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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 1° Act - It's Navy Time

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Roy Collins
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 5 EmptyQui 04 Jul 2019, 21:35

Em treinamento com Loliet
O tenente Trent sem dúvidas tem uma presença fora do comum. Sua roupa de superior e seus olhos são de pessoas diferentes. Geralmente há uma diferença entre o olhar de alguém sem nada para lutar, em relação a alguém que luta por algo. Ao mesmo tempo que ele sabe ser bem humorado, seu olhar demonstra confiança e assim por dizer, mostra que se conhece. Nunca o vi lutar, mas já da para perceber que ele não é um marinheiro qualquer. Chegou no posto pelos seus méritos. Esse tipo de homem me faz querer evoluir para chegar sempre acima do que estou. Afinal meu caminho na marinha é uma construção da vida nela e dá força para adquirir ao longo das experiências e batalhas que for travar. A marinheira Loliet com toda sua peculiaridade em ser risonha, passava uma outra faceta. Com os cabelos esverdeados e os olhos da cor de âmbar, a mesma tinha sua singularidade. Visualmente qualquer pessoa não acredita que ela seja uma marinheira forte, no entanto, quando você está num combate contra a mesma ela possibilita a chance do adversário entender que ela não é uma donzela indefesa. Jamais. Dois marinheiros que me mostram quanto preciso evoluir e isso instiga minha vontade para tal. Na mesma proporção que cresce a fúria esvaindo em cada poro do meu corpo, tornando minha respiração mais ofegante do que o usual. Não pela energia já gasta em luta, porém por ainda ser fraco. Meus punhos tremiam de nervoso por ser um juvenil

O chão dessa sala de treinamento do navio era acobertado por um tapete acolchoado. Relativamente simples para o treinamento de qualquer marinheiro, mas compreensível porque como é um navio para viagem de ilhas, é algo bem temporário. Apenas para acomodar durante o trajeto e não permitir que os tripulantes percam seu ritmo de treino e aptidão física. Ótima ideia da marinha inclusive, até mesmo porque com as coisas mais amenas ainda é possível manter o ritmo de treino. Além disso, um joão-bobo estava na sala para praticar ataques nele. Nunca treinei com um boneco desse, ao que tudo indica, o mesmo parece ser útil para receber pancadas e até mesmo treinar quando for preciso.

Retomando a luta, posicionei meus pés um a frente do outro e apliquei um dash contra a marinheira. Novamente ela mostrou suas proeminentes habilidades em luta. Com maestria e atenção neste combate, ela acabou esquivando de dois socos meus. Um de direita que sem dificuldades desviou do ataque, e em sequência com a mão esquerda, apliquei um outro. Este que fora vergonhoso pelo andar da carruagem. Como sou destro, meu cérebro não consegue enviar o comando em uma velocidade tão rápida para meu braço esquerdo como para o direito, além da falta de habilidade com este braço. Minha vontade e imaginação para usar esse punho são variadas, entretanto, de nada adianta caso não ter a habilidade para usa-lo. E em consequência meu ataque fora desengonçado obrigando-me a dar um urro de revolta. - AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH!!!! Urrava consternado com o péssimo ataque.

Loliet advertia e orientava que precisarei treinar esse punho. Certamente já estou com isso em mente, contudo, minha imaturidade em usar esse membro é de deixar com os cabelos em pés. Sou um boxeador e possuo tal fraqueza? INTOLERÁVEL!! Essa é a palavra que determina minha indignação em falhar com esse braço. Enquanto se recompunha do ataque a mulher de cabelos verdes aplicou uma "rasteira" com o bastão em mim, não tendo a menor chance para desviar. Não quero perder esse combate, mas pelo que está acontecendo nesse momento é difícil concluir outra coisa. Mesmo que minha vontade seja continuar a tentar obter a vitória, algo me diz que ouvir as orientações de Loliet em treinar com essa mão seria mais viável. Independente do resultado, pois um superior consegue enxergar de uma maneira melhor as coisas.

Me abstive em relutar contra sua orientação. As vezes falar é o que não devemos fazer. Mas agir, mostrar resultado. Olhei para meu punho esquerdo que por si só não está sendo útil. Fechei-o e logo percebi que ele tremia freneticamente, a medida que a fúria do meu coração permutava e mantinha a aceleração do batimento cardíaco alto. Meu peito inflava e aliviava com mais frequência. A respiração depois do ataque demorou um pouco para estabilizar. Levantei pós-rasteira e observei a garota com o próximo ataque em mente que desferiria contra ela. Certamente a marinheira é superior nas habilidades, e sua ordem é usar meu membro esquerdo, logo. Farei.

Utilizaria de minha aceleração para se aproximar da forma mais veloz possível dela, indo pelo lado contrário do meu membro esquerdo para quando chegar próximo dela, ter mais facilidade em ataca-la. Caso ela aplique outra vez uma rasteira com seu bastão, saltaria através do uso de acrobacia para cima de sua arma, fazendo com que meu peso por um momento inutilize o uso de sua arma, flexionaria minhas pernas, podendo assim aplicar um dash pra frente e com mais proximidade possível socar com a mão esquerda pra tentar diminuir minha dificuldade em usar este punho. Fazer isso pode facilitar minha chance de sucesso mesmo que o ataque tenha um dano pequeno, porém, desenvolver a habilidade com este punho é primordial para posteriormente aumentar a força dos ataques. Portanto, ter uma abertura maior para esse ataque amplia minhas chances de ter sucesso nesse ataque, mesmo que não saia como esperado.

Já se ela tentar interceptar meu ataque de forma direta verticalmente, soltaria meu tronco para o lado contrário de seu ataque buscando desviar, com um jogo de perna posicionaria a de apoio na frente de acordo com o lado que seguir, abaixaria rente ao peito de Loliet e com a outra perna impulsionaria meu corpo para frente. Tomando cuidado para não tropeçar ou perder o equilíbrio, aplicaria um soco primeiramente com o punho direito em seu estômago tentando forçar com que seu corpo reaja para frente. Em seguida com a abertura da brecha de sua defesa, concentraria o máximo possível de força no punho esquerdo fechando-o e desferiria um soco de baixo para cima no queixo da marinheira. Sempre tendo o enfoque de manter o máximo possível de espaço para atacar, pois como não tenho tanta força e nem manejo com esse membro, melhor é aprimorar a técnica de luta.

Recuaria alguns passos e rotacionaria em volta dela a medida que ela for atacando, afunilando novamente o espaço entre nós. Esquivando através de rolagens para os lados, estes que serão contrários aos seus ataques. Até que na hora que estiver mais próximo dela e ela estiver se recompondo de algum ataque, investiria contra a mesma levantando-se rapidamente da rolagem pela aceleração e socaria com o punho esquerdo de forma abrangente. Isto é, um cruzado de esquerda na região de seu rosto tentando dificultar sua visão para seus próximos ataques. Nesse momento tomaria também cuidado ao atacar para que este consiga ter abertura maior e desse modo impactar na precisão do ataque.

