One Piece RPG
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» [E.M] - Gostosuras e Travessuras
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor xRaja Hoje à(s) 01:39

» [ficha] Arthur D.
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 01:13

» Arthur Diggory
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 01:12

» Cindy Vallar
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor ADM.Noskire Ontem à(s) 22:53

» 1º Tale - Where the Earth Meets the Sky
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor Baskerville Ontem à(s) 22:20

» Jade Blair
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor ADM.Noskire Ontem à(s) 22:18

» Blackjack Baskerville
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor ADM.Noskire Ontem à(s) 22:17

» Apresentação 6 ~ Falência Bombástica
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor Licia Ontem à(s) 20:58

» Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor Milabbh Ontem à(s) 20:31

» Karatê Cindy
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor Jean Fraga Ontem à(s) 20:29

» A inconsistência do Mágico
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor Jean Fraga Ontem à(s) 20:03

» Livro Um: Graduação
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor Jean Fraga Ontem à(s) 19:41

» Arco 5: Uma boa morte!
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor Milabbh Ontem à(s) 19:28

» As Raízes do Vigilante Lucífugo
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor Kekzy Ontem à(s) 18:29

» Meu nome é Mike Brigss
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor Shiro Ontem à(s) 17:46

» Os 12 Escolhidos, O Filme
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor Ceji Ontem à(s) 16:14

» Kit - Ceji
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor Ceji Ontem à(s) 15:23

» Mini-Aventura
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor Makei Ontem à(s) 14:25

» [Mini-Aventura] A volta para casa
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor Ryoma Ontem à(s) 12:40

» Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante
Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Emptypor Akuma Nikaido Ontem à(s) 12:34



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 Quinto Ato: The Round Table

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3 ... 9, 10, 11
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 62
Warn : Quinto Ato: The Round Table - Página 11 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 11 EmptySab 28 Jul 2018, 00:00

Relembrando a primeira mensagem :

Quinto Ato: The Round Table

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Buzz Bee e Jacob Allan. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Luizatomita
Revolucionário
Revolucionário


Data de inscrição : 26/02/2018

Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 11 EmptyQua 13 Fev 2019, 08:55


NARRAÇÃO
QUINTO ATO: The Round Table


Buzz

A conversa interrompida de Buzz deixava Umika mais afastada de si. Nunca havia ficado tão próximo da garota como agora, seu corpo sentia pela primeira vez a euforia de uma paixão inocente. A garota não poderia dizer que sentia o contrário, que assim como ele, respirava fundo e de maneira pesada enquanto seu rosto ficava vermelho. Thomas sem perceber o clima entre os dois que poderia ter avançado finalmente para algo a mais, acabou separando o jovem casalzinho, sendo assim, Buzz decidiu treinar um pouco mais a sua ambidestria. De maneira tímida, ele comentou com Umika onde estaria. - O-Ok Buzz, eu te vejo mais tarde. - Ela disse de maneira meiga enquanto seu rosto corava. O garoto logo seguiu para a enfermaria e pensou o quanto aquele local já havia se tornado quase como um segundo quarto, talvez pudesse modificar algumas coisas para torná-lo assim.

A sala escura da enfermaria era grande o suficiente para seu treino embora a proa do navio fosse mais apropriado, Buzz sentia que deveria fazer isso sozinho, longe da vista dos outros. Deixando seu paletó e a gravata de lado, o garoto logo começou seu treino após um alongamento. Com o tempo, os chutes e os socos com a destra iam melhorando, o treino havia rendido e sentindo o suor escorrer por sobre a testa, Buzz logo começou a relaxar os músculos, esticando as pernas para que o sangue pudesse correr por ali. Feito o treinamento e o relaxamento, Buzz queria escrever a respeito de seu aprendizado, procurando um papel e caneta, encontrou uma antiga prancheta de diagnóstico e uma pena com tinteiro, pode escrever ali atrás do papel a respeito de seu treino. Se olhasse para o relógio dentro da enfermaria, poderia notar que já havia se passado uma hora desde que começara a treinar.

Enquanto escrevia, Buzz não notou a aproximação calma de Umika pela porta da frente, estava concentrado e quando reparou, levou um pequeno sustinho ao ver a garota em pé do outro lado da mesa. - Ahh m-me desculpa, n-não queria incomodá-lo…- Ela disse de maneira meiga enquanto suas bochechas ficavam rosadas. - M-Me desculpa a intromissão é que.. Eu não estou me sentindo muito bem… - Ela colocou a mão sobre a própria testa. O rosto avermelhado dela e seu jeito indicava que ela havia tomado muito sol diretamente, talvez estivesse sofrendo com a Insolação.

Jacob

Jacob observou os jovens pombinhos de longe e não ficou tão feliz ao ver Thomas os interrompendo. De qualquer modo, aquele homem a sua frente era intrigante, queria saber mais sobre seu relacionamento com a amante aranha e o porque ela o havia escolhido pessoalmente para guiar os dois nessa jornada. Como ele aparentava ser um homem de confiança dela, acreditava que ele não seria uma ameaça. Chamando o rapaz que conversou brevemente com Umika, Thomas se aproximou de Jacob e logo perguntou: - Posso ajudar? - jacob sorriu e logo chamou o rapaz para seguí-lo. Aquele papo todo com Li Wan havia deixado o bisão mais energético, estava pronto para encarar novos desafios, porém isso exigia algo a mais de si mesmo, precisava aprender a lutar decentemente de todas as maneiras que podia para ser bem efetivo.

Descendo até a dispensa, um local grande e arejado, arrastou alguns móveis, liberando um certo espaço que já existia no convés a onde ninguém aparentemente gostava de treinar por conta do sol forte. Se despindo de seu terno, Jacob deixou Thomas um pouco constrangido por fazê-lo sem ao menos dizer o porque. -  Jacob? I-Infelizmente eu não gosto de homens - Ele disse de maneira sarcástica enquanto observava o Bisão. Não demorou muito para o mesmo dizer suas intenções com Thomas, queria ser treinado, queria aprender a lutar usando todo o seu corpo e com isso, tirou um sorriso de canto de Thomas. -  Ah se era só isso, podia ter me avisado antes sem me dar esse susto. - Thomas logo retirou a própria camisa, exibindo um corpo marcado por várias cicatrizes, maioria delas pareciam ter feitas com fogo.

