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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Quinto Ato: The Round Table

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 8 EmptySab 28 Jul 2018, 00:00

Relembrando a primeira mensagem :

Quinto Ato: The Round Table

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Buzz Bee e Jacob Allan. A qual não possui narrador definido.


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Luizatomita
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 8 EmptySab 22 Dez 2018, 01:47


NARRAÇÃO
QUINTO ATO: The Round Table


Jacob


A pouca luz daquele corredor de pedras levava a uma caverna subterrânea, o local era mal iluminado, não possuindo nenhuma tocha, mas a água cristalina e de um tom azul claro não natural e estranho é que dava a plena visão da onde os passos de Jacob pisavam. O ar era refrescante de certo modo, como se o pequeno rio que corresse por ali tivesse uma brisa o acompanhando. O teto era totalmente escuro e não dava pra saber se era muito alto ou não apenas olhando para a escuridão negra acima de sua cabeça.

Spoiler:
 

A figura que se destacava era a mulher que estava encostada naquela parede gelada feita de pedra. Sapphira olhava para as próprias unhas, analisando-as enquanto falava com Jacob, sem se interessar muito em olhar para o rapaz. Ao terminar e ver que ele estava voltando ao ‘’normal’’ aos poucos para falar com ela, a mulher começou a ficar mais interessada, especialmente pelas feições masculinas rústicas mescladas com a forma do viril touro.

Ela encarou os olhos do rapaz e começou a ouvi-lo atentamente enquanto sorria de maneira maliciosa para ele, desviando a atenção com pequenas risadinhas sensuais demais para alguém como ela. Ao terminar de falar e tentar intimidá-la, o Touro estava próximo o suficiente para sentir a respiração de sua… Inimiga? - Huuuum! - Ela soltou um leve suspiro quando ele terminou de falar e com delicadeza, começou a rodear o corpo dele no sentido horário, levando a mão direita até o pescoço do rapaz, deslizando o dedo indicador fino com uma pequena arranhada prazerosa na pele dele. Ao terminar de dar a volta e ‘’analisar’’ o corpo de Jacob, ela se voltou a seu rosto, dando um sorriso a ele, um sorriso malicioso e cheio de segundas intenções.

- Oh… Querido, as aranhas apenas atacam para se defender. Somos pacíficas, amamos a solidão e a escuridão da noite… Mas tem sido tão solitário por aqui nessa ilha… Nosso último visitante, bem, ele machucou muitas das meninas da ilha… -  Os dedos delicados da mão direita dela logo subiam em direção ao seu próprio cabelo, soltando os grampos que prendiam os fios de seus cabelos nos dois chifres, deixando-os soltos. Os fios brancos não eram rudes como de costume de alguém idoso, eram macios e sedosos e entravam em contraste com a luz emitida pela água.

- Você os derrotou, provando que eles não são dignos… Mas você é especial… Um espécime raro… Alguém com um propósito maior que meus olhos cor de sangue eu pressuponho... - Ela sussurrou as palavras enquanto dava de costas para Jacob. Delicadamente ela se afastava dele, indo em direção às águas claras e brilhantes. Tirou os sapatos e o pesado broche de aranha que segurava a gola de seu vestido, soltando alguns botões, despiu-se despreocupada da presença do rapaz, seus longos cabelos cobriam seu busto e parte de suas costas. - Sabia que esse brilho é proveniente de algas do rio e que só ficam ativas durante algumas horas do dia? - Ela começou a entrar na água, relaxada como se a companhia dele não fosse mais que mera formalidade.

- Infelizmente Itori usou dessa hora especial para fugir… E já que não consegui pegá-lo a tempo para dar-lhe uma surra, vou aproveitar os minutos restantes de luz aqui… - Ela se referia as algas no rio e de maneira tranquila com metade do corpo para dentro da água, ela se voltou a encarar Jacob. - Você vem? - A sobrancelha direita arqueada e seu sorriso indicavam uma pergunta ousada.

Se Jacob aceitasse adentrar a água junto de Sapphira, sentiria que a mesma estava gelada, mas de alguma forma as algas abaixo em seus pés eram quentinhas, parecia uma piscina com aquecimento térmico em seu chão. Ela daria uma risada com a reação dele antes de se aproximar, acariciando levemente os pescoço do rapaz. - As aranhas gostam de companhia em apenas uma noite a cada lua. Infelizmente ninguém me faz essa companhia a muito, muito tempo… - Seus olhos sedutores se fechariam delicadamente e seus lábios iriam de encontro com os do rapaz em um beijo suave que se ele aceitasse, se tornaria quente e apaixonado. O contato dos corpos era quente e quebrava o gelo daquela água que a cada minuto parecia ficar mais escura e mais breu se formava na caverna, teriam apenas meia hora até tudo ficar escuro.

Se Jacob não aceitasse a oferta da mulher, ela continuaria a se banhar no rio, esfregando os braços e molhando os cabelos na água tranquilamente e descontraída, segura de si o suficiente para causar certa estranheza. - Não sei porque perde seu tempo ai… - Ela diria de forma debochada.


Buzz


O sangue se misturava com o suor sobre a pele branca e já não tão mais macia de Buzz. O cheiro do sangue inundava suas narinas e a dor era mais aguda do que pensava. Uma ataque daquele tipo era muito perigoso e Buzz sabia que sem os cuidados médicos necessários seu ferimento poderia ficar ainda pior. O cansaço físico e psicológico vinha em forma de pensamentos quase suicidas, mas que poderiam render uma estratégia boa se conseguisse executar todas as partes de seu mais novo plano.

Obviamente, era mais ‘’fácil’’ encarar a dona da boneca por questões físicas, a cantora era um alvo mais frágil que sua marionete e, não tinha seis espadas prontas para cortar seu pescoço. Em um ato tenso e quase desesperado, o ladrão de mel formou uma parede entre seu corpo e a cantora, causando uma perda de visão da dona da marionete por tempo o suficiente para seu chute endurecido acertar a boneca em cheio no rosto, quebrando a parte do maxilar da boneca e levando junto um dos braços com a espada de Kairoseki ao chão. Não demorou para a cantora correr para a direita, a ponto de dar a volta na parede, e o que ela não esperava era um ataque surpresa vindo diretamente do braço esquerdo do rapaz, que fez a humana ser arremessada por uns dois metros, a ideia de agarrar a garota e trazê-la para si era boa, mas os fios que guiavam a marionete eram mais rápidos que os reflexos de Buzz.

A boneca se posicionou a frente do rapaz, em uma tentativa de proteger a cantora. Levantando os 5 braços restantes, a boneca novamente estava pronta para o combate, mas infelizmente o ladrão de mel começava a sentir a dor suas costas piorar. Seu único alívio era as pequenas gotas de chuva que começavam a cair do céu, as trovoadas ao longe começavam a ficar cada vez mais próximas e a sensação do ar quente tocava o rosto das pessoas ali. Era uma questão de vida ou morte e ambos os lados não estavam dispostos a morrer ou se entregar, talvez toda a ideia de ter atacado um oponente bem mais forte e preparado do que a si próprio não tenha sido a melhor escolha mas, era sua escolha e seguiria com ela até o fim.

A boneca logo correu em direção ao rapaz seu movimento único fez com que todas as espadas apontassem para o mesmo local. Buzz percebendo que o ataque visava acertar seu peito conseguiu no último segundo desviar das lâminas, deixando a boneca atravessar por si. Nesse momento utilizando os poderes que lhe foram concedidos, Buzz saltou para cima da garota imobilizando suas mãos de tal maneira que ela não conseguiria mover sua marionete tão facilmente.

Sem esperar muito, o rapaz utilizou seus poderes para deixar uma mistura melada sobre as mãos da garota e logo as endureceu vendendo o corpo de Anastacia sobre o chão, a garota começou a se debater dando chutes no ar enquanto tentava desesperadamente soltar suas mãos daquela gosma nojenta.

-Ah você me paga por isso! - ela gritou para ele de maneira furiosa quase cuspindo no rosto do rapaz de tanto desprezo. Enquanto o garoto aproveitava para fazer com que sua mistura melada começasse a se espalhar pelo corpo da garota indo dos pulsos até os cotovelos antes de chegar nos ombros.

A marionete que estava relativamente perto dos dois começou a andar de maneira arrastada para junto de sua controladora. O rapaz pode perceber que apenas os dedos de Anastacia se mexiam o suficiente para deixar a marionete com uma de suas espadas apontadas bem gente ao pescoço do rapaz. os dedos da garota logo ficaram imobilizadas assim como o seu braço todo e a boneca agora não mais se mexia e Buzz pode sentir o fio da espada cortar uma pequena mecha do cabelo de sua nuca.

As gotas de chuvas ficavam cada vez mais fortes e ao perceber isso a garota soltou uma risada quase histérica para seu captor. -Hehe.. hehehe hehehehewhahahahahahahahaa. - ela ria enquanto o seu corpo era tomado pela substância açucarada. -Você pensa que ganhou né, pois bem, está longe disso HAHAHAHA- Ela ria até o último segundo antes de sua cabeça ser coberta pelo melaço. Matá-la não era útil por hora, pois sem ar logo ela desmaiaria. Tirando os sapatos dela e notando a boneca a paralisada, poderia fazer bom proveito de pelo menos uma daquelas espadas, a que estava no chão com o braço decepado da boneca, e mesmo que ele tentasse arrancar a espada de sua mão, a mesma parecia de algum modo grudado a boneca então se quisesse ficar com a espada teria de ter que ficar com o braço também.

Com passos lentos,  o rapaz voltou em meio a tempestade que agora estava muito mais forte que antes. O vento e a água da chuva começava a levar partes dos telhados das casas junto muitas folhas das árvores. Em uma epifania conversou com sigo mesmo a respeito de seus próximos passos e como talvez sua mente já tivesse arquitetado alguma coisa brilhante para alcançar aquele objetivo. Carregando a garota e possivelmente a espada, Buzz voltou para onde Umika estava.

Colocando o corpo cristalizado de Anastácia no chão da velha hospedaria, o médico que ficou de olho em Umika logo foi na direção de Buzz, com ajuda dele conseguiu levar o cristal até aonde a garota repousava, o médico logo deu início ao procedimento de transfusão de sangue é o rapaz notou que sua rival estava desmaiada e respirando baixinho. Anastácia quando não estava tentando matar alguém era até uma figura muito bonita desse olhar. O procedimento durou mais ou menos meia-hora e logo o médico disse que Umika ficaria bem só precisava repousar um pouco mais.

Enquanto aguardava o ladrão de mel pode notar uma singela Aranha em uma teia e por mais estranho que parecesse ou mais bizarro que soasse, o rapaz sentiu um calafrio percorrer todo seu corpo e logo em seguida, Umika abrir os olhos.

Histórico Jacob:
 

Histórico Buzz:
 





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Jacob Allan
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 8 EmptySab 22 Dez 2018, 09:38

Termos de Contrato!

Como se fecha um acordo.






Curioso não? O inimigo mais ardiloso que tive o prazer de conhecer, essa era Saphira. A mesma escutou com certo "deboche" o que eu tinha a dizer, escutou com a tranquilidade de alguém que teria uma contra proposta, ou ao menos uma justificativa plausível para as suas ações. Suas expressões passaram de desinteressada a curiosa, de curiosa para interessada e de interessada para desejosa...pera desejosa?