Saltaria para trás afastando dela e por alguns segundos conteria meu cansaço. Observaria rapidamente e iria em sua direção em zigue-zague para dificultar a precisão de seu ataque. No momento que for possível desferir um soco de direita, miraria em seu punho ao qual está com a arma para machucar e quem sabe fazer com que ela tenha dificuldade no manejo do bastão. Em seguida estaria atento a qualquer contra-ataque tendo em mente que se vier algum, saltaria para cima ou para os lados se necessário, dependendo da forma do ataque. E desse modo buscaria ângulo para atacar com o punho esquerdo mais uma vez o rosto da marinheira Loliet, este ataque visando acertar com ossos do punho para até ter um impacto maior na hora do golpe. Mesmo que se for pequeno.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 5 EmptyDom 07 Jul 2019, 16:28

Roy Collins

 Roy ficara consternado com sua habilidade utilizando a mão esquerda e não era para menos, já que se comparasse com a direita ela era simplesmente patética. O rapaz sequer reclamava do comentário feito por Loliet até porque a mulher estava querendo o ajudar com seu treinamento e se sua superior queria que ele fizesse isso, o soldado o faria. Nesse momento a vitória não era o mais importante e sim a evolução que o boxeador teria ao final da luta. No canto da sala, Trent permanecia parado analisando toda a luta entre os dois prevendo provavelmente que acabaria tendo que pagar a bebida em Loguetown ou então o que pediria caso ganhasse a aposta feita com a sargento anteriormente.

Collins procurava utilizar sua aceleração para se aproximar mais rapidamente da mulher e em meio a corrida, logo após se levantar do chão, na sua mente o jovem já planejava o que faria em caso de uma interceptação de seu movimento. Ela de imediato tentava um ataque na direção do jovem que jogava o corpo para o lado direito fazendo um jogo de pernas para ficar bem posicionado, em seguida  o rapaz abaixou seu corpo rente ao peito da mulher. Havia uma brecha na defesa da sargento, afinal ela movimentará o bastão em uma direção retilínea que visava atingir o boxeador na posição anterior e nesse momento o tempo para voltar a arma na sua frente seria alguns instantes demorado o que poderia ser útil a Roy.

O rapaz conseguia rapidamente acertar a boca do estômago de Loliet que ficava sem ar por tempo suficiente para o jovem utilizar sua mão esquerda para prosseguir com os ataques. De baixo para cima um soco vinha na direção do maxilar da mulher, porém a sua falta de habilidade com este punho fazia com que o golpe não surtisse tanto efeito quanto ele tinha imaginado. Loliet acabava por bambear por mais um curto período de tempo e logo voltava ao seu estado normal andando alguns passos para trás - Essa foi por pouco hein? ela sorriu na direção do rapaz. Ele até tentou recuar em seguida rolando, todavia a mulher escondeu onde atacaria e o jovem acabou por não se decidir por onde iria levando o golpe em cheio em seu rosto. Roy acabava por se desequilibrar e levando mais um ataque do bastão na face novamente, dessa forma ele estava mais uma vez no chão exausto - Eu já vi o suficiente disse se preparando para sair dali pela única porta a esquerda de onde estava - Devemos estar quase chegando em Loguetown, acho melhor se arrumarem para desembarcarem já que assim que o navio alcançar a costa iremos para o QG ele deu uma sinal com uma das mãos, enquanto se virava de costas a dupla.


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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 5 EmptySeg 08 Jul 2019, 09:17

Dura realidade

Os movimentos de luta contra Loliet nem sempre são efetivos. A marinheira é durona na queda e isso mostra como preciso evoluir. Estar na marinha não significa nada se não houver amadurecimento aqui dentro. Quando você se depara com pessoas habilidosas seu instinto de luta atiça. O pior é quando acaba perdendo por algumas coisas em combate. Naturalmente cria uma raiva por ainda não ser forte, deixando a desejar em muitos aspectos. Como no meu caso, a falta de habilidade com o punho esquerdo. E de fato, essa lutou o que pesa bastante é essa minha deficiência. No momento que me recompus do ataque e voltei para o combate, Loliet mostrou que estava atenta aos meus movimentos mas sem sucesso não conseguiu evitar uma bela de uma sequência de socos.

Primeiramente desviei de seu ataque com o bastão através da jogabilidade com as pernas. A perna que deixei de apoio me deu uma grande ajuda para o ataque que após minha esquiva, propiciou um ataque de direita no seu estômago. Como esperado a reação do seu corpo fez com que sua cabeça movesse para frente. Instintivamente visualizei a brecha para atacar com o punho esquerdo. Loliet baixou a guarda devido ao ataque e tudo que podia ser feito para não errar estava na minha frente. Na sequência atingi um punho de esquerda no seu maxilar fazendo-a bambear para trás apenas. Tudo isso devido a falta de força com esse punho. Na mesma hora estremeci de fúria por aquele ataque não ter tido um bom resultado de dano. - Arrrggghhhh!! Se não fosse pela minha falta de habilidade com a esquerda o resultado poderia ter sido bem diferente. Meus punhos se fechavam exalando a raiva que senti com o ataque fraquíssimo.

Posteriormente ainda energizado com o ambiente que a luta traz, rolei para o lado com o intuito de esquivar de seus ataque, desta vez ela estava mais preparada. O nervosismo pelo meu último ataque acabou meu atrapalhando. Acabei tomando um ataque de bastão duas vezes na face, por minha falta de reação em rolar para algum lado específico. O impacto me deixou tonto e me desligou por alguns segundos. Quando minha mente retomou meu corpo estava se sentindo exausto e inapto para continuar o combate. Quando finalmente Trent se pronunciava e decretava o fim do treinamento. O responsável pelo navio nos informava que em breve chegaríamos a ilha de Loguetown e em seguida partiriamos para o QG da ilha.

Aos poucos fui me levantando tomando consciência do espaço e começando a raciocinar que realmente tinha sido derrotado. Toquei meu rosto sentindo a dor ... Não dos ataques da marinheira, mas por ter sido fraco em desonrar minha família. A tatuagem que tenho no rosto simboliza a força de nossa família. É uma honra para cada Collins possui-la e nesse momento, acabei fracassando com meu pai principalmente. Nenhum dos dois marinheiros se pronunciaram quanto ao resultado, mas muito provável que eles percebam minha decepção por conta da derrota. Olhei para meus punhos e minha fúria só cresceu ao olhar para o punho esquerdo especificamente. - Preciso evoluir pessoal. Encararia ambos seriamente e questionaria-os com uma certa raiva por essa inaptidão por assim dizer. - Um boxeador que não usa o punho esquerdo. Não posso permitir continuar assim!!! Exclamaria para ambos dos marinheiros e caminharia em direção ao joão-bobo da sala de treinamento.