Os dois homens começaram o treino, um embate de aprendizado. Entre rasteiras e conselhos, Thomas conduziu Jacob a um bom método de utilizar seu corpo em brigas. Luta de rua era como chamavam o básico das lutas, a onde a sobrevivência era o mais importante. Ao final, os dois perceberam que já havia se passado em torno de uma hora de treino, sentiam seus corpos cansados enquanto o cheiro de suor inundava o local misturado com o cheiro de temperos. - Bem Jacob, tu é um bom lutador, vejo agora porque Sapphira escolheu você. - As palavras dele eram sinceras e sem nenhum tom de deboche. De fato, Sapphira não era o tipo de mulher que se entregaria a alguém a qual ela não visse um potencial para sua prole. Apenas o macho mais forte poderia tê-la e, naquela vez ela havia escolhido Jacob. - Tenho minhas dúvidas se ela pode realmente estar grávida… - Disse Thomas enquanto enxugava o rosto. - Não me leva a mal, não estou criticando suas capacidades, mas Sapphira nunca conseguiu ter uma criança viva. - Ele disse com um ar pesado em sua voz. O que ele queria dizer com isso? Ela já havia tido outros filhos antes? Porque ela nunca contou isso? Jacob podia se perguntar enquanto colocava um pouco de gelo sobre seus músculos.

Viagem: 03/05

Histórico Jacob:
 

Histórico Buzz:
 

Cores pra narradora retards:
 





Voltar ao Topo Ir em baixo
Jacob Allan
Super Nova
Super Nova
Jacob Allan

Créditos : 29
Warn : Quinto Ato: The Round Table - Página 11 10010
Masculino Data de inscrição : 19/08/2015
Idade : 27
Localização : Bingo Bingo Island - 2ª Rota

Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 11 EmptySex 15 Fev 2019, 14:20

Uma mãe sem filhos!

O legado da aranha.








Exausto eu estava, nunca pensei que uma hora de treinamento me exigisse tanto esforço, nunca imaginei que seria tão difícil reaprender algo que já fazia tão bem com minhas próprias mãos, mas era a hora de melhorar não só as minhas habilidades mas a mim também. Aquele momento de treinamento tão prático foi sublime, pois ao sentir os músculos cansados e desabar no solo como um “borra botas”, eu pude escutar o elogio do “brother” e então esticando meu punho respondi em tom amistoso:

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


- “Matusquela”  você está falando com um “chapa quente” mafioso...mas você não é um “ borra botas “ tão ruim também.

A breve troca de palavras mostrava um certo companheirismo naquele homem que tentava auxiliar a mando de sua chefe. Porém, logo suas palavras vieram com muita força, o que ele queria dizer com aquilo, meu peito doeu como se estivesse infartando, aquela mulher sofria isso realmente? Perder seus filhos sempre que tentava? "Broto, por que não me contou…?” minha postura antes relaxada foi endurecendo, sentava no chão observando o companheiro que estava ao meu lado até então.

Se o que ele dizia era verdade, Saphira talvez tivesse uma dor que eu nunca conseguirá imaginar, tentar ser mãe e ter sua família, isso ela tentou mostrar de forma clara que gostaria de ter, mas sempre que tentar falhar, isso era duro, duro demais até mesmo para mim.

Aquilo me deixava pensativo, seria por isso que ela queria tanto constituir aquilo que eu sempre sonhei para mim também, eu precisei encontrar uma família no mundo para me sentir parte de uma de fato, ela buscava tentar ter a dela mas era limitada a só perde-la toda vez que tentava, é no fim tínhamos traços incomuns, éramos duas pessoas em busca de nossas famílias, independente de ambições ou desejos, de sonhos ou ganâncias, éramos apenas isso :




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


- “Bate esse lero” para mim “Matusquela”, como o “Broto” lida com a perca dos “Pentelhos” que não nascem...

Escutaria calmamente, minhas feições tristes mostravam como aquilo era duro. Mas era a hora de compreender, lidar, com sorte eu e ela conseguiriamos a família que desejava-mos mas se tudo ocorresse como antes, bem, eu também queria o meu momento de luto para mim, eu também queria compreender essa dor, era uma forma de amadurecer.

Esperaria que tudo fosse falado, que ele esboça-se o seus pensamentos sobre, era difícil compreender a mente de uma mulher forte como ela e então após tudo escutar falaria em um tom sereno porém um tanto mais sério que o meu tom padrão entretanto com um semi-sorriso :  


[/color]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

- Você “ Matusquela” é minha única fonte aqui, quando chegarmos onde quer que cheguemos, diga a ela “Jac-Boy” disse para ela ficar “cabeça de gelo”, esse “bacuri” nosso vai nascer bem e forte.  


Minhas falas eram para deixar claro que eu estava confiante que tudo estaria bem, mas que compreendia a preocupação e esperando a resposta do mesmo sentaria no chão e observaria um pouco o vazio enquanto me levantava e estendia a mão para Thomas enquanto falava em um tom tranquilo:

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

-- Vamos voltar para a nossa “Chapa quente”, eles podem estar precisando de nós.


E com um caminhar duro seguiria para o convés ou para onde estivesse mais movimentado para então usufruir da companhia de meus amigos e aliados.



bichaelson



Menu Completo:
 

Historico Afro:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
BuzzB
Pirata
Pirata
BuzzB

Créditos : 83
Warn : Quinto Ato: The Round Table - Página 11 10010
Masculino Data de inscrição : 03/04/2016
Idade : 21
Localização : Nos anais do Acre

Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 11 EmptySex 15 Fev 2019, 20:07

Doing My Job

Buzz


O suor e o cansaço muscular mostravam que o treino físico havia sido produtivo. Sentado ali naquela sala, esperei que meu corpo se recuperasse para que pudesse dar continuidade em meu objetivo. Em determinado momento, me senti bem o suficiente para realizar a próxima atividade, que desejava ser algo que me ajudasse a melhorar minha precisão nos movimentos utilizando os membros do meu lado esquerdo. Resolvi que escrever poderia me fornecer o resultado buscado, ou pelo menos me ajudar a atingi-lo. Sem muitas esperanças, cacei pelo local atrás de uma folha e de algo que me permitisse riscá-la, e, ao contrário de minhas expectativas, consegui os itens necessários. Como não necessitava que o texto escrito pudesse também ser lido por quem quer que fosse, um papel riscado me serviria. Junto dele, a pena e o tinteiro completavam o meu kit improvisado de escrita. Usando a mão esquerda, pegaria a pena e tentaria achar uma posição confortável e prática para segurá-la, imitando o modo como segurava com a destra, se isso resolvesse. Mergulharia a pena no tinteiro e tiraria um pouco do excesso que ficasse na ponta da pena. Depois disso, tocaria o papel com a região banhada em tinta e começaria a mover minha mão para riscar sobre a folha, dando formas aos traços e me esforçando para escrever palavras legíveis. Navio, sol, lua, azul, céu, beija-flor, girassol, poria essas e outras sentenças no papel. Tinha certeza que a princípio minha caligrafia estaria tremida e com alguns garranchos, mas esperava que à medida que o tempo fosse passando, ela melhorasse consideravelmente.

Absorto em meus afazeres, não percebi quando Umika adentrou na enfermaria e se aproximou de mim. Ao notá-la, tive um leve susto e acabei afastando um pouquinho o meu corpo dela, por impulso. Envergonhado com a reação exagerada e talvez também por ter sido pego de surpresa, baixaria um pouco a cabeça, evitando contato visual.

