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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Quinto Ato: The Round Table

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 10 EmptySab 28 Jul - 0:00

Relembrando a primeira mensagem :

Quinto Ato: The Round Table

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Buzz Bee e Jacob Allan. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
BuzzB
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 10 EmptyDom 20 Jan - 18:04

Floating Away

Buzz


Apesar de ainda estar completamente exausto, pelo menos agora meu corpo resolvia voltar ao seu estado natural. Aos poucos, a massa que constituía meu corpo foi se moldando e devolvendo a minha forma natural. Minhas pernas não tinham forças o suficiente para que eu conseguisse me por de pé sem ajuda, porém o ajudante de Sapphira me auxiliava para que eu conseguisse me locomover sem muitos problemas. Ao exigir a presença das outras integrantes do nosso bando antes de podermos zarpar da ilha, ouvi como resposta da regente que elas já estavam no mar. Teorizava que ambas já se dirigiam ao nosso navio, para agilizar nossa fuga. Ryu parecia que teria de ficar para trás, e apesar de não saber bem o motivo, não ligava muito para aquilo. Pra mim, estava perfeito daquele jeito. Contanto que pudesse deixar a ilha junto delas, não me importava de ir embora agora. Havia muitas coisas que tinha deixado de fazer, mas no momento a melhor escolha era seguir em frente.

Após uma breve despedida entre o cozinheiro e a mulher, que certamente agora deixava bem claro que eles tinham levado aquela relação para um novo nível, fui colocado sobre a forma bisão de Jacob e seguimos na direção do mar. Pelo caminho, pudemos observar todo o estrago que foi causado por aquela luta que sem mais nem menos havia aparecido para nós. De onde aquele bicho viera? Por que viera? Tanta coisa esquisita acontecendo, e a maioria ocorrendo sem justificativa nenhuma. Como esperado da Grand Line, acho. Ao ver a aranha-mãe com suas patas dianteiras erguidas e sobre o cadáver do caranguejo, não consegui deixar de considerar aquilo como um certo insulto. Tinha tentado matá-la mais cedo naquele dia, e havia falhado por conta daquele velho maldito e o seu fiel saco de farinha. Dois alvos que eu deixei escapar por duas vezes consecutivas. Estava decepcionado comigo mesmo e furioso por ter de adiar minha vingança. Se pudesse me mexer naquele momento, teria mostrado o dedo do meio em sinal de desrespeito para aquela coisa peluda.

Quando chegamos à praia, um certo tempo foi necessário para que eu me desprendesse das costas do bisão. Parecia que meu corpo estava entre seu estado normal e o melaço, fazendo com que eu ficasse grudento e meio molenga. Mesmo assim, consegui me desprender e ficar de pé, com a ajuda do assistente de Sapphira. Agora tudo que tínhamos de fazer era pegar um bote para nos levar até o nosso navio, que parecia ter sido arrastado pela correnteza. O melhor que estava a nossa disposição possuía um furo em sua estrutura, o que nos impediria de usá-lo. Isso se eu não usasse meu corpo para tapar aquilo, claro. Como podia deixar de fora o fato de que poderia ser usado como vedador de buracos? Honestamente, nem de longe aquilo chegava a ser uma ideia agradável. Porém, não era como se eu tivesse alguma escolha. Do jeito que estava, só servia para aquilo mesmo.

- Me ajude a deitar sobre este buraco. -

Diria para Thomas, esperando que ele me auxiliasse na tarefa. Usaria as pernas e posteriormente também os braços para me apoiar e ir me abaixando aos poucos até o piso do bote. Ao fazer isso, deitaria-me colocando o tronco por cima do buraco e liberaria melaço sobre o furo para tapá-lo. Como toque final, selaria a fissura cristalizando a substância. Assim, quando eu me erguesse para subir no nosso navio, a água não invadiria onde estávamos e não começaríamos a afundar. E claro, ainda tinha o fato de que o tal Thomas precisaria de um veículo para voltar à ilha. Tendo conseguido ou não tapar o buraco, passaria o resto da viagem deitado por ali mesmo, sem nem tentar me mover. Resolvia que esperar talvez fosse a melhor opção para que eu me recuperasse mais rápido. Ao chegarmos no nosso barco, diria.

- Eu vou precisar de uma mãozinha aqui. -

Aguardaria a ajuda de alguém para me erguer e subir na embarcação, ajudando o máximo que pudesse ao utilizar minhas pernas na realização das tarefas. Assim que subisse no convés, buscaria tentar mover meu corpo para ficar de barriga para cima, olhando para o céu. Escutava a voz aflita de Li Wan ao falar com o cozinheiro sobre a presença da marinha e também começava a temer o que o futuro poderia nos reservar. Se fôssemos atacados pela marinha agora, teríamos nossas chances de fuga reduzidas drasticamente.

- Vamos fugir o mais rápido que pudermos. No estado em que estou, não vou conseguir fazer nada se formos atacados. Em adicional a isto, temos dois usuários de akuma no mi presentes no barco. Para nos matar, eles não precisam sequer se aproximar, desde que usem os canhões para nos afundar. E como não temos como revidar ataques de longa distância, estamos... -
* Acho que a palavra que procura é "ferrados" *
- Ferrados. -

Confiava que eles veriam a razão em minhas palavras e acatariam o conselho antes que fosse tarde de mais. E quase certamente aquilo seria o que findaria minha parte nesta fuga. Sem conseguir me mexer para ajudar a prender ou soltar as cordas ou o que mais fosse necessário, não poderia auxiliar mais. A menos que precisassem de algum conselho ou informação que eu tivesse, tudo que me restava era olhar para as nuvens e esperar pelo melhor.

* Que possamos sair daqui vivos... *
* Conhecendo o histórico de perseguição pelo mar que a marinha possui, nossas chances são muito boas. *
* E como você tem essa informação? *
* Se você assistisse o anime, saberia. *

Histórico:
 
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Luizatomita
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 10 EmptySex 25 Jan - 19:53


NARRAÇÃO
QUINTO ATO: The Round Table


O trote do bisão era amargurado por suas lembranças mais íntimas de seu ser. Despedidas nunca foram sua especialidade, e deixar Ryu para trás lhe trazia dor e angústia, se não fosse pela promessa de Sapphira, jacob tinha certeza que levaria o corpo do irmão do mar, suas aventuras, suas travessuras e risadas que dividiram agora estavam apenas em seu coração e os fantasmas das almas deixadas para trás assombravam sua mente.  Buzz ao contrário, estava com raiva, sentia o deboche da Aranha Mãe vir de longe, suas patas e seus gritos pareciam dizer que ele não era bem-vindo, que havia perdido sua oportunidade de matá-la e que nunca teria isso de novo… Ha, será?

Ao chegarem ao bote rachado, Buzz teve a prontidão de se oferecer a tapar o rombo da embarcação. Com cuidado, Thomas ajudou o garoto a entrar na embarcação e logo ele começou a usar um pouco de seu doce para não deixar água entrar dentro do barco do bote. As palavras de Jacob não pareciam ter tanto efeito sobre o homem açucarado, que de um certo modo, as ignorou. Os braços fortes de Jacob começaram a remar em direção ao barco. Chegando próximo ao navio, puderam ver Li wan jogar cordas para os mesmos. Thomas logo pegou as cordas e amarrou nas duas pontas do bote e quando perceberam, a Panda jogará a escada para os tripulantes subirem a bordo, mas ainda assim o bote faria parte da embarcação após içado.

Jacob foi o primeiro a subir, ajudando Thomas e a Jacob que aos poucos tinha suas pernas se formando e se firmando melhor desta vez, conseguia ver que já podia ficar de pé, mas andar ainda seria mais trabalhoso do que imaginava. Jacob logo se aproximou de Li, dizendo que nunca a abandonaria a partir de agora. A panda sorriu gentilmente para ele e disse: - Tudo bem seu bobalhão! Agora me ajude com esse bote! - Ela disse enquanto segurava uma das cordas para puxar o bote, com a ajuda de Jacob, eles amarraram a embarcação no navio. O bisão logo começou um breve discurso, sem o seu antigo capitão, tinham que seguir em frente e ele os guiará em segurança para fora dali. Nesse momento, Buzz interrompeu dizendo que deveriam sair dali o mais rápido possível já que os usuários de AnM não podiam morrer, ter o barco afundado seria uma catástrofe.

Li wan concordou e olhou para Umika que começava a virar o navio em direção ao mar aberto. O navio da marinha vinha na direção deles, e virando leme para a direita, ela começava a traçar uma rota para evitar o barco. - SEGUREM-SE!- Gritou Umika da onde estava. Thomas logo se adiantou e levou Buzz para um local mais seguro no navio, a sala do capitão. Li wan olhou para Jacob e disse: - Preciso que me ajude com as velas! - Ela logo foi até o mastro principal e puxou uma das cordas para soltar a vela, mas ela precisava de outra pessoa para ajuda-la. Umika dirigia o navio bravamente, até que se afastaram o suficiente da marinha, que aparentemente tinha mais interesse no caranguejo gigante que na presença daqueles piratas. Controlando as velas agitadas em meio ao mar teimoso, Umika tentava se guiar, mas as nuvens nubladas a impediam de enxergar o céu e seu Log pose e Eternal pose estavam loucos, girando descontroladamente ainda.

- Droga… Como vou saber para onde estamos indo assim… -Ela coçou a cabeça, prendendo o leme enquanto o barco seguia para oeste e desceu até a sala do capitão, passando por Jacob e Li, ela diria: - Preciso falar com todos… -Ela seguiria para a onde Buzz e Thomas estavam e diria a eles: - Reunião lá em cima por favor. - Ao ver o estado de Buzz, meio molenga, ela colocaria a mão sobre o rosto em estado de choque e iria até ele. - O que houve? Está doendo? - A preocupação em sua voz era de certo modo meiga e se Buzz contasse a ela o ocorrido, ela engoliu em seco antes de ajudá-lo a voltar para o convés.

- Pessoal… Estamos sem Log Pose e sem o Eternal Pose… Ambos parecem desgovernados… Eu ainda não posso me guiar pelas estrelas, mas pela correnteza sei que estamos indo a Oeste… Vamos navegar um pouco antes de chegar a algum lugar seguro, estarei pilotando, tentem descansar… -Ela olharia para Buzz no final de suas palavras, como se quisesse que ele relaxasse um pouco antes de voltar ao Leme.

Viagem:
 

Histórico Jacob:
 

Histórico Buzz:
 

Cores pra narradora retards:
 






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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 10 EmptySex 25 Jan - 23:46

A deriva!

Cozinhando para o Navio!








Os preparativos começaram e eu só pude colaborar, segurar as velas e manter a postura firme foi o que me sobrou naquele momento, Li Wan precisava de ajuda e foi a ajudando que consegui ver como éramos engrenagens funcionando, Umika tentava nos tirar o mais rápido possível no leme e logo estávamos indo ao alto mar .

Seja por sorte, seja pelos auxílios que aquele “Broto Aranha” nos deu, no fim nossos algozes não estavam atrás de nós e isso por si só era uma alívio, era a hora de seguirmos e chegarmos no nosso próximo destino, foi nesse momento de tranquilidade momentâneo que pensei comigo
"Talvez agora tenhamos um pouco de paz...”, um pensamento que talvez estivesse equivocado pois foi quando Umika saiu ás pressas para avisar Buzz de algo que eu pude perceber, estávamos em mais uma encrenca restava saber o que era.

Inquieto observei tudo aquilo, meus pelos se arrepiaram só de pensar que talvez estivessemos com um problema sérios. Aguardei de pé em minha posição esperando que o momento das notícias chegassem e como uma bomba eles chegaram, chegaram objetivos e concretos como poderiam ser. Estávamos navegando sem rumo, com uma rota sem sentido e podendo estarmos na direção de um desconhecido muito mais violento do que poderia ser e para melhora nossa única opção era esperar.

Nada daquilo me agradava, estar a deriva era estar vulnerável, confiar em nossa navegadora agora era algo imprescindível, mas o receio de não cumprir mais uma promessa começava a me fervilhava a medida que as informações eram passadas e em um momento como esse apenas uma coisa me acalmava cozinhar e por isso respirando fundo e estalando os ombros dei as costas para todos um instante e falei :



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(Considere a transformação - Imagem Meramente Ilustrativa)

- Vou dar uma checada em o nosso “rango”, se vamos ficar “zanzando” pelos lugares é melhor que a “boia” renda..

Meu tom era sério, estávamos em uma situação onde cada ação tinha de ser medida, mais esforço mais fome e com mais fome menos comida sobraria, o pouco que tínhamos tinha que se fazer render e por isso fui verificar o que poderia ser feito em nossa cozinha. Observaria se téria os ingredientes precisos para ao menos três refeições diarias durante três dias para todos os presentes e conforme isso reduziria o que era preciso para transformar esses três dias em nove ou o mais próximo disso e apenas após isso começaria a fazer os preparos de uma nova refeição:



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(Considere a transformação - Imagem Meramente Ilustrativa)


- A cozinha é uma guerra...


Repetiria para mim enquanto selecionaria cuidadosamente cada um dos ingredientes, um a um seriam colocados sobre a mesa de preparo enquanto eu assobiava uma simplória canção que a muito tempo meu mestre e pai costumava cantar enquanto preparávamos os alimentos dos órfãos de Revan. O Saque de Binkis sempre foi elogiado amplamente pelo velho homem e em sua homenagem sempre foi cantado enquanto cozinha, não precisávamos de comemoração, mas precisávamos de uma boa comida e quando essa música era cantada ao menos os espíritos se elevavam.



Citação :
Ingredientes a serem utilizados:

Ovos
Cebolas
Arroz
Àgua
Alho
Temperos - Sal, Pimenta do Reino, Curry e Chimichur.
Manteiga
Tomates
Cebolinha

Modo de Preparo:

1 - Na primeira etapa os legumes seriam picados corretamente, cada corte fino e preciso para que com isso pudesse ser feito o melhor aproveitamento do material, as cebolas finas seriam colocadas na margarina quente, um refogar seria feito e logo o alho e os temperos seriam jogados de maneira controlada na mesma.

1.1- Quando a cebolas estivessem bem douradas o alho seria jogado apenas para saltear e nesse momento seria jogado o arroz ainda cru, mexendo o mesmo até ficar homogêneo nos ingredientes o arroz repousaria 45 segundos em fogo baixo e logo a água seria jogada um dedo acima da mistura para que  mesmo entrasse em processo de cozimento.

2 - Em um outro recipiente para cozimento os tomates seriam colocados após serem extremamente picados com pele e tudo para que com isso todo o sumo pudesse ser retirado, a massa vermelha seria mexida e temperada sendo colocada apenas um pouco do alho também extremamente picado para dar sabor e ardência e quando o molho estivesse pronto seria a hora dos ovos serem feitos.

3 - Logo seria feito em uma tigela os ovos, colocados no recipiente devido seriam batidos até ficarem em textura cremosa, um pouco de sal e pimenta do reino seria jogado apenas para que desse sabor, após isso seria despejado na frigideira em fogo médio, o omelete seria moldado duas vezes para que com isso pudesse se fazer uma pequena massa rechonchuda e o processo seria refeito até atingisse o número de indivíduos no barco.

4 - O omelentes seriam servidos e o arroz colodado em cima após atingir o ponto e coloração desejados, o molho de tomates seria jogado para finalizar com cebolinhas na decoração e por fim seria levado os pratos até seus companheiros.



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Cozinhar era um prazer, o cheiro do alimento pronto era sempre gratificante, como era saboroso sentir cada corte feito pela faca, cada tempero harmonizando com sabor e aroma, essa era cina de uma cozinha, era por essas misturas que batalhamos todos os dias na frente do alimento arredio e pronto para ser preparado. Cada passo que dava ia com cuidado, os pratos tinham que chegar belos para os meus companheiros, logo seria servido um a um os pratos para que se alimentássem e com isso ao menos eu podia estar tranquilos que eles estariam melhor alimentados e com uma melhor possibilidade de se recuperarem.

Mas as coisas não acabaram, comeria o meu sentado ao lado de Li Wan buscando ter uma conversa que precisávamos ter tido antes, tudo aquilo com Saphira era algo a ser explicado, não era só um homem agindo ao seu prazer carnal, existia uma troca, uma troca que eu compreendia que tinha de ser feita, mas que não esperava que a afetasse de maneira tão cruel. E seria sentado ao seu lado que falaria em tom misto de carinho e preocupação:




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(Considere a transformação - Imagem Meramente Ilustrativa)


- Acho que devemos “ bater um lero “ sobre tudo que se passou, sabe eu vi você “chutada nas tamancas” quando o “Broto Aranha” falou o que falou...  --E seria nesse momento que eu me aproximaria um pouco mais para poder compreender os pontos daquela mulher panda. Tinha ocorrido um lance só nosso, mas era o nosso lance, talvez eu tivesse perdido a mão, talvez eu tivesse a magoado de mais e por isso era a hora de conversar e por isso completei:--...pode “cantar o chinelo” no Jac-boy, ele aguenta.




bichaelson



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Historico Afro:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 10 EmptySeg 28 Jan - 9:50

Aimlessly

Buzz


Depois de resolver o problema em nosso pequeno bote, tudo que tive de fazer foi aguardar até que chegássemos no nosso navio. Cordas foram lançadas e amarradas nas extremidades daquele pequeno barco, e uma escada foi jogada logo em seguida para que a usássemos e subíssemos na embarcação. Minhas pernas pareciam ter se tornado mais firmes, permitindo que eu já conseguisse ficar de pé. Mesmo assim, ainda sentia a fadiga drenar minhas energias e me impedir de realizar movimentos normalmente. Pelo menos agora não teria que depender tanto assim de outra pessoa para me locomover. Com todos a bordo, não tínhamos mais motivos para perdermos tempo por ali. Minha mensagem foi ouvida e as providências necessárias foram tomadas por todos, para o meu alívio. Como não podia ajudar em nada por ali e ainda não estava completamente recuperado, fui levado por Thomas para um dos aposentos. Me sentiria mais relaxado se estivesse em meu santuário pessoal, também chamado de enfermaria, mas tinha de admitir que a sala do capitão não era nada ruim. O local combinava comigo, com meus objetivos. Se queria liberdade, aquele era o posto para o qual eu precisava ascender. Porém, aquilo era exatamente o que eu buscava ou havia algo mais? O que eu queria fazer com a minha vida dali para frente? Pensaria nisso depois, com mais calma, com a mente mais aberta e de preferência depois de experimentar mais desse mundo que estava aos poucos descobrindo por mim mesmo, ao invés de apenas lendo ou ouvindo os relatos de terceiros.

Permanecemos ali por um tempo, eu e o rapaz mandado por Sapphira. Não sabia quase nada sobre ele, fora seu nome e aparência. Aquele poderia ser um bom momento para descobrir mais, contudo a vontade para tal não me vinha. Não sentia curiosidade pela sua pessoa, ou sequer conseguia pensar em algo que desejasse descobrir. Poderia ser que eventualmente eu ficasse entediado o suficiente para dar ao garoto um pouco mais de atenção, mas enquanto esse momento não chegasse, manteria-me em silêncio. Dentro de uns instantes, Umika adentrou o recinto e nos convocou para uma reunião sobre um assunto ainda desconhecido por mim, mas que parecia preocupá-la. Acho que o fato de não estar muito bem fisicamente só deve ter piorado as coisas. Vê-la se importar tanto comigo me deixava feliz ao mesmo tempo que me fazia sentir culpado. Se tivesse sido mais cuidadoso...

- Eu estou bem. Só estou um pouco cansado, e isso parece afetar também meus poderes. Acho que competir minha força com um caranguejo gigante não foi a minha ideia mais brilhante. -

Daria um sorriso leve para ela, o que não parecia nem de longe ser o bastante. Mesmo eu conseguia ler as expressões que Umika me mostrava. Esse era um dos motivos para eu gostar tanto dela: O jeito como demonstrava seus sentimentos para mim. Ainda não havia visto ela sequer tentar esconder sua opinião sobre mim ou qualquer coisa que eu tivesse feito, e isso me encantava. A verdade e a transparência em suas reações me mostravam o quanto ela se importava comigo.

Tomando cuidado para não por muito do meu peso sobre ela e focando minhas forças nas pernas, tentaria me erguer com a ajuda da jovem e seguir até o local para onde seria realizada a tal reunião. Nossa navegadora começou a explicar o motivo que nos levou até aquela conferência, dizendo que nosso log pose não estava funcionando direito e que apenas sabíamos o sentido para o qual estávamos seguindo. Ouvir isso me preocupava, por já ter começado a entender em que tipo de mar estávamos navegando. Mesmo confiando que as habilidades de Umika eram muito boas, estávamos em um local que não seguia nenhuma lógica comum. Infelizmente, não dependeria exatamente de nós para escaparmos dessa situação. Teríamos de aguardar e torcer para que nosso log voltasse ao normal, para assim seguirmos com a nossa viagem.

Como Umika havia sugerido, usaria esse tempo para descansar e recuperar a mobilidade costumeira do meu corpo. Sentaria-me no chão e utilizaria meus poderes para ficar grudado no local, de modo que não precisasse me preocupar muito com a movimentação do navio. Se um prato de comida me fosse servido, o seguraria com a mão esquerda e usaria a outra para manejar o talher. Comeria, saboreando cada porção posta em minha boca e tendo cuidado para manter o máximo de etiqueta possível dado a situação. Quando terminasse, apoiaria o prato sobre uma de minhas coxas e poria o talher sobre. Manteria desta forma por hora, até que pudesse me mover direito novamente para levar os objetos de volta à cozinha. Aproveitaria-me de uns minutinhos para relaxar e digerir o alimento com o qual havia acabado de me deliciar, enquanto observaria as interações dos outros membros do grupo. Ficaria assim por mais algum tempo, antes de começar a ficar entediado. Caso Thomas estivesse próximo a mim, falaria.

- O que você faz exatamente, trabalhando para uma mulher igual Sapphira? -

Deixaria que o jovem respondesse o tanto que quisesse, sem interrompê-lo em nenhum momento. Enquanto estivesse ouvindo o que ele tinha a dizer, se ele de fato fosse, esticaria minhas pernas de forma paralela ao chão e mexeria os dedos dos pés para tentar ajudar no meu processo de recuperação. Se conseguisse sentir uma melhora em meu estado, seguraria o prato com uma das mãos e usaria a outra como apoio para tentar ficar de pé. Caso conseguisse, andaria de um lado para o outro até me acostumar com aquela ação, e iria aumentando minha velocidade gradativamente. Com a melhora do meu estado físico, iria até a cozinha do navio e colocaria sobre a pia os utensílios que estavam em minha mão. Feito isso, seguiria até o local onde Umika se encontrava e, após adentrar o recinto, apenas ficaria a observando por uns instantes.

- Como estão as coisas? -

Perguntaria, enquanto iria me aproximando um pouco mais da garota até ficar a uma distância estimada de dois braços, de modo que minha presença ali não a atrapalhasse. Manteria minha atenção sobre ela enquanto ouviria sua resposta, mas após isso fitaria as águas pelas quais estávamos navegando. Um pouco disperso, diria.

- Não foi o início que eu estava esperando... Nem foi muito bom, também. Espero que a próxima ilha seja mais interessante. -

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 10 EmptyQua 30 Jan - 23:12


NARRAÇÃO
QUINTO ATO: The Round Table


Buzz sentiu o toque quente de Umika sobre seu rosto, a preocupação eminente da garota fez o rapaz dar um leve sorriso para ela. Pelo estado físico do garoto Doce, a reunião aconteceu na sala do capitão com todos presentes.As palavras de Umika eram ouvidas por todos do navio, infelizmente estavam viajando sem rumo certo, ficar à deriva em alto mar era perigoso, mas de certo modo, todos confiavam nas habilidades de sua navegadora e essa confiança a deixava aflita. A vida deles, estava em suas mãos. Jacob foi o primeiro a se pronunciar, ele havia aceitado bem o fato de estarem a deriva, mas isso exigia um pouco de controle a respeito da comida, não poderia deixar faltar água e alimento a todos dali enquanto estivessem no mar.

Jacob logo desceu até a cozinha enquanto Buzz continuava na sala do capitão, precisava se recuperar logo e assim, fixou os pés no chão enquanto tentava se equilibrar.. - Não se esforce muito… Eu vou ajustar o barco e já venho te ajudar, ta bom? - Os olhos cintilantes transpareciam a preocupação da garota com o rapaz, sua voz suave e gentil eram como uma bela canção. O rapaz concordava que teria de descansar, mas ainda não encarava o fato de ter quase chegado em seu limite derrubando aquela criatura gigante. Umika logo saiu da sala, deixando Thomas e Buzz sozinhos enquanto voltava ao leme.

Enquanto isso, Jacob estava acendendo o fogo na cozinha do navio. Queria preparar algo bem nutritivo e revigorante para todos, nada como uma bela refeição. Checando os barris do navio ali presentes, pode ver que estavam bem abastecidos para pelo menos três dias de navegação. Se no dia seguinte não encontrassem terra, poderia tentar pescar alguma coisa ou captar água da chuva. Ficou despreocupado quanto a isso, sabia que de algum modo sua companheira navegadora iria guiá-los para um local seguro.

Com uma melodia animada, o cozinheiro foi separando tempero por tempero, ingrediente por ingrediente até começar a sua mágica. Sua habilidade na cozinha era incontestável, e suas grandes mãos que usava para destruir, também tinha a delicadeza para preparar os mais finos cortes com a faca. Demorou cerca de meia hora preparando toda a refeição e ao final, foi surpreendido por Umika e Li Wan na cozinha. - Nossa, o cheiro está maravilhoso Jacob! - Disse Umika enquanto sentia o aroma da comida preparada.

- Nisso eu confesso que você manda bem. - Disse Li Wan com a voz em um tom pouco debochado. Logo Umika pegou uma bandeja e colocou três pratos prontos sobre ela. - Vou levar para Buzz e para aquele rapaz lá em cima… Qual o nome dele? - Ela perguntou. Antes mesmo que jacob respondessem, a Panda entrava em sua frente o cortando. - Thomas, eu ouvi que era esse. -Ela disse, tirando um sorriso sem graça do rosto de Umika ao ver que a amiga debochava das atitudes de Jacob. Sem pensar duas vezes, Umika subiu as escadas levando os pratos e indo na direção da sala do capitão.

Nesse momento, Jacob estava junto a Li Wan naquela cozinha. O silêncio e o clima entre os dois era estranho e o bisão podia sentir que a Panda não estava muito desconfortável. Pegando um prato de comida, Li Wan se sentou à mesa, comendo o omelete de maneira silenciosa sem olhar para Jacob, que sentou ao seu lado. O rapaz estava disposto a conversar, mas a Panda não parecia muito interessada até começar a ouvi-lo. - Eu não estou chateada! - Ela mentiu enquanto colocava mais um bocado de ovo na boca. Jacob ofereceu a si para apanhar em nome da raiva e angústia dela, mas não era disso que ela precisava. - Eu não quero bater em você… Eu queria estar ao seu lado… Sempre senti que eu merecia isso, embora tivesse me dito que ‘’não ia rolar’’ mais, ainda sim tive esperança de ser… - Ela engoliu um pedaço do omelete enquanto lágrimas desciam de sua face, caindo em seu colo, molhando seu shorts. - De ser a única para você… De ser especial, mas vejo que sou só mais uma… - Terminando de comer, a Panda estava quase se levantando da mesa. O que Jacob iria dizer a ela?

Mais acima, Umika adentrava a cabine do capitão com os pratos de comida, deixando a bandeja em cima da pesada mesa de madeira no centro da sala. Com um sorriso carinhoso, Umika segurou um dos pratos e entregou a Thomas, o segundo ela pegou e levou na direção de Buzz, que sentou em um sofá comprido de cor esverdeada. - Consegue comer..? - A garota perguntou, sua voz tinha um tom de preocupação, mas Buzz poderia sentir que suas palavras eram carinhosas com ele. - Se-Se-Se não estiver bem eu posso te dar na boca… - Ela disse de maneira desajeitada e com vergonha. Buzz também ficou com vergonha, mas ele estava bem o suficiente para comer. Acanhada, Umika entregou o prato para ele, voltou a bandeja e pegou o próprio, saindo do recinto sem dizer mais nada, mas suas reações tímidas e o rosto vermelho, dizia tudo.

Thomas deu uma risadinha ao ver a garota sair ‘’adolescentes’’ pensou ele antes de começar a comer. O omelete estava delicioso e Buzz de alguma maneira se sentia muito melhor após comer aquele prato. Já estava tão bem, que quando tentasse se levantar, veria que seu corpo estava novamente normal. Enquanto comia, não podia deixar de matar sua curiosidade com o rapaz que estava presente. Thomas olhou para ele engoliu antes de responder. - Ahhh… Ela pode meio estranha por conta das aranhas e do rebolado sedutor mas, ela é uma das mentes mais interessantes que já conheci. Ela entende melhor sobre venenos de aranhas e sobre elas do que qualquer um! - Ele dise de maneira animada. - Eu sempre gostei de aranhas, mas a maioria das pessoas as mata sem ao menos pensar duas vezes, aí decidi estudar com ela o que eu podia sobre aranhas… - Suas palavras eram sinceras e Buzz tinha certa confiança que ele não estava mentindo. Após terminarem seus pratos, Thomas pegou o prato de Buzz. - Deixa que eu levo lá… Deveria ir falar com aquela garota! - Ele disse dando um sorriso e um ‘’joinha’’ para o menino doce como se quisesse dizer algo como: ‘’Vai lá tigrão’’. Buzz então colocou-se de pé e finalmente viu que podia andar. Um suspiro saiu de sua boca ao sentir o equilíbrio novamente.

Com passos calmos, o garoto subiu até o Leme a onde Umika estava. Pode ver que a mesa próxima com mapas. Além deles, um Log pose e um Eternal estavam junto de outros equipamentos, Buzz pode ver o Log e o Eternal girando que nem loucos. A garota parecia concentrada olhando para as nuvens e o vento que não percebeu os passos de Buzz. Ao flaar com ela, a garota deu um pequeno salto de susto. -  Ueeehh aahh! - Ela fez um barulho estranho antes de quase deixar sua luneta cair no chão. -  Ahhhh hahahaha bem, estamos indo bem eu acho, mesmo sem o Log e o Eternal funcionando, a corrente marítima que estamos é bem forte, fora o ve-vento hahah. - Ela dizia de maneira agitada enquanto balançava as mãos abertas de um lado para o outro. Ela observou o jeito disperso de Buzz, seus olhos fitavam o oceano e logo ele começou a falar.

A garota arregalou os olhos enquanto o observava. Suas palavras tinham um resquício de desapontamento talvez, pensando assim, Umika se aproximou lentamente de Buzz, ficando ao seu lado esquerdo enquanto debruçava o corpo em cima da madeira no navio. - Desculpe… Muita coisa foi culpa minha… Se eu não tivesse perdido tanto sangue… Eu só atrapalho vocês no final das contas. - Ela dizia enquanto abaixava a cabeça e a encostava entre seus braços, escondendo o rosto de Buzz.

Viagem: 01/05

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Histórico Buzz:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 10 EmptySex 1 Fev - 16:00

Let's Talk

Buzz


Acabou que a reunião ocorreu ali mesmo, na sala do capitão. Meu estado físico naquele momento limitava meus movimentos, então foi decidido que seria melhor que todos se encontrassem ali mesmo. Todos ali pareciam compreender e aceitar bem a situação em que nos encontrávamos. Não via muita preocupação em suas expressões, indicativo de que confiavam em nossa navegadora. Jacob deixava o local e ia checar nossa despensa para verificar quanta comida tínhamos. Em uma situação diferente, faria o mesmo e iria checar a enfermaria para saber o que teria a minha disposição caso precisasse tratar alguém. O problema era que não havia nada para verificar naquele local, a menos que alguém o houvesse enchido com equipamentos e remédios enquanto estivemos pela ilha. Sabendo da improbabilidade disto ter acontecido, não via motivos para ter o trabalho de ir até lá apenas para me decepcionar.

Umika deixava o local para ir "ajustar o barco", como ela dizia. Por ser um leigo no assunto, acreditava que isso significava que ela estava indo apenas nos colocar em alguma rota para seguirmos viagem ou alguma coisa parecida. Poderia ser que um dia eu resolvesse aprender mais sobre embarcações e como pilotá-las, mas por hora preferia deixar isso a cargo da garota de óculos. De qualquer forma, ela também dizia que logo voltaria para me auxiliar com o que necessitasse. Entendia e ficava feliz com a importância que tinha para ela, contudo ao mesmo tempo me sentia um fardo naquele momento. A jovem tinha outras coisas para fazer, e eu a estava atrapalhando por conta do estado em que havia ficado em resultado da minha falta de cuidado. Cabisbaixo, apenas me movi até um sofá esverdeado, enquanto observava a menina seguir para fora dali. Thomas era o único que havia ficado na cabine junto de mim, todavia ele também não parecia querer nenhuma interação no momento.

Após um certo tempo de um silêncio levemente incômodo, Umika adentrou novamente no local, carregando consigo três porções de uma refeição que não me era conhecida, mas possuía um aroma muito bom. Um dos pratos foi me entregue, e a garota perguntou se eu conseguiria me mexer o suficiente para me alimentar sozinho. Ainda sentia uma certa dormência muscular por todo o corpo, contudo não parecia ser o suficiente para impedir que eu realizasse tal ato. Antes que eu pudesse responder, a proposta de ser alimentado pela jovem me era feita. De início, apenas corei e fiquei paralisado. Alguns segundos se passaram e eu consegui me mover o suficiente para pegar o prato que me estava sendo entregue para comer. No fundo, queria muito ter aceitado a proposta feita, mas achei que a garota não fosse se sentir confortável em fazer isso, principalmente pela presença de uma pessoa desconhecida no recinto. Entretanto, aquela poderia ser só uma desculpa que eu estava inventando para mim mesmo por ainda não ser capaz de ter coragem para fazer coisas daquele tipo. Em seguida, Umika pegou a bandeja com a porção que havia sobrado e saiu novamente.

A refeição fazia jus ao seu aroma. Sentia os nutrientes que ela possuía se espalharem pelo meu corpo e me darem energia. Enquanto terminava de me alimentar, questionei Thomas sobre seu trabalho com Sapphira.

- Ahhh… Ela pode meio estranha por conta das aranhas e do rebolado sedutor mas, [...]
* Que parte de um rebolado sedutor é estranha? *
[...] - Ela é uma das mentes mais interessantes que já conheci. Ela entende melhor sobre venenos de aranhas e sobre elas do que qualquer um! Eu sempre gostei de aranhas, mas a maioria das pessoas as mata sem ao menos pensar duas vezes, [...]
* Como qualquer pessoa normal faria. *
[...] - Ai decidi estudar com ela o que eu podia sobre aranhas...
* Teria sido melhor se ele tivesse dito que foi por conta do rebolado. Levantaria menos perguntas. *
* Nessa eu tenho que concordar. *

Assim que terminamos de comer, o rapaz tomou meu prato e falou que o levaria para a cozinha, enquanto eu deveria ir atrás de Umika para falar com ela. O jeito como ele falou aquilo e os sinais de positividade que ele fazia deixava óbvio qual era a intenção dele. Apesar de não gostar de ser apressado ou pressionado a fazer algo, aquilo apenas estava tornando mais rápido o que eu queria realmente fazer. Falar com a garota já estava em meus planos, e ele levar meu prato significava menos trabalho para mim. Coloquei-me de pé, já notando que minhas forças estavam voltando e que agora eu conseguiria andar normalmente. Provavelmente não poderia me esforçar muito, porém a ocasião não me pedia tanto.

Ao me aproximar de onde a jovem estava, pude ver uma mesa com vários mapas, o nosso log pose e o eternal pose que apontava para Aracne. Contudo, os últimos dois objetos pareciam estar funcionando de uma maneira completamente diferente da última vez que os havia visto. Bem, estava claro que aquilo era a fonte dos nossos problemas de navegação. Será que o mal funcionamento dos objetos era algo que acontecia vez ou outra dependendo do local em que estivéssemos? Tentaria descobrir mais sobre isso na próxima ilha, já que obviamente ninguém ali no navio parecia saber do que se tratava aquilo. A navegadora estudava os céus para nos guiar em nossa jornada, e provavelmente estava consultando os mapas vez ou outra para se situar melhor. Ela certamente estava dando seu melhor por nós. Acabei assustando um pouco a menina com minha aproximação sutil e a pergunta vinda do nada, mas ela rapidamente se recuperou e me respondeu.

- Ótimo! Sabia que conseguiria nos colocar novamente na rota certa.

Diria animado. Apesar de gostar muito de viajar pelos mares e apreciar a paisagem e a calmaria que geralmente isto trazia, não era nem um pouco fã de ficar à deriva, incerto sobre o que nos aconteceria. Prosseguindo, falei sobre a decepção que Aracne havia sido e sobre o desejo de que a próxima ilha fosse mais proveitosa. Meus dizeres pareciam terem sido interpretados de maneira errônea pela jovem, que ficava cabisbaixa e se desculpava pelas consequências que o seu ferimento havia trazido. Agora me sentia mal pela forma ambígua e idiota como havia dito aquilo, e sabia que precisava corrigir aquilo. Delicadamente, seguraria a jovem pelos ombros e a moveria em minha direção, para que ficássemos de frente um para o outro. Feito isso, falaria utilizando uma voz séria, porém gentil.

- Nada do que aconteceu foi sua culpa. De fato, quem deveria estar pedindo desculpas sou eu. Não deveria ter me separado de vocês, principalmente sem ter uma ideia melhor de com quem estávamos lidando. Meu orgulho e raiva nublaram minha mente e impediram que eu pensasse direito no assunto... E isso acarretou em tudo aquilo.

Daria uma pausa curta neste momento, para pensar nas sentenças certas para usar.

- Acho... Que me expressei mal anteriormente. Deixe-me explicar melhor, por favor. Eu gosto de tecnologia, livros, máquinas, mistérios, construções, arte, pessoas... E Aracne claramente carecia destas coisas. Fora isso, penso que acabei elevando demais meus parâmetros. A curiosidade, ansiedade e, de certa forma, excitação que eu tinha para com o início de nossa jornada fez com que eu deixasse minha imaginação me carregar. E outra, você não nos atrapalha. Se não fosse por você, estaríamos agora navegando sem rumo, apenas esperando a morte. Não duraríamos sequer um dia sem você.
* Adorei a positividade, mas e ai? Vai beijar ela ou não? *

A pergunta de Staz me fazia 'despertar' e notar a maneira como estávamos. Minha reação imediata seria enrubescer e soltar a ponta do maxilar da jovem, deixando ambos os braços abaixados. Minha vergonha parecia tentar me arrastar para longe, porém eu me forçaria a ficar no local onde estava, ainda olhando em seus olhos.

* Não é nem de longe o ideal, mas é um progresso. Um muito pequeno e quase ridículo, todavia ainda é um progresso. *

Algo me dizia que eu não conseguiria sequer me mexer por algum tempo, quanto mais continuar a conversa. Por hora, seria ficar parado como uma estátua e aguardar até que meu corpo respondesse novamente.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 10 EmptyTer 5 Fev - 0:17

Uma conversa!

Organizando o passado!








Era quando eu estava terminando um dos pratos mais bem elaborados e mais simples que fiz que ouvi os passos das pessoas que se aproximavam de minha cozinha e antes mesmo que fossem me importunar o prato estava pronto. Sorri gentil ao ver que tratava-se de Li Wan e de Umika, dois belos brotos visitando a minha cozinha era como se eu estivesse em um paraíso, escutei o comentário e apenas acenei com a cabeça em forma de agradecimento, mas logo veio o comentário de Li Wan e pude sentir a acidez que existia entre nós.

Nós tivemos uma história, não podia isso negar, aquela mulher foi minha e eu fui dela durante um tempo de nossas vidas, mas foi algo passageiro, Li Wan era como minha irmã, mesmo que a princípio ela não fosse, agora ela era e sua atitude seguinte me fez questionar algo importante  
"Vamos conseguir seguir adiante com isso?”, um pensamento passageiro que não tive tempo de desenvolver, pois foi ao falar minhas primeiras palavras para ela que ela começou a reagir..

Suas palavras eram claras, seus desejos eram objetivos, sua irritação era real, nada daquilo podia ser condenado, nada daquilo podia ser deixado de lado, eu consigo compreender, eu no fundo sou um homem capaz de amar, mas naquele momento o amor que ela tinha de mim não era o amor que ela gostaria de receber, mas eu a compreendia, ela sentia-se usada, sendo apenas mais uma em meio as mulheres que tive e por isso ela agia assim.

No último instante ela se levantou, caminhou como se estivesse pronto para fugir de um confronto e por isso eu tinha de agir. Tentei me antecipar e entrar a sua frente, apoiar as mãos nas paredes e com meu tamanho engrandecido devido a minha transformação tentaria para-la. Aos poucos o velho Jacob voltava a aparecer, sem pelos, sem chifres, sem força muscular grandiosa, apenas um homem e seu terno, apenas um homem e seu desejo por se conciliar com quem se importava :




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- “Broto”, eu não sei “qual lero bater” contigo...

Não era um bom começo mais eu tinha que ser real, minhas mãos tentavam se estender e abraçar o corpo daquela mulher panda, mesmo que por um instante apenas, mesmo que por um segundo e nada mais. Ela precisava de um abraço, sincero e eu precisava dar a ela o real sentimento que eu poderia dar e por isso continuei a falar:

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- ...Mas sei o que posso “fechar no cuspe” com você, não posso te dar essa “chapa quente” que quer, nem mesmo posso fingir isso para você, mas posso te dar todo o meu “ groove “ de carinho e amor pois você é a minha família, eu não sou um “galalal “ bom o suficiente para você “broto”, eu não sou nem mesmo um “galalal” bom o suficiente para o “Broto Aranha”, mas com toda certeza sou um “Touro” forte o suficiente para cuidar da minha “tampinha preferida”, Transa do que eu to falando?  


Minhas falas eram honestas, eu não mentiria para aquela mulher. Ela era minha família agora, ela a única coisa que me restou, não, não iria me alongar a deixaria partir se assim ela deseja-se não podia impedi-la mas esperava que com as palavras dos meus reais sentimentos ela pudesse ao menos acalentar o seu coração. Era uma tarefa difícil, não podia me negar, apenas deixei que ela passa-se se ela assim deseja-se, eu tinha muito o que pensar, muito o que fazer e o mais importante eu tinha algo a aprender.


Deixaria Li Wan ir e se a mesma não fosse eu me retiraria, existiam muitas coisas a pensar para ela e para mim. Independente do resultado seguiria pensando algo primordial, eu estava limitado, meus inimigos e as adversidades tinham me feito perder o tino e o controle, contra Gerald eu estava em desvantagem, minhas mãos eram armas que não podia ser usadas, minhas pernas de nada serviam a não ser me manter de pé, mas pensando sobre isso me ocorrerá um estalo, um estalo primordial, minhas pernas também tinham que ser armas.

E era com esse pensamento que eu vagava brevemente pelos pequenos corredores do Barco, buscando em minha mente a solução, buscando em minha mente como elas aprender a usar. Ryu não estava ali para me ensinar, Buzz estava fraco de mais para me mostrar, Li Wan ferida demais para comigo estar e Umika só o chicote sabia usar, não me restavam opções o que me levava tentar algo arriscado para variar, Thomas, bem, acho que era a hora desse novo membro conhecer e saber no que ele poderia me auxiliar e com esse pensamento começava por ele procurar.





bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 10 EmptySab 9 Fev - 2:08


NARRAÇÃO
QUINTO ATO: The Round Table


Quatro corações conectados em meio a risadas, momentos de ternura, amor e intrigas. Não é fácil lidar com pessoas, ainda mais com seus sentimentos e suas atitudes. Jacob e Buzz sabiam disso, mas era difícil mesmo assim, encarar aquelas garotas. Li wan foi a primeira a se mover, estava zangada com Jacob, não só pelo fato de se sentir usada, mas também por se sentir insegura de seu próprio destino. Impedindo que a garota saísse da cozinha, Jacob aos poucos assumiu sua forma original, o rapaz alto e forte que era e acabava por ceder suas palavras e seu tempo a ela. Desculpas e motivações eram dadas e Li só poderia aceitar aquilo… Infelizmente.

Com os olhos cheios de lágrimas, Jacob deixou a garota seguiu seu caminho para fora daquela cozinha após suas duras palavras sinceras. Ela não conseguia encará-lo direito ainda. Ela passou pelo convés a onde pode ser avistada por Umika e Buzz. A garota panda logo seguiu para seu quarto, precisava de um tempo consigo mesma após ouvir tudo aquilo de Jacob.

Umika observou ao longe a amiga se afastar, ao lado de Buzz, ela ouvia as palavras do rapaz de maneira atenta, dando um pequeno mas sincero sorriso ao ouvir que era importante, não só para o rapaz, mas para todos no navio… - Obrigada… Farei o meu melhor sempre! - Ela disse abrindo mais o sorriso sobre seu rosto. Nesse meio tempo, Buzz segurou os ombros da garota, fazendo seus olhos se encontrarem. Ele podia notar o brilho no olhar dela, um brilho tão puro como uma estrela.

- Entendo a sua frustração… Nem sempre o caminho que queremos é o que conseguimos… Mas veja pelo lado bom, você está mais forte do que jamais foi. Eu admiro muito isso em você… - Ela disse enquanto seus dedos finos da mão direita subiam até a altura de seus ouvidos, ajeitando os cabelos atrás das orelhas em um gesto delicado, seus ombros ainda eram segurados por Buzz que logo levou uma das mãos até o rosto da garota, segurando seu maxilar para que ela não olhasse para baixo. Eles se encaravam, os rostos vermelhos e quentes e a respiração um tanto ofegante assombrava os dois. Estavam muito perto e Buzz tinha quase certeza que ouvia o coração da jovem Umika.

O momento de paz e tranquilidade fora quebrado quando Thomas de maneira relaxada pisou no local, sem ao menos notar o que estava acontecendo, ele se aproximou dizendo: - Hey navegadora, tem ideia para onde nós… - Ele observou os dois e arqueou uma sobrancelha. Umika ao notar a presença de Thomas, logo se soltou do aperto de Buzz enquanto ia em direção ao leme. - Ahh estamos indo bem, o vento está bem forte nas velas, chegaremos em algum lugar em breve. - Ela disse sorrindo enquanto tentava esconder seu rosto de Buzz. Seu coração batia acelerado e a respiração dela estava desordenada, fazendo com que parecesse ofegante. Sem saber ao certo o que estava acontecendo, ela voltou a dirigir o barco.

Enquanto isso, Jacob também se aproximava, havia saído da cozinha e era hora de aprender coisas novas. Pensando em Thomas, o bisão se aproximou do humano de maneira curiosa, precisava aprender algo enquanto tinha tempo e aquela era a oportunidade perfeita para isso.


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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 10 EmptyTer 12 Fev - 13:43

Braços e Pernas!

Re-aprendendo a Lutar!








Eu estava vagando por ai, não posso negar que após a conversa com Li eu precisava de um tempo, um tempo para mim, um tempo para nós e por isso eu tinha algo mais importante para aprender, ou melhor, re-aprender. Convenientemente encontrava aquele homem, Thomas, estava ali interrompendo mais um dos lances do “ Cabaçudo “ do Buzz, mas não podia negar, o garoto tinha algo genuíno ali. Sorri e balancei a cabeça quando as respostas de Umika surgiram e todos ficaram ali em um silêncio constrangedor, passei a mão nos cabelos e sorri de forma galante para variar.

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- “Matusquela” te achei enfim meu “chapa”, preciso “bater um lero” contigo, vem cá, “cola no cafofo”.

Minhas palavras simples mostravam uma postura amistosa, não, não podia confiar totalmente naquele homem, mas podia confiar a mulher que seria a mãe de meu filho, uma dama como ela não colocaria em risco a vida do pai de sua cria, era contra a própria natureza e por isso esperava que ele respondesse positivamente ao convite enquanto pensava comigo "Bem, vamos ver se ele é bom mesmo...” e supondo que ele me seguisse o levaria até a parte do estoque de comida, onde começaria a afastar as coisas até criar um espaço propício para o que viria a seguir.

Se minhas palavras não fossem o suficiente para o convencer, tentaria abraçar o mesmo pelo pescoço e logo levaria ele comigo a força, de forma a deixar claro que ele era preciso ter essa conversa o quanto antes..

E se nenhum caso conseguisse levá-lo era a hora de ser duro e prático e então falaria para o mesmo com um olhar sério e imponente:




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- Você não compreendeu “Fedelho”, é para vir agora....

Esperava que com isso conseguisse convencê-lo e com isso levá-lo até o local onde armaria aquele “ ringue “ improvisado. Lá retiraria peça a peça com calma do terno, ficando com meu torso a mostra e com um olhar determinado, daria alguns passos ficando afastado do rapaz e concentraria as minhas forças em meus punhos para estalar os dedos, observaria o rapaz alguns instantes e então esticaria o meu indicador para o mesmo com uma forma de chamar sua atenção e falaria em tom misto de seriedade e urgência:  

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- Você “ Matusquela” é minha única opção aqui, eu preciso “garimpar” umas “paradas” para ser um “galalal” capaz de proteger a minha “chapa quente”, transa do que estou falando? É isso mesmo, eu preciso para de usar só as “marretas” aqui e usar essas “varetas” aqui também, minha pergunta é, você consegue me ajudar nisso?  


Minhas falas poderiam ser confusas no início mas eram claras para mim. Eu não podia mais só depender dos meus punhos, eu estava limitado, um guerreiro completo precisa usar todo seu corpo como instrumento da “ Cozinha de Batalha “ e era a hora de aprender a usar mais uma parte dele. Quando falei apontei para minhas mãos e pernas ( repectivamente ) mostrando a Thomas que precisava aprender a usar as mesmas no combate e que ele era a única opção para aprender com eficácia. Bem, esperava que ele pudesse me ajudar do contrário encontrava-me em um beco sem saída e apenas dispensá-lo seria a minha opção.


Porém se o mesmo estivesse com tal capacidade em seu escopo de ajuda o agradecia com uma reverência ao aceitar me ajudar, e com um sorriso insano esticaria meu corpo estalando-o todo apenas para complementar com um fala que indicaria o início daquele que seria o treinamento mais “insano” que poderíamos fazer:


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- Aconselho “ aquecer o motor” por quê isso vai ser cansativo…”tampinha”.  


E foi ai que tudo começaria. Um treino arduo utilizando todo o corpo como arma, meu mestre costumava dizer que eu estava sendo bitolado em usar apenas meu punhos, eu pude compreender isso quando partindo para cima tomei alguns dos chutes mais violentos que pude sentir até então. Não tratava-se de treinamento, muito menos de técnica, era um estilo mesclado, prático, básico, Thomas tentava me ensinar como usar minhas pernas apenas para complementar meu estilo de luta, era algo pouco complexo, mas era preciso que eu me acostuma-se e compreende-se a sua utilização. Primeiro me privei de usar os braços e Thomas fez questão de usar tudo que tinha, os danos não eram severos, meu corpo rígido aguentava bem, mas era desgastante.

Quando o meu primeiro chute foi dado parecia que eu não sabia nem mais para que minhas pernas serviam e passou tão longe e lento de Thomas que nem mesmo ele cogitou aquilo como ameaça, uma cambalhota e um chute por cima me fez ter que defendê-lo com meus antebraços e logo me vi novamente dependente daquilo que não queria, Thomas era um professor singular, como eu o desafiei para isso ele me ensinava lutando, cada movimento dele parecia ser mais “ elaborado “ que o comum e isso tornava o golpe mais detalhado para mim, demorou algum tempo para que conseguisse acompanhar seus movimentos, mais ainda para compreender como chutar com alguma precisão mas aquilo era só o começo de tudo.

Logo a luta incansável começava a ter movimentos mais lentos, mas ainda sim práticos, eu me via socando pela esquerda, chutando pela direita e logo me vi ali, atacando com todo meu corpo como se ele fosse uma arma, quando chutava não mais era lento e impreciso, quando defendia com minha perna não era mais um movimento desengonçado e quando consegui combinar meus movimentos não era mais uma tentativa similiar ao de uma criança que acha-se o mestre no Kong Fu, eu estava fazendo tudo de maneira simples mas extremamente funcional, foi quando Thomas me acertou no queixo que eu o chutei na barriga e o afastei que decidimos parar, ambos exaustos ali talvez nem mesmo conseguia compreender a quanto tempo ali estavam e era nessa hora que eu levantava a minha mão para o mesmo para que parássemos fazendo assim para que ambos exaustos cedessem ao cansaço e no momento seguinte desabassem enquanto eu falava enquanto me levantava e me recompunha:



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- Pelas curvas de um belo “Broto”...você é “duro na queda”, apesar de ser um “matusquela”...bem vindo a “Familia” “brother”...  

E com dificuldade me locomover lentamente para a cozinha para colocar gelo na minhas costelas enquanto sentia um breve orgulho de mim, eu estava evoluindo, estava indo até o meu limite, mas ainda existia muito mais a aprender se eu quisesse proteger a minha família.

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 10 EmptyTer 12 Fev - 14:30

More Training, Please

Buzz


Sua voz suave, seu sorriso, seus olhos, tudo nela parecia me atrair, puxar para mais perto dela, mesmo que aquele fosse o mais próximos que já havíamos ficado um do outro. Uma das minhas mãos segurava seu ombro níveo, enquanto a outra tocava a ponta de seu queixo e erguia gentilmente sua cabeça, para que pudéssemos olhar nos olhos um do outro. Relembrando tudo que havia falado e feito até ali, sentia meu rosto adquirir uma temperatura que já o parecia costumeira depois de a sentir tantas vezes. Felizmente, podia observar que eu não era o único que reagia daquela forma. Talvez a face da garota estivesse menos corada que a minha, quem sabe? Não podia comparar sem que pudesse ver o meu próprio, mas achava que assim o era por causa do meu tom de pele e da minha pouca experiência em relações interpessoais, principalmente com o sexo feminino. Notava minha respiração ofegante e tentava controlá-la, porém o fato de que conseguia escutar o que achava serem as batidas do meu coração, não ajudava em nada. Ao invés de diminuir, meu nervosismo parecia subir às alturas. Ficamos ali, parados, olhando nos olhos um do outro, em silêncio e preenchidos por uma vergonha fumegante, até que Thomas apareceu.

- Hey navegadora, tem ideia para onde nós…
* Mas que filho da [...] *

Quase que instantaneamente, a garota recuou e retornou ao leme, agindo da maneira mais natural que parecia conseguir no momento. A resposta dada pela navegadora era uma boa notícia que criava uma pequena faísca dentro de mim. Mesmo com a desilusão de outrora, não conseguia deixar de ficar animado e curioso sobre nosso próximo destino. Além disso, não haviam muitas coisas que eu poderia fazer no navio, e o fluxo exagerado de sangue que agora se agitava em minhas veias me deixava inquieto, incapaz de ficar parado para observar o que quer que a paisagem reservasse. Tentar conversar novamente com Umika também estava fora de questão, já que era óbvio que ambos estávamos abalados pelo que havia acontecido.

* Por que não vai treinar seu lado esquerdo um pouco então? Iniciamos o treinamento, mas ainda temos que aperfeiçoar seus movimentos. *
* Na enfermaria novamente? *
* Aquele já é praticamente seu quarto mesmo... *

Caminharia devagar em direção à saída do local, andando meio que de lado para ainda conseguir ver a navegadora.

- Eu... É... V-vo-vo-vou... Estar na enfermaria... Se, sabe, precisar de alguma coisa.

Assim que deixasse o local, passaria a seguir rumo ao meu pequeno santuário naquele barco. O local onde qualquer médico se sentiria confortável, se houvesse ao menos algum equipamento, instrumento ou remédio por ali. O tempo em Aracne poderia definitivamente ter sido usado melhor. Quando adentrasse na enfermaria, passaria os olhos por todo o local e tentaria notar algo novo, mesmo que soubesse que não haveria nada. Tudo que tinha naquele local, já havia visto antes: As mobílias, o solitário band aid localizado em uma das gavetas da cômoda e meu próprio cartaz de procurado, cuja recompensa ainda me parecia um pouco baixa demais, que havia grudado em uma das paredes do local. Acho que procurar, mesmo sabendo que não havia, era melhor do que simplesmente aceitar cegamente a verdade. Depressiva verdade.

~Ambidestria~


Iria retirar minha gravata e a camisa social que vestia, dobrando a última com cuidado para não amarrotá-la e colocando tudo sobre a mesa de madeira que havia no local. Afastaria os móveis que estivessem no centro do local, colocando todos juntos em algum canto próximo à parede em que havia o meu cartaz. Agora que tinha conseguido arrumar um pouco de espaço, tentaria ficar o mais centralizado possível naquela área e faria um breve aquecimento. Esticaria os pés, mexeria as juntas, giraria os braços para frente e para trás, em geral, alongaria todo o corpo. Tendo terminado de fazer isso, levantaria minha guarda para treinar alguns golpes, mas ao invés de usar a posição de base costumeira, deixaria que a perna e braço direito ficassem mais a frente, ao contrário do que geralmente fazia. Desse modo, teria um apoio muito melhor para treinar os golpes utilizando meu lado esquerdo do corpo.

Utilizando a perna esquerda, iniciaria com alguns chutes laterais baixos, como se estivesse mirando na perna ou na região do joelho do adversário. Realizaria os movimentos, a princípio, devagar, sentindo os músculos que eram trabalhados e verificando minha mira. Com o passar do tempo, aceleraria gradativamente meus ataques até que atingissem sua velocidade máxima. Assim que a atingisse, passaria a usar chutes laterais na altura do quadril, depois do peito e por fim da cabeça, e em todos faria o processo de começar devagar e seguir aumentando a velocidade. Assim que finalmente terminasse, certamente me sentiria cansado e conseguiria notar a ardência em minhas pernas. Sentaria-me por ali mesmo, com as pernas estiradas a minha frente e minhas mãos fazendo moções circulares sobre os músculos de minhas coxas. Respiraria fundo, em prol de diminuir minha frequência cardíaca e conseguir oxigenar melhor o meu corpo para que este recuperasse suas energias.

Se após algum tempo eu me sentisse melhor, me ergueria e levantaria novamente minha guarda, focado em terminar o que havia começado. Agora trabalharia meus socos, aplicando jabs, diretos, cruzados e ganchos, utilizando ambas as mãos para isso. Do mesmo jeito que teria feito com os chutes, começaria os movimentos em um ritmo lento, que iria escalonando. Ao sentir a mesma ardência nos braços que havia sentido nas pernas, pararia e sentaria novamente, dessa vez deixando os braços descansarem um pouco ao lado do corpo. Manteria-me daquele jeito por algum tempo, e depois começaria a procurar algum papel e algo que pudesse utilizar para escrever. Tinha uma ideia para treinar meu controle e habilidade com a destra, mas julgava que seria improvável achar tais coisas por ali. Mesmo assim, não custava nada tentar.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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Luizatomita
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 10 EmptyQua 13 Fev - 7:55


NARRAÇÃO
QUINTO ATO: The Round Table


Buzz

A conversa interrompida de Buzz deixava Umika mais afastada de si. Nunca havia ficado tão próximo da garota como agora, seu corpo sentia pela primeira vez a euforia de uma paixão inocente. A garota não poderia dizer que sentia o contrário, que assim como ele, respirava fundo e de maneira pesada enquanto seu rosto ficava vermelho. Thomas sem perceber o clima entre os dois que poderia ter avançado finalmente para algo a mais, acabou separando o jovem casalzinho, sendo assim, Buzz decidiu treinar um pouco mais a sua ambidestria. De maneira tímida, ele comentou com Umika onde estaria. - O-Ok Buzz, eu te vejo mais tarde. - Ela disse de maneira meiga enquanto seu rosto corava. O garoto logo seguiu para a enfermaria e pensou o quanto aquele local já havia se tornado quase como um segundo quarto, talvez pudesse modificar algumas coisas para torná-lo assim.

A sala escura da enfermaria era grande o suficiente para seu treino embora a proa do navio fosse mais apropriado, Buzz sentia que deveria fazer isso sozinho, longe da vista dos outros. Deixando seu paletó e a gravata de lado, o garoto logo começou seu treino após um alongamento. Com o tempo, os chutes e os socos com a destra iam melhorando, o treino havia rendido e sentindo o suor escorrer por sobre a testa, Buzz logo começou a relaxar os músculos, esticando as pernas para que o sangue pudesse correr por ali. Feito o treinamento e o relaxamento, Buzz queria escrever a respeito de seu aprendizado, procurando um papel e caneta, encontrou uma antiga prancheta de diagnóstico e uma pena com tinteiro, pode escrever ali atrás do papel a respeito de seu treino. Se olhasse para o relógio dentro da enfermaria, poderia notar que já havia se passado uma hora desde que começara a treinar.

Enquanto escrevia, Buzz não notou a aproximação calma de Umika pela porta da frente, estava concentrado e quando reparou, levou um pequeno sustinho ao ver a garota em pé do outro lado da mesa. - Ahh m-me desculpa, n-não queria incomodá-lo…- Ela disse de maneira meiga enquanto suas bochechas ficavam rosadas. - M-Me desculpa a intromissão é que.. Eu não estou me sentindo muito bem… - Ela colocou a mão sobre a própria testa. O rosto avermelhado dela e seu jeito indicava que ela havia tomado muito sol diretamente, talvez estivesse sofrendo com a Insolação.

Jacob

Jacob observou os jovens pombinhos de longe e não ficou tão feliz ao ver Thomas os interrompendo. De qualquer modo, aquele homem a sua frente era intrigante, queria saber mais sobre seu relacionamento com a amante aranha e o porque ela o havia escolhido pessoalmente para guiar os dois nessa jornada. Como ele aparentava ser um homem de confiança dela, acreditava que ele não seria uma ameaça. Chamando o rapaz que conversou brevemente com Umika, Thomas se aproximou de Jacob e logo perguntou: - Posso ajudar? - jacob sorriu e logo chamou o rapaz para seguí-lo. Aquele papo todo com Li Wan havia deixado o bisão mais energético, estava pronto para encarar novos desafios, porém isso exigia algo a mais de si mesmo, precisava aprender a lutar decentemente de todas as maneiras que podia para ser bem efetivo.

Descendo até a dispensa, um local grande e arejado, arrastou alguns móveis, liberando um certo espaço que já existia no convés a onde ninguém aparentemente gostava de treinar por conta do sol forte. Se despindo de seu terno, Jacob deixou Thomas um pouco constrangido por fazê-lo sem ao menos dizer o porque. -  Jacob? I-Infelizmente eu não gosto de homens - Ele disse de maneira sarcástica enquanto observava o Bisão. Não demorou muito para o mesmo dizer suas intenções com Thomas, queria ser treinado, queria aprender a lutar usando todo o seu corpo e com isso, tirou um sorriso de canto de Thomas. -  Ah se era só isso, podia ter me avisado antes sem me dar esse susto. - Thomas logo retirou a própria camisa, exibindo um corpo marcado por várias cicatrizes, maioria delas pareciam ter feitas com fogo.

Os dois homens começaram o treino, um embate de aprendizado. Entre rasteiras e conselhos, Thomas conduziu Jacob a um bom método de utilizar seu corpo em brigas. Luta de rua era como chamavam o básico das lutas, a onde a sobrevivência era o mais importante. Ao final, os dois perceberam que já havia se passado em torno de uma hora de treino, sentiam seus corpos cansados enquanto o cheiro de suor inundava o local misturado com o cheiro de temperos. - Bem Jacob, tu é um bom lutador, vejo agora porque Sapphira escolheu você. - As palavras dele eram sinceras e sem nenhum tom de deboche. De fato, Sapphira não era o tipo de mulher que se entregaria a alguém a qual ela não visse um potencial para sua prole. Apenas o macho mais forte poderia tê-la e, naquela vez ela havia escolhido Jacob. - Tenho minhas dúvidas se ela pode realmente estar grávida… - Disse Thomas enquanto enxugava o rosto. - Não me leva a mal, não estou criticando suas capacidades, mas Sapphira nunca conseguiu ter uma criança viva. - Ele disse com um ar pesado em sua voz. O que ele queria dizer com isso? Ela já havia tido outros filhos antes? Porque ela nunca contou isso? Jacob podia se perguntar enquanto colocava um pouco de gelo sobre seus músculos.

Viagem: 03/05

Histórico Jacob:
 

Histórico Buzz:
 

Cores pra narradora retards:
 






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