- Já vou indo tenente Trent!! Só vou executar mais alguns golpes com esse punho. Rotacionaria em volta do objeto e aplicaria socos em curta distância nele para tentar pegar mais familiaridade com a velocidade de ataque desse punho. Com o membro direito tenho um poder de resposta rápido para ataque, então praticando de curta distância pode fazer com que aumente essa velocidade. Executaria esses ataques de curta distância na maior velocidade que conseguir atingir, com o foco de melhorar esse ponto especificamente. E me movimentando faz com que simule movimento em combate e obriga-me a estar mais atento para efetuar essas sequências. Buscaria descontar toda fúria nesses ataques. Aplicaria em cada golpe a frustração dessa derrota. Era o mínimo que poderia fazer após essa derrota.

Depois de sentir esse volume de ataques que for executado, distanciaria-me apenas um pouco e ficaria dessa vez parado. Socaria algumas vezes concentrando a força dos nos músculos do braço esquerdo e aplicaria sempre o cruzado no joão-bobo, obrigando-me a aplicar esses golpes com mais técnica e manuseando melhor a força para esse membro. Algo que ainda está em falta, portanto fortalecer e aprender a controlar a força nesses pontos pode fazer com que meus ataques com o punho se tornem mais efetivos. Procuraria nesses ataques não fazer em sequência porque eles requerem essa concentração de força, digo isso pela experiência que tenho com meu punho direito. Faria algumas pausas de alguns segundos para executar outra vezes esses cruzados de esquerda. A partir do momento que sentir que meu punho esteja latejando de dor, pararia até porque ainda estou no inicio com esse treinamento por mais que queira desenvolver logo essa parte.

Na sequência se meus companheiros de trabalho estivessem no local indagaria. - Tenente, algo a comentar sobre minha derrota? De fato minha curiosidade sobre o que ele achou foi criada. Ele deve ter achado cômico minha performance mas o feedback de um superior para mim é de suma importância. Para alguém que quer alçar alturas altas é primordial ouvir os fortes. - E você Loliet, o que concluiu? Questionaria com vergonha por ter perdido o combate e guardando a raiva para mim nesse momento. A hora de descontar a fúria já foi e ouvi-los é essencial para o meu crescimento, se um dia claro, quiser ser como eles ou até melhor.

Após essa breve conversa se houver, aguardaria se o tenente nos passaria alguma instrução sobre a ilha, QG ou missão que faríamos. Como ele é encarregado e já nos adiantou sobre estarmos próximo de Loguetown e irmos ao QG em seguida, é provável que ele já tenha alguma coisa em mente. Então dali partiria para o banheiro do navio para tomar uma ducha, trocar minhas vestes de marinheiro e refletir por um tempo tudo que andou acontecendo nesses últimos tempos. Principalmente na missão de capturar Vanguart e esse treino que me mostrou como necessito de melhorar minhas habilidades com minha mão esquerda. Trocaria minhas vestes de marinheiro por algumas novas e enquanto não chegarmos na ilha, tentaria encontrar algum ponto para descansar minha mente e dormir ou tirar um breve cochilo.

Seguidamente de um breve cochilo ou dormir, dependendo de quanto tempo levar a viagem e as ordens do tenente, uniria-me aos meus companheiros de serviço novamente e sem perder os hábitos moveria minha cabeça circularmente para me manter vivo novamente no jogo. O bom dessa minha compulsão é isso, faz-me sentir acordado para as missões e combates que vou enfrentar. Em nenhum momento enquanto estou disposto e acordado consigo ficar sem deixar meu corpo parado. É a naturalidade que meu corpo faz eu estar sempre deixando-o ativo. Até mesmo moveria meus braços para frente e para trás distribuindo a energia pelo corpo e retomando o controle do meu destino. Aguardaria novamente as instruções passadas, seja pelo tenente ou qualquer outro marinheiro que se encarregue e se for solicitado alguma ajuda em algo, prontificaria-me para auxiliar.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 5 EmptyQua 10 Jul 2019, 16:07

Roy Collins

 O rapaz estava frustrado pela sua derrota acreditando que havia desonrado sua família e fracassado principalmente com seu progenitor. Estava furioso com seus punhos e rapidamente se levantava do chão indo na direção do João-Bobo dizendo que iria treinar, já que simplesmente não poderia permitir que um boxeador não soubesse usar a mão esquerda em combate - Tudo bem, só esteja pronto quando aportarmos na ilha enquanto saía dali, o homem fazia um sinal para que Loliet o seguisse - Eu vou ficar por aqui também, talvez seja interessante ver o que vai acontecer aqui Trent sua intimidade com o Tenente a fazia o chamar diretamente pelo nome e sempre acabava sendo repreendida pelo homem.

Roy se mantinha a uma distância curta do João Bobo e ao mesmo tempo que girava ao redor do boneco o jovem marinheiro o socava com a mão esquerda. Buscava se familiarizar com a velocidade dos movimentos desse punho, assim como estava o braço direito e em meio a esses golpes o rapaz descontava sua frustação no João-Bobo. Ele ficava por ali durante mais alguns minutos e até mesmo trocara a forma de bater no boneco, aos poucos Collins começava a pegar o jeito para fortalecer seu braço esquerdo para enfim conseguir usá-lo em uma batalha corretamente. Se passavam mais alguns minutos até que o rapaz encerrasse sua nova sessão de Treinamento, Loliet ainda estava por ali observando socar o João Bobo E com isso o Boxeador ia na direção da mulher lhe perguntar o que havia concluído nos dois treinamentos - Não há muito o que dizer, mas acho que você deveria ter mais confiança na sua mão esquerda e utilizá-la como se fosse a direita sem diferenciá-las essas foram as palavras da esverdeada antes de também deixar a sala de treinamento.

Depois desse breve momento de conversa, Roy fora se trocar e aproveitar para descansar um pouco até quando o Tenente o chamasse. Ele acabou por encontrar os aposentos que estavam reservados aos marinheiros de baixa patente, não haviam divisões e eram apenas um amontoado de beliches juntamente das cômodas onde os uniformes ficavam guardados. Poucos homens estavam ali e dessa forma Collins pode escolher a cama onde iria se deitar para o seu descanso, enquanto fazia isso o rapaz podia ouvir as conversas de seus companheiros ao lado em baixo tom, já que tinham percebido sua presença no local. Mais algum tempo se passou, a lua já começava a brilhar naquela noite o que de certa forma atrapalhar os planos de Trent, com o fim do seu descanso o jovem estava novamente de pé pronto para o que estava por vir - Estamos chegando! gritou um dos marinheiros. Quando jovem saiu do quarto onde se localizava, pode contemplar a iluminada cidade de Loguetown - todos estão prontos? questionou o tenente aos seus subordinados conforme o navio chegava ao cais.


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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 5 EmptyQui 11 Jul 2019, 10:58

Chegando em Loguetown
O tenente Trent permitia continuar o rápido treinamento com o punho, porém deixava a ordem de estar pronto no momento que aportarmos na ilha. Guardei essa ordem, enquanto Loliet se prontificava a continuar comigo e continuei meu treinamento focado em manter o ritmo com o punho esquerdo. Antes de socar o joão-bobo mexi circularmente meus punhos aquecendo para poder atacar com mais precisão. Em seguida continuei os ataques com o foco nesse objeto. Por algum tempo rotacionando em volta dele e socando com a esquerda o mais rápido que pude executei esses movimentos. A cada soco depositei a raiva nesse joão-bobo. - Ra - ra - ra. Gritava conforme cada soco. Minha testa pingava de tanto suor, a camiseta grudava no meu corpo e os meus cabelos pareciam que tinham sido lavados de tanto suado. Ao longo dos breves socos que realizei os músculos deste punho começaram a fadigar. Me esforcei ao máximo até o momento que realmente tive que parar pros músculos relaxarem.

Após esse breve descanso, retomei o ritmo e efetuei golpes um pouco mais precisos para conseguir impactar de forma mais efetiva. Confesso que senti uma pequena melhora nos ataques, nada muito significativo por estar no começo, mas já sinto um pouco mais familiarizado. Levado um tempo praticando isso, finalmente terminei meu treinamento com o esgotamento físico. ~ Que viagem tem sido essa ... Desde que saímos de Shells Town não parei nesse navio. Sem dúvidas manter o treinamento e aprimorar as habilidades com esse punho esquerdo é primordial; Ainda mais quando saí derrotado do combate. Efetuando socos de esquerda vergonhosos!! Não podia deixar isso de lado. Mas reconheço que momentaneamente meu corpo precisa de um descanso.

Questionei a marinheira sobre o que ela achou do que viu sobre minhas habilidades. O ponto de ter de confiar mais no meu punho esquerdo como confio no punho direito me intrigou. É um conselho que na verdade nunca tinha parado pra pensar. Tentar envolver os golpes com esse punho como se fosse normal, como faço com o membro direito. É interessante ter essa ideia, obviamente tentarei colocar em prática quando possível, mesmo sabendo que não será tão simples como a teoria diz. - Pode deixar Loliet!! E depois disso parti para me banhar, trocar minhas vestimentas e descansar. Devido ao cansaço não consegui raciocinar muita coisa, a rotina na marinha exige muita dedicação e quando acaba parando para descansar, hiberna de vez. O local que dormi era apropriado para soldados, pois tinham outros por ali. Adormeci e quando acordei ouvi que estávamos chegando na ilha. Confesso que acordei animado com essa notícia e me sentindo com o corpo aliviado de todo o cansaço.

Nessa ilha seria mais uma chance para continuar minha empreitada na marinha. Com fé na missão, ir atrás de Vanguard também. - Esse cara não me escapa!! Meus punhos se fechavam ao pensar nele. Até mesmo os batimentos do meu coração aumentavam devido a raiva que sinto dele. Aquela fúria natural de mim me envolvia novamente. Balançava minha cabeça para os lados tentando aliviar um pouco da tensão e mantendo-me aquecido para a ação a qualquer momento. Sem dúvidas eu tinha acordado de vez. Me sentindo até mais determinado para captura-lo. Mas com a mentalidade de evoluir, pois esse último treinamento me mostrou que tenho muito a fazer para ficar mais forte. Melhorar minha habilidade com esse punho, capturar Vanguard. O que mais me aguarda?

Sairia do dormitório e reuniria-me com os demais companheiros do navio, principalmente onde o tenente Trent estiver. É provável que ele passe as orientações do que iremos fazer daqui em diante. Seja missão, comparecer ao QG, algo que ele mencionou anteriormente. Envolveria-me nessa questão do que ele nos orientar e acataria sem levantar nenhuma objeção. E por fim questionaria sobre o que está me intrigando ... - Tenente, o que faremos a respeito do caso do Vanguard? O senhor sabe, eu e o Sargento Levi participamos na última missão que esse cara estava envolvido. Indagaria encarando-o seriamente. - Esse cara tem de ser capturado!! Não podemos mais deixa-lo a solta!! Além disso buscaria encontrar o sargento Levi no navio, desde que partirmos de Shells nunca mais o vi. Contudo ele embarcou para cá e certamente ele vai querer continuar essa empreitada. Aquele caso tinha de ser resolvido. Essa missão não só envolvia o perigo aos olhos da marinha, mas levei para o lado pessoal de captura-lo custe o que custar. Ele atiçou o lado justiceiro que sigo. Principalmente quando acreditou ser maior que a justiça. Em a marinha ter medo dele. Jamais!! Se é para ser temido, isto deve ser com a justiça que a marinha faz. Essa que continuarei fazendo com meus punhos para o bem maior.
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 5 EmptySeg 15 Jul 2019, 22:12

Roy Collins

 Ao ouvir a notícia da chegada em Loguetown, Roy se animara e ao mesmo se sentia furioso quando lembrava que Vanguard estava à solta por aí ainda. Quando se juntou ao restante dos marinheiros, o jovem se dirigiu até onde estava o Tenente Trent para falar a respeito do criminoso - Vamos com calma sim? ele estendeu ambas as mãos e as parou na frente do mais jovem - Estamos aqui em Loguetown justamente porque ouvi relatos de que há um homem que trabalha para Vanguard aqui prosseguiu falando - Mas, como ainda não amanheceu por ora nós só vamos nos dirigir até o QG para conseguir informações tentou acalmar um pouco dos ânimos do boxeador. A verdade é que o misterioso vilão tinha desperto o senso de justiça de Collins que parecia não querer descansar enquanto não o capturasse.

Quando finalmente todos estavam prontos, o tenente saiu na frente e fez um sinal para que todo o grupo o seguisse. A cidade estava toda iluminada naquele início de noite, restaurantes e bares estavam lotados o que deixava as ruas pouco movimentadas somente com alguns transeuntes que olhavam os marinheiros com profunda admiração. O trajeto todo poderia ter sido feito em silêncio, mas Loliet quebrava o gelo ao puxar assunto com Trent - Não esquece da nossa aposta hein? ela sorria para o homem que acabava somente soltar um suspiro - Tudo bem, se quiser pode ir na frente só vou resolver algumas coisas no QG e vou em seguida disse tranquilamente - Bom, acho que esperar um pouquinho não mata né? permaneceu sorrindo e o tenente apenas consentiu. O restante do caminho seguira como antes dessa conversa, silenciosamente tendo o barulho ambiente da cidade e do marchar dos marinheiros.

O Quartel General ficava no centro da cidade e naquele horário haviam somente os guardas que faziam rondas ao redor do prédio. Era um prédio grande e robusto possuindo a capacidade de comportar vários marinheiros, todos sobre o comando do temível tenente Kattleback Cruzis que também era prefeito de Loguetown. O edifício estava padronizado com as cores da Marinha, assim como todos os outros locais que pertenciam a marinha facilitando e muito a sua busca. Quando adentraram o QG o Tenente liberava os homens aos seus aposentos - Todos podem ir descansar, por ora só preciso que o soldado Roy Collins me siga fez um sinal com uma das mãos. Trent guiou o boxeador pelos extensos corredores até uma das salas reservadas aos tenentes - Entre, vou lhe passar a sua próxima missão após passar pela porta o homem abriu passagem para Roy. Aquela era uma sala um tanto espaçosa contendo uma mesa em seu centro juntamente de poltronas e cadeiras para que os marinheiros pudessem se acomodar, além de vários armados espalhados com os documentos de importância - Sente-se indicou um dos assentos enquanto apanhava uns papéis de uma das gavetas ali presentes.

Após isso o tenente também se sentou no seu lugar e dessa forma colocou o que carregava sobre a mesa - Esse é Anthony Flintwood apontou na direção de uma fotografia - Ele vem cometendo uma série de crimes a pequenas empresas continuou passando os detalhes - Aparentemente ele esta agindo sozinho, então não é qualquer um alertou o jovem - Claro, se comparado ao Vanguard é um peixe pequeno, mas se quisermos capturar o figurão precisamos reunir o máximo de informações possíveis e é por este motivo que você não deve deixá-lo escapar finalizou momentaneamente suas explicações. O homem só tivera tempo de pegar uma caneta para escrever o endereço quando Loliet abria a porta de maneira brusca - Vamos logo Trent! ela mais uma vez ignorava qualquer hierarquia ao chamar um superior pelo nome sem mesmo mencionar a sua patente - Espere mais alguns instantes e tome cuidado com o que diz, da próxima vou te fazer pagar algumas flexões disse com um sorriso a fazendo revirar os olhos. No papel, o tenente anotou o nome da empresa e o endereço “Mr. Money Contabilidade, Rua das bananeiras n° XXI” e assim que entregou nas mãos de Collins levantou-se para ir com a sargento. Antes de sair a esverdeada ainda parou no meio do caminho e se virou para falar com o boxeador - Quer vir também Roy? Ou prefere ir descansar? perguntou de forma sorridente.



Foto:
 

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Última edição por Vincentão em Ter 16 Jul 2019, 15:57, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 5 EmptyTer 16 Jul 2019, 13:11

Segunda missão: Atrás de Anthony Flintwood
De fato nós chegarmos em Loguetown mexeu com meus neurônios e ânimo. Nem ao menos notei como fiquei furioso e acabei extrapolando quando falei desse maldito criminoso. É que só de pensar que um criminoso desse calibre está a solta, meu senso de justiça é acionado na hora. E a fúria naturalmente toma o controle de mim, deixando-me cego de como estou reagindo diante de situações assim. O tenente me conteve com autoridade nas palavras e informou que tem notícias de alguém que trabalha para o procurado, mas de antemão necessitamos comparecer ao QG. Principalmente para colhermos melhores os dados sobre o caso na ilha. - Peço desculpas pela euforia senhor. Tentarei me conter nas próximas vezes para não atrapalha-lo e nem as missões. Dizia sem titubear pensando em como isso pode afetar nas missões futuramente. E isso é algo que jamais posso falhar. Missão? É a prioridade da marinha para prevalecer a justiça absoluta. Isso manterei vivo em mim custe o que custar!!

Desembarcamos do navio na ilha e vislumbrei mais uma vez minha ilha natal. Meu pai disse que em tempos mais jovem acabou fazendo muito por esse lugar e que sempre que aportasse nessa ilha, seja qual for o tempo, sentiria uma diferença gigante de Shells Town ou qualquer outra ilha que estiver. Realmente, é notável a quantidade de pessoas nesse local e como eles nos olham admirados enquanto passamos pelas ruas. Por bares e restaurantes. Em todo o tempo que fiquei na outra ilha nunca vi as pessoas nos olharem com tamanha admiração. Isso fez com que um sorriso brotasse do meu rosto pelo orgulho que tenho de vestir essa camiseta da marinha. Me sinto em meu lar, muito por conta do que a marinha representa para essa ilha. É uma honra servi-la, obviamente, para o bem maior. A fama desse QG é muito boa. Quando mais novo, aprendi que um criminoso nessa ilha nunca sai impune. A justiça encontra qualquer perigo.

Ao longo do trecho que percorríamos Loliet comentava com o tenente sobre a aposta, essa que me incomodava de certo modo. Por causa que perdi o meu superior terá de pagar a bebida. Meus punhos se fechavam e minha respiração ficava mais ofegante. Aos poucos a fúria voltava sobre mim, decorrente do meu fracasso dessa vez. Por isso que nessa missão não falharei, será para mostrar para Trent que sou capaz de crescer e ficar mais forte. Demonstrar que ele pode confiar em mim para ajudar a marinha. Não comentarei nada sobre pois derrotados não têm moral. Só tentarei compensar com o êxito da missão. Ponto final.

Chegamos no QG e avistamos os guardas nas redondezas. Por ser a noite ele está menos movimentado do que o usual. Um prédio com arquitetura que impressiona qualquer pessoa, afinal emana um ar de imposição. Sua forte e robusta construção passa a ideia de que a população pode confiar nos que ali trabalha. ~ Contem comigo pessoal de Loguetown. E Marinha!! Não decepcionarei vocês. Com esse pensamento adentramos o edifício. O tenente liberava os demais companheiros de trabalho e somente me chamava para o acompanhar até uma sala. - Claro senhor, é para já. Confirmava prontamente seguindo até o aposento. Ao chegar ele me orientava que passaria a próxima missão. Só de falar de missão minha imaginação remetia para Vanguard. Esse cara não sairá do meu radar enquanto não tê-lo em mãos.

O local tinha uma mesa no centro e ao que me parecia, poderia ser o centro de operações desse prédio. Em volta da mesa as cadeiras e armários com muitos papéis nas gaveta, possivelmente os infortúnios de Loguetown. Sentei-me na cadeira e ouvi atentamente sobre a missão que era passado. Me entregou uma fotografia de um rapaz relativamente novo, cabelos pretos e volumosos que estava fumando. Trajado com uma roupa social e com a pele amarelada. Seu nome é Anthony Flintwood e o meliante vem cometendo delitos com pequenas empresas da ilha. Ele trabalha a mando do desgraçado do Vanguard e aparentemente está sozinho em seus serviços, deixando um pouco mais fácil para captura-lo. A missão é clara e objetiva. Reunir o máximo de informação para captura-lo e com mais eficácia, ir em busca do maldito bandido que assola até a Grand Line.

- Senhor, pode deixar comigo essa missão. Se uma das coisas que mais tenho vontade agora é capturar esse LIXO. Deixaria escapar esse xingamento soltando um pouco da fúria que carrego só de pensar nesse cara. Minha fúria por criminosos é intensa e acabo não conseguindo esconder. - Como reunir informações é a prioridade, trabalharei em cima disso assim que o senhor me liberar. Comentava no momento que a marinheira entrava na sala tomando uma bem humorada advertência do tenente. Chama-lo somente pelo nome é demonstrar muita intimidade. Não duvidaria que eles possam ser amigos, pois a maneira que os dois se comunicam é fácil de perceber que são mais próximos do que eu com eles.

Loliet intimava ele para tomar a bebida e também me convidava, mais uma vez me incomodando e fazendo-me engolir em seco a revolta por ter sido derrotado. De cara, vergonhosamente. - Não Loliet ... Dizia um pouco sem jeito devido a essa saída deles ser por causa da minha derrota. - O tenente me passou uma missão e como já descansei no navio, irei trabalhar. Responderia a esverdeada o mais breve possível tentando não mostrar o constrangimento pela situação em que coloquei meu superior. - Se é só isso, peço licença a vocês e bom divertimento. Sairia dali com o endereço que Trent me passou no papel e andaria pela ilha.

Como os transeuntes do local observam os marinheiros, para não chamar a atenção e tentar adquirir as informações de uma maneira mais eficaz, usaria minha furtividade procurando andar nas sombras e não chamar atenção. Ou se necessário andaria no meio de onde estiver mais gente para assim poucas pessoas notarem minha movimentação. Usaria de minha aceleração para ser o mais rápido que puder e sempre que passar pelas ruas leria as placas, procurando pelo nome Rua das bananeiras, n° XXI. Caso não encontrar, mesmo já conhecendo a ilha há tempos, questionaria alguma pessoa que estiver sozinha, seja homem ou mulher. - Você sabe onde fica Rua das bananeiras? Perguntaria de forma rápida não buscando conversar.

Logo após seguiria as orientações e continuaria até encontrar a rua, para depois encontrar a numeração juntamente com o edifício. A principio não entraria no lugar e observaria de fora se ali era movimentado. Principalmente as pessoas que passam pelas redondezas, afinal Vanguard na vez que o vi estava roubando cargas do porto de Shells Town. Sabe-se-lá se aqui nessa ilha seu capacho não está trabalhando com cargas roubadas também. Manteria-me em algum lugar que possa me esconder nas sombras ou mesmo que cubra meu corpo, usando de minha furtividade. Não chamando atenção e também usando de minha visão aguçada caso conseguir, para observar os mínimos detalhes .

Não deixaria de me ligar se encontraria o garoto Anthony. Olharia novamente a foto para lembrar de seu rosto e compararia com a imagem de quem encontrasse parecido com a foto. Se o encontrar, ficaria esperto com o que ele estivesse lidando e se conversasse com alguém, se ele estaria portando alguma coisa ou mesmo passando para essa pessoa. O ponto crucial é reunir tudo de necessário que envolver esse garoto, principalmente, saber onde ele está e o que anda fazendo. Até mesmo porque se ele estiver ocupado com algo, pode ser que esteja envolvendo outras pessoas em seus negócios mesmo trabalhando sozinho. O tenente me informou que ele tem roubado pequenas empresas da região, contudo, não sei se é por fraude nos negócios ou roubos a mão armada. Preciso entender a maneira que ele está trabalhando.

Não encontrando nada de suspeito na frente do local, desvencilharia de qualquer empecilho no caminho e rodearia o imóvel para ver se encontro algo suspeito. Continuando com a furtividade e prestando atenção para não escorregar em nada ou mesmo pisar em algo que faça barulho. Mantendo-se atento a não chamar a atenção de quem estiver próximo e com o intuito de captar qualquer coisa que seja pertinente a missão. Enquanto não tiver nada que me desperte a curiosidade para o prol da missão, buscar algo suspeito em todo o perito será de extrema importância. Para a marinha. Para a missão. E para a justiça!!

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 5 EmptySex 19 Jul 2019, 23:21

Roy Collins

Ao receber o convite da esverdeada o rapaz se sentia incomodado, já que isso lhe remetia a sua derrota e também fazia com que ele “engolisse" a revolta por ter saído perdedor naquele combate. Dessa forma, o jovem rejeitava a proposta de Loliet dizendo que iria trabalhar - Já que é assim não há porquê insistir nisso passou a olhar para Trent - Está liberado para ir Roy disse se levantando de onde estava - Qualquer dúvida procure pelo sargento Willian, ele está a par de sua missão falou por fim quando cruzava a porta juntamente da mulher.

O jovem também deixou o local depois de algum tempo, sabendo que as pessoas observavam os marinheiros na rua Collins procurava andar sem chamar atenção utilizando sua furtividade para caminhar nas sombras e entre os becos da cidade. A todo momento se manteve atento as placas para conseguir achar a rua das bananeiras, mas mesmo conhecendo a ilha haviam algumas coisas que estavam diferentes e dessa forma o jovem sentiu a necessidade de pedir ajuda para encontrar seu destino. Seguindo sua linha furtiva, o boxeador buscou uma pessoa que estava sozinha e rapidamente a questionou - siga reto aqui por mais 300 metros, depois vire à esquerda e chegará ao seu destino – respondia um homem alto de meia idade, careca e com roupas típicas de praia. Avançando pela ilha Roy não demorou a chegar ao local e também para descobrir que o mesmo estava fechado, naquele horário poucas pessoas passavam por ali sendo apenas alguns bêbados que sequer representavam algum perigo.

De forma furtiva o rapaz analisava o local e como não encontrava nada observou mais uma vez a foto que estava consigo para então compara-la com os poucos cidadãos presentes ali nos arredores. Sem sucesso novamente, o jovem decidia rodear o prédio a procura de algo que fosse suspeito ao seu ver - Ei, você aí marinheiro! a figura de um homem surgia atrás do soldado. Em suas mãos estava um lampião que utilizou para reconhecer o marinheiro - O que faz aqui? questionou com um olhar de desconfiança - Antes que pergunte, eu sou o guarda que cuida da segurança dessa empresa, Adam West informou com um olhar impaciente aguardando a resposta de Roy. Não muito distante de onde estava o boxeador haviam 3 homens vestidos num sobretudo preto - Aquele Anthony nos fez vir até aqui, é melhor que tenha mesmo uma boa quantia em dinheiro disse um do trio. A discrição não era o forte deles e com isso tanto Roy quanto Adam conseguiam ouvir o nome do criminoso que iria atacar o local.

Adam West:
 

Trio :
 

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Última edição por Vincentão em Qui 25 Jul 2019, 11:20, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 5 EmptySab 20 Jul 2019, 23:56

Observando os suspeitos
Sem delongas era liberado pelos meus companheiros de serviço para a missão. Se fosse necessário poderia chamar pelo sargento Willian. Não esquecerei disso. Incomodado com aquela situação saí do prédio rumo ao endereço que o tenente Trent me passou. Pelo nervosismo que sentia devido ao peso que carregava por ter sido derrotado, para aliviar aquela tensão e já se preparar de imediato para um combate inesperado, movimentei a cabeça para os lados estralando e mantendo meu corpo ativo. A cada passo dado meus pensamentos eram preenchidos da ideia da missão que estaria encarregado. ~ Dessa vez não vou vacilar. Reunir as informações e capturar o Anthony é a prioridade!! Nada mais fora isso. Guardava isso para não perder o foco caso aparecesse alguma coisa no caminho que tirasse minha atenção.

Ao longo do caminho não lembrei exatamente os nomes das ruas que perambulei por muito tempo. Acredito que devido ao tempo que andei treinando fora da ilha, a responsabilidade de ser marinheiro e o peso que ando sentindo por tal, esses pequenos detalhes acabei esquecendo. Entretanto sem chamar atenção dos moradores ou turistas da ilha, questionei a pessoa da localização da rua e ela me orientou que a 300 metros viraria a esquerda que chegaria ao meu destino. Sem pestanejar continuei meu trajeto tomando conta de que nenhuma pessoa me notasse ou causasse burburinho por conta de um marinheiro a uma hora dessa na rua.

Discrição é uma palavra importante para essa missão. O tenente Trent não me passou a uma hora dessas uma missão se não tivesse seu grau de importância. Trabalhar para procurar uma pessoa durante esse período noturno teria de ter realmente alguma relevância para a marinha. E como estou devendo uma para meu superior, não foi nada mais justo. Além do que missão não é algo de se ficar reclamando ou se justificando para não fazer. Como um bom marinheiro e com o senso de justiça que tenho, colocar as coisas em ordens é a minha filosofia de vida. Principalmente quando há crimes envolvidos. Só de pensar já faz meus punhos tremerem de fúria. Guardei a foto de Anthony no bolso da minha calça e continuei caminhando.

Não demorei para chegar no local que Trent tinha me passado. O local estava fechado e poucas pessoas transitavam na rua. - Nada fora do comum devido ao horário. Cochichava para mim mesmo observando com cuidado ao redor. Pessoas embriagadas passavam pela região mas nada de perigo ou mesmo que chamasse a atenção. Permaneci por um tempo aguardando algo de suspeito. Sem sucesso. ~ Melhor xeretar em volta desse prédio, se não vai amanhecer e não vou encontrar nada. Mesmo sem ver nada de suspeito por enquanto ainda tinha fé de que encontraria algo relevante para essa missão. Não era atoa que o tenente tinha me passado essa missão.

De repente um homem atrás de mim surgia com um lampião me reconhecendo como marinheiro. Meu coração parou por alguns segundos e meu instinto de proteção foi ativado. Uma gota de suor escorria pela minha testa. Virei-me para reconhecer o homem e notei que ele me olhava com o olhar de desconfiança, indagando o que fazia por aqui. Ele se apresentava como guarda, tendo o nome de Adam West. - Boa noite Adam. Meu nome é Roy Collins e sou um soldado da marinha. Estava voltando para casa quando vi umas pessoas embrigadas. Achei que estavam causando por aqui, então resolvi averiguar. Pausaria esperando sua resposta. Não sabia se realmente era o segurança do lugar. Mas era interrompido por três homens trajados com sobretudo preto que estavam na rua.

Eles mencionavam sobre o garoto que estava atrás e com um rápido conselho daria ao segurança que estava comigo. - Se esconda!! Usaria novamente de minha furtividade para me esconder nas sombras. E com minha aceleração e agilidade me deslocaria com rapidez., tentando até mesmo fazer com que o segurança não tenha visto para onde fui devido a rapidez que colocaria naqueles passos. Não me manifestaria mas usaria de minha visão aguçada para visualizar o que eles estivessem portando nas mãos, nas suas vestes (se estão com alguma arma) e até mesmo esperaria um pouco de tempo para ver se Anthony aparecesse. Procuraria no meu campo de visão onde está o West e visualizaria se carregava alguma arma ou seja o que for mais. Acabaria por ficar na surdina por enquanto visualizando seus próximos movimentos e dos rapazes. Até mesmo o Adam ainda é suspeito porque não o conheço, logo, não é viável ficar próximo dele. Vá saber se esse cara realmente é segurança ou se chama Adam West.

Por Adam dizer ser o segurança do prédio fico na dúvida se ele não interromperia os rapazes. Se por um acaso eu percebesse que ele estivesse para fazer isso, manteria meus olhos nele o acompanhando. Era melhor que primeiramente ficasse a par de suas intenções e movimentos, além do trio também. Continuaria nas sombras por causa da minha furtividade e os observando com minha visão aguçada. Na possibilidade deles se locomoverem para outra parte os acompanharia através dos becos, lugares com as sombras para que tampasse minha presença e tomaria cuidado para não esbarrar ou pisar em nada que possa me desequilibrar.

Pegaria a foto de Anthony no meu bolso e compararia com o segurança, para ver se há alguma semelhança. O cabelo parece, a cor e a roupa. Mas ele não estava fumando como na foto que o tenente me passou. Contudo, as semelhanças físicas me deixaram encucado para realmente acreditar que esse cara é o segurança do prédio. Será? Por isso ficaria nas sombras através da minha furtividade para observar o trio e o possível Adam West.

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 5 EmptyQui 25 Jul 2019, 05:32


Narração
Noite
Céu limpo
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Roy Collins
Roy era pego de surpresa por um homem que se proclamava como segurança daquele local, pensava rápido e contava uma mentira para o homem, não sabia se Adam era realmente confiável ou não. O sujeito olhou para o marinheiro por um instante e até falaria algo, mas a presença de um grupo desconhecido fez com que parasse o que quer que iria dizer. Era um trio que acabara por citar o nome de Anthony.

O marinheiro agiu rápido naquele momento já se escondendo, mas o guarda não seguiu com ele por mais que Roy desejasse. Adam comentou rapidamente. - Eles não parecem embriagados para mim. - O tom de voz foi baixo, o que poderia indicar que ele entendeu rapidamente a situação. West começou a andar na direção dos três que acabaram de chegar. Collins percebia que o homem lembrava um pouco a imagem de Anthony, os dois usavam roupas sociais, mas na foto havia também um cigarro. Além disso, o rosto e o cabelo pareciam possuir algumas diferenças.

Com isso tudo e muito mais em mente, o marinheiro não conseguia ver muita alternativa naquela situação além de observar o que o suposto guarda faria com os três patetas. Adam se aproximava deles, era incrível com ele conseguia andar silenciosamente mesmo sem se esforçar ou demonstrar isso, até porque a voz dele foi facilmente escutada em alto e bom tom, tanto pelo trio quanto por Roy. - Posso saber o que vocês estão fazendo por aqui? - O tom era o mesmo utilizado quando indagara Collins sobre sua presença. Os três ali logo se viraram para eles surpresos e era possível ouvir até mesmo um: "- Mas que mer..." vindo da boca de um deles.

O guarda parou a alguns metros dele. Era claro para Roy que o homem andava com uma pistola que estava guardada em sua calça na região mais próxima das costas, para que a pessoa a frente de West não visse. Já os três patetas não pareciam portar armas. Eles se ajeitaram um do lado do outro e todos encararam o guarda. - Nós... nós nos perdermos. - O tom era tão perdido que seria possível até mesmo alguém acreditar naquilo, claro, se não houvesse ouvido o que haviam dito antes. - Estamos atrás da pousada de Anthony. - Falou um deles que provavelmente imaginara que Adam havia escutado o que haviam dito anteriormente. O vigilante no entanto não parecia estar totalmente convencido. - Conheço muito bem a região, não me recordo de uma pousada onde o dono se chama Anthony. - A voz dele já transmitia a mensagem para que os três caíssem fora daquele lugar. E eles obedeciam rapidamente. Saíram correndo tropeçando e caindo no chão de vez em quando. Collins conseguiu ouvir um "tsc" vindo do sentinela, que deu meia volta e começou a andar na direção que o marinheiro estava novamente.

Ao se aproximar o suficiente o guarda parou e sentou-se no chão apoiando as costas na parede. - Bem, você poderia me informar o que está acontecendo? - Perguntou num tom de voz mais baixo, ele não olhava para onde Roy estava, parecia entender que o marinheiro desejava se manter escondido. - Não acredito em coincidências. - Disse ele olhando para o céu observando as estrelas.


off:
 

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: 1° Act - It's Navy Time   1° Act - It's Navy Time - Página 5 EmptySab 27 Jul 2019, 09:43

Em missão: Posso confiar?
Para Adam os jovens não pareciam embriagados. Pensando por um lado, a desculpa que dei tinha sido bem feia. O problema é que não tive tempo de pensar, foi um improviso muito rápido. Sua voz soava baixo e ele ao menos demonstrava a compreensão da missão. Mas com o trio por perto optei por me abster e manter-me nas espreitas observando os movimentos. Não poderia comprometer a missão. Muito melhor me resguardar e manter o andamento da missão. O segurança foi ao encontro dos rapazes e pela sua caminhada notei a pistola que ele carregava nas costas. Nenhum daqueles homens conseguiria vê-la. ~ Temos um atirador por aqui então. Arriscava então que ele é rápido com os movimentos de luta. E bom de mira.

Ao chegar próximo dos rapazes pude ver que ele estava intrigado com a aparição desses jovens. Sua voz soava em alto e bom tom. Um deles achou uma merda o segurança encontra-los. Justo. Se eles estavam esperando o Anthony obviamente outras pessoas apenas atrapalhariam seus planos. Eles alegavam que estavam perdidos, mentirosos natos. Não que eu não tenha mentido, mas ao menos, era para o bem da missão. Um bem maior. A conduta de um marinheiro que serve a justiça custe o que custar. Eles estavam atrás da pousada de Anthony e o possível Adam respondia que não conhecia nenhum rapaz com esse nome como dono de alguma pousada. ~ Estranho ... Se a marinha está sabendo desses roubos e o causador disso, o guarda deveria saber de alguma coisa. Ainda mais que trabalha por aqui.

Seu tom de voz mostrava autoridade e o trio entendia a mensagem. Sem hesitarem correram, caindo e grunhindo ao longo da escuridão. O guarda parecia incomodado e voltava em minha direção. Por agora sabia que ele portava uma arma na parte de suas costas me preocupei menos com quem estava lidando, mesmo embora ainda não conhece-lo. O rapaz sentava encostando-se na parede e começava a querer entender o que estava rolando por aqui. - Antes de mais nada, não está sabendo de nada? Sendo o segurança daqui. Questionaria com curiosidade pra entender o papel dele por aqui. Prestaria atenção se ele fica incomodado ou um pouco nervoso nas suas respostas. Não que eu entenda sobre o comportamento humano em associar com mentiras. Mas qualquer coisa pode ser suspeito e eu não posso me atrever a dar um piso em falso.

Como ele sabia que eu sou marinheiro pela roupa que estou trajando, presumo que ele possa ter alguma identificação de segurança. Não posso ficar passando esses tipos de informação a qualquer pessoa sem mesmo ter a confirmação. A marinha me passou essa missão. É importante manter o sigilo e quando necessário contatar as pessoas certas. - Adam, me passa sua identificação de segurança. Caso ele recusasse por sentir intimidado ou não gostado por ter intima-lo assim, continuaria. - Como segurança você sabe que precisamos manter a ordem. E no dever de um marinheiro, em cumprimento da missão, não posso passar nenhuma informação a quem não conheço. Profissionalismo. Aguardaria suas respostas também. Tudo dependeria da forma que correspondesse nas conversas. Numa hora dessas e num lugar como esse, confiar em alguém desconhecido pode comprometer qualquer missão. Isso não é algo que pretendo fazer de maneira alguma.

Caso ele me passar sua identificação e averiguasse as informações nela, parecendo ser verdadeiras, pegaria a foto no bolso da minha calça e mostraria ao segurança. - Esse é o Anthony Flintwood. Ele trabalha com um cara chamado Vanguard. Pausaria deixando-o analisar e até mesmo aguardaria para caso ele se lembre de algo semelhante que possa ajudar. - Segundo fontes dessa missão, ele tem roubado algumas pequenas empresas por aqui. A ordem é não deixa-lo escapar. E vou obter mais informações pertinente a missão. Afinal caras como ele jamais podem ficar a solta!! Missão em primeiro lugar, correto senhor Adam?

Enquanto conversarmos estralaria meus punhos e mãos. Manteria-me atento as proximidades para não sermos pegos desprevenidos por quaisquer bandidos. A uma hora dessas o perigo é eminente. Continuaria usando minhas habilidades furtivas para não chamar atenção também e usaria de minha visão aguçada para procurar qualquer suspeito pela área. Como essa construção que fui orientado acabei não encontrando nada de suspeito, olharia com mais calma dessa vez procurando alguma abertura. Não encontrando nada, indagaria ao segurança. - Conhece alguma maneira de entrar nesse imóvel numero XXI? Meu superior passou esse endereço então é bom averiguá-lo. Falando em superior logo vou ter de achar algum modo de contatar o sargento William. Mas por enquanto posso adiar isso. Se o rapaz não soubesse de nada, entreolharia os imóveis próximos e procuraria por outra empresa e se está aberta. Já estou aqui há um bom tempo e por enquanto não tive nenhum resultado. A missão precisa ser feita e parado não vou conseguir nada. Foco na missão!!  

Histórico:
 

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