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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O grito da Justiça

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MensagemAssunto: O grito da Justiça   O grito da Justiça EmptySeg 30 Jul 2018, 16:13

O grito da Justiça

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Dan Carter. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça EmptySeg 30 Jul 2018, 17:48

Fecharia os olhos e respiraria fundo, sentindo cada batida do coração no peito. Alegria, ansiedade e medo, tudo se misturando no meu interior como um furacão. Abriria os olhos e sorriria. Por que essas reações? Pelo simples motivo de ter bem diante dos meus olhos a oportunidade de iniciar meu sonho, o sonho que é a marinha.

Foram anos de dedicação gastos em prol de um objetivo. Recordo de cada livro lido, soco dado e pensamento lançado ao ar, tudo para esse momento esperado. Mas, voltando para o planeta terra, estava na hora de ir me alistar. O problema é, não faço a menor ideia de onde encontrar alguma base da marinha. Nesse caso, iria pelo modo antigo, procurando.

Olharia ao redor em busca de alguma pista ou sinal da presença de um QG. Em caso de dúvida ou mesmo para confirmar, procuraria alguma pessoa amistosa e de aparência gentil para se aproximar e perguntar:

— com licença, por acaso você poderia me dizer onde encontrar uma base da marinha por aqui?

Falaria com toda cordialidade possível, além que, não custa nada ser educado hoje em dia.
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MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça EmptyQua 01 Ago 2018, 00:52

Decidido!





O sol brilhava em Shells Town, e como brilhava! O sentimento de serenidade e pacificidade que a cidade transbordava era quente e aconchegante. De um em um, os perseverantes cidadães da ilha levantavam-se ao som das gaivotas pelo céu.

A perseverança de fato era necessária, os habitantes da cidade por pouco tem momentos de paz, infelizmente o estado de guerra é comum no lugar. Apesar de que, a paz está sendo vivenciada como nunca nos dias atuais, será esse finalmente o sossego de Shells Town ? Se depender dos orgulhosos marinheiros do lugar pode apostar que sim!

Em meio à tamanha calmaria, um espírito jovem queima, Dan Carter é como se chama, este que está a ansiar por seu sonhos, e a marinha seria o primeiro degrau para alcança-los. Será ele a nova estrela que alcançará os corações dos mais jovens e compartilhará o desejo pela justiça ? Isso apenas o destino revelará, entretanto, a garoto já caminhava com seus próprios passos para que tal ocasião se tornasse realidade, e os sentimentos que queimavam em seu peito deixavam claro que ele não estava para brincadeira!

Por hora, o único objetivo de Dan em mente, era localizar o Q.G da Marinha que havia no lugar. O garoto sequer suou para acha-lo, bastou olhar para o centro da ilha, que logou se deparou com o "castelo", opulente e imperial, honrando com convicção o nome da Marinha, bastava agora uma curta caminhada para o começo do sonho de Dan!





Off:
 

Historico de Dan Carter:
 

06:32| Sol | Shells Town

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MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça EmptyQua 01 Ago 2018, 16:00

Onde será o QG da marinha? Talvez, mas só talvez, seja aquele enorme castelo, a construção bem no meio da ilha, com o símbolo e o nome MARINHA pintado na parede!!! Dãã, tá. Normalmente não sou tão lesado e distraído. Certo, admito, só as vezes.

Deixemos de enrolação, não posso passar mais uma eternidade parado como idiota, vamos agir. Iria direto para a base da marinha, as vezes olhando para as casas e construções, mas indo. Tomando cuidado para não esbarrar em ninguém e nem causar confusão, já basta dessas em minha vida.

Tenho que admitir que gostei da cidade, a caminhar nas ruas. Podia sentir a paz emanando das casas, ruas e vidas. Feridas que, aos poucos, cicatrizam-se pela braveza do povo e dos que o defendem. Nessas horas dá o orgulho de querer ser um marinheiro.

Iria até a marinha e, assim que chegasse, iria direto para a recepção ou algo do tipo. Caso não tenha, me dirigirei a algum guarda.

- Com licença, estou aqui para me alistar.

