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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Quinto Ato: The Round Table

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MensagemAssunto: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table EmptySab 28 Jul 2018, 00:00

Quinto Ato: The Round Table

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Buzz Bee e Jacob Allan. A qual não possui narrador definido.


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Jacob Allan
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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table EmptyQua 01 Ago 2018, 03:07

Preparando o prato!

Bife de Ryu!







O meu ombro doía, não posso negar que mesmo transformado eu demoraria a me recuperar daquela maldita lesão, eu teria que me virar quanto a isso, naquele treino era o momento de nosso crescimento e eu não iria decepcionar meu irmão. Eu podia sentir a tensão de tudo ao meu redor, sim, eu estava tenso mas preparado, ele viria c tudo e seus socos eram como bombas, mas eu tinha de resistir, tinha de conseguir ou não seria o inquebrável homem que o protegeria, por isso estava dando o meu melhor, por isso naquele exato momento eu tinha me transformado, tinha me preparado e estava pronto para usar o meu estilo novo de combate.


Meus pés/cascos tentariam mover-se com o máximo de eficácia, cada pisar deveria ser como a de um chefe de cozinha patinando pelo seu ambiente de trabalho, o meu olhar fixo buscaria não um, mas três caminhos a se seguir até ir a tábua de carnes ( Ryu ), o corpo estava mais aberto, as mãos mais na laterais, eu não iria parar por danos, eu não me importava com eles, de frente eu enfrentaria o punho que poderia explodir uma rocha, mas não deixaria ele fazer isso sem provar o meu que destruiria um cometa:


Citação :
 1° - Em um movimento direto tentaria aproximar-se do inimigo, cada passo seria dado conforme a movimentação que o corpo do mesmo apresentaria, um recuo ( não importa a direção ) seria co-respondido com uma investida diagonal contrária para que com isso a possibilidade de criar uma angulação pouco favorável existisse.

Partindo desse princípio um golpe seria desferido na diagonal baixa do ventre na direção mais precisa do baço, o punho esquerdo seria utilizado no caso do posicionamento favorável para o lado esquerdo e o punho direito seria direcionado para o mesmo ponto se a diagonal esquerda fosse a mais favorável, porém em ambos os casos a uma falsidade no golpe, pois o real golpe viria de cima para baixo( Com o punho contrário ) pois tal como um martelo de carne o punho viria  para amaciar a carne com todas as suas forças.

2° -- No caso da aproximação estar acontecendo e o indivíduo permanecer imóvel a aproximação seria feita completamente deixando uma brecha boa o suficiente para que ele pudesse golpear com todas as forças se assim desejasse mas uma contra medida seria tomada. Utilizando-se de uma movimentação singular a o casco seria colocado no meio das pernas do inimigo no lado contrário ao golpe desferido ( salvo for um golpe em linha reta, nesse caso o casco seria colocado apenas no meio das pernas ) para que assim o casco traseiro servisse de freio de segurança para corpo, apenas uma forma de atrapalhar a movimentação e ter o mínimo de pré-calção com relação ao recuo pelo golpe do Adversário.

Mas ao sentir o golpe também tentaria segurar o golpe no corpo usando uma das mãos, para independente do êxito na ação ou não socar na direção diagonal central seria algo que faria, o intuito seria claramente causar um dano com pressão o suficiente para que a coluna sofresse com isso é a movimentação fosse debilitada e o mano a mano torna-se algo inevitável.

3° -- No caso de um recuo para trás um uma investida igualmente brutal uma transformação de seguiria enquanto a aproximação ocorreria, mas sem tentativa de esquiva ou bloqueio o golpe seria direcionado com taxa a força da cabeça e chifres enquanto o corpo resistente seria intensificado ao máximo para aguentar o confronto de golpes.





— Oooo primeiro passo da cozinha de carne é: Amaciar...


Mesmo preparado para o combate é preciso compreender que seu adversário também tem um plano e por isso era preciso também se defender. Em um confronto direto eu e Ryu difícilmente usaríamos de nossas esquivas para mostrar a força de nossos corpos mas caso isso fosse preciso era a hora de mostrar a ele a capacidade de ler o alimento na hora do preparo.

Partindo do princípio que tanto a minha defesa quanto o meu ataque ocorreriam na minha investida o corpo sempre estaria a mostra para que com isso uma das possibilidades de ataque e aproximação fosse a mais fácil de se executar, mas sempre um bloqueio com os membros ou deslocamento do corpo para que os golpes não direcione-se para o ferimento no ombro seriam tomados com o fim de bloquea-lo se fosse possível.

Enquanto toda essa situação ocorria um largo sorriso seja no Bovino ou em meu rosto híbrido se formaria enquanto perdendo ou não falaria :



— Vamooos la "Anaki-Boy" me mostre o que tem!!!.




bichaelson



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Historico Afro:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table EmptyQua 01 Ago 2018, 20:45

The Beginning of the Fight


Staz



Recapitulando o que aconteceu na aventura passada, a gente veio para essa ilha que se limita a uma estalagem, uma tonelada de aranhas e algo como uma cidade antiga no meio do mato, que a gente ainda nem foi, por sinal. Bem no início, nós acabamos nos metendo em uma briga com um bombado de sunga, e essa foi uma das coisas mais traumatizantes pela qual eu passei até hoje. No fim, usamos da vantagem numérica e clara injustiça pra matar o cara e pilhar ele, e foi ai que o cozinheiro virou um menino-vaca e o loiro pegou umas luvas boladas. Mais pra frente, e pulando um punhado de coisas, quando finalmente fomos iniciar a exploração do local, acabei me deparando com uma fruta do diabo e meio que comi ela por impulso. Não que eu me arrependa, mas não foi o movimento mais bem pensado do dia. Continuando, do nada apareceu um velho e atirou uma flecha no meu peito. Geral surtou, mas meus novos poderes me salvaram de uma morte ridícula e prematura. Putos, a ideia era matar o cara rápido e seguir para a tal cidadela, mas ai uma aranha gigante apareceu e limpou o chão com a gente. Por sorte, acabei salvando todo mundo meio que sem querer, contudo a merda já tinha batido no ventilador e agora o menino-vaca estava envenenado. Apesar dos meus vários talentos, tratar venenos não é um deles. Pra finalizar, arrumamos ajuda, ele tá curado, o cara que ajudou é um belo de um... e agora eu tenho que conseguir mais veneno, e era por isso que eu estava treinando. Sentindo que a aventura estava para acabar e que o ar exalava um leve cheiro de trocação de socos, resolvi dar um tempo e observar o que os outros membros do grupo fariam.

E agora, voltando ao tempo em que essa aventura se passa, eles estão prestes à saírem na mão sem nenhum motivo. Ou pelo menos, nenhum que eu lembre. Era óbvio que eu havia pegue o melhor local para degustar um petisco de milho, enquanto assistia uma porradaria de qualidade. - EVITEM SE MATAAAAAAR ♫ - Gritaria do local em que estava, para que eles me escutassem. Eu não acreditava que eles iriam ficar tão "sérios" assim, mas cuidado nunca é demais. Olharia em volta rapidamente, à procura daquela mink monocromática. Quando a avistasse, acenaria para ela e gritaria. - OOOOOOOOI, SENTA AQUI COM A GENTE. TEMOS PIPOCA! - Caso ela se aproximasse, observaria como o local estava e me moveria para dar espaço à ela, caso fosse necessário. Buscaria ficar no meio das duas garotas, dando acesso para que ambas conseguissem alcançar o balde, que obviamente ficaria comigo por ser MEU. Não sacaneie com a minha comida. Começaria a comer um pouco da pipoca que havia trazido e passaria a observar o combate que se iniciaria. Desde que tinha conhecido aqueles dois, julgava que ambos possuíam praticamente o mesmo nível de poder. Contudo, agora a balança pendia mais para o cozinheiro, já que agora ele tinha adquirido habilidades de uma akuma no mi do tipo zoan, que melhora os atributos físicos. Já havia lido sobre o poder daquela tal Ushi Ushi no mi, e mesmo que ela não fosse uma das zoans raras ou da classe carnívora, ainda assim era um belo boost físico. No lado do Ryu, a única coisa de diferente é que agora ele tem uma manopla nova. A menos que ela seja feita de kairouseki, não via como aquilo poderia equilibrar a balança novamente. Daria dois toques leves com a ponta do dedo indicador no ombro da panda, buscando chamar sua atenção. Quando a tivesse, perguntaria. - Você tá preocupada com aquilo ali? - Apontaria para a luta, que provavelmente já teria tido início. Se ela não quisesse responder, daria de ombros e voltaria a fazer o que quer que eu tivesse fazendo. Se ela respondesse que não, daria um sorriso leve e deixaria escapar em um tom baixo. - Good. Provavelmente não é nada mesmo. - Já no caso dela responder que sim, franziria o cenho e poria a ponta do indicador nos meus lábios, no melhor estilo pensativo. Tendo uma epifania vindo em minha mente, estalaria os dedos e falaria de forma confiante e energética. - Não precisa temer nada. Isso é só o jeito que dois caras têm de dizer o quanto amam um ao outro. Tipo: "Eu te amo, cara. Você é meu melhor amigo!" E ai, BAM. - Daria um soco forte no chão, talvez até forte o suficiente para que ela se espapaçasse em melaço. Acontecendo isso, esperaria ela se regenerar e conferiria para ver se não tinha nada de estranho com ela. - O fato importante aqui, ao qual você deve se atentar, é que eu não chamei nenhum deles de homossexual. Isso ai é tudo amor fraternal exagerado e com socos. E essa, é a dica de hoje. -

Mesmo tendo decidido que aquele seria um dia de folga, não conseguia deixar de lado a minha vontade de controlar perfeitamente meu novo poder. Unindo ambas as mãos, começaria a imaginar meu melaço sendo produzido naquele meio e se moldando aos poucos. Conseguia imaginar a cena de maneira simples, sem muitos detalhes quanto ao jeito como o melaço estaria. Após a produção de uma certa quantidade, passaria a tentar controlá-lo para assumir a forma de um coelho, mentalizando a forma do mesmo e cada parte de seu corpo. - Quando eu falo que vai ter easter egg, é porque vai. - Quando sentisse que a escultura estava quase pronta, abriria as mãos e olharia o resultado. Com o auxílio da visão, faria as correções que achasse necessárias na peça, antes de mostrá-la para Umika. Deixaria à disposição da jovem para que ela o pegasse, caso assim desejasse. Caso ela questionasse o motivo de ter feito aquilo em específico, diria. - Isso é uma previsão que eu estou fazendo. É meio que uma aposta também, só que isso não importa agora. Talvez leve um tempo até a situação que eu estou esperando aconteça, mas se eu estiver certo, você vai entender tudo na hora. Mal posso esperar!! - Jogaria os braços para o alto e esboçaria o sorriso mais largo que conseguisse, ao mesmo tempo que arregalaria os olhos como um maldito maluco. Não que eu seja, ou mesmo que fosse... Continuando.

Aquela luta parecia que seguiria o típico clichê de anime, onde a parada vai ficando mais pesada com o tempo. Porém, o quão pesado aquilo ficaria? Não tinha como eles magicamente terem aprendido técnicas novas ou estilos de combates que ainda não usaram. A única desculpa para eles mostrarem algo novo, seria se eles tivessem escondendo isso desde o início, o que seria muita falta de surra na vida. Por mais que odiasse admitir, o chifrudo de cueca era bem forte e poderia até ter matado um de nós. Se eles tinham algo na manga, aquela era a hora pra usar e garantir uma vitória mais fácil. Pararia por ali com as suposições, até ter provas mais concretas nas quais pudesse me basear para xingar muito alguém. Voltaria a focar na luta e poria mais um punhado de pipoca na boca.

Objetivos:
 

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table EmptySab 11 Ago 2018, 00:27




RISE OF THE DRAGON


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“Eu sinto muito aniki, mas amaciar a minha carne não é nada fácil.”

Com um sorriso simples no canto dos lábios, Ryu observou tranquilamente o seu irmão se transformar e aumentar de tamanho. Os músculos se alargaram exponencialmente à medida que chifres ganhavam vida, dando a Jacob um ar ainda mais selvagem e animalesco. Entretanto, apesar da clara vantagem física do oponente, Ryu não estava preocupado, muito pelo contrário, cada célula do seu corpo tremia de ansiedade e empolgação. O grande desafio não era ter que encarar a fortaleza a sua frente, mas sim se adaptar um novo estilo de luta.

“Além do mais, eu não estou necessariamente em desvantagem.”

Durante as batalhas mais recentes, Ryu percebeu que lhe faltava não somente velocidade, mas também força física. O punho do qual ele tanto se orgulhava muitas vezes não alcançava o seu oponente, e nas vezes que alcançava, faltava-lhe força para aplicar um dano decisivo. Além disso, ele precisava aprimorar o seu estilo de combate. Somente o boxe e um estilo de luta mais livre não seria o suficiente para o que ele iria encontrar pela frente.

“Desde o final da luta contra o Punhos de Merda eu pensei em usá-las, mas tive receio que o seu peso e a sua forma afetasse o meu estilo de luta. Elas não são tão livres quanto as soqueiras, mas a curto prazo vai ser o suficiente para aumentar minha força.”


Naturalmente ele estava se referindo as manoplas dropadas pelo Punhos de Merda. Revestindo os seus braços e punhos, Ryu mexeu os dedos verificando se havia algo de diferente, mas para sua surpresa as manoplas pareciam muito bem ajustadas e confortáveis. Tudo estava pronto para o pontapé inicial. Adotando uma postura ortodoxa, o jovem juntou os braços verticalmente frente ao tronco, bloqueando seus pontos vitais. Os punhos erguidos protegiam parcialmente o rosto, deixando a mostra apenas os seus olhos.

“Aqui vou eu, aniki!”

Flexionando os joelhos, e acumulando força na parte inferior do corpo, e também na cintura, dispararia em grande velocidade em direção ao cozinheiro. O corpo levemente arqueado para frente cortaria o ar na tentativa de diminuir a sua resistência, fazendo com que a sua aceleração explosiva não perdesse o seu momento tão rapidamente. Seus olhos permaneceriam fixos no oponente tentando prever os seus ataques de acordo com os balanços do seu corpo “gigante”.

A princípio a ideia que passava era que Ryu encararia o seu irmão de frente, conduzindo a uma luta de atrito e resistência, entretanto, à medida que os dois se aproximavam esse pensamento se tornava cada vez mais distante. Balançando o corpo de um lado para o outro e adicionando pequenos movimentos com os ombros, no caso fintas, Ryu esconderia a sua pretensão.

Se a vaquinha atacasse com um soco na altura da cabeça, simplesmente a moveria para um lado ou para o outro saindo do trajeto, e encurtando ainda mais a distância, afinal, Jacob tinha um alcance bem maior que o seu. No caso de um “lariat” ou um golpe com a lateral do braço, meramente se curvaria já prestando atenção a um possível ataque por baixo.

No caso de Jacob atacar com um ataque alvejando o seu corpo, ou tentasse agarrá-lo, Ryu rotacionaria o quadril, e com um curto dash para frente faria um giro ao redor do braço sem perder a sua velocidade. A ideia era aqui era justamente dar um pequeno boost na velocidade, tentando chegar a lateral do oponente de maneira rápida e imprevisível. Se o soco fosse desferido com o punho direito, iria para a direita. Se fosse dado com a esquerda, iria para a esquerda.

Caso não fosse recebido com nenhum ataque, Ryu simplesmente se aproximaria velozmente e com um pequeno dash faria o giro acelerado indo para a direita do seu irmão. De todo jeito, assim que ele estivesse na lateral, Tetsuya curvaria mais ainda o seu corpo, e aproveitando o final do “giro”, já chegaria chutando com um “low kick” na parte de trás do joelho onde fica a cartilagem. Diferente do estilo livre e desengonçado, o chute seria mais técnico e compacto. O objetivo ao acertar esse ponto sensível é fazer com que Jacob perdesse o seu balanço, criando brechas para próximos ataques.

Em seguida, Ryu giraria o quadril, e reunindo toda a sua força no punho direito desferiria um direto de direita no ouvido tentando atordoar a vaca com um soco veloz e sem muito balanço. Concluída essa parte, retornaria o braço paro a posição original, e saltando para frente jogaria o peso do seu corpo no punho esquerdo desferindo um soco nas costelas.

Na iminência do cozinheiro atacar durante a sua investida, Tetsuya procederia com esquivas ágeis e simples, tentando diminuir ao máximo o consumo de energia. Socos seriam esquivado gingando o corpo de um lado para o outro, e se fossem mirados na cabeça, apenas faria um pequeno movimento saindo do trajeto.

Caso o chute ou um soco fosse agarrado, Ryu simplesmente saltaria e aplicaria uma joelhada no rosto, seguido de um “hook” de esquerda no ouvido e um direto de direita no nariz que também é um ponto sensível.

Em uma hipótese em que esquivar se tornaria impossível, o rapaz tentaria atacar simultaneamente com um soco respectivo ao do oponente, fazendo com que os dois punhos colidissem ao mesmo tempo. Se realmente não fosse possível agir de tal maneira, Tetsuya simplesmente “endureceria” os músculos tentando diminuir o máximo de dano possível. Ainda assim, mesmo sendo acertado, o garoto procederia com os golpes descritos acima.




Histórico de Pedrão:
 
Codigo do Caçador:
 


(As imagens são ilustrativas)





Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table EmptyTer 14 Ago 2018, 22:48




Briga de irmãos!


  • Todos


Ryu e Jacob se viam cara a cara, prontos para iniciar um combate de mais do que punhos, de espíritos. Staz se sentava mais afastado, junto de Umika, e logo chamava Li Wan para sentar-se junta dos dois. Era possível ver a preocupação no rosto da mink, e por isso logo foi questionada pelo jovem. - Sim, estão procupada. Sei que não é nada sério, mas fico pensando o que pode acontecer. Jacob acabou de passar por uma cirurgia... - Mesmo assim, foi tranquilizada por ele, que arrancara até mesmo um risinho da mesma com seu soco no chão e o último comentário. Mas já não era mais tempo para falar, pois os dois lutadores estavam prontos.

Sem pestanejar, um começou a correr em direção, os dois diminuindo a distância entre si rapidamente, até que apenas alguns poucos metros os separavam. Com um movimento ligeiro, Jacob projetou sua mão direita na direção de Ryu, que esquivou com certa facilidade, mas tal golpe era apenas um chamariz, desviando o foco do verdadeiro golpe, que vinha verticalmente com a mão esquerda. Por pouco aquele golpe não acertou o loiro, que conseguiu tirar seu corpo da linha do ataque no último instante, devido a velocidade de ataque de Jacob reduzida graças à cirurgia. A partir dai, foi a vez do loiro atacar: usando seu pé, ele tentou acertar a parte de trás do joelho de Jacob, mas seu corpo era muito resistente, e seu ponto de equilíbrio era tão rígido que que aquele movimento nem ao menos o mexeu e, antes que pudesse tomar um contra-ataque, Ryu acertou o bisão com tudo no ouvido.

Jacob, no bando, era conhecido pela sua resistência sobre-humana, mas nem ele, com sua akuma, foi o suficiente para aguentar o golpe daquela manopla, que jogou ele alguns metros para trás até bater em uma árvore um pouco ao lado de Buzz e as garotas. Infelizmente, aquilo nem de longe era o suficiente para parar Jacob, que apenas se recompunha novamente, com a lateral esquerda do seu rosto bem dolorida e um zumbido irritante que dificultava sua audição. Definitivamente aquelas manoplas não eram pouca coisa, e conseguiam equilibrar a luta. Um detalhe que apenas Ryu percebia era que o impacto havia trincado a manopla, mas poucos segundos depois ela estava em perfeito estado novamente. E logo a luta continuaria.

Enquanto assistia a luta, Staz comia pipoca e decidia testar seus poderes. Encostando as palmas, ele conseguia criar um punhado de melaço, moldando-o então para tomar a forma de um coelho. Quando abriu as mãos, pode ver que o coelho não possuía muitos detalhes, mas o contorno era nitidamente de um. Animado, foi mostrar sua criação para Umiko. - Esse poder é realmente muito impressionante. Quando souber controlar melhor ele, se tornará muito poderoso. - Dizia enquanto pegava o coelho, já solido, em mãos e o analisava. Em meio a luta, Jacob era arremessado até uma árvore próxima deles, o que chamava a atenção dos três, mas apenas Staz percebia algo de inusitado que não havia percebido antes: uma das árvores possuía várias marcas de cortes, como se alguém tivesse passado uma lâmina ali várias vezes, mas duas das várias marcas eram diferentes; dois cortes eram mais profundos do que os outros, como se tivessem sido feitos por outra pessoa e em outro momento, e formavam a letra T.

Entretanto, não houve muito tempo para pensar sobre isso, pois um news coo, famosa espécie de gaivota que entregam os jornais seagull news, chegou sobrevoando a ilha com um jornal consigo. Ele estava indo em direção a Estalagem para entregar uma edição nova, mas sua bolsa de couro aparentemente desprendeu enquanto descia, fazendo o jornal e vários outros papeis caírem. Apressado, ele começou a catar tudo, que haviam se espalhado, mas Buzz pode ver cartazes de procurados novinhos em folha que haviam sido impressos recentemente. Masimos Titã Howker “O Emissario da Morte”: 80.000.000, Raksha Ragnarson “O Monge Sanguinário”: 30.000.000, Royce Khajiit “O Fanfarrão”: 25.000.000, mas três cartazes chamaram sua atenção em meio aos vários outros. Ryu Tetsuya “O Punho Dourado”: 24.500.000, Jacob Allan “O Touro”: 24.000.000 e Buzz Bee “O Ladrão de Mel”: 22.700.000. A gaivota terminada de catar tudo e entrava na Estalagem, só para sair em seguida sem mais o jornal e os cartazes.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table EmptyQua 15 Ago 2018, 13:16

Bounties


Staz


Era bom ver que tinha uma pessoa, nesse caso uma mink, preocupada com a saúde do cozinheiro, porque ele mesmo parecia estar cagando pra isso. Foi envenenado, passou por uma cirurgia e ali estava ele, comprando uma briga desnecessária que poderia piorar a situação ainda mais. Porém, aquela não era o tipo de situação em que eu deveria meter o dedo. Ambos sabiam as condições um do outro, e mesmo assim, escolheram deixar a recuperação de lado e saírem na mão. Eles já eram grandinhos o suficiente para fazerem as próprias escolhas, sem precisar de alguém os puxando pela mão e os dizendo o que devem ou não fazer. Aquele não era o meu papel, e também o de mais ninguém. - Cada um anda com suas próprias pernas, certo? - Diria quase como um sussurro, apenas reafirmando meus pensamentos. Tudo que podia fazer naquele momento era acalmar a menina-panda e esperar que aquilo fosse resolvido com o mínimo de ferimentos possíveis. E quanto à primeira parte, eu parecia estar fazendo um ótimo trabalho. Quem diria que eu era um comediante nato? EU DIRIA! Sempre soube que eu era engraçado, mas confesso que não esperava conseguir um sorriso por conta de uma piada com a sexualidade alheia. Enfim, não é como se eu estivesse reclamando disso.

Antes que eu pudesse fazer mais alguma piada, a luta tinha início. E contrariando um pouco as minhas expectativas, nenhum deles parecia estar se segurando. O primeiro ataque de ambos não funcionava, mas o soco seguinte de Ryu acertava em cheio e mandava aquela massa bovina voando para uma árvore próxima à platéia, na qual estava eu estava incluso. Me levantaria rapidamente e colocaria as palmas das mãos ao lado da minha boca, como se estivesse fazendo um cone para ampliar o som da minha voz. - OW, CÊS TÃO MALUCOS? QUANDO EU FALEI PARA TEREM CUIDADO, TAVA IMPLÍCITO QUE ERA PRA EVITAR A GENTE TAMBÉM! - Gritaria furioso, não por aquilo representar um perigo para mim, e sim porque ele poderia ter machucado alguma das garotas. Mesmo que eu conseguisse fazer uma parede com meus poderes, não acho que ela aguentaria o impacto de um caminhão-vaca daquele jeito. Expirando exageradamente para me acalmar um pouco, voltaria a me sentar e continuar assistindo o show. Ah, detalhe importante a se citar, haviam algumas marcações de lâmina em uma das árvores ali. A maior parte parecia ser cortes randons, mas havia um T gravado de maneira mais nítida. Aquilo com certeza havia sido feito para marcar aquela árvore, mas por quê? - Só eu que acho que isso vai ser relevante e provavelmente vai trazer perigo para todos nós? - * Eu gostaria de imaginar que é só um meio de marcar um caminho para algum lugar floresta a dentro ou que a árvore tem algo escondido nela ou uma doença de planta, mas eu sinto que você está certo. Não é como se fosse difícil imaginar a gente metido em algum problema. * - Hum, você está absolutamente certo, voz na minha cabeça que pode ou não ser a minha consciência. - * Isso é alguma outra palhaça- * - Seguindo em frente. O que acontecer, a gente da um jeito futuramente. -

Nem bem havia terminado meu monólogo, uma porrada de cartazes e um jornal cair bem na minha frente. O pássaro que faz a entrega desse tipo de coisas logo apareceu e começou a catar tudo, contudo eu tive tempo o suficiente para ver algumas coisas interessantes. - CARTAZES! - Gritava, animado. Já fazia um certo tempo que não verificava minha recompensa, e tinha passado esse tempo todo esperando que ela deixasse de me trazer vergonha e desgosto. Indo por partes, temos o "Emissário da morte", que aparentemente é a uva mais cara do mundo, valendo oitenta milhões de berries. Após isso vinha um tigre, que também era um monge e aparentemente gostava de sangue. - Pera, monges são os caras que não tem um pênis ou isso é outra parada? - * Monges são... De maneira bem simples, são os caras carecas que usam um manto laranja e rezam. * - AAAHHHHH, tendi. - Tinha também um outro mink, que era um gato meio estranho e que tinha um sobrenome tão estranho quanto. E por fim, a melhor parte. Com certeza vou coletar esses mais tarde para dar uma olhada melhor, principalmente o meu, porém eu tinha conseguido ver o suficiente. Ryu, Jacob e eu, todos estávamos na casa dos vinte milhões e tínhamos alcunhas para nos representar. Pra variar, a marinha errou e colocou touro ao invés de vaca, mas isso era o de menos. Minha alcunha tinha sido claramente retirada da frase nas costas da jaqueta que eu usava, o que era legal, porém, nem tanto. - Ladrão de mel... Quem vai ter medo de um cara que rouba mel? E eu tô até prevendo as piadinhas com "mel pau" que eu vou ter que aturar. Pelo menos eu tô valendo o suficiente para ser considerado uma ameaça, então menos mal. Ainda assim, quando eu ver um marinheiro eu vou deitar ele na bicuda. Se for de patente acima de soldado, melhor ainda. - Assim que terminou de se organizar, a ave adentrou a estalagem e deixou tudo por lá mesmo, facilitando a minha vida ainda mais. - Jornal grátis, meu favorito. -

Resolvia deixar em off sobre o conteúdo dos cartazes para ser uma surpresa melhor. Afinal, ninguém gosta de tomar spoiler. Me limitaria apenas em dar a notícia sobre o que havia chegado. - Ei, seus brigão. Chegou jornal quentinho pra gente ler, e tem uma penca de cartazes também. Se quiserem ver, tá tudo dentro da estalagem. - Antes de seguir destino, estenderia as mãos para as duas garotas e falaria. - Vamos entrar? Aqui fora tá meio perigoso, com essas vacas voadoras e tudo mais. - Caso elas segurassem minha mão, as ajudaria a se erguerem e seguiria para dentro do hotel. Se alguma delas, ou ambas, resolvessem ficar por ali mesmo, faria uma expressão preocupada e tentaria novamente. - Tem certeza? A coisa tá piorando por aqui e você(s) pode(m) acabar se machucando. - Sozinho ou acompanhado, entraria na estalagem e seguiria até Nimura, perguntando. - Você viu um passarinho entrar aqui com uns cartazes? - Se ele desse uma resposta negativa, começaria a olhar em volta para tentar notar algum cartaz exposto no local. Caso ele afirmasse que sim, diria. - Posso vê-los? O jornal também. - Tendo permissão, pegaria tudo de maneira organizada e procuraria um local para me sentar que fosse ali perto e tivesse uma boa iluminação. Não achando, liberaria meu melaço e me concentraria em moldá-lo para fazer um assento simples, que desse para mim e para quem estivesse comigo. Terminado, solidificaria-o e me sentaria na estrutura, colocando o jornal na minha frente e deixando ele em uma distância boa para que tanto eu quanto quem estivesse comigo conseguisse ler. Prestaria atenção nas palavras que lia, buscando coisas que pudessem nos afetar mesmo que indiretamente. Quando terminasse, daria uma boa olhada em todos os cartazes e, ao chegar no meu, ergueria-o e falaria. - C'est de l'art. Se tiver errado, culpe o Google. - Guardaria-o em minha mochila e devolveria todo o resto a Nimura, antes de deixar o local novamente e seguir para o meu navio. - Me espere(m) aqui. - Falaria para quem estivesse junto de mim no lugar. Se notasse que teria de entrar no mar para chegar ao navio, esticaria meu braço usando minha elasticidade para pegar na borda e me puxar até lá. Já no local, lembraria que ainda não havíamos feito a divisão dos quartos, e resolveria seguir para a enfermaria. Quando adentrasse aquele canto vazio e meio depressivo, colocaria o cartaz na parede e usaria meu melaço para grudar uma parte da porção superior do cartaz no local. Feito isso, iria até o convés do navio e daria uma boa olhada na ilha em geral. Não esperava ver nada de novo, mas nunca se sabe. Às vezes, precisamos nos afastar para ver as coisas em um panorama maior. Permaneceria ali, caso ninguém houvesse me acompanhado até o hotel, pensando sobre o que faria enquanto os dois outros caras tentavam se matar. Se alguém estivesse me esperando na estalagem, voltaria ao local e perguntaria. - E então, o que vamos fazer para passar o tempo até os dois garotos terminarem a luta? -

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table EmptyQui 16 Ago 2018, 00:35

O Touro e o Dragão

Irmãos que compreendem a suas forças.







Os movimentos do loirinho não podia ser mais rápidos do que imaginei, mas eu podia ser menos eficaz por causa do meu ombro, e que merda de ombro. Quando me aproximei tudo aconteceu rápido, estávamos lutando com todo o nosso potencial, com toda a nossa garra, para uns aquela luta podia parecer um grande vazio, para nós era forma de dizer " Crescemos Juntos, Lutamos Juntos.", algo que nenhum de nós precisava falar, algo que apenas irmãos de uma família que nunca se separou mostrava ser capaz de fazer.


Quando meus cascos me deixaram rente ao meu irmão, comecei meu movimento de golpes, bem, ele era rápido mais meu golpe foi astuto, Ryu esquivou-se como previsto e meu outro braço veio como um martelo, mas Ryu conseguiu desvencilhar-se por milímetros, quase pude ver o suor sair de sua face quando o solo foi atingido pelo soco com força descomunal. Um chute veio em contra resposta, mas foi como se ele estivesse chutando um tanque de guerra, no fim ele optou por socar, estava pronto par ame defender, pronto para o golpe, mas aquela luva, aquele soco, pude sentir como se um Dragão baforasse em mim seu mais poderoso sopro, fui jogado e pude sentir as dores.

Ao levantar um zunido em meu ouvido, aquele incomodo me fez perceber que meu corpo ainda era fraco, eu ainda era fraco para as coisas que a Grand Line tinham a me trazer, mais nesse momento eu estava pronto, estava pronto para enfrentar aquela maldita aranha, eu fui capaz de sobreviver as armas do " Borra Botas " que derrotamos antes, mas a luta não tinha acabado, não ate mostramos que ela acabou e por isso olhei nos olhos de meu irmão, a expressão de ódio pela dor, as palavras duras que falei, era a hora de acabar não era Aniki-Boy? :



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— Vamos acabar com isooo de uma vez Anaki-Booooy!





Meus cascos começavam a contrair-se, meu olhar estava tão focado e compenetrado na luta que nem mesmo os gritos de Buzz Bee me incomodava, nem mesmo tudo que acontecia ao meu lado estava no meu campo de atenção, eu estava enfrentando o meu inimigo e ele era quem deveria prestar atenção. As soqueiras foram soltas ao chão, minha mão se apoio no solo e meu olhar carregado do ódio que apenas os bovinos conseguem prover transbordava, como na investida de um touro eu disparei na direção de meu irmão, ergueria meu corpo apenas e somente quando estivesse próximo, concentrado em soca-lo meu braço fez um arco lateral para ter o máximo de impulso, dentro do meu amago eu queria continuar a lutar, queria mostrar mais da força que adquirir ao meu irmão, mas não era hora para isso.

Acompanharia o movimento do meu braço de forma a deixar claro que toda a minha força estava nele, meu corpo movimentaria-se com uma certa inclinação, o rosto do meu irmão era o foco, o ar das minhas ações indicariam o golpe final, o golpe que acabaria com tudo ali se o atingisse, mas seria na eminencia do golpe que tentaria fazer o meu soco parar com todas as minhas forças, deixando apenas o vacou daquele poderoso impacto percorrer o caminho sugerido.

Nesse momento abriria um largo sorriso enquanto voltaria lentamente a minha forma humana normal, meu olhar sincero e genuinamente feliz indicariam que eu não estava nem um pouco descontente com o resultado de tudo que tinha acontecido ate agora, mas seria a minhas palavras que mostrariam ate onde iriámos :




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— Parece que você cresceu " Tampinha", passou de " Chorão " a " Cacique" , transa do que estou falando?


Supondo que o mesmo seria feito por meu irmão o abraçaria ao termino de suas palavras a tudo o que foi dito, daria um grande e poderoso abraço naquele corpo magrelo mais cheio de força começaria a gargalhar junto com ele de forma a mostrar o quão divertido foi essa disputa minuscula mas tão gratificante.

Adentraria na estalagem com certa alegria, caminharia ate o balcão mais próximo se ali estivesse um disponível com atendente e faria sinal para duas bebidas, olharia para meu irmão com certa felicidade, estávamos de volta a ativa. Caso não tivesse um balcão apenas sentaríamos na mesa mais próxima enquanto observaria meus companheiros se aproximar, Buzz começaria toda uma falatória para mostrar os cartazes, as coisas teriam mudado, teriam mesmo mudado, eu estava valendo 24 Milhões, Obeha deve estar morrendo de orgulho de mim enquanto sabe que estou andando por ai pelo mundo procurando meu menu. Sorriria para meu irmão, bateria a cabeça na dele de felicidade e então comentária brevemente enquanto esticaria a mão para um soquinho:





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— Parece que agora somos " Supimpas " Em? Jacob Allan, O Touro, nada mão para uma vaca...

Soltaria uma bela gargalhada da piada que o irmão começou e que todos estavam levando ao pé da letra, após uma bela risada daria um tapinha as costas do irmão e escutaria o questionamento de Buzz B que era relevante, o que faríamos agora? Para onde iriamos? As coisas estavam sinistras, dividas, inimigos e agora sendo procurados, tínhamos que agir logo.

Falaria então com um tom ameno para meus companheiros quais eram meus planos, eu tinha decidido antes da briga e agora estava decidido mais que nunca, era a hora da revanche a hora do troco e a hora de fazer mais por esse lugar infestado de problemas, se essa seria a primeira ilha a todos pararem, essa seria a ilha que deixaria todos contentes com uma boa alimentação e uma boa oportunidade se viver e então falei:





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— "Brothers" eu decidi que quero dar o troco naquela "Peluda", irei mostrar que não se brinca com Jacob "Lancelot" Allan, O Touro. Mas existe outra coisa que quero, algo grande e arriscado, algo que só irei fazer se todos quiserem...Essa Ilha de bosta, ela é a primeira parada de quem tem sonhos, a primeira, bem, ela precisa de alimento, de população, ela precisa de proteção...Vamos fundar um Golden Family aqui, quero trazer os " Rapagotes " para cá também.


bichaelson



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Historico Afro:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table EmptySab 18 Ago 2018, 11:20




RISE OF THE DRAGON


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Minhas pernas moviam-se com extrema velocidade.

Cada músculo do meu corpo rugia como uma besta.


Ainda que inconscientemente, eu sentia que tinha quebrado uma das muitas barreiras que limitavam o meu desenvolvimento, liberando assim um potencial escondido dentro de mim.

Eu já não era mais o mesmo de ontem, disso eu tinha absoluta certa, e o mesmo valia para o meu irmão. Diante de cada soco que ele desferia, a pressão era enorme e eu podia sentir o ar sendo deslocado. Meus reflexos bem apurados me salvaram, e aproveitando o momento, eu ataquei com um chute que parecia não ter peso algum.

Meu chute, que antes era crude, tinha técnica, mas faltava força. Meu irmão já não era um humano normal, aliás, nunca foi. Nós nunca fomos. Nós éramos pessoas que vivíamos pelos nossos instintos sempre buscando novas aventuras e oponentes fortes.

Nós somos guerreiros.

Nós somos cavaleiros.



A manopla trincou, e meu soco explodiu lançando o oponente para longe. Eu olhei rapidamente para a minha mão, e para minha surpresa o item se regenerou automaticamente sem deixar qualquer arranhão. Eu jamais tinha visto algo semelhante e a sensação que se alastrava no meu braço não era algo possível de se descrever.

Eu não queria depender de itens para aumentar minha força, mas eu tinha que admitir que essas manoplas eram especiais. Se os meus punhos eram um canhão, então as manoplas eram uma espécie de blindagem que o tornavam ainda mais mortais.


“Eu tenho que admitir, você me deu um presente e tanto Punhos de Merda.”

A luta ainda não tinha acabado. Meu irmão era como uma fortaleza, e embora meu soco fosse destrutivo, ele se recompôs sem muita dificuldade. Meu sangue fervia à medida que um sorriso tímido brotava no canto dos lábios ignorando a reação de Bee e das garotas. Meu mundo era somente eu e meu irmão, e nada mais.

Seus olhos intrépidos me encaravam emanando toda a sua fúria, as soqueiras caíam, dando um ar ainda mais perigoso e brutal a sua aparência já selvagem. Meu coração pulou de ansiedade, excitação, e até de mesmo medo. Ainda assim eu sorri e cerrei os punhos corajosamente, sentindo a besta dentro de mim correspondendo, querendo se livrar das suas algemas invisíveis. Eu sabia que essa luta continuasse o resultado seria catastrófico para os dois lados.


“De todos contra quem eu lutei até hoje, aniki, você é o melhor. Mais do que ninguém você faz com que eu queira me livrar de todas as minhas amarras.”

Não era a primeira vez que tínhamos lutado, mas a reação de agora era completamente diferente. Desde Dawn Island, até hoje, algo tinha mudado dentro de mim, ou melhor, despertado. Juntando toda a minha força, eu correria em direção ao meu irmão. Sem firulas, sem esquiva, sem medo. No meu punho direito, todo o peso do meu corpo e minha energia transbordaria emitindo uma “aura” ameaçadora e brutal.

“Infelizmente nós temos que parar por aqui.”

Eu observaria o soco que viria na minha direção, e sem fechar os olhos o encararia com minha coragem, deixando o meu peito completamente aberto. Em contra partida meu punho direito cortaria o ar velozmente, rasgando, torando e trucidando tudo a sua frente, alcançando o pináculo da sua força ao concluir sua trajetória parando a poucos centímetros do rosto do meu irmão. Ainda não era o momento de lutarmos a sério, e assim como eu entendia a nossa circunstância, ele também entendia.

Sorriria em resposta, voltando o meu punho e adotando uma postura neutra. Eu tinha crescido de fato, mas perto do meu irmão eu ainda tinha um longo caminho pela frente.


- Tch, antes um cacique do que uma vaquinha. – Falaria com um tom debochado, dando um salto para trás esquivando-me de um possível abraço fazendo um sinal negativo com o indicador a medida que gargalhava. Eu amo meu aniki, mas eu tenho que admitir, seu abraço é mil vezes pior do que um soco. Além do mais, apesar de toda a nossa empolgação, eu tinha muito o que refletir a respeito dessa breve batalha.

- Aniki, essa akuma que você comeu... Eu nunca esperei que você fosse mudar tanto. A força do seu soco, e a pressão que eu senti... Está completamente diferente de antes. Se possível eu gostaria de ter um poder desse mas... – Com uma expressão séria apanharia a garrafa de álcool enquanto caminhava em direção à estalagem.

Certamente eu gostaria ter uma akuma no mi, ainda mais depois de ver as mudanças de Bee e do meu irmão, entretanto, essa força seria realmente minha? Eu não queria falar, mas o receio que eu tinha era de confiar demais em coisas externas diminuiria o meu potencial, e eu relaxaria. Desde o início, armas, e outras coisas eram apenas meios que auxiliavam a arte marcial.


- Yare yare, parece que eu estou pensando demais nisso. – Nesse momento a melhor opção era deixar o assunto de lado. Ao entrar na pousada olharia ao meu redor, e veria o que estaria rolando. Se houvesse o jornal próximo no balcão, e por um acaso eu visse cartazes espalhados, me aproximaria e daria uma breve olhada. Depois de todas as nossas aventuras, eu ainda não tinha visto um cartaz com as nossas caras, ao menos não até agora.

“O punho dourado, nada mal.” – Riria caso eu me deparasse com o meu cartaz obviamente. Meu punho não era dourado, mas eu tinha que admitir, o nome era legal demais. O mais engraçado de todos era o do meu irmão, Jacob o Touro. Tenho certeza que erraram na escrita, e esqueceram de colocar “Vaca” no lugar. Enfim, caminharia uma mesa no salão, e junto ao meu irmão começaria a beber tomando um gole na própria garrafa. Até quando ela ia durar eu não sei, mas eu iria até o fim.

- Nada mal para uma vaquinha. – Responderia o meu brother enxugando o canto da boca com a parte de trás da mão. Mais do que ninguém eu entendia o que Jacob queria fazer e eu também compartilhava do mesmo pensamento. Dizer que eu não queria vingança contra a aranha e o arqueiro de merda seria pura hipocrisia, entretanto, fundar a “Golden Family” em Aracne nunca tinha passado pela minha cabeça. Isso não quer dizer, porém, que o meu irmão não estava certo em querer melhorar a situação da ilha.

- Um guerreiro não persegue os fracos.
Um guerreiro não cede à injustiça.
Um guerreiro sempre paga de volta quaisquer favores ou vingança.


Tenho certeza que você já ouviu isso antes, aniki.


Nós somos guerreiros.

Nós somos cavaleiros.


Na minha imaturidade, eu sempre achei que ser um guerreiro era um sinônimo de força e opressão, mas eu estava enganado. Meu pai podia não ser um homem intelectual, na verdade ele era bastante ignorante, mas isso nunca o impediu de viver e morrer pelo seu próprio código e leis. Ele era um pirata, e também um guerreiro. Seu código, suas leis, foi o que sempre o impediu de cruzar uma linha da qual não teria volta. Eu era diferente, ou pelo menos achava.

Embora eu tivesse um coração aventureiro, e um espírito indomável, eu costumava ser indiferente as coisas ao meu redor. Eu fortaleci minha alma tentando deixá-la fria, mas ao pisar os pés nesse mundo, onde as pessoas choram e sofrem diariamente, eu descobri que eu não era tão insensível assim. Não... No meu coração havia um senso de justiça, e de piedade. Eu podia relevar umas coisas, mas se algo me incomodasse, então eu faria de tudo para resolver. Lentamente eu fui compreendendo o meu pai.

Eu sou um guerreiro, não apenas por causa da minha força, mas também por causa da minha moral. Recitar as leis que pelas quais meu velho viveu e morreu, não passava de uma mera convenção e um momento saudosista. Meu irmão estava certo. A Golden Family não era somente uma máfia, ou algo para nos beneficiar. A princípio eu não me importei muito em Loguetown, mas essa crença foi mudando aos poucos.


- Nós iremos trazer a Golden Family para Aracne, mas até lá nós temos muito trabalho a fazer. Aniki, você ainda não está recuperado completamente.

Se você estivesse inteiramente curado muito provavelmente eu não teria sido capaz de desviar dos seus socos. Nesse momento nossa melhor opção é nos fortalecer, e entender a habilidade de cada um de vocês.

- Menino Bee, aniki, depois que vocês comeram suas akumas vocês já não são mais as mesmas pessoas de antes. Se antes havia um balanço entre nossas forças, hoje já não existe mais, e eu não tenho vergonha em dizer que eu estou bem atrás de vocês.

Por mais que eu queira proteger todo mundo, depois de ontem, eu tenho que aceitar a realidade e encarar que eu não sou forte o suficiente.


As palavras soariam com um tom pesado, mas honesto. Não era fácil admitir minha inferioridade, ainda mais sendo o capitão. Entretanto, a realidade é que tudo mudou e tanto Bee quanto Jacob eram lutadores que eu não podia alcançar tão facilmente, pelo menos não nesse momento. Mais importante do que força nos punhos, eu percebi que o que mais precisava nesse momento era amadurecer. Por mais que o meu orgulho seja ridículo e banal, eu precisava encarar a realidade a minha frente.

- Primeiro de tudo, menino Bee, quais são suas habilidades e o que você consegue fazer agora? Nossa estratégia de combate será baseada na característica de cada um de vocês, mas para isso eu preciso conhecer cada um. Além do mais, o que vocês acham de recrutarmos mais um membro para o bando?

Histórico de Pedrão:
 
Codigo do Caçador:
 


(As imagens são ilustrativas)





Quarto Ato: Caught in the Spider's Web.

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table EmptySeg 20 Ago 2018, 20:52




Hora de traçar os planos!


  • Todos


A luta dos dois cavaleiros continuava eletrizante, chegando um momento em que Jacob quase atingia os três espectadores, o que irritava um pouco Staz. Os dois ainda estavam muito focados, na batalha, o que fez com que apenas o jovem de cabelos alvos e as duas garotas percebessem o jornal e os cartazes que eram levados para o interior da Estalagem. Com um aviso, Staz chamou as duas para irem para dentro e, após um olhar preocupado de Li Wan em relação aos dois, as duas o seguirem. Lá dentro Nimura estava no balcão, com os pés em cima do mesmo e lendo um jornal. Quando o jovem se aproximou dele perguntando sobre um jornal que acabara de chegar ele olhou para ele, olhou para o jornal e olhou para ele de novo. - Ahn... Sim? - Disse ele, meio inseguro, até que o Ladrão de Mel pediu para lê-lo. - ...Beleza, mas toma cuidado. E depois me devolve, fui eu que paguei. - Ele colocou a mão embaixo do balcão, abriu uma gaveta e pegou uma pilha de cartazes. - Vi que tem uns cartazes de vocês aqui. Pode ficar com esses, não me importam. Mas os outros é bom que estejam aqui depois.

Sem nenhum lugar para sentar, o jovem usou de seu novo poder para fazer um sofá improvisado com melaço, que não saiu idêntico a um sofá, mas era o suficiente para que os três sentassem. Cada um das duas sentaram de um dos lados dele e os três começaram a ler. Haviam muitas novidades, inclusive sobre a derrota de Mille Kellig frente às forças avassaladoras do yonkou Darut Izla. Aparentemente o capitão do Punhos Titânicos não havia tido um destino muito melhor do que o de seu subordinado. Por fim, pegou seu próprio cartaz e guardou, enquanto as garotas pegaram o de Jacob e Ryu. O jornal e o resto dos cartazes eram devolvidos e Staz avisava que iria rapidamente no navio.

Do lado de fora, um irmão encarava o outro. Aquilo não era só uma competição de força, mas também uma competição de perseverança. Força de vontade. Os outros três haviam se retirado, então sobravam só os dois ali. Um encarava o outro, esperando o momento certo, até que os dois começaram a correr. O trecho que os separava, apesar de ser um bom punhado de metros, pareceu ser centímetros quando um se viu em frente ao outro e seus punhos se deslocaram. Dois punhos poderosos que tiveram seus trajetos interrompidos pouco antes de acertarem seus alvos, mas que ainda carregavam consigo a força aplicada neles. Os dois haviam crescido muito, ficado muito fortes, e aquela era a prova. Com um sorriso, os dois foram sinceros um com o outro e, quando Jacob tentou um abraço, esse foi esquivado por Ryu. Em seguida, seguiram voltando para a Estalagem em tempo de ver Buzz saindo apressado de lá de dentro e indo em direção ao navio.

Indo até o navio, Staz não sabia onde seria seu quarto, então seguiu para a enfermaria e colocou seu primeiro cartaz lá. Orgulhoso, logo voltou para a Estalagem, onde viu os outros quatro reunidos. Juntos novamente, o grupo seguiu até o salão do lugar, onde as refeições eram servidas, e o Touro pediu duas bebidas. Umika e Li Wan também pediam bebidas, incluindo, no caso de Umika, para Buzz também. Sentados em uma mesa, os cartazes foram mostrados e, pela primeira vez em muito tempo, eles conseguiam ver que seus feitos estavam repercutindo. - Parece que Li Wan e eu não recebemos cartazes, mas isso não me surpreende. Comparados a vocês, não fizemos muitas coisas. - O assunto foi então interrompido por Jacob, que levantava outra questão: a revanche contra a aranha e a Golden Family. Ryu o respondia com igual seriedade, mas logo eram interrompidos por uma espada fincada na mesa de madeira. - Eu soube que vocês vão voltar na floreta para ter uma revanche contra a aranha-mãe. - Era Violet, a garota que Ryu havia conhecido. Seu olhar, entretanto, carregava determinação. - Eu vou ir com vocês.

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Quinto Ato: The Round Table   Quinto Ato: The Round Table EmptyTer 21 Ago 2018, 17:29

Good Manners, please.


Staz


O local tinha virado rapidamente uma zona de guerra, sem lei, sem nada. Vendo a iminência de uma possível tentativa de assassinato e sabendo que o jornal havia chegado junto de vários cartazes, resolvi adentrar na estalagem e chamei ambas as garotas para me acompanhar. Após elas aceitarem o convite, fomos até Nimura para conseguir as notícias e ele foi gentil o suficiente de nos emprestar o jornal. - Relaxa, a gente trás ele inteiro. - Disse, acenando para o mesmo e indo procurar um local para sentar. Sem achar nenhum, resolvi improvisar um com minhas habilidades. Devo admitir que não foi minha melhor obra, mas servia ao seu propósito e era isso que importava. Nos acomodando de modo que todos conseguíssemos ler, começamos a folhear as páginas e ver o que estava se passando pelo mundo. Obviamente, a notícia mais importante era a da derrota do tal Mille Kellig pelas mãos do yonkou Darut Izla. - Heh, esse é certamente um nome que eu irei guardar. - Era um pouco impactante saber que o capitão do tarado chifrudo, o qual lutou contra praticamente todos nós, havia sido derrotado. Me fazia pensar o quanto ainda tínhamos de escalar para ter a força necessária para fazermos o que quiséssemos. Inimigos cada vez mais fortes iam começar a se interpor em nosso caminho, e nós só conseguiríamos atingir nossos objetivos caso passássemos por cima deles. Sentia meus dedos apertarem um pouco forte demais as folhas do jornal e rapidamente os relaxava para não danificar o objeto.

Tendo lido o que precisava, devolvia tudo a Nimura, exceto nossos cartazes, e seguia para o navio. Lá, resolvi prender meu cartaz na parede da enfermaria, por falta de um local melhor mesmo. Não sabia ao certo o porquê de estar fazendo aquilo. Vaidade? Orgulho? Provável, porém talvez houvesse algo mais. Talvez eu quisesse manter aquilo como um lembrete de como tudo começou. De como tudo começou DE VERDADE. Aquelas recompensas meia boca de antes para mim eram o mesmo que nada, então aquele era o ponto de partida definitivo. * Será que o Abraham já viu isso? Queria ouvir o que ele diria sobre... * - Provavelmente algo do tipo: "Muito bom, garoto. Agora já dá pra trocar você por um navio decente!" - * Eh... Acho que ele não diria isso. * - Quem sabe? Talvez ele queira mesmo um navio. - * Você acha que agora que todo mundo sabe o nosso nome, poderia ser qu- * - Eu vou parar você ai mesmo. Primeiro, vamo baixar a bolinha que isso ainda é recompensa de novato. Nas ilhas mais na frente, provavelmente eles pegam esse tipo de cartaz e tacam na lareira ou usam pra limpar a bunda. Segundo, esquece isso. Para todos os efeitos, você é órfão e tem problemas psicológicos que podem ou não derivar disso. Aceite o fato e siga em frente. - Ainda estava pra nascer alguém que desse conselhos de maneira mais eficiente e épica do que eu. Podem aplaudir se quiserem.

Voltando para o hotel, me reuni com o resto do grupo, incluindo os brigões que pareciam ter terminado de resolver seus problemas. Todos pediram bebidas, e Umika fez a gentileza de requisitar uma para mim. Logicamente teria de agradecer tal ato, e faria isso pegando sua mão direita e beijando levemente o dorso dela. - Obrigado. - * HUMMMMM, EU TÔ DE OLHO EM VOCÊ. * Ele não gritava, porém a voz estava bem mais alta do que de costume, o que me deixava um pouco desconfortável no momento. Largaria a mão da jovem e me ajeitaria no assento, buscando ficar em uma posição confortável. O primeiro assunto eram os cartazes, que só agora os outros dois membros masculinos da equipe estavam vendo. Eles pareciam mais felizes do que eu com suas alcunhas, até porque elas davam menos margem pra piadinhas de tio. Umika parecia meio para baixo por nem ela nem Li Wan terem ganhado um cartaz, então resolvi tentar confortá-la com minhas habilidades inacreditáveis com as palavras. - Bem, a panda foi nocauteada com o ataque mais covarde da história, e você participou sim da luta com o cara tarado de sunga e chifres. Se vocês quiserem mesmo um cartaz, quando o próximo idiota aparecer querendo lutar com a gente, nós matamos ele e escrevemos o nome de vocês com o sangue. Assim a marinha vai achar que só vocês mataram ele e profanaram o corpo. - Sorriria inocentemente para a garota de óculos. Após isso, eu perguntava o que faríamos em seguida e Jacob falava sobre a caça a aranha gigante e sobre a implementação da "Golden Family" em Aracne. Eu achava que já havia ficado claro que o único que deveria ir atrás da aranha era eu, para que evitássemos o que ocorreu da última vez. Ela poderia me amassar, partir no meio, comer, mas eu sempre me regeneraria e poderia continuar lutando. Bastava ela conseguir injetar um pouco do veneno em algum dos outros membros do grupo e teríamos de voltar até a estalagem, ir no quarto do velho que acha que é Deus e pedir pra ele aplicar a cura na pessoa afetada. Contudo, o velho precisava de mais veneno para fazer um antídoto, então ser picado pela aranha representava o fim da linha para a pessoa. Ryu (eu ainda estou meio chocado com isso) deu uma opinião muito sensata sobre os dois assuntos, e por mais assustador que possa parecer, eu quase concordava com ele. Não quanto à máfia, mas sim quanto ao fato de termos de esperar a recuperação total do cozinheiro e juntarmos informações e nos fortalecer. Isso nós tínhamos de fazer mesmo, mas irmos todos para a caçada já era um pouco demais. - Eu não me importo muito com esse negócio de máfia, então fica a seu critério. Quanto ao outro assunto, eu meio que concordo com o loiro, porém nem tanto. Vocês têm certeza que é a melhor ideia irem enfrentar aquele negócio sem uma garantia de cura pro veneno? Eu posso sobreviver de boas, mas vocês são um caso diferente. Não é como se eu pudesse grudar vocês aqui e ir sozin-. Pera, eu posso sim! Enfim, eu só acho que é mais sensato vocês ficarem aqui e deixarem tudo comigo. Mas vocês já são grandinhos o suficiente para decidirem se querem arriscar suas vidas ou não. - Esperava que minhas palavras conseguissem adentrar aquelas cabeças duras, principalmente a do menino-vaca, e eles acatassem meu plano, porque eu sinceramente não queria ter que prendê-los para evitar uma investida suicida. Se o mais resistente entre nós havia quase morrido, que chance teriam os outros?

Ryu seguia com a ideia de conhecermos melhor nossas habilidades e perguntava sobre a minha, além de questionar se não tínhamos problema com ele chamar mais alguém pro grupo. Era naquele momento que eu me tocava que ainda não tinha falado nada sobre a fruta, mesmo que toda a ideia de revelar meus poderes em um espetáculo ter ido por água abaixo por conta daquele arqueiro idoso. Eu ainda vou matar aquele velho. Procuraria alguma faca ou garfo que estivesse ali perto e limparia-o em um guardanapo. - Contando que não seja outro maluco ou um esquisitão, não vejo problema. Quanto a minha fruta, é estranho eu não ter dito antes. Acho que a gente só não teve tempo mesmo. Eu comi a Ame Ame no Mi, a fruta do doce. Não me perguntem o motivo, mas aparentemente isso não engloba todos os doces, apenas melaço. Ela é uma logia, então meu próprio corpo se tornou essa substância, me permitindo fazer isso. - Colocaria a mão esquerda sobre a mesa e usaria a faca ou o garfo para arrancar meu dedo mindinho fora com um único golpe. Caso eu não tivesse nenhum desses objetos a minha disposição, apenas colocaria a mão sobre a mesa e faria com que ela se liquefizesse para efeitos de demonstração. - Além disso, eu posso criar e controlar esse melaço e também posso fazer ele endurecer e esticar se eu quiser. É bem versátil, mas eu ainda não sei controlar isso muito bem. - Depois de ter explicado tudo, Jacob tomava a palavra e parecia concordar com meu plano. Era um pouco difícil de entender exatamente o que ele queria dizer com aquilo, mas basicamente eu ficaria encarregado de dar um pau na aranha, ele iria atrás do dono das tais "tramoias" do local, apesar de não saber quem seria esse cara, e Ryu faria o que desse na telha. Bem, ele não ouviria reclamações de mim com um plano como esse. Aquela era a jogada mais segura na situação, e a que tinha menos chances de acabar com alguém enterrado. Antes que pudesse dar meu apoio verbal, uma fucking espada foi encravada na nossa mesa. Segurando a mesma, estava uma garota voluptuosa e aparentemente bem violenta. Acabou que não éramos os únicos com pendências com a aranha gigante. Isso é tipo um critério pra ficar na ilha ou o quê? Olhando fixamente para os olhos da espadachim, apontaria para a espada e diria. - Primeiro, você acabou de danificar patrimônio privado. Segundo, quem te ensinou boas maneiras tem que ir no inferno. Terceiro, quem diabos é você? E quarto, quem disse que você vai com a gente. Pera, quem disse que vai ter a gente? Eu vou sozinho! - * Calma, nervosinho. Tá se enrolando todo. * - Ela só me pegou desprevenido. Quem é que chega atacando uma mesa do nada? -

Caso ela tentasse me atacar por algum motivo, tentaria perceber se o ataque seria focado apenas em mim ou se poderia acabar acertando alguma outra pessoa. Por estarmos sentados juntos em uma mesa, os únicos tipos de ataques que não corriam risco de acertar mais ninguém eram as estocadas, golpes verticais e diagonais, dependendo da inclinação. Caso fosse uma estocada, jogaria meu corpo para o lado apenas o suficiente para escapar de um golpe em cheio, deixando que ela me acertasse de raspão para saber se ela conseguia me ferir ou não. Para ataques verticais e diagonais, afastaria minha cadeira para longe do ataque ou simplesmente ignoraria o bem estar do móvel e o jogaria para o lado antes de pular para trás, também deixando que ela me acertasse de raspão, de preferência no cabelo se eu percebesse que seria possível. Agora, se ela pretendesse usar algum movimento que poria em risco o bem estar de outra pessoa, eu usaria ambas as mãos para segurar no cabo da espada antes que ela terminasse o movimento, ao mesmo tempo que tentaria empurrar a pessoa que corria risco usando meu tronco ou quadril. Começaria a liberar meu melaço pelas mãos e faria-o começar a se espalhar pelos braços dela, até passar pelo menos dos cotovelos. Quando isso ocorresse, faria o material ficar o mais sólido que eu conseguisse e me afastaria, esperando que o pessoal fizesse o mesmo.

Contudo, havia a possibilidade de que ela se mantivesse calma e não tentasse matar nenhum de nós. Caso isso acontecesse, esperaria que todos dessem suas opiniões sobre o assunto, mesmo achando que eles teriam uma reação parecida com a minha. Eu estava redondamente enganado. Acho que foi inocência minha pensar que o cozinheiro não iria dar em cima dela. Afinal, ela chamava muita atenção com sua "grande" presença. Chamar ela pro bando talvez tenha sido mais surpreendente do que ele xavecá-la, porém ainda era um pouco dentro do esperado. O loiro já parecia jogar mais na defensiva com ela, e até parecia estar tentando intimidá-la. Se iria funcionar ou não, só o tempo diria. E foi a partir dai que as coisas começaram a sair da linha. Primeiro, o loiro parecia achar que tinha ascendido aos céus e se tornado meu chefe, pois começava a me dar ordens e a seguir um plano que ele tinha acabado de inventar e que não tinha nem perguntado se concordávamos. Segundo, ele parecia achar que eu tinha algum conhecimento de rastreio, coisa que eu não possuía e nunca havia falado sobre isso. Terceiro, simplesmente cagou pra o que eu e o cozinheiro pensávamos e queria que todos fôssemos para enfrentar a aranha. * Staz, não deixe isso acontecer. Você sabe que- * -Cala a boca. - Eu sentia meu sangue, ou melaço, ferver dentro do corpo. Meus músculos começavam a se tensionar levemente e me mantinha em silêncio, apenas observando o que se passaria a seguir. Todavia, eu juro, quando ele inventou de dar aquele sorriso e falar que confiava na gente, eu consegui visualizar uma dezena de formas de amassar a cara dele com um chute. Aquela fala praticamente significava que minha maneira cautelosa de agir, era falta de confiança nas garotas. - Fomos massacrados da última vez, quase perdemos um membro da equipe, e você quer arriscar tudo de novo? Quer levar uma garota que tem pavor de aranhas pra enfrentar uma que é do tamanho de um navio e possui um veneno mortal do qual a gente não possui a cura? - Falava aquilo entre os dentes, com um tom baixo, porém colérico. Inspiraria o máximo de ar que conseguisse e soltaria tudo de uma vez pela boca, usando o tempo para limpar minha mente e tentar me acalmar. Terminaria de tomar minha bebida e me levantaria da cadeira. - Façam o que quiserem. - Aquela frase não parecia ter o mínimo de emoção, e era isso que esperava. Sairia do local e começaria a ir na direção da floresta, caminhando devagar e observando a flora que me cercava. Sem a neve, talvez conseguisse notar coisas que me escaparam da primeira vez que adentrei a floresta, e então as recolheria e guardaria se possível fosse. * Então é isso? Você vai deixar isso seguir em frente? É SÉRIO? * - O QUE VOCÊ QUER QUE EU FAÇA, EN? QUER QUE EU MATE ELES? QUER QUE EU TENTE PRENDER ELES? QUER QUE EU PONHA JUÍZO NELES? DO QUE CARALHOS ISSO VAI ADIANTAR! - Chutaria com todas as forças a árvore mais perto e depois seguiria em frente, continuando a colher o que fosse interessante para mim. Meus passos começavam a ficar mais pesados e minha respiração ficava mais audível. Passaria a colher as coisas como se estivesse arrancando uma erva-daninha ou algo indesejado. Minha fúria se tornava evidente. Enquanto seguia com um destino incerto, falava para mim mesmo. - O que eu não daria pra achar aquele velho desgraçado agora... Tenho certeza que quando terminasse de matar ele, me sentiria bem melhor. -

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Última edição por GM.BuzzB em Qua 22 Ago 2018, 13:09, editado 1 vez(es)
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