincar, ele lembrava de seu pai, o dojo e cada coisa que envolvia aquela cena, pensando no quão engraçado ou talvez irônico fosse ele estar com uma espada desse tipo no meio de um possível começo de luta, e visto isso ele continuava andando. Assim que ele estava fora do quarto via o macaco já de frente para ele e na verdade perto porém ele tinha passado direto pelo quarto e estava girando em procura do que queria. Vendo tal a provocação por parte do jovem era automática chamar o macaco para o pau, parecia ser a melhor ação ali, entretanto ele não ficava feliz com a ideia claramente. -O QUE? SEU LIXO IMUNDO, TÁ PENSANDO QUE É QUEM, ACABOU DE CHEGAR E JÁ QUER SENTAR NA JANELINHA?- O jovem não se mexia de uma única vez, apenas esperava que seu inimigo viesse ele queria analisar ele, mas será que… Talvez sim… Talvez não, era uma coisa que ele teria que ver.

O dash do mink não demorava, ele flexionou rapidamente os joelhos concentrando a força nas coxas, rapidamente dava um dash com tudo que ele tinha em direção ao garoto, a velocidade adquirida ali era absurdamente alta, assim como a distância percorrida em um único impulso era notável. -Impressionado? Eu não estou, e na verdade tenho certeza que você vai me decepcionar.- Falava ele durante o avanço, o espadachim saia da frente desse golpe tentando avançar para por um meio possível cortar o rabo do macaco em nessa hora, mas falhava pois, ele rapidamente se reposicionou, flexionando-se novamente e pulando de uma única vez no teto? É, ele estava no teto com um salto único uniforme onde ele do céu pra terra se lançava. -Dança do macaco louco, é meu estilo, você vai ver o que é apanhar, já ouvia a frase, um macaco morto a tapa? Hoje nós vamos ter um humano morto a tapa… E vai ver se ele fede tanto quanto.- Mal dava pra ver como aquilo aconteceu mas a morte vinha do céu, vindo de cima com a fé completa de acerto, o macaco caia como um meteoro com os dois punhos bem no peito do rapaz, que era derrubado instantaneamente, enquanto o mink girava assim que completava o golpe ficando de pé esperando que o garoto se levantasse.

Assim que finalmente se via de pé depois de uns curtos segundos de atordoamento, o que vinha de sua esquerda era um soco, a velocidade e potência se mostravam altos, suficiente pra causar danos muito altos se acertasse. Mas nosso herói está preparado mesmo que ainda sem seu estado pleno, o soco era facilmente esquivado, as velocidades aparentemente eram equiparáveis, mas nada tão absurdo no close combat, ou será que ele não foi com tudo? Dúvidas difíceis de responder, no momento que se afastava ele aproveitava do momento para golpear, dando um corte na direção oposta, que dilacerava o peito do macaco. -AAAAAAAAAA HUHUHUHUHHUUUUUU QUE PENSA QUE TA FAZENDO MALDITO, EU TENHO MAMILOS AÍ, É LOUCO, FOI POR POUQUINHO, SEU FILHOTE DE BABUÍNO DA BUNDA VERMELHA.- Não parecia ser um elogio aparentemente, mas com razão, mamilos são polêmicos afinal, mas era também a chance de Zakar que estava com o vaso bem ali do lado, o Mink avançava novamente e CREACK o barulho do vaso quebrando estrondava a sala, ele havia explodido o vaso na cabeça do seu inimigo com uma determinação além do normal.

A cabeça do mink estava agora com uma flor sobre ela, e bastante terra a sustentando bem firme ali em cima. -Ainda bem que foi na cabeça, se fosse outro lugar isso era perigoso…- Mas para o azar do inimigo, o golpe não tinha parado ali, na hora que jogou o vaso Zakar tinha saltado e estava pairando sobre a cabeça dele, descendo com um corte frontal poderoso que dilacerava o ombro, porém mesmo danificando o inimigo, ele tinha de estar pronto para sofrer as consequências, no exato momento que cortava ele apenas via um rabo peludo e grosso, diretamente atingindo sua cara, aquilo era até mesmo mais forte que um soco, a ponta atingia bem no maxilar. -Não tava esperando por essa em babuíno? macaco sem pelos maldito, acha que a cópia vai vencer o original? Vocês humanos são todos uns invejosos, se modificando para parecer com os símios, guarda esse seu recalque ai, quando tiver uma cauda tão majestosa a gente conversa.- A musculatura daquela região dele era de fato absurdamente forte, tanto quanto os braços, a luta estava começando bem, mas muito precisava ser levado em conta.


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