- Ahh m-me desculpa, n-não queria incomodá-lo…
- Nãoéincômodoalgum! - Diria de uma só vez, meio afoito.
- M-Me desculpa a intromissão é que.. Eu não estou me sentindo muito bem…

Meu nervosismo começava a aumentar, porém agora não por estar envergonhado, e sim por conta da aflição que surgia. Depois de tudo pelo que ela passou, mal havíamos ministrado o tratamento necessário e já estávamos fazendo com que ela se esforçasse. Julgando a coloração de seu rosto e o fato de ter levado a mão até sua testa, acreditava que o problema era o excesso de calor. Contudo, seria o de fora do corpo ou o de dentro? Mais precisamente, seria uma febre ou insolação? Para descobrir qual dos dois, sabia que tinha apenas de investigar sua pele. A presença de suor indicaria febre, enquanto a ausência corresponderia a uma insolação.

Infelizmente, a menos que alguém houvesse invadido nosso navio e estocado alguns remédios, não iria importar qual dos dois problemas realmente era. A febre é um sintoma de alguma outra doença ou problema no seu corpo, então para tratar isto, tem que se cuidar do real problema. Por conta disso, sem os medicamentos necessários, apenas poderia amenizar a situação. A boa notícia era que, sendo um ou outro, o "tratamento" era o mesmo, todavia, ainda sim passaria a mão delicadamente sobre a testa da garota para constatar a presença ou a ausência de suor. Sentindo sua transpiração, conferiria os armários e cômodas à procura de alguma coisa, apenas para garantir caso um milagre tivesse ocorrido. Como era de se esperar, certamente não acharia nada e teria de prosseguir com o que havia pensado anteriormente.

Primeiro, levaria-a até o leito e pediria para que ela se deitasse. Não tendo um, retiraria todos os objetos de sobre uma mesa ou cômoda grande o suficiente para que a garota pudesse deitar-se sobre. Assim que o fizesse, sairia da enfermaria, deixando a porta aberta para que o local fosse arejado, e seguiria até um dos quartos do navio, pegando um travesseiro, se ela estivesse deitada sobre uma mesa, e alguns panos limpos que conseguisse achar. Voltaria até a enfermaria, colocaria o travesseiro sob sua cabeça e depois me lembraria do que mais poderia fazer.

* Está em repouso e com a cabeça elevada. Preciso molhar os panos, trazer uma boa quantia de água para fazê-la beber e... É, só isso mesmo.
* Você pode mentir pra qualquer um, menos pra mim. Eu SEI que tem mais coisas.
* Eu não posso fazer o que falta, então é só isso mesmo.
[color:f2fe=ff0000]* Você vai mesmo deixar que essa frescura impeça você de exercer o atendimento correto de um paciente? Acha que vai ser a última vez que isso vai ocorrer? Você é um médico! Faça a merda do seu trabalho!

Por inúmeros motivos, fiquei chocado. Ele realmente tinha razão no que dizia. Umika agora era minha paciente, e deveria tratá-la da melhor forma possível. Decidido, mas ainda um pouco vacilante por dentro, olharia para a jovem com uma expressão séria e diria.

- Acredito que você esteja com insolação/febre (dependendo do caso). O tratamento é quase que todo à base de água, por assim dizer. O ideal seria que você bebesse bastante líquidos e tomasse um banho frio/morno (no caso da febre) para normalizar sua temperatura, mas há uma pequena possibilidade de que você acabe desmaiando ou tendo alguma tontura, e você poderia se machucar. Ao invés disso, vou lhe trazer água para que se reidrate e usarei panos molhados para resfriar você. Além disso... Preciso que você retire suas roupas.

Após alguns segundos, depois de perceber que a maneira como havia falado era muito ampla, adicionaria desesperado.

- N-n-n-n-n-n-não tem que ser tudo! Só o suficiente para expor mais a pele para que eu possa colocar os panos molhados por cima. E não precisa se preocupar com ninguém entrando aqui. Eu posso selar a porta usando minha habilidade. Só... Espere eu voltar com a água e os panos e podemos começar.

Assim que as últimas palavras houvessem deixado a minha boca, pegaria os panos, se tivesse encontrado algum no quarto onde havia ido, colocaria-os por cima do ombro e sairia zunindo de dentro do local. Iria até a cozinha, lavaria meus braços e minhas mãos na pia e começaria a procurar por uma jarra e um copo limpo. Se os que possuíssemos estivessem sujos, não me incomodaria e lavaria-os. Assim que tivesse posse dos objetos, encheria a jarra com água fria e a levaria junto do copo até a enfermaria. Lá, encheria o copo com água e o entregaria para Umika, sugerindo que bebesse o conteúdo. Assim que ela terminasse, colocaria ambos os objetos sobre um dos móveis que estivesse por ali perto e sairia novamente. Percorreria o navio de cabo a rabo atrás de um balde ou outro recipiente igualmente grande e que pudesse carregar. Se achasse algum, todavia este estivesse com alguma impureza, lavaria-o no banheiro com afinco e o encheria com água. Não achando nenhum, criaria um usando o melaço. Deixaria-o ao lado da porta daquele cômodo e passaria de quarto em quarto procurando panos ou roupas limpas que pudesse usar, e iria colocando-os meio dobrados sobre um dos braços, tendo cuidado para não deixá-los cair ou arrastar no chão do navio. Seguiria até o banheiro da embarcação e molharia bem todos os panos na pia do local. Tiraria um pouco do excesso da água de modo a não criar poças por onde passasse, pegaria o recipiente com água e voltaria à enfermaria.

Assim que passasse pela porta, observaria se dentro do local havia mais alguém além da menina. Se houvesse, pediria.

- Preciso que se retire do recinto. Qualquer assunto que tenha com ela terá de esperar até que eu termine o tratamento.

Depois que a pessoa saísse, ou se já não tivesse ninguém a mais por ali, fecharia a porta e apoiaria minha perna direita nela, passando a liberar melaço e controlando-o para que se espalhasse por toda a porta e sobre a parede e teto também. Criaria uma grande camada sobre ela e depois cristalizaria tudo, selando tanto eu quanto a jovem ali dentro. Após isso, me aproximaria de onde ela estivesse e diria.

- Então... Agora eu... Preciso que você... Enfim... Pra colocar isso aqui. - Levantaria os panos molhados um pouco, explicando o que queria dizer.

Esperaria que ela realizasse o ato necessário no momento e, por respeito, evitaria olhar para ela enquanto ela estivesse se despindo. Ao ouvir o aviso de que havia terminado, me aproximaria um pouco mais para conseguir colocar os panos sobre ela. Testa, axilas e pescoço eram os locais principais onde deveria colocá-los, mas se sobrasse algum, poria também atrás dos cotovelos e joelhos e, se ainda sobrassem, distribuiria sobre seus membros. Ao terminar, puxaria uma cadeira para perto da jovem ou criaria uma improvisada com meu poder, e ficaria ali ao lado dela.

