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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Quinto Ato: The Round Table

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 2 EmptySab 28 Jul - 0:00

Relembrando a primeira mensagem :

Quinto Ato: The Round Table

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Buzz Bee e Jacob Allan. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
BuzzB
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 2 EmptyTer 21 Ago - 17:29

Good Manners, please.


Staz


O local tinha virado rapidamente uma zona de guerra, sem lei, sem nada. Vendo a iminência de uma possível tentativa de assassinato e sabendo que o jornal havia chegado junto de vários cartazes, resolvi adentrar na estalagem e chamei ambas as garotas para me acompanhar. Após elas aceitarem o convite, fomos até Nimura para conseguir as notícias e ele foi gentil o suficiente de nos emprestar o jornal. - Relaxa, a gente trás ele inteiro. - Disse, acenando para o mesmo e indo procurar um local para sentar. Sem achar nenhum, resolvi improvisar um com minhas habilidades. Devo admitir que não foi minha melhor obra, mas servia ao seu propósito e era isso que importava. Nos acomodando de modo que todos conseguíssemos ler, começamos a folhear as páginas e ver o que estava se passando pelo mundo. Obviamente, a notícia mais importante era a da derrota do tal Mille Kellig pelas mãos do yonkou Darut Izla. - Heh, esse é certamente um nome que eu irei guardar. - Era um pouco impactante saber que o capitão do tarado chifrudo, o qual lutou contra praticamente todos nós, havia sido derrotado. Me fazia pensar o quanto ainda tínhamos de escalar para ter a força necessária para fazermos o que quiséssemos. Inimigos cada vez mais fortes iam começar a se interpor em nosso caminho, e nós só conseguiríamos atingir nossos objetivos caso passássemos por cima deles. Sentia meus dedos apertarem um pouco forte demais as folhas do jornal e rapidamente os relaxava para não danificar o objeto.

Tendo lido o que precisava, devolvia tudo a Nimura, exceto nossos cartazes, e seguia para o navio. Lá, resolvi prender meu cartaz na parede da enfermaria, por falta de um local melhor mesmo. Não sabia ao certo o porquê de estar fazendo aquilo. Vaidade? Orgulho? Provável, porém talvez houvesse algo mais. Talvez eu quisesse manter aquilo como um lembrete de como tudo começou. De como tudo começou DE VERDADE. Aquelas recompensas meia boca de antes para mim eram o mesmo que nada, então aquele era o ponto de partida definitivo. * Será que o Abraham já viu isso? Queria ouvir o que ele diria sobre... * - Provavelmente algo do tipo: "Muito bom, garoto. Agora já dá pra trocar você por um navio decente!" - * Eh... Acho que ele não diria isso. * - Quem sabe? Talvez ele queira mesmo um navio. - * Você acha que agora que todo mundo sabe o nosso nome, poderia ser qu- * - Eu vou parar você ai mesmo. Primeiro, vamo baixar a bolinha que isso ainda é recompensa de novato. Nas ilhas mais na frente, provavelmente eles pegam esse tipo de cartaz e tacam na lareira ou usam pra limpar a bunda. Segundo, esquece isso. Para todos os efeitos, você é órfão e tem problemas psicológicos que podem ou não derivar disso. Aceite o fato e siga em frente. - Ainda estava pra nascer alguém que desse conselhos de maneira mais eficiente e épica do que eu. Podem aplaudir se quiserem.

Voltando para o hotel, me reuni com o resto do grupo, incluindo os brigões que pareciam ter terminado de resolver seus problemas. Todos pediram bebidas, e Umika fez a gentileza de requisitar uma para mim. Logicamente teria de agradecer tal ato, e faria isso pegando sua mão direita e beijando levemente o dorso dela. - Obrigado. - * HUMMMMM, EU TÔ DE OLHO EM VOCÊ. * Ele não gritava, porém a voz estava bem mais alta do que de costume, o que me deixava um pouco desconfortável no momento. Largaria a mão da jovem e me ajeitaria no assento, buscando ficar em uma posição confortável. O primeiro assunto eram os cartazes, que só agora os outros dois membros masculinos da equipe estavam vendo. Eles pareciam mais felizes do que eu com suas alcunhas, até porque elas davam menos margem pra piadinhas de tio. Umika parecia meio para baixo por nem ela nem Li Wan terem ganhado um cartaz, então resolvi tentar confortá-la com minhas habilidades inacreditáveis com as palavras. - Bem, a panda foi nocauteada com o ataque mais covarde da história, e você participou sim da luta com o cara tarado de sunga e chifres. Se vocês quiserem mesmo um cartaz, quando o próximo idiota aparecer querendo lutar com a gente, nós matamos ele e escrevemos o nome de vocês com o sangue. Assim a marinha vai achar que só vocês mataram ele e profanaram o corpo. - Sorriria inocentemente para a garota de óculos. Após isso, eu perguntava o que faríamos em seguida e Jacob falava sobre a caça a aranha gigante e sobre a implementação da "Golden Family" em Aracne. Eu achava que já havia ficado claro que o único que deveria ir atrás da aranha era eu, para que evitássemos o que ocorreu da última vez. Ela poderia me amassar, partir no meio, comer, mas eu sempre me regeneraria e poderia continuar lutando. Bastava ela conseguir injetar um pouco do veneno em algum dos outros membros do grupo e teríamos de voltar até a estalagem, ir no quarto do velho que acha que é Deus e pedir pra ele aplicar a cura na pessoa afetada. Contudo, o velho precisava de mais veneno para fazer um antídoto, então ser picado pela aranha representava o fim da linha para a pessoa. Ryu (eu ainda estou meio chocado com isso) deu uma opinião muito sensata sobre os dois assuntos, e por mais assustador que possa parecer, eu quase concordava com ele. Não quanto à máfia, mas sim quanto ao fato de termos de esperar a recuperação total do cozinheiro e juntarmos informações e nos fortalecer. Isso nós tínhamos de fazer mesmo, mas irmos todos para a caçada já era um pouco demais. - Eu não me importo muito com esse negócio de máfia, então fica a seu critério. Quanto ao outro assunto, eu meio que concordo com o loiro, porém nem tanto. Vocês têm certeza que é a melhor ideia irem enfrentar aquele negócio sem uma garantia de cura pro veneno? Eu posso sobreviver de boas, mas vocês são um caso diferente. Não é como se eu pudesse grudar vocês aqui e ir sozin-. Pera, eu posso sim! Enfim, eu só acho que é mais sensato vocês ficarem aqui e deixarem tudo comigo. Mas vocês já são grandinhos o suficiente para decidirem se querem arriscar suas vidas ou não. - Esperava que minhas palavras conseguissem adentrar aquelas cabeças duras, principalmente a do menino-vaca, e eles acatassem meu plano, porque eu sinceramente não queria ter que prendê-los para evitar uma investida suicida. Se o mais resistente entre nós havia quase morrido, que chance teriam os outros?

Ryu seguia com a ideia de conhecermos melhor nossas habilidades e perguntava sobre a minha, além de questionar se não tínhamos problema com ele chamar mais alguém pro grupo. Era naquele momento que eu me tocava que ainda não tinha falado nada sobre a fruta, mesmo que toda a ideia de revelar meus poderes em um espetáculo ter ido por água abaixo por conta daquele arqueiro idoso. Eu ainda vou matar aquele velho. Procuraria alguma faca ou garfo que estivesse ali perto e limparia-o em um guardanapo. - Contando que não seja outro maluco ou um esquisitão, não vejo problema. Quanto a minha fruta, é estranho eu não ter dito antes. Acho que a gente só não teve tempo mesmo. Eu comi a Ame Ame no Mi, a fruta do doce. Não me perguntem o motivo, mas aparentemente isso não engloba todos os doces, apenas melaço. Ela é uma logia, então meu próprio corpo se tornou essa substância, me permitindo fazer isso. - Colocaria a mão esquerda sobre a mesa e usaria a faca ou o garfo para arrancar meu dedo mindinho fora com um único golpe. Caso eu não tivesse nenhum desses objetos a minha disposição, apenas colocaria a mão sobre a mesa e faria com que ela se liquefizesse para efeitos de demonstração. - Além disso, eu posso criar e controlar esse melaço e também posso fazer ele endurecer e esticar se eu quiser. É bem versátil, mas eu ainda não sei controlar isso muito bem. - Depois de ter explicado tudo, Jacob tomava a palavra e parecia concordar com meu plano. Era um pouco difícil de entender exatamente o que ele queria dizer com aquilo, mas basicamente eu ficaria encarregado de dar um pau na aranha, ele iria atrás do dono das tais "tramoias" do local, apesar de não saber quem seria esse cara, e Ryu faria o que desse na telha. Bem, ele não ouviria reclamações de mim com um plano como esse. Aquela era a jogada mais segura na situação, e a que tinha menos chances de acabar com alguém enterrado. Antes que pudesse dar meu apoio verbal, uma fucking espada foi encravada na nossa mesa. Segurando a mesma, estava uma garota voluptuosa e aparentemente bem violenta. Acabou que não éramos os únicos com pendências com a aranha gigante. Isso é tipo um critério pra ficar na ilha ou o quê? Olhando fixamente para os olhos da espadachim, apontaria para a espada e diria. - Primeiro, você acabou de danificar patrimônio privado. Segundo, quem te ensinou boas maneiras tem que ir no inferno. Terceiro, quem diabos é você? E quarto, quem disse que você vai com a gente. Pera, quem disse que vai ter a gente? Eu vou sozinho! - * Calma, nervosinho. Tá se enrolando todo. * - Ela só me pegou desprevenido. Quem é que chega atacando uma mesa do nada? -

Caso ela tentasse me atacar por algum motivo, tentaria perceber se o ataque seria focado apenas em mim ou se poderia acabar acertando alguma outra pessoa. Por estarmos sentados juntos em uma mesa, os únicos tipos de ataques que não corriam risco de acertar mais ninguém eram as estocadas, golpes verticais e diagonais, dependendo da inclinação. Caso fosse uma estocada, jogaria meu corpo para o lado apenas o suficiente para escapar de um golpe em cheio, deixando que ela me acertasse de raspão para saber se ela conseguia me ferir ou não. Para ataques verticais e diagonais, afastaria minha cadeira para longe do ataque ou simplesmente ignoraria o bem estar do móvel e o jogaria para o lado antes de pular para trás, também deixando que ela me acertasse de raspão, de preferência no cabelo se eu percebesse que seria possível. Agora, se ela pretendesse usar algum movimento que poria em risco o bem estar de outra pessoa, eu usaria ambas as mãos para segurar no cabo da espada antes que ela terminasse o movimento, ao mesmo tempo que tentaria empurrar a pessoa que corria risco usando meu tronco ou quadril. Começaria a liberar meu melaço pelas mãos e faria-o começar a se espalhar pelos braços dela, até passar pelo menos dos cotovelos. Quando isso ocorresse, faria o material ficar o mais sólido que eu conseguisse e me afastaria, esperando que o pessoal fizesse o mesmo.

Contudo, havia a possibilidade de que ela se mantivesse calma e não tentasse matar nenhum de nós. Caso isso acontecesse, esperaria que todos dessem suas opiniões sobre o assunto, mesmo achando que eles teriam uma reação parecida com a minha. Eu estava redondamente enganado. Acho que foi inocência minha pensar que o cozinheiro não iria dar em cima dela. Afinal, ela chamava muita atenção com sua "grande" presença. Chamar ela pro bando talvez tenha sido mais surpreendente do que ele xavecá-la, porém ainda era um pouco dentro do esperado. O loiro já parecia jogar mais na defensiva com ela, e até parecia estar tentando intimidá-la. Se iria funcionar ou não, só o tempo diria. E foi a partir dai que as coisas começaram a sair da linha. Primeiro, o loiro parecia achar que tinha ascendido aos céus e se tornado meu chefe, pois começava a me dar ordens e a seguir um plano que ele tinha acabado de inventar e que não tinha nem perguntado se concordávamos. Segundo, ele parecia achar que eu tinha algum conhecimento de rastreio, coisa que eu não possuía e nunca havia falado sobre isso. Terceiro, simplesmente cagou pra o que eu e o cozinheiro pensávamos e queria que todos fôssemos para enfrentar a aranha. * Staz, não deixe isso acontecer. Você sabe que- * -Cala a boca. - Eu sentia meu sangue, ou melaço, ferver dentro do corpo. Meus músculos começavam a se tensionar levemente e me mantinha em silêncio, apenas observando o que se passaria a seguir. Todavia, eu juro, quando ele inventou de dar aquele sorriso e falar que confiava na gente, eu consegui visualizar uma dezena de formas de amassar a cara dele com um chute. Aquela fala praticamente significava que minha maneira cautelosa de agir, era falta de confiança nas garotas. - Fomos massacrados da última vez, quase perdemos um membro da equipe, e você quer arriscar tudo de novo? Quer levar uma garota que tem pavor de aranhas pra enfrentar uma que é do tamanho de um navio e possui um veneno mortal do qual a gente não possui a cura? - Falava aquilo entre os dentes, com um tom baixo, porém colérico. Inspiraria o máximo de ar que conseguisse e soltaria tudo de uma vez pela boca, usando o tempo para limpar minha mente e tentar me acalmar. Terminaria de tomar minha bebida e me levantaria da cadeira. - Façam o que quiserem. - Aquela frase não parecia ter o mínimo de emoção, e era isso que esperava. Sairia do local e começaria a ir na direção da floresta, caminhando devagar e observando a flora que me cercava. Sem a neve, talvez conseguisse notar coisas que me escaparam da primeira vez que adentrei a floresta, e então as recolheria e guardaria se possível fosse. * Então é isso? Você vai deixar isso seguir em frente? É SÉRIO? * - O QUE VOCÊ QUER QUE EU FAÇA, EN? QUER QUE EU MATE ELES? QUER QUE EU TENTE PRENDER ELES? QUER QUE EU PONHA JUÍZO NELES? DO QUE CARALHOS ISSO VAI ADIANTAR! - Chutaria com todas as forças a árvore mais perto e depois seguiria em frente, continuando a colher o que fosse interessante para mim. Meus passos começavam a ficar mais pesados e minha respiração ficava mais audível. Passaria a colher as coisas como se estivesse arrancando uma erva-daninha ou algo indesejado. Minha fúria se tornava evidente. Enquanto seguia com um destino incerto, falava para mim mesmo. - O que eu não daria pra achar aquele velho desgraçado agora... Tenho certeza que quando terminasse de matar ele, me sentiria bem melhor. -

Histórico:
 


Última edição por GM.BuzzB em Qua 22 Ago - 13:09, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 2 EmptyQua 22 Ago - 4:36

O Homem de Terno!

Um Homem, Um Objetivo, Uma Família.







Nosso confronto tinha acabado, meu irmão e eu encontramos em nossa pequena peleja o que eramos em essência, algo que não se podia mensurar por bravatas, falações ou " demonstrações nada práticas", mas que quando os punhos chocavam-se, quando os desejos mostravam-se, ai sim, tal crescimento poderia ser medido. Quando finalizamos o nosso confronto a minha demonstração de afeto foi esquivada, esquivada como se meu irmão " temesse " o significado de um abraço, não, não acredito que ele tema, mas no fundo pode apenas não querer demonstrar seus desejos simples, não agora.


Caminhamos então com passos largos ate o local que seria o nosso lar por mais alguns dias antes que pudéssemos seguir viagem, pudemos ver Buzz Bee passar com certo alvoroço para a nossa velha "xaranga" mas apesar da curiosidade assolar a minha porta me limitei apenas a seguir para onde estávamos indo. Lá dentro pudemos pedir algo para beber, podemos nos acomodar e acima de tudo, lá poderíamos conversar com o minimo de tranquilidade, ao menos foi isso que pude achar.

Buzz Bee aproximava-se de nós, naquele momento estávamos em nossa "Rosca de Cavaleiros", ou seja lá como meu irmão costumava chamar a união de seus " Cavaleiros " para conversar. As habilidades de Bee tornaram-se mais evidentes com todas as suas demonstrações, os interesses e desejos de meu irmão mostraram-se ainda mais sensatos e ousados quanto a toda aquela situação. Naquele momento parecíamos estar em uma guerra fria onde cada movimento poderia acarretar em um verdadeiro desandar, apesar de não estarem errados todas as palavras ditas pareciam nada mais nada menos que bravatas para o que teríamos de fazer.

Bee mencionava suas capacidades, mencionava o plano base, mas não a solução definitiva, minhas habilidades também foram questionadas e foi nesse momento que me recostei onde estava sentado, era a hora de falar, não como um membro, não como o homem que era a muralha e a defesa de cada um dos presentes mas como o homem que era responsável pela escolha e decisões de uma parte importante do grupo, como o Chefe da Golden Family:



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— Eu "saquei" tudo que foi dito "Brothers", é a hora de começarmos a "sacudir o esqueleto". "B-Boy" está certo, ele é o mais indicado para "dar uma corça" na "peluda", eu com minhas " sacadas bovinas " posso melhor me sair em " colocar uma moral " no dono das " tramoias " dessa "chapa quente" aqui e você "Anaki-Boy", bem, você pode fazer o que faz de melhor, treinar para ficar mais forte que o "Chapa Barbudinho" lá no céu.  


Apesar de um linguajar pouco formal era claro que eu estava falando que cada um de nós tinha um destino exato, uma preocupação exata a se lidar, Bee tinha razão, ele aparentemente era o ser intangível mais capaz, apesar de minha força quando em homem bisão aparentemente ter ficado em evidência, eu precisava compreender melhor o que minha fruta era capaz, treina-la teria de ser preciso eramos leigos lutando contras profissionais.





Mas foi no momento que iria completar meus pensamentos que ela surgiu, bela como uma onda em meio ao verão quente, tão selvagem quanto o rugido de um leão e tão quente como uma brasa capaz de esquentar qualquer coração. Sua espada sendo cravada no meio da mesa e a atitude surpresa de Bee me fizeram abrir um leve sorriso, ao ver as palavra que definiram o seu desejo de nós seguir me colocaria a disposição mostrando minha real altura e porte para a mesma, minha mão passaria pelos meus cabelos e dois passos suaves seriam dados apenas para encurtar distância enquanto falaria em tom amistoso e convidativo:




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— Hei Hei Hei "Broto", não ligue para o que ele está falando. O maninho queria ver se mais alguém podia entrar nessa trupe de loucos, acho que da para aceitar alguém que consegue sair vivo desse encontro que está por vir não acham?


Minha forma gentil de questionar não era única e exclusivamente para diminuir os ânimos, mas por que não é sempre que uma bela dama quer acompanhar cinco desconhecidos a uma floresta, a moça podia ser louca e selvagem, mas sinceramente, ela tinha bastante fibra, isso não podia se negar.  

Esperaria a resposta de meu "Anaki-Boy" para que pudéssemos seguir os nossos caminhos caso o mesmo acha-se uma boa ideia preparamos os terrenos para as nossas ações quanto a aranha que teríamos de enfrentar, enquanto também caso ele acha-se uma péssima ideia apenas o seguiria em meio a suas decisões enquanto falava para o mesmo:



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— Então "Anaki-Boy", sei que quer saber mais sobre minhas "Sacadas", sobre como vamos fazer tudo mas, acho que agora temos a ideia de um plano, precisamos executar ou estaremos em uma "Gelada".




bichaelson



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Historico Afro:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 2 EmptyQua 22 Ago - 11:09




RISE OF THE DRAGON


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Eu tinha que admitir. A ideia do menino Bee era bastante razoável. Além de suas novas habilidades serem as mais versáteis do grupo, a intangibilidade o tornava praticamente invencível em um combate. Cortar um dedo e regenerá-lo sem dificuldade alguma desafiava o senso comum. O mais impressionante de tudo era a expressão do menino cú doce. Aparentemente ele não estava sentindo absolutamente nada.

Por um breve momento eu hesitei. Talvez deixá-lo encarregado da aranha não fosse uma má ideia, mas, ao olhar para o meu irmão e para as garotas, eu senti que essa não era a melhor decisão.
A ideia a do Bee era a mais segura de fato, no entanto, até onde esse pensamento pequeno poderia nos levar? Ser cauteloso era uma coisa, mas ser covarde era algo completamente diferente. Essa não era a essência da nossa tripulação. Lutar contra aranha era uma grande oportunidade não somente para colocar em prática o nosso crescimento, mas também, e principalmente, para o desenvolvimento em geral do bando.

Antes que eu pudesse levar a conversa adiante, uma espada fincava-se na mesa pegando todos desprevenidos. Assim como ontem e hoje, a garota surgia subitamente como uma assombração, só que diferente de um fantasma – incorpóreo – ela era feita de carne e osso. Sua comissão de frente até podia chamar atenção, mas a sua selvageria e falta de delicadeza aparentemente era o seu grande diferencial. Enquanto menino cú doce chorava de um lado, aniki quase que instantaneamente lançava o seu charme.


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– Yare yare, mas que bando de problemáticos. – Falei baixo, para mim mesmo, demonstrando um sorriso honesto no canto dos lábios. Era engraçado ver o menino cú doce se comportando como um lorde querendo dar aula de educação, em contrapartida, meu aniki obedecia aos seus instintos mais selvagens, pensando mais com a cabeça de baixo do que com a de cima. Quanto a mim? Bom, eu não me importei muito à brutalidade da garota, depois de encontrá-la duas vezes eu já estava acostumado com sua estranheza.

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– Aniki, quando é que você vai voltar a cozinhar? A comida daqui é boa, mas não chega aos pés da sua. Bem que eu gostaria de um filé no osso com uma pitada de mel. – Diria de boca cheia beliscando uma coisa ou outra que estava à disposição na mesa. Depois ter comido, feito exercício, e principalmente ter tomado um pouco de álcool, a ressaca e a sensação de cabeça pesada tinham sumido completamente, consequentemente deixando o dia mais lindo do que normal. Como era bom voltar ao meu normal! Infelizmente, apesar do momento de descontração, nós tínhamos assuntos inacabados.

Cruzando a perna em cima da outra e tomando uma postura mais séria e enigmática, apoiaria meu rosto delicadamente na mão esquerda à medida que voltava minha atenção a garota. Eu a encararia diretamente nos olhos por alguns segundos, e deixando escapar um sorriso tímido, gesticularia com a destra para que ela escolhesse uma cadeira disponível.


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– Essa não é a primeira vez que nos encontramos, nem a segunda. Eu não tenho muito interesse em garotas selvagens e sem um pingo de delicadeza, mas eu estaria mentindo se não estivesse curioso ao seu respeito senhorita – Apesar da garota ser uma bela espécime do sexo oposto, ela não me chamava nem um pouco de atenção nesse aspecto. Faltava-lhe sensualidade, delicadeza, charme. Comparada com Li Wan-chan e Umika-chan, que eram pessoas doces e sensíveis, ela estava muito atrás, pior ainda se comparado à senhorita Guin. Até mesmo a enfermeira-chan de Dawn Island era muito mais mulher.

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– Eu não lembro o seu nome agora, mas o que eu quero saber é porque você está nos espionando. Qual o seu objetivo? Você espera mesmo que eu vá confiar as minhas costas e a dos meus amigos a qualquer pessoa? – À medida que eu falava, minha expressão iria se tornando cada vez mais séria e profunda, deixando o ambiente pesado. Se a minha voz encantadora exalava charme, agora o meu olhar bruto e desafiador deixava claro que eu não estava para brincadeiras. Por um momento eu olharia para o meu aniki sinalizando que não era para ele se meter. Em seguida, olharia para o menino cú doce.

Instintivamente eu sabia que ela não era uma má pessoa, até porque se ela quisesse nos fazer algum mal ela já teria feito. Desde que chegamos na ilha até agora, com certeza não lhe faltaram oportunidades. De todo jeito colocar um pouco de pressão era necessário. Nós precisávamos saber mais a fundo que tipo de pessoa ela era, e como eu já tinha dito antes, qual o seu objetivo. Por que ela se arriscaria em uma batalha tão perigosa com um bando de pessoas desconhecidas?


– Bee, você irá ficar encarregado de investigar mais a fundo a floresta. Se possível eu quero que você rastreie o covil da aranha, e tome ciência da extensão do seu território. Em hipótese alguma você deve confrontá-la, a não ser que seja inevitável.

Por mais que você seja capaz de derrotá-la sozinho, amanhã nós iremos confrontá-la todos juntos. Essa é uma ótima oportunidade para que nós cresçamos como um bando. Se nós não somos capazes de sequer de derrotar uma aranha, então nós estamos fadados ao fracasso futuramente.
– Por mais que essa seja uma decisão difícil, eu tenho absoluta certeza que ela é necessária. Umika-chan e Li Wan-chan, também precisam crescer e depender menos da gente. No futuro elas terão que confiar em suas próprias habilidades se quiserem se proteger.

– Li Wan-chan, Umika-chan, se possível eu quero que vocês comprem suprimento que faltam para nossa jornada. Depois disso vocês estarão livres para fazer o que quiserem. Por mais duro que minhas palavras possam parecer, eu quero é que vocês sejam mais independentes. Nem sempre eu, aniki, e Bee estaremos juntos para protegê-las. – Eu sabia que estava sendo duro, talvez até insensato, mas que escolha eu tinha? A Grand Line era o mar mais perigoso do mundo, e se elas quisessem sobreviver, elas teriam que começar a mudar e se adaptar ao invés de simplesmente usar o restante do grupo como muletas.

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– Eu confio em vocês. – Incentivaria irradiando um largo sorriso no rosto, desfazendo todo aquele clima pesado de reunião. Eu queria brincar, e desfaze-me dessa máscara que não combinava em nada comigo, mas infelizmente esse não era o momento. Nós não estávamos brincando de piratas, e de certa forma a nossa “távola” existia justamente para que em determinadas circunstâncias nós tomássemos decisões sérias. Como líder do grupo, eu tinha que ser o mais maduro possível, mesmo que minhas palavras parecessem cruéis.

– Mais uma coisa, Umika-chan, Li Wan-chan. Não confiem em ninguém. Eu e o aniki estaremos na estalagem, e iremos juntar informações para dar seguimento ao plano. Por fim... – Olharia para a espadachim mantendo o sorriso mais contido.

– Que tal nos ajudar um pouco? Nós só iremos batalhar a aranha amanhã, até lá essa é uma ótima oportunidade para nos conhecermos melhor. Por mais que possa parecer estranho, eu sei que você não é uma má pessoa.

Histórico de Pedrão:
 
Codigo do Caçador:
 


(As imagens são ilustrativas)





Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.

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Hoyu
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 2 EmptySex 24 Ago - 22:09



Plano de ação!


  • Todos


A demonstração de Buzz deixava claro que ele era a pessoa mais indicada para enfrentar a aranha, mas, depois de trocarem algumas palavras sobre a golden family e sobre o que fariam na ilha, uma espada foi fincada na mesa, assustando a todos. Violet aparecia novamente, e trazia consigo não um pedido, mas um ultimato. Jacob parecia ter ficado animado, Ryu intrigado, mas Buzz nitidamente era totalmente contra. Ele já queria ir sozinho contra aranha, então levar outra pessoa estava fora de cogitação. - Também não sei se isso é uma boa ideia... - Comentou Umika, um tanto insegura. Mesmo assim, Ryu decidiu questionar a garota sobre o pedido. - Ei, ei, ei. Parece estar tendo um mal entendido aqui, eu não espiei vocês. Foi Nimura que me contou que vocês estavam indo enfrentar a Aranha-Mãe para pagar o tratamento daquele medico bizarro. - Ela respondeu, indignada.

- Além do mais, não estou fazendo isso por vocês. Ninguém nessa espelunca me leva à serio, então quero matar a Aranha-Mãe para ganhar respeito. - Com as perguntas respondidas, o jovem de cabelos loiros começava a dar ordens a todos, que eram nitidamente repudiadas pelo Ladrão de Mel, mas suas reclamações pouco surtiam efeito. E, quando Ryu sorriu e disse que confiava neles, que ele perdeu a paciência e saiu sem dizer mais nada. Ele estava nitidamente transtornado e, por Umika imaginar onde ele estava indo, decidiu deixá-lo ir sozinho. Se tudo desse certo, aquilo terminaria antes que eles precisassem fazer algo.

Saindo da Estalagem, Staz seguiu para a floresta, onde, em sua ira, chutou com força uma arvore. Agora seu controle da akuma estava melhor, e seu pé não se desfez em melaço quando executou o chute, o que era um bom sinal. Ele procurava plantas ou coisas novas na floresta para catar, mas a neve parecia ter matado boa parte da vegetação que não estava acostumada e mesmo agora que já havia derretido, a mesma ainda estava se recuperando. Andando cada vez mais fundo na floresta, logo pode perceber que havia chegado na Cidadela, pois a luz havia ficado extremamente escassa e o número de aranhas havia aumentado muito. Tudo parecia calmo, até que duas grandes aranhas apareceram. Não eram tão grandes quando a matriarca que haviam encontrado, mas eram do tamanho de uma cada de casal cada um. Uma das aranhas, entretanto, possuía algo estranho: uma de suas pernas parecia ter sido cortada na metade e, no lugar, havia sido posto uma concha pontuda, como uma prótese, e em sua extensão haviam escritos que o mesmo não sabia ler. As duas pareciam agressivas e prontas para atacar.

Dentro da Estalagem, Violet tomava um assento com eles após Buzz ter se retirado. - Beleza, e qual é o plano? Ou vocês pretendem acabar com a raça da aranhona sem um plano? - Infelizmente não houve tempo para respostas, pois Jacob repentinamente se levantou. - Já volto, pode continuar a reunião sem mim. - Disse ele, e se retirou. Ele parecia meio sério, principalmente por não ter usado nenhuma de suas gírias na frase, mas não parecia ser nada demais. Isso, é claro, seria o que os outros perceberiam; o próprio Jacob sabia que havia algo de muito errado. Ele não queria se levantar, não queria falar aquilo e não queria se retirar, mas seu corpo se movia sozinho. Era como se ele não tivesse controle do próprio corpo, e fosse apenas um espectador vendo pelos olhos de outras pessoas enquanto seu corpo caminhava pelos corredores da Estalagem até chegar em um quarto meio escondido no primeiro andar.

As luzes estavam apagadas, e quando foram acesas ele pode ver uma mulher sentada em uma cama do outro lado do quarto. Anastasia. - Vocês estão sempre causando confusão, não é mesmo? - Disse ela com um certo tom de prazer e desejo na voz. Sua mão direita estava erguida sem motivo aparente, e mesmo naquela situação Jacob ainda não conseguia controlar seu corpo. - Mas não pude deixar de ouvir o que falaram lá no salão de jantar. Nico Itori tem ouvidos por toda a ilha, e vocês deveriam ter sido mais cuidadosos. - De um baú ela pegou uma algema estranha e colocou nos pulsos do Touro, o prendendo. De imediato Jacob se sentiu mais fraco, seja lá o que aquilo fosse, e repentinamente o controle do seu corpo voltou, enquanto caia de joelhos. - Seu amiguinho foi sozinho para a floresta, então n~;ao precisaremos nos preocupar em acabar com ele. Com você preso, só falta acabar com seus outros 3 amiguinhos. - Jacob estava fraco, mas pelo menos agora conseguia mover seu corpo, apesar de seus braços estarem algemados nas costas. Mesmo assim, sua situação era bastante complicada.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 2 EmptySab 25 Ago - 1:20

Na teia da aranha!

Pego como uma mosca!







As palavras daquela garota, as resposta de Buzz, as duvidas de Ryu e as incertezas das garotas, tudo isso parecia um turbilhão para mim, todos tinham missões naquela ilha, todos tinham metas a cumprir e todos tinham que se esforçar para que fosse de fato possível fazer o melhor para toda aquela família que nós eramos. Existiam dividas a serem pagas, planos de derrotas a serem feitos, desejos de luta a serem alcançados, nesse momento eramos fortes, temidos e procurados, chegou a hora de fazermos algo quanto a isso, chegou a hora de nos impormos e foi quando iria convidar meu irmão após a saída de Buzz que algo aconteceu.


Meu corpo não respondia por mim, era como se meus músculos não estivessem mais sobre o meu controle, eu não era mais eu, minha voz, ela saia de mim, ela era direcionada a meus amigos e apenas a angustia tomava conta de meu corpo, pois nada daquilo foi o que eu dizia "ACORDEM SEUS DESGRAÇADOS!! NÃO SOU EU FALANDO!!!!" , gritava em minha mente mas parecia que não era ouvido por ninguém e logo meus passos começaram a me levar para o destino que meu corpo desejava ir, mas não o que minha mente relutante dizia para seguir.


Enquanto caminhava lentamente podia apenas acompanhar com meus olhos o percurso, tentava decora-lo, era a única coisa que podia fazer, eu precisava de um plano, precisava de um rápido plano, ou séria uma isca fácil para meu predador logo logo. Quando me deparei com a porta no fim de minha caminhada pude ter a certeza de que as coisas não seriam nada boas, abri a mesma, adentrei na sala escura e quando a porta se fechou e as luzes se ascenderam lá estava ela, ANASTASIA, a bela cantora aranha a qual tive o prazer de flertar e conseguir um belo de um não, por um lado odiaria ter de fugir dela, mas por outro, seu sorriso, sua voz, sua sensualidade, tudo isso indicava algo que eu aprendi ao longo dos anos como um " Galante Incorrigível", aquilo era um bote.


Ela aproximou-se e me algemou, minhas forças foram sugadas, seja o que for aquilo me fez dobrar os joelhos como um maricas, eu não tive nem mesmo a chance de respirar, era como se " parte de mim tivesse adormecido " e sinceramente, isso me preocupou de muitas formas. As mãos nas costas e o olhar para baixo me fez falar as primeiras palavras com certo pesar, pois naquele momento alguém tinha me traído de alguma forma ao menos:



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— Eu pensei que tinhamos "um lance" , mas "Broto" isso foi bem baixo...


As palavras daquela mulher me ardiam o coração, sim ela estava trabalhando para nós trair a muito tempo, irá, acho que era isso que eu devia sentir, mas naquele momento dela sentia apenas uma coisa: PENA . Sua postura dominante e a suas capacidades de manipulação a coloca em uma situação delicada para comigo, estava eu sendo rechaçado e defender-me daquilo seria difícil. Com dificuldade tentaria me levantar, mostrar que estava pronto para " Encarar aquela barra ", seja o que fosse, estava pronto para mostrar a ela quem era Jacob Allan, quem era o homem que protegia Ryu Tatsuya e Buzz Bee.





Cada músculo do meu corpo forçaria ao máximo, cada traço de força seria buscada no meu interior para ficar de pé diante daquela inimiga tão poderosa, não, não pretendia ferir ela com meus punhos, nem mesmo permitiria que ela fosse condenada por obedecer ordens de um homem envolto em sombras, envolto no obscuro mundo do submundo, mas não deixaria que ela se esquecesse de uma coisa, ela estava lidando com Jacob Allan,
O TOURO:



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— Escute bem " Broto-Chan", escute com bastante atenção. Você mande um recado para "Nico-Borra-Botas-Chan", diga ele que ele acabou de declarar guerra a "Golden Family" e isso significa duas coisas...derrota e morte!


Tentária então com todas as minhas forças fazer algo que nunca esperaria fazer, fugir de um confronto, mas se ferir uma dama fosse uma opção, não seria a minha. Meus calcanhares seriam minha ponta fixa, mesmo mais fraco me arremessaria para trás com toda a minha força, meu plano? Simples quebrar a porta do lado de trás das minhas costas, tentaria fazer isso se a melhor opção fosse a porta, do contrário tentaria fazer isso na primeira janela que eu visse, independente de altura, caso nenhuma dessas opções fossem viáveis taria deixar claro para ela com o máximo de intimidação possível que aquilo não era uma ameaça e sim uma promessa, para que assim pudesse desestruturar a sua postura dominante por um instante.  

Em caso de uma das duas primeiras variáveis mostrar-se eficaz tentaria me movimentar da melhor maneira possível para o local mais longe possível do ponto de visão dela e da maneira mais eficaz possível ( Não ficando em lugares visíveis ou em linha reta ), tudo isso enquanto buscava uma possibilidade de aproximação do grupo novamente sem deixar rastros primários :





bichaelson



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Historico Afro:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 2 EmptyDom 26 Ago - 13:16

Insecticide


Staz


A raiva que sentia enevoava minha mente, e eu acabava adentrando cada vez mais na floresta enquanto procurava plantas para colher. Infelizmente, a neve que havia estranhamente assolado aquela ilha tinha matado a vegetação do local, e agora era praticamente impossível conseguir algum material que me fosse útil. Ainda mais frustrado, seguia até chegar em uma região pouco iluminada da floresta onde a quantidade de aranhas era consideravelmente superior a dos outros locais. - Talvez essa seja o tal local dominado por esses bichos. Será que aquela coisa gigante tá por aqui? - Eu já começava a ficar animado para chutar aquela bunda gigante pelo resto do dia, porém não tive tanta sorte. Em seu lugar, surgiam duas aranhas de tamanho anormalmente grande, mas que ainda eram bem menores que a mãe. Diria que elas tinham um corpo do tamanho aproximado de uma mesa grande, ou algo do tipo. Para todos os efeitos, eram maiores do que eu. - Dois contra um? Aranhas não tem honra não? Ah, esquece. Não é como se eu tivesse tempo pra perder lutando com uma de cada vez. Sorte de vocês que eu não tenho um par de adagas aqui, isso ia ficar feio bem rápido. - Meu tom de voz deixava claro meu entusiasmo com a situação, e este parecia que só aumentaria dali pra frente. Observando a dupla melhor, pude notar que uma delas possuía uma espécie de objeto pontiagudo que completava uma das pernas. Havia alguns símbolos desenhados naquilo, contudo eu não conseguia entender o que significava. Talvez uma língua morta? Alguma mensagem em código? Algo totalmente sem sentido que serve apenas pra tirar onda de quem achar esse negócio? Não tinha ideia. A única coisa que sabia era que tinha que ter cuidado com aquilo até descobrir o que fazia, além de que eu ia pegar aquela coisa pra mim assim que terminasse de esmagar essas aranhas.

Estava na cara que aqueles bichos não estavam ali para fazer amizade, e só de olhar um pouco, já dava pra notar que elas iam tentar algo. Minha maior preocupação era com a aranha diferenciada, já que aquela coisa na perna dela poderia ter alguma habilidade que permitisse que ela me ferisse, e isso é a última coisa que eu quero no momento. * Foque nela primeiro. A outra provavelmente não deve conseguir te ferir, então o mais sensato é acabar logo com a que possui essa prótese especial, enquanto você ainda está cem por cento. * - Bom conselho, ó sábio Panzer do lago. Eu vou matar a Sally primeiro. - * Quem infernos é Sally? * - Ora quem. Quem mais seria? Óbvio que esse é o nome da aranha com esse troço estranho! Fica mais fácil diferenciar elas se eu der nomes, já que elas são praticamente iguais. E só pra constar, o nome da outra é Molly. Assim todo mundo têm nome e fica feliz. - * Contanto que você não resolva criar essas coisas, por mim beleza. * - Se essas coisas possuíssem veneno e se sua namoradinha não tivesse medo, elas seriam nossos cães de guarda pra não deixarmos o navio desprotegido. - * Não dá para competir com uma lógica dessas. * - Obrigado! Continuando. - Com uma investida rápida, iria em direção à lateral de Sally que fosse oposta a que Molly estivesse, de modo a dificultar um ataque em conjunto das duas. Sabendo que elas provavelmente não ficariam paradas esperando que eu atacasse, ficaria atento àquele amontoado de pernas, em especial à perna especial de Sally.

Durante meu avanço, no caso de ataques em movimento de estocada, me moveria para o lado que fosse mais distante de Molly e seguraria a pata com uma das mãos. Com um movimento de puxar, impulsionaria meu corpo em direção à aranha e aceleraria ainda mais com minhas pernas para uma aproximação rápida. Tendo alcançado a distância necessária, daria um chute frontal com a perna direita na cabeça da aranha e, caso fosse bem sucedido, produziria melaço por esta perna para cobrir a face do bicho, com a intenção de bloquear sua visão. Após isso, colocaria minhas mãos sobre Sally e usaria-as para me lançar para cima dela, onde começaria a pisar fortemente sobre ela e a me mover por todo seu corpo, de modo a não me tornar um alvo fácil. Enquanto iria pisando, deixaria as mãos espalmadas e os dedos unidos, e começaria a moldar ambas as mãos para criar algo parecido com lâminas de adagas. O formato não importava muito, contanto que elas fossem pontiagudas e afiadas para cortar. - Eu sei que disse pra vocês que estava sem um par de adagas, mas na minha cabeça essas coisas aqui não contam como adagas. - Se Molly tentasse me atacar enquanto eu ainda estivesse sobre sua irmã, ou se a própria Sally tentasse alguma gracinha, me limitaria a esquivar para lados em que eu ainda me mantivesse em cima da aranha ou com saltos, nos casos de ataques horizontais baixos, ou agachamentos, no caso de ataques horizontais mais altos. Com as lâminas improvisadas prontas, me abaixaria e tentaria fincar uma delas no corpo do animal. Se eu conseguisse realizar esse ataque, me moveria até a junção de sua cabeça com seu corpo e começaria a cortar o local, tentando decapitá-la. Apenas pararia caso fosse bem sucedido, as lâminas quebrassem ou notasse algum ataque vindo em minha direção. No último caso, me jogaria de cima da aranha e me afastaria da mesma. No caso das lâminas não conseguirem perfurar o corpo de Sally, as faria voltar ao normal e correria até a cabeça dela, onde saltaria o mais alto que conseguisse e juntaria as pernas, colocando os joelhos próximos ao peito. Na descida, quando estivesse próximo o suficiente, chutaria a cabeça da aranha com ambas as pernas e força total.

Se ao invés de estocadas ela tentasse golpes verticais ou diagonais, minhas esquivas constituiriam-se de desvios laterais com o corpo inclinado para frente, sempre priorizando ir para o lado que fosse mais distante do ponto final do ataque e de Molly. Quando alcançasse o alvo, aplicaria um chute ascendente em sua cabeça e depois desceria com a mesma perna para atacá-la com um golpe de calcanhar. Se conseguisse acertar pelo menos um dos golpes, passaria a aplicar chutes rápidos nas patas que estivessem mais próximas, com o objetivo de prejudicar a mobilidade dela. Percebendo um contra-ataque utilizando o objeto desconhecido, procuraria desviar completamente do ataque, evitando sequer tocá-lo. Até ter certeza do que poderia fazer, não podia arriscar sofrer um ataque com aquilo. Já se fosse um ataque utilizando uma das patas normais, desviaria da maior parte do golpe, deixando que ele passasse próximo o suficiente para me fornecer um leve corte. Aquilo servia para descobrir se a aranha tinha capacidade de ferir meu corpo, mesmo com minha fruta me permitindo certa intangibilidade. Notando que podia ser ferido pelo bicho, ou no caso dos ataques serem efetuados com a pata que continha a prótese, começaria a me aproximar com movimentos rápidos e cautelosos, tendo cuidado excessivo para não acabar sendo acertado,
e a liberar melaço pelo corpo, deixando-o escorrer para o chão. Esperava que aquilo fosse no mínimo deixar os movimentos de Sally mais lentos, o que facilitaria minha aproximação. Conseguindo chegar perto dela novamente, miraria na junção da pata "especial" com seu corpo e chutaria a região frontalmente. Sem perder tempo, sairia de perto do animal com um disparo em linha reta na direção oposta dele, porém sem deixá-lo sair do meu campo de visão.

No caso de ataques horizontais rasteiros, avançaria o máximo que conseguisse antes do ataque se aproximar e saltaria para frente com um movimento de cambalhota. Aproveitando o giro, daria um golpe descendente com ambos os calcanhares na cabeça da aranha e passaria a me mover até a sua retaguarda, onde ela estaria mais exposta por não conseguir me ver. Sem perder o embalo, saltaria em uma de suas patas e agarraria outra, mesmo que tivesse de me esticar para alcançá-la. Puxaria uma para perto da outra e liberaria o melaço sobre elas, cristalizando-o posteriormente e me afastando. Queria testar se conseguiria usar isto para prendê-la, o que poderia vir a calhar se ela se mostrasse muito trabalhosa. Se o truque não funcionasse, passaria a usar uma tática de bater e correr, chutando nas patas do bicho e desviando para o lado logo em seguida, antes de avançar sobre outra e atacar novamente. No caso da cristalização funcionar, passaria por baixo da aranha e agarraria o máximo de patas que conseguisse em uma investida, no mínimo duas, e usaria o mesmo truque de liberar o melaço e endurecê-lo. Sairia de perto dela e ficaria à uma distância segura de ambas as aranhas, observando o que fariam a seguir.

Com ataques horizontais visando minha parte superior do corpo, usaria um rolamento para desviar e os braços e pernas para me impulsionar para frente o suficiente para chegar em meu objetivo. Tendo sucesso, cerraria meus punhos e faria uma "luva" com a substância da minha akuma, enquanto revesava minhas pernas em uma série de chutes ao corpo de Sally. Assim que tivesse criado as luvas, solidificaria-as e me jogaria em baixo da aranha, onde começaria a aplicar socos e chutes em sua região inferior, esticando os membros para acertá-la, se fosse necessário. Na iminência de um ataque, ou percebendo que ela iria se mover para fugir dos golpes, sairia de debaixo dela e daria o melhor chute que conseguisse em seu corpo, tentando empurrá-la contra sua irmã. Conseguindo ou não, me afastaria de ambas e tentaria continuar me esquivando de seus ataques. Se sentisse que estava sendo pressionado demais, usaria as árvores ao meu redor como escudos para me proteger dos ataques, mas nunca deixaria de me manter atento para não acabar perdendo-as de vista ou sendo acertado junto da árvore.

Não entendia bem como, mas sabia que aranhas conseguiam criar teias um pouco pegajosas. Então, caso elas criassem algo branco ou disparassem ele em minha direção, tentaria me esquivar para o lado, sem ter contato com a substância. Caso fosse pego, tentaria romper a teia com força física e se isso falhasse, faria o melaço do meu corpo criar pontas para rasgar a substância. Se por um acaso eu conseguisse matar Sally, riria orgulhoso do meu feito e olharia fixamente para Molly. - Se eu fosse você, eu dava no pé. Se continuar aqui, vai acabar pior que a sua irmã. -

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 2 EmptyTer 28 Ago - 22:13




RISE OF THE DRAGON


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– Ohh. – Meus olhos se estreitaram com um relance de hostilidade ao ouvir que Nimura tinha revelado os nossos planos a garota. Para falar a verdade, não era segredo algum que nós iríamos, eventualmente, enfrentar a maldita aranha, entretanto, isso não mudava o fato de que ele tinha falado mais do que deveria. Desde o início a sensação que eu tive é de que ele era um sujeito misterioso, e que sabia muito mais do que aparentava. Dizer que o velho era um mero dono de uma pousada parecia, cada vez mais, uma ideia ingênua e sem muito fundamento.

De todo jeito não havia muita coisa que eu pudesse fazer a esse respeito. O que Nimura estava planejando, ou quais eram os seus objetivos, era, nesse momento, algo impossível de se conjecturar. O mais importante é que a espadachim seria uma ótima adição ao nosso grupo, e até onde ou quando essa parceria iria durar... Bom, era algo que eu não fazia a menor ideia. Eu apenas cerrei os olhos exibindo um sorriso simples no canto dos lábios.


– Você é realmente uma garota interessante. Eu gostei da sua honestidade, mais ainda do seu objetivo. Você pode não ter a delicadeza de uma mulher, mas eu respeito o seu coração de guerreiro. – Falei com honestidade, imaginando a espadachim não mais como uma mulher delicada, mas como um guerreiro e um companheiro de guerra. A sua franqueza, nítida em seus olhos, era mais do que o suficiente para me convencer de que ela estava falando a verdade, pelo menos era o que meu instinto me dizia.

Infelizmente o nosso tranquilo e delicioso café da manhã estava destinado a ser interrompido. Subitamente meu irmão se levantou da cadeira, e sem naturalidade alguma se despediu do grupo. Sua expressão era séria, mas o mais suspeito de tudo era o seu jeito estranho de falar. Se eu não estivesse de frente para ele, eu diria que a pessoa a minha frente não era de jeito algum o meu aniki. Algo estava errado, e antes que eu pudesse perguntar qualquer coisa ele já tinha ido embora em direção a escadaria da pousada.


“Aniki, o que diabos você está fazendo? O que diabos você percebeu?”

Fechei os olhos tentando acalmar meus batimentos cardíacos. Se o meu irmão tinha notado algo de diferente, muito provavelmente ele teria dado algum jeito de nos avisar, ainda que ele não pudesse falar. Umika-chan e Li Wan-chan poderiam não perceber, mas com certeza eu notaria qualquer sinal que o aniki fizesse. Cruzando os dedos das mãos em frente ao meu rosto, eu olharia para a espadachim com um sorriso irônico, ao tempo que ficava em alerta máximo para tudo ao meu redor.

– Parece que a oportunidade de mostrar o seu valor chegou antes mesmo do que você esperava. Umika-chan, Li Wan-chan... – Em seguida olharia para as duas garotas com um semblante sério deixando claro que elas deveriam ficar em alerta. Eu podia não ter a menor ideia do que estava acontecendo, mas isso não significa que eu não faria nada. Atentamente observaria cada pessoa no salão. Tentaria perceber os mínimos detalhes dos seus movimentos, verificando se havia algo de suspeito.

Se alguém mirasse alguma arma em minha direção, pegaria com destreza a garrafa em cima da mesa e jogaria na cara do sujeito. No caso de não ter tempo de reagir dessa forma, simplesmente balançaria a cadeira para trás tentando esquivar de qualquer ataque que me alvejasse, e ao “cair”, apoiaria minha mão direita já preparando um contra-ataque. Giraria o corpo dando uma rasteira no(s) indivíduo(s) mais próximo(s) seguido de um soco com o objetivo de arremessá-lo em seus companheiros. Correria em direção ao inimigo mais próximo fazendo zigzague tentando esquivar-me de qualquer ataque surpresa, e quando estivesse próximo o socaria com vários socos de direita e esquerda. Repetiria essa ação caso houvesse mais algum.

Na possibilidade das criaturas estarem juntas, daria um chute na mesa tentando arremessá-la na hora que eu caísse, e colocando as mãos nos chão, me impulsionaria em direção ao desgraçado(s) com um pequeno salto para frente a medida que gingava o meu corpo de um lado para o outro dificultando qualquer acerto, e na iminência do encontro desferiria socos consecutivos de direita e esquerda usando toda a minha força.

Eu ficaria atento durante todo o momento, e caso tentassem me atacar por trás, eu simplesmente me esquivaria para o lado fazendo um breve giro, seguido de um poderoso soco de direita. Se em algum momento durante o confronto disparassem contra mim, e não fosse possível esquivar, agarraria o primeiro inimigo que estivesse a minha frente e o usaria como escudo humano.


Histórico de Pedrão:
 
Codigo do Caçador:
 


(As imagens são ilustrativas)





Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 2 EmptySab 1 Set - 17:26




Cavaleiros divididos!

  • Jacob


Jacob se encontrava em maus lençóis. A mulher a sua frente não só trabalhava para o inimigo do grupo como o havia algemado com algo que o enfraquecia e o impedia de usas seus poderes e ainda possuía uma habilidade que a permitia controlar o corpo do cozinheiro. Não era uma combinação muito agradável. Usando de todas as forças que conseguia reunir, o Touro conseguiu se ergueram ficando de pé e cara a cara com a cantora da Estalagem. O olhar dela não havia mudado nada, continuando com aquela expressão de luxúria e desejo que um predador tem ao finalmente capturar sua presa e se preparar para comê-la. - Não poderia concordar mais. - Respondeu ela ante a promessa de Jacob. - Derrota e morte será a única coisa que vocês vão conseguir por serem arrogantes ao ponto de pensar que poderiam enfrentar Nico Itori.
Aquele era o momento. O cozinheiro flexionou seus joelhos e estava pronto para se impulsionar com seus calcanhares em direção à porta atrás de si, quando novamente seu corpo travou. A mão direta de Anastasia estava erguida de novo e mais uma vez ele não conseguia controlar seu corpo. - Você é muito persistente. Admiro isso, mas é inútil. - Seu corpo se levantou e ficou ereto contra a sua vontade, andou cinco passos para se afastar da porta e bateu com tudo sua própria cabeça contra a parede. Por mais que estivesse fraco, sua resistência ainda era implacável, e aquela batida doeu tanto quanto um simples cascudo. - Devo admitir que você é duro na queda. - Ela parecia se divertir com a situação, pois fez ele continuar batendo a testa na parede até quem pequeno ferimento se formou e o sangue escorreu entre seus olhos e começou a pingar no chão.
- Infelizmente não tenho mais tempo para brincar com você. Tenho mais ratinhos para me livrar. - Movendo sua mão levemente para a direita a mulher fez Jacob se jogar novamente no chão e saiu. Foi possível ouvir, de onde estava, o barulho da tranca sendo fechada na porta para que ninguém tentasse abrir aquele quarto. Não havia nenhuma janela e, mesmo que o cozinheiro tivesse o controle do seu corpo de volta, ele estava preso naquele quarto.

  • Buzz


Staz se via de frente para uma dupla de aranhas gigantes que não pareciam nada amigáveis a ele. Elas o rodeavam como se ele fosse sua presa, e o Ladrão de Mel se preparava para enfrentá-las, em especial a com a prótese na perna da frente. Sally, como fora nomeada, foi a primeira a se movimentar, executando um avanço em direção à Staz, que foi habilmente evitado com uma esquiva que levou o taekwondoka para o lado da aranha e deixando Sally entre ele e Molly. Quando a grande aranha se virou contra o mesmo, dois chutes, um ascendente é um descendente, acertaram em cheio o rosto da mesma, fazendo-a recuar com dor. O jovem ia continuar a atacar, mas um impacto repentino o levou ao chão. Molly havia avançado contra ele e, por algum motivo que ele não sabia, havia conseguido acertar seu corpo de verdade.
No chão, a aranha colocou as duas patas da frente sobre os braços de Staz, prendendo-os e o imobilizando. Naquele momento o pirata conseguiu ver como ela conseguia o acertar: suas oito patas estavam cobertas com farinha, de modo que, graças à desvantagem de sua akuma no mi, era possível o causar dano. Não só Molly, mas as pernas de Sally também pareciam cobertas de farinha. Com um ataque fulminante, a aranha tentou morder ele e envenená-lo, o que seria seu fim, já que não era tão resistente quando Jacob, mas por sorte parecia que suas presas não estavam cobertas com farinha, o que fez com que o golpe que acertou seu ombro apenas espalhasse melaço sem acertar seu corpo. Irritada, Molly se moveu para golpear a cabeça do pirata com a parar frontal, mas com isso deu espaço para que ele conseguisse recuar e se levantar.
Sally ainda parecia estar um pouco prejudicada com os golpes que havia tomado, mas agora que sabia que aquelas aranhas conseguiam acertá-lo tudo se tornava mais complicado, e não era preciso pensar muito para imaginar quem havia feito aquele truque com a farinha.

  • Ryu


Logo que Jacob se levantou e saiu, Ryu percebeu que havia algo de errado, mas não sabia o que era. Teria ele percebido algo que eles não? Mas não teria tentado avisar? Muitas perguntas se passavam na mente dele, e nenhuma delas tinha resposta por enquanto. Foi só quando Tetsuya chamou a atenção das duas companheiras que elas perceberam que havia algo de errado e se levantaram de imediato. Elas pareciam só estar suspeitando, mas a fala do Punho Dourado confirmou a suspeita de ambas. - Algo aconteceu, temos que descobrir o que. - Comentou Umika, olhando ao redor. Todos que estavam no salão de jantar haviam se retirado depois de comer, e agora os únicos ali eram eles quatro.
Ryu até tentou ver aonde Jacob havia ido, mas ele já havia desaparecido. Ele havia perdido seu aniki de vista. Ele, Jacob e Buzz haviam se separado. Sem mais opção, o loiro voltou para onde suas duas companheiras e a garota espadachim estavam. - E aí, o que houve? - Perguntou Violet, sem muitas esperança. Aquele salão vazio está muito suspeito e, enquanto ele olhava em volta atras de alguma posta que pudesse lhes dizer o que havia acontecido, foi possível ouvir o barulho de dois golpes se chocando atras de si. Violet havia sacado a espada e aparentemente havia tentado atacar Ryu pelas costas, mas Li Wan havia sido mais rápida e bloqueado usando seu bastão. - Eu sabia que você não era confiável! - Acusou a mink, enquanto Violet apenas se manteve calada e sem expressão.
Violet estava preparando-se para atacar novamente e Li Wan levantava seu bastão pronta para revidar quando Ryu sentiu algo se enrolar em seu pescoço. Um chicote. Umika havia sacado seu chicote e enrolado ele no pescoço do loiro, agora alertava como se quisesse enforcá-lo. Violet até era compreensível, ja que ninguém ali de fato a conhecia, mas o que estava acontecendo com Umika? Ela também apresentava uma expressão vazia e quase psicopata, pronta para matar Ryu quando quisesse, se Li Wan não tivesse golpeado ela na barriga e jogado-a para trás, fazendo-a largar o chicote, que se desenrolou do pescoço do jovem. - Umika? O que diabos está acontecendo com você? - A única que aparentava se manter normal era Li Wan, mas os dois ficavam cada vez mais pressionado por Violet e Umika. Algo definitivamente estava muito errado.




Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 2 EmptyDom 2 Set - 1:24

O Touro Levanta-se!

Desistir não é uma opção.







Ela era dura na queda, não posso negar, suas ações me encantavam enquanto observava toda aquela luxuria pronta para me devorar e consumir todos os meus ossos, que morte horrível seria se nem um beijo de despedida recebesse, mas por mais que os meus pensamentos não me permitissem, eu tinha de me concentrar. Minha postura e meu veredito final mostrou a ela que não estava disposto a desistir, sua resposta inexpressiva indicava que ela estava confiante do plano que seugia, das vantagens que tinha e do lider que obedecia, uma pena, uma verdadeira pena, pois ela não estava lidando com uma pessoa qualquer, estava lidando com o grupo mais casca grossa que conheceria.

E foi com sua resposta final que tentei a minha fuga, onde falhei miseravelmente, as habilidades de manipulação daquela mulher eram dignas de nota, ao movimento de usa mão meu corpo parou, era como se ela tivesse controle de mim, tivesse controle de tudo que estava se passando, ela tinha a vantagem, compreendia o meu poder enquanto eu não compreendia o seu, o que tornava tudo ainda pior.  Ao sentir meu corpo começar a se mover pensei comigo "Ela vai tentar acabar comigo..." e não poderia estar mais certo, ao me aproximar da parede ela me obrigou a me ferir, um , dois, três , dez, vinte golpes ate que meu corpo começasse a sangrar e foi me jogando ao chão e trancando a porta ao sair que pude compreender, eu estava sendo " tirado de campo " dessa batalha.


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No chão raciocinava tudo que estava se passando e enquanto o sangue escorria pensei no que eu tinha de fazer, aquela desgraçada tinha me tirado da jogada e eu não podia ficar ali apenas esperando ser salvo. Pedir ajuda seria uma das minhas primeiras opções mais após isso o que eu faria, sentaria e esperaria um milagre? Se o plano dela fosse de fato tão completo meu irmã também já estaria tendo contratempos bem mais complicados do que me salvar, mas mesmo tentando me concentrar ao máximo eu estava sem muitas opções. Tentaria então me levantar e com isso caminhar até a porta e de frente para ela gritária enquanto socaria com as duas mãos ao mesmo tempo ( devido as algemas ):



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— "ANIKI-BOY", EU ESTOU AQUI "ANIKI-BOY"!!!


Apesar disso, meu desespero era apenas para denunciar a minha localização, não esperava que ele escutasse de fato, estavamos em território inimigo e o inimigo tinha total contro-le sobre a situação, nos restava apenas retirar esse controle dele, então era a hora de mostrar o quão determinado e eu estava.

Caminharia pelo quarto alguns instante, tentaria observar rachaduras, pontos podres da madeira, tudo que me pudesse ser uma vantagem para sair dali, caso não encontra-se me posicionaria no centro do quarto e então respirando fundo me colocaria pronto para minha ação de " Auto-flagelo", me jogando no chão com a força e o peso que a minha velocidade e minhas capacidades proporcionavam, pois caso a porta não sofresse danos a saída por baixo seria a minha única opção viavel.

Faria isso quantas vezes fosse necessário se visse que estava surtindo o minimo que fosse de efeito, mesmo que isso me machuca-se mesmo que isso pudesse levar a ferimentos que tivesse de enfrentar depois, mas se não estivesse surtindo efeito algum me colocaria a pensar em quais soluções tomar, tentaria buscar nauqele quarto objetos que pudessem me ajudar ou ate mesmo anotações espalhadas pelo mesmo, não era algo agradável ser um
TOURO enjaulado.

bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 2 EmptySeg 3 Set - 21:01

Kill and Move On


Staz


A situação parecia estar sobre controle. Desconsiderando a prótese estranha que Sally possuía, nenhuma delas parecia ter um meio de causar dano em meu corpo. Esse fato me deu confiança e me tornou descuidado, mas eu perdoo minha falta de pessimismo. Tendo comido uma logia, meu corpo possuía uma quantidade limitada de fraquezas. Sendo algumas delas comuns a todos os usuários de Akumas no Mi, como a incapacidade de nadar e o kairouseki, e outra que talvez fosse única para minha fruta: A farinha. Não tinha ideia da lógica por trás disso, mas não era eu quem escolhia as regras desse jogo. Portanto, cabia a mim apenas aceitar e continuar meu caminho. Sabendo sobre tudo isso, seria estranho pensar que essas aranhas não possuíam nenhum desses materiais? Tava na cara que elas não poderiam me afogar, e acho que notaria caso alguma delas tivesse alguma couraça ou equipamento de metal, da mesma maneira que notei o que estava na pata de Sally. E, sério, quantas aranhas você já viu cobertas de farinha? No meu caso, duas. Era claro como o dia que havia alguém por trás disso. Elas não tinham nem cinco por cento do intelecto necessário para pensar nesse tipo de coisa, fora que elas também não deviam saber que aquele material em específico era um dos meus pontos fracos. Então, as perguntas de um milhão de dólares eram: Quem diabos estava por trás de tudo isso? Ele ou eles possuem algum outro objetivo além de me matar? E, sou eu o único alvo?

A primeira pergunta não tinha muitas alternativas. Fora meu grupo, que não tinha motivos e nem os meios para fazer esse tipo de coisa, só duas outras pessoas sabiam sobre os meus poderes. Nimura, que parecia ser um cara legal e não tinha motivos para odiar nenhum de nós, e o velho do arco e flecha. Já da pra saber em quem eu apostava todas as fichas. - Ele viu minha habilidade em primeira mão quando tentou me matar. Fora que, tenho quase certeza de que ele assistiu nossa luta contra a aranha-mãe. Sabendo dos meus poderes, só precisava descobrir a fruta ou a fraqueza do elemento para ter uma forma de me matar. E mandar esses negócios? Isso casa completamente com aquele idoso do caramba. - A segunda pergunta não parecia ter uma resposta clara e nem ser necessária. Não importa o motivo que tenham. Se tentarem matar alguém com quem me importo ou a mim, eu simplesmente vou destruí-los. A terceira pergunta talvez fosse a que tivesse a resposta mais importante: Era eu o único alvo? Pensar naquilo me deixava apreensivo. Estava inquieto, curioso, mas mais que tudo, preocupado. Em minha mente, começavam a vir imagens sobre minha equipe. Primeiro, a imagem de ambos os caras. - Nah, eles estão bem. - Rapidamente ela sumia e era substituída pela da espadachim impulsiva. - Apesar das PÉSSIMAS maneiras, acho que ela ainda é uma garota. - Logo a imagem mudava novamente, dessa vez, mostrando Li Wan. - Espécie diferente, mas ainda é uma dama. E até agora ela não me tratou mal e nem pegou no meu pé, então ela é legal. - Por último, a imagem em minha mente me mostrava Umika, e senti um leve aperto no peito. - Certamente, ela é a pessoa com quem eu mais me importo. Realmente a vejo como uma irmã mais nova e sinto que é meu dever protegê-la. Nunca me perdoaria caso algo acontecesse à ela por conta da minha falta de controle. Ridículo. RIDÍCULO. Não devia ter abandonado ela, mas também não poderia trazê-la para cá. Por que merdas eu não tenho o poder de me multiplicar? Seria bem mais fácil. -

Uma raiva destrutiva queimava dentro de mim. Mesmo que a maior parte dela fosse direcionada ao velho maldito, uma parte dela me atacava e consumia. Sabia que o que quer que acontecesse com qualquer uma delas, em especial a jovem navegadora, era responsabilidade minha. Se eu não tivesse as abandonado... Contudo, não havia como voltar no tempo. A única coisa que poderia fazer era derrotar aqueles bichos e voltar para ajudá-las. * Essa é a jogada certa? * A "voz" de Buzz ecoava em minha mente. Pelo tom, dava para notar que ele estava nervoso. - O que merda você quer dizer com isso? - * Pensa comigo. Matamos as aranhas e voltamos para o hotel para ajudar o pessoal, mesmo não sabendo se eles estão mesmo em perigo. Olha onde estamos! Talvez essa dupla ai seja a única coisa entre nós e quem quer que tenha feito tudo isso. Se matarmos as aranhas e voltarmos, ele provavelmente vai pensar em algo melhor para matar todos nós. Podemos nem conseguir chegar tão longe de novo. Porém, se matarmos as aranhas e avançarmos, temos uma boa chance de matá-lo e acabar com tudo isso de uma vez por todas. Do ponto de vista sentimental, essa é a última coisa que queria fazer. Mas... É a melhor decisão para essa situação. Eles podem não ser intangíveis como nós, mas são fortes. Talvez, até mais do que nós. Acredite neles. Em TODOS eles. * - Você, aquele oxigenado de merda, todo mundo, só sabem dizer que não confio nela. Estão tá. QUER QUE EU CAGUE PRA TUDO E SIGA EM FRENTE? BELEEEEEEZAAAAAAA! MAS SE ACONTECER ALGO COM ELA, EU VOU ATÉ O INFERNO ARRUMAR UM JEITO DE TE PUNIR! NÃO PENSE QUE VAI ESTAR A SALVO SÓ PORQUE ESTÁ NA MINHA CABEÇA! -

Com as sobrancelhas franzidas, uma ou duas veias da testa saltadas, respiração ofegante, os punhos cerrados, a mandíbula tensionada e talvez salivando um pouco, minha expressão de ódio e derrota estava pronta. Por mais que me doesse admitir, Buzz estava certo. Se eu só matasse e vazasse, ele iria preparar algo pior para quando voltássemos. Minhas chances de acabar com isso são melhores agora do que serão mais tarde. Além de que, a floresta parece ter aranhas bem maiores do que o normal e elas parecem ser venenosas como a mãe. Então, para todos os efeitos, trazer qualquer uma das garotas para cá está fora de questão. E pensando bem, praticamente todo o grupo está por lá, em um local bem mais seguro do que este e que está próximo do nosso navio. Mesmo assim, ainda me sentia um lixo por causa do que estava prestes a fazer. Antes de avançar naquelas duas criaturas, manteria minhas pernas paradas e giraria a parte superior do corpo por alguns segundos, como um peão. Quando parasse de girar, teria certeza de deixar meu rosto visando a mesma direção para a qual meus pés apontavam. Em seguida, Usaria a mesma estratégia que usei em Sally para avançar sobre Molly, me movendo de modo que meu alvo ficasse entre mim e sua irmã, dificultando um ataque em dupla. Sabendo agora que as patas delas estavam cobertas com farinha, não poderia vacilar e deixá-las me acertar de maneira alguma. Para minha sorte, eu era muito bom em me esquivar.

Durante o avanço, caso fosse atacado com estocadas ou golpes verticais, desviaria com um movimento diagonal para o lado que me deixasse mais afastado de Sally e daria uma acelerada brusca para pegá-la de surpresa. Se fossem ataques horizontais na altura do meu estômago ou acima, agacharia-me e saltaria apenas para frente para voltar com o avanço usando o impulso. Já se fossem abaixo da altura estipulada, pularia para frente e traria as pernas o mais próximo que conseguisse do meu peito para evitar que elas fossem acertadas. Por fim, se ela tentasse ataques diagonais, curvaria meu corpo levemente para frente e esquivaria para o lado que me deixasse mais distante da trajetória do golpe. Próximo o suficiente da cabeça do bicho, colocaria ambas as mãos no chão e impulsionaria minhas pernas para o alto, mantendo o corpo equilibrado verticalmente usando os braços como suporte. Nesse momento, deixaria que as minhas pernas girassem livremente para que desfizessem o movimento rotacional que havia feito anteriormente, o que se tornaria uma sequência de chutes giratórios rápidos que tinha como objetivo causar um bom dano na cabeça de Molly.

Se conseguisse acertar o golpe, aproveitaria o momento para voltar meu corpo para a posição normal e seguraria firme a cabeça de Molly com ambas as mãos. Já em posição, começaria a puxá-la para perto, ao mesmo momento em que aplicaria joelhadas na região, repetindo o processo algumas vezes. Para finalizar, abraçaria o local sem medo, já que havia testemunhado que elas não conseguiam me ferir com mordidas, e começaria a liberar melaço por todo o corpo. Logo que percebesse que havia coberto toda a cabeça de Molly com a substância, cristalizaria tudo, criando um capacete totalmente fechado que, se existe recompensa por trabalho duro nesse mundo, no mínimo dificultaria sua visão. Sem tempo a perder, subiria em suas costas e tentaria manter o equilíbrio para que não caísse dali. Não sabia o quão burras elas eram, mas esperava que pelo menos Sally fosse a menos favorecida de inteligência na família. Chamaria sua atenção de propósito, acenando e gritando coisas como "OI" ou "EI" para que ela tentasse me acertar. Se ela usasse ataques horizontais, julgaria a altura do golpe e agiria da forma mais segura, me agachando ou pulando sobre o ataque. Para qualquer outro golpe que ela tentasse, me moveria bem para o lado, mas buscaria continuar sobre a aranha. Meu intuito aqui era usar Sally para causar dano em sua irmã e, se desse sorte, fazer com que Molly pelo menos tentasse revidar as agressões. Continuaria fazendo isso até notar que meu objetivo tinha sido atingido, ou que não era mais viável me manter por ali. Assim, saltaria para o chão e correria em direção a uma das árvores que estivesse ali por perto, para usá-la como defesa. Lembrando de sempre me manter um pouco afastado da árvore e de espiar pelos lados da planta para ver a movimentação de ambas as minhas inimigas.

Contudo, caso eu não acertasse a sequência de chutes giratórios, endireitaria meu corpo me aproximaria do alvo novamente, caso fosse necessário. Estando próximo o bastante, viraria meu corpo de lado, de modo que minha parte direita ficasse mais a frente. Apoiando-me na perna esquerda, usaria a destra para desferir vários chutes na cabeça daquele ser de oito patas. Se ela tentasse escapar apenas recuando, me esforçaria ao máximo para fazer minha perna se esticar o bastante para alcançá-la. Tendo sido bem sucedido neste ataque, baixaria a perna direita e a tensionaria, ao mesmo momento em que avançaria com a esquerda para que esta servisse de apoio. Em seguida, colocaria toda minha força em um chute ascendente que depois desceria em um golpe de calcanhar, assim como havia feito com Sally. Já se eu percebesse que ela havia se esquivado dos chutes laterais, pararia o ataque no mesmo momento e correria para cima dela, nunca deixando a distância entre nós aumentar demais, para não dá-la a vantagem da batalha. Estando perto o suficiente, pularia com um movimento rotacional em sentido anti-horário e a chutaria com minha perna dominante. Acertando ou não os chutes ascendente e descendente ou o salto/giro/chute descrito por último, sairia de perto de ambas as aranhas e manteria ambas em meu campo de visão. Se apenas uma delas estivesse atacando, continuaria me esquivando das maneiras antes descritas ou então me manteria afastado o bastante para não ser acertado. Já no caso de ambas estarem atacando, me utilizaria das árvores do local para me proteger, usando-as de escudo improvisado. Porém, ainda usaria as esquivas em casos necessários e também adicionaria fintas de corpo para enganá-las.

Na situação hipotética de ter conseguido matar ou nocautear Molly, pisaria sobre uma das partes do seu corpo e olharia fixamente para sua irmã. Com uma voz séria, falaria. - Eu não sou exatamente o cara mais benevolente do mundo, mas se deixar esse negócio estranho que você tem na perna, te deixo ir embora sem nenhum ferimento adicional. Porém, se escolher continuar a luta ou fugir sem me dar esse objeto, não há dúvidas de que vai acabar morta. Seja sensata e... Aranhas têm sensatez? Acho que tô perdendo meu tempo aqui. - Me afastaria de Molly e me manteria atento para desviar de qualquer retaliação por parte de Sally. E, mesmo que fosse bem improvável, se ela realmente tentasse fugir, dispararia em sua direção e esticaria meus braços para me agarrar em seu corpo ou uma de suas patas, puxando o restante do meu corpo em seguida. Após isso, repetiria o processo para chegar até a cabeça dela e começaria a produzir melaço sobre sua cara. Se tudo desse certo, isso prejudicaria sua visão o suficiente para que ela batesse em alguma árvore e acabasse se machucando sozinha. Funcionando ou não, esperaria para ver o que ocorreria a seguir.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table - Página 2 EmptySex 7 Set - 0:36




RISE OF THE DRAGON


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Tudo aconteceu muito rápido.

Em um momento estávamos conversando, em outro a espadachim atacava-me pelas costas de maneira decisiva e cruel. Em contrapartida, Umika enrolava o chicote ao redor do meu pescoço, quase que me encurralando por completo. Felizmente, graças a Li Wan, eu tinha escapado não somente da primeira emboscada, mas também do controle da minha própria companheira. Quanta ironia.


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“O que diabos está acontecendo?” – Não falei absolutamente, apenas levei a destra ao pescoço enquanto respirava fundo tentando me acalmar, e entender a situação. Ainda que eu não conhecesse a espadachim há muito tempo, a minha intuição dizia que ela não era minha inimiga. Se ela realmente quisesse me matar, ela poderia muito bem ter agido enquanto eu estava dormindo pela manhã.

Além do mais, ao olhar para sua cara, ou mais precisamente nos seus olhos, eu podia ver, e também sentir que algo estava diferente. Por um momento eu lembrei-me do meu aniki, e como ele agiu estranho agora pouco. Suas ações eram tão incompreensíveis quanto às das garotas a minha frente.


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“É quase como se eles fossem outra pessoa...” – Meus olhos brilharam como se eu tivesse feito uma grande descoberta. Embora fosse apenas uma conjectura, ela era nesse momento, a mais plausível e também a única que poderia de alguma forma explicar o que estava acontecendo. Eu fechei os olhos brevemente e esforçando-me ao máximo, tentei diminuir as chamas da fúria que começavam a se alastrar no meu âmago.

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– Eu não sei quem é você, nem qual o seu objetivo, mas pode ter de uma coisa. Eu farei você se arrepender de ter controlado os meus amigos. – Falaria com um tom sombrio, e frio, emanando uma aura violenta e ameaçadora com intenção de matar. Meus olhos – afiados como uma lâmina – encaravam as garotas dando uma “sensação” de que eu estava enxergando o controlador através da sua carne e alma, ainda que essa ideia não passasse de uma mera hipótese. Ainda assim eu confiava no meu instinto.

– Umika-chan, espadachim, eu não sei se vocês podem me ouvir, mas vocês não podem se render! – Se minhas palavras iriam alcançá-las ou não, eu não fazia a menor ideia. Nesse momento eu tinha que levar em consideração muitas possibilidades de como reagir diante uma situação tão inesperada. Quantas pessoas poderiam ser controladas simultaneamente, qual era o requisito para ser controlado, ou até mesmo onde estava a pessoa responsável. Havia também a possibilidade do aniki ter sido feito de refém.

“Infelizmente nesse momento eu tenho que levar em consideração que todos ao meu redor são meus inimigos. Garotas, se possível eu não quero feri-las de maneira alguma.” – Ficar parado simplesmente não era uma opção. Eu precisava achar o controlador, e também o aniki. Levando em consideração que o salão está vazio, e os funcionários sumiram, eu podia presumir que o responsável pela emboscada seria alguém com autoridade o suficiente para comandá-los.

“Seria Nimura?” – Não, eu não podia me focar nisso agora, eu preciso achar o aniki! Rapidamente me inclinei flexionando os joelhos, e sem falar absolutamente nada correria na direção onde o meu aniki tinha ido. O controlador muito provavelmente deve está na pousada dando ordens!

Enquanto agia, ficaria atento ao meu redor e as minhas costas. Se eu fosse atacado pelas garotas, me esquivaria dos seus golpes movendo-me de um lado para o outro, ou até mesmo pulando caso os ataques fossem muito baixos. No caso de golpes na altura da cabeça, simplesmente a moveria saindo-me do trajeto, ou até mesmo curvando-me um pouco. No caso de estocadas no corpo ou na parte inferior do meu corpo, simplesmente faria uma rápida manobra para um dos lados, mas sem perder velocidade.

Caso Umika tentasse usar o chicote para prender uma das minhas pernas, pularia. Se fosse alvejado nos braços ou no pescoço, me abaixaria ou iria para o lado desviando-me completamente. Na possibilidade de ser pego, simplesmente usaria a minha força para lançá-la em direção em uma das garotas que estivesse na iminência de me atacar no intuito de atrasá-las.

Se inimigos aparecessem a minha frente, rapidamente encurtaria a nossa distância com um dash para frente, deixando-os no meu alcance. Socaria com a direita e a esquerda sem me preocupar muito com os pontos a serem acertados à medida que efetuava manobras defensivas já descritas acima. Na iminência de ser atacado por trás, simplesmente me esquivaria para um dos lados, deixando que o ataque acertasse um dos inimigos.


“Aniki, onde você está?!” – Continuaria correndo em direção escadaria. Eu iria revirar a pousada inteira, e caso ele estivesse aqui, eu certamente iria achá-lo. Caso eu ouvisse a sua voz, ou um barulho suspeito, iria nessa direção.


Histórico de Pedrão:
 
Codigo do Caçador:
 


(As imagens são ilustrativas)





Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.

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