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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Quinto Ato: The Round Table

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 6 EmptySab Jul 28, 2018 12:00 am

Relembrando a primeira mensagem :

Quinto Ato: The Round Table

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Buzz Bee e Jacob Allan. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Jacob Allan
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 6 EmptyTer Nov 06, 2018 1:52 am

A aranha ataca!

Embate com palavras na hora do chá!





As garotas estavam sofrendo de algo muito semelhante ao que eu sofri, as suas poucas reações foram reações de confusão, não posso culpa-las não foi tão diferente para mim, mas não era hora de se lamentar, não tínhamos esse tempo. Os curativos em meus dedos tinham que ser o suficiente para tudo o que planejava fazer, as luvas de meu irmão tinham que ser a força que me restava e os avisos daquele médico tinham que ser seguidos, mas acima de tudo, minha vontade tinha que ser sobreposta aos meus raciocínios ou poderíamos estar no fim de todo esse joguete.

Não demorou para que eu me visse sobre o controle daquela desgraçada, mover meus dedos para causar dor não foi uma ação efetiva, eu estava novamente sob seu controle, estava novamente agindo como um marionete. Meus olhos se fecharam, contar os passos não estavam ajudando muito, ouvir os ruídos muito menos, naquele momento eu era novamente a sua presa, eu iria encontrar com aquela meretriz linda, não tinha sombra de dúvidas.

Quando meus olhos se abriram, quando pude ver aquelas curvas belas e aquelas dissimuladas feições pude concluir que tinha chegado no meu destino, as palavras luxuriosas e nada sutis de Anastácia surgiam sendo proferidas de sua boca, mas foi ao tomar o goleiro do chá que minha mente a observou, suas mãos, seus movimentos, seu olhar, ela comcentrava-se, quando o sabor doce do chá sumiu lentamente dos meus lábios e a provocadora mulher soltou meus lábios para falar pronunciei-me:



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(Imagem Ilustrativa - Considere Transformado)



-- Doce, o chá é doce, está cozinhando ele errado "Broto"...


Infelizmente era um cozinheiro, não podia negar minha profissão, um chá gostoso como aquele se mal infusionado era doce, doce demais para o consumo de todos os seus nutrientes, logo minha cabeça se ergueu, pude a olhar nos olhos e compreender a desgraça que aquela mulher representava para todos nós. Vi minhas mãos prepararem para pegar com os talheres o pedaço de bolo e então a observei com tranquilidade e seriedade mais uma vez e então, estalaria o pescoço falando:




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(Imagem Ilustrativa - Considere Transformado)


-- ...Dois minutos de cozimento, três de evaporação sem calor constante e claro ervas soltas no bule, esse é o segredo "Broto", tudo que é preparado tem uma ordem.


Minha postura não era de um simples prisioneiro, eles não sabem como agir, ficam vulneráveis, as vezes abertos a sugestões, mas naquele momento Anastácia só contemplaria a seriedade e um papo sobre cozinha, talvez ela não compreendesse, mas naquele momento estava sendo dita a fórmula de sua derrota:


-- Enquanto "No xilindró" do seu quarto "Broto" aprendi novas receitas, ficar algemado lhe dá tempo para pensar, "queimar a cuca" não é sempre ruim, por exemplo, quando se faz um bolo como esse se tem camadas...


Meu olhar continuava sério, eu estava pronto para mostrar para ela algo metafórico que inteligentemente ela compreenderia, não, não era como se eu fosse um estrategista, mas se eu só podia ajudar a distraindo, bem, assim o faria.

Olharia para o bolo e suas camadas, tocaria minha atenção naquilo um instante enquanto meus sentidos atentos tentava com a minha periférica visão compreender as coisas ao meu redor, compreendo o que me cercava e circundava aquela criatura, tudo isso enquanto falava:


[/color] -- ...cada camada se tem um recheio e um belo preparo, as vezes uma base sólida de um bolo tem que ser feita por baixo, a crocancia  da massa de baixo está como se unta a forma, "Amanteigar" sabe? Bem, assim tudo fica mais crocante, e para melhorar povilhamos um bom açúcar de confiança...



Meu sorriso se formaria, meus olhos demonstriam desejo claro pelas palavras que vinham a seguir dessa grande receita, mas acima de tudo era um bom momento para mostrar a atual situação:


— ...As vezes a base quebra, o açúcar não aguenta a temperatura e aí o bolo desanda, o recheio mesmo saboroso e atraente perde força. "Broto" sabe o que é pior quando um bolo desanda no meio e no recheio? Ele desmorona no próprio peso, o que nos leva a você "Broto"...


Um olhar sedento de raiva se mostraria presente, existem seres que eu desprezo, mas aqueles que usam os outros para alcançar vantagens injustiças, esses merecem minha irá e Anastácia tinha conseguido isso, Umika estava ferida, Meu irmão estava ferido, ela tinha usado nossos aliados contra nós, ela merecia o olhar que estava recebendo e foi com isso que completei a frase :


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(Imagem Ilustrativa - Considere Transformado)



—  ... Você é como o recheio desse bolo, para se manter firme precisa de todos os componentes, me mantendo aqui, controlando outro, se concentrando em tudo, o quanto é preciso manter " a cabeça gelada" para controlar com suas mãos e pensamentos as nossas próximas ações e com isso "Manter um bolo sem boa base de pé".

Tentava forçar um pouco mais as mãos, tentava superar a resistência daquela mulher com esforço físico, mente e corpo, vontade e determinação, tudo tentava funcionar em uníssono, pois era a hora de testar os limites daquela mulher .



bichaelson




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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 6 EmptyQui Nov 08, 2018 12:40 am

Betting With a Zombie

Buzz


Diálogo não parecia ser a resposta. Apesar dele estranhamente conseguir se comunicar, parecia que havíamos passado desse ponto e dali para frente ele só responderia à violência pura e simples. Meus ferimentos prévios retiravam qualquer chance que eu tivesse de conseguir combatê-lo diretamente, e deixavam meus movimentos mais difíceis. Em contrapartida, Orfeu parecia estar mais lento que o normal, possivelmente por causa do rigor mortis que, pelo tempo em que ele passou morto, já devia estar um pouco abaixo do seu pico máximo. Parecia que, naquela situação, eu seria mais rápido que meu adversário. Porém, aquilo era um equívoco. Os movimentos daquela marionete gigante estavam quase tão rápidos quanto os meus, e acabava que só conseguia desviar de seus ataques por pouco. Naquela situação, teorizava que eu acabaria me cansando primeiro do que meu adversário e me tornaria um alvo fácil. Isto porque Orfeu já era um cadáver, o que significava que ele provavelmente já não sentia mais dor, cansaço ou qualquer outra sensação ou sentimento. Era apenas um boneco de carne que obedecia cada comando dado pelo usuário dessa fruta misteriosa, não importando qual fosse. Esta era certamente uma habilidade problemática de se lutar contra, principalmente quando não se tem ideia de como funciona e quais os critérios para ativá-la. Quanto mais pensava no assunto, mais tenso acabava ficando. Não estava conseguindo ver claramente as ligações entre minhas informações, e por consequência não conseguia resolver o mistério em que estava inserido.

Enquanto me perdia em pensamentos e teorias, as coisas acabaram escalonando em um piscar de olhos. Utilizando algum tipo de técnica ou habilidade especial, Orfeu pareceu sumir por um breve momento e voltou a aparecer perigosamente próximo a mim, atingindo-me com um soco duplo na barriga. Senti meu corpo ser arremessado para longe, enquanto todo o meu tronco fervia em uma dor aguda e horrível. Quando me atentei aos meus arredores, percebi que fui arremessado para dentro de um quarto, atravessando direto a parede do local. Aquele havia sido um ataque insanamente forte, e tinha certeza que se recebesse outro seria o meu fim. Naquele momento, não conseguia imaginar uma maneira de vencer. Fugir talvez fosse uma opção válida, mas conseguiria mesmo fugir? Se tentasse, o que impediria dele usar novamente aquele ataque para me finalizar? Sentia que tudo que pudesse fazer, seria inútil. Aquele parecia ser o mais longe que iria. Mesmo tendo ficado mais forte e ganhado poderes especiais de uma akuma no mi, nada disso parecia fazer diferença. Queria desistir, deixar tudo ao acaso e aceitar meu destino. Contudo, haviam duas coisas que me forçavam a me levantar e continuar com aquilo. A primeira e mais importante, era conseguir o auxílio que Umika precisava para sobreviver. A segunda, era uma vontade avassaladora de fazer com que aquela tal Anastasia se curvasse aos meus pés. No início, apenas queria pegar o sangue dela e depois a mataria. Mas agora, depois de toda essa palhaçada pela qual ela me fez passar, faria algo pior. Não seria exatamente uma tortura física, pois tinha uma leve ideia que os princípios de Staz seriam contra isso e que com o tempo, seus machucados sarariam. Levaria aquilo mais para o lado emocional e mental, onde a dobraria perante minha vontade. Mas primeiro, teria de me livrar novamente daquele chifrudo.

Em função do meu novo objetivo, tinha que pensar em alguma maneira de me dar uma vantagem na situação. Fazia pouco tempo que eu havia sido introduzido no mundo dos poderes de Akumas no Mi, mas já era bem claro para mim que conhecer o poder do seu adversário pode aumentar exponencialmente suas chances de vencê-lo. Como não tinha quase nenhuma carta na manga no momento, decidi que teria de conseguir formular uma boa teoria sobre os poderes do inimigo. * Tá certo. O primeiro passo para entender isso talvez seja descobrir porque eu não fui controlado. O que eu tenho que todos os outros afetados não? Cabelo branco? Olhos vermelhos? Um intelecto incrível? Os dois primeiros soam ridículos para serem critérios de uma ativação de habilidade, e o último não faz tanto sentido se levar em conta que a mink também foi afetada. Ela parece ser uma pessoa estudiosa. Então o que seria? Se não é o gênero, tamanho, espécie, grau intelectual ou força física, o que restava? * Olhava para o meu corpo como se procurasse algo de diferente que ainda não tivesse visto, mas ele parecia ser completamente comum. Bem, tirando o tronco completamente destruído que agora tinha. * Essa é a hora em que você coloca a culpa na farinha? * * É claro! Se não fosse por ela, o golpe dele só teria me espalhado e eu me regeneraria normalmente... Porque meu corpo... * Esse pensamento acabava me ajudando a criar duas linhas de ideia que poderiam me trazer as respostas que buscava.

Ame Ame no Mi, uma fruta do tipo logia que permite ao seu usuário criar, manipular e se transformar em melaço. Por que apenas melaço? Não fazia a menor ideia, mas isso não era importante agora. Ao comer a fruta, meu corpo acabou tendo sua composição alterada e agora, sem que minhas fraquezas estivessem envolvidas, eu já não era mais de carne e osso. * Talvez isso esteja mesmo ligado à composição do meu corpo. Seja por que o poder dela só permite controlar corpos normais, ou porque a forma que meu corpo se comporta agora impede que ela assuma o controle. * Usando o que havia teorizado, comecei a listar quais os possíveis poderes que ela poderia ter. * Controlar corpos, com a limitação de serem apenas corpos normais; Controlar carne, nervos, ossos ou sangue; ou ainda... * A última hipótese vinha de algo que eu mesmo tinha feito paralelo à alguns minutos. Ele realmente parecia um boneco da primeira vez que o vi, então não era complicado imaginar que pudesse ser isso. * E se a habilidade na verdade for transformar pessoas em marionetes? Isso também pode explicar o motivo de não estar sendo controlado, já que toda vez que as cordas fossem puxadas, elas simplesmente se soltariam do meu corpo por conta do modo como ele é agora. *

Julgando as opções que tinha, chegava a conclusão de que, exceto a última, todas as outras eram incrivelmente injustas de se lutar contra e não deveriam nem existir. Fora que, a única maneira de verdadeiramente ganhar, seria derrotar o usuário. Começaria a me levantar e procuraria a janela do quarto. Com a conclusão a que tinha chegado, nada mais poderia fazer além de fugir dali. * Epa, epa, epa, pera ai! Ainda tem a possibilidade de ser a coisa das marionetes. Não leva vergonha pra casa e pelo menos tenta alguma coisa! * * É? E eu vou fazer o que? Pedir pra ele ficar parado enquanto eu procuro a droga dos fios? * * Você não precisa, manezão. Usa algum ataque de longo alcance pra cortar eles sem ter que chegar perto. * Deixaria um vergonhoso gemido de dor escapar da minha boca, enquanto reunia forças para continuar de pé e conseguir me mover. Começaria a andar de costas na direção da janela, enquanto tentaria observar o modo como meu adversário se movimentava. Caso notasse que ele havia firmado os pés no chão como da última vez, transformaria meu corpo inteiro - com exceção da cabeça - em melaço e forçaria aquela massa toda em um movimento diagonal para baixo. Quando o fizesse, mudaria a direção do avanço e passaria a seguir na direção do buraco que havia sido feito pelo meu corpo. Uma vez fora do quarto, voltaria meu corpo ao normal a começar pelas pernas, para fugir dali enquanto o resto do corpo se reconstruía.

Entretanto, se ele seguisse normalmente para o quarto onde estava, apenas manteria o meu rumo atual e já me prepararia para pular fora. Mesmo que estivesse alto, a queda não causaria dano algum para mim. * Mesmo que eu tivesse sorte e inventasse um ataque de longo alcance, como eu vou acertar fios que nem consigo ver? Teria que ser algo... Mas ai como é que... * - Hmmmmmmmmm. - * Ha! Se achou um jeito, seje homem e faça. * Meu lado racional gritava a plenos pulmões para que eu não fizesse isso, porém meu orgulho e espírito de luta imploravam para que eu derrotasse aquele boneco e tacasse o terror no possível titereiro. * Só UMA tentativa. E só pra avisar, qualquer machucado daqui pra frente é na sua conta! * * Tua conta tá bem maior que a minha, seu cachorro. Ou você acha que eu esqueci de quem é a culpa desse auê todo aqui? * * Não me lembra disso agora. Você vai ter tempo suficiente pra jogar isso na minha cara quando isso acabar. *

Estenderia os braços para frente e começaria a jogar melaço no chão, controlando-o para que cobrisse o chão e passasse a avançar sobre as pernas de Orfeu. Em um primeiro momento, pareceria que seria uma repetição da estratégia passada para tentar ganhar tempo, o que não era o caso. Faria a substância cobrir as pernas dele e continuar seguindo em frente, até ficar a uma distância estimada de dois ou três passos. Quanto atingisse minha meta, pararia de criar e me concentraria em controlar a massa verde. Criaria uma lâmina na posição horizontal, com o comprimento um pouco maior que a distância entre os ombros de Orfeu e cujo fio estivesse voltado para cima. Feito isso, mandaria todo o melaço pelo qual ele já passou para debaixo da lâmina e, com um impulso ascendente, faria ela subir até o teto e cortar o que estivesse no caminho. Seria parecido com uma guilhotina de cabeça para baixo, e esperava que fosse tão efetiva quanto também.

Caso meu inimigo parasse de se mover após minha mais recente ação, cobriria-o com melaço e cristalizaria tudo, apenas para garantir que as cordas não pudessem mais se conectar ao corpo para controlá-lo. Após isso, sairia calmamente pela janela e iria usando meus poderes para conseguir me mover pela parede do lado de fora do hotel. Já se não houvesse nenhuma alteração em seus movimentos, me jogaria com um pulo pela janela e lançaria meu braço na direção da parede da estalagem, grudando-o ali e o usando posteriormente para me puxar até ele. De uma maneira ou de outra, assim que estivesse do lado de fora do prédio eu passaria a me mover de janela em janela, olhando cuidadosamente e discretamente por cada uma. Quando encontrasse a dançarina, preferiria que ela não soubesse disso. O elemento surpresa seria algo muito bom de se usar para trazer o medo àquele coração maligno dela. Quando a avistasse, observaria um pouco as suas ações antes de seguir com o plano. Observaria se a janela tinha alguma fresta ou não estava trancada, mas nada faria no momento. Após isso, olharia todo o quarto de cima a baixo, procurando qualquer coisa que parecesse ter alguma relevância. Aproveitaria e tentaria verificar dali mesmo se a porta do quarto tinha alguma fresta embaixo ou se era completamente vedada.

No caso da janela ter alguma abertura e a cantora não estivesse olhando para ela, começaria a liquefazer meu corpo aos poucos e ir fazendo com que ele passasse pela abertura para adentrar o quarto. Assim que estivesse dentro, reconstruiria minha cabeça e me arrastaria para debaixo de uma cama ou algum outro móvel que pudesse me esconder. Se a janela não possuísse nenhuma abertura, mas observasse que a porta possui uma fresta, iria até a janela de outro quarto e tentaria adentrar no hotel passando por ela. Se eu tivesse que quebrar o vidro para conseguir entrar, faria isso com uma janela com pelo menos três quartos de distância do qual Anastasia estava. Quando estivesse dentro, seguiria até o quarto em que meu alvo estava e usaria a estratégia de liquifazer meu corpo para entrar no local e me esconder. Se em algum momento ela me notasse, lançaria-me sobre ela e a agarraria, liberando melaço sobre ela e cristalizando-a rapidamente. Já se não fosse notado e percebesse que ela estava distraída, me arrastaria para detrás dela e a agarraria por trás ao mesmo tempo que liberaria meu melaço para grudá-la no lugar. Após isso, agarraria suas mãos e as cristalizaria juntas uma da outra, e repetiria tudo com seus pés. Assim, ela não conseguiria lutar contra o que estaria para acontecer. - Olá. Você realmente não é uma pessoa fácil de se encontrar. -

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 6 EmptySeg Nov 12, 2018 9:34 pm




Uma nova pista!


  • Buzz


Buzz se via novamente contra um dos inimigos mais poderosos que já havia enfrentado, mas dessa vez estava sozinho, e ele parecia imparável. Felizmente dessa vez o jovem possuía uma logia, apesar de, até aquele momento, ela não ter ajudado muito. Seu corpo havia batido com tudo contra uma das paredes do corredor, quebrando-a e caindo dentro de um quarto vazio. Orfeu seguia a passos lentos em sua direção, enquanto o Ladrão de Mel tentava formular alguma teoria plausível sobre a akuma no mi de Anastasia. - Como é? Não tenho o dia todo. - Ao terminar suas considerações sobre o que sabia, o Punho Titânico, ou pelo menos o que sobrou dele, estava entrando calmamente pelo buraco na parede, e Buzz estava prestes a pular pela janela quando mudou de ideia e deu meia volta.

Orfeu parecia ter a maior calma do mundo, mas o mesmo não poderia se dizer que Buzz, que começou a jogar uma camada de melaço no chão para prender os pés de Orfeu. - De novo? - O homem moveu o pé direito, quebrando e espalhando o melaço que o envolvia, mas Buzz não parada, e cobriu novamente a perna, enquanto fazia o melaço subir cada vez mais. Entretanto, a substancia parecia não incomodar nem um pouco Orfeu, que facilmente se movia, rachando e quebrando o melaço que o envolvia para finalmente poder atacar o jovem de cabelos brancos. Tudo que Buzz estava fazendo era ganha tempo. Entretanto, sua ideia não era só aquela, e logo uma lâmina de melaço surgiu, maior longa que o espaço entre os ombros do outro pirata, e projetou ela cobre a cabeça do homem.

Por um instante, a lâmina pareceu que passaria por seu destino, mas no último momento, desesperado, Orfeu levantou seu braço esquerdo acima da cabeça e o colocou na frente do golpe, impedido que ele completasse seu trajeto. Algo havia assustado ele, e feito ele preferir que aquela lâmina passasse quase decepando seu braço na altura do cotovelo, cortando metade do osso, do que deixá-lo passar inofensivamente sobre sua cabeça. Com um último movimento, ele quebrou todo o melaço que o prendia e se afastou. Do ferimento que quase arrancou seu braço não saia nem ao menos uma gota de sangue, e ele parecia menos confiante agora. Aquele ataque realmente significava alguma coisa.

  • Jacob


Jacob se via preso novamente. Preso na teia de aranha e a mercê de sua captora. Ele, que sempre preparou comida era agora a refeição naquele banquete, e Anastasia parecia aproveitar cada segundo daquilo. O olhar da mulher seguia dele até algo atrás de si, mas daquela posição não era possível olhar para trás para ver do que se tratava. - Não se preocupe, queridinho. Eu gosto do meu chá bem doce. - O sorriso dela era desafiador, como se tivesse o controle de tudo, mas ao mesmo tempo era curioso. - Sabe, você é muito interessante. Se vê de frente para a morte e mesmo assim não abandona sua determinação. Essa força de vontade é admirável. Já prendi muitas vítimas em minha teia, mas você é o primeiro que não esboça nenhum traço aparente de medo ou receio. Deve ser muito ingênuo ou confia muito em seu amiguinho. Vamos ver se continua assim daqui a pouco. - Cada palavra que saia da boca dela era provocativa, como se o desafiasse. Como se quisesse que ele se soltasse e mostrasse do que era capaz. Mas aquelas teias eram rígidas demais.

Jacob começou um discurso sobre bolos, inclusive o que estava à sua frente, e Anastasia ouvia a tudo interessada, mesmo que estivesse dividindo sua atenção com o que estava atrás de si. Quando o discurso acabou, ela soltou apenas um risinho. - Você acha mesmo que... - Entretanto, o sorriso em seu rosto morreu tão rapidamente quanto surgiu ao olhar para trás do Touro. Algo definitivamente havia acontecido, e o movimento desesperado com a mão esquerda, movendo-a para cima, confirmava aquela teoria. - Filho da... - O jeito erótico no qual a mulher se mantinha havia mudado agora para movimentos receosos e preocupados, tendo até levantado de sua cadeira. Anastasia havia se distraído, e aquilo poderia ter sido seu maior pecado. E o bolo permanecia intocado à sua frente.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 6 EmptyQua Nov 14, 2018 12:50 am

Descuido!

Quebrando códigos! A mulher que decidi ferir!





Ela tinha me pegado, tinha me envolvido em sua teia de interesses, suas habilidades ainda eram horripilantes, comandar meu corpo como se ele não fosse capaz de me responder, bem isso era terrível para dizer o mínimo, mas ela estava com seus dias sendo contados no momento que aceitou ser o capacho desse crápula que nos ludribiava com suas artimanhas, Nico tinha ferido Umika, quase matado meu irmão, ferido Buzz e me feito de capacho tudo isso por seus próprios interesses cruéis, eu sempre prometi nunca ferir uma mulher, mas contra Nico, para salvar meus amigos, para salvar minha família, mesmo com meus pesares, eu teria que fazer isso.

Minhas palavras a divertia, meus questionamentos a fazia se questionar sobre a minha determinação, mas acima de tudo, minha conversa a destraia de certa forma, seja o que ela estivesse fazendo fez de maneira errada ou foi pega de surpresa e isso fez ela se descuidar e talvez um milésimo de seguindo fosse o que eu precisava .

Meus músculos contrairiam-se, meu olhar observaria aquela mulher mostrar os males humano que ela mais gostava de causar aos outros a raiva e desespero, com toda a minha força eu tentaria um disparate, um movimento brusco e intenso visando não só acerta-la mais desconcentra-la sobe o que estava naquele momento a exigindo tamanha concentração, meu golpe viria da lateral como uma bofetada, mas ele era pior que isso, pois o que os olhos não vêem o coração não sente e naquele mento meu desejo era fazer ela nunca mais sentir em seu coração :


-- Coocking Fight...

O movimento a ser feito era nada mais nada menos que o de garrfo, meus dedos posicionariam-se e seriam direcionados aos globolos oculares da mesma, o golpe viria da lateral baixa da mão ainda boa, as palavras viriam ao complemento de olhos fechados e uma seriedade na voz, pois aquela mulher me faria quebrar o meu maior codigo:

-- ...Little Fork!

Se o golpe a pega-se na virada tentaria manter-me focado, o golpe a ser dado em sequência seria um poderoso "Dowcurt" um Upercurt de cima para baixo, minha cintura moveria-se com um eixo mais baixo devido a altura da mulherzinha, um dos cascos ficaria na parte de trás das pernas dela assim caso ela tenta-se se mover o chão seria o seu amante, além disso a proximidade seria a maior que poderia apenas para no fim dar uma forte cabeçada na mesma para desnortea-la enquanto pronunciaria:

-- Peço desculpas "Broto", mas eu lhe disse...hoje você é o jantar.

Porém, se meus movimentos ainda fossem mantidos controlados por aquela "Rameira" eu manteria-me sério observando a suas ações e tentando identificar os padrões de movimento da mesmas isso claro enquanto tentava distrai-la com uma risada sutilmente debochada falando para a mesma:

[/color] -- Você não compreendeu não é mesmo? Está lidando com pessoas problemáticas, fora de suas capacidades, "Broto", não nos compare aos "Lambe Botas" que você tem aqui, somos bem mais que isso e hoje, você vai descobrir que é uma aranha muito pequena para o Touro aqui.

Meu sorriso sarcástico logo passaria para algo sanguinário, aquela mulher tinha me levado ao limite, ela era poderosas e eu estava a ponto de fazer ela o novo bolo de Carne que serviria a Saphira como prova de que não estava brincando quando disse que acabaríamos com eles todos .



bichaelson




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Última edição por Jacob Allan em Qua Nov 14, 2018 3:00 am, editado 1 vez(es) (Razão : Correção : Spoiler da Técnica não foi na postagem.)
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 6 EmptyQua Nov 14, 2018 4:25 pm

I Simply Don't Know

Buzz


Havia sido forçado a entrar em uma batalha em que não via chances claras de vitória. Um combate um versus um, com um adversário que havia sido capaz de lutar contra mim e mais três pessoas. Eu já deveria ter fugido a muito tempo, mas meu orgulho e o ódio que havia se acumulado em meu peito clamavam pela cabeça daquele cadáver. Eu queria tentar uma última coisa, testar uma última teoria, antes de fugir do local e ir atrás de quem quer que estivesse tentando me atrapalhar.

* E ainda tem a Anastasia... *

Pensava. Tinha tantas coisas para fazer e tão pouco tempo para realizá-las... Mesmo assim, acatei as palavras de Staz e fiz um último esforço para tentar derrotar o boneco em minha frente. Liberei minha habilidade para que fluísse pelo chão e passasse propositalmente pelas pernas de punho titânico, fazendo-o pensar que era mais um truque com o intuito de atrasá-lo. O real objetivo, porém, era reunir uma boa quantidade de melaço em sua retaguarda para realizar meu ataque. Logo no começo, já notei algo de estranho. Por algum motivo a substância começava a cristalizar sem meu consentimento ao invés de manter a consistência pegajosa que desejava. Seria um ato inconsciente por estar nervoso? Não sabia e nem queria parar para pensar no assunto. Contanto que atingisse meu objetivo, os meios eram apenas detalhes.

Continuei com minha estratégia e logo notei a chance para criar a lâmina. Orfeu não pareceu notar o que acontecia em sua retaguarda e consegui terminar todos os preparativos para o ataque. A ideia era simples: Cortar os possíveis fios que o estivessem controlando e observar os resultados disso. Entretanto, por algum motivo o ataque teve uma mudança de percurso. Ao invés de seguir em uma linha reta na vertical, acabou inclinando e se tornando um ataque na diagonal que parecia ter como objetivo a parte superior do punho titânico. De onde estava, não tinha como afirmar com exata precisão onde o golpe acertaria exatamente, mas já não havia mais nada que eu pudesse fazer no momento, senão esperar o resultado. Antes que a lâmina acertasse seu alvo, porém, Orfeu moveu-se de supetão e usou seu braço para impedir que aquilo atingisse seu destino. O homem havia tido sucesso em parar a lâmina, contudo tinha pagado o preço por isso. Era incerto a extensão do dano causado, sem que eu pudesse averiguar mais de perto. Apesar disso, pelo menos agora eu sabia que conseguia sim feri-lo. Como era de se esperar de um morto, não escorria sangue de seu ferimento. Após a morte, o sangue se acumula nas regiões mais baixas do corpo por ação da gravidade, e se mantém ali por não haver mais o processo de bombeamento feito pelo coração. Após um tempo, a água - que corresponde à boa parte de sua composição - se evapora, restando apenas as hemácias, leucócitos e plaquetas. Por conta disso, era algo que eu já esperava que pudesse acontecer.

O que me surpreendia era o fato dele ter recuado e parecer um pouco mais cauteloso após meu último ataque.

* Isso obviamente tem alguma coisa a ver com o destino daquele golpe. Seria a cabeça? O pescoço? Qual a conexão disso com o poder da fruta misteriosa? *
* Reveja, reformule, aplique. *.
* Quer que eu reveja minha teoria dele estar sendo controlado por cordas? *
* E depois que reformule ela, se necessário, e aplique os testes para prová-la. Não é assim que um homem da ciência deve agir? *
* Heh. Por essa eu não esperava. Não seria melhor eu simplesmente "cair pra cima" dele e improvisar? *
* Nah, o improviso é a minha praia. Ser um chato de galocha que tem que analisar tudo no mundo é a sua. Cada um no seu quadrado, morou? *
* É... Morei sim. *
* Não é assim que... Deixa pra lá. *

Minha teoria atual era que Orfeu estava sendo controlado por fios praticamente invisíveis a olho nu que estavam conectados em seus membros. Já que o usuário não estava presente no local, a habilidade parecia permitir que o controlador pudesse ver pelos olhos do boneco, além de conseguir falar através dele também. Busquei rapidamente em minha memória por uma imagem de uma marionete e comecei a avaliar os aspectos que me lembrava.

* Geralmente são de madeira, mas isso não importa. Alguns tem uma aparência esquisita que chega a ser meio ridícula, o que confere com o que está na minha frente. Deve sempre ter alguém o controlando para que ele se mova, o que também confere. Tem uma estrutura de madeira sobre o boneco, onde os fios se conectam, e é através dela que o titereiro consegue manipular. Essa parece ser a diferença nesse caso. Orfeu não tem como ser manipulado por cima, por conta do teto sobre sua cabeça. *
* O que é mais estranho: Fios que atravessam concreto - ou seja lá o que isso for - ou um cara que vira doce? *
* Mas isso não faz o menor... *
* Quer que eu repita a pergunta? Eu posso fazer isso de boas. *

Em que ponto da minha vida desafiar o senso comum tinha ficado tão... Crível? Se contassem para o meu eu do passado o que estava acontecendo naquele momento, certeza que eu teria rido e depois explicado cientificamente o porquê disso ser uma completa maluquice. Agora? Tudo parecia possível e deveria ser levado a sério, mesmo sem fazer sentido. Agora que eu já havia revisto e reformulado minha teoria, teria que prová-la.

Aproveitaria a hesitação do punho titânico e começaria a recuar na direção da janela. No caso dele acabar se aproximando demais, giraria rapidamente o corpo cento e oitenta graus e golpearia o vidro com meu cotovelo. Após isso, me jogaria contra o que restou da janela e deixaria a gravidade me carregar por uns instantes, antes de lançar meu braço na direção da parede do hotel para me grudar ao local. Já se ele não avançasse, fecharia os punhos e acima deles criaria uma lâmina com um comprimento aproximado de um palmo. Inspiraria uma boa quantidade de ar e depois o soltaria lentamente, recobrando o foco e a calma necessários para que eu pudesse ser preciso e rápido. Transformaria meus braços em melaço e os daria formas cilíndricas, semelhantes aos corpos das cobras. A maleabilidade e praticidade que aquilo me traria seria benéfico para o sucesso da estratégia. Sabia que usar meus braços reais para atacar alguém que conhecia minha fraqueza era arriscado, porém imaginava que usá-los faria com que eu conseguisse controlar melhor os movimentos. Esperava estar certo.

Primeiro, faria meu braço direito avançar tangenciando a junção entre parede e piso. Meu adversário era um boxeador e apenas seus punhos estavam cobertos de farinha. Sendo assim, mesmo que ele pisasse ou chutasse meu braço, aquilo não me machucaria de verdade e eu apenas religaria as regiões separadas por seu ataque. E cria que ele não seria imprudente o bastante de se abaixar para tentar acertar meu braço por dois motivos: Primeiro, ele estaria aproximando os fios sobre sua cabeça da minha arma improvisada. Considerando que ele sacrificou um braço para protegê-los, não acho que ele vá arriscar. E segundo, ele também tinha que se preocupar com a minha canhota. Manteria o avanço do braço direito até que este chegasse a retaguarda de Orfeu, onde seria sua área de atuação. Quanto ao braço esquerdo, mandaria-o em linha reta na direção do chifrudo, mas faria-o ficar a uma distância de uns dois metros.

Assim que estivessem posicionados, começaria controlando as lâminas para que balançassem como pêndulos. O plano era fazer qualquer uma delas chamar sua atenção, e ai usar a outra para cortar as cordas. Para começar, observaria o olhar do punho titânico e definiria para onde ele estava olhando. Usaria a lâmina que estivesse em seu campo de visão para aplicar um corte horizontal em suas tíbias, enquanto a outra faria um corte horizontal amplo na região acima da cabeça de Orfeu, o mais afastado possível de seu alcance. Logo que os ataques fossem executados, já as recuaria aos locais iniciais e voltaria a movimentação em pêndulo. Caso a primeira tentativa não tivesse resultados, realizaria uma nova, iniciando com um ataque em estocada na área de um de seus joelhos. Usaria dessa vez a que não estivesse em seu campo de visão para não acostumá-lo com a maneira que estava atacando. Se ele não mudasse seu foco para o local de onde o golpe veio, repetiria o ataque até ter a reação desejada. Quando ele decidisse voltar sua atenção para os ataques, usaria a outra lâmina para atacar o local onde acreditava que os fios estavam.

Se notasse confusão ou certo desespero em suas ações, faria com que ambos os braços aplicassem ataques rápidos e aleatórios sobre ele para causar o máximo de dano que pudesse. E se por acaso ele tentasse atacar um deles, faria-os recuar o suficiente para escapar do ataque. Porém, no cenário de Orfeu acabar perdendo a calma e ir com tudo para cima de um dos meus braços, destacaria este do meu corpo  - sabendo que em instantes ele se regeneraria novo em folha - e utilizaria o outro para decepar as cordas que o mantinham sob controle. Em caso dele tentar bloquear utilizando os braços, fortificaria minhas facas improvisadas o máximo que pudesse e começaria a atacar seu bloqueio como se estivesse cortando um tronco de árvore: Movimentos laterais, firmes, fortes e que visavam atingir o mesmo ponto.

Em algum momento, quando percebesse que meu oponente estava se preparando para usar aquele avanço descomunal, usaria os dois braços para fatiar o que quer que estivesse sobre sua cabeça o mais rápido que conseguisse. Se ele avançasse com sua velocidade normal, tentaria fazer o mesmo, mas usaria apenas a lâmina em sua retaguarda, tentando manter a outra mais afastada para não sofrer retaliações. Contudo, se notasse que aquilo não iria funcionar, destacaria ambos os braços e jogaria meu corpo contra a janela para escapar do quarto. Assim que começasse a cair, esticaria minhas pernas para grudá-las nas paredes do local e evitar ter que subir aquilo tudo. Não que fosse muito difícil, mas era sempre bom evitar perder energia. Todavia, se o plano desse certo e eu conseguisse matar o morto, cobriria e cristalizaria seu corpo apenas por desencargo de consciência e sairia pela janela do quarto calmamente.

Uma vez grudado na parede do prédio, iria me movimentando de ventana em ventana e observaria o que houvesse dentro dos quartos pelos quais fosse passando. Apesar de já ter checado uma boa parte dos cômodos do local e não ter achado nada, aquela era minha única opção no momento. Fora a pousada, só o que havia nesse fim de mundo era a cidadela, certo? Enfim, manteria a investigação dos aposentos até achar aquela maldita mulher. Caso a avistasse, verificaria com cuidado se a janela do local estava destravada e a abriria se fosse necessário. Feito isso, liquefaria meu corpo e o faria passar pela abertura, depositando-se no chão do local. Se a janela estivesse trancada, observaria dali mesmo se a porta possuía ou não uma fresta embaixo. Tendo, iria até a janela de um quarto a dois cômodos de distância e chutaria o vidro com tudo. Após isso, entraria no local e sairia pela porta normalmente, indo na direção do local onde Anastasia se encontrava. Ao chegar à porta, transformaria minhas partes do corpo em melaço e passaria-as por baixo da porta. Assim que todo ele houvesse passado - não importando o método usado - refaria minha cabeça do nariz para cima, o que me permitiria ver para onde estava indo. Assim, arrastaria-me para debaixo de alguma cômoda ou cama que conseguisse me esconder de forma decente e ficaria ali observando a situação. No momento que notasse sua atenção sendo focada em algo, sairia do meu esconderijo e me jogaria sobre ela, cobrindo seu corpo com minha substância, mas deixando seu pescoço e cabeça livres. Após isso, criaria novamente meus braços e posicionaria minha mão esquerda sobre o nariz e a boca da mulher, prendendo sua respiração. Ao mesmo tempo, colocaria os dedos indicador e médio da mão direita sobre a carótida para verificar seus batimentos cardíacos. Assim que notasse que ela havia desmaiado e seus batimentos estavam mais lentos, pararia de asfixiá-la e reformaria meu corpo ao seu lado. Poria seu corpo em meus braços e a carregaria até o quarto, onde a colocaria sobre a cama ao lado de Umika e seguiria as instruções de Felicis para preparar a transfusão.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 6 EmptyDom Nov 18, 2018 9:42 pm




Orfeu, o morto-vivo!


  • Buzz


Buzz parecia ter feito algo de muito certo, pois o cadáver de Orfeu havia quase perdido um dos braços para parar o ataque, e ainda por cima recuou. Aquela poderia ser uma importante pista para ganhar a batalha. Aproveitando a distância entre eles, o Ladrão de Mel recuou ainda mais até ficar encostado na janela e transformou suas mãos em lâminas de melaço. Seus braços se tornaram esverdeados e flexíveis como corpos de cobras e se estenderam pelo quarto, enquanto o Punho Titânico se aproximava novamente. O braço direito avançava pelas quinas inferiores das paredes, enquanto o braço esquerdo ficava de frente para Orfeu, que não sabia para qual dos dois prestar atenção.

Quando a lâmina esquerda avançou, Orfeu se moveu em um reflexo segurando a mesma. Buzz planejava soltar seu braço do resto do corpo, mas o movimento do adversário foi tão rápido que mal conseguiu ter tempo de reação, apenas sentindo repentinamente uma forte dor no braço. Orfeu apertou com tanta força que acabou quebrando o braço logo acima do pulso quando deu um forte puxão, de modo a trazer Buzz em sua direção. Enquanto uma mão puxava o jovem, a outra se preparava para dar um soco e acabar com tudo; Buzz sabia que um único soco seria o suficiente para ele perder a luta, mas seu movimento foi mais rápido e, movendo a lâmina do braço direito acima da cabeça de Orfeu, o corpo do homem perdeu forças de repente e caiu no chão. Quando caiu de novo no chão, Buzz pode ver que o cadáver havia voltado a ser o que era: um cadáver; não mais se mexia e não mais lutava. Sua teoria estava correta, e aparentemente os fios que o controlavam haviam sido cortados.

Mesmo assim, não valia a pena arriscar, e o pirata prendeu o corpo de Orfeu em um bloco de melaço antes de sair pela janela. Assim, ele começou a procurar por cada janela, e não demorou muito tempo para chegar à conclusão que não queria aceitar: ele havia olhando do primeiro ao último andar e não havia conseguido encontrar a mulher. Não era provável que a mulher estivesse escondida na cidadela, então deveria estar ali em algum lugar, bem abaixo do seu nariz.

  • Jacob


Anastasia estava desesperada. Algo havia dado errado, e isso estava claro, mas Jacob não conseguia ver o que era. Irritada, ela deu um tapa no rosto de Jacob que o fez cair no chão, onde ele pode finalmente ver o que ela tanto olhava: logo atrás dele haviam telas, telas e mais telas, que aparentemente monitoravam toda a Estalagem. Cada corredor cada quarto, tudo era mostrado nos monitores, e em dois deles era possível ver uma luta entre Buzz e Orfeu. - Você fez eu me desconcentrar, seu desgraçado! - Mesmo tentando, o Touro não conseguia ter o controle do seu corpo de volta, podendo apenas assistir à luta de seu amigo do chão frio.

Buzz parecia estar encurralado, mas ele nitidamente havia descoberto algo que deixou Anastasia na defensiva, enquanto controlava o cadáver de Orfeu pelo monitor. Não demorou muito para Buzz conseguir fazer um golpe seu passar por cima do cadáver e o mesmo cair no chão, não mais sob o controle de Anastasia. A mulher parecia vermelha de tanta raive. - FILHO DA PUTA! - Seu companheiro parecia ter descoberto o segredo por trás do poder dela, e isso os deixava em muita vantagem, só precisava que o Ladrão de Mel descobrisse onde os dois estavam.

Cega de raiva, Anastasia andou até Jacob e pressionou seu salto agulha na barriga do homem, fazendo-o sentir uma pontada de dor aguda, mesmo com sua alta resistência. - Você vai pagar por isso. Eu até poderia tomar o controle do seu corpo todo de novo, mas quero ouvir você gritar por misericórdia quando se arrepender do que fez.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 6 EmptyTer Nov 20, 2018 1:43 pm

Wrecking Ball

Buzz


Tudo se encerrava com um ataque que a maioria das pessoas, se não todas, acharia completamente inútil. Certamente, um golpe que sequer tocou o corpo do adversário não parecia nada além de uma tentativa desesperada de conseguir ganhar um pouco mais de tempo, mesmo que isso não fosse mudar o resultado final. Mas para aqueles amaldiçoados com conhecimento - este que vos fala incluso - aquilo era a melhor forma de acabar com o combate sem precisar lutar diretamente contra Orfeu.

* E não é que a teoria das marionetes estava certa? Merda... *

Pensava, enquanto olhava aquele cadáver odioso jogado ao chão como o pedaço de lixo que era. Como uma pessoa conseguia me causar mais problemas morta do que viva? A piora dos danos ao meu tronco e o estado atual do meu antebraço esquerdo eram exemplos dos infortúnios causados por aquele ser. Para evitar que ele pudesse se levantar e se tornar novamente um empecilho, cobri todo o seu corpo com um cristal de melaço que impediria os fios de tocarem seu corpo. Não sabia o quão bem aquilo funcionaria, mas seria definitivamente melhor que não fazer nada.

A dor em meu braço persistia firme e forte desde o momento em que Orfeu o havia agarrado e usado para me puxar até ele. Observaria-o com cuidado para averiguar melhor seu estado, porém já estava claro o que havia acontecido com ele. Sem o equipamento correto não dava para se saber com toda certeza qual havia sido a extensão dos danos causados aos ossos, tampouco se havia ou não risco de que aquilo se tornasse uma fratura exposta se não fosse tratado adequadamente. Mesmo assim, aceitava os riscos e resolvia seguir em frente com a procura da mulher.

Deixava a parte de dentro da construção pela janela do quarto em que havia sido brutalmente jogado pelo cadáver chifrudo e usava os poderes da minha fruta para me manterem grudado à parede externa do hotel, o que permitia minha locomoção pelo local. Fui de janela em janela, esperando ver através de uma delas a mulher que procurava. Toda vez que seguia até uma ventana e não a via no interior do quarto respectivo, me vinha o pensamento de que na próxima, certamente a acharia. Quando fui me aproximando das últimas, o desespero começou a crescer em meu peito e passei a suar frio. Ao chegar na penúltima e observar que ela também não estava ali, perdi o ar e fiquei tonto por um breve momento, mas consegui retomar a compostura. Respirava mais pesado que antes, a dor em meu peito se tornava excruciante e meus olhos começavam a se tornar cada vez mais úmidos. Movi-me até a última sem olhar diretamente para ela e assim que fiquei em sua frente, fechei os olhos.

* Por favor, que seja esta. *

Abri-os lentamente e verti algumas lágrimas ao notar a cruel realidade: O cômodo estava vazio. Toda aquela correria, esforço, dor, tudo em vão. Prenderia a mão destra à parede e soltaria o resto do corpo, fazendo meu braço direito esticar-se para me levar ao chão. Assim que tocasse o solo, soltaria-me da parede, recolheria meu braço para junto do corpo e adentraria na estalagem pela porta da frente. Estava desanimado para continuar, estressado e triste pelo que poderia acontecer com Umika caso não levasse Anastasia até ela. Para evitar piorar a situação do braço, colocaria-o no lugar - se fosse preciso - e o imobilizaria com melaço cristalizado. Sabia que o processo poderia causar uma dor excruciante, porém julgava aquilo como sendo melhor que deixá-lo como estava. Olharia por toda a recepção a procura de Nimura, contudo já sabia que não o acharia por ali, assim como não acharia ninguém.

* Fora nosso grupo, não parece ter sequer uma alma viva nesse local. Ou todos deixaram a ilha enquanto eu estava na floresta ou foram para a cidadela por algum motivo. De qualquer forma, não tenho nada mais a fazer nesse hotel. Quanto tempo será que resta para ela? *
* Mais do que pra você, se não calar essa boca. Que eu saiba, o cara que fala bosta aqui sou eu. Então, para de tentar roubar meu posto, seu vacilão. Levanta essa cabeça, para de chorar igual uma menininha e resolve essa parada ai. *
* De que jeito? Você quer que eu vá para a cidadela? Pra quê? Pra morrer? *
* Não precisa ir lá, porque quem você procura está aqui. *
* VOCÊ DORMIU ENQUANTO EU PROCURAVA? JÁ OLHEI TUDO. TUDO! ELA NÃO ESTÁ AQUI. *
* Não em tudo. Olhou dentro dos armários? Os banheiros dos quartos? Acredite quando eu digo, ela está aqui! Acha mesmo que aqueles fios ficariam intactos estando esticados daqui até a cidadela? Fora que, se você pensar direitinho vai ver que tem algo errado com a capacidade dela de ver o que estava acontecendo na luta. Lembra de quando quase cortamos o braço do garoto tanguinha? *

Minha mente continuava um pouco confusa com tudo que acontecia e por conta da bagunça que estavam os meus sentimentos, mas me propus a pensar no que Staz falava. Não gostava muito da forma como ele se expressava ou agia, contudo não podia negar o fato de que ele já havia me ajudado várias vezes com seus conselhos. Ele merecia que eu me esforçasse para entender o que ele tentava me mostrar.

* Árvores, arbustos, plantas rasteiras e as aranhas. Os fios teriam que passar por tudo isso e continuarem inteiros para manterem o controle sobre Orfeu. Levando em conta o quão finos eram e que eu consegui os cortar com uma lâmina de melaço improvisada e possivelmente mal afiada, seria difícil acreditar que eles estavam mesmo passando pela floresta. Agora, porque ele duvida da teoria dela conseguir enxergar através dos olhos das marionetes, sendo que ela já se mostrou capaz até de controlar o que diziam? E por que ele quer que eu me recorde do momento em que quase arranquei o braço do punho titânico? *

Era fácil de me recordar com os mínimos detalhes daquele momento, já que havia acontecido a muito pouco tempo. Havia criado uma lâmina de melaço para cortar os fios que achava que controlavam Orfeu, porém ele conseguiu usar o braço para bloquear o ataque.

* Agora que eu penso nisso, como ele conseguiu prever meu ataque e onde mirava se ele estava com sua atenção voltada para mim? Isso só seria possível se ele previsse o futuro, ou se estivesse vendo tudo de outro ângulo. Mas como isso seria possível? *
* Estamos sendo monitorados. Como? Não faço ideia. Mas deve haver alguma coisa por aqui que está mandando imagens em tempo real para ela Se tiver, acha mesmo que tem como ela fazer isso de dentro de uma floresta sem o mínimo de recursos necessários para se ter essa tecnologia? Ache esses dispositivos, e você vai ter certeza de que ela está escondida em algum lugar. *

Conseguia ver a lógica por trás das palavras de Staz, todavia minhas expectativas estavam baixas. Apesar disso, resolvi seguir com seu plano sem mais questionamentos. Olharia em volta, nas paredes e no teto do local, a procura de qualquer coisa que estivesse presa ou pendurada por ali. Quadros, espelhos, bandeiras, cortinas, lustres, o que quer que fosse, apenas arrancaria da parede ou teto, mesmo que tivesse de me esticar para alcançar. Reuniria tudo no chão, deixando cada item um pouco afastado do outro apenas para fins organizacionais. Feito isso, começaria a checar um por um em busca de alguma lente ou aparelho eletrônico que não devesse estar ali. Se não achasse nada, quebraria tudo com pisões e chutes e seguiria para outro cômodo ainda no térreo, fazendo a mesma coisa neste. Contudo, caso achasse algo que parecesse ser o que estava procurando, o apontaria para meu rosto e faria a expressão mais furiosa que pudesse.

- EU VOU TE ACHAR, SUA MALDITA! E QUANDO ISSO ACONTECER, VAI DESEJAR NUNCA TER NASCIDO! -

Gritaria com a voz mais grossa que conseguisse fazer, e colocaria o dispositivo dentro da minha mochila ou do meu bolso. Seria bem mais impactante se eu o destruísse - eu sei disso - mas você tem que ser muito idiota de quebrar algo tão útil como aquilo. Criaria uma lâmina parecida com a de um machado no calcanhar do pé direito, tomando meu tempo para dar uma boa forma e resistência a peça criada, além de fazê-la o mais afiada que conseguisse no momento. Grudaria abaixo do peito o cristal que prendia meu antebraço esquerdo, para evitar ficar mexendo muito aquele braço e começaria a andar e a quebrar tudo que conseguisse. Mesas, cadeiras, balcões, portas, armários, camas, tudo seria chutado até se quebrar. As portas seriam chutadas frontalmente para facilitar meu trabalho, enquanto todo o resto receberia um golpe de cima para baixo usando o calcanhar em que eu tinha criado uma lâmina. Se fosse um objeto muito resistente, quando levantasse a perna para atacar, esticaria-a um pouco e depois daria o golpe para aumentar a potência do ataque. Faria isso por todo o térreo e após isso seguiria para os andares de cima, onde continuaria levando a destruição por onde passasse, mesmo que só em coisas de madeira. Se durante minhas andanças conseguisse de algum modo encontrar a dançarina, nem pestanejaria em transformar meu braço direito em melaço e jogar toda a massa criada sobre o corpo dela, cristalizando tudo para prendê-la e após isso fazendo meu braço voltar ao normal. Me aproximaria bastante de seu rosto e olharia profundamente em seus olhos, antes de dar uma boa cabeçada em sua testa para tentar desacordá-la. Se uma cabeçada não funcionasse, teria mais de onde aquela veio.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 6 EmptyQua Nov 21, 2018 9:44 am

Dores e determinação!

Não vou me entregar!





Descuidada, aquele broto estava sendo o que mais desprezava, estava sendo nada estratégica, mas isso era uma vantagem, um descuido foi o suficiente para que ficasse em maus lençóis, mas ainda era uma inimiga formidável, não demorou muito e me vi caído ao chão vendo telas e mais telas na parte de trás de minhas costas, sim ela nos monitorava como ratos em uma gaiola, mas ao menos nelas pude ver a peleja de Buzz e parece que algo estava para acontecer.

Buzz derrotava Orfeu após movimentos quase que suicidas, mas não ele não feriu o inimigo ele "cortou o ar" sobre sua cabeça, demorei a compreender o movimento, até mesmo questionei o quão verossímil era aquilo mas foi vendo as frases faladas, foi lembrando do tratamento dela a mim e aos demais que compreendi algo, ele estava em sua teia, eu estava em sua teia, eramos suas marionetes e ela só puxava as cordas...ela usava fios de teias para nós "controlar".

Mas logo algo aconteceu, a irá daquela mulher tomou conta do salão, meu sorriso sarcástico me fazia estar genuinamente feliz sobre aquela vitória cheia de sacrifícios que estavamos tendo e foi nesse momento que falei em tom sarcástico e provocativo ao "Broto Chapa Quente" :


-- "Entrou na cachuleta" agora o por quê é um bolo precisa ser bem "transado"? Ele não pode perder o "Groove" como você agora...


O momento de irá da mesma então se alastrou, veio até mim com ódio, me chutou e pisou com seu fino salto em meu abdômen, dor, algo que comumente não sofreria tanto mas ela não parava de me surpreender. Me contorcendo com a aguda dor da agulha do salto podia ouvir em suas palavras o ódio, o corpo ainda inerte me fez ter que apenas resistir a dor que sentia e em resposta a isso desejei apenas ser firme o suficiente, porém era a hora de continuar a provocar, fazer ela perder mais de sua concentração, Buzz precisava de tempo e eu tinha de gerar de algum modo então em meio a risos e dor falei:


--...Arg...Sente ess sabor? É o sabor da sua derrota...Arg... é o "Brasa" não é "Broto"?


Em meio a dores e risos continuaria ali, Buzz precisava de tempo e eu tinha que ganhar o máximo de tempo possível, eu tinha de destrai-la, as telas me ajudariam a ver a cavalaria chegando mas ela também podia ver, eu tinha que mantê-la focada em mim e por isso complementei em meio a tortura que eu sofria:


-- ...Arg...Vamos lá , já tive prazeres melhores...Arg...


Enquanto isso com a mão boa tentava a mover para segurar no salto e com isso tentar derrubar a mesma por cima de mim assim ficaria vulnerável e tentaria a agarrar com todas as forças , caso isso fosse possível e concretizado prosseguiria falando:

[/color] -- Vamos lá...Essa é a hora que você grita...




bichaelson




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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 6 EmptyDom Nov 25, 2018 9:46 pm




A sala secreta!

  • Buzz


A batalha havia sido vencida e o jovem começou a procurar em todos os quartos pelo lado de fora. Infelizmente a busca acabou não sendo produtiva, e o único quarto onde ele viu alguém foi o em que Felicis estava; de resto, todos estavam vazios. Uma tristeza o abateu, mas uma breve conversa com Staz levantou uma dúvida sobre a batalha que ele havia vencido a pouco: como Orfeu tinha bloqueado aquele ataque? Com uma nova teoria em mente, o Ladrão de Mel começou a revirar os móveis e objetos do saguão, procurando algo que pudesse transmitir imagens até que encontrou, escondido dentro de um abajur, um den den mushi, que se assustou quando foi encontrado. Haviam abajures como aqueles em todos os corredores e quartos, e se aquele possuía um den den mushi estranho, talvez todos possuíssem.

Extremamente irritado, ele gritou para o caracol, que se escondeu na sua concha logo em seguida. Era assim que ela conseguia controlar as marionetes à distância, vigiando a Estalagem inteira, e agora o recado havia sido dado. Buzz tentou ainda pegar o animalzinho, mas ele era pesado demais para ser carregado, fazendo-o desistir, a não ser que tivesse alguma outra ideia. Criando lâminas de melaço nos seus pés, o Ladrão de Mel começou então a destruir tudo ali: mesas, cadeiras, o balcão, o abajur (o que fez o den den mushi cair no chão). Seu plano era começar a destruir tudo para, quem sabe a mulher dar as caras, mas seu plano teve um resultado diferente do que imaginava. Quando terminou de destruir tudo no térreo e foi subir as escadas, sua lâmina no pé fincou e afundou na madeira logo em frente à escada. A madeira era oca, e havia algo embaixo dela. Aquele aparentemente era um alçapão, mas era tão tem escondido que não seria possível saber que estava ali a não ser que já o conhecesse. Um lugar que ele não havia procurado, e talvez o covil de Anastasia.

  • Jacob


Jacob se mantinha sob o controle da mulher, mas ele havia conseguido que ela ficasse distraída o suficiente para não prestar atenção ao que acontecia nas telas atrás dela. A dor vinda do salto alto em seu peito era forte, mas era suportável (e provavelmente a dor seria muito maior se não fosse resistente como era). - Desgraçado! - Dizia, enquanto girava o salto no peito do homem. Ele conseguia ver, pelas câmeras, que Buzz estava procurando arduamente em todos os quartos, e precisava deixar Anastasia ocupada, e por isso começou a instigar e provocar ela, o que a deixou ainda mais irritada. - Quem você pensa que é para falar assim? Já viu a situação em que está? Eu poderia te matar quando eu quisesse! - Buzz havia ido para o primeiro andar e começado a revirar várias coisas, até que se aproximou de onde uma das câmeras estava e o olhou diretamente. Foi apenas com o grito de raiva do Ladrão de Mel que Anastasia saiu do seu transe e parou de pisar no peito de Jacob. - Merda. - Buzz havia encontrado uma das câmeras, que agora sabia que estava sendo vigiado.

- Não de nem um pio! - Anastasia apontou a mão para ele e tomou novamente o controle de seu rosto, impedindo que ele fizesse qualquer barulho, se mantendo também em silencio. Buzz começou a destruir tudo no saguão, enquanto os dois se mantinham em silencio, até que uma lâmina verde atravessou uma tabua de madeira acima do corredor no qual Jacob havia entrado de olhos fechados, o qual dava naquela sala logo após um lance de escadas. Buzz havia encontrado a passagem até onde Anastasia estava. Era a hora de virar o jogo.


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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 6 EmptyTer Nov 27, 2018 2:22 am

Silenciosa Tortura!

Não vou me entregar!





Não tinha opção se não resistir aquele ataque em meu corpo inerte, aquela dor provocado por aquele "Broto" tão cruel não se comparava a minha determinação para continuar resistindo, era isso que me mantinha vivo, era isso que me mantinha lutando mais e mais.

Conseguia ver pela tela a procura constante de Buzz, consguia ver o seu empenho, mas ainda tinha que resistir mais, ainda tinha que de fato mante-la ocupada do contrário Buzz poderia ser um alvo fácil de suas artimanhas e por isso quando ela pressionou mais forte o seu salto em minha barriga eu apenas ri, ri sarcasticamente em meio aos meus gemidos de dor, ri enquanto falava para a mesma em resposta:


-- He he he, você percebeu o quão é inútil, percebeu que ira perder...he he he..arg...


Irada ela me prendeu em suas artimanhas mais uma vez, agora estava em silêncio, apenas com meus olhos atentos para tudo que estava se passando, minha mente ainda mantinha-se ativa e muitas coisas eu pensava mais era olhando aquela mulher, era com meu olhar fixo em seus|sua olhos|face que tentava passar a mensagem:


--"Olhe para mim sua desgraçada, veja nos meus olhos o ódio que sinto, veja a sua derrota eminente!"


Estávamos em silêncio ate escutar o primeiro impacto, ela me controlava mas eu ainda tinha as minhas capacidades mentais funcionando e enquanto elas ali estivessem uma coisa eu podia fazer que era torcer para meu aliado me achar, pois nem mesmo os meus mais fortes músculos mexiam-se ali.

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 6 EmptyTer Nov 27, 2018 9:57 pm

Going Underground

Buzz


As suspeitas de Staz se provavam verdadeiras no momento em que achei aquele caracol. Já tinha ouvido falar sobre a tecnologia baseada em caracóis, os chamados den den mushis, mas até onde sabia, eles apenas transmitiam as vozes das pessoas.

* Então há outros tipos? Certamente, uma maravilha da natureza e da tecnologia. Seria bom conseguir mais informações sobre esses animais e levar também um exemplar desses comigo. No futuro, ele poderia me ser muito útil. *

Tentei retirar o animalzinho de sua posição no abajur, mas ele era surpreendentemente pesado demais para que eu conseguisse. Como aquilo poderia ser logicamente possível? Seriam todos os diferentes tipos deles pesados deste jeito? Eram perguntas que eu provavelmente conseguiria responder caso achasse a mulher ou um de seus comparsas. E sim, já estava mais que óbvio que ela tinha comparsas. Toda essa vigilância, a facilidade para esvaziar o hotel... Anastasia não parecia ter poder suficiente para fazer aquilo tudo sozinha. E se tivesse de arriscar, diria ainda que aquele velho está mancomunado com ela. Não me impressionaria nem um pouco se descobrisse que tem o dedo ossudo daquele arqueiro maldito em tudo de ruim que nos aconteceu nessa ilha.

* Todo mundo já entendeu, o velho merece a morte. *
* E nós a traremos até ele. *

Desistindo temporariamente de obter o pequeno caracol, liberei minha ira na maioria dos objetos que consegui achar e transformei-os em entulho. Após um certo tempo, terminei de quebrar tudo que consegui no térreo e me preparava para ascender ao primeiro andar, quando acabei achando por sorte o pote de ouro. A lâmina que havia criado em meu pé com o intuito de imitar um machado acabava por abrir um buraco no piso em frente à escada. Por conta daquele acontecimento, só havia uma dedução possível que eu poderia fazer: Havia um espaço ali embaixo. Com sorte, seria o local que eu tanto procurava.

Ergueria meu pé direito para ter uma melhor visão do buraco e tentaria identificar algo que estivesse naquele cômodo. Tendo conseguido enxergar alguma coisa ou não, esticaria minha perna direita para cima e depois aplicaria um golpe descendente no chão, próximo de onde estava a primeira fissura. Continuaria golpeando quantas vezes fossem necessárias para criar um buraco grande o suficiente para que eu passasse, mesmo que para isso tivesse de me espremer um pouco. Desceria até o espaço abaixo do piso e olharia tudo que pudesse para me situar melhor. Se a luminosidade fosse problema - o que achava ser meio difícil, já que conseguia enxergar bem em locais pouco iluminados - aplicaria chutes ascendentes no teto do local, esticando minha perna para alcançá-lo se isso fosse necessário.

Se logo de cara já conseguisse ver Anastasia, esticaria meu braço direito e a agarraria pelo ombro, para então puxá-la até mim e aplicar uma joelhada em seu estômago. Após isso, prenderia-a com melaço, seguraria firme seu pescoço com a destra e olharia no fundo dos seus olhos, antes de dizer.

- Espero que tenha se divertido, porque agora é a minha vez de brincar com você. -

Entretanto, se não a visse em um primeiro momento ao descer para o cômodo embaixo do piso, procuraria por portas, armários ou qualquer outro lugar que ela pudesse estar se escondendo. Se não achasse, sairia chutando as paredes do local para ver se conseguia encontrar outra passagem secreta. Se isso se mostrasse inútil, voltaria ao térreo e subiria a escada, indo para o primeiro andar e continuando a destruir tudo. Já se houvesse algum dos itens citados - inclusive passagens secretas - me aproximaria do local e me prepararia para dar um chute frontal.

* Para, para, paraaaa! A gente não sabe se algum dia essa chance vai se repetir, então eu gostaria muito que você fizesse do jeito que eu vou te pedir. *
* A gente não tá com tempo pra isso... *
* Não vai demorar, é coisa rápida. *

Tinha minhas dúvidas que isso seria mesmo rápido como Staz dizia, porém escutei calado o que ele queria. Não entendi o ponto em fazer tudo aquilo, muito menos tinha noção de onde ele havia tirado essa ideia maluca. Todavia, aquilo não era trabalhoso ou arriscado, e eu poderia usar isto como moeda de troca.

* Se eu fizer isso, você vai ter que obedecer um pedido meu quando estiver controlando o corpo, certo? *
* Eu tenho a leve sensação de que isso não vai compensar a merda que você provavelmente vai mandar eu fazer, mas aceito. *

Ficaria de frente para a porta, armário ou parede - no caso de ter achado outra passagem secreta por ali - e aplicaria golpes descendentes no objeto usando a lâmina em meu pé direito, como se fosse um machado. Quando abrisse uma fresta com mais ou menos um palmo de largura, colocaria meu rosto na frente da abertura e olharia no interior do local. Se não visse ninguém, seguiria para o próximo local e continuaria fazendo isso até encontrar a dançarina, ou subiria para o térreo, no caso de não haver mais nada por ali. Já caso eu encontrasse a mulher, mostraria meu sorriso mais sádico e diria.

- Here's Johnny! -
* Isso vale ouro! *

Depois de fazer a tal "piada" que o outro queria tanto, o resto agora seria na ignorância. Tentaria derrubar a porta ou pelo menos abri-la com um ou dois chutes frontais e adentraria o local usando um avanço rápido. Assim que passasse pelo portal, dispararia uma rajada de melaço pelo meu braço direito na direção de Anastasia e correria diretamente para cima dela. Quando me aproximasse, daria uma cabeçada em sua testa apenas para cumprimentá-la.

- Quanto tempo... Lembra de mim? Não importa. Eu vou fazer você lembrar. -

Se durante a captura a cantora tentasse me atacar com algum ataque de longa distância, desviaria lateralmente para um dos cantos do cômodo onde ela estivesse e faria com que meu braço se esticasse e avançasse sobre ela , rastejando pelo chão como uma cobra. Quando minha mão destra chegasse próxima da mulher, controlaria o melaço para que a lançasse na direção da cabeça da cantora e a agarraria firmemente na região dos olhos, tampando sua visão. Com isso, avançaria de frente e atacaria com um chute de baixo para cima mirando seu queixo. Se aquilo não a nocauteasse, faria-a pensar duas vezes antes de tentar algo. Para garantir, prenderia seu corpo em um cristal de melaço, deixando a cabeça de fora para que ela não sufocasse e morresse.

No caso dela avançar para tentar me acertar com golpes de médio ou curto alcance, imitaria a estratégia usada contra Orfeu e cobriria o chão com a substância. Assim que a grudasse ao solo, faria o melaço subir pelo seu corpo e o solidificaria para imobilizá-la. Ao final, mandaria um cruzado de direita em seu maxilar e depois faria com que o melaço espalhado pelo chão voltasse ao meu corpo, deixando apenas o cristal onde Anastasia estaria presa.

Assim que houvesse capturado a mulher, arrastaria-a até o quarto onde Felicis e Umika estavam e auxiliaria o médico na preparação para a transfusão, lembrando de apenas liberar as regiões necessárias de modo a evitar que ela controlasse mais alguém. Se notasse alguma atitude suspeita dela, daria dois socos em seu rosto e taparia seus olhos.

- É melhor nem pensar nisso, entendeu? -

Esperava conseguir resolver tudo sem mais problemas, pois não tinha ideia de quanto tempo mais a jovem aguentaria sem receber a transfusão e também não sabia quanto tempo eu aguentaria naquele estado. A adrenalina estava fazendo um trabalho maravilhoso me mantendo de pé e me permitindo avançar mesmo com os ferimentos que possuía, mas sabia que ela não era um recurso ilimitado e a qualquer momento eu poderia acabar atingindo meu ponto de exaustão.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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