- Vou ter que permanecer aqui para umedecer os panos e lhe dar mais água. Eu sei que deve ser desconfortável para você... Porém, é necessário. - Falaria com uma certa calma, que na situação até me soaria um pouco estranha.

* Pode ser que toda essa urgência tenha mantido minha atenção longe de...

E assim, enquanto comentava comigo mesmo sobre o assunto, acabaria deixando que meus olhos se movessem de maneira desleixada e mirassem no corpo delicado de pele alva em minha frente. Sentia que tinha travado, contudo não sabia exatamente por quanto tempo. Segundos? Minutos? A impressão que teria seria de que fora o primeiro, só que algo me dizia que eu estava errado. Talvez pensasse assim por me encantar com o que tivesse visto, o que facilmente poderia me distrair o suficiente para que não notasse o tempo correr, ou só porque era muito ruim em determinar passagens de tempo. Saindo do transe, baixaria minha cabeça e tentaria não pensar no que quer que eu tivesse visto, o que se provaria uma tarefa impossível. Tentaria organizar minha mente e os meus batimentos e me focar no meu objetivo como médico. Precisava mostrar o quanto estava sério nos deveres que aquela profissão trazia consigo. Revitalizado e controlado, pelo menos por fora, seguraria a mão de Umika e tatearia os panos sobre seu corpo. Sentindo que eles haviam ficado quentes, retiraria-os e os mergulharia no recipiente que havia trazido com água. Pegaria a jarra e o copo e serviria mais uma porção para a garota, aproveitando que teria retirado os panos de cima dela. Assim que ela terminasse, devolveria os objetos ao local em que estavam e retiraria os panos de dentro da água, espremendo-os muito pouco para que ainda retivessem bastante água. Colocaria todos os panos dispostos da mesma forma que havia feito antes e me sentaria novamente, colocando minha mão instintivamente sobre a dela e repousando meus olhos sobre sua face, tentando notar alguma melhora.

Histórico:
 

____________________________________________________

* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Luizatomita
Revolucionário
Revolucionário
Luizatomita

Créditos : 30
Warn : Quinto Ato: The Round Table - Página 11 10010
Feminino Data de inscrição : 26/02/2018
Idade : 26

Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 11 EmptyDom 17 Fev 2019, 23:30


NARRAÇÃO
QUINTO ATO: The Round Table


Buzz

O treinamento de escrita com a canhota ia aos poucos ficando melhor, podia perceber claramente que as palavras que escrevia já estavam tão mais legíveis e completas que as de quando começara seu treinamento de ambidestria. Logicamente, a escrita era a parte mais difícil de se aprimorar, levam-se anos para ter uma letra perfeita como a da destra, porém o avanço que fizera já permitia que qualquer pessoa que soubesse ler, entendesse suas palavras. A pena e o tinteiro ficaram de lado após Umika aparecer, queixando-se de cansaço e do calor anormal que sentia. O rapaz meio enrrolado em suas próprias palavras se colocou em prontidão imediata para ajudar a menina. Os dedos suaves de sua mão que tanto lutava logo foram até a testa da menina. Ela estava quente mas não suada, o que era um bom sinal, já que se o problema que ela tivesse fosse grave demais, estaria de mãos atadas sem suprimento médico necessário para algum tratamento mais específico.

As bochechas coradas dela e a proximidade fez Buzz sentir o pequeno suspiro da garota ao sentir as mãos dele sobre sua pele. Ela era macia e tão alva que qualquer toque mais agressivo poderia marcá-la. - Eu acho que tomei muito sol… Eu não achei meu chapéu em lugar algum. - Ela disse levado a mão direita até o rosto. Navegar em alto mar com sol a pino não era algo muito aconselhável sem um chapéu. Ela começou a escutar as palavras do rapaz a respeito de sua desconfiança do que poderia ser o problema dela e ao ele entonar a parte que ela ‘’precisava retirar as roupas’’, Umika ficou imediatamente vermelha como um pimentão. - T-T-Tudo? - Ela perguntou quase que em um reflexo e logo o rapaz se enrolou para explicar que não era necessariamente tudo. Ela cruzou os braços, meio envergonhada ainda enquanto ele dizia que era necessário ficar com panos molhados pelo corpo. -O-Ok.- Ela disse antes do rapaz se retirar do recinto.

Para a sorte deles, a enfermaria continha uma maca antiga. Não era a melhor maca mas era o suficiente para realizar o tratamento de Umika. Enquanto Buzz ia à caça dos objetos que precisava, Umika ficou sozinha dentro da enfermaria, ela andou pelo local e logo viu o papel com o tinteiro e a pena. Suas dedos suaves e macios foram em direção a folha. Ela sorriu ao ver a letra de Buzz, sua escrita havia melhorado e quando menos esperava, o rapaz retornou, trazendo consigo um balde com água que havia encontrado na cozinha junto a uma jarra de água potável e várias toalhas limpas. Ela logo se aproximou da maca, ouvindo as palavras do rapaz a respeito de suas roupas. As bochechas brancas de Umika logo acenderam em um vermelho vivo, de costas para Buzz, a garota retirou a camiseta, ficando apenas com seu sutiã preto, logo suas mãos se voltaram ao seu tênis, tirou o mesmo junto a meia, ficando descalça e depois era hora do shorts, a garota apenas dobrou a barra do mesmo, deixando-o bem mais curto do que ela estava acostumada. Sua expressão de vergonha era meiga mas nem um pouco receosa. Ela de alguma maneira, parecia não se sentir mal por tal ato… Será que?

Spoiler:
 

Ao se voltar a ela, Buzz sentiu seu coração palpitar e a voz sumir por um instante, nunca havia visto Umika daquela maneira. As curvas de Umika eram lindas, seu corpo era jovem e esguio mas ainda assim, suas curvas eram bem aparentes. A garota logo se dirigiu a maca, deitando sobre a mesma enquanto Buzz se aproximava com as toalhas. Uma a uma, ele molhava e torcia elas até que colocou a primeira sobre a barriga da garota. - Haam.. - Ela dera um pequeno gemido, a água estava bem fria, o que causou um choquinho térmico em sua pele.  Ela ficou sem graça e logo desviou o olhar de Buzz, que constrangido, continuava o processo de colocar os panos de água. Ele após finalizar, disse que ficaria ao lado dela, dando água e umedecendo os panos de pouco em pouco. Entre um copo de água e um pano umedecido, Umika comentou: - Você melhorou bastante na sua escrita, fico orgulhosa de você. - Ela disse dando um sorriso caloroso para ele enquanto ele repunha um dos panos. Alguns minutos se passavam e Umika voltou a falar com Buzz. - Ainda bem que saímos daquela ilha… Aranha não é meu animal favorito não… - Ela comentava para quebrar o gelo. Logo Buzz poderia notar o avanço de seu tratamento, a garota já não carecia de tanta febre e sua pele parecia bem mais refrescada.