Diria para os guardas ou para a recepcionista. Pronto para seguir todas as ordens. Caso alguém pergunte meu nome responderia:

- Sou Dan Carter e venho de uma ilha próxima.

Faria tudo com um sorriso e com um olhar simpático. Diferente de muitos, tentaria ganhar a amizade das pessoas e me socializar o máximo, porquê não?

Talvez tivesse que esperar, não sei. Creio que aguento, mesmo que haja a possibilidade de quase morrer de tédio, mas...

Se mandassem preencher alguma ficha, faria. Colocando meu nome. De onde venho, Coconut islands. Sim, você não é o único a não saber onde “diachos” é isso, acho que quase ninguém sabe. Colocaria com certeza médico e boxeador , pontos imprescindíveis.

Estaria a dispor a ir onde mandassem e fazer o que for preciso, meu sonho não deveria ser parado.

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça EmptySab 04 Ago 2018, 22:46

O começo

do

treinamento!






Enfim Dan localizara seu alvo: o imponente Quartel General, após uma leve refletida sobre a natureza de seus atos, ele finalmente se encaminhava ao local.

O caminho, em sua maioria, havia sido bem tranquilo, Dan conseguiu admirar a arquitetura das casas e o guerreiro povo que habitava o lugar

Carter só teve um pequeno "obstáculo", um beberrão quase vomitara em seus sapatos, com os olhos vermelhos e nariz repleto de um pó branco ele gritava como se estivesse em agonia absurda, logo após se levantava e partia para os becos da cidade. Difícil saber o motivo dos sintomas do homem, mas Carter não teria tempo de alcança-lo, mesmo com as melhores intenções em seu peito.

Finalmente na entrada do Quartel, Carter percebia ainda mais a a magnificência do local, com uma torre colossal que é resguardada por um Jardim repleto de oficiais, alguns conversando, outros em uma vigilância silenciosa, estes marinheiros normalmente estavam com tempo livre, e só eram chamados em emergências próximas.

Essa visão só era possível devido aos orifícios com o símbolo da Marinha esculpidos nas muralhas do local, Carter estava na verdade, em frente a um pequeno cartório. 2 grupos de cadeiras, cada um com 36 cadeiras dispersas em um retângulo, estavam na frente da mesa dos oficiais responsáveis pelo registro de novos marinheiros, ou qualquer um que desejasse tirar dúvidas e entregar procurados.

Carter teve apenas alguns minutos roubados de seu tempo até finalmente ser escutado. Após o oficial de cabelos negros ouvir as palavras do garoto, ele replicava com extrema empolgação, mas tanta, tanta, que ainda parecia um recruta sonhador

— HÁ, ENTÃO VOCÊ QUER SER UM MARINHEIRO NÃO É JOVEM ?!! Hm... Vejo que você tem a fibra para isso... Mas só veremos a verdade durante os testes HAHA, brincadeiras a parte garoto, espero que consiga perseguir seus sonhos. Já estive em seu lugar, e admito que esse seu possível frio na barriga é muito comum, mas prometo que não dificultarei para você, se conseguir fazer tudo certo... Quem sabe não possa começar sua primeira missão logo hoje ? HAHA. Bem, bem, preencha a ficha que vou estar lhe passando e poderemos dar início à seu teste, parece que serei seu instrutor por hoje!

O homem então passava uma fichava com diversos campos para Carter. Enquanto esperava, assoviava e olhando para as paredes e quadros que estavam nela. Finalmente percebendo que o garoto terminava, o oficial pegava o formulário em suas mãos e lia em voz alta, no final dirigia-se a Carter

— Hm, um médico que luta não é ? Posso te colocar em diversos esquadrões, infelizmente vocês fazem falta por aqui HAHA... Desculpe, não teve muita graça, para falar a verdade é uma coisa triste, muitos recrutas perdem a vida ainda em suas primeiras missões por causa disto...

Uma expressão de melancolia tomou conto do rosto do rapaz após tais palavras, mas logo se recuperou para continuar a explicar os detalhes para Carter

— Bem, está tudo Ok. Senhor Carter, peço que dirija-se à sala em minha extrema direita, e espere alguns minutos ao lado de Freya, aquela ruiva próxima à porta, ele será sua parceira de treino. Política minha, estou certo que um dia o Q.G a colocará como padrão para o treino de todos os recrutas novos HAHA. Enfim, vocês terão que limpar um dos banheiros daqui como primeira fase do treinamento, certo ? Avise para sua companheira também, é a primeira porta à esquerda, todos os utensílios necessários já se encontram no local, quero o lugar brilhando. A propósito, me chamo Clark, boa sorte recruta!


Para seguir seu treinamento, bastava Carter seguir algumas ordens a partir de agora. Seu possível obstáculo ? Uma jovem ruiva com fervor em seus olhos e mal-humor estampado no rosto.

Quando Carter entrasse no banheiro ele perceberia um ambiente realmente caótico, será necessário muito esforço e tempo para limpar o local.





Off:
 

Historico de Dan Carter:
 

Freya:
 
Clark:
 


06:59| Sol | Shells Town

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MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça EmptyDom 05 Ago 2018, 14:15

Legal, eu estou andando no meio da cidade, despreocupado e, do nada, um louco quase vomita em mim.  Acho que aquele cara deve ter fumado algum “bagulho” brabo, mas deixando a brincadeira de lado, não posso dizer que não fiquei preocupado. O homem bem a minha frente cai, de olhos vermelhos e de nariz com pó. O mesmo se levanta e se embaralha pelas vias e ruas, antes mesmo que eu o ajude ou lhe de um “cascudo”.

Continuo caminhando, a imagem do homem ainda presa na minha mente. Marteladas que me faziam pensar no quanto as pessoas precisam de ajuda, mesmo que não peçam. Eu sei muito bem que não poderia fazer nada por ele e, mesmo que eu tentasse, não conseguiria nada, mas isso não me impede de ter a vontade de fazê-lo.

Infelizmente, eu não tinha mais tempo a gastar.  Chegando mais perto da base, soltava as grades e deixava as ideias, como passarinhos, voarem. Dizendo ao mundo que eu ajudaria tantos quanto pudesse.

Chego ao meu objetivo e vejo os jardins, construção e oficiais dispersos e a conversa.  Aquilo é incrível, não posso negar. De boca aberta, de admiração, observo cada área e pessoa. Certo, juro que não babei, tá! só um pouco.  Sem perca de tempo vou em direção do cartório e dou de cara com a mesa de alistamento. Não tive que esperar muito tempo, sério! que surpresa. Não sei se aguentaria uma demora muito grande, vamos dizer que sou um pouco inquieto.

Olho para o instrutor do teste, um cara de cabelos pretos e de uma fala bem simpática, tenho minhas dúvidas quanto a sua sanidade, mas deixemos isso pra lá. Escuto atentamente as suas palavras e me sinto envolto por um cara tão sonhador quanto eu próprio, gostei desse cara. Sorrio e balanço a cabeça concordando com o que ele fala. Logo em seguida, ele me entrega uma ficha que eu rapidamente preencho e devolvo.

Escuto as suas próximas palavras e concordo. Pera, tem poucos médicos na marinha? Sério? Jurava que era lotado, não sei de onde me saiu essa ideia. Dava pra fazer um SUS marinha.

— Estou aqui para ajudar. Diria ao escutar seu tom melancólico sobre as mortes de marinheiros. Realmente, me toca a ideia de ter companheiros abatidos em combate e isso é algo que eu não ignoraria.

Ele termina seu discurso e eu tenho uma nova parceira de teste, o nome do instrutor e uma tarefa a fazer, ótimo. Olharia para a garota que se chamava Freya e me aproximaria dizendo.

— Olá, você deve ser a Freya, eu sou Dan Carter é um prazer conhece-la — Digo em uma saudação gentil e, logo em seguida, continuaria dizendo — a nossa tarefa é limpar o banheiro, vamos?

Escutaria o que ela diz, suas palavras, frases e talvez insulto. Iria sem perca de tempo em direção dos banheiros na segunda porta a esquerda, sem erros. Ao chegar ao banheiro diria novamente para a garota:

— eu fico com o piso e você com as paredes, quem terminar primeiro ajuda o outro.

Imediatamente iria para a ação e, meu Deus, que ação seria. Será que posso classificar o banheiro como chiqueiro? Talvez, mas só talvez.  A primeira ação seria a retirada de qualquer lixo que pudesse haver no local, desde papel higiênico jogado no chão ou outra coisa que não deveria estar ali, e coloca-los diretamente no lixo. Em seguida, usando uma vassoura tentaria retirar a sujeira e casas de aranha do teto, para depois varrer e retirar a sujeira do chão. Com a vassoura na tentativa de retirar o “grosso” da sujeira. Abrindo o espaço para a ação de panos e água.

Terminado com a vassoura, passaria um esfregão com uma mistura de mistura de água quente, sabão e água sanitária. Tentaria fazer uma boa limpeza, tentando deixar o mais belo e limpo possível. Para terminar jogaria água para retirar o sabão e alguma sujeira que tivesse sobrado.

Tentaria fazer tudo de maneira dedicada, evitando molhar ou sujar sem querer a minha colega. Caso eu termine antes dela iria ajuda-la nas tarefas que ainda não tivessem sido feitas. Daria o meu melhor em uma tentativa de passar pelo teste da marinha.
Status:
 

off:
 
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Sasaki Kojiro
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MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça EmptySex 10 Ago 2018, 12:26


I - NARRAÇÃO
DAN CARTER

Carter caminhou em direção a Freya com um certo receio. O semblante da jovem não era nada amigável mas como um passe de mágica a situação mudou. A saudação gentil do jovem Carter conseguiu despertar no rosto da jovem de cabelos alaranjados um sorriso tímido, que vem a desaparecer segundos depois. — Olá, Carter, o prazer é meu. A jovem respondia enquanto ajeitava suavemente uma madeixa que atrapalhava a sua visão. — Sim, infelizmente teremos que ordenar essa bagunça. Respondia Freya, retornando com o seu mal humor habitual. Ambos então se dirigem ao banheiro que encontrava-se na primeira porta á esquerda. E já na porta o odor fétido no local era eminente. Ambos tiveram que levar as mãos até os seus narizes para poderem suportar permanecer naquele local.

— Com certeza mataram alguém aqui dentro.. Falava Freya em tom irônico e engraçado por estar com o seu nariz tapado. Essa era uma tarefa destinada somente aos ingressantes, dolorosa mas suportável, digamos. Freya foi a primeira a ingressar e com um movimento rápido, retira o cinto que abraçava a sua cintura e rasga uma parte do pano da sua blusa, deixando à mostra o seu abdômen definido. Em seguida coloca o pano em volta do seu rosto, deixando a mostra apenas os seus olhos, fazendo um nó próximo a nuca. — Eu fico com o piso e você com as paredes, quem terminar primeiro ajuda o outro. Afirmou Carter, que ao receber um sinal positivo admirou por certo tempo a jovem que se dirigia em direção ao material de limpeza, colocados no centro do banheiro. Enquanto isso Carter, movendo-se agachado, alcançava com as mãos nuas todo o lixo que havia e colocava-os em uma grande lixeira que estava próxima a porta por onde eles haviam entrado. Após concluir a primeira etapa da limpeza o jovem caminhou até Freya, que estava preparando uma espécie de líquido, que seria utilizado para retirar as sujeiras inacessíveis.

Carter apenas observou os rápidos movimentos da jovem e colocou o seu foco na vassoura que estava próxima ao material de limpeza. E utilizando a vassoura como meio, Carter conseguiu retirar todas as teias de aranhas encontradas nos cantos do teto, ao tempo que saltavam em seus olhos as partículas de poeira. A estatura física do jovem auxiliou na conclusão da tarefa. Em seguida colocou seus esforços para retirar a poeira agora presente no piso do banheiro, varrendo-as com calma para não espalhá-las. Enquanto isso, Freya já estava em um nível avançado em sua tarefa. Suas hábeis mãos moviam-se da esquerda para a direita, de cima para baixo, com muita velocidade, sobre a extensão da parede. Para retirar a sujeira a jovem utilizava uma flanela contendo o líquido que ela mesmo havia preparado anteriormente.

O fétido odor permanecia e parecia ficar cada vez mais forte e insuportável. — Esse horrível cheiro vem de dentro dessa cabine! Freya parava a sua limpeza para apontar com o seu indicador a direção certa da cabine. Instantâneamente uma voz grossa e audível ecoa de dentro do local. — BARARARARAARARARARA. Perdão jovens. Eu estava apertado e esse foi primeiro banheiro que encontrei! BRARARARA.. Um ser descomunal saia de dentro da cabine, abrindo a porta com o leve esforço do seus grandes dedos. — Infelizmente eu estava á muitos dias sem fazer minhas necessidades, e além do mais comi alguns porcos antes de vir pra cá, assim que vocês devem entender! RARARA. Prosseguiu enquanto tratava de retirar com dificuldades todo o seu corpo de dentro da cabine. Aquele ser possuía aproximadamente 3 metros, o que o obrigava a inclinar-se para poder não encostar sua cabeça no teto. — Me chamo M'ont Dor. Prazer em conhecê-los. O ser de cabelos brancos já saia do local mas subitamente interrompeu a sua caminhada, fazendo-o voltar os seus olhos para a dupla, que agora estavam próximos um ao outro. — Eu estava observando o trabalho de vocês desde o começo, já que os meus olhos ultrapassam o limite da cabine. Gostei do que vi! Ambos parecem estar saudáveis e em boa forma física. Fazia uma pequena pausa para admirar a beleza da jovem Freya. — Prosseguindo. Isso aqui não é tarefa para vocês! Pessoas com qualificações e com vigor devem ir para a linha de frente. Venham comigo e tenhamos uma avaliação ao nível de vocês. Gesticulava com suas mãos para que a dupla o seguissem.

Ao estarem na porta do banheiro, M’ont Dor chamou a atenção para um detalhe. — Por sinal, sou o Sargento da primeira divisão de cadetes de Shells Town. E posso arriscar que vocês foram ordenados a realizar essa tarefa pelo Sargento Clark! Aquele sujeito não mede esforços para encher o seu ego. RARARARARABAARA. M’ont Dor concluía saindo do local, cruzando a sala onde Carter havia preenchido os papéis para ingressão e chegando até a entrada do QG. Clark já não estava mais presente no local, com certeza havia sido chamado para atender alguma urgência. — Ah, e ele é o Sargento da terceira divisão de cadetes, uma divisão muito honrosa, mas com pouca disciplina. Enfim, iremos até a costa. Tenho uma boa tarefa para vocês dois! M’ont Dor terminava as suas afirmações sobre o Clark sem cogitar ouvir as respostas ou dúvidas que os jovens tivessem, onde ambos apenas o seguiam passivamente.


Histórico:
 

Off:
 


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MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça EmptySex 10 Ago 2018, 15:23


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Novos Caminhos

Rumo a costa
Fico feliz de ter conseguido o feito de fazer Freya sorrir, digamos que me enganei quanto a sua personalidade.  Dou um bom sorriso ao vê-la sorrir e balanço a cabeça de maneira afirmativa em respostas ao que ela dizia. Vamos para o bainheiro e, meu Deus, que bagunça. Olhando para minha companheira, dou uma risada de seu comentário, olha ai alguém se soltando.

Iniciamos o trabalho e Freya é a primeira a entrar e, pra minha surpresa, ela retira o cinto e rasga a blusa deixando a barriga de fora, que gata não posso mentir dizendo que não fiquei de boca aberta e sim, fiquei com cara de idiota. Tá! vamos focar no trabalho que é melhor. Começamos a limpeza e para minha surpresa as coisas se desenrolam mais fáceis do que eu pensava.

— Esse horrível cheiro vem de dentro dessa cabine!

