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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Quinto Ato: The Round Table

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 4 EmptySab 28 Jul 2018, 00:00

Relembrando a primeira mensagem :

Quinto Ato: The Round Table

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Buzz Bee e Jacob Allan. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
BuzzB
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 4 EmptyTer 25 Set 2018, 18:45

Boss Fight Part 1(?)


Staz


Conveniente como as coisas acontecem nessa ilha, não? Tudo parece caminhar de acordo com um roteiro calculado e controlado, que sempre apresenta as saídas mais inusitadas para qualquer situação adversa ao andar da história. O velho, este talvez fosse para ser um personagem importante da trama. Contudo, por ser fraco demais e perder a paciência comigo, seria derrotado e interrogado facilmente por mim. Foi ai que apareceu, ó Deus ex machina, o meio de reverter a situação por completo. Detrás da porta do idoso, quem diria, repousava um saco de farinha estrategicamente colocado. Quanta ironia achar logo ali uma das poucas fraquezas do meu corpo. E em um piscar de olhos, meu corpo voltava a ser tangível, o velho escapava do melaço e com um assobio, uma aranha gigante aparecia na minha frente. - Oh, olá pra você de novo. Sentiu minha falta? Porque eu sentia a sua. - Soltaria um beijo em sua direção. Aquela coisa peluda não sabia quanto tempo tinha me poupado vindo até mim. Daria um fucking trabalho achar ela nessa floresta, ainda mais eu não sendo esse gênio das direções. Provavelmente passaria uma semana para cruzar o caminho dessa belezinha. Antes de dar no pé, o velho falava sobre as aranhas referindo-se à elas como Deusas. Estava mais do que explicado o tesão que ele tinha para com as escrotinhas. Olharia a matriarca de cabo a rabo e falaria. - Então você é uma Deusa, hein? Esperava algo mais brilhoso, com umas curvas legais, cabelos longos, olhos sedutores e um belo par de... Enfim. Algo mais "divino", se é que me entende. Ah, ferre-se. Como se você conseguisse decifrar o que eu tô falando. - Já me preparava mentalmente para uma perseguição enquanto em fuga, quando a mãezona resolveu que aquilo seria um combate direto. Tão fácil como acenar, ela destruiu a cabana do velho e me jogou contra uma árvore. A dor nas minhas costas me fazia relembrar da minha atual situação e que eu teria de evitar tomar um ataque direto daquela coisa.

Estava bem claro que, se resolvesse mesmo entrar em combate com o bicho, aquilo demoraria uma década para acabar. Contudo, um dos meus objetivos era extrair o veneno para entregar ao médico maluco e para adicionar a minha coleção de coisas úteis. Mesmo que meu corpo estivesse começando a reclamar de ter que entrar em mais um combate pé no saco com uma aranha, resolvia seguir uma linha de raciocínio de que aquele era o último desafio. Assim que terminasse, poderia dar uma surra completa no velho, fazer ele sofrer as piores dores da vida dele, matá-lo e profanar o corpo. Depois dessa palhaçada com a farinha, não me importava mais com a possível utilidade que ele teria. - Não preciso mais dele. E daí se eu não sei quem são os inimigos? Na dúvida, eu posso simplesmente matar toda a população da ilha e assim garantir que vou ter eliminado as ameaças. É um ótimo plano. - * Geralmente eu discordaria disso, mas eu tô estressado demais para te convencer do contrário. Deixo isso para depois. * - Grato! A situação me impede de ficar batendo papo e te explicando todas as incríveis vantagens desse plano. -

Olharia de maneira concentrada para aquele ser anormal. A primeira vista, qualquer um pensaria o óbvio: Grande, não possui dedos, o modo como se move lembra uma pessoa engatinhando, por isso deve ter mobilidade e velocidade horríveis. Porém, da última vez em que lutamos ela quase matou meus companheiros, e eu só escapei porque estava intangível. Agora que estava sozinho e parecendo alguma comida fresca, subestimá-la seria idiotice. Não quer dizer também que eu ia ficar arregando ou atacando de longe, até porque eu tecnicamente nem tinha como fazer isso direito. O jeito era encurtar a distância para que eu conseguisse dar uns bons chutes nela, mesmo que fosse bem arriscado. Ficaria de pé e bateria com as mãos sobre meu corpo, buscando pelo menos tirar o excesso daquele pó maldito. - Acho que só um banho para resolver isso. Vai ter que ser no sangue dessa ai mesmo. Assim eu já fico pimposo pra voltar pro hotel com estilo. Vou lá, verifico geral e, se tiver se boas, volto pra matar o idoso. Parece bom. - Começaria a correr na direção do animal, ficando de olho naquelas patas enormes dela e na cabeça também, para o caso dela tentar alguma gracinha com aquele veneno. Mesmo que eu tivesse minhas dúvidas sobre se as partes internas do meu corpo tinham voltado ao normal por conta da farinha, era melhor prevenir do que remediar.

Se ela tentasse impedir minha aproximação com um ataque vertical, em estocada ou diagonal, saltaria para o lado e usaria um rolamento para ganhar um pouco mais de distância segura. Assim que apoiasse meus pés no chão, impulsionaria meu corpo na direção da matriarca e continuaria seguindo em frente. Já se ela tentasse um ataque horizontal, teria de apostar em um mortal de lado. Sendo que, para isso funcionar, iria ter que saltar bem mais alto que o normal, de modo que o ataque passasse por debaixo de mim. Novamente, assim que tivesse os pés no chão, arrancaria em disparada na direção da aranha-mãe. Conseguindo me aproximar, apoiaria-me na perna direita e giraria o corpo em sentido anti-horário, trazendo comigo a perna esquerda para acertar um golpe de calcanhar na cabeça do bicho. Ao fim do movimento, me apoiaria na canhota e rotacionaria o quadril ainda no sentido anti-horário, usando esse movimento para dar mais força e precisão ao chute lateral que aplicaria na cara da aranha usando a perna direita. Em sequência, já viraria meu corpo para ficar frente a frente com minha inimiga e chutaria sua cabeça para cima. Se isso funcionasse, usaria o momento para ir até uma de suas patas e jogar melaço sobre ela, grudando-a ao solo. Sem esperar nada, sairia de perto do membro preso e correria por debaixo da matriarca até chegar na região oposta a que estava, fazendo o mesmo com a pata mais próxima que estivesse ali. Aproveitaria a proximidade para testar se eu ainda conseguia grudá-la ao chão, como fiz da primeira vez em que nos encontramos. Com a minha sorte, provavelmente não daria certo. Assim que terminasse com a segunda pata, dispararia na direção de uma terceira aleatoriamente e daria uma voadora com ambos os pés no membro, me jogando para longe do corpo da aranha logo em seguida. Ficaria apenas afastado o suficiente para conseguir reagir a tempo, caso notasse um movimento de ataque da mesma. Se isso ocorresse, usaria um sistema de esquivas igual ao que formulei para o avanço, porém sem a parte da aproximação. Iria estudar mais um pouco o padrão da criatura, ao mesmo tempo em que pensaria em um plano para conseguir o veneno da mesma sem correr risco de morte.

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Hoyu
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 4 EmptySeg 01 Out 2018, 21:54




Cavaleiros divididos pt.5!


  • Jacob


Um soco foi tudo que o Touro sentiu antes de cair novamente ao chão. O tal de Gerald havia aparecido, e o homem com o cabelo preso se retirou para ir falar com a dançarina da Estalagem. Gerald deu um chute contra Jacob, fazendo ele rolar no chão, e a pior parte era que, com aquelas algemas, o cozinheiro nem tinha a oportunidade de contra-atacar. - Esperava mais de você, mas parece que não é grande coisa. - O ruivo estalou os dedos das mãos, e sua mão direita continuava coberta com uma camada negra, como se fosse uma luva colada à pele. Estava prestes a atacar novamente quando viu Jacob fazendo uma expressão de esforço e sorriu, percebendo o que ele estava fazendo.

O cozinheiro estava segurando o dedão da mão esquerda com a mão direita, fazendo força até que um estalo foi ouvido e uma dor se alastrou pela mão do homem. Seu polegar estava quebrado, e agora um dos lados da algema se soltava. A mão esquerda do homem estava agora livre, e a outra ponta se pendurava pelo pulso direito do Touro. - Devo dizer que estou impressionado. Poucas pessoas são corajosas o suficiente para quebrar um dedo só para se libertar. Não que isso vá te ajudar muito, claro. - O cozinheiro se encontrava agora agachado, e Gerald avançou contra o mesmo para efetuar um direto com a direita. Agora com as mãos livres, Jacob cruzou os braços para se defender do golpe, deixando a algema de kairoseki por cima, mas não foi capaz de parar a força monstruosa do homem, que se chocou contra a defesa em X, inclusive com o kairoseki, atravessou o bloqueio e atingiu em cheio o rosto do Touro, que foi jogado alguns metros para trás.

Estava óbvio que tirar um dos lados da algema não foi o suficiente, pois ela ainda assim o enfraquecia, mas o sangre escorrendo de seu nariz não foi só por estar fraco. Gerald tinha um soco forte o suficiente para dar-lhe dano como se sua resistência não fosse nada, e isso era muito assustador. Se levantando, era a vez do cozinheiro atacar mesmo que enfraquecido e sem poder usar sua akuma no mi. Com uma aproximação, ele tentou dar um golpe chamariz para executar um poderoso smash, mas Gerald era esperto demais para cair nessa e conseguiu bloquear o golpe real com seu braço esquerdo envolvido na malha negra. Um outro golpe era executado, um cruzado, que atingia a bochecha do ruivo em cheio, mas o dano parecia ser mínimo, pois nem cuspira sangre, apenas se desvenciliou de Jacob girando os braços e empurrou ele 3 metros para trás. - Patético.

  • Buzz


Frente à frente com a Aranha-Mãe, possivelmente o maior aracnídeo que já havia visto, as chances de vitória eram bem baixas. A cabana do velho estava destruída e suas costas doíam devido ao impacto contra a árvore, um lembrete perigoso de que agora a aranha poderia feri-lo. Sem tempo para pensar, Staz começou a correr na direção da aranha gigante, mas a mesma tentou acertar ele duas vezes com suas patas frontais, tendo os golpes evitados por muito pouco. Ao ficar logo abaixo da cabeça da criatura o objetivo do Ladrão de Mel era chutar a mesma, mas com seus mais de 10 metros de altura a cabeça da Aranha-Mãe era alta demais para ele conseguir alcançar, frustrando seus planos.

Vendo que o garoto estava bem embaixo dela, a aracnídea deu um forte chute nele que o mandou para longe novamente, sentindo muita dor no peito. Possivelmente possuía costelas quebradas. A aranha levantou então as patas da frente, em posição de ataque, indicando uma postura predatória, e Buzz pode ver varias aranhas se juntando ao redor dos dois, se escondendo pelas árvores da Cidadela. Aranhas grandes e pequenas, de vários tamanhos, cores e formatos diferentes, todas olhando para o intruso que havia ousado atacar a matriarca. Antes que Staz pudesse sequer pensar ou perceber, a Aranha-Mão avançou em um piscar de olhos, ficando acima dele e batendo uma de suas pernas frontais com tudo contra o peito do jovem. Ele cuspia sangre e se via mais uma vez encurralado por aquele ser monstruoso.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 4 EmptyTer 02 Out 2018, 03:22

Retorne Touro!

Cooking Fight!







Aquele soco, aqueles golpes, tudo naque maldito doía mais do que quando o "Maricas de Sunga" nos socava naquele Hall da estalagem, mas acima de tudo o corpo do meu inimigo parecia uma rocha assim como o meu, as coisas não estavam nada boas. As algemas não serviram ao proposito, mas estavam me atrapalhando cada vez mais, tinha que tirar aquela maldita algema, quebrar mais um dedo seria possível mas será que o inimigo deixaria isso ocorrer? Bem, provavelmente não, teria de fazer isso de outra forma.


Empurrado para longe, não tive escolha, tinha que me preparar para o que estava para vir, colocaria as mãos juntas como se estivesse estalando os dedos, enquanto moveria o maxilar como se estivesse o alongando, meu inimigo era astuto, perceber os cruzados falsos indicavam uma experiência de luta eximia e estava na hora de reagir. Tentaria com as mãos que estavam prestes a estalar os dedos, quebrar com a força o indicador e o polegar para desloca-los e retirar as algemas e com isso pouco a pouco me transformar, caso não fosse possível pelo avanço do inimigo ou por qualquer meio esterno uma outra ação seria tomada.

No caso de interrupção pelo inimigo, o acompanharia em sua aproximação com meu olhar e com uma postura centrada no meio do corpo, os pés estariam afastados em base, os punhos erguidos na posição de bloqueio do boxe com os cotovelos baixados nas laterais, assim as partes como costela e afins ficariam melhor protegidas de golpes diretos ou curvos nessas áreas. Além disso uma outra contra medida tomada seria a de recuo momentâneo para que pudesse com isso ter um tempo minimo de reação.

Caso o golpe fosse com as pernas ou novamente com os punhos  tentaria bloquear socando o membro do golpe com a mesma intensidade de força, uma forma hostil mas eficaz para quebrar dedos e assim poder deslocar as algemas, e com isso se ver livre daquele pesadelo e com isso tomaria a seguintes ações:


Citação :


- Com as algemas fora das mãos Jacob tentaria transformar-se a medida que seu golpe fosse desferido.
- Um gancho seria desferido de maneira rápida e precisa com a mão não totalmente ferida.
- Caso o inimigo tenta-se o defender pararia o golpe na eminencia total do golpe e logo um golpe seria desferido na região do joelho dele pela outra mão que estaria pendulando.
- Caso o Gancho pudesse ser bem sucedido devido a surpresa da quebra de dedos com o golpe conjunto Jacob também afastaria alguns passos para trás em sequência com um salto usando sua força máxima.
- Caso uma esquiva seja feita, o golpe também seria parado na eminencia e um salto seria dado para trás com toda a força que pudesse ter, para ficar em posição de avanço e utilizar-me de uma outra tática.


Se as ações não correspondessem a uma possível quebra e as algemas por ventura não fossem soltas uma outra medida seria tomada, mais evasiva e defensiva para que assim pudesse encontrar uma melhor forma de contra-atacar o inimigo que tinha uma vantagem gigantesca em combate naquele momento com a sua técnica de " Potencialização de Músculos " :


Citação :

-  Caso o golpe do adversário viesse com as pernas, os golpes tentariam ser defendidos utilizando a postura de defesa básica do box, contraindo assim os músculos dos braços para assim o impacto ser ao menos reduzido.
- Caso o mesmo utiliza-se golpes com os punhos, tentaria bloquear os mesmos na direção que eles viessem, porem baixaria mais o centro de gravidade e colocaria o joelho próximo ao do inimigo, pois assim qualquer movimentos de cintura e pernas que ele fizesse poderia ser debilitado por espaço e assim não ter mair eficacia no movimento do soco.
- E por ultimo e não menos importante caso o inimigo utiliza-se de sua cabeça, tentaria esticar
a mão a tempo para que ele atingi-se os dedos laterais da mão e tenta-se com isso quebrar os mesmos para a tentativa de retirada das algemas.


Independente dos resultados em si, uma frase seria dita por mim enquanto obstinado a enfrentar esse inimigo, a frase seria dita com convicção e determinação, pois não titubaria perante o ser a minha frente:



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— Eu até posso ser um " minguado " comparado a você " Mão de Pedra", mas eu tenho uma "transa" que você não tem, eu tenho "Groove"!  


Pré-supondo que as algemas conseguiram ser retiradas e minha transformação pudesse ser feita, saltaria para trás e apoiaria a mão no chão observando meu inimigo, concentrado, concentrado em suas ações, em suas movimentações e suas aproximações, com isso mirar perfeitamente em três segundos para uma investida com todas as minhas forças e concentração utilizando uma técnica que guardei ate o último instante: Meet Hammer!

A investida seria dada preparando-se para defender-se caso o inimigo tenta-se um contra-ataque direto, na direção do golpe seria levantado o braço para uma absorção de impacto utilizando o bloqueio, entretanto ainda sim manteria-se atento para caso o mesmo teta-se esquivar, apoiar a mão no chão para redirecionar no ultimo instante a direção do ataque no inimigo, tudo isso seria feito enquanto falava:





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— Pega essa "meganha", USHI USHI NO MI: MEET HAMMER!!!



bichaelson




Ushi Ushi no Mi: Meet Hammer! :
 

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Historico Afro:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 4 EmptyQua 03 Out 2018, 14:53

Boss Fight - The End (For Now)


Staz


Uma dor pulsante e escruciante se apoderava do meu peito. O último golpe havia feito com que eu perdesse o fôlego, e agora lutava para recuperá-lo entre as tosses sanguinolentas que acabava soltando. Aquele maldito líquido de gosto metálico impregnava minha língua e deixava minha boca quente. Odiava aquela sensação. Cuspiria o máximo de sangue que estivesse em minha boca e limparia meus lábios com a parte de trás da mão direita. Já estava claro que a situação estava apenas piorando. Estava sem minha intangibilidade, tinha problemas com a altura do bicho, estava seriamente em menor número e agora provavelmente tinha perdido a caixa torácica. - Inferno... - Diria em um tom baixo e rouco. Sequer conseguia falar direito naquela situação. O "plano" que havia formulado teria de ser refeito com base no que ocorrera. Tinha de ser racional e realista sobre o assunto, mesmo que isso resultasse em algo que não me agradasse. Não precisou de muito tempo para que eu chegasse à uma conclusão: Continuar a batalha era arriscado demais. Se eu conseguisse pelo menos me livrar da farinha, a história seria outra. Infelizmente, não acho que ela vá esperar eu tirar todo esse negócio do corpo. Chegar àquela conclusão talvez machucasse mais do que a recente amputação do meu peito, mas sabia que era a decisão correta. Retiraria minha jaqueta e a dobraria no meio, enrolando-a posteriormente em meu peito e dando um nó firme. Evitaria deixar a "faixa" muito apertada para não me machucar, porém a prenderia firme o suficiente de modo que restringisse os movimentos na região e que ela não caísse facilmente.

Me poria de pé utilizando as pernas e os braços, e correria os olhos por todo o cenário, tentando achar de onde havia vindo. Tomaria como base o local onde os destroços da cabana do velho estavam para tentar identificar a vegetação pela qual passei. Confiava que minha memória seria boa o suficiente para me lembrar das espécies de plantas que cruzaram meu caminho pelo percurso, e que se seguisse o caminho inverso conseguiria pelo menos me aproximar da estalagem. Se por infortúnio não conseguisse identificar o caminho, procuraria a rota que parecesse mais segura e seguiria por ela a toda velocidade. Já se lembrasse por onde vim, seguiria nesta direção me movendo o mais rápido que conseguisse no momento. Durante a corrida, me concentraria na minha região abdominal e passaria a usar a respiração diafragmática. É normal que em situações de stress ou ansiedade, nosso diafragma se contraia menos, diminuindo a quantidade de ar em nossos pulmões. Isto faz com que nossa respiração fique rápida e curta e inflemos mais o peito. O que eu buscaria fazer durante a corrida seria fazer com que o diafragma se contraísse mais, aumentando o espaço para que houvesse uma maior entrada de oxigênio nos pulmões. O resultado disso é uma respiração mais cadenciada e que força menos o peito. Lembrando de toda a dor que sentia nas costelas, e de que até algumas delas poderiam estar quebradas, esta não era uma má ideia. Fora isso, seria um sacrifício tentar respirar inflando o peito no caso de ter conseguido fazer a faixa improvisada.

O que visava não era mais o combate, porém eu não podia considerar apenas os meus sentimentos nessa história. A gigante peluda poderia não gostar muito da minha retirada estratégica e tentar me impedir de deixar o local. Seria nesse momento onde eu teria de dar meu melhor para desviar dos ataques e manter meu curso, mesmo que a dor no meu peito fizesse uma apresentação surpresa. Então, se ela tentasse algum ataque na vertical, diagonal ou em estocada, pularia ou daria um mortal para o mais longe possível do golpe e juntaria meus braços ao tronco, para diminuir os efeitos que a movimentação brusca poderia ter. Assim que tivesse meus pés de volta no chão, voltaria a correr na direção do caminho que havia escolhido. No caso de ataques horizontais, agiria de acordo com a altura que o golpe estivesse vindo. Sendo um golpe que visasse acertar meu corpo do umbigo para cima, curvaria-me para frente e colocaria uma das mãos no chão, enquanto o braço oposto à esta estaria junto ao peito. A minha perna que estivesse mais a retaguarda seria inclinada para frente, quase fazendo com que o joelho localizado nesta tocasse a terra sob meus pés. Quando o ataque passasse, usaria a mão e ambos os pés para me impulsionar para frente e um pouco para cima, recobrando minha postura e continuando a correria. Já no caso do ataque horizontal visar a região inferior do meu corpo, me valeria de saltos mortais de frente ou de costas de forma que o ataque passasse por baixo de mim. Da mesma forma que nos outros casos, logo que pisasse no chão eu dispararia na direção a qual estava indo.

Esperava que minha velocidade e as árvores no caminho conseguissem colocar uma boa distância entre nós afim de que eu a despistasse. Todavia, mesmo que ela continuasse em meu encalço, apenas tinha que me preocupar em estar distante o bastante para que ela não conseguisse me alcançar com aquelas patas enormes. Isto porque eu tinha quase certeza de que aquele bicho não iria me seguir até o hotel. E mesmo que eu desse azar e ela me seguisse, Nimura e os outros trabalhadores do local não ficariam parados vendo ela quebrar tudo e provavelmente a retaliariam. No pior dos casos, podia usar os outros hóspedes do local como iscas ou sacrifícios para conseguir tempo suficiente para pegar meu grupo e sairmos da ilha. Seria até um jeito de dar o troco no médico-barra-cientista maluco que ficou dando uma de bonzão pra cima de mim. Contudo, se ela não me seguisse, o plano era verificar se estava todo mundo bem, tomar um banho e voltar pra quebrar aquele bicho em pedaços pra vender e ganhar algo com isso. Fora que tinha o veneno, que parecia ser bem interessante pra se por em uma adaga ou simplesmente injetar com uma seringa no inimigo.

Caso começasse a me cansar e não achasse a estalagem, tentaria me esconder usando as árvores e arbustos, ou criaria um cabo de melaço para me puxar até o topo de uma árvore, onde me esconderia em suas folhagens. Mas se tudo desse certo, assim que avistasse o hotel eu olharia a sua volta, procurando alguma coisa estranha ou fora do lugar no cenário. Aquele pensamento pessimista de que todos poderíamos estar sendo alvos de emboscadas inimigas ainda não deixava minha cabeça. Não estando sendo seguido pela matriarca de oito patas, deitaria-me na areia e começaria a esfregá-la pelo corpo e a rolar sobre ela. - Não é meu momento mais digno, mas deve dar um jeito nessa farinha. Pode ser que eu precise entrar em combate, e esse pó é um saco. - Diria roucamente em um sussurro direcionado a mim mesmo. Se quando olhasse em volta, visse que algum dos meus companheiros estava ali fora, iria até ele e perguntaria. - Cadê o resto do pessoal? Vocês foram atacados por alguém ou alguma coisa? - Falaria isso ´rpoximo à orelha dele ou dela, facilitando o entendimento do que dizia. Se a pessoa que achasse estivesse desacordada ou só fosse um porre e não me respondesse, olharia as laterais do prédio para observar possíveis rotas de entrada ou saída, já prevendo que poderia dar ruim. Após isso, abriria a porta da frente da estalagem e olharia a situação em que estava no momento.

Porém, se a pessoa me respondesse dando a entender que estávamos sob ataque, procuraria uma janela em algum dos andares acima e daria um soco em sua direção, esticando meu braço para que meu punho chegasse até lá. Conseguindo quebrar a janela, grudaria minha mão em algum local seguro dentro do cômodo ao qual pertencia a ventana. Se não conseguisse, pregaria na janela mesmo. Após isso, alcaria meu corpo até lá, retraindo a substância de volta ao meu braço. Se estivesse preso à janela, assim que chegasse até ela, daria um pisão no vidro para conseguir passagem. O próximo passo, em qualquer dos casos, seria aproveitar que tinha acesso a parte de dentro do local para destravar e abrir a janela, ou só abrir, se fosse o caso. Feito isso, adentraria o recinto e vasculharia o local rapidamente, gravando tudo que via em minha mente. Esperava que a pessoa ou grupo de pessoas que estivesse se hospedando ali tivessem algo que poderia me ser útil, no momento. Assim que terminasse de olhar tudo, adentraria no banheiro e entraria debaixo do chuveiro, tomando um rápido e eficaz banho. Se ainda houvesse daquele pó no meu corpo, agora ele teria saído. Finalizado o banho, ou caso o local não tivesse banheiro, caminharia até a porta do quarto e a abriria, mesmo que tivesse de chutá-la para isso.

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Hoyu
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 4 EmptySeg 08 Out 2018, 21:26



Cavaleiros divididos pt.6!

  • Jacob


Um dos lados da algema já estava solto, devido à um polegar quebrado, mas aquela algema em contato com a sua pele ainda dificultava muito o combate. Sua maior força, a Ushi Ushi no mi, estava bloqueada, e Gerald tinha uma habilidade desconhecida que deixava seus ataques muito mais poderosos. Em uma nova ação de desespero, Jacob tentou quebrar seu outro dedo, mas isso não era algo que o ruivo iria permitir. - Acha mesmo que vou deixar você tirar o outro lado da algema? - Com um avanço, o homem desferiu um soco contra o cozinheiro, que foi obrigado a largar o dedão para se defender. Mesmo entrando em posição defensiva o soco, que visava seu tórax, era poderoso. Jacob conseguiu diminuir a força do golpe, mas ele mesmo assim causou-lhe uma dor intensa e o arrastou um metro e meio. Quando olhou para frente, uma figura vestida de preto e com uma máscara começou a bloquear seu campo de visão, mas logo desapareceu.

O cozinheiro sabia que não teria a oportunidade novamente que quebrar o dedo por si só, então teria que arrumar outra forma de o fazer. Com uma corrida, ficou frente a frente com Gerald e projetou um gancho contra seu queixo, mas seu adversário era rápido e colocou ambas as mãos, uma por cima da outra, na frente do queixo para segurar o ataque. Dessa vez o chamariz havia funcionado, pois com a interrupção do primeiro golpe o boxeador teve a chance de dar um soco contra o joelho do ruivo, que, pela expressão em seu rosto, sentiu a dor. - Maldito! - Com ira, o ruivo projetou a mão para trás e seu braço inteiro ficou completamente negro como a noite. - BARBAROSSA! - O soco foi impulsionado para frente com tanta força e velocidade que o ar ao seu redor foi carregado também e, quando os punhos dos dois homens se chocaram, Jacob conseguiu sentir seus dedos se quebrando diante de tamanha força.

A dor se alastrava por todo o seu braço ao tomar aquela poderosa técnica, e quando foi jogado para trás e se chocou contra a parede de pedra, pode ver que sua mão direita estava com todos os 5 dedos quebrados e roxos. Felizmente aquilo foi mais do que o suficiente para que a algema caísse sozinha e ele se visse livre. Com 6 dedos quebrados, mas livre daquela jaula que o limitava. Se preparando para avançar contra Gerald, esse também se colocou em posição de corrida, imaginando que a batalha já estava ganha, mas foi quando os dois começaram a ir de encontro um com o outro que o brilho nos olhos do ruivo mudou. Enquanto avançava, novamente o mascarado apareceu entre os dois, mas já não havia como parar, e ele logo desapareceu novamente. O corpo de Jacob aumentou de tamanho, chifres cresceram de sua testa e ele pode sentir seu corpo ficando muito mais forte do que estava antes. Sua forma agora era animalesca, e Gerald tomou a cabeçada com tudo em seu peito, jogando-o para trás. Para Jacob, era ali que a luta começava de verdade.

  • Buzz


Seu peito doía como nunca, e muito provavelmente algo havia quebrado. A aranha gigante ainda estava acima dele pronta para atacar mais uma vez e, quando o Ladrão de Mel tentou levantar-se despreocupadamente, tomou outro golpe da perna dianteira da aranha, como se fosse um chute, que o lançou novamente. Seu corpo todo doía como nunca, e várias pequenas aranhas haviam subido em seu corpo. Aproveitando que com o último golpe havia se afastado dela novamente, Staz resolveu se levantar mais uma vez e começar a correr, mas mesmo usando toda sua força o corpo estava prejudicado e não permitia dar 100% de si. Vendo que a Matriarca estava vencendo a luta, as varias aranhas escondidas começaram a aparecer de forma mais ousada e, enquanto o jovem corria, duas aranhas enormes entraram na sua frente, quase do mesmo tamanho das que havia enfrentado a pouco tempo.

Foi obrigado a desacelerar para desviar delas, mas foi nesse momento que a Aranha-Mãe usou uma carta na manga. Virando-se de costas sem que o jovem percebesse ela apontou a bunda para ele e disparou três projéteis de teia. Mesmo tendo parado no último instante, Staz conseguiu pular e evitar dois deles, mas uma vez no ar, sem poder desviar, foi atingido pelo terceiro, que grudou em seu braço esquerdo e se prendeu à árvore do seu lado. Aquela substancia era muito grudenta e não soltava por nada, a não ser que fosse cortada. Por ter sido atingido durante o salto, seu corpo estava pendurado à 2 metros do chão, enquanto as outras aranhas se amontoavam embaixo dele, como se fosse uma piñata e a Aranha-Mãe se aproximava lentamente, aproveitando a caçada.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 4 EmptyTer 09 Out 2018, 11:55

Minha Vez!

Sombras, Força e Garfos!







Quando aquela luta começou eu tinha compreendido o quanto eu era inferior comparado ao homem que estava a minha frente, suas capacidades eram maiores do que eu jamais consegui, suas técnicas eram algo que eu não conseguia defender, suas habilidades que tornavam a sua pele negra faziam o meu corpo que era duro como aço parecer uma folha de papel, confiar nele não era mais o que eu tinha como vantagem, pelo contrário era justamente a minha fraqueza, mas eu precisava revidar, precisava fazer algo e foi quando comecei a agir.


Todos os golpes que desferi tinham um proposito, tudo que eu senti e observei me fez compreender, mas ainda era pouco para enfrentar um inimigo tão capaz, um inimigo que superava as minhas forças atuais. Eu tinha que usar aquilo, tinha que usar a minha mais nova capacidade, eu não era um mestre nela, mas se eu desejasse sobreviver eu tinha que fazer algo e foi o que fiz. Com um golpe tentei diminuir a mobilidade daquele homem poderoso, com as minhas capacidades de resistência abdiquei de meus dedos para poder conseguir ter alguma vantagem e foi com esse sacrifício que consegui fazer algo que talvez aquele homem não imagina-se, eu consegui o ferir.


Todas essas ações ocorreram de forma tão rápida e tão precisas que foram cercada de uma cadeia de mistérios, cada ação minha parecia ser observada por uma sombra, eu podia estar louco mais eu jurava que a vi mais de uma vez, um ser de mascara, um homem, quase como a representação de uma consciência, mas talvez e somente talvez a dor que estava sentido nos meus dedos estivessem me fazer alucinar. A minha irá tinha que ser focada, eu tinha que manter o meu objetivo aquele desgraçado tinha que perecer e foi quando o vi arremessado pelos meus chifres que consegui compreender, eu estava de volta.


Me ergui como um ser renascido, vi minha  mão e pude constatar a dor, mesmo sendo um ser forte e robusto, minhas capacidades físicas ainda estavam afetadas, tive danos severos antes de intensifica-las, danos esses que perdurariam, eu tinha que fazer algo para continuar com a vantagem ou aquele homem me destruiria. Mas naquele momento ele iria contemplar o algo que eu nunca quis mostrar a meus amigos, nunca quis deixar transparecer para aqueles que quis proteger: Meu Ódio.


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Obeha e eu estávamos no campo de treinamento e era a terceira vez naquele mês que estávamos ali apenas olhando para um tronco e ele em silêncio, toda vez que questionava o que precisava fazer ele costumava dizer que eu já sabia, mas sinceramente? Eu nunca sabia de fato o que era para fazer , mas naquele dia eu estava cansado, eu queria saber o que precisava ser feito e foi então que eu perguntei:


-- Então velhote, por que estamos aqui ? Eu já cansei dessa charada , transa o que estou falando?


Obeha observava o tronco em silêncio, sua postura não mudava, isso me causava incomodo, foi quando me aproximei um pouco mais e questionei veementemente:


-- Diga alguma coisa velhote!



Ele se levantou, me olhou com um seu sorriso sarcástico e olhou aquele tronco mais uma vez, foi a primeira vez que ele de fato me observou ao chegarmos lá. Esticando seu braço com os dois dedos em riste ele fez como se estivesse prestes a arremessar uma bola, colocou o braço para trás e depois disparou para frente, não sei se vi corretamente, mas naquele momento era como se ele estivesse arremessando um...garfo.

Ao olhar para o Tronco o vi perfurado como se uma espada tivesse passado por ele e então foi que estupefato perguntei:



-- O QUE PORCARIA FOI ESSA?!


O velho homem ainda com seu sorriso sarcástico virou-se para mim, olho nos meus olhos e tocou em meus ombros, seu halito de wisky barato e dentes mal cuidados me fez quase virar o rosto, mas ele falou de maneira breve e simples:


-- A segunda lição da cozinha de batalha moleque é saber usar seu corpo como uma arma, uns usam força, outros usam agilidade, nós, nós somos diferentes, crescemos com rancor e transformamos em profissionalismo, crescmos com medo e transformamos em determinação, vamos treinar e transformar sua raiva, seu ódio em forço, quem sabe assim você não faz isso como eu?!  


Rindo aquele velho homem mais uma vez me ensinou uma lição, ele me irritou propositalmente, ele queria ver se eu conseguia transformar indignação em determinação para questionar, por mais que ele pudesse me ensinar isso antes e nos poupar tempo, nunca gostei de seus métodos, mas ele sempre tinha uma forma mais prática de compreender, foi tentando me acalmar que eu o acompanhei e fiquei em postura, naquele momento eu estava prestes a aprender mais sobre quem eu deveria ser.


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(Imagem Ilustrativa - Considere Transformado em Bisão)


-- "Manja" de promessas? Uma vez eu " jurei no cuspe " que nunca ia dar uma "corsa de quebrar a espinha" em alguém, "transa o que falo"? Mas hoje, nesse dia "supimpa" seu "borra botas" temos a excelente chance de eu te mostrar o meu "Groove" e mostrar que uma "jurada no cupse" tem um limite.





Meu inimigo era habilidoso, mas agora era o momento de mostrar a ele que ele estava lidando com cara disposto a sacrificar mais do que sua integridade para ganhar dele, eu estava disposto a sacrificar a vida. Meu sorriso insano de ódio e raiva mostrava que ele agora não tinha só um Akumado para se preocupar, ele tinha algo a mais para se preocupar, a vida dele. Não esperava que o choque de realidade o assustasse, escorias sempre lutam por sua vida, mas de uma coisa eu  tinha certeza ele compreenderia que não estava de brincadeira, principalmente após os meus próximos movimentos:



Citação :

1ª -  Em caso do mesmo ainda encontrar-se atordoado pelo impacto do Meet Hammer! utilizaria-se dessa brecha para ir na direção do mesmo utilizando-se do máximo de sua aceleração para com isso em movimentos de zig e zag estar próximo o suficiente para desferir dois golpes, aproveitando os segundos de aproximação e concentração.

1.1ª* O Golpe consistiria em com a mão nada boa golpear na região da têmpora ( tentando assim resistir a dor ao máximo, pois a dor escruciante dos ossos quebrados poderia ser complicada de se lidar, mas tentaria resistir com a minha imensa resistência), porem enquanto isso era feito os dedos da outra mão intensificavam-se e uma forte rigidez se alastraria neles para executar assim a técnica Little Fork! e com isso visar atingir a região das juntas do cintura, uma região menos favorecida e protegida por não conseguir ser uma região de " enrijecimento " natural muscular.

1.2ª* Caso o inimigo tenta-se defender-se/esquivar-se utilizando uma saída lateral/diagonal e/ou frontal/traseira, um dos cascos colocaria-se no caminho para que com isso o desequílibrio do mesmo fosse acentuado, caso a defesa do mesmo surgisse no primeiro golpe o segundo não seria na cintura e sim na mesma região porem entre fendas corporais mais plausíveis na defesa do mesmo ( Pulso, Juntas do Cotovelo, Juntas do Ombro e etc ).

2ª - Caso o mesmo não estivesse atordoado após o golpe aqueceria os músculos enquanto falava, contando assim que a provocativa ficasse clara, pois com a mão quebrada faria o movimento de pode vir ( da maneira que desse ) e nesse momento observaria meu inimigo pelos segundos que desse para poder preparar o golpe e ataca-lo conforme a situação.

2.1ª* Caso o mesmo se aproxima-se de forma direta, independente da situação, me prepararia até o ultimo instante, atento a suas movimentações, deslocaria meu corpo de forma a deixar uma pequena precha para ser atingido, mas enrijeceria essa parte ao máximo para suportar o impacto enquanto com a mão não ferida golpearia o inimigo utilizando-se de Little Fork! na região mais desprotegida. Se as costelas fossem o ponto seria entre elas, se a região da omoplata fosse a mais desprotegida também seria ela e assim por diante, mas sempre focaria nos pontos mais sensíveis de seu inimigo para assim feri-lo cada vez mais e assim debilita-lo.

2.2ª* Caso a aproximação surgisse de forma inesperada, não direta ou parcial, tentaria complementar a aproximação da mesma forma que no primeiro caso entretanto aplicaria as funções do segundo caso de maneira mais apropriada conforme o golpe de contrarresposta de meu inimigo, os bloqueios não seriam feitos, apenas por preferir utilizar-se do bloqueio natural de meu corpo para poder ter melhor mobilidade.


Enquanto me movimentava gritaria para o homem a plenos pulmões na eminência do ataque que estaria por vir:



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(Imagem Ilustrativa - Considere Transformado em Bisão)


—  COOKING FIGHT: LITTLE FORK!!! 


Era a minha esperança imbuída na técnica que me foi ensinada pelo homem que tornou capaz, era a oportunidade que tinha de tornar meu inimigo vulnerável e acima de tudo mostrar a ele que seu inimigo agora ia mais além de que qualquer coisa que ele imaginou.  



bichaelson




Cooking Fight:
 

Menu Completo:
 

Historico Afro:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 4 EmptyTer 09 Out 2018, 22:31

Boss Fight - Prolonged


Staz


Às vezes as coisas dão certo. Outras vezes, nem tanto. Mas tem umas vezes que a merda bate no ventilador com uma força... Já deve ter dado pra entender que a situação tava preta pro meu lado, certo? Dando um breve resumo da situação, tinha tomado mais um bicudo da aranha gigante, meu corpo tava só o nome, fiquei pendurado em uma árvore e os filhos e filhas da miserável estavam se juntando bem debaixo de mim. Tava bem na cara o quão covardes, porém racionais, esses bichos eram. Provavelmente faria o mesmo no lugar deles. Deixando de lado o brilhantismo do plano, não conseguia deixar de me revoltar com a injustiça. Era possível que matar aranhas se tornasse um hábito meu, dali para frente. Contudo, no momento, tinha coisas mais importantes com o que me preocupar do que pensar em vingança. Por exemplo, me preocupar em sair dali vivo. A mãe mais feia do mundo não estava ali pra jogar conversa fora, e eu já conseguia notar sua aproximação. Precisava dar um jeito de me soltar e de passar por esses bichos, mas eles provavelmente não ficariam só esperando enquanto eu fazia meu movimento. O jeito era impedir que elas tentassem me impedir, entende?

Primeiro, usaria minha mão livre para esmagar no tapa ou pelo menos tirar de cima do meu corpo as aranhas menores que haviam subido em mim e talvez ainda estivessem por ali. Em paralelo à isto, começaria a liberar melaço pela minha perna esquerda, sem perder tempo me focando na quantidade ou outra coisa qualquer. A ideia era prender o máximo de inimigos ao chão para me manter seguro, pelo menos até a mamãe chegar pra acabar comigo. Logo que tivesse dado cabo da maioria dos inquilinos indesejados, certamente os de menor estatura, criaria um pouco da massa pegajosa em minha mão direita e a imaginaria assumir um formato mais fino e afiado, como a lâmina de uma espada. O formato não me importava tanto, desde que o fio parecesse contundente o bastante para cortar aquele negócio que me mantinha preso. Assim que tivesse atingido um ponto satisfatório, modelaria uma haste e cristalizaria tudo, para dar a durabilidade necessária à ferramenta. Depois disso, começaria a cortar as partes que me grudavam à árvore, evitando acertar meu braço, obviamente. Durante o processo, constantemente olharia para a situação abaixo e para a aranha-mãe que se aproximava, aumentando a velocidade do corte proporcionalmente com a proximidade da mesma. Enquanto ainda estivesse me soltando, caso alguma ou algumas das aranhas conseguissem escapar ou não fossem pegas pelo melaço e tentasse me alcançar, usaria meu pé direito para chutá-las lateralmente ou pisá-las na região da cabeça, tentando evitar a boca desses bichos. Se elas estivessem escalando a árvore, preferiria utilizar um golpe com o calcanhar para esmagá-las contra o tronco. Já se elas viessem por cima, utilizaria minha adaga improvisada para cortá-las ao meio ou perfurá-las na cabeça ou na bunda, de preferência.

Se conseguisse me soltar antes que a matriarca se aproximasse de mim, traria os braços junto ao peito e tensionaria os músculos da região, buscando diminuir o abalo causado pela aterrissagem. Como supostamente o chão estaria coberto pelo melaço, esperava que aquilo amenizasse a queda. Todavia, pelo que podia observar, não parecia estar tão alto assim. Depois do pouso, sequer pensaria duas vezes em avançar em direção à mata fechada, usando as árvores como obstáculos para a visão dos meus inimigos. Correria sempre atento ao meu redor, e buscando tentar identificar a vegetação para achar a rota pela qual havia chegado até ali. Conseguindo, seguiria por ela de volta para a estalagem. Entretanto, se por um acaso a aranha-mãe se aproximasse o bastante antes que conseguisse me soltar, continuaria cortando freneticamente o que me prendia e traria ambas as pernas para perto do meu peito. Colocaria toda a minha fúria e força de vontade nesse movimento, e chutaria o ar a minha frente na direção da cara da matriarca utilizando ambos os pés. Isso por si só certamente não valeria de nada, se não fosse o fato de que ejetaria o mais rápido que fosse possível a maior quantidade de substância que eu conseguisse criar, bem na cabeça daquele bicho. Tensionaria o maxilar, tensionaria os músculos dos antebraços, cerraria o punho vazio, sentiria minha cabeça doer com o forte esforço, mas não pararia. Meu braço direito continuaria com seu movimento para me libertar, e manteria o ataque a rainha peluda até ver pelo menos sua cara completamente coberta com massa verde. Se esta ainda estivesse em contato com meu corpo, de alguma forma, solidificaria a máscara facial da criatura e tentaria dar à ela o mesmo destino que Molly e Sal-, não, não, não, Amália e Camilla. O mesmo destino que Amália e Camilla tiveram. Sim, esses nomes soam melhor. Pouco crente que isso seria o bastante ou que sequer funcionaria, usaria até meus dentes para auxiliar o processo de rasgar a teia para me ver livre dali. Assim que me soltasse, vazaria por entre as árvores e seguiria meu caminho da maneira mais rápida que conseguisse, mesmo que não fosse a mais elegante ou usual. O importante ali era escapar inteiro para trazer a dor e a destruição em um futuro próximo. Minha lista de afazeres tinha aumentado drasticamente, porém iria cumpri-la completamente.

Durante a fuga, em qualquer um dos casos, manteria a atenção nas aranhas que fossem do tamanho do meu antebraço ou maiores, estando preparado para desviar destas ou de seus ataques. Quanto as outras, simplesmente as chutaria ou pisaria sobre elas caso entrassem em meu caminho. Sofrendo ataques verticais, diagonais ou em estocada por parte das aranhas mais avantajadas, impulsionaria o corpo inteiro para a lateral que me parecesse mais segura ou menos restritiva e usaria um movimento rápido com os pés para voltar ao caminho que estava seguindo ou para seguir por uma nova rota que preservasse minha segurança, se o caminho pelo qual estivesse indo se mostrasse perigoso. No caso de ataques horizontais na direção de minhas pernas, saltaria sobre com uma cambalhota aérea e seguiria meu caminho ao pisar no chão, fazendo as devidas alterações na rota para desviar do ou dos atacantes. Se o golpe horizontal visasse a parte superior do meu corpo, inclinaria meu corpo para frente e para baixo, deixando pelo menos uma das mãos quase tocar o chão. Quando o golpe estivesse próximo, usaria minhas pernas para impulsionar meu corpo em um movimento de rolamento e me encolheria de maneira parecida com uma bola. Depois do giro, usaria meus braços para me ajudar a recuperar o equilíbrio e me levantaria, ainda mantendo o corpo levemente inclinado para frente. Também tentaria perceber caso alguma delas tente usar aquela palhaçada grudenta de novo. Para esse tipo de ofensiva, apostaria em um meio mais simples e pouco cansativo de esquiva, apenas usando fintas e movendo a parte que seria atingida.

Em minha cabeça, meu conhecimento médico discordava de cada ação que eu planejava tomar. Meu corpo todo sentia dores, mas as piores se concentravam na área do peito. Possivelmente aquilo indicava algum osso quebrado, que era só o que me faltava. As esquivas e a corrida para fugir dali seriam movimentos arriscados e certamente dolorosos, mas que teria de suportar em função da minha sobrevivência. Contudo, nada me impedia de tentar diminuir os reveses da situação. Minha respiração se tornaria diafragmática, de modo a não expandir muito a caixa torácica e assim acabar piorando a situação. Além disso, toda vez que fosse realizar alguma das esquivas, tensionaria a mandíbula e os músculos do peito e costas em função de tornar a dor suportável. Teria de suportar tudo isso até chegar no hotel ou pelo menos até arrumar um local mais sossegado para realizar um tratamento básico, ou ficaria sujeito à possíveis complicações.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 4 EmptySeg 15 Out 2018, 21:31




Cavaleiros divididos pt.7!


  • Jacob


Jacob estava frente a frente com um dos inimigos mais poderosos que já havia enfrentado, mas agora, sem as algemas o prendendo, ele poderia lutar com todas as suas forças. O golpe que havia conseguido acertar em Gerald havia feito com que seus chifres causassem dois pequenos furos em seu tórax, mas a parte que mais o danificou foi a poderosa cabeçada que o jogou para trás. Apesar de tudo, aquele homem parecia ser extremamente profissional e não se deixava abater, levantando-se quase de imediato para prosseguir a batalha. - Vejo que você é duro na queda. - O Touro, mesmo com os dedos da mão direita quebrados, moveu seu pulso como se chamasse o ruivo. Não sera mais só a batalha entre dois homens, era uma batalha de determinações.

- Eu nunca falhei em um trabalho, e não vai ser hoje que falharei. - Com isso, Gerald partiu para cima de Jacob com tudo, envolvendo seu punho novamente naquele manto negro que o deixava mais forte. Jacob deixou uma abertura de proposito e, enquanto gritava o nome de sua técnica, ambos os homens foram atingidos simultaneamente. Jacob levou um soco com tudo em seu peito, e Gerald sentiu os dedos da mão esquerda do cozinheiro cravando fundo em suas costelas. Sangue escorreu do ferimento, e ambos os lutadores foram obrigados a recuar devido as dores. Por mais que os hematomas de Jacob fossem feios e vários de seus dedos estivessem quebrados, Gerald possuía 6 furos em seu tóras, 4 feitos pela little fork e 2 pela meat hammer. Seu sangue derramava como uma cachoeira, mas com algum tipo de determinação sobrehumana ele se levantava novamente, disposto a lutar. Vários dos subordinados deles, que antes estavam trabalhando no porto subterrâneo, haviam parado para ver a luta, mas nenhum deles parecia ter coragem o suficiente para intervir. Eles sabiam do que Gerald era capaz, e se aquele homem conseguia o enfrentar de igual para igual, eles não teriam a menor chance.

  • Buzz


Staz estava em uma posição extremamente desfavorável, com várias pequenas aranhas tentando alcançar e uma aranha gigante vindo em sua direção. Sua primeira ação foi tirar de seu corpo as pequenas aranhas que haviam subido e de sua perna esquerda uma grande quantidade de melaço que se espalhou e prendeu as várias aranhas que tentavam alcançá-lo no chão. Da sua mão livre formou-se uma lâmina de melaço que o Ladrão de Mel começou a usar para cortar a teia que o prendia. A Aranha-Mãe se aproximava cada vez mais, e quanto mais ela se aproximava, mais ele se desesperava e tentava cortar mais rapidamente. Quando ele finalmente conseguiu se libertar e aterrisar no chão, a matriarca estava quase o alcançando. Staz começou a correr, e poucos instantes depois a aranha gigante se chocou contra a árvore onde ele estava preso, derrubando-a; provavelmente queria esmagar o jovem com o encontrão.

Correndo o mais rápido que podia, o jovem de cabelos alvos fez o possível para despistar a aranha gigante, o que parecia ter dado certo, pois aos poucos o som dos enormes passos e da floresta sendo derrubada em seu avanço foi desaparecendo. Logo em seguida o mesmo conseguiu avistar a Estalagem, mas uma cena estranha se desenrolou diante dos seus olhos. Ryu saia correndo do interior do lugar, como se algo de muito ruim estivesse acontecendo, e era seguido logo atrás por Li Wan e Violet, a garota nova que tinha aparecido. As duas estavam com armas em punho, mas depois de alguns passos pararam de perseguir o loiro e recuaram para dentro da construção, enquanto Ryu parava de forma atônita. Alguma coisa, que o jovem não conseguiu ver, havia derrubado Ryu, e ele não se levantou mais. Um silêncio assustador pairou sobre o local, e, caso se aproximasse o suficiente de Ryu, veria um dardo cravado em seu pescoço e logo em seguida Umika caída da recepção com um corte feio em seu tórax. Ambos desmaiados.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 4 EmptyTer 16 Out 2018, 12:00

Determinação!

Apenas um de pé!







Quando senti o golpe atingir meu peito tudo ficou escuro, aquele homem era um verdadeiro dínamo, seus golpes tinham um peso em meu corpo diferente de tudo que eu tinha enfrentado, mas eu não podia desistir, não agora onde todos meus amigos e aliados dependiam de mim. Quando minha consciência voltou dos milésimos que passei sem reação pude ver que meu corpo tinha respondido por mim, meus dedos adentraram as costelas de meu inimigo e talvez isso mostrasse o por quê o meu treinamento com aquele velho batuta era tão rígido.

Logo me vi em uma situação de afastamento, as dores começaram a surgir com intensidade, meu inimigo era forte e seu golpe tinha me feito um grande estrago, quando os passos para trás foram dados senti meus joelhos tombarem, mas me segurei, levantei pouco a pouco com dificuldade e me mantive firme e ereto. As dores percorreram meu corpo, nunca me senti tão lesado fisicamente, nem mesmo aquele "Borra Botas" que enfrentamos na estalagem me deixou tão devastado, mas nada me faria tombar e por isso de pé permaneci.



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Um passo foi dado para frente, um passo com uma mensagem clara que aquilo não tinha acabado, eu sabia que ele também não iria desistir, não ali. Sua determinação de ficar também era admirável, não podia negar mesmo com toda a sua soberba ele era de fato profissional e profissionalismo era algo que sempre admirei, mas não tinha outra opção, um de nós iria morrer, naquela guerra ideais estavam sendo confrontados, mais que os corpos, mais que as mentes e era na determinação que estava em jogo.


Meus olhos começaram a falar antes de mim, pois seria quando os meus olhos cruzassem o de meu adversário que começaria a fazer o discurso que nos levaria ao embate final, era com as minhas palavras em tom sincero e sensato que demonstraria que naquele momento era o momento de escolhermos como seria o nosso final.


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-- Acabou "Borra Botas", acabou a nossa chance de mostrar um para o outro "quem tem mais cacife", mas foi uma boa luta...uma pena que agora terei de ir com tudo.


Eu não estava nem um pouco interessado em desistir, a tensão nos meus musculos começou a se mostrar presente, tanto que até mesmo os meus braceletes começaram a faiscar, raios (interpretativos e estéticos apenas) começaram a mostrar-se presente em minha silhueta, a tensão do meu corpo diminuía mas apenas a sensação de calmaria passava pelo corpo, pois naquele momento as dores, a irá, a determinação tudo isso era condensado no meu amago para o que estava por vir, meu inimigo queria o melhor de mim e ele receberia o "Pior" que de mim naquele momento e por isso com um olhar sedento e com um sorriso insano no rosto falei:



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(Imagem Ilustrativa - Considere Transformado)



-- Foi "Supimpa" te conhecer "Mão de Pedra"...  



Meus músculos se contraíram, minhas dores mostraram-se presentes, era um turbilhão de emoções variadas, temor, dor, prazer, pontuar todas seria uma verdadeira salada de frutas, aquele homem representava os desafios que teria de enfrentar dali para frente, representava as dificuldades e adversidades que teria que contemplar naquele inferno de rota. A Grand Line já tinha me dado grandes surpresas e me daria muitas outras mas era contemplando meu crescimento, minha força e minha determinação que percebia que naquele momento um marco para o meu eu estava acontecendo e era por isso que eu tinha que continuar a lutar, lutar pelos sonhos, por meus amigos, por minha família e acima de tudo, lutar pelos que precisavam de mim.


Citação :

1º - Observaria meu inimigo, tentaria compreender ao máximo suas movimentações para que assim pudesse agir corretamente, com base na sua aproximação tomaria as direções que fossem opostas a dele ( Esquerda para direita, direita para esquerda e reto para trás. ), o intuito era forçar o mesmo utilizar um pouco mais o corpo já debilitado, com isso tentaria ganhar um pouco mais de vantagem nos movimentos imprevisíveis.

As mãos estariam rente ao rosto, em uma posição semelhante a defesa de Box, assim o rosto fica com melhor probabilidade de defesa de golpes diretos ( Apesar de uma das mãos está inutilizada ).

O corpo reclinado e com os cotovelos protegendo as laterais do corpo, o centro de gravidade estaria mais baixo devido reclinar o que era uma forma de poder ter mais aerodinâmica para o movimento dos corpos em combate e com isso faria as primeiras contra medidas.

1.1ª - Em caso de que um ataque direto , ocorreria uma medida de defesa com o braço mais lesado, tentaria bloquear um dos golpes utilizando os membros superiores, um inimigo que como eu utiliza-se dos punhos possui um padrão de movimentos e era nisso que estava contando. No momento que a eminencia do golpe se torna-se presente, a defesa endureceria e meu corpo penderia para o lado contrário do golpe ( se esquerda direita, se direita esquerda ) e um soco potente diagonal para baixo seria dado, o intuito era atingir têmpora e maxilar, para assim tentar causar uma força tontura ou incomodo.

1.2ª - No caso do inimigo permitir que eu partisse para cima meus movimentos tentariam ser rápidos e precisos, cada movimento de corpo era uma gingada para um lado diferente, como se estivesse me defendendo de projeteis com regiões mais duras do corpo ( Se já não estivesse fazendo isso já), cada passo de aproximação seria cauteloso para não der maiores brechas ao inimigo, nem mesmo aqueles parcialmente fáceis, movimentos para esquerda e direita de forma aleatoreas seriam feitos com uma ginga desregular, apenas para no ultimo instante inverter completamente o movimento para o lado contrário de conclusão.

Após aproximar-se o suficiente um golpe seria desferido, mas não um golpe qualquer, um dos cascos ficariam atrás do adversário, em uma forma de faze-lo perder o equilibrio e de possuir uma base forte, um soco viria de forma direta em sua face, um soco puro e simples de força bruta utilizando a mão boa, o intuito era faze de fato ele reagir sobre esse soco, pois não era um chamariz e sim um objetivo, mas em contra-medida a uma esquiva ou um bloqueio um golpe com a mão quebrada seria feita, um soco diagonal de baixo para cima com toda a força que conseguia não se importando em destruir por completo os dedos ou o pulso, em uma batalha de homens isso não era relevante, o soco diagonal era um poderoso smash, um verdadeiro golpe em duas frontes, face e smash que iam simultâneos como o golpe de meu irmão, o alvo da direção do soco era pomo de adão , um local sensível e que se atingido com força maior do que sua resistência pode romper e asfixiar, era um golpe arriscado mas o melhor que podia ser feito.



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[/color] -- EU NÃO VOU CAIR!!! WHITE FANG!!!!





Supondo que os socos fossem efetivos, que a queda de meu inimigo fosse eminente, que eu estivesse de pé com dificuldades ou não, me dirigiria a ele para fazer minha ultima ação, era um inimigo honroso, merecia um fim honroso, cada golpe que dei era banhado com minha determinação, cada golpe que recebi era banhado com a sua tenacidade, talvez por isso cada golpe doesse tanto e então quando o visse no chão falaria para ele em um tom misto de tranquilidade e de sensatez:


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—  Acabou, apenas acabou...  


Procuraria no corpo do homem o seu den den mushi e tentária ligar para o numero que ele estivesse disponível para ligar, com isso falaria em um tom sinistro e pouco amigável para o homem ou mulher que atendesse no outro lado da linha desligando em sequência após a frase:


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—  Eu quero que escute bem...Eu não sei quem está do outro lado da linha, mas quando eu te encontrar e encontrar o seus chefes vão descobrir por que não devem se meter com Jacob Allan, O Touro!...  



bichaelson




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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 4 EmptyTer 16 Out 2018, 21:01

Abandon All Hope, Ye Who Enter Here (Reverse)

Staz


Cercado por todos os lados, me via em uma situação complicada. Aqueles seres peludos e sem coração não pareciam querer sequer me dar uma brecha para fugir. Totalmente covarde, se é que me permitem dizer. Mas se eles não deixariam que eu fugisse, só tinha que fazer isso por mim mesmo. A farinha sobre meu corpo impedia que eu aproveitasse todo meu potencial, contudo ainda permitia que eu usasse algumas das minhas habilidades. Usando a produção de substância, prendi a maior parte dos meus inimigos ao chão e criei uma lâmina improvisada. Depois de cristalizada, conseguia utilizá-la como uma faca comum para cortar o que me restringia e ainda ficava com uma "arma" que poderia utilizar em alguma eventualidade. O resto ficou por conta das minhas capacidades físicas normais, como a de correr igual sonegador de impostos quando vê agente da Receita Federal. Em resumo a tudo, havia conseguido fugir e despistar toda aquela galera. Infelizmente, não tinha escapado em perfeitas condições. Meu peito ainda pulsava com uma dor aguda que me fraquejava as pernas vez ou outra e o cansaço começava a me atingir a medida que percebia o sucesso em despistar os bichos. O que estava me empurrando para frente naquele momento eram os últimos resquícios da adrenalina, que começava a deixar meu corpo, e minha força de vontade.

Ao avistar o hotel, deixei escapar um sorriso. Finalmente eu iria poder confirmar a situação por mim mesmo. Mas mais que isso, poderia vê-la de novo. Estava genuinamente preocupado com o que poderia estar acontecendo naquele lugar, sendo esse um dos motivos que me convenceram a deixar a batalha contra a aranha-mãe. Começava a caminhar aliviado na direção da estalagem, até presenciar uma cena totalmente ilógica. O loiro saía de dentro do local às pressas, como se fosse pegar o último trem do dia. Atrás dele vinham a panda e a mulher grosseira, ambas com suas armas prontas para serem usadas. Estas não ficaram muito tempo, voltando logo em seguida para dentro da construção. - Mas... O que foi isso? Ele por acaso apalpou elas? Deve ter sido algo bem pesado para elas sacarem as armas. - Sem nem ter tempo de pensar naquilo, Ryu subitamente caia no chão e não se levantava. Na verdade, não sabia nem se um dia ele iria. - Rapaz, isso não ta com uma cara muito boa não. Acho que é melhor eu ir dar uma olhada pra ver se ele ta vivo. - Caminharia até o loiro com certo receio e iria estudando-o a medida que iria chegando mais perto. Em certo momento, conseguia ver qual era o problema. - Hmmmmmmmmmmmmmmm, sim. Com certeza ele não tinha esse dardo no pescoço antes. Muito suspeito. - Faria uma expressão pensativa enquanto alisaria o queixo com as pontas do polegar e do indicador. - Pera, não era melhor eu me esconder? Vai que quem quer que tenha atacado ele ainda estej-... -

Por um segundo, sentia cada célula do meu corpo tremer e queimar ao mesmo tempo. Perdia o ar, sentia uma pontada no coração, minhas pernas cederiam e cairia de joelhos. Não conseguia pensar em nada. Pelo menos, me sentia assim. Era como se quando uma ideia começava a se formar, ela simplesmente dissolvia e sumia na minha cabeça. Naquele momento, era apenas uma casca vazia coberta de farinha. Estava tudo em um mais completo silêncio... Que durou cerca de um minuto.  * HEY, OQUE QUE VOCÊ ESTÁ ESPERANDO? VAI ATÉ LÁ E PARA O SANGRAMENTO, AGORAAAAAAAAAA! * Por mais incrível que possa parecer, essa coisa ridícula conseguiu me fazer acordar pra vida. Tão rápido e involuntário quanto um piscar de olhos, toda minha tristeza e medo queimavam em uma cólera dolorosa. Não tava nem ai se o cara dos dardos estava ali ou não. O que eu tinha de fazer era claro e imutável: Salvar a garota e matar geral. Sem mais atrasos, avançaria para dentro do hotel seguindo em linha reta na direção de Umika. Cada segundo que se passava era um segundo a menos para tratá-la, e cada segundo sem tratá-la só aumentava minha fúria. Se notasse alguém tentando entrar na minha frente, lançaria jatos de melaço com as mãos para prender em quem quer que fosse e controlaria a substância para lançar a pessoa para o lado, tirando-a do caminho. Se isso falhasse ou notasse que não teria tempo para isso, verificaria a postura e procuraria notar se o oponente estava armado ou não. De toda forma, se notasse algum ataque horizontal baixo, pularia por cima do ataque com um mortal de frente e traria o calcanhar direito mais rapidamente, buscando aplicar um golpe na cabeça do inimigo. Funcionando ou não, cuspiria melaço sobre um de seus pés e desviaria a rota um pouco, me distanciando o suficiente para não ser acertado. Se a arma do oponente fosse uma pistola, daria dois cuspes. Um na arma que carregava, outro no pé. Sendo ataques horizontais mirando a parte alta do meu corpo, me abaixaria, aplicaria uma rasteira forte sem hesitar, e liberaria o elemento grudento sobre o inimigo. Se este conseguisse esquivar da rasteira, seguraria uma de suas pernas e criaria uma camada da substância sobre a mesma, levantando-me logo em seguida e seguindo na direção da navegadora. Para ataques verticais, em estocada ou na diagonal, moveria-me para o lado com uma impulsão apenas na direção que eu queria ir. Era como pular, mas basicamente só para frente. Simultâneo ao desvio, levaria um dos braços para trás e deixaria escorrer o melaço pela palma da mão. Com um movimento parecido com um empurrão, dispararia um jato sobre o corpo do inimigo e voltaria a avançar. Mesmo que isso não funcionasse, me ganharia tempo suficiente para conseguir passar por ele.

Tendo conseguido chegar até Umika, usaria meu poder na área ao nosso redor para criar um "tapete verde", que serviria para impedir aproximações indesejadas. Retiraria a minha camisa social e sacudiria para tentar tirar o máximo de impurezas que estivessem ali. Com isso, dobraria a vestimenta quantas vezes conseguisse, desde que ainda ficasse maior que o ferimento. Findado esta parte, colocaria o tecido sobre o corte da garota e prenderia com melaço, cristalizando-o para finalizar. Teria certeza de não deixar a substância atingir o corte da jovem, já que era um tipo de doce e poderia prejudicar ainda mais a saúde dela. Com o curativo improvisado feito, observaria a situação a minha volta e procuraria cada pessoa que ali estivesse. Um deles era o responsável por aquele ato vil, e eu teria certeza de fazê-lo pagar. E finalmente o momento chegava. Era hora de decidir qual rumo tomaria dali para frente. Fugiria com a garota para tratá-la e arriscaria sofrer uma emboscada futuramente, ou cederia ao ódio e cuidaria da situação ali mesmo?

Usando de sensatez e lógica, ficava claro qual alternativa deveria escolher. Correria os olhos pelo local, procurando as escadas que levavam aos quartos. Pegaria meu casaco e amarraria em meu tronco para estabilizar meu peito e evitar agravamentos da minha condição. Nas minhas costas, criaria uma massa doce com um formato que lembrava um dedo, porém muito maior. Manteria-o parado, mas teria certeza de que conseguia movê-lo mesmo que de maneira simples. Estava me preparando para a fuga. Antes que reclamem da minha escolha, vou explicar. O curativo que havia feito era apenas uma medida paliativa. Aquele ferimento precisava ser lavado e protegido por bandagens limpas, mesmo que improvisadas. Com tudo pronto, ergueria a jovem com cuidado utilizando ambos os braços para apoiá-la. O braço esquerdo iria por baixo, encaixando na parte contrária aos seus joelhos, enquanto a mão seguraria a coxa direita da garota. Minha destra apoiaria suas costas e a mão de mesmo lado seguraria na lateral da caixa torácica, trazendo o corpo da jovem para mais perto de mim. Seguiria em direção às escadas, sempre atento aos arredores e evitando fazer movimentos bruscos. Caso algum inimigo tentasse me atacar, controlaria a massa em minhas costas para que batesse no adversário e o empurrasse para longe de mim, mesmo que pouco. Se notasse que estava sendo pouco efetivo, me concentraria em cristalizar a ponta da massa e tentaria acertar os inimigos com ela.

Conseguindo subir, iria até nosso quarto e adentraria o recinto utilizando a chave que possuía. Para isso, talvez tivesse que substituir um dos braços pelo dedão verde para segurar a garota. De toda forma, assim que adentrasse o quarto, trancaria a porta e faria com que a massa se grudasse na porta. A partir dela, liberaria o melaço para que cobrisse a porta e o endureceria, criando uma barreira doce. Com quase tudo feito, faltava apenas uma coisa que eu poderia fazer naquele momento. - Acho que está na hora. Você é o que mais entende disso, e ela precisa do melhor que temos pra oferecer. Além de que, espero que não tenha se esquecido de quem é a culpa disso ocorrer. Se não tivéssemos com tanta pressa, traria o inferno a você. Salve-a. -

Buzz


- E você acha que eu não sei? - Diria, em um tom baixo e melancólico. Uma lágrima escorria pelo meu rosto, e logo mais meia dúzia a acompanhavam. Colocaria Umika de maneira delicada sobre a cama, com o ferimento virado para cima, e depois vasculharia o quarto de cima a baixo atrás de álcool, sabão, sabonete, lençóis limpos, algodão ou panos deste material, bandagens e antibióticos. O que achasse desta lista, pegaria e levaria para próximo da cama em que ela estava. Tendo achado alguma destas coisas, iniciaria tirando a parte de cima da roupa da garota para ter uma visão clara do corte e acesso livre para tratá-lo. após isso, retiraria minha habilidade de cima do ferimento dela, seguido com retirada da camisa que servia para estancar o sangramento. Tendo álcool e o lençol ou pano ou algodão, molharia o material com um pouco do líquido esterilizante e passaria com calma e cuidado sobre o corte. Não tendo o álcool, usaria o sabão ou o sabonete para lavar o ferimento, junto de um pano molhado para desensaboar. Se tivesse algum algodão comigo, usaria para colocá-lo sobre o ferimento antes de enfaixar tudo. Tendo ou não a fibra branca, pegaria os lençóis limpos ou as bandagens para finalizar o processo. No caso dos lençóis, rasgaria-os em tiras para adequarem-se à tarefa. Com paciência e cuidado, enfaixaria o ferimento completamente e o prenderia usando um pouco do meu poder, para não arriscar apertá-lo e acabar causando ainda mais dor a jovem.

Ao terminar de fazer os primeiros socorros, sentaria-me ao seu lado e repousaria minha mão sobre sua cabeça, acariciando seus cabelos. Fecharia os olhos e esperaria ali, calado, paciente, esperançoso, que ela abrisse os olhos e mais uma vez eu pudesse ver aquele sorriso maravilhoso. - O que fazes tu, para manter meu coração no lugar certo? Ansioso, te espero. -

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 4 EmptySex 19 Out 2018, 22:43




Cavaleiros divididos pt.8!


  • Jacob


O ápice da batalha havia chegado, e ambos os combatentes estavam muito próximos de seus limites. Não só dedos quebrados, mas hematomas feios manchavam o corpo de Jacob, enquanto que o corpo de seu adversário possui um punhado de furos. Mas os dois ainda estavam de pé. Por ter perdido bastante sangue, Gerald preferiu esperar que o Touro viesse até ele, e o mesmo assim o fez. Seus movimentos eram aleatórios, indo de um lado para o outro de modo a confundir seu adversário, que apenas se manteve acompanhando a movimentação do mesmo com os olhos. Repentinamente Jacob se aproximou o suficiente, dando espaço para que o ruivo, com o punho coberto pela malha negra, desse um forte soco na boca de seu estomago que quase o fez vomitar tudo que havia comido; em contrapartida, o punho de Jacob também seguiu em direção ao seu alvo.

Um golpe com tudo acertou o rosto de Gerald, quebrando seu nariz e fazendo-o recuar involuntariamente. Mas aquilo não havia acabado, e um segundo soco, dessa vez com a mão direita que possuía todos os dedos quebrados, acertou com tudo o pescoço do homem. Uma dor extremamente forte percorreu o braço de Jacob, como ele nunca sentira antes, mas aquele soco era uma última aposta para uma luta que havia demandado muito dos dois lados, e que nenhum deles aguentaria por mais tempo. Mesmo com a dor imensa que sentia, o golpe foi forte e fez Gerald cuspir sangue e cair no chão. Ele mal teve tempo de consciência e, quando suas costas se chocaram contra o chão frio, ele já havia desmaiado. Vendo que Gerald, um homem forte como ele, havia sido derrotado, todos os homens que observavam a luta correram, com medo de enfrentar o monstro insanamente poderoso que Jacob era em seus olhos.

Abaixando-se, o cozinheiro procurou nos bolsos do ruivo e encontrou o den den mushi que ele havia usado antes. O homem não sabia como usar aquela coisa, então só ligou para o número padrão para repassar sua mensagem. Por alguns instantes após a mensagem tudo se manteve em silencio, mas logo uma voz feminina se fez ouvir. A voz da mulher de cabelos brancos presos. - Devo supor que Gerald está morto. Uma pena, ele trabalhava muito bem. Não sei quem você pensa que é, mas vai entender que me desafiar foi o seu maior erro. - Em seguida o pequeno den den mushi desligou, e um silencio assustador pairou naquela imensa caverna subterrânea.

  • Buzz


Ver Ryu sendo perseguido e cair repentinamente foi uma surpresa, mas nada poderia se comparar à visão de Umika caída e com um feio ferimento no tronco. Seu mundo desmoronou, e ele correu em direção a ela. O saguão estava vazio, sem nenhuma alma viva presente, e nem mesmo quem atacou Ryu pareceu se importar com ele, pois conseguiu fazer um curativo improvisado com sua vestimenta e o melaço de sua akuma no mi. Sem pestanejar foi até as escadas e levou Umika para o andar de cima, onde entrou no quarto dos dois e começou uma busca por materiais para fazer um curativo decente. A maior parte do que procurava ele encontrou no banheiro, e era o suficiente para o que queria fazer.

Buzz assumiu novamente o corpo, e após limpar o ferimento, cobriu-o com gazes e as prendeu. Agora sim Umika havia recebido um tratamento decente, e apesar de ela estar semi-nu, apenas de sutiã, pelo mesmo ter tido que tirar sua camisa, não era nisso que ele pensava. O jovem só conseguia pensar na garota acordado mais uma vez, e ficou ali esperando, o que não aconteceu. Umika estava respirando, o que era um claro sinal de que estava viva, mas seu corpo estava pálido. Ela havia perdido bastante sangue, e precisaria de uma transfusão, mas se isso ocorresse, provavelmente ela conseguiria se recuperar bem. Não só havia o problema da transfusão, como ainda precisava ver o que havia acontecido não só com Ryu, mas com as outras garotas, que pareciam muito estranhas e com Jacob, que havia sumido. Como esperava, enquanto ele esteve fora aquele lugar havia sido mergulhando em caos, e ele não esteve ali para ajudar.


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