Jacob

O treino pesado e cansativo levava os dois homens ao chão, sentados encostados na parede da embarcação, os dois se hidratavam um pouco enquanto Jacob elogiava de certa maneira e agradecia pelo treino. - Hahaha poxa, pensou que eu fosse um zé ruela né? Normal. - Ele disse enquanto enxugava o suor das têmporas na camiseta. Logo o tema da conversa se voltava a Sapphira. Jacob ficou pasmo ao ouvir da boca de Thomas que a ‘’broto’’ aranha tinha não só problemas para gerar um como trazer uma criança ao mundo.- É bem complicado… Vários médicos já vieram a Aracne para procurarem uma solução, mas aparentemente o problema persiste… Não quero agourar nem nada, espero que desta vez com você dê certo… Ela nunca tinha tido alguém que tivesse uma Akuma no Mi antes… Talvez seja por isso. - Ele disse enquanto se levantava, indo na direção dos barris de água beber um pouco. Com uma caneca, encheu a mesma de água e logo escutou a dúvida de Jacob. - Ela costuma ficar de luto por um tempo… E depois disso, se enfia no trabalho, não pensando muito nas pessoas ao seu redor… - O rapaz dissera com um tom meio sombrio em sua voz.

Jacob sentia que de algum modo seu encontro com Sapphira não fora mero acaso do destino, que os dois tinham uma ligação especial um com o outro, e que através dessa ligação, o filho deles pudesse nascer forte e saudável. Sendo otimista, Jacob disse o que Thomas queria ouvir. O filho da aranha e do bisão seria uma criança e tanto. Thomas sorriu ou ouvir as palavras confiantes de seu colega e logo os dois subiram novamente ao convés. Jacob ainda tinha certo tempo até atracarem em seu novo destino, ao olhar par ao leme, veria a figura de Li Wan e não de Umika cuidando do navio.



Viagem: 04/05

Histórico Jacob:
 

Histórico Buzz:
 

Cores pra narradora retards:
 






____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
BuzzB
Pirata
Pirata
BuzzB

Créditos : 83
Warn : Quinto Ato: The Round Table - Página 11 10010
Masculino Data de inscrição : 03/04/2016
Idade : 21
Localização : Nos anais do Acre

Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 11 EmptyQua 20 Fev 2019, 12:21

Walking Heart Attack

Buzz


Visualmente, o treino que estava realizando parecia estar dando resultados. Ainda não havia chegado nem perto do nível desejado, mas já era alguma coisa. Pensava se durante um combate eu conseguiria notar a diferença também, ou se aquele progresso ainda não seria o suficiente para tal. De qualquer forma, isso não importava. Se dependesse de minha vontade, teria muitos treinos antes de entrar em uma luta séria. Minha atenção logo mudou para a jovem que havia adentrado o recinto a minha procura. Os sintomas que ela sentia me preocupavam por poderem significar algo grave demais para ser tratado com o que tinha, e por isso resolvi fazer um teste rápido afim de descobrir o real problema. Passando a mão por sua testa, não senti a presença de suor, e isso indicava que ela estava sofrendo com uma insolação.

- Eu acho que tomei muito sol… Eu não achei meu chapéu em lugar algum. - Disse a jovem, enquanto eu a examinava.

Suas palavras apenas confirmavam mais minha hipótese, deixando-me de certa forma um pouco mais calmo por ser algo que poderia ser resolvido facilmente. Expliquei a ela os meus pensamentos, inclusive sobre a forma de tratamento que teria de usar. Obviamente, tive de explicar melhor a parte sobre retirar a roupa, já que, da forma que foi dita, obviamente aquilo poderia ser levado ao extremo. Depois de explicar, ouvi sua palavra de aprovação e deixei o local para começar a recolher o que iria necessitar. Sai correndo pelo navio, procurando e pegando todos os itens que precisaria e preparando tudo para quando voltasse. Terminado a minha pequena caça aos objetos, voltei para a enfermaria e selei a porta com minha habilidade, evitando assim que possíveis desavisados acabassem adentrando o local e vendo o que não deveriam.

Assim que me viu, a jovem começou a se aproximar da maca simples que havia no recinto. Da melhor forma que pude pensar naquele momento, pedi para a garota despir-se, e notei imediatamente sua expressão de vergonha. Conseguia entender bem o motivo. Se fosse eu em seu lugar, conseguiria fazer aquilo? Enquanto deixava que minha mente fosse divagando sobre isso, Umika virou-se de costas para mim e passou a retirar algumas peças de sua vestimenta. Foram apenas três, para ser sincero: Sua blusa, meias e seu par de tênis, se é que dá pra considerar esse último como uma peça de vestuário. Preferiu manter o shorts que vestia, porém o abaixou um pouco, relevando um pouco mais de pele. Minha reação a isto não poderia ser outra, senão ficar mesmerizado com tudo que via. Não conseguia sequer pensar direito. Meu cérebro parecia focado unica e exclusivamente em registrar e processar as imagens que meus olhos captavam. Já estes pareciam ter adquirido vida própria, e moviam-se da maneira que desejavam, percorrendo cada parte do corpo da jovem como se a estivessem desenhando. Sentia um sentimento diferente percorrer pelo meu corpo e um ardor em meu rosto e peito. Devia estar parecendo um tomate de cabelo branco naquela hora, mas por algum motivo não ligava para o fato. Não via necessidade em esconder minha vergonha mais, ou talvez não conseguisse pensar nos comandos certos para que meu corpo se movesse de forma a encobrir minha face.

Umika não pareceu notar o que havia causado a mim e simplesmente seguiu com as preparações e deitou-se na maca, o que me fez sair do transe o suficiente para voltar a me mover. Levei o balde cheio de água até o lado de seu leito e passei a molhar e torcer as toalhas que havia trazido comigo. Resolvi colocar a primeira em sua barriga, o que resultou em uma reação pela qual não esperava, mas que certamente ficaria gravado na minha memória para sempre. Não entendia bem o porquê, mas tinha gostado de ver aquilo. Continuei distribuindo as toalhas sobre seu corpo até que estas acabassem, e expliquei para a garota o motivo de não me retirar do recinto. Precisava estar ali para umedecer novamente as toalhas, para lhe dar água e também para observar sua recuperação. Não houve objeção a isto. Passou-se um certo período de tempo, em que apenas ficamos em silêncio enquanto eu agia de maneira automática.

- Você melhorou bastante na sua escrita, fico orgulhosa de você.
- Obrigado... Não é grande coisa, por enquanto, mas eu vou continuar tentando... Para poder lutar melhor. - Diria a última parte com a voz baixa.

E novamente, silêncio. Mesmo buscando tratar aquilo como um atendimento comum a um paciente, não conseguia ignorar o que estava vendo. Além disso, não tinha ideia de sobre o quê falar.  

- Ainda bem que saímos daquela ilha… Aranha não é meu animal favorito não… - Falava a jovem.

Claramente, ela deveria estar percebendo a dificuldade que eu possuía para surgir com um assunto para conversar. Aproveitando-me do tema dado, tentaria me pronunciar sobre.

- Pra falar a verdade, depois de tudo que passamos em Aracne, acho que também não sou muito fã de aranhas. Quem sabe na próxima não achamos um animal que seja mais do seu agrado. Falando nisso, você tem um animal favorito?

Aguardaria uma resposta e ficaria pronto para o caso dela me fazer a mesma pergunta. Se assim o fizesse, falaria.

- Não sei ao certo. Gosto de pássaros, mas acho que serpentes são interessantes de sua própria maneira. Não tive muitas experiências com animais de verdade. Conheci a maioria deles através de livros com gravuras, apenas. - Faria uma pausa curta e logo emendaria. - Você havia dito que sua irmã mais velha havia vindo para a Grand Line. Imagina que ela possa ter passado por Aracne também? - Questionaria.

Sabia que Umika gostava muito da irmã, então achava que falar sobre ela poderia deixá-la um pouco feliz. Além disso, aquilo me auxiliaria a falar sobre algo que já estava pensando a um certo tempo. Esperaria a jovem terminar de dizer o que pensava sobre o assunto, e traria minha ideia à tona.

- Estive pensando ultimamente... Sua irmã é uma pirata, certo? Então ela deve ter um cartaz de procurado, como o meu, e ser conhecida por algumas pessoas. Poderíamos começar a tentar descobrir mais sobre o paradeiro dela dessa forma, e através dos jornais também. O que acha?

Meu objetivo, desde o início de minha jornada até aqui, sempre foi o de ser livre e fazer o que quisesse. Claro, se descobrisse um pouco mais sobre os meus pais seria um bônus bem vindo, contudo isto não era a minha prioridade. Pode ser que nos últimos dias eu não tenha estado "livre" o suficiente, todavia aquele era um assunto que precisava ter um pouco mais de pensamento sobre. Já o objetivo de Umika, pelo que ela havia me dito, era encontrar sua irmã, que havia se tornado uma pirata e estava navegando na Grand Line já a algum tempo. Ajudá-la nessa tarefa não iria interferir em meus planos, e até poderia se mostrar algo recompensador a longo prazo. Quem saberia em que tipo de ilha abençoada a mulher estava? Fora que, não era ruim ver Umika feliz.

Durante toda a conversa, não pararia de trocar as toalhas quando estas se tornassem quentes ao toque. Já conseguia notar que os sintomas haviam diminuído, mas o tratamento ainda deveria continuar por um tempo. Se, com os sintomas estando presentes, a jovem quisesse se levantar para voltar a controlar o navio, colocaria minha mão de leve em seu ombro e explicaria.

- Você ainda não está totalmente recuperada. Precisa descansar, não ficar novamente sob o sol. Se isso for realmente necessário, então eu vou com você.

Caso a jovem se mantivesse deitada, retiraria a mão de seu ombro e a repousaria em sua mão, entrelaçando meus dedos aos dela. Já se ela fizesse questão de ir pilotar nosso navio, retiraria os panos de cima de seu corpo e os colocaria sobre meu ombro. Pegaria o balde com água e passaria meu braço ao redor de sua alça, deixando assim minhas mãos livres. Com a esquerda, pegaria a jarra de água potável que havia trazido, e colocaria a direita sobre o melaço cristalizado que havia usado para selar a porta. Esperaria a jovem vestir suas roupas para só então derreter e absorver o melaço que estava na porta. Se não conseguisse sorver aquilo, o controlaria para que se ficasse amontoado ao lado da porta. O importante ali era abrir caminho. Com a porta agora aberta, me aproximaria novamente da garota.

- A-apoie-se em mim, por favor.

Moveria meu braço direito de forma a entrelaçá-lo ao dela, para que ela pudesse me usar como base de apoio para se movimentar com segurança. Depois disso, caminharia com ela até o local onde se encontrava o timão do navio e liberaria seu braço para que usasse ambas as mãos para controlar nossa direção. Deixaria o balde ao lado do timão e usaria meus poderes para criar um bastão uns dois palmos maior do que eu. Apoiaria-o no chão próximo ao balde e o grudaria ali, para que ficasse firme. Tocaria o topo da estrutura com ambas as mãos e começaria a produzir e espalhar melaço em uma forma discoide grande o suficiente para cobrir a mim e Umika. Ao terminar, solidificaria tudo e estaria pronto o meu guarda-sol improvisado. Em seguida, criaria um cubo de melaço atrás da jovem e o endureceria. Pediria para que ela sentasse sobre o cubo e ajustaria o tamanho do mesmo para que ela conseguisse pilotar e observar nossa rota estando ali, sentada. terminado, criaria um apoio na parte de trás na forma de uma tábua, deixando aquilo parecendo ainda mais com uma cadeira. Molharia duas toalhas, torceria e as colocaria uma ao redor do pescoço da menina e a outra usaria para passar sobre a testa e as bochechas da garota, umedecendo os locais para refrescá-la. Ao final, moldaria minha mão para que esta adquirisse a forma de um prato, direcionaria para a garota e começaria a mover meu antebraço de cima para baixo com uma certa velocidade, o que geraria um pouco de vento para refrescá-la. Começaria a olhar o mar à nossa frente, esperando em algum momento poder avistar nossa próxima parada.

Obs:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Jacob Allan
Super Nova
Super Nova
Jacob Allan

Créditos : 29
Warn : Quinto Ato: The Round Table - Página 11 10010
Masculino Data de inscrição : 19/08/2015
Idade : 27
Localização : Bingo Bingo Island - 2ª Rota

Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 11 EmptyQui 21 Fev 2019, 11:33

Uma família Notável!

Dando as primeiras diretrizes..








As palavras de Thomas eram precisas, claras ao seu modo, ele não queria falar com precisão sobre algo que não tinha tanta certeza, mas tentou ser o mais claro possível para que eu compreende-se que não era uma tarefa fácil para a Saphira em suas tentativas e erros. Após escutá-lo por outro lado fui otimista, não por que não saberia lidar com o luto ou por quê a ideia de ter uma “ família sendo constituída “ era algo que me alegrava, mas por quê Saphira era estranhamente uma mulher que me cativou mais que o normal, entretanto, aquelas só podia sem palavras e não certezas e por isso me limitei a sorrir e falar enquanto partíamos para deck:

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


- “Matusquela” vamos para o deck, acho que está na hora de você conhecer a “chapa quente” que eu chamo de família.

E com passos largos caminharia até o Dack com certa pressa, infelizmente para meu azar, meus músculos ainda doiam um pouco, estranho, lutar nunca me deixou tão destruido, talvez a falta de prática dos movimentos, mas ainda sim era uma sensaçã nova a se descobrir. Em minha forma humana seguiria com Thomas para a direção do Deck vendo quem lá estava presente, se todos estivessem começaria o discurso mas se não etivesem, bem, era a hora de trazer todos ali. Enquanto pensava "Acho que é a hora de estabelecermos o que somos...” buscaria cada um dos integrantes para que todos se reunissem no deck, Li Wan, Buzz e Umika, nossa pequena família agora de quatro pessoas que voltava parcialmente a ser cinco. Com Li Wan apenas acenaria para que ela aproxima-se do centro do navio, já no caso dos outros dois, se em minhas ações de procurar os encontrasse isolados demais ou em situação constrangedora demais apenas observaria alguns instantes antes de começar a me pronunciar para eles e os interromper.



[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


- Não querendo “empatar a *oda” dos “ pombinhos “, mas temos um “lero supimpa” para bater lá no deck, espero vocês.


Porém se os mesmos não estivessem em uma situação menos delicada, iria adentrarcom certa tenacidade e me posicionaria próximo deles com uma feição igualmente séria porem mais objetiva e então iria me pronunciar:


- “Broto” , “B-Boy”, sem querer atrapalhar mas, temos um “lero supimpa” para bater no deck.


E assim como fui para lá voltaria para o deck de forma prática e rápida sem muitas firulas ou paradas, apenas se fosse obrigado por algum motivo. Já no deck me colocaria de forma centralizada, observaria a todos nos olhos da melhor maneira possível, tentaria ser claro e objetivo, pois agora era a informação mais importante que eu iria passar em todos esse tempo. Eu tinha prometido mudanças, prometido novas perspectivas, mas até então não tinha passado nada para eles, mas aquele papo de uma mãe sem filhos, e sofrimento em família me fez pensar. Ryu sempre desejou que fossémos guerreiros, fossemos cavaleiros, desejava o mar para explorar e proteger, eu, por outro lado sempre desejei ajuda-lo mas construir minha família e por baixo dessa camada escura proteger quem precisa realmente, bem, conhecendo Saphira e Niko compreendi que o “Sub-mundo” era uma porta e muito pensar sobre tudo resolvi me pronunciar:




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


- “Chapa quente”, toda a “rapaziada” está aqui, tentarei ser breve, ser claro, sem “ lenga lenga “, Ryu não está conosco e eu era nosso “ Vice-manda-chuva “, não desejei estar agora tendo que “dar as cartas marcadas”, mas agora vou ter que dar, os cavaleiros do mar, “bateram as botas” com a “sumida” de Ryu e hoje nasce com essa nova “chapa quente” aqui, uma família, uma familia bem notável...ta ai, um belo nome, “I Notabil”, como diriam na minha terra natal. Agora família, era a hora de mostrarmos ao mundo que nos tirou tudo o quão do “balacobaco” nós somos, se não desejarem estar nessa família, iremos compreender, mas saibam que uma vez desse “groove”, sempre desse “groove”, transam do que eu to falando?


Minhas palavras eram sinceras, não tinham pretensão, não pretendia manipular ninguém era claro, era objetivo, era democrático, aqueles que não concordavam podiam se retirar dali na nossa próxima parada, mas uma vez um I Notabil, sempre um I Notabil e era a hora de começar a fazer isso acontecer, fazer as coisas mudarem, Ryu foi um bom irmão, amigo e capitão, mas agora restava eles decidirem seguir ou não.

Escutaria cada decisão, escutaria cada opinião expressada, liderança era algo que se conquistava aos poucos, não me sentia um líder, mas estava na hora de se portar como um, de mostrar que essa grande confusão não nos traria a dúvida do que fazer de como agir, do que querer, Umika, Buzz, Li Wan e agora até mesmo Thomas tinham suas capacidades de escolhas, sobre seus destinos, mas se sonharmos juntos, sonhamos juntos e escutando uma resposta positiva ou negativa de quem quer que fosse complementaria com um breve sorriso:



[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

- Essa é a nossa “chapa quente”, e a partir de agora Niko, ou quem quer que se meta com a gente vai ter que lidar com nossa irá. Umika, agora é com você, manda bala “tampinha”, como ajudamos a manter a rota?


Minha mão se chocaria com meu punho, sorriria para minha família e agora seguiria a vida normal, seguindo a diretriz da comandante do barco em alto mar Umika que nos guiaria a terra prometida, nem que tivéssemos que nos esforçar o dobro.

bichaelson



Menu Completo:
 

Historico Afro:
 

Voltar ao Topo Ir em baixo
Luizatomita
Revolucionário
Revolucionário
Luizatomita

Créditos : 30
Warn : Quinto Ato: The Round Table - Página 11 10010
Feminino Data de inscrição : 26/02/2018
Idade : 26

Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 11 EmptyQui 21 Fev 2019, 15:28


NARRAÇÃO
QUINTO ATO: The Round Table


Buzz

Ver a garota daquela maneira pela primeira vez trazia um sentimento à tona no coração de Buzz pela primeira vez. Sentia suas bochechas queimarem, seu coração bater mais rápido… Seria a timidez ou de algum modo a garota que andava ao seu lado a um tempo lhe despertava sentimentos mais fortes? Já havia ouvido a respeito do amor, da paixão, mas jamais chegou a pensar que tal coisa poderia ocorrer a si próprio. Sem saber direito a respeito dos próprios sentimentos, Buzz tentava ser o mais profissional possível, mantendo a garota em um tratamento simples mas que exigia muito de seu coração jovem e ansioso. Evitava olhar diretamente para a garota, encará-la seria difícil demais, ainda mais depois do leve gemido que ela dera com aqueles lindos lábios carnudos.

O calor que sentia sobre a pele era quase como uma febre. Sentia todo seu corpo reagir de maneira estranha, desde seus olhos que encararam o corpo da garota, desenhando-a em sua mente para sempre até seus dedos agitados e quase trêmulos. A situação era muito estranha para ambos, de maneira ágil, o garoto colocou as toalhas e aguardou ao lado da menina, que logo começou a quebrar o gelo entre os dois com uma conversa. Após comentar a respeito das aranhas, o garoto perguntou a ela que tipo de animal ela gostava. Olhando para ele de maneira pensativa ela respondeu: - Hmmm… Eu gosto bastante de cachorros e gatos, mas acho que fosse para ter um bichinho eu escolheria um cãozinho. - Ela disse sorrindo enquanto levava a cabeça ao encontro do travesseiro da maca, se afofando sobre ele. - Um cãozinho fofo ou um gatinho peludo… E gordinho… Mas e você, qual tipo de animal mais gosta? - Ela fechou os olhos, relaxando enquanto o rapaz trocava os panos, molhando-os sobre a água gelada. Buzz podia ver a pele da garota branca arrepiar-se toda a cada toque dele.

Buzz parou para pensar em qual seria as criaturas que gostava e chegou a conclusão que eram os pássaros. Sorrindo a garota disse: - Bem, pássaros são fáceis de se encontrar, porque não começa a observá-los? - Ela disse de maneira gentil e logo em seguida o rapaz perguntou a respeito da irmã de Umika. A pergunta fez o semblante sorridente de Umika morrer aos poucos, fechando o sorriso e começando a encarar o lustre da enfermaria. - Eu não sei… Estamos sem contato a tanto tempo… É como procurar uma agulha num palheiro. - O rapaz percebendo que a garota reagirá de forma contrária ao que imaginava, logo buscou uma solução. Umika encarou os olhos de Buzz de maneira surpresa, como não havia pensado nisso antes? - Ahh então podemos achá-la! - Ela disse de maneira animada, seus olhos brilhavam de uma maneira bela enquanto ela o encarava. Agora podia começar a procurar melhor por sua irmã, isso fez com que ela tentasse se levantar, mas foi impedida pro Buzz, que ainda não havia acabado o tratamento dela. - M-Mas logo chegaremos, preciso manobrar o navio. - Ela disse fazendo um biquinho com os lábios. Buzz entendia que ela deveria descansar, mas não conseguiria impedi-la, até porque ela era a única navegadora. Alertando a garota, a mesma se levantou da maca. Buzz logo retirou o melaço que havia deixado na porta e após o feito, pegou os baldes, panos e a jarra de água.

Precisava manter a menina hidratada. Mas a mesma parou antes de sair da enfermaria e correu para pegar a camiseta. Buzz deu seu braço para Umika se apoiar e a mesma o fez, aproximando seu corpo do dele. Por um instante, os olhos de Buzz fitaram o corpo da garota, por ser bem mais alto que a menina, conseguiu ver que seu sutiã era um pouco largo, possibilitando a visão da mama esquerda salteada por conta do vento que batia em sua pele molhada e gelada. Ela não demorou a encobrir o local com a camiseta, percebendo que Buzz poderia ter visto, coloco-a à frente de seu corpo enquanto suas bochechas coraram. Talvez ela quisesse que ela a visse, mas ela não falou nada. Os dois foram em direção ao timão do navio.

Usando os poderes de sua AnM. Buzz criou um guarda-sol e um banquinho para Umika se sentar. Infelizmente o cubo havia ficado um pouco mais alto que ela, assim precisava de ajuda para subir no mesmo. Como aquele melado podia ser tão útil não é? - Pre-preciso de ajuda para subir. - Ela disse enquanto olhava para o objeto cristalizado e endurecido para não melar seu corpo. Ela se aproximou do rapaz. - Me levanta? - Ela perguntou de maneira tímida. Se o rapaz aceitasse, tocaria nela e a levantaria, sentindo a pele quente dela em suas mãos. Seus quadris eram macios, e Buzz poderia sentir vontade de apertá-la.  Sentada no cubo, o garoto logo começou a abaná-la de maneira gentil. Ela curtia o vento sobre seu rosto e corpo enquanto o pano que estava em seu pescoço escorria água por seu pescoço. Uma gota mais atrevida descia do pescoço até chegar aos seios da garota, deixando um rastro molhado sobre sua pele branca.

Jacob

As informações mesmo que escassas vindas de Thomas, ajudava Jacob a compreender melhor o que se passava na mente e no coração da aranha. Ela nunca disse que o amava afinal de contas, mas com certeza amaria a possível criança que poderia vir para si. Relacionamentos eram complicados, mas acima de todas as dificuldades, as alegrias de ter uma família superaram todos os desafios impostos aos homens. Andando calmamente até o deck do navio, observou que Umika e Buzz estavam no leme, andou até lá calmamente, observando os dois jovens conversando e aproveitando uma boa sombra em um guarda sol feito de melaço. jacob se aproximou deles e foi direto ao ponto dizendo que precisavam conversar como um grupo. Os dois estavam ouvindo enquanto Thomas chamava Li Wan para participar da conversa. Respirando fundo, o homem bisão comentou a respeito de suas aventuras, citando a perda lastimável de seu capitão e como agora eles tinham uma nova família e um novo recomeço.

Todos

Segurando o leme, Umika começava a manobrar o barco. Ao horizonte era capaz de ver um pedaço de terra. Os instrumentos de navegação já não estavam malucos como antes, mas pareciam apontar para direções diferentes. Buzz e Jacob suspiraramao ver seu novo destino, um novo começo os aguardava.

- Vamos lá! temos muito o que aprender nessa nova ilha! - Disse Thomas de maneira animada. - Novas ilhas indicam novas pesquisas, vou me dedicar a conseguir artefatos valiosos para a família. - Disse Li Wan sorrindo enquanto se aproximava de Umika. - Eu vou adotar um bichinho de estimação! - Disse a garota sentada sobre o cubo melado. - I-Isso se vocês deixarem… - Ela diminuiu o tom de voz e olhou para Jacob. Agora ele estava no comando, uma família grande exigia um bichinho de estimação, não é mesmo?

O sol estava a pino, quente e o mar começava a ficar mais claro a medida que se aproximavam da ilha. Alguns golfinhos recebiam a embarcação, pulando ao lado do navio enquanto riam de maneira graciosa. Li Wan se apoiou na borda do navio, olhando as criaturinhas engraçadas enquanto acenava para elas. Umika ria de maneira encantadora e Thomas sorria para elas. Estavam animados, felizes por chegarem a um novo destino, uma nova aventura.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Viagem: 05/05

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:
Jacob

Perdas:
● N/A

Ganhos:
● Fios de Cabelo de Saphira. Ok
● Perícia: Lutador de Rua Ok
● Log pose ajustado para 2° Rota - Endeavor Try Ok
Tesouro de Ymir:
 
Ok

Relação de personagens:
● Ele faz

Exp: 12
EdC: 12
Akuma 9

Localização: Rota 3 - Marombo (SAGA) Ok

Buzz

Perdas:
● 1.000.000 berries (tratamento de Umika e o próprio) Ok

Ganhos:
● Treinamento de Ambidestria - 2/3 Negado, não houveram muitas situações em que a ambidestria foi trabalhada para justificar o avanço
● Objeto desconhecido, com um formato que lembra o de uma concha Negado até esclarecimento, pela possibilidade de ser um Dial.
● Log pose ajustado para 2° Rota - Endeavor Try Ok

Relação de personagens:
● Ele faz

Exp:10 exp
EdC:
Akuma: 7

Localização:Rota 3 - Marombo (SAGA) Ok

Quantidade de posts do(s) Narrador(es):
Hoyu: 20 posts Ok 3 créditos.
Tomita: 13 posts Ok 2 créditos.


Feedback:
 


Histórico Jacob:
 

Histórico Buzz:
 

Cores pra narradora retards:
 






____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 11 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Quinto Ato: The Round Table
Voltar ao Topo 
Página 11 de 11Ir à página : Anterior  1, 2, 3 ... 9, 10, 11

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Grand Line - Paradise (Paradaisu) :: Ilha Aracne-
Ir para: