One Piece RPG
O grito da Justiça - Página 2 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» Bellamy Navarro
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 01:27

» Mini Aventura - Agyo Shitenno
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 01:05

» (Mini) Gyatho
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 01:02

» (MEP) Gyatho
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 00:55

» [MINI-Tenzin]Here we go again
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 00:53

» [M.E.P]Tenzin
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 00:43

» Mini - DanJo
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 00:42

» [Extra] — Elicia's Diary
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor GM.Noskire Hoje à(s) 00:27

» M.E.P DanJo
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 00:27

» Mini Aventura - No Mercy
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 00:20

» [Mini-Rosinante-san] O homem que quer ser livre
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 00:15

» Retornando para a aventura
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 00:13

» Começo
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 00:12

» Bizarre Adventure: Smooth Criminal
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor ADM.Ventus Ontem à(s) 21:38

» Aaron DeWitt
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor ADM.Ventus Ontem à(s) 20:55

» Apenas UMA Aventura
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor Mirutsu Ontem à(s) 19:08

» [M.E.P] Ichizu
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor Ichizu Ontem à(s) 13:38

» [MINI-Ichizu] O Aprendiz de ferreiro
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor Ichizu Ontem à(s) 13:37

» Cap I: Veneno de dois Gume
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor Noelle Ontem à(s) 13:02

» mini-aventura
O grito da Justiça - Página 2 Emptypor guatemaia Ontem à(s) 09:55



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG

Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


Compartilhe
 

 O grito da Justiça

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3  Seguinte
AutorMensagem
Dan Carter
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador


Data de inscrição : 15/07/2014

O grito da Justiça - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça - Página 2 EmptyDom 12 Ago 2018, 14:41


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
A Muralha de Ferro

A Primeira Missão
Respiraria fundo, sentindo o ar entrar e penetrar os pulmões. Sorriria e aproveitaria a brisa que me abraçava. A paz, era isso que eu sentia e aos poucos aquilo era o que desejava entregar a todos.

Freya arrancar-me-ia de meus pensamentos com suas palavras, olharia para ela com um sorriso. Com calma diria — O meu é Dan Carter, tenho 18 anos. Bem, eu quando pequeno fui salvo pelo vice-almirante, Gildarts. Falaria e depois continuaria rindo — Acho que o que quero é chegar tão longe quanto ele e salvar o máximo de crianças indefesas que puder.

Olharia para seu rosto, evitando ao máximo olhar para sua barriga, que não era nada feia e que sim, estava me deixando desconcertado. Era estranho falar isso para alguém, as únicas pessoas que sabiam desse sonho eram meus pais e algumas pessoas da minha minúscula ilha. Tomaria um pequeno susto ao escutar as palavras do Sargento, escutaria, as palavras me incendiava por dentro. “Sim, eu farei e chegarei o mais longe puder”, pensaria com o rosto levantado para o céu, “salvarei a todos que puder”.

Admiro a aura que o Sargento passava as pessoas, o respeito, a confiança e a paz. Uma muralha de ferro, que os protege do mal e eles confiam nisso. É isso, serei exatamente isso, uma muralha de ferro. Nós continuamos andando até darmos de frente para a costa, areia, sol e mar. Meu superior entrega-me uma manopla. Pegaria a manopla com o coração a palpitar, aquilo que eu desejava. Ao colocar na mão testaria dando dois socos no ar, sentindo o peso e a força do movimento.

Ao terminar prestaria atenção nas palavras do marinheiro veterano. Escutaria, fazendo força para não me distrair, não muito. Sabia a importância da missão ou pelo menos o valor dela. Um carregamento de couro para entregar em uma fábrica no outro lado da ilha. No final meu comandante pergunta meu nome e eu responderia — Sou Dan Carter, senhor! Diria com respeito.

Escutaria o resto de suas instruções, responderia com mais um sim, senhor. Depois que ele saísse olharia para Freya com um sorriso e diria — bem, então agora somos oficialmente marinheiros. Diria rindo.

Iria em direção dos outros marinheiros e diria.

— Olá, sou Dan Carter. Eu e minha companheira Freya fomos encarregados de ajudar vocês com a missão da entrega do couro. Diria calmamente, olhando para eles. Falaria com voz calma e amigável, mas com força e tentando passar uma aparência de força, na tentativa de ganhar o respeito e os fazer obedecer. Olhando para o mapa continuaria apontando com o dedo a rota a seguir — Nós iremos pegar o as mercadorias e iremos até a fábrica do outro lado da ilha. Vamos seguir pela extremidade da ilha, evitando o movimentado centro, pelo caminho norte e noroeste. Iremos todos juntos em uma espécie de formação, eu irei na frente de olho no caminho e obstáculos, vocês dois vão atrás de mim um do lado do outro levando as caixas e a Freya vai na retaguarda cuidando de nossas costas. Pode não ser uma grande missão, mas é importante levarmos para lá sem grandes imprevistos.

Terminaria e olharia para eles esperando, caso houvesse alguma pergunta. Esperaríamos a chegada das caixas. Assim que chegassem iria junto com os dois marinheiros descarregar, enquanto isso daria ordem para Freya para ficar em posição e vigiar os arredores coso houvesse algum intruso ou imprevisto. Assim que terminássemos seguiríamos o plano já dito, tentaríamos andar rápido, ao mesmo que, respeitando os a velocidade dos marinheiros que estavam com peso para não forçar.

Iria andando na frente, atento para qualquer imprevisto, ladrão ou qualquer tipo de empecilho. Pronto para lutar e defender as caixas e cumprir bem a minha primeira missão.


objetivos:
 

Status:
 



Você pode escolher qual caminho seguir, mas seja ele qual for, uma coisa é certa...
Suas escolhas.
Suas consequências.
Sol Vessoni


Última edição por Dan Carter em Qua 15 Ago 2018, 19:37, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Sasaki Kojiro
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador
Sasaki Kojiro

Créditos : 6
Warn : O grito da Justiça - Página 2 9010
Masculino Data de inscrição : 13/01/2012
Idade : 24

O grito da Justiça - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça - Página 2 EmptyTer 14 Ago 2018, 15:36


III - NARRAÇÃO
DAN CARTER


Interessante:

Awa's Shell era uma pequena loja localizada nas margens do norte de Shells Town. Esta loja foi levantada graças a genialidade e aos esforços de Manawa Awa, hoje um homem de meia idade bastante viril. Manawa possui uma aparência peculiar, diferente do habitual, onde entra em destaque a seu cabelo longo e trançado, e a sua pele morena pintada pelo sol. Ele também foi um dos responsáveis por auxiliar na construção da Fábrica de Fardas da Marinha, localizada ao lado da sua loja de variedades.

Toda a indumentária dos integrantes da Marinha da ilha e de alguns quartéis próximos eram produzidos neste local. A cada 3 vezes ao ano um carregamento de couros proveniente de outras ilhas chegavam em Shells Town para poder reabastecer o estoque. Em épocas violentas não tão distantes, a escolta do carregamento era realizada pelo próprio Sargento do QG, Hamaku Thor. Mas hoje, com a pacificação e o controle de piratas dentro da ilha, a escolta passou a ser realizada por oficiais já que o perigo de roubo era quase nulo.

-

Carter respondeu a pergunta de Freya em uma alegria contagiante, com brilho nos olhos, ao citar o nome do vice-almirante Gildarts. M’ont Dor olhou com certa reciprocidade para o jovem, e voltou o seus olhos para o horizonte. Ao receber as novas manoplas, o jovem realiza dois socos no vento para poder testar as suas articulações e os seus movimentos com aquele novo equipamento. Aparentemente havia se saído bem e aquele par poderia vir a servir em alguma ocasião.

— bem, então agora somos oficialmente marinheiros. Afirmou Carter buscando saber a reação de Freya, que reagia de forma passiva e não tão segura sobre a afirmação do jovem. — Não sei se já somos marinheiros, mas se fizermos um bom trabalho nessa missão capaz que sim, seremos aceitos. A jovem respondia de forma eloquente, beirando a masculinidade, enquanto caminhava em direção aos outros marinheiros, deixando Carter para trás. O jovem a seguiu com passos rápidos, até chegar próximo suficiente da dupla de marinheiros.

Ao se aproximarem, percebiam que ambos os marinheiros estavam muito bem trajados com aquilo que viria a ser o uniforme padrão dos soldados da Marinha: Boné branco com uma escritura “Marinha’’ em azul, uma camisa sem mangas completamente branca com alguns traços em azul próximos a gola, um lenço também azul, em volta do pescoço, uma calça azul marinho e um sapato social negro. — Olá, me chamo Toloreu. Estou responsável por liderar a equipe de locomoção do estoque de couros. Falava um dos marinheiros, com a sua mão na testa, em gesto de continência. Sua voz era audível e carregava um certo poder, aquele homem certamente tinha nascido para liderar. Sem perca de tempo, o marinheiro seguia com o diálogo: — Este ao meu lado chama-se Farrer, um companheiro de longas datas e que nos auxiliará no carregamento. Toloreu apontava para um marinheiro alto, gordo e bastante pálido para o verão ininterrupto da ilha. — Olá. Prazer em conhecê-los... O marinheiro respondia passivamente. — Vi que vocês estavam com o Sargento M’ont Dor, líder da nossa divisão. Ele com certeza deve ter passado todos os detalhes sobre a missão, portanto não irei me alongar e façamos logo o que deve ser feito. Toloreu terminava ouvindo as palavras do jovem. — É um prazer conhecê-los, Carter e Freya.

Toloreu então se retirava, aproximando-se da embarcação que estava prestes a atracar na costa e indicando para que os jovens o seguissem. Enquanto caminhavam, Carter relatava as informações que o Sargento havia passado anteriormente, mas Toloreu aparentava não estar satisfeito com os detalhes. — As extremidades da ilha são perigosas. Tudo bem que não recebemos “visitas” a um bom tempo, mas continuamos a mercê do perigo. O marinheiro terminava acenando com a mão direita em direção ao condutor do navio que atracava. A situação a seguir ocorreu muito rapidamente. Marinheiros musculosos pularam da embarcação e se mantiveram de braços abertos próximos ao navio enquanto outros, lá de cima, jogavam as grandes caixas para baixo. Os marinheiros colocaram diante de Toloreu 6 caixas de ferro, que mediam aproximadamente 1 metro quadrado cada uma. E prestando continência se retiraram tão rápido quanto chegaram, retornando para o navio que aparentemente voltaria para a sua ilha de origem.

Toloreu indicava com os dedos para que Farrer alcançasse as caixas que podera carregar. O robusto ser levantou sem muitas dificuldades uma das caixas, colocando-a em seu ombro esquerdo, e com a outra mão livre, agarrou outra caixa, dessa vez levando-a entre o seu braço e o seu corpo. — Vocês dois, venham! Toloreu chamava a jovem dupla para realizar a tarefa. — Carreguem quantas vocês conseguirem. Freya foi a primeira a se aproximar. E com uma força abismal, conseguiu imitar o mesmo movimento do gordo Farrer. E seguiu assim, carregando uma caixa no ombro direito e a outra com seu braço esquerdo. Toloreu realizou uma rápida inspeção no porte físico do jovem Carter e interrompeu no momento exato em que o rapaz ia alcançar uma das caixas. — Espere, acho que você vai precisar disso. O marinheiro tirou de uma pequena bolsa que carregava em sua cintura, uma espécie de tirantes de mochila, feitas de couro. O marinheiro então pediu para que o jovem se aproximasse e vestiu aquele equipamento nas costas do rapaz, fixando com um nó bem dado. — Segure firme. Toloreu terminou colocando ambas as caixas, empilhadas, no suporte dos tirantes, que se encaixaram perfeitamente.

O jovem realizou alguns movimentos para se adaptar ao peso extra e logo sinalizou com a mão direita , informando que estava apto para partir. Com tudo nos conformes, Toloreu assumiu a liderança do grupo, com Carter e Freya mais atrás, ambos lado a lado e Farrer cobrindo a retaguarda. — Nós iremos pelo norte, evitando cruzar por Grand Drinqs, neste momento o número de bêbados naquele local deve ser desproporcional. Não iremos pelas extremidades, mas iremos por ruas adjacentes, evitando a costa e o centro. Iremos buscar os melhores trajetos! Toloreu acelerava o passo para obrigar a formação a se mover mais rápido. — Temos que cruzar a cidade antes do anoitecer. Agora são exatamente 16:35. Falava enquanto observava o relógio em seu pulso. — Se caminharmos nesse ritmo conseguimos chegar antes das 19. Vamos! O marinheiro terminava aumentando um pouco mais a intensidade da caminhada. Aquele carregamento era realmente de grande importância e aquele homem era o ideal para realizar a sua escolta. Toloreu não tolerava erros. Era considerado por muitos da sua divisão como o mais avançado, aquele que já devia ter assumido o cargo de Sargento. Mas por algum motivo ele ainda permanece como Oficial, o que não parece afetá-lo, pelo contrário. Essa posição o obriga a trabalhar cada vez mais e melhor.

Passados 50 minutos de viagem, os jovens já aparentavam estar um pouco fadigados, caminhando sobre uma das ruas da cidade. A rua estava deserta. Casas de dois e três andares cobriam as laterais deixando deixando difícil a entrada do sol na rua e criando sombras imensas. A brisa era suave e o calor era quase infernal. Aquela atividade vinha a ser um pouco cansativa para a forma física daquelas pessoas. Farrer transpirava baixo o sol escaldante. E foi o gordo, o primeiro a queixar-se pelos incômodos. — Toloreu, podemos fazer uma pausa? Meus pés estão doendo muito... O ser robusto reduzia a intensidade da caminhada para poder respirar, colocando uma das caixas sobre o piso de pedras. Toloreu se dirigiu com impaciência em direção ao seu companheiro, cruzando a dupla e deixando brechas na formação. Neste momento, 4 pessoas encapuzadas saíam de algumas das várias vielas presentes nos espaços de uma casa e outra, sendo 2 do lado esquerdo, 2 do lado direito e um último ser surgia no centro da rua, cerca de 30 metros de distância do grupo. Freya foi a primeira em avistar a suspeita movimentação daqueles sujeitos, e levou certo tempo para informar a situação para Carter, por conta da falta de concentração do jovem rapaz.

O próximo capítulo será interessante.

Histórico:
 

Mapa da Cidade:
 

OFF:
 


____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Dan Carter
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador
Dan Carter

Créditos : Zero
Warn : O grito da Justiça - Página 2 9010
Masculino Data de inscrição : 15/07/2014
Localização : perto...bem perto

O grito da Justiça - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça - Página 2 EmptyQua 15 Ago 2018, 19:55


A Muralha de Ferro...
O início do combate...

Me aproximo, tenho o prazer de conhecer os marinheiros que são responsáveis por levar o carregamento e, para minha surpresa, eles são meus superiores. Não se engano, não me recearia e nem irritaria, aquilo até mesmo me aliviava, a chance de passar a responsabilidade para outros ombros. Talvez esse seja o momento de melhorar as minhas próprias habilidades como um todo.

Saudaria os marinheiros com a mão na testa em contingência e escutaria atentamente as palavras do meu superior, com o mesmo respeito dado ao Sargento. Estaria um pouco desconcertado ao perceber o erro estratégico que cometi. Aproveitaria esse momento para avaliar Toloreu e, até mesmo, aprender um pouco de estratégias com ele.

Depois das instruções, começamos a carregar as caixas, Freya e Farrer pegam duas caixas, uma em cada lado, humilharam. Quanto a mim, fico com as duas que sobraram amarradas as costas, não reclamo, assim poderia lutar.

Aos poucos, Toloreu ganha meu respeito, por sua posição forte e pelas capacidades.  Seguimos pelas ruas e pelas casas, admito que elas me encantam e me distraem, sou humano.  Mas depois de 50 minutos de caminhadas, podemos fazer uma pousa, uma bem desejada.  Em poucos minutos temos nossa formação desfeita, no mesmo instante, aproveitando-se do momento 5 homens saem do inferno, porquê só pode, essas pragas de algum lugar.

Assim que os percebesse me colocaria em posição de combate. Antes de alguma coisa gritaria para nosso líder sobre a presença de inimigos.  Colocaria, postura de combate, a mão esquerda levemente colocada acima do rosto, a outra a frente do corpo, a esquerda em posição para a defesa e a direita para ataque. As pernas separadas e os joelhos levemente inclinados.

Tentaria focar, naquele momento sem me distrair, pelo menos o máximo possível.  Olharia atentamente em busca de informações sobre eles, tentaria conseguir o máximo que pudesse. Quem eram, como lutavam e se tinha alguma falha em seus movimentos. Feito isso, olharia, com canto de olho, para meus companheiros. Desejava saber onde estavam, o que fariam e se precisariam de ajuda, tentaria sempre está de olho neles, sem desviar a atenção do meu adversário.

Estaria pronto para lutar, se eles me atacassem, ou correr, caso Toloreu mandasse. Seguiria suas ordens e obedeceria ao que ele dissesse.  Caso algum deles me atacasse, eu tentaria desviar do golpe e dá um soco bem colocado em seu nariz, na tentativa de fraturar e o desnortear. Se meu ataque o acertasse, faria um segundo golpe, se aproveitando da sua dor, na sua barriga. Depois, me afastaria para analisar a situação, minha e de meus companheiros.

Tentaria não me afastar e permanecer o mais próximo possível de Freya e dos outros. Se houvesse luta, lutaria com vontade, dando meus golpes com força e com todo o peso e poder das minhas manoplas.

Status:
 

OFF:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Sasaki Kojiro
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador
Sasaki Kojiro

Créditos : 6
Warn : O grito da Justiça - Página 2 9010
Masculino Data de inscrição : 13/01/2012
Idade : 24

O grito da Justiça - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça - Página 2 EmptySex 17 Ago 2018, 14:00


IX - NARRAÇÃO
DAN CARTER

Carter, ao notar o sentido de liderança do oficial Toloreu, passava a admirar o sujeito. Analisando a sua postura, sua fala e tentando adivinhar os seus pensamentos. Os olhares atentos do jovem percorriam as dimensões da cidade a medida em que a caminhada tomava proporções exaustivas. Apesar de já viver um tempo na ilha, tudo aparentava ser inédito.

Os sujeitos encapuzados passaram algum tempo observando a situação. Pareciam analisar minuciosamente a trama, esperando o momento ideal para agir. Carter colocou-se em uma postura ofensiva, com sua guarda levantada, atento a toda possível empreitada. Freya assumiu uma postura similar ao do muay thai, com ambos os braços bem levantados e o joelho direito acima da linha da cintura. — Não sei o que eles querem, mas não podemos deixar que encostem nessas caixas. A jovem falava decididamente. Toloreu sabia da intenção daqueles sujeitos. Aquele carregamento devia valer milhões e qualquer um que tenha coragem para realizar essa tarefa não mediria esforços para lograr. — Coloquem as caixas no centro e façam uma barreira, cobrindo os quatro pontos. Não podemos deixar que eles alcancem as caixas. Toloreu falava com a mesma virilidade de sempre, não demonstrando medo diante do combate que estava prestes a ser iniciado. Farrer assumiu uma postura de combate quase que instantaneamente. Sua fadiga parecia ter sumido milagrosamente enquanto ele colocava as caixas no local destinado e cobria a posição no lado direito. Na linha de frente estava Carter com a sua base bem formada, Freya na esquerda com o seu olhar feroz, enquanto Toloreu ficava na retaguarda passando as informações. Por algum motivo o oficial não assumiu uma postura de combate. Continuou com os braços abaixados, com os olhos atentos em todos as direções. Talvez porque não soubesse lutar, ou não estivesse disposto à isso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

— Deixem as caixas e voltem para os seus ninhos. A voz que partia do centro da rua tinha traços femininos. Concluindo a suspeita ao revelar a parcela de um belo rosto após uma suave brisa levantar parte do capuz. — Não queremos sangue. Queremos apenas o couro. O grupo de marinheiros ouvia atentamente mas não estavam dispostos a ceder. Permanecendo firmes em seus postos. — Já que querem assim. Assim será! Lara, Karina, avancem. Os dois sujeitos encapuzados que saiam da viela da esquerda partiram em grande velocidade, correndo lado a lado, a encontro do grupo. O primeiro alvo foi Carter. Ao chegarem suficientemente próximos, os sujeitos desferiram golpes simultâneos contra o jovem rapaz, utilizando socos e chutes. Com agilidade Carter conseguiu escapar dos dois  primeiros golpes inclinando sua cabeça em direção ao solo, mas o jovem não teve a mesma sorte no segundo e foi atingido no estômago por uma joelhada, que o jogaram sobre as caixas.

Os dois indivíduos então partiram com a mesma sincronia em direção a Freya, mas dessa vez não tiveram a mesma eficiência e foram interrompidos no meio do trajeto por uma voadora de duas pernas, que atingiu o centro do peito dos dois seres. O movimento de Freya foi quase acrobático, a fazendo cair ainda de pé. Os sujeitos levantaram com a mesma proeza. Um deles cuspiu uma saliva seca no chão e levantou a sua guarda.

— Vamos lá garotas. Não estamos aqui para testar a força deles. Terminem logo com isso! A mulher misteriosa terminava suas palavras caminhando passivamente em direção ao grupo, sendo acompanhada pelos dois encapuzados restantes. Ao ouvirem as palavras, as duas mulheres encapuzadas partiram em direção a Freya, e com socos sincronizados, fizeram a jovem ruiva se esforçar ao máximo para conseguir sair do raio de alcance. Ao perceber que Freya estava em uma má situação, Farrer saiu da sua posição e correu para ajudar a jovem com a sua base desarmada mas foi punido ao ser atingido em cheio por um chute transversal na região jugular, fazendo-o cair de joelhos com as mãos no pescoço. O marinheiro teve a sua via respiratória interferida e estava agonizando, enquanto fazia todo o possível para poder respirar. Toloreu permanecia firme em sua posição, mas aparentava estar aflito pelo desenrolar daquela cena.

Carter ergue-se com agilidade, dessa vez com as manoplas equipadas em mãos. Um segundo round estava prestes a iniciar.


Histórico:
 

Mapa da Cidade:
 

OFF:
 


____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Dan Carter
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador
Dan Carter

Créditos : Zero
Warn : O grito da Justiça - Página 2 9010
Masculino Data de inscrição : 15/07/2014
Localização : perto...bem perto

O grito da Justiça - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça - Página 2 EmptySab 18 Ago 2018, 16:48


Protejam as caixas...
A luta continua...
Não há mais tempo para piadas e brincadeiras! Um olhar completamente diferente toma conta de meus olhos, meu jeito relaxado e despreocupado é agora tomado por de uma fera, pronta para lutar e defender seu objetivo. Aquela é minha primeira missão e é aquela que representa o meu alistamento ou não e, talvez, meu futuro.
Obedecendo a ordem de Toloreu, coloco as caixas no centro, não poderíamos deixar que eles se aproximassem delas. Me sentia mais livre sem as pesadas caixas nas costas, mais rápido e leve, perfeito para atacar. Escutaria as palavras da mulher que parecia a líder, aquilo me desconcertava um pouco, nunca gostei de lutar com mulheres, mas nem por isso deixaria que elas levassem as caixas e também não diminuiria a força de meus socos.
— As caixas vão permanecer aqui!! Diria com força ao ouvir as palavras dela. Nesse momento, as duas que a acompanhava correm em nossa direção, com sincronia, aquilo seria difícil, deduzia. Elas me atacam e, mesmo tendo desviado do primeiro ataque, sou jogado sobre as caixas por uma joelhada bem colocada. A dor do golpe não era maior do que a do orgulho ferido. Levantaria com um olhar feroz, sem resquícios daquele garoto sorridente que chegara na base da marinha para se alistar.
Observaria o ataque delas a Freya, tinha que analisa-las e tentar descobrir alguma brecha. Veria elas serem derrubadas por um golpe de minha companheira, ela é forte, tenho que admitir. Porém não poderia ficar para trás.
Merda! A mulher ainda tinha mais dois capangas capangas com ela, estávamos em desvantagem numérica. Mesmo perto do QG ainda sentia que estávamos soltos, sem muita esperança de reforço, ainda existia a esperança de Toloreu possuir um den den mushi e requisitar reforços, mas não poderia contar com isso.
Freya estava em uma péssima situação, Farrer tenta ajuda-la, porém é derrubado e empatado de respirar. Torcia para que sua respiração voltasse em alguns segundos, mas para isso teria que afasta-las dele. Elas são guerreiras poderosas e sincronizadas, para começo teria que separa-las e para isso teria que contar com a ajuda de Freya. Se quisesse impedir o avanço daquela líder e de seus companheiros, teria que inutilizar as duas inimigas imediatas a minha frente.
Torcendo para que Freya também tivesse pensado o mesmo que eu, gritaria e corria em direção das duas inimigas que nos atacaram — Freya! Dividir e conquistar!!!
Aquela seria uma mensagem, que eu e Freya deveríamos atacar em conjunto as duas inimigas ao mesmo tempo, dando espaço para que Farrer pudesse se recuperar e respirar, além de permitir que eu e Freya lidássemos com somente um inimigo por vez, Freya com uma e eu com outra.
Correria em direção da que estivesse mais próxima, caso ela me atacasse primeiro, desviaria me lançando para baixo e com um movimento rápido daria um golpe em sua barriga, aproveitando-me de meus conhecimentos de anatomia, desferiria a soco em um local da barriga que lhe tira-se o ar. Tentaria posicionar o golpe em locais que causam impossibilidade de outro movimento, os quais como, bexiga, que daria uma dor na barriga além de uma interrupção temporária da micção o que provoca a impossibilidade de permanecer em pé.  Se conseguisse, pela lógica, ela se dobraria, dando espaço para um segundo golpe em seu rosto, um ataque direto no queixo, um gancho.
Caso ela não me ataque e espera-se por meu movimento eu atacaria. Primeiro posicionando meu corpo a dar uma imagem de um ataque, faria com que minha mão esquerda estivesse levemente levantada e passando a imagem de um ataque de esquerda, porém no último minuto, usando de uma finta, daria um golpe de direita. Um forte movimento circula em direção de seu rosto, colocando todo o peso de meu corpo no golpe. Se o primeiro golpe desce certo, continuaria com um segundo golpe, dessa vez com a esquerda, também circula em direção de seu rosto.
Se o meu plano não funcionasse ou se algum capanga da líder fosse ajudar suas companheiras e eu acabasse tendo que lutar com dois oponentes ao mesmo tempo, tentaria me manter me movendo e desviando de todo golpe, recuando e tentando fugir de suas áreas de ação. Caso houvesse brecha, daria algum ataque, porém somente se não percebesse que seria acertado. O importante nesse combate é me manter com o mínimo de dano possível, pronto para atacar novamente assim que o “round” reinicia-se.
Depois de feito meus movimentos me afastaria e me colocaria perto das caixas, pronto para desviar de algum ataque ou bloquear algum movimento. Me manteria atento a qualquer movimento, seja eles da líder, dos capangas ou das mulheres que me atacaram primeiro, também estaria atento ao estado dos meus companheiros. Me manteria atento a como Farrer estava, caso fosse necessário alguma ajuda médica.


Status:
 




____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Sasaki Kojiro
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador
Sasaki Kojiro

Créditos : 6
Warn : O grito da Justiça - Página 2 9010
Masculino Data de inscrição : 13/01/2012
Idade : 24

O grito da Justiça - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça - Página 2 EmptyDom 19 Ago 2018, 20:52


X - NARRAÇÃO
DAN CARTER

O jovem retornou ao combate com outro aspecto. O golpe serviu para ativar as suas sinapses, tornando o seu corpo mais ativo e flexível. Carter observou por alguns segundos as sequências de golpes da dupla de mulheres, tempo suficiente para saber que as mesmas nunca atacavam de uma única vez e sempre esperavam a resposta da outra para executar o próximo golpe, trazendo aquilo que seria definitivo para um contra-ataque: 2 segundos de delay.

Sabendo dessa informação, o jovem não exitou e partiu para o combate com os detalhes em sua mente. O grito do rapaz foi forte o suficiente para ganhar a atenção da dupla de mulheres fazendo com que Freya entendesse o recado. E assim foi! Freya, em um movimento preciso, agarrou uma das mulheres passando os seus dois braços sobre o pescoço da mesma, levando-a ao solo, enquanto Carter, vindo em disparada consegue desviar de um soco transversal fazendo uma espécie de pêndulo, ganhando assim a parte de baixo da mulher. Ao assumir essa posição o jovem executou um golpe instantâneo e preciso com o seu punho direito, atingindo a região torácica da mulher que caiu de joelhos abraçando a própria barriga.

O upper foi ideal para sugerir o segundo golpe do rapaz. A execução seria perfeita se a mulher não tivesse levado a sua cabeça rapidamente em encontro ao solo, escapando por milagre do gancho, que passou raspando a sua orelha e cortando o vento. Por alguns instantes o jovem perdeu o equilíbrio pela grande potência utilizada no golpe mas conseguiu recuperá-lo no momento exato em que uma das pernas da mulher, que estava até então de bruços, cruzasse o calcanhar do rapaz em uma rasteira, levando o jovem ao solo.

Enquanto isso Freya mantinha a outra mulher firme entre os seus braços, executando um “mata-leão” formidável. E permaneceu assim, até que foi atingida por uma cotovelada em seu rosto, diminuindo a força de pressão e consequentemente permitindo a fuga da mulher, que se afastou balançando a cabeça e assumindo uma guarda alta, voltando o seu corpo em direção a jovem rúiva. Ambas as jovens cruzavam socos e olhares ferozes, duas felinas, duas selvagens. Toloreu continuava em sua posição inicial, imóvel e observador. Aquele carregamento apresentava valer mais do que a vida do seu próprio companheiro Farrer, que continuava de joelhos ainda agonizando, com dificuldades para respirar.

Carter ergue-se com a mesma velocidade de sempre e assume uma guarda de boxe, com ambos os punhos cerca do rosto. A sua adversária parecia o imitar, levantando-se e assumindo a mesma posição. Talvez porque ela também fosse uma praticante de boxe! A mulher então foi a primeira a realizar o movimento, impulsando-se para frente e inclinando ambos os joelhos. Ela ganhou uma potência formidável para executar um preciso direto de direita na face do jovem, que com precisão realizou uma finta somado com uma esquiva, conseguindo escapar da investida e contra-atacando também com um direto de direito, que passou no vazio mas foi suficiente para esbarrar o seu braço entre os peitos da mulher, empurrando-a para trás.

— Parece que vocês andaram faltando os treinos, meninas. A mulher se aproximava cada vez mais, ainda a passos lentos. E a situação estava assim: Freya enfrentando uma adversária com habilidades similares as suas. Farrer se esforçando para poder respirar, mudando a tonalidade da cor. Toloreu imóvel e apreensivo, em seu lugar de inicio. E Carter enfrentando uma boxeadora no seu nível, mas por hora levando a melhor. A suposta líder estava agora cerca de 15 metros das caixas, acompanhada dos dois encapuzados restantes. Resta ao jovem Carter tomar a decisão certa nos próximos passos!


Histórico:
 

Mapa da Cidade:
 

OFF:
 


____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Dan Carter
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador
Dan Carter

Créditos : Zero
Warn : O grito da Justiça - Página 2 9010
Masculino Data de inscrição : 15/07/2014
Localização : perto...bem perto

O grito da Justiça - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça - Página 2 EmptyTer 21 Ago 2018, 14:02


Protejam as caixas...
A luta continua...
— Toloreu! Farrer precisa de sua ajuda!!!
Gritaria em uma tentativa de ao menos tira-lo de seu lugar e que, mesmo que ele não lute, possa ao menos ajudar seu companheiro caído. Minha atenção é de minha inimiga, eu sei o valor das nossas mercadorias e como estávamos em uma situação difícil. Tinha um pouco de preocupação quanto ao estado de Farrer e eu como médico poderia ajuda-lo, porém estava ocupado demais com essa garota a minha frente. Tenho que derrota-la e rápido.

Ela é forte, isso eu tenho que admitir, não posso subestima-la. Mas tenho que derrota-la antes que ela faça isso comigo. Pelo jeito e posição, ela também é uma boxeadora, vamos testar suas habilidades. Escuto as palavras dita pela sua mestra, aquela seria uma boa oportunidade para tira-la do sério. Sorriria com um olhar sarcástico e zombeteiro, faria um semblante de descontraído e irritante, bem... seria eu, normalmente. Diria zombando:

— verdade garota, você deve ter faltado a muitos treinos mesmo, tá apanhando para um recruta nerd — riria zombando, diria de forma que desse a impressão que baixava a guarda, porém sem que ela percebesse, continuaria totalmente pronto. Meu objetivo é irrita-la ou ao menos deixa-la fora de si, queria que ela cometesse algum erro básico como deixa o queixo exposto durante um jab, abaixar a mão direita durante um cruzado de esquerda, sinalizar o movimento com a mão direita, deixar alguma área exposta ou ter o equilíbrio comprometido. Coisas simples que podem me dar vantagens e até derrota-la.

Continuaria falando e insultando pelo o movimento inteiro, dizendo coisas como “bora, derrota o novato. Ei, termina rápido, a sua dona tá chamando seu cãozinho. Esperava mais da garota misteriosa. Vamos, pensei que realmente quisesse as caixas. Estou decepcionado, o ser assustado é um franguinho. Esperava mais de você”.

Continuaria a insultar e debochar dela, mesmo que ela não aparentasse estar sendo afetada, haveria a chance de por dentro estar. Estaria atento a qualquer falha que eu pudesse me aproveitar. Caso ela me atacasse primeiro, eu esperaria seu ataque em posição, aproveitando-me do momento de gozação fingiria que estava a adiantar a mão esquerda, dando uma abertura proposital na área abaixo do braço. Seria uma falha simples, que a maioria das pessoas faz e não percebe, porém essa seria uma armadilha para que ela tentasse um ataque nessa região que está descoberta. Caso ela tente um ataque em direção da minha falha, desviaria girando meu corpo no sentido horário e aproveitando o movimento daria um golpe com a mão direita em seu rosto, se conseguisse faria um segundo golpe na barriga e me afastaria.

Se ela não caísse na armadilha, esperaria pelo seu ataque. Quando ele viesse tentaria bloqueá-lo com minha mão e se conseguisse usaria da outra para desferir um soco em sua barriga, para agravar sua dor. Se conseguisse desferiria um segundo golpe em seu nariz, um movimento para desnorteá-la. Depois de tudo me afastaria.

Se ela não me atacasse eu a atacaria, correria em sua direção. Enquanto corro, daria sinal, propositalmente, de que atacaria pela esquerda. Levantando ou abaixando levemente a mão, dando a impressão que estava fazendo isso sem querer ou acidentalmente. A maioria dos boxeadores faz essa mensagem involuntariamente, assim tem uma chance dela não percebe que é uma armadilha. Mostrando os sinais de meu ataque, ela provavelmente tentaria desviar, bloquear ou contra-atacar o golpe, imaginário, de esquerda. Dando assim a chance para um ataque surpresa do meu braço direito, um golpe rápido em direção do seu nariz. Quando o nariz é acertado a pessoa perde temporariamente a visão, além de uma dor que o impede de fazer alguma reação. Por isso, me aproveitando desses sintomas daria um segundo golpe, um gancho de direita em seu queixo. Um golpe forte, na tentativa de nocauteá-la.

Me afastaria, colocando-me em guarda. Caso algum dos outros inimigos impedissem meu movimento, tentaria desviar de seus golpes e me afastar de sua área de ação. Me manteria alerta, a meus inimigos e a qualquer falha que pudesse usar.



Status:
 




____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Sasaki Kojiro
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador
Sasaki Kojiro

Créditos : 6
Warn : O grito da Justiça - Página 2 9010
Masculino Data de inscrição : 13/01/2012
Idade : 24

O grito da Justiça - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça - Página 2 EmptySex 24 Ago 2018, 13:28


XI - NARRAÇÃO
DAN CARTER

O Sol parecia esconder-se, descendo lentamente á encontro do mar, diante da trama já iniciada. Os únicos testemunhos daquela desolação eram os pássaros que passavam solitários, sem rumo, com os seus próprios problemas, e as construções rústicas da pequena ilha. A maior concentração de pessoas estava no centro da cidade. Naquele horário, naquele local, apenas andarilhos e vagabundos podiam vagar. Mas neste dia ninguém apareceu. Naquele dia os “sorteados” foram o grupo de marinheiros que carregavam, literalmente, os seus problemas.

Carter tentou despertar Toloreu do seu transe, mas não obteve sucesso. O marinheiro parecia prestar atenção em uma outra situação. Em uma possível reviravolta, talvez. Mas lá continuou, no seu posto. Ao ser ignorado, o jovem retornou a atenção para a sua adversária. Uma formidável mulher, com traços voluptuosos, onde com a agitação do combate deixou escapar parte da sua vestimenta, revelando a sua imagem para todos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Seus traços eram indistintos. Suas orelhas eram extremadamente pontiagudas e levantadas. Seus olhos eram um tanto maiores do que os normais e os seus pelos do corpo eram completamente loiros. Sua beleza era imensurável. Carter estava prestes a pôr em prática a sua ideia, mas sentiu sua garganta secar e os seus movimentos ficaram involuntários ao se deparar com tamanha beleza. Esse foi o tempo necessário para a bela mulher, dessa vez irritada por revelar as suas características e pelo comentário da suposta “mestra”, realizar uma investida fugaz. A mulher se aproximou de forma concisa, inclinou os seus joelhos, paralelamente, e levando o seu punho direito ao solo, retornou com toda a precisão e velocidade permitida, onde teve “repouso” a costela esquerda do jovem rapaz, que imediatamente levou as mãos ao local para tentar controlar a dor. Carter não teve tempo para raciocinar e logo viu o mundo de cabeça para baixo. O jovem foi empurrado na sequência em que havia levado o golpe. A mulher, que o havia empurrado com ambas as mãos agora corria em direção às caixas, fervorosa.

Ninguém poderia impedir aquela movimentação. A mulher estava feroz. Freya foi a única que teve intenções de perseguir a boxeadora, mas foi impedida de mover-se por sua adversária, que queria seguir com o seu combate. Farrer não estava consciente, mas permanecia respirando. E Toloreu em seu local de início. A escuridão da noite tomava posse do céu, enquanto o Sol se despedia com melancolia. Tudo parecia terminar naquele momento. Aquela mulher iria alcançar as caixas e o seu plano estaria concluído. Sim, isso iria acontecer mas houve um porém.

No início da rua surge uma silhueta. Uma grande e intimidadora silhueta, que parecia aumentar, conforme se aproximava. — Lara, volte. — A “mestra” não carregava mais a tonalidade soberana. Parecia estar trêmula pela voz que saia cortada de sua boca. — Terminamos outro dia! Vamos. — Lara, a boxeador, identificou o temor de sua mestra e regressou com certo pavor sendo acompanhada pela outra mulher que lutava contra a jovem Freya, que supostamente se chamava Karina. Ao se reunirem no centro da rua, todas saíram em disparada sincrônica do local, estavam com medo, era notório.

— RARARARARARA. Vocês passaram por maus bocados. Aquela voz inconfundível tomava conta de toda a extensão da rua e parecia dessa vez, somente dessa vez, penetrar no ouvido daqueles jovens marinheiros de forma suave e confortante. Carter retomou a base com um desconforto em seu abdômen. O jovem agora teve tempo para poder perceber com clareza a situação ao ser redor. Farrer estava desmaiado. O marinheiro havia recuperado o ar, mas pelo cansaço acabou perdendo os sentidos. Freya estava sentada, com os braços sobre os joelhos. Seu rosto tinha uma coloração avermelhada pela intensa pulsação e do canto do seu lábio inferior escorria uma parcela de sangue. Seus punhos e antebraços estavam inchados e levemente rasgados. Carter então notou em seus próprios punhos leves inchaços, algo não fora do normal. Toloreu finalmente havia saído da sua posição e parecia caminhar passivamente à encontro do seu companheiro desmaiado. Não se sabe ao certo se o modo em que ele agiu foi por lealdade ao dever de proteger aquelas caixas ou por paralisia frente ao perigo, revelada pelo medo.

Histórico:
 

Mapa da Cidade:
 

OFF:
 


____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Dan Carter
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador
Dan Carter

Créditos : Zero
Warn : O grito da Justiça - Página 2 9010
Masculino Data de inscrição : 15/07/2014
Localização : perto...bem perto

O grito da Justiça - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça - Página 2 EmptyDom 26 Ago 2018, 15:38


A luta acaba...
catem os pedaços!!!
Se perguntarem, eu próprio não sei o que sinto, sinto a humilhação por ter perdido, por ter me distraído diante do inimigo e por ter deixado meus amigos se machucarem. Não posso dizer que não me esforcei, mas meu último movimento, distraindo-me pela beleza da mulher, me tira do sério. Sinto meu corpo a doer, não reclamo, mereço essa dor para me fortalecer. Temo que se não fosse pela chegado do sargento, nós teríamos perdido.

Ao ver as mulheres misteriosas desaparecerem, me sentaria, tentando respirar e diminuir um pouco a dor. Tinha que me restabelecer, eles ainda precisavam de mim. Me levantaria rapidamente, indo em direção a Farrer, tinha que saber o quanto ele precisava de ajuda. Verificaria seu pulso, olharia se estava respirando e a forma como eu faria. Olharia para seu corpo em busca de algo sério ou algum sintoma de ferida. Abriria sua boca, tirando a língua de perto da garganta para não ter perigo dela se enrolar e o enforcar. Faria o que pudesse para que ele acorda-se ou que se sentisse melhor.

Iria, em seguida, em direção de Freya. Ao me aproximar diria:

— E aí? Está tudo bem? — diria olhando de maneira apaziguadora, continuaria dizendo — e sua mão? Posso ajudar?

Se ela deixasse, pegaria suas mãos e avaliaria o estado das mãos. Em seguida, rasgaria um pedaço de minha blusa e faria uma atadura improvisada. Faria o melhor que pudesse, sem causar muita dor a ela. Se ela negasse minha ajuda, somente sorriria. Não seria bom insistir, acho que ela talvez esteja tão irritada consigo mesmo, como eu.  Como ela não queria ajuda, somente diria:
— Desculpe não ter ajudado tanto.  Diria e depois sairia em direção do sargento. Ao chegar, faria uma contingência e com respeito diria:

— Obrigado, senhor.

Estaria pronto para acatar qualquer ordem que ele pudesse me dar. Se ele mandasse que nós continuássemos a missão, iria sem reclamar. Pegaria alguma das caixas, o tanto que pudesse, sem causar dor desnecessária. Seguiria em direção do local de entrega das caixas, atento, dessa vez, a inimigos. Se Farrer não tivesse acordado, estaria pronto para leva-lo para a base e o tratar, caso ele me mande. Se ele me mandasse levar Farrer pra um tratamento mais profundo, iria também sem reclamar. Pegaria ele e o colocaria em minhas costas, apoiando ele nas minhas costas.

Tentaria, mesmo fazendo as coisas, descansar e recuperar o folego. Acataria todas as ordens que me dessem, dessa vez não iria falhar.


Status:
 




____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Sasaki Kojiro
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador
Sasaki Kojiro

Créditos : 6
Warn : O grito da Justiça - Página 2 9010
Masculino Data de inscrição : 13/01/2012
Idade : 24

O grito da Justiça - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça - Página 2 EmptyQui 30 Ago 2018, 15:29


XII - NARRAÇÃO
DAN CARTER

Carter, que agora estava sentado, observava a aproximação do dono da silhueta. Era o Sargento M’ont Dor. O ser descomunal analisava a situação com certo pesar. Querendo ou não ele havia colocado muitas fichas naquele grupo e a perda daquele material poderia significar o fim para o sonho daqueles jovens. Carter não perdeu tempo e logo correu em direção ao seu companheiro desmaiado, para poder realizar uma revisão e os primeiros socorros. O jovem, além de lutador, possuía conhecimentos sobre medicina, o que viria a ser bastante útil para o poder militar da ilha. Com suas hábeis mãos e o olhar preciso, realizou inspeções e movimentos no corpo de Farrer, que estava bem na medida do possível.

O Sargento se dirige até a jovem Freya. Ao se aproximar, M’ont Dor dobra os seus joelhos ficando agachado e começa a falar suavemente com a jovem que parecia recuperar o ânimo. — Parece que você lutou bravamente para poder defender esse carregamento. Não esperava menos de você, Freya. — O Sargento se reergueu sorrindo ao notar o brilho no olhar da jovem. Ela estava emocionada. — Tudo bem pessoal. Conseguimos manter o carregamento a salvo e vocês permanecem com vida, é tudo que importa. Não se abalem por essa derrota! Não sabemos ao certo quem realizou essa investida, mas tenho minhas suspeitas. Me passem todas as informações sobre o ocorrido, irei alertar a divisão para que possamos “caçar” os suspeitos. Isso não ficará assim. — O Sargento se movia em direção a Toloreu, determinado e inquisitivo.

Enquanto isso, Carter, que havia estabelecido o pulso do Farrer que agora repousava, se encaminhou até Freya para poder realizar os primeiros socorros. A jovem, que já estava de pé, se mostrou forte a princípio mas depois de um tempo revelou os seus braços e mãos machucadas para o jovem médico, que os tocava delicadamente. Por volta e meia a jovem fazia caretas, motivadas pela dor latente em seus braços. Carter se esforçava para não feri-la. Percebendo a gravidade, o jovem rapaz, sem equipamentos adequados, rasgou uma parte da sua camisa deixando o seu corpo exposto e dividindo o pano em dois, os amarrou em ambas as mãos da jovem que aceitou sem contestar. — Obrigada, Carter. — A jovem respondeu com um olhar íntimo no qual deixava o rapaz um pouco constrangido.

Toloreu parecia relatar para o Sargento em voz baixa o ocorrido. Era perceptível em seu olhar um tom de arrependimento e indignação, querendo ou não ele era considerado um dos mais aptos para a tarefa e acabou falhando. Após alguns minutos o Sargento ordenou que todos se juntassem próximo ao corpo do Marinheiro que repousava. — Soldados, o Oficial Toloreu me passou o resumo do ocorrido. Estou ciente de que os envolvidos eram todas mulheres, ou boa parte, o que clareou algo em minha mente. Temos uma pequena “rixa” com um grupo de mulheres que se estabeleceram na ilha a algum tempo. Elas possuem um certo clã e estão estabelecidas em um local chamado Lar das Queixas. Não posso confirmar a ação delas no envolvimento, mas iremos manter os nossos olhos abertos para este local. — O Sargento terminava o discurso caminhando em direção às caixas e colocando quatro das mesmas sobre seus ombros (duas em cada lado). — Toloreu permanecerá aqui realizando a proteção do oficial Farrer e irão nos alcançar futuramente. Seguiremos nós três. Sei que vocês devem estar exaustos e com certo pavor, mas animem-se, estarei ao lado de vocês. Levem as caixas que sobram, iremos partir. — O Sargento caminhava a passos lentos aguardando a movimentação dos dois jovens. Uma nova trilha estava prestes a ser iniciada, com dívidas que pareciam estar enraizadas naquela ilha.

Histórico:
 

Mapa da Cidade:
 

OFF:
 


____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Dan Carter
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador
Dan Carter

Créditos : Zero
Warn : O grito da Justiça - Página 2 9010
Masculino Data de inscrição : 15/07/2014
Localização : perto...bem perto

O grito da Justiça - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça - Página 2 EmptySeg 03 Set 2018, 16:22


A luta acaba...
catem os pedaços!!!

Nesse momento o que sinto é minha própria impossibilidade. Conseguia lembrar de cada noite que passara a lançar socos em troncos e a lutar, incansavelmente eu lutei, pelos meus desejos objetivos e sonhos. Era como se ainda sentia os dias de frio e calor, chuva ou sol, enquanto eu treinava e estudava. Eu não tivera tão grande necessidade e nem conseguira dar a ajuda devida. Não sei o que meu mestre pensaria se soubesse dessa luta. Isso não vai ficar assim, lutarei e daqui pra frente darei meu melhor e terei minha revanche.

Início o tratamento de Farrer e, depois de concluído, me dirijo para Freya. Escuto as palavras do nosso sargento e o máximo que consigo fazer é dar-lhe um meio sorriso, o ápice de um homem ferido. Ao terminar os tratamentos, recebo um bom agradecimento, com ele deixo-me tomar pela vermelhidão. Essa garota tá brincando comigo.

Me reúno com os outros para escutar as palavras de nosso líder. As surpresas, queixas. Não abaixo a guarda, por precaução guardo esse nome na cabeça, um possível desempate em mente. Nosso sargento pega quatro caixas, dá as ordem e marcha. Pegaria, como ele mandou, alguma das caixas, dependendo do número que sobrou. Uma divisão entre mim e Freya. Iria logo em seguida, acompanhando a M’ont Dor. Dessa vez, usaria de toma minha força de vontade para me manter atento, com o rancor, orgulho e raiva a me ajudar no combate a distração. Queria de todas as maneiras fazer de meu trabalho perfeito.

Tentaria perceber alguma outra presença inimiga e, talvez, alguma pista das tão famigeradas inimigas. Estaria pronto para lutar e, caso necessário, lutar ou obedecer ordens.


Status:
 




____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




O grito da Justiça - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça - Página 2 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
O grito da Justiça
Voltar ao Topo 
Página 2 de 3Ir à página : Anterior  1, 2, 3  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: East Blue :: Shells Town-
Ir para: