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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Experimento 01

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MensagemAssunto: Experimento 01    Experimento 01  EmptySab 28 Jul 2018, 14:56

Experimento 01

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Gizmo. A qual não possui narrador definido.


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Hellfire
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MensagemAssunto: Re: Experimento 01    Experimento 01  EmptyTer 31 Jul 2018, 00:18

1. gizmo, o goblin

Com seus gigantes 25 centímetros Gizmo andava a passos apertados por Las Camp, seu jaleco tinha mangas e bordas chamuscadas, ele próprio exalava cheiro de fumaça, talvez fosse por ter, sem querer, explodido o laboratório em que trabalhava aquela manhã, talvez as marcas fossem das duas vezes anteriores em que isso aconteceu.

Graças aos riscos e a sua personalidade um tanto incomum, que costumava a rir histericamente tanto após um sucesso quanto depois de um fracasso, a maioria das pessoas evitavam trabalhar com ele em sua pesquisa para aperfeiçoar o KBAM-V8, o biocombustível a base de algas que lhe havia rendido o doutorado, mas que, devido a uma mudança na forma com que as algas da região se desenvolviam, havia se tornado um tanto instável. Gizmo adorava a instabilidade...

Ao ver uma pessoa naquela cidade falaria em um tom audível - Ei! Pernudo! Aqui em baixo! Sabe onde eu encontro os correios? - Depois ouviria atentamente e agradeceria. Se a primeira pessoa não soubesse perguntaria a proxima e assim por diante.Continuaria andando até o local indicado observando como a cidade estava, sem muito foco, apenas para ver se algo aguçava sua curiosidade cientifica. Seu sorriso era largo, até mesmo levemente perturbador, e, apesar de algumas pessoas se assustarem quando o veem, Gizmo pouco se abalava.

Ao chegar no local indicado, se estivesse tudo bem, ele procuraria uma forma de subir até o balcão, seja arrastando caixas, cadeiras ou até mesmo escalando uma pessoa, não se importava muito com o consentimento da pessoa. Se não achasse alguma forma de chegar lá em cima ficaria ao pé do possível balcão falando – EI! Me sobe! Me sobe! EI! Me sobe! Ei! Ei! Me sobe!... – Até que alguém o visse e fizesse o que pedia. Falaria ao funcionário de lá assim que o encontrasse – Eu preciso enviar uma carta para Toroa, como eu faço?

Observações:
 
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MensagemAssunto: Re: Experimento 01    Experimento 01  EmptyQua 01 Ago 2018, 17:41

O sorriso

da loucura!

Las Camp, a cidade das oportunidades! Ciência, loucura e crime andam de mãos dadas nesse lugar, este terceiro que está cada vez mais frequente. A recente onda de roubos e assassinatos vem chocando os moradores do lugar, que não conseguiram sossego desde o maior incidente que já ocorrera na ilha, "O Ataque da Deusa da Morte", que causou uma enorme perda no campo de pesquisa da ilha: 2 dos maiores pesquisadores já não mais expandem as vastas bibliotecas do lugar, um está morto, o outro largou totalmente a carreira cientifica.

Com vagas abertas, mais e mais nomes no ramo das pesquisas surgem, uma cadeira na mesa dos melhores é tudo que desejam, a fim de firmarem seus nomes na história.

Em meio a tantos estudiosos da ilha, um se destaca, não por seu vasto conhecimento ou renomados trabalhos, apesar de possuir certa fama no lugar, o que realmente faz Dr. Gizmo Geringoza se sobressair em relação aos outros não é nada além de sua aparência "peculiar" e seu gosto pelo caos. Devido a tais características, o doutor mal tem amigos no lugar, poucos tem a vontade de ferro para aturar seus maneirismos e suas costumeiras explosões.

Um leve chuvisco pairava sob a manhã de Las Camp, nada muito prejudicial, mas o suficiente para tirar os mais delicados das ruas. Contudo, não era bem assim com Gizmo, chuva ? Como se isso fosse abalar um sujeito que tinha as roupas marcadas por explosões.

Por hora, o anão buscava apenas encontrar os correios da cidade, a fim de contactar com seus conhecidos, e um provável, ídolo, talvez ? Não importa, sem qualquer timidez, o cientista perguntou para cada sujeito que via sobre os correios, a grande maioria passou reto, seja porque não viram o pequenino, seja porque estavam muito ocupados para se preocupar com um estranho qualquer, coloque estranho nisso!

Após poucos minutos, um sujeito alto, com trajes e cabelo bem relaxados, finalmente parava em frente a Gizmo

— Ahn ? O que foi... Lagartixa ? Correios ? É, tudo bem, posso te levar até lá, eu já estava indo para o local de forma ou outra, só tente não morder meu joelho HAHAHAHA. Alias, me chamo Marvin, prazer quem quer você seja.

O rapaz continuava sua trilha, as vezes dava uma fitada no rosto de Gizmo, mas parava logo em seguida, quase sempre solta algumas palavras após a ação

—Estranho...

Não demorou muito para chegar no lugar, o guia foi em frente a um dos balcões, e logo em seguida, Gizmo ia no outro que estava livre. Ficando em pé na cadeira em frente a ele, o doutor finalmente fazia seu pedido, que com muita simpatia, era respondido pelo funcionário do local, um amistoso senhor com um farto bigode e inchado nariz

— Bom dia... Calango ? Toroa, não é ? Sem problemas haha. Sabia que eu tenho um sobrinho que morá lá ? Grande garoto. A mãe quer se tornar Marinheiro como o pai, mas ei, é bom não contar para ela que o garoto sempre foi um pouco mais inclinado para a vagabundagem haha, com certeza o pequeno velejará pelos mares, livre como um pirata!

O senhor então apenas encarava Gizmo sorrindo, e após alguns segundos continuou

—Ah, sua carta, claro! Perdão, sempre me empolgo quando falo do garoto, ser pirata era meu sonho de criança sabe ? Mas vamos lá, você já tem a carta em suas mãos ? Caso não pode começar a faze-la no balcão ao lado, onde está aquele rapaz de óculos. Com ela terminada basta envelopar e colocar o selo que enviarei para a central. Mas se já estiver com tudo aí basta entrega-la para mim que está tudo certo.





Off:
 


7:34| Chuvisco| Las Camp

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MensagemAssunto: Re: Experimento 01    Experimento 01  EmptyQui 02 Ago 2018, 03:16

2. CARTAS

- Prazer, Doutor Gizmo Geringonza, e eu não sou uma lagartixa, sou um gênio ok? – Respondeu a para Marvin antes de seguir com ele – Mas obrigado pela ajuda... Marvin pernudo.

...

Já nos correios sorriu para o funcionário visivelmente animado ao falar do sobrinho, Gizmo sorria olhando para o nariz do homem, um sorriso de quem não fazia ideia do que o homem falava, estava mais interessado em saber onde terminavam os pelos do nariz do e os do bigode começavam... isso até que foi chamado de calango. – Eu não sou um calango, sou um gênio ok? – o pequenino odiava ser subestimado, mas não foi ríspido, apenas assertivo. Deu os ombros e desceu da cadeira indo até a mesa onde se escreviam as cartas.

Gizmo se colocaria sobre a folha de papel, uma caneta comum era pouco menor que ele, então o ato de escrever uma carta no tamanho que um humano leria se assemelhava aos movimentos feitos para remar, o estudioso goblin estava acostumado a isso. As cartas eram endereçadas a sua matriarca, aquela que geralmente mandava mensagens sobre o que acontecia com sua família, de quem Gizmo era muito próximo, e ao Dr. Charles, um conhecido que foi a fonte de inspiração para a atual pesquisa em que estava aplicado. Depois de escritas Gizmo enveloparia e colaria os selos, entregando em seguida para o funcionário  – Muito obrigado...

Sairia do correio, de preferencia por uma janela, e andaria entre os possíveis pernudos até o setor comercial de Las Camp, sempre olhando ao redor para ver se algo despertava sua curiosidade. O anão parecia alheio a criminalidade da cidade sem demonstrar qualquer medo apesar das historias sobre "o ataque da deusa da morte". Na verdade ele sequer se deu o trabalho de ouvir essa historia inteira, sentia apenas arrependimento de não ter ido para Las Camp antes, ele adoraria ter conhecido Daiki quando ainda vivo.

Ao chegar em um café daria procuraria uma cadeira ou caixa para empurrar para subir até o balcão - Eu preciso de um café forte, por favor! - diria la de cima, esperando seu café da manha, enquanto observava se existiam pessoas ao redor e oque elas estariam fazendo. Estava curioso sobre o que as pessoas falavam na cidade, as vezes isso gerava ideias na mente do pequenino, e qualquer ideia que o fizesse esquecer que teria que falar com os responsáveis pela universidade sobre a explosão do laboratório era valida para ele. Estava particularmente curioso sobre o laboratório de pesquisa e sua maquina voadora.

Carta endereçada à Dr. Charles:
 
Carta endereçada à Abgail Geringonza:
 
Observações:
 
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MensagemAssunto: Re: Experimento 01    Experimento 01  EmptyDom 05 Ago 2018, 01:11

Café

das 6

Finalmente Gizmo começava a fazer sua carta, caneta na mão — Quase nos braços — E papel na mesa, só bastava ele pensar no que escrever e como se expressar da maneira correta.

Não foi nem um pouco trabalhoso, palavras fluíam com facilidade pelas mãos de Gizmo, que logo terminara suas duas cartas.

A primeira seria endereçada a sua amada mãe, apesar de carregar consigo um sentimento de lástima e tristeza, uma possível esperança também surge junto com todo o resto, e sua mãe não podia esperar para finalmente receber mensagens de seu sumido filho.

Contudo, a segunda fora enviada ao renomado Dr. Charles. A carta estava repleta de adendos e questionamentos sobre os próprios experimentos de Gizmo, o Anão encontrava-se em um real impasse, com sua pesquisa em sérios riscos, e uma ajuda de seu antigo mentor seriam de extremo auxílio.

Envelopadas e seladas, as cartas logo foram entregues para o funcionário do estabelecimento, que com um sorriso de orelha a orelha, guardou a carta com todo cuidado possível

— Não há de que Senhor gênio haha, volte sempre que quiser enviar uma carta ou colocar a conversa em dia! Apesar, me chamo Stephen, muito prazer!

Stephen logo acena felizmente para Gizmo vendo o Anão saltar pelas janelas, o fato dele não usar a porta nem sequer pareceu incomodar o funcionário.

Gizmo então andava pelas ruas, a chuva havia estiado faz alguns minutos, então ainda era possível apreciar o orvalho sobre as plantas e chorume sobre as valas. Tudo que ele queria era algo intrigante o suficiente para saciar sua ávida sede por novidades. Contudo, nada de especial ocorreu pelas ruas em que passava, talvez pelo horário, talvez pela extrema quantia de marinheiros procurando, sendo um ou outro, é certo que a cidade estava vivenciando um de seus piores momentos.

Em seu destino, Gizmo pedia por um café forte, que logo fora dado pela garçonete loira, dona de um curto e improvisado rabo de cavalo. Inexperiência com certeza era o forte do garota, que sequer conseguia anotar o pedido do doutor e falar com ele ao mesmo tempo. Logo a garota berra em direção à cozinha

— SAINDO CAPUCC- DIGO, SAINDO CAFÉ FORTE!

Ele então virava-se para Gizmo e o conduzia a uma mesa desocupada. Era um local com clima tranquilo e pacífico, o café em céu aberto possuía um pequeno jardim com as mais diversas plantas para bloquear passagem para a rua, e no caso de chuva cada mesa havia um guarda sol associado.

— Desculpe-me por qualquer inconveniência senhor, a conta será de 20.000, digo 2.000 berries, e cobraremos quando desejar, só peço que não saia sem pagar... D-Desculpe, n-não quis insinuar nada, e-estou indo!

A atendente logo retornava a seu balcão a espera de outros clientes.

Encarando bem o balcão, Gizmo poderia perceber um detalhe especial: havia um pato de borracha nele — E que pato — Ele era totalmente dourado, chegava à  reluzir, fazendo os mais crédulos duvidarem se seu material era mesmo borracha, em seus olhos haviam óculos de sol, totalmente negros e espelhados, que refletiam fortemente cada raio de sol que incidia neles.

Contudo, qualquer devaneio sobre o "brinquedo", fora interrompido no momento em que uma dama trajada com um jaleco entrou na visão de Gizmo, logo ela pegava seu café com antecedência e sentava-se uma mesa ao lado dele, abrindo um jornal e folheando-o, e degustando de seu café.

Gizmo não era o único no local, havia mais uma duzia de pessoas espalhadas pelos assentos, e a estranha mesmo assim conseguiu pular a vez de todos.





Off:
 


8:42| Nublado| Las Camp

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MensagemAssunto: Re: Experimento 01    Experimento 01  EmptySeg 06 Ago 2018, 23:45

3. JONAS!

O pequeno bebeu o café rapidamente, sua natureza não admitia desperdício de tempo com coisas mundanas como a alimentação, a cafeína e o calor, no entanto, eram pequenos prazeres numa manha fria. Achou a garçonete engraçada, mas evitou rir, apostando consigo mesmo se ela erraria o pedido. Seja qual fosse o resultado, ele ganhou.

Seus olhos passeavam entre as pessoas na fila “nada interessante, que desperdício de manhã...” e então ele o viu, em toda sua gloria – JONAS, TE ACHEI! – exclamou, ignorando que o seu patinho anterior era branco com uma cara de mau, não dourado de óculos escuros – Pelo senhor da elasticidade! Como que o Jonas foi parar lá em cima – falava como se não houvessem pessoas em volta. Ele se preparou para saltar em direção ao balcão, correu e... Viu uma mulher de jaleco? O susto por achar que aquela era Nia, a sua “chefe” o faria tropeçar e cair no chão. Independentemente de quem fosse a mulher ela havia chamado sua atenção.

Gizmo arrastaria a cadeira até o balcão e subiria até ele, em seguida iria até o patinho de borracha e pegaria para si – Finalmente te achei! – se alguém falasse algo ele perguntaria Quanto você quer pelo Jonas? – e pagaria se não fosse muito caro (até 5.000 acredito) – e isso é pelo café... VIU MOÇA! – gritaria à garçonete enquanto colocava o dinheiro no  balcão. Em seguida pularia do balcão, se estivesse com o Jonas o usaria para amortecer a queda, caso contrario só pularia, um tontatta, tal como um gato, raramente chega a velocidades de queda que machucam devido ao seu pequeno peso, física simples.

Subiria, então, por uma cadeira até a mesa da mulher de jaleco.
Se fosse Nia ele rapidamente começaria – Seja lá o que te falaram que eu fiz, te garanto que não fui eu, o laboratório tava pegando fogo quando eu cheguei lá – as palavras não passariam muita confiança, e o sorriso insano de quem adorou ver tudo explodir menos ainda.
Se fosse outra pessoa, alguém que ele não conhecesse, o pequeno se apresentaria – Olá, eu sou o doutor Geringonza, você trabalha em algum dos laboratórios da universidade?

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MensagemAssunto: Re: Experimento 01    Experimento 01  EmptyTer 14 Ago 2018, 16:26



尊 Narração;
Gizmo Geringonza
--------O duende conseguiu encontrar um antigo companheiro (?), e executando algumas manobras específicas e engraçadas, o cientista conseguiu alcançar o pato de borracha, mas isso não seria barato e lhe custaria $4OOO berries, diminuindo ainda mais suas finanças, que não pareciam estar em bom termos. A nova dupla saltaria do balcão e atingiriam o solo da cafeteria sem causar danos ao duende, salvando-o de receber avarias que pudessem restringi-lo em sua aventura. Em meio ao seu amor com o brinquedo, Gizmo perceberia a silhueta de uma mulher bem bonita, com aquela aparência, em qualquer lugar que fosse chamaria atenção dos homens, mas o jaleco branco sobre suas roupas demonstravam que o ser feminino não era uma qualquer, e sim, alguma espécie de cientista, o que causaria temor em certos homens com intelectos baixos. Mas isso não seria um empecilho para o pequeno cientista.

--------Gizmo subiu na mesa da mulher, causando uma expressão de aversão no rosto da estudiosa, que encarou a pequena figura, seus olhos negros parecia um oceano sem fim capaz de causar um frio na espinha de seu antagônico. A hiperatividade de Geringonza estava tão aflorada que nem mesmo permitiu a mulher falar algo e foi logo a questionando, a expressão de aversão mudou para uma de curiosidade e travessa. — Não, não. — Respondeu enquanto bebericava seu café. — Prazer dr. Geringonza, sou a dra. Chatubarises e realizo pesquisas em um laboratório privado. — Seus olhos pretos percorreu todo o corpo do duende, analisando-o e uma ideia surgiu em sua mente. — Somos um grupo de cientistas subsidiados por algumas organizações privadas, um dr. a mais seria bem vindo. Gostaria de conhecer nossas instalações? — O convite soou calmamente nos lábios da mulher, que olhou pela janela da cafeteria enquanto continuava seu café, como se suas palavras anteriores nem mesmo tivessem sido pronunciadas.

--------Caberia a Gizmo decidir se queria conhecer e se juntar a outros cientistas e ter acesso a um laboratório ou ganhar novamente as ruas e procurar a solução para os obstáculos encontrados em sua atual pesquisa de forma independente. Caso escolhesse pela alternativa final, veria no final da rua um grupo de moleques carregando utensílios que lembravam bastante aos que o cientista tinha acesso em seu antigo laboratório antes de explodi-lo, até mesmo marcas de queimados serão percebidos por seus olhos.



OFF:
 


Noirsoul,, fearless.

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Todos os deuses, todos os céus, todos os infernos estão em você.


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MensagemAssunto: Post 1 - Forasteira   Experimento 01  EmptyQua 15 Ago 2018, 00:16

Forasteira
Post 01


A porta se abre. Um estranho pisa dentro do bar. Todos se calam, todos o olham. Ele era um forasteiro.

Jackie conseguia se lembrar em detalhas o jeito de cada um deles de andar. Fortes, calados e ameaçadores. Despertavam curiosidade e receio dos regulares. Cada um daqueles homens sabia que a partir daquele momento se eles demonstrassem um pingo de fraqueza, eles seriam devorados por Westia.

Ela nunca estivera nessa situação. Em Westia, ela era aquela que ajeitava o seu chapéu de forma a poder observá-los sem ser notada enquanto tomava um forte whiskey.

Todavia, ali ela era a forasteira. Ela soube instantaneamente a partir do momento que ouviu a sola de suas botas contra a madeira do píer. Las Camp não era como sua terra natal.

Ela engoliu o sabor ruim restante dos desprazeres de velejar pela primeira vez e com um olhar duro por debaixo de seu chapéu, a mecânica analisou o lugar pelo qual seus pais haviam morrido para tentar trazê-la. Ali não era nada como Westia, mas ela não podia se deixar enganar, afinal, a areia de Westia ainda estava dentro de suas botas e talvez nunca saíssem de seu coração.

Com uma postura ereta, ela caminhou um balançar ameaçador mesmo sentindo seus pés estranhos no chão. Ela queria saber o que tinha em Las Camp pelo qual valia a pena morrer. E se valesse a pena, ela poderia continuar ali...

“Não parecem ter muito cyborgs por aqui. Talvez eles tenham alguma máquina que precise de reparos...” Por dentro uma leve irritação crescia, a tecnologia do lugar não era nenhum pouco parecida com a de sua terra natal. Talvez ela devesse começar a criar seus próprios cyborgs.

O tilintar dos poucos berries que tinha em seu bolso marcavam cada passo. O que ela havia economizado por anos havia ido parar nas mãos do mercenário marinheiro que a ajudara atravessar o Calm Belt. Isso tornava cada um daqueles berries muito mais preciosos. De punhos firmes, ela se mantinha atenta a empurrões ou guris correndo nas ruas. Em Westia não tinham sido poucas as vezes em que um forasteiro havia ficado sem nenhum tostão antes mesmo de adentrar a cidade.

Jackie andava com uma postura confiante e hostil, em parte por seu humor, parte por seu receio. Se alguém parecesse fazer alguma gracinha por sua aparência, ela olharia friamente o interlocutor enquanto fechava o punho cheio de cicatrizes, tanto por brigas, quanto por seu ofício. Ela ignoraria o autor do comentário se esse entendesse o aviso, do contrário ela o encararia e perguntaria com sua voz um tanto rouca pela viagem atribulada:

— O que disse?

Num mundo perfeito ela não teria que demonstrar sua força e procuraria um marinheiro desejando que ele não fosse um daqueles que a vira se despedindo de seu almoço durante a viagem. Se carecesse de uma figura de autoridade ao seu redor, ela perguntaria a pessoa que parecesse o civil mais inofensivo do local. Sua expressão, entretanto, não seria nenhum pouco amigável.

— Sir/Ma’am, você poderia me dizer em que direção está a universidade?

Com um toque em seu chapéu e um leve curvar da cabeça ela agradeceria, trilhando o caminho oferecido pelo estranho. Inconscientemente ela bufaria, mexendo a pena azul da trança estranhamente delicada que caia de sua têmpora esquerda.

“É por isso que vocês morreram?”

Observar a cidade que seus pais um dia haviam sonhado em cria-la não ajudava em nada seu mau humor. Ela não conseguia entender a vida que seus pais haviam idealizado para ela e nem se ela queria vivê-la.

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Experimento 01    Experimento 01  EmptyQua 15 Ago 2018, 03:10



04.Contatos
Gizmo Geringonza
A expressão de aversão da mulher não era novidade, já não intimidava o pequeno, que falava sempre muito rapido e com gestos exagerados. Ele estava acostumado a ser tratado com desprezo à primeira vista, a segunda vista, a terceira... Aprendeu a muito tempo que se quisesse mostrar seu valor teria que ignorar os olhares daqueles que não o compreendem. Aquela mulher, no entanto, aceitou a aparência do pequenino rápido demais.

Naquele momento o cientista se apoiava no seu recém adquirido patinho de borracha - Esplendido! – Respondeu ao convite da dra. com um sorriso – Logico que gostaria de conhecer... Minha mente vem estado bloqueada quanto a minha pesquisa, talvez conversar com outros cientistas, de outras áreas, seja o que preciso para ultrapassar esse bloqueio. Alias, com o que trabalham lá? - A face de quem tivera uma ideia da dra. deixou o goblin desconfiado de que não fosse gostar do que iria descobrir se seguisse aquela bela mulher, infelizmente ele nunca foi de dar mais ouvidos à cautela do que à curiosidade...

Quando a dra. Chatubarises desviasse os olhos dele para olhar para a janela Gizmo, curioso, faria o mesmo, forçando a vista para olhar pela janela e tentar entender o que ela olhava. Jonas era colocado de forma que parecesse estar olhando para o mesmo lado detrás de seus óculos escuros. Ao ver que a cientista terminava seu café o dr. Geringonza a diria – Então, me mostra o caminho até o laboratorio? – e a seguiria, com passos rápidos para compensar o pouco de pernas que tinha perto dos pernudos, quando ela fosse para lá, se fosse para lá.

Se em algum momento visse os garotos com os utensílios de seu laboratorio na rua, seja quando seguisse a dra. Chatubarises ou quando olhasse a janela, e não estivesse mais interessado em algum fenômeno natural como a capacidade de gatos caírem de pé de cima de arvores, ou o voo de pássaros, ou até mesmo a composição da seiva de uma planta próxima, ele pararia e diria a dra. – Só um segundo, acho que a universidade vai mudar meu laboratorio de lugar... Espero que seja isso – e sairia correndo gritando atrás dos garotos – EI! ISSO É MEU! O QUE ESTÃO FAZENDO COM ISSO? – Gizmo contaria quantos eram os que levavam seus equipamentos, torcendo que não fossem ladrões

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Histórico:
 


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MensagemAssunto: Re: Experimento 01    Experimento 01  EmptySex 17 Ago 2018, 17:17



尊 Narração;
Gizmo Geringonza & Jackie Wright
--------Uma nova aparição surgiu nesta ilha estranha, e o que está nova figura irá nos proporcionar? Nunca se sabe, porém, a atitude intimidadora e vestuário que remonta ao velho oeste selvagem contrastou com o porto de Las Camp, sempre composto por marinheiros, piratas, pescadores e estudiosos. Claro, a garota recebeu vários olhares diversos, espanto, lascivos, aversão, repudio e cobiça, mas nenhuma pessoa a teve em elevada estima para perder qualquer quantidade de tempo com ela, não proferindo nada em sua direção. Jackie teria facilidade em sua primeira empreitada, dando de cara com um pequenino pelotão da Marinha de 8 homens, fortes e armados, com cara de poucos amigos. O esquadrão patrulhava cais, e ao ouvir o questionamento da "pistoleira", o tenente, o homem na liderança do grupo, daria alto para o esquadrão, que cessariam sua marcha ordenadamente, mostrando a disciplina e sincronia daqueles marinheiros. — A universidade está bem longe daqui. Pegue o sentido norte depois que deixar o porto e siga até dar de cara com a enorme estrutura do lugar. Se pegar a direção certa, não tem como se perder. — Respondeu firme e grosseiramente, mostrando toda a brutalidade de um lutador experiente, que não perdia tempo com coisas simples, como ser guia. Os homens voltaram a executar a patrulha, deixando Jakie sozinha.

--------Seguindo exatamente as palavras do tenente, Jackie conseguiria chegar a universidade depois de bastante tempo de caminhada. Esta atividade que seria seguida de perto de olhares curiosos e até uns "elogios grosseiros" de alguns homens bêbados, que acabariam depois que sair do porto. [...] Se chegasse na universidade, a primeira coisa que veria seria dois grupos de estudiosos, com 15 a 20 pessoas em cada, discutindo fervorosamente sobre conhecimentos filosóficos. Se tentasse entrar na área da faculdade, teria que passar por eles. A forma que rumava poderia ser qualquer uma, porém, se tentasse furar o bloqueio, teria que participar do debate, e se usasse a força, talvez descobrisse se os universitários são apenas faladores.

--------Gizmo aceitava prontamente o convite de conhecer o laboratório da mulher, sendo até mesmo um pouco energético demais em irem imediatamente até a instalação, e essa decisão causou um pequeno e, praticamente, imperceptível sorriso nos lábios da mulher, que voltava seu olhar vazio da janela para o pequeno cientista, que fazia o mesmo, procurando por algo que não existia. Ainda. Os dois saíram do café, e não haviam andado quase nada quando Gizmo avistou garotos com os instrumentos restantes da explosão de seu laboratório, ao mandar a mulher lhe esperar, um sorriso de escárnio apareceu em seus lábios, seguido de uma gargalhada que seria ouvida pelo pequeno, que estava correndo atrás dos garotos. — CALA. A. SUA. BOCA. — A maioria dos ladrões continuaram sua fuga, enquanto apenas dois ficaram pra trás. — Olha esse enfeite de jardim nos chamando de ladrão. Bom, se você conseguir passar por nós e por eles depois, e pegar suas coisas, será os céus dizendo que essas coisas realmente são sua. — O garoto mostrava um brilho assassino em seus olhos negros, olhando sarcasticamente para Gizmo, com o amigo atrás dele, esperando o duende agir.

--------Se Gizmo olhasse para a mulher, notaria que ela mexia em suas unhas despreocupadamente, esperando-o e sem nenhuma ação que demonstrasse que o ajudaria. Ela já havia feito sua parte e o convidou para seu laboratório. O pequeno teria que passar, pela força, sobre os dois garotos e depois sobre os amigos dele também. Se escolhesse esse caminho, sua engenhosidade seria um atributo muito necessário para a vitória. A mulher não esperaria para sempre, virando-se e caminhando pelas ruas até que sumiria entre a multidão. O sentido da mulher era exatamente o oposto da universidade, nossos protagonista não se encontrarão tão rápido.



OFF:
 


Noirsoul,, fearless.

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Todos os deuses, todos os céus, todos os infernos estão em você.


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