Diz minha companheira, eu paro ao escutar e pra minha surpresa um homem enorme e, bota enorme nisso, aparece do banheiro. Ele sai do banheiro e agora nós descobrimos o cheiro de bicho morto.
— BARARARARAARARARARA. Perdão jovens. Eu estava apertado e esse foi primeiro banheiro que encontrei! BRARARARA... Infelizmente eu estava á muitos dias sem fazer minhas necessidades, e além do mais comi alguns porcos antes de vir pra cá, assim que vocês devem entender! RARARA.

Olharia para ele surpreso e, reprimiria a vontade de perguntar se ele precisava de uma consulta, porque depois desse cheiro... logicamente, não diria isso e só olharia para ele com um sorriso simpático. Faria uma pequena e rápida cara de espanto ao perceber que o homem possuía não menos que 3 metros e que precisaria se abaixar para sair do pequeno banheiro, e eu pensando que era grande.

— Eu estava observando o trabalho de vocês desde o começo, já que os meus olhos ultrapassam o limite da cabine. Gostei do que vi! Ambos parecem estar saudáveis e em boa forma física. Prosseguindo. Isso aqui não é tarefa para vocês! Pessoas com qualificações e com vigor devem ir para a linha de frente. Venham comigo e tenhamos uma avaliação ao nível de vocês.


Ele diz e depois saindo, nos chama para segui-lo. Não relutaria e o seguiria, acho que qualquer coisa é melhor que limpar o banheiro.

— Por sinal, sou o Sargento da primeira divisão de cadetes de Shells Town. E posso arriscar que vocês foram ordenados a realizar essa tarefa pelo Sargento Clark! Aquele sujeito não mede esforços para encher o seu ego. RARARARARABAARA.

— sou Dan Carter e me alistei a pouco tempo. Diria para o sargento a minha frente. Tentaria colocar um tom de respeito nas palavras.

— Ah, e ele é o Sargento da terceira divisão de cadetes, uma divisão muito honrosa, mas com pouca disciplina. Enfim, iremos até a costa. Tenho uma boa tarefa para vocês dois!

— Sim senhor. Digo com reverencia e o sigo para onde ele fosse, faria o que ele mandasse e obedeceria prontamente as ordens.

objetivos:
 

Status:
 



Você pode escolher qual caminho seguir, mas seja ele qual for, uma coisa é certa...
Suas escolhas.
Suas consequências.
Sol Vessoni

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MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça EmptySab 11 Ago 2018, 22:35


II - NARRAÇÃO
DAN CARTER

O sol pairava no horizonte. Enquanto desciam em direção a costa, Carter olhava para o terreno plano que era varrido por uma brisa que vinha do sul. — Não nos apresentamos direito. Meu nome é Freya, tenho 19 anos. E você, quantos anos tem e quais são os seus objetivos dentro da Marinha? Freya perguntava enquanto caminhava admirando o céu, sem olhar nos olhos de Carter. Por sinal a jovem já havia removido o pano que cobria o seu rosto, deixando em algum trecho durante a caminhada. Mas seguia com a sua barriga exposta. Carter revezava a sua atenção com as afirmações de obediência ao Sargento M'ont Dor e aos questionamentos de Freya. O gigantesco M'ont Dor parava de falar por alguns instantes para poder pôr os ouvidos nas respostas do jovem. Há muito tempo a Marinha atria sonhadores e desajustados de todos os tipos, gente que acha que o poder de carregar uma farda irá preencher todos os vazios de sua vida. Porém o sistema era um local que não perdoava erros, e que não dava a mínima para a esperança ou desejo.

— Sabe, eu já fui como vocês. Relata o Sargento, agora usando uma fala arrastada e tolerável. — Eu agradecia por poder acordar todas as manhãs e poder correr até a janela a tempo de presenciar a marcha matinal dos soldados e comandantes do QG. Eu queria ser como eles. Respeitado e poderoso. Mas infelizmente nem tudo é como parece! RABAARARARA. Sua agitação e falta de bom senso haviam retornado, junto com o seu tom de voz inconfundível. — O SISTEMA TE COME VIVO SE VOCÊ BOBEAR! Você deve estar sempre ativo e disposto a dedicar a sua alma, nem que seja para salvar a vida de uma única pessoa, seja ela de boa índole ou não. M’ont Dor conseguia chamar à atenção de todas as pessoas que caminhavam tranquilamente pela rua de pedras. Mas elas não se incomodavam com a gritaria, pelo contrário. Elas admiravam e reverenciavam a passagem do Sargento. Algo que beirava a crença ou uma religião. Para aquelas pessoas, M’ont Dor era um herói, um ser inquebrável e incorruptível. O Sargento apenas acenava e sorria para as mais céticas, demonstrando que aquele era um cenário habitual.

A conversa serviu para diminuir a tensão e o tamanho do percurso, já passando pelos últimos chalés de madeira espalhados pela cidade. Quando se deram conta já estavam na parte onde não havia mais pavimento, apenas terra deteriorada, que mais na frente virava areia. M’ont Dor inspecionou Carter e Freya com os olhos, dos pés a cabeça. Os jovens estavam levando poucos equipamentos, insuficientes para as condições da tarefa que ele estava prestes a dispor. As vestes de Carter aparentavam estar velhas, bastante desgastadas. Assim como a da jovem Freya. Colocando uma das mãos dentro da camisa, o Sargento alcançou um par de manoplas de ferro bem simples e um pouco desgastadas. —Tome. Afirmou colocando o equipamento diante de Carter, para que o jovem pegasse. — Creio que caberá nos seus dedos. Infelizmente não posso usar porque, como já deve ter percebido, os meus dedos são enormes! RARARARA ARAA. Faça bom uso, eram do meu filho. M’ont Dor terminou a frase tragando uma saliva seca deixando o equipamento nas mãos de Carter, e logo assumindo uma postura antissocial, com os braços cruzados.

— Então, eu vos trouxe aqui para realizar a seguinte tarefa. M’ont Dor olhava em direção a costa marítima, onde estava localizado um dos vários portos da Marinha. — Dentro de alguns minutos chegará um carregamento de couros que será trasladado para o outro extremo da Ilha, onde está a fábrica de fardas. A tarefa de vocês é simplesmente ajudar na locomoção desse material. Ele está evaluado em grande valor, portanto não podemos perdê-los em hipótese alguma. O Sargento concluía os detalhes retirando de um dos seus bolsos um grande papel dobrado e entregando para Freya. — Esse é o mapa da cidade. A fábrica de fardas da Marinha está localizada no lado esquerdo da Awa’s Shell, no Nordeste. E nós estamos aqui... Colocava o seu grande dedo sobre o mapa aberto nas mãos da jovem. — No Sudoeste. Ainda com o dedo sobre o mapa, o Sargento passava as explicações. — Vocês terão 3 rotas. Ou poderão ir por uma das duas extremidades da ilha ou poderão ir pelo centro, mas isso custará mais tempo pelo fato de possuir maior quantidade de pessoas caminhando no centro da cidade, principalmente nesse horário. Fica a critério de vocês. O Sargento terminava a explicação acenando para uma dupla de marinheiros que se aproximava da costa, provavelmente os responsáveis por receber a embarcação que já surgia no horizonte, deixando um rastro de fumaça no céu anil.

— Por sinal, qual o seu nome rapaz? Eu sei que a jovem se chama Freya, mas esqueci de perguntar o seu. O Sargento esperava a resposta com certa impaciência. Após responder, M’ont Dor daria sua última ordem antes de se retirar. — Então, Carter. Você será o responsável por liderar essa equipe. Você me passa segurança. Aqueles dois marinheiros já estão cientes sobre a situação mas não contavam com a chegada de vocês, portanto quero que se dirijam até eles e repassem as informações. Neste momento tenho outro afazeres, agora em diante está tudo nas mãos de vocês. Boa sorte nessa primeira etapa real de treinamento! RARARARA. - — Sim senhor. Afirmou Carter. O Sargento se retirava a passos rápidos, onde em questões de segundos desaparecia de vista.


Histórico:
 

Mapa da Cidade:
 


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Dan Carter
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MensagemAssunto: Re: O grito da Justiça   O grito da Justiça EmptyDom 12 Ago 2018, 14:41


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A Muralha de Ferro

A Primeira Missão
Respiraria fundo, sentindo o ar entrar e penetrar os pulmões. Sorriria e aproveitaria a brisa que me abraçava. A paz, era isso que eu sentia e aos poucos aquilo era o que desejava entregar a todos.

Freya arrancar-me-ia de meus pensamentos com suas palavras, olharia para ela com um sorriso. Com calma diria — O meu é Dan Carter, tenho 18 anos. Bem, eu quando pequeno fui salvo pelo vice-almirante, Gildarts. Falaria e depois continuaria rindo — Acho que o que quero é chegar tão longe quanto ele e salvar o máximo de crianças indefesas que puder.

Olharia para seu rosto, evitando ao máximo olhar para sua barriga, que não era nada feia e que sim, estava me deixando desconcertado. Era estranho falar isso para alguém, as únicas pessoas que sabiam desse sonho eram meus pais e algumas pessoas da minha minúscula ilha. Tomaria um pequeno susto ao escutar as palavras do Sargento, escutaria, as palavras me incendiava por dentro. “Sim, eu farei e chegarei o mais longe puder”, pensaria com o rosto levantado para o céu, “salvarei a todos que puder”.

Admiro a aura que o Sargento passava as pessoas, o respeito, a confiança e a paz. Uma muralha de ferro, que os protege do mal e eles confiam nisso. É isso, serei exatamente isso, uma muralha de ferro. Nós continuamos andando até darmos de frente para a costa, areia, sol e mar. Meu superior entrega-me uma manopla. Pegaria a manopla com o coração a palpitar, aquilo que eu desejava. Ao colocar na mão testaria dando dois socos no ar, sentindo o peso e a força do movimento.

Ao terminar prestaria atenção nas palavras do marinheiro veterano. Escutaria, fazendo força para não me distrair, não muito. Sabia a importância da missão ou pelo menos o valor dela. Um carregamento de couro para entregar em uma fábrica no outro lado da ilha. No final meu comandante pergunta meu nome e eu responderia — Sou Dan Carter, senhor! Diria com respeito.

Escutaria o resto de suas instruções, responderia com mais um sim, senhor. Depois que ele saísse olharia para Freya com um sorriso e diria — bem, então agora somos oficialmente marinheiros. Diria rindo.

Iria em direção dos outros marinheiros e diria.

— Olá, sou Dan Carter. Eu e minha companheira Freya fomos encarregados de ajudar vocês com a missão da entrega do couro. Diria calmamente, olhando para eles. Falaria com voz calma e amigável, mas com força e tentando passar uma aparência de força, na tentativa de ganhar o respeito e os fazer obedecer. Olhando para o mapa continuaria apontando com o dedo a rota a seguir — Nós iremos pegar o as mercadorias e iremos até a fábrica do outro lado da ilha. Vamos seguir pela extremidade da ilha, evitando o movimentado centro, pelo caminho norte e noroeste. Iremos todos juntos em uma espécie de formação, eu irei na frente de olho no caminho e obstáculos, vocês dois vão atrás de mim um do lado do outro levando as caixas e a Freya vai na retaguarda cuidando de nossas costas. Pode não ser uma grande missão, mas é importante levarmos para lá sem grandes imprevistos.

Terminaria e olharia para eles esperando, caso houvesse alguma pergunta. Esperaríamos a chegada das caixas. Assim que chegassem iria junto com os dois marinheiros descarregar, enquanto isso daria ordem para Freya para ficar em posição e vigiar os arredores coso houvesse algum intruso ou imprevisto. Assim que terminássemos seguiríamos o plano já dito, tentaríamos andar rápido, ao mesmo que, respeitando os a velocidade dos marinheiros que estavam com peso para não forçar.

Iria andando na frente, atento para qualquer imprevisto, ladrão ou qualquer tipo de empecilho. Pronto para lutar e defender as caixas e cumprir bem a minha primeira missão.


objetivos:
 

Status:
 



Você pode escolher qual caminho seguir, mas seja ele qual for, uma coisa é certa...
Suas escolhas.
Suas consequências.
Sol Vessoni

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Última edição por Dan Carter em Qua 15 Ago 2018, 19:37, editado 1 vez(es)
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