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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Quinto Ato: The Round Table

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 9 EmptySab 28 Jul 2018, 00:00

Relembrando a primeira mensagem :

Quinto Ato: The Round Table

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Buzz Bee e Jacob Allan. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Jacob Allan
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 9 EmptySex 04 Jan 2019, 14:19

Monstros!

Que vença a melhor besta!





Tudo aquilo poderia servir para aprendermos que nossos inimigos só tendem literalmente a aumentar, seja de tamanho, seja de poder, a Grande Line é na verdade um mar repleto de perigos inimagináveis. Enquanto sentia em meu lombo B-Boy eu pude perceber que nessa luta éramos o meio e não o fim, teríamos de usar todos os recursos que tínhamos para vencer e ainda sim não seriam o suficiente, mas eu prometi a muito tempo atrás que nunca recuaria de uma briga, principalmente se isso fosse para salvar a minha família e "Baby" , esse caranguejo escolheu o dia errado para desafiar esses dois caras que iam na direção dele.

Saphira encontrava-se comandando as pessoas para longe do conflito que se seguiria, os "Brotos" estavam cuidando um do outro e do corpo adoecido do meu irmão, tudo parecia uma zona de guerra, mas estávamos determinados a nos aproximarmos da criatura o suficiente para que ele conseguisse receber danos, bem, foi isso que achei ate trombar nela com toda a minha força e me deparar com um muro mais resistente do que eu próprio.

Por nossa sorte aquele ser que antes quase me matou também estava agindo, fios e aranhas prendiam o grande " Caranguejozila " que parecia ter estancado sua posição, porem todo o alvoroço que ele fez me fez ser jogado para longe como se eu fosse nada, sinceramente, aquilo seria uma batalha osso duro de roer.

Me levantaria ainda na minha forma de bisão completa, veria tudo o que se passava ao redor, aquele caos que mais parecia uma zona de guerra, pouco a pouco meu corpo iria adaptando-se, patas dianteiras viravam braços e mãos, manoplas azuladas vestidas, postura ereta me deixando pouco mais alto com meus 2,20m aproximadamente e logo em seguida a feição ficava menos animalesca, com isso poderia falar e poderia melhor agir e seria exatamente o que faria:



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(Imagem Ilustrativa - Considere o mesmo transformado)


-- Você não está ajudando em "necas de pitibiribas" Caranguejozilla, em "necas de pitibiribas"...


Minha irá se dava ao fato de vê-lo destruir a tudo e em seu caminho deliberadamente, era um animal, não podia esperar que ele compreende-se, mas naquele momento a sensação que tinha era que estávamos lutando contra o poder colossal da natureza e a natureza compreenderia por que éramos chamados de MONSTROS!

O ser gigantesco tinha uma concorrente aracnídea forte, mais suas defesas faziam aquele aranha ter sua principal arma anulada, precisávamos tirar a maior vantagem dele de jogo do contrário até mesmo nós seriamos vulneráveis e por isso era a hora de começar a quebrar aquela carapaça dura dele, para ontem.

No momento que vi uma criança na casa que ele segurava, meus pés pararam o movimento que fariam, olhei para Buzz, olhei para Saphira, alguém precisava parar aquele ser, ou um jovem inocente iria morrer foi quando esbravejei:



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(Imagem Ilustrativa - Considere o mesmo transformado)

-- "B-BOY" O "PENTELHO" , TIRE ELE DALI!!!! "BROTO ARANHA", PRECISO DE UMA ANIMAL PELUDO AQUI, AGORA!!!!.


Esperava que meus aliados pudessem agir, pois não tinha mais tempo a perder, concentrei todas as minhas forças e era a hora de agir e eu não podia perder tempo. Meus cascos se fixariam no solo, observaria com meu olhar as melhores rotas possíveis, tentaria ver casas meio caídas, rampas feitas de telhados, tinham que chegar mais alto possível da criatura, esperaria uma mínima reação de Saphira aproximando-se em sua forma abissal, isso se a mesma esboça-se algo, do contrário o caminho de casas destruídas seria a melhor opção e dispararia na maior velocidade que consegui-se, tentaria chegar ao ponto mais alto possível e no momento seguinte saltaria com o golpe já preparado, meus dedos rígidos assemelhando-se a um garfo tentaria acerta-lo o mais próximo a junta de patas possível, ele precisava ficar mais vulnerável.

Caso Saphira viesse ao meu auxilio, subiria em suas costas e correria com o máximo que poderia e tentaria me aproximar mais da pata que segurava a casa, tentando acompanhar o rito de Buzz para que com isso pudesse tentar golpear igualmente a junta assim poderia libertar a criança das garras do ser e ainda sim causar um certo desconforto no animal perfurando a sua carapaça com o golpe concentrado de Little Fork!


Caso nenhum dos golpes fosse possível me direcionaria rapidamente até a pata mais próxima e então com uma a mão espalmada e com uma força impar tentaria direcionar um poderoso golpe concentrado para que causa-se danos internos o suficiente para lesar a pata do animal.

E com um rápido movimento sequência tentaria então socar com toda a força concentrada novamente para somado ao golpe interno estourar a pata do animal com toda a minha força.


Todas essas ações entretanto seriam feitas com o máximo de foco possível, pois o inimigo poderia atacar de qualquer lado e por isso em caso de um ataque direto cruzaria os braços e então tentaria aparar o golpe com uma poderosa técnica de defesa: Meat Table! para que ao menos a posição fosse mantida sem danos colaterais intensos.


bichaelson



Menu Completo:
 

Historico Afro:
 


Cooking Fight:Little Fork!:
 

Cooking Fight: Meat Table!:
 

Coocking Fight:Skillet Punch!:
 
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 9 EmptyDom 06 Jan 2019, 11:23

Nothing Else to Do

Buzz


Tanto Sapphira quanto Jacob continuavam demonstrando abertamente o quanto sua relação havia ficado íntima. Claramente Li Wan ficava enfurecida com a situação e não fazia questão de tentar esconder ou pelo menos suprimir isto. Quanto a mim, apenas opinava sobre o assunto em meus pensamentos, evitando assim qualquer discussão fútil que pudesse nos levar a perder tempo. Sentia dedos delicados tocarem meu ombro e logo tive um arrepio, mas no bom sentido. Olharia para a pessoa a qual esses dedos pertenciam e veria Umika ao meu lado. A pressão sobre meu ombro aumentava como se ela estivesse me puxando para baixo, porém não era bem isso. Logo notava que a mesma estava usando meu corpo como apoio para se levantar, e por isso ajeitaria minha base para tornar a tarefa mais fácil para ela. devagar, a jovem conseguiu por fim ficar de pé e se aproximou um pouco mais de mim. Citava que estava se sentindo melhor, contudo ainda possuía um joelho ralado. Por um lado ficava lastimoso por conta de seu ferimento, mas pelo outro eu me sentia um pouco aliviado por ela estar recuperada o suficiente para que um simples arranhão fosse sua maior fonte de preocupações.

* Ela é tão fofinha, não acha? *
* Bem, sim. E-eu acho que sim. De qualquer forma, isso não é importante agora! *

Logo pude perceber uma sensação de desconforto por parte da menina. Seu aperto se tornava mais forte, apesar de não ser o suficiente para me machucar. Na verdade, acho que isso seria impossível mesmo se ela usasse toda sua força.

* Privilégios de logias. *

E então, todo o incidente chamativo com a aparição do caranguejo ocorreu. Depois de ouvir meu pedido, a mink resolveu que permanecer no prédio era arriscado demais para ambas, e por isso resolveu que deveriam sair dali imediatamente. Falava também com Umika, que conseguia entender o que eu queria dizer com aquele jeito meio atrapalhado de falar. Após isso, a jovem plantou um beijo simples e doce em minha bochecha, que me pegou de surpresa e me deixou sem reação. Tudo que fiz foi corar e ficar parado igual uma estátua por um tempo. Li Wan pegava Umika no colo e deixava o quarto, enquanto eu terminava de me recuperar da situação anterior.

Quando consegui me acalmar, subi nas costas do bisão, fiz a piada que Staz havia pedido e nós partimos em direção ao monstro. Poderíamos ter evitado os danos à propriedade, mas não seria eu que reclamaria disso. Até porque, precisava dar o troco de alguma forma pelo que havíamos passado. Nem de longe aquilo compensava, contudo já era alguma coisa. Quando nos aproximamos, saltei das costas de Jacob e comecei a disparar melaço para prender as patas do animal. Infelizmente, aquilo não parecia sequer deixá-lo mais lento. Juntando esta informação com o fato de que o ataque do bisão não fez praticamente nada contra a carapaça do bicho, deduzia que muito provavelmente eu seria inútil no combate, a não ser que eu conseguisse pensar em algo diferente para fazer.

* Não consigo imobilizá-lo e certamente não vou conseguir causar dano. O que dá pra fazer com o que tenho? *

Pelo menos eu não via nada no caranguejo que o permitisse ferir meu corpo, o que já me deixava um pouco mais calmo sabendo que poderia me arriscar o quanto quisesse para descobrir como auxiliar na luta sem me preocupar com ferimentos. Antes que eu pudesse tentar alguma outra coisa, pude ver uma quantidade enorme de aranhas tecendo suas teias por cima das casas e a aranha-mãe usando-as de apoio para conseguir subir sobre o caranguejo. Como já havia teorizado, a mordida venenosa dela não funcionaria contra aquele inimigo por conta de sua armadura natural. Mesmo que isso não lhe causasse dano, ele claramente não estava feliz por estar sendo usado de montaria. Como era de se esperar de algo tão grande, seu desespero para se livrar da aranha começou a causar uma bela destruição nas construções ao redor. O problema apareceu mesmo quando notei que em uma delas havia uma criança indefesa. Pelo jeito como as coisas estavam progredindo, aquela casa não ia durar muito e, por consequência, a criança também não. Um súbito impulso logo percorreu todo meu corpo e comecei a ficar preocupado com aquilo. A situação passava brevemente pela minha cabeça, fazendo com que eu tomasse uma decisão.

* O caranguejo não pode me ferir e há pessoas e bichos que podem cuidar dele melhor do que eu. Não tem problema se eu tirar um minuto ou dois para impedir uma morte prematura, certo? *

Inflaria os pulmões o máximo que pudesse e soltaria todo o ar ao mesmo tempo que colocaria toda minha força nas pernas e arrancaria na direção da criança, sem fazer desvios em minha rota que não fossem extremamente necessários, como para desviar de outras construções ou coisas do tipo. Assim que estivesse me aproximando, criaria dois cilindros para substituir meus membros superiores que ainda estavam feridos e, ao chegar próximo o suficiente da casa, saltaria para o lado de dentro por algum buraco ou janela que me desse acesso. Se precisasse quebrar uma janela, falaria para a criança.

- Preciso que você se afaste para que eu possa entrar! Rápido! -

Já dentro do lugar, utilizaria os membros extras para agarrar a criança em um abraço e vasculharia o local antes de sair de lá. Caso achasse mais alguém por ali, seguraria a criança com um dos membros que havia criado e agarraria a outra pessoa com o outro. Ao terminar, deixaria o local o mais rápido possível. Por conta da minha akuma no mi, conseguia entrar no local mesmo que por uma brecha. Contudo, sair da construção com a criança exigia uma passagem grande o suficiente para ambos. Por conta disso, caso o espaço que havia usado para entrar não permitisse nossa passagem, aplicaria uma sequência de chutes para abrir caminho para nós. Se não conseguisse fazer isso, procuraria uma janela e buscaria quebrar todo o vidro da mesma com ataques rápidos usando os pés. Assim que terminasse, saltaria pela abertura e correria para longe da casa e de todo aquele embate ridiculamente grande.

- Vai ficar tudo bem. Vamos dar um jeito nessa bagunça rapidinho. A propósito, me chamo Buzz Bee. Qual o seu nome mesmo? -

A pergunta era feita mais para tentar fazer com que ela relaxasse um pouco e se concentrasse em outras coisas, ao invés de pensar sobre tudo aquilo que estava ocorrendo. Não sabia o quão acostumada ela estava em ver coisas deste tipo morando em um mar como aquele, porém por via das dúvidas era melhor evitar algum trauma futuro que pudesse surgir daquilo. Tentaria levar a criança para junto dos outros habitantes que estavam fugindo, ou deixaria ela próxima à Sapphira.

- Dê um jeito de tirá-la daqui, por favor. -

Após deixar ela aos cuidados de alguém que pudesse afastá-la de todo aquele perigo, caminharia até o caranguejo, enquanto matutaria sobre como poderia ajudar na luta.

* Não posso prendê-lo ou grudá-lo, nem sequer deixá-lo mais devagar. Posso tentar causar-lhe dano com meus golpes, mas é quase que garantido que não funcionará. Preciso de algo que seja infalível e que possa nos beneficiar... *
* "Voe como uma borboleta, pique como uma abelha..." *
* Não faço ideia de onde foi que eu já escutei isso, mas acho que sei como termina. "Você não pode atingir o que seus olhos não podem ver," correto? *
* Heh, isso ai. *

Sem muita cerimônia, cuspiria um jato de melaço na direção dos olhos da criatura, ou pelo menos o que achava que fossem eles.

* Se a cabeça e o corpo estão juntos, e assumindo que aquela abertura ali é a boca, aquelas coisas que lembrar sementes gigantes esverdeadas saindo da cabeça devem ser os olhos. Como não sou nenhum veterinário, vou ter que usar o método de tentativa e erro. *

Sem muito mais o que pudesse fazer no momento, apenas realizaria esta ação e observaria as mudanças que ocorreriam no combate.

Histórico:
 

____________________________________________________

* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 9 EmptyTer 08 Jan 2019, 23:46


NARRAÇÃO
QUINTO ATO: The Round Table


Frustração talvez não fosse a palavra certa para descrever o que se passava nos corações dos dois jovens piratas. Ver seus poderes sendo inúteis era algo raro de fato, embora já tivessem encontrado inimigos excelentes e perigosos ao longo do caminho até aquela ilha. Estupefatos pela presença em massa das aranhas e pela imponência da Aranha Mãe, os dois continuavam tentando da maneira mais rápida possível de se livrar do caranguejo. Jacob conseguia enxergar uma enorme refeição com toda aquela carne, seu pensamento só foi interrompido pelo choro de uma criança. Jacob logo gritou para Sapphira para ver se ela conseguia fazer alguma coisa, mas a linda mulher estava longe demais e não tinha tempo de resgatar a criança. Nesse momento, tomado por um impulso elétrico de pura adrenalina em todo seu corpo, Buzz disparou para o resgate da pequena garotinha, saltando pela janela da casa usando o melaço como proteção para seu corpo, quebrou a janela que se partiu em vários pedaços e logo alcançou a menininha que chorava. De maneira gentil ele se aproximou dela e se apresentou. A garotinha olhou para ele de disse que seu nome era Lana. Pegando a menina no colo, Buzz saltou da casa.

Enquanto Buzz resgatava a criança, Jacob logo começou a socar fortemente a pata mais próxima do animal, evitando que o mesmo avançasse com aquela perna. Ele sentia os dedos doerem muito, seus ossos estalarem e logo sentiu o quente de seu sangue escorrer por entre seus dedos e apenas uma lasquinha da casca do grande animal cair. Estava longe de conseguir perfurar aquela carapaça, precisava pensar em algo e rápido, pois a sua força bruta por si só não estava ajudando.

A ver Buzz sair da casa junto à criança, Sapphira correu para sua direção. - Obrigada! Eu cuido dela. - Ela disse enquanto pegava a menina do colo de Buzz e corria para a área segura dos civis. Buzz logo teve uma ideia, sabia que seu melasso não ia ajudar muito em prender a criatura no solo facilmente, mas logo teve uma ideia. Embora Buzz não fosse especialista na vida animal e muito menos em crustáceos, ele tinha certa noção da onde eram os olhos do grande animal. Assim, não mediu melaço para jogar sobre o animal, disparando várias rajadas de doce sobre o olho da criatura. Um olho ficou coberto pela metade e o outro ele não conseguiu acertar, sua pontaria não era tão precisa quanto ele imaginava.

A rainha mãe continuava em cima do caranguejo e suas filhas começavam a subir em cima do grande animal uma por uma. jacob queria subir junto a ela, mas a ideia de estar ali no meio de todas aquelas aranhas não parecia boa ideia, mas mesmo assim ele o fez. Conseguiu encontrar uma casa caída em meio a aquela caos e dela pode saltar sobre o caranguejo em sua forma híbrida. Segurando-se em uma das patas e escalando o animal com grande dificuldade e quando sentiu que ia cair, sentiu uma teia de aranha abaixo de si o segurando. - Te peguei! - Disse Sapphira enquanto trazia consigo outras aranhas, ela puxou Jacob e os dois conseguiram subir no caranguejo. As aranhas em cima do animal ficaram agitadas ao ver Jacob e Sapphira. Enquanto isso, no solo, Buzz pensava na melhor estratégia para acabar com aquilo. Ao notar as patas do caranguejo, pode ver que talvez fosse possível derrubá-lo se usasse suas habilidades corretamente.


Enquanto isso… Na praia.

Li Wan carregava Umika em suas costas, graças aos passos do caranguejo, as duas conseguiram contornar um pouco a cidade até chegarem ao porto. Viram ali o rastro de destruição do animal gigantesco. Alguns barcos menores estava a salvo, apenas molhados pela chuva forte e arrastados pelas ondas, se não estivessem amarrados provavelmente já teriam sido entregues de vez ao mar. Li colocou Umika no chão e tratou logo de desamarrar as amarras de um dos botes. - Entre no bote, vou te levar ao nosso navio, ele está no lado oeste da ilha, vamos trazê-lo para cá para podermos partir dessa desgraça o mais rápido possível! - Ela disse de maneira autoritária e Umika vendo que a panda não estava de brincadeira logo adentrou o barquinho com cuidado.

As cordas soltas fizeram o barco se mover para mar adentro, Li pegou os dois remos e com a força de seus braços de urso começou a remar em um ritmo acelerado enquanto Umika observava os itens em sua mochila. Ao pegar o Log Pose e o Eternal Pose que tinham, ela pode ver que a seta da mesma não parava de girar loucamente em direções incertas. Umika, incrédula olhava para as duas e via que as mesmas giravam desordenadas, era como se as duas estivessem quebradas, o que era impossível pois Umika estava com os equipamentos funcionando normalmente antes daquela… tempestade.

Spoiler:
 

- Li! O Log Pose e nosso Eternal estão loucos! Olha! - Ela mostrou os objetos a Panda, que arregalou os olhos ao notar como aquilo era mais do que estranho, era impossível. - Impossível! Eles funcionavam até agora! Talvez essa tempestade esteja fazendo eles ficarem assim. - Ela disse enquanto seus braços fortes remavam contra as ondas, indo em direção ao barco do grupo. - Não é possível, uma tempestade jamais faria isso… - Umika disse enquanto guardava os dois instrumentos novamente na mochila. - UMIKA, UM CARANGUEJO COLOSSAL CAIU DO CÉU!!! Essa tempestade NÃO É NORMAL!! - Disse Li de maneira um tanto nervosa. Umika ao ver a reação da panda concordou com ela e ficou quieta. Logo as duas chegaram até o barco do grupo, deixaram o bote de lado e puxaram a escada de corda para subirem. - Se segura em mim! - Disse Li enquanto Umika agarrava seu pescoço, a panda logo segurou a corda e começou a subir para o barco, carregando a humana em suas costas. Embora fosse delicada, jeitosa e tímida, a garota não escondia sua força e sua coragem quando era necessário para salvar seus companheiros e isso inclui Umika. Ao subirem ao barco, Foram em direção as amarras do mesmo, soltando-o das rochas enquanto umika o manobrava para de volta ao porto.

Histórico Jacob:
 

Histórico Buzz:
 

Cores pra narradora retards:
 







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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 9 EmptyQui 10 Jan 2019, 14:01

Trying to do Something

Buzz


Um resgate digno de alguns heróis de livros de ficção, devo dizer. Apesar da beleza plástica do feito, tinha de admitir que não havia nada de muito grandioso no que havia feito. Isto porque eu não estava arriscando minha vida por outra, e sim apenas impedindo uma tragédia. Meu único problema na situação ocorreria unicamente se eu fosse lento demais e o caranguejo atacasse a casa aonde a criança estava. Fora isso, qual o risco que corria? Era realmente reconfortante possuir de certa forma uma total intangibilidade na situação em questão. Sem que houvesse kairouseki, água do mar ou farinha, eu era virtualmente imortal! A Ame Ame no Mi era realmente uma fruta muito versátil em diversas situações e por isso agradecia a sorte de tê-la achado nesta ilha. Provavelmente no futuro encontraria alguma akuma no mi mais poderosa e talvez até ficasse irado com o fato de não poder comê-la, mas tendo em mente todas as vezes que essa logia já havia me ajudado, eu nunca me arrependeria de ter comido aquela fruta de gosto tão ruim.

Consegui retirar a garotinha, que havia se apresentado como Lana, com extrema facilidade da construção e pude deixá-la aos cuidados de Sapphira, que se encarregou de levá-la até a área onde os civis se encontravam. Assim que pude confirmar sua segurança, voltei minha atenção ao nosso principal inimigo. Aquele era um oponente forte e resistente demais para que eu pudesse enfrentar diretamente, então escolhi fazer o papel de suporte para facilitar o embate. Cuspi o mais preciso que pude nos olhos da criatura, porém minha precisão não era o suficiente para realizar o esperado.

Enquanto isso, Jacob, Sapphira e mais uma legião de aranhas começava a subir em cima do caranguejo, onde a aranha-mãe já se encontrava presente. A menos que o plano deles fosse atacar os olhos ou a parte de dentro da boca daquela coisa, não via vantagem alguma de fazer aquilo. Pensava novamente no papel que deveria exercer na batalha. Poderia tentar me aproximar mais dos olhos da criatura para aumentar as chances de acertá-los, todavia não conseguia mais ver o motivo para tal. Já que estavam todos sobre o monstro, mesmo que ele ficasse cego ainda poderia acertá-los, se quisesse. Continuei estudando o corpo daquele animal e acabei me interessando pelo formato de suas patas e como funcionavam. Se tivesse que comparar com um humano, era como se ele estivesse andando de cócoras. Só que no caso do caranguejo ele possuía muito mais pernas que um humano, o que o permitia um maior equilíbrio. Se não fosse por isso, provavelmente se moveria mais lento e ficaria em constante risco de cair caso fosse puxado para trás. Pensando sobre isso, comecei a teorizar algo.

* Mas e se eu puxasse para baixo? Pelo modo como essas patas parecem funcionar, parece ser mais fácil fazer desse modo que tentar puxar as patas em alguma direção. Além disso, o peso que todo esse pessoal deve estar fazendo sobre ele deve ajudar bastante. *
* Heh, que plano maluco. Eu voto por tentar fazer isso. *

Agora o único problema parecia ser o método para fazer tal feito. Uma coisa tão grande como aquela logicamente precisaria de muita força para derrubar. Se fosse mesmo tentar aquilo, teria de usar toda a minha força. E qual seria o melhor jeito de fazer isso? Outro momento em que agradecia por não haver nada em cena que pudesse ser usado para me machucar. O jeito como faria aquilo seria basicamente transformar meu corpo em melaço, me grudar no bicho e puxá-lo para baixo. Se tivesse oportunidade e força suficiente, possivelmente tentaria puxar as pontas de suas patas para que ele perdesse a estabilidade e caísse mais facilmente. Mesmo esse plano não dando muito certo, me permitia falhar por hora. Os cidadãos foram evacuados e tanto eles quanto as pessoas com quem me importava não pareciam ser os alvos daquele animal. Enquanto isso continuasse, poderia testar estratégias o quanto desejasse. Se uma delas desse certo, lucro para mim. Se não, só tinha que pensar em outra coisa.

Sairia andando em um passo acelerado na direção do caranguejo e passaria por entre suas patas para chegar em sua parte inferior. Deitaria no chão e ergueria minhas pernas na direção do meu oponente, enquanto iria transformando-as e unindo-as em uma única massa esverdeada. Depois disto, lançaria toda a substância na direção de seu corpo e o agarraria firmemente, me grudando o máximo que pudesse. Começaria a espalhá-la ainda mais pelo corpo do inimigo, fazendo com que o líquido viscoso fizesse seu caminho até a parte superior do corpo do animal. Quando sentisse que havia conseguido fazer tudo isso, fecharia os olhos e imaginaria tentáculos saindo do meu corpo da mesma forma como os membros extras, só que desa vez seriam mais. Buscaria fazer pelo menos quatro deles e me esforçaria para que fossem tão largos quanto as patas da criatura.

Após tudo isso, grudaria um tentáculo em cada pata o mais seguro que pudesse devido à situação. Se não houvesse o suficiente para cada pata, prenderia a maioria nas patas da esquerda para tentar pelo menos fazê-lo cair para o lado. Feito isto, transformaria minhas costas em melaço para me grudar ao solo e ter uma maior aderência que me permitisse usar melhor minha força. Com todos os preparativos feitos, puxaria a parte das minhas pernas e os tentáculos ao mesmo tempo, esperando com isso ter o resultado que desejava. Mesmo que a aderência ao solo não fosse o bastante e eu acabasse me puxando para seu corpo ao invés do contrário, continuaria puxando suas patas que agora iriam em direção ao seu próprio peito, ou o que quer que fosse aquilo.

Se conseguisse me manter grudado ao chão mas não tivesse força o suficiente para derrubá-lo, gritaria o mais alto que pudesse para Jacob e Sapphira.

* Pulem ou golpeiem ele para baixo para tentarmos derrubá-lo! *

Se ainda assim não conseguisse derrubá-lo, soltaria suas patas e esticaria meu tronco até a parte de cima do seu corpo. Absorveria todos os tentáculos com exceção de um. Este último eu o transformaria em uma estaca, o cristalizaria e usaria para atacar um dos olhos do caranguejo. Contudo, assumindo que meu plano de derrubá-lo desse certo, certamente seria esmagado com a queda daquele monstro. Após esse acontecimento, me arrastaria até sair de debaixo da criatura e me regeneraria completamente. Como ele estaria bem mais baixo, julgaria que aquela era uma boa oportunidade para atacar seus olhos novamente. Dessa vez, porém, usaria algo mais efetivo. Mudaria a forma do meu pé direito para que ele se tornasse uma ponta e cristalizaria-o. Com isso, chutaria usando a destra na direção de um dos olhos do bicho ao mesmo tempo que esticaria minha perna até o alvo. Tentaria perfurar o mais profundo que pudesse com o intuito de cegá-lo e causar uma bela dor, e também testar a resistência que estas áreas mais sensíveis de seu corpo possuíam.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 9 EmptyQui 10 Jan 2019, 15:23

Um golpe de sorte!

Quando os olhos não veem, se vira jantar!





Aquilo tudo estava se tornando complicado demais, meus dedos estavam estalando, meus socos pareciam uma carícia no belo "traseiro" de um "broto", aquele caranguejo era a personificação do problema em grandes proporções. As ações de B-Boy foram úteis no fim das contas, seja por meus gritos, seja por seus instintos, ele salvou quem estava lá dentro e era a minha hora de começar a agir.

Eu tentava escalar aquele ser gigante e ate teria excito se não fosse a minha dificuldade em me segurar nas costas daquele ser, mas a sorte estava do meu lado e quando senti minhas mãos soltarem, bem, consegui ver minha curta vida passar pelos meus olhos, mas foi quando senti algo grudar em mim que imaginei apenas um nome para me agarrar em pleno ar: Saphira!

Escalamos juntos, e estávamos no topo do problema. Aranhas para um lado, teias para o outro, aquele animal era realmente um hospede de encrencas, estalei as mãos e soquei minhas palmas com o tesouro de ymir em mãos olhei tudo aquilo e analise bem toda a situação, sempre atento para me segurar firme no casco do ser caso ele se movesse bruscamente.

Após analisar com calma buscaria seus olhos, caranguejos são animais que já cozinhei, não seria uma grande dificuldade se o mesmo tivesse a estrutura padrão do animal, então caso encontra-se falaria para Saphira enquanto apoiava as mãos no chão e observava bem as orbes escuras semelhante a sementes:


-- "Broto", no trez, corre para o outro olho ali e me pega com todas as teias que você puder, aconselho ficar extremamente peluda dessa vez, precisaremos de peso...


E com um disparo rápido correria até o olho e me transformaria completamente, para que assim ganha-se mais velocidade e peso, saltaria esperando que Saphira pudesse me pegar com suas teias, esperaria cair com as descendo rapidamente e perdendo assim no "orbe" do mesmo e com meu peso e o peso de Saphira conseguirmos puxar as duas orbes de uma vez, retirando assim não só o senso de direção do ser como também parte de seus orgãos internos que estão ligados na parte de nervos oculares.

Independente que a aterrissagem fosse com uma ação de sucesso ou não, tentaria transformar-me na forma híbrida enquanto caia rolando assim com os braços fechados tentando  me proteger do impacto, se tivesse oportunidade de proteger Saphira faria o mesmo a abraçando e colocando as costas para irem de encontro ao chão, contando com minha resistencia elevada para me proteger e a proteger.


bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 9 EmptySab 12 Jan 2019, 13:49


NARRAÇÃO
QUINTO ATO: The Round Table


Cada minuto, cada segundo que aquela criatura colossal ficasse de pé era um sufoco. Todos trabalhavam incansávelmente para derrotar a enorme criatura, mas tudo o que tentavam era quase em vão até que Buzz e Jacob tiveram uma ideia um tanto boa para resolverem o problema. Buzz se concentrava nas patas do caranguejo, seria muito mais fácil se ele caísse no chão, assim evitando que o grande animal avançasse mais ainda sobre a cidade enquanto Jacob acreditava que poderia ferir o animal por uma das poucas partes macias de si que eram expostas, seus olhos.

Buzz não demorou para botar seu plano em prática. Usando de seus poderes de AnM, o garoto grudou no chão e disparou quatro braços melados nas patas da esquerda do animal. Seria impossível puxá-lo para baixo, mas poderia pelo menos tentar fazer o caranguejo perder o equilíbrio e cair por si só. Os pedaços de doce grudaram no animal e Buzz logo sentiu uma dor imensa percorrer todo seu corpo, a força do animal o puxava enquanto sua AnM o colava no chão. Talvez fosse capaz de gritar de tanto esforço e dor que sentia, mas pelo menos teve um resultado.

Em cima do animal, Jacob dava certas ordens a Sapphira, que ao perceber que o grande touro corria para a direção do olho gritou: - CUIDADO AI TEM…- Quando Jacob se virou para ouví-la, pode perceber que havia caído no olho com o doce melado de Buzz, ficando preso ali naquela superfície açucarada. Sapphira colocou a mão direita sobre sua face e começou a rir. Em baixo do animal, Buzz fez um último esforço e conseguiu finalmente, desestabilizar a grande criatura, fazendo-a cair no chão. A queda foi como um terremoto, Buzz logo soltou o melado do caranguejo, sentia seu corpo todo doer e suas pernas pareciam não querer sair do lugar deixando-o ali, parado, imóvel.

A aranha Mãe lutava ali em cima contra o animal, tentando furar sua carapaça quando de repente um estouro muito alto vindo do mar pode se ouvido. Não demorou muito para uma bala de canhão acertar as costas do caranguejo. Ao longe, era possível se ver um navio da marinha passando perto da ilha, seus canhões potentes começaram a atirar na direção do animal. Sapphira ao notar a presença da marinha, correu para Jacob, na tentativa de ajudá-lo. - Um navio da marinha está atirando contra nós, preciso tirar vocês daqui….- Ela se concentrou por um minuto e algumas aranhas vieram até ela e começaram a comer o melado em volta de Jacob até que ele pudesse se soltar.

O canhões não paravam de disparar contra o caranguejo, e infelizmente, além de acertar o animal, levava consigo algumas aranhas também. Sapphira parecia apreensiva e em uma brecha na casca do animal feita por um tiro de canhão, a Aranha Mãe mordeu o caranguejo, depositando seu veneno letal em sua carne. O animal ao sentir a mordida, começou  a se levantar na tentativa de se livrar das aranhas. Sapphira se transformou em uma aranha e sem ao menos pedir para Jacob, o agarrou e levou para o chão, próximo a Buzz que parecia um chiclete amassado sobre o chão. - Vocês precisam ir… Aquelas canhões são forte de mais para um navio qualquer…- Ela disse de maneira apreensiva enquanto olhava para Jacob e para Buzz. -Ele não me parece nada bem. - Disse enquanto se aproximava de Buzz, com uma expressão surpresa.

Caso Jacob se recusasse a ir por conta do caranguejo ainda estar vivo Sapphira diria: - Não se preocupe Jacob, a Aranha mãe o mordeu, é só questão de tempo para ele morrer… - Ela se aproximaria dele e daria um leve beijo em seus lábios. - Eu cuido da marinha… Não quero que eles se aproximem de você, eu vou ficar bem.-Ela disse dando um sorriso meigo que ele nunca havia visto.  

Caso aceitassem sair da ilha, Sapphira chamaria um dos rapazes que estavam com os cidadãos da ilha para acompanhá-los até o navio. - Esse é Thomas, um dos meus aprendizes, ele vai levá-los para fora daqui em segurança. - O rapaz logo se aproximou do grupo, seu jeito meio desleixado era um tanto engraçado. - O-Olá.-Ele disse sem muita cerimônia e de maneira tímida, parecia um rapaz um tanto calmo e quieto olhando pelas suas atitudes.

Thomas:
 


Histórico Jacob:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 9 EmptySeg 14 Jan 2019, 00:32

Uma despedida dolorosa!

Dois ou três ficaram para trás.





Aquele caranguejo dava nos nervos, já tive de cozinhar lagostas duras na queda, mas aquele crustáceo era de fato a coisa mais complicada que tive de preparar até hoje, meus golpes não amaciavam nada, nossas investidas pareciam fazer cocegas, até mesmo aquela peluda monstruosa parecia estar enfrentando um inimigo que não tinha uma condição favorável para vencer e olha que ela acabou com a gente como se a gente fosse nada naquela floresta, mas eu sempre tinha planos mirabolantes, assim como meu irmão e naquele momento não foi diferente.

Após com poucas palavras arquitetar o plano me transformei e corri, todos os planos aconteciam como previsto, o impulso estava sendo dado, eu podia sentir o vento em minha pele, eu podia sentir que as coisas dariam certo, Saphira esbravejava mas naquele momento eu estava presetes a cumprir a minha vontade como um animal enfurecido com sua presa, eu até mesmo salivava quando de repente quase fui ao chão. Tudo bem , não foi um grande tombo, mas acabei sendo pego no DOCE de B-Boy e acredite, nunca pensei que a ideia de " passar açucar no corpo" fosse um literal tão desagradável.

Saphira ria e eu parecia um pirulito, bem, ao menos mudaria o sabor dessa vez. Mas perder tempo com pensamentos não me ajudaria a sair dali, eu tentava fazer força, mais logo auxilio veio, Saphira e suas pequenas, médias e grandes começavam a abrir caminho no doce para mim e eu pude sentir o caranguejo ceder, seria isso vitória? Bem, seja ou não, nossa comemoração durou apenas o exato segundo que uma grande bala de canhão atingiu o grande ser, devo dizer que uma parte de mim vibrou e a outra apenas constatou o óbvio tínhamos companhias bem mais preocupantes pós caranguejo que o próprio gigante crustáceo.

Não sei dizer ao certo quando fui liberto ou não, estava focado no novo inimigo que se aproximava só sei que algo aconteceu rápido, algo puxou aquele ser para baixo e somado aos impactos das balas, bem, o grandão veio a cair e a aranha mãe resolveu fazer a festa.

A batalha tinha acabado, mas acredito que chegou a hora da guerra. Pois ao sentir o caranguejo tentar se levantar senti um solavanco e "Broto Delgado" que estava mais uma vez me tirando de uma enrascada, eu me questiono quantas vezes ela pretende ganhar o meu coração hoje ? Bem, não era hora para sentimentalidades, era a hora de sobreviver e ao chegar ao solo me deparei com o primeiro grande problema: As decisões a se tomar.

Partir podia significar derrota, mas partir podia significar uma chance de poder vencer, a quela aranha tinha sido mordida, eu me recordo bem o que a picada daquela desgraçada faz, talvez um dia eu tenha a minha revanche, mas agora ela tinha um caranguejo para comer e eu, bem, eu tinha uma família para cuidar. Ryu ainda estava na velha estalagem leva-lo poderia ser arriscado e por isso irredutível fiquei alguns instantes, o que fez aquele "Broto" falar comigo novamente, meu coração amolecia mais eu dizia sinceramente:


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-- Meu "Broto Aranha", eu gostaria muito de ficar, muito mesmo, mas seria um risco para todos que me rodeiam...mas existe um, um que não posso levar, ele está debilitado e seria um risco ele estar nessa perseguição, meu irmão...cuide dele, de o tratamento devido, eu voltarei, voltarei para que eu possa busca-lo...cuide dele...

Era uma das poucas vezes que meu sotaque irregular, que as minhas gírias e até mesmo os meus trejeitos não estavam afetados pelo costumeiro tom, estava triste, estava ferido, lutei com aquele fedelho usando meus punhos, vencemos adversidades e preocupações, mas acima de tudo vencemos a barreira de nossos corações. Ryu teria que ficar para trás, mas ao menos deixaria com a mulher que cuidaria dele e de meu filho para mim.

Enqunto ela chamava seu serviçal eu tentava buscar algo para tirar o chichletão do lugar, um balde, uma pá, uma bolsa, uma lata, eu precisava tira-lo dali em forma prática e não podia me demorar. Caso encontra-se o recipiente devido o colocaria dentro com o máximo de cuidado que a situação me permitisse apenas para poder falar em um tom meio sério para o rapaz enquanto entregava para ele o recipiente que colocaria Buzz dentro:



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[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.](Concidere o personagem transformado - Imagem Ilustrativa)


-- Escute bem "Matusquela", segure esse carinha como se fosse sua vida, por que acredite...é! Agora vai subir nas minhas costas e se segurar como as suas garotas seguram em você , firme e sem medo. Por que se soltar, vai acabar morrendo com o solavanco, compreendue "Matusquela"?

Caso não acha-se algo para  fazer ele entrar e leva-lo, falaria com um tom de certa urgência para os companheiros que estivessem ao meu redor:

-- "Matusquela", encontre algo para colocar o meladinho ai, não podemos perder tempo!

E se fosse funcional adentraria na miinha forma hibrida, onde concentrado esperaria o mesmo subir nas minhas costas e correria em um disparo único em busca de acelera o mis rápido que desse. Nesse momento tentaria observar os locais afetados por todo aquele caos e tentaria buscar as rotas mais simples usando Thomas como meu GPS caso ele tivesse ideia melhor ou apenas usando meus sensos, para que assim fossemos até o lado mais extremo da praia.


bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 9 EmptyTer 15 Jan 2019, 00:34

Let's Get the Hell Out of Here!

Buzz


Minha estratégia para derrubar aquela coisa não seguia como o programado, mas já fazia tempo que nada ocorria exatamente da maneira como havia pensado. Dito isso, devo dizer que fiquei deveras intrigado com o ocorrido em geral. Sabia que seria muito difícil parar aquela coisa usando meus poderes, porém o fato de que sentiria dor realizando tal ato nunca havia passado pela minha mente. E como poderia? Não tinha visto kairouseki ou farinha cobrindo meu corpo ou o do caranguejo, então por que teria de me preocupar, certo? Bem, aparentemente eu havia subestimado um pouco demais a força daquela coisa. Mesmo tendo atingido meu objetivo, aquilo tinha exigido muito do meu corpo e, por consequência, me causava uma dor excruciante que me fazia pensar se aquilo tinha valido mesmo a pena ou se não teria sido melhor apenas deixar a ilha ser destruída e aproveitar que o caranguejo estava distraído com aquele monte de aranhas para zarpar para a próxima ilha. Ao lembrar da garotinha que havia salvado a pouco tempo atrás, resolvi assumir que aquela havia sido mesmo a melhor estratégia.

O conjunto de dor e esforço súbito parecia ter sido demais para mim e o resultado podia ser notado pelo fato de que meu corpo não me respondia mais. Era como se eu tivesse grudado no chão, contudo eu tinha absoluta certeza de que não havia feito tal coisa. O que estava acontecendo? Será que estava realmente tão fraco que meus poderes não estavam mais funcionado direito? Os ferimentos que não eram causados por uma das minhas fraquezas se regeneravam sozinhos e quase que instantaneamente. No entanto, estes não pareciam respeitar as regras anteriores. Buscaria recobrar minha calma ao respirar de maneira profunda. Relaxaria todo o corpo e limparia minha mente de qualquer pensamento por um momento, como se estivesse meditando. Esperava que aquilo fosse resultado do meu nervosismo, e assim que ele passasse tudo voltasse a ser como era.

Se meu corpo não voltasse ao normal por si só, não veria alternativa a não ser esperar pelo melhor, já que eu não conseguiria me mover por conta própria, mesmo que me arrastando, e teria de depender dos outros para fazer as coisas. Tentaria pelo menos usar minha manipulação corporal para reformar minha cabeça para conseguir falar com alguém. Mesmo que não pudesse me mexer, queria poder ainda expressar minha opinião verbalmente. Para realizar tal tarefa, buscaria em minha memória por imagens do meu rosto. Já havia visto meu reflexo inúmeras vezes, fosse em água ou em um espelho. Fora isso, tinham também os detalhes que eu conhecia através do meu tato. Com todas essas informações reunidas, concentraria-me na região que sentia ser a minha cabeça e controlaria toda a massa pertencente à ela. Faria com que ela se movesse de maneira a moldar novamente toda minha estrutura craniana, meus olhos, nariz, orelhas, boca, pele, tudo.

Caso conseguisse, reconstruiria também a minha garganta e as cordas vocais para conseguir falar. Em uma situação um pouco mais real, teria que fazer o mesmo aos pulmões e músculos torácicos, como o diafragma. Entretanto, levando em conta que minha pulsação e respiração não cessam mesmo que eu esteja totalmente transformado em melaço, acreditava que não precisaria disso. Poderia ser que nem precisasse das cordas vocais e da boca para falar, mas era melhor prevenir do que remediar. Além disso, achava mais normal manter uma conversa assim. Caso meus esforços fossem recompensados, testaria minha voz para ver o estado em que deveria trabalhar.

- Ma-ma-maaaaa. Hmmmmm. Miiiiiiiiiii. Beleza. -

Escutava o conselho de Sapphira e não podia concordar mais. Qualquer coisa que evitasse ter de entrar em mais um conflito estava valendo naquele momento. Finalmente tinham conseguido acabar com a minha paciência com todas aquelas lutas e machucados, fora que eu não conseguia sequer moldar uma perna para conseguir lutar, então era claro a minha inutilidade no momento. Resolvia aceitar a ajuda oferecida pela mulher para chegarmos ao navio, todavia ainda faltava o resto da nossa tripulação. Não sabia se Ryu ainda estava vivo e nem que fim Violet havia levado, mas as outras duas tinham deixado o hotel para irem a um local mais seguro. Como não sabia exatamente onde estavam, diria para a regente da ilha.

- Só sairemos daqui quando nossa companheiras estiverem aqui. Peça para um de seus subordinados irem chamá-las, por favor. E eu vou precisar que alguém me carregue, mas de uma forma respeitosa. Se usarem uma bacia, me colocarem na boca ou algo do tipo, quando eu voltar a me mexer vou fazer questão de cortar a cabeça do desgraçado fora. -

Pensava que seria transportado preso a um braço ou sobre a cabeça de alguém, então teria de me valer da adesividade da minha fruta. Porém, assim que chegasse ao nosso barco eu controlaria meu corpo para que se desprendesse do meu meio de locomoção temporário. Não sabia onde seria deixado exatamente, mas esperava que eu pudesse ter pelo menos uma boa vista da ilha para ver o resultado geral de nossa façanha. No caso de não ter tal privilégio, olharia para o céu e observaria para a forma das nuvens, suas cores, tudo que pudesse visualizar. Poderia ser apenas efeito da adrenalina nas minhas veias, mas estava energético demais para ficar parado sem fazer absolutamente nada.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 9 EmptySex 18 Jan 2019, 16:06


NARRAÇÃO
QUINTO ATO: The Round Table


Entre trancos e barrancos, o caranguejo finalmente havia secumbido ao chão. Buzz achava estranho seu corpo sentir dor, mas a fadiga aos poucos iria se recuperar conforme o tempo. Juntando o que se lembrava de seu corpo, a parte açucarada aos poucos voltava  a forma humana, revelando o corpo do garoto. Felizmente para ele, não seria necessário ser colocado sem dignidade alguma dentro de um balde, apenas receber ajuda para se recompor aos poucos já era o suficiente. Thomas se aproximava de Buzz para ajudá-lo a se levantar, aos poucos o garoto doce voltava ao normal, suas pernas estavam um pouco moles como marshmallows, mas ficou feliz em conseguir voltar a falar. Sapphira ouviu o pedido do garoto de cabelos brancos e logo se voltou a ele.

- Espere.... - Após as palavras dela, Buzz pode ver depois de um minuto de silêncio uma aranha mediana se aproximando deles, logo ela foi subindo pelas pernas de Sapphira até chegar no ombro da mulher. Sapphira dava atenção para a criatura, como se a ouvisse. - A panda e a menina foram para o mar… Já o rapaz desmaiado ainda está na estalagem… - Ela disse para Buzz, tranquizando-o a respeito do paradeiro de Umika e Li Wan.  Por sorte a estalagem ainda estava de pé, mas no estado atual do rapaz, irmão que Jacob citava, seria impossível levá-lo junto. - Irei cuidar dele Jacob… De todos. -Ela colocou a mão sobre o ventre e se aproximou de Jacob de maneira calma e sedutora. - Se ele acordar antes, o levarei para Penumbra… Eu prometo. -Sorrindo para ele, Sapphira levou seus dedos finos e gélidos até a face de Jacob, dando um sutil beijo nos lábios grandes da forma meio humana meio bisão. Ela logo o soltou, levando as mãos sobre os cabelos, cortando um maço dos fios compridos e brancos.   - É bem resistente… Leve… E nunca se esqueça de mim. - Ela disse entregando os cabelos a Jacob, embora fosse algo estranho para se dar de presente, aqueles fios não eram normais, sua elasticidade eram quase como a de uma teia de aranha, o que poderia ser útil para amarrar algo pequeno, ou até mesmo usar como ferramenta de pesca.

Os dois se afastaram e logo Jacob pediu para Thomas tomar conta de Buzz e ajudá-lo a montar em si. O cozinheiro logo se transformou em um bisão completo, e Thomas e Buzz subiram em sua pelagem. O rapaz franzino segurou no pêlo de Jacob que como um raio, começou a correr em disparada, deixando Sapphira e suas aranhas para trás. Os cascos firmes trotavam naquele caos, casas caídas, teia de aranha para todo lado, fogo em algumas… Pelo menos não viu ninguém ferido, aparentemente o trabalho de evacuação fora um sucesso. Indo em direção a praia do porto, Jacob e Buzz puderam ver o caranguejo estirado no chão novamente, a Aranha Mãe acima dele, levantava suas pernas para o alto em um sinal de ameaça… Ou seria agradecimento aos rapazes? Nunca saberiam, a única coisa que tinham em mente, era escapar da ilha antes que a marinha fosse atrás deles em mais uma batalha desnecessária. Não demorou muito Jacob chegar a praia e ao abaixar para Thomas e Buzz descerem, pode ver que seu companheiro de viagem e garoto adocicado estava colado em suas costas. Aos poucos ele ia desgrudando e Thomas o ajudava a ficar de pé. Os três homens logo avistaram alguns botes de madeira por ali e ao longe o navio deles. Umika estava no leme, enquanto Li estava próxima ao mastro principal. ela acenou para os três na praia e disse algo, que daquela distância não era possível ser ouvido.

Thomas logo se aproximou de um dos botes, o que estava em melhor estado ainda estava furado. Ele coçou o queixo e logo olhou para Buzz. - Tem como você tapar o buraco com seu corpo? Jacob se não se importar, me ajude a remar- Se o rapaz aceitasse, ele colocaria Buzz em posição para tapar o buraco, e entregando um remo para Jacob, esperaria que o bisão empurrar a embarcação para a água, já que ele era o mais forte e capaz disso no momento. Remariam até o navio onde as meninas estavam e ao subir no barco, seriam ajudados por Li Wan, que estava agitada. - Jacob! É a marinha! Será que vieram atrás de nós? -Ela perguntaria de maneira eufórica. Umika começara a manobrar o barco para evitar os marinheiros, puxando o leme para o lado esquerdo com toda a sua força.

Off:
 

Histórico Jacob:
 

Histórico Buzz:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 9 EmptySab 19 Jan 2019, 05:23

Promessas!

Quando um touro chora!








Aquela situação toda era um caos, eu não saberia dizer onde aquilo me deixava encurralado e onde aquilo me deixava preocupado, tudo parecia convergir para a tragédia e eu podia sentir isso na textura do ar. Poucas vezes estive em lugares tranquilos em minha vida, Revan era uma cidade de filhos de pais mortos, sonhos e morte rodeavam aquele lugar, tristeza e falta de esperança também, e talvez essa lembrança vívida de caos e agonia tenha me feito ver como éramos pequenos em meio a tudo aquilo.

Quando os primeiros estávamos no solo pude perceber que a zona de guerra em nossa volta só iria piorar e enquanto Saphira preocupava-se em chamar um ajudante eu apenas pensei comigo
"Quanta destruição...será um recomeço bem difícil…” e logo busquei uma forma de auxiliar meu companheiro, mas foi vendo B-Boy no chão que meu corpo esfriou, todo o cansaço, todas as feridas, todos os pesares, eu era o homem que tinha que levar o peso nos ombros das promessas que fiz e só agora isso entrava a minha mente.

Minhas falas preocupadas mostravam um toque de sutileza sobre a adversidade que enfrentava-mos de não poder levar aquele que era meu irmão, mas foi o beijo nos lábios daquela mulher que me fez lembrar que eu tinha que continuar a lutar. Suas mechas estavam guardadas em meus bolsos, suas lembranças em minha mente e nossa fulgaz paixão em seu ventre, com tudo pronto, todos avisados e direções alocadas era a hora de partir, era a hora de partir mais uma vez.

Em minha forma animal corria como um raio, não falava, não questionava, apenas agia, pois naquela forma eu podia lembrar, lembrar do dia que o conheci:



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Era uma tarde como outra qualquer e eu estava acompanhado, o jovem e desastrado garoto tinha acabado de trombar em meu broto, suas atitudes grosseiras me fizeram o chamar para um duelo de homens com os punhos, me fizeram o socar até ele cair no chão, me fizeram ver que ele era um guerreiro sem igual.

Naquele mesma tarde, naquele mesmo confronto ele caiu no chão, derrotado não por falta de determinação ou habilidade, mas por não seguir a regra mais importante que o ensinei ao longo de todos os dias, semanas e meses que esteve comigo NUNCA FIQUE NO CHÃO NA FRENTE DE UM BROTO.

[
- Você me pegou de jeito em grandão? Qualquer dia desse você deveria me ensinar esse seu uppercut. Meu nome é Ryu Tetsuya, por sinal.]

Naquele mesmo dia nós trocamos ideias e ideais, naquele mesmo dia compreendi que o jovem que morava na mata com seu pai tinha decidido viver no mundo que o cercava do lado de fora de toda a selvageria que ele nutria e foi lembrando dos ensinamentos de meu mestre que me permitir estar ao lado de um sonhador.

Enfrentar inimigos e ser acusado de matar marinheiros, foi isso que recebemos em troca de nossas lutas naquela ilha, rancor de uns, gratidão de outros foi o que nós ganhamos, foi  que  nós lutamos para conseguir.

[
- Eu gostaria de dizer que a vitória de hoje não é somente minha ou do Alan. Muitos homens corajosos deram suas vidas para salvar esse lugar, e eles merecem o nosso respeito e gratidão. Se Iúria e seus homens foram derrotados, isso se deve principalmente a vocês, cidadãos de Fruushin, que em nenhum momento desistiram de viver.

Vocês são os verdadeiros vencedores! Nós apenas demos uma mãozinha. Agora será que poderiam me arrumar um médico? Estou sentindo que vou desmaiar...
]


Foi com ele que encontrei Li Wan, foi com ele que enfrentei um tenente e sai vivo cheio de cicatrizes, foi com ele que tomei meu primeiro jantar com alguém que poderia ter chamdo de irmão.

Em longtown quase morri para salvá-lo, parei com meu corpo uma bala de canhão como se ela nada fosse, meu corpo destroçado carregava nas costas a cicatriz e a tatuagem que mostrava o touro que eu era e foi nesse mesmo dia que eu decidi, eles seriam minha família e eu os protegeria…


[
- Eu aposto a minha vida no Jacob...]

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Eu não fui capaz, nem mesmo em nenhum instante de protegê-los, eles se feriram, foram usados como marionetes, eles quase morreram e no fim eu não fui a barreira que sempre quis ser.

Minhas atitudes orgulhosas me levaram a ver que eu estava errado, me levaram a ver que não fui capaz do mais simples, as lágrimas grossas caiam dos meus olhos de bisão, pois de todas as minhas falhas a maior estava sendo deixada para trás como a lição que deveria aprender, se eu queria protegê-los eu tinha que ser ainda mais forte do que eu mesmo prometi, pois neste momento não só deixava minhas derrotas para trás, eu estava deixando meu irmão.

[...]





Não demorou muito para chegarmos a nossa nal, não demorou mais do que alguns instantes também para compreendermos como chegaríamos ao local, uma embarcação furada, um homem chiclete e um bisão forte, bem, o que restava era contar com a sorte, com a habilidade e com a vontade de sobreviver. Adiantaria-me ao pedido de Thomas e  com isso tomaria minha forma de homem bisão apenas adentraria no barco pegando B-Boy e o colocando em cima do furo enquanto falava para o mesmo em um tom sério de cooperação:



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- Meu chapa”, sei que não deve ser uma “transa” agradável. Mas ou é isso ou ficamos para os “meganhas”, vamos lá B-Boy, nossa família precisa de nós.

E com toda a força do mundo remaria para nos aproximar do barco o suficiente para que com isso todos pudessem subir rápido e em segurança , lá depararia-me com a euforia de Li Wan e logo a abraçaria forte como se nunca mais quisesse que elas ficassem quase perdidas novamente e a olhando nos olhos falaria como um grande adeus, um adeus aquele homem que pensava de forma tão fraca e que a partir de agora era o homem que decidiu ser forte e ter a mais forte família que um homem poderia ter:

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- “Broto”, não sei se poderemos ser os mesmos “galalaus” depois de hoje, mas eu “fechei no cuspe”  a mim mesmo que nunca mais, nunca mais ninguém ficaria “no osso duro” e que não nós esconderiamos,, não depois de tudo que enfrentamos, eu não irei te perder e não irei perder essa grande “Chapa quente” de família de novo...


Vestindo as luvas que foram de meu irmão fui para frente do návio enquanto respirava fundo e observava os movimentos que a embarcação fazia, olhando meus companheiros por cima do ombro bradaria para os mesmo enquanto retiraria lentamente o paletó e deixaria a camisa deixando a mostra a grande cicatriz e a tatuagem de Touro que ostentava em minhas costas e então seguraria as cordas das velas e bradaria aos meus companheiros com um tom pouco antes visto, Jacob, O Touro, o líder da Golden Family e o Vici-Capitão agora capitão daquela Nal estava falando para todos:


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- Escutem aqui, O Ryu ficou para trás, ele “ralou” para que nossos sonhos e objetivos fossem cumpridos e ele não desistiu, ele nem mesmo perdeu seu “groove” com isso, agora é a nossa vez, vamos mostrar a esses “meganhas” como se sai do meio de um furacão...UMIKA!!! FAZ ESSA “CHARANGA” ANDAR EU SEGURO AS CORDAS!!! LI E THOMAS AUXILIEM ELA NO QUE PRECISAR E B-BOY, SEGURA ESSE “GROOVE”!!!

E esperando a resposta deles deixava que eles vissem a imagem do homem que agora sou segurando aquelas velas, aquele que sustentaria um barco inteiro se fosse preciso nessa tempestade, mas que faria eles saírem dali, o homem que cumpriria a promessa que um outro homem sempre nos fez acreditar, a promessa de que nossos sonhos eram possíveis, aquela fuga, com aquela determinação não era uma retirada era a forma que me restou para dizer a meu irmão que continuaríamos sendo OS CAVALEIROS daquele grande mar.  


bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 9 EmptyDom 20 Jan 2019, 19:04

Floating Away

Buzz


Apesar de ainda estar completamente exausto, pelo menos agora meu corpo resolvia voltar ao seu estado natural. Aos poucos, a massa que constituía meu corpo foi se moldando e devolvendo a minha forma natural. Minhas pernas não tinham forças o suficiente para que eu conseguisse me por de pé sem ajuda, porém o ajudante de Sapphira me auxiliava para que eu conseguisse me locomover sem muitos problemas. Ao exigir a presença das outras integrantes do nosso bando antes de podermos zarpar da ilha, ouvi como resposta da regente que elas já estavam no mar. Teorizava que ambas já se dirigiam ao nosso navio, para agilizar nossa fuga. Ryu parecia que teria de ficar para trás, e apesar de não saber bem o motivo, não ligava muito para aquilo. Pra mim, estava perfeito daquele jeito. Contanto que pudesse deixar a ilha junto delas, não me importava de ir embora agora. Havia muitas coisas que tinha deixado de fazer, mas no momento a melhor escolha era seguir em frente.

Após uma breve despedida entre o cozinheiro e a mulher, que certamente agora deixava bem claro que eles tinham levado aquela relação para um novo nível, fui colocado sobre a forma bisão de Jacob e seguimos na direção do mar. Pelo caminho, pudemos observar todo o estrago que foi causado por aquela luta que sem mais nem menos havia aparecido para nós. De onde aquele bicho viera? Por que viera? Tanta coisa esquisita acontecendo, e a maioria ocorrendo sem justificativa nenhuma. Como esperado da Grand Line, acho. Ao ver a aranha-mãe com suas patas dianteiras erguidas e sobre o cadáver do caranguejo, não consegui deixar de considerar aquilo como um certo insulto. Tinha tentado matá-la mais cedo naquele dia, e havia falhado por conta daquele velho maldito e o seu fiel saco de farinha. Dois alvos que eu deixei escapar por duas vezes consecutivas. Estava decepcionado comigo mesmo e furioso por ter de adiar minha vingança. Se pudesse me mexer naquele momento, teria mostrado o dedo do meio em sinal de desrespeito para aquela coisa peluda.

Quando chegamos à praia, um certo tempo foi necessário para que eu me desprendesse das costas do bisão. Parecia que meu corpo estava entre seu estado normal e o melaço, fazendo com que eu ficasse grudento e meio molenga. Mesmo assim, consegui me desprender e ficar de pé, com a ajuda do assistente de Sapphira. Agora tudo que tínhamos de fazer era pegar um bote para nos levar até o nosso navio, que parecia ter sido arrastado pela correnteza. O melhor que estava a nossa disposição possuía um furo em sua estrutura, o que nos impediria de usá-lo. Isso se eu não usasse meu corpo para tapar aquilo, claro. Como podia deixar de fora o fato de que poderia ser usado como vedador de buracos? Honestamente, nem de longe aquilo chegava a ser uma ideia agradável. Porém, não era como se eu tivesse alguma escolha. Do jeito que estava, só servia para aquilo mesmo.

- Me ajude a deitar sobre este buraco. -

Diria para Thomas, esperando que ele me auxiliasse na tarefa. Usaria as pernas e posteriormente também os braços para me apoiar e ir me abaixando aos poucos até o piso do bote. Ao fazer isso, deitaria-me colocando o tronco por cima do buraco e liberaria melaço sobre o furo para tapá-lo. Como toque final, selaria a fissura cristalizando a substância. Assim, quando eu me erguesse para subir no nosso navio, a água não invadiria onde estávamos e não começaríamos a afundar. E claro, ainda tinha o fato de que o tal Thomas precisaria de um veículo para voltar à ilha. Tendo conseguido ou não tapar o buraco, passaria o resto da viagem deitado por ali mesmo, sem nem tentar me mover. Resolvia que esperar talvez fosse a melhor opção para que eu me recuperasse mais rápido. Ao chegarmos no nosso barco, diria.

- Eu vou precisar de uma mãozinha aqui. -

Aguardaria a ajuda de alguém para me erguer e subir na embarcação, ajudando o máximo que pudesse ao utilizar minhas pernas na realização das tarefas. Assim que subisse no convés, buscaria tentar mover meu corpo para ficar de barriga para cima, olhando para o céu. Escutava a voz aflita de Li Wan ao falar com o cozinheiro sobre a presença da marinha e também começava a temer o que o futuro poderia nos reservar. Se fôssemos atacados pela marinha agora, teríamos nossas chances de fuga reduzidas drasticamente.

- Vamos fugir o mais rápido que pudermos. No estado em que estou, não vou conseguir fazer nada se formos atacados. Em adicional a isto, temos dois usuários de akuma no mi presentes no barco. Para nos matar, eles não precisam sequer se aproximar, desde que usem os canhões para nos afundar. E como não temos como revidar ataques de longa distância, estamos... -
* Acho que a palavra que procura é "ferrados" *
- Ferrados. -

Confiava que eles veriam a razão em minhas palavras e acatariam o conselho antes que fosse tarde de mais. E quase certamente aquilo seria o que findaria minha parte nesta fuga. Sem conseguir me mexer para ajudar a prender ou soltar as cordas ou o que mais fosse necessário, não poderia auxiliar mais. A menos que precisassem de algum conselho ou informação que eu tivesse, tudo que me restava era olhar para as nuvens e esperar pelo melhor.

* Que possamos sair daqui vivos... *
* Conhecendo o histórico de perseguição pelo mar que a marinha possui, nossas chances são muito boas. *
* E como você tem essa informação? *
* Se você assistisse o anime, saberia. *

Histórico:
 

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