Ela começou a me circundar como uma aranha rodeia a sua presa, sua "caricia" superficial com a unha me recordava de uma provocativa que a muito não sentia. Mas eu tinha que me concentrar, ela queria roubar a minha atenção era isso, eu tinha certeza ou pelo menos achei que tinha até aquele momento. Saphira falava e a cada frase dita era como se uma sereia cantasse para mim, malditos fossem meus desejos de beijar uma bela mulher, mesmo quando ela poderia me matar a qualquer deslize, era uma maldição gostar de "Brotos" com essa intensidade.

Ela falava o que eu queria ouvir enquanto soltava o seus cabelos, sim, era bela eu não podia negar, a cor branca dos mesmos fazia aquela imagem ser digna de ser pintada a óleo, mas no máximo poderia guardar em minha mente e foi quando olhei com um certo espanto para aquela beleza tão mortal a medida que ela complementava sobre meu propósito ao ver dos olhos rubros dela:



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(Imagem Ilustrativa - Considere Transformado)



-- Você está "encrespando" as coisa aqui "Broto"...


Com seus sussurro ela conseguiu a minha curiosidade, pois antes ela tinha apenas a minha atenção. De costas para mim, começou a despir-se e como toda bela mulher as peças não eram tiradas, elas deslizavam, meus olhos começaram a medi-la, cada curva e centímetro de suas medidas, que medidas, a minha postura dura, hostil, raivosa de um touro que buscava atingir o seu inimigo agora começava a ficar mais amena e talvez eu busca-se apenas encontrar uma solução menos danosa.


Mesmo com sua nudez a mostra suas palavras eram clara sobre o ocorrido, Niko tinha fugido e ele não era mais um " aliado " da mulher a minha frente, do "Broto" que agora com suas vergonhas a mostra me fez sorrir pela forma que seduzia. Não podia negar, ela tinha classe, mas será que tinha " Groove"? Logo na água olhou para mim, seus olhos e seu corpo convidativo e aquela ira agora misturava-se com prazer, bem, aprende-se que nos negócios Ódio e Amor, fazem parte da mesma paleta de cores, então estava na hora de provar isso empiricamente.


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-- ...Não se pode recusar o convite de um "Broto" como você, não, não se pode não é mesmo?


Minha voz indicava uma alteração, eu estava voltando ao normal, ao original. A forma de Bisão começava a tornar-se a do homem a medida que pouco a pouco meu terno era sendo tirado. Primeiro o blazer, após isso botão a botão de minha camisa social, a gravata era retirada com certa delicadeza por seu material, os sapatos os próprios pés retiravam ao seu modo e a calça e as meias eram as ultimas vestimentas retiradas. Quando completamente despido meu corpo exibia as cicatrizes de minhas lutas, exibiam cada músculo esculpido de forma clara para resistir a mais dura das adversidades aquele era eu, Jacob Allan, ao natural e se ela queria uma companhia para seu banho ela teria mais que isso.

Caminhei após deixar as minhas roupas dobradas com as manoplas Ymir encima delas, baixei-me apenas para pegar um acessório que levaria comigo e adentrava naquela água fria de piso quente. Agradável, saborosa, era como se estivesse em uma banheira de sensações mistas e acredite naquele momento sensações mistas era o que eu mais estava sentindo. Caminharia lentamente até ficar rente a mesma que me cercaria com suas mãos e aproximaria-se pronta para o beijo, mas meu indicador iria aos seus lábios e então falaria para ela enquanto deslizaria a outra mão pela cintura da mesma e levantava um de seus braços para cima enquanto o dedo afastaria os lábios um pouco e depois levantaria a outra mão, revelando que a gravata estava pronta para dar um laço suave mais firme em consistência em seus pulso e se ela permitisse falaria enquanto o ao laço dos pulsos seria apoiado na minha nuca e as mãos levantariam suas pernas a minha cintura enquanto eu falaria  :



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(Imagem Ilustrativa - Considere Transformado)



-- ...Eu me pergunto "Broto", que som as aranhas fazem quando não conseguem mais falar?  



O corpo começaria a crescer novamente, uma pelugem rasa tomaria o corpo, ganharia mais tamanho e músculos, tudo isso enquanto as mãos firmes segurariam firme na cintura da bela mulher, bem, existem coisas que posso contar, mas existem coisas que prefiro guardar na lembrança, essa, bem, talvez ambos guardemos para lembrar em algum momento.

[...]

Após o tempo que tivemos juntos, me colocaria mesmo na escuridão recostado nas pedras enquanto deixaria Saphira abraçada entre minhas pernas, alisaria seus cabelos lisos não pelo afeto da coisa, mas pelo puro momento de contemplação pois o ato e então falaria para ela em tom semelhante questionamento, mas na verdade estava apenas firmando um acordo:



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-- Nós temos um bom "Groove", mas acho que é a hora de cuidarmos de nossas famílias "Broto", eu tenho de voltar com respostas e você com ordens...foi um belo momento, mas não podemos aprecia-lo agora...não agora


Apesar de ser uma atitude um tanto seca, eu não podia ignorar que amigos meus estavam sendo tratados, que tinhamos que tomar uma posição, minha Família dependia disso e por isso complementei para ela, mesmo que de forma abruta, eu tinha que ter uma contra proposta para qualquer possibilidade e por isso complementária meus pensamentos com os dizeres.

-- Niko é nosso "Borra Botas" que queremos fora, você quer comandar, eu quero proteger, então que tal "Meiota" para ambos? Sem escravos apenas, sem explorações e meus "Chapas" em paz, sem suas "Meninas" o caçando por ai, um termo melhor assim?



Se positivo apenas a beijaria no topo da cabeça e começaria a me desaconchegar, como falei tinha uma família para cuidar, um irmão ferido, um outro irmão que não tinha ideia de como estava, "Brotos" que precisavam de cuidados, enfim, coisas maiores que meus prazeres pessoais , me vestiria por completo e colocaria Ymir de novo em minhas mãos e antes de seguir acenaria para ela com a cabeça, uma forma de convida-la a irmos para superfície pois estava na hora de dar as boas novas.

Mas caso ela se recusa-se esperaria a proposta dela para que pudesse então com isso contra-argumentar, pois não sairia daquele lugar sem uma vantajosa proposta para a Família, já tinhamos sofrido demais para não ter o minimo de lucro com tudo isso.


bichaelson



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Historico Afro:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 8 EmptySeg 24 Dez 2018, 11:22

Suffering from Success

Buzz


Dor, raiva e um sentimento horrível de culpa eram as coisas que me moviam naquele momento. A dor me deixava agoniado, inquieto e desejando que tudo aquilo acabasse. A raiva que sentia por aquela mulher me compelia em sua direção com quase nenhuma hesitação e me fazia imaginar as formas horrendas que eu poderia usar para me vingar. O sentimento de culpa que sentia por me considerar responsável pelo que havia ocorrido com Umika fazia daquilo uma missão de redenção para minha consciência. Tudo isso junto me dava as forças que necessitava para vencer sem me importar com o que mais acontecesse ao meu corpo.

Ao criar uma parede de melaço às minhas costas, bloqueei a visão que Anastasia tinha de sua boneca e com isso ganhei a abertura necessária para aplicar um golpe certeiro em sua marionete. Apesar do ataque não ter sido bem o que eu estava tentando fazer, resolvi deixar isto de lado e continuar com o plano para não dar tempo de reação à minha inimiga. Como havia imaginado, a mulher tentou dar a volta para recobrar a visão da situação e acabou na posição perfeita para receber meu golpe. Apesar disso, sua recuperação foi rápida o suficiente para que conseguisse trazer sua boneca para tentar impedir meu avanço. Ao vê-la se preparar para me atacar, senti que aquele era o momento final. Se eu resolvesse recuar agora, talvez não conseguisse outra chance de chegar tão perto. Sentia várias coisas frias tocarem minha pele minha pele em pequenos pontos. Não conseguia ter ideia do que era aquilo, e para ser honesto eu não ligava o suficiente para pensar muito sobre. Ao me aproximar perigosamente daquele objeto que atentava a minha vida, apenas tive tempo de pensar:

* O que será mais rápido: minhas pernas ou suas espadas? *

Consegui notar com os olhos onde a marionete mirava e desviei no último instante, passando meu corpo ao lado do seu e mantendo minha trajetória até sua controladora. Usando meus poderes, pude facilmente conter e derrubar a mulher no chão, pondo um fim naquele combate. Ela poderia espernear, gritar, chorar, cuspir na minha cara ou o que mais quisesse, e o resultado se manteria o mesmo. Aos poderosos, a vitória. No fim de tudo resolvi cristalizar seu corpo para facilitar o transporte, apesar de não ter conseguido fazer exatamente como planejei. Pegaria e guardaria seus sapatos em minha mochila utilizando meus braços extras, depois caminharia até o braço que havia decepado e grudaria sua parte de madeira em meu corpo. Mesmo não sendo um espadachim, poderia utilizar aquela espada em minha vantagem.

Voltei para o quarto que havia alugado naquele hotel à passos lentos por conta da minha condição, mas já não mais tinha tanta pressa. Contanto que Felicis fizesse pequenas transfusões utilizando seu próprio sangue, Umika conseguiria aguentar até a minha chegada. Quando adentrei o recinto, coloquei o cristal no chão e desfiz a prisão sobre a mulher, de modo que eu e Felicis pudéssemos realizar todo o procedimento da transfusão. Consegui notar que a cantora ainda estava viva, porém isso poderia ser devidamente alterado no futuro. Tudo ocorreu sem complicações e permiti que meu corpo relaxasse por hora. Com a adrenalina diminuindo, as dores se tornavam ainda mais problemáticas para se lidar. Começava a lutar contra um impulso forte de deitar-me e tirar um bom cochilo, pois queria ter certeza de que havia conseguido finalizar minha missão com sucesso. A espera me deixava nervoso, temeroso, mas não apagava minha esperança na força de vontade da garota.

* Você vai voltar para mim. Ainda tem tanto que você não viu, tanto que não fez... Vamos viajar pelo o mar novamente. *

E então, seus olhos se abriram. Não havia pensado direito em como deveria reagir quando ela acordasse, por isso fiquei paralisado por um instante. Sabendo que a situação poderia ficar um pouco esquita por conta do meu silêncio, comecei a forçar minha mente para pensar em algo a dizer.

- O-o-oi. -

Acabou que no final, poderia ser que eu tivesse tornado as coisas ainda mais estranhas. Pelo menos, já era alguma coisa.

- Está se sentindo melhor? -

Era uma pergunta bem idiota, já que ela provavelmente ainda estaria sentindo dores na região do corte que havia sofrido e provavelmente estaria um pouco fraca pela baixa quantidade de sangue que esteve em seu sistema por um tempo. Creio que a pergunta foi impulsiva, pois por algum motivo geralmente perguntamos como as pessoas que estão doentes estão se sentindo. Queria fazer mais do que perguntas idiotas, queria confortá-la.

* Talvez segurar sua mão? Ah, é. Basicamente eu não tenho mãos agora. Seria muito estranho se eu usasse meus braços reservas? *
* Pelo formato atual deles, vamos só dizer que não. Se você conseguir moldar uma mão, pode ser uma boa. *
* Não sei se entendi a questão do formato, todavia tens razão. Não deve ser tão complicado fazer uma mão simples agora, sendo que já pratiquei fazer moldagens durante combates sérios. Em uma situação calma como essa, deve ser moleza.*

Levaria a ponta do meu braço extra da direita para a frente do meu rosto e me focaria em controlar a região. Pensaria na sensação de controlar aquela massa, de moldá-la, e então começaria a fazer dedos crescerem. Por ter uma ótima memória, lembrava exatamente de como minha mão se parecia e por causa disso possuía um bom modelo para me espelhar. Lembraria-me de cada parte e tentaria reproduzir em minha escultura, não me preocupando com detalhes superficiais como as linhas mais claras da mão. Ao fim, deveria ter algo que no mínimo lembrasse uma mão de verdade. Com este membro criado, seguraria uma das mãos da jovem e sorriria. Era muito menos vergonhoso segurá-la com algo falso, contudo aquilo retirava praticamente todo o prazer de tal ato. Eu não possuía tato nesta mão falsa, então não conseguia sentir sua mão junto à minha. Só conseguia saber que aquilo estava realmente acontecendo porque podia ver a execução da ação, mas era apenas nisso que poderia me confiar.

- D-da próxima vez, levarei você comigo. Não acho que eu vou conseguir te deixar... Sozinha de novo. -

Falaria com certo tom de vergonha na voz. Pelo menos na minha mente, aquilo parecia uma declaração e isso me deixava nervoso.

* Diz pra ela que ela quase me matou do coração. *
- Staz pediu para te avisar que você quase matou ele do coração... E... A mim também. -

Viraria o rosto por um momento, enquanto deixava meus batimentos se acalmarem um pouco. Ficaria por alguns instantes parado em completo silêncio e depois assumiria uma postura mais calma e concentrada. Lembrava do fato de não ter notado a presença do cozinheiro no recinto, nem ao menos ouvido sua voz. Daria uma rápida olhada ao meu redor e observaria cada um que estivesse ali. Caso o visse, falaria.

- Acho que os problemas no hotel cessaram, mas os da floresta ainda estão lá. Assim que nos recuperarmos, temos que terminar com o que começamos antes de seguirmos viagem. -

Já se não conseguisse achá-lo por ali, perguntaria ao doutor.

- O outro rapaz, o que estava com alguns dedos quebrados, para onde ele foi? -

Não importando a resposta, com certeza ficaria incomodado com o fato dele estar andando por ai sem ter ideia de quem mais pode estar atrás das nossas cabeças. Na situação que eu estava, não conseguiria ir atrás dele nem se quisesse. Por conta disso, apenas moveria minha cabeça de um lado para o outro em sinal de negação e requisitaria ao médico.

- Preciso que trate meus ferimentos. Mas antes de mais nada, devo explicar como pagarei pelos seus serviços. O veneno da aranha-mãe será entregue a você como prometido pelo tratamento do cozinheiro. Por tratar a jovem, os dedos daquele cara e a mim, vou lhe dar essa espada... -

Retiraria o braço da boneca que havia grudado em mim e o exporia ao homem.

- Ela parece ser feita de kairouseki, ou pelo menos seu fio é. De toda forma, deve valer um bom dinheiro por conta desse metal. Fora isso... -

Retiraria os sapatos da dançarina de minha mochila e os juntaria ao braço da marionete.

- Este par de sapatos também possui esse metal nos saltos. No topo disto tudo, ainda darei um milhão de berries adicionais. Acho que isso deve ser o suficiente para quitar minhas dívidas, não? -

Esperaria uma resposta do médico, enquanto manteria os objetos em seu campo de visão para que ele os avaliasse.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 8 EmptyQua 26 Dez 2018, 13:59


NARRAÇÃO
QUINTO ATO: The Round Table


Jacob


Sensações novas, cheiros e sabores que Jacob nunca havia provado invadiam sua alma, o preenchiam de maneira especial, estar ao lado de uma mulher tão poderosa e sedutora era algo incrível até mesmo para ele, não que fosse comum a perspicaz Sapphira se ceder a qualquer pessoa, mas para ela, Jacob tinha um potencial maior do que qualquer outra pessoa poderia imaginar, não somente a mente mas o principal, seu físico.

Recostado sobre uma pedra com a doce aranha em seus braços, os dois aproveitavam os últimos minutos de luz da caverna entrelaçados um no outro. Sapphira parecia gostar do carinho que recebia e retribuiu com leves arranhadinhos no braço direito do rapaz. Ela ouvia suas palavras, de fato, deveriam pôr um fim naquela bagunça toda que havia acontecido, ela sorriu de canto, como se já esperasse algo assim vindo dele. Com um suspiro melancólico, ela se voltou as olhos de Jacob. - Tem razão, assim como sou uma mãe cuidadosa com minhas crias, aposto que és um pai preocupado com seus ‘’filhos’’ também. - Ela disse de maneira firme,mas Jacob podia sentir que sua voz sedutora de antes estava mais enrustida, dando espaço para a real personalidade de Sapphira, uma pessoa um tanto quanto mal compreendida por todos na ilha.

Os dois se levantaram do lago, sentindo a água ficando cada vez mais fria por conta das algas estarem se apagando. Sapphira logo foi em direção a suas roupas, tirando o excesso de água de seus cabelos de uma maneira no mínimo estranha. As gotas de água escorriam pelos fios brancos de sua cabeça como se não a molhassem, não absorvessem pela sua pele. Sapphira estava mais seca do que quando entrara, e Jacob pode perceber por um minuto que a pele dela parecia diferente. Óbviamente ela estava usando seus poderes de Akuma no Mi no momento, mas para algum leigo, poderia ser impressionante.

Ela colocou novamente seu vestido, prendendo o broche de aranha sobre a gola e logo se voltou a Jacob que assim como ela, secou o corpo e com o mesmo semi molhado, vestiu as roupas e as armas novamente. - Quero que se lembre que eu sou a rainha dessa ilha, que minha palavra é lei...Não sou uma pessoa cruel, uma megera como muitos pensam. Passei anos estudando essa ilha, convivendo com seus reais donos, não tolero pessoas que se acham melhores que as aranhas, que as subestimam como simples animais… - Se aproximando da parede da caverna a onde se encontrava uma pequena aranha, Sapphira estendeu a mão para a pequena, que subiu na mesma e se aconchegou em sua palma. - Elas são puras e amáveis. Embora tenham uma cara feia e um pouco de veneno às vezes… São capazes de criar arte. - A escuridão tomava conta da caverna, mas olhar para o teto, Jacob teria uma visão bem estranha e exótica. Várias aranhas bem maiores que ele estavam lá em cima, em teias que assim como as luzes das águas, brilhavam em um tom de azul. Poderia ficar fascinado por um minuto com tal beleza, que mesmo sendo criaturas horríveis, podiam criar algo tão belo.

- Não temos escravos nessa ilha, não precisamos disso aqui. Nossos lucros vem na maior parte das trocas comerciais entre a as outras, os itens naturais da floresta e os venenos das aranhas é o que chamam mais atenção em toda GL. Por isso não deixo que matem as aranhas, elas são uma fonte de lucro muito importante… Mas a pouco descobri que Itori levou uma das minhas filhas e a vendeu… - Sapphira deixou a pequena aranha de volta na parede e começou a subir as escadas para fora do esconderijo, sendo acompanhada por um Jacob muito interessado.

- Soube que ele a levou para Penumbra, que um caçador de recompensas queria o veneno dela.... - Ela falou de maneira melancólica. - Ela é só uma criança…Embora eu tenhas muitas filhas e filhos, todos são especiais, são únicos.- Ela colocou as mãos sobre o próprio ventre e logo voltou se para olhar para Jacob. - Eles tem razão, fiquei amolecida… A dez anos eu teria te matado sem ao menos ouvir o que dizia… Os anos não tem sido fáceis aqui… Embora eu tenha minhas filhas, ainda sinto um vazio tremendo em mim… Eu queria uma criança humana, alguém de meu sangue, alguém de minha espécie. - Repentinamente ela começou a chorar, o que era de fato inusitado, mas levando em consideração ao estado mental dela e as informações de que sua cabeça era um pouco bagunçada, isso não era muito fora do comum.

Se Jacob a acolhesse ou não, no final das contas os dois voltariam a superfície, mas em lugar diferente da onde entraram. Estavam atrás de uma loja de jóias, e ao abrir a porta, viram a enorme tempestade do lado de fora do estabelecimento. Sapphira recuou um pouco, parecia assustada com a chuva e o vento. - Isso não me parece nada bom… Sente isso? - Os pelos do corpo todo de Jacob pareciam se arrepiar ao sentir o vento daquela tempestade, algo incomum vinha com ela e que talvez, somente seu instinto mais animal pudesse explicar.


Buzz


O tick tack do relógio no corredor da estalagem parecia interminável e a cada som que o relógio fazia o coração de Buzz parecia querer sair pela sua boca. Aguardar que o médico tivesse sucesso em transferir o sangue de sua inimiga mais recente para sua companheira mais amada era uma tarefa difícil, mais ainda do que a luta que havia participado. O nervosismo cessou quando pode finalmente entrar no quarto a onde Umika estava , ao vê-la abrir os olhos pode finalmente respirar.

O rosto pálido da garota aos poucos começava a ter uma cor singela e rosadinha, seus olhos estavam com uma pesada olheira e a cara de cansaço era evidente. Ela olhou para Buzz que gentilmente sentava ao seu lado e sorriu ao vê-lo. - Oi… - As palavras dela soaram baixinho devido a sua fraqueza, mas o rapaz podia ver no brilho de seus olhos uma felicidade muito grande em vê-lo ali ao seu lado. Ela suspirou baixinho enquanto se ajeitava sobre os grandes travesseiros macios, se atrapalhando um pouco por conta do braço enfaixado pelos tubos de sangue e de análgésico. A Cantora estava numa cama ao lado, com tubos interligando ela a Umika enquanto o médico limpava alguns utensílios que tinha usado no procedimento da transfusão.

Em uma tentativa de se aproximar mais de sua companheira, Buzz modelou uma das mãos de doce para poder ficar mais próximo de Umika. De maneira gentil, seu projeto de mão pálido e açucarado segurou a mão direita da garota. Ela sorriu com o gesto carinhoso de  Buzz, e em um movimento simples mas um tanto acanhado. Ela entrelaçou os dedos na mão do rapaz. Embora ele não tivesse tato, conseguia sentir em seu coração o calor do sorriso de Umika e seu amor e carinho por ele em um ato tão simples e singelo.

Ela escutava as palavras dele, seu jeito desengonçado com seus próprios sentimentos e seu coração aberto e sincero eram muito encantadores. Umika sorriu enquanto sentia suas bochechas queimarem e ficarem tão vermelhas como as de Buzz. - E eu vou ficar mais forte para te acompanhar. - Ela fechou os olhos logo após ouvir dele que Staz estava tão preocupado com ela quanto ele. - Desculpa… - Ela disse baixinho de maneira envergonhada. Talvez se sentisse mal por ter causado tantos problemas aos seus amigos. Ela fechou os olhos e voltou a descansar nos travesseiros até pegar no sono rapidamente. Seu estado era frágil, mesmo com a transfusão, ainda demoraria um tempo para ela ficar forte e revigorada.

O médico se aproximou da garota e começou a monitorar seus batimentos cardíacos. - Não se preocupe, ela vai ficar bem. Só precisa descansar e recuperar as forças. - O homem disse para o rapaz, a fim de tranquilizá-lo. Logo o médico se voltou a Buzz, que perguntava de um de seus aliados. - Ele está lá em baixo, acredito que tenha ido preparar algo para sua amiga comer quando ela acordasse. - O médico não esboçava nenhuma emoção em seu rosto e sua postura ereta era muito profissional.

Ele ouviu atentamente a barganha de Buzz, e ao final das palavras do rapaz, arqueou uma das sobrancelhas enquanto se aproximava dele. De maneira fria, o homem pegou a espada das mãos de Buzz e a analisou por um instante. Kairouseki era muito raro em Aracne, pelo menos era isso que o médico dava a entender, pois o mesmo estava bem interessado, tanto na espada quanto no sapato e no dinheiro oferecido.

- Bem, o veneno da aranha dúvido muito que vocês consigam, aquela criatura é deveras perigosa, não só para qualquer pessoa mas para a ilha em si, ela só fica quieta na floresta dela porque nós não interferimos, não seria nada sábio buscar briga com a dona dessa ilha. Mas aceito a espada, o sapato e o dinheiro como pagamento pelos cuidados de todos.- Disse o médico de maneira fria, colocando a espada de lado e indo na direção de sua maleta de instrumentos. Abrindo a mesma, ele pegou álcool e alguns algodões. O processo de cura de Buzz logo começou, e o médico deve de dar alguns pontos em suas costas para fechar o ferimento da espada.

Enfaixado e cheio de Band-aids, Buzz se sentia bem melhor, mas seu suspiro aliviado não demorou muito quando seu estômago fez questão de dizer a todos no quarto que ele estava faminto. - Hahaha, depois de uma luta, nada melhor que descanso e comida boa não acha? - Disse o médico rindo do barulho monstruoso que a barriga do rapaz fez. - Pode ir comer se quiser, manterei as duas bem, a Cantora não será problema contra os sedativos que estou dando a ela. - Disse o médico com um tom de voz confiante.

Se saísse do quarto e descesse as escadas da estalagem, Buzz poderia sentir o cheiro de um bom ensopado sendo preparado na cozinha e ouviria um cântico pirata bem animado vindo do mesmo local. Buzz avistaria um cozinheiro, cortando algumas cenouras enquanto rebolava animadamente e cantava. Ao avistar Buzz o homem quase cortou o próprio dedo em um susto.

Spoiler:
 

- AHHHH! Que susto! - Ele disse dando um longo suspiro enquanto apontava para ele com a faca. - Mal voltou e já quer me matar do coração! Justo eu, o mais bonito desse lugar! - Ele sorriu e fez uma pose engraçada antes de voltar a picar as cenouras. - A menina está bem? Estou fazendo esse ensopado pra ela, Assim ela ficará em pé rapidinho! - Ele disse de maneira alegre enquanto colocava as cenouras no caldeirão do ensopado junto a outros temperos que Buzz provavelmente nunca havia visto na vida.

- Eu sinceramente pensei que ela ia morrer, você chegou a tempo…- Ele se virou de costas a Buzz e começou  a cortar outra coisa com a afiada faca. - Ela é uma menina tão meiga e gentil… Fiquei com muito medo… - Buzz podia ouvir sua voz melancólica e o rastro de um choro e quando menos percebeu, o cozinheiro se voltou a ele, com uma tábua de madeira nas mãos cheia de cebola picada. - EU NÃO TO CHORANDO! É A CEBOLA! - Ele enxugou as lágrimas no avental e jogou o tubérculo dentro do caldeirão e começou a mexê-lo  bem. - Você… Gosta dela não é?... Da pra ver do modo como a olha hohoho. - A pergunta direta e reta fez o cozinheiro arquear uma sobrancelha enquanto esperava a resposta. Independente do que Buzz dissesse, passariam-se 10 minutos até o cozido ficar pronto, assim, o cozinheiro prepararia duas porções em uma cumbuca com direito a dois pães bem fofinhos e entregaria a Buzz.

Spoiler:
 

- Leve para ela, vai recuperar as forças rapidinho e você também. - O cozinheiro sorriria de maneira gentil e quando Buzz passasse pela porta ele gritaria lá de dentro: - E VÊ SE DORME UM POUCO! - A voz animada do cozinheiro era de alegrar qualquer um. Se voltasse ao quarto, encontraria Umika acordada novamente.


Histórico Jacob:
 

Histórico Buzz:
 






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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 8 EmptyQui 27 Dez 2018, 11:10

A Tempestade

Calmaria? Não existe essa palavra!





Os momentos que tivemos foram sublimes, não posso negar aquele "Broto Aranha" sabia como fazer um "Galalaou" como eu ficar na palma de sua mão, mas no fim eu tinha que seguir com as minhas questões, tinha que negociar os termos daquela confusão, tinha que resolver antes que todos estivessem em perigo de novo essa era a minha missão ali e por isso logo me posicionei quanto a isso.

No inicio ela apenas sorriu e não posso negar, aquela mulher sabia como me desarmar, seu suave sorriso me fez por um momento questionar se não podia passar mais tempo ali, mas logo desnuda ela saiu da água e eu pude apreciar as suas curvas, curvas essas que foram tão saborosas de explorar e quando vestida ela estava foi a hora dela começar a mostrar as suas questões. Aranhas, aranhas por todos os lugares, ela era a rainha daqueles animais que poderiam ser tão perigosos, mas aparentemente como a sua personlidade eles tinham alguma beleza envolta a suas naturezas.

Quando ela me mostrou a "Beleza" na arte daquelas aranhas devo dizer que fiquei estarrecido, era como uma obra de arte de um tecelão, algo que apenas os mais finos chefes alfaiates conseguiriam fazer em finas linhas e com uma grandiosa beleza. Meus olhos baixaram, apenas para me deparar com ela um pouco mais próxima falando agora outra grande questão antes de me puxar a segui-la.


Seus negócios eram uma mistura do legal com o ilegal, uma linha delicada e sútil entre o possível e o impossível, aquele "Broto Aranha" sabia gerir as coisas como eram e por isso talvez fosse a "Chapa Quente" daquele lugar, mas existiam mais questões a serem faladas enquanto estávamos seguindo o corredor, questões que também me diziam respeito, questões com um nome, Niko Itori.

Aparentemente sua fuga não foi de mãos vazias ou "tão despreparada" quanto imaginei, o mesmo deu-se ao trabalho de fechar alguns negócios lucrativos antes e então levou consigo uma "garantia", um dos "Bibelos" do meu "Broto Aranha". Minha seriedade em todo o momento apenas oscilava quando observava os quadris daquele ser, mas quando vi suas feições e as lagrimas, quando senti o que para ela a " Solidão Acompanhada " de não ter uma família foi como se eu estivesse no orfanato de Reven novamente e foi nesse momento que me aproximaria com delicadeza e a seguraria pelas mãos, aproximando meu corpo do dela e tentaria a beijar com certa ternura para que com o toque dos nossos lábios e o forte abraço que nela daria demonstrasse o meu ligeiro interesse no seu bem estar e então proferiria as seguintes palavras entre o toque dos lábios.



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-- "Cabeça de Gelo" meu "Broto Aranha", nesse momento é a hora de ser uma "Chapa Quente" que comanda o lugar lembra? Depois até mesmo depois podemos colocar isso no acordo se prometer não me "rangar" como as viúvas negras...


Apeasar do comentário ser sobre algo sério, meu intuito era tentar tranquilizar e divertir a bela mulher, no final das contas eu não consigo ver um "Broto" chorar e por isso o abraço e agora o cinturar seriam uma posição recorrente que levaria a ter com esse belo "Broto Aranha".

E logo nos encontramos na superfície, era bom estar ali, as coisas iriam melhorar eu tinha certeza, bem, eu quase podia acreditar, mas quando eu e meu "Broto" chegamos na parte de fora nos deparamos com algo não muito agradável de se deparar. Tempestades, trovões, chuva e sensações ruins, até mesmo os meus pelos eriçaram-se quando a lufada de vento me atingiu, a acolhi em meus braços quando ela me questionou se eu estava sentindo aquela sensação, aquela sensação desagradável como se um pressagio do fim estivesse para ocorrer.

Minha musculatura mudaria e meus pelos começariam a crescer, meu terno ate mesmo dava sinais que que poderia rasgar a qualquer momento, meu corpo começava a mudar e eu passava de um homem forte para uma "Besta" grandiosamente forte, meus dedos tornavam-se mais nodosos e minha voz mais firme, aquela sensação de perigo de ameaça me levava ao patamar de Hibrido, pois apenas tinha certeza de uma coisa, estávamos sendo ameaçados e a tempestade indicava isso.


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-- Vamos "ralar" daqui agora "Broto", me leve ate os quartos onde nos hospedamos, lá podemos pensar em algo.


Minha voz indicaria uma seriedade e uma preocupação que talvez aquele belo ser não tivesse experienciado ainda vindo da minha parte. Se eu pude sentir o que estava se aproximando outros "Animais" poderiam sentir com maior afinco e aquela estalagem me parecia ser o centro desse furacão que estava para chegar, era a hora da " Família " que eu tinha começar a se mover ou muitas coisas ruins poderiam acontecer.

Com certa pressa caminharia com a bela mulher se ela me guia-se pois se não eu mesmo a tentaria leva-la para o caminho dos quartos se esse fosse um caminho de meu conhecimento, pois nosso objetivo final seria direcionado direto ao quarto do doutor que nos tratava. Supondo que chegássemos lá minha postura seria algo mais rígida, seria e preocupada, observaria com certa tranquilidade Umika sendo tratada assim como meu irmão ( Ryu Tatsuya - Player Pedrão Inativo ) que parecia ter encontrado o seu coma derradeiro em sua cama me deixando ligeiramente preocupado, mas seria com Buzz que me preocuparia mais.

Tanto eu quanto ele tivemos uma noite difícil, desafios e mais desafios para enfrentar, talvez se não fosse os nossos corpos treinados muito provavelmente já estaríamos mortos e por isso talvez  a sublime felicidade de estarmos ambos vivos no fim das contas. Independente de sua presença falaria em tom sério para os meus companheiros presentes e aqueles que nos ajudavam:



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-- "Chapas", acho que temos um problema bem sério vindo ai, um baita de um alagamento " Supimpa " com direito a uma confusão do "Balacubaco" e por isso toda ajuda é bem vinda para passarmos por mais esse " Perrengue", senhores, apresento a vocês Saphira. Vamos todos sentar e conversar, por que agora nossa vida pode depender desse plano que está por vir.  



Esperaria todos estarem presentes para que as apresentações formais acontecessem, me prepararia para uma conversa dura e pouco agradável e por fim me sentaria para poder me tranquilizar em meio aquela confusão, pois as coisas não seriam nada fáceis para digerirmos.

[...]

Quando todos presentes, ficaria sentado serio e observador escutando primeiro tudo o que Saphira e os outros teriam a dizer, era preciso compreende o que todos sabiam dali, o que Saphira sabia sobre a ilha em seus anos de estudos, era precisa usar toda vantagem a nosso favor antes que o pior pudesse acontecer e após alguns falarem comentária:



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-- Saphira é a "Capa Quente" de todo esse lugar, talvez suas informações sobre tudo que tem aqui seja útil, após tudo que passamos firmamos um pacto de não agressão, não ganhariam de nós, mas não ganharíamos deles, é melhor evitar as baixas...já tivemos baixas demais... -- Olharia para o meu irmão deitado e mais uma vez respiraria fundo por perceber seu coma, eu tinha prometido protege-lo e falhei, agora tinha que proteger a todos e não falharia de novo -- ...Não queremos mais perdas, não queremos mais feridos como Umika, queremos apenas o verdadeiro responsável por tudo isso, queremos Niko Itori, mas para pega-lo precisamos sair desse inferno que parecemos nos encontrar, "Broto"(Saphira), vamos lá, nós diga, o que tem em mente.


Talvez eu tivesse confiando demais em um rabo de saia, não seria a primeira vez, mas Saphira mostrou um lado para mim que talvez fosse seu lado mais frágil, aquilo me convenceu era preciso que ela conversa-se com os presentes, pois existia alguém mais que ela precisava convencer e ele não estaria tão interessado em ouvir, esse era Buzz.

bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 8 EmptySex 28 Dez 2018, 15:33

Healing Process

Buzz


O tempo de espera, toda a dor, sofrimento, cansaço, tudo tinha valido a pena quando vi aquele sorriso novamente. Era um gesto simples, mas sincero e que carregava uma quantidade enorme de significados e sentimentos. Talvez fosse isso que o tornava tão belo para mim. Ela respondia meu cumprimento com um tom de voz que demonstrava fraqueza, e mesmo já estando esperando por tal coisa, ainda sim senti uma dor no peito. Buscava conforto no fato de que ela já estava em processo de recuperação, porém isso não ajudava o bastante. Queria aumentar minha conexão com a garota, então resolvi criar então uma mão substituta, já que ambos os meus braços estavam bem machucados e provavelmente eu não conseguiria movê-los. Devo comentar que essa foi uma ideia esplêndida, podendo ser uma das melhores que tive desde que cheguei na ilha. O processo não foi tão trabalhoso quanto achei que seria, e a recompensa havia sido incrível. Com toda certeza teria sido ainda mais prazeroso se eu pudesse sentir seu toque, contudo eu teria tido problemas em manter a compostura por conta da excitação. Ao ouvir o que tinha a dizer, a jovem falou que se tornaria mais forte e até me pediu desculpas, o que só fez pesar ainda mais a minha consciência. Se alguém ali tinha de se desculpar, seria eu mesmo.

- Você é a última pessoa aqui que precisa dizer isso. Eu devia ter ficado com vocês e evitado tudo isso. Mas meu ego e meu orgulho me deixaram cego quanto a todo o resto. Me perdoe. -

Não conseguia pensar em algo que fosse bom o bastante para compensar por tudo que eu fiz ela e os outros passarem. Estaria em débito com todos até que pudesse pagar pelo meu pecado. Logo, a jovem se ajeitou um pouco sobre a cama e fechou os olhos para descansar. Felicis fez uma última checagem na condição dela e confirmou que ela só precisava de repouso para que seu corpo tivesse tempo de se curar. Depois, ele me respondia sobre o paradeiro de Jacob falando que ele teria ido preparar algo para que Umika pudesse comer quando acordasse.

* É, até que isso é legal da parte dele. Pelo menos não foi arrumar confusão com ninguém. *
* Eu esperaria para ver, se fosse você. *

O pagamento era oferecido ao médico pelo nosso tratamento e o mesmo resolvia examinar a mercadoria. Certamente ele devia ter ficado impressionado com o kairouseki, pois essas coisas pareciam ser bem úteis em uma luta contra pessoas que comeram akumas no mi. Se fosse possível, adoraria ter uma arma feita com isso. Infelizmente, algo me dava a impressão de que, se tentasse pegar esse metal para mim, alguma coisa aconteceria para tirá-lo de mim. No fim, o poder da minha logia parecia que daria conta do recado por enquanto, então não precisava quebrar a cabeça com isso.

* Mesmo assim, uma nova arma cairia bem. *

Depois de verificar tudo, o médico aceitava o pagamento, mas excluía o veneno da aranha. Era estranho ele fazer isso, já que tinha sido tão insistente quanto ao recebimento da substância como pagamento pelo tratamento de Jacob. Em sua cabeça, seria impossível para mim conseguir uma amostra do veneno pela periculosidade da aranha. Ele me subestimava tanto, que chegava a ser incômodo. O único motivo de não ter matado aquele bicho quando fui à floresta, foi porque aquele maldito velho me cobriu com farinha e me deixou tangível. Se não fosse por isso, teria conseguido atingir meu objetivo com facilidade. Até porque, mesmo se não matasse a aranha, poderia apenas deixá-la me morder para injetar seu veneno em mim. Por ser feito de melaço, aquilo não teria sequer o menor efeito em meu corpo, e poderia trazer a amostra para que o médico extraísse e fizesse o que bem entendesse com aquilo. De qualquer forma, era menos trabalho para mim.

Felicis então começava o meu tratamento, limpando e enfaixando tudo que era necessário. Inclusive, acabei tendo que tomar alguns pontos no corte feito em minhas costas. Com certeza aquilo resultaria em uma cicatriz legal. Já com tudo pronto, minha barriga reclamava audivelmente por uma refeição e eu não poderia concordar mais com ela. Havia lutado por tempo de mais e descansado por tempo de menos, o que fazia com que necessitasse de nutrientes para me dar energia. Pensava em deixar rapidamente o local para buscar comida para mim e Umika, mas Anastasia não era algo que se podia ignorar. Felizmente o doutor logo me avisou sobre os sedativos que ele a estava ministrando, o que me deixava mais calmo e fazia a ideia de ir buscar uma refeição se tornar ainda mais tentadora.

- Bem, se essa é a situação então não tenho com o que me preocupar. Devo voltar em alguns instantes. -

Deixaria o local caminhando de maneira calma e relaxada para variar um pouco. Vez ou outra, correr é algo muito bom. Contudo, você só consegue apreciar a beleza das coisas quando você vai mais devagar. Tentaria me envolver em menos confusão por um tempo, para aproveitar mais os momentos lentos da vida. Desceria as escadas para ter acesso ao andar de baixo, e logo ali já conseguiria sentir um cheiro ótimo. Me estômago roncaria uma vez mais, quase me implorando por um pouco daquela comida de aroma tão bom. Seguiria a fonte de tão essência até o local que julgava ser a cozinha da estalagem. Lá, havia um ser humano de grande porte, com cabelos de bigode em formatos no mínimo interessantes e trajando uma roupa que parecia lembrar uma vestimenta social. O chapéu em sua cabeça me fazia acreditar que este era um dos cozinheiros do local. Ele parecia... Animado, acho.

Aparentemente eu havia assustado o cozinheiro pela minha aproximação sorrateira, ou poderia ser que ele só estava mais concentrado em cozinhar e cantar mesmo. Levando em conta meus talentos para ações furtivas, era mais crível que tivesse sido a segunda opção mesmo. O homem perguntava sobre o estado da jovem, o que era completamente estranho. Resolvi deixar aquilo de lado por enquanto e seguir o fluxo da conversa de maneira educada.

- Sim, ela já está se recuperando. Agradeço pela preocupação. -

Enquanto continuava a cozinhar, ele dava seguimento a conversa. Pelo que dizia, parecia que havia testemunhado o que tinha se passado com a garota e toda a bagunça até a minha chegada. Talvez entre o momento que deixei a estalagem e a hora em que tudo deu errado, foi nesse instante em que ele a conheceu. Mesmo assim, ainda era suspeito. Ao fim, ele jogava uma pergunta inesperada e esperava por uma resposta. Por toda a esquisitice da situação e por estar apenas conversando com alguém que acabara de conhecer, não estava tão envergonhado quanto deveria. Sentia apenas que minhas bochechas estariam ficando mais quentes e minha mão tremeria levemente, mas nada mais que isso.

- S-sim, eu gosto dela. É por isso que eu vou protegê-la ainda melhor que antes. -

Esperaria até o cozido ficar pronto e pegaria as porções servidas para nós. Deixaria o local seguindo na direção do quarto onde a menina estava e ficaria sempre de olho a minha volta, tentando captar algo de interessante para que eu pudesse observar. Tendo ou não visto algo, por hora eu não mudaria o meu percurso e voltaria ao quarto. Quando lá chegasse, colocaria as porções sobre alguma cômoda do local e perguntaria a Felicis.

- Você conhece um cozinheiro grande com um bigode em formato de dábliu e um cabelo meio espetado na diagonal? O quanto podemos confiar nele? E você pode testar uma amostra da comida que eu trouxe para saber se possui algum veneno ou toxina? -

Se o médico trouxesse a tona o fato da minha desconfiança excessiva, me limitaria a dizer.

- Sou apenas precavido com as pessoas que me são importantes. Minha fruta pode me proteger dessas ameaças, mas isso não se estende à garota. -

Se o cozinheiro fosse de confiança ou se Felicis testasse a comida e ela fosse segura, levaria a comida até a garota se ela já houvesse acordado e começaria a comer junto dela. Consumiria a refeição devagar e utilizando-me o melhor que podia das minhas normas de etiqueta. Se a jovem não estivesse acordada, apenas pegaria a minha comida e começaria a devorar aos poucos. Enquanto me alimentava, lembraria do que o médico havia falado e pensaria.

* Se Jacob não estava na cozinha, onde diabos ele se enfiou? *
* Hah, avisei que era melhor esperar para ver. Tem cheiro de bagunça vindo. *

Do jeito que me encontrava, se fosse mesmo haver uma confusão, precisaríamos de toda ajuda possível. E pensando nisso, passei a imaginar onde estariam Li Wan e Violet.

* Eu lembro de tê-las prendido em melaço e delas terem disso carregadas pelo Touro. Será que ele as trouxe para cá e, por estar preocupado demais, apenas não as vi? *

Daria uma nova olhada em volta, de maneira atenta aos detalhes que poderiam estar presentes na cena. Caso visse as meninas e elas ainda estivessem presas ou com um pouco de melaço em seus corpos, terminaria de me alimentar e só então seguiria até elas, encostando minha testa nas áreas que possuíam a substância. Precisava ter contato para controlar, e meus braços não estavam disponíveis no momento. Enfim, assim que estabelecesse uma ligação com a massa verde, faria com que ela se fundisse ao meu corpo para libertar as garotas.

- Desculpem-me por prendê-las, mas foi algo necessário naquele momento. Vocês poderiam me dizer exatamente o que aconteceu quando eu sai do prédio? -

Esperava com isso conseguir algumas respostas sobre o ocorrido e não ficar com essa sensação de não saber de nada. Já se elas não estivessem no local, perguntaria ao doutor.

- Você lembra da mink panda que nos acompanhava? Sabe onde ela está? -

Independente de sua resposta, seguiria me alimentando e descansando minhas pernas, que já reclamavam um pouco a algum tempo.

Se por um acaso Jacob voltasse ao quarto e resolvesse nos comunicar algo, por hora escutaria o que ele teria a dizer em silêncio. Observaria se alguma de nossas companheiras ou até se Ryu o acompanhava, porém me limitaria só a observar o cenário.  

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 8 EmptySab 29 Dez 2018, 23:07


NARRAÇÃO
QUINTO ATO: The Round Table


Jacob


O abraço carinhoso de Jacob fez Sapphira suspirar, ao tocar seus lábios, a garota soltou um pequeno sorriso e parou de chorar. De algum modo, o Touro sentia que estava cada vez mais entrelaçado nas teias daquela aranha, que sentia-se mais confortável ao lado dele, protegida pelos seus grandes chifres. Ao sair daquela caverna e se depararem com a tempestade, Sapphira ficou mais próxima a Jacob e juntos eles seguiram por meio a chuva e o vento até a estalagem a onde estavam antes.

Abriram a porta correndo para se salvarem da tempestade e tudo que Jacob pode ver era um salão vazio. - Talvez estejam lá em cima. - Disse Sapphira enquanto ia em direção as escadas. Os dois subiram e ouviram a voz de Buzz conversando com alguém em um dos quartos, mas antes de entrarem, Jacob foi surpreendido por um abraço por trás. A mink panda, sua companheira o abraçou com carinho. - Que bom que voltou! Estávamos preocupados! - Ela disse enquanto olhava para Sapphira. - Quem é ela? - Perguntou de uma maneira curiosa para ele. Independente da explicação, ao entrarem no quarto a onde Buzz e Umika estavam.

Buzz


A desconfiança de Buzz era grande a respeito daquele cozinheiro estranho e misterioso, O doce rapaz logo perguntou ao médico que estava no quarto junto a Umika se ele era confiável. - Ele é, mas porque está tão desconfiado assim? Somos todos aliados aqui de certo modo. - Ele disse enquanto guardava seus equipamentos e ouvia as palavras de Buzz. - Ah entendo. - Disse Felicis. Sabendo que não era uma ameaça, Buzz logo levou a sopa até Umika, ela se sentou sobre a cama e pegou a tigela com o cozido e começou a lentamente a comer. A cada garfada na comida, Umika parecia ficar mais corada e viva, o sabor daquele cozido era surpreendentemente bom, o que fez Buzz e a garota comerem com vontade. - Nossa, está muito bom! - Ela disse com um grande sorriso no rosto enquanto olhava para Buzz. Ela logo se aproximou mais dele após comer a tigela toda de ensopado até a porta do quarto se abrir.

TODOS


Buzz e Jacob se encararam quando a porta do quarto fora aberta. A Mink panda logo se aproximou da humana na cama. - Umika! Que bom que está bem. - [/color] Ela sorriram uma para a outra e Sapphira entrou no recinto logo em seguida de Jacob, que fez o favor de apresentar a aranha a todos. Sapphira deu um passo a frente e logo disse: - Prazer em conhecê-los, vos digo que as atitudes de Itori não merecem perdão, ele antes era um dos meus aliados da ilha, mas agora não é mais. Não tive nada haver com as dificuldades que ele os fez passar. -  Ela observou o corpo da garota cantora em uma cama e o outro de um rapaz que estava desacordado.

- Não quero problemas nem confusões em minha ilha, e como já dito por seu capitão, temos negócios a fazer… Sem Itori na ilha, temos um vácuo de poder com o submundo, e Jacob me contou os interesses dele para com o comércio da ilha. Pois bem, aceitarei negociar com a companhia de vocês desde que possam cumprir os meus três desejos. - De maneira sedutora, ela caminharia até a janela do quarto. - Primeiro, quero que recuperem minha filha que foi levada de mim, a aranha foi sequestrada por Itori e ele está a caminho de Penumbra, quando a encontrarem, devem matá-la sem hesitar, ela é muito perigosa para ficar solta fora de aracne. - Tocando o vidro da janela e observando a rua ela continuaria. - Segundo, Jacob, quero que me reconheça como a única regente dessa ilha, quero que confie em minha autoridade a anos implantada aqui e que seus negócios no submundo não afete o bem estar de meus cidadãos. -

Se virando para Jacob, encarando-o de maneira sensual. - Terceiro, quero que reconheça o que vier da semente que plantou em mim. Não peço que a ame, pois isso eu farei, mas que saiba que foi responsável por uma vida no mundo. - O sorriso de Sapphira era caloroso e todos na sala sabiam exatamente do que ela estava falando. Li Wan olhou incrédula para Jacob, seus olhos eram como metralhadoras. - Não me diga que você… - A panda olhou com raiva para Sapphira, querendo ou não, ela havia se deitado com Jacob e agora podia estar carregando um filho dele, o que deixava a mink muito brava.




Enquanto os amigos e novo aliados se reuniram tranquilamente na hospedaria, Sapphira,  Jacob e Li Wan sentiam seus pêlos voltarem a se eriçar, mas agora, com muito mais intensidade. As gaivotas que antes estavam na praia começaram a voar para mais adentro na ilha. Todos puderam ouvir os gritos das aves que voavam em desespero e verem as mesmas passarem pelas janelas da estalagem. Os cães nas ruas latiam alto e como em um piscar de olhos, um grande clarão passou pelas janelas de todas as casas, e logo em seguida um estrondo ensurdecedor e um terremoto. Um enorme raio havia caído sobre o mar próximo a ilha, chacoalhando a terra e fazendo os lustres da estalagem tremerem e os pratos da cozinha desabarem no chão. As pessoas da cidade avistaram uma enorme criatura que caiu dos céus sobre o mar.

Spoiler:
 

A criatura soltou um enorme rugido, abrindo suas garras e as levantando para o alto, como se estivesse desafiando algum rival. Não demorou muito para outro som ser ouvido, um grunhido abafado vindo de dentro da floresta. Um embate seria travado e todas as formas animais e semi animais (akumados Zoan/minks) podiam sentir isso dentro de si. Se olhassem para fora da estalagem, todos poderiam ver o caranguejo gigante que tinha em torno de quinze metros de altura avançar sobre o porto de Aracne. Sapphira saiu correndo para fora da estalagem, olhou para a floresta e de dentro dela um grunhido ecoou até seus ouvidos. - Ela está vindo… - Disse Sapphira enquanto a grande Aranha Mãe saia da floresta junto de sua prole para enfrentar o caranguejo.


Histórico Jacob:
 

Histórico Buzz:
 






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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 8 EmptyTer 01 Jan 2019, 09:50

Janta nova!

Mariscos ao molho de aranhas!





Seus abraços eram como um caloroso, seus lábios ( todos eles ) eram divinos, mas não podia perder tempo, um beijo, um acalento, era o máximo que podia dar para ela naquela momento, corremos o máximo que podíamos e logo encontramos com a estalagem, as escadas foram o ponto chave da minha procura, subi-las com uma certa velocidade elevada foi o que fiz primeiro e apenas a voz de Buzz me tranquilizou.

Quando meus nervos acalmaram pude sentir a tranquilidade e logo pude sentir Saphira se aproximar mais foi nesse momento que eu estava pronto para abrir a porta e me deparar com meus aliados quando uma voz um tanto mais fina e mais infantil veio ao longe, era ela Li-Chan, e isso ia render uma bela de uma conversa e caras emburradas.

Me virei lentamente para ela a abraçando em recíproca e foi nesse momento que ela questionou quem era a mulher ao meu lado e antes mesmo que eu deixa-se uma delas começar a falar e a trocação de farpa ser grande com um rosto um tanto corado falei:



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-- "Broto", acho que podemos conversar sobre isso depois, podemos entrar primeiro, temos "chapas" nos esperando lembra?


Antes mesmo que ela pudesse responder a peguei pela cintura e abri a porta apenas para me deparar com um Buzz mais remendado que um boxeador após uma luta com um touro, bem, não podia negar, aquele moleque estava lutando com todas as forças e vê-lo bem me deixou mil vezes mais tranquilos, mas não podíamos perder tempo e por isso tratei de explicar o que estava se passando.

Saphira tratou de falar tudo, quem era, qual eram seus planos qual foram os nossos tratos, e por fim falou suas exigências, a mesma queria que nós não atrapalhássemos ela em seu governo, ela como todo governante tinha sua exigência para fazer a vista grossa necessária para a movimentação do submundo a qual teríamos que lidar.

Não ouve um choque sobre suas exigências mas quando me foi revelado que a mesma apenas buscava a minha " Semente Viril" bem, isso me deixou um pouco sem jeito e por isso apenas me mantive sério ate o ultimo instante, foi então que me aproximei da mesma lentamente com uma postura séria, quase que ignorando por completo Li Wan e então falei com uma postura única:



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-- Tenho uma "lero" para bater contigo antes de fecharmos, primeiro, vamos atrás da pequena peluda, mas precisamos de recursos para isso, pouca grana, navio ruim, nos ajude e nós te ajudamos, depois pode governar mais o submundo é nosso e se ousar ferir um cidadão inocente "Broto" você pode ser um " Chuchu" mais saiba isso é contra nosso acordo e será decretado guerra, e por ultimo, um filho é um filho, minha família sempre pode abraçar um novo membro com amor, ainda mais se tem o mesmo sangue que eu.


Enquanto falava eu me aproximava, na primeira frase eu apenas dava um passo de cada vez, na segunda eu estava rente ao seu corpo, na terceira e ultima minha mão repousou em seu ventre e meu olhar era gentil. Por dentro eu estava eufórico, como assim eu seria pai?! Mas por fora, eu tinha que me manter ligeiramente concentrado, aquilo era uma zona de guerra no fim das contas.

Buzz poderia querer se pronunciar e bem, ele poderia ter mais algumas propostas a organizar e por isso eu deixaria e apoiaria o que o mesmo esboça-se como ideia, contanto que não ferisse os meus ideais simples de vida, além disso ele era o homem que seria meu braço direito,cérebro de nossas operações e meu irmão de bandeira não podia deixar NUNCA suas opiniões de lado, assim como a dos "Brotos" ao meu lado.

[...]


Os diálogos aconteciam e tudo parecia ok, mas algo começou a me incomodar, era um calafrio que começava em meus cascos e foi nesse momento que senti que algo estava errado, gaivotas gritando, animais agitados, Li Wan também parecia ter essa sensação e Saphira esboçava uma reação similar, todos nós seres mestiços pareciam ter sentido ao mesmo tempo, foi como aquele raio, foi como a sensação da tempestade, seja o que for que estava vindo tinha chegado e era de estourar a boca do balão.

Um raio, um susto e ao longe podíamos ver o maior carangueijo que vimos e nossas vidas, um leve sorriso surgiu em minha face, Ryu e eu sempre fomos loucos por lutas impossíveis, mesmo ele desacordado eu tinha certeza, ele não perderia a chance de fazermos esse ensopado. Meu corpo reclinou, meus chifres alongaram-se um pouco mais e antes um Híbrido agora eu era um Bisão completo, era estranho, nunca tinha me transformado na minha forma completa tão tranquilamente, apenas olhei com meus olhos animalescos para meus aliados, esperando para ver quem montaria em minhas costas e após essa breve decisão dispararia pulando da janela do quarto disparando para direção do animal.


Esperava que Saphira e Buzz estivesse em uma das pessoas montadas em minhas costas, esperava que ela tivesse um plano de ataque e o Buzz um de contenção, pois não era um mostro que teríamos que lidar apenas, pois meu disparate ocorreria no momento do surgimento da grande aranha mãe e isso poderia tornar-se um grande problema se era viesse a interferir.

Saphira parecia controlar as aranhas como na caverna, talvez isso fosse alguma vantagem e talvez isso nós desse alguma vantagem tática de aproximação do grande carangueijo, dispararia com tudo em sua direção, golpeando com chifres e investidas todos aqueles animais que entrassem em meu caminho, assim protegeria os meus aliados. Meu rigido corpo era meu único escudo nessa forma, mas a minha força comparava-se a de um dínamo e por isso talvez pudesse contar com ela e enquanto corria pensava:

--" Essa janta vai ser bem divertida de preparar..."


Se minha aproximação fosse feita com sucesso, logo voltaria a minha forma híbrida após parar rapidamente e impulsionar para meus companheiros descerem das minhas costas, tomando uma postura de combate meus dedos vestidos com Ymir estalariam e meu sorriso sedento pela luta mostraria-se presente. Se a minha aproximação fosse um fracasso, tentaria me recompor da minha condição e me colocaria estrategicamente recuado para que meus companheiros e eu pudéssemos articular melhor uma investida secundária.

bichaelson



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Historico Afro:
 

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Última edição por Jacob Allan em Ter 01 Jan 2019, 09:54, editado 1 vez(es) (Razão : Imagem redimensionada)
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 8 EmptyTer 01 Jan 2019, 14:46

Mr. Krabs

Buzz


* Somos todos aliados... Heh, to sabendo. Igual aquela mulher ali, que parecia ser inofensiva e boazinha, até tentar matar todo o nosso grupo. E se eu não fosse uma logia, ela teria conseguido. *

A escolha de palavras de Felicis foi infeliz. Ele poderia simplesmente ter se limitado a dizer que poderia confiar no cozinheiro, mas resolveu levar isso para um lado mais sensível. Nunca havia sequer visto aquele homem, então como poderíamos ser aliados? De qualquer forma, a confirmação foi o suficiente para sanar a dúvida sobre a procedência da sopa. Levei a porção da jovem até a mesma para que se alimentasse e recobrasse suas forças, e resolvi aproveitar o momento para também me alimentar. Comemos ambos lentamente, apreciando o sabor da culinária do chef pertencente ao hotel. Suas habilidades na cozinha não poderiam ser contestadas depois de provar sua comida.

* Pelo cheiro eu já esperava que estivesse bom, mas ainda sim ele conseguiu superar as minhas expectativas. *

Assim que terminamos de comer, a jovem se aproximou um pouco mais de mim e meus batimentos cardíacos começaram a acelerar. Talvez aquele fosse o momento perfeito para me aproximar mais dela e ainda treinar um pouco vencer a minha timidez. Infelizmente, não tive tempo para trabalhar essa ideia. O barulho da porta se abrindo chamou minha atenção e rapidamente olhei em sua direção. Adentraram no recinto Jacob, Li Wan e uma mulher que eu não conhecia, mas que parecia emanar uma aura preocupante. Boas novas não seriam ouvidas nem tão cedo, temia.

Sapphira, a comandante, regente ou qualquer que fosse o título correto para quem estava acima de tudo e todos na ilha. Pelo que Jacob dizia, não precisaríamos nos preocupar com algum ataque vindo da parte dela por conta de um pacto de não agressão firmado com a mesma. Por mais que não ficasse contente por terem deliberadamente decidido algo por mim, naquele momento não queria me envolver em um combate que se fazia desnecessário. Apesar de que tinha o pressentimento de que o pacto afetava também a minha vingança contra Anastasia, e isso por si só já era um bom motivo para causar alvoroço. Por hora, manteria-me quieto e esperaria o desenrolar das coisas. A mulher citava Niko Itori como o verdadeiro mandante de todos os infortúnios pelos quais passamos por ali, porém comentava que este já havia fugido da ilha. Falava também sobre já haver conversado com nosso capitão, o que me fez pensar em que momento ela teria falado com Ryu. Não que eu o considerasse meu capitão ainda, contudo era ele que se auto-intitulava assim e tanto Jacob quanto Li Wan pareciam apoiar este fato. O progredir da história esclareceu tudo, já que ela dava a entender que o "capitão" com o qual tinha falado era o cozinheiro.

- Hah, então ele se apresentou como capitão para ela? Ou é apenas uma suposição? Seja o que for, nunca tive e, pelo menos por hora, nunca terei um capitão. Não sirvo a ninguém que não conheço ou que simplesmente toma o comando desse jeito. -

Fora isso, tinham os três desejos da mulher para que ela aceitasse fazer uma parceria nos negócios com o homem-bisão. O primeiro era matar uma aranha que foi levada da ilha pelo tal Itori. Parecia ser simples e se alinhava perfeitamente com meu plano de ir atrás daquele idiota para acertar as contas. O homem estava a caminho de uma ilha chamada Penumbra, então pelo menos tínhamos uma pista de para onde ir. A segunda também não parecia ser complicada, já que tudo que ele tinha de fazer era deixar que Sapphira continuasse comandando a ilha e não implementar nenhum negócio prejudicial aos habitantes daquele local. O problema com a terceira condição seria mais a explicação que ele teria de dar para a mink do que a realização da tarefa. Mesmo que a mulher não houvesse sido muito clara com o que disse, estava mais que óbvio o que aquilo deixava implícito.

* Eu queria estar surpreso com isso, mas não estou nem um pouco. Acho que era questão de tempo até algo assim rolar, porém não esperava que fosse tão cedo. Não tenho ideia de como Li deve estar se sentindo depois de ouvir isso... *
* Vacilo total isso dai. Tá certo que essa ai é gata, mas ai brincou hard. *
* Saber que você pensa assim me deixa um pouco menos temeroso do que diabos você possa vir a fazer. *
* Vou tomar isso como uma ofensa e elogio ao mesmo tempo. Só lembra que Umika é sua namoradinha e eu não tenho obrigação de manter fidelidade à ela. Você só tá dando sorte que eu não achei ninguém que me chamasse a atenção o suficiente. *
* E tomara que isso fique assim por um longo tempo. *

Como esperado, a mink parecia se encher de fúria direcionada a ambos os envolvidos. Não sabia, porém, se a raiva que ela tinha da mulher era justificável. Na minha opinião, as chances do cozinheiro ter citado que estava em um relacionamento, ou pelo menos algo parecido com isso, eram bem pequenas. Sendo assim, a culpa seria apenas dele e de mais ninguém. Resolvi não me meter, entretanto, já que julgava que seria melhor se a garota-panda tirasse suas próprias conclusões e decidisse o que fazer após isso.

Um barulho alto pode ser ouvido vindo do lado de fora. Pássaros passavam rapidamente de frente da janela do quarto, como se fugissem de algo. Um clarão surgiu do nada, seguido de um estrondo e um tremor. Parecia se assemelhar a um relâmpago, contudo não podia ser possível que tal fenômeno causasse um terremoto. Ou poderia? Dois rugidos em sequência puderam ser ouvidos. O que infernos estava prestes a acontecer naquele lugar?

Correria até a janela e olharia por ela para tentar identificar a fonte de tanto alvoroço. Meus olhos não acreditariam no que veriam em um primeiro momento.

* Aquilo... É um caranguejo gigante? *
* Yep. Parece que essa ilha tem algum tesão em animais gigantes. Ainda bem que não é um gorila. Ouvi dizer que eles pegam moças e sobem em prédios altos para ficarem encurralados. Será que esse cara também é fraco contra aviões? *
* Não que eu saiba o que é isso, mas duvido que esse cara tenha qualquer fraqueza simples. *

De onde aquilo havia vindo provavelmente seria um mistério eterno. Para onde estava indo já não era complicado de se notar. Sapphira saía correndo do quarto e ia para o lado de fora da estalagem. Ela parecia bem preocupada com a situação, e logo eu notei o porquê. De dentro da floresta surgia a aranha-mãe, junto de uma boa parte de seus filhotes. Aquilo ia se tornar uma luta entre dois gigantes, e não precisava ser um zoólogo para notar quem tinha a vantagem aqui.

* A maior arma daquela aranha é o seu veneno. Se ela não conseguir passar pela carapaça do caranguejo, vai estar perdida. Fora que aquelas garras não parecem ser brincadeira. Um ótimo ataque e uma ótima defesa... O resultado já está decidido. *
* Muito boa análise, Richard. Acho que essa é a nossa deixa para vazarmos desse lixo de ilha, tá ok? *
* Algo me diz que não vamos conseguir navegar com aquela coisa dominando a costa da região. *
* Então a gente adentra mais na floresta e espera esse bicho sair dali. *
* Por mais que eu queira fazer isso, não acho que seja o certo. Muita gente vai se ferir se não ajudarmos... Arg, sei lá. Vamos só matar esse bicho logo! *
* Baralho, meu irmão. Isso é só pra impressionar a menina, não é? Vice só a-tra-pa-lha. *

Preocupado com as possíveis dificuldades da batalha, olharia Li Wan e diria.

- Fique por aqui de olho no combate. Se notar que o prédio corre risco de levar danos estruturais, avise o máximo de civis que conseguir achar, pegue Umika e saia daqui. Pode fazer isso por mim? -

De certo, sabia que a panda não teria problemas com aquilo. Ela evitaria um combate de alto risco e se comprometeria apenas em proteger alguém por quem parece ter sentimentos de amizade. Após isso, iria até a jovem navegadora e falaria.

- Fique aqui e descanse. Depois que matarmos esse negócio, provavelmente vamos sair da ilha e só você consegue pilotar o barco. Só você DEVE pilotá-lo. -

Sorriria de leve para a jovem e depois caminharia novamente até a janela. Iria cortar caminho me jogando da janela até chegar ao solo, mas perceberia a mudança de forma de Jacob e esperaria. Ele passava para sua foma animal completa e parecia nos observar como se esperasse que fizéssemos algo.

* Eu acho que ele quer que você monte nele. *
* Eu não vou fazer isso. *
* Você deve. E eu vou te explicar como você deve lidar com a situação. *
* Por que eu deveria? *
* É sério, faz isso. Vai ser legal. *

Seguindo as instruções de Staz, montaria nas costas do bisão e grudaria meus pés em suas laterais. Depois disso eu olharia por cima dos ombros para todos os que ainda estavam no quarto e diria com convicção.

- Iremos agora ao campo de batalha. Mantenham-se vivos enquanto não voltamos. Avante, valente Mimosa! -

Deixaria que o cozinheiro ditasse o ritmo de nosso avanço e apenas me concentraria no que teria de fazer a seguir. Quando nos aproximássemos, desprenderia meus pés e me poria de pé sobre as costas de Jacob. Com um salto, deixaria minha montaria e assim que pisasse no solo correria ao redor do caranguejo gigante. Usando meus poderes, cuspiria um jato de melaço sobre as patas do bicho para diminuir sua mobilidade e me atentaria para manter sempre uma distância segura do inimigo. Já que ainda não estava me sentindo cem por cento e possuía modos de lutar distante do meu adversário, deixaria que o cozinheiro fizesse o papel de lutador de curta distância por hora. Além de observar o animal para me manter afastado o suficiente, também me focaria em analisar seus movimentos e o seu corpo como um todo. Procuraria sinais de farinha ou kairouseki naquele ser e observaria ainda se havia algum dispositivo misterioso junto a ele ou nas proximidades.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 8 EmptyQui 03 Jan 2019, 23:05


NARRAÇÃO
QUINTO ATO: The Round Table


O clima no quarto ficava tenso a cada palavra dita por Sapphira, as negociações eram até mesmo simples e as exigências de Jacob não eram coisas absurdas a se pedir, mas por incrível que pareça, talvez nem Sapphira pudesse ter tanto poder assim como ele imaginava. Ela podia ser a ‘’rainha’’ daquela ilha para os homens, pois para muitas criaturas ainda era apenas uma ser inferior. Ela sorria satisfeita com a aproximação de Jacob, de algum modo, todos naquela sala podiam ver que ele não parecia mais do que uma mosca em uma teia de aranha, o que deixava todos constrangidos. Sapphira logo deu um leve selinho nos lábios de jacob, o que fez Li Wan buffar de raiva e sair de perto dos dois.

- Não temos navios muito bons, mas podemos dar um jeito nisso, quanto ao submundo, nem mesmo eu o controlo querido Jacob, eu apenas negócio com eles, nada mais, nada menos. Minhas aranhas são preciosas para eles, mas aparentemente querem suas próprias e me tirar do jogo, por isso Itori entrou em ação, ele é apenas um peão nesse jogo sujo deles. - Ela disse enquanto sentia as mãos calejadas mas gentis e Jacob sobre seu ventre. A ideia de ser pai para o jovem rapaz podia ser assustadora de início, mas se fosse levar em conta a facilidade e a aliança que teria com Sapphira, era algo bem confortável para ele. Eles se entreolhavam e sorriam um para o outro.

Umika ficou com o rosto extremamente corado ao entender o pedido da mulher aranha. Ela olhou para Buzz de relance e pode ver que ele parecia pensativo. Em uma tentativa de tentar o rapaz de seus pensamentos, Buzz pode sentir os dedos finos de Umika tocarem seu ombro, ela tentava se levantar da cama, buscando forças e apoio no rapaz para ficar e pé. Agarrada ao corpo de Buzz, a garota firmou os pés no chão e logo deu dois passos para frente. Ela o encarou com um sorriso contente. - Acho que já estou bem…Mas acho que ralei o joelho. - Ela dizia enquanto olhava para o joelho esquerdo enfaixado. Os olhos de Umika cruzaram o quarto e ela pode ver a aranha que se abrigava na janela do quarto, por um instante, Buzz teve a sensação de desconforto da garota passar por si, ela o segurava com força, como se buscasse nele a proteção para aquela vil criatura.

Li Wan logo se aproximou de Buzz e Umika e ambos podiam ver o rosto abalado e com raiva da mink. talvez os sentimentos dela por Jacob estivessem confusos, mas se quisesse fazer com que os planos dele dessem certo, ela teria que ceder uma hora ou outra para coisas daquele tipo. Sem demorar muito, ela começou a recolher as coisas de Umika, sua mochila e objetos. Não deixariam nada para trás se quisessem partir logo da ilha até o clarão e o estrondoso barulho. Sapphira saiu dos braços de Jacob ao ver o caranguejo pela janela e logo correu para a rua enquanto Jacob se transformava em sua forma de bisão e Buzz alertava Li Wan e Umika para ficarem juntas e aguardarem. - Buzz aqui é muito perigoso! Vou levar Umika para um local seguro. - Disse a panda que esperava a amiga para partirem dali. Ainda agarrada nos braços de Buzz, Umika olhou para ele e escutava suas palavras gentis. A bochecha dela ficou corada e ela concordou com a cabeça, era a única navegadora no grupo, precisava ficar bem para saírem da ilha. - Tudo bem… Tome cuidado…- Ela dizia baixinho enquanto olhava para ele. - Para dar sorte - Ela disse antes de dar um pequeno beijo na bochecha do companheiro e olhá-lo com o rosto extremamente vermelho. Li Wan logo se aproximou e pegou Umika no colo, colocando-a em suas costas já que o seu joelho machucado fosse atrasá-las.

Não demorou para Buzz subir nas costas de Jacob, que saltou do quarto arrebentando a parede e a janela da estalagem. Sapphira do lado de fora observou a cena e suspirou baixinho, ‘’aquilo era realmente necessário?’’ ela pensou. Jacob seguiu em uma corrida desgovernada em linha reta e Buzz foi obrigado a saltar de suas costas, caindo no chão e rolando para não se machucar tanto. Os chifres fortes de Jacob foram direto em contato com o grande caranguejo. Ao olhar para o possível ferimento que havia feito no animal, Jacob pode notar que seus chifres não ultrapassaram nem um centímetro da casca do animal. O caranguejo era extremamente resistente assim como os outros de sua espécie, seu exoesqueleto não seria quebrado facilmente.

Buzz analisava a situação e cuspindo melaço perto de sua pata, pode ver que o caranguejo colossal nem ao menos fez força para sair de sua armadilha melada. Logo começou a notar que o animal não tinha sinais de kairouseki em seu corpo, era apenas um animal gigantesco e resistente mesmo, mas parecia bem inteligente e que de certo modo, ignorava a presença dos dois ali. Sapphira vinha logo atrás deles, ao lado da aranha mãe que em um grito mandou suas filhas irem na direção do crustáceo.

As aranhas andavam pela cidade, subindo nas casas e logo começavam a atirar teias para todos os lados, formando várias correntes de teias sobre as casas, o que deixava os aldeões assustados. - TODOS VOCÊS DA CIDADE, VENHAM COMIGO, SE ESCONDAM NA FLORESTA. - A mulher gritava enquanto ia ajudando a evacuar as pessoas para a floresta aonde estariam mais seguras do que ali. O crustáceo ao ver a aranha mãe, começou a avançar em direção a ela, quebrando ruas, casas, derrubando postes que estivessem em sua frente inclusive Jacob que foi empurrado como se fosse apenas um grão de areia para o grande animal.

A Aranha mãe logo que viu as teias de suas filhas ficando mais fortes, começou a andar por elas, passando por cima das casas abaixo, uma espécie de doma era feita com as teias que visavam proteger aquelas construções ali dentro. A aranha mãe saltou para cima do grande crustáceo e pousou em suas costas aonde as grandes garras do animal não chegavam. Ela começou a mordê-lo, mas era em vão, pois a carapaça era resistente demais até para ela. Em fúria, caranguejo começou a girar para tentar se livrar dela, levando consigo algumas casas do porto com suas garras. Em uma delas, havia uma criança chorando em desespero pela sua mãe, sozinha perto do grande animal.

Histórico Jacob:
 

Histórico Buzz:
 

Cores pra narradora retards:
 







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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 8 EmptySex 04 Jan 2019, 14:19

Monstros!

Que vença a melhor besta!





Tudo aquilo poderia servir para aprendermos que nossos inimigos só tendem literalmente a aumentar, seja de tamanho, seja de poder, a Grande Line é na verdade um mar repleto de perigos inimagináveis. Enquanto sentia em meu lombo B-Boy eu pude perceber que nessa luta éramos o meio e não o fim, teríamos de usar todos os recursos que tínhamos para vencer e ainda sim não seriam o suficiente, mas eu prometi a muito tempo atrás que nunca recuaria de uma briga, principalmente se isso fosse para salvar a minha família e "Baby" , esse caranguejo escolheu o dia errado para desafiar esses dois caras que iam na direção dele.

Saphira encontrava-se comandando as pessoas para longe do conflito que se seguiria, os "Brotos" estavam cuidando um do outro e do corpo adoecido do meu irmão, tudo parecia uma zona de guerra, mas estávamos determinados a nos aproximarmos da criatura o suficiente para que ele conseguisse receber danos, bem, foi isso que achei ate trombar nela com toda a minha força e me deparar com um muro mais resistente do que eu próprio.

Por nossa sorte aquele ser que antes quase me matou também estava agindo, fios e aranhas prendiam o grande " Caranguejozila " que parecia ter estancado sua posição, porem todo o alvoroço que ele fez me fez ser jogado para longe como se eu fosse nada, sinceramente, aquilo seria uma batalha osso duro de roer.

Me levantaria ainda na minha forma de bisão completa, veria tudo o que se passava ao redor, aquele caos que mais parecia uma zona de guerra, pouco a pouco meu corpo iria adaptando-se, patas dianteiras viravam braços e mãos, manoplas azuladas vestidas, postura ereta me deixando pouco mais alto com meus 2,20m aproximadamente e logo em seguida a feição ficava menos animalesca, com isso poderia falar e poderia melhor agir e seria exatamente o que faria:



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-- Você não está ajudando em "necas de pitibiribas" Caranguejozilla, em "necas de pitibiribas"...


Minha irá se dava ao fato de vê-lo destruir a tudo e em seu caminho deliberadamente, era um animal, não podia esperar que ele compreende-se, mas naquele momento a sensação que tinha era que estávamos lutando contra o poder colossal da natureza e a natureza compreenderia por que éramos chamados de MONSTROS!

O ser gigantesco tinha uma concorrente aracnídea forte, mais suas defesas faziam aquele aranha ter sua principal arma anulada, precisávamos tirar a maior vantagem dele de jogo do contrário até mesmo nós seriamos vulneráveis e por isso era a hora de começar a quebrar aquela carapaça dura dele, para ontem.

No momento que vi uma criança na casa que ele segurava, meus pés pararam o movimento que fariam, olhei para Buzz, olhei para Saphira, alguém precisava parar aquele ser, ou um jovem inocente iria morrer foi quando esbravejei:



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(Imagem Ilustrativa - Considere o mesmo transformado)

-- "B-BOY" O "PENTELHO" , TIRE ELE DALI!!!! "BROTO ARANHA", PRECISO DE UMA ANIMAL PELUDO AQUI, AGORA!!!!.


Esperava que meus aliados pudessem agir, pois não tinha mais tempo a perder, concentrei todas as minhas forças e era a hora de agir e eu não podia perder tempo. Meus cascos se fixariam no solo, observaria com meu olhar as melhores rotas possíveis, tentaria ver casas meio caídas, rampas feitas de telhados, tinham que chegar mais alto possível da criatura, esperaria uma mínima reação de Saphira aproximando-se em sua forma abissal, isso se a mesma esboça-se algo, do contrário o caminho de casas destruídas seria a melhor opção e dispararia na maior velocidade que consegui-se, tentaria chegar ao ponto mais alto possível e no momento seguinte saltaria com o golpe já preparado, meus dedos rígidos assemelhando-se a um garfo tentaria acerta-lo o mais próximo a junta de patas possível, ele precisava ficar mais vulnerável.

Caso Saphira viesse ao meu auxilio, subiria em suas costas e correria com o máximo que poderia e tentaria me aproximar mais da pata que segurava a casa, tentando acompanhar o rito de Buzz para que com isso pudesse tentar golpear igualmente a junta assim poderia libertar a criança das garras do ser e ainda sim causar um certo desconforto no animal perfurando a sua carapaça com o golpe concentrado de Little Fork!


Caso nenhum dos golpes fosse possível me direcionaria rapidamente até a pata mais próxima e então com uma a mão espalmada e com uma força impar tentaria direcionar um poderoso golpe concentrado para que causa-se danos internos o suficiente para lesar a pata do animal.

E com um rápido movimento sequência tentaria então socar com toda a força concentrada novamente para somado ao golpe interno estourar a pata do animal com toda a minha força.


Todas essas ações entretanto seriam feitas com o máximo de foco possível, pois o inimigo poderia atacar de qualquer lado e por isso em caso de um ataque direto cruzaria os braços e então tentaria aparar o golpe com uma poderosa técnica de defesa: Meat Table! para que ao menos a posição fosse mantida sem danos colaterais intensos.


bichaelson



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Historico Afro:
 


Cooking Fight:Little Fork!:
 

Cooking Fight: Meat Table!:
 

Coocking Fight:Skillet Punch